<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-190070085655500781</id><updated>2024-10-24T05:02:35.181-07:00</updated><category term="Pensamentos"/><category term="Sem título"/><category term="Dueto"/><title type='text'>&quot;Et cetera&quot;</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://tcetera.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/190070085655500781/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tcetera.blogspot.com/'/><author><name>Althaea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07931074727179074293</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>13</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-190070085655500781.post-579386491588316005</id><published>2015-04-14T08:01:00.000-07:00</published><updated>2015-04-14T08:01:45.493-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sem título"/><title type='text'>Sem Título #4</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Palatino Linotype&#39;, serif;&quot;&gt;“ Mais um dia,
obrigada por mais um dia”. Eu pensava todo santo dia ao chegar em casa do
trabalho e só queria me sentar na sala, talvez beber um copo de vinho e depois
ir dormir, mas não nesse dia. Coisas do trabalho, as pessoas querem que você
faça aquele tradicional social, não me levem a mal, eu amo sair com meus
amigos, principalmente os mais antigos, mas tem dias que simplesmente quero
ficar sozinha, porém eu cedi, com aquela sensação de que estava fazendo algo
errado, eu deveria ter seguido meus instintos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;&amp;nbsp;Tomei um banho rápido e me arrumei, nada muito
chamativa, a pior coisa que poderia me acontecer seria ser chamativa e chamar
mais atenção do que eu gostaria de receber naquela noite, tentem entender, eu
me considero uma mulher atraente e gosto de me sentir bonita, mas tem dias em
que simplesmente sou muito feliz por só ser mais uma no meio da multidão. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;&amp;nbsp;E lá vamos nós, um barzinho com um ótimo show,
algumas bebidas e suco pra mim, realmente estava sem cabeça, notavelmente
portando um mal-humor que as pessoas taxariam como TPM, e foi num momento de
distração da conversa, entre um gole e outro do meu suco de morango que eu o
vi, ou pelo menos achei que vi. Já passaram por aquela sensação de que viram
alguém, mas foi tudo tão rápido que quando a pessoa sai da sua visão você não
tem certeza se foi uma impressão ou se foi verdade? Poderia ser alguém
parecido, eu estava distraída. Ah, os perigos de se estar distraída... Então
passou pela minha cabeça um pensamento que já me havia ocorrido algumas vezes
atrás. Às vezes quando estamos na rua, vivendo nossas vidas cotidianas, o
destino nos faz encontrar com pessoas de nosso passado, principalmente quando
ainda se vive no mesmo bairro onde cresceu, e mesmo depois de todos esses anos
eu nunca, nunca o encontrei, eu ficava me imaginando como seria se eu o
encontrasse na rua, eu o ignoraria, iria falar com ele, fingiria que nada
aconteceu, ou será que ele viria falar comigo? E se não viesse? Então vinha a
segunda parte do pensamento, será que eu queria que isso acontecesse? Um
encontro seria bom ou ruim? Tudo isso voltou a minha mente naquele instante de
distração, na fração de segundo depois de eu supostamente avistá-lo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;&amp;nbsp;Cometi o erro de pensar de menos, estar
distraída e pensar pouco, ser impulsiva nunca deu certo pra mim, apesar de que
às vezes me culpo por não ter tido coisas por não ser impulsiva. Levantei-me e
como quem vai ao banheiro me dirigi até o caminho tomado pelo vulto, felizmente
eu não havia bebido, pensando agora foi a primeira decisão decente que tomei
durante a noite, pois toda a minha furtividade teria ido para o ralo depois do
primeiro gole de qualquer coisa alcoólica, o destino de certa forma estava a
meu favor, o banheiro realmente era daquele lado, e como quem não quer nada fui
me esgueirando por perto do balcão de olho nas mesas a minha frente. Eu já
estava quase na porta do banheiro e conseqüentemente desistindo, começando a me
criticar mentalmente pelo papel idiota que estava executando quando o vi...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;&amp;nbsp;Sabe nos filmes e nos livros românticos quando
eles descrevem um encontro assim, você sente seu corpo todo gelado e seu
coração parece que vai parar só pra depois acelerar mais do que em qualquer
outro momento da sua vida, e por alguns segundos você se esquece completamente
como colocar ar para dentro dos pulmões. Bom, eu admito que sempre imaginei que
seria assim no dia que eu o visse novamente, e sempre achei bobeira também,
afinal eu sou uma pessoa fantasiosa. Mas dessa vez minha imaginação não me
deixou na mão e pelos mais ou menos cinco segundos que eu demorei para me
recompor e voltar a realidade, foi exatamente isso que senti.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tcetera.blogspot.com/feeds/579386491588316005/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tcetera.blogspot.com/2015/04/sem-titulo-4.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/190070085655500781/posts/default/579386491588316005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/190070085655500781/posts/default/579386491588316005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tcetera.blogspot.com/2015/04/sem-titulo-4.html' title='Sem Título #4'/><author><name>Althaea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07931074727179074293</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-190070085655500781.post-1121119031698739103</id><published>2013-07-10T05:02:00.000-07:00</published><updated>2015-04-14T07:55:12.324-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Dueto"/><title type='text'>Dueto - Obrigada</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;“Muitas vezes
cometemos os maiores erros quando temos a ânsia de acertar em tudo...”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ela acordou assustada, o fogo crepitava
calmamente perto dela, fogo? Onde estava? Ainda sob as tampa da grande lixeira,
mas quem fez aquela pequena fogueira dentro de uma lata de tinta para aquecê-la,
olhou para os lados e não viu ninguém, mesmo assim agradeceu, baixinho, ela não
sabia agradecer, nunca lhe foi ensinado algo assim. Abaixe a cabeça e nunca
responda! Era o que sempre diziam, ela nunca soube se portar quando alguém lhe
fazia algo bom, ninguém nunca o tinha feito, talvez uma vez, uma velha senhora
que cuidava do jardim, pegando-a desprevenida chorando sob uma árvore a
jardineira acolheu a pobre menina em seus braços, e ela que nunca antes sentiu
um abraço de mãe não entendeu o que estava acontecendo, mas sentiu-se bem.
Infelizmente a senhora morreu pouco depois, sem que as duas tivessem a chance
de se falar mais uma vez, ela nunca conseguiu agradecer, mas por muito tempo
acreditou que aquele gesto tinha lhe salvado de cair no abismo atual mais cedo,
se a fuga acontecesse na época, quando tinha doze anos de idade, ela nem ao menos
teria sobrevivido ao rio no primeiro dia, precisou de mais quatro anos para
aprender a nadar bem o suficiente a ponto de vencer a correnteza.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; “Olha só quem finalmente acordou! Achei que
fosse ter que te jogar na lata de lixo por estar morta.” Ela olhou para o lado
no susto, uma menina, talvez um pouco mais velha do que ela, vestia um jeans
surrado e uma camisa masculina que ficava larga nela, suas feições eram
tranquilas e a voz acolhedora, por um instante se assustou pela forma que aqueles
olhos castanhos fitavam os seus, que eram negros como a noite, e o cabelo dela,
um loiro escurecido pelo que parecia ser sujeira de carvão e ficava até bem,
mesmo nessas circunstâncias, preso num coque com algumas mechas soltas. Serena
era o nome de sua suposta salvadora. A jovem contou que a viu deitada nas
lixeiras e depois de não conseguir acorda-la e levar para um lugar melhor
decidiu que o fogo seria uma boa maneira de preservar as duas do frio,
sempre sorridente mostrou também dois pedaços de pão que tinha acabado de
conseguir com o padeiro, pegou um e deu o outro a menina que só percebeu o
quanto estava com fome quando o cheiro da massa fresca e ainda quente invadiu
suas as narinas, ela comeu o pão com vontade, mastigando de boca aberta e
aproveitando cada migalha. Nunca antes ela comeu com fome, nunca antes um
pedaço de pão tinha tanto gosto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Serena percebeu que definitivamente ela não
era experiente na vida nas ruas e ofereceu sua ajuda sem se importar pela
menina faminta não querer contar nada sobre a sua vida e nem ao menos dizer seu
nome, no começo na verdade ela achava até que a menina poderia ser muda, só
entendeu que não quando timidamente, após terminar seu pão, tentando esboçar um
sorriso gentil e envergonhado ela sussurrou um obrigada, pela primeira vez, e a
menina gostou de imaginar que a velha jardineira estava olhando para as duas
naquele momento, o agradecimento também era pra ela no final.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tcetera.blogspot.com/feeds/1121119031698739103/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tcetera.blogspot.com/2013/07/dueto-obrigada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/190070085655500781/posts/default/1121119031698739103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/190070085655500781/posts/default/1121119031698739103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tcetera.blogspot.com/2013/07/dueto-obrigada.html' title='Dueto - Obrigada'/><author><name>Althaea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07931074727179074293</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-190070085655500781.post-3929061151325916566</id><published>2013-07-08T04:14:00.000-07:00</published><updated>2015-04-14T07:52:05.205-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Dueto"/><title type='text'>Dueto - 2ª fuga</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A testa latejava de forma insistente, o sangue quente corria pela face até o gosto de ferro chegar aos lábios, por alguns instantes isso foi tudo que ela podia sentir, até conseguir abrir os olhos e ver embaçadas e ao longe as luzes que piscavam e brilhavam intensamente aumento a dor na cabeça, os sons abafados começaram a ficar cada vez mais audíveis até que ela conseguia claramente distinguir as figuras ao seu redor. O caminhão estava afundado na lateral de outro carro, provavelmente a escolha do motorista para não atropela-la e assim salvar sua vida.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Ao seu redor começou a ficar um pouco mais escuro e então ela percebeu a massa de pessoas que estavam desviando a atenção do acidente propriamente dito, agora todos estavam olhando para ela, visto que sua consciência estava voltando. Sentiu uma pressão no braço e percebeu que alguém havia acabado de lhe segurar, estava assustada e por mais que se esforçasse ainda não conseguia focar o suficiente para ver mais do que um borrão no rosto dos que estavam a sua volta. Ela tentou correr, mais uma vez isso a salvaria, talvez se conseguisse puxar o braço com força suficiente, talvez as pessoas não fossem atrás dela, talvez o motorista do caminhão e os passageiros do carro estivessem bem, e só talvez, suas pernas poderiam responder... Não foi o que aconteceu, ela puxou e conseguiu se desvencilhar da mão que a segurava, mas ao tentar se levantar sentiu sua perna doer como nunca na vida, então ela teve vontade de chorar, sua alma suplicava por algo que ela não sabia nomear, por um conforto que ela nunca sentira, então tudo se apagou novamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Sua testa não doía mais, e havia pressão por quase todo o seu corpo, quando conseguiu abrir os olhos viu que estava enfaixada e deitada numa maca dentro do que imaginou ser uma ambulância, dois paramédicos conversavam ao seu lado um pouco exaltados, ela não entendia o que o primeiro gritava tanto para o segundo e porque mexiam tanto as mãos, até que ela viu a cena aterrorizante. Um homem de meia idade estava deitado na maca ao seu lado, e era nele que os paramédicos mexiam, estava com tantas ou mais ataduras que ela, porém as dele encharcadas e rubras de tanto sangue, ela nunca viu tanto sangue assim, nem mesmo quando um animal era morto, ela gelou e quase gritou, denunciando assim a todos que estava acordada, mas seu grito foi abafado pelo freio do carro que teve suas portas abertas, os dois médicos correram com o ensanguentado para dentro, praticamente se esquecendo da menina que eles acreditavam ainda estar dormindo. Foi então que ela percebeu que não poderia permanecer ali, tudo acabaria se a internassem no hospital, seria descoberta e tudo que passou não adiantaria de nada, teria que responder pelo acidente, e pior, viriam busca-la certamente.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp;Ainda estava um pouco tonta mas conseguiu se levantar, tirou uma agulha estranha que prendia uma borracha pingando um líquido em seu corpo, torceu para não precisar daquilo para se manter viva e com cuidado, certificando-se de que ninguém a veria, passou por trás da ambulância, escondendo-se nas sombras. Só quando saiu da parte coberta que limitava aquele lado do estacionamento percebeu as gotas de chuva tocando-lhe o rosto e agradeceu pela chuva, poucas pessoas andariam na rua naquele horário e com esse tempo, seria mais fácil de procurar um lugar seguro.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp;Andava tateando os muros, estava tonta, um pouco pelo ferimento na testa, um pouco pela fome, talvez fosse o cansaço, e provavelmente era conjunto de todos esses fatores que estavam mexendo com sua mente e dando-lhe a sensação de perigo, ela estava tentando se manter alerta o máximo possível pois a sensação de perseguição era inevitável. Achou um canto, entre dois contêineres de lixo, a tampa de um deles estava aberta fazendo o &quot;telhado&quot; de seu aposento para aquele final de madrugada, ela se sentou com certa dificuldade, sua perna começava a doer novamente, a ideia era só sentar pra descansar sem deixar de estar alerta, mas os olhos foram ficando pesados e pesados, o que teria demais em fecha-los só por alguns segundos? O frio do vento da madrugada parecia se multiplicar por cem ou bater contra suas roupas molhadas, ela abraçou os joelhos tentando inutilmente se aquecer um segundo, piscar de forma consciente uma única vez foi o suficiente para leva-la novamente pra escuridão.&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tcetera.blogspot.com/feeds/3929061151325916566/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tcetera.blogspot.com/2013/07/dueto-2-fuga.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/190070085655500781/posts/default/3929061151325916566'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/190070085655500781/posts/default/3929061151325916566'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tcetera.blogspot.com/2013/07/dueto-2-fuga.html' title='Dueto - 2ª fuga'/><author><name>Althaea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07931074727179074293</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-190070085655500781.post-4267591079958896839</id><published>2013-07-04T07:52:00.001-07:00</published><updated>2015-04-14T07:56:20.376-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pensamentos"/><title type='text'>Ops... Deveria ter feito o título antes.</title><content type='html'>&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Vocês já pararam pra pensar que suas vidas não são exatamente o que deveriam ser?&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; Minha personagem favorita, de todas que já criei, definitivamente é a do conto sem título, mas eu não queria ter a vida dela, mesmo achando incrível, estava relendo os textos hoje, desde o primeiro, me lembrei da V., o que também foi uma coisa boa. Eu tenho personagens com vidas melhores, com vidas que eu gostaria de ter até, esse deve ser o Karma de quem escreve qualquer coisa, fantasiamos tantas vidas, muitas das minhas não são boas, eu admito ser um pouco dramática (demais), são poucos os personagens que eu tenho que eu possa dizer &quot;Nossa! Eu queria a vida dele&quot;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; Mas é estranho olhar pra trás e pensar que as coisas não deveriam estar acontecendo da maneira que estão, é quase como escrever uma história já sabendo o final, e no andar do texto você acaba mudando de ideia e acontece, o final muda. Pensando bem, talvez por isso eu não consigo terminar meus contos...&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; Gosto da ideia de me expressar com histórias, não sou boa fazendo isso que estou fazendo agora, escrever como eu, falar por si mesma é estranho depois de passar a vida toda falando pela imagem das coisas que criou. Eu já falei algumas coisas sobre mim, outras são claras como neve que acaba de cair, tipo! Acho que ficou óbvio que eu sou fã de Clarice, que não sei dar títulos aos textos nem nomes aos personagens, e mais do que qualquer coisa, eu já divaguei completamente e essa parte do texto não faz o menor sentido com o começo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Vamos ignorar esse pequeno lapso e voltar pra etapa inicial.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; Uma das coisas que considero naturais nos seres-humanos, e por tanto em mim, porque por mais que algumas pessoas discordem, até onde eu sei, eu ainda sou um ser-humano. Mas bem, uma coisa natural é se auto-enganar, como aquelas promessas de fim de ano que todos fazem mesmo sabendo que não irão cumprir, eu me faço promessas e estabeleço metas toda semana, e semana após semana falho miseravelmente, tirar tempo pra malhar, estudar pelo menos duas horas, passar menos tempo no pc, ler mais meus livros, me dedicar mais com as coisas da igreja. Me falaram uma vez que toda vez que estabelecemos uma meta, não faze-la é o mesmo que fazer o contrário dela, e não deixa de ser verdade. Eu particularmente estou tentando arrumar as coisas, penso nisso todo dia de noite antes de dormir, infelizmente eu esqueço quando acordo e só vou lembrar novamente de noite. Acho que nem é falta de responsabilidade, talvez só falta de ritmo, eu nunca programei meu dia, separei minhas horas, nunca fui diligente nesse aspecto. E hoje o resultado disso é olhar pra frente e não entender o que está acontecendo, é inegável a sensação de potencial desperdiçado, por mais que eu não goste de pensar nisso, tenho a sensação de ser arrogante e qualquer defesa disso só aumentaria a &quot;imagem de superioridade&quot;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; Ó céus, estou me perdendo de novo. Não lembro mais o objetivo desse texto, odeio quando isso acontece, geralmente eu apago o texto e pronto, a prova da falta de memória se vai juntamente com a ideia inicial, farei diferente dessa vez e vou deixar aqui, essa prova, pra me lembrar de completar as coisas planejadas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Beijinhos.&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tcetera.blogspot.com/feeds/4267591079958896839/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tcetera.blogspot.com/2013/07/ops-deveria-ter-feito-o-titulo-antes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/190070085655500781/posts/default/4267591079958896839'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/190070085655500781/posts/default/4267591079958896839'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tcetera.blogspot.com/2013/07/ops-deveria-ter-feito-o-titulo-antes.html' title='Ops... Deveria ter feito o título antes.'/><author><name>Althaea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07931074727179074293</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-190070085655500781.post-1791621695784473538</id><published>2012-06-20T08:46:00.000-07:00</published><updated>2015-04-14T07:46:28.159-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sem título"/><title type='text'>Sem título # 3</title><content type='html'>Tantos dias se passaram, meses e minha vida está normal, sempre foi normal, eu considero isso normal, afinal é a única vida que eu conheço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa noite eu tive um sonho, estranhamente esqueci dele assim que acordei, eu sei que isso não estranho, quase todo mundo esquece de um sonho assim que acorda. A parte estranha foi eu ter lembrando desse sonho, dele completo, em todos os detalhes dois dias depois, de uma forma aleatória, na pior hora possível...&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi um sonho estranho, como qualquer outro sonho estranho. Eu estava na minha casa, na minha vida como qualquer dia normal, então a campainha toca e quando eu abro o portão meu coração simplesmente parou. Ele estava lá, mas não estava lá do jeito que eu o conhecia, como estava como nos despedimos pela ultima vez. Ele estava... Não sei dizer, mais velho, maduro. Digamos que eu tivesse durante minha adolescência me apaixonado por uma carinha da minha idade. Mas agora estava lá, depois de tantos anos diante de mim como um homem, e eu uma mulher! Uma mulher paralisada que estava tentando lembrar o que era preciso pra colocar ar para dentro dos pulmões.&lt;br /&gt;
Primeiramente eu me lembrei dele com flores na mão, para mim? Eu não lembro, hoje não tenho certeza sobre as flores, gosto de acreditar que sim, mas nada certo.&lt;br /&gt;
Passamos vários minutos nos olhando, se teve uma coisa que eu nunca me cansei na minha vida foi olhar pra ele, e agora estava lá. Ele foi o primeiro a falar, eu não lembro dele falando, não consigo lembrar da voz dele, mas sei exatamente o que ele falou. Me pediu pra esquecer tudo, pra apagar tudo, perguntou se poderíamos ser amigos de novo, disse que me amava. Eu não lembro de alguma vez ele ter dito que me amava, eu sabia que ele me amava, mas ele nunca disse. Depois do fim, durante uma briga eu o acusei por isso. Eu sempre disse a ele o quanto o amava, nunca na hora certo, ele nunca acreditou, eu acho que também não acreditarei, mas eu sei que amei. Então tempos depois ele me mandou uma carta, identica a outra carta que havia me mandado uma vez, as mesmas palavras, um final diferente: &quot;eu amo você!&quot; Pena que era tarde demais pro nosso amor.&lt;br /&gt;
Mas no meu sonho não era, e eu que antes não tinha palavras agora não tinha forças, só me lembro de abraça-lo. Eu acho que nem respondi, só abracei achando que o gesto seria o suficiente, agora percebo que eu erro até em sonhos, eu deveria ter falado, mas novamente me calei e chorei abraçada a ele, e então tudo se apagou.&lt;br /&gt;
Acordei assustada, estava em minha cama agarrada ao travesseiro, estava soluçando de tanto chorar. Emocionada pelo sonho, triste por ter sido um sonho, feliz por ter tido ele novamente em meus braços. Tentei me acalmar e fechei os olhos novamente, só conseguia pensar em duas coisas. Primeiro estava torcendo pra nunca mais voltar a sonhar com ele e a segunda era me perguntar se ele ainda pensava em mim.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tcetera.blogspot.com/feeds/1791621695784473538/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tcetera.blogspot.com/2012/06/sem-nome-4.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/190070085655500781/posts/default/1791621695784473538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/190070085655500781/posts/default/1791621695784473538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tcetera.blogspot.com/2012/06/sem-nome-4.html' title='Sem título # 3'/><author><name>Althaea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07931074727179074293</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-190070085655500781.post-8605714089183656701</id><published>2012-06-12T20:16:00.001-07:00</published><updated>2015-04-14T07:45:41.303-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sem título"/><title type='text'>Sem título #2</title><content type='html'>Eu também poderia chamar de &quot;Aquele que a gente lembra enquanto ouve música&quot;&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tantos anos se passaram, nem sei quantos...&lt;br /&gt;
Eu tenho uma vida maravilhosa, sou uma mulher independente, bem-sucedida, tenho tudo que preciso ou pelo menos tenho isso enquanto minha mente tem o que pensar. Eu adoro chegar em casa e encontrar meu silêncio, essa noite cheguei, tomei um banho e em paz fui deitar em minha cama, liguei o som e deixei tocar algumas músicas aleatórias, deitei minha cabeça no travesseiro e relaxei. Não estava com sono, queria curtir as músicas, prestar atenção nas letras, uma delas me chamou a atenção de uma forma única. A carga de emoções foi tão grande que comecei a chorar e eu nem sabia o real motivo, achei que fosse uma música bonita, sei lá, coloquei pra tocar uma vez, e mais uma... &lt;i&gt;&quot;You&#39;d know how the time flies. Only yesterday was the time of our lives...&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&quot;&lt;/i&gt; E lá estava eu, chorando rios e rios de lágrimas novamente e então tudo se esclareceu. Por que mesmo depois de tanto tempo ele não sai da minha cabeça? Eu não sei se isso é amor, já foi amor um dia, eu tenho certeza, eu o amei mais que tudo e mesmo assim não tive coragem de ficar com ele, não ficamos juntos, ele seguiu e eu... Eu estou aqui no meu quarto, com a melhor vida que eu poderia ter e chorando por ele enquanto escuto uma música. A melhor vida que eu poderia ter? Não tenho essa certeza em momentos como esse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sabe, eu poderia fazer uma análise completa de como essa música é perfeita, como ela se encaixa em tudo na minha vida e como cada frase dela me remete a uma lembrança. Me senti uma grande idiota em ainda pensar numa pessoa que nem ao menos deve se lembrar do meu nome. Será? Eu fico com esperança de que ele ainda se lembre de mim, talvez como diz a música se um dia ele me olhar ele perceba que pra mim ainda não acabou, e talvez não tenha acabado pra ele. Mas isso não faria diferença, tudo em nós estava condenado a acabar antes mesmo de começar e eu sempre soube disso. Acho até engraçado lembrar de como nossos amigos em comum me criticavam, de como eu o tratava mal, de como ele sofria por mim. Ah se eles soubessem o quanto eu sofri, o quanto eu chorei, e pior que isso, o quanto ainda choro, mas não é minha culpa, nós nunca tivemos a chance de um começo, desde antes de começar nosso final já estava definido. Por isso não faria diferença se ele percebesse que pra mim não acabou, por isso seria bem pior se não tivesse acabado pra ele, é por isso que eu fecho os olhos e lembro do nosso último beijo quando toco a foto dele que guardo comigo, por isso tenho medo de deixar o telefone tocar, seria só mais dor, seria só mais um novo fim...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Suspirar... É tudo que posso fazer, aqui, deitada na minha cama chorando por causa de um cara e uma música. Acabei de me lembrar que eu nunca mandei pra ele todas as músicas que achei que fossem perfeitas para nós, só uma vez, depois de uma briga, a briga que eu achei que seria a briga final. Ah Deus, como eu queria que aquela tivesse sido a briga final, mas depois houve uma pior, mas antes dessa pior, no periodo entre brigas eu achava que estava tudo bem e mesmo sabendo que ia acabar eu tinha aquela sensação de que poderia durar pra sempre, de certa forma até dura, se levarmos em consideração o fato de que ele não sai da minha cabeça, cada lembraça, cada segundo, cada música. Enviei pra ele Dois Bicudos da Ana Carolina, até hoje eu ainda acho que não houve música melhor enquanto estavamos juntos, mesmo agora acreditando que separados Someone like you, da Adele encaixa perfeitamente, mas essa música era boa também. Lembro de uma vez, estavamos juntos, não juntos, juntos, não sei se consigo dizer que algum dia realmente tivemos algo, mas estavamos no mesmo lugar, eu estava sentada com a cabeça apoiada no ombro dele cantarolando para implicar com ele, ele segurou meus dedos nos dele e me pediu para canta-la, eu ri, minha voz sempre foi terrível e eu nunca entendi porque ele gostava. Escrevendo isso agora me lembro perfeitamente daquele dia, da voz dele falando baixinho perto do meu ouvido. Na época eu sabia o quanto aquilo era bom, sinto tanto por não ter dado valor...&lt;br /&gt;
Mas no fundo nós vivemos tudo que tivemos pra viver, vivemos o nosso &quot;nós&quot;! Pode não ter sido o mais simples, ou o menos doloroso, mas foi nosso, só nosso! Eu sei que passarei a minha vida toda lembrando dele, me perguntando no meio da noite se ele ainda pensa em mim, será que ele ainda se lembra de mim? Será que ele ainda sente o carinho e afeto que eu sinto por ele?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Respirei fundo e desliguei o som. O dia amanhã é longo demais pra pensar nesse tipo de coisa até essa hora, só me resta dormir e torcer pra não sonhar com ele...</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tcetera.blogspot.com/feeds/8605714089183656701/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tcetera.blogspot.com/2012/06/sem-nome-2.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/190070085655500781/posts/default/8605714089183656701'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/190070085655500781/posts/default/8605714089183656701'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tcetera.blogspot.com/2012/06/sem-nome-2.html' title='Sem título #2'/><author><name>Althaea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07931074727179074293</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-190070085655500781.post-3346620737290079280</id><published>2012-03-26T09:19:00.000-07:00</published><updated>2015-04-14T07:41:39.318-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pensamentos"/><title type='text'>O que é imortal...</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;tr_bq&quot;&gt;
Clarice Lispector escreveu assim uma vez:&lt;/div&gt;
&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px;&quot;&gt;&quot;Ah, e dizer que isto vai acabar, que por si mesmo não pode durar. Não, ela não está se referindo ao fogo, refere-se ao que sente. O que sente nunca dura, o que sente sempre acaba, e pode nunca mais voltar. Encarniça-se então sobre o momento, come-lhe o fogo, e o fogo doce arde, arde, flameja. Então, ela que sabe que tudo vai acabar, pega a mão livre do homem, e ao prendê-la nas suas, ela doce arde, arde, flameja.&quot;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;
E eu não posso deixar de associar esse trecho, que é de minha autora favorita com o meu poema favorito, que diga-se de passagem é a pessoa que tem os mais perfeitos poemas pra mim que é o Vinicius de Morais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;
Soneto de Fidelidade&lt;/blockquote&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; De tudo ao meu amor serei atento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Que mesmo em face do maior encanto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Dele se encante mais meu pensamento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br style=&quot;background-color: white; font-family: Verdana; font-size: small;&quot; /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Quero vivê-lo em cada vão momento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; E em seu louvor hei de espalhar meu canto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; E rir meu riso e derramar meu pranto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Ao seu pesar ou seu contentamento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br style=&quot;background-color: white; font-family: Verdana; font-size: small;&quot; /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; E assim, quando mais tarde me procure&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Quem sabe a morte, angústia de quem vive&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Quem sabe a solidão, fim de quem ama&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br style=&quot;background-color: white; font-family: Verdana; font-size: small;&quot; /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Eu possa me dizer do amor (que tive):&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Que não seja imortal, posto que é chama&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Mas que seja infinito enquanto dure.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Não sei se alguém vai concordar comigo, mas acho que esses dois textos se relacionam perfeitamente. Não porque sou tiete de ambos, apesar de ser, mas eu acho realmente belo, poderia pensar ainda em mais um de Fernando Pessoa ou Shakespeare, mas acho que esses dois bastam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Não que eu concorde que todo relacionamento acaba, que os sentimentos não duram, mesmo a grande maioria não durando, por &quot;n&quot; motivos, alguns se transformam, outros adormecem e muito simplesmente nunca foram realmente o que achavam que eram. Eu acho que a grande questão não é o fim e sim o que fazemos durante todo o processo, a cada novo dia temos que viver como se ele realmente fosse o último porque ele pode ser, em todos os sentidos possíveis, nunca sabemos quando vamos morrer ou quando aquele sentimento ainda estará lá, às vezes não precisa nem acontecer uma mudança em nós, na outra pessoa (no caso de sentimentos) já basta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso me fez lembrar o primeiro post que eu fiz aqui, que não tem tanto tempo, era a história de uma menina que amava alguém mas que sabia que aquilo não iria durar, deve ser terrível saber que uma das melhores coisas de sua vida não vai durar mesmo antes dela começar, e aquela garota passou por isso. Creio eu, pelo menos pelo que sei foi isso que aconteceu, que quando ela teve a verdadeira chance, aqueles momentos, ela aproveitou cada minuto e queria que cada segundo durasse pra sempre. Afinal se a chama iria se esvair, que o fizesse após o pavio ser totalmente consumido e cada centímetro deste nas memórias dela se transformassem na sua própria e particular eternidade. Porque se a vida é tão efêmera quanto ela parece ser cabe a nós e ninguém mais criar o nosso próprio &quot;para sempre&quot;.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tcetera.blogspot.com/feeds/3346620737290079280/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tcetera.blogspot.com/2012/03/o-que-e-imortal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/190070085655500781/posts/default/3346620737290079280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/190070085655500781/posts/default/3346620737290079280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tcetera.blogspot.com/2012/03/o-que-e-imortal.html' title='O que é imortal...'/><author><name>Althaea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07931074727179074293</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-190070085655500781.post-6606506447335010604</id><published>2012-03-15T21:11:00.002-07:00</published><updated>2015-04-14T08:03:18.229-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Dueto"/><title type='text'>Dueto -Introdução</title><content type='html'>&amp;nbsp; Ela estava correndo pela rua, não sabia o motivo, só corria, de olhos bem abertos, sentindo o ar entrar pela sua garganta e rasgar o peito, algumas vezes olhava pra trás, não para ter certeza se alguém a seguia, ela sabia que essa possibilidade não existia, mas pra olhar bem de onde ela estava saindo. Tudo aquilo estava acabando... Para sempre?&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; Quando acordou não sabia onde estava, só sabia que não estava onde deveria estar, nem sabia na verdade onde ela realmente deveria. Só sabia de uma coisa, esse lugar, onde quer que fosse, porque em algum lugar no mundo deveria haver algum espaço pra ela, esse lugar não era a casa de onde havia saído na noite anterior, ela nem conseguia pensar que deixara um passado pra trás, simplesmente não havia nada.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; Caminhou o dia inteiro, pra onde? Para frente! Para longe. Era tudo que sua mente cansada conseguia pensar, para algo diferente, era tudo que ela podia desejar naquele momento. O sol estava bem alto quando ela achou uma ponte, desceu até a margem daquele riacho que não era nem limpo nem sujo, não dava pra explicar como a água era na visão daquela menina suja de poeira que só queria um banho, olhar para as manchas de terra na sua pele esbranquiçada não era nada agradável, principalmente quando se cresceu com todos os mimos que uma garota poderia ter. Ela sacudiu a cabeça e sem querer pensar mais no seu passado se jogou naquela água turva e quente que por pouco não acabou com o todo o sofrimento de sua pobre alma. Mas não, ainda não era hora, ela não podia desistir agora, não planejava que a correnteza fosse tão forte ali, com algum esforço conseguiu emergir e nunca ficou tão feliz por sentir o ar rasgando seus pulmões novamente.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; A noite começou a cair e ela já não sabia mais em que parte da cidade estava, não tinha coragem de olhar para as televisões atrás das vitrines, e se sua cara estivesse estampada no noticiário da tarde? Se ela fosse encontrada? Pensar nisso trouxe pânico a sua mente, teria sido melhor ter ficado na correnteza, começou a correr novamente sem se preocupar com as pessoas nas calçadas, não conseguia olhar para face delas, não estava arrependida do que fez, mas a cara de nojo dos outros ao olhar pra ela só não era pior que o olhar de piedade de uma outra parte. E sua mente era um turbilhão de informações distintas, sem conseguir pensar direito nem entender o que acontecia, correr parecia ser a melhor coisa a se fazer, funcionou na noite passada, deveria funcionar agora.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; Então uma luz forte a cegou e tornou-se o centro dos pensamentos de sua mente, um caminhão! Ela estava no meio da rua, não percebeu o sinal abrindo nem o aviso das pessoas a sua volta, só aquela luz e a buzina insistente da máquina de ferro representavam algo agora. O rio não era tão ruim assim, aposto que as águas quentes entrando no seu pulmão seriam mais acolhedoras que o frio asfalto iluminado pela lua, mas mesmo assim era melhor que uma vida inteira de volta pra vida que ela não conseguia mais viver...</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tcetera.blogspot.com/feeds/6606506447335010604/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tcetera.blogspot.com/2012/03/dueto-introducao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/190070085655500781/posts/default/6606506447335010604'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/190070085655500781/posts/default/6606506447335010604'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tcetera.blogspot.com/2012/03/dueto-introducao.html' title='Dueto -Introdução'/><author><name>Althaea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07931074727179074293</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-190070085655500781.post-6440168709178920401</id><published>2012-03-15T20:37:00.003-07:00</published><updated>2015-04-14T07:34:47.628-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pensamentos"/><title type='text'></title><content type='html'>Só umas coisinhas básicas, uma pessoa me perguntou o motivo do nome do blog. Eu tentei falar pra ela mas não rolou então se ela tiver acertado o link vai aqui um resumão...&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;Porque eu sou horrível pra escolher nomes! Ainda mais uma coisa fixa como a url do meu blog, e como eu não passo isso aqui pra quase ninguém, muito pelo contrário gosto de ter só pra manter meus textos achei esse nome interessante por alguns motivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Et cetera vem do latim e significa &quot;E outras coisas mais&quot; ou &quot;E o resto&quot; e coisas assim, o que na minha humilde opinião é tudo que esse blog significa. Eu coloco aqui todas esses &quot;E...&quot; da minha vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então ai está sua resposta.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tcetera.blogspot.com/feeds/6440168709178920401/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tcetera.blogspot.com/2012/03/so-umas-coisinhas-basicas-uma-pessoa-me.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/190070085655500781/posts/default/6440168709178920401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/190070085655500781/posts/default/6440168709178920401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tcetera.blogspot.com/2012/03/so-umas-coisinhas-basicas-uma-pessoa-me.html' title=''/><author><name>Althaea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07931074727179074293</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-190070085655500781.post-4145584979864045530</id><published>2012-03-15T20:25:00.001-07:00</published><updated>2015-04-14T07:34:04.898-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pensamentos"/><title type='text'>A épica batalha dos rpgs</title><content type='html'>&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;
&lt;b&gt;&quot;Role-playing game&lt;/b&gt;, também conhecido como &lt;b&gt;RPG&lt;/b&gt; (em português: &quot;jogo de interpretação de personagens&quot;), é um tipo de jogo
 em que os jogadores assumem os papéis de personagens e criam narrativas
 colaborativamente. O progresso de um jogo se dá de acordo com um sistema de regras predeterminado, dentro das quais os jogadores podem improvisar livremente. As escolhas dos jogadores determinam a direção que o jogo irá tomar.&quot; &lt;u&gt;Fonte, Wikipédia.&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt; &lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
Beleza, isso é conceitualmente um rpg. Qualquer pessoa que já jogou pelo menos uma vez na vida sabe o que a representação é a maior graça do jogo. Então não importa se você jogou vampiro ou final fantasy! Imaginação é tudo que você precisa, eu particularmente sou louca por rpgs de papel, muito mais do que em vídeo-games, a vantagem do segundo é que hoje em dia fica mais difícil reunir com os amigos pra jogar tempo o suficiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas então, por que eu to postando logo sobre isso?&lt;br /&gt;
Simples, esse tema sempre entra em debate entra minha pessoa e meu namorado, porque ele acha inconcebível eu considerar algumas coisas rpgs (predominantemente o &lt;a href=&quot;http://popmundo.com/&quot;&gt;ppm&lt;/a&gt;) porque ele acha que pra ser rpg tem que ter ação, matança e não só uma janela de browser onde nada acontece. Então resolvi falar sobre esse assunto, pra mim se rola interpretação de personagem (rp) pode-se sim considerar sendo um rpg, E NÃO! Nada de comparar com simuladores tipo The Sims, POR FAVOR!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu sempre acho válido estimular a imaginação, e sim, eu adoro fazer rp, seja jogando no papel/tabuleiro, video-game ou numa janela de msn. Claro que matar monstros é bacana, tentar descobrir os quatorze finais de Chrono trigger deve ser incrível! Eu tenho vida social, nunca consegui fazer isso, ou zerar um ff da vida, e melhor que isso, torcer por aquele cobiçado 20 num dado quando você ta começando a ficar sem hit point e seu mestre é um filho da mãe que quer te matar! Eu só acho que rpg é uma coisa tão ampla que não dá pra fixar em somente um tipo de regra, eu nem lembro quantos rpgs já joguei. Uma grande amiga minha, que eu conheci num desses jogos da vida sempre me diz que se um dia o nosso jogo acabar vamos abrir uma cia de teatro, porque principalmente com ela inventamos cada coisa que, é uma doideira só.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora eu to com preguiça de ler tudo que escrevi, espero que faça algum sentido, e recadinho pra quem nunca jogou nenhum tipo de rpg. Não é pra todo mundo (sem querer ser preconceituosa) mas não rola, do mesmo jeito que eu não sirvo pra dirigir ou sei lá, construir um prédio! Uma prima minha que não sabe diferenciar o Link do Goku nunca vai ter imaginação pra jogar um rpg, mas se você tem uma boa imaginação, vai fundo, é muito bom!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijokas!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ps: Pra Pri, que cada vez que eu acho que não vou conseguir pensar numa coisa pior que a anterior e sempre está lá pra me mostrar que pra fazer merda a nossa capacidade é ilimitada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ps²: Decidi isentar meu namorado de todos os comentários que eu faço pra ele em off quando discutimos sobre isso porque ele iria brigar comigo :D</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tcetera.blogspot.com/feeds/4145584979864045530/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tcetera.blogspot.com/2012/03/epica-batalha-dos-rpgs.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/190070085655500781/posts/default/4145584979864045530'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/190070085655500781/posts/default/4145584979864045530'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tcetera.blogspot.com/2012/03/epica-batalha-dos-rpgs.html' title='A épica batalha dos rpgs'/><author><name>Althaea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07931074727179074293</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-190070085655500781.post-7384794878433369433</id><published>2012-03-15T19:51:00.002-07:00</published><updated>2015-04-14T07:31:20.646-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pensamentos"/><title type='text'>Eu não sei escolher títulos, como fica?</title><content type='html'>Uns dias atrás, quando eu procurei meu antigo blog e por não ter encontrado criei esse aqui, me deu uma curiosidade e fui ver se ainda tinha alguns contos antigos guardados no pc. Infelizmente não achei, deve ser porque troquei de pc, mas bem... Achei uma coisa bem interessante, eu tenho um sério problema, eu perco facilmente o interesse por uma coisa, da mesma forma que me interesso por ela muito rápido, e isso acontece com grande parte das coisas que eu escrevo, começo, acho legal mas vou esquecendo o jogando pro canto, nessa brincadeira, olhando os meus arquivos de textos achei um conto que eu reconheci pelo nome terrível que dei a ele, e fiquei me perguntando se havia terminado de escrever, então peguei pra ler.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Clarice Lispector sempre dizia que ela nunca lia novamente seus livros, que perdia a graça, ela mandava pra editora e pronto, obviamente não estou tentando me comparar, mas eu tenho esse problema também, depois que escrevo algo eu acho entediante demais ler novamente, não só coisas que eu escrevi mas coisas gerais, como um livro que geralmente só leio uma vez ou uma seriado. Mas salvo alguns casos eu gosto a ponto de depois de um certo tempo conseguir ler/assistir novamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E lá fui eu ler o texto. Sério, eu fiquei pasma, tirando o começo que ficou um pouco forte e precisa ser mudado, por mais que eu ache que vai acabar com todo o clima do conto, eu li uma vez, me apaixonei, perguntei por que diabos não terminei de escrever isso, e coloquei na minha mente que agora terminaria, não consegui dar continuidade. Li novamente pra tentar achar inspiração pra continuar, nada! Mais uma vez, escrevi quatro linhas, apaguei. Pensei comigo, agora eu sei porque não continuei, não pode ter sido eu a escrever isso, está muito superior a mim, se eu tentar colocar uma linha a mais que isso vou ferrar o texto todo, com que cabeça estava quando escrevi tais coisas?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cheguei a conclusão que se um dia postar esse conto e ninguém gostar, dane-se! É simplesmente na minha opinião a coisa mais fantástica que eu já escrevi, e olha que eu gosto muito das coisas que eu escrevo, gostaria mais se eu as terminasse, mas como geralmente os textos que eu termino eu não gosto, vou deixar um bando de textos em aberto por ai!</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tcetera.blogspot.com/feeds/7384794878433369433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tcetera.blogspot.com/2012/03/eu-nao-sei-escolher-titulos-como-fica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/190070085655500781/posts/default/7384794878433369433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/190070085655500781/posts/default/7384794878433369433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tcetera.blogspot.com/2012/03/eu-nao-sei-escolher-titulos-como-fica.html' title='Eu não sei escolher títulos, como fica?'/><author><name>Althaea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07931074727179074293</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-190070085655500781.post-9133469530586350840</id><published>2012-03-08T11:03:00.000-08:00</published><updated>2015-04-14T07:28:32.063-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sem título"/><title type='text'>Essa é pra ti, V. / Sem título #1</title><content type='html'>&amp;nbsp;Eu estava falando com uma amiga esses dias, ela sempre fala que adora as histórias que eu conto, que eu consigo dar vida e graça a situações inusitadas e cômicas, então prometi a ela que postaria uma dessas situações em homenagem a ela, e acabei escolhendo uma que ocorreu numa época que ela se lembraria.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Mas, conforme fui escrevendo aconteceu uma coisa e o texto que deveria ser engraçado acabou não ficando tanto, minha nostalgia talvez, na verdade todos os assuntos que remetem a isso acabam ficando melosos, falha minha, sorry! Porém eu gostei do texto, gostei muito e resolvi postar aqui&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;u&gt;Sem título #1&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;-Como acha
que seria se não nos conhecêssemos?&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&amp;nbsp;Que hora
estranha pra fazer uma pergunta assim, estávamos deitados no tapete, olhando um
para o outro, sorrindo, felizes. Não éramos o casal mais normal do mundo, na
verdade naquele dia nem éramos um casal, só um cara e uma garota ali, admirando
como a vida era.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&amp;nbsp;-Acho que...
As coisas não seriam como são.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&amp;nbsp;-Se você
fosse um garoto, seriamos amigos?&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&amp;nbsp;Eu ri -
&lt;i&gt;Provavelmente sim, mas não teria graça.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&amp;nbsp;-Por quê?&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&amp;nbsp;-Ora, porque
nunca seremos tão amigos quanto poderíamos ser se fossemos ambos garotos, mas teríamos
sido só amigos e nossa amizade duraria pra sempre.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&amp;nbsp;-E isso não
é bom?&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&amp;nbsp;-Perfeito.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&amp;nbsp;-Então?&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&amp;nbsp;-Então como
estamos hoje vai acabar um dia, não porque não houve amizade, ou amor. Mas
simplesmente porque está destinado a acabar desde o momento em que você é um homem
e eu uma mulher e como nos amamos só amizade não basta. E eu prefiro sofrer por
não ter você mas ter tido um dia do que passar uma eternidade ao seu lado sem
saber o que é te tocar.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&amp;nbsp;Ele fechou
os olhos por um tempo, pensando. Eu fiquei olhando para ele, hoje me lembrando, percebi que ele nunca foi tão bonito quanto naquele dia e eu nunca
fui tão feliz quanto naquele momento&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&amp;nbsp;-E se eu
fosse uma menina?&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&amp;nbsp;Achei graça
daquilo e dei um selinho nele - &lt;i&gt;Se você fosse uma menina não seríamos amigas.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&amp;nbsp;-Isso é
ruim.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&amp;nbsp;-Não, não é.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&amp;nbsp;-Por quê?&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&amp;nbsp;-Não poderíamos
ser amigas, pois sou ciumenta e possessiva, você não gostaria de mim como gosta
agora, nossa amizade não daria certo, mas nosso amor sobrevive a todos os meus
defeitos, como homem e mulher só somos amigos porque você me ama, como duas
garotas você me amaria e eu estaria livre para te amar.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&amp;nbsp;-Mas
seriamos meninas...&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&amp;nbsp;-Se você
fosse uma garota, eu seria lésbica -&lt;/i&gt; dei uma gargalhada, sempre foi divertido
conversar sandices com ele.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&amp;nbsp;-Se eu fosse
uma menina, eu seria lésbica também! - acho que ele nunca me olhou com tanto
amor e carinho como naquele dia, nunca um abraço foi tão quente e aconchegante,
e nunca houve um segundo que eu quisesse congelar, só aquele, se o tempo
tivesse parado ali eu estaria plenamente feliz para toda a eternidade...&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tcetera.blogspot.com/feeds/9133469530586350840/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tcetera.blogspot.com/2012/03/essa-e-pra-ti-m.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/190070085655500781/posts/default/9133469530586350840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/190070085655500781/posts/default/9133469530586350840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tcetera.blogspot.com/2012/03/essa-e-pra-ti-m.html' title='Essa é pra ti, V. / Sem título #1'/><author><name>Althaea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07931074727179074293</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-190070085655500781.post-5234564138507242758</id><published>2012-03-08T10:16:00.001-08:00</published><updated>2015-04-14T07:24:20.947-07:00</updated><title type='text'>Olá!</title><content type='html'>Olá, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu perdi minha conta antiga, isso é realmente triste porque eu gostava do antigo blog. Mas bem, chega de mimimi, lá vamos nós (no caso, eu) fazer um blog novo já que perdi todas as postagens que havia feito no outro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu poderia fazer todo um &quot;&lt;i&gt;quem sou eu&lt;/i&gt;&quot; aqui, no melhor estilo perfil de site social, mas isso não é muito a minha cara.&lt;br /&gt;
Espero que divirtam-se!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijos,&lt;br /&gt;
Althaea.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tcetera.blogspot.com/feeds/5234564138507242758/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tcetera.blogspot.com/2012/03/ola.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/190070085655500781/posts/default/5234564138507242758'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/190070085655500781/posts/default/5234564138507242758'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tcetera.blogspot.com/2012/03/ola.html' title='Olá!'/><author><name>Althaea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07931074727179074293</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>