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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;DUIHRHw6cSp7ImA9WhRUEEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-150352659639057770</id><updated>2012-01-20T08:05:35.219-03:00</updated><category term="oportunidades" /><category term="Naum salvo Jesus" /><title>Crucificado com Cristo</title><subtitle type="html" /><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://pralexgadelha.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://pralexgadelha.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Alex Gadelha</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="18" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_OWQEnbHh2j0/S1pNt8KfvRI/AAAAAAAAAaw/5yS3vLofAWs/S220/Alex+peleto.jpg" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>92</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/blogspot/bmKra" /><feedburner:info uri="blogspot/bmkra" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;AkABRX84cCp7ImA9WhRWE0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-150352659639057770.post-5316190677550506813</id><published>2011-12-31T16:02:00.002-03:00</published><updated>2011-12-31T16:12:34.138-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-31T16:12:34.138-03:00</app:edited><title>2011: O que quero trazer à memória</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-yTqvzrz3Vgg/Tv9ef6sfkOI/AAAAAAAAAlE/Sk_XcKSXk_4/s1600/2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" rea="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-yTqvzrz3Vgg/Tv9ef6sfkOI/AAAAAAAAAlE/Sk_XcKSXk_4/s320/2.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Mais um ano e mais um balanço reflexivo sobre ações, sentimentos e experiências vividas ao longo de 365 dias. Há uns tempos aprendi que viver sem consciência deságua em rotina, monotonia e tédio. Cada pessoa então deveria escrever um diário, somente assim poderia ver-se melhor para enriquecer a relação com os outros e consigo mesmo. Ainda que a memória insista em rebuscar momentos traumáticos, podemos equilibrá-los com vivências que trouxeram alegria e crescimento interior. Em meio às intempéries de um ano que findou, “quero trazer à memória aquilo que me dá esperança”. Isso não significa ignorar dores, perdas ou decepções, mas vê-las como um conteúdo a ser aprendido, refletido e transformado em maturidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Quero trazer a memória os juízos que fizeram sobre mim. Julgar é atribuir ao outro a condição de culpado ou inocente a partir de uma lei aplicada às ações. O problema é que o princípio que rege nossos julgamentos geralmente está de acordo com o desejo de que os outros sejam iguais a nós mesmos. Por isso condenar aquele que não supre as expectativas idealizadas é uma prática tão comum entre os mortais. Estamos limitados a atribuir valor ao outros baseados no que ouvimos e enxergamos. O limite está no fato de não conseguirmos sondar as intenções do coração. Ser julgado é algo desconfortável, mas se torna pior quando quem está com o martelo na mão, ou palavras na língua, é um covarde. Covarde é aquela pessoa que omite a si mesmo, mas é capaz de persuadir e usar outros para disseminar seus juízos. É aquele que não vai direto ao ponto ou que se esconde por trás do anonimato. O covarde é o pior dos seres humanos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Diante de um julgamento podemos ter diferentes reações. De repente podemos ser guiados pelo dito popular “quem não deve, não teme” e simplesmente ignorar o que estão falando a seu respeito. Ou ainda nos defrontarmos com o maledicente e realizamos uma investigação acurada para descobrir a origem e motivos da maledicência. É uma pesquisa longa, desgastante e na maioria das vezes inútil. Mas ainda cabe uma terceira reação, que é a de pensar sobre o dito. De repente o juízo está sendo reto, leal e provocador de mudanças. Se for uma acusação falsa poderá servir para despertar um senso de vigilância sobre atitudes mal interpretadas. Agora o cuidado a ser tomado é o de não ser escravo da reputação. Os estigmas impressos sobre nós não devem adoecer nem sequer furtar o sono. Por isso precisamos antes perguntar quem está por trás dos juízos. Se for uma pessoa considerada honesta e de bom senso, ganhe tempo ao sentar, olhar nos olhos e ouvi-la sem resistência. Depois pese, meça, examine tudo e retenha o que é bom para os dois.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Quando penso no que ouvi este ano, apenas sorrio. Fui bom moço para alguns e vilão para outros. Algumas pessoas atribuíram-me a contradição, outras a sinceridade. Acho que fui isso e outras &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;cositas&lt;/i&gt; mais. A harmatiologia ajuda a entender quem sou sem crise. Não deixei de dormir nem de comer pelo que estavam dizendo. Não quero ser escravo da opinião de ninguém, também não desejo ignorá-las nem tão pouco investigá-las obsessivamente. Quem vive a catar penas de ganso lançadas ao vento é um sério candidato a loucura. É melhor ter uma consciência orientada e medida pelos valores do Justo Juiz. Este continua a gerar paz, coragem e humildade no coração de quem o ama.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Quero trazer a memória pessoas relevantes, bem como aquelas que se tornaram assim, com quem tive o prazer de compartilhar a estrada da vida pela primeira vez. Amei cada uma delas, algumas com mais intensidade, outras com maior intimidade. Todas observadas carinhosamente. Notei-as, não passaram despercebidas, mesmo que tenham pensado que o fossem. Estiveram em minhas preocupações e orações, em apreciações e críticas, em indagações. Quis entender a muitos para não ser precipitado nem superficial. Descobri que uma das maneiras de evitar tal pecado é considerar o processo formador da identidade de uma pessoa. Para estreitar os vínculos com alguém é preciso ouvir sua história de vida: De onde veio, como é a sua família, como chegou até aqui, em que acredita ou desacreditou. Todo ser humano tem uma história e a primeira coisa a fazer quando nos aproximarmos de alguém é pedir que nos conte um pouco dela. Deve-se ouvir sem interferências, sem violar o patrimônio de sua memória. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Quando escutamos os outros com honestidade, somos capazes de tratá-los com paciência e ao mesmo tempo com objetividade, falando o que precisa ser dito, trocando experiências e favorecendo o amadurecimento mútuo. Ouvi coisas duras, foram ditas pela própria língua e pela dos outros, estiveram no papel e também em gestos e olhares. Palavras afiadas, algumas esmeraram a minha brutalidade, foram úteis, estão guardadas e sendo transformadas em caráter. Outras descartei, tentei aproveitá-las, mas não consegui, então lancei-as fora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Ainda quero trazer a memória conquistas e bênçãos. As primeiras são frutos do trabalho, as segundas, dádivas recebidas da e de graça mediante a fé. Ambas estão vinculadas, pois a bênção de Deus geralmente é precedida pela ação do homem. É a lei da colheita e também a virtude do contentamento. Planta-se o que deseja colher, aquieta-se, aprecia-se o vicejar das flores até o amadurecer oportuno dos frutos. Aprendi a apreciar a viagem e não apenas o destino desejado. Durante o percurso deste ano recebi bens imensuráveis. O conhecimento de mundo partilhado por grandes mestres, o redespertar da sensibilidade a partir da compaixão, a troca de saberes pelo diálogo, a revisão de posturas pelo confronto, a libertação de vontades humanas e alheias, uma maior emancipação de mim mesmo em pró de um Reino que é superior a qualquer instituição ou personalidade. Claro que está de bem com a mordomia material é importante, mas esta nunca deve sobrepor os valores que alimentam a alma e abrigam o espírito. A vida de um homem não consiste na abundância nem na escassez de bens corrosivos e corruptíveis que acumula, mas sim na qualidade da relação de amor com o Criador e com as pessoas por quem Ele ofertou o Filho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Apesar das fragilidades, teimosias e pecados, Deus continua sendo bom para comigo. E esse conceito sobre Ele independe de juízos, pessoas, conquistas ou bênçãos. Independe de bons ou difíceis anos. Continuarei a realizar esse balanço reflexivo anual, a fim de remir o tempo enquanto os dias são maus. Sobretudo, continuarei a crer e a experimentar o amor de Deus por mim e nos outros, até o momento em que habitarei em Sua Presença eternamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Pr. Alex Gadelha.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/150352659639057770-5316190677550506813?l=pralexgadelha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/x5s45iy-RgdjhqYarWCkleCT9gE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/x5s45iy-RgdjhqYarWCkleCT9gE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/x5s45iy-RgdjhqYarWCkleCT9gE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/x5s45iy-RgdjhqYarWCkleCT9gE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/bmKra/~4/G4Y9iw9gmtw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://pralexgadelha.blogspot.com/feeds/5316190677550506813/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=150352659639057770&amp;postID=5316190677550506813" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/5316190677550506813?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/5316190677550506813?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/bmKra/~3/G4Y9iw9gmtw/2011-o-que-quero-trazer-memoria.html" title="2011: O que quero trazer à memória" /><author><name>Alex Gadelha</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="18" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_OWQEnbHh2j0/S1pNt8KfvRI/AAAAAAAAAaw/5yS3vLofAWs/S220/Alex+peleto.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-yTqvzrz3Vgg/Tv9ef6sfkOI/AAAAAAAAAlE/Sk_XcKSXk_4/s72-c/2.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://pralexgadelha.blogspot.com/2011/12/2011-o-que-quero-trazer-memoria.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0cHQXczfyp7ImA9WhdaFEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-150352659639057770.post-5011053183926825849</id><published>2011-10-24T18:07:00.000-03:00</published><updated>2011-10-24T18:17:10.987-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-24T18:17:10.987-03:00</app:edited><title>NÃO</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-bIxWjrP5OOI/TqXVsAhKFqI/AAAAAAAAAkk/ct7mGoPj8JA/s1600/voce-sabe-dizer-nao.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-bIxWjrP5OOI/TqXVsAhKFqI/AAAAAAAAAkk/ct7mGoPj8JA/s200/voce-sabe-dizer-nao.jpg" width="156" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;“Não”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;
é uma palavra de impacto e na maioria das vezes é ouvida de mal grado. Exprime negação, significa proibição, limitação, recusa, oposição, por isso as pessoas
não gostam de ouvi-lo como resposta. Sentem-se como se alguém estivesse
manipulando sua vontade ou limitando o seu querer. Mas, o fato é que precisamos
desse termo, sem ele não sobreviveríamos, pois um mundo de “sims” é um mundo de
caos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;A
primeira negativa que o homem recebeu foi no Éden, quando Deus estabeleceu a
seguinte proibição para Adão e Eva: &lt;b&gt;“...da árvore do conhecimento do bem e
do mal, &lt;i&gt;&lt;u&gt;não&lt;/u&gt;&lt;/i&gt; comerás.”&lt;/b&gt; Gn. 2:16. O Senhor tinha entregado
verbalmente uma grande lista de permissões, mas faltava-lhes a proibição que
lhes dariam a oportunidade de escolha. Eles escolheram transgredir e até hoje
sentimos as conseqüências do seu pecado. Realmente, quando teimamos em
infringir os “nãos” estabelecidos por Deus, as conseqüências são terríveis:
inimizades, contendas, crimes, doenças, morte, etc.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;Observe
o que aconteceu com a vida de um rei e de um povo que foram indiferentes ao NÃO
de Deus:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;O rei &lt;b&gt;Davi&lt;/b&gt; não atentou ao &lt;b&gt;“Não cobiçarás a mulher de teu
próximo”&lt;/b&gt; e a conseqüência foi um reino, uma família e um homem destroçado
pelo pecado: O reino dividiu, o filho gerado do adultério morreu, incesto e
assassinato ocorreram no seio da família, foi perseguido pelo filho Absalão, o
qual morreu no conflito com o seu exército. Sua vida tornou-se um mar de
angústias (Sl. 51).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;O &lt;b&gt;povo de Israel&lt;/b&gt; também foi insensível aos
mandamentos de Deus e por causa da dureza de seus corações ficaram prostrados
no deserto. Dos milhares que saíram do Egito, apenas Josué e Calebe entraram na
Terra Prometida, a morte foi o preço da cobiça, idolatria, imoralidade e
murmuração, coisas estas condenadas expressamente por Deus (1ª Cor. 10:1-11).
Paulo diz “que estas coisas lhes sobrevieram como exemplos e foram escritas
para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm
chegado”. Por isso, nossos olhos, ouvidos e corações devem estar abertos ao Não
de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Deus ensina também a dizer Não. O
cristão tem de ter usufruir o poder de rejeitar tudo aquilo que está fora da
vontade de Deus, tudo aquilo que não edifica nem gera saúde física e espiritual.
Dizer não para o pecado é afirmar a fé em Jesus e revelar firmeza de caráter; é
estar convicto do que quer e mostrar que não é manipulado pela opinião do
mundo; dizer não é crescer espiritualmente revelando domínio-próprio, paciência
e fidelidade; é manifestar resistência às tentações e força para obedecer à
Palavra de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;José do Egito disse não a sedução da mulher de Faraó (Gn.
39:7-23);&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;Daniel disse não às finas iguarias da babilônia (Dn. 1:8);&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;Sadraque,
Mesaque e Abede-nego disseram não à idolatria (Dn. 3:16-18);&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;No deserto da
Judéia, Jesus disse não às propostas de Satanás (Mt. 4:1-11);&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;Os apóstolos
disseram não a ordem do Sinédrio de parar a pregação do Evangelho (At.
5:27-29).&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Duas decisões têm de ser tomadas dia
a dia: A de obedecer ao NÃO de Deus e a de dizer NÃO para tudo aquilo contrário
aos valores de Cristo. Agindo assim, estaremos construindo um caráter sólido,
maduro e comprometido com Deus. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;b&gt;Pr.
Alex Gadelha&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/150352659639057770-5011053183926825849?l=pralexgadelha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/--XkCRnzwdZg/ToNpbUsOc9I/AAAAAAAAAkI/lNuDF1Mg8Cc/s1600/O+Sol+%25281%2529.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/--XkCRnzwdZg/ToNpbUsOc9I/AAAAAAAAAkI/lNuDF1Mg8Cc/s1600/O+Sol+%25281%2529.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Um pássaro que vive muito tempo em uma gaiola, não
consegue enxergar a porta aberta. E mesmo que passe por ela, tende a voltar,
pois se acostumou a enxergar o mundo entre arames. Os gálatas podiam
ser comparados a pássaros que ganharam a liberdade, mas que insistiam em voltar
para a gaiola. Vamos entender um pouco o contexto dessa história: A Galácia era
uma província romana situada na região da Ásia menor, onde o apóstolo Paulo
fundou várias igrejas por volta dos anos 45-48 d.C. Cerca de 10 anos depois,
alguns mestres judaizantes se infiltraram nas igrejas, conquistando o zelo dos
irmãos e impondo a guarda da lei, especialmente a circuncisão como requisito
para salvação. Estando informado da situação, Paulo escreveu repreendendo os
gálatas e defendendo de forma irrefutável a salvação pela graça e a
liberdade cristã. Em vários trechos da epístola explicou que “por obras da lei,
ninguém será justificado” (Gl. 2:16; 3:11; 5:6; 6:15). Logo no início da carta, o apóstolo mostrou sua surpresa diante da facilidade com que os crentes
daquela região estavam passando do evangelho da liberdade em Cristo para o da
opressão da lei. Estavam pondo novamente sobre si o jugo da escravidão, trancando a cela
pelo lado de dentro, retornando aos rudimentos fracos e
pobres do passado de religiosidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Essa situação vivida há séculos não
difere muito da estrutura de algumas igrejas ditas “evangélicas” que ainda distorcem
o “evangelho” para manipular e dominar pessoas. São instituições que ao invés
de restaurar a vida das pessoas, acabam por adoecê-las por meio de um legalismo
imposto de forma sutil ou explicita. Esses grupos pseudocristãos
menosprezam todo o conhecimento que se diz cientifico, conluiam-se a candidatos
e partidos ao invés de construírem uma consciência política ética e cidadã.
Alguns até usam a vinda de Cristo como instrumento de alienação social. Pensam
e pregam: “se Cristo está próximo, então não vale apenas investir nos estudos,
na profissão ou na aquisição de bens”. Dessa forma impedem a socialização de seus membros, a criação de laços de amizade e compaixão, consequentemente, a divulgação das boas novas nos diversos meios, classes e lugares. &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;O cristão consciente de seu lugar no mundo e livre pelo conhecimento de Deus sabe que todas as suas conquistas
convergem para a expansão do Reino de Jesus. Ele trabalha não simplesmente pelo
sustento, mas também pelo desejo de investir no crescimento do número de salvos
pelo Evangelho; ele assume a cidadania porque luta pela liberdade da fé; pode
envolver-se na política assumindo o desafio de ser diferente, não se corrompendo,
mas sendo honesto e íntegro. O cristão que experimenta da liberdade conquistada na cruz não
é um alienado social, mas quer está contextualizado para a evangelização do
mundo. Entende que somos livres! Deus nos chamou para a liberdade, não para
pecar, mas para viver a vida abundante que Ele prometeu em Cristo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;A liberdade é um tema polêmico, especialmente quando a fé está envolvida. Quando não se está consciente dela, alguns se tornam presas fáceis de egomaníacos que oprimem as ovelhas com seus “achismos”. Em contrapartida, outros em nome da mesma liberdade, cultivam
uma permissividade que conduz ao pecado. Na fronteira, entre os extremos, está
o bom senso pautado nas Escrituras. São poucos que o encontram, porque poucos
são os que têm humildade para reconhecer conceitos que foram formados em
opiniões pessoais ou culturais, não em bases bíblicas. Aliás, fundamentação bíblica
possui somente quem mergulha na leitura e no ruminar da Palavra. Alguém que se
alimenta apenas de púlpitos ou de simples teologia tem um discernimento
infantil, por não exercitar suas faculdades (mente, emoção e vontade) (Hb.5:13,
14). A&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;ssuntos como tamanho e forma de roupas, estilos e ritmos de música, dança, gestos, ocupam lugar especial no trono da intolerância dos enclausurados pela tradição religiosa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;A liberdade que o Evangelho oferece foi conquistada na cruz com o amor e o sangue do Filho de Deus. Ignorar os seus ensinamentos e abraçar preceitos e doutrinas humanas é uma escolha insensata por escravizar a alma às más intenções de homens impiedosos. Por isso, é necessário um senso de vigilância que nos proteja das heresias e uma prática de estudo bíblico e oração que consolide a nossa fé. A&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;exortação de Paulo aos gálatas continua viva e aplicável em nossas vidas: “Para a liberdade foi que Cristo nos
libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de
escravidão” (Gl. 5:1).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Pr.
Alex Gadelha&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/150352659639057770-608814550016927813?l=pralexgadelha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/OTicgPwxVEV56zgQLDQVvpYhpRc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/OTicgPwxVEV56zgQLDQVvpYhpRc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-zY6aiK1FlrY/Tm4Aor8SAlI/AAAAAAAAAj8/9vn-z5GsDtQ/s1600/jesuscuracego_bb.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-zY6aiK1FlrY/Tm4Aor8SAlI/AAAAAAAAAj8/9vn-z5GsDtQ/s200/jesuscuracego_bb.jpg" width="168" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;Marcos
10:46-52 / Lucas 18:35-43&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 1pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Quando escuto ou leio o texto que narra a cura do
cego no caminho de Jericó, sinto-me estimulado pelo seu exemplo de fé, vontade
e decisão. Bartimeu era um homem
que vivia à margem da sociedade, isso porque em seu tempo qualquer tipo de
deficiência ou necessidade especial era interpretado como consequência dos
próprios pecados ou das gerações precedentes (Jo. 9:2). Bartimeu possuía família,
pois o nome de seu pai Timeu é mencionado, no entanto, vivia como mendigo. Talvez
seus parentes não se importassem com ele. Os seus olhos derramavam lágrimas em
resposta à humilhação e a solidão. Posso imaginar suas mãos estendidas, suas
roupas moribundas, sua voz clamando pela sobrevivência. Bartimeu parecia ter
motivos suficientes para viver em um fel de amargura, sem fé nem
esperança.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; No entanto, Bartimeu, como a maioria dos que não
possuem o sentido da visão ocular, desenvolveu uma capacidade que poucos
possuem: Ouvir. Seus ouvidos eram sensíveis, acurados e investigativos. Certa
manhã seu coração agitou-se quando ouviu tão numerosos passos de uma só vez. Algo
incomum naquele povoado situado na planície do rio Jordão estava acontecendo. &lt;b&gt;“E,
ouvindo o tropel da multidão que passava, perguntou o que era aquilo”&lt;/b&gt;. (Lc.
18:36). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; - O que é isso? Estamos sendo atacados? É uma
revolta contra o império romano? Por que tanta correria? Quem está chegando? &lt;b&gt;“Anunciaram-lhe
que era Jesus, o Nazareno”&lt;/b&gt; (Lc. 18:37). Bartimeu com seus ouvidos curiosos
já ouvira falar sobre o nome de Jesus e com certeza tinha bem guardado em sua
memória auditiva muito de seus milagres: os coxos andam, os mudos falam, os
surdos ouvem, os cegos vêem! Os cegos vêem? Sim, os cegos vêem! Vou procurar a
Jesus, vou clamar até perder a minha voz, é minha oportunidade! É este o homem
que pode me libertar das trevas! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; “Jesus, filho de Davi, tem compaixão de mim!
Jesus filho de Davi, tem misericórdia de mim!”&lt;/b&gt; (Mc. 10:47, 48). Bartimeu
conhecia a promessa da vinda do Messias, pois clamava usando um dos títulos
messiânicos de Jesus. &lt;b&gt;“E os que iam na frente o repreendiam para que se
calasse”&lt;/b&gt; (Lc.18:39). &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Quando queremos nos aproximar do Mestre sempre há quem
se sinta incomodado, censurando e querendo formar uma barreira de desânimo. Mas
nunca devemos desistir de procurar uma vida mais profunda com Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; “Mas ele
cada vez gritava mais...”&lt;/b&gt; (Mc. 10:48). O cego mendigo estava determinado a
encontrar-se com o Mestre e nada iria lhe impedir. Sua alma estava tomada de
convicção, força, disposição, esperança, vontade, fé. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; E, assim, o clamor de alguém desejoso pela cura
conseguiu interromper por um precioso instante a caminhada de Cristo a
Jerusalém&lt;b&gt;: “Parou Jesus”.&lt;/b&gt; Não somente parou, mas centrou toda a sua
atenção em Bartimeu: “&lt;b&gt;Chamai-o”&lt;/b&gt;. Depois de tanta insistência e
resistência dos discípulos, Bartimeu ouviu algo maravilhoso: &lt;b&gt;“Têm bom ânimo;
levanta-te, ele te chama” &lt;/b&gt;(Mc. 10:49). Jesus não foi em sua direção,
chamou-o e queria dele a ação de ir ao seu encontro. A resposta foi imediata: &lt;b&gt;“lançando
de si a capa, levantou de um salto e foi ter com Jesus”&lt;/b&gt;. (Mc. 10:50). A
velha capa foi lançada na estrada poeirenta, não iria precisar mais dela para
se proteger do sol ou da chuva, seu habitat não seria mais o caminho de Jericó.
Sua fé se expressa no salto em direção ao Senhor. Ele atendeu o chamado de
Jesus! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; M&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;as ao aproximar-se, o Senhor lhe fez uma pergunta
que parecia boba: &lt;b&gt;“Que queres que eu te faça?”&lt;/b&gt; (Mc. 10:51).&amp;nbsp; “É evidente que quero ter minha visão de
volta” poderia ser a resposta. Mas a indagação tinha um propósito. Jesus queria
ouvir de seus lábios o desejo de seu coração. É incrível perceber que nas
Escrituras o próprio &lt;i&gt;Deus provoca a vontade do homem&lt;/i&gt;. Chamando-lhe &lt;b&gt;“Mestre”&lt;/b&gt;, Bartimeu humildemente pede o que
havia perdido: &lt;b&gt;“Que eu torne a ver”&lt;/b&gt; (Mc. 10:52). Ele conseguiu o que
tanto almejava: Seus olhos se abriram e a primeira face em sua frente foi a de
Seu Mestre: &lt;b&gt;“Vai, a tua fé te salvou”&lt;/b&gt;. Você esta livre, está curado.
Jesus exalta a fé salvadora. E Bartimeu, diferente dos nove leprosos que não
voltaram nem sequer para agradecer a cura (Lc. 17:11-19), continuou ao lado
Jesus, seguindo-o estrada fora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Uma das virtudes notáveis
de Bartimeu foi a sua determinação. Como a viúva na parábola do juiz iníquo que
o importunou por justiça até ser atendida (18:1-8), assim foi ele em busca de
sua cura. Ora, Deus fala por boca do profeta Jeremias: &lt;b&gt;“Buscar-me-eis e me
achareis quando me buscardes de todo o vosso coração”&lt;/b&gt; Jr.29:13. Quando
queremos nos aproximar de Deus, alguns tentam nos barrar com duras críticas,
piadas, acusações (2ª Tm. 3:12). Mas se realmente estamos determinados em
buscar a face de Cristo, nada nos impedirá, vamos romper todas as barreiras por
meio da fé. O clamor honesto e consciente de um homem faz o Senhor parar e
inclinar os ouvidos à sua oração. (2ª Cr. 7:14). O Senhor não cura quem não quer
ser curado, nem salva quem não está interessado em salvação. &lt;b&gt;“Os sãos não
precisam de médico” &lt;/b&gt;(Mt. 9:12; Lc. 19:10). E se Bartimeu não fosse curado? O
fato de ouvir a voz do mestre e ter a sua carinhosa atenção já poderia ser
considerado o maior milagre de sua vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="right" class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: right;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Pr. Alex
Gadelha&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="right" class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: right;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="right" class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: right;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: center;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Escute (e veja também) essa canção:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: center;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=QzQKqkP5s5I"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=QzQKqkP5s5I&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/150352659639057770-4093980503559329929?l=pralexgadelha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SMtLr4_7v9L_z1qqXEgo64R-HHM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SMtLr4_7v9L_z1qqXEgo64R-HHM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SMtLr4_7v9L_z1qqXEgo64R-HHM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SMtLr4_7v9L_z1qqXEgo64R-HHM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/bmKra/~4/IaVq2amSjAo" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://pralexgadelha.blogspot.com/feeds/4093980503559329929/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=150352659639057770&amp;postID=4093980503559329929" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/4093980503559329929?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/4093980503559329929?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/bmKra/~3/IaVq2amSjAo/bartimeu.html" title="Bartimeu" /><author><name>Alex Gadelha</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="18" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_OWQEnbHh2j0/S1pNt8KfvRI/AAAAAAAAAaw/5yS3vLofAWs/S220/Alex+peleto.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-zY6aiK1FlrY/Tm4Aor8SAlI/AAAAAAAAAj8/9vn-z5GsDtQ/s72-c/jesuscuracego_bb.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://pralexgadelha.blogspot.com/2011/09/bartimeu.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0MFRno_cSp7ImA9WhdWGE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-150352659639057770.post-8721738418646239784</id><published>2011-09-12T09:43:00.001-03:00</published><updated>2011-09-12T09:43:37.449-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-12T09:43:37.449-03:00</app:edited><title>“Deixando as coisas de menino...”</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-iJspGPBV-pQ/Tm3-U8P7sJI/AAAAAAAAAj0/OJNfvOspxuI/s1600/imaturidade.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-iJspGPBV-pQ/Tm3-U8P7sJI/AAAAAAAAAj0/OJNfvOspxuI/s1600/imaturidade.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;1ª
Co. 13:11&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;O apóstolo
Paulo, homem culto e inspirado, usou a metáfora do desenvolvimento biológico e
psíquico para exortar aos crentes de Corinto sobre a necessidade de crescer
espiritualmente. No capítulo três, considerou-os como crianças em Cristo,
porque não tinham desenvolvido a salvação, mas estagnaram-se em práticas
infantis: Eram ciumentos e contenciosos, usavam os dons como forma de autopromoção,
lutavam por status, havia queixas, discussões sobre alimentos,
irresponsabilidade moral, espírito vingativo, precipitação e egoísmo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;O capítulo 13 da mesma carta mostra
o caminho da maturidade. De forma clara e objetiva Paulo definiu a importância
e os frutos do &lt;b&gt;amor&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;: paciência,
benignidade, confiança, humildade, bom senso, generosidade, mansidão, perdão,
justiça, verdade, firmeza e eternidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Amar
como Jesus amou é o foco da maturidade cristã.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; No
verso 11, o apóstolo incita à reflexão através do amadurecimento natural que
todos nós experimentamos: a transição da infância à fase adulta. Da mesma forma
que a criança cresce e deixa suas práticas infantis, assim também deve o cristão
crescer espiritualmente e abandonar aquelas atitudes que refletem imaturidade.
Ele explica que quando era menino se comportava como menino, mas quando atingiu
a maioridade, desistiu de agir como menino, agora deveria &lt;b&gt;falar&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;sentir&lt;/b&gt;
e &lt;b&gt;pensar&lt;/b&gt; como homem.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;


&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;Estas três faculdades destacadas
podem ajudar a avaliar o nosso nível de amadurecimento pessoal-espiritual: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;“Falava como menino...” – &lt;/b&gt;As
palavras de uma criança de modo geral são precipitadas e sem conteúdo. É
natural que as crianças falam de maneira repetitiva e atribuam demasiada
importância a temas triviais.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;“Sentia como menino...” – &lt;/b&gt;Crianças
são susceptíveis, criam birras com facilidade, seus sentimentos dominam suas
ações. Quando contrariadas, se comportam com intolerância. Raramente aceitam o
“não” como resposta, ficam zangadas ou condoendo-se por dentro.&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;São vingativas, revidam à agressividade
através do choro, gritos, tapas etc. Nesta fase existe uma ausência de domínio
próprio acentuada, porque agem motivadas por paixões.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;b style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;“Pensava como menino...” – &lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Os
primeiros anos de nossa existência são caracterizados pela assimilação de
informações que vão garantir a sobrevivência e formação de nosso caráter. É
neste período que idéias, crenças e valores são&amp;nbsp;internalizados, por isso, não
são estranhos em uma criança pensamentos superficiais e ingênuos sobre si
mesmo, as pessoas e o mundo. No entanto, na fase adulta, exige-se pensamentos
que demonstrem experiência e conteúdo. Tratando-se de vida espiritual,
espera-se que o cristão desenvolva pensamentos virtuosos, centrados nas coisas
do alto e não daqui da terra (Fl. 4:8; Cl. 3:2). Deus nos chama à transformação
a partir da renovação de nossas mentes (Rm. 12:2), como também ao cultivo da
mente de Cristo em nosso cotidiano (1ª Co. 2:16, Fl. 4:8).&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;






&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;“Quando cheguei a ser homem, desisti das
coisas próprias de menino”&lt;/b&gt;. Ao atingir a varonilidade, espera-se que um
homem fale, sinta e pense de forma organizada, consistente e adulta. A tolice
infantil deve ser substituída pela consistência no discurso; em lugar de precipitações,
o domínio próprio; a verborragia precisa ceder espaço à palavras de conteúdo e
edificação; o orgulho, vencido pela humildade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Enquanto se é menino, a sociedade
tolera as coisas de menino, mas um adulto-infantil não é encarado com bons
olhos. Homens se comportando como crianças causam desconforto e intolerância.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Mas,
para alguns, &lt;b&gt;continuar “menino” traz supostos benefícios &lt;/b&gt;como ausência
de responsabilidades, satisfação das vontades, cuidados especiais, proteção
paterna etc. “Deixar” ou “desistir” das coisas de menino, envolve disposição
para se desatrelar das comodidades da infância. “Crescer dói”, por isso poucos
se esforçam em buscar a formação de um caráter sério e adulto. As pessoas têm
medo de mudanças, principalmente das que exigem a saída do &lt;b&gt;oásis do lar&lt;/b&gt;
para as &lt;b&gt;escaldantes areias do mundo&lt;/b&gt;. Agindo assim, semeiam uma
personalidade acomodada, inoperante e covarde.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; A Igreja e o mundo precisam de “homens” que decidam
resolutamente abandonar as coisas de menino. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-weight: bold;"&gt;Pr.
Alex Gadelha&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/150352659639057770-8721738418646239784?l=pralexgadelha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yr5LCo_cH3gXcA_lZbJ1LEAkNuo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yr5LCo_cH3gXcA_lZbJ1LEAkNuo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yr5LCo_cH3gXcA_lZbJ1LEAkNuo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yr5LCo_cH3gXcA_lZbJ1LEAkNuo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/bmKra/~4/eI1uD09bOmg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://pralexgadelha.blogspot.com/feeds/8721738418646239784/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=150352659639057770&amp;postID=8721738418646239784" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/8721738418646239784?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/8721738418646239784?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/bmKra/~3/eI1uD09bOmg/deixando-as-coisas-de-menino.html" title="“Deixando as coisas de menino...”" /><author><name>Alex Gadelha</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="18" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_OWQEnbHh2j0/S1pNt8KfvRI/AAAAAAAAAaw/5yS3vLofAWs/S220/Alex+peleto.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-iJspGPBV-pQ/Tm3-U8P7sJI/AAAAAAAAAj0/OJNfvOspxuI/s72-c/imaturidade.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://pralexgadelha.blogspot.com/2011/09/deixando-as-coisas-de-menino.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CU4ERH87eyp7ImA9WhdXGEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-150352659639057770.post-6590480332472108454</id><published>2011-08-31T23:03:00.000-03:00</published><updated>2011-08-31T23:25:05.103-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-31T23:25:05.103-03:00</app:edited><title>“Sabe, e vê, que mau e quão amargo é deixares o SENHOR teu Deus”</title><content type="html">&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Jeremias 2:1-19.&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 7pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Jeremias foi um jovem profeta constituído por Deus
com a missão de pregar aos rebeldes de Israel e às nações vizinhas. O conteúdo
de suas palavras consistia na sentença de Deus “sobre as nações e sobre os reinos,
para arrancares e derribares, para destruíres e arruinares e também para
edificares e plantares”.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; As palavras que o Senhor colocou em sua boca foram de
destruição mais que de prosperidade.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;POR QUE A MENSAGEM DE JEREMIAS FOI TÃO
ÁSPERA? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O
passado de Israel: Israel era uma nação afeiçoada por Deus, seu amor era como o
de uma noiva; empenhava-se em seguí-lO mesmo em meio a um deserto, “em uma terra
que não se semeia”. Era consagrada ao Senhor, as primícias da sua colheita.
Estabelecida sob o escudo de Deus. (Jr.2:2, 3). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp; A
traição: Traição, “Ato de ruptura de uma promessa, de um compromisso,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;de uma
aliança; quebra da lealdade e fidelidade”. Israel despedaçou a aliança feita
com Deus. Correram atrás da nulidade dos ídolos e se tornaram nulos eles mesmos
(Vs. 4, 5). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O
Senhor quer uma resposta: “Que injustiça acharam vossos pais em mim?” Por que
nem sequer perguntaram: “onde está o Senhor que nos fez subir da terra do
Egito?” (vs. 6).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; O Senhor foi quem os introduziu “em uma terra fértil, para que
comêsseis o seu fruto e o seu bem” (vs. 7). No entanto, os israelitas
contaminaram e abominaram sua herança; os sacerdotes esqueceram o SENHOR, os pastores
(reis) faltaram com o dever de estabelecer justiça e os profetas profetizaram
por Baal, tornando-se inúteis (vs. 8). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Eis o porquê da mensagem do profeta ser mais
enfática nos castigos do que nas bençãos:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;“... o meu povo trocou a sua Glória
por aquilo que não é de nenhum proveito. Espantai-vos disto, ó céus, e
horrorizai-vos! Ficai estupefatos, diz o Senhor. Porque dois males cometeu o
meu povo”:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;1º.&amp;nbsp; “A mim me
deixaram, o manancial de águas vivas,...”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;2º.&amp;nbsp; “E
cavaram cisternas, cisternas rotas, que não retém as águas”. (vs. 11-13). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Em uma terra desértica trocar um manancial de águas
cristalinas por uma cisterna rota, é um absurdo! “As cisternas consistia em
reservatórios cobertos, escavados na terra ou na rocha, para onde escorria o
excesso das águas da chuva, das fontes ou dos riachos, que eram para ali
canalizadas e guardadas. Como as chuvas eram raras entre maio e setembro na
Palestina, as cisternas tornavam-se o principal meio de se contar com um bom
suprimento de água, naqueles meses”. Se suas paredes se fendessem,
acumular-se-ia mais lama do que água e assim estaria morta, inutilizada. Já um
manancial em uma terra tão árida era raríssimo, dele brotava incessantemente
água límpida e abundante. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Usando esta metáfora, o Senhor quis mostrar a seu povo
que eles trocaram, como muitos hoje fazem, Sua segurança e proteção por cousas
inseguras, terrenas e passageiras. As conseqüências vieram, “os leões novos”
(os assírios), escravizaram o povo, devastaram os campos, queimaram as cidades
e esvaziaram Jerusalém. Os egípcios também os exploraram (vs. 14 – 16).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Por que
tamanha tragédia? Porque deixaram o Senhor quando este o guiava pelo caminho,
porque fizeram aliança com nações idólatras (vs. 17, 18). Confiaram no braço do
homem, faltaram com a confiança no Senhor (17:5-8). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;“Um povo que
se esqueça do Senhor conhecerá o mal e a amargura (vs. 19). Pois o bem-estar de
um povo está fundamentado em seu relacionamento com o Deus vivo. Quando as
alianças desse relacionamento são quebradas, o declínio torna-se inevitável”
(Stanley R. Hopper). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Pr. Alex Gadelha &amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 9pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/150352659639057770-6590480332472108454?l=pralexgadelha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9hdRqdVbTZRw6rT0LLAq4ifehoE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9hdRqdVbTZRw6rT0LLAq4ifehoE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9hdRqdVbTZRw6rT0LLAq4ifehoE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9hdRqdVbTZRw6rT0LLAq4ifehoE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/bmKra/~4/9nyPEJHzoBs" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://pralexgadelha.blogspot.com/feeds/6590480332472108454/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=150352659639057770&amp;postID=6590480332472108454" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/6590480332472108454?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/6590480332472108454?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/bmKra/~3/9nyPEJHzoBs/sabe-e-ve-que-mau-e-quao-amargo-e.html" title="“Sabe, e vê, que mau e quão amargo é deixares o SENHOR teu Deus”" /><author><name>Alex Gadelha</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="18" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_OWQEnbHh2j0/S1pNt8KfvRI/AAAAAAAAAaw/5yS3vLofAWs/S220/Alex+peleto.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://pralexgadelha.blogspot.com/2011/08/sabe-e-ve-que-mau-e-quao-amargo-e.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0ACR3kzeCp7ImA9WhdXEE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-150352659639057770.post-814088708572161867</id><published>2011-08-22T13:49:00.002-03:00</published><updated>2011-08-22T13:49:26.780-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-22T13:49:26.780-03:00</app:edited><title>Como Recebestes Cristo Jesus, o Senhor, assim andai NEle</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoBodyTextIndent2" style="text-align: center; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp;Cl.
2:6-15&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoBodyTextIndent2" style="text-align: center; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Paulo vivia uma grande luta de intercessão a favor
dos colossenses: Ele intercedia pedindo consolo, amor e riqueza da forte
convicção do entendimento para aqueles irmãos. Falou de Cristo como aquele “em
quem todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento estão ocultos” e advertiu
quanto o engano dos raciocínios falazes que tentavam negar esta verdade. Embora
Paulo estivesse ausente no corpo, em espírito estava com eles, alegrando-se e
verificando a firmeza de sua fé. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Com o mesmo zelo, Paulo apela para a memória dos
colossenses exortando a andarem em Jesus da mesma forma como o receberam e
foram inicialmente instruídos.&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Quando os
colossenses receberam ao Senhor estavam enraizados nele, construíam suas vidas
sobre ele e tinham sua fé confirmada. A gratidão seria uma forma de continuarem
crescendo (v. 6, 7). Percebe-se que a constância na fé era e ainda é uma das
maiores dificuldades dos cristãos, o comum é observarmos crentes com uma vida
de altos e baixos, dúvidas e certezas, perdas e ganhos, avanços e recuos, cai
aqui, levanta acolá, o que pode se tornar um ciclo vicioso que impede o nosso
crescimento (Hb. 12:1b). Os ingredientes para uma vida de progresso espiritual
já sabemos: conhecimento, confiança e obediência. O que falta para muitos é
aplicá-los no dia a dia. E isso requer esforço de nossa parte.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A questão doutrinária estava em foco e Paulo, pela
segunda vez (1:13-23), enfatiza a verdade sobre a Pessoa de Cristo. Depois de
adverti-los a não caírem na armadilha de filosofias e de vãs sutilezas,
fundamentadas na tradição dos homens, nos rudimentos do mundo e não nos ensinos
de Cristo (v. 8), volta a falar da excelência do Filho de Deus:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span&gt;-&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Nele habita corporalmente toda a plenitude da
Divindade. Ele é Deus (v. 9);&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span&gt;-&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Nele somos aperfeiçoados; Ele é o cabeça de todo
principado e potestade (v. 10);&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span&gt;-&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Nele firmamos um pacto com Deus - circuncisão de
Cristo (v.11);&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span&gt;-&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Através do batismo fomos simbolicamente sepultados e
ressurretos com ele mediante a nossa fé no poder de Deus (v. 12);&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span&gt;-&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Ele nos deu vida, perdoando todos os nossos pecados
(v. 13);&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span&gt;-&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Cancelou nossa dívida – devíamos algo que nos
prejudicava e que não tínhamos condição de pagar pela obediência às ordenanças
da lei. Ele cravou nossa dívida na cruz, o preço foi a sua vida (v. 14).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span&gt;-&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Com sua morte na cruz e sua ressurreição, Jesus
triunfou sobre o império das trevas, envergonhando os principados e potestades
do mal (v.15). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Na carta aos Colossenses, Paulo nos ensina o caminho
para sair do labirinto das heresias e das contradições religiosas: O caminho é
Cristo. “Para entender a verdade e evitar a confusão precisamos ter uma forte
convicção de sua Supremacia". Jesus está acima de tudo. “Qualquer busca da
verdade, do entendimento, ou do crescimento espiritual fora de Cristo com
certeza vai falhar”. “O conhecimento de Jesus é a base para o discernimento”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Não podemos negligenciar o estudo da Pessoa de
Jesus, pois Ele é o ponto fundamental da nossa fé. Quando seitas e religiões
negam a sua divindade ou menosprezam a sua grandeza trazem condenação sobre si
mesmas. A nossa adoração, nossas orações, devoção, obediência e consagração
pertencem exclusivamente a Jesus, nada deve ocupar o lugar que pertence somente
a Ele. A Ele, pois, a Glória eternamente! Amém.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="text-align: right;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Pr. Alex Gadelha&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/150352659639057770-814088708572161867?l=pralexgadelha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BtdslGIBF2_ih257JkVtPbnd9J0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BtdslGIBF2_ih257JkVtPbnd9J0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BtdslGIBF2_ih257JkVtPbnd9J0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BtdslGIBF2_ih257JkVtPbnd9J0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/bmKra/~4/Ka9Q8k6AK9A" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://pralexgadelha.blogspot.com/feeds/814088708572161867/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=150352659639057770&amp;postID=814088708572161867" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/814088708572161867?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/814088708572161867?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/bmKra/~3/Ka9Q8k6AK9A/como-recebestes-cristo-jesus-o-senhor.html" title="Como Recebestes Cristo Jesus, o Senhor, assim andai NEle" /><author><name>Alex Gadelha</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="18" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_OWQEnbHh2j0/S1pNt8KfvRI/AAAAAAAAAaw/5yS3vLofAWs/S220/Alex+peleto.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://pralexgadelha.blogspot.com/2011/08/como-recebestes-cristo-jesus-o-senhor.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUIHRHw5cCp7ImA9WhRUEEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-150352659639057770.post-8871889397207422446</id><published>2011-08-13T19:35:00.001-03:00</published><updated>2012-01-20T08:05:35.228-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-20T08:05:35.228-03:00</app:edited><title>O Homem Natural, o Espiritual e o Carnal</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-bNSaBn2Fl2s/TxlKZYXi5sI/AAAAAAAAAm8/3xEk4Z_68Q4/s1600/homem.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://3.bp.blogspot.com/-bNSaBn2Fl2s/TxlKZYXi5sI/AAAAAAAAAm8/3xEk4Z_68Q4/s200/homem.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, serif;"&gt;Afirmamos e
cremos que somente aquele que tem o Espírito de Deus pode entender as coisas de
Deus. Paulo usou a analogia do espírito humano para explicar isto, ele disse
que assim como apenas o espírito do homem conhece as coisas do homem, “assim,
também as cousas de Deus, ninguém as conhece, senão o Espírito de Deus”, isto
porque “o Espírito a todas as cousas perscruta, até mesmo as profundezas de
Deus (1ª Co. 2:10, 11). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Segundo a
Palavra, nós temos o Espírito de Deus e este tem nos revelado a sabedoria de
Deus e ensinado o conhecimento que nos foi dado gratuitamente por Ele (vs. 12).
É uma espécie de conhecimento que não se conquista nas universidades nem na
escola da vida, pois é algo ensinado pelo Espírito Santo, que nos capacita a
conferir coisas espirituais com espirituais (v. 13).&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Então
surgem perguntas: Por que muitos crentes não entendem a Palavra de Deus? Por
que ainda escutamos absurdos vindos de crentes velhos na fé? Irmãos que
deveriam ser mestres e ainda são meninos na Palavra? No mesmo texto da Carta,
Paulo aponta três tipos de pessoas existentes na Igreja: O homem natural, o
homem espiritual e o homem carnal. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; “O &lt;b&gt;homem natural&lt;/b&gt; não aceita as cousas do
Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, p0rque elas
se discernem espiritualmente” (v.14). O homem natural é o não convertido, que
pode está entre a igreja, mas não entende o significado real de ser cristão.
Para ele a igreja é uma organização social, um lugar de lazer ou de rituais
religiosos e a vida cristã é encarada à quatro paredes, não evangeliza, não
contribui, nem sente o peso do pecado. É um incrédulo de coração endurecido.
Dentro da congregação dos salvos, mas condenado ao inferno.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O &lt;b&gt;homem espiritual&lt;/b&gt;, à medida do tempo,
vai adquirindo discernimento e mergulhando nas profundezas de Deus. Os seus
pensamentos e sentimentos resultam em um comportamento de temor e obediência à
Palavra de Deus. Ele tem a capacidade de julgar situações e saberes, e ser
respeitado nos seus julgamentos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; No capítulo
3, Paulo se refere aos coríntios como “a carnais, como a crianças em Cristo”
(v.1). Os coríntios são exemplos da terceira espécie de crentes: os &lt;b&gt;carnais ou infantis&lt;/b&gt;. Em Corinto os
problemas eram vários: contendas, impureza, litígio entre irmãos, idolatria e
vã glória. Estes irmãos eram salvos, mas confusos quanto às cousas de Deus
devido à vida de pecado. O Espírito Santo em um crente carnal está aceso na
intensidade de &lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, serif;"&gt;uma vela. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Tanto o
homem natural como o crente carnal pode vir a ser um homem espiritual. Para
isso, ambos precisam se debruçar sobre a Palavra de Deus e vivê-la
intensamente. O homem natural pode se tornar filho de Deus e ser cheio do
Espírito e o crente carnal, ou infantil, pode reascender o Espírito e continuar
desenvolvendo a mente de Cristo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, serif;"&gt;Pr. Alex Gadelha&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/150352659639057770-8871889397207422446?l=pralexgadelha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QZK_BHGMhCjW5eZd_IvqTJ7cf64/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QZK_BHGMhCjW5eZd_IvqTJ7cf64/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QZK_BHGMhCjW5eZd_IvqTJ7cf64/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QZK_BHGMhCjW5eZd_IvqTJ7cf64/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/bmKra/~4/mlZLryh8otY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://pralexgadelha.blogspot.com/feeds/8871889397207422446/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=150352659639057770&amp;postID=8871889397207422446" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/8871889397207422446?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/8871889397207422446?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/bmKra/~3/mlZLryh8otY/o-homem-natural-o-espiritual-e-o-carnal.html" title="O Homem Natural, o Espiritual e o Carnal" /><author><name>Alex Gadelha</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="18" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_OWQEnbHh2j0/S1pNt8KfvRI/AAAAAAAAAaw/5yS3vLofAWs/S220/Alex+peleto.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-bNSaBn2Fl2s/TxlKZYXi5sI/AAAAAAAAAm8/3xEk4Z_68Q4/s72-c/homem.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://pralexgadelha.blogspot.com/2011/08/o-homem-natural-o-espiritual-e-o-carnal.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0YNRXozfip7ImA9WhdRGEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-150352659639057770.post-8166427254772943806</id><published>2011-08-08T12:58:00.001-03:00</published><updated>2011-08-08T12:59:54.486-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-08T12:59:54.486-03:00</app:edited><title>EXORTAÇÃO PARA CRESCER NA ORAÇÃO</title><content type="html">&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-right: 7.0pt; text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 5pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-QjBMQ1G5lfU/TkAHc2Vd6fI/AAAAAAAAAjw/9Xm7ot-vqMs/s1600/imagesCA0LNTDC.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-QjBMQ1G5lfU/TkAHc2Vd6fI/AAAAAAAAAjw/9Xm7ot-vqMs/s1600/imagesCA0LNTDC.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -1.35pt; tab-stops: 21.3pt; text-indent: 21.3pt;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;“&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O que exorta faça-o com dedicação” (Rm. 12:8). A palavra grega para exortação tem em si a mesma raiz de um
dos títulos do Espírito Santo: O “parakletos”, que significa consolador,
ajudador ou advogado. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Paraklesis&lt;i&gt; é a palavra usada para exortação no português e significa
“chamada”, “ordem”, “consolo”, “exortação”. Exortação é um dom de Deus, visando
o despertar e consolo dos crentes que formam a Igreja do Senhor. Exortar é
chamar ou até mesmo ordenar ao crescimento e solidificação da fé através do
ensino; é servir como apoio didático. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -1.35pt; tab-stops: 21.3pt; text-indent: 21.3pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -1.35pt; tab-stops: 21.3pt; text-indent: 21.3pt;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Exortação para Crescer na Oração: “Se&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;
quisermos conhecer uma pessoa não devemos perguntar o que ela faz e sim o que
ela mais ama” (Agostinho).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -1.35pt; tab-stops: 21.3pt; text-indent: 21.3pt;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -1.35pt; tab-stops: 21.3pt; text-indent: 21.3pt;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A oração inclui: &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Falar com
Deus; Prestar-lhe adoração; Apresentar-lhe
petições; Confissão de pecados;
e intercessão por outros.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A
oração deve priorizar elementos espirituais, no entanto, o que temos vivido? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -1.35pt; tab-stops: 21.3pt; text-indent: 21.3pt;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Oração consumista: Quando somente pedimos; ausência de palavras de gratidão e louvor pelos
atributos de Deus; Oração materialista: Buscando o reino material; inversão de valores: o &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;ter&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;
em lugar do &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;ser.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -1.35pt; tab-stops: 21.3pt; text-indent: 21.3pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -1.35pt; tab-stops: 21.3pt; text-indent: 21.3pt;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;JESUS: NOSSO
MAIOR EXEMPLO DE PRÁTICA DE ORAÇÃO: “Ele
se retirava para lugares solitários e orava”. Lc. 5:16. “Tendo-se levantado
alta madrugada, saiu, foi para um lugar deserto e ali orava”. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Mc. 1:35&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;. “Naqueles dias,
retirou-se para o monte, a fim de orar, e passou a noite orando a Deus”. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Lc. 6:12.&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt; “Cerca de oito dias
depois de proferidas estas palavras, tomando consigo a Pedro, João e Tiago,
subiu ao monte com o propósito de orar”. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Lc. 9: 28.&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt; “Tendo Jesus falado estas coisas, levantou os
olhos ao céu e disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que o
Filho te glorifique a ti”.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Jo. 17:1&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -1.35pt; tab-stops: 21.3pt; text-indent: 21.3pt;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -1.35pt; tab-stops: 21.3pt; text-indent: 21.3pt;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Orou ao ser batizado; Lc. 3:21. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -1.35pt; tab-stops: 21.3pt; text-indent: 21.3pt;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Orou para escolher os seus discípulos; Lc. 6:12. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -1.35pt; tab-stops: 21.3pt; text-indent: 21.3pt;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ensinou seus discípulos a orar; Mt. 6:5-15.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -1.35pt; tab-stops: 21.3pt; text-indent: 21.3pt;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ensinou-lhes a eficácia oração com fé e advertiu-lhes sobre obstáculos da
oração; Mc. 11:20-26. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -1.35pt; tab-stops: 21.3pt; text-indent: 21.3pt;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Orou do cair da tarde à quarta vigília (entre 3h e 6h da manhã); Mt.
14:23.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -1.35pt; tab-stops: 21.3pt; text-indent: 21.3pt;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Orou impondo suas mãos sobre crianças; Mt. 19:13. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -1.35pt; tab-stops: 21.3pt; text-indent: 21.3pt;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Orou na companhia de três de seus discípulos; Lc. 9:28.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -1.35pt; tab-stops: 21.3pt; text-indent: 21.3pt;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Orou intercedendo pelos discípulos do presente e do futuro; Jo. 17:20. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -1.35pt; tab-stops: 21.3pt; text-indent: 21.3pt;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Orou dando graças antes da última ceia; Lc. 22:19. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -1.35pt; tab-stops: 21.3pt; text-indent: 21.3pt;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Orou para fortalecer a fé de Pedro. Lc. 22:32.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -1.35pt; tab-stops: 21.3pt; text-indent: 21.3pt;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Orou três vezes para suportar a agonia no Getsêmani; Lc. 22:39-46.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -1.35pt; tab-stops: 21.3pt; text-indent: 21.3pt;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Orou nos últimos momentos da crucificação; Lc. 23:34.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -1.35pt; tab-stops: 21.3pt; text-indent: 21.3pt;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -1.35pt; tab-stops: 21.3pt; text-indent: 21.3pt;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Jesus, o Mestre da Oração nos dá o exemplo e nos exorta a estar em
constante comunhão com Deus para suportar as dificuldades neste século e formar
um caráter santo, firme e maduro. “Vigiai e orai!” é a sua ordem, que possamos
romper com o superficialismo espiritual no qual muitos estão mergulhados. Que
Deus nos ensine a orar como convém, que Ele nos deixe cônscios de que uma vida
cristã sem oração é uma vida medíocre, estática e frágil. A oração fortalece a
fé, por isso, “orai sem cessar”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -1.35pt; tab-stops: 21.3pt; text-indent: 21.3pt;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Pr. Alex Gadelha&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/150352659639057770-8166427254772943806?l=pralexgadelha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kJISJvC-y2L4qERwFDeJFHM_lKI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kJISJvC-y2L4qERwFDeJFHM_lKI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kJISJvC-y2L4qERwFDeJFHM_lKI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kJISJvC-y2L4qERwFDeJFHM_lKI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/bmKra/~4/JCPe8HmarPk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://pralexgadelha.blogspot.com/feeds/8166427254772943806/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=150352659639057770&amp;postID=8166427254772943806" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/8166427254772943806?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/8166427254772943806?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/bmKra/~3/JCPe8HmarPk/exortacao-para-crescer-na-oracao.html" title="EXORTAÇÃO PARA CRESCER NA ORAÇÃO" /><author><name>Alex Gadelha</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="18" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_OWQEnbHh2j0/S1pNt8KfvRI/AAAAAAAAAaw/5yS3vLofAWs/S220/Alex+peleto.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-QjBMQ1G5lfU/TkAHc2Vd6fI/AAAAAAAAAjw/9Xm7ot-vqMs/s72-c/imagesCA0LNTDC.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://pralexgadelha.blogspot.com/2011/08/exortacao-para-crescer-na-oracao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEcGRno-eyp7ImA9WhdRFEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-150352659639057770.post-6146235324844212289</id><published>2011-08-04T10:53:00.002-03:00</published><updated>2011-08-04T10:53:47.453-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-04T10:53:47.453-03:00</app:edited><title>DUAS LÓGICAS EM EFÉSIOS 4:17-24</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-xNbSPYuNxjU/TjqkRqPvv2I/AAAAAAAAAjs/yTK8cJGwY2o/s1600/dois20rumos.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-xNbSPYuNxjU/TjqkRqPvv2I/AAAAAAAAAjs/yTK8cJGwY2o/s1600/dois20rumos.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;No capítulo 04 de Efésios, além de
tratar sobre a unidade da fé e do ministério dos santos, Paulo fala da nova
vida em Cristo, listando pecados que precisam ser abandonados e virtudes que
devem ser cultivadas. No texto de Ef. 4:17-24 podemos entender duas lógicas: A
da compreensão e do comportamento que os gentios têm em relação a Deus e a que
Ele espera que desenvolvamos como novas criaturas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O apóstolo enfatiza nestes versículos
a importância do pensamento sobre assuntos espirituais, ou seja, a necessidade
de ter uma mente transformada para compreender a Deus e sua vontade. Observe as
expressões usadas por ele para contrastar a mente do velho homem e a do novo: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 21.3pt;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;A MENTE DO VELHO HOMEM:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 21.3pt;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="margin-left: 57.3pt; mso-add-space: auto; mso-list: l1 level1 lfo2; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;·&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;“Vaidade dos seus
próprios pensamentos” (v.17).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 57.3pt; mso-add-space: auto; mso-list: l1 level1 lfo2; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;·&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;“Obscurecidos de
entendimento” (v. 18a). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 57.3pt; mso-add-space: auto; mso-list: l1 level1 lfo2; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;·&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;“Alheios à vida de
Deus por causa da ignorância em que vivem” (v.18b).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 57.3pt; mso-add-space: auto; mso-list: l1 level1 lfo2; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;·&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;“Dureza do seu
coração” (v.18c).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 57.3pt; mso-add-space: auto; mso-list: l1 level1 lfo2; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;·&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;“Se corrompe segundo
as concupiscências do engano” (v. 22).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListParagraphCxSpLast" style="margin-left: 57.3pt; mso-add-space: auto; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18.0pt;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;A MENTE DO
NOVO HOMEM:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18.0pt;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;·&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;“Não foi assim (como
os gentios depravados) que aprendestes a Cristo” (v.20).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;·&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;“O tendes ouvido e
nele fostes instruídos” (v.21).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;·&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;“Vos renoveis no
espírito do vosso entendimento” (v.23)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;·&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;“O novo homem criado
segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade” (v.24).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;br /&gt;








&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;As
descrições acima mostram o foco da discussão, que é a necessidade de uma nova
compreensão em Cristo. O apóstolo ainda deixa claro que o fato dos gentios
estarem alheios à vida de Deus faz com que se tornem insensíveis, perdendo
assim &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;a razão e &lt;/b&gt;o sentimento que
alerta sobre o pecado. Esta falta de conhecimento e de sensibilidade produz um
comportamento desviante da verdade, onde os homens se entregam a perversão dos
bons costumes e cometem incontrolavelmente toda sorte de impurezas. Essa é a
lógica do pecado: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Falta de Conhecimento–&amp;gt; Insensibilidade
ao Pecado–&amp;gt; Comportamento Desviante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;Para
os novos crentes de Éfeso, Paulo afirma que se eles ouviram e assimilaram a
verdade que foi ensinada em Jesus, não deveriam seguir a lógica de pecado. A
exortação é para que os crentes arranquem de si a forma de pensar e agir do passado,
do velho homem que é corrompido pela sedução do engano. A renovação começa no
“espírito da nossa mente”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;É
a partir do conhecimento da verdade que somos revestidos do novo homem, criado
por Deus em justiça e santidade. Eis a lógica do novo homem em Cristo:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;Conhecimento
de Deus -&amp;gt; Vigilância&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;contra o Pecado
-&amp;gt; Santidade. &lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Na
conclusão do capítulo e no restante da carta podemos conferir exortações
práticas para os cristãos. Exortações que envolvem não apenas o pensamento, mas
também a boca que deve preferir a verdade e usar palavras de edificação; o temperamento
controlado; a batalha contra o diabo; as mãos que precisam trabalhar;
sentimentos saudáveis e relacionamentos uns com os outros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Duas
lógicas em Efésios 4:17-24. Qual delas você está seguindo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Pr. Alex Gadelha&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/150352659639057770-6146235324844212289?l=pralexgadelha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/H40alSGPK66BA98fC_cqjziDulM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/H40alSGPK66BA98fC_cqjziDulM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/H40alSGPK66BA98fC_cqjziDulM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/H40alSGPK66BA98fC_cqjziDulM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/bmKra/~4/0aroyNinQv8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://pralexgadelha.blogspot.com/feeds/6146235324844212289/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=150352659639057770&amp;postID=6146235324844212289" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/6146235324844212289?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/6146235324844212289?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/bmKra/~3/0aroyNinQv8/duas-logicas-em-efesios-417-24.html" title="DUAS LÓGICAS EM EFÉSIOS 4:17-24" /><author><name>Alex Gadelha</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="18" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_OWQEnbHh2j0/S1pNt8KfvRI/AAAAAAAAAaw/5yS3vLofAWs/S220/Alex+peleto.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-xNbSPYuNxjU/TjqkRqPvv2I/AAAAAAAAAjs/yTK8cJGwY2o/s72-c/dois20rumos.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://pralexgadelha.blogspot.com/2011/08/duas-logicas-em-efesios-417-24.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0cHQX88eCp7ImA9WhdRFEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-150352659639057770.post-6366244421823767297</id><published>2011-07-18T18:34:00.003-03:00</published><updated>2011-08-04T10:37:10.170-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-04T10:37:10.170-03:00</app:edited><title>Um amor que Excede a todo o Entendimento</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-OTl531PTMLI/TiSm8JmpZkI/AAAAAAAAAjk/29SBOkdf4oE/s1600/cravos+nas+maos.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://2.bp.blogspot.com/-OTl531PTMLI/TiSm8JmpZkI/AAAAAAAAAjk/29SBOkdf4oE/s200/cravos+nas+maos.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; O amor se personificou na pessoa de Jesus. Cada
palavra, cada gesto, cada ato seu, uma expressão exata e viva do amor de Deus.
“Nunca alguém foi tão odiado por amar tanto”. Ele amou leprosos, cegos, surdos,
mudos, possessos, prostitutas, fariseus, ladrões, ricos, pobres, enfim, a
todos, independente de classe, posição social ou deficiência física. É
interessante notar que seu amor não se limitava ao sentir ou desejar, incluía a
ação em favor do próximo. Quem experimentava do amor de Cristo não poderia
permanecer o mesmo. Os discípulos tiveram seus conceitos e ideias a respeito da
relação com o próximo destruídos e reconstruídos. Enquanto a lei asseverava
“olho por olho dente por dente”, Jesus pregava “não resistais aos perversos;
mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra”
(Mt.5:38, 39), a lei mandava amar ao próximo e odiar o inimigo, Ele mandou amar
os inimigos e ainda orar pelos perseguidores (Mt. 5:43, 44). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Cada traço da Pessoa de Cristo revela um sublime amor.
Todos os seus atos nos ensinam a excelência do fruto do Espírito: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;-&amp;nbsp; &lt;b&gt;Sua ira &lt;/b&gt;ante
aos cambistas e mercadores refletiu o amor que possuía pelo lugar de oração
(Jo. 2:13-22). Foi uma atitude corretiva, nunca de ódio ou crueldade. O livro
de Hebreus nos diz que “o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo o filho que
recebe” (Hb. 12:6).&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;-&amp;nbsp; &lt;b&gt;Sua equidade&lt;/b&gt;
na questão do tributo a César (Lc. 20:19-26) não objetivava desmoralizar ou
menosprezar o Império Romano. A resposta “dai a César o que é de César e a Deus
o que pertence a Deus” foi uma manifestação de amor pela justiça. Não ouviu a
voz do povo nem a do Império, porque o amor não é parcial nem se alegra com a
injustiça.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;-&amp;nbsp; &lt;b&gt;Sua
humildade&lt;/b&gt; tencionou ensinar os discípulos. Ao lavar-lhes os pés não demonstrou complexo
de inferioridade, autopiedade ou autocomiseração (Jo. 13:1-17). Queria impactar
aos aprendizes, mostrando que gestos sensíveis podem se tornar inesquecíveis e
que a humildade precisa existir em todo aquele se dispõe a seguí-lo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;-&amp;nbsp; &lt;b&gt;Sua
compaixão.&lt;/b&gt; As lágrimas diante daqueles que sofriam pela morte do amigo Lázaro
foram de amor, não fraqueza emocional ou sentimentalismo exacerbado. Chorava
porque enxergava, ouvia e sentia a&amp;nbsp; dor
alheia (Jo. 11:1-44). Trazia conforto e esperança para aqueles que sofriam
solitários a sua miséria. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;-&amp;nbsp; &lt;b&gt;A verdade&lt;/b&gt;
foi aplicada por Jesus como antídoto para a cegueira espiritual. O amor que
tinha por aqueles que viviam ignorantes à vontade de Deus o incomodava, por
isso procurava provocar nas pessoas o desejo de alcançarem a verdade por elas
mesmas. Contava-lhes parábolas e ilustrações a fim de enxergarem a luz do
Evangelho. Foi assim com Nicodemos, que era considerado mestre em Israel, mas
tinha os olhos vendados de presunção, até o momento em que experimentou do amor
de Jesus e do novo nascimento (Jo. 3).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O Messias
prometido, o Deus encarnado no homem Jesus, mandou amar ao próximo assim como
Ele nos amou. Amar não é uma opção, é um mandamento que deve ser obedecido por
todos que estão sob o suave jugo de Cristo. Ele amou de fato e de verdade, e
nós como seus discípulos precisamos fazer o mesmo. “Nisto conhecerão todos que
sois meus discípulos: se tiverdes amor uns pelos outros” (Jo. 13:35).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Pr.
Alex Gadelh&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;a&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/150352659639057770-6366244421823767297?l=pralexgadelha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/F4k3qjNPXaF3G1t4OfGvZIFpGbU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/F4k3qjNPXaF3G1t4OfGvZIFpGbU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/F4k3qjNPXaF3G1t4OfGvZIFpGbU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/F4k3qjNPXaF3G1t4OfGvZIFpGbU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/bmKra/~4/rXDS7W_JCSM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://pralexgadelha.blogspot.com/feeds/6366244421823767297/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=150352659639057770&amp;postID=6366244421823767297" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/6366244421823767297?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/6366244421823767297?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/bmKra/~3/rXDS7W_JCSM/um-amor-que-excede-todo-o-entendimento.html" title="Um amor que Excede a todo o Entendimento" /><author><name>Alex Gadelha</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="18" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_OWQEnbHh2j0/S1pNt8KfvRI/AAAAAAAAAaw/5yS3vLofAWs/S220/Alex+peleto.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-OTl531PTMLI/TiSm8JmpZkI/AAAAAAAAAjk/29SBOkdf4oE/s72-c/cravos+nas+maos.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://pralexgadelha.blogspot.com/2011/07/um-amor-que-excede-todo-o-entendimento.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUUAQH8zfSp7ImA9WhdTGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-150352659639057770.post-2471117808350950198</id><published>2011-07-11T09:04:00.007-03:00</published><updated>2011-07-17T11:34:01.185-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-17T11:34:01.185-03:00</app:edited><title>Transformando através da Verdade</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Jo. 3:1-15&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-0tb9HDUa8Uo/Thrmyx4S8FI/AAAAAAAAAjc/ukE3AtsMlgs/s1600/verdade-liberta.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="160" src="http://1.bp.blogspot.com/-0tb9HDUa8Uo/Thrmyx4S8FI/AAAAAAAAAjc/ukE3AtsMlgs/s200/verdade-liberta.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: windowtext; font-family: Verdana, sans-serif; letter-spacing: -0.5pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; “A verdade é revolucionária”
disse Antonio Gramsci. Jesus viveu este principio quando esteve entre nós
aplicando a verdade para transformar os homens. No trato com as pessoas não
usou atalhos, nem bajulação para adquirir credibilidade. O Senhor falou a
verdade de forma consistente, completa, direta e com tato. Para cada tipo de
pessoa usava uma abordagem diferente, porque as pessoas são diferentes, porém,
todas precisam ouvir a verdade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: windowtext; font-family: Verdana, sans-serif; letter-spacing: -0.5pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A Bíblia nos conta que
Nicodemos “de noite” foi ter com Jesus. Por que de noite? Porque “estava com
medo do que as pessoas pudessem dizer ou fazer, se tornasse conhecida essa
visita a Jesus. Ele foi ‘de noite’ porque não tinha fé nem coragem suficiente
para vir durante o dia”. Quando chegou a Sua presença, usou elogios e palavras
de afirmação: Chamou-o de Rabi e disse que Ele vinha do céu, da parte de Deus,
devido a sua autoridade e poder. Talvez esperasse uma atitude de reverência,
afinal era um homem importante, um dos principais dos judeus. Mas o Senhor
nunca se deixou levar por palavras ou posição social (Jo. 2:23-25). Foi direto,
falou da necessidade de um novo nascimento: “Se alguém não nascer de novo, não
pode VER o Reino de Deus” (vs. 3).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: windowtext; font-family: Verdana, sans-serif; letter-spacing: -0.5pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O fariseu indagou como poderia um homem já
velho nascer de novo? Perguntou ironicamente se era possível retornar ao ventre
materno e sair uma segunda vez. Sua fuga foi tentar limitar a verdade dita por
Jesus a dimensão material, física. Jesus estava falando de coisas espirituais
(1ª Co. 2:14) e insistiu dizendo ao religioso que precisaria nascer da água e
do Espírito para ENTRAR no Reino de Deus (vs. 5). Nicodemos estava acostumado a
ensinar, mas naquela noite, ele era o aluno. O Mestre lhe ensinou que havia
diferença entre aqueles que nascem apenas biologicamente (da carne) daqueles
que nascem espiritualmente (do Espírito). Mas tal ensinamento era estranho à
mente do fariseu, que confuso perguntou: “Como pode suceder isto?” (vs.9).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: windowtext; font-family: Verdana, sans-serif; letter-spacing: -0.5pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Jesus questionou o mestrado
de Nicodemos: “Tu és mestre em Israel e não compreendeis estas coisas?”
(vs.10). Conhecimento religioso não significa intimidade com Deus. Os fariseus
conheciam os 614 mandamentos da lei, as cerimônias, os rituais, dogmas e
tradições, no entanto, não tinham comunhão com Deus. Comportavam-se como “ateus
religiosos”, afirmavam acreditar em Deus, mas viviam como se Ele não existisse.
Jesus continuou a confrontá-lo, dizendo que se não aceitavam o seu testemunho a
respeito de coisas terrenas, como poderiam crer se falasse das celestiais? (vs.
11). Explicou ao mestre judeu que a serpente levantada no deserto era uma
figura de sua crucificação: No deserto quem olhasse para a serpente de bronze
seria curado, na cruz quem O contemplasse pela fé seria salvo (vs. 14, 15).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: windowtext; font-family: Verdana, sans-serif; letter-spacing: -0.5pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; No
decorrer do discurso, não lemos nenhuma interrupção feita por Nicodemos, ele se
calou ante aos ensinos de Jesus, que ainda falou do amor de Deus pelo mundo,
enviando o seu Filho para dar a vida em resgate dos que nele crêem (vs. 16).
Asseverou que aqueles não criam já estavam julgados (condenados) porque amaram
as trevas e rejeitaram a luz (vs. 18). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: windowtext; font-family: Verdana, sans-serif; letter-spacing: -0.5pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: windowtext; font-family: Verdana, sans-serif; letter-spacing: -0.5pt;"&gt;O texto
não revela o resultado imediato desta conversa, mas sabemos que Nicodemos
defendeu Jesus quando este foi acusado pelos principais sacerdotes e fariseus
(Jo. 7:51), foi ele quem embalsamou o corpo do Mestre com 30 quilos de mirra e
aloés (Jo. 19:39, 40). Depois daquela noite, Nicodemos não foi mais o mesmo,
Cristo revolucionou a sua vida através da verdade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: windowtext; font-family: Verdana, sans-serif; letter-spacing: -0.5pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: right;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Pr. Alex
Gadelha&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/150352659639057770-2471117808350950198?l=pralexgadelha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-lJAXqsbV6z4/ThYxAJxEIKI/AAAAAAAAAjY/iN9-4-Fk28M/s1600/Cartaz+de+alex+02.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://3.bp.blogspot.com/-lJAXqsbV6z4/ThYxAJxEIKI/AAAAAAAAAjY/iN9-4-Fk28M/s640/Cartaz+de+alex+02.jpg" width="452" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/150352659639057770-7523091282029773702?l=pralexgadelha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5REW6GJKvgdfIiSKxTmQi3feVXQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5REW6GJKvgdfIiSKxTmQi3feVXQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/bmKra/~4/e_Gu_YMSRPc" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://pralexgadelha.blogspot.com/feeds/7523091282029773702/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=150352659639057770&amp;postID=7523091282029773702" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/7523091282029773702?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/7523091282029773702?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/bmKra/~3/e_Gu_YMSRPc/blog-post.html" title="Marque na Sua Agenda!" /><author><name>Alex Gadelha</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="18" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_OWQEnbHh2j0/S1pNt8KfvRI/AAAAAAAAAaw/5yS3vLofAWs/S220/Alex+peleto.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-lJAXqsbV6z4/ThYxAJxEIKI/AAAAAAAAAjY/iN9-4-Fk28M/s72-c/Cartaz+de+alex+02.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://pralexgadelha.blogspot.com/2011/07/blog-post.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUEBQHs6fSp7ImA9WhZaFks.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-150352659639057770.post-2409587111671879381</id><published>2011-07-03T01:31:00.002-03:00</published><updated>2011-07-03T01:34:11.515-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-03T01:34:11.515-03:00</app:edited><title>Um Homem Movido de Grande Compaixão</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-sQuOU_YMSnk/Tg_v3qGYdsI/AAAAAAAAAjU/v1x_lw0WMwU/s1600/imagesb.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;o&amp;nbsp;&lt;img border="0" height="201" src="http://1.bp.blogspot.com/-sQuOU_YMSnk/Tg_v3qGYdsI/AAAAAAAAAjU/v1x_lw0WMwU/s320/imagesb.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Jo. 11:1-46&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; O que está acontecendo com a humanidade? De onde vem tanto desprezo pelo próximo, pelo solitário, o enfermo, o preso e o necessitado? Os homens estão mais insensíveis à dor alheia. E insensibilidade não é virtude, é doença da alma. O apóstolo Paulo profetizou que nos últimos dias os homens seriam egoístas, desafeiçoados, implacáveis, cruéis, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus (2ª Tm. 3:1-5). Falta compaixão, falta o compartilhar de si mesmo para aliviar o fardo dos outros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;Enquanto os religiosos de sua época gabavam-se de uma suposta santidade e pureza, Jesus mostrava-se um homem piedoso e compassivo, procurando e sendo procurado por enfermos, pobres e marginalizados. Censurava os fariseus porque estes seguiam rigorosamente a lei, mas negligenciavam os preceitos mais importantes dela: a justiça, a misericórdia e a fé (Mt.23:23; Mq. 6:8). A “misericórdia farisaica” tinha como fim o reconhecimento dos homens e isso não agrada a Deus (Mt.6:1-4). Quando Jesus curava, alimentava e consolava os que estavam em sofrimento, não pretendia atrair “popularidade”, agia assim porque tinha compaixão. Eram atos de amor e não estratégias de manipulação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;Certa vez, quando estava nas proximidades do rio Jordão, Jesus recebeu a notícia de que: “estava enfermo aquele a quem amas” (vs. 3). Referiam-se ao amigo Lázaro, irmão de Marta e Maria, na casa de quem uma vez se hospedaram (Lc. 10:38, 39). Após receber o comunicado, o Senhor ainda demorou dois dias para atendê-lo. Ora, ele bem sabia o milagre que estava a fazer. Nem chegou a Betânia, Marta saiu ao seu encontro lamentando sua ausência durante a enfermidade do irmão. Cristo a consolou dizendo: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim não morrerá, eternamente. Crês isto?” (vs. 25, 26). Marta ao ouvir isto confessou sua fé dizendo “eu tenho crido que tu és o Cristo, o Filho de Deus que devia vir ao mundo” (vs. 27). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A morte aflige a alma. Jesus sabia disto, pois em outras ocasiões consolou pessoas que pranteavam entes queridos (Lc. 7:13; 8:49-56). Diante do sentimento de perda causado pela ausência de Lázaro, O Senhor “agitou-se no espírito e comoveu-se” (vs. 33). A sua reação não ficou oculta, foi expressa através de lágrimas. A Bíblia diz claramente que Jesus chorou (vs. 35), e não foi a única vez que se registrou este fato (Lc. 19:41). A compaixão não se resume apenas no sentir ou no chorar, envolve o agir. O apóstolo Tiago escreveu: “Se um irmão ou uma irmã estiverem carecidos de roupa e necessitados do alimento cotidiano, e qualquer dentre vós lhes disser: Ide em paz, aquecei-vos e fartai-vos, sem, contudo, lhes dar o necessário para o corpo, qual é o proveito disso? (Tg. 2:15, 16). Jesus sentia, mas também agia: perguntou onde estava o corpo, mandou afastar a pedra e ressuscitou a Lázaro (vs. 34-44). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Não foi apenas a morte que causou compaixão no Mestre. A fome alheia fez com que multiplicasse os pães e os peixes (Mt. 15:32); a aflição e o cansaço do povo, o fizeram interceder junto aos discípulos (Mt. 9:36-38); o sofrimento dos doentes movia-o a cura (Mt. 4:23, 24); a condenação eterna dos homens, fez com que Jesus deixasse seu trono de glória para sacrificar-se na cruz (Rm. 5:8). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Nós, como Igreja do Senhor, não podemos nos tornar insensíveis a dor alheia. Precisamos usar de compaixão para com os que sofrem, cuidando também daqueles que ainda não conhecem o Salvador.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Pr. Alex Gadelha&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/150352659639057770-2409587111671879381?l=pralexgadelha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lf63G7aFsxjS0PmZ3tlBl_C0SrA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lf63G7aFsxjS0PmZ3tlBl_C0SrA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lf63G7aFsxjS0PmZ3tlBl_C0SrA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lf63G7aFsxjS0PmZ3tlBl_C0SrA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/bmKra/~4/LzSQu6YZFEU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://pralexgadelha.blogspot.com/feeds/2409587111671879381/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=150352659639057770&amp;postID=2409587111671879381" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/2409587111671879381?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/2409587111671879381?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/bmKra/~3/LzSQu6YZFEU/um-homem-movido-de-grande-compaixao.html" title="Um Homem Movido de Grande Compaixão" /><author><name>Alex Gadelha</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="18" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_OWQEnbHh2j0/S1pNt8KfvRI/AAAAAAAAAaw/5yS3vLofAWs/S220/Alex+peleto.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-sQuOU_YMSnk/Tg_v3qGYdsI/AAAAAAAAAjU/v1x_lw0WMwU/s72-c/imagesb.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://pralexgadelha.blogspot.com/2011/07/um-homem-movido-de-grande-compaixao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0YHQ3c7cCp7ImA9WhZbFkg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-150352659639057770.post-4949832942690076730</id><published>2011-06-21T09:23:00.003-03:00</published><updated>2011-06-21T09:25:32.908-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-21T09:25:32.908-03:00</app:edited><title>Abigail: A Pérola do Carmelo</title><content type="html">&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;1º Samuel 25&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-S5CalW6YWcI/TgCMkCyj4vI/AAAAAAAAAjQ/YGrYVSLKaNs/s1600/mount-carmel-_-monte-carmelo-_-israel.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="212" id=":current_picnik_image" src="http://4.bp.blogspot.com/-S5CalW6YWcI/TgCMkCyj4vI/AAAAAAAAAjQ/YGrYVSLKaNs/s320/mount-carmel-_-monte-carmelo-_-israel.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Monte Carmelo (Mount Carmel)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; “&lt;/b&gt;Por trás (ou ao lado) de um grande homem sempre existe uma grande mulher”. Você já deve ter ouvido essa expressão alguma vez em sua vida. Geralmente ela é usada quando se pretende elevar a auto-estima de uma mulher frente a uma conquista ou elogio ao marido. Mas, o que dizer de uma mulher virtuosa que possui um marido &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;mau&lt;/i&gt; caráter? Talvez a paixão, que é diferente do amor, pois enquanto este é um ato consciente, aquela é uma catarse emocional que emburrece e cega, foi o motivo que os uniu. Isso não significa que tudo está perdido e que o casamento será uma eterna penitência. Deus faz o impossível e é capaz de realizar o milagre de transformar um mau casamento em uma união prazerosa e edificante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A história de Abigail nos oferece oportunidades de pensar sobre a postura de uma mulher que vive com um homem mal. Ela casou-se com um mau caráter chamado Nabal. A “fonte de alegria” casou-se com a “loucura”. Provavelmente por imposição dos pais, pois na época o casamento era acertado entre as famílias e não entre os noivos. Ele era um homem com características grotescas e desprezíveis. A ambição por suas riquezas parece ter influenciado a sua personalidade de maneira que era um ser abastardamente mesquinho, duro e maligno no trato com as pessoas, fossem servos, estrangeiros ou a própria esposa. Como seria viver com um homem assim? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Abigail poderia ter escolhido ser uma esposa rebelde e contumaz, que ignorasse a vontade de seu marido e provocasse a sua vergonha diante da família e da sociedade. No entanto, o texto nos diz que era uma mulher sensata, consciente de si mesma e capaz de prever situações e atitudes acertadas nos momentos de tensão. Não é comum as pessoas agirem precedidas de reflexão. O que observamos no dia a dia são mulheres precipitadas, que somente pensam depois que falaram ou fizeram alguma “besteira”. Outras apressam o rio, não deixando as águas fluírem sozinhas. Querem resolver em curto prazo situações que exigem paciência e esforço. Existem coisas na vida, como um mau casamento, que demandam tempo para serem reparadas, ajustadas ou aperfeiçoadas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Pelas más atitudes do marido, entendemos que Abigail era uma mulher paciente, mas não acomodada. Além de formosa, a jóia do Carmelo tinha iniciativa e liderança. Quando soube da asneira de Nabal em destratar os servos do Rei e na determinação deste de matar todos do sexo masculino de sua casa, ela imediatamente juntou os servos, tomou provimentos e os enviou às ocultas. A sua coragem de acompanhar o cortejo de mantimentos também é notável. Sua humildade de se prostrar em reconhecimento da autoridade e grandeza do Rei, mostra o respeito diante de um ungido do Senhor. Ela não encobriu o mau caráter do marido, mas assumiu a culpa, intercedeu por perdão. Além de abençoar ao rei, aconselhou-o a não derramar sangue sem causa, mas permitir que Deus o vingasse de seus inimigos. &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;A delicadeza e sabedoria de Abigail quebrantaram o coração do rei, que reconheceu ter sido ela enviada por Deus para impedi-lo de vingar-se com as próprias mãos. Davi bendisse a prudência de Abigail e também a ela mesma. Recebeu os mantimentos de sua mão e a despediu em paz. O que haveria de acontecer quando o seu esposo soubesse de tal “traição”? Ela deveria contar o acontecido? Sim. Mas em um momento de lucidez. Assim, esperou o amanhecer quando passou o efeito do vinho ingerido durante o “banquete de rei” que fez para si mesmo na noite anterior. Após ouvir o acontecido pela boca de sua mulher, Nabal petrificou o coração de amargura e dez dias depois foi ferido de morte por Deus. É assim, quando se mistura álcool, mesquinhez e orgulho. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;O caráter e a beleza de Abigail conquistaram o coração de Davi, que quando soube da vingança do Senhor sobre Nabal, mandou seus servos falarem a viúva o seu desejo de tomá-la como mulher. E mais uma vez ela se apressou, dessa vez para ser esposa de um rei.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Pr. Alex Gadelha&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/150352659639057770-4949832942690076730?l=pralexgadelha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xgHS_a2uogu58cTG2kwW8ZRRo1w/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xgHS_a2uogu58cTG2kwW8ZRRo1w/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xgHS_a2uogu58cTG2kwW8ZRRo1w/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xgHS_a2uogu58cTG2kwW8ZRRo1w/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/bmKra/~4/5t9Dt-LHUOc" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://pralexgadelha.blogspot.com/feeds/4949832942690076730/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=150352659639057770&amp;postID=4949832942690076730" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/4949832942690076730?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/4949832942690076730?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/bmKra/~3/5t9Dt-LHUOc/abigail-perola-do-carmelo.html" title="Abigail: A Pérola do Carmelo" /><author><name>Alex Gadelha</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="18" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_OWQEnbHh2j0/S1pNt8KfvRI/AAAAAAAAAaw/5yS3vLofAWs/S220/Alex+peleto.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-S5CalW6YWcI/TgCMkCyj4vI/AAAAAAAAAjQ/YGrYVSLKaNs/s72-c/mount-carmel-_-monte-carmelo-_-israel.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://pralexgadelha.blogspot.com/2011/06/abigail-perola-do-carmelo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DU4BQnw-cCp7ImA9WhZbFUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-150352659639057770.post-5657822941730045634</id><published>2011-06-20T10:48:00.002-03:00</published><updated>2011-06-20T10:52:33.258-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-20T10:52:33.258-03:00</app:edited><title>Jesus: Uma Lição de Humildade</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-9XOvKNtE6o8/Tf9PmcJOZGI/AAAAAAAAAjM/aWzrahaZ0tU/s1600/Imagem1.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-9XOvKNtE6o8/Tf9PmcJOZGI/AAAAAAAAAjM/aWzrahaZ0tU/s320/Imagem1.png" width="204" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; letter-spacing: -0.5pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;João 13:1-20&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: windowtext; font-family: Verdana, sans-serif; letter-spacing: -0.5pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Humildade é o reconhecimento do valor alheio, com a recusa de se considerar superior. Considerar-se superior é tendência humana, pois o orgulho habita no coração do homem. Orgulho é um exagerado senso de consideração por si mesmo em detrimento de outrem. Surgiu nos céus quando Satanás decidiu “subir acima das mais altas nuvens e ser semelhante ao Altíssimo”&amp;nbsp; (Is.14:13, 14); também veio à Terra quando Adão e Eva cobiçaram o ser igual a Deus (Gn. 3:5). A história fala de pessoas que viveram pelo ideal da conquista, do poder e da superioridade, criaram armas de destruição, traçaram estratégias de guerra, arregimentaram soldados, instigaram guerras e travaram sangrentas batalhas pelo trono do mundo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: windowtext; font-family: Verdana, sans-serif; letter-spacing: -0.5pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;O Criador do Mundo desceu em forma de homem, o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores, veio habitar entre os súditos. Mas, não demonstrou atitude de soberania e altivez, pelo contrário, escolheu a posição de servo, pregou, ensinou e viveu a humildade. Jesus, o Filho de Deus, disse que “não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Mc. 10:45). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: windowtext; font-family: Verdana, sans-serif; letter-spacing: -0.5pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Foi na sua última refeição antes da cruz, que deixou aos discípulos um legado inesquecível, a maior lição de humildade que alguém já ensinou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: windowtext; font-family: Verdana, sans-serif; letter-spacing: -0.5pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Na noite antes da Páscoa, Jesus e os discípulos estavam reunidos no cenáculo. Era costume em Israel lavar os pés de um hóspede ilustre, tal tarefa era da responsabilidade de um criado. Mas, surpreendentemente, o próprio Jesus ergue-se da mesa, tira a sua capa, amarra ao redor de sua cintura uma toalha, deita água na bacia e ajoelhado, lava os pés dos discípulos. Esfregou o barro de seus dedos e enxugou-lhes os pés. Quem entender a grandeza desse ato terá o seu orgulho abalado e jogado por terra, pois se o Mestre e Senhor da Vida fez isso, então por que nós, frágeis criaturas, formadas do pó (Sl.103:14) teimamos em nos comportar como se fossemos superiores aos outros? Acredito que quanto mais conhecemos a Grandeza de Deus, mais tomamos consciência de nossa fragilidade, limitação e pequenez (Sl. 8:3-9). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: windowtext; font-family: Verdana, sans-serif; letter-spacing: -0.5pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; O Senhor lavou os pés dos doze discípulos, um a um. Pedro resistiu, não aceitou que seu Mestre se humilhasse aos seus pés, depois entendeu que não poderia impedi-lo; Judas, influenciado pelo diabo tinha o coração endurecido; Os irmãos Tiago e João certa vez causaram grande discussão entre os doze, porque pediram a Jesus que sentasse um a sua direita e outro a esquerda do trono. Ao verem Jesus lavando-lhes os pés, qual foi o pensamento destes ambiciosos irmãos? O Senhor já lhes tinha dito que “quem quiser tornar-se grande entre vós, seja este que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro dentre vós será servo de todos” (Mc. 10:35-45). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: windowtext; font-family: Verdana, sans-serif; letter-spacing: -0.5pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Após ter concluído, Jesus explicou-lhes o porque de sua atitude: Mesmo sendo Mestre e Senhor, agiu como servo, assim também deveriam agir os discípulos. Ele nos chama para o serviço, o reino de Deus é formado de servos. Pessoas arrogantes, insolentes e altivas de coração não suportam estes ideais. “Sem humildade, não seremos seguidores. Os orgulhosos querem ser chefes e cobiçam a posição e a influência de outros. Sem humildade, não reconheceremos nossos próprios defeitos” (Dennis Alan). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: windowtext; font-family: Verdana, sans-serif; letter-spacing: -0.5pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: windowtext; font-family: Verdana, sans-serif; letter-spacing: -0.5pt;"&gt;Com este ato, Jesus nos mostra que a humildade é uma virtude cativada por aqueles que amam a Deus. Ela liberta do cativeiro de si mesmo (egocentrismo), promove honra e felicidade na vida de quem a cultiva.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: windowtext; font-family: Verdana, sans-serif; letter-spacing: -0.5pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; letter-spacing: -0.5pt;"&gt;Pr. Alex Gadelha&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/150352659639057770-5657822941730045634?l=pralexgadelha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AOafxIZJRX6ZTZnc7MFGINw2o3Y/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AOafxIZJRX6ZTZnc7MFGINw2o3Y/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AOafxIZJRX6ZTZnc7MFGINw2o3Y/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AOafxIZJRX6ZTZnc7MFGINw2o3Y/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/bmKra/~4/6jSpqW7Qmd4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://pralexgadelha.blogspot.com/feeds/5657822941730045634/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=150352659639057770&amp;postID=5657822941730045634" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/5657822941730045634?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/5657822941730045634?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/bmKra/~3/6jSpqW7Qmd4/e-o-reconhecimento-do-valor-alheio-com.html" title="Jesus: Uma Lição de Humildade" /><author><name>Alex Gadelha</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="18" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_OWQEnbHh2j0/S1pNt8KfvRI/AAAAAAAAAaw/5yS3vLofAWs/S220/Alex+peleto.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-9XOvKNtE6o8/Tf9PmcJOZGI/AAAAAAAAAjM/aWzrahaZ0tU/s72-c/Imagem1.png" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://pralexgadelha.blogspot.com/2011/06/e-o-reconhecimento-do-valor-alheio-com.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEcBSHg9cSp7ImA9WhZbE0s.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-150352659639057770.post-2765372047713078244</id><published>2011-06-17T21:51:00.003-03:00</published><updated>2011-06-17T22:54:19.669-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-17T22:54:19.669-03:00</app:edited><title>A Justiça do Homem de Nazaré</title><content type="html">&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Lc. 20:19-26&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-VxhYC_iqET0/Tfv2iP0rIeI/AAAAAAAAAjI/5zBCKhmj_Og/s1600/1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://1.bp.blogspot.com/-VxhYC_iqET0/Tfv2iP0rIeI/AAAAAAAAAjI/5zBCKhmj_Og/s200/1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Equidade é definida como a “disposição de reconhecer igualmente o direito de cada um”. Alguém equânime é alguém que trata com honestidade, retidão, justiça, imparcialidade. Ao longo de seu ministério, Jesus foi seguido e reverenciado por figuras de grande influência e poder social, diante de tais personalidades muitos seriam tentados ao favoritismo. Mas o Senhor não buscava glória de homens e tratava a todos com reto juízo. Para Ele, o dinheiro, a aparência, a fama ou a sabedoria humana, não daria o direito a um tratamento diferenciado ou exclusivo. Durante toda a sua vida, manifestou um caráter justo, condenando o erro e exaltando a justiça. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Diariamente Jesus ensinava no templo, era observado por fariseus, escribas, herodianos e saduceus, que formavam a elite político-religiosa de Israel e ardiam em ciúmes devido a atenção e respeito que o povo lhe prestava. Eram grupos opostos, mas que estavam unidos no propósito de matar o nazareno (Lc. 19:47, 48). Para isso, armavam ciladas intelectuais, com perguntas que colocassem Jesus contra o povo e/ou contra o governo romano. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Uma destas perguntas envolveu uma mulher pega em flagrante adultério. A lei de Moisés mandava apedrejá-la, mas a Lei Romana proibia qualquer pena capital (morte) sem o consentimento do imperador. Insistiram para que Jesus opinasse sobre aquela situação: &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;“Na lei, nos mandou Moisés que tais mulheres sejam apedrejadas; tu, pois, que dizes?”&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt; (Jo. 8:5). Estavam procurando algo para terem de que o acusar, para instigar um tumulto. Jesus tranquilamente escrevia na terra com o dedo e devido a insistência dos fariseus, levantou-se e disse-lhes: &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;“Aquele que dentre vós estiver sem pecado, seja o primeiro que lhe atire a pedra”&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt; (Jo. 8:7). Sua resposta mostrou justiça e imparcialidade. Os acusadores largaram as pedras e se retiraram. A mulher foi perdoada e exortada a deixar o pecado (Jo. 8:11).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Numa outra situação estava a questão do tributo imperial, motivo de opressão, revolta e corrupção em Israel. Os seus adversários o abordaram com palavras de lisonja, chamando-o de Mestre, elevando a integridade de seu ensino e elogiando sua indiferença ante o louvor dos homens. Queriam dopar a Jesus, “massageando-lhe o ego”, tentando-o com belas palavras. Depois dos elogios, perguntaram se era lícito pagar tributo a César (Lc. 20:22). Eles armaram uma tocaia: Se a resposta fosse proibitiva: “Não é licito pagar imposto”, o povo o aclamaria como rei e seus interlocutores o acusariam de motim ou rebeldia contra Roma. Se a resposta fosse positiva, “sim, é lícito tributo a César”, seria tido como traidor da nação, odiado e desacreditado. Ele não quis obter louvor da multidão nem procurou méritos do Império, preferiu agradar a Deus com palavras justas e imparciais: &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;“Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”&lt;/i&gt;. Apenas a moeda temporal deveria ser entregue a César, isso porque a sua autoridade era concedida por Deus (Rm. 13:1-7). O eterno pertence a Deus e a Ele devemos entregar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A adoração (Mc. 12:30),&amp;nbsp; o louvor, a total obediência, a nossa existência precisam convergir para Deus, o Soberano sobre tudo e todos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Amados, somos orientados a moldar nossas atitudes e pensamentos aos de Cristo (1ª Co.11:1). Viver com equidade é viver como Jesus, sem a obsessão de agradar os outros para granjear honra (Tg. 2:1-9). É tratar com a verdade, julgar sem parcialidade e amar sem interesses próprios. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Pr. Alex Gadelha&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/150352659639057770-2765372047713078244?l=pralexgadelha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vZArgwpvTIXNqhCriTQ6yEleGXY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vZArgwpvTIXNqhCriTQ6yEleGXY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vZArgwpvTIXNqhCriTQ6yEleGXY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vZArgwpvTIXNqhCriTQ6yEleGXY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/bmKra/~4/_I1mIsVXf5w" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://pralexgadelha.blogspot.com/feeds/2765372047713078244/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=150352659639057770&amp;postID=2765372047713078244" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/2765372047713078244?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/2765372047713078244?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/bmKra/~3/_I1mIsVXf5w/justica-do-homem-de-nazare.html" title="A Justiça do Homem de Nazaré" /><author><name>Alex Gadelha</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="18" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_OWQEnbHh2j0/S1pNt8KfvRI/AAAAAAAAAaw/5yS3vLofAWs/S220/Alex+peleto.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-VxhYC_iqET0/Tfv2iP0rIeI/AAAAAAAAAjI/5zBCKhmj_Og/s72-c/1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://pralexgadelha.blogspot.com/2011/06/justica-do-homem-de-nazare.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkcFSHo7fip7ImA9WhZbFUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-150352659639057770.post-2011334457479488650</id><published>2011-06-04T13:12:00.007-03:00</published><updated>2011-06-20T10:53:39.406-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-20T10:53:39.406-03:00</app:edited><title>A Ira do Filho de Deus</title><content type="html">&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Jo. 2:13-22 &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O aspecto messiânico, a divindade e a humanidade de Jesus são questões de caráter teológico. A partir de hoje, o foco de nosso ensino estará sobre a Personalidade de Jesus. A “personalidade” consiste no modo constante e peculiar de perceber, pensar, sentir, agir e reagir de uma pessoa. Iremos analisar como o Senhor lidava com as circunstâncias que a vida lhe apresentava.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-t0mH3E3DwNU/Texxv_VG9vI/AAAAAAAAAjE/x936FCBlfMo/s1600/Imagem1.png" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="161" src="http://3.bp.blogspot.com/-t0mH3E3DwNU/Texxv_VG9vI/AAAAAAAAAjE/x936FCBlfMo/s200/Imagem1.png" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Para muitas pessoas, uma reação imprevisível de Jesus foi Sua indignação por causa do comércio encontrado no templo, quando expulsou de forma firme e decisiva os vendilhões. Naquele momento de ira Ele cometeu pecado? Será que agiu de maneira violenta? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Uma definição simples da ira aponta para &lt;i&gt;um furor breve, provocado por mal ou injúria que se quer repelir&lt;/i&gt;. Aristóteles escreveu que &lt;b&gt;“qualquer um pode irar-se, isso é fácil. Mas irar-se com a &lt;i&gt;pessoa&lt;/i&gt; certa, na &lt;i&gt;medida&lt;/i&gt; certa, na &lt;i&gt;hora &lt;/i&gt;certa, pelo &lt;i&gt;motivo&lt;/i&gt; certo e da &lt;i&gt;maneira&lt;/i&gt; certa, não é fácil”&lt;/b&gt;. A ira pensada pelo filósofo grego descreve perfeitamente a reação do Filho de Deus diante da profanação e corrupção na Casa de seu Pai (Jo. 2:16). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Antes deste acontecimento, Jesus estava em Cafarnaum e devido à proximidade da Páscoa partiu para Jerusalém com sua mãe, seus irmãos e os discípulos. Quando chegou ao templo, encontrou cambistas e mercadores assentados, trocando moedas, vendendo bois, ovelhas e pombos. O lugar de oração tornara-se uma toca de ladrões, onde comerciantes exploravam a religião e lucravam em nome de Deus. Ao ver esta cena, Jesus irou-se contra aquela situação: Fez um azorrague de cordas e expulsou a todos, tanto homens como animais; espalhou o dinheiro, derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas. Ele impediu que alguém conduzisse qualquer utensílio pelo templo e bradou: “&lt;b&gt;Não está escrito: A minha casa será chamada por todas as nações Casa de Oração? Mas vós a tendes feito covil de salteadores” &lt;/b&gt;Mc. 11:17.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Hz9VXjY_AQU/TepZBV6f38I/AAAAAAAAAi8/dJxXYGltdBQ/s1600/Vendilh%25C3%25B5es+do+Templo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="140" src="http://4.bp.blogspot.com/-Hz9VXjY_AQU/TepZBV6f38I/AAAAAAAAAi8/dJxXYGltdBQ/s200/Vendilh%25C3%25B5es+do+Templo.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Clique na imagem para ampliar&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Os mercadores fugiram espantados com a autoridade de Jesus. &lt;i&gt;“Não houve qualquer resistência, porquanto sabiam que Ele estava certo. Objeção também não houve nenhuma, pois sentiam que ele estava apenas reformando um abuso notório, que tinha sido aviltantemente permitido por amor ao lucro”&lt;/i&gt;. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent" style="margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 14.15pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Esta reação de Jesus não foi um ato de fraqueza nem descontrole. Se observarmos bem, iremos perceber em cada gesto a excelência da Sua Santidade:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent" style="margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Lucidez&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt; Ele não agiu impulsionado por paixão, nem por precipitação, mas bem sabia o que estava a fazer. Antes de purificar aquele local, contemplou a situação e fabricou um azorrague de cordas (açoite de cordas com cabo) (Jo. 2:15). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent" style="margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Zelo&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Pela obra de Deus. Não foi fanatismo terrorista. Sua ira foi provocada pelo sacrilégio que mercadores e cambistas estavam praticando. Irou-se pelo zelo do Nome daquele que ouve as orações dos homens (Jo. 2:17). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Irou-se contra o pecado&lt;/u&gt;:&lt;/b&gt; Deus ama ao pecador, mas abomina o pecado. Nessa situação Jesus não dirigiu sua ira à pessoa de cada cambista e mercador, mas condenou as suas práticas pecaminosas: desonestidade, exploração, profanação, etc.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Não guardou mágoa nem rancor&lt;/u&gt;:&lt;/b&gt; No dia após este acontecimento, Jesus estava lá, no templo, ensinando a todos e curando cegos e coxos (Mt. 21:14, 23).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O que esse acontecimento nos diz sobre Jesus? O mesmo Cristo que ama, perdoa e salva, sente indignação contra o pecado e não toma por justo aquele que usa a fé das pessoas como fonte de lucro.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O azorrague de Jesus hoje haveria de ser usado com maior frequência, pois o número de mercadores da fé multiplicou-se. E diante desse fato, precisamos aprender com Ele a nos indignar ante a exploração da sinceridade e da ignorância do povo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Pr. Alex Gadelha&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/150352659639057770-2011334457479488650?l=pralexgadelha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1huvFojtwUCCFSEe5VMrZKkAt7I/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1huvFojtwUCCFSEe5VMrZKkAt7I/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1huvFojtwUCCFSEe5VMrZKkAt7I/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1huvFojtwUCCFSEe5VMrZKkAt7I/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/bmKra/~4/eXgxxYjnyew" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://pralexgadelha.blogspot.com/feeds/2011334457479488650/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=150352659639057770&amp;postID=2011334457479488650" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/2011334457479488650?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/2011334457479488650?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/bmKra/~3/eXgxxYjnyew/ira-do-filho-de-deus.html" title="A Ira do Filho de Deus" /><author><name>Alex Gadelha</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="18" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_OWQEnbHh2j0/S1pNt8KfvRI/AAAAAAAAAaw/5yS3vLofAWs/S220/Alex+peleto.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-t0mH3E3DwNU/Texxv_VG9vI/AAAAAAAAAjE/x936FCBlfMo/s72-c/Imagem1.png" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://pralexgadelha.blogspot.com/2011/06/ira-do-filho-de-deus.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0EGRHw5eyp7ImA9WhZVF0s.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-150352659639057770.post-8736635259446564219</id><published>2011-05-30T10:19:00.001-03:00</published><updated>2011-05-30T10:20:25.223-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-30T10:20:25.223-03:00</app:edited><title>Deus Armou a Sua Tenda Entre Nós</title><content type="html">&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="font-style: italic; font-weight: bold; text-align: center; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;João 1:1-18&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-style: italic; font-weight: bold; text-align: center; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-DpViGOK1AYk/TeOZRwh2l8I/AAAAAAAAAik/Jy3I_Qn9TGU/s1600/thomas_caravaggio1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="165" src="http://2.bp.blogspot.com/-DpViGOK1AYk/TeOZRwh2l8I/AAAAAAAAAik/Jy3I_Qn9TGU/s200/thomas_caravaggio1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-style: italic; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; “O credo cristão formula a natureza de Jesus como sendo plenamente Deus e plenamente Homem. Ou seja, o Deus encarnado assumiu completamente a humanidade, tornando-se passível das mesmas limitações físicas e psicológicas comuns a todos os homens. Uma vez que estávamos separados de Deus pelo pecado, foi necessário que o próprio Deus encarnasse para que pudéssemos voltar a ter novamente comunhão com Ele. Dessa forma, a&lt;i&gt; genuinidade da divindade&lt;/i&gt; de Cristo garante a eficácia de sua obra realizada na cruz, e a&lt;i&gt; realidade de sua humanidade&lt;/i&gt; garante que sua morte é aplicável a todos os seres humanos” (Kelson Mota T. Oliveira).&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-style: italic; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; A humanidade de Jesus não é tão discutida quanto a sua divindade, mas uma ideia clara sobre este assunto se faz necessária para compreendermos a Pessoa do Filho de Deus. Enxergá-lo como um “super-homem” em um corpo supra-humano, seria incoerente com o ensino bíblico. A Bíblia é clara em mostrar que Jesus era uma pessoa plenamente humana, sujeito a todas as limitações comuns à nossa raça. O Evangelista João nos diz que “o Verbo (Jesus) se fez carne e habitou entre nós”. No original a expressão “habitou” pode ser entendida como “armou a sua tenda” como referência à presença de Deus no meio do seu povo, no Tabernáculo. O homem Jesus representava a Shekiná permanente de Deus (Ex. 40:34-38). A ideia de que Deus poderia encarnar-se em um homem, era inconcebível para os gregos e repugnante aos judeus (Jo. 5:18). No entanto, as escrituras afirmam que Jesus “subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte e morte de cruz” (Fp. 2:6-8). Sendo Deus, Ele a si mesmo se esvaziou, ou seja, “fez a si mesmo de nenhuma reputação”, abnegando sua grandeza e honra celeste, humilhando-se na forma de homem. E como tal ele:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-style: italic; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-style: italic; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - &lt;u&gt;Nasceu do ventre de uma mulher&lt;/u&gt;: (Lc. 2:6, 7); possuía genealogia (Lc. 3:23-38); viveu as mesmas fases de desenvolvimento humano, alimentando-se com sólidos e líquidos (Lc. 2:52). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-style: italic; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-style: italic; margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.25pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;-&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;Possuía Limitações Físicas&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;: fome (Mt.4:2; Mc. 11:12); sede (Jo. 19:28); cansaço (Jo. 4:6); dor (Jo. 18:22; 19:2, 3); morte (Lc. 23:46).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-style: italic; margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.25pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-style: italic; margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.25pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;-&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;Natureza Psicológica&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;: emoções (Mt. 9:36); tristeza e angústia (Mt. 26:37); alegria (Jo. 15:11); indignação (Mc. 3:5, 10:14); ira (Mt. 21:12, 13); comoção e choro (Jo. 11:33, 35, 38);&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-style: italic; margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.25pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-style: italic; margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.25pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;-&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;Caráter Intelectual&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;: Um conhecimento superior aos homens, mas voluntariamente limitado (Lc. Jo. 7:46; Mc. 13:32).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-style: italic; margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.25pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText3" style="font-style: italic; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Como podemos observar, Jesus experimentou as mesmas dores que ainda vivenciamos, foi tentado em todas as coisas, como nós somos tentados (Hb.4:15). A diferença do homem Jesus dos demais homens, além de seu nascimento virginal, foi a sua vida sem pecado (2 Pe.2:22). Enquanto somos descendentes do pecado de Adão e Eva, Jesus nasceu, viveu, morreu e ressuscitou sem pecado. Como seria conviver com um homem que não pecava? Com certeza a sua pureza denunciaria a nossa impureza, os seus atos ensinariam a humildade, o amor a Deus e ao próximo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="font-style: italic; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i style="font-style: normal;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Pr. Alex Gadelha&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; text-align: center; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/150352659639057770-8736635259446564219?l=pralexgadelha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eVDl5e-AS3O_c3V6iB9KroNSqXw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eVDl5e-AS3O_c3V6iB9KroNSqXw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eVDl5e-AS3O_c3V6iB9KroNSqXw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eVDl5e-AS3O_c3V6iB9KroNSqXw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/bmKra/~4/z7lhCkPilQg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://pralexgadelha.blogspot.com/feeds/8736635259446564219/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=150352659639057770&amp;postID=8736635259446564219" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/8736635259446564219?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/8736635259446564219?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/bmKra/~3/z7lhCkPilQg/deus-armou-sua-tenda-entre-nos.html" title="Deus Armou a Sua Tenda Entre Nós" /><author><name>Alex Gadelha</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="18" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_OWQEnbHh2j0/S1pNt8KfvRI/AAAAAAAAAaw/5yS3vLofAWs/S220/Alex+peleto.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-DpViGOK1AYk/TeOZRwh2l8I/AAAAAAAAAik/Jy3I_Qn9TGU/s72-c/thomas_caravaggio1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://pralexgadelha.blogspot.com/2011/05/deus-armou-sua-tenda-entre-nos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUQBQX0-cSp7ImA9WhZVE08.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-150352659639057770.post-5310259592797668113</id><published>2011-05-22T23:09:00.004-03:00</published><updated>2011-05-25T08:35:50.359-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-25T08:35:50.359-03:00</app:edited><title>Jesus é Deus?</title><content type="html">&lt;div align="center" class="MsoBodyText2" style="text-align: center; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;Mc. 8:27-30&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText2" style="text-align: center; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Uma idéia correta sobre a Pessoa de Jesus é determinante para a salvação da alma de um homem. Não basta apenas ser sincero, é necessário ter uma visão coerente com a Verdade revelada na Bíblia. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;b&gt;“Quem dizem os homens que sou eu?”&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-a0P6y3Ob7lY/TdnBgdyB9WI/AAAAAAAAAig/yEk3lXxP0zg/s1600/jesus-nome-sobre-todo-nome_1096_1024x768.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="110" src="http://2.bp.blogspot.com/-a0P6y3Ob7lY/TdnBgdyB9WI/AAAAAAAAAig/yEk3lXxP0zg/s200/jesus-nome-sobre-todo-nome_1096_1024x768.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Jesus perguntou a seus discípulos que opinião as multidões tinham a respeito dele. Alguns o viam como João Batista, outros como Elias e ainda outros como algum dos profetas. Não conseguiam enxergar a excelência da Pessoa a quem seguiam e o comparavam a homens fiéis a Deus, mas limitados e impossibilitados de salvarem o mundo. Depois de ouvir a opinião das multidões, o Senhor se dirigiu novamente aos discípulos e perguntou-lhes: &lt;b&gt;“Mas vós, quem dizeis que eu sou?” &lt;/b&gt;Qual era a opinião deles sobre Jesus? Pedro respondeu: &lt;b&gt;“És o Cristo de Deus”. &lt;/b&gt;Talvez&amp;nbsp;Ele não compreendesse plenamente a dimensão de sua afirmação. Afirmar que Jesus era o Cristo, era dizer que o próprio Deus, Criador de todas as coisas e Soberano sobre todos, estava entre os homens&lt;b&gt;. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText2" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;“O Eterno habitando entre os mortais, o Santo vivendo entre os pecadores, o Rei dos reis tornando-se servo dos servos, o Criador tomando a forma de criatura”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText2" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;Jesus não era apenas um homem extraordinário ou mais um “enviado de Deus”. Ele era o próprio Deus, que em forma humana veio sacrificar-se para salvar a humanidade pecadora. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Como sabemos que Jesus é Deus?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="margin-left: 0cm; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;-&lt;span style="font: 7pt 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;As Escrituras registram que Jesus era consciente de Sua divindade: Jo. 8:24, 58 – Ex. 3:14; Jo. 5:18; Jo. 10:30, 33; Jo. 14:8-11. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="margin-left: 0cm; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="margin-left: 0cm; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;-&lt;span style="font: 7pt 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O Senhor recebeu adoração de seus seguidores e somente Deus pode ser adorado: Mt. 4:10, 14:33, 28:9. Ap. 19:10&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="margin-left: 0cm; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="margin-left: 0cm; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;-&lt;span style="font: 7pt 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Foi chamado de Senhor e Deus: Jo. 20:28. Hb. 1:8, 2ª Pe. 1:1. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="margin-left: 0cm; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="margin-left: 0cm; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;-&lt;span style="font: 7pt 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;As profecias apontavam para a presença de Deus entre os homens: Mt. 1:23; Is. 9:6; Mq. 5:2; Zc. 12: 1,10. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="margin-left: 0cm; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="margin-left: 0cm; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;-&lt;span style="font: 7pt 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Os autores inspirados das epístolas também confirmam sua Divindade: Cl. 2:9. Rm. 9:5. Hb. 1:3. 1ª Jo. 5:20.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Se a fé for colocada num Jesus que não é o Deus da Bíblia, ela se torna inútil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="text-indent: 18pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText2" style="text-align: center; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;&lt;b&gt;“O poder da fé não reside no ato da crença, mas no seu objeto; uma grande fé em uma coisa falsa é o mesmo que fé em nada”&lt;/b&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoBodyText2" style="text-align: center; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;Devemos&amp;nbsp;nos esforçar em crescer no conhecimento da Bíblia e do Senhor Jesus Cristo. Falsos apóstolos, pastores e profetas têm espalhado heresias, distorcendo a verdade sobre Jesus. O apóstolo Paulo nos adverte: &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;“se alguém vos prega evangelho que vá além daquele que recebeste, seja anátema”&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt; (Gl. 1:9). Conseguiremos distinguir o Verdadeiro Jesus dos falsos cristos, se procurarmos crescer no Seu conhecimento e na sua graça.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia,'Times New Roman',serif;"&gt;Pr. Alex Gadelha&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/150352659639057770-5310259592797668113?l=pralexgadelha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z-G78spMXABwr1ZXt0yd_Di-m5E/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z-G78spMXABwr1ZXt0yd_Di-m5E/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z-G78spMXABwr1ZXt0yd_Di-m5E/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z-G78spMXABwr1ZXt0yd_Di-m5E/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/bmKra/~4/WibT5LmmhYc" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://pralexgadelha.blogspot.com/feeds/5310259592797668113/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=150352659639057770&amp;postID=5310259592797668113" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/5310259592797668113?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/5310259592797668113?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/bmKra/~3/WibT5LmmhYc/jesus-deus-ou-um-homem-extraordinario.html" title="Jesus é Deus?" /><author><name>Alex Gadelha</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="18" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_OWQEnbHh2j0/S1pNt8KfvRI/AAAAAAAAAaw/5yS3vLofAWs/S220/Alex+peleto.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-a0P6y3Ob7lY/TdnBgdyB9WI/AAAAAAAAAig/yEk3lXxP0zg/s72-c/jesus-nome-sobre-todo-nome_1096_1024x768.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://pralexgadelha.blogspot.com/2011/05/jesus-deus-ou-um-homem-extraordinario.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUYNRn8yeCp7ImA9WhZVE08.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-150352659639057770.post-4284980444110199688</id><published>2011-05-19T10:00:00.003-03:00</published><updated>2011-05-25T08:33:17.190-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-25T08:33:17.190-03:00</app:edited><title>Como Conhecer a Jesus?</title><content type="html">﻿ &lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-S3dFck8nBvA/TdfZRfb7xZI/AAAAAAAAAic/kpbqP0I4VDQ/s1600/quem-foi-jesus-da-galileia4-jp.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-S3dFck8nBvA/TdfZRfb7xZI/AAAAAAAAAic/kpbqP0I4VDQ/s200/quem-foi-jesus-da-galileia4-jp.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;﻿ &lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sobre a imagem de Jesus existem diferentes opiniões. Diversas esculturas, estátuas e telas&amp;nbsp;tentam retratar o aspecto físico do Salvador. Mas, esta imagem que está nos quadros, livros e altares, é verdadeiramente a de Jesus&amp;nbsp;Cristo? Acredito que não. E&amp;nbsp; não ter uma imagem física do meu Senhor&amp;nbsp;não vai&amp;nbsp;abalar a minha&amp;nbsp;fé. Ele mesmo disse: “Bem-aventurados os que não viram e creram” (Jo. 20:29).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O desejo de todo cristão deve ser&amp;nbsp;o de conhecer o caráter de Jesus e seus ensinamentos e não simplesmente a sua aparência. Conhecer para confiar, para se entregar, para imitar, para amá-lo. Muitos dos profetas almejaram ter ouvido a doutrina e gozarem da dispensação de sua graça: “Pois em verdade vos digo-vos que muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes e não viram; e ouvir o que ouvis e não ouviram” (Mt. 13:17). O Messias foi esperado ansiosamente pelos judeus, viviam numa expectativa constante, a ponto de questionarem se João Batista era o Cristo (Lc. 3:15). Vejam as reações de Simeão (Lc. 2:25-33), João Batista (Jo. 1:29-34), Pedro (Lc. 5:8-11), da mulher samaritana (Jo. 4:25-30), de Marta (Jo. 11:27) e das multidões ((Jo. 6:14, 12:13, 14) ante as palavras e obras de Jesus, elas revelam a expectativa messiânica que dominava o coração daquele povo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As profecias apontavam para um homem chamado de “Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz,” (Is. 9:6), era o Cristo, o Filho do Deus Vivo, o Deus conosco, e todos queriam ouvi-lo, falar com ele, tocar em suas vestes. Mas Jesus bem sabia que muitos dos que o seguiam não compreendiam o significado de sua vinda e nem a sua missão. Existia uma imagem deturpada do Messias, propagada pelos religiosos de sua época. Esperavam um rei poderoso, nascido em berço de ouro, vestido em manto púrpura, coroa de ouro e cetro de ferro. Um filho de carpinteiro, nascido numa manjedoura, em uma cidade pobre como Belém e que afirmava “não ter onde reclinar a cabeça”, não passava pelos critérios estabelecidos pela interpretação que os escribas faziam das profecias messiânicas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Hoje podemos perceber várias visões distorcidas&amp;nbsp; respeito da Pessoa de Jesus:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Os “Testemunhas de Jeová” o consideram como um simples homem, “equivalente à Adão”;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Para o mormonismo Ele é um dos irmãos de Satanás, apenas um deus que existia em um mundo anterior a este;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Os neopentecostais vêem Jesus com um olhar capitalista e um meio de barganha,&amp;nbsp;alguém que pode solucionar todos os problemas materiais;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - O islamismo tem-no como “um de seus profetas”;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Para o espiritismo é um espírito iluminado, e a lista de interpretações é imensa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Diante de tantas posições à respeito de Jesus, como posso conhecer o Verdadeiro? O que deixou para nos guiar até Ele? “Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim” (Jo. 5:39), “Estes (sinais) foram registrados para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome” (Jo: 20:31). O salmista também no dá a resposta: “Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e luz para os meus caminhos” (119:105). A resposta está na Bíblia, é ela quem nos revela a verdadeira identidade de Cristo. Não podemos substituir as palavras inspiradas por Jesus&amp;nbsp;por tradições humanas&amp;nbsp;(Mt. 15:6), emoções (Jr. 17:9) ou vãs filosofias (Cl. 2:8). Estas&amp;nbsp;coisas&amp;nbsp;afastam o homem do Deus único e verdadeiro, enquanto que as palavras inspiradas esclarecem o nosso entendimento e nos conduzem a uma visão correta do Filho de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Queres conhecer a verdadeira face de Jesus? Estude a Bíblia, rogue pelo auxílio do Espírito Santo e viva a vida abundante daqueles que são servos e&amp;nbsp;amigos do Senhor Jesus.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;Pr. Alex Gadelha&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/150352659639057770-4284980444110199688?l=pralexgadelha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/q-IQxERYgdDm8kwYpOi0r90N_lc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/q-IQxERYgdDm8kwYpOi0r90N_lc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/q-IQxERYgdDm8kwYpOi0r90N_lc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/q-IQxERYgdDm8kwYpOi0r90N_lc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/bmKra/~4/ch--AvN3HFA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://pralexgadelha.blogspot.com/feeds/4284980444110199688/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=150352659639057770&amp;postID=4284980444110199688" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/4284980444110199688?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/4284980444110199688?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/bmKra/~3/ch--AvN3HFA/como-conhecer-jesus.html" title="Como Conhecer a Jesus?" /><author><name>Alex Gadelha</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="18" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_OWQEnbHh2j0/S1pNt8KfvRI/AAAAAAAAAaw/5yS3vLofAWs/S220/Alex+peleto.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-S3dFck8nBvA/TdfZRfb7xZI/AAAAAAAAAic/kpbqP0I4VDQ/s72-c/quem-foi-jesus-da-galileia4-jp.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://pralexgadelha.blogspot.com/2011/05/como-conhecer-jesus.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DU8NSHo4fyp7ImA9WhZQF0k.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-150352659639057770.post-3441508307938827738</id><published>2011-04-25T13:00:00.002-03:00</published><updated>2011-04-25T13:11:39.437-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-25T13:11:39.437-03:00</app:edited><title>Jeremias: A teimosia de um povo, o castigo e a misericórdia de Deus</title><content type="html">&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-right: -.05pt; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Jeremias 1:1-10&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-right: -.05pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -.05pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-c4NU1G3f6ro/TbWbgfd12II/AAAAAAAAAiQ/FvFLLA95v4A/s1600/jeremias.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-c4NU1G3f6ro/TbWbgfd12II/AAAAAAAAAiQ/FvFLLA95v4A/s200/jeremias.jpg" width="145" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Jeremias era filho do sacerdote Hilquias, de Anatote, uma cidade levítica a 5 km de Jerusalém. Iniciou o seu ministério profético ainda jovem, entre os anos 650 e 645 a.C., durante o favorável reinado de Josias, um dos “bons” de Judá. Entre os 19 e 24 anos de idade, recebeu o chamado de Deus para pregar contra a teimosia do povo judeu, avisar o castigo pelas mãos de nações pagãs e convocá-lo ao arrependimento. Devido ao sofrimento e as lágrimas por Jerusalém, ficou conhecido como “o profeta chorão”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -.05pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A TEIMOSIA DO POVO&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -.05pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;No princípio de sua pregação, a nação de Judá estava submetida ao império Assírio, que em menos de um século foi destruído pelas forças babilônicas. Durante a subjugação a estes dois reinos, o povo abandonou ao Senhor para servir a outros deuses e ainda andaram em conformidade com suas práticas abomináveis:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -.05pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- &lt;b&gt;Adultério/traição: &lt;/b&gt;“Todos eles são adúlteros, um bando de traidores” Jr. 9:2;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -.05pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- &lt;b&gt;Mentira&lt;/b&gt;: “Curvam a língua como se fosse um arco, para a mentira” Jr. 9:3a;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -.05pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- &lt;b&gt;Malícia&lt;/b&gt;: “Avançam de malícia em malícia e não me conhecem, diz o Senhor” Jr. 9:3b;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -.05pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- &lt;b&gt;Engano/Calúnia:&lt;/b&gt; “Todo irmão não faz mais do que enganar, todo amigo anda caluniando” Jr. 9:4;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -.05pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- &lt;b&gt;Zombaria: &lt;/b&gt;“Cada um zomba do próximo, e não falam a verdade; ensinam a sua língua a proferir mentiras; cansam-se de praticar a iniqüidade” Jr. 9:5;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -.05pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- &lt;b&gt;Falsidade: &lt;/b&gt;“Vivem no meio da falsidade; pela falsidade recusam conhecer-me, diz o Senhor”. Jr. 9:6.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -.05pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- &lt;b&gt;Quebraram a aliança&lt;/b&gt;: “Tornaram às maldades de seus primeiros pais, que recusaram ouvir as minhas palavras; andaram eles após outros deuses para os servir; a casa de Israel e a casa de Judá violaram a minha aliança, que eu fizera com seus pais” Jr. 11:10.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -.05pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O CASTIGO&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -.05pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O Senhor mandou proclamar que o Império Neobabilônico viria e assolaria o povo, numa cena de guerra, violência, assassinatos, fome, opressão e destruição: “Pois eis que convoco todas as tribos dos reinos do Norte, diz o Senhor; e virão, e cada reino porá o seu trono à entrada das portas de Jerusalém e contra todos os seus muros em redor e contra todas as cidades de Judá” Jr. 1:15. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -.05pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Apesar do pronunciamento desta catástrofe, o coração dos israelitas permaneceu infiel. Diante de tanta teimosia, Jeremias parece desacreditar da conversão deles: “Este povo é de coração rebelde e contumaz” Jr. 5:23; “O meu povo não conhece o juízo o Senhor” Jr. 8:7; “O pecado de Judá está escrito com um ponteiro de ferro e com diamante pontiagudo” Jr. 17:1.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -.05pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A MISERICÓRIDA DE DEUS&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -.05pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em meio a um discurso ríspido e reprovador, o profeta também revela a fidelidade de Deus para consigo mesmo (2ª Tm. 2:13). Jeremias edifica e planta sementes de esperança, profetizando um futuro glorioso aos que regressam para Deus (Jr. 33). Mesmo diante de circunstâncias angustiantes, ele exorta os seus concidadãos a manterem firme a confiança no Senhor e na sua misericórdia. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: -.05pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Uma das promessas da compaixão do Senhor foi a substituição da aliança registrada em pedras para uma nova, inscrita no coração (Jr. 31:33). Tal aliança está em vigor e é feita ao depositarmos toda nossa confiança no sacrifício do Redentor. O pacto é feito pela fé em Jesus, o registro no coração é função do Espírito Santo. E qualquer que se arrepende, entregando a vida ao Senhor pode fazer parte deste concerto. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Pr. Alex Gadelha&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/150352659639057770-3441508307938827738?l=pralexgadelha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/u_V-YCzHGyz1g5RyP1H_pe-5SyY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/u_V-YCzHGyz1g5RyP1H_pe-5SyY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/u_V-YCzHGyz1g5RyP1H_pe-5SyY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/u_V-YCzHGyz1g5RyP1H_pe-5SyY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/bmKra/~4/ls6pv4HtdOM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://pralexgadelha.blogspot.com/feeds/3441508307938827738/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=150352659639057770&amp;postID=3441508307938827738" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/3441508307938827738?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/3441508307938827738?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/bmKra/~3/ls6pv4HtdOM/jeremias-teimosia-de-um-povo-o-castigo.html" title="Jeremias: A teimosia de um povo, o castigo e a misericórdia de Deus" /><author><name>Alex Gadelha</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="18" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_OWQEnbHh2j0/S1pNt8KfvRI/AAAAAAAAAaw/5yS3vLofAWs/S220/Alex+peleto.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-c4NU1G3f6ro/TbWbgfd12II/AAAAAAAAAiQ/FvFLLA95v4A/s72-c/jeremias.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://pralexgadelha.blogspot.com/2011/04/jeremias-teimosia-de-um-povo-o-castigo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DU8BQngyeSp7ImA9WhZQF0k.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-150352659639057770.post-2085477934747749425</id><published>2011-03-24T10:53:00.001-03:00</published><updated>2011-04-25T13:10:53.691-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-25T13:10:53.691-03:00</app:edited><title>Cristo é o Centro de sua Vida?</title><content type="html">&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-TSc3yXvTuvw/TbWc-aRTsOI/AAAAAAAAAiU/f46Y0icb5zM/s1600/cruz-3.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-TSc3yXvTuvw/TbWc-aRTsOI/AAAAAAAAAiU/f46Y0icb5zM/s200/cruz-3.jpg" width="160" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;anjo Gabriel apareceu a uma jovem judia chamada Maria, noiva de José, descendente de Davi. Anunciou-lhe que iria dar à luz a um filho, a quem chamaria pelo nome de Jesus, o Filho de Deus e Salvador do mundo. O menino nasceu em uma manjedoura na cidade de Belém, viveu sua infância em Nazaré, cresceu em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e dos homens. Aos trinta anos de idade foi batizado nas águas do rio Jordão pelo profeta João Batista. Iniciava ali uma vida de prodígios, milagres e uma pregação que ia de encontro ao coração dos pecadores. Manso e humilde, falava sobre o reino dos céus, o arrependimento, a fé, o amor a Deus e ao próximo. Após três anos caminhando por várias regiões da Palestina, encontrou-se na cidade de Jerusalém, onde foi traído, perseguido, acusado e condenado injustamente. O governador da província, Pôncio Pilatos, atendeu ao clamor do povo que gritava: Crucifica-o! Crucifica-o! E Jesus foi preso, espancado, humilhado e crucificado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Puseram seu corpo em um túmulo comprado por José de Arimatéia, um seguidor em secreto. Três dias após a sua morte, algumas mulheres foram ao sepulcro a fim de embalsamarem ao corpo. Ali chegando, tiveram uma grande surpresa: O corpo tinha desaparecido! Anjos lhes apareceram e disseram&lt;b&gt;: “Porque buscais entre os mortos o que vive? Ele não está aqui, mas ressuscitou”&lt;/b&gt;. Ele estava vivo! Ressurreto de entre os mortos! Depois disto, permaneceu quarenta dias na presença dos homens. Foi visto por mais de quinhentas pessoas, até que em Betânia, uma aldeia próxima a Jerusalém, foi elevado as alturas, à vista de todos que estavam ali. Ordenou-lhes a pregação do evangelho, até o seu tão esperado retorno. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; A história de Jesus é a mais bela história da humanidade. Muitos se emocionam ao ler, ouvir ou assistir a encenação de sua vida. Mas o problema é que poucos entendem o quanto Cristo é necessário para a humanidade. Sem Jesus, todos estaríamos condenados ao inferno eterno de dor, trevas e separação de Deus. Se Ele não pagasse com o próprio sangue o preço da condenação, não existiria chance alguma de salvação. Por isso, precisamos entender que conhecer sua vida, admirar sua história e sua mensagem somente torna-se significativo quando o confessamos como Senhor e Deus. Ele requer um compromisso sério, que implica em obediência e temor por toda a vida. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Não é de agora que as pessoas gostam de ouvir falar sobre Deus, mas não o obedecem. No livro de Ezequiel há um exemplo curioso: &lt;i&gt;O povo buscava ao profeta porque se agradava da forma como a mensagem era transmitida&lt;/i&gt;. Professavam amor, mas o coração só ambicionava o lucro. Deus disse a Ezequiel: &lt;b&gt;“... tu és para eles como quem canta canções de amor, que tem voz suave e tange bem; porque ouvem as tuas palavras, mas não as põe por obra”&lt;/b&gt; (33:30-33). O teor da profecia era de desolação e espanto, anunciava a proximidade do cativeiro babilônico, mas o povo não se importava. Este fato descreve a situação de muitos hoje, que escutam a mensagem do Evangelho por conveniência, mas não se preocupam, não ficam com os seus corações compungidos ou contritos devido ao pecado. São insensíveis espiritualmente e por essa insensibilidade hão de prestar contas a Deus.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Cristo precisa ser relevante na vida daquele que o confessa como Senhor. O discurso &lt;b&gt;“tornai-vos praticantes da Palavra e não somente ouvintes”&lt;/b&gt; será encarado com seriedade por aqueles que entendem não pertencerem a si mesmos, que tomaram a sua cruz e têm como projeto de vida imitar ao seu Mestre. A importância de Jesus e de seus ensinamentos não pode ser vista como contos de fadas, gibis ou ficções, que não exigem nenhum compromisso do leitor. Espera-se obediência daqueles que ouvem as palavras de Cristo (Lc. 6:46-49). Ele pode transformar a vida de qualquer um que o reconhece como imprescindível para o seu existir. O apóstolo Paulo considerou, viveu com dedicação e fervor pelo Seu Reino, experimentou a graça de Deus e terminou seus dias realizado, por ter combatido o bom combate, completado a carreira e guardado a fé (2ª Tm. 4:7). Afirmações como: &lt;b&gt;“Para mim o viver é Cristo”&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;“Já estou crucificado com Cristo”&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;“Cristo vive em mim”&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;“vivo pela fé no filho de Deus”&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;“tudo faço por causa do Evangelho”&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;“trago no corpo as marcas de Cristo”&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;“Sede meus imitadores como eu sou de Cristo” &lt;/b&gt;expressam o quanto Jesus era relevante para ele, a razão do seu viver. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Cristo precisa ser o centro na vida daquele que o assume como Senhor e Salvador. No lar, na escola ou no trabalho, em público ou na privacidade, entre irmãos ou entre amigos, devemos ter uma postura santa, que reflita os seus pensamentos, palavras e amor.&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 8pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="tab-stops: 1.0cm; text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;Pr. Alex Gadelha&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 4pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/150352659639057770-2085477934747749425?l=pralexgadelha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QY3S96aQQTjK9xZ7M_w9kvGRGBM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QY3S96aQQTjK9xZ7M_w9kvGRGBM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QY3S96aQQTjK9xZ7M_w9kvGRGBM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QY3S96aQQTjK9xZ7M_w9kvGRGBM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/bmKra/~4/rF9v3MFUryA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://pralexgadelha.blogspot.com/feeds/2085477934747749425/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=150352659639057770&amp;postID=2085477934747749425" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/2085477934747749425?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/150352659639057770/posts/default/2085477934747749425?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/bmKra/~3/rF9v3MFUryA/cristo-e-o-centro-de-sua-vida.html" title="Cristo é o Centro de sua Vida?" /><author><name>Alex Gadelha</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="18" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_OWQEnbHh2j0/S1pNt8KfvRI/AAAAAAAAAaw/5yS3vLofAWs/S220/Alex+peleto.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-TSc3yXvTuvw/TbWc-aRTsOI/AAAAAAAAAiU/f46Y0icb5zM/s72-c/cruz-3.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://pralexgadelha.blogspot.com/2011/03/cristo-e-o-centro-de-sua-vida.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ck4MQH0zeyp7ImA9Wx9aGEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-150352659639057770.post-1620251264938664073</id><published>2011-03-11T21:38:00.002-03:00</published><updated>2011-03-11T21:49:41.383-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-03-11T21:49:41.383-03:00</app:edited><title>Meditar</title><content type="html">&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 27pt;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-FQ_inApnfIU/TXrBnTh1mbI/AAAAAAAAAiM/TfjeVOoOP8Q/s1600/3995689.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="147" src="https://lh5.googleusercontent.com/-FQ_inApnfIU/TXrBnTh1mbI/AAAAAAAAAiM/TfjeVOoOP8Q/s200/3995689.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, serif;"&gt;O dicionário apresenta três definições para o verbo &lt;i&gt;meditar:&lt;/i&gt; 1ª. Submeter a exame interior; ponderar; 2ª. Estudar, considerar, refletir; 3ª. Concentrar intensamente o espírito em algo, pensar. Assim, um &lt;i&gt;“meditabundo” (palavra esquisita!)&lt;/i&gt; é alguém que medita profundamente; pensativo, meditativo. &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 27pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, serif;"&gt;Aprecio a 3ª definição, pois coloca a meditação como sendo algo intenso realizado no íntimo. E, sobretudo, porque a Bíblia ensina que a meditação ocorre no coração, é uma investigação no recôndito de nossa vontade, emoção e pensamento. Por isso, o conteúdo daquilo que internalizamos somente Deus e nós mesmos sabemos. Aliás, pecamos quando gastamos nossos pensamentos com pornografias, invejas e estratégias de engano. O rei Davi, em um de seus vários momentos de meditação, expressou nos seus salmos o desejo de que as palavras dos seus lábios e o meditar do seu coração fossem agradáveis na presença de Deus (Sl. 19:14 e 104:34). A discreta Maria, mãe do homem Jesus, após ouvir o que os pastores falaram acerca do seu filho, “guardava todas as palavras, meditando-as no coração” (Lc. 2:19). Por esses dois exemplos, posso entender que o homem e a mulher temente a Deus zelam até pela sua consciência (Fl.4:8; Cl. 3:2).&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 27pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, serif;"&gt;Vários são os objetos de contemplação do homem. A beleza de um corpo atlético, a sofisticação de um carro, a arquitetura de uma casa, a profundidade de um texto ou a sutileza de uma poesia. Muitas coisas nos fazem fixar o olhar e a mente nelas. O que determina a atração dos nossos sentidos e pensamentos é o valor que agregamos àquilo que contemplamos. Se sou materialista, tudo que reflete luxo me seduz; se hedonista, para àquilo que dá prazer irá o meu devaneio; Se avarento, presto culto ao dinheiro. Concluímos então que as pessoas se concentram naquilo que mais valorizam. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 27pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, serif;"&gt;Os salmos são expressões originadas da contemplação de homens que amavam a Deus sobre todas as coisas e com Ele ocupavam a mente. Quais eram os objetos de meditação dos salmistas? As leis, os decretos, mandamentos, preceitos, testemunhos, conselhos, em suma, a Palavra de Deus. Esses homens de fé se debruçavam no meditar da Palavra, eles ansiavam a alvorada para examinarem as Escrituras (Sl. 119:148). Aprenderam Quem é Deus, a Sua vontade e Poder. Gozaram da transformação que o meditar na sabedoria Divina efetua. Não apenas a meditação na Palavra fazia esses homens desvanecerem de contentamento, também a criação (Sl. 8:3,4), a Majestade e os feitos históricos do EU SOU queimavam suas consciências. Deus era o Senhor também de seus pensamentos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 27pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, serif;"&gt;O resultado de uma vida meditativa é um caráter maduro, sereno e espiritualmente sensível. É prosperidade e sucesso como foi dito a Josué (Js.1:8); é bem-aventurança (Sl. 1:1,2); é júbilo (Sl. 63:5, 6); é uma compreensão que ultrapassar a dos mestres (Sl. 119:99). Sabendo de tudo isso, vale aplicar em nossa vida a exortação de Paulo a Timóteo: “Medita estas cousas e nelas sê diligente, para que o teu professo a todos seja manifesto” (1ª Tm. 4:14). &lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right; text-indent: 27pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, serif; font-size: 10pt;"&gt;Pr. Alex Gadelha&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/150352659639057770-1620251264938664073?l=pralexgadelha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Se pudesse começar tudo de novo, quais oportunidades abraçaria e quais escolhas faria diferente? Muitos de nós teríamos uma imensa lista de boas oportunidades que deixamos escapar e de más ações que poderíamos evitar. Mas como não existem máquinas do tempo, não há como voltar ao passado e viver tudo de novo. Porém, &amp;nbsp;algo melhor pode ser feito. É que&amp;nbsp;&lt;u&gt;podemos construir no presente um futuro incomparavelmente melhor do que o passado&lt;/u&gt;. E nesta construção, os erros de outrora devem nos servir apenas como referência daquilo a ser evitado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="text-align: justify; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;O segredo para se construir um presente seguro e um futuro sem mácula está no fundamento, naquilo que nos serve de motivação ou base de ações. Sentimentos de culpa, rancor e raiva, medo, ambição por riquezas ou a necessidade da aprovação alheia são alicerces frágeis que cedo ou tarde vão desmoronar sob nossos pés. Não é prudente construir sobre a areia, nem é sábio dizer que “os dias passados foram melhores do que estes” (Ec. 7:10, Mt.7:24-29). A mais excelente pedra de sustentação que podemos escolher é o amor e devoção a Jesus Cristo. Ele é uma fonte que jorra para a vida eterna, o mais potente gerador de mudanças. NEle podemos superar traumas e deslizes, pois é “um especialista em dar às pessoas um novo começo”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="text-align: justify; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Diferente do homem, Deus é um ser que exerce misericórdia em abundância. Enquanto somos tendenciosos a tratar os erros dos outros com intensa crueldade, o Senhor é rico em perdoar e atua para libertar nossa consciência, livrando-nos da culpa, cobrindo iniqüidades e lançando no mar do esquecimento os nossos pecados (Sl. 32). Jesus exprimiu o seu intenso desejo de dar as pessoas uma nova chance para recomeçar de forma correta, da maneira que agrada ao Pai. Durante o seu percurso na terra encontrou pessoas feridas por si mesmos, pelas circunstâncias e pela sociedade em que viviam. Foram adúlteros, ladrões, prostitutas, beberrões, viúvas, órfãos, endemoniados, leprosos e tantas outras pessoas sem esperança, que acreditavam estarem destinadas a eterna miséria, dor e sofrimento. Mas o encontro com Jesus mudou a forma de perceber a vida de todos aqueles que deram ouvidos às suas palavras e seguiram os seus passos. Foi assim com Pedro e os demais discípulos, com Nicodemos, com a mulher samaritana, com Maria Madalena, com Zaqueu, a estrangeira das migalhas de pão, o endemoniado gadareno, com Paulo e tanto outros nomes que recomeçaram suas vidas após conhecerem a Cristo. Reconquistaram sua dignidade, influenciaram parentes e amigos, adquiriram sabedoria do Alto e promoveram festas angelicais através do arrependimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="text-align: justify; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;A mensagem do Evangelho sempre foi uma mensagem de recomeço, de perdão de pecados e regeneração. Na conversão está explícito uma história de transformação de quem abraça a fé em Jesus. No entanto, não devemos nos acomodar no primeiro passo de fé, é preciso entender que o nosso “recomeço” espiritual deve ser contínuo, a cada dia precisamos vigiar para não sermos pegos pelas garras do passado (Hb. I Pe.). Temos de ficar atentos porque neste processo de renovação espiritual ainda corremos o risco de parar de crescer, de regredir e de limitar a atuação do Espírito. Algumas precauções: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="text-align: justify; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; Não permita o tempo usurpar o desejo de recomeçar. Nunca é tarde para voltar ao primeiro amor; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="text-align: justify; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; Depois de crentes ainda precisamos praticar o arrependimento; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="text-align: justify; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Destruir para reconstruir. Qualquer reforma começa com a demolição daquilo que não será mais utilizado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="text-align: justify; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; Hoje é tempo de recomeçar, não deixe para “qualquer dia desses”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="text-align: justify; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Deus está dando hoje a oportunidade de recomeçar a sua vida ao lado dEle. Não jogue fora a oportunidade. Entregue seu passado, seu presente e seu futuro a Jesus, não seja escravo dos erros de outrora nem da ansiedade pelo amanhã. Escolha ser fiel e empenhado na obra de Deus. Chegue mais próximo de Jesus e experimente um feliz recomeço.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="text-align: justify; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="text-align: right; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;Pr. Alex Gadelha&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/150352659639057770-4236207345107361331?l=pralexgadelha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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