<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" version="2.0"><channel><title>Em Evidências</title><description>Produção e uso de fontes no ensino de história</description><managingEditor>noreply@blogger.com (projetoemevidencias)</managingEditor><pubDate>Wed, 28 Aug 2024 16:54:07 -0300</pubDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">26</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">25</openSearch:itemsPerPage><link>https://projetoemevidencias.blogspot.com/</link><language>en-us</language><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>Produção e uso de fontes no ensino de história</itunes:subtitle><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><item><title>Edição 2018-2020</title><link>https://projetoemevidencias.blogspot.com/2019/04/edicao-2018-2020.html</link><category>Conhecendo o projeto</category><author>noreply@blogger.com (projetoemevidencias)</author><pubDate>Tue, 9 Apr 2019 11:52:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8042300584420893276.post-7294826227980823827</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A edição 2018-2020, propõe discutir a tematização base do projeto de extensão, isto é, &lt;i&gt;"As fontes e o trabalho com as evidências: o ensino de história em discussão"&lt;/i&gt;. A intenção é conseguir abrir o debate sobre nossas práticas de ensino e como o trabalho com as evidências norteia a produção do conhecimento histórico, ainda que lidemos, repetidamente, com investidas para um conhecimento histórico morto e inerte.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp;Dito isso, destacamos atividades a serem realizadas valorizando o trabalho com as evidências,&amp;nbsp; desde o diálogo com blogs e proposições de aulas, a possíveis caminhos exploratórios dos livros didáticos e linguagens, particularmente, apresentaremos em nossas ações a produção de Encartes do projeto Trilhas da História. Os encartes permitem explorar o papel das fontes na evidenciação da realidade histórica a partir de tematizações recorrentes em sala de aula, continuaremos com essa atividade sugerindo como esse processo de análise das fontes em sala é parte essencial no processo&amp;nbsp; de ensino e aprendizagem em história.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp; O interesse em: estimular a investigação histórica, o debate sobre as intenções, visões e interpretações formuladas sobre processos históricos (e a revisitação destes) será motivador de oficinas, produções e diálogos com profissionais da área ao longo desse período.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp;A ideia norteadora para esse biênio é permitir que, em tempos de questionamentos sobre nossa atuação social e pertinência da formação a partir da educação pública, possamos valorizar o ensino de história e o papel indispensável das fontes na produção do conhecimento histórico.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhZqDoAJ0EMvQxkwZSbEntEzBTJuMsO6xYAz7oGZmDRpCC5vZoymYuAW0JV5YVjTRIQ-HJ-QoFmVKY_yx-3H8SfQNVd7hhnQC-k9ZUH8oTIFBd4HJlMYltrzvdo9w3qWHXam-NH1UI85Jg/s1600/arvore+do+conhecimento+cort.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="470" data-original-width="363" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhZqDoAJ0EMvQxkwZSbEntEzBTJuMsO6xYAz7oGZmDRpCC5vZoymYuAW0JV5YVjTRIQ-HJ-QoFmVKY_yx-3H8SfQNVd7hhnQC-k9ZUH8oTIFBd4HJlMYltrzvdo9w3qWHXam-NH1UI85Jg/s320/arvore+do+conhecimento+cort.jpg" width="247" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhZqDoAJ0EMvQxkwZSbEntEzBTJuMsO6xYAz7oGZmDRpCC5vZoymYuAW0JV5YVjTRIQ-HJ-QoFmVKY_yx-3H8SfQNVd7hhnQC-k9ZUH8oTIFBd4HJlMYltrzvdo9w3qWHXam-NH1UI85Jg/s72-c/arvore+do+conhecimento+cort.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Edição 2016-2018</title><link>https://projetoemevidencias.blogspot.com/2019/04/edicao-2016-2018.html</link><category>Conhecendo o projeto</category><author>noreply@blogger.com (projetoemevidencias)</author><pubDate>Mon, 8 Apr 2019 11:59:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8042300584420893276.post-8783895877057917890</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A edição do biênio 2016-2018, "Memórias e Linguagens: o historiador e a escrita da história"&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp; contou com a tentativa de discutir o papel das linguagens e das memórias na prática historiográfica. Nesse intuito, o trabalho com diferentes fontes (o que trouxe, também, a preocupação com a natureza distinta que possuem) contribuiu para tratar algumas investidas de análise e desafios na prática de investigação da história, não só teóricos e metodológicos, mas como as memórias e linguagens estão presentes (e são necessários) no ensino de história.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Além disso, ressaltamos procedimentos investigativos que ganharam relevância nos últimos anos nessa direção. Esse debate foi sistematizado por meio de oficinas, colóquio e discussões via blog ao longo do projeto. Particularmente, em função da necessidade de visualizar essa integração entre novas linguagens no ensino de história e o debate sobre certos registros do passado, avaliamos nesse percurso como o uso de memórias e linguagens podem contribuir para dinamizar nosso trato da realidade histórica, partindo da materialidade das relações para então analisar a complexidade de sentidos e conceituações atinentes à historicidades e campos de investigação.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhCLVsW_AizEe19Gv1xgHLWWDfWHM8uvPK4SyDeor67SxCkNYVjaex3ILKW6A7z-biuT5_T2iFwR7UAFqnkmYKzTSGTZZyaopWIx36hyphenhyphenpwmgTHAy9im_eUD8FLtm_KL5guqvudCuyg_dd8/s1600/arte+arrumada+para+cartaz+final.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1500" data-original-width="1050" height="200" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhCLVsW_AizEe19Gv1xgHLWWDfWHM8uvPK4SyDeor67SxCkNYVjaex3ILKW6A7z-biuT5_T2iFwR7UAFqnkmYKzTSGTZZyaopWIx36hyphenhyphenpwmgTHAy9im_eUD8FLtm_KL5guqvudCuyg_dd8/s200/arte+arrumada+para+cartaz+final.jpg" width="140" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQmFevcjfgo987l9neWvjuvarzfPiyuUVOsQZmVsdNh-hvXU7TS3OB2NZfJSp8jWT8jZ3hROUT0lx-Km8bezlxkd0mUCmFMYQhyphenhyphendSRTsbuQ-zAaHtSMyuBG-jZcIaJKErqrYhyphenhypheneo7MQnc/s1600/recorte+em+evid%25C3%25AAncias+do+cartaz.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="306" data-original-width="679" height="144" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQmFevcjfgo987l9neWvjuvarzfPiyuUVOsQZmVsdNh-hvXU7TS3OB2NZfJSp8jWT8jZ3hROUT0lx-Km8bezlxkd0mUCmFMYQhyphenhyphendSRTsbuQ-zAaHtSMyuBG-jZcIaJKErqrYhyphenhypheneo7MQnc/s320/recorte+em+evid%25C3%25AAncias+do+cartaz.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhCLVsW_AizEe19Gv1xgHLWWDfWHM8uvPK4SyDeor67SxCkNYVjaex3ILKW6A7z-biuT5_T2iFwR7UAFqnkmYKzTSGTZZyaopWIx36hyphenhyphenpwmgTHAy9im_eUD8FLtm_KL5guqvudCuyg_dd8/s72-c/arte+arrumada+para+cartaz+final.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title/><link>https://projetoemevidencias.blogspot.com/2019/04/afinal-que-serve-sala-de-aula-ao-longo.html</link><category>Sala de aula: indícios e provocações</category><author>noreply@blogger.com (projetoemevidencias)</author><pubDate>Mon, 1 Apr 2019 09:18:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8042300584420893276.post-518106469831299960</guid><description>Afinal, a que serve a sala de aula?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; Ao longo da prática docente, em muitos momentos, percebemos que há certo burburinho na sociedade sobre os sentidos da escolarização formal e como deve ser realizada. Alguns, sentem-se tentados a questionar a utilidade de certos convívios e práticas nesse processo de ensino e aprendizagem, tão importante junto aos saberes que acumulamos como nosso repertório social ao longo da vida.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; Entretanto, diante de um dos grandes debates do nosso tempo, erigido sobre a pauta da pertinência e a que serve a sala de aula, acredito que temos que refletir um pouco mais sobre tudo isso. O processo de ensino e aprendizagem não pode ser resumido aos novos tempos de tutoriais, canais de apoio instrucional e novas linguagens para a produção do conhecimento. Estes são caminhos extremamente válidos e importantes no processo de aprendizado atual, mas não encerram, ou mesmo alteram, algo que a sala de aula nos permite promover: a construção coletiva do conhecimento pelo processo de compartilhar saberes em um espaço que propõe mantermos a prática da comunicação real, além de garantir o reconhecimento do processo de formação como algo a ser produzido em conjunto, inclusive, entre limites, desafios e avanços que a relação entre os próprios estudantes e entre estudantes e professores permite que seja possível valorizar como uma dinâmica que importa na prática de ensino e aprendizagem, isto é, todos nós estarmos envolvidos em um projeto de apreender, auxiliar outros nesse processo e aprimorar caminhos, abrindo possibilidades ao conhecimento exercitando, colaborativamente, diversas chaves de acesso à análise e formulação de saberes.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; Para mim, essa é uma experiência insubstituível.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp;Em alguns momentos um percurso sinuoso, pois os desafios de ensino e aprendizagem em sala de aula expõem fragilidades e limites, mas exaltam nosso caminhar, corrigem rumo e permitem melhorarmos como seres humanos e na construção de um futuro com aptidões a serem destrinchadas.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp;A sala de aula exige um processo contínuo de autoavaliação (de todos os envolvidos) e isso já é acrescentarmos inovações e novas práticas ao nosso convívio social e ampliar o fluxo de prospecções. Não discutimos apenas conteúdos, mas procuramos a possibilidade de contribuir para sermos seres humanos melhores, na integralidade de nossas vidas.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; A sala de aula ainda pulsa.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title/><link>https://projetoemevidencias.blogspot.com/2017/06/horado-estagio.html</link><category>Sala de aula: indícios e provocações</category><author>noreply@blogger.com (projetoemevidencias)</author><pubDate>Fri, 16 Jun 2017 11:30:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8042300584420893276.post-7413704644546004741</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;
&lt;i&gt;Hora
do estágio... e agora?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;
Muitas vezes a docência é colocada
em xeque não só por aqueles que desconhecem sua realização e questionam essa
escolha, mas, também, por aqueles que estão prestes a experimentar essa
prática.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;
Evidentemente, as razões não são as
mesmas, mas elas nos fazem refletir...&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;
Por que alguns estudantes das
licenciaturas têm tanto receio do estágio? Seria o receio de não saber o que
esperar dessa experiência? Seria a insegurança frente à busca pela prática
perfeita da docência?&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;
Ou mesmo os tantos senões à relação
professor-aluno e aos procedimentos e posturas assumidas em sala de aula? &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;
Mas, não deveríamos reverter esse
olhar temeroso? &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;
Em tempos de tentativa de diluição
de nossa formação, com tantos questionamentos sobre "para que serve os
nossos saberes e nossos debates", precisamos ter &lt;i&gt;mais convicção do que queremos fazer e podemos fazer&lt;/i&gt; com nossa
formação e prática...&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;
Ir à escola durante o estágio (observar
aquele espaço que já frequentamos) também nos diz sobre como vivenciar relações
por outro prisma, não mais como estudante da Educação Básica, mas como aquele
que vai contribuir para sustentar esse universo de produção do conhecimento
(pensando seus limites, mas, fundamentalmente, como avançar)&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;
Ainda que o formato de
"estágio" tenha expressado uma relação difícil entre
escola-universidade, por apontar interesses distintos e caminhos diversos na
sua realização e junção, sua prática oficializou no currículo de muitos
estudantes da licenciatura a inserção dos universitários na sala de aula do
ensino público fundamental e médio. Essa ação trouxe uma atuação ainda
incipiente e, muitas vezes, condicionada a ambos os currículos (universitário e
escolar), além dos prováveis "recortes temáticos", muitas vezes
alheios às possibilidades de abordagem e comunicação, os quais poderiam
oferecer àquele momento de construção coletiva (denominado como estágio) muitos
outros usos e exercícios da nossa atuação profissional. Nada que, ainda assim,
impeça de fazermos desse momento uma prática prazerosa para ampliação de elos e
expansão de nossas proposições.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;
Esse processo de docência, repleto
de nuances que, em grande medida perpassa problemas de políticas públicas e
debates sobre quem é esse profissional na nossa sociedade hoje, também aponta a
necessidade de pensarmos sobre como será avaliada essa inserção docente, mesmo que
durante um estágio.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;
Por isso, é preciso que essa
atuação seja feita com muito esmero e apoio, propondo alterar essa visão de que
não há o que ser feito nesse curto espaço de tempo. Ao contrário, há muito a
ser feito, pois mesmo nas restritas aulas de estágio é possível propor e
despertar a que serve o conhecimento na nossa sociedade, a que serve as
licenciaturas, recompor a relação que se estabelece em sala de aula. Por isso,
é hora do estágio. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;
Agora, é o momento de construir....
sempre é tempo de propor... inclusive, no estágio.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;
Discuta, pesquise, formule e
reavalie alternativas. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;
Proponha, não só o que você
gostaria de abordar, mas o que se torna necessário discutir... principalmente,
ao pensar naquele público de estudantes, com aquele repertório de
possibilidades de diálogo e realidade escolar em que vai atuar.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;
Caso se interesse, analise algumas das produções sugeridas nos links abaixo. Comente conosco suas impressões e como foi a realização de seu estágio e sua atuação docente.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;a href="http://lemad.fflch.usp.br/" target="_blank"&gt;http://lemad.fflch.usp.br&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;a href="http://diversitas.fflch.usp.br/educacao-basica" target="_blank"&gt;http://diversitas.fflch.usp.br/educacao-basica&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;a href="https://www3.ufrb.edu.br/lehrb/category/materiais-lehrb/sequencias-didaticas-lehrb/" target="_blank"&gt;https://www3.ufrb.edu.br/lehrb/category/materiais-lehrb/sequencias-didaticas-lehrb/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;a href="http://portaldoprofessor.mec.gov.br/buscarColecoesAulas.html" target="_blank"&gt;http://portaldoprofessor.mec.gov.br/buscarColecoesAulas.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDqa0H07TK_9n6bRxlSzCf6tS60mYkveTDjTuiYkHoNr-7uu37AYneUeiFqW9eHJ0mwWQnUrbPsDymwHQWlpgdEWr8A8RkyegkJlpvAYvQc4HDAi0Ph-3YYooJ04J7CWYnmJGavyjhdeY/s1600/CONTE+A+SUA+HIST%25C3%2593RIA.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="289" data-original-width="400" height="231" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDqa0H07TK_9n6bRxlSzCf6tS60mYkveTDjTuiYkHoNr-7uu37AYneUeiFqW9eHJ0mwWQnUrbPsDymwHQWlpgdEWr8A8RkyegkJlpvAYvQc4HDAi0Ph-3YYooJ04J7CWYnmJGavyjhdeY/s320/CONTE+A+SUA+HIST%25C3%2593RIA.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDqa0H07TK_9n6bRxlSzCf6tS60mYkveTDjTuiYkHoNr-7uu37AYneUeiFqW9eHJ0mwWQnUrbPsDymwHQWlpgdEWr8A8RkyegkJlpvAYvQc4HDAi0Ph-3YYooJ04J7CWYnmJGavyjhdeY/s72-c/CONTE+A+SUA+HIST%25C3%2593RIA.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Bem-vindos!!!</title><link>https://projetoemevidencias.blogspot.com/2016/12/bem-vindos.html</link><category>Página Inicial</category><author>noreply@blogger.com (projetoemevidencias)</author><pubDate>Fri, 2 Dec 2016 10:25:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8042300584420893276.post-4011042147369441251</guid><description>&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;Esse espaço surgiu como possibilidade
de ampliarmos as discussões e debates sobre o uso de fontes, práticas de
pesquisa e a atuação docente.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;Sintam-se acolhidos nesse universo de reflexão...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Ocupações... o que temos a dizer aos estudantes?</title><link>https://projetoemevidencias.blogspot.com/2016/12/ocupacoes-o-que-temos-dizer-aos.html</link><category>Sala de aula: indícios e provocações</category><author>noreply@blogger.com (projetoemevidencias)</author><pubDate>Fri, 2 Dec 2016 10:24:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8042300584420893276.post-2190430528722144924</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjXD1S4b3CCZZkrt8bdb1cj9VsE8utnZrFkKwFYp5G6rBYlMl5hfBJXGwf9_v5HNBfCfyEcehLgaZ3SBUxFL_dfvisvlOZYUn46SvzclY9w1ae0EXGv9lKmWZTQUwGqxIhD61WznDmD79Y/s1600/Ocupacao+Colegio+-+materia+gazeta.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjXD1S4b3CCZZkrt8bdb1cj9VsE8utnZrFkKwFYp5G6rBYlMl5hfBJXGwf9_v5HNBfCfyEcehLgaZ3SBUxFL_dfvisvlOZYUn46SvzclY9w1ae0EXGv9lKmWZTQUwGqxIhD61WznDmD79Y/s400/Ocupacao+Colegio+-+materia+gazeta.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;Fotografia presente na matéria: TUDO sobre a
greve e as ocupações nas escolas. Disponível: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.gazetadopovo.com.br/educacao/tudo-sobre-a-greve-e-a-ocupacao-nas-escolas-do-parana-b6t39taw4sm8yw0yq4l8q379u" style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;http://www.gazetadopovo.com.br/educacao/tudo-sobre-a-greve-e-a-ocupacao-nas-escolas-do-parana-b6t39taw4sm8yw0yq4l8q379u&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;
Acesso em: out. 2016.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;"Aquele que não luta pelo futuro que quer deve
aceitar o futuro que vier", esse era o anúncio provocativo que estava na
parte central do portão que figurou a matéria do Jornal Gazeta do Povo, em
outubro de 2016. Essa imagem, utilizada para compor as formulações do periódico
sobre o episódio em pauta, motivou-nos a outras indagações. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Após a ebulição das ocupações de secundaristas e
universitários da rede estadual de ensino do Paraná, consideramos que era
preciso querer mais do que anunciar "tudo sobre" esse evento ou
destacar sua irrupção na rotina ordinária, como fez grande parte da imprensa.
Por isso, interessou-nos explorar o que esse panfleto fixado no portão nos
oferece como sugestão de reflexão: o que nós temos a dizer sobre as ações e
aspirações anunciadas pelos estudantes? Como nossas discussões em sala de aula
permitem acessar a realidade social da qual fazemos parte? Nossa prática
provoca que sentimentos e ações?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Tanto na Educação Básica quanto nas Universidades
paranaenses houve um clamor para que a recorrente tentativa de naturalização
das fragilidades que assolam o ensino público fosse exposta e enfrentada,
inclusive, perante os interesses e expectativas dos estudantes e não só dos
profissionais da educação. As incongruências – que percorrem as salas de aula ao
atravessar portões como o exposto na matéria jornalística – não se limitam a
uma reforma da estrutura física ou custeio das instituições públicas de ensino,
itens estruturalmente deficitários e essenciais para a sustentação do processo
de ensino e aprendizagem. Falamos também e, fundamentalmente, das condições
materiais para produzir conhecimento e em que termos elas vêm sendo discutidas
e anunciadas enquanto política pública e se distanciado da almejada "função
social". &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;No interior de muitos desses portões, a execução de corroídas
políticas públicas distanciam o tão sonhado "ensino público, gratuito e de
qualidade", fortalecendo a disputa de sentidos sobre o papel da
escolarização na vida dos sujeitos sociais que ali estão e nas prospecções de
futuro que visualizam para si e para os seus. Precisamos debater os confrontos diretos
e implícitos sobre a manutenção das licenciaturas e da prática docente, levando
em conta que subjugar o ensino público do nosso país espelha não só
divergências em relação ao papel da escolarização, mas traz à tona um abismo de
desigualdades, produzido e revigorado frente aos interesses que se colocam como
sustentação dessas dissidências.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O convívio nas instituições de ensino público expõe uma
correlação de forças tensionada por projetos extramuros. Chama a atenção, a tentativa
de determinar (como "cumpra-se") a que serve o ensino público atual,
propondo delimitar os conteúdos curriculares a efetivar, estabelecer limites
para o papel do professor na docência e salvaguardar a "positividade"
da expansão da formação técnica para o trabalho nas escolas públicas. Esses elementos
exigem de nós mais do que apenas "observar e absorver" as proposições
governamentais ou mesmo as relações estabelecidas diante das ocupações
estudantis. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12.0pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O confronto dos últimos tempos exercitou relações de
poder desiguais, em espaços de escolarização pública de uma parcela
significativa da população brasileira. Trouxe a contestação como ponto de
encontro e difusão de uma realidade há muito conhecida pelas famílias de
trabalhadores desse país. Por isso, longe de ignorar as marcas da desigualdade
que se consagram no ensino público, ressaltamos tais evidências por acreditar
ser um espaço que vale a pena disputar, por querermos mais do que o que vier...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: 12pt; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Pensar essa realidade é sinal de preocupação com o
futuro; é preocupar-se com o futuro de todos nós... Afinal, isso diz muito sobre o que queremos em sala de
aula e o que temos a dizer aos estudantes das instituições públicas de ensino...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjXD1S4b3CCZZkrt8bdb1cj9VsE8utnZrFkKwFYp5G6rBYlMl5hfBJXGwf9_v5HNBfCfyEcehLgaZ3SBUxFL_dfvisvlOZYUn46SvzclY9w1ae0EXGv9lKmWZTQUwGqxIhD61WznDmD79Y/s72-c/Ocupacao+Colegio+-+materia+gazeta.JPG" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><enclosure length="0" type="application/json" url="http://www.gazetadopovo.com.br/educacao/tudo-sobre-a-greve-e-a-ocupacao-nas-escolas-do-parana-b6t39taw4sm8yw0yq4l8q379u"/><itunes:explicit/><itunes:subtitle>Fotografia presente na matéria: TUDO sobre a greve e as ocupações nas escolas. Disponível: http://www.gazetadopovo.com.br/educacao/tudo-sobre-a-greve-e-a-ocupacao-nas-escolas-do-parana-b6t39taw4sm8yw0yq4l8q379u Acesso em: out. 2016. &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;"Aquele que não luta pelo futuro que quer deve aceitar o futuro que vier", esse era o anúncio provocativo que estava na parte central do portão que figurou a matéria do Jornal Gazeta do Povo, em outubro de 2016. Essa imagem, utilizada para compor as formulações do periódico sobre o episódio em pauta, motivou-nos a outras indagações. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Após a ebulição das ocupações de secundaristas e universitários da rede estadual de ensino do Paraná, consideramos que era preciso querer mais do que anunciar "tudo sobre" esse evento ou destacar sua irrupção na rotina ordinária, como fez grande parte da imprensa. Por isso, interessou-nos explorar o que esse panfleto fixado no portão nos oferece como sugestão de reflexão: o que nós temos a dizer sobre as ações e aspirações anunciadas pelos estudantes? Como nossas discussões em sala de aula permitem acessar a realidade social da qual fazemos parte? Nossa prática provoca que sentimentos e ações? &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Tanto na Educação Básica quanto nas Universidades paranaenses houve um clamor para que a recorrente tentativa de naturalização das fragilidades que assolam o ensino público fosse exposta e enfrentada, inclusive, perante os interesses e expectativas dos estudantes e não só dos profissionais da educação. As incongruências – que percorrem as salas de aula ao atravessar portões como o exposto na matéria jornalística – não se limitam a uma reforma da estrutura física ou custeio das instituições públicas de ensino, itens estruturalmente deficitários e essenciais para a sustentação do processo de ensino e aprendizagem. Falamos também e, fundamentalmente, das condições materiais para produzir conhecimento e em que termos elas vêm sendo discutidas e anunciadas enquanto política pública e se distanciado da almejada "função social". &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;No interior de muitos desses portões, a execução de corroídas políticas públicas distanciam o tão sonhado "ensino público, gratuito e de qualidade", fortalecendo a disputa de sentidos sobre o papel da escolarização na vida dos sujeitos sociais que ali estão e nas prospecções de futuro que visualizam para si e para os seus. Precisamos debater os confrontos diretos e implícitos sobre a manutenção das licenciaturas e da prática docente, levando em conta que subjugar o ensino público do nosso país espelha não só divergências em relação ao papel da escolarização, mas traz à tona um abismo de desigualdades, produzido e revigorado frente aos interesses que se colocam como sustentação dessas dissidências. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O convívio nas instituições de ensino público expõe uma correlação de forças tensionada por projetos extramuros. Chama a atenção, a tentativa de determinar (como "cumpra-se") a que serve o ensino público atual, propondo delimitar os conteúdos curriculares a efetivar, estabelecer limites para o papel do professor na docência e salvaguardar a "positividade" da expansão da formação técnica para o trabalho nas escolas públicas. Esses elementos exigem de nós mais do que apenas "observar e absorver" as proposições governamentais ou mesmo as relações estabelecidas diante das ocupações estudantis. &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O confronto dos últimos tempos exercitou relações de poder desiguais, em espaços de escolarização pública de uma parcela significativa da população brasileira. Trouxe a contestação como ponto de encontro e difusão de uma realidade há muito conhecida pelas famílias de trabalhadores desse país. Por isso, longe de ignorar as marcas da desigualdade que se consagram no ensino público, ressaltamos tais evidências por acreditar ser um espaço que vale a pena disputar, por querermos mais do que o que vier... &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Pensar essa realidade é sinal de preocupação com o futuro; é preocupar-se com o futuro de todos nós... Afinal, isso diz muito sobre o que queremos em sala de aula e o que temos a dizer aos estudantes das instituições públicas de ensino...</itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (projetoemevidencias)</itunes:author><itunes:summary>Fotografia presente na matéria: TUDO sobre a greve e as ocupações nas escolas. Disponível: http://www.gazetadopovo.com.br/educacao/tudo-sobre-a-greve-e-a-ocupacao-nas-escolas-do-parana-b6t39taw4sm8yw0yq4l8q379u Acesso em: out. 2016. &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;"Aquele que não luta pelo futuro que quer deve aceitar o futuro que vier", esse era o anúncio provocativo que estava na parte central do portão que figurou a matéria do Jornal Gazeta do Povo, em outubro de 2016. Essa imagem, utilizada para compor as formulações do periódico sobre o episódio em pauta, motivou-nos a outras indagações. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Após a ebulição das ocupações de secundaristas e universitários da rede estadual de ensino do Paraná, consideramos que era preciso querer mais do que anunciar "tudo sobre" esse evento ou destacar sua irrupção na rotina ordinária, como fez grande parte da imprensa. Por isso, interessou-nos explorar o que esse panfleto fixado no portão nos oferece como sugestão de reflexão: o que nós temos a dizer sobre as ações e aspirações anunciadas pelos estudantes? Como nossas discussões em sala de aula permitem acessar a realidade social da qual fazemos parte? Nossa prática provoca que sentimentos e ações? &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Tanto na Educação Básica quanto nas Universidades paranaenses houve um clamor para que a recorrente tentativa de naturalização das fragilidades que assolam o ensino público fosse exposta e enfrentada, inclusive, perante os interesses e expectativas dos estudantes e não só dos profissionais da educação. As incongruências – que percorrem as salas de aula ao atravessar portões como o exposto na matéria jornalística – não se limitam a uma reforma da estrutura física ou custeio das instituições públicas de ensino, itens estruturalmente deficitários e essenciais para a sustentação do processo de ensino e aprendizagem. Falamos também e, fundamentalmente, das condições materiais para produzir conhecimento e em que termos elas vêm sendo discutidas e anunciadas enquanto política pública e se distanciado da almejada "função social". &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;No interior de muitos desses portões, a execução de corroídas políticas públicas distanciam o tão sonhado "ensino público, gratuito e de qualidade", fortalecendo a disputa de sentidos sobre o papel da escolarização na vida dos sujeitos sociais que ali estão e nas prospecções de futuro que visualizam para si e para os seus. Precisamos debater os confrontos diretos e implícitos sobre a manutenção das licenciaturas e da prática docente, levando em conta que subjugar o ensino público do nosso país espelha não só divergências em relação ao papel da escolarização, mas traz à tona um abismo de desigualdades, produzido e revigorado frente aos interesses que se colocam como sustentação dessas dissidências. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O convívio nas instituições de ensino público expõe uma correlação de forças tensionada por projetos extramuros. Chama a atenção, a tentativa de determinar (como "cumpra-se") a que serve o ensino público atual, propondo delimitar os conteúdos curriculares a efetivar, estabelecer limites para o papel do professor na docência e salvaguardar a "positividade" da expansão da formação técnica para o trabalho nas escolas públicas. Esses elementos exigem de nós mais do que apenas "observar e absorver" as proposições governamentais ou mesmo as relações estabelecidas diante das ocupações estudantis. &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O confronto dos últimos tempos exercitou relações de poder desiguais, em espaços de escolarização pública de uma parcela significativa da população brasileira. Trouxe a contestação como ponto de encontro e difusão de uma realidade há muito conhecida pelas famílias de trabalhadores desse país. Por isso, longe de ignorar as marcas da desigualdade que se consagram no ensino público, ressaltamos tais evidências por acreditar ser um espaço que vale a pena disputar, por querermos mais do que o que vier... &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Pensar essa realidade é sinal de preocupação com o futuro; é preocupar-se com o futuro de todos nós... Afinal, isso diz muito sobre o que queremos em sala de aula e o que temos a dizer aos estudantes das instituições públicas de ensino...</itunes:summary><itunes:keywords>Sala de aula: indícios e provocações</itunes:keywords></item><item><title>O que queremos com o passado no presente?</title><link>https://projetoemevidencias.blogspot.com/2016/11/o-que-queremos-com-o-passado-no-presente.html</link><category>Polêmicas &amp; Debates</category><author>noreply@blogger.com (projetoemevidencias)</author><pubDate>Mon, 28 Nov 2016 16:51:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8042300584420893276.post-3413377230209916326</guid><description>&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Ao ler a coluna de Luís Felipe Corrêa, dedicada aos duzentos
anos de Varnhagen e a posição política que expressou em suas produções...&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Ver: &lt;a href="http://brasil.elpais.com/brasil/2016/11/11/opinion/1478886396_721276.html"&gt;http://brasil.elpais.com/brasil/2016/11/11/opinion/1478886396_721276.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Consideramos as colocações de Corrêa inspiradoras para retomar
a produção de Varnhagen e imagens que ficaram da sua atuação nos oitocentos,
principalmente para propormos um debate sobre a relação presente-passado e as nossas
motivações para a escrita historiográfica.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Partimos da seguinte indagação: até que ponto nos distanciamos
da posição e procedimento utilizado por Varnhagen em sua escrita sobre a "história
do Brasil" na produção historiográfica que promovemos na atualidade?&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Sempre que retomamos suas obras (as quais você pode utilizar
e analisar visitando o site do Instituto Histórico Geográfico Brasileiro - IHGB
- &lt;a href="https://ihgb.org.br/"&gt;https://ihgb.org.br&lt;/a&gt;), avaliamos como foram
construídas para ser o acesso à gênese da nação brasileira, observamos um
processo narrativo que se quer inconteste, sinônimo de uma descrição assertiva do
passado, culminando com a nação que se erguia no Brasil Imperial. Essa
entonação, que sugere produzir memórias como registro oficial de eventos, expõe
a principal característica de suas obras; uma proposta de clarividência dos
fatos a pontuar, particularmente, exaltando aquele universo social que o titulou
e o consagrou para tal produção histórica. Esses são usos da escrita histórica que
tentaram dissipar tensões e, no mínimo, distanciar (enquanto possibilidade
histórica) a problematização do projeto de nação que se defendia com tal
proposição naquele momento.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Falamos brevemente de Varnhagen para retomarmos uma questão
que envolve o presente e o passado em nossas produções. Para tratar como utilizamos
as documentações e produções históricas em nossas atividades... Pois, ao investigarmos
processos históricos reconhecemos, nessa prática, o que validamos no presente quando
decidimos por certos procedimentos e sentidos de história ao acessar o passado?&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Comente e indique como avalia essa questão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Patricia Vieira Morais</title><link>https://projetoemevidencias.blogspot.com/2016/04/patricia-vieira-morais.html</link><category>Quem Somos</category><author>noreply@blogger.com (projetoemevidencias)</author><pubDate>Mon, 4 Apr 2016 16:18:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8042300584420893276.post-6556024946675574036</guid><description>&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
Colaboradora no Projeto Em Evidências e graduanda em
História/UNIOESTE, Campus de Marechal Cândido Rondon.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
Contribuiu na elaboração das edições, como pesquisadora, participante das oficinas e nas produções vinculadas ao projeto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
Maiores detalhes, ver o currículo da acadêmica&amp;nbsp;&lt;span style="background-color: white; color: #326c99; font-family: &amp;quot;tahoma&amp;quot; , &amp;quot;geneva&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10px; text-align: left;"&gt;http://lattes.cnpq.br/0489646971605702&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</description></item><item><title>Daniela Melo Rodrigues</title><link>https://projetoemevidencias.blogspot.com/2016/04/daniela-melo-rodrigues_4.html</link><category>Quem Somos</category><author>noreply@blogger.com (projetoemevidencias)</author><pubDate>Mon, 4 Apr 2016 16:16:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8042300584420893276.post-6961926211727724060</guid><description>&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
Colaboradora do Projeto Em Evidências, Daniela é Mestranda em História/UNIOESTE, Campus de Marechal Cândido Rondon.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
Contribui na elaboração das edições, como pesquisadora e
participante das oficinas e produções vinculadas ao projeto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
Maiores detalhes, ver o currículo da acadêmica&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://lattes.cnpq.br/0876158243225317"&gt;http://lattes.cnpq.br/0876158243225317&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
</description></item><item><title>Karoline Gonçalves</title><link>https://projetoemevidencias.blogspot.com/2016/04/karoline-goncalves_4.html</link><category>Quem Somos</category><author>noreply@blogger.com (projetoemevidencias)</author><pubDate>Mon, 4 Apr 2016 16:15:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8042300584420893276.post-7006167193356779728</guid><description>&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
Bolsista do Projeto Em Evidências no ano de 2015 e 2016, Bolsista do Projeto Trilhas da História em 2017, Karoline é Graduanda em
História/UNIOESTE, Campus de Marechal Cândido Rondon.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
Contribuiu na elaboração das edições, como pesquisadora, participante das oficinas e nas produções vinculadas aos projetos parceiros do Em Evidências.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
Maiores detalhes, ver o currículo da acadêmica&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;a href="http://lattes.cnpq.br/9929676705531843" style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;http://lattes.cnpq.br/9929676705531843&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
Agradecemos o auxílio financeiro da Fundação Araucária -
Edital PIBIS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
</description></item><item><title>Sheille Soares de Freitas</title><link>https://projetoemevidencias.blogspot.com/2016/04/sheille-soares-de-freitas.html</link><category>Quem Somos</category><author>noreply@blogger.com (projetoemevidencias)</author><pubDate>Mon, 4 Apr 2016 15:53:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8042300584420893276.post-6178390796476917343</guid><description>&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;
&lt;br /&gt;
Coordenadora do Projeto Em Evidências, Sheille é Doutora em
História, com área de concentração em História Social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: start;"&gt;
Elaboradora das edições, pesquisadora, ministrante e
participante das oficinas e produções vinculadas ao projeto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: start;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: start;"&gt;
Maiores detalhes, ver o currículo da professora &lt;a href="http://lattes.cnpq.br/4598958573279577"&gt;http://lattes.cnpq.br/4598958573279577&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description></item><item><title>Carlos Meneses de Sousa Santos</title><link>https://projetoemevidencias.blogspot.com/2016/04/carlos-meneses.html</link><category>Quem Somos</category><author>noreply@blogger.com (projetoemevidencias)</author><pubDate>Mon, 4 Apr 2016 15:23:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8042300584420893276.post-79005104385789558</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
Subcoordenador do Projeto Em Evidências, Carlos Meneses é Doutor em História, com área de concentração em História Social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Elaborador das edições, pesquisador, ministrante e participante das oficinas e produções vinculadas ao projeto.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Maiores detalhes, ver o currículo do professor &amp;lt;&lt;a href="http://lattes.cnpq.br/3612297115420070" style="font-family: 'times new roman', serif; line-height: 150%;"&gt;http://lattes.cnpq.br/3612297115420070&lt;/a&gt;&amp;gt;&lt;/div&gt;
</description></item><item><title/><link>https://projetoemevidencias.blogspot.com/2016/04/oprojeto-deextensao-em-evidencias.html</link><category>Memórias Em Evidências</category><author>noreply@blogger.com (projetoemevidencias)</author><pubDate>Mon, 4 Apr 2016 14:54:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8042300584420893276.post-116035277420865088</guid><description>&lt;div align="right" style="line-height: 100%; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 100%; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: #ffffff;"&gt; O
Projeto &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: #ffffff;"&gt;de
Extensão&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: #ffffff;"&gt;“Em Evidências: produção e uso de fontes no ensino de história”
se constituiu, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: #ffffff;"&gt;para
mim, como um espaço riquíssimo de aprendizagem e reflexão sobre a
construção do procedimento investigativo no campo da análise
histórica. Nas edições anuais, orientadas por diferentes eixos
temáticos,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: #ffffff;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: #ffffff;"&gt;tive
a oportunidade de enfrentar o desafio de problematizar diversos tipos
de fontes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: #ffffff;"&gt;
(entrevistas, documentários, filmes, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: #ffffff;"&gt;entre
outros&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: #ffffff;"&gt;),
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: #ffffff;"&gt;discutindo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: #ffffff;"&gt;
a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: #ffffff;"&gt;s&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: #ffffff;"&gt;
perspectiva&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: #ffffff;"&gt;s&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: #ffffff;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: #ffffff;"&gt;presentes
na produção das fontes &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: #ffffff;"&gt;e
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: #ffffff;"&gt;as
imagens produzidas sobre os sujeitos e as relações de poder
analisadas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: #ffffff;"&gt;As
relações entre as discussões produzidas no Projeto e as pesquisas
individuais dos participantes foram sempre estimuladas pelos
coordenadores, permitindo que avaliássemos de que formas tais
perspectivas e procedimentos &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: #ffffff;"&gt;de
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: #ffffff;"&gt;pesquisa
se&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: #ffffff;"&gt;
aproximavam ou se distanciavam do modo como interpretávamos e
buscávamos tratar as evidências em nossas &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: #ffffff;"&gt;próprias
investigações&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: #ffffff;"&gt;.
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: #ffffff;"&gt;Para
além das benesses já indicadas, pude ponderar também, a partir das
discussões propostas, sobre minha prática docente em uma escola
pública estadual, delineando possibilidades de uso de fontes
históricas na sala de aula. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: #ffffff;"&gt;Em
suma, a oportunidade de participar de todas as edições do Projeto
se apresentou para mim como um presente, que me permitiu refletir &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: #ffffff;"&gt;e
discutir com os colegas &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: #ffffff;"&gt;sobre
temáticas extremamente pertinentes ao historiador e ao professor(a)
de História.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 100%; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: #ffffff;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 100%; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;
&lt;span style="background-color: white; font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 16px;"&gt;Profª. Ms. Maria Cristina de Castro Pereira (IFPR)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title/><link>https://projetoemevidencias.blogspot.com/2016/03/de-um-modo-geral-os-temas-propostos-com.html</link><category>Memórias Em Evidências</category><author>noreply@blogger.com (projetoemevidencias)</author><pubDate>Fri, 11 Mar 2016 13:31:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8042300584420893276.post-7588096752774070242</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #222222; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.8px;"&gt;&lt;i&gt;De um modo geral os temas propostos com as discussões realizadas são, muitas vezes, provocativos, foram muito interessantes. Acredito que nesses encontros conseguimos nos expressar de uma maneira diferente em relação à sala de aula, justamente porque, no projeto, as discussões encaminhadas possibilitou que o espaço de debate percorresse não somente questões que permeavam o tema colocado em foco mas, também, a discutir e relacionar com as nossas pesquisas. De um modo particular, o que foi e é mais estimulante em todos os encontros é ter essa oportunidade de ouvir, pensar e discutir as nossas produções com os demais colegas e professores.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #222222; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.8px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #222222; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.8px;"&gt;Janaína Rodrigues dos Santos - Mestrado PPGH/UNIOESTE&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;
&lt;span style="color: #222222; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;span style="background-color: white; font-size: 12.8px;"&gt;Março 2016&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Histórias que permitem discutirmos histórias</title><link>https://projetoemevidencias.blogspot.com/2016/03/historias-que-permitem-discutirmos.html</link><category>Linguagens &amp; Histórias</category><author>noreply@blogger.com (projetoemevidencias)</author><pubDate>Thu, 10 Mar 2016 15:46:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8042300584420893276.post-7449291205139682269</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;i&gt;No link abaixo trazemos a ficha
técnica e o trailer do filme "Histórias Cruzadas" como sugestão de uso como linguagem pertinente à nossa prática docente e, fundamentalmente, por permitir debatermos
o uso da oralidade como fonte histórica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Esse debate contribui para discutirmos mais detidamente o trabalho com fontes no ensino de história e a prática da pesquisa&amp;nbsp;&lt;/span&gt;indissociável&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;de nossa atuação (pensando limites, contribuições e enredos históricos atinentes a essa prática e seu entrecruzamento com outras fontes).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;i&gt;Vejam o filme, avaliem as
possibilidades do trabalho com ele em sala de aula (uma vez que censura é 12 anos), analisem seu potencial como apoio no
debate sobre os direitos civis nos EUA e, principalmente, no trabalho com entrevistas na
produção de memórias sobre determinados sujeitos e historicidades... e o porquê e como falarmos dessas questões hoje.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Participem e comentem!!!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;a href="http://omelete.uol.com.br/filmes/historias-cruzadas/" rel="nofollow" target="_blank"&gt;http://omelete.uol.com.br/filmes/historias-cruzadas/&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>O Substituto... inspiração para pensarmos a docência</title><link>https://projetoemevidencias.blogspot.com/2016/03/o-substituto-inspiracao-para-pensarmos.html</link><category>Sala de aula: indícios e provocações</category><author>noreply@blogger.com (projetoemevidencias)</author><pubDate>Thu, 10 Mar 2016 15:31:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8042300584420893276.post-3685427645801185294</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Sabemos
que a atuação docente resguarda compromissos e complexidades que ultrapassam a
vida escolar e os muros de escolas e universidades. A falta de profissionais efetivos
e de melhores condições de trabalho são, muitas vezes, abafadas ao polemizarem, por exemplo,
discussões "inovadoras" de currículo enquanto políticas educacionais ou mesmo a sobrecarga de aulas e quem deve ser o "professor".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;O
filme O substituto permite que discutamos alguns meandros de nossa
profissão, certas controvérsias que materializam quem somos e quem são nossos
alunos. Tudo isso, marcando relações de poder expressivas da sociedade contemporânea,
trazendo, ao mesmo tempo, um conjunto de questões para ponderarmos: é possível alterar o cenário escolar sem levar em conta o universo de
desigualdades sociais, injustiças e desvalorização do processo educacional no
tempo presente?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Como
veem esse processo vivenciado na prática docente e na decisão por essa
profissão? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Como
intervir nessa realidade de modo a favorecer a qualidade na produção do conhecimento
e no uso de documentações e da pesquisa no ensino de história?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;No link abaixo trazemos a ficha
técnica e o trailer do filme "O Substituto" como indicação importante
para pensarmos a realidade docente que se faz na parceria e comprometimento de
muitos substitutos nas escolas e universidades públicas desse país.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Vejam o filme, avaliem nossa
realidade de prática docente e comente!!!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;a href="http://cinecartaz.publico.pt/Filme/310752_o-substituto" rel="nofollow" target="_blank"&gt;http://cinecartaz.publico.pt/Filme/310752_o-substituto&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Sala de aula invertida? Homeschooling? O que temos a dizer sobre isso?</title><link>https://projetoemevidencias.blogspot.com/2016/03/sala-de-aula-invertida-o-que-temos.html</link><category>Polêmicas &amp; Debates</category><author>noreply@blogger.com (projetoemevidencias)</author><pubDate>Thu, 10 Mar 2016 15:05:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8042300584420893276.post-7155024000290429755</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Como
nos posicionamos diante das novas tecnologias e iniciativas educacionais?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Nos
últimos anos, a discussão intitulada "sala de aula invertida" vem
ganhando espaços como um tema polêmico na atuação docente. Sua expansão nos indaga: como manter o debate
presencial &amp;nbsp;nas salas de aula como motivador para as atividades extraclasse e online?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;As
disputas e interesses que permeiam a promoção do conhecimento on-line merecem
nossa inserção nesse debate seja pela expansão exacerbada da Educação à Distância seja pela banalização da interação/ação necessária no processo de acesso, discussão e produção do conhecimento em sala de aula e para além dela.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Como
veem essas propostas? Como pensar a prática docente de modo a favorecer a qualidade na
produção do conhecimento, o uso de documentações e a pesquisa no ensino de
história sem abandonar a sala de aula?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Como a integração das tecnologias ao ensino de história poderá fortalecer nossa prática sem transformar a produção do conhecimento e a relação em sala de aula em uma "oposição", desqualificando a docência e as políticas públicas do ensino presencial?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;No link abaixo trazemos algumas das matérias publicadas sobre a questão para que elas façam parte de nossas discussões...&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Participe!!!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;a href="http://www.gazetadopovo.com.br/educacao/metodo-da-sala-de-aula-invertida-troca-os-papeis-de-casa-e-da-escola-0jnv8isjepw6p94pvm92thgwm?ref=aba-ultimas." rel="" target="_blank"&gt;http://www.gazetadopovo.com.br/educacao/metodo-da-sala-de-aula-invertida-troca-os-papeis-de-casa-e-da-escola-0jnv8isjepw6p94pvm92thgwm?ref=aba-ultimas.&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.gazetadopovo.com.br/educacao/perguntas-e-respostas-sobre-homeschooling-3at1i7bbsw2xrk19cdpskcfzp" target="_blank"&gt;http://www.gazetadopovo.com.br/educacao/perguntas-e-respostas-sobre-homeschooling-3at1i7bbsw2xrk19cdpskcfzp&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><enclosure length="0" type="application/json" url="http://www.gazetadopovo.com.br/educacao/metodo-da-sala-de-aula-invertida-troca-os-papeis-de-casa-e-da-escola-0jnv8isjepw6p94pvm92thgwm?ref=aba-ultimas."/><itunes:explicit/><itunes:subtitle>Como nos posicionamos diante das novas tecnologias e iniciativas educacionais? Nos últimos anos, a discussão intitulada "sala de aula invertida" vem ganhando espaços como um tema polêmico na atuação docente. Sua expansão nos indaga: como manter o debate presencial &amp;nbsp;nas salas de aula como motivador para as atividades extraclasse e online? As disputas e interesses que permeiam a promoção do conhecimento on-line merecem nossa inserção nesse debate seja pela expansão exacerbada da Educação à Distância seja pela banalização da interação/ação necessária no processo de acesso, discussão e produção do conhecimento em sala de aula e para além dela. Como veem essas propostas? Como pensar a prática docente de modo a favorecer a qualidade na produção do conhecimento, o uso de documentações e a pesquisa no ensino de história sem abandonar a sala de aula? Como a integração das tecnologias ao ensino de história poderá fortalecer nossa prática sem transformar a produção do conhecimento e a relação em sala de aula em uma "oposição", desqualificando a docência e as políticas públicas do ensino presencial? No link abaixo trazemos algumas das matérias publicadas sobre a questão para que elas façam parte de nossas discussões...&amp;nbsp; Participe!!! http://www.gazetadopovo.com.br/educacao/metodo-da-sala-de-aula-invertida-troca-os-papeis-de-casa-e-da-escola-0jnv8isjepw6p94pvm92thgwm?ref=aba-ultimas. http://www.gazetadopovo.com.br/educacao/perguntas-e-respostas-sobre-homeschooling-3at1i7bbsw2xrk19cdpskcfzp&amp;nbsp;</itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (projetoemevidencias)</itunes:author><itunes:summary>Como nos posicionamos diante das novas tecnologias e iniciativas educacionais? Nos últimos anos, a discussão intitulada "sala de aula invertida" vem ganhando espaços como um tema polêmico na atuação docente. Sua expansão nos indaga: como manter o debate presencial &amp;nbsp;nas salas de aula como motivador para as atividades extraclasse e online? As disputas e interesses que permeiam a promoção do conhecimento on-line merecem nossa inserção nesse debate seja pela expansão exacerbada da Educação à Distância seja pela banalização da interação/ação necessária no processo de acesso, discussão e produção do conhecimento em sala de aula e para além dela. Como veem essas propostas? Como pensar a prática docente de modo a favorecer a qualidade na produção do conhecimento, o uso de documentações e a pesquisa no ensino de história sem abandonar a sala de aula? Como a integração das tecnologias ao ensino de história poderá fortalecer nossa prática sem transformar a produção do conhecimento e a relação em sala de aula em uma "oposição", desqualificando a docência e as políticas públicas do ensino presencial? No link abaixo trazemos algumas das matérias publicadas sobre a questão para que elas façam parte de nossas discussões...&amp;nbsp; Participe!!! http://www.gazetadopovo.com.br/educacao/metodo-da-sala-de-aula-invertida-troca-os-papeis-de-casa-e-da-escola-0jnv8isjepw6p94pvm92thgwm?ref=aba-ultimas. http://www.gazetadopovo.com.br/educacao/perguntas-e-respostas-sobre-homeschooling-3at1i7bbsw2xrk19cdpskcfzp&amp;nbsp;</itunes:summary><itunes:keywords>Polêmicas &amp; Debates</itunes:keywords></item><item><title>Daniela Melo Rodrigues</title><link>https://projetoemevidencias.blogspot.com/2016/03/daniela-melo-rodrigues.html</link><category>Memórias Em Evidências</category><author>noreply@blogger.com (projetoemevidencias)</author><pubDate>Thu, 10 Mar 2016 14:54:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8042300584420893276.post-2037025013359204768</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;Participei do projeto Em
Evidências, como aluna e bolsista, em duas de suas edições. O mesmo me auxiliou
a analisar e olhar para as pesquisas dos colegas presentes e de demais autores,
juntamente, com o observar a forma em que realizo minha pesquisa e produções.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;Acredito que o debate sobre o uso
de fontes serve como um incentivo a se iniciar uma pesquisa e continuar a
mesma, com um olhar diferenciado sobre o que produzimos. Ganhei com os debates
realizados um estímulo a pensar sobre a imagem que acabamos por passar, seja
para aquele que lê ou acerca dos sujeitos que buscamos compreender. O analisar
os diversos supostos teóricos, os tratamentos com as fontes, as problemáticas
propostas por aqueles autores e suas produções (que foram sugeridas no projeto),
indicou que é possível observar, sem deixar de debater, as dificuldades e
vantagens que encontramos ao pesquisar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;É um projeto, que em minha visão,
vai além da problemática proposta em suas edições, que acaba por buscar e
pensar sobre como é possível abordar a mesma. Nos ajuda a refletir sobre a
História e a historiografia, mesmo que por vezes não analisemos apenas
trabalhos da área, podemos investigar quais são os caminhos dos historiadores e
quais queremos construir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;Os debates são provocativos e
auxiliadores, nos quais podemos visualizar a interpretação dos demais colegas
presentes e nos colocar perante as obras e/ou fontes apresentadas (pesquisas,
documentários, filmes, entrevistas, jornal, dentre outras). Acredito ser um dos
momentos mais interessantes, quando ocorre na oficina, o debate acerca das
fontes e produções daqueles colegas que se propõe a tal. Nessa etapa podemos compartilhar
nossas impressões e pesquisas de uma forma mais clara e, juntamente, analisar
sobre as diversas problemáticas existentes dentro do grupo presente no dia. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;O projeto nos leva a desafiar o
falar sobre as produções, a pensar sobre nossos caminhos, mesmo que por vezes
os debates demorem a ocorrer, é interessante visualizar as diversas
interpretações acerca de uma mesma fonte, um texto, um documentário ou filme,
sobre seus respectivos procedimentos e noções. Portanto, pretendo continuar a
participar do mesmo, pois acima do pensar as fontes no caminho dos historiadores,
o projeto é uma troca de experiências, que abarca pessoas de diferentes
conhecimentos, para que juntos possamos observar nossos caminhos dentro e fora
do meio acadêmico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Daniela
Melo Rodrigues - História/UNIOESTE&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Janeiro
2016&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Tatiane Karine Matos</title><link>https://projetoemevidencias.blogspot.com/2016/03/tatiane-karine-matos.html</link><category>Memórias Em Evidências</category><author>noreply@blogger.com (projetoemevidencias)</author><pubDate>Thu, 10 Mar 2016 14:43:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8042300584420893276.post-7979613941450079574</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="background: white;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; background-size: initial; color: #212121;"&gt;Participar das discussões propostas no decorrer
do projeto foi algo que contribuiu significativamente para a construção das
reflexões que desenvolvi, inicialmente, em meu trabalho de monografia como
também na elaboração de meu trabalho de dissertação. Perceber o modo como os
demais alunos que se envolveram no projeto abordam suas problemáticas de
pesquisa e lidam com sua fontes, bem como analisar junto com o grupo as
diversas fontes que compõem nossos trabalhos, foi a atividade que mais me
ajudou a pensar e a lidar com o trato das fontes, as discussões me mostraram
que as fontes não nos trazem respostas prontas, ao contrário, nos mostram as
contradições que foram experimentadas nos processos históricos sobre os quais
refletimos. E discutir essas contradições, embates, que enriquecem nossos
trabalhos.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #212121; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; background-size: initial; color: #212121;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;
Tatiane Karine Matos - Mestrado PPGH/UNIOESTE&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;
Fevereiro 2016&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Andrey Tironi da Silva</title><link>https://projetoemevidencias.blogspot.com/2016/03/andrey-tironi-da-silva.html</link><category>Memórias Em Evidências</category><author>noreply@blogger.com (projetoemevidencias)</author><pubDate>Thu, 10 Mar 2016 14:38:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8042300584420893276.post-8727598748379547775</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="background: white;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; background-size: initial;"&gt;Olá
professores. Então, a respeito do projeto, no começo não sabia bem o que
esperar, sabia que iríamos aprender a lidar apenas com fontes e como abordá-las
em nossos futuros trabalhos, com o decorrer da oficina, percebi que ela se
mostrou bem abrangente no que diz respeito ao uso da história oral, por meio de
testemunhos recolhidos através de entrevistas, realizadas por diferentes
cineastas nas produções de seus filmes. Me fez levantar algumas questões sobre
quando for usar esse tipo de fontes, como por exemplo: como vou querer mostrar
essas pessoas, que realidade vou querer passar, enfim, questões desse gênero,
que me fizeram pensar a respeito. A experiência que tive por meio do contato
com o projeto foi muito boa, pois ainda tinha uma noção meio vaga de como fazer
uso de tais materiais na escrita historiográfica, e me motivou a pensar algumas
questões durante as próprias aulas e a ver os documentários de uma forma
diferente, um olhar crítico.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;
Andrey Tironi da Silva - História/UNIOESTE&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;
Fevereiro 2016&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Ernesto da Silva Júnior</title><link>https://projetoemevidencias.blogspot.com/2016/03/ernesto-da-silva-junior.html</link><category>Memórias Em Evidências</category><author>noreply@blogger.com (projetoemevidencias)</author><pubDate>Thu, 10 Mar 2016 14:33:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8042300584420893276.post-7901166045936029638</guid><description>&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Participei de duas
edições do projeto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Porque eu deveria
participar novamente? Ou seja, qual a validade da participação para qualquer
acadêmico?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Por serem
atividades práticas e não ter dificuldade em trabalhar com qualquer pesquisa ou
posicionamento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;O projeto foi
aberto o suficiente, não somente em questão de posicionamentos interpretativos,
mas até mesmo de cursos, como presenciei alunas de geografia colocando seus
trabalhos para discussão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Bastante
provocativos, os encontros incitavam a reflexão sobre como nós acadêmicos
estávamos narrando sobre as temáticas que nos ocupamos. Exatamente nesse ponto
as fontes eram inseridas e a discussão surgia para avaliarmos o que estávamos
fazendo com esses materiais e quais as propostas que tínhamos para trabalhar com
os elementos que elegemos como "significativos". Nesse processo, foi
possível pensar caminhos que melhor correspondiam às minhas expectativas, pois
essa foi a impressão que tive do projeto, ser aberto à interpretação, assim
como pensar o papel ocupado pelo material empírico no trabalho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Em resposta à
pergunta, acredito que essas discussões são fundamentais em qualquer ambiente e
já que temos um espaço justamente para isso, a participação é válida e
contribuitiva.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 17.05pt; mso-pagination: widow-orphan; text-autospace: ideograph-numeric ideograph-other;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;
Ernesto da Silva Júnior - História/UNIOESTE&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;
Fevereiro 2016&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Daniel Freire</title><link>https://projetoemevidencias.blogspot.com/2016/03/daniel-freire.html</link><category>Memórias Em Evidências</category><author>noreply@blogger.com (projetoemevidencias)</author><pubDate>Thu, 10 Mar 2016 14:24:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8042300584420893276.post-1239306268378995969</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 17.05pt; mso-pagination: widow-orphan; text-autospace: ideograph-numeric ideograph-other;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="color: #212121; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Meu nome é Daniel Freire, sou aluno do 2º ano do curso de
História da Universidade Estadual do Oeste do Paraná, no campus de Marechal
Cândido Rondon.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 17.05pt; mso-pagination: widow-orphan; text-autospace: ideograph-numeric ideograph-other;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="color: #212121; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Nos dois anos da graduação tive a oportunidade de participar do
projeto chamado 'Em evidências', coordenado pelo Professor Carlos e pela
Professora Sheille.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 17.05pt; mso-pagination: widow-orphan; text-autospace: ideograph-numeric ideograph-other;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="color: #212121; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;No primeiro ano, foi uma experiência bastante interessante. Pude,
além de participar das discussões teóricas e expositivas, perceber uma
possibilidade, em um segundo momento do projeto, que é o momento onde os
colegas da graduação/pós-graduação disponibilizaram fontes (fossem elas um
fragmento de jornal, uma entrevista oral, etc.) de suas pesquisas para
discussão. Este segundo momento, em especial, me marcou bastante. Achei um
momento muito importante, e pude ver que o projeto é uma ferramenta muito massa
que propicia esta atividade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 17.05pt; mso-pagination: widow-orphan; text-autospace: ideograph-numeric ideograph-other;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="color: #212121; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Os colegas expuseram rapidamente uma espécie de
"contextualização" de suas pesquisas e suas fontes, relatando como
vinham se relacionando com ela dentro da pesquisa, e a partir disso, abriu-se
para o diálogo sobre ela. Os alunos que sentiram-se instigados buscaram de
alguma forma compartilhar com os colegas o que achava sobre a fonte,
dificuldades que encontraram ao se relacionarem com fontes de mesma natureza,
questionamentos sobre como os colegas lidaram com questões referentes à elas,
etc. Eu, como um aluno de primeiro ano acanhado, não participei tão ativamente
neste segundo momento do projeto, por vergonha, por medo, algo do tipo. Porém,
enxerguei no projeto uma possibilidade para se dialogar e refletir sobre a
atividade da pesquisa. Achei muito interessante e me senti muito instigado em
no próximo ano disponibilizar algum documento para discussão também, referente
à uma pesquisa que eu vinha pensando em realizar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 17.05pt; mso-pagination: widow-orphan; text-autospace: ideograph-numeric ideograph-other;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="color: #212121; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Eis que no segundo ano, lá estava eu novamente, e desta vez
certo de que no segundo momento do projeto iria disponibilizar uma fonte para
discussão e muito ansioso para ouvir os
questionamentos/reflexões/apontamentos/tudo o que poderia vir, sobre a minha
pesquisa/fonte (acho que o projeto vem bastante na direção de sanar essa sede
de se ouvir interpretações/opiniões de fora, discutir/refletir nossas
pesquisas).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 17.05pt; mso-pagination: widow-orphan; text-autospace: ideograph-numeric ideograph-other;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="color: #212121; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Foi uma experiência que me marcou bastante. Ainda hoje tenho as
anotações sobre os apontamentos que principalmente os professores coordenadores
do projeto fizeram sobre a minha pesquisa. Me ajudou muito a refletir e avançar
nos encaminhamentos iniciais dela.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 17.05pt; mso-pagination: widow-orphan; text-autospace: ideograph-numeric ideograph-other;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="color: #212121; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Admito que agora, com a pesquisa mais 'madura', gostaria de
disponibilizar uma nova fonte para discussão no projeto, buscando dialogar
sobre algumas questões referentes à ela (e de novo ressalto, o projeto é uma
ferramenta muito interessante para possibilitar este espaço de diálogo/reflexão
sobre a atividade da pesquisa), porém, acredito que esta oportunidade deve ser
cedida à todos os alunos, então, passarei a oportunidade para um aluno que
ainda não tenha experimentado tal possibilidade (porém, entretanto, todavia,
né? tô por aqui, entendeu? tenho fontes, tô disposto a ouvir/refletir, é nóis
hehehe. E ah! tô esperando a discussão do documentário, hein?). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 17.05pt; mso-pagination: widow-orphan; text-autospace: ideograph-numeric ideograph-other;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="color: #212121; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;E aguardo a próxima edição, na qual com certeza estarei
presente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 17.05pt; mso-pagination: widow-orphan; text-autospace: ideograph-numeric ideograph-other;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;
Daniel Freire - História/UNIOESTE&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;
Fevereiro 2016&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Lucas Eduardo Gaspar</title><link>https://projetoemevidencias.blogspot.com/2016/03/lucas-eduardo-gaspar.html</link><category>Memórias Em Evidências</category><author>noreply@blogger.com (projetoemevidencias)</author><pubDate>Thu, 10 Mar 2016 10:00:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8042300584420893276.post-5602336696982908463</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;Desde 2013, quando tive
conhecimento do projeto, já me interessei pela sua proposta! Diferente de
projetos que tratam somente da lida com fontes e/ou cursos que “contam a
História” de determinados períodos ou eventos, a proposta do projeto “Em
Evidências” parece ter dado um passo à frente. Logo no primeiro ano de projeto,
quando estava no terceiro ano da graduação, tive a oportunidade de apresentar e
discutir uma das minhas fontes de pesquisa. Me lembro que tal atividade não me
proporcionou apenas lições valiosas sobre a lida com as evidências e a
construção do conhecimento Histórico, foi também espaço de discussão,&amp;nbsp; em que pude expressar todas as minhas
dificuldades e incertezas. Creio que as diferentes temáticas, dinâmicas,
atividades e materiais diferenciados além da possibilidade de discussões, são
alguns dos elementos que tornam o projeto “Em Evidências” um espaço essencial
para o aprofundamento das análises e do ofício do Historiador. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Lucas Eduardo Gaspar &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Mestrado PPGH/UNIOESTE&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Fevereiro 2016&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Edição 2015/2016</title><link>https://projetoemevidencias.blogspot.com/2016/01/edicao-20152016.html</link><category>Conhecendo o projeto</category><author>noreply@blogger.com (projetoemevidencias)</author><pubDate>Fri, 15 Jan 2016 15:47:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8042300584420893276.post-4254908722458491129</guid><description>&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 13.5pt;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Essa edição
começou enfrentando as peculiaridades de um calendário pós-greve. Portanto, procuramos adequar as atividades e discussões à essa dinâmica de tarefas ordinárias de estudantes e professores.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;No segundo semestre de 2015
realizamos oficinas com os estudantes da Graduação e Pós-Graduação em História,
utilizando de produção cinematográfica (filmes e documentários) para propor a
análise sobre as propostas fílmicas e as ações dos historiadores. Com esse interesse,
avaliamos a) qual o projeto de produção (intenções), b) imagens produzidas sobre
os sujeitos em cena (como discutimos e apresentamos os sujeitos históricos), c)
eixo norteador da proposta (problemática que baliza investigações e
produções) e d) que suposto teórico e metodológico fundamenta ações, intervenções e projetos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; O trabalho com audiovisual permitiu
aproximar a linguagem cinematográfica enquanto fonte possível para nossos
debates e proposições, não só nas oficinas, mas para inseri-lo como parte
importante dentre os materiais de diálogo em sala de aula e na abordagem de
certas problemáticas investigativas. Discussões sobre o trabalho com entrevistas e
imprensa, sobre noções de memória, uso do tempo histórico e diálogo com o nosso interlocutor foram
pontos tangenciais dessa reflexão assim como o debate com textos para enfocar a
relação interdisciplinar e as distinções de procedimentos de pesquisa e de
formulação da problemática na escrita historiográfica (seja para a academia
seja para outros espaços de atuação). Tudo isso trouxe novo fôlego para os encontros em que propusemos identificar caminhos metodológicos para chegarmos à reflexão do como e para que realizamos nossos trabalhos frente às dificuldades da escrita e inserção no trâmite historiográfico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif;"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp; Essa edição contribuiu para
iniciarmos um novo momento do projeto, pautado na divulgação e ampliação do nosso
contato com os profissionais de história. O que ganha efetividade agora pela página do "Em Evidências", pois consideramos
que deste modo o contato e a possibilidade de socializarmos e pensarmos
coletivamente sobre o uso e produção de fontes no ensino de história será mais
qualitativo e mais desafiador frente ao universo de questões que nos intrigam
e nos pressionam sobre a atuação e o que produz o historiador socialmente.&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQ0PSXaehxGmD9M6PW3Qfa8CNMvbWvJ_q6OD0yeO3TMrxncr38RG5JsJt7SsPNCTdibhFCIPtgEjNg1y5A1iRiJfSMK9LnDwS4h4iCBzIBcYdEqihsjgW8FwvpfgHzuDc1H9WTf7Z7Ov4/s1600/Cartaz+Projeto+2015_UNIOESTE_PRIMEIRO+CARTAZ.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQ0PSXaehxGmD9M6PW3Qfa8CNMvbWvJ_q6OD0yeO3TMrxncr38RG5JsJt7SsPNCTdibhFCIPtgEjNg1y5A1iRiJfSMK9LnDwS4h4iCBzIBcYdEqihsjgW8FwvpfgHzuDc1H9WTf7Z7Ov4/s320/Cartaz+Projeto+2015_UNIOESTE_PRIMEIRO+CARTAZ.jpg" width="226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQ0PSXaehxGmD9M6PW3Qfa8CNMvbWvJ_q6OD0yeO3TMrxncr38RG5JsJt7SsPNCTdibhFCIPtgEjNg1y5A1iRiJfSMK9LnDwS4h4iCBzIBcYdEqihsjgW8FwvpfgHzuDc1H9WTf7Z7Ov4/s72-c/Cartaz+Projeto+2015_UNIOESTE_PRIMEIRO+CARTAZ.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Edição 2014/2015</title><link>https://projetoemevidencias.blogspot.com/2016/01/edicao-20142015.html</link><category>Conhecendo o projeto</category><author>noreply@blogger.com (projetoemevidencias)</author><pubDate>Fri, 15 Jan 2016 14:46:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8042300584420893276.post-6289231113085881452</guid><description>&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 13.5pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif;"&gt;&amp;nbsp;Nessa nova etapa,
o projeto já contava com uma primeira noção de quem seria seu público e por
onde deveria caminhar com as discussões e proposição de usos de fontes na
prática do historiador. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif;"&gt;Durante o segundo semestre de 2014, realizamos
oficinas com estudantes da Universidade Estadual do Oeste do Paraná, vinculados
à Graduação e Pós-Graduação em História.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Esse momento conciliou discussões sobre
suposto teórico e metodológico referente à historiografia que se dedica a
estudos envolvendo trabalhadores. A tentativa foi destacar os debates sobre
noções e procedimentos bem como esmiuçar tais análises por meio da sua presença nas
investigações sobre o Oeste do Paraná. Para tal, ressaltamos relações de poder marcadas
por práticas violentas, que ora dividiam interesses e valores de trabalhadores
ora se apresentavam, mesmo fora do universo do trabalho, marcadas por convívio/confrontos de classes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Em virtude das greves na Educação
Básica e no Ensino Superior do Estado do Paraná no primeiro semestre de 2015 as
discussões com os professores foram concentradas em uma ação na primeira semana
de agosto, uma vez que anterior a isso estávamos envolvidos em enfrentamentos
com o governo estadual frente às políticas voltadas para a educação e direitos
dos servidores públicos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Deste modo, a atividade com os
professores da rede pública de ensino foi promovido discutindo não só questões
da temática proposta, mas valorizando a própria demanda dos profissionais (de várias áreas) vinculados aos Núcleos Regionais de Educação de Toledo e Assis
Chateaubriand e a condição com a qual nos encontrávamos naquele momento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Portanto, associada a essa historicidade, destacamos nessa oficina a discussão
de um texto que produzimos que versava sobre o uso de agrotóxico na
constituição da ocupação do Oeste do Paraná e como essa prática se associava à
expansão do agronegócio no país. Para tal, valorizávamos como documentação
possível para ser trabalhada em sala de aula, a imprensa (radiofônica e
impressa), entrevistas, índices estatísticos e legislação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgwhQNgCWRVgS4x3_T_5iy25DpNdVLUGiku38t6w5iFxbGHSW7MTi7rbysa2R3b3mF98zxPhfVVZfUAXjq6wqqE3qfqAJIrlZjb8pShD5JndCIvAQLEW5cdd8eGlG2KxJxjymaiwgJ5084/s1600/Cartaz+Projeto+2014_Divulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgwhQNgCWRVgS4x3_T_5iy25DpNdVLUGiku38t6w5iFxbGHSW7MTi7rbysa2R3b3mF98zxPhfVVZfUAXjq6wqqE3qfqAJIrlZjb8pShD5JndCIvAQLEW5cdd8eGlG2KxJxjymaiwgJ5084/s320/Cartaz+Projeto+2014_Divulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" width="226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEipKPH6m1ENJkNqkThzVifgOdf0qPSCIbDEa3fgfO3dKB13AA4doH4CtbPP1vf8vACQ-JAJn2ot_PU3-k-Mb3yrXSgaEctnbWrbOjpYyue9IRZFBbFE2e9JRv5ufgYF_yMej-rMdXWMBNw/s1600/Cartaz+Projeto+2014_2015_NRE+Assis_05+de+agosto.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEipKPH6m1ENJkNqkThzVifgOdf0qPSCIbDEa3fgfO3dKB13AA4doH4CtbPP1vf8vACQ-JAJn2ot_PU3-k-Mb3yrXSgaEctnbWrbOjpYyue9IRZFBbFE2e9JRv5ufgYF_yMej-rMdXWMBNw/s320/Cartaz+Projeto+2014_2015_NRE+Assis_05+de+agosto.jpg" width="226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
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