<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-883386779839028690</id><updated>2024-08-29T09:56:39.781-07:00</updated><category term="- Drama"/><category term="C"/><category term="- Ficção"/><category term="B"/><category term="- Mockumentary"/><category term="- Terror"/><category term="A"/><category term="S"/><category term="U"/><category term="#"/><category term="- Aventura"/><category term="- Ação"/><category term="- Comédia"/><category term="- Comédia romântica"/><category term="- Gore"/><category term="- Guerra"/><category term="- Nacional"/><category term="- Noir"/><category term="- Romance"/><category term="- Suspense"/><category term="- Western"/><category term="D"/><category term="E"/><category term="F"/><category term="G"/><category term="I"/><category term="M"/><title type='text'>Cinema Pela Lente 2010-2012</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>22</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-883386779839028690.post-2220809992013967819</id><published>2012-05-14T06:34:00.001-07:00</published><updated>2012-05-14T06:34:21.449-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="#"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="- Ficção"/><title type='text'>2001: UMA ODISSEIA NO ESPAÇO * * * * *</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;[2001: A Space Odyssey, GB/EUA, 1968]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Ficção&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;148 min&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;1968 não foi um ano como outro qualquer. Da Primavera de Praga, passando pelos assassinatos de Martin Luther King e Robert Kennedy, às manifestações estudantis, incluindo aí o Maio de 68 em Paris, o Massacre de Tlateloco no México e as passeatas aqui no Brasil contra a Ditadura Militar prestes a instaurar o AI-5, além da Guerra do Vietnã e a ascensão da contracultura dos hippies e da libertação sexual feminina. Muita coisa aconteceu no ano mais complexo da história do século XX, que repercute até hoje em cada esquina onde haja um jovem e um cinquentão na eterna queda de braço de seus valores morais. Em meio a tudo isso, um filme foi lançado espelhando, talvez num nível inconsciente, todas as chacoalhadas e transformações pelas quais o indivíduo passou naqueles conturbados doze meses. Um ano antes de o homem pisar na lua e olhar de lá para cá, Stanley Kubrick jogou a isca e abocanhou um grande peixe: a Terra era azul. Mais do que uma obra profética, nesse e em vários outros sentidos, “2001: Uma Odisseia no Espaço” abriu caminhos perceptivos sobre a evolução humana e sobre como a ficção científica poderia ser objeto de reflexão da realidade. Kubrick não se conteve em fazer um grande filme diferente de tudo já visto no gênero até então. Precisou ir além disso. Muito além.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Agora, com a disponibilidade da obra em Blu-Ray, com altíssima definição de imagem e banda sonora, é uma excelente oportunidade de redescobrirmos toda a genialidade de Stanley Kubrick num dos grandes filmes de todos os tempos, revolucionário e perturbador em sua época, instigante e fascinante mesmo nos dias de hoje, com a perfeição de efeitos realistas e o modismo da tecnologia 3D. Antes de qualquer coisa, “2001” é um filme de ideias, de conceitos aparentemente abstratos, captados de forma próxima e realista pelas lentes da câmera a coreografar um verdadeiro balé ao som de música clássica. O espectador é testemunha ativa da construção de sentido em cima da sequência de imagens regida com um formalismo capaz de embasbacar Eisenstein, se o mesmo pudesse ver o espetáculo. Aqui, o maestro leva o espectador a uma viagem ao passado e ao futuro da civilização humana para mostrar o quanto muito ainda se desconhece em relação à própria natureza e a amplitude da mente, seja humana, artificial ou extraterrestre, sem nunca perder as sutilezas para as lacunas serem preenchidas por cada um. O teórico Hugo Münsterberg, um dos primeiros a escrever sobre cinema, mais especificamente acerca da receptividade ativa do público, certamente se debruçaria em minuciosos ensaios sobre a capacidade de Kubrick fazer o espectador preencher mentalmente o que está fora das imagens, mesmo estando lá.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;É o que chamamos de elipses, simbologias de ação, espaço e tempo apenas sugeridas pela narrativa. A transformação do osso jogado pelo primata no ar, após este descobrir como matar animais e também semelhantes, numa estação espacial resume, num único corte, simplesmente toda a evolução civilizatória do homem. Tudo o que acontece entre o osso e a nave é conhecido por todos, e naquele corte seco fantástico todas as conquistas e destruições provocadas pela humanidade em milhões de anos vira nada mais do que flash da imponência do tempo sobre a existência. O melhor corte da história do cinema? Sem dúvida, o mais rico em significado, pondo fim à primeira parte do filme, na qual o trabalho de concepção dos primatas é brilhante, assim como a aparição do monolito despertando sua curiosidade e afetando seu comportamento. Não fica tão claro se a mudança de alimentação, de vegetariana para a carnívora, ocorreria mesmo sem a presença do artefato extraterrestre. Quem sabe seja uma isca para o público decidir morder ou não. De qualquer forma, é impossível tirar da cabeça a cena na qual o primata Moon-Watcher descobre como usar o osso para quebrar carcaças, ao som de “Assim Falou Zaratustra”, de Richard Strauss. É forte, simbólica, como se ali fosse mesmo o nascimento no homem de sua própria natureza destrutiva. Fora isso, dentro da estrutura narrativa, serve como preparação para o gancho que levará à primeira virada do filme, justamente no famoso corte.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;E então lá está a Terra azulzinha como só seria oficialmente confirmado no dia 20 de julho de 1969, quando a Apollo 11 aterrissou na superfície lunar, no local conhecido como Mar da Tranquilidade, com os astronautas Edwin Aldrin e Neil Armstrong. Em “2001”, Kubrick faz seu pouso na lua para constatar a presença do mesmo monolito apresentado no começo do filme. Só que antes disso temos uma antológica valsa espacial, que à primeira vista confunde-se com um mero exercício de estilo de um gênio exibicionista. Mas o terreno está apenas sendo preparado. Francis Ford Coppola dá o tom de “Apocalipse Now” (1979) justamente nas sequências musicais do início, como “The End”, do The Doors, e “A Cavalgada das Valquírias”, de Wagner. Por essas duas sequências, entende-se que não será um filme qualquer sobre a Guerra do Vietnã. É o que Kubrick faz na viagem rumo à intrigante descoberta numa das crateras lunares: ao som de “Danúbio Azul”, de Johann Strauss, é revelado o ritmo da obra, o total controle da duração dos planos, a cadência entre eles, o uso das lentes. É uma verdadeira valsa de imagens, algumas engenhosamente enquadradas com o objetivo de fazer o espectador acreditar naquilo e se sentir dentro da nave, com truques ópticos tão simples (computador gráfica era ficção na época) que ultrapassam a noção ingênua de genialidade. Mais uma vez, o maestro rege sua orquestra com total segurança, enquanto apresenta invenções que hoje são realidade, graças a uma consultoria que tinha acesso a todas as predições científicas e aos experimentos da NASA.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;O perfeccionismo está impregnado em cada frame, inclusive no texto escrito em parceria com o escritor Arthur C. Clarke, considerado por muitos anos um dos grandes autores de ficção científica, ao lado de Robert A. Heinlein e Isaac Asimov. Ao contrário do que se pode pensar, “2001: Uma Odisseia no Espaço” não é baseado no livro homônimo de Clarke, e sim no conto “A Sentinela”, escrito pelo autor em 1948. Na verdade, Kubrick pediu a Clarke que escrevesse um romance com as ideias contidas no conto enquanto desenvolviam juntos o filme, que terminou sendo lançado alguns meses antes do livro chegar às livrarias e se tornar um best seller. Embora a história seja a mesma, existem algumas diferenças entre o filme e o livro, que Clarke exploraria em suas três continuações. Apenas “2010: Odyssey Two” chegou a ser adaptado por Peter Hyams em 1984 (o subtítulo nacional é “O Ano em que Faremos Contato”), com resultado bastante inferior à obra-prima de Stanley Kubrick, no qual os diálogos são relativamente simples e diretos, melhor explorados na terceira parte do filme, quando surgem mais carregados pelas ideias centrais pós-Darwin e as barreiras éticas da inteligência artificial. Entra em cena um dos maiores vilões do cinema norte-americano: o computador HAL 9000.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Nesse ponto da história, tudo se concentra na nave Discovery One e sua missão rumo à Júpiter. A bordo, três astronautas em estado de hibernação, enquanto David Bowman (Kleir Dullea) e Frank Poole (Gary Lockwood) administram a viagem sob a assistência de HAL (voz de Douglas Rain), um computador programado para não cometer erros e interagir com os seres humanos. A história por trás de HAL é interessante, uma vez que muitos supunham ser uma sigla composta pelas letras anteriores às que compõem a sigla da IBM, o que seria uma crítica bem direta e contundente. Os próprios autores negaram o fato, justificando HAL como sendo Heuristical ALgorithm e a própria IBM uma das marcas que apoiaram a produção do filme. Seja como for, é um personagem brilhante, talvez o verdadeiro protagonista de “2001”, representado apenas por um olho vermelho e dono de uma lógica verbal absurdamente pragmática, embora com características humanas, como arrogância e instinto de autopreservação. Após cometer um erro, curiosamente atribuído a uma falha humana, HAL descobre a intenção dos dois astronautas de desligá-lo, surta de vez e começa a matar os tripulantes. É aqui que Kubrick sai um pouco do gênero e flerta com o suspense, criando ótimos momentos de tensão. Clarke achou um tanto absurdo HAL ter a habilidade de ler lábios (ideia de Kubrick) e pode mesmo até ser um dos poucos pecadilhos do roteiro, uma vez não ser tão criativo e engenhoso quanto o resto do filme, apesar de ser bem hitchcockiano o modo como ele filma a cena e hoje em dia de fato existirem computadores com tal capacidade. No final das contas, o maestro compôs certo com notas tortas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;A ideia HAL ter ou não sentimentos humanos, ainda que programados, é uma das discussões que geram controvérsias e permanecem até hoje. Stanley Kubrick não dá respostas, mas só o fato dele mostrar essa relação de modo realista e levantar um questionamento nebuloso e pertinente destaca seu trabalho perante os demais. Fazer o espectador refletir a fundo é um dos grandes méritos de “2001”. A sequência em que Bowman consegue driblar os planos de HAL e ter acesso ao seu “sistema nervoso”, digamos assim, enquanto o computador pede calmamente para que pare e lhe dê outra chance é sensacional, graças, sobretudo, à entonação de Douglas Rain. O som diegético joga o espectador bem no centro da angústia do que está acontecendo. No fundo, é um assassinato, mesmo sendo o único jeito de se livrar de uma ameaça perigosíssima. Nisso, chega-se à cena em que Bowman vai desativando HAL aos poucos e ele vai gradativamente perdendo a consciência. Quantos filmes mostram a morte de um computador de modo tão dramático? Já em seus últimos momentos, HAL pergunta se pode cantar uma música. “Cante para mim, Hal”, a melhor atuação de Kleir Dullea está nessa frase. E aí, o computador começa a cantar “Daisy Bell”, composta por Harry Dacre em 1892, até ficar inconsciente de vez. A curiosidade da música, e por que Kubrick a usou, é que ela foi a primeira reproduzida por um computador, IBM 704, em 1962, tendo este modelo sido o primeiro computador a “cantar”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Com a “morte” de HAL, Bowman descobre a verdade sobre a missão, e não é nenhuma surpresa ela estar relacionada ao misterioso monolito desenterrado na lua. É aqui que Kubrick leva o espectador além, ultrapassa as fronteiras de seu próprio filme com uma sequência lisérgica que fez muita gente ir ao cinema drogado ou para se drogar e curtir a viagem de David Bowman em direção a um suposto encontro extraterrestre. Mas não espere por seres verdes e cabeçudos típicos das ficções científicas dos anos 50. Kubrick chega à conclusão de que é impossível mostrar a face de Deus e promove um diálogo silencioso entre as etapas da evolução humana: da juventude à velhice e da morte ao nascimento, num movimento absolutamente incrível com as versões mais jovens de Bowman irem sumindo em cortes de contraplano. O “eterno retorno” de Nietzsche cede lugar a uma nova etapa da evolução, e o “star child” é a imagem icônica de um novo passo na evolução darwiniana do ser humano, atingindo uma mente cósmica e holística iniciada pelos primatas. O filme se fecha aberto, jogando as reflexões diretamente para o espectador. A única certeza é que quando surgem os créditos finais, retorna-se lentamente da mais intrigante experiência que o cinema é capaz de proporcionar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Agradeçamos ao maestro Stanley Kubrick.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgBonwQiWHZXt5r2KsmYd9YNSUCAPP3OXoIWKueLpAhDnf32C5JIivDJjBaBlsbP-bRWXHK2DzDELTUMISVre0QPg2oVmn-Mif3r3zT-8CTqRPQzwHpu3NBaGXxwh70RjaCLI94L1lx5CE/s1600/2001.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgBonwQiWHZXt5r2KsmYd9YNSUCAPP3OXoIWKueLpAhDnf32C5JIivDJjBaBlsbP-bRWXHK2DzDELTUMISVre0QPg2oVmn-Mif3r3zT-8CTqRPQzwHpu3NBaGXxwh70RjaCLI94L1lx5CE/s1600/2001.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/feeds/2220809992013967819/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/883386779839028690/2220809992013967819?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/2220809992013967819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/2220809992013967819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/2012/05/2001-uma-odisseia-no-espaco.html' title='2001: UMA ODISSEIA NO ESPAÇO * * * * *'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgBonwQiWHZXt5r2KsmYd9YNSUCAPP3OXoIWKueLpAhDnf32C5JIivDJjBaBlsbP-bRWXHK2DzDELTUMISVre0QPg2oVmn-Mif3r3zT-8CTqRPQzwHpu3NBaGXxwh70RjaCLI94L1lx5CE/s72-c/2001.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-883386779839028690.post-6880963290607705363</id><published>2012-05-09T07:43:00.001-07:00</published><updated>2012-05-09T07:45:39.194-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="- Drama"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="E"/><title type='text'>O ECLIPSE * * * *</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 16px;&quot;&gt;[L&#39;Eclisse, ITA, 1962]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 16px;&quot;&gt;Drama&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 16px;&quot;&gt;126 min&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 16px;&quot;&gt;O cinema de Michelangelo Antonioni atingiu seu ápice sartriano nos anos 60, época na qual o intimismo de suas obras revelava todo o pessimismo diante dos relacionamentos. Algo claro e evidente em cada plano, diálogo e, sobretudo, silêncio deste “O Eclipse”, último filme da chamada Trilogia da Incomunicabilidade. Assim como em “A Aventura” e “A Noite”, seus predecessores, o espectador é convidado a ver de camarote o que o crítico Luis Carlos Merten classificou como a crise do casal burguês, e é impressionante constatar como Antonioni, há 50 anos, já lançava seu comentário sobre a pós-modernidade que estaria por vir.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 16px;&quot;&gt;Aqui, o verso narrativo é sobre o medo da entrega a outro relacionamento. Os primeiros minutos traduzem a angústia claustrofóbica do fim da relação, usando brilhantemente o espaço cenográfico com esse propósito. Não só esse, como também outros elementos, como o eixo quebrado e os tempos mortos, fazendo do silêncio o verdadeiro protagonista do filme. No decorrer da narrativa, percebe-se a genial utilização dos diálogos não para expor, e sim para esconder quem são os personagens. Estes são revelados pelo diretor por seus momentos de solidão, gestos, reações e até mesmo pelo próprio enquadramento da câmera.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 16px;&quot;&gt;Essa, por sua vez, está sempre valorizando a arquitetura do ambiente como se quisesse dar dicas das origens da doença de Eros. Está-se cada vez mais prendendo o indivíduo dentro de si mesmo, tanto que as relações terminam se tornando prisões ao invés de fortalezas, uma vez que as pessoas confundem de onde vem o impulso de querer se libertar. O resultado disso é que estar só é confortável e o silêncio a melhor das conversas. Esse eclipse humano é bem estudado por Antonioni, ainda que, compreensivelmente, apenas reforce sua falta de otimismo acerca do futuro das relações.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 16px;&quot;&gt;O final que o diga.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 16px;&quot;&gt;1 de março de 2010&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 16px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjV_3E-LcRQLU9Z47krUpqDLTr1NwOupDZ7Mft_89Rmdw0LYIjrDoEui5UQcotrqK4SLTP7HsuqlVt3Jy4w4iaUqeNfWmV6pX5dlSI89-ndNh7sJnuT0gFQisJt5pJK5JpBICjbQg9WVtk/s1600/o+eclipse.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjV_3E-LcRQLU9Z47krUpqDLTr1NwOupDZ7Mft_89Rmdw0LYIjrDoEui5UQcotrqK4SLTP7HsuqlVt3Jy4w4iaUqeNfWmV6pX5dlSI89-ndNh7sJnuT0gFQisJt5pJK5JpBICjbQg9WVtk/s1600/o+eclipse.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 16px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/feeds/6880963290607705363/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/883386779839028690/6880963290607705363?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/6880963290607705363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/6880963290607705363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/2012/05/o-eclipse.html' title='O ECLIPSE * * * *'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjV_3E-LcRQLU9Z47krUpqDLTr1NwOupDZ7Mft_89Rmdw0LYIjrDoEui5UQcotrqK4SLTP7HsuqlVt3Jy4w4iaUqeNfWmV6pX5dlSI89-ndNh7sJnuT0gFQisJt5pJK5JpBICjbQg9WVtk/s72-c/o+eclipse.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-883386779839028690.post-871423325598374648</id><published>2012-05-04T07:36:00.000-07:00</published><updated>2012-05-09T07:51:11.395-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="- Gore"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="- Terror"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="C"/><title type='text'>CANIBAL HOLOCAUST * *</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 18px;&quot;&gt;[Idem, ITA, 1980]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; line-height: 18px;&quot;&gt;Terror&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; line-height: 18px;&quot;&gt;95 min&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filmes são puras experiências estéticas de contemplação e reflexão. Ou são mais do que isso? Bem mais? Quem sabe a representação do belo na tela às vezes seja apenas uma projeção reconfortante de fantasias tolas, enquanto imagens cruas e brutais da desolação do homem por si mesmo, seus desejos, medos, ambições, ultrapasse a ideia de estética, ignore o poder da reflexão, para voltar a quem as assiste como um forte soco no estômago e, sobretudo, no ego. Quando se vê o mal sair do útero da humanidade, isto é, da natureza humana, o choque é tanto que o impulso é virar o rosto para o lado e dizer, numa fala introspectiva: “isso é apenas um filme”. Ninguém quer se olhar no espelho sem maquiagem, seja qual for, e é justamente esta a proposta de “Canibal Holocaust”, polêmica produção dirigida em 1980 pelo italiano Ruggero Deodato: um olhar cru e cruel do nível mais baixo da condição humana.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda que o referido cru esconda um paradoxo, uma vez o mesmo sendo uma maquiagem com o intuito de tornar as imagens realistas o suficiente para incomodar o mais cético dos espectadores. “Canibal Holocaust” acompanha um antropólogo na busca por quatro jovens documentaristas que desapareceram nas selvas amazônicas após contato com duas tribos canibais. Em seu percalço, ele testemunha as mais terríveis atrocidades contra a vida humana e animal (nesse ponto, Deodato deixa a encenação de lado e capta animais de verdade sendo mortos e extirpados), todas culturalmente justificáveis como hábitos tribais. Até então, é cômodo o incômodo do espectador diante de um primitivismo cultural desastrosamente aquém da civilização evoluída dos brancos. Todavia, é na segunda parte do filme, quando o material gravado pelo grupo é descoberto, que Ruggero Deodato revela suas verdadeiras intenções, levando a um viés que torce todas as expectativas e conceitos formados acerca de quem são os algozes do pesadelo imagético a que o espectador é obrigado a presenciar.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E põe pesadelo nisso. As imagens de canibalismo são tão fortes, acentuadas por uma narrativa documental, que o cineasta foi preso e processado logo no lançamento do filme, tendo sido obrigado a convocar todos os atores para mostrá-los vivos e saudáveis. Uma das cenas mais impactantes e bem realizadas, a da garota indígena empalada, precisou ser tecnicamente explicada para convencer o público e as autoridades de que aquilo era fake, coisa de cinema. O realismo grosseiro atingido pela produção, principalmente as mortes de animais reais, fez “Canibal Holocaust” ser proibido em mais de cinquenta países. Desconfia-se da obra ser a recordista nesse quesito. Sergio Leone, grande cineasta italiano, escreveu a Ruggero Deodato elogiando o filme e dizendo que a segunda parte era uma obra-prima do realismo cinematográfico, mas que tudo parecia tão real que ele teria problemas com o mundo todo.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, este não é um filme para pessoas sensíveis. O cinema extrapola suas fronteiras quando o realismo berra nas imagens, deixa de ser uma sessão com pipoca para se configurar numa experiência visceral. Se a analise se voltar para a estética, talvez “Canibal Holocaust” seja uma das primeiras narrativas cinematográficas pós-modernas, precursoras de experiências como “A Bruxa de Blair” e, recentemente, “Atividade Paranormal”. A linha que separa a fantasia da realidade é tênue e o realismo apresentado é hiper, supera o real. Contudo, o que mais incomoda aqui, o que mais choca, é a violência das ideias humanas no seu movimento de conduzir toda e qualquer coisa a um sensacionalismo pedante, do desejo pela fama levar os atos a extremos irreparáveis, da morte com violência física e moral ter garantia de público e, com isso, rentabilidade. Amparado por lógicas mesquinhas, o homem promove a crueldade a si mesmo e, sem perceber, libera de suas próprias profundezas o verdadeiro canibal.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GORE: UM POUCO DE SANGUE NÃO FAZ MAL&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o italiano Ruggero Deodato causou controvérsias em todo o mundo com o lançamento de “Canibal Holocaust”, o Gore, subgênero do Terror cuja obsessão dos realizadores é chocar com uma violência gráfica e realista, já se tratava de um estilo de filme firmado e com regras bem específicas na Itália: pessoas perdidas numa floresta, mulheres nuas, imagens com um viés documental da selva e mortes reais de animais em frente à câmera. O tema do canibalismo se tornou bastante popular no cinema italiano na década de 70 e 80, sendo na verdade a evolução desse subgênero considerado maldito por muitos, embora tenha uma grande quantidade de apreciadores, que surgiu no ramo cinematográfico na década de 1960.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito antes da carnificina levada ao extremo pelos canibais italianos, filmes violentos sempre tiveram seu espaço na história do cinema. Contudo, foi uma produção japonesa intitulada “Jigoku” (ou “Hell”) que tornou a violência tão explícita a ponto de incentivar um novo filão para o gênero. Entretanto, consideram-se os “pais do Gore” os estadunidenses H. G. Lewis e David F. Friedman, que começaram com filmes de exploitation, os populares “Nudie-Cuties”. Os filmes exploitation eram realizações de baixíssimo custo, sem qualquer preocupação técnica ou artística, versando sempre sobre temas sensacionalistas e de lucro fácil. Logo, eles descobriram que a fórmula de misturar nudez e sexo nesses filmes violentos dava mais do que certo – e foi assim que realizaram “Banquete de Sangue” (“Blood Feast”, 63), considerado pela maioria o primeiro gore propriamente dito.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também conhecido como “slasher movie”, o sucesso de “Banquete de Sangue” provocou uma onda de filmes de violência explícita e cada vez mais chocantes, em que os realizadores queriam sempre superar os filmes já feitos com cenas que incomodassem e confundissem o público acerca do que era ou não real, e a maquiagem concebida por verdadeiros mestres da época tornava essa linha incrivelmente tênue. Quando o subgênero parecia estar entrando em desgaste, com várias imitações baratas e sem criatividade, cineastas talentosos viram a oportunidade de usar o gore para passar uma mensagem social. Surgiam aí os filmes de zumbis comedores de carne humana, saídos da cabeça de um gênio chamado George A. Romero.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com parcos recursos e muita boa vontade dos amigos, ele realizou em 1968 o clássico absoluto “A Noite dos Mortos-Vivos”, em preto-e-branco e contido no gore, mas com alto teor social e crítica ao racismo. O filme gerou milhares de continuações e até hoje é referência, assim como sua continuação de 78, “O Despertar dos Mortos”, sagaz crítica ao consumismo descontrolado. Pegando carona, surge o “spaghetti zombie”, filmes de zumbis feitos na Itália com obras consagradas pelo mestre Lucio Fulci, como uma espécie de sequência para “Despertar dos Mortos”, que fizera grande sucesso por lá. Fulci foi além de uma mera continuação e fez de “Zumbi 2 – A Volta dos Mortos” uma produção de extrema violência gráfica, dando início ao ciclo de zumbis italianos. A Espanha também flertou com o tema, destacando-se as obras de Jorge Grau e, sobretudo, Amando de Ossorio, com sua tetralogia sobre os mortos-cegos. Nos Estados Unidos, os zumbis se transformaram em demônios com muito gore e humor negro nas mãos do diretor Sam Raimi e do ator Bruce Campbell. “A Morte do Demônio” (“The Evil Dead”, 82), é outra produção de baixíssimo custo que virou cult, rendeu duas continuações e deu um novo gás para um subgênero que, mais uma vez, parecia estar com os dias contados.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foi aí que a renovação do gore apareceu nas produções italianas. Mais terrível do que mortos comendo vivos é assistir de camarote a vivos se alimentando de outros vivos. Assim, o canibalismo levou o subgênero ao extremo de tudo o já visto até então. Quem deu o ponta-pé inicial foi Umberto Lenzi com “Il Paese del Sesso Selvaggio” em 1974. Contudo, nenhum outro realizador se fez mais notar do que Ruggero Deodato. Tido como mestre dos filmes de canibais, ele chocou o público logo em seu primeiro filme sobre o tema, “Mundo Canibal”, de 77, considerado por muitos um dos melhores filmes de canibais já feitos. Um ano depois, Sergio Martino mostrou ao mundo “A Montanha dos Canibais”, o qual já exagerava nas mortes gráficas e nos animais sendo mortos de verdade. Após Deodato, a Itália viu o “giallo”, que teve como expoente outro grande cineasta, Dario Argento, ascender e ir gradativamente perdendo força. Não se pode esquecer da polêmica em torno dos “snuff movies”, nos quais supostamente as pessoas eram mesmo assassinadas frente à lente das câmeras. Hoje, o gore sobrevive com os “torture porns”, representado pela série “Jogos Mortais” e suas derivações. Qual sejam as tendências daqui por diante reservadas por um cinema que versa sobre o choque nauseante do homem em seu processo mais visceral de autodestruição, é impossível tirar da cabeça a imagem concebida por Ruggero Deodato da me&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; line-height: 18px;&quot;&gt;nina índia empalada em “Canibal Holocaust”. Se existe alguma poesia no horror es&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 18px;&quot;&gt;catológico, ela se encontra ali, nos versos mais tortos que alguém já teve coragem de escrever.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; line-height: 18px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj_2yjHV_vdT2BZp48RQDQ6Un3JgWMgRXJ6YZhoUjeScl4ZDzJxycagoUdPlUvJnCptWgfXKRB8-Nkq-FHgr-RbGPJWz0qtSTTkxHhT8XEr0d4CglMSC49hhUqqV_MSDgDfaohb2-pvHFQ/s1600/canibal+holocaust.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj_2yjHV_vdT2BZp48RQDQ6Un3JgWMgRXJ6YZhoUjeScl4ZDzJxycagoUdPlUvJnCptWgfXKRB8-Nkq-FHgr-RbGPJWz0qtSTTkxHhT8XEr0d4CglMSC49hhUqqV_MSDgDfaohb2-pvHFQ/s400/canibal+holocaust.jpg&quot; width=&quot;286&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; line-height: 18px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/feeds/871423325598374648/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/883386779839028690/871423325598374648?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/871423325598374648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/871423325598374648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/2012/05/canibal-holocaust.html' title='CANIBAL HOLOCAUST * *'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj_2yjHV_vdT2BZp48RQDQ6Un3JgWMgRXJ6YZhoUjeScl4ZDzJxycagoUdPlUvJnCptWgfXKRB8-Nkq-FHgr-RbGPJWz0qtSTTkxHhT8XEr0d4CglMSC49hhUqqV_MSDgDfaohb2-pvHFQ/s72-c/canibal+holocaust.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-883386779839028690.post-8554002970270892009</id><published>2012-04-26T06:23:00.004-07:00</published><updated>2012-04-26T06:27:17.651-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="- Ação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="C"/><title type='text'>COLOMBIANA – EM BUSCA DE VINGANÇA * * ½</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; text-align: justify;&quot;&gt;[Colombiana, EUA/FRA, 2011]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Ação&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;111 min&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Esse filme de ação coescrito e produzido pelo francês Luc Besson possui tão ritmo frenético que quase esconde suas falhas. Lembro quando assisti a “Salt”, com Angelina Jolie, ter torcido para filmes de ação protagonizados por mulheres virarem moda. Elas definitivamente aguentam mais porrada que os homens sem caírem do salto. Aqui, Zoe Saldanha [de “Avatar”] faz uma assassina profissional com uma meta de vida muito clara: vingar a morte dos pais, a qual ela testemunhou ainda criança na Colômbia. A premissa é somente uma desculpa para embebedar o espectador com ação desenfreada e condução direta. É incrível como Saldanha leva um filme assim nas costas sem maiores dificuldades, equilibrando bem o desempenho físico [e põe físico nisso] com o dramático, mesmo o papel não exigindo dela arrebates de Oscar. Mas não deixa de ser interessante vê-la lidando com coisas da vida, como o amor, enquanto precisa da frieza e agilidade para cumprir suas missões. Sendo uma obra de montagem, tudo é rápido e superficial, pois se prioriza a ação. Nessa avalanche, não alcança a resolução merecida. O último ato é apressado, querendo logo chegar à última cena. Isso me jogou para fora da história quando eu mais queria entrar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; text-align: right;&quot;&gt;21 de abril de 2012&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhVi6alyWsJyYgVYZ0ecf54pmUwOP_BMXjQ8uTEkJMKNdUVVNm75MA13yagkw0FRn8kZh5ypJUWpJakWyJ06OpQdtbsBS9XYFa5aV62MVQjtFgk-xGIuJ2Tqf4Ca5a_i186Jw6aKyIoYn0/s1600/colombiana.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhVi6alyWsJyYgVYZ0ecf54pmUwOP_BMXjQ8uTEkJMKNdUVVNm75MA13yagkw0FRn8kZh5ypJUWpJakWyJ06OpQdtbsBS9XYFa5aV62MVQjtFgk-xGIuJ2Tqf4Ca5a_i186Jw6aKyIoYn0/s320/colombiana.jpg&quot; width=&quot;240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/feeds/8554002970270892009/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/883386779839028690/8554002970270892009?isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/8554002970270892009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/8554002970270892009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/2012/04/colombiana-em-busca-de-vinganca.html' title='COLOMBIANA – EM BUSCA DE VINGANÇA * * ½'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhVi6alyWsJyYgVYZ0ecf54pmUwOP_BMXjQ8uTEkJMKNdUVVNm75MA13yagkw0FRn8kZh5ypJUWpJakWyJ06OpQdtbsBS9XYFa5aV62MVQjtFgk-xGIuJ2Tqf4Ca5a_i186Jw6aKyIoYn0/s72-c/colombiana.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-883386779839028690.post-8269643836068249164</id><published>2012-04-22T06:39:00.002-07:00</published><updated>2012-04-22T07:02:00.448-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="- Romance"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="I"/><title type='text'>INQUIETOS * *</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; text-align: justify;&quot;&gt;[Restless, EUA, 2011]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Romance&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; text-align: justify;&quot;&gt;91 min&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Desse romance fúnebre e deprê dirigido por Gus Van Sant, restam os ecos distantes do ótimo &quot;Ensina-me a Viver&quot;, de 1971. No caso aqui, “Ensina-me a Morrer” poderia ser o subtítulo da produção com a maior pinta de indie, coisa que os norte-americanos adoram prestigiar [e cultuar]. Foi Bryce Dallas Howard quem convenceu o pai, Ron Howard, e Brian Grazer a bancarem o roteiro de seu colega de universidade Jason Lew, estreando como produtora. O enredo une dois jovens que se apaixonam face aos ritos da morte, evocando reflexões sobre a vida, as escolhas e o aproveitamento do tempo. O novato Henry &lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Hopper interpreta um rapaz obcecado por funerais desde a trágica morte dos pais, enquanto a australiana Mia Wasikowska faz a garota com câncer terminal. Originalmente um texto teatral [Bryce fez Jason transformá-lo em screenplay], o desenvolvimento é todo pautado pelos diálogos, os quais Van Sant, vindo do êxito de “Milk – A Voz da Igualdade”, faz serem ditos com pausas, nem sempre reflexivas. De descendência oriental, o roteirista estreante põe o rapaz para ter uma espécie de amigo imaginário, que seria o fantasma de um soldado japonês kamikaze chamado Hiroshi Takahashi [Ryo Kase, de “Cartas para Iwo Jima”], como uma oportunidade de mexer nas feridas da 2ª Guerra Mundial. Mas nada além do superficial, como o próprio filme em si, com talento de sobra para frustrar pela apatia encenada.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;20 de abril de 2012&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKeN26EwY4v0lwXKIulsDsNGAI91hSCPCQXt6pdhYuGeAcNXuGTQWdBQe4wxi0iNQo1Lbgn5Bk1iOzuvw6HXyeP1piUTYQEmKOE3K5MDbkJeS_odqnIKDCpbLB3iNBv4L73m_0_VJiejE/s1600/restless.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKeN26EwY4v0lwXKIulsDsNGAI91hSCPCQXt6pdhYuGeAcNXuGTQWdBQe4wxi0iNQo1Lbgn5Bk1iOzuvw6HXyeP1piUTYQEmKOE3K5MDbkJeS_odqnIKDCpbLB3iNBv4L73m_0_VJiejE/s320/restless.jpg&quot; width=&quot;226&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/feeds/8269643836068249164/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/883386779839028690/8269643836068249164?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/8269643836068249164'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/8269643836068249164'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/2012/04/inquietos.html' title='INQUIETOS * *'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKeN26EwY4v0lwXKIulsDsNGAI91hSCPCQXt6pdhYuGeAcNXuGTQWdBQe4wxi0iNQo1Lbgn5Bk1iOzuvw6HXyeP1piUTYQEmKOE3K5MDbkJeS_odqnIKDCpbLB3iNBv4L73m_0_VJiejE/s72-c/restless.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-883386779839028690.post-9087646286465890597</id><published>2012-04-16T07:37:00.001-07:00</published><updated>2012-04-16T07:37:16.143-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="- Drama"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="C"/><title type='text'>O CONFORMISTA * * * ½</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;[Il Conformista, ITA/FRA/ALE, 1970]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Drama&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;111 min&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Bertolucci explora cheio de psicologismos a &quot;síndrome do homem comum&quot; no contexto fascista nessa instigante adaptação de Alberto Moravia. Itália de Mussolini, 1938; Marcello Clerici [Jean Louis Trintignant] resolve trabalhar para o partido fascista apenas para ser como os demais. Sua primeira missão ocorre durante sua lua de mel em Paris: assassinar seu antigo professor, agora um dissidente político. Seguido de perto por Manganiello [Gastone Moschin], Clerici começa a ter dúvidas sobre seu posicionamento ao relembrar sua infância e ao flertar com a bela esposa de sua suposta vítima. Com roteiro do próprio diretor, a narrativa não linear vai e volta no tempo a fim de destrinchar o complexo comportamento de seu protagonista. Bertolucci tenta explicar o fascínio exercido pela ideologia fascista por meio de Reich [1897-1957], que propôs a repressão sexual como um dos mecanismos desse fascínio. Não à toa, encontramos nas memórias de Clerici sua atração por um chofer. Equilibrando com maestria drama e suspense, trata-se de um trabalho com várias camadas, que vão se abrindo à medida que a narrativa avança. Auxiliado pela excelente fotografia de Vittorio Storaro, cada quadro é de uma beleza estética do vazio dos personagens e da própria ideologia na qual se apoiam. Ainda muito atual, definitivamente é uma obra para ser estudada com rigor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;15 de abril de 2012&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjrY54XeKnL5Qaf56JjyMs_vVBjYlsGVOyiSvUcN1eFiw-3tB41PoxKlTOlXbjA7EI0NdWVrB2_saB1P6ZsY0Ngr2AfnCWIHBzrmiZ1wJHi6JsdiMNG2Ki5anOVdfII5doBopKdDneCJj8/s1600/il+conformista.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjrY54XeKnL5Qaf56JjyMs_vVBjYlsGVOyiSvUcN1eFiw-3tB41PoxKlTOlXbjA7EI0NdWVrB2_saB1P6ZsY0Ngr2AfnCWIHBzrmiZ1wJHi6JsdiMNG2Ki5anOVdfII5doBopKdDneCJj8/s1600/il+conformista.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/feeds/9087646286465890597/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/883386779839028690/9087646286465890597?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/9087646286465890597'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/9087646286465890597'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/2012/04/o-conformista.html' title='O CONFORMISTA * * * ½'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjrY54XeKnL5Qaf56JjyMs_vVBjYlsGVOyiSvUcN1eFiw-3tB41PoxKlTOlXbjA7EI0NdWVrB2_saB1P6ZsY0Ngr2AfnCWIHBzrmiZ1wJHi6JsdiMNG2Ki5anOVdfII5doBopKdDneCJj8/s72-c/il+conformista.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-883386779839028690.post-1522761795167007001</id><published>2012-04-15T17:27:00.001-07:00</published><updated>2012-04-15T17:27:24.431-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="- Ficção"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="S"/><title type='text'>STAR WARS - EPISÓDIO I: A AMEAÇA FANTASMA * * *</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;[Star Wars - Episode I: The Phantom Menace, EUA, 1999]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Ficção&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;131 min&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;O jovem Luke Skywalker (Lucas, o Guerreiro Estelar) se une ao cavaleiro Jedi Obi-Wan Kenobi e à princesa Leia contra o temível Darth Vader e o Império. É treinado pelo mestre Yoda para se tornar um Jedi, ao mesmo tempo em que descobre ser filho de seu próprio inimigo e irmão da princesa. Ele então parte para um duelo final contra seu pai para poder conseguir a paz para a Aliança Rebelde e para o próprio universo, o que, finalmente, consegue quando o Imperador do Mal é morto e Darth Vader se redime em seu leito de morte. Ponto final.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Será mesmo? A história pode ter sido terminada, mas não está completa. Como tudo começou? Como o pai de Luke, um cavaleiro Jedi do Bem, se torna Darth Vader? São muitas perguntas, fora essas, que merecem respostas. George Lucas é realmente um gênio. Ele imaginou uma história ambiciosa envolvendo uma família e seus conflitos, e viu que era grande demais para ser feita em apenas um único filme. O que ele fez? Dividiu-a em seis partes (originalmente eram nove) e decidiu começar pela menos complicada, assim se ninguém gostasse não era obrigado a fazer as outras. Mas aí o público internacional adorou o seu conceito de ficção científica e ele teve que finalizar a saga do herói Luke Skywalker.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Agora, mais de vinte anos depois de ter nos concebido “Guerra nas Estrelas” (que na verdade seria o episódio IV), Lucas achou que era hora de mostrar ao mundo o início de tudo. Voltamos no tempo trinta anos antes do primeiro filme. Uma organização chamada Federação Comercial, que, na verdade, é apenas uma marionete nas mãos do misterioso Darth Sidious (a tal “ameaça fantasma”), invade o planeta Naboo para obrigar a jovem rainha Amidala (a talentosa Natalie Portman) a assinar um tratado que em nada a beneficia no que diz respeito às rotas de comércio intergaláticas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;O cavaleiro Jedi Qui-Gon Jinn (Liam Neeson) e seu aprendiz Obi-Wan Kenobi (Ewan McGregor), que secretamente foram enviados pela República para negociar com a Federação, conseguem salvar a rainha e sua corte, em uma tentativa de alcançar o planeta Coruscant, onde fica a sede da República. No caminho, eles são forçados a pousar no planeta desértico Tatooine para repor algumas peças da nave em que estão. É então que Qui-Gon encontra uma forte convergência da Força no jovem escravo Anakin Skywalker (Jake Lloyd), que anos mais tarde seria seduzido para o Lado Negro, tornando-se Darth Vader, e resolve treiná-lo para ser Jedi, ao mesmo tempo em que o garoto será de fundamental importância para resolver o conflito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;O que impera absoluto nesse filme são os efeitos especiais. Não há uma cena sequer sem que apareça algum monstro ou uma nave. São realmente de encher os olhos. Há criaturas engraçadas, como o divertido, e chato, Jar Jar Binks, da raça dos Gungans; outros birrentos, como Watto, dono de um ferro-velho em Tatooine, todos com um incrível realismo. Cenas como a corrida de pods ou as guerras terrenas e galácticas são de fato delirantes. Não há quem consiga ficar indiferente diante de cenas como essas, além do mais quando o diretor encena tudo epicamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Alguns personagens antigos também estão de volta, como o pequeno Mestre Jedi Yoda (Frank Oz), o mais poderoso dos cavaleiros Jedi e é quem sente a raiva em Anakin e teme por seu futuro nos caminhos da Força. O Imperador do Mal também aparece ainda na forma do inescrupuloso senador Palpatine, que se diz disposto a ajudar a rainha a libertar seu povo, só que não é essa a sua verdadeira intenção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;No entanto, “A Ameaça Fantasma” pode ser visto por duas maneiras: como um filme independente dos outros “Star Wars” ou como uma parte da saga dos Skywalker. Analisando pelo primeiro critério, o filme é bem divertido, vivo, com uma história quase infantil, ou seja, feito especialmente para as crianças. Já pelo segundo critério, é uma ótima maneira de iniciar a série mais popular do cinema, visto que começamos com a infância do herói de toda a história, seja ele bom ou mau.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Enfim, a fabulosa saga estelar foi iniciada, agora que venha o resto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Junho 1999&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh8ObhlZculig6Y6pcAkIt1a_9jABaKiSzmjS-yi86wH3m_7fnfnUkILsag5r-qJUJhATMGgB8wg0W7-MWidNffe4ISnJsIY7V2mSuai6HfBhlw1hRILPn3dLuc7mLGsuGotYN0572mcpg/s1600/star+wars+I.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh8ObhlZculig6Y6pcAkIt1a_9jABaKiSzmjS-yi86wH3m_7fnfnUkILsag5r-qJUJhATMGgB8wg0W7-MWidNffe4ISnJsIY7V2mSuai6HfBhlw1hRILPn3dLuc7mLGsuGotYN0572mcpg/s1600/star+wars+I.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/feeds/1522761795167007001/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/883386779839028690/1522761795167007001?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/1522761795167007001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/1522761795167007001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/2012/04/star-wars-episodio-i-ameaca-fantasma.html' title='STAR WARS - EPISÓDIO I: A AMEAÇA FANTASMA * * *'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh8ObhlZculig6Y6pcAkIt1a_9jABaKiSzmjS-yi86wH3m_7fnfnUkILsag5r-qJUJhATMGgB8wg0W7-MWidNffe4ISnJsIY7V2mSuai6HfBhlw1hRILPn3dLuc7mLGsuGotYN0572mcpg/s72-c/star+wars+I.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-883386779839028690.post-5405646183618709320</id><published>2012-04-15T17:01:00.001-07:00</published><updated>2012-05-09T07:49:24.758-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="- Suspense"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="S"/><title type='text'>O SEXTO SENTIDO * * * * *</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;[The Sixth Sense, EUA, 1999]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Suspense&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;106 min&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Fique certo de uma coisa: você não vai esquecer esse filme tão cedo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Malcolm Crowe é um renomado psicólogo infantil que, na mesma noite em que é homenageado pelas autoridades de Filadélfia, recebe a inesperada visita de um ex-paciente, Vincent Gray, seminu e à beira do desespero. “Não quero mais sentir medo”, ele diz, um minuto antes de meter um tiro na própria cabeça.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Nem um pouco recuperado do incidente, ele conhece Cole, um menino de oito anos aparentemente normal. O fato é que Cole é uma criança retraída e insociável, ou seja, com os mesmos sintomas de Vincent. Crowe resolve ajudar o menino, acreditando ser essa a sua última chance de redenção, ao mesmo tempo em que seu casamento vai de mal a pior.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;“Eu vejo pessoas mortas”, revela Cole ao psicólogo depois de certo período de entrevistas, e é a partir de então que somos arremessados ao filme mais assustador dos últimos tempos. Num clima de tensão sem fim, vemos e sentimos o sofrimento do garoto, numa trama tão bem amarrada e original que passamos duas horas sem piscar os olhos. É brilhante o modo como o estreante Shyamalan conduz sua obra, centrada na relação entre Cole e Crowe e mostrando os fantasmas a partir da visão do garoto. O diretor conseguiu o incrível feito de contar tudo isso com consistência e sem voar muito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;O resultado é filmaço impressionante, que ainda se dar ao luxo de garantir sustos genuínos. Bruce Willis, como o psicólogo, está na melhor atuação de toda a sua carreira, e o garoto Haley Joel Osment (“Bogus – Meu Amigo Secreto”) é um dos melhores atores-mirim já vistos na tela. “O Sexto Sentido” não cai na estupidez de se transformar em um thriller e nos leva a um final surpreendente. O clímax é tão chocante que nos faz repassar todas as cenas mentalmente para confirmarmos as respostas que sempre estiveram na nossa cara.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;É um filme de detalhes perfeitamente encaixados que não deixa escapar nada; consegue driblar até mesmo um alucinado fã do suspense. O único problema de “O Sexto Sentido” é ser apenas um (ótimo) exercício de percepção e medo. Não tem problema, junte um bom dinheiro e torne-se amigo do cobrador do cinema. É o jeito.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Outubro 1999&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgkhkX8y4c-0B-40_E7SKpy3w0s2QkVvT9RfjPBQ82bMf1EnhdgF7O78i6HWdHt_8Q0JGqg31MOe7Ql9fOyM9bSus73VQiDTaf4ewQjEoXbIjNNHg-vy4fCmiA-hn9ukGG-JdGBh-hvqXk/s1600/sixth+sense.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgkhkX8y4c-0B-40_E7SKpy3w0s2QkVvT9RfjPBQ82bMf1EnhdgF7O78i6HWdHt_8Q0JGqg31MOe7Ql9fOyM9bSus73VQiDTaf4ewQjEoXbIjNNHg-vy4fCmiA-hn9ukGG-JdGBh-hvqXk/s1600/sixth+sense.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/feeds/5405646183618709320/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/883386779839028690/5405646183618709320?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/5405646183618709320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/5405646183618709320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/2012/04/o-sexto-sentido.html' title='O SEXTO SENTIDO * * * * *'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgkhkX8y4c-0B-40_E7SKpy3w0s2QkVvT9RfjPBQ82bMf1EnhdgF7O78i6HWdHt_8Q0JGqg31MOe7Ql9fOyM9bSus73VQiDTaf4ewQjEoXbIjNNHg-vy4fCmiA-hn9ukGG-JdGBh-hvqXk/s72-c/sixth+sense.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-883386779839028690.post-6372627589895597106</id><published>2012-04-15T16:47:00.001-07:00</published><updated>2012-04-15T16:47:44.491-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="- Ficção"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="M"/><title type='text'>MATRIX * * * * *</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;[The Matrix, EUA, 1999]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Ficção&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;136 min&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Você está diante de duas pílulas, uma azul e uma vermelha. A azul é apenas um sonífero, logo você acordará e seguirá sua vida normalmente. A vermelha, porém, irá fazer você acordar na verdadeira realidade das coisas: descobrirá que sua vida é apenas um mero e confuso faz de conta. Qual pílula você escolheria? É uma questão difícil, hein?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;O hacker Neo optou por escolher a vermelha, a fonte do conhecimento, e irá descobrir que toda a sua existência é nada mais nada menos que uma imensa realidade virtual, ou seja, a Matrix. A partir de então, Neo (Keanu Reeves) saberá que ele é o Predestinado: a pessoa que irá salvar toda a humanidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Com uma história a princípio confusa e cheia de citações filosóficas que vão desde “Alice no País das Maravilhas” à Bíblia Sagrada, surgiu um dos filmes mais espetaculares do fim do milênio. “Matrix” deixa qualquer um à flor da pele, mesmo que essa pessoa tenha se perdido na mirabolante originalidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Pode acreditar: você nunca viu nada igual. O filme, ao mesmo tempo cético e dogmático, é um espetáculo visual de encher os olhos. Os efeitos especiais usados aqui nunca foram vistos antes. É impossível descrever a sensação de assistir a “Matrix”. Você tem que vê-lo para acreditar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Se você for daqueles acomodados e não quiser aceitar a premissa do filme, é só botar uma frase na cabeça: “É tudo mentira”. Se não, respire fundo e descubra o quão é limitada a nossa mente se comparada aos infinitos mistérios que nos cercam.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Maio 1999&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEho0le3zJ_5D70vKOkkv8zebM19bpEumtn0ujtns6w38o8APgt9LID5GSvfjIQ6qTrA3rX8eMmbbBTfij4gZPzaIppiwOR7bxVN4hz9Y8d77rdKKEv_clsLutEmIO-iPHMn64OcMe_j1Uk/s1600/matrix.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEho0le3zJ_5D70vKOkkv8zebM19bpEumtn0ujtns6w38o8APgt9LID5GSvfjIQ6qTrA3rX8eMmbbBTfij4gZPzaIppiwOR7bxVN4hz9Y8d77rdKKEv_clsLutEmIO-iPHMn64OcMe_j1Uk/s1600/matrix.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/feeds/6372627589895597106/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/883386779839028690/6372627589895597106?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/6372627589895597106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/6372627589895597106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/2012/04/matrix.html' title='MATRIX * * * * *'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEho0le3zJ_5D70vKOkkv8zebM19bpEumtn0ujtns6w38o8APgt9LID5GSvfjIQ6qTrA3rX8eMmbbBTfij4gZPzaIppiwOR7bxVN4hz9Y8d77rdKKEv_clsLutEmIO-iPHMn64OcMe_j1Uk/s72-c/matrix.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-883386779839028690.post-5193609058321573352</id><published>2012-04-15T16:35:00.001-07:00</published><updated>2012-04-15T16:35:29.427-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="- Drama"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="D"/><title type='text'>DE OLHOS BEM FECHADOS * * * *</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;[Eyes Wide Shut, EUA, 1999]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Drama&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;159 min&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Stanley Kubrick era realmente um gênio. Arrastou as filmagens de “De Olhos Bem Fechados” por mais de dois anos, repetiu cenas à exaustão até o cúmulo da perfeição e não se cansava de criar em cima da hora, talvez prevendo que morreria uma semana depois de entregar o filme.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Tom Cruise e Nicole Kidman são Bill e Alice Harford, um casal aparentemente comum que gostam de flertar com outras pessoas em luxuosas festas. Até aí tudo bem. Porém, quando Alice confessa ao marido que teve fantasias sexuais com um oficial da marinha que vira no último verão – e que largaria tudo se o tal oficial a quisesse –, o mundo de Bill desmorona completamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Perturbado com a imagem da mulher transando com outro, ele sai pela noite tentando confortar sua dor de corno, e talvez encontrar um sentido para a vida (que, claro, não existe). Em sua busca por uma vingança redentora, consegue a senha para uma estranha festa de mascarados: depois de um ritual bem sinistro, em que um pianista, amigo de Bill, toca de olhos vendados, tem-se início uma orgia sexual sem limite estabelecido. Esse é o ápice de todo o filme, onde o personagem é constantemente avisado que sua vida corre perigo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Não espere que depois disso a história vire um suspense de prender o fôlego. Bill fica obcecado com o que viu, uma mulher aparece morta e só. Kubrick nunca escorregaria a tal ponto de tornar sua descida ao inferno sexual dos casais em um thriller previsível. E é nesse ponto que “De Olhos Bem Fechados” se evidencia dos demais filmes do gênero e adquire a marca do diretor de “Laranja Mecânica” (o avesso deste). O perfeccionismo de Kubrick está presente em cada cena, o que faz o filme ser esteticamente perfeito, além de sua direção chocante que não poupa ninguém.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Tom e Nicole estão em seus melhores papéis, mesmo que seus personagens não passem de marionetes em uma trama simples e densa. Buscar sentido para o filme é o mesmo que cutucar a própria cicatriz e vê o que os olhos não veem. É interessante notar que enquanto o marido tenta trair, sem muito êxito, numa realidade surreal, a mulher o trai em fantasias eróticas. Ser passivo diante disso é quase impossível, e Kubrick quis mostrar esse conflito de sexualidade reprimida de uma maneira quase exagerada, mas justificada pela época em que estamos vivendo, onde o sexo é fácil e se encontra em todas as esquinas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Para quem está acostumado com os enlatados cinematográficos do dia a dia, a rejeição à última obra de Kubrick é quase que garantida, simplesmente porque não há respostas concretas. O título justifica a obra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Teresina, 1999&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj2506Jx5K7BoKsW1qNESELgl1hwQ21ZyciPKL8ylnfTEyglfNmc2gKbSpBcBHaDJs7Qr8aRu9DlIYZx-kLGZZGyTcOXo7c7saEM289ZFD332_6gHS4q9zHPPjPDht3Ivxfb42KJYOon_o/s1600/eyes+wide+shut.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj2506Jx5K7BoKsW1qNESELgl1hwQ21ZyciPKL8ylnfTEyglfNmc2gKbSpBcBHaDJs7Qr8aRu9DlIYZx-kLGZZGyTcOXo7c7saEM289ZFD332_6gHS4q9zHPPjPDht3Ivxfb42KJYOon_o/s1600/eyes+wide+shut.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/feeds/5193609058321573352/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/883386779839028690/5193609058321573352?isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/5193609058321573352'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/5193609058321573352'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/2012/04/de-olhos-bem-fechados.html' title='DE OLHOS BEM FECHADOS * * * *'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj2506Jx5K7BoKsW1qNESELgl1hwQ21ZyciPKL8ylnfTEyglfNmc2gKbSpBcBHaDJs7Qr8aRu9DlIYZx-kLGZZGyTcOXo7c7saEM289ZFD332_6gHS4q9zHPPjPDht3Ivxfb42KJYOon_o/s72-c/eyes+wide+shut.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-883386779839028690.post-5349519403676626776</id><published>2012-04-15T16:21:00.000-07:00</published><updated>2012-04-15T16:21:21.731-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="- Drama"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="B"/><title type='text'>BELEZA AMERICANA * * * *</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;[American Beauty, EUA, 1999]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Drama&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;121 min&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;O grande vencedor do Globo de Ouro e do Oscar de Melhor Filme de 2000 justifica toda a “badalação” em cima dele assim que o vemos. “Beleza Americana” é um filme que mexe com a gente em todos os sentidos. Com um roteiro tão bom e corrosivo nas mãos (escrito por Alan Ball, o nome por trás da excelente série “Six Feet Under”), qualquer diretor renomado tremeria nas bases com medo de fazer feio, mas Sam Mendes, já consagrado nos palcos ingleses e que aqui estreia como diretor, surpreende qualquer um que entenda ou não dessa função na realização de um filme. Sua visão, perfeitamente posicionada e articulada, parece estar muito acima das emoções de uma cena. A impressão que temos é de um autocontrole fora do comum. É tanto que uma simples discussão de família – com pratos sendo lançados contra a parede – é capaz de nos fazer explodir, mas a câmera não se agita, não há cortes rápidos, não sai do seu magnífico controle.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Nessas condições, qualquer ator teria realmente que se garantir por si só para convencer o público do seu talento, exatamente como numa peça de teatro. Agora entra em cena o nosso terceiro astro: Kevin Spacey. Quem consegue esquecer o frio serial killer de “Seven” ou de sua brilhante performance em “Os Suspeitos”? É, esse é o cara ideal para “vestir a roupa” de Lester Burnham, um pacato sujeito cuja melhor parte do seu dia é se masturbar no banheiro. Com uma vida tão suburbana e comum, submisso à mulher, uma vendedora de imóveis, e com todos os sonhos desfeitos, é de se esperar que Lester morra de desgosto de uma hora para outra.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Justamente é essa a impressão que se tem quando, logo no início, o triste personagem se apresenta, comenta um pouco sobre sua vida e diz que em menos de um ano estará morto. Talvez ele já esteja morto, só que ele ainda não sabe disso. É quando Lester se apaixona pela amiga da filha Jane e acorda do “coma” em que vivia que resolve dar um basta a toda essa situação: ele larga o emprego, compra o carro dos seus sonhos, passa a malhar e a fumar maconha na garagem. Radical? Pode até ser. Mas ao mesmo tempo em que essa transformação acontece, a mulher (Annette Bening, um tanto exagerada) resolve relaxar arrumando um amante e a filha se descobre objeto de desejo de Rick Fitts, filho de um militar linha-dura enrustido e obcecado em filmar a “beleza do mundo”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Sem dúvida alguma, “Beleza Americana” é estranhamente original e perturbador. Um retrato perfeito da destruição moral, não só do american way of life, como da sociedade como um todo. Por essas e outras razões, o filme é um programa obrigatório para quem acha que sua vida não é o que você queria. Mas cuidado com as consequências de se acordar do “coma”. Um final que consegue ser impactante e poético ao mesmo tempo nos faz pensar que nada daquilo era para ter acontecido. A vida não é tão justa quando acordamos do verdadeiro “coma” apenas quando percebemos o quanto os valores foram dilacerados e só restaram os miolos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Vemos, então, o quanto essa verdade se faz presente em nossa vida e em cada um dos complexos personagens que ficaram marcados para sempre. Por que, se na hora da sua morte, no último segundo, você ver toda a sua vida passar diante dos seus olhos, e esse último segundo se repetir como se ele fosse um oceano de tempo, você se dará conta de que terá a eternidade para se arrepender e lamentar a gratidão que nunca terá. Mesmo que você não saiba do que eu estou falando, não se preocupe. Um dia você saberá.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Teresina, 2000&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Jornal “O Dia” – 15 de junho de 2004&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhCGIBHsNu3EmsFeZ3WhR6jdFX9lTivqoVk9Brh30dwDoA1xMMMdJ5c9sUQLF7SCfAlgR4VP26VuRe6mdiC2ISfBDPz11YrRoMoBPLmKx6euA9os6cAQst8chWPwMIj8AmnUhHQvd4tqjw/s1600/american+beauty.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhCGIBHsNu3EmsFeZ3WhR6jdFX9lTivqoVk9Brh30dwDoA1xMMMdJ5c9sUQLF7SCfAlgR4VP26VuRe6mdiC2ISfBDPz11YrRoMoBPLmKx6euA9os6cAQst8chWPwMIj8AmnUhHQvd4tqjw/s1600/american+beauty.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/feeds/5349519403676626776/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/883386779839028690/5349519403676626776?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/5349519403676626776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/5349519403676626776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/2012/04/beleza-americana.html' title='BELEZA AMERICANA * * * *'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhCGIBHsNu3EmsFeZ3WhR6jdFX9lTivqoVk9Brh30dwDoA1xMMMdJ5c9sUQLF7SCfAlgR4VP26VuRe6mdiC2ISfBDPz11YrRoMoBPLmKx6euA9os6cAQst8chWPwMIj8AmnUhHQvd4tqjw/s72-c/american+beauty.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-883386779839028690.post-7066313504179958880</id><published>2012-04-15T16:08:00.000-07:00</published><updated>2012-04-15T16:08:20.317-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="- Mockumentary"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="- Terror"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="B"/><title type='text'>A BRUXA DE BLAIR * * * *</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;[The Blair Witch Project, EUA, 1999]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Terror&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;80 min&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Três estudantes de cinema resolvem fazer um documentário sobre a lenda da bruxa de Blair. Depois de um prólogo num cemitério, eles vão a Burkittsville entrevistar algumas pessoas. A diretora Heather Donahue entrevista Mary Brown, uma velha louca que diz ter visto a tal bruxa (uma mulher chamada Elly Kedward, acusada de bruxaria e banida do vilarejo de Blair) perto de Tappy East.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;No dia seguinte, Heather e seus companheiros, Josh Leonard e Mike Williams, entrevistam dois pescadores que lhes dizem que o Rochedo do Caixão fica a menos de vinte minutos da cidade. Os três entram na floresta e nunca mais são vistos. Um ano depois, em 18 de outubro de 1995, o material dos jovens é encontrado enterrado debaixo de uma cabana centenária no meio da floresta. As famílias dos jovens contratam uma produtora de cinema, a pequena Artisan, para montar esse material, na tentativa de descobrirem o que realmente aconteceu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Acompanhamos passo a passo os oito dias de filmagem do trio. Tudo começa bem, com muita descontração e entusiasmo. Mas logo se perdem, e a amizade dá lugar à agressividade e ao desespero quando percebem que alguma coisa os está seguindo. À noite escutam estranhos barulhos, crianças chorando, pessoas correndo em volta; pela manhã se deparam com pedras empilhadas e objetos de vudu em volta do acampamento. Em um clima de tensão e pânico contínuos, somos levados aos aterrorizantes vinte minutos finais da filmagem, em que nossos olhos gritam percorrendo cada centímetro da tela, à procura de algo que não queremos ver.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Feito com um equipamento de segunda e atores amadores, “A Bruxa de Blair” realmente consegue nos deixar tensos e desconfortados. Um dos pontos altos do filme é a autenticidade das emoções transmitidas pelos jovens, uma vez que realmente passaram por tudo isso, sem saber o que estava por trás das assombrações noturnas. Para quem está acostumado com as violentas mortes de “Pânico” ou com terríveis monstros digitais vai se decepcionar com “Blair”. Aqui, não há bruxa alguma e as sequências eletrizantes são turvas – apenas escutamos ruídos esquisitos e vemos o que o trio vê, ou seja, nada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;O terror que impera aqui é puramente psicológico. Cabe a nós imaginar o que pode está além da escuridão, além das árvores. E é isso que move o espectador até o final da fita: algo que não está lá. Em meio aos lixos americanos do gênero, “A Bruxa de Blair” consegue ser genuinamente apavorante e original. É a prova de que um pouco de genialidade e esperteza são elementos explosivos. Elementos esses pertencentes aos dois diretores, Daniel Myrick e Eduardo Sánchez, os verdadeiros responsáveis por todo medo experimentado pelo trio e pelo público.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Outubro 1999&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhn8enjC1kJS1noH66mQBIk-H4qi4ECJylM0ENGOXi5mfKf1dByp-CHpPh_APvkA-PQ7B9ey5L-dRtaM406W6PEFaKHGWl0_DjnWM2FFsluQ95OK23LuZR0vY2B8dMY7WejxoXobmP-M1c/s1600/a+bruxa+de+blair.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhn8enjC1kJS1noH66mQBIk-H4qi4ECJylM0ENGOXi5mfKf1dByp-CHpPh_APvkA-PQ7B9ey5L-dRtaM406W6PEFaKHGWl0_DjnWM2FFsluQ95OK23LuZR0vY2B8dMY7WejxoXobmP-M1c/s1600/a+bruxa+de+blair.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/feeds/7066313504179958880/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/883386779839028690/7066313504179958880?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/7066313504179958880'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/7066313504179958880'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/2012/04/bruxa-de-blair.html' title='A BRUXA DE BLAIR * * * *'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhn8enjC1kJS1noH66mQBIk-H4qi4ECJylM0ENGOXi5mfKf1dByp-CHpPh_APvkA-PQ7B9ey5L-dRtaM406W6PEFaKHGWl0_DjnWM2FFsluQ95OK23LuZR0vY2B8dMY7WejxoXobmP-M1c/s72-c/a+bruxa+de+blair.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-883386779839028690.post-8371180953194656595</id><published>2012-04-15T15:53:00.000-07:00</published><updated>2012-04-15T15:53:12.700-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="- Aventura"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="C"/><title type='text'>CLUBE DA LUTA * * * * *</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;[Fight Club, EUA, 1999]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Aventura&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;139 min&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;David Fincher merece aplausos. Depois de uma estreia regular, esse ex-diretor de videoclipes soube se impor no mercado cinematográfico com filmes que dão muito o que falar. Fincher gosta de mexer com nossa cabeça a cada trabalho (ou experiência). Primeiro o final perturbador e totalmente consciente de “Seven”, depois a brincadeira perigosa de “Vidas em Jogo”, que levou Michael Douglas à loucura, e agora ele nos concebe “Clube da Luta”, uma experiência polêmica e bastante original.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Edward Norton (um dos melhores atores surgidos nesta década) é o narrador dessa trama que mistura “caos, subversão e sabonete”. No filme, ele é um funcionário de uma grande empresa de seguros de automóveis que se vê completamente estressado e com insônia. Depois de tentar tudo quanto é remédio, ele encontra o que faltava indo a reuniões de pessoas com problemas crônicos: câncer nos testículos, tuberculosos à beira da morte, doenças incuráveis. Só assim redescobre o sentimento, sente-se vivo e volta a dormir como um neném. Sua alegria é interrompida com a chegada de Marla Singer (Helena Bonhan Carter), uma viciada em droga com ideia fixa em morte: ela também é um farsante, o que deixa nosso narrador um pouco desconfortável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;É quando ele conhece Tyler Durden (Brad Pitt), uma figura estranha que vende sabonetes. Nesse mesmo dia, sua vida dá uma louca reviravolta: seu apartamento, que montava há anos, pega fogo e tudo se perde. Sem maiores explicações, ele passa a morar com Tyler numa mansão isolada e caindo aos pedaços. Para sair um pouco da rotina e deixar de lado as tensões do dia a dia, os dois começam a brigar no meio da rua. Curiosamente, a briga se torna uma espécie de ritual que a cada semana atrai mais e mais adeptos, e logo, no porão de um bar, é batizado o clube da luta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Aos poucos, a coisa vai crescendo e se expandindo para os quatro cantos do país. Tyler se revela um perigoso psicopata e promove vários atos de vandalismo pela cidade; um exército começa a ser formado para dar vida ao “projeto caos”, cujo objetivo só é esclarecido no clímax de “Clube da Luta”, quando uma inesperada e surpreendente revelação muda toda a concepção do filme.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Com uma narrativa bastante surreal, o diretor promove tira-teimas de cada detalhe que possa parecer insignificante e consegue nos enganar direitinho mostrando somente o ponto de vista de Jack, o narrador. Violento e ousado, com diálogos corrosivos e carregados de humor, o filme pode incomodar muita gente pela sua ideia da queda da atual estrutura social e a proposta de um renascimento em cima dos escombros da sociedade capitalista. Ao fim do filme, a sensação é de ter acabado de sair de um longo delírio de um esquizofrênico perdido no meio de uma geração sem papel algum na História.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Teresina, 10 de novembro de 1999&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Alternativo – jornal Meio Norte&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;[A Better Life, EUA, 2011]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Drama&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;98 min&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Impossível não aplaudir a atuação de Demian Bichir nesse comovente drama dirigido com humanismo por Chris Weitz. O ator é simplesmente a alma dessa narrativa a lá “Ladrão de Bicicletas” sobre um jardineiro mexicano ilegal nos Estados Unidos lutando dia a dia para dar ao filho um futuro diferente do dele. A aproximação dos dois acontece justamente quando pai tem sua recém-caminhonete roubada e ambos embarcam nessa jornada para reaver o automóvel. No percurso, o garoto [em situação de risco] tem contato com suas origens, ao mesmo tempo em que vai desconstruindo sua maneira de lidar com as adversidades de sua condição. Chris Weitz é no mínimo um cineasta que se pode chamar de versátil. Começou a carreira junto com o irmão Paul em “American Pie – A Primeira Vez é Inesquecível”, uma versão “Porky’s” da nossa geração e que ainda hoje rende. Antes de cada um seguir seu rumo na direção, entregaram a pérola “Um Grande Garoto”, com Hugh Grant. Cometeu alguns deslizes para pagar as contas, como comandar “Lua Nova” da Saga Crepúsculo. Felizmente se redimiu com esse belo trabalho, proporcionando ao mexicano Bichir vestir um personagem-modelo e entregar uma das melhores performances conferidas em 2011. O roteiro escrito por Eric Eason [diretor de “Journey to the End of the Night”, que se passa no Brasil] é todo estruturado de maneira clássica, e apesar disso consegue ser um texto talentoso ao mostrar com sensibilidade a situação dos mexicanos ilegais na terra do tio Sam. A narrativa é pontuada por músicas muito bem selecionadas para construir a identidade cultural de um povo vivendo num país estrangeiro. Weitz ganha ponto ao não inferir seu olhar estadunidense, permanecendo neutro na abordagem da questão. Esse tipo de filme deve pedir a participação do espectador. Ele que julgue e reflita sobre o que é certo ou errado dentro da visão humanista de um diretor que, embora trafegue por todos os gêneros, tenta manter o foco na questão principal: contar uma boa história.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;8 de abril de 2012&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/feeds/3792814247813608452/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/883386779839028690/3792814247813608452?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/3792814247813608452'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/3792814247813608452'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/2012/04/uma-vida-melhor.html' title='UMA VIDA MELHOR * * * *'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEivZL36boSC-lZDliEvgjb7tHeqgk5sx1QtbEZhi8UbOfvFlWSkyQu2sq0KptxCnDcCEULHW5p6GswNSSBglWTGbLO_A9s-NzhMliskmzpE4OsldvY9XMQ0hSOxlacBJufV6o6nrYmDVZU/s72-c/a+better+life.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-883386779839028690.post-6721979612597125398</id><published>2012-04-11T05:44:00.001-07:00</published><updated>2012-04-11T05:44:05.581-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="- Drama"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="- Nacional"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="C"/><title type='text'>O CONVITE AO PRAZER * * * *</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;[Idem, BRA, 1980]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Drama&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;109 min&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;O cinema de Walter Hugo Khouri mistura sexo e existencialismo para mostrar o abismo que existe entre as pessoas. Temas recorrentes em sua filmografia, como a prostituição e o cinismo das relações, além da submissão afetiva, ganham força dramática nessa obra muito bem dirigida e recheada de erotismo. Dois amigos se reencontram após quatro anos e entram num jogo sexual capaz de abalar suas vidas, junto com seus respectivos casamentos. Luciano [Serafim Gonzalez] é apaixonado pela esposa controladora [Rita de Cássia] e transa com outras mulheres apenas pelo sexo em si. Já Marcelo [Roberto Maya] odeia a convivência com a mulher passiva [Sandra Bréa] e mantém uma cobertura para farras com prostitutas. É nesse ambiente que Luciano vai afundar no comportamento autodestrutivo do amigo e se tornar alvo da vingança da esposa. Sem dúvida, um dos filmes mais eróticos do cinema nacional, sem com isso ser vulgarmente explícito ou perder a marca de seu realizador. Na verdade, é impressionante a habilidade de Khouri em conceber uma narrativa instigante e adulta, com os personagens bem delineados psicologicamente, sempre tentando fugir dos vícios das produções dessa época. Claro que há sexo a torto e a direito, mas ele desempenha uma função orgânica na trama, posicionada para que possamos compreender tais personagens e suas motivações. Para Marcelo [alter ego do cineasta] é tudo um jogo, enquanto para Luciano está mais para uma competição, o que tem a ver com o passado deles. Sabendo disso, o primeiro se satisfaz só em ver o segundo extrapolar seus limites. Para isso servem as tórridas cenas de sexo, que contam com atrizes escolhidas a dedo. Do mesmo jeito, é fascinante como Khouri consegue mostrar a enorme distância e o isolamento humanos por meio dos closes, e o olhar é de fato a janela da alma desses sofridos personagens. Não posso deixar de notar o excelente uso dos movimentos de câmera, alguns sutis, mas todos eficientes para dar o clima certo à narrativa. No fim das contas, é um daqueles filmes que aos poucos vai se revelando muito mais complexo do que poderíamos prever em sua primeira cena. Tirando seus excessos, é um atributo que o destaca dos demais.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;6 de abril de 2012&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Roman Polanski adapta com segurança a peça &quot;O Deus da Carnificina&quot;, de Yasmina Reza, sobre até onde vão os limites da civilidade. A trama se desenvolve diante da conversa entre dois casais, cujos filhos se envolveram numa briga. O que parecia ser um assunto já resolvido cede lugar a uma lavagem de roupa suja e defesa de ideias acerca do comportamento de bando, uma vez o motivo do desentendimento dos garotos ter sido a rejeição de um deles na gangue do outro. Logo, os adultos se tornam verbalmente agressivos, ao melhor estilo de “Quem Tem Medo de Virginia Woolf?”, 1966, por sua vez também extraído de uma peça escrita por Edward Albee. Polanski reúne um ótimo elenco, Jodie Foster, John C. Reilly, Kate Winslet e Christoph Waltz, dentro de uma narrativa rigorosamente teatral. Tudo se passa num apartamento e a priori o tempo fílmico equivale ao tempo real, ou seja, nada de cortes elípticos demais, como no palco. Sem esconder a origem do projeto, Polanski pode se concentrar naquilo o que há de mais forte na história, os diálogos de Reza, que coassina o roteiro junto com o diretor. Não deixa de ser uma tensa comédia dramática de humor negro, com direito a vômitos, xingamentos e boas doses de uísque. O quarteto está equilibrado, e é interessante perceber como não existe, ao menos aparentemente, crises de ego aqui. Ninguém puxa o tapete do outro, não saem do foco principal, comprovando a extrema habilidade de Polanski como diretor. Mesmo geograficamente restrito, ele usa a janela 2.35:1, optando por enquadrar com frequência dois personagens ao mesmo tempo e valorizar o [pouco] espaço. Mas do meio para o fim as duplas se dividem e não se sabe mais quem está do lado de quem. As boas maneiras se dissipam como naftalina no ar, restante apenas uma descordialidade sob controle entre seres que necessariamente são obrigados a viver em sociedade.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; text-align: right;&quot;&gt;&lt;br /&gt;1 de abril de 2012&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh0bSulI2xwY_eb84VPly5qWcj4xj8SunVddoVdSCTfikcVi742nepJxrRchMNk35rYy11vPPHw-0Uw1xIGPe3bCi5xm3cnV857eI2GeIvhCTgyZtr8vnjI6E2wkDMk1LlB49-E3QeNZ78/s1600/carnage.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh0bSulI2xwY_eb84VPly5qWcj4xj8SunVddoVdSCTfikcVi742nepJxrRchMNk35rYy11vPPHw-0Uw1xIGPe3bCi5xm3cnV857eI2GeIvhCTgyZtr8vnjI6E2wkDMk1LlB49-E3QeNZ78/s1600/carnage.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/feeds/4694282731920235105/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/883386779839028690/4694282731920235105?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/4694282731920235105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/4694282731920235105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/2012/04/carnage.html' title='CARNAGE * * * ½'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh0bSulI2xwY_eb84VPly5qWcj4xj8SunVddoVdSCTfikcVi742nepJxrRchMNk35rYy11vPPHw-0Uw1xIGPe3bCi5xm3cnV857eI2GeIvhCTgyZtr8vnjI6E2wkDMk1LlB49-E3QeNZ78/s72-c/carnage.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-883386779839028690.post-8968173927459862661</id><published>2012-04-09T18:04:00.000-07:00</published><updated>2012-04-09T18:07:23.506-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="- Drama"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="- Noir"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="G"/><title type='text'>GILDA * * * *</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; text-align: justify;&quot;&gt;[Idem, EUA, 1946]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Drama&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;110 min&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;“NUNCA houve uma mulher como Gilda”, bradavam os cartazes do filme “Gilda” à época de seu lançamento, no dia 15 de março de 1946 (houve uma premiére em 14 de fevereiro do mesmo ano). De fato, Rita Hayworth brilha em um de seus personagens mais famosos, senão o mais famoso, uma mulher que foge da obscuridade com a qual poderia ter sido escrita sem se tornar rasa como um pires branco de porcelana barata. Gilda é aquele tipo de mulher que parece mais saída de um sonho: tem personalidade forte, embora às vezes derrape nela, é esperta, dança e canta como ninguém. Rita é sinônimo de Gilda, em um dos clássicos mais populares do cinema.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O filme de Charles Vidor se passa na Bueno Aires do final da Segunda Guerra Mundial. Começa com Johnny Farrell, um andarilho norte-americano que forja sua própria sorte, sendo salvo por Ballin Mundson, um sujeito tridimensional dono de um cassino ilegal. Os dois tornam-se amigos e Farrel acaba virando o braço direito de Ballin. Ao término da Guerra, este faz uma viagem inesperada e retorna meses depois casado com Gilda, que no passado tivera um forte romance com nada mais nada menos que Johnny Farrell.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Os personagens são muito bem desenvolvidos em “Gilda”. Glenn Ford interpreta um Johnny que quer de qualquer maneira manter o oportunismo de sua vida, ocultando os pecados cometidos pela protagonista. Ballin Mundson, interpretado por George Macready, é aquele sujeito sem sentimento, que se satisfaz em comprar as pessoas e ter poder sobre elas. Rita Hayworth é beleza e talento em doses cavalares. Ao mesmo tempo em que ela enche a tela — e nossos olhos — de um encanto raro, a atriz atua esplendidamente, além de cantar e dançar. “Put the Blame on Mane” é uma música alegre e inesquecível. Mesmo não se igualando a Marilyn Monroe em “Quanto Mais Quente Melhor”, no qual ela canta “I Wanna Be Loved By You”, principalmente pelo fato de nesta cena em particular ela ter sido dublada por Anita Ellis (desculpe se acabei a ilusão de algum fã), Rita se destaca e proporciona momentos memoráveis. Outra curiosidade é que numa cena em que a protagonista esbofeteia Johnny em ambos os lados da face dele, Rita foi tão intensa que terminou quebrando de verdade dois dentes de Glenn Ford, que permaneceu no seu lugar até o final do take. Isso é que é atuar!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Em vários trechos, “Gilda” se assemelha muito com “Casablanca”, feito quatro anos antes, graças à direção certeira de Charles Vidor e ao roteiro superestimado de Marion Parsonnet, baseado na estória de E. A. Ellington, por sua vez adaptada por Jo Eisinger (e ainda há a colaboração não-creditada do genial Ben Hetch), que cria um triângulo amoroso diferente e interessante, que infelizmente desliza um pouco na elaboração do desfecho. Mas isso são apenas detalhes e todos esquecíveis por conta da excelente fotografia em preto-e-branco de Rudolph Maté, que acentua ainda mais o encanto da estória, e da maravilhosa performance de Rita Hayworth. “Gilda” é um filme inesquecível e imperdível para os verdadeiros amantes do cinema. O DVD traz um documentário básico sobre a trajetória de Rita em Hollywood, além do trailer do filme.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;THE, 10.01.02&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Jornal “O Dia” – 24 de agosto de 2004&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg9CtXoZfXUFiRu0mQ6QbX1g9_af14XJPd_xvW8vrunizfcCYxpUxd9S8rm8f2p37KN-h3Krj6VFCU7xQ43BIa9LdMfcYI6h51NN7Q7Dz6-84ikOFX8ze5dOm1bah1jO-EZbkf1Ll8Wpy4/s1600/gilda.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg9CtXoZfXUFiRu0mQ6QbX1g9_af14XJPd_xvW8vrunizfcCYxpUxd9S8rm8f2p37KN-h3Krj6VFCU7xQ43BIa9LdMfcYI6h51NN7Q7Dz6-84ikOFX8ze5dOm1bah1jO-EZbkf1Ll8Wpy4/s1600/gilda.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/feeds/8968173927459862661/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/883386779839028690/8968173927459862661?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/8968173927459862661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/8968173927459862661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/2012/04/gilda.html' title='GILDA * * * *'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg9CtXoZfXUFiRu0mQ6QbX1g9_af14XJPd_xvW8vrunizfcCYxpUxd9S8rm8f2p37KN-h3Krj6VFCU7xQ43BIa9LdMfcYI6h51NN7Q7Dz6-84ikOFX8ze5dOm1bah1jO-EZbkf1Ll8Wpy4/s72-c/gilda.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-883386779839028690.post-2208315763030618763</id><published>2012-04-09T05:23:00.001-07:00</published><updated>2012-04-15T16:09:15.212-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="- Comédia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="- Mockumentary"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="U"/><title type='text'>UM ASSALTANTE BEM TRAPALHÃO * * *</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;[Take the Money and Run, EUA, 1969]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;Comédia&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;85 min&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Woody Allen debuta na direção com esse &quot;mockumentary&quot; sobre um criminoso sem um pingo de talento. Mesmo sua filmografia começando com “O que Há, Tigresa?”, esse filme de 1967 na verdade é uma redublagem feita por Allen em cima da comédia de espionagem japonesa “Kokusai Himitsu Keisatsu: Kagi no Kagi” [“International Secret Police: Key of Keys”, na versão estadunidense], de 1965. Então, sua primeira investida como diretor, roteirista e ator ao mesmo tempo se deu nessa colagem de momentos da vida de Virgil Starkwell, que tenta ganhar a vida como ladrão de bancos. Mas todos os crimes falham em algum ponto e ele sempre vai preso. Mesmo depois de conhecer a mulher da sua vida, Virgil não se cansa de tentar provar que nasceu para ser bandido. Com direito a um narrador onisciente, Allen reconstrói a vida de seu trágico [e cômico] anti-herói, lançando mão de “entrevistas” com as pessoas próximas a ele, até mesmo o próprio. Aqui temos o primeiro filme a divulgar em larga escala o estilo “mockumentary”, ou falso documentário, e sua estrutura stand up [berço do comediante] o fez não ser uma obra muito bem recebida pelos críticos. De fato, a narrativa é episódica, sem um plot definido, em que Allen vai jogando as mais inusitadas gags, transparecendo seu ímpeto de cineasta estreante. As mais famosas são a do revólver de sabão que se desfaz na chuva, a do assalto que dá errado por um erro de caligrafia [ótima] e a do assalto duplo, no qual duas equipes coincidentemente terminam assaltando o mesmo banco. A icônica persona de Woody Allen, cheia de maneirismos nervosos, também tomou forma nessa inusitadíssima comédia de situações. Longe de ser um grande filme, é o pontapé inicial da carreira de um dos gênios do cinema contemporâneo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;1 de abril de 2012&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial;&quot;&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiWsdq6V5pLCmh8ebBY2gglxBqYMcQOPtow-s_4xcTmjjeuNns3uCw6jfUpor2Z6CK6afbYdhd4ewKseLX5JuMYeUiXE8N_9ea5KhBdMmno1pRaBZ_NW8aLuIBDmGIt-Ug0ljcolXxlMzg/s1600/take+the+money+and+run.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiWsdq6V5pLCmh8ebBY2gglxBqYMcQOPtow-s_4xcTmjjeuNns3uCw6jfUpor2Z6CK6afbYdhd4ewKseLX5JuMYeUiXE8N_9ea5KhBdMmno1pRaBZ_NW8aLuIBDmGIt-Ug0ljcolXxlMzg/s1600/take+the+money+and+run.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial;&quot;&gt;
&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/feeds/2208315763030618763/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/883386779839028690/2208315763030618763?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/2208315763030618763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/2208315763030618763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/2012/04/um-assaltante-bem-trapalhao_09.html' title='UM ASSALTANTE BEM TRAPALHÃO * * *'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiWsdq6V5pLCmh8ebBY2gglxBqYMcQOPtow-s_4xcTmjjeuNns3uCw6jfUpor2Z6CK6afbYdhd4ewKseLX5JuMYeUiXE8N_9ea5KhBdMmno1pRaBZ_NW8aLuIBDmGIt-Ug0ljcolXxlMzg/s72-c/take+the+money+and+run.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-883386779839028690.post-6942638703104913905</id><published>2012-04-08T15:40:00.000-07:00</published><updated>2012-04-09T05:34:45.261-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="- Western"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="B"/><title type='text'>BUTCH CASSIDY * * * *</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; tab-stops: 148.85pt 297.7pt 333.15pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;Butch Cassidy
and The Sundance Kid&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;, EUA, 1969&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; tab-stops: 148.85pt 297.7pt 333.15pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;Western&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; tab-stops: 148.85pt 297.7pt 333.15pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;110 min&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; tab-stops: 148.85pt 297.7pt 333.15pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; tab-stops: 148.85pt 297.7pt 333.15pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;Butch Cassidy
(Paul Newman) e o hábil pistoleiro The Sundance Kid (Robert Redford) vivem de
assaltar trens e bancos impunentemente, até se tornarem caçados em todo o
território americano. Então, resolvem fugir para a Bolívia junto com uma professora
– namorada de Kid. Lá as coisas não são muito diferentes. Brilhante trabalho da
mesma equipe (a dupla central e o diretor) de “Golpe de Mestre”, realizado um
pouco mais tarde. Newman e Redford estão em perfeita sintonia. O primoroso
roteiro de William Goldman (que papou o Oscar) nos deixa muito à vontade para
curtir esse western de primeira qualidade com excelente senso de humor. A
música “Raindrops Keep Fallin’on my Head” (outro Oscar) recheia a deliciosa
cena em que Butch experimenta a última novidade da época: a bicicleta. É um espetáculo
à moda das mais antigas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; tab-stops: 148.85pt 297.7pt 333.15pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; tab-stops: 148.85pt 297.7pt 333.15pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;1999&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; tab-stops: 148.85pt 297.7pt 333.15pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj7a7Cgn-9xzjtUlGlwajAu2abfSLXOAPtyycy7cFublmQeOKkZtHHtVCER4AwxwsSxhcGnvU7xuYJfiVdUNmX7bNtwTW_ivtkiZvMfZ5RvYGZCV7i_e9rCskFweIdcjDU2MPK9cs9okzo/s1600/butch+cassidy6.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj7a7Cgn-9xzjtUlGlwajAu2abfSLXOAPtyycy7cFublmQeOKkZtHHtVCER4AwxwsSxhcGnvU7xuYJfiVdUNmX7bNtwTW_ivtkiZvMfZ5RvYGZCV7i_e9rCskFweIdcjDU2MPK9cs9okzo/s1600/butch+cassidy6.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; tab-stops: 148.85pt 297.7pt 333.15pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/feeds/6942638703104913905/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/883386779839028690/6942638703104913905?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/6942638703104913905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/6942638703104913905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/2012/04/butch-cassidy.html' title='BUTCH CASSIDY * * * *'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj7a7Cgn-9xzjtUlGlwajAu2abfSLXOAPtyycy7cFublmQeOKkZtHHtVCER4AwxwsSxhcGnvU7xuYJfiVdUNmX7bNtwTW_ivtkiZvMfZ5RvYGZCV7i_e9rCskFweIdcjDU2MPK9cs9okzo/s72-c/butch+cassidy6.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-883386779839028690.post-1656359314480712014</id><published>2012-04-08T14:22:00.001-07:00</published><updated>2012-04-09T05:35:29.639-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="- Drama"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="- Guerra"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="A"/><title type='text'>APOCALYPSE NOW REDUX * * * * *</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;Idem, EUA, 1979/2001&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;Drama/Guerra&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;202 min&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;Em plena
Guerra do Vietnã, capitão do exército norte-americano recebe a missão de
adentrar o Camboja e matar um renomado coronel, também norte-americano, que aparentemente
enlouqueceu na floresta e se transformou em uma espécie de deus para um grupo
de nativos. Assisti a &lt;i&gt;Apocalypse Now&lt;/i&gt;
em meados de 1996 e na época não gostei muito do filme. Achei-o confuso, chato
e sem atrativo nenhum. Assisti a &lt;i&gt;Apocalypse
Now&lt;/i&gt; cedo demais. Numa conferida posterior à obra de Coppola, já mais
maduro, aceitei meu equívoco e aumentei a cotação que havia dado a ela. Mesmo
assim, ainda havia restrições. Não era uma fita perfeita, somente o melhor
trabalho sobre a Guerra do Vietnã já feito, expondo todo o seu horror físico e
mental e toda sua falta de consistência; algo sempre faltava. Agora, assistindo
ao filme em DVD, reeditado e ampliado em uma hora, não há como não cultuar o
resultado obtido, uma verdadeira obra-prima do cinema, muito menos não dar
cotação máxima. Não tenha dúvida: &lt;i&gt;Redux&lt;/i&gt;
veio sepultar de vez a versão anterior. A odisseia do cap. Willard (talvez a
melhor atuação de Martin Sheen) dentro de uma guerra claramente estúpida e sem
sentido ficou ainda mais fascinante, apocalíptica mesmo. O fato é que com mais
tempo entramos melhor na história, com isso compreendemos melhor o que
acontece, como a gradativa fascinação de Willard pelo coronel Kurtz e o
significado deste para todo o contexto da obra. &lt;i&gt;Redux&lt;/i&gt; é muito mais intenso e vivenciável que a antiga versão e, o
que certamente é fantástico, tornou-se uma sessão menos monótona e mais
interessante, apesar da precariedade das cópias em VHS ser a responsável quase
que direta por essa aparente monotonia. A premiada fotografia de Vittorio Storaro
está muito mais deslumbrante, até mesmo nas cenas mais escuras do final, assim
como Coppola faz uma direção digna de Oscar, magnífica, recheada de sequências
antológicas, como o ataque de helicópteros ao som de “Cavalgada das Valquírias”.
São cerca de quatorze cenas ou sequências adicionadas, todas originais que
ficaram de fora na época. Com isso, o filme ganhou outras conotações, ficou
mais lindo e poético. Ganhou mulheres também, como a parte em que o grupo que
conduz Willard a seu destino transa com as coelhinhas da Playboy, presas em um
acampamento por falta de gasolina. A sequência da plantação francesa veio somar com as ideologias que permeiam a história, sendo quase delicada, um oásis
no meio de tanto horror. Marlon Brando aparece em uma cena inédita, que nos
permite, em conjunto com as outras, ter uma visão mais completa da
personalidade de seu personagem. Todo mundo sabe do verdadeiro inferno que foi rodar &lt;i&gt;Apocalypse Now&lt;/i&gt; (o enfarte de Martin
Sheen, a loucura do diretor, etc.) e esse filme veio fazer jus a tudo isso.
Coppola deveria ter feito mais filmes, porém com os dois primeiros Chefões e &lt;i&gt;Redux&lt;/i&gt;, sem querer desmerecer outros
trabalhos brilhantes, como &lt;i&gt;A Conversação&lt;/i&gt;,
ele pode ser considerado um dos maiores cineastas de todos os tempos. O DVD
ainda traz a sequência da destruição da aldeia de Kurtz com comentários do
diretor, que afirma nunca ter pensado em um final alternativo, o original já é
sombrio e simbólico o suficiente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif; font-size: 11pt; line-height: 115%;&quot;&gt;27 de outubro de 2002&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif; font-size: 11pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEipB16z2cGPHILDaMkY_0ydpJV554SxpmzmbxkOrvQPVEeQoYgIDhMyaKb3IsLj9Ly7MkAvplNkZi4cfr8fY74glQnGjzcN79bkjrnX4it49Sxg5OYaVJN_odcsomeyh4zmel5h-yXrx6A/s1600/apocalypse+now.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEipB16z2cGPHILDaMkY_0ydpJV554SxpmzmbxkOrvQPVEeQoYgIDhMyaKb3IsLj9Ly7MkAvplNkZi4cfr8fY74glQnGjzcN79bkjrnX4it49Sxg5OYaVJN_odcsomeyh4zmel5h-yXrx6A/s1600/apocalypse+now.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/feeds/1656359314480712014/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/883386779839028690/1656359314480712014?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/1656359314480712014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/1656359314480712014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/2012/04/apocalypse-now-redux.html' title='APOCALYPSE NOW REDUX * * * * *'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEipB16z2cGPHILDaMkY_0ydpJV554SxpmzmbxkOrvQPVEeQoYgIDhMyaKb3IsLj9Ly7MkAvplNkZi4cfr8fY74glQnGjzcN79bkjrnX4it49Sxg5OYaVJN_odcsomeyh4zmel5h-yXrx6A/s72-c/apocalypse+now.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-883386779839028690.post-7393998621988994580</id><published>2012-04-08T14:02:00.002-07:00</published><updated>2012-04-09T05:36:47.268-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="- Comédia romântica"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="A"/><title type='text'>ACONTECEU NAQUELA NOITE * * * *</title><content type='html'>&lt;i style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;It
Happened One Night, EUA, 1934&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Georgia, serif; text-align: justify;&quot;&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;Comédia Romântica.
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;100 min&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;Jornalista
desempregado viaja junto com filha de milionário, fugitiva, que está indo encontrar-se
com o noivo, um famoso aviador. Logo percebe sua grande chance de ter uma
excelente história e, consequentemente, seu emprego de volta. No entanto,
termina se apaixonando antes do fim da viagem. Considerada a primeira grande
comédia romântica do cinema, também foi o primeiro filme a ganhar os Oscars
principais, ou seja, filme, direção, roteiro, ator, para Gable, e atriz, para a
francesa Colbert. O diretor Capra, dentro do espírito do “New Deal” do
presidente Roosevelt, tenta elevar os ânimos dos norte-americanos, em pleno
período da Grande Depressão, com uma obra saborosa, até hoje, de se ver. &lt;i&gt;Aconteceu Naquela Noite&lt;/i&gt; é um trabalho
encantador, divertido, romântico, que lhe deu seu primeiro Oscar de direção (sim,
outros dois viriam), apesar de definitivamente não ser seu melhor filme. Clark
Gable está com &lt;i&gt;timing&lt;/i&gt; tão perfeito
que levou o Oscar de Melhor Ator, tal qual Claudette Colbert, também
merecidamente premiada. Em vários trechos, porém, são os coadjuvantes quem
roubam a cena. O roteiro é simplesmente uma delícia, aproximando aos poucos
dois personagens que inicialmente se estranham (hoje vemos muito isso).
Indubitavelmente, aqui está um clássico obrigatório, do bem (os
norte-americanos são exemplos de bondade, compaixão e companheirismo), com
muito a ensinar. Há duas cenas famosas: a de Gable sem camiseta num motel, o que
gerou polêmica na época, e a dos protagonistas demonstrando técnicas de se
pegar uma carona na estrada. Particularmente, adoro a que todos estão cantando
juntos dentro do ônibus. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif; font-size: 11pt; line-height: 115%;&quot;&gt;06 de novembro de 2002&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif; font-size: 11pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKxvCd8U91iWfDP5AvtGkHz04tnzVTgtLs-Q-hDB1N1w-tvDoOVKnONkgAJF0q3kzT6PTch-_fEVNvfihNKeCfNs7mkV31U3iOM1uNTTkLQ28CXKPJ2tuZFUBNnhWDkhZ2fr5NDApVTqQ/s1600/it+happened+one+night.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKxvCd8U91iWfDP5AvtGkHz04tnzVTgtLs-Q-hDB1N1w-tvDoOVKnONkgAJF0q3kzT6PTch-_fEVNvfihNKeCfNs7mkV31U3iOM1uNTTkLQ28CXKPJ2tuZFUBNnhWDkhZ2fr5NDApVTqQ/s1600/it+happened+one+night.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/feeds/7393998621988994580/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/883386779839028690/7393998621988994580?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/7393998621988994580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/7393998621988994580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/2012/04/aconteceu-naquela-noite.html' title='ACONTECEU NAQUELA NOITE * * * *'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKxvCd8U91iWfDP5AvtGkHz04tnzVTgtLs-Q-hDB1N1w-tvDoOVKnONkgAJF0q3kzT6PTch-_fEVNvfihNKeCfNs7mkV31U3iOM1uNTTkLQ28CXKPJ2tuZFUBNnhWDkhZ2fr5NDApVTqQ/s72-c/it+happened+one+night.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-883386779839028690.post-3293361286448802458</id><published>2012-04-08T13:58:00.002-07:00</published><updated>2012-04-09T05:37:32.386-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="- Drama"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="F"/><title type='text'>A FELICIDADE NÃO SE COMPRA * * * * *</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;It’s
a Wonderful Life, EUA, 1946&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;Drama&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;129 min&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;Na véspera de
Natal, homem que abdicou dos seus sonhos de explorar o mundo em favor dos
outros, vê-se numa difícil situação e chega a pensar em cometer suicídio,
apesar de ter uma esposa maravilhosa e filhos adoráveis. Nesse momento, recebe
a ajuda de um atrapalhado anjo que deseja ganhar asas. Fica muito difícil
acreditar que este edificante conto de Natal tenha sido um fracasso de
bilheteria ao estrear nos cinemas. É uma das histórias mais lindas e
significativas já contadas, com um sentimentalismo sincero e tocante, capaz de
nos fazer encher os olhos de lágrimas com a maior facilidade do mundo. O que
consta na sinopse acima só vem a ocorrer na metade do filme, após acompanharmos
de perto toda a trajetória do protagonista George Bailey, o que torna seus
sentimentos e motivos menos superficiais e distantes do que seriam caso a
história começasse já na intenção de suicídio. Essa sacada brilhante deixa
ainda mais genial a amostra que o anjo, interpretado pelo simpático Henry
Travers, dá a George de como seria a cidadezinha em que vive se ele nunca
tivesse nascido. A direção de Frank Capra, indubitavelmente um dos melhores
cineastas da história do cinema, é absolutamente magnífica, cheia de
criatividade e sensibilidade nas medidas certas. Ele cria com maestria um clima
acolhedor, situações e personagens apaixonantes, e ainda por cima não perde
nunca o fio da meada. O elenco não tem comparações. James Stewart está em um de
seus melhores momentos, vigoroso e coerente, e Donna Reed simplesmente encanta
mais ainda a tela. &lt;i&gt;A Felicidade Não se
Compra&lt;/i&gt; é mais do que uma encantadora fábula espirituosa, é uma lição de
vida inteiramente imperdível, totalmente insuperável (imitações existem aos
baldes) e que parece mais válida, e menos velha, com o passar dos anos. Cheia
de misticismo e com uma melancolia disfarçada, é uma obra clássica,
irretocável, que fala sobre fazermos concessões em prol de uma felicidade
geral. Trata também de valorizarmos o que temos e aceitar o que não temos. Um sonho
pode muito bem ser substituído por outro e os pequenos detalhes da vida são os
que mais nos fazem falta depois. A humanidade e a compaixão, juntamente com o
amor, são os maiores bens que um ser humano pode ter. Esse é um filme
obrigatório para aqueles que acham que não estão vivendo o que gostariam de
viver. Frank Capra fez uma obra que me encanta profundamente.
Inquestionavelmente feita para ser de cabeceira. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;27 de outubro
de 2002&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjdccWI8gt_D_UimjX6e7CtVA_amEj4poUwLPTh6hIhVrKcFGbWZIxRD-vz2LTVmd5gs6Xsc_UcpcWCS_wMYy3-TuBcYU1Nd72DqGFm94_qoVCDFQnptR23MIlOS4Y5mEFTMKdORPgumgk/s1600/it&#39;s+a+wonderful+life.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjdccWI8gt_D_UimjX6e7CtVA_amEj4poUwLPTh6hIhVrKcFGbWZIxRD-vz2LTVmd5gs6Xsc_UcpcWCS_wMYy3-TuBcYU1Nd72DqGFm94_qoVCDFQnptR23MIlOS4Y5mEFTMKdORPgumgk/s1600/it&#39;s+a+wonderful+life.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/feeds/3293361286448802458/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/883386779839028690/3293361286448802458?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/3293361286448802458'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/883386779839028690/posts/default/3293361286448802458'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemapelalente.blogspot.com/2012/04/felicidade-nao-se-compra.html' title='A FELICIDADE NÃO SE COMPRA * * * * *'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjdccWI8gt_D_UimjX6e7CtVA_amEj4poUwLPTh6hIhVrKcFGbWZIxRD-vz2LTVmd5gs6Xsc_UcpcWCS_wMYy3-TuBcYU1Nd72DqGFm94_qoVCDFQnptR23MIlOS4Y5mEFTMKdORPgumgk/s72-c/it&#39;s+a+wonderful+life.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>