<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;A0MHRnkyfSp7ImA9WhRXEk4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5009218965158031725</id><updated>2011-12-18T18:17:17.795-02:00</updated><category term="oficinas" /><category term="criação" /><category term="Encontro de Blogueiros Capixabas" /><category term="HICMM" /><category term="religião" /><category term="Semana Cultural" /><category term="Conto" /><category term="Seminário" /><category term="véu negro" /><category term="paganismo" /><category term="quadrinhos" /><category term="Batman" /><category term="pesquisa" /><category term="Doppelgänger" /><category term="vampiro" /><category term="ficção" /><category term="Wikipedia" /><category term="Marcelle Anthemimus" /><category term="Corr Sairyi" /><category term="desconferência" /><category term="faculdade" /><category term="amizade" /><category term="sobre mim" /><category term="Galaxya" /><category term="amigos" /><category term="orkut" /><category term="desenho" /><category term="blocamp-es" /><category term="Wikimedia Foundation" /><category term="tattoo" /><category term="vampyro" /><category term="Vitória" /><category term="livro" /><category term="blogosfera" /><category term="blog" /><category term="homenagem" /><category term="Encontro" /><category term="Walter Costa" /><category term="personagem" /><category term="#EBCx" /><category term="WikiBlogsBR" /><category term="Faculdade Saberes" /><category term="mitologia" /><category term="vampirólogo" /><category term="minha mãe" /><category term="teatro" /><category term="História" /><category term="Cultura" /><category term="Morbidus" /><category term="cinema" /><category term="corrente" /><category term="imaginário" /><category term="Fórum" /><category term="agregador de blogs" /><category term="mito" /><category term="Benji" /><category term="crônica" /><category term="divindades" /><category term="interportal" /><category term="símbolos" /><category term="lançamento" /><title>Contos do Pee Wee</title><subtitle type="html" /><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://contosdopeewee.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://contosdopeewee.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>André Luz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07712436276469558836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="29" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TIFQ5igSLpI/AAAAAAAAH7I/NmSoDzxlfp0/S220/Pic0903002.jpg" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>45</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/blogspot/contosdopeewee" /><feedburner:info uri="blogspot/contosdopeewee" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;A0cCSXc8eCp7ImA9WhRRFE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5009218965158031725.post-4414228538411166326</id><published>2011-11-27T13:50:00.000-02:00</published><updated>2011-11-27T13:51:08.970-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-27T13:51:08.970-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vampiro" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Seminário" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="imaginário" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Faculdade Saberes" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mito" /><title>Seminário sobre o imaginário no século XIX</title><content type="html">&lt;div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-hvhDOpmJ-co/TtIuN9B6TzI/AAAAAAAAAF4/u-nYnE7BGUc/s1600/semin%25C3%25A1rio.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; width: 320px; float: left; height: 320px; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5679652897323372338" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-hvhDOpmJ-co/TtIuN9B6TzI/AAAAAAAAAF4/u-nYnE7BGUc/s320/semin%25C3%25A1rio.jpg"&gt;&lt;/a&gt;  &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt;Nos dias 21 e 22/11/2011, aconteceu na faculdade que sou discente o &lt;strong&gt;VI Seminário de Pesquisa e Prática Pedagógica Saberes&lt;/strong&gt;. Todos os anos, alunos – como eu – apresentam projetos de pequisa que estão desenvolvendo ou que já estão em finalização.&lt;/div&gt; &lt;div&gt;No dia 22/11. eu apresentei o que pretendo realizar como meu Trabalho de conclusão de curso (o famoso TCC). Este meu trabalho pretende abordar o imaginário do século XIX, tão rico de escritores que se encantavam com o fantástico, como Mary Shelley, Robert Louis Stevenson, Lord Byron, John Polidori, H. G. Wells, Edgard Allan Poe, Sheridan Le Fanu e tantos outros. Mas minha concentração fica em “Dracula”, escrita por Bram Stoker e publicada pela primeira vez em 1897.&lt;/div&gt; &lt;div&gt;A diferença de Drácula para as outras obras com referência ao vampirismo foi o sucesso arrabatador que fez e todo o mito que ronda sobre ele. De cavaleiro que combateu os turcos-otomanos no século XV, com o nome de Vlad Ţepeş, a monstro literário da litaratura do século XIX, a trajetória do personagem passa por um surto de pânico nas Europas Central e Oriental, culminando na exumação de vários corpos que foram mutilados, duas dissertãções por catedráticos da Igreja Cristã-Católica, inúmeros poemas, romances de suspense, peças teatrais, pesadelo, até a obra de fato. Apesar de ter conhecimento do sucesso que possuía em mãos, Stoker – acredito eu – não tinha ideia do quão sua criação poderia ser uma influência e ainda gerar mais mitos em cima do mito. Abaixo segue o texto do trabalho que apresentei e ao final disaponibilizo um vídeo para apreciarem (está meio escruto, mas dá para ouvir).&lt;/div&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;O fascínio pelo imaginário e fantástico no século XIX através da obra &lt;br&gt;de Drácula e a construção do seu mito&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt; &lt;div align="left"&gt;Drácula é o personagem-título do romance criado por Bram Stoker e publicado em 1897, se tornando o vampiro mais conhecido da modernidade e incitando no mundo a ideia de um ser poderoso e sem escrúpulos, capaz de qualquer coisa para saciar seus desejos. Seu inimigo, Van Helsing, o destrói se munindo de objetos relacionados à religião cristã-católica romana, como o crucifixo e a hóstia, além de usar o alho para afastá-lo e estacas para ataca-lo, crenças populares da Europa Oriental, região rica de mitologia vampírica. Mas antes de Drácula surgir ao final do século XIX, o mito do vampiro chegou a Europa Ocidental através de um surto de manifestações que levaram a investigações da igreja, que realizaram duas dissertações a respeito dos casos, assim como incitou o imaginário de muitos escritores que usaram o mito como base para suas obras. &lt;br&gt;Para melhor compreensão disso temos o caso de Arnold Paole, soldado sérvio que retornou para casa após um período de serviços prestados na Sérvia Turca, como era conhecido o exército daquela região. Ele comprou terras, se tornou agricultor e casou-se. Mas ele revelou a esposa que durante o período de serviços na Sérvia Turca fora atacado por um &lt;em&gt;upirina&lt;/em&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn1" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;, ao qual ele perseguiu até o cemitério e o matou. Comeu a terra do túmulo e cuidou das feridas com o sangue na intenção de se livrar dos efeitos do ataque, mas temia que ainda tivesse marcado, como uma maldição. &lt;br&gt;Paole então morre após um acidente, só que dias após sua morte um surto de visões começam a surgir e pessoas que disseram tê-lo visto, morrem. No 40° dia após sua morte, decidem desenterrar seu corpo. &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-mqrkyTGK428/TtIoDcVZXJI/AAAAAAAAAEM/r0bmXxCCkPk/s1600/arnoldpaole.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; width: 320px; float: left; height: 246px; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5679646119678270610" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-mqrkyTGK428/TtIoDcVZXJI/AAAAAAAAAEM/r0bmXxCCkPk/s320/arnoldpaole.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Acompanhados de dois cirurgiões militares, o povo da região aonde Arnold Paole residia abre seu caixão e o encontra como se tivesse sido enterrado há pouco tempo, somente com uma pequena camada de pele velha sobreposta a uma pele nova e com as unhas ainda crescendo. Eles estaqueiam o corpo do morto e ouvem um gemido, além de o sangue jorrar da ferida, mas não para por aí, pois as pessoas mortas, supostamente, por Paole, têm o mesmo fim. Em 1731, quatro anos após as mortes de Paole e suas supostas vítimas, uma jovem disse ter sido atacada por um homem chamado Milo, que havia falecido há pouco tempo. Desta forma o imperador austríaco nomeou o cirurgião Johannes Fluckinger para investigar o caso. Fluckinger se dirigiu a região de Medgevia, ao norte de Belgrado, aonde Paole havia nascido e residido e também local da aparição de Milo, para inspecionar o desenterro do corpo. Descobrindo-o em estado semelhante ao de Paole, foi ordenado o estaqueamento e a incineração do falecido. Numa busca pela resposta do motivo de uma pessoa ter se tornado vampiro depois de quatro anos, fora determinado que Paole houvesse “vampirizado” diversas vacas, sendo este o motivo do mais recente caso. Sendo assim, sob ordens do cirurgião nomeado pelo imperador, várias pessoas que haveriam falecido há pouco tempo foram &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-n7ScANmMUjk/TtIoi2DafDI/AAAAAAAAAEY/aVqYQlMiyaA/s1600/Dissertazione%2Bsopra%2Bi%2Bvampiri.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 0px 10px 10px; width: 290px; float: right; height: 218px; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5679646659158113330" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-n7ScANmMUjk/TtIoi2DafDI/AAAAAAAAAEY/aVqYQlMiyaA/s320/Dissertazione%2Bsopra%2Bi%2Bvampiri.jpg"&gt;&lt;/a&gt;desenterradas, estaqueadas e queimadas. &lt;br&gt;Essa pantofobia&lt;a style="mso-footnote-id: ftn2" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;[2]&lt;/a&gt; relativa aos ataques de vampiros que tomou a região das Europas Central e Oriental foram abordadas pela Igreja Cristã-católica romana em dois trabalhos. O primeiro foi realizado em 1744 pelo arcebispo de Trani, região da Itália, Giuseppe Davanzati (1665-1755), que se chamava &lt;em&gt;Dissertazione sopra I Vampiri&lt;/em&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn3" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;[3]&lt;/a&gt;. &lt;br&gt;Davanzati fora nomeado pelo papa Benedito XIV como patriarca de Alexandria quando a onda vampírica chegou à Alemanha. O bispo de Olmütz, Cardeal Schtrattembach, o convidou para participar das discussões acerca deste surto, que se originara com o caso de Paole, em 1727, daí então escreveu sua dissertação tendo como base os relatos deste caso e de estudo relacionados ao assunto. &lt;br&gt;&lt;em&gt;Vampiri&lt;/em&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn4" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftn4" name="_ftnref4"&gt;[4]&lt;/a&gt; era uma terminologia do &lt;em&gt;vampir&lt;/em&gt; húngaro, que se originara do &lt;em&gt;upír&lt;/em&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn5" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftn5" name="_ftnref5"&gt;[5]&lt;/a&gt;, e define o que Davanzati chamou de fantasia humana, com possibilidades de origem diabólica. Na sua argumentação, as aparições vampíricas se realizavam aos camponeses e analfabetos das classes mais baixas, cujo imaginário eram mais tendencioso do que para pessoas letradas. &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-XJYTBf8ZV6k/TtIpRazehJI/AAAAAAAAAEk/DYTOckR6mw8/s1600/dissertation.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; width: 183px; float: left; height: 320px; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5679647459297363090" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-XJYTBf8ZV6k/TtIpRazehJI/AAAAAAAAAEk/DYTOckR6mw8/s320/dissertation.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Mas sua dissertação foi superada pela do acadêmico francês Don Augustin Calmet, que escreveu em 1746 a Dissertations sur les &lt;em&gt;Apparitions des Anges, des Démons e des Esprits, et sur les revenants, et Vampires de Hungrie, de Bohême, de Moravie, et de Silésie&lt;/em&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn6" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftn6" name="_ftnref6"&gt;[6]&lt;/a&gt;, que fora seu único trabalho a respeito do assunto. &lt;br&gt;Calmet, como acadêmico católico romano, havia lecionado Filosofia e Teologia na Abadia em Moyen-Moutier e trabalhara em um comentário maciço de 23 volumes sobre a Bíblia, além de tentar popularizar o trabalho de interpretação dela. O papa Benedito XIII chegou a oferecê-lo um bispado, mas ele recusou. A pesquisa de Calmet sobre os vampiros iniciou da mesma forma que a de Davanzati, por conta do surto de aparições que se iniciou em 1727 na Europa Oriental e se alastrou pela Alemanha. Na França não existiam relatos como aqueles, mas o acadêmico ficou impressionado com os detalhes dos testemunhos que corroboravam com a existência do vampirismo e não achava certo que fossem ignorados. &lt;br&gt;A definição de Calmet sobre os vampiros era que eles seriam pessoas mortas que retornavam de seus túmulos para perturbar os vivos, bebendo de seu sangue e, possivelmente, leva-los a morte. O único meio de eliminá-los seria desenterrando o corpo do suposto vampiro, cortando-lhe a cabeça, estaqueando uma madeira no corpo e queimando-o até que virassem cinzas. Mas Calmet tinha sérias críticas à histeria desenfreada que causou a exumação de vários corpos, aos quais achavam terem sido vampirizados, e suas mutilações. Também amainou o que Davanzati havia escrito sobre o fenômeno atingir somente as classes iletradas, referindo-se ao folclore popular das regiões, o parco conhecimento sobre as alterações dos corpos após a morte e sobre sepultamentos prematuros. Ao fim, Calmet deixa o assunto em aberto, não o concluindo, mas aparentando acreditar na existência de vampiros ao escrever “[...] que parece impossível não apoiar a crença que prevalece nesses países de que essas aparições na realidade provêm do túmulo e que são capazes de produzir terríveis efeitos tão difundidos e atribuídos a eles”&lt;a style="mso-footnote-id: ftn7" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftn7" name="_ftnref7"&gt;[7]&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt; &lt;div align="left"&gt;Calmet, ao deixar em aberto a discussão sobre a existência ou não de vampiros, incentivou a busca por respostas a respeito deste ser folclórico que começara a se desenvolver na mente de poetas alemães, tanto que dois anos após a publicação de sua dissertação surge o poema &lt;em&gt;Der Vampyr&lt;/em&gt; de Heinrich August Ossenfelder. Após a publicação de Ossenfelder, outros poetas alemães desenvolveram obras semelhantes, como &lt;em&gt;Lenora&lt;/em&gt; de Gottfried August Bürger, &lt;em&gt;Die Braut von Korinth&lt;/em&gt; de Johann Wolfgang von Goethe. Esses poemas chegaram a Inglaterra na década de 1790, quando William Taylor de Norwich traduziu Lenora para o inglês, que incentivou Samuel Taylor Coleridge a escrever &lt;em&gt;Christabel&lt;/em&gt; em 1801 e Robert Southey que escreveu &lt;em&gt;Thalaba the Destroyer&lt;/em&gt;. &lt;br&gt;Dois dos maiores incentivadores da literatura vampírica no início do século XIX foram Lorde George Gordon Byron e Percy Bysshe Shelley, tanto que em 1816, devido ao tempo que não permitia que transitassem pelas ruas de Genebra, Byron sugeriu que fossem escritos histórias de fantasmas para serem compartilhadas entre eles. &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-LVFr0x-3ugM/TtIp4itwpWI/AAAAAAAAAEw/TT8vftxh76I/s1600/frankenstein.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 0px 10px 10px; width: 238px; float: right; height: 320px; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5679648131435767138" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-LVFr0x-3ugM/TtIp4itwpWI/AAAAAAAAAEw/TT8vftxh76I/s320/frankenstein.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Entre os convidados estavam, além de Shelley, Mary Wollstonecraft Goldwin, Claire Clairmont e John Polidori. As histórias começaram a ser escritas naquela noite e somente duas ganharam relevância após o encontro, uma delas fora escrita por Mary Goldwin, que mais tarde se casaria com Percy Shelley, e era intitulada &lt;em&gt;Frankenstein&lt;/em&gt;. A obra se tornou extensamente popular, pois narrava um cientista que buscava descobrir como reanimar um corpo morto e quando conseguiu, este se torna um monstro, mas somente da ideia de infringir todas as leis da natureza, Mary Shelley, como é mais conhecida, conseguira imputar no imaginário humano a possibilidade de que a ciência era capaz de tudo, até mesmo dar vida aos humanos. &lt;br&gt;Outro membro da reunião que teve certo sucesso com sua obra foi John Polidori que escreveu o primeiro romance &lt;em&gt;The Vampyre&lt;/em&gt;. &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-A9pbcGApV94/TtIrhgNqOkI/AAAAAAAAAE8/St_aI4GwXBA/s1600/the-vampyre.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; width: 240px; float: left; height: 320px; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5679649934650522178" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-A9pbcGApV94/TtIrhgNqOkI/AAAAAAAAAE8/St_aI4GwXBA/s320/the-vampyre.jpg"&gt;&lt;/a&gt;A obra foi publicada em 1819 no &lt;em&gt;New Monthly Magazine&lt;/em&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn8" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftn8" name="_ftnref8"&gt;[8]&lt;/a&gt;, e foi a primeira a gerar interesse dos ingleses pelos vampiros, antes somente interessantes para poetas. The Vampyre se tornou peça teatral na França e incentivou outros escritores a criar obras literárias sobre vampiros, como James Malcolm Rymer, que em 1840 publicou &lt;em&gt;Varney, the Vampyre&lt;/em&gt;, e Joseph Thomas Sheridan Le Fanu que em dezembro de 1871 iniciou a publicação de &lt;em&gt;Carmilla &lt;/em&gt;na revista &lt;em&gt;Dark Blue&lt;/em&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn9" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftn9" name="_ftnref9"&gt;[9]&lt;/a&gt; em quatro partes. &lt;br&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-2dMr9yBK4wQ/TtIsAyJ7UGI/AAAAAAAAAFI/kLnmso1Elr8/s1600/carmilla.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 0px 10px 10px; width: 213px; float: right; height: 320px; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5679650472042647650" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-2dMr9yBK4wQ/TtIsAyJ7UGI/AAAAAAAAAFI/kLnmso1Elr8/s320/carmilla.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Carmilla contava a história de uma vampira que atormentava uma jovem e foi esta história a principal incentivadora para a criação de Drácula, pois depois de lê-la, Bram Stoker teve um pesadelo e iniciou o projeto para um livro sobre vampiros. &lt;br&gt;Impressionado com a abordagem do fantástico pelo escritor de Carmilla, Bram Stoker, que nessa época já havia escrito livros adultos e infantis, decide iniciar uma pesquisa. &lt;br&gt;Conforme descoberto pelo editor e pesquisador Marcos Torrigo e citado por ele na Introdução do livro “Drácula”, Bram Stoker aparentemente fez parte da &lt;em&gt;Hermetic Order of the Golden Dawn&lt;/em&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn10" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftn10" name="_ftnref10"&gt;[10]&lt;/a&gt;, que buscava respostas sobre o imaginário que permeava o século XIX, e que possuía documentos que poderiam ser associados a &lt;em&gt;Vlad Dracul&lt;/em&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn11" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftn11" name="_ftnref11"&gt;[11]&lt;/a&gt;, pai de Vlad Dracula, personagem-título da obra de Stoker. &lt;br&gt;Em um melhor entendimento sobre isso a necessidade do uso de um personagem da história da Europa Oriental na obra de Bram Stoker, cito Sandra Jatahy Pesavento que escreve sobre o imaginário:&lt;/div&gt; &lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt; &lt;div align="right"&gt;&lt;font size="2"&gt;“(As) representações teriam, na sua concepção, um fundo de apoio na &lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt;concreticidade das condições reais da existência. Ou seja, as ideias-imagens precisam ter um &lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt;mínimo de verossimilhança com o mundo vivido, para que tenham aceitação social, &lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt;para que sejam críveis.” (S.J. Pesavento, 1995, p.22)&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt; &lt;div align="left"&gt;Dessa forma podemos compreender que Stoker ao usar Vlad, que também era conhecido como &lt;em&gt;Vlad Ţepeş&lt;/em&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn12" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftn12" name="_ftnref12"&gt;[12]&lt;/a&gt;, busca criar alguma ligação com a realidade, já que este havia sido um sanguinário guerreiro da Igreja Cristã. &lt;br&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-jFtUppZ5L6I/TtIscoi7o2I/AAAAAAAAAFU/U3JUot0gMnM/s1600/Dracula%2B1st%2Bedition.jpeg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; width: 218px; float: left; height: 320px; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5679650950499509090" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-jFtUppZ5L6I/TtIscoi7o2I/AAAAAAAAAFU/U3JUot0gMnM/s320/Dracula%2B1st%2Bedition.jpeg"&gt;&lt;/a&gt;Com as informações sobre a família de Vlad e seu passou, e tendo como leitura o livro &lt;em&gt;The Land &lt;br&gt;Beyond to the Forest&lt;/em&gt;, de Emily Gerard, que narra com detalhes os costumes e tradições da região da Transilvânia, Bram Stoker desenvolveu sua obra. Ele junta as lendas do leste europeu, o envolvimento da Igreja na perseguição a estes seres demoníacos, um guerreiro romeno que lutou contra os turcos no século XV, para criar uma obra que influenciou – e ainda influencia – muitos trabalhos voltados para este tema, criando um mito que permeia o imaginário até os dias de hoje, pois como cita Roland Barthes em seu livro Mitologias: “O mito é um sistema de comunicação, uma mensagem.” (BARTHES, 2010, p.199), e Drácula funciona muito bem neste contexto, pois passa a mensagem da existência do vampiro dentro da sociedade vitoriana, abastecida pelo imaginário do fantástico com obras como Frankenstein de Mary Shelley e &lt;em&gt;O Médico e o Monstro &lt;/em&gt;de Robert Louis Stevenson, que trabalham a ciência e o ocultismo lado-a-lado. Já o trabalho do mito e do fantástico desenvolvido por Bram Stoker se diferencia e dá mais destaque, pois busca em lendas que já vinham enriquecendo a literatura europeia sua base, usando uma região totalmente rica deste conteúdo, como a Transilvânia. &lt;br&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-ecwNd6zE3L8/TtItAynORxI/AAAAAAAAAFg/c0hnoDJU0jU/s1600/lyceum-programme-11.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 0px 10px 10px; width: 250px; float: right; height: 320px; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5679651571677153042" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-ecwNd6zE3L8/TtItAynORxI/AAAAAAAAAFg/c0hnoDJU0jU/s320/lyceum-programme-11.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Bram Stoker não parece desconhecer o que criara, tanto que, com seu sócio e amigos, o ator Henry Irving, lança a peça &lt;em&gt;Dracula, or The Un-dead&lt;/em&gt; no &lt;em&gt;Lyceum Theater &lt;/em&gt;em 1897, no intuito de garantir os direitos sobre a obra, mas vinte e cinco anos depois, na Alemanha, o roteirista Henrik Gallen e o diretor Friedrich Wilhelm Murnau, apoiados por Albin Grau, diretor da Prana-Film, desenvolvem o filme &lt;em&gt;Nosferatu, Eine Symphonie de Garuens&lt;/em&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn13" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftn13" name="_ftnref13"&gt;[13]&lt;/a&gt;. &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-Wuz0S64fagM/TtItpV8Vt1I/AAAAAAAAAFs/LoAkQCvK7sw/s1600/nosferatu_le_vampire5.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; width: 225px; float: left; height: 320px; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5679652268355729234" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-Wuz0S64fagM/TtItpV8Vt1I/AAAAAAAAAFs/LoAkQCvK7sw/s320/nosferatu_le_vampire5.jpg"&gt;&lt;/a&gt;O termo nosferatu vem do eslavo que significa portador de pragas. A locação se muda da Transilvânia para a cidade de Bremen, na Alemanha, e os nomes dos personagens se alteram, como Drácula passa a se chamar Conde Orlock, mas o filme é nitidamente baseado na obra de Stoker, o que trás problemas para a &lt;br&gt;película, que sofre um processo de direitos autorais e é ordenado que todas as cópias sejam queimadas, alimentando ainda mais o mito sobre Drácula.&lt;/div&gt; &lt;div align="left"&gt;O que alimenta o imaginário acerca de Drácula são todos os trabalhos midiáticos desenvolvidos com base na mitologia por trás da obra, como o sol, o espelho, os objetos religiosos (no plural mesmo), alho, rosas silvestres, sendo que alguns desses já foram desenvolvidos para o cinema, como o sol. &lt;br&gt;O mito do vampiro ficou mais enriquecido após a obra Drácula, escrita por Bram Stoker, e se tornou um fenômeno, mesmo tendo anteriormente escritores do mais diversos, se baseando neste folclore do leste europeu. Desmentindo Davanzati, podemos ver, com o crescente de obras sobre vampiros, que a influência do mito vai além do imaginário de um povo iletrado e camponês, podendo enriquecer-se na mente até mesmo de eruditos e assim construindo um mundo fantástico.&lt;/div&gt; &lt;div align="left"&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Referências bibliográficas:&lt;/strong&gt; &lt;br&gt;&lt;/div&gt; &lt;div align="left"&gt;BARTHES, Roland. &lt;strong&gt;Mitologias&lt;/strong&gt;. 5 ed. Rio de Janeiro: DIFEL, 2010. &lt;br&gt;MCNALLY, R. T.; FLORESCU, R. &lt;strong&gt;Em busca de Drácula e outros vampiros&lt;/strong&gt;. São Paulo: Mercuryo, 1995. &lt;br&gt;MELTON, John Gordon. &lt;strong&gt;O livro dos vampiros&lt;/strong&gt;: A enciclopédia dos mortos-vivos. São Paulo: M.Books do Brasil, 2003. &lt;br&gt;PESAVENTO, Sandra Jatahy. &lt;strong&gt;Em busca de outra história&lt;/strong&gt;: Imaginando o imaginário. Revista &lt;br&gt;Brasileira de História. São Paulo, v. 15, n. 19, 1995. &lt;br&gt;STOKER, Bram. &lt;strong&gt;Drácula&lt;/strong&gt;. São Paulo: Madras, 2002.&lt;/div&gt; &lt;div align="left"&gt;&lt;br&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn1" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Termo servo-croata para definir vampiro. &lt;br&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn2" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;[2]&lt;/a&gt; Temor mórbido de um mal desconhecido (HOUAISS). &lt;br&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn3" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;[3]&lt;/a&gt; Dissertação sobre vampiros.&lt;/div&gt; &lt;div align="left"&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn4" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftnref4" name="_ftn4"&gt;[4]&lt;/a&gt; Vampiro, em italiano. &lt;br&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn5" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftnref5" name="_ftn5"&gt;[5]&lt;/a&gt; Nome dado ao vampiro pelos bielorrussos, tchecos e eslovacos. &lt;br&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn6" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftnref6" name="_ftn6"&gt;[6]&lt;/a&gt; Dissertação sobre as aparições de anjos, demônios, dos espíritos e fantasmas e vampiros na Hungria, Boêmia, Morávia e Silésia. &lt;br&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn7" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftnref7" name="_ftn7"&gt;[7]&lt;/a&gt; MELTON apud CALMET, 2003, p. 223. &lt;br&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn8" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftnref8" name="_ftn8"&gt;[8]&lt;/a&gt; Revista inglesa criada por Henry Colburn em 1814. &lt;br&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn9" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftnref9" name="_ftn9"&gt;[9]&lt;/a&gt; Revista inglesa criada por John Christian Freund em 1871. &lt;br&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn10" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftnref10" name="_ftn10"&gt;[10]&lt;/a&gt; Ordem fundada em 1888 por Samuel Liddell MacGregor Masters que estuda ocultismo. &lt;br&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn11" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftnref11" name="_ftn11"&gt;[11]&lt;/a&gt; Nobre que se tornou membro da Ordem do Dragão em 1431. &lt;br&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn12" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftnref12" name="_ftn12"&gt;[12]&lt;/a&gt; Vlad, o Empalador, em romeno. &lt;br&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn13" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftnref13" name="_ftn13"&gt;[13]&lt;/a&gt; Nosferatu, Uma sinfonia de horror, de 1922.&lt;/div&gt; &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px auto; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:97a40354-11cb-4a95-9682-89815fa1bf4e" class="wlWriterEditableSmartContent"&gt;&lt;div id="9a0af933-c2e6-40fc-b861-cef68f83e845" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=L4V4UwBP8k0" target="_new"&gt;&lt;img src="http://lh4.ggpht.com/-3dwr4EAW0Q4/TtJcaxgKKnI/AAAAAAAAIs0/8RQjbNfClt8/video7b5e3b2d23b2%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('9a0af933-c2e6-40fc-b861-cef68f83e845'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;448\&amp;quot; height=\&amp;quot;336\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/L4V4UwBP8k0?hl=en&amp;amp;hd=1\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/L4V4UwBP8k0?hl=en&amp;amp;hd=1\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;448\&amp;quot; height=\&amp;quot;336\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;" alt=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="width:448px;clear:both;font-size:.8em"&gt;Seminário “O fascínio pelo imaginário e fantástico no século XIX através da obra de Drácula e a construção do seu mito”&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se gostou, opine! Se não, opine também, assim vejo no que posso melhorar. Valeu por apreciar!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5009218965158031725-4414228538411166326?l=contosdopeewee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contosdopeewee.blogspot.com/feeds/4414228538411166326/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5009218965158031725&amp;postID=4414228538411166326&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/4414228538411166326?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/4414228538411166326?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/contosdopeewee/~3/Mr6raB0T4F4/seminario-sobre-o-imaginario-no-seculo.html" title="Seminário sobre o imaginário no século XIX" /><author><name>André Luz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07712436276469558836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="29" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TIFQ5igSLpI/AAAAAAAAH7I/NmSoDzxlfp0/S220/Pic0903002.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-hvhDOpmJ-co/TtIuN9B6TzI/AAAAAAAAAF4/u-nYnE7BGUc/s72-c/semin%25C3%25A1rio.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://contosdopeewee.blogspot.com/2011/11/seminario-sobre-o-imaginario-no-seculo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkcBRHwzcCp7ImA9WhRSEU4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5009218965158031725.post-3266602078162205521</id><published>2011-11-12T18:17:00.000-02:00</published><updated>2011-11-12T18:34:15.288-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-12T18:34:15.288-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Seminário" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="História" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Faculdade Saberes" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="HICMM" /><title>VI Seminário de Pesquisa e Prática Pedagógica Saberes</title><content type="html">&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-2pBUWy7Ymlc/Tr7YQu1fzWI/AAAAAAAAIsg/EIv6Rkyu0I4/s1600-h/semin%2525C3%2525A1rio%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="semin&amp;aacute;rio" border="0" alt="semin&amp;aacute;rio" src="http://lh6.ggpht.com/-YFHv0NNNxso/Tr7YRvNh8yI/AAAAAAAAIso/oQ3smdToqj4/semin%2525C3%2525A1rio_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="373" height="385"&gt;&lt;/a&gt;A Faculdade Saberes ralizará nos dias 21 e 22 de novembro de 2011 (segunda-feira e terça-feira), nas salas da instituição, o VI Seminário de Pesquisa e Prática Pedagógica, cujo o Grupo de Estudo História, Identidade e Cultura o Mundo Moderno (HICMM) estará apresentando seu projeto e seus pré-projetos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O grupo se apresentará no dia 22/11/2011, as 18h30, como os membros Larissa Silva da Conceição (&lt;em&gt;Ancestralidade e poder: uma análise da realeza na sociedade Iorubá&lt;/em&gt;), Lucio Rocha Barbosa (&lt;em&gt;D. Pedro II e o IHGB: A consturção do rei filósofo&lt;/em&gt;), André Carlos Luz Guimarães (&lt;em&gt;O fascínio pelo sobrenatural e o fantástico no século XIX através da obra Drácula e a construção de seu mito&lt;/em&gt;), Thuanny Nayara Schader Soares (&lt;em&gt;Cultura política e repressão: O AI-5&lt;/em&gt;) e Vinicius Wolkartt Vivaldi (&lt;em&gt;O Punk da década de 1980 em São Paulo: censura, pré-conceito e exclusão&lt;/em&gt;). Simplesmente imperdível!&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se gostou, opine! Se não, opine também, assim vejo no que posso melhorar. Valeu por apreciar!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5009218965158031725-3266602078162205521?l=contosdopeewee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contosdopeewee.blogspot.com/feeds/3266602078162205521/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5009218965158031725&amp;postID=3266602078162205521&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/3266602078162205521?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/3266602078162205521?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/contosdopeewee/~3/qqVxp54xRtI/vi-seminario-de-pesquisa-e-pratica.html" title="VI Seminário de Pesquisa e Prática Pedagógica Saberes" /><author><name>André Luz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07712436276469558836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="29" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TIFQ5igSLpI/AAAAAAAAH7I/NmSoDzxlfp0/S220/Pic0903002.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/-YFHv0NNNxso/Tr7YRvNh8yI/AAAAAAAAIso/oQ3smdToqj4/s72-c/semin%2525C3%2525A1rio_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://contosdopeewee.blogspot.com/2011/11/vi-seminario-de-pesquisa-e-pratica.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkQGSXsyfCp7ImA9WhZTE04.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5009218965158031725.post-2842626392794999272</id><published>2011-03-16T23:49:00.000-03:00</published><updated>2011-03-16T23:52:08.594-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-03-16T23:52:08.594-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Semana Cultural" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Vitória" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cultura" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Faculdade Saberes" /><title>XIV Semana Cultural Saberes</title><content type="html">&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_sekcL9urPK8/TYF3Vew0KZI/AAAAAAAAIXo/6BrIHlyFgkE/s1600-h/Saberes%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="Saberes" border="0" alt="Saberes" align="left" src="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/TYF3V8vhlWI/AAAAAAAAIXs/6qhlmv3xRXg/Saberes_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="165" height="219"&gt;&lt;/a&gt; Bem, desde o ano de 2010 estou fazendo licenciatura em História na &lt;a href="http://www.saberes.edu.br" target="_blank"&gt;Faculdade Saberes&lt;/a&gt;, e todo o ano a faculdade abre espaço para os alunos poderem mostrar seus talentos na Semana Cultural Saberes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Este ano haverá algumas diferenças, e dentre elas é que o espaço será aberto para pessoas de fora da faculdade poderem estar mostrando seus trabalhos lá. As apresentações poderão ser desde saraus de poesias a apresentações de esquetes teatrais, seguindo o tema deste ano que é: “&lt;i&gt;&lt;strong&gt;Cultura, Rito e Linguagens&lt;/strong&gt;&lt;/i&gt;”.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As inscrições poderão ser feitas pelo e-mail criado para o evento: &lt;a href="mailto:xivsemanacultural@yahoo.com.br"&gt;xivsemanacultural@yahoo.com.br&lt;/a&gt;, e deverão acontecer até o dia 25/03/2011 (sexta-feira).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Abaixo segue o material enviado a mim pela Coordenação de História da Faculdade… Ah, vale lembrar que também estará aberta para os alunos da faculdade poderem se inscrever.&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;font size="5"&gt;&lt;a href="http://www.saberes.edu.br/ListaNoticiasDetalhes.asp?record=149" target="_blank"&gt;XIV SEMANA CULTURAL SABERES&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;  &lt;p&gt;Nos dias 12, 13 e 14 de maio de 2011 acontece a XIV Semana Cultural Saberes, com o tema &lt;b&gt;&lt;i&gt;Cultura, Rito e Linguagens&lt;/i&gt;. &lt;/b&gt;O evento, realizado nas instalações da Faculdade Saberes (Praia do Suá, Vitória, ES), tem como objetivos promover o crescimento acadêmico de estudantes e professores das áreas de Letras e História, assim como oferecer oportunidades de apresentação de resultados de pesquisas e projetos desenvolvidos nessas áreas. Além disso, a &lt;i&gt;Semana Cultural &lt;/i&gt;oferecerá espaço para apresentações artísticas, tais como recitais, exposições, varais de poesias e esquetes teatrais.  &lt;p&gt;Os &lt;b&gt;&lt;i&gt;alunos&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, professores e demais interessados em apresentar trabalhos ou realizar mostras culturais, musicais ou artísticas podem inscrever suas propostas até o dia &lt;u&gt;25/03/2011&lt;/u&gt;. Basta enviar um e-mail para &lt;a href="mailto:xivsemanacultural@yahoo.com.br"&gt;xivsemanacultural@yahoo.com.br&lt;/a&gt;, com as seguintes informações:  &lt;p&gt;Título da palestra, mesa, apresentação ou exposição  &lt;p&gt;Nome do autor  &lt;p&gt;Titulação e local de trabalho  &lt;p&gt;Resumo de até 10 linhas  &lt;p&gt;Palavras-chave  &lt;p&gt;Email e telefone (não serão divulgados para os participantes do evento).  &lt;p&gt;Os participantes receberão certificado de apresentação de trabalhos. Não há taxa de inscrição.  &lt;p&gt;As inscrições para ouvintes podem ser feitas gratuitamente diretamente na secretaria da Faculdade Saberes, entre 25/04/2011 e 11/05/2011.  &lt;p&gt;&lt;i&gt;Organizadores:&lt;/i&gt;  &lt;p&gt;Profª. Drª. Alacir de Araújo Silva – diretora da Faculdade Saberes  &lt;p&gt;Prof. Me. Thiago Brandão Zardini – coordenador de História  &lt;p&gt;Prof. Me. Weverson Dadalto – coordenador de Letras (Português/Inglês)    &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se gostou, opine! Se não, opine também, assim vejo no que posso melhorar. Valeu por apreciar!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5009218965158031725-2842626392794999272?l=contosdopeewee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contosdopeewee.blogspot.com/feeds/2842626392794999272/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5009218965158031725&amp;postID=2842626392794999272&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/2842626392794999272?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/2842626392794999272?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/contosdopeewee/~3/iGYEybRMKXw/xiv-semana-cultural-saberes.html" title="XIV Semana Cultural Saberes" /><author><name>André Luz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07712436276469558836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="29" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TIFQ5igSLpI/AAAAAAAAH7I/NmSoDzxlfp0/S220/Pic0903002.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/TYF3V8vhlWI/AAAAAAAAIXs/6qhlmv3xRXg/s72-c/Saberes_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://contosdopeewee.blogspot.com/2011/03/xiv-semana-cultural-saberes.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEIGRXcyfCp7ImA9Wx9XFEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5009218965158031725.post-4815503106587059209</id><published>2011-01-07T13:45:00.004-02:00</published><updated>2011-01-07T14:08:44.994-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-01-07T14:08:44.994-02:00</app:edited><title>Tempo de Amar - Plantando flores no fundo do poço: A História do Pedro</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TSc6Wi-L_BI/AAAAAAAAIXA/H-5h1TCUrAU/s1600/tempodeamar.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 271px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TSc6Wi-L_BI/AAAAAAAAIXA/H-5h1TCUrAU/s400/tempodeamar.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5559476424031337490" /&gt;&lt;/a&gt;Sempre que recebemos história mentirosas, eu descarto na hora, pois acho um absurdo procurarem "brincar" com a vida alheia, mas dessa vez não foi bem assim.&lt;div&gt;Hoje (07/01/2011) eu recebi um e-mail de um velho amigo referente à Pedro. Mas quem é Pedro? Ele é um jovem de 21 anos (indo para os 22) que tem uma doença completamente desconhecida. Sua vida foi &lt;/div&gt;&lt;div&gt;desacreditada pelos médicos, mas seus pais, Liane e Manoel, nunca deixaram as esperanças de lado. Sempre numa batalha constante indo aos médicos, procuraram entender o que o filho tinha, mas sempre sem soluções. Então ambos decidiram criar um site com o objetivo de descobrir outras pessoas que poderiam auxiliar a explicar o que estava acontecendo com ele e com isso conseguiram solidariedade e companheirismo nesse trajeto. O site - diferente da mensagem espalhada por e-mail - conta toda a trajetória de Pedro e ainda tem um livro, escrito pelos seus pais, sobre sua história.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sei que é complicado acreditarmos em tudo que recebemos, eu mesmo sou um eterno cético quanto a isso, mas eu aprendi com meu irmão (Pedro tem uma irmã caçula) que devemos sempre ir atrás das fontes e ao descobrir essa história, decidi me solidarizar e escrever sobre ela. É real pessoal, não é uma dessas mentirar que recebemos constantemente, mas cuidado, pois a mensagem era para ser encaminhada a médicos especialistas. A verdadeira mensagem está no site do Pedro, que tem sua história, e-mail para contato, links para serem acessados, fotos e um e-jornal, além de contar com a venda do livro&lt;span class="Apple-style-span" &gt; "&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; "&gt;&lt;b&gt;Tempo de Amar - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; "&gt;Plantando flores no fundo do poço."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Abaixo fiquem com o que deveria estar sendo vinculado no e-mail:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 5px; -webkit-border-vertical-spacing: 5px; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 5px; -webkit-border-vertical-spacing: 5px; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;O que aconteceu com o Pedro?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 5px; -webkit-border-vertical-spacing: 5px; "  &gt;&lt;span&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TSc6JKuWpmI/AAAAAAAAIW4/SUBnjZ9vLzM/s400/11.jpg" style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 270px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5559476194184177250" /&gt;Pedro é o nosso primeiro e único filho. Ele nasceu no dia 3 de abril de 1989, quando tínhamos 26 e 31 anos respectivamente.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Foi um filho muito desejado e amado desde o início. A gravidez foi normal e foi feito todo acompanhamento pré-natal.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O parto foi cesariana, nasceu com 48 cm, pesou 3,430 kg, chorou logo e teve nota 9 de Apgar.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Seu primeiro ano de vida foi ótimo, com desenvolvimento perfeito e nenhuma doença. Sentou com cinco meses, andou com 11 meses, disse as primeiras palavras com 7 meses e antes disso já emitia sons naturais de um bebê.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Com um ano e dois meses, certa tarde, durante o sono, Pedro acordou como que assustado, como se tivesse engasgado. Isso se repetiu por mais alguns dias e fomos ao médico que suspeitou de convulsões. As crises passaram a mais ou menos 10 vezes ao dia e duravam aproximadamente 15 segundos. Ele solicitou alguns exames, inclusive um eletroencefalograma, que não acusaram nada. Mas as crises aumentavam em quantidade e intensidade. Assim, em agosto de 1990, nosso filho foi internado na UTI pela primeira vez, com uma crise a cada 3 segundos. Ficou no hospital 20 dias e saiu com as crises mais controladas. Fez uma tomografia computadorizada, que acusou resultado normal. Foi realizado, então, um segundo eletro, que mostrou foco irritativo no lado direito do cérebro.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Apesar de tudo isso, seu desenvolvimento continuava normal, porém mostrava-se mais sonolento. As crises continuavam.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Três meses depois, percebemos que ele estava sorrindo e chorando menos e que o lado esquerdo de seu rosto parecia paralisado. Em dezembro de 90, fizemos uma Ressonância Magnética de crânio, um exame de Fundo de Olho e alguns exames para detectar Erros Inatos do Metabolismo. Todos os exames foram normais. Nessa época, Pedro já apresentava dificuldade para caminhar e falava menos. Mantinha uma média de mais ou menos 20 crises por dia.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em janeiro de 91, Pedro foi internado mais uma vez e saiu do hospital sem andar, sentar ou falar.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em fevereiro, novamente com crises muito fortes, ficou 20 dias no hospital. As crises já duravam 1 min e manifestavam-se a cada 10 min. Nesta ocasião, foi medicado com cortisona e fez vários exames de Metabolismo, porém nada foi encontrado. A habilidade motora dele ficou ainda mais prejudicada. Quando teve alta, não segurava a cabeça, não sentava sozinho e parecia não reconhecer ninguém, além de não fixar o olhar em nada.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O tempo foi passando e com fisioterapias e muito carinho, Pedro foi conseguindo alguns pequenos progressos. Suas crises ficaram um pouco mais controladas, manifestando-se somente durante o sono, aproximadamente 8 episódios por noite e duravam cerca de 1 min.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Nestes últimos anos, repetiu alguns exames, porém nada novo aconteceu. Teve várias complicações pulmonares e tomou muito antibiótico.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Nos últimos meses de 1995, Pedro readquiriu o controle de cabeça e ganhou maior firmeza no tronco. Passou a fixar o olhar nas pessoas e objetos, porém ainda não manifestando desejo de pegá-los. Seu rosto ficou mais expressivo, apesar de ainda não rir ou chorar.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em janeiro de 96, repetimos a Ressonância Magnética que apresentou-se tal e qual a anterior. Apenas mostrava um cérebro um pouco menos denso do que uma criança de 7 anos, a idade de Pedro na época. Repetimos também o eletroencefalograma, que apresentou-se bem melhor que o anterior, com crises mais localizadas no lado frontal direito. Fizemos, ainda, um estudo de Cariótipo (pai, mãe e filho) e nada foi encontrado. Foi realizada também, uma dosagem de aminoácidos no sangue e uma cromatografia de açúcares na urina.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;No começo de 98, Pedro estava muito magrinho (15kg), alimentá-lo era difícil porque se engasgava muito e, conseqüentemente, tinha muitas pneumonias. Seu médico, na AACD, recomendou usar uma sonda gástrica e com ela o Pedro engordou 4,5kg, chegando a 19,5 kg no final de 98. Com este peso ganhou mais resistência, atenção e, de vez em quando, passou a expressar um maravilhoso e tímido sorriso.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Terminou o ano mantendo cerca de 4 crises convulsivas. Desde 95 as convulsões de Pedro têm ocorrido, com maior freqüência, durante o sono, principalmente na madrugada e pela manhã, quando seu sono é mais superficial. Em suas crises estica braços e pernas, gira a cabeça para a esquerda e chora. Duram cerca de 45 segundos. Readquiriu razoável controle do tronco, porém não senta, não fica em pé, não fala, não sorri ou chora. Desenvolveu uma escoliose bastante preocupante.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;Atualizações&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;2000&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;No dia 4 de junho, Pedro foi internado no Hospital apresentando um quadro de pneumonia com derrame muito grave. Foi feito um dreno para retirada do líquido e permaneceu por 30 dias internado.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;2001&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Neste ano foram duas internações graves causadas por pneumonia, em setembro e novembro. Foram ao todo 64 dias de Hospital.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;2002&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Pedro fez uma cirurgia no estômago para eliminar o refluxo, causador de pneumonias. Foram 30 dias de UTI.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Embora Deus não tenha sido citado no e-mail que circula pelo mundo (as pessoas que escrevem para o Pedro reclamam) sempre procuramos estar próximo Dele. O Pedro recebe livros sagrados, bíblias de todas as religiões, orações, pensamentos, etc.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ficamos 13 anos atrás de um produto milagroso ou um exame que possa identificar o que o Pedro tem e daí seguir o tratamento. Não veio este produto e tão pouco o tratamento. Em todos os exames que o Pedro fez jamais apontou algo que pudesse identificar um tratamento adequado. Recentemente recebemos um laudo médico de um Dr. do Childrens Hospital e o mesmo disse nada poder fazer também nos EEUU.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Por sua vez o Pedro vem melhorando a cada dia, isto é, diminuindo suas convulsões. Por nossa conta resolvemos diminuir as doses de anti-convulsivantes e ele aceitou.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Está mais alegre e às vezes esboça um lindo sorriso.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;2003&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;DIAGNÓSTICO ADQUIRIDO: Insuficiência Respiratória Aguda.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;DIAGNÓSTICO SECUNDÁRIO: (O que antes era primário) Encefalopatia grave, Síndrome Convulsiva, Deformidade Toráxica.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;HISTÓRICO: Paciente portador de Encefalopatia progressiva sem diagnóstico etiológico, atualmente com evolução estacionada, totalmente dependente de terceiros, com deformidade toráxica, hipotrofia de membros superiores e inferiores de que impossibilita caminhar e sem comunicação verbal com o meio. Tem tido vários episódios de pneumonias de repetição. Foi operado para cirurgia anti-refluxo e atualmente é portador de gastrostomia. A última hospitalização ocorreu por insuficiência respiratória secundária a broncopneumonia; foi atendido em regime de semi-intensiva e vem evoluindo satisfatoriamente, porém lentamente. Em casa, com acompanhamento de Home-Care vem mantendo leve taquidispnéia, em nebulização contínua com oxigênio, fazendo exercícios respiratórios com respirador para manter adequada higienização de vias aéreas, acompanhados por fisioterapia motora e respiratória intensa.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;DIAGNÓSTICO DE PAI E MÃE: De alguma forma, cansados, resolvemos parar com as pesquisas, com as tentativas que há 13 anos nos levam em vão para algum lugar.&lt;br /&gt;Nossa maior e infinita preocupação é, se dentro do mundinho dele, pôde perceber que queriamos com todas as internações, exames, agulhas, tapotagens, o bem dele.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pedro necessita de carinho, de amor e assim ele terá até o fim de sua vida. Nós o amamos assim, do jeitinho que ele quis ser, nosso eterno bebê. Afinal, qual a mãe que quer ver seu filho longe de casa...Deus atendeu nosso pedido.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Este e-mail que circula na internet desde 1997 foi extraido do site que fizemos para divulgar e, quem sabe, conseguir uma resposta para o problema de Pedro. Na verdade, nós nunca enviamos e-mail a ninguém, alguém, muito especial, entrou na página do Pedro e copiou o texto que circula até hoje.&lt;br /&gt;Graças a esta divulgação fizemos muitos contatos e recebemos a solidariedade de pessoas especiais como você. Nosso objetivo em relação ao diagnóstico não foi alcançado até hoje, mas conhecemos a verdadeira dimensão da solidariedade entre as pessoas e isso é fantástico.&lt;br /&gt;No dia 3 de abril de 2009 Pedro fez &lt;strong&gt;20 anos&lt;/strong&gt; (o que muitos médicos julgavam muito improvável) e somos muito felizes por tê-lo ao nosso lado e por aprender tanto com ele.&lt;br /&gt;A cada dia temos provas de sua força interior e ganhamos mais forças para continuar lutando por ele. este e-mail que você recebeu já deu a volta ao mundo muitas vezes e já mantivemos contato com médicos e hospitais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se você recebeu este e-mail peço a gentileza de divulgar o site (&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;a href="http://www.sitelogo.com.br/pedro/jornal/index.html"&gt;http://www.sitelogo.com.br/pedro/jornal/index.html&lt;/a&gt;) &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;e contribuir com a edição do livro (&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;a href="http://www.sitelogo.com.br/pedro/index.html"&gt;http://www.sitelogo.com.br/pedro/index.html&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;O que o Pedro necessita?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Durante todos estes anos, não encontramos uma resposta para o que acontece com Pedro. Depois que este site passou ser visto por milhares de pessoas, encontramos muitas famílias que passam por problemas semelhantes, o que nos levou a &lt;span &gt;Novos Caminhos&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para encontrar uma resposta para o que acontece com nosso filho buscamos diversos caminhos: medicina tradicional, tratamentos alternativos, terapias e desenvolvimento espiritual. Buscando maior desenvolvimento espiritual, temos conseguido equilibrar nossas forças, ganhando cada vez mais fé e esperança.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A medicina tradicional levantou muitas hipóteses: doença metabólica degenerativa, mitocondriopatia etc. Porém os exames, até o momento realizados, nada conseguiram comprovar. Desta forma iniciamos nossa pesquisa, buscando e esperando que em algum momento, em algum lugar do mundo encontraremos a resposta.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Se você quiser ajudar, se for médico ou já conheceu alguma criança com os mesmos sintomas, por favor, nos escreva.&lt;/p&gt;&lt;p align="JUSTIFY"&gt;Muito Obrigado,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pedro Poggetti Lopes Gonçalves,&lt;br /&gt;Liane Geyer Poggetti e Manoel Lopes Gonçalves Júnior  São Paulo - SP - BRASIL&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Se você deseja deixar alguma mensagem, clique &lt;a href="http://www.sitelogo.com.br/pedro/jornal/email.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;i&gt;"Acho que nunca verei algo tão adorável quanto uma árvore. E alegro-me em saber que páginas HTML as preservam."&lt;/i&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;&lt;span &gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;i&gt;&lt;span &gt;&lt;b&gt;Novos Caminhos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" class="texto" style="font-style: normal; font-weight: normal; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify; "&gt;&lt;em&gt;&lt;i&gt;&lt;span &gt;Quando iniciamos a página do Pedro, queríamos descobrir casos semelhantes para chegar a uma resposta para o que acontece com ele. Superando nossas expectativas, nestes últimos meses, recebemos centenas de mensagens e fizemos contatos que nos levaram a perceber que o que vivemos, apesar de não ter nome, em muito se assemelha ao que passam tantos outros pais e crianças especiais. Descobrimos muitos outros anjos provenientes da mesma nuvem que Pedro e, ao lado deles, pais dedicados e corajosos que lutam por melhores condições de vida para seus filhos.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" class="texto" style="font-style: normal; font-weight: normal; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify; "&gt;&lt;em&gt;&lt;i&gt;&lt;span &gt;Diante disso, aproveitando que a página do Pedro virou uma espécie de "ponto de encontro", projetamos este livro para que sirva de apoio a familiares e pessoas portadoras de problemas neurológicos. Gostaríamos de divulgar as milhares de informações que temos recebido diariamente e de abrir espaço para trocas de experiências entre as famílias.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" class="texto" style="font-style: normal; font-weight: normal; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify; "&gt;&lt;em&gt;&lt;i&gt;&lt;span &gt;Pedro, tem nos oferecido as mais antagônicas emoções. São tempos de sofrimento intenso, quando se vai direto ao fundo do abismo e o coração dilacera de tanta dor, e tempos de intensa alegria, quando temos o prazer de sentir a mais sublime emoção e júbilo. É sobre essas emoções e sobre as experiências que nos proporcionaram essas emoções que quero relatar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste livro, também quero contar toda a dor e dificuldade que passamos e que passam muitos casais que, como nós, têm filhos com síndromes ou doenças crônicas e raras. Quero contar como fomos auxiliados e como também, em muitos momentos, nos sentimos extremamente só.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" class="texto" style="font-style: normal; font-weight: normal; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify; "&gt;&lt;em&gt;&lt;i&gt;&lt;span &gt;Quero contar da solidariedade de parentes, amigos, pessoas comuns, muitas até desconhecidas, e dos profissionais de saúde competentes e sensíveis que encontramos pelo caminho.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se gostou, opine! Se não, opine também, assim vejo no que posso melhorar. Valeu por apreciar!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5009218965158031725-4815503106587059209?l=contosdopeewee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contosdopeewee.blogspot.com/feeds/4815503106587059209/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5009218965158031725&amp;postID=4815503106587059209&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/4815503106587059209?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/4815503106587059209?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/contosdopeewee/~3/_3bNimQ9NGY/tempo-de-amar-plantando-flores-no-fundo.html" title="Tempo de Amar - Plantando flores no fundo do poço: A História do Pedro" /><author><name>André Luz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07712436276469558836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="29" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TIFQ5igSLpI/AAAAAAAAH7I/NmSoDzxlfp0/S220/Pic0903002.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TSc6Wi-L_BI/AAAAAAAAIXA/H-5h1TCUrAU/s72-c/tempodeamar.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://contosdopeewee.blogspot.com/2011/01/tempo-de-amar-plantando-flores-no-fundo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUYCQHg_cSp7ImA9Wx9TFUs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5009218965158031725.post-6588306888589478446</id><published>2010-11-24T00:52:00.000-02:00</published><updated>2010-11-24T00:52:41.649-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-11-24T00:52:41.649-02:00</app:edited><title>Rock in Rio 2011</title><content type="html">&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/z8YCFp9Btfo?fs=1" frameborder="0" height="295" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Quando eu tinha 12 anos de idade, aconteceu no Brasil o maior evento da música nacional e internacional. Todo o Brasil - praticamente - parou para assistir aos grandes astros e a bandas revelações como Kid Abelha. Shows como Queen, AC/DC, Iron Maiden fizeram o Rio de Janeiro ferver.  Pessoas pararam para cantar James Taylor. Foi simplesmente um momento único em 2005, que foi tentado se revivido em várias outras edições e até hoje o tema me emociona. Hoje, esse tema pode ser ouvido nas mais diversas vozes da nossa música... Ah, sobre o que estou falando? Oras, &lt;a href="http://www.rockinrio.com.br/"&gt;Rock in Rio&lt;/a&gt;, que retornará em 2011 para o Rio de Janeiro e fará a cidade vibrar durante seis dias. Acima todos podem ver a música, cantada por Frejat, Toni Garrido, Pitty, Ivete Sangalo, Rogério Flausino, Ed Motta,  Sandra de Sá, Ivo Meirelles, Zé Ricardo, Marcelo D2, Dinho Ouro Preto,  Evandro Mesquita, Tico Santa Cruz, Tié e George Israel. Vamos nos unir numa só voz, numa canção, um céu de estrelas... Rock in Riooo!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se gostou, opine! Se não, opine também, assim vejo no que posso melhorar. Valeu por apreciar!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5009218965158031725-6588306888589478446?l=contosdopeewee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contosdopeewee.blogspot.com/feeds/6588306888589478446/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5009218965158031725&amp;postID=6588306888589478446&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/6588306888589478446?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/6588306888589478446?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/contosdopeewee/~3/dq3QCczWtUY/rock-in-rio-2011.html" title="Rock in Rio 2011" /><author><name>André Luz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07712436276469558836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="29" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TIFQ5igSLpI/AAAAAAAAH7I/NmSoDzxlfp0/S220/Pic0903002.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/z8YCFp9Btfo/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://contosdopeewee.blogspot.com/2010/11/rock-in-rio-2011.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkcCQXYyeSp7ImA9Wx5bEks.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5009218965158031725.post-3764209945178456538</id><published>2010-10-28T10:05:00.002-02:00</published><updated>2010-10-28T10:14:20.891-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-10-28T10:14:20.891-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="faculdade" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sobre mim" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="crônica" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="História" /><title>Crônica: Você já brincou de casinha?</title><content type="html">&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Este ano eu iniciei meus estudos para me graduar em Licenciatura em História, então das várias aula que temos, uma é sobre a construção de texto. Eu já aprendi - assim espero! - a fazer um fichamento, escrevi um artigo - que me ajudou a decidir com que base farei minha monografia - e agora me fez fazer um crônica.&lt;div&gt;Bem, nunca fui chegado a crônicas, tanto que muitos podem ver que meus textos, em geral, são bem extensos. Gosto mesmo de contos (sendo que "Prole" se encaminha para se tornar uma novela) ou romances, como "A Grega". Mas como isso fazia parte de um teste avaliativo, não tinha como escapar, então, entrando no embalo de meu irmão em "Contos de Mórris", que tem narrado sua infância e adolescência, de uma forma ficcional, decidi escrever sobre o título desse post, então segue abaixo o resultado, que me rendeu uma boa nota =)&lt;/div&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TMlo3rUSI7I/AAAAAAAAIRU/417tonTVXQw/s400/casinha2.jpg" style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 250px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5533068922931258290" /&gt;&lt;div&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana"&gt;Você já brincou de casinha?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana; "&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;          &lt;/span&gt;Você já brincou de casinha? Acredito que todo mundo já brincou – ou ainda brinca – de casinha, seja com a irmã, seja com parentes, sempre alguém é o pai, a mãe, os filhos e por aí vai. Eu posso dizer, com toda convicção, que já brinquei &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;muito&lt;/b&gt; de casinha. Mas não com minhas primas, e eu nunca tive uma irmã, então praticava esse ato na escola mesmo, sempre no final das aulas, esperando minha mãe e meu pai chegarem, e como mais velho, era constantemente o pai.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;tab-stops:42.75pt"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;          &lt;/span&gt;A brincadeira consistia no seguinte: como pai, eu ia trabalhar e me despedia dos meus filhos (um casal de gêmeos que estudavam com meu irmão), do cachorro (que era o pobre do meu irmão) e da minha esposa (que era uma das filhas das donas da escola, sendo uma delas minha madrinha), que eu beijava – essa era a melhor parte.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;tab-stops:42.75pt"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;          &lt;/span&gt;Ir para a escola era um martírio, mas tudo valia a pena ao final do dia, quando brincávamos de casinha. O pior era ser pego pela minha madrinha, enquanto eu beijava sua filha, pois a unha dela era tão grande, que o beliscão doía na alma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;tab-stops:42.75pt"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;          &lt;/span&gt;Eu fico pensando como isso seria visto hoje em dia. No mínimo meus pais seriam processados por eu assediar as meninas ou seria minha madrinha a processada, por ter me beliscado, mas com certeza não teria o mesmo tom ingênuo daquela época, quando um beijo de estalinho significava o mesmo que andar de mãos dadas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;tab-stops:42.75pt"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;          &lt;/span&gt;Hoje, na minha idade, “brincar de casinha” tem um outro significado. É construir uma família, ter um trabalho para sustentá-los, uma casa para abrigá-los e um veículo para locomovê-los, mas na infância, quem disse que isso importava. O legal era chegar ao final do dia, ir ao balanço que representava o carro, olhar para os gêmeos e vê-los como meus filhos, observar meu irmão “de quatro” e acreditar que ele era o cachorro e ver as filhas das donas da escola como sendo minhas esposas a quem eu beijaria. Como era bom ser criança e brincar de casinha... Ou vai me dizer que você não gostaria de voltar a ser criança?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se gostou, opine! Se não, opine também, assim vejo no que posso melhorar. Valeu por apreciar!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5009218965158031725-3764209945178456538?l=contosdopeewee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contosdopeewee.blogspot.com/feeds/3764209945178456538/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5009218965158031725&amp;postID=3764209945178456538&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/3764209945178456538?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/3764209945178456538?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/contosdopeewee/~3/uBidZc2m-lg/cronica-voce-ja-brincou-de-casinha.html" title="Crônica: Você já brincou de casinha?" /><author><name>André Luz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07712436276469558836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="29" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TIFQ5igSLpI/AAAAAAAAH7I/NmSoDzxlfp0/S220/Pic0903002.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TMlo3rUSI7I/AAAAAAAAIRU/417tonTVXQw/s72-c/casinha2.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://contosdopeewee.blogspot.com/2010/10/cronica-voce-ja-brincou-de-casinha.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0INQXY8eip7ImA9WxFVFkk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5009218965158031725.post-8032361487047727760</id><published>2010-06-15T20:08:00.000-03:00</published><updated>2010-06-15T20:46:30.872-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-06-15T20:46:30.872-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="livro" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="homenagem" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sobre mim" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Conto" /><title>Contos do Móris: Meu irmão</title><content type="html">&lt;p&gt;Nossa, fazem três meses que eu não apareço por aqui, ou melhor, desde que comecei minha faculdade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Pois é, tem sido complicado, mas gostoso, pois estou fazendo algo que é quase um sonho, estou estudando para dar aulas de História. Só que não vim até aqui para falar disso.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Bem, quase todos que vêm aqui veem meus contos publicados, pois esta foi uma forma que arranjei de disponibilizar o que gosto de escrever para aqueles que gostam de ler. Só que, não sou somente eu o escritor, filho da Sra. Aédyla e do Sr. Armando, mas também o outro filho deste casal, meu irmão, Armando Rogério Brandão Guimarães Junior (UFA!).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Desde pequeno meu irmão demonstrou talento para escrever, também era um – quase – mini-gênio. Sacava tudo e entendia tudo muito facil. Logo se destacava entre seus colegas. Um verdadeiro nerd! Pois bem, este meu irmão “caçula” (mas mais alto do que eu!) decidiu me prestar uma homenagem dupla. A primeira eu não contarei, mas acredito que um dia ele conte quando o livro for publicado, mas a segunda é um conto sobre minha pessoa. Com autorização dele (lógico!), eu disponibilizo aqui para vocês “Meu irmão” (obrigado irmão!):&lt;/p&gt; &lt;h1 align="center"&gt;Meu Irmão&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_sekcL9urPK8/TBgHdsQZc-I/AAAAAAAAHyI/loLz8Fldz3Q/s1600-h/colonia-de-ferias%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="colonia-de-ferias" border="0" alt="colonia-de-ferias" src="http://lh4.ggpht.com/_sekcL9urPK8/TBgHfEwnkMI/AAAAAAAAHyM/E6AKke8t9h0/colonia-de-ferias_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" width="397" height="381"&gt;&lt;/a&gt; &lt;/h1&gt; &lt;p&gt;O meu melhor amigo definitivamente é&amp;nbsp; meu irmão, sem desmerecer as amizades que fiz ao longo de minha curta vida, mas suportar tudo que eu fiz com ele e ainda me chamar de irmão, tem que ser muito amigo!  &lt;p&gt;Quando digo que ele me chama de irmão é no sentido literal da palavra, ele nunca me chamou pelo nome, sempre só me chamou de irmão, alguns podem pensar que isso seria pra facilitar, assim se tivéssemos vários irmãos, não precisaria de decorar os nomes de todos, mas não é esse o caso, somos só nós dois, quer dizer, tenho um outro irmão caçula que tenho pouco contato, mas depois conto dele.  &lt;p&gt;Não aprontava com meu irmão por ele ter me feito de cachorro na escola, aprontava pelo simples fato de ser legal aprontar pra cima de alguém, coisa de espírito de porco mesmo.  &lt;p&gt;Certa vez estávamos em casa numa boa, quando decidi que os óculos do meu irmão me incomodavam, são óculos de grau mesmo, ele tem hipermetropia e astigmatismo, alguns anos depois eu descobri que tinha miopia, acho que foi castigo divino, mas por implicância divina continuo não usando óculos. Pois bem, meu irmão depende dos óculos dele pra poder ler e etc. e por ter dois problemas o óculos terminava sendo muito caro e minha mãe sempre cobrou dele que cuidasse daqueles óculos com todo cuidado possível. Eu, incomodado com o mundo, peguei os óculos enquanto ele tomava banho e escondi dentro da estante, mas bem no fundo e atrás de um monte de coisas, onde ninguém pudesse ver. Quando ele saiu e se deu conta que os óculos não estavam onde ele tinha colocado com toda calma do mundo, começou a procurar em outros locais e somente quando não tinha mais onde procurar ele foi perguntar pra minha mãe que já ficou nervosa só de pensar no prejuízo, mas minha mãe teve a calma de pensar que se ele estava com os óculos antes do banho então tinha que estar dentro de casa.  &lt;p&gt;Foi um tal de procurar debaixo das camas e nas gavetas, no chão, embolado na roupa e etc., que minha mãe começou a perder a calma e cobrar a localização com mais austeridade, meu irmão não era fácil de se fazer chorar, era capaz de tomar uma surra de cinto e ficar encarando minha mãe só pra peitá-la, mas dessa vez ele estava ficando desesperado, pois ele sabia que o que estava em jogo ali era muito mais do que uma surra.  &lt;p&gt;Quando notei que a coisa tava ficando preta me propus a ajudá-los, e por sonseira minha fui direto procurar na estante, exatamente onde tinha escondido. Minha mãe ficou só de longe olhando o que eu fazia. Coloquei meus bracinhos miúdos e magrelos dentro do compartimento da estante e lá do fundo tirei os óculos e os levantei pro ar, como se eu tivesse achado uma pepita de ouro. Meu irmão, que era tão moleque quanto eu (1 ano e meio mais velho, lembram?), veio me abraçou e ficou lá me agradecendo com toda a pureza que uma criança podia ter naquela idade. Enquanto ele me abraçava eu vi minha mãe vindo por trás dele pra me pegar já com o chinelo na mão, não deu tempo de fazer muita coisa a não ser empurrar meu irmão pra cima dela e sair correndo pelo apartamento. O apartamento era (e ainda é) muito pequeno então não tinha muito que fazer a não ser correr pra dentro do meu quarto e fechar a porta pra ganhar um tempo. Logo que entrei no quarto fui pra debaixo da cama, e quando minha mãe entrou no quarto só ouvi meu irmão chorando gritando com ela que não poderia me bater, pois eu havia encontrado os óculos dele e que ela teria que bater nele também então. Acho que minha mãe se comoveu com o sentimento piedoso e puro do meu irmão, pois a única coisa que ela fez foi fechar a porta e avisar que eu não poderia sair de lá naquela noite a não ser pra jantar, meu irmão até tentou ficar no quarto comigo, mas minha mãe disse pra ele deixar de ser bobo e retirou ele do quarto. Fiquei lá, debaixo da cama, só imaginando como ela poderia ter descoberto tão facilmente minha armação. Quando me dei conta da minha besteira comecei a me morder o braço todo, como forma de me punir pra não dar tanto mole.  &lt;p&gt;Semanas depois lá estávamos nós dois brincando sabe-se lá de que na frente de nosso apto, quando minha mãe aparece da janela e nos chama usando um tom meio agressivo. Fomos com calma pra dentro do apto, afinal de contas esse poderia ser o tempo que ficaríamos fora do castigo pelo restante do dia, eu ainda não tinha idéia do que eu tinha feito dessa vez, mas com certeza minha mãe havia descoberto. Quando entramos no apartamento ela nos chamou na cozinha e mostrou dentro da geladeira um vidro de catchup que estava virado na parte de cima da geladeira e por conta disso havia caído quase tudo dentro da panela de arroz e assim desperdiçado parte do nosso futuro almoço. A pergunta da minha mãe foi bem simples: “QUEM FOI?”, meu irmão tinha parado do lado dela e por conta disso estava de frente pra geladeira aberta eu estava do outro lado da porta aberta da geladeira e por conta disso não havia visto a cagada, minha mãe repetiu a pergunta pela segunda e última vez: “QUEM FOI?”. Os 3 segundos que se passaram pareciam 3 horas, então meu irmão assumiu a responsabilidade pela besteira e logo em seguida pediu desculpas para minha mãe que sem muito estardalhaço o mandou para o castigo e me liberou para voltar pra rua. Aquele dia meu irmão ganhou o meu respeito de uma forma que nunca mais perderia, aconteça o que acontecesse, a forma como ele assumiu a culpa, estando do lado da minha mãe pra mim era um feito único e nesse dia nem consegui mais ficar brincando na rua, fiquei lá sentado na beira da calçada pensando naquela situação, obvio que por muitas vezes nós saímos no tapa, e sem dó nem piedade eu sentava o braço nele, e apanhava dobrado, mas o fato do meu irmão ter assumido a culpa de algo que ele não tinha feito pra mim foi único, era eu quem tinha esquecido o catchup aberto na geladeira, depois de ter passado no pão pra comer, e meu irmão estava junto na hora e com certeza ele não mexeu naquele catchup, não sei se eu teria o mesmo castigo ou se teria sido algo mais enérgico. Depois que ele saiu do castigo fui contar pra ele que na verdade eu que tinha deixado o catchup aberto, a resposta dele me deixou com um sentimento de culpa maior ainda: “EU SEI.”, e não falou mais nada naquele dia, o fato de eu lembrar isso até hoje mostra o quanto isso me marcou.  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte: &lt;/strong&gt;&lt;font face="Arial"&gt;GUIMARÃES JUNIOR, Armando Rogério Brandão. &lt;em&gt;Contos de Móris&lt;/em&gt;. Belo Horizonte: [s.n.], [2010?]. Paginação irregular.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se gostou, opine! Se não, opine também, assim vejo no que posso melhorar. Valeu por apreciar!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5009218965158031725-8032361487047727760?l=contosdopeewee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contosdopeewee.blogspot.com/feeds/8032361487047727760/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5009218965158031725&amp;postID=8032361487047727760&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/8032361487047727760?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/8032361487047727760?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/contosdopeewee/~3/4uxqBYPzjE0/contos-do-moris-meu-irmao.html" title="Contos do Móris: Meu irmão" /><author><name>André Luz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07712436276469558836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="29" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TIFQ5igSLpI/AAAAAAAAH7I/NmSoDzxlfp0/S220/Pic0903002.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/_sekcL9urPK8/TBgHfEwnkMI/AAAAAAAAHyM/E6AKke8t9h0/s72-c/colonia-de-ferias_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://contosdopeewee.blogspot.com/2010/06/contos-do-moris-meu-irmao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEECQnYyfip7ImA9WxBaE0k.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5009218965158031725.post-5497218753444394631</id><published>2010-03-23T09:14:00.000-03:00</published><updated>2010-03-23T09:17:43.896-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-03-23T09:17:43.896-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Encontro" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="blog" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="#EBCx" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Encontro de Blogueiros Capixabas" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="blogosfera" /><title>#EBCx – Encontro de Blogueiros Capixabas no Teacher’s Pub</title><content type="html">&lt;p&gt;Hoje em dia um blogueiro capixaba não tem do que reclamar sobre encontros para se confraternizar com outros “da mesma espécie”.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Somente aqui em Vitória – ES acontecem o &lt;a href="http://blogcampes.wordpress.com/" target="_blank"&gt;BlogcampES&lt;/a&gt;, o &lt;strong&gt;SocialCampES&lt;/strong&gt;, promovido pelo &lt;a href="http://www.e-brand.com.br/index.php" target="_blank"&gt;e-Brand&lt;/a&gt;, o &lt;a href="http://forumdemidialivre.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Fórum de Mídia Livre&lt;/a&gt; e agora o &lt;a href="http://ebcapixabas.ning.com/" target="_blank"&gt;Encontro de Blogueiros Capixabas&lt;/a&gt; (ou simplesmente &lt;a href="http://ebcapixabas.ning.com/" target="_blank"&gt;#EBCx&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O Encontro está sendo promovido pelo &lt;a href="http://paneladeblogs.com.br/" target="_blank"&gt;Panela de Blogs&lt;/a&gt; e acontecerá nesta sexta-feira (26/03/2010), a partir das 19:00, no Teacher’s Pub, na Praia do Canto, em Vitória – ES.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Para se inscrever (isso é muito importante!), acesse o &lt;a href="http://ebcapixabas.ning.com/" target="_blank"&gt;Ning&lt;/a&gt; do #EBCx e clique em &lt;a href="https://spreadsheets.google.com/viewform?formkey=dGl0YXFUQTI0R18tNHZXMGpLdXhJZmc6MA" target="_blank"&gt;Increva-se Agora!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Para acompanhar, acesse o &lt;a href="http://twitter.com" target="_blank"&gt;Twitter&lt;/a&gt;: &lt;a href="http://twitter.com/EBCx" target="_blank"&gt;@EBCx&lt;/a&gt; e/ou &lt;a href="http://twitter.com/#search?q=%23EBCx" target="_blank"&gt;#EBCx&lt;/a&gt;&lt;a href="http://ebcapixabas.ning.com/" target="_blank"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="banner-ebcx" border="0" alt="banner-ebcx" src="http://lh5.ggpht.com/_sekcL9urPK8/S6ixRipu7VI/AAAAAAAAHjQ/UXuzjGKnaFY/banner-ebcx%5B6%5D.jpg?imgmax=800" width="410" height="605" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se gostou, opine! Se não, opine também, assim vejo no que posso melhorar. Valeu por apreciar!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5009218965158031725-5497218753444394631?l=contosdopeewee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contosdopeewee.blogspot.com/feeds/5497218753444394631/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5009218965158031725&amp;postID=5497218753444394631&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/5497218753444394631?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/5497218753444394631?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/contosdopeewee/~3/-lQJWyvwyqE/ebcx-no-teachers-pub.html" title="#EBCx – Encontro de Blogueiros Capixabas no Teacher’s Pub" /><author><name>André Luz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07712436276469558836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="29" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TIFQ5igSLpI/AAAAAAAAH7I/NmSoDzxlfp0/S220/Pic0903002.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh5.ggpht.com/_sekcL9urPK8/S6ixRipu7VI/AAAAAAAAHjQ/UXuzjGKnaFY/s72-c/banner-ebcx%5B6%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://contosdopeewee.blogspot.com/2010/03/ebcx-no-teachers-pub.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkUMRn08cSp7ImA9WxBWEUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5009218965158031725.post-6510411630878699465</id><published>2010-02-02T22:49:00.000-02:00</published><updated>2010-02-02T22:51:27.379-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-02-02T22:51:27.379-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="blog" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="lançamento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="blogosfera" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="agregador de blogs" /><title>Surge o Panela de Blogs</title><content type="html">&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_sekcL9urPK8/S2jIQExPseI/AAAAAAAAHao/s4SK7GUT6lY/s1600-h/captura0405%5B3%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-top: 0px; margin-right: 0px; border-right: 0px" title="captura0405" border="0" alt="captura0405" align="left" src="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/S2jIRuSnanI/AAAAAAAAHas/qpvOQQVJ0iM/captura0405_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" width="164" height="107" /&gt;&lt;/a&gt; Muito foi falado no ano passado sobre um&lt;strong&gt; agregador de blogs do Espírito Santo&lt;/strong&gt;, eis então que algumas das cabeças pensantes da &lt;strong&gt;blogosfera capixaba &lt;/strong&gt;decidiram por criá-lo, assim surge o &lt;a href="http://paneladeblogs.com.br/" target="_blank"&gt;Panela de Blogs&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A criação é de responsabilidade de cinco idealizadores: Thalles Waichert (&lt;a href="http://thalles.blog.br/" target="_blank"&gt;thalles.blog&lt;/a&gt;), Emily (&lt;a href="http://semquerersaiu.com.br/" target="_blank"&gt;Ops! Sem Querer Saiu…&lt;/a&gt;), Rogério Lima (&lt;a href="http://bobolhando.com.br/" target="_blank"&gt;Bobolhando&lt;/a&gt;/&lt;a href="http://seuoscar.com.br/portal/" target="_blank"&gt;Seu Oscar Clique no Rock&lt;/a&gt;), Yuri F. Santos e Daigo (&lt;a href="http://freaklink.com.br" target="_blank"&gt;Freaklink&lt;/a&gt;). E eles pretendem começar com um doa maiores eventos capixabas, o Carnaval.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em Vitória – ES, a abertura do carnaval aconteceu no sábado passado (30/01/2010), com o Baile dos Artistas. Nesta sexta-feira (05/02/2010), acontece o Desfile das Escolas de Samba da Grande Vitória, e na outra sexta, começa a maior festa do Brasil.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Como será a cobertura? Bem, é esperar para ver no Panela de Blogs ou nos blogs de cada um. Então, não perca a oportunidade de acompanhar… Depois de pular bastante!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Se quiserem acommpanhar no microblog &lt;a href="http://twitter.com" target="_blank"&gt;Twitter&lt;/a&gt;, é só seguir &lt;a href="http://twitter.com/PaneladeBlogs" target="_blank"&gt;@PaneladeBlogs&lt;/a&gt; ou então entrem na comunidade do &lt;a href="http://www.orkut.com.br" target="_blank"&gt;Orkut&lt;/a&gt;: &lt;a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=98262548" target="_blank"&gt;Panela de Blogs&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;PARABÉNS A TODOS PELA INICIATIVA! QUE ESTA ESTRELA DE CINCO PONTAS BRILHE NO FIRMAMENTO!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se gostou, opine! Se não, opine também, assim vejo no que posso melhorar. Valeu por apreciar!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5009218965158031725-6510411630878699465?l=contosdopeewee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contosdopeewee.blogspot.com/feeds/6510411630878699465/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5009218965158031725&amp;postID=6510411630878699465&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/6510411630878699465?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/6510411630878699465?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/contosdopeewee/~3/W_11jwI1jcQ/surge-o-panela-de-blogs.html" title="Surge o Panela de Blogs" /><author><name>André Luz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07712436276469558836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="29" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TIFQ5igSLpI/AAAAAAAAH7I/NmSoDzxlfp0/S220/Pic0903002.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/S2jIRuSnanI/AAAAAAAAHas/qpvOQQVJ0iM/s72-c/captura0405_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://contosdopeewee.blogspot.com/2010/02/surge-o-panela-de-blogs.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0QDSH85cSp7ImA9WxBQEUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5009218965158031725.post-3943763237015207476</id><published>2010-01-09T19:39:00.000-02:00</published><updated>2010-01-10T18:29:39.129-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-01-10T18:29:39.129-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Doppelgänger" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sobre mim" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Walter Costa" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Conto" /><title>Doppelgänger – Parte 1</title><content type="html">&lt;p&gt;Há muito tempo comecei a escrever sobre Walter Costa. Eu começaria com um romance, aonde ele e sua parceira, Priscilla, investigam um caso sobrenatural de uma ladrão de faces. O nome do romance seria &lt;strong&gt;Doppelgänger&lt;/strong&gt;, mas não consegui levar a frente, pois queria saber mais sobre o DHPP de Vitória – ES, mas não tive acesso, então desisti.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A ideia era escrever Doppelgänger e dar continuidade as histórias de Walter sozinho, sem Priscilla, que morreria durante um caso. Walter se tornaria um investigador particular e trabalharia com sua antiga colega de faculdade, Cynthia, em casos que beirariam o fantástico. Mas deixei de lado, me dedicando mais a &lt;strong&gt;Marcelle Anthemimus&lt;/strong&gt;, minha vampira.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Daí então comecei este lance de contos com &lt;strong&gt;Em Busca do Conhecimento&lt;/strong&gt; e pensei: Por que não lançar minhas histórias desta forma? Foi então que decidi dividir meus escritos (com exceção de &lt;strong&gt;A Grega&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Udjat&lt;/strong&gt;) em contos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Agora fiquem com a primeira parte de &lt;strong&gt;Doppelgänger&lt;/strong&gt;, e boa leitura.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;font color="#750003" size="6"&gt;Doppelgänger&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_sekcL9urPK8/S0j4KpD-OkI/AAAAAAAAHVg/q6trzZVZLK4/s1600-h/doppelgaenger%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="doppelgaenger" border="0" alt="doppelgaenger" src="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/S0j4Ln1bhTI/AAAAAAAAHVk/gulHjPZ26xY/doppelgaenger_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" width="287" height="350" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Doppelgänger&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Era noite no Centro da cidade e um grito se fez ouvir em um dos becos escuros. Um ser encapuzado saiu correndo do local, e quando os mendigos que lá transitavam, em busca de local para dormir, entraram viram um corpo inerte e sem face.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Walter e Priscilla estavam de plantão no DHPP naquela noite sinistra. Não era o que mais eles gostavam, mas não tinham escolha. Quando o telefone tocou, Priscilla atendeu, era um policial que falava de um assassinato no Centro:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Encontraram um corpo sem rosto em um beco ao lado do Theatro Carlos Gomes. – Falou Priscilla para seu parceiro. Os dois haviam se tornado companheiros de trabalho, assim que Priscilla havia entrado para a Polícia Civil. “Walter já tem anos de experiência, então nada melhor do que juntá-los”, assim falou-lhes seu chefe. De lá para cá, ambos já haviam investigado vários assassinatos, alguns sem fechar, devido falta de provas ou de melhores condições para comprovar o crime.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Walter e Priscilla desceram para o Gol branco que estava parado na frente do DHPP. O carro pertencia a Walter e era uma das poucas coisas que lhe pertencia de verdade, já que morava de aluguel, pois não podia comprar uma apartamento, já que a maior parte de seu dinheiro ia para a pensão que pagava para as filhas, que moravam com a mãe no Rio de Janeiro, e outra boa parte para a bebida, um vício no qual ele não queria largar.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Mesmo filho de um coronel aposentado, Walter Costa nunca quis depender do pai para nada. No seu quarto período de faculdade de Direito na Universidade Federal, se apaixonou por uma estudante de pedagogia que estava cursando o segundo período. Terminou engravidando-a. Largou a faculdade e foi fazer a prova da Polícia, para poder sustentar a família que estava surgindo. O pai achava aquilo um absurdo, mas Walter não deu ouvidos. Após terem a segunda filha, sua esposa o largou para ir morar no Rio, aonde se casou com outra pessoa. Mas ela não abriu mão da pensão das filhas, dizendo a ele que isso serviria para os estudos delas. Depois que foram para o Rio, Walter não mais as viu e sempre fica sabendo de algo, ao conversar com sua ex, que mais briga com ele do que outras coisas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quando Walter e Priscilla chegaram ao local, um pequeno grupo de pessoas cercava o local e um fotógrafo batia fotos:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- As cobras. – Falou Walter, em tom baixo, mas aborrecido. – Será que esses fotógrafos são zumbis? – Ele reconheceu o rapaz, trabalhava em um dos jornais locais. Pensou em espantá-lo, mas Priscilla o conteve:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Vamos nos ater a investigação! – Se dirigindo ao policial. – Relate o que aconteceu.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Bem, eu estava no meu posto ali na frente, quando ouvi um grito e vim ver o que estava acontecendo. Alguns mendigos já se encontravam em volta do corpo, balbuciando que não tinham culpa de nada. Foi quando eu vi aquela... Coisa, caída no chão, inerte e sem face. Tinha pele, mas não tinha olhos, nem nariz, nem boca, nem orelhas e nem cabelo. Ao sei se é homem ou mulher, pois perece que não tem nada.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Como assim? – Se aproximou Walter, num tom mais baixo, para não chamar a atenção do fotógrafo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Não sei lhe dizer, não tem seios, mas também não parece ter pênis.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Aquilo parecia intrigante. Não demorou muito para o rabecão chegar e levar o corpo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Precisamos ir ao DML. – Walter falou a Priscilla, enquanto ele dirigia. – Temos que ver o que está acontecendo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ao chegarem no DML, se dirigiram ao setor de necropsia:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Daniel, o que temos?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Vieram direto pra cá?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Eu preciso saber o que tá rolando. Fala. – Então eles se aproximaram do corpo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- É a coisa mais estranha que já vi. Digo que é um corpo humano, pois é bípede e tem aparência de humano, mas além de não ter cabelo, olhos, boca, orelhas e nariz, não tem mamilos, umbigo, digitais, poros, unhas, pelos e nem órgão genital. Pela altura, poderia sugerir homem, mas é complicado dizer que sim. É difícil até definir a idade. – Olhou para Walter e Priscilla, assustado. – Com o que vocês trombaram?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Sinceramente que eu também gostaria de saber! – Foi o que Walter falou, mais intrigado do que assustado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No dia seguinte, quando estavam saindo para ir embora, o chefe de Walter e Priscilla os chamou:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Que relatório é esse que deixaram na minha mesa?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ontem aconteceu um assassinato no Centro e... – Walter foi interrompido pelo seu chefe.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- É, isso eu vi, mas que negócio é esse de sem face? Que papo é esse?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Se o senhor quiser é só ligar para o DML e... – agora foi a vez de Priscilla ser cortada.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Olha, eu não quero saber se o DML vai ou não me dizer, eu quero que vocês me expliquem isso daqui melhor.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Está tudo aí, chefe, não excluímos nenhum acontecimento. Quando chegamos ao local, o corpo estava coberto por um pano, para um fotógrafo não ficar batendo fotos. Dirigimos-nos ao DML, aonde foi constatado que a vítima não tinha nenhuma impressão de ter sido humana ou não, a não ser pela forma de seu corpo. Não sabíamos o sexo, mas pela altura, suspeitamos ser homem.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Isso é impossível!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Nós também pensamos nisso. – Priscilla falou. – Mas eu decidi fazer uma pesquisa pela internet sobre algo parecido e não encontrei nada...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Estou sentindo um “mas” aí, Priscilla. – Argumentou o chefe apreensivamente, Walter olhou para ela sem entender. – Desembucha menina!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Bem, eu não encontrei nenhum crime que parecesse com isso, mas encontrei alguma coisa sobre doppelgänger!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- E o que seria isso?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Um ser que imita o corpo de sua vítima, antes dela morrer.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Espera aí, um ser... Sobrenatural? – Perguntou o chefe incrédulo, enquanto Walter olhava, absorto nas idéias de sua parceira. Priscilla balançou a cabeça afirmativamente. – Você enlouqueceu, Ciprianno? Descartem esta idéia. Não quero saber de comentários aqui dentro sobre monstros ou seja lá o que isso for. Resolvam o caso ou o fechem, entenderam? – Ambos balançaram a cabeça. – Agora saiam da minha sala.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Priscilla parecia envergonhada e Walter, ao seu lado, não parecia ligar para isso. Ela queria ter ficado calada e não ter soltado suas teorias e estudos, mas este sempre fora seu problema.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quando mais nova, Priscilla Ciprianno sempre fora uma menina muito curiosa. Seu pai a incentivava, comprando-lhe vários livros e levando-a na Biblioteca Estadual, que apesar de um acervo pequeno, sempre pareceu interessante para ela. Quando cursou o Ensino Médio, era a primeira da classe, sendo verdadeiro orgulho do pai. Mas ele meio que se decepcionou quando ela falou em fazer a prova da Polícia. “Será um novo desafio para mim, pai. Assim, eu poderei ajudá-lo a pagar minha faculdade.”, ela lhe explicou assim que se tornou policial. Em breve, era detetive e trabalhava ao lado de Walter Costa. Pena que seu pai não vivera para testemunhar àquilo, morrera um ano antes, devido a um tumor.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Desde que se tornara parceira de Walter, quase sempre ouvia ele dizer, “não poderia ter parceira melhor.”, mas naquele momento ele nada falava. “diga algo, maldição!”, ela pensou. Quando se sentaram, ele ainda parecia estar divagando com os próprios pensamentos. Ela ligou o monitor e então ele falou:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Aonde você leu sobre isso, Priscilla?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Naquela enciclopédia virtual...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Mas qualquer um pode escrever naquilo, não é?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Sim, mas depois que eu li, joguei o nome em um site de buscas e encontrei várias outras referências, que quase diziam a mesma coisa.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- O que é quase, não pode ser usado como base de investigação. Você, melhor do que qualquer outro, sabe disso.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Foi somente uma teoria, Walter, nada demais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Mesmo sendo uma teoria, podemos investigar. – Ela deu um sorriso. – Eu não estou dizendo que acredito nisso, mas não temos nada e eu não gosto de &lt;i&gt;joões-ninguém&lt;/i&gt; mortos no meu turno.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se gostou, opine! Se não, opine também, assim vejo no que posso melhorar. Valeu por apreciar!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5009218965158031725-3943763237015207476?l=contosdopeewee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contosdopeewee.blogspot.com/feeds/3943763237015207476/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5009218965158031725&amp;postID=3943763237015207476&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/3943763237015207476?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/3943763237015207476?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/contosdopeewee/~3/xgfAE4hNvdc/doppelganger-parte-1.html" title="Doppelgänger – Parte 1" /><author><name>André Luz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07712436276469558836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="29" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TIFQ5igSLpI/AAAAAAAAH7I/NmSoDzxlfp0/S220/Pic0903002.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/S0j4Ln1bhTI/AAAAAAAAHVk/gulHjPZ26xY/s72-c/doppelgaenger_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://contosdopeewee.blogspot.com/2010/01/doppelganger-parte-1.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEQNRn8zfip7ImA9WxNVE0Q.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5009218965158031725.post-5952802271416851553</id><published>2009-10-24T11:45:00.000-02:00</published><updated>2009-10-24T11:53:17.186-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-24T11:53:17.186-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="orkut" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amizade" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amigos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="corrente" /><title>Um Dia a Gente Aprende…</title><content type="html">&lt;p align="left"&gt;Eu ODEIO correntes. Acho uma perda de tempo e desnecessárias, ainda mais aquelas que pedem ajuda com dinheiro ou mesmo aquelas que são para concorrer a algo. Mas, as vezes, surgem certas correntes que são estimulatórias e nos chegam como símbolo de amizade e mostrando o quanto a pessoa se importa contigo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="left"&gt;Durante anos fiz muitas amizades, que para mim, serão sempre duradouras e dentre elas, as melhores, surgiram durante o período que passei pela – agora – EEEMF Fernando Duarte Rabello. Luciano, Karla (que se tornou esposa do Lu), Wdson, Rodolfo, Kellin e Erica, são algumas dessas pessoas, com quem mantive maior ligação.&lt;/p&gt;  &lt;p align="left"&gt;Erica e Kellin eu reencontrei um tempo atrás graças ao &lt;a href="http://www.orkut.com.br" target="_blank"&gt;Orkut&lt;/a&gt; (pelo menos para isso essa página serve, para rever velhos amigos) e então trocamos e-mails e hoje, apesar de não nos vermos, a amizade permanece. Assim acontece com Luciano, Karla e Wdson, também (este último é com quem menos tenho contato, mas sempre considerei um grande amigo).&lt;/p&gt;  &lt;p align="left"&gt;Mas o que quero dizer é que Erica me mandou uma dessas correntes motivadoras e eu gostaria de dividi-las com vocês e com eles (se vierem a entrar aqui!). Abraços a todos!&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;font color="#ff0000" size="3"&gt;UM DIA A GENTE ENTENDE...&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;Que é errando que se aprende&lt;/font&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMFD9_vPtI/AAAAAAAAHCQ/PHaV0luoCNU/s1600-h/clip_image001%5B7%5D.jpg"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="clip_image001" border="0" alt="clip_image001" src="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMFE6snvdI/AAAAAAAAHCY/1wwRkG3-SZ4/clip_image001_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="479" height="223" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;Que envelhecer &lt;i&gt;não significa deixar de ser criança&lt;/i&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMFGWPjM9I/AAAAAAAAHCc/29fPZpetW9k/s1600-h/clip_image002%5B6%5D.jpg"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="clip_image002" border="0" alt="clip_image002" src="http://lh5.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMFHjL3ZzI/AAAAAAAAHCg/dSPddVs6Xuo/clip_image002_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" width="474" height="218" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font color="#ff00ff"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Que o silêncio é a melhor resposta quando ouvimos uma bobagem&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;        &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMFIxJpjdI/AAAAAAAAHCk/cbH0URmhSpI/s1600-h/clip_image003%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="clip_image003" border="0" alt="clip_image003" src="http://lh4.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMFJ3Dxu1I/AAAAAAAAHCo/Izde1iohD50/clip_image003_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="472" height="218" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font color="#ff00ff"&gt;&lt;i&gt;Que ganhar dinheiro&lt;/i&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;i&gt;não é prioridade em toda profissão&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMFK9pBDVI/AAAAAAAAHCs/CeuvJV6Zavw/s1600-h/clip_image004%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="clip_image004" border="0" alt="clip_image004" src="http://lh3.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMFLyC0BiI/AAAAAAAAHCw/c8rgjvIg7u8/clip_image004_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="465" height="217" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font color="#ff00ff"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Que os sonhos estão aí&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;para serem alcançados&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMFNLU4DFI/AAAAAAAAHC0/YuiDkXJWMV8/s1600-h/clip_image005%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="clip_image005" border="0" alt="clip_image005" src="http://lh5.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMFOYwwthI/AAAAAAAAHC4/WYYu6k-bpxc/clip_image005_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="457" height="211" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;Que amigos a gente conquista mostrando o que somos&lt;/font&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMF6t8F2YI/AAAAAAAAHDA/ZcHVcFpkKH0/s1600-h/clip_image006%5B7%5D.jpg"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="clip_image006" border="0" alt="clip_image006" src="http://lh3.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMF7kSt85I/AAAAAAAAHDE/XTdd_Qdq6H4/clip_image006_thumb%5B4%5D.jpg?imgmax=800" width="454" height="213" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;Que os verdadeiros amigos estão ao nosso lado até o fim     &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMF8nyptkI/AAAAAAAAHDI/MH-WOWRG7x4/s1600-h/clip_image007%5B8%5D.jpg"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="clip_image007" border="0" alt="clip_image007" src="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMF-i-k0iI/AAAAAAAAHDM/FcHx2iyhyCY/clip_image007_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800" width="450" height="210" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;Que a maldade &lt;/font&gt;&lt;i&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;muitas vezes se esconde atrás de uma bela face.&lt;/font&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMF_65cwVI/AAAAAAAAHDQ/91Dau1R2Dh0/s1600-h/clip_image001%5B4%5D%5B7%5D.jpg"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="clip_image001[4]" border="0" alt="clip_image001[4]" src="http://lh3.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMGKeuy4jI/AAAAAAAAHDU/OQ7vNJQfLEI/clip_image001%5B4%5D_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800" width="449" height="220" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;Que não se espera a felicidade chegar, mas se procura por ela     &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMGLSZkoDI/AAAAAAAAHDY/k_DhKti1CP4/s1600-h/clip_image009%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="clip_image009" border="0" alt="clip_image009" src="http://lh5.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMGM5fq8tI/AAAAAAAAHDc/Xspv-rBkTR8/clip_image009_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="447" height="229" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;Que quando pensamos saber tudo descobrimos que temos muito a aprender     &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMGOM3dFlI/AAAAAAAAHDg/zxVYBAOtmYM/s1600-h/clip_image010%5B8%5D.jpg"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="clip_image010" border="0" alt="clip_image010" src="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMGPShhoAI/AAAAAAAAHDk/GDvQHBfIaKo/clip_image010_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800" width="442" height="231" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font color="#ff00ff"&gt;&lt;i&gt;Que a natureza é a coisa mais bela da vida&lt;/i&gt;        &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMGQufk2AI/AAAAAAAAHDo/hiez3AHavlc/s1600-h/clip_image011%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="clip_image011" border="0" alt="clip_image011" src="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMGR9c3aVI/AAAAAAAAHDs/I8froRj8obo/clip_image011_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="437" height="223" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;Que amar &lt;i&gt;significa se dar por inteiro&lt;/i&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMGSzzl9-I/AAAAAAAAHDw/W8XQ-iLs_jE/s1600-h/clip_image012%5B6%5D.jpg"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="clip_image012" border="0" alt="clip_image012" src="http://lh4.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMGUAlYGuI/AAAAAAAAHD0/oXSW9FzfVao/clip_image012_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" width="433" height="221" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font color="#ff00ff"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Que um só dia pode ser mais importante do que muitos anos&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;        &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMGVV7nFOI/AAAAAAAAHD4/BnIW4w_Ef5Q/s1600-h/clip_image013%5B8%5D.jpg"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="clip_image013" border="0" alt="clip_image013" src="http://lh4.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMGW8NVg8I/AAAAAAAAHD8/85hYwjePuyk/clip_image013_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800" width="428" height="228" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;Que se pode confessar &lt;i&gt;com a lua&lt;/i&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMGY_y_o3I/AAAAAAAAHEA/JRlRXhIEt70/s1600-h/clip_image014%5B8%5D.jpg"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="clip_image014" border="0" alt="clip_image014" src="http://lh4.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMGaL0oDcI/AAAAAAAAHEE/oFphhrZW_OQ/clip_image014_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800" width="426" height="226" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;Que é possível viajar &lt;i&gt;além do infinito&lt;/i&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMGbzXY11I/AAAAAAAAHEI/6SFTUC7mVRk/s1600-h/clip_image015%5B7%5D.jpg"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="clip_image015" border="0" alt="clip_image015" src="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMGdfetE6I/AAAAAAAAHEM/WPcVDBqBkoc/clip_image015_thumb%5B4%5D.jpg?imgmax=800" width="422" height="218" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;Que ouvir uma &lt;b&gt;palavra de carinho &lt;/b&gt;faz bem a saúde      &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMGe3i_kII/AAAAAAAAHEQ/42fycMdrXo0/s1600-h/clip_image016%5B7%5D.jpg"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="clip_image016" border="0" alt="clip_image016" src="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMGg7XnJyI/AAAAAAAAHEU/OEqfyP1P5wA/clip_image016_thumb%5B4%5D.jpg?imgmax=800" width="418" height="216" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;Que um gesto de amor &lt;i&gt;sempre aquece o coração&lt;/i&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMGh6_EKAI/AAAAAAAAHEY/J8FlLxJJfG0/s1600-h/clip_image017%5B6%5D.jpg"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="clip_image017" border="0" alt="clip_image017" src="http://lh5.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMGjd7QB4I/AAAAAAAAHEc/F118uaiLv9Y/clip_image017_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" width="418" height="213" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;Que o julgamento alheio &lt;i&gt;não é importante&lt;/i&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMGn-bNx_I/AAAAAAAAHEg/WO9eNGmSDLY/s1600-h/clip_image018%5B9%5D.jpg"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="clip_image018" border="0" alt="clip_image018" src="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMGpBa2lRI/AAAAAAAAHEk/KnZLSIs5IG0/clip_image018_thumb%5B6%5D.jpg?imgmax=800" width="420" height="228" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;Que devemos ser criança &lt;i&gt;a vida toda&lt;/i&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMGqbS4YdI/AAAAAAAAHEo/oJzvQiXDwqQ/s1600-h/clip_image019%5B9%5D.jpg"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="clip_image019" border="0" alt="clip_image019" src="http://lh3.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMGriCF_bI/AAAAAAAAHEs/AQlDKuSVlko/clip_image019_thumb%5B6%5D.jpg?imgmax=800" width="415" height="223" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;Que é preciso cultivar &lt;i&gt;a paz interior&lt;/i&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMGtGFiQKI/AAAAAAAAHEw/y4rtmINE82s/s1600-h/clip_image020%5B11%5D.jpg"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="clip_image020" border="0" alt="clip_image020" src="http://lh3.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMGud4WvgI/AAAAAAAAHE0/EOFdqxWTJ-4/clip_image020_thumb%5B8%5D.jpg?imgmax=800" width="406" height="226" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font color="#ff00ff"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Que sonhar&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;é preciso&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;        &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMGvYg1X9I/AAAAAAAAHE4/7XmO1yB0PaU/s1600-h/clip_image021%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="clip_image021" border="0" alt="clip_image021" src="http://lh3.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMGwX0WH0I/AAAAAAAAHE8/bnMBwptFuug/clip_image021_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="406" height="203" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font color="#ff00ff"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;E que o mais importante de tudo....&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;        &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMGxbHe_3I/AAAAAAAAHFA/oT7axxVoC7A/s1600-h/clip_image022%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="clip_image022" border="0" alt="clip_image022" src="http://lh5.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMGydDwXqI/AAAAAAAAHFE/f7jMogxk83o/clip_image022_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="406" height="205" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;font color="#ff00ff" size="3"&gt;é que somos livres para nossas escolhas.&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Aproveite ao máximo cada instante de sua vida, pois ela é única&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;.&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="3"&gt;A vida é curta, perdoe sempre, use da sinceridade, ame de verdade,&amp;#160; ria descontrolavelmente, e nunca pare de sorrir, por mais estranho que seja o motivo. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="3"&gt;E lembre-se que não há prazer sem riscos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="3"&gt;A vida pode não ser a festa que esperávamos que fosse em todos os momentos, mas uma vez que estamos aqui, temos que comemorar!!! Aprecie... &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se gostou, opine! Se não, opine também, assim vejo no que posso melhorar. Valeu por apreciar!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5009218965158031725-5952802271416851553?l=contosdopeewee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contosdopeewee.blogspot.com/feeds/5952802271416851553/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5009218965158031725&amp;postID=5952802271416851553&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/5952802271416851553?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/5952802271416851553?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/contosdopeewee/~3/lOMfTV_HVYA/um-dia-gente-aprende.html" title="Um Dia a Gente Aprende…" /><author><name>André Luz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07712436276469558836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="29" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TIFQ5igSLpI/AAAAAAAAH7I/NmSoDzxlfp0/S220/Pic0903002.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SuMFE6snvdI/AAAAAAAAHCY/1wwRkG3-SZ4/s72-c/clip_image001_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://contosdopeewee.blogspot.com/2009/10/um-dia-gente-aprende.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUYDSHs-fCp7ImA9WxNSGEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5009218965158031725.post-2478308361804438856</id><published>2009-09-02T01:52:00.001-03:00</published><updated>2009-09-02T01:52:59.554-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-09-02T01:52:59.554-03:00</app:edited><title>New SpringWidget</title><content type="html">&lt;!-- SpringWidgets | DC Universe Bobblehead (#48928) | Blogger | Generated on 09/01/2009 --&gt;&lt;object type="application/x-shockwave-flash" allowNetworking="all" allowScriptAccess="always" allowFullScreen="true" height="287" width="190" id="springwidgets_48928" align="middle" data="http://downloads.thespringbox.com/web/wrapper.php?file=48928.sbw" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=8,0,0,0"&gt;&lt;param name="allowNetworking" value="all" /&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;param name="movie" value="http://downloads.thespringbox.com/web/wrapper.php?file=48928.sbw" /&gt;&lt;param name="flashvars" value="param_character=batman" /&gt;&lt;param name="quality" value="high" /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent" /&gt;&lt;param name="bgColor" value="0x000000" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="font:11px/12px arial;width:190px;"&gt;&lt;a href="http://www.springwidgets.com/widgets/view/48928/?param_character=batman&amp;width=190&amp;height=287" target="_blank" title="Get this widget!"&gt;Get this widget!&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se gostou, opine! Se não, opine também, assim vejo no que posso melhorar. Valeu por apreciar!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5009218965158031725-2478308361804438856?l=contosdopeewee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contosdopeewee.blogspot.com/feeds/2478308361804438856/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5009218965158031725&amp;postID=2478308361804438856&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/2478308361804438856?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/2478308361804438856?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/contosdopeewee/~3/Jre3XAfdDKI/new-springwidget.html" title="New SpringWidget" /><author><name>André Luz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07712436276469558836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="29" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TIFQ5igSLpI/AAAAAAAAH7I/NmSoDzxlfp0/S220/Pic0903002.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://contosdopeewee.blogspot.com/2009/09/new-springwidget.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUcCQ3ozeyp7ImA9WxNTEU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5009218965158031725.post-1325265401825096998</id><published>2009-08-12T21:23:00.000-03:00</published><updated>2009-08-12T21:24:22.483-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-08-12T21:24:22.483-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="blog" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="desconferência" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="blogosfera" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="oficinas" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Fórum" /><title>II Fórum Mídia Livre, na UFES</title><content type="html">&lt;p&gt;É aquele lance, hoje em dia só não aprende a se mexer com blogs ou descobrir cada dia mais coisas sobre a blogosfera, quem prefere manter sua página virtual como um mero diário. Em tempos de &lt;a href="http://blogcampes.com.br/" target="_blank"&gt;BlogcampES&lt;/a&gt;, no dia 15/08 (sábado), acontecerá o II Fórum Mídia Livre, no Núcleo de Multimeios, no Centro de Artes, da UFES. Durante o Fórum, acontecerão oficinas, cuja inscrições podem ser realizadas no &lt;a href="http://forumdemidialivre.blogspot.com/2009/08/inscricoes-para-o-forum-de-midia-lvire.html" target="_blank"&gt;site&lt;/a&gt; do evento. Após as oficinas acontecerá uma descoferência com o debate “&lt;b&gt;Nós somos a mídia!”, cujo o tema será &lt;/b&gt;&lt;b&gt;sobre estado da mídia e da cultura no Espírito Santo.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Abaixo toda a programação enviada por Roberta Soares, a pedido de jornalista, professor e blogueiro &lt;a href="http://fabiomalini.wordpress.com/" target="_blank"&gt;Fabio Malini&lt;/a&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SoNdLq_iqCI/AAAAAAAAGso/OTWOj13gYqY/s1600-h/II_FML%5B6%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="II_FML" border="0" alt="II_FML" src="http://lh5.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SoNdNc3UiJI/AAAAAAAAGss/JSGmOF41-s0/II_FML_thumb%5B4%5D.jpg?imgmax=800" width="395" height="286" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O II Fórum Mídia Livre ocorrerá em Vitória nos dias 13 a 15 de novembro. Até lá midialivristas capixabas irão percorrer o estado, do Sul ao Norte, para divulgar o evento, através do Seminário Aberto Itinerante &amp;quot;Nós Somos a Mídia&amp;quot;. A caravana midialivrista capixaba começa na capital, na Universidade Federal do Espírito Santo. E todos estão convidados a participar. Inscreva-se no &lt;a href="http://forumdemidialivre.blogspot.com/"&gt;blog do fórum de mídia livre&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&amp;quot;Nós somos a Mídia&amp;quot;&lt;/b&gt;    &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Seminário Aberto Itinerante&lt;/b&gt;    &lt;br /&gt;&lt;b&gt;rumo ao II Fórum de Mídia Livre&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;15 de agosto - 9h às 18h (próximo sábado)   &lt;br /&gt;Núcleo de Multimeios (Bob Esponja) - Centro de Artes - Ufes    &lt;br /&gt;&lt;b&gt;PROGRAMAÇÃO&lt;/b&gt;    &lt;br /&gt;&lt;b&gt;9h – Abertura     &lt;br /&gt;9h30 – Oficinas de Mídia Livre&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;1) PodCasts – ou Faça sua Própria Rádio   &lt;br /&gt;Oficineiros: Marcelo Daigo, &lt;a href="http://freaklink.com.br/" target="_blank"&gt;Yuri Santos&lt;/a&gt; e Osvaldo Oleare    &lt;br /&gt;Resumo: participantes produzem dois podcasts para a Rádio Mídia Livre. O objetivo é aprender técnicas de produção e divulgação de podcasts.    &lt;br /&gt;Vagas: 15 pessoas    &lt;br /&gt;2) Blogs e Comunicação Institucional    &lt;br /&gt;Oficineiros: &lt;a href="http://thalles.blog.br/" target="_blank"&gt;Thalles Waichert&lt;/a&gt; e Fábio Malini    &lt;br /&gt;Resumo: participantes produzem textos para diferentes gêneros de blogs. O objetivo é mostrar como uma organização/movimento pode mobilizar diferentes públicos em torno dessa mídia social.    &lt;br /&gt;Vagas: 20 pessoas    &lt;br /&gt;3) Criação de Mashups em Áudio    &lt;br /&gt;Oficineiros: Murilo Esteves&amp;#160; &lt;br /&gt;Resumo: participantes vão produzir mashups em áudio, um dos gêneros de mais rápida circulação na web. Mashup é uma técnica musical que consiste em mixar vários samples de musicas diversas e através de algumas modificações formar uma nova musica. Dentro dessa problemática é possível abordar temas como direitos autorais, sample, morte dos autores e copyleft. A oficina de mashup pretende ser um espaço de junção crítica teórica e prática na construção de musica “comum”.    &lt;br /&gt;Vagas: 10 pessoas    &lt;br /&gt;4) Estratégias de Comunicação em Mídia Social, ênfase no Twitter - ESGOTADA    &lt;br /&gt;Oficineiro: Júlio Valentim    &lt;br /&gt;Resumo: Você sabe se comunicar em mídias sociais na internet? Então a idéia é socializar técnicas de guerrilha de informação em redes sociais, principalmente o Twitter. Hoje a mídia de massa é fixação. Informação é na internet. Então o objetivo é mostrar como produzir visibilidade da sua informação em rede.    &lt;br /&gt;Vagas: 15 pessoas    &lt;br /&gt;5) Fotografia – Ligth Painting - ESGOTADA    &lt;br /&gt;Oficineiros: Izais Buson e Thiago Coutinho    &lt;br /&gt;Resumo: A técnica fotográfica Light Painting (Pintando com luz) consiste em fazer fotografias com longa exposição e usar os deslocamentos da luz para inscrever desenhos na imagem. A oficina permite aos participantes o contato com uma técnica experimental de fotografia e demonstra como pode ser feita a manipulação da imagem sem o uso de programas de pós-produção.    &lt;br /&gt;Após a produção das fotografias, haverá uma seleção e as principais imagens que dialoguem com a causa midialivrista serão publicados no blog do evento.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Vagas: 7 pessoas&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;14h às 18h – Desconferência “Nós somos a mídia! Debate sobre estado da mídia e da cultura no Espírito Santo.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se gostou, opine! Se não, opine também, assim vejo no que posso melhorar. Valeu por apreciar!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5009218965158031725-1325265401825096998?l=contosdopeewee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contosdopeewee.blogspot.com/feeds/1325265401825096998/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5009218965158031725&amp;postID=1325265401825096998&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/1325265401825096998?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/1325265401825096998?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/contosdopeewee/~3/lsKwS2zdVq8/ii-forum-midia-livre-na-ufes.html" title="II Fórum Mídia Livre, na UFES" /><author><name>André Luz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07712436276469558836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="29" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TIFQ5igSLpI/AAAAAAAAH7I/NmSoDzxlfp0/S220/Pic0903002.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh5.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SoNdNc3UiJI/AAAAAAAAGss/JSGmOF41-s0/s72-c/II_FML_thumb%5B4%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://contosdopeewee.blogspot.com/2009/08/ii-forum-midia-livre-na-ufes.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0UESHwyeip7ImA9WxJaFkQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5009218965158031725.post-7254511085471227344</id><published>2009-08-07T23:22:00.000-03:00</published><updated>2009-08-07T23:40:09.292-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-08-07T23:40:09.292-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="blog" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="desconferência" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="blogosfera" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="blocamp-es" /><title>2º BlogcampES está chegando!</title><content type="html">&lt;p&gt;&lt;a href="http://blogcampes.com.br/"&gt;&lt;img title="head-copia" border="0" alt="head-copia" align="left" src="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/Snzlg56Gt5I/AAAAAAAAGqo/JsAMAv6fOOw/head-copia%5B6%5D.jpg?imgmax=800" width="327" height="139" /&gt;&lt;/a&gt;É isso mesmo, como o banner aí do lado, o 2º &lt;a href="http://blogcampes.com.br/" target="_blank"&gt;BlogcampES&lt;/a&gt;&amp;#160; interagindo, seja pessoalmente ou por Twitter. Esta segunda edição contará com uma organização muito bem esquematizada e teve seu lançamento no diao 04 de agosto, no &lt;a href="www.fuelstation.com.br/" target="_blank"&gt;Fuel Station&lt;/a&gt; e tudo foi devidamente filmado peloc &lt;a href="http://www.e-brand.com.br/" target="_blank"&gt;e-brand&lt;/a&gt;. As &lt;a href="http://blogcampes.com.br/inscricao" target="_blank"&gt;inscrições&lt;/a&gt; estão sendo feito no site do evento e lá também você pode encontrar toda a &lt;a href="http://blogcampes.com.br/programacao/2-2009/26-confira-a-programacao-do-2o-blogcampes" target="_blank"&gt;programação&lt;/a&gt;. Mas se não deseja ficar viajando de um site para o outro, segue abaixo tudo que acontecerá no BlogcampES, além do vídeo feito pelo e-brand. Não percam esse evento que servirá para ampliar a blogosfera capixaba.&lt;a href="http://blogcampes.com.br/programacao/2-2009/26-confira-a-programacao-do-2o-blogcampes" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://blogcampes.com.br/inscricao" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;ento, então se você tem um blog e deseja conhecer outros blogueiros ou mesmo participar de algumas atividades, não perca tempo! Senão, somente apareça lá e conheça novas pessoas!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;QUINTA, 20 DE AGOSTO &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;hr /&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;09:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Recepção com café da manhã&lt;/strong&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;09:00 às 12:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Desconferência&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;Blogosfera 10 anos depois do Blogger: O que podemos hoje?       &lt;br /&gt;Cada desconferencista pode ir até o microfone e fazer uma fala institucional de até 5 a 10 minutos, a seguir todos os presentes poderão manifestar-se. A manifestação deve girar em torno das questões levantadas pelos desconferencistas. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;14:00 às 16:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Atividade de interação&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;Oficina de cibertexto &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;16:00 às 18:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Atividade de interação&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;Fórum de Conhecimento Livre &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;19:00 às 20:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Atividade cultural&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;Mostra Mashup Áudio Vídeo com curadoria de André Paste &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;21:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Atividade Cultural&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;TwitterFEST – lançamento do agregador de blogs &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;SEXTA, 21 DE AGOSTO &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;hr /&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;09:00 às 12:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Desconferência&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;Opinião, política e Blogosfera       &lt;br /&gt;Cada desconferencista pode ir até o microfone e fazer uma fala institucional de até 5 a 10 minutos, a seguir todos os presentes poderão manifestar-se. A manifestação deve girar em torno das questões levantadas pelos desconferencistas. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;14:00 às 16:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Atividade de interação&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;Oficina de cibertexto &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;16:00 às 18:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Atividade de interação&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;Fórum de Conhecimento Livre &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;19:00 às 21:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Desconferência&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;Blogosfera Literária: prosa e verso       &lt;br /&gt;Cada desconferencista pode ir até o microfone e fazer uma fala institucional de até 5 a 10 minutos, a seguir todos os presentes poderão manifestar-se. A manifestação deve girar em torno das questões levantadas pelos desconferencistas. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;21:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Atividade Cultural&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;Pipoca e blog: exibição do documentário “Blogosfera Capixaba” de Sérgio Rodrigo &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;SÁBADO, 22 DE AGOSTO &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;hr /&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;09:00 às 12:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Desconferência&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;As Blogosferas femininas e LGBT's       &lt;br /&gt;Cada desconferencista pode ir até o microfone e fazer uma fala institucional de até 5 a 10 minutos, a seguir todos os presentes poderão manifestar-se. A manifestação deve girar em torno das questões levantadas pelos desconferencistas. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;14:00 às 16:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Atividade de interação&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;Oficina de cibertexto &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;16:00 às 18:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Atividade de interação&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;Fórum de Conhecimento Livre &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;19:00 às 21:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Desconferência&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;Blogosfera e o Twitter: o que um faz com o outro?       &lt;br /&gt;Cada desconferencista pode ir até o microfone e fazer uma fala institucional de até 5 a 10 minutos, a seguir todos os presentes poderão manifestar-se. A manifestação deve girar em torno das questões levantadas pelos desconferencistas. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;21:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Atividade Cultural&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;BlogParty &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;DOMINGO, 23 DE AGOSTO &lt;/p&gt;  &lt;hr /&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;10:00 às 13:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Desconferência:&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;A Blogosfera Trash/Freak: existe no ES?       &lt;br /&gt;Cada desconferencista pode ir até o microfone e fazer uma fala institucional de até 5 a 10 minutos, a seguir todos os presentes poderão manifestar-se. A manifestação deve girar em torno das questões levantadas pelos desconferencistas. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;14:00 às 16h00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Atividade de interação        &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Oficina de cibertexto &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;16:00 às 18:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Atividade de interação&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;Fórum de Conhecimento Livre &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;18:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Encerramento&lt;/strong&gt; &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size="1"&gt;Última atualização (Qua, 05 de Agosto de 2009 15:20) &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Vídeo do Lançamento do 2º BlogcampES&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="padding-bottom: 5px; margin: 0px auto; padding-left: 5px; width: 425px; padding-right: 5px; display: block; float: none; padding-top: 5px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:eedb243e-9ee8-4af0-9279-acbe5161436b" class="wlWriterEditableSmartContent"&gt;&lt;div id="73ca1222-7d26-4859-839d-dc768c55df63" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=egUiXGRuxqI" target="_new"&gt;&lt;img src="http://lh3.ggpht.com/_sekcL9urPK8/Snzlhz7vRvI/AAAAAAAAGqs/fuAZlTiuMog/video7246a214e903%5B3%5D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('73ca1222-7d26-4859-839d-dc768c55df63'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/egUiXGRuxqI&amp;amp;hl=en\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/egUiXGRuxqI&amp;amp;hl=en\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;" alt=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se gostou, opine! Se não, opine também, assim vejo no que posso melhorar. Valeu por apreciar!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5009218965158031725-7254511085471227344?l=contosdopeewee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contosdopeewee.blogspot.com/feeds/7254511085471227344/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5009218965158031725&amp;postID=7254511085471227344&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/7254511085471227344?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/7254511085471227344?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/contosdopeewee/~3/h0OHymd7iug/2-blogcampes-esta-chegando.html" title="2º BlogcampES está chegando!" /><author><name>André Luz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07712436276469558836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="29" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TIFQ5igSLpI/AAAAAAAAH7I/NmSoDzxlfp0/S220/Pic0903002.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/Snzlg56Gt5I/AAAAAAAAGqo/JsAMAv6fOOw/s72-c/head-copia%5B6%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://contosdopeewee.blogspot.com/2009/08/2-blogcampes-esta-chegando.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Dk8FRHk4fCp7ImA9WxJaEUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5009218965158031725.post-2129001070693286399</id><published>2009-08-01T16:24:00.000-03:00</published><updated>2009-08-01T16:26:55.734-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-08-01T16:26:55.734-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vampiro" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="livro" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="lançamento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ficção" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sobre mim" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="personagem" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Marcelle Anthemimus" /><title>“A Grega” no Clube de Autores</title><content type="html">&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SnSW2hN_BSI/AAAAAAAAGog/cBGdnf1oN-A/s1600-h/Curso%20de%20teatro%20-%20FUTURE%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-top: 0px; margin-right: 0px; border-right: 0px" title="Curso de teatro - FUTURE" border="0" alt="Curso de teatro - FUTURE" align="left" src="http://lh3.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SnSW3j8w78I/AAAAAAAAGok/BZHDwZXcq70/Curso%20de%20teatro%20-%20FUTURE_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" width="310" height="222" /&gt;&lt;/a&gt; Você já teve a sensação de estar realizando seus maiores sonhos? Ou melhor, você já realizou seus maiores sonhos? Quando eu comecei a fazer teatro, foi a primeira vez que tive essa sensação. Era uma delícia estar no meio de pessoas que gostavam de conversar sobre as mesmas coisas que você e conseguiam te compreender. As trocas eram bastante familiares e – quase – sempre estavavamos em sintonia.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SnSW4gPRMCI/AAAAAAAAGoo/kN0WUKmM1JE/s1600-h/Carlos%20Gomes%5B9%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-top: 0px; margin-right: 0px; border-right: 0px" title="Carlos Gomes" border="0" alt="Carlos Gomes" align="right" src="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SnSW5jFHzGI/AAAAAAAAGos/NN3D-mvPUkQ/Carlos%20Gomes_thumb%5B7%5D.jpg?imgmax=800" width="303" height="231" /&gt;&lt;/a&gt; Teatro foi uma grande realização na minha vida, que eu simplesmente adoro, mesmo longe dos palcos (escolha e opção pessoal!). Quando comecei a escrever (isso bem antes do teatro) também tive essa mesma sensação.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A primeira vez que eu comecei a escrever textos grandes, foi na Escola Nacional &lt;strike&gt;Junior&lt;/strike&gt;, onde desenvolvi aventuras da minha turma em viagens de foguete, saindo de dentro do Morro ao lado da escola (foi assim que criei o esconderijo do meu personagem &lt;strong&gt;Combate&lt;/strong&gt;). Depois eu comecei a desenvolver um texto sobre &lt;strong&gt;Alexander Ulianov III&lt;/strong&gt; e com incentivo de minha professora de português, eu desenvolvi o que seria minha primeira versão de um romance sobre &lt;strong&gt;vampiros&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Amor Sombrio” de romance, virou peça teatral e assim ficou, pois então conheci a minha Marcelle.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Uma ex-namorada que eu chamava gentilmente de “vampirinha” e &lt;strong&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SnSW6i_5JPI/AAAAAAAAGow/q1RCexDTGjU/s1600-h/Marcelle%20Anthemimus%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img title="Marcelle Anthemimus" border="0" alt="Marcelle Anthemimus" align="left" src="http://lh3.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SnSW7rtsDSI/AAAAAAAAGo0/xjP4hRzx6Ao/Marcelle%20Anthemimus_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="171" height="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;por causa dela criei &lt;strong&gt;Marcelle Anthemimus&lt;/strong&gt;, uma vampira secular, que vinha ao Brasil, com sua secretária, e contava a história a uma estudante de História, que ficou por anos sem nome.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; Essa versão, para mim, não era o ideal, então a modifique completamente (cheguei a apagar todo o livro na época). Neste momento conheci minha ex-namorada, Caroline, e a partir daí criei uma nova personalidade e um nome para minha segunda personagem. A jornalista &lt;strong&gt;Caroline Guimarães&lt;/strong&gt;, estudava comunicação social na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e foi chamada por Marcelle para ouvir sua história. Isso ainda não me satisfez.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; Agora sem namoradas, precisei me basear em outras coisas, então comecei a contar a história do ponto de vista de Marcelle, como se fosse ela contando a todos sua história, sem delongas. Então era o seguinte, Caroline Guimarães, uma jornalista que trabalhava numa revista de grande circulação do estado do Espírito Santo, fora chamada pela historiadora Marcelle Anthemimus, sem um motivo aparente. Quando chega ao hotel em que Marcelle está instalada, descobre que ela é uma vampira. Totalmente descrente disso, precisou de provas para crer na afirmação da “grega”&amp;#160; só assim ouviu sua história. Marcelle pediu que Caroline contasse sua história do seu ponto de vista, ou melhor, como se fosse a própria grega contando a todos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SnSW8Tpuo7I/AAAAAAAAGo4/D6MO1TmBJQs/s1600-h/cover_front_big%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img title="cover_front_big" border="0" alt="cover_front_big" align="right" src="http://lh3.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SnSW9IDuE8I/AAAAAAAAGo8/C7LGX26YnHs/cover_front_big_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" width="213" height="299" /&gt;&lt;/a&gt; Daí surgiu a versão que está disponível no &lt;a href="http://clubedeautores.com.br/book/3535--A_Grega" target="_blank"&gt;Clube de Autores&lt;/a&gt; de “A Grega”. Marcelle Anthemimus é uma vampira que viaja todo o mundo, após ser tragicamente num eterno ser depende de sangue humano para sobreviver. Durante suas viagens, conhece seus parceiros, encontra outros vampiros e enfrenta desavenças com um vampiro milenar. Marcelle conta toda a história a Caroline, que passa a mim todas as informações, pois some depois de receber ameaças.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Eu espero que curtam este romance sobre um vampira grega.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Link para adquirir o livro: &lt;a title="http://clubedeautores.com.br/book/3535--A_Grega" href="http://clubedeautores.com.br/book/3535--A_Grega"&gt;http://clubedeautores.com.br/book/3535--A_Grega&lt;/a&gt;, que custa &lt;strong&gt;R$ 41,72&lt;/strong&gt; (mais custos de entrega).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Abaixo o promo do romance, feito pela minha amiga &lt;a href="http://luberdarte.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Luciana Waack&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SnSW-e6-dTI/AAAAAAAAGpA/a3Bs4Kmr3-U/s1600-h/livro%20do%20andr%C3%A9%20c%C3%B3pia%5B9%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-top: 0px; border-right: 0px" title="livro do andré cópia" border="0" alt="livro do andré cópia" src="http://lh3.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SnSW_ohgqLI/AAAAAAAAGpE/HHn73brCecc/livro%20do%20andr%C3%A9%20c%C3%B3pia_thumb%5B7%5D.jpg?imgmax=800" width="414" height="561" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se gostou, opine! Se não, opine também, assim vejo no que posso melhorar. Valeu por apreciar!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5009218965158031725-2129001070693286399?l=contosdopeewee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contosdopeewee.blogspot.com/feeds/2129001070693286399/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5009218965158031725&amp;postID=2129001070693286399&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/2129001070693286399?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/2129001070693286399?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/contosdopeewee/~3/PcGT68dj5eM/grega-no-clube-de-autores.html" title="“A Grega” no Clube de Autores" /><author><name>André Luz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07712436276469558836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="29" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TIFQ5igSLpI/AAAAAAAAH7I/NmSoDzxlfp0/S220/Pic0903002.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh3.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SnSW3j8w78I/AAAAAAAAGok/BZHDwZXcq70/s72-c/Curso%20de%20teatro%20-%20FUTURE_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://contosdopeewee.blogspot.com/2009/08/grega-no-clube-de-autores.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkMERXk4eCp7ImA9WxJWFUs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5009218965158031725.post-448331064556501337</id><published>2009-06-21T01:52:00.000-03:00</published><updated>2009-06-21T02:00:04.730-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-06-21T02:00:04.730-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="WikiBlogsBR" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="blog" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Wikimedia Foundation" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Wikipedia" /><title>Surge o WikiBlogsBR</title><content type="html">&lt;p&gt;Isso é mais um anuncio do que algo relacionado aos meus blogs Teatro Capixaba, Contos do Pee Wee, Vampirologia – O Estudo e/ou Gothamita. No dia 20/06/2009 (sexta-feira), o criador do &lt;a href="http://viversozinho.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Blog do Solteirão&lt;/a&gt;, ex-blogueiro e meu irmão de sangue, &lt;strong&gt;Armando Rogério Brandão Guimarães Jr.&lt;/strong&gt;, decidiu desenvolver o &lt;a href="http://www.blogs.wiki.br/" target="_blank"&gt;WikiBlogsBR&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O site funciona como o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/" target="_blank"&gt;Wikipedia&lt;/a&gt;, ou melhor, ele é um agregador de assuntos, como uma enciclopédia virtual, e servirá como um local aonde os blogueiros do Brasil inteiro estarão colocando sobre suas páginas, a história delas e o porque foram desenvolvidas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Para fazer parte, basta se inscrever e criar sua página, aonde poderá falar sobre seu blog e assim terá mais um local para divulgá-lo. Aprenda como criar sua página na &lt;a href="http://pt.wikinews.org/wiki/Ajuda:Guia_de_edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o/Formata&amp;ccedil;&amp;atilde;o" target="_blank"&gt;Guia de de edição/Formatação&lt;/a&gt;, publicado no &lt;a href="http://pt.wikinews.org/wiki/P%C3%A1gina_principal" target="_blank"&gt;Wikinotícas&lt;/a&gt;, do &lt;a href="http://wikimediafoundation.org/wiki/P%C3%A1gina_Principal" target="_blank"&gt;Wikimedia Foundation&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se gostou, opine! Se não, opine também, assim vejo no que posso melhorar. Valeu por apreciar!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5009218965158031725-448331064556501337?l=contosdopeewee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contosdopeewee.blogspot.com/feeds/448331064556501337/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5009218965158031725&amp;postID=448331064556501337&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/448331064556501337?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/448331064556501337?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/contosdopeewee/~3/J2FRaobLFv4/surge-o-wikiblogsbr.html" title="Surge o WikiBlogsBR" /><author><name>André Luz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07712436276469558836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="29" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TIFQ5igSLpI/AAAAAAAAH7I/NmSoDzxlfp0/S220/Pic0903002.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://contosdopeewee.blogspot.com/2009/06/surge-o-wikiblogsbr.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkQMQ3c4fyp7ImA9WxNSE04.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5009218965158031725.post-8257949884444205167</id><published>2009-04-11T20:14:00.003-03:00</published><updated>2009-08-26T20:46:22.937-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-08-26T20:46:22.937-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ficção" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="interportal" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Conto" /><title>Prole – Terceira Parte</title><content type="html">&lt;p&gt;Depois da &lt;a href="http://contosdopeewee.blogspot.com/2009/03/discesa-primeira-parte.html" target="_blank"&gt;primeira&lt;/a&gt; e da &lt;a href="http://contosdopeewee.blogspot.com/2009/03/discesa-segunda-parte.html" target="_blank"&gt;segunda parte&lt;/a&gt; deste conto, chego a vocês com a terceira parte do conto Prole, dos contos Em Busca do Conhecimento. Nesta parte, Miguel é Joshua conhecem muito mais do que a região em que seus descendentes moravam. Boa leitura!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SeEkaFIqYwI/AAAAAAAAFaE/tcg7UOv2mHY/s1600-h/imigrantes-no-es%5B6%5D.jpg"&gt;&lt;img title="imigrantes-no-es" style="border: 0px none ; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" alt="imigrantes-no-es" src="http://lh5.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SeEkbwGE07I/AAAAAAAAFaI/AMFfuNwbbZY/imigrantes-no-es_thumb%5B4%5D.jpg?imgmax=800" border="0" height="321" width="423" /&gt;&lt;/a&gt;Quando acordaram, a pedido de Joshua – Miguel não estava muito animado com isso -, foram procurar Giacomo e Giancarlo:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Pô, o cara se desfez de tua generosidade e cê ainda quer ir atrás dele? Cê acha que é quem? Gandhi?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- De onde você tirou Gandhi, agora? – Questionou Joshua, espantado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ah qualé Joshua, té parece que sou tão ignorante assim. Você com essa de aceitar o modo que Giancarlo te trata, ta parecendo Gandhi, sim. Tá, se você quer procurá-los, vamos nessa, mas não espere que eu seja amigável com ele.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Você já percebeu que parou de tratá-lo como nonno?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Cê queria o quê? Pode até ser meu nonno, mas isso não dá motivos para destratar meus parentes, ou melhor, os parentes dele...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Miguel, ele não sabe...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Tô ciente disso, mas mesmo assim, não se destrata quem quer te ajudar. – Seguiram então o caminho deles, mas parecendo dois turistas do que pessoas com o objetivo de conviverem com o avô e o tio. Não reconheciam a cidade, sendo que já haviam visitado outras vezes, mas a infra-estrutura era completamente diferente, pois os prédios ainda não existiam, sendo o centro da cidade formado de casas, com uma igreja bem de frente para uma praça:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Tá parecendo cenário de novela. – Exclamou Miguel, a certa altura. – Aí, cansei! Vamos parar por aqui e dar uma descansada. Pô, primeiro que num to acostumado de acordar tão cedo, segundo que já perdemos o objetivo dessa viagem, por mim nós voltamos para o nosso tempo, agora. – Quando terminaram de falar, duas jovens passavam por eles, deixando Miguel fascinado. Uma delas chegou a olhá-lo dentro dos olhos, com um enorme frisson:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Você viu isso? – Arguiu Miguel, sacudindo o primo, com empolgação.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- O quê? – Questionou Joshua assustado, quando olhou na direção do dedo do primo, viu as jovens. – Miguel, é titia e nonna!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Como é que é? Cê ta de sacanagem que nonna e titia eram tão gostosas?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Miguel, mais respeito, são nossas parentes.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ah Joshua, elas nem tem consciência disso... – Ao terminar de falar, ouviram uma voz atrás deles, o que assustou-os:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Eu tinha consciência de que algo estranho os cercava! – Na hora que olharam, viram Giácomo em pé, ao lado do braço de Miguel. – Que explicação vocês têm para nos dar?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O medo se apoderou de ambos, fazendo Miguel ficar sem ter o que dizer, foi quando Joshua começou a balbuciar:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Somos pessoas que vieram num túnel gerado por um pequeno portal, que denominamos de Interportal. Ele gera uma força centrífuga, que traga os corpos a sua frente, enviando-os para qualquer lugar, sem distinção, mas graças ao trabalho do professor Fred, meu mentor, conseguimos ser enviados no tempo até o momento de encontrá-los, tanto você quanto o nonno...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Joshua! – Gritou Miguel. – Que cê tá fazendo?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Mas do que este jovem está a falar? – Perguntou Giácomo, completamente sem entender.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Nada, Giácomo, ele somente está falando coisas incongruentes...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Não Miguel. – Interrompeu Joshua, depois de respirar bastante. – Acho melhor contar tudo a nosso tio.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Eu, tio de vocês? Do que está a falar, rapaz? Desde quando somos parentes? E por que ele lhe chamou de Joshua?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Desculpe confundir sua cabeça desse jeito, Giácomo, mas agora já foi dito. Meu nome verdadeiro é Joshua. Eu e Miguel somos de outro tempo, viemos para cá através de um portal dimensional...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Joshua, meu jovem, eu também li &lt;i&gt;A Máquina do Tempo&lt;/i&gt;, de Wells...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Não estou falando de um livro de ficção científica, Giácomo, estou falando de realidade. Viemos de uma faculdade do futuro, num interportal, que nos transportou para esta época, pois queríamos conhecê-los quando jovens, tanto você quanto nosso nonno, Giarcarlo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Tu queres me dizer que Giancarlo é nonno de vós? Isto está deveras confuso!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Por favor, sente-se, pois temos muito para lhe contar, mas peço que tenha paciência, pois a história é longa! – Mesmo sentindo-se aturdido, Giácomo sentou e ouviu o relato de Joshua, enquanto Miguel não tirava o olhar vidrado das duas moças. Ao final da história, sem contar detalhes maiores, Giácomo levantou, como se na sua cabeça pesasse o universo:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Quella è eccessivamenteioselvaggia da credere. &lt;/i&gt;&lt;i&gt;Devono giocare con me, solo può essere. Come sarebbe viaggio possibile nel tempo? In libro delle possibilità scientifiche di romanzo di questo esista soltanto per accadere…&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;28&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Ei… Ora so di dove Joshua ha tolto questa mania per mumble il desodernadamente.&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;29&lt;/sup&gt; – Disse Miguel para o tio e depois se voltou para Joshua. – Pronto, cê embolou a cabeça do homem que ele até esqueceu o português.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Eu não me esqueci de nada, rapaz Miguel. Este teu modo de expressar não é comum e o relato das roupas, nem havia me tocado de quão parecido esta roupa tua e com a minha, rapaz Josu... Quer dizer, Joshua. Sendo isto verdade, apesar do absurdo, eu gostaria de mais detalhes, como com quem eu casarei, se eu serei feliz...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Não. – Estacou Joshua. – Infelizmente este tipo de informação não poderia lhe fornecer, mas sim, você será uma pessoa muito feliz... Nem sei mais como chamá-lo!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Prefiro que continue me chamando de Giácomo, não estou acostumado de ser tio, ainda tão novo, se podem compreender. – Os dois balançaram a cabeça, em afirmação. – Não podemos abrir isso a Giancarlo, pois ele não acreditaria, na verdade nem eu estou acreditando... Certo, não espero que entrem em mais detalhes, mas se vão conviver conosco, peço a vós que entendam meu irmão e rapaz Miguel, mantenha-se como um italiano... Como conhece tão bem a Itália? Ainda mais a região de Calábria? – Arguiu Miguel.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Já fui para lá, como meus pais, numa viagem de verão minha mãe queria conhecer a região onde vocês dois nasceram, então meu pai deu este presente de natal para ela.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Com certeza, é um belo presente. Nossa, é tão fácil assim viajar para os lugares? – Antes que Miguel respondesse, Joshua interpôs:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Acho melhor esquecermos o futuro e nos concentrarmos no agora. Aonde vocês dois dormiram, Giácomo? – Meio desnorteado com aquela posição de Joshua, depois de todas as outras informações, Giácomo demorou a processar:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ah... Nós conhecemos uma família, no final da rua. &lt;i&gt;Discendenti degli italiani&lt;/i&gt;. Moram aqui desde a chegada dos primeiros colonizadores. &lt;i&gt;Mio fratello&lt;/i&gt; ficou por lá, relatando fatos atuais da Itália, quando vi as meninas deles saindo, aproveitei para me retirar também. Quando os vi aqui, sentados, decidi me aproximar. Ao ver o &lt;i&gt;giovanotto&lt;/i&gt; Miguel falando fluentemente o português, sabia que algo estava errado. Pensei que ambos eram trapaceiros, enganadores, que pretendiam nos dar o golpe, mas isso foi muito além do que pensei. – O sorriso transbordava do rosto de Giácomo. – Quando eu imaginaria encontrar alguém do meu futuro? – Ignorando àquilo, Miguel indagou:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Carai, sabe o que me veio à cabeça agora... Será que madrinha num é filha de titio não? – Aquilo espantou a Giácomo é Joshua. – Pô, é verdade, vocês dois quando estão nervosos, balbuciam desenfreadamente, só pode ser genético.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Rapaz Miguel, isto foi... Inusitado! Mas o balbuciar é algo que sempre acontece a todos na família, mesmo Giancarlo faz isso...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Então eu acho que to na família errada. – Com um sorriso desdenhoso no rosto, olhou para Joshua. – Será que não me trocaram na maternidade?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ah Miguel, deixa de falar besteira! – Respondeu Joshua, com um sorriso aliviante no rosto. As coisas acalmaram, mas durante um breve silêncio, Miguel falou:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Então tio... Quer dizer, Giácomo, cê tá de olho em alguma das duas?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ahn?... Não meu rapaz. Nada contra as italianas, pelo contrário, as duas jovens são belas, mas não mexem comigo. Acredito que não seja o meu momento. – Falou, olhando para Joshua, que aparentou impassível.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Então tá, vou nessa! – E seguiu na direção das meninas quando Joshua segurou no seu braço, quase sendo carregado pelo primo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Miguel, uma delas é nossa avó! – Disse, ao pé do ouvido do primo, sem que Giácomo ouvisse. – Miguel, dando com os ombros, pronunciou sem som audível “qual das duas?”, aquilo deixou Joshua inquieto, fazendo-o sacudir a cabeça em negação ao que o primo estava por fazer, e apontou o dedo em direção da mais loira. Se soltando de Joshua, Miguel fez sinal de ok e continuou o caminho:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;It doesn’t forget to speak in Italian!&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;30&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Por que o inglês? – Questionou Giácomo, ao se aproximar de Joshua, que olhava o primo, desiludido.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- É uma língua que aprendemos em um curso.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Por que ele sabe italiano e você não?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Porque o nonno ensinou a ele, mas não a mim.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- E por que Giancarlo não fez isso? Vocês dois são netos dele, oras! – Observando o olhar curioso e atento de Giácomo, Joshua respirou fundo e disse:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Eu sei que está ansioso para saber do futuro, Giácomo, mas não posso lhe contar, pois pode interferir no &lt;i&gt;continuum&lt;/i&gt; e assim eu posso terminar criando outra dimensão, gerando um delta no espaço-tempo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Meu rapaz, tu falas difícil. Acredito que era o mais querido dos netos. – Desolado, Joshua tocou no ombro e Giácomo, fazendo-o sentar.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Giácomo, nonno nunca me conheceu. – Aquilo arregalou os olhos do italiano. – Ele não quis me conhecer, pois minha mãe, sua sobrinha, se casou com um brasileiro, sem raízes italianas. Conhece bem o preconceito de Giancarlo quanto a isso. – Giácomo balançou em afirmação. – Então, eu vim para cá para conhecê-lo...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Mas sua mãe, ela se casou numa igreja cristã-católica, não? Quem a levou ao altar?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Você! – Respondeu taxativo. – Você, de certa forma, foi meu verdadeiro nonno, Giácomo. Só que não aceitava que eu o chamasse assim, pois esperava que seu irmão perdoasse a filha, como ele fez contigo... – Percebendo que falara demais, preferiu parar. Percebendo, Giácomo olhou com desconfiança, mas não persistiu. Olhando em outra direção, deixando Giácomo e Joshua, Miguel se aproximou das duas jovens:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Attendo non interrompere niente! Buon giorno, senhoritas?&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;31&lt;/sup&gt; – As duas se entreolharam e a que parecia mais nova comentou:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Diana, ele é italiano, como aquele outro que ficou a conversar com nosso pai.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Deu para perceber não é Minerva, mas pelo menos ele parece mais bonito, pena que é novo demais para mim. – Miguel quis sorrir, mas continuou fingindo que não entendia nada, foi quando Diana, ajeitando suas longas madeixas loiras, falou. – Você aprendeu com a vovó falar italiano, então conversa com ele. Pergunte de onde ele é...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Está bem. – Disse Minerva, e com seus olhos cor de jade, que deixou Miguel mais fascinado ainda, ela disse a ele. – &lt;i&gt;Dove di voi lode? È arrivato qui con Giancarlo e Giácomo?&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;32&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Ah, Giancarlo e Giácomo erano venuto lo stessi in treno che laioed il mio cugino, ma noi non arrivano insieme al Brasile,ioarriva qui bene prima. &lt;/i&gt;&lt;i&gt;Stava funzionando in una locanda dei miei zii, nel capitale.&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;33&lt;/sup&gt; – Contou, dando prosseguimento no relato criado por Joshua sobre o motivo de eles estarem ali. – &lt;i&gt;Il miei cugino ed io sono venuto fino a qui, conoscere il posto di atterraggio del nostro dello stesso paese un quando erano arrivato al paese. Miniera di fortuna da attraversare con i giovani così bei, che il relativo favore?&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;34&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Denomino Minerva e la mia sorella se denomina Diana. Esso siete gentile dire che sono bello, ma tutti parlano che la mia sorella è più graziosa.&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;35&lt;/sup&gt; – Interrompendo a conversa dos dois, Diana exclama:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- E então, sobre o que estão falando?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Sobre você. Ele disse que nós duas somos lindas, mas disse-lhe que todos elogiam a tua beleza, acima de todas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Já disse para não se menosprezar Minerva, você é mais bela que eu, só que ninguém ainda descobriu, pois és jovem. &lt;i&gt;Babbo&lt;/i&gt; já se referiu várias vezes a ti como “&lt;i&gt;olhos com cor do mar profundo&lt;/i&gt;”, isso é um grande elogio. Mas continue a conversa, não o deixe com essa cara de bobão. – Miguel gargalhava por dentro, mas não podia deixar refletir. Aprendera com o passar dos tempos a fazer cara de desentendido, ainda mais convivendo com seu primo Joshua, que sempre usava fórmulas e teorias em suas conversas. A pergunta que não saía de sua cabeça era: “Por que Joshua?”, já que os dois não tinham nada a ver, mas ele sempre encontrava a resposta, pois ele considerava o primo um aliado, o seu maior companheiro e amigo:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Intendono essere molto tempo questo senso?&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;36&lt;/sup&gt; – Ela perguntou.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Bene, non so. Credo che dobbiamo ritornare presto verso il capitale, ma perchè voi non mostrate la regione me. Sarò molto felice nel sapere…&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;37&lt;/sup&gt; - E antes que pudesse terminar, Joshua chegou e puxou o primo:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;What it thinks that’s making?&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;38&lt;/sup&gt; – Ele questionou Miguel.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Which its problem, Joshua? We have to use to advantage while we are here.&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;39&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;My problem…?&lt;/i&gt; – Esbravejou Joshua. – &lt;i&gt;I’m not that I am giving on of my grandma and the sister of it…&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;40&lt;/sup&gt; - Percebendo o tom de discussão dos seus recém descobertos sobrinhos, Giácomo decidiu distrair as duas jovens:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Buon giorno&lt;/i&gt; minhas jovens, é meu irmão, aonde se encontra? – Se desviando da discussão de Joshua e Miguel, Diana proferiu:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Bom dia, &lt;i&gt;signore&lt;/i&gt; Giácomo. Ele ficou a conversar com nosso &lt;i&gt;babbo&lt;/i&gt; a respeito da Itália. Ele parece muito apaixonado pelo seu país.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Sim, meu irmão é... Como se diz?... Deslumbrado pelo nosso país. Precisou que fossemos convocados para a guerra, para convencê-lo a vir.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Vocês foram convocados? – Diana pareceu fascinada, enquanto Minerva se mantinha entretida com a discussão de Joshua e Miguel. – Mas por que não aceitaram a convocação?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ah, são tempos difíceis na Itália, minha cara. O governante do país se aliou a outros governantes de &lt;i&gt;natura dubbiosa&lt;/i&gt;, por isso &lt;i&gt;nostro padre&lt;/i&gt; preferiu que nós viéssemos para o seu país, assim não teríamos de sofrer a vergonha de servir a um homem que se mistura com assassinos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Mas como assim?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Corre uma história de que o governante &lt;i&gt;della&lt;/i&gt; &lt;i&gt;Germania&lt;/i&gt; construiu campos de concentração e que neles, aqueles que não se submetem, são mortos. Disseram também que ele odeia os &lt;i&gt;ebrei&lt;/i&gt; e por isso os mata, também.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ouvimos no rádio que todos estão sendo convocados para ir à guerra. Que o presidente enviará soldados nossos para a região da guerra, parece que eles irão para o seu país.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Se for assim, só posso desejar-lhes boa sorte e agradecer a Deus por não estar lá. – Percebendo que os dois ainda discutiam e que Minerva parecia entretida com aquilo, Giancarlo procurou lhe chamar a atenção. – E aonde as duas estavam a ir?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ah, - disse Diana, cutucando a irmã. – nossa mãe pediu que fossemos ao mercado. Será que o &lt;i&gt;signore&lt;/i&gt; e seus amigos nos acompanhariam? – Se aproximando de Joshua e Miguel, Giácomo respondeu:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Seria um imenso prazer acompanhar as duas jovens. – Percebendo que falavam com eles também, Joshua respondeu:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Seria de muito agrado acompanhá-las. – E Miguel, por sua vez, falou:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Sarei adulato in quanto segue.&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;41&lt;/sup&gt; – E seguiram com as jovens. Eles permaneceram atrás dela, em sinal de respeito, cochichando:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Por que não podemos seguir ao lado delas? – indagou Miguel.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Em sinal de respeito, devemos deixar as jovens seguirem à frente. Somos acompanhantes, não noivos. – Retrucou Giácomo. – A mais jovem, Minerva, ficara entretida na conversa de ambos, será que ela compreendeu o que diziam?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Joshua refletiu sobre o que Giácomo falara, mas não recordava de comentarem que Diana, tia-avó dele e de Miguel, compreendesse inglês:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Eu acredito que não. O inglês era uma língua pouco difundida nesta região do país, então acho difícil... – Antes de continuar, percebeu que estava deixando Giancarlo confuso, novamente. – Desculpe, ti... Quer dizer, Giácomo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Tutto Il buon&lt;/i&gt;, é que ainda não me acostumei com essa idéia de &lt;i&gt;viaggio nel tempo&lt;/i&gt;, mas vamos, elas entraram logo ali. – E aceleraram o passo, entrando logo depois delas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ao saírem, carregavam as compras das jovens, que seguiam à frente, cochichando e rindo. Miguel, devido ao seu porte físico, era o que carregava o mais pesado:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Carai, como elas iriam carregar tanto peso? – reclamou, aos murmúrios.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Tenha compostura, rapaz Miguel. – Censurou Giácomo. – Rapaz Joshua, percebeste na jovem que estava no estabelecimento, acompanhada do pai? – Joshua reformulou tudo em sua memória, para ver se encontrava o rosto que Giácomo falava e lembrou que fora a primeira pessoa que ele reparara dentro do mercadinho, assim que entraram:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Sim, uma jovem índia. Deve ser nativa a região.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Tens certa razão. Será que seria muito incomodo eu convidá-la, pois desconheço os costumes dos nativos de a cá.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Giácomo, eu acredito que somente ela poderá lhe responder isso, ou ela ou o pai dela.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Estais deveras certo neste argumento. Mais tarde retornarei ao centro para ver se consigo localizá-la. – Joshua nunca pensara que eu tio-avô fosse tão determinado. - E gostaria que viesse junto, pois caso eu fique nervoso, poderás me ajudar... E quem sabe, encontre alguém que lhe interesse, também.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- É, quem sabe. – Argumentou desdenhosamente Miguel, pois sabia que o primo faria qualquer coisa, menos trair suas lembranças sobre Alicsirp. Joshua olhou irritado para o primo, mas concordou em ir, pois adoraria conhecer sua tia-avó jovem, também.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quando chegaram a casa delas, Minerva falou para Miguel, com um sorriso no rosto:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Può prendere questo per la cucina, la mia madre riceverà da voi.&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;42&lt;/sup&gt; – E seguiu para a cozinha, com Joshua e Giácomo atrás. Ao chegar lá, Miguel colocou o que carregava sobre uma grossa mesa de madeira, que aparentava ser bem pesada:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Signora &lt;/i&gt;Ceres, trouxemos suas compras. – Ceres se encontrava de frente para um fogão de lenha, de costas para eles. Era uma mulher corpulenta. Seus cabelos negros formavam um coque, em cima da cabeça, presos desgrenhadamente, aparentando ter sido feito as pressas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Grazie&lt;/i&gt;, jovem Giácomo. – Quando se virou, reparou nos dois rapazes ao lado de Giácomo. – Quem são estes?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Desculpe-me minha senhora, eu me chamo Josué e este é meu primo Miguel. Ele veio da Itália, como Giácomo e Giancarlo. – Joshua disse, pegando na mão grossa e calejada de Ceres e beijando-a. – Viemos da capital para a cá, na intenção de conhecer aonde nossos parentes desembarcaram ao chegar no país.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Que coisa boa. Então és descendente de italiano?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Sim senhora, mas somente em parte. Minha mãe é casada com um brasileiro, descendente de portugueses.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ora, mas não somos todos brasileiros? Sem contar com o jovem Giácomo, Giancarlo e seu primo aqui, todos nós nascemos e vivemos nesta terra abençoada. – Ela abriu um sorriso amarelado. – Fico imensamente agradecida pela bonaventura de vós. Peço-vos que fiquem para o almoço.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Se não for nenhum incomodo. – Replicou gentilmente Joshua.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- De jeito maneira, será um imenso prazer. Por favor, jovem Giácomo, siga com os jovens para a sala de visitas, meu marido deve estar por lá com vosso irmão. – E eles saíram da cozinha atrás de Giácomo:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;I wait that it hasn’t forgotten that I’m dissimulating not to know Portuguese, “Josué”.&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;43&lt;/sup&gt; – Esbravejou Miguel.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;It can leave, I didn’t forget, but it now painted distrust with the commentary of Giácomo. E if Minerva will understand what we talk?&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;44&lt;/sup&gt; – Indagou Joshua.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;This would be possible? &lt;/i&gt;&lt;i&gt;I never knew of it to know the English.&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;45&lt;/sup&gt; – E pararam de falar assim que chegaram à sala, com Joshua dando com os ombros. No sofá estava sentado Giancarlo, enquanto numa cadeira, que mais lembrava uma espreguiçadeira, estava sentado o pai de Diana e Minerva, Enéias. Os três se aproximaram, ao sinal deste:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Buon giorno, giovane Giácomo&lt;/i&gt;, quem são seus amigos? – Perguntou entre uma tragada do seu cigarro de palha, que empesteava a sala com o cheiro, mas antes que pudesse responder, Giancarlo interpôs:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Sono i due giovani che erano venuto lo stessi in treno che io ed il mio fratello. Uno è stato sopportato in Italia, come noi e l'altro è sopportato qui, nel paese.&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;46&lt;/sup&gt; – As últimas palavras foram ditas com certo desdém, mas Enéias preferiu ignorar e continuou:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Bem, um jovem nativo, como nós. – Ele sorriu, sem dentes estavam amarelados, devido ao fumo. – O que lhes trazes aqui, jovens? Ah, &lt;i&gt;pardons me ma non deve non capire niente di che cosa dico, io che ho chiesto che cosa portate loro qui.&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;47&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Nós viemos descobrir mais sobre o local onde nossos parentes desembarcaram. – Respondeu Joshua. – Meu nome é Josué e este é meu primo Miguel, ele veio de Calábria, também.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Minha família, os &lt;i&gt;Gialdi&lt;/i&gt;, vieram da Província de &lt;i&gt;Parma&lt;/i&gt;, na região de &lt;i&gt;Emilia-Romagna&lt;/i&gt;. &lt;i&gt;In quale provincia pagamento rinviato la relativa famiglia, Miguel?&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;48&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Sono venuto della provincia di Catanzaro.&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;49&lt;/sup&gt; – Respondeu Miguel.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Catanzaro? Ma i membri della relativa famiglia non erano venuto durante l'immigrazione grande del secolo XIX? Non mi ricordo del mio padre per non accennare nessuno di Catanzaro. Senza contare quel conosco tutti qui le famiglie residenti e nessuno di questa provincia.&lt;sup&gt;50&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt; – Miguel ficara nervoso, mas tentando não demonstrar falou com o primo, em inglês:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;I find that I complicated myself. It wants to know on the region of Catanzaro, therefore nobody lode of this province for here in the period of the great immigration.&lt;sup&gt;51&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt; – Enéias estranhou a lingual que Miguel falava:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Que idioma é está que ele está usando. – Num ato de impulso, Joshua respondeu:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Inglês, senhor. Com sua licença. – E respondeu ao primo. - &lt;i&gt;I don’t know I eat to help it; therefore my knowledge on the great immigration is well distinct. You don’t remember you’re welcome not, anything that grandpa can have mentioned?&lt;sup&gt;52&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Not, it’s silly one. One forgot that grandpa arrived now and it did not come with the other immigrants?&lt;sup&gt;53&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Then he thinks about something, fast, therefore it will start to distrust.&lt;sup&gt;54&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt; – disse, percebendo que Enéias começava a olhá-los de modo estranho. Percebendo uma pausa na conversa dos dois, Eneías disse:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Inglês? Minha filha mais nova estava aprendendo inglês, pois desejava ir para a guerra, mas não podia permitir que ela se envolvesse neste conflito. Se quiser posso ajudá-los, chamando-a. – Aquilo revirou o estômago dos dois, ela então podia entender o que eles falavam e deixava-os bem encrencados. Percebendo que ambos haviam se metido numa baita encrenca, Giácomo decidiu intervir:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Você chegou a mencionar a província de Cosenza, Josué, acredito eu. – Percebendo a ajuda de Giácomo, Joshua se retomou e Miguel respirou aliviado:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ah sim, Cosenza, província de Calábria. Perdoe-nos senhor, é que quando iniciamos uma conversa em inglês, esquecemos do resto. - Sorriu, olhando pro primo, que fingia não compreender nada, assim como Giancarlo, que não entendia mesmo. – Nossa família vivia na província de Cosenza, mas depois que alguns vieram para o país, os outros foram para Catanzaro, onde Miguel nasceu.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ah sim, completamente compreensível. Bem, o importante é que estão aqui e poderemos conversar bastante. – Percebendo que Giancarlo não compreendia nada, se desculpou com o italiano:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Mille giustificazioni, il mio giovanotto costoso, li lasciamo del colloquio all'esterno.&lt;sup&gt;55&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Se non importa con questo. Per l'abilità, dovrò imparare la vostra lingua, per potere partecipare ricompensa delle parole dette.&lt;sup&gt;56&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt; – Falou Giancarlo, mio acanhado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Ciò non sarà problema, i miei più vecchi studi del figlio da essere insegnante. Così essendo, potrà da insegnare esso.&lt;/i&gt; – Olhou para Miguel e disse. - &lt;i&gt;Per i giovani anche, se così volere.&lt;sup&gt;57&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Sarà un piacere, signore…&lt;sup&gt;58&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Dove sono i miei sensi, il mio nome è Enéias.&lt;sup&gt;59&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt; – E cumprimentou Miguel, depois se virou para Joshua e se apresentou também. – Meu nome é Enéias, Enéias Gialdi.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Tradução:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;28 – Isto é louco demais para eu acreditar. Eles devem estar brincando comigo, só pode ser. Como seria possível viagem no tempo? Somente em livro de ficção científica existem possibilidades disso acontecer...&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;29 - Ei... Agora eu sei de onde Joshua tirou essa mania de balbuciar desodernadamente.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;30 - Não esqueça de falar em italiano!&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;31 - Espero não estar interrompendo nada! Bom dia, senhoritas?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;32 - De onde você veio? Chegou aqui com Giancarlo e Giácomo?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;33 - Ah, Giancarlo e Giácomo vieram no mesmo trem que eu e meu primo, mas não chegamos ao Brasil juntos, eu chegue aqui bem antes. Estava trabalhando em uma pousada dos meus tios, na capital.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;34 - Meu primo e eu viemos até a cá, para conhecermos o local de desembarque de nossos conterrâneos quando chegaram ao país. Sorte a minha cruzar com tão belas jovens, qual a sua graça?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;35 - Eu me chamo Minerva e minha irmã se chama Diana. Você é muito amável em dizer que sou bonita, mas todos falam que minha irmã é a mais graciosa.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;36 - Pretendem ficar muito tempo por aqui?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;37 - Bem, eu não sei. Acredito que deveremos voltar em breve para a capital, mas por que vós não me mostrais a região. Ficarei muito feliz em conhecer...&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;38 – O que pensa que está fazendo?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;39 - Qual o seu problema, Joshua? Temos de aproveitar enquanto estamos aqui.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;40 – Meu problema...? (...) Não sou eu que estou dando em cima de minha avó e da irmã dela...&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;41 - Eu ficaria lisonjeado em acompanhá-las.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;42 - Pode levar isso para a cozinha, minha mãe receberá de você.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;43 - Espero que não tenha esquecido que estou fingindo não saber português, "Josué".&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;44 - Pode deixar, não esqueci, mas pintou um receio agora com o comentário de Giácomo. E se Minerva estiver entendendo o que conversamos?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;45 - Isso seria possível? Eu nunca soube dela conhecer o inglês.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;46 - São os dois jovens que vieram no mesmo trem que eu e meu irmão. Um nasceu na Itália, como nós, e o outro é nascido aqui, no país.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;47 -... perdoa-me mas não deve estar entendendo nada do que eu digo, eu perguntei o que lhes trazes aqui.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;48 -... Em qual província mora sua família, Miguel?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;49 - Eu vim da província de Catanzaro.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;50 - Catanzaro? Mas membros de sua família não vieram durante a grande imigração do século XIX? Não me lembro de meu pai mencionar ninguém de Catanzaro. Sem contar que conheço todas as famílias residentes aqui e ninguém desta província.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;51 - Acho que me encrenquei. Ele quer saber sobre a região de Catanzaro, pois ninguém veio desta província para a cá. no período da grande imigração.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;52 – Eu não sei como ajudá-lo, pois meu conhecimento sobre a grande imigração é bem distinto. Você não se lembra de nada não, qualquer coisa que vovô possa ter mencionado?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;53 - Não, seu bobo. Esqueceu-se que o vovô chegou agora e não veio com os outros imigrantes?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;54 - Então pense em algo, rápido, pois ele começará a desconfiar.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;55 - Mil desculpas, meu caro rapaz, deixamos você fora da conversa.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;56 – Não se importe com isso. Pelo jeito, terei de aprender o vosso idioma, para poder participar mais gratificantemente das conversas.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;57 - Isso não será problema, minha filha mais velha estuda para ser professora. Assim sendo, ela poderá lhe ensinar.(...) Para o jovem também, se assim desejar.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;58 – Será uma honra, senhor...&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;59 - Aonde estão meu modos, meu nome é Enéias.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se gostou, opine! Se não, opine também, assim vejo no que posso melhorar. Valeu por apreciar!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5009218965158031725-8257949884444205167?l=contosdopeewee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contosdopeewee.blogspot.com/feeds/8257949884444205167/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5009218965158031725&amp;postID=8257949884444205167&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/8257949884444205167?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/8257949884444205167?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/contosdopeewee/~3/rpRLWY1C3fo/discesa-terceira-parte.html" title="Prole – Terceira Parte" /><author><name>André Luz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07712436276469558836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="29" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TIFQ5igSLpI/AAAAAAAAH7I/NmSoDzxlfp0/S220/Pic0903002.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh5.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SeEkbwGE07I/AAAAAAAAFaI/AMFfuNwbbZY/s72-c/imigrantes-no-es_thumb%5B4%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://contosdopeewee.blogspot.com/2009/04/discesa-terceira-parte.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkQAQ34-eCp7ImA9WxNSE04.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5009218965158031725.post-6743802505334320358</id><published>2009-03-29T02:12:00.003-03:00</published><updated>2009-08-26T20:45:42.050-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-08-26T20:45:42.050-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ficção" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="interportal" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Conto" /><title>Prole – Segunda parte</title><content type="html">&lt;p&gt;Continuando o conto dos primos viajantes do Interportal, vamos agora seguir viagem e ver no que eles se metem. Antes, leia a &lt;a href="http://contosdopeewee.blogspot.com/2009/03/discesa-primeira-parte.html" target="_blank"&gt;primeira parte&lt;/a&gt;:&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_sekcL9urPK8/Sc8DSQk3d3I/AAAAAAAAFW4/C8Q4L7jpTUo/s1600-h/imigrantes-italianos%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img title="imigrantes-italianos" style="border: 0px none ; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" alt="imigrantes-italianos" src="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/Sc8DTeDZ5QI/AAAAAAAAFW8/VozjoKMpjNE/imigrantes-italianos_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" border="0" height="307" width="397" /&gt;&lt;/a&gt;Depois de tomarem café, os dois partiram para o bairro mais próximo, na parte de trás da charrete do dono da pousada. Assim que os deixou no ponto final do bonde, desejou-lhes boa sorte e partiu. Joshua e Miguel pegaram o primeiro bonde para o centro da cidade e quando ambos chegaram, Miguel foi o primeiro a se expressar:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Mas que bosta é essa? O que aconteceu com o Centro?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Miguel, estamos em plena década de 1940, você esperava o quê?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Mas ta tudo diferente. Até mesmo a praça... Olha o teatro? Pra onde iremos agora?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Bem, podemos ir para a rodoviária, talvez encontremos nonno por lá ou não. De acordo com o que você me contou tempos atrás, ele teve a ajuda de uma pessoa daqui para chegar ao norte do estado, onde conheceu nonna.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Mas a Rodoviária é longe pra cacete. Nós saltamos aqui, teríamos que andar muito...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Na verdade, eu desconheço onde era a Rodoviária, então temos de tentar chegar a Ferroviária!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- E como chegamos lá?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Daquele modo! – E apontou para um charreteiro, que conversava com seus colegas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Os dois foram até o condutor da charrete e Joshua explicou onde desejavam ir. Montaram na parte de trás da charrete e seguiram em frente. Durante o percurso, Miguel perguntou, em inglês, pois Joshua persistira no fato de seu primo ser estrangeiro:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Why to go for the city of grandma?&lt;/i&gt;¹&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Because it will not better have way to find our grandpa.&lt;/i&gt;²&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Muito estranho isso. – falou o charreteiro. Aquilo fez com que Joshua despertasse, acreditando que o homem conhecesse inglês.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- O que, meu bom senhor?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- É que eu nunca pensei que um dia pegaria um estrangeiro na minha charrete. Lógico, já carreguei muitos italianos, até mesmo alemães, teve até um inglês, uma vez, mas nunca um americano. Vocês estão indo pra ferrovia, pra que?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Precisamos ir pro norte do estado... Uns companheiros dele se encontram por lá.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Espero que estejam cuidando para que não aja espiões naquelas colônias do norte. Sabe como é, estamos cercados aqui, no norte tem os italianos e no sul os alemães. Dissera no rádio que nenhum cuidado é pouco, então temos de prestar atenção em todos eles.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- O que o senhor sabe sobre a destruição das lojas dos alemães e italianos que moram aqui.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Eu não sei de nada, só acho uma vergonha. Olha, achei horrível o que aconteceu com aquele homem, também, mas tenho muitos amigos aqui e sei que eles não têm nada a ver com o acontecido. Moram aqui há tanto tempo, que seria impossível ter alguma culpa. Mas tanto no sul, quanto no norte, sempre chegam novos imigrantes. Desses sim, eu desconfio. Sem contar que me falaram que lá eles falam na língua nativa deles, assim ninguém entende. Pode um troço desses? – Joshua balançou a cabeça, em negação. Miguel ficara quieto, fingindo que nada entendia:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;How much time still I go to have to dissimulate that I do not understand nothing?&lt;/i&gt;³ - Miguel falou, a certa altura.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Until arriving the train station.&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt; – Quanto atravessaram a última ponte, avistaram a estação a distância. Depois de pagarem ao charreteiro, seguiram a pé para a estação e a virão abarrotada de pessoas:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Carai, isso aqui é mais movimentado que o Aeroporto.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Pense assim, não teremos um aeroporto até a década de 1940, então as pessoas viajavam de trem ou navio...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- E ônibus! – impôs Miguel.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Como?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Não é porque você não sabe onde fica a rodoviária, que as pessoas não viajavam de ônibus. Talvez fossem poucos, mas tinha de acontecer... – Ignorando o questionamento de Miguel, Joshua prosseguiu:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Precisamos comprar nossas passagens.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Há! Eu sabia! – Gritou Miguel, chamando a atenção para ele.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Para com isso, Miguel! Temos de tentar passar despercebidos. – Disse Joshua, num tom quase inaudível, e seguindo o exemplo do primo, Miguel falou:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Não adianta, cê não vai admitir que estava errado, vai?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Admitir o quê, Miguel? Você pirou? – reclamou Joshua, em um tom baixo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Que você estava errado, que existe transporte rodoviário nessa época.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Miguel, você é louco. – resmungou Joshua, aborrecido. – Eu já não falei que não sei aonde era a rodoviária nessa época. Eu não sou onisciente, não sei de tudo. Procurei sobre transportes interestaduais dessa época, mas somente encontrei o ferroviário. Me dá um tempo. Vou comprar as passagens. – E saiu, pisando firme, com um Miguel que se sentia glorificado, atrás dele.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tiveram de esperar um longo tempo até a saída do próximo trem, que somente saía à noite. Enquanto isso, ambos conversaram sobre o avô:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Por que mesmo que o nonno não lhe ensinou italiano? – Miguel iniciou a covenrsa.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ah, você não me perguntou isso... Na verdade, ele somente iria ensinar para Abel, mas você é intrometido...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- É verdade. Abel sempre foi o preferido do nonno. Nonna sempre teve preferência pela Milena...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- E você pelas amigas dela. – Pontuou Joshua.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- O que posso fazer se ela tem amigas lindas. Mas não muda de papo, por que você não tinha você como preferência. Sempre foi o mais inteligente, um verdadeiro prodígio. Poderia ser um mimado, por ser filho único, mas não.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Miguel, você sabe o motivo! Não vamos entrar nesse assunto. – Respondeu Joshua, um pouco nervoso.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Pô, Joshua, juro que não. Lembro que sempre íamos à sua casa, pra visitar madrinha, mas não lembro o motivo disso...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Porque nonno não gostava de papai, satisfeito. – Falou Joshua entre os dentes, para não chamar a atenção, mas com raiva.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ei, calma, véi. Não queria te magoar, só puxar uma conversa. – Meio que ignorando o primo, Joshua continuou o relato:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Nonno nunca concordou com o namoro de mamãe e papai. Lembro dela me contar que os dois brigavam muito...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Madrinha te contou isso?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Lá em casa não escondemos nada, Miguel. É uma política criada por papai, pois uma vez mamãe precisou sair correndo com nossa a avó e Tia Francesca e não deu tempo de avisar a papai, então quando ele chegou lá, nonno inventou que ela estava saindo com um amigo de tio Luppino. O lance é que papai não deu crédito ao que nonno falou, pois sabia da falta de apreço por ele. Daí por diante, os dois criaram um código de honra, no qual não mentiriam entre si.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quando papai foi pedir a mão de mamãe em noivado, nonno se recusou terminantemente, expulsando papai de sua casa a base de empurrões...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Carai, eu desconhecia esse lado do nonno.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Duvido, por várias vezes madrinha chegou lá em casa, falando que nonno lhe tratara a base de bordoadas, devido sua curiosidade indomável.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ah é, nossa acho que bloqueei isso! Ah, mas pelo menos aprendi coisa pra carai sobre a família. Era foda ser somente o Abel o preferido porque era filho de tio Luppino, o &lt;i&gt;primo uomo del figlio&lt;/i&gt;, sendo que madrinha nasceu antes de todos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Mas mamãe nunca aceitou as imposições de nonno. Quando ele expulsou papai da casa, ela foi atrás dele e a partir daí, os dois moravam na mesma casa, mas não se falavam. Quando meus pais se casaram, quem a levou até o altar foi tio Giácomo, que se tornou meu “avô”, pois sempre me visitava, para depois contar a nonna, como nós estávamos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Nem quando eu nasci nonna pode ir à maternidade nos ver, somente foi madrinha, sua mãe, e tio Giácomo, mais ninguém. Todos se afastaram menos madrinha. Quando nonno adoeceu, mamãe quis ir visitá-lo, mas madrinha lhe disse para não fazê-lo, além de papai e tio Giácomo. Depois então começamos a voltar à casa de nonna, mas a aceitação demorou. Por papai nunca teríamos voltado, mas ele fez isso, por mamãe.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Mas isso acabou e agora vocês agora freqüentam a casa de nonna, sem nóias. Mas to impressionado com o nonno, pô se madrinha curtia ficar com padrinho, por que encrespar?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Por causa das origens da família de papai. Nonno achava que mamãe deveria se casar com alguém de raízes iguais a dele, desde que não fosse siciliano. Papai não possui descendência italiana, a descendência dele é portuguesa e era isso que nonno não conseguia respeitar. Você sabia que quando tio Giácomo se casou com tia Bianca, nonno e ele pararam de se falar?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Como cê sabe dessa história? – Perguntou Miguel, surpreso.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Titio me contou. Tia Bianca tem descendência indígena, acho que isso é óbvio, e quando tia Margareth, irmã de nonna, foi deixada pelo italiano que sumiu, nonno quis que tio Giácomo e ela ficassem juntos, mas um amigo de titio, disse para ele batalhar por aquilo que queria...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Tio Giácomo tinha amigos aqui no Brasil?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ele fez um amigo, ao que parece, já que nonno só estava interessado no namorado de tia Margareth, se tornaram grandes amigos, pois aparentemente ele tinha vindo de Calábria, também.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Caramba, e eu pensei que sabia de mais coisas que você.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Mas tio Giácomo e eu conversávamos muito, ou melhor, ainda conversamos. Como eu disse, ele era meu nonno. Eu ainda chamo a ele e tia Bianca assim. Titio diz que nonno sempre foi assim, preferia aos amigos do que a família, mas quando a coisa era relações pessoais, ele sempre tinha preferência pela união de italiano, sendo bem preconceituoso...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Joshua! – Repreendeu Miguel.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- É verdade Miguel, nonno sempre foi preconceituoso com outras nacionalidades, um bom exemplo foi o que fez com tia Bianca e com meu pai. Ele se afastou de tio Giácomo e mamãe...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Mas perdoou tio Giácomo, então provavelmente perdoaria madrinha. – Joshua dá uma boa gargalhada, mas não desperta atenções para ambos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Você não sabe de nada mesmo, não é? Nonno não perdoou tio Giácomo, ele precisou dele.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Como assim? – Perguntou Miguel espantado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Você sabia que nonno teve problemas financeiros com a cantina, quando a abriu? Ficou devendo muitas pessoas e tal, por isso se mudou com nonna. Mesmo fugindo pra cá, com pouco dinheiro, deixou os problemas para trás, como não tinha muitos amigos, recorreu à única pessoa que tinha. Tio Giácomo estava indo bem com a plantação de café, então foi quando nonno quebrou o pacto de silêncio que havia feito com titio e lhe pediu ajuda. Titio arcou com todas as dívidas e ainda ajudou nonno a se estabelecer, ficando sócio dele na padaria. Quando tio Luppino tinha idade o suficiente para ser sócio de nonno, ele pediu a tio Giácomo para ceder à sociedade para os dois e foi o que titio fez, sem reclamar. Diferente de nonno, tio Giácomo sempre se preocupou com a família.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Cara, acho que cê ta pré-julgando o nonno rápido demais. Pô, é só a palavra de tio Giácomo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- A única figura mais próxima de um avô que eu já tive. – Com essas últimas palavras, Miguel não podia dizer muito. Os dois ficaram em silêncio, até a chegada do trem, quando embarcaram, foi então que o destino cruzou z vida de ambos:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Carai, nem em um milhão de vidas eu acreditaria que isso fosse possível. - proferiu um assustado Miguel.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Do que está falando Miguel. – Mas este não precisou dizer mais nada, quando Joshua direcionou o olhar para o mesmo local de seu primo, lá estavam duas figuras, trajando as mesmas roupas que eles e pareciam discordar de algo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- O que fazemos agora? – Indagou Miguel. – Falamos com eles ou não?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Melhor não, vamos deixá-los embarcar e... – Quando Joshua prestou atenção, seu primo tinha lhe ignorado e ido na direção dos dois italianos:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Olá, posso aiutarlo?&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;5 &lt;/sup&gt;– Perguntou Miguel.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Ah, un italiano. Infine qualcuno che possa fidarsi di. Dice il giovanotto, questo treno a me sta andando verso il nord del dichiarare?&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;6&lt;/sup&gt; – Perguntou um dos italianos, que parecia mais apreensivo do que o outro.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Sì, dire verità, io ed il mio cugino andanti per là, anche.&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;7&lt;/sup&gt; – Respondeu Miguel, enquanto Joshua se aproximava.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Non ho detto Giancarlo, ora io vado, noi che devo imbarcarmi.&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;8&lt;/sup&gt; – argumentou o outro.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- O que estão falando? – Questionou Joshua ao se aproximar.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ora, um brasileiro. – Comentou um dos italianos, espantado. Meu nome é Giácomo. Como tu chamas?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Me chamo... Josué e este é Miguel. – Disse Joshua, apontando para o primo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Il vostro cugino dice il portoghese?&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;9&lt;/sup&gt; – Inquiriu Giancarlo, parecendo nervoso com aquilo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Sì, è stato sopportato qui, ma sono venuto di Calabria. Vocês è di dove?&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;10&lt;/sup&gt; - Joshua olhou com certo espanto para o primo, mas passou despercebido, pois Giácomo e Giancarlo concentraram os olhos em Miguel.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Calabria? La destinazione in loro ha sorriso oggi due volte. In primo luogo a quello in loro per presentargli un italiano ed in secondo luogo affinchè siano calabrese.&lt;/i&gt; &lt;i&gt;Siamo di Calábria, anche. Ma perchè il relativo cugino è brasiliano e voi non?&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;11&lt;/sup&gt; - Antes da conversa continuar, Joshua puxou o primo em um canto e o argüiu:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- O que pensa que está fazendo? Eu ouvi você dizer que a palavra Calábria?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Pô, é a minha chance de nonno me dar atenção, Joshua, você não entende?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- E era por isso que você queria vir, para ganhar mais atenção do nonno?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Peraí, cê que quis vir pra cá, por mim teríamos tentado ir pra Aiarp. Estamos aqui por sua causa, então me deixa aproveitar... – Antes que pudessem continuar, foram interrompidos por Giácomo:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Perdoem-me, mas acredito que precisamos embarcar. – enquanto Miguel seguiu em frente, Giácomo ficou para trás, olhando para Joshua. – Me diga uma coisa, você aparenta ter poucos traços italianos, há quanto tempo tua família reside por a cá?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Há bastante tempo. A família de minha mãe veio com os primeiros imigrantes italianos, meu pai a conheceu, mas meu nonno não gostava muito dele, devidos suas origens brasileiras.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Acredito que tu passarás pelo mesmo com meu irmão. Ele tem uma certa aversão a outras nacionalidades...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Como aprendeu português? – Questionou Joshua, mesmo sabendo da história.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ah, com uma ex-namorada, quando decidi residir em Lisboa, durante uns tempos. Ela tinha lindos olhos, cor de avelã, cabelos negros e sedosos. Inesquecível! Precisei aprender o português, e lhe ensinei o italiano. – Joshua ouviu a história, com um olhar nostálgico. – Algo lhe aconteceu?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Não. – Disse, enxugando as lágrimas que pré-brotavam de seus olhos. – Só me recordei de uma ex-namorada. Bem, vamos? – E embarcaram no trem. Durante a viagem, Miguel e Joshua permaneceram juntos, lado a lado, conversando sobre o encontro fortuito:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Por que você fez aquilo? – Contestou Joshua, primeiramente.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Pra que esperar? Nós viemos para conhecer o nonno, então se tivemos a sorte de esbarrar com eles na estação, acho que fiz o mais correto.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- O lance é que você sempre é impetuoso, sempre age antes de discutir a situação.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ah, qualé Joshua, viva a vida um pouco mais. – Quando terminou de falar, visualizou Giancarlo vindo na direção deles. – Agora e melhor deixar pra lá, nonno, ou melhor, Giancarlo está vindo para cá.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Olá. – Disse Giancarlo, ao se aproximar. – &lt;i&gt;Miguel, potremmo andare per il ristorante del vagone?&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;12&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;È chiaramente, Giancarlo!&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;13&lt;/sup&gt; – Se virou para Joshua. – Depois a gente se fala! – E sai, ao lado de seu futuro avô. Enquanto andavam, em direção do vagão-restaurante, Giancarlo começou a conversa com Miguel:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Dove mese siete arrivato al Brasile, Miguel?&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;14&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Amperora, ha un tre mesi che sono arrivato qui. Io miei genitori avevano trovato più meglio, a causa della guerra. Non hanno desiderato che ho rinviato all'esercito.&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;15&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Di quale provincia era venuto?&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;16&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Catanzaro. Io miei genitori hanno avuti una piccola casa seguente il comune di Taverna.&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;17&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Capisco. Siamo della Reggio Calabria, di comune di Cardeto. Inoltre siamo venuto a qui a causa della guerra. Il nostro padre non ha desiderato che noi viessemos da fare parte dell'esercito di Mussolini.&lt;/i&gt; &lt;i&gt;Ma siamo venuto da solo, che caso non è relativo. Dove sono i relativi genitori?&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;18&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Amperora, avevano ammesso l'amministrazione di una locanda dei miei zii, i genitori di Josué. Il mio padre è nella presenza, mentre la mia madre prende la cura della cucina, con la mia zia, oltre essere il camareira.&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;19&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Italiani legittimi, se abbassando i brasiliani, per potere sopravvivere. Attendo che questo non accade mai con me. Intendo conoscere una italiana e sposarla esso e sopravvivere per il mio cliente adeguato. Forse apre uno spaccio di bevande o qualche cosa di simile.&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;20&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Non degradano i brasiliani. La mia zia è discendente degli italiani mai non ha curato i miei genitori poichè gli impiegati, per l'opposto, noi vivono molto bene. Abbiamo nostra stanza adeguata e posso studiare, senza avere bisogno di non chiedere soldi a nessuno, quindi guadagnano quello adeguato, con lavoro duro.­&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;21&lt;/sup&gt; – O último comentário de Giancarlo pareceu ofender Miguel, que permaneceu quieto, enquanto bebiam café. Quando ambos retornaram para o vagão de passageiros, Miguel sentou-se ao lado de Joshua, enquanto o italiano seguiu até a sua poltrona:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Tô muito decepcionado com nonno, Joshua. – Espantado, Joshua inquiriu:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Por que, o que houve? O que vocês conversaram?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Cê tinha razão, nonno é um tremendo preconceituoso...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Miguel, o que vocês dois conversaram? – Interpelou Joshua, apreensivo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Criei uma história de que meus pais trabalhavam para os seus, numa pousada. Ele disse que ambos estão se rebaixando aos brasileiros. Que pretendia conhecer uma italiana, desposá-la e montar seu próprio negócio. Velho bastardo, mal sabe a merda que vai se meter...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Calma Miguel, como disse, nós viemos para conhecê-lo, não para ofendê-lo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Pode deixar, não vou mudar a história. Como você e o professor disseram, seria impossível, não?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Bem, impossível não seria, mas criaria uma vertente, uma nova dimensão, só que eu não quero voltar – ou talvez não voltar – ao nosso tempo e encontrar coisas mudadas, entendeu?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Não vou fazer nada, pode deixar. Não sou nenhum Marty McFly. – Com isso ficaram em silêncio até chegaram à estação que desembarcariam. Assim que isso aconteceu, Giácomo e Giancarlo se aproximaram de ambos. Foi Giácomo que iniciou a conversa:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Pelo que vejo, todos desembarcamos na mesma região.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Quando nossa família chegou ao país, desembarcou aqui. Viemos para conhecer o local que nossos parentes viveram. – Respondeu Joshua. – E vocês, por que vieram para cá?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ficamos sabendo que esta é uma região promissora. Que as terras desta cidade são bem férteis, então decidimos nos estabelecer por a cá. Bem, espero que possamos nos ver novamente, pelo jeito a cidade é boa para isso.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- E por que nos separarmos, podemos residir no mesmo lugar. Olha, eu tenho um pouco de dinheiro, podemos ficar na mesma pousada.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Seria excelente, eu e meu irmão... – Neste instante, Giancarlo interrompe:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Su che cosa stanno parlando?&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;22&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Josué dentro contribuirà a pagare loro una stanza in una locanda.&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;23&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Preferisco dormire al relento. Se ora accettargli il sussidio, saremo dipendente di esso. Andiamo cercare per gli italiani che nell'aiuto loro. Miguel, sarà benvenuto seguire con noi.&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;24&lt;/sup&gt; – Miguel, irado ao entender a conversa, rebateu de forma agressiva:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Se preferisce dormire al relento, quando un umano offre il sussidio esso, allora è, ma non offre me lo stesso, ancora più quando il mio cugino lo ha aiutato sempre quando ho avuto bisogno di. Giácomo, se desiderare essere con noi, sarà benvenuto.&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;25&lt;/sup&gt; – Todos se assustaram com a forma de falar de Miguel, até mesmo Joshua, que já havia conhecido aquele lado do primo e mesmo não entendo o que falava, sabia que aquilo havia sido um ataque:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Miguel, has calm. I don’t know what you it said and nor, you have of if keeping calm.&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;26&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- &lt;i&gt;Joshua, it was to offend you again. It said that it would prefer to sleep to the outdoors of what to accept its aid, as you waited that I reacted?&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;27&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Que linguajar é esse que se falam? – argüiu Giácomo. Artodoado, Joshua se retomou:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ah, é inglês. Eu aprendi inglês por causa da pousada e ensinei ao meu primo...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Assim ninguém entende a vocês, não é?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Não. – Respondeu assustado. – Como trabalhamos na pousada e neste período de guerra, meu pai achou que seria necessário aprender inglês, contratou uma professora, uma inglesa, e ela me ensinou. Quando Miguel chegou ao Brasil, decidi lhe ensinar português e inglês.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Em três meses? Ele até que aprendeu bem.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- A prática leva a perfeição, já dizia meu tio. – Contrapôs Joshua, sem pensar.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Seu tio é um sábio, pois esse também é um ditado que eu sigo. - Joshua ruborizou, ao perceber o que havia mencionado. – Bem, não posso abandonar meu irmão. Se ele não deseja ficar com vocês, devo seguir com ele. Quem sabe nos veremos por aí, já que a cidade parece pequena, vejo possibilidades de isso acontecer. – E cada grupo seguiu por um caminho, com um Giancarlo atordoado pela reação de Miguel, que seguiu enfurecido, ao lado do primo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Traduções (via &lt;a href="http://www.worldlingo.com/" target="_blank"&gt;WorldLingo&lt;/a&gt;):&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;1 – Por que ir para a cidade de nossa avó?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;2 – Porque não teremos melhor maneira de encontrar nosso avô.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;3 – Quanto tempo eu ainda vou ter de fingir que não entendo nada?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;4 – Até chegarmos a estação de trem.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;5 – Olá, eu posso ajudar-lhe?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;6 – Ah, um italiano. Finalmente alguém em quem confiar. Diga-me, rapaz, você pode me dizer se este trem está indo para o norte?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;7 – Sim, para dizer a verdade, eu e o meu primo aqui estamos indo, também.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;8 – Eu não disse Giancarlo, agora vamos, precisamos embarcar.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;9 – Seu primo fala português?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;10 – Sim, ele nasceu aqui, mas eu vim de Calábria. Vocês são de onde?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;11 – Calábria? O destino nos sorriu duas vezes hoje. Em primeiro lugar ele nos presenteou com um italiano, em segundo lugar você é um calabrese. Nós também somos de Calábria. Mar por que seu primo é brasileiro e você não?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;12 – Miguel, nós poderíamos ir ao Vagão-restaurante?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;13 – É claro, Giancarlo!&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;14 – Em que mês chegou ao Brasil, Miguel?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;15 – Ah, tem uns três meses que chegamos aqui. Meus pais acharam melhor, por causa da guerra. Não queriam que eu entrasse para o exército.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;16 – De qual província vocês vieram?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;17 – Catanzaro. Os meus pais tinham um casebre na comuna de Taverna.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;18 – Eu entendo. Nós somos de Régio Calábria, da comuna de Cardeto. Nós também viemos para cá por causa da guerra. Nosso pais não queria que entrássemos para o exército de Mussolini. Mas nós viemos sozinhos, ao contrário de você. Onde estão seus pais?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;19 – Ah, estão trabalhando na administração de uma pousada dos meus tios, pais de Josué. Meu pai ajuda na portaria, enquanto minha mãe cuida da cozinha, com minha tia, além de ser camareira.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;20 – Italianos legítimos se rebaixando aos brasileiros para poder sobreviver. Eu espero que isso não aconteça comigo. Eu espero conhecer uma italiana e me casar com ela e sobreviver por minha própria conta. Talvez abra uma cantina ou alguma coisa parecida com isso.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;21 – Os brasileiros não nos desonram. Minha tia é descendente de italianos e nunca tratou meus pais como empregados, pelo contrário, nós vivemos muito bem. Nós temos nosso próprio quarto e eu posso estudar, sem ter a necessidade de pedir dinheiro a ninguém, pois ganham o suficiente, com trabalho duro.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;22 – Sobre o que estão falando?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;23 - Josué disse que pagará quarto para nós numa pousada.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;24 – Prefiro dormir ao relento. Se aceitarmos a ajuda, ficaremos dependentes deles. Vamos procurar outros italianos para nos ajudar. Miguel será bem-vindo a vir conosco.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;25 – Se prefere dormir ao relento quando um ser humano lhe oferece ajuda, então tudo bem, mas não me ofereça o mesmo, ainda mais quando meu primo sempre me ajudou que eu precisei. Giácomo, se quiser vir conosco, será bem-vindo.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;26 – Miguel tenha calma. Eu não sei o que você disse e nem ele, mas você precisa se manter calmo.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;27 - Joshua, ele te ofendeu novamente. Disse que preferia dormir ao relento a aceitar sua ajuda, como você esperava que eu reagisse?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Agora leia a &lt;a href="http://contosdopeewee.blogspot.com/2009/04/discesa-terceira-parte.html"&gt;terceira parte&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se gostou, opine! Se não, opine também, assim vejo no que posso melhorar. Valeu por apreciar!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5009218965158031725-6743802505334320358?l=contosdopeewee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contosdopeewee.blogspot.com/feeds/6743802505334320358/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5009218965158031725&amp;postID=6743802505334320358&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/6743802505334320358?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/6743802505334320358?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/contosdopeewee/~3/cQ_LKj8vYt0/discesa-segunda-parte.html" title="Prole – Segunda parte" /><author><name>André Luz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07712436276469558836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="29" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TIFQ5igSLpI/AAAAAAAAH7I/NmSoDzxlfp0/S220/Pic0903002.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/Sc8DTeDZ5QI/AAAAAAAAFW8/VozjoKMpjNE/s72-c/imigrantes-italianos_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://contosdopeewee.blogspot.com/2009/03/discesa-segunda-parte.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkQFR387fSp7ImA9WxNSE04.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5009218965158031725.post-6346829169675591228</id><published>2009-03-18T01:17:00.002-03:00</published><updated>2009-08-26T20:45:16.105-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-08-26T20:45:16.105-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ficção" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="interportal" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Conto" /><title>Prole- Primeira parte</title><content type="html">&lt;p&gt;Em uma tremenda necessidade de dar continuidade aos conto de “Em Busca de Conhecimento”, decidi por reescrever o segundo conto, Prole. Para não faltar com a verdade com os nosso veteranos da Segunda Guerra Mundial, preferi seguir em frente e mudar um pouco a linha de raciocínio deste conto.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Miguel e Joshua ainda vão em busca de suas heranças no passado, mas desta vez eles não vão para a guerra. Permanecem no Brasil, encontram o avô e as coisas tomam um rumo diferente. Leiam, apreciem e opinem, agradando ou não:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_sekcL9urPK8/Sc8FEdaCBLI/AAAAAAAAFXA/tJ0vvSFsueM/s1600-h/monumento.imigrante.italiano2%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img title="monumento.imigrante.italiano2" style="border: 0px none ; display: inline;" alt="monumento.imigrante.italiano2" src="http://lh4.ggpht.com/_sekcL9urPK8/Sc8FFYmn0pI/AAAAAAAAFXE/Fszz8XsrOfI/monumento.imigrante.italiano2_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" border="0" height="305" width="392" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Discesa&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Passaram-se dois meses desde a viagem de Joshua e Miguel ao universo de Aiarp. Apesar de Joshua raramente confessar (somente sobre pressão feita pelo primo), Miguel sabia o quanto ele sentia falta de Alicsirp e o que mais o aborrecia era a falta de sociabilização do primo:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Pô, ficar de casa pra universidade e vice-versa num dá certo, Joshua. Cê tem de experimentar alguma coisa nova, não adianta ficar se lamentando.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Eu não estou me lamentando! Estou fazendo o que eu sempre fiz, estudando, estagiando e indo pra casa, o que há de anormal nisso? Minha vida não precisa mudar só porque viajei para outro mundo. – Argumentou Joshua.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Você sabe do que eu to falando. Você sente falta dela, já admitiu várias vezes... Tá, eu fiz uma pressãozinha, - contrapôs ao olhar reprovador por trás dos óculos. – mas já confessou. O teu chefe e professor – enfatizou. – já disse que o viu, várias vezes, em frente do Interportal desligado...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- É, pois é, sinto falta dela mesmo, - declarou, observando Miguel erguer os braços, como se louvasse o céu. – mas não vou me deixar ser tragado pelo Interportal para poder parar em outro lugar. Lembra o que Fred falou? Desde que havíamos sumido ele deixou a máquina ativa, mesmo quando as luzes eram apagadas do laboratório, pois se fosse desligado, seria impossível ele nos encontrar. Foram várias tentativas de que encontrássemos a corda, ele colocava de manhã e tirava quando sentia o corpo cansado. Foram três meses nesse processo. Se ele tivesse nos deixado, provavelmente eu hoje estaria morto...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Até parece que eu ia deixar isso acontecer, aqueles anões nunca encostariam em você... Mas tudo bem, você não quer entrosar, mas isso não quer dizer que eu desisti de tentar. – E temporariamente, encerraram o debate.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Joshua contara a Miguel sobre a conclusão que chegara sobre Ocirederf e o professor Fred, dias depois de seu retorno:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- E aí, conseguiu falar com o &lt;i&gt;eremita da ciência&lt;/i&gt;? – indagou o primo, como fazia há três meses, após a volta deles. O apelido surgira porque Fred contou que havia passado os dois meses e meio dentro do laboratório, sem contato com o mundo de fora, a espera do retorno deles, o mais interessante é que ele gostara tanto daquilo que decidiu que o único contato que teria daquele dia em diante seria com Joshua e, de sobra, Miguel: - “Cê é um verdadeiro eremita da ciência!”, enunciou Miguel, após a revelação, então era assim que ele agora se dirigia a Fred:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Não consigo, por mais que eu tente. – relatou Joshua ao primo. – Quando começo a falar o que aconteceu, ele diz: - “Atenha-se aos fatos relevantes, como a cultura e os costumes. Sua história foi um acontecimento infortúnio, do qual certas partes não precisam ser relembradas.”, daí não falo mais nada. Ele sempre se esquiva.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Carai, que cara complicado. Deixa eu contar pr’ele?!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Não. – restringiu-o. – Você seria abrupto e indelicado... Exatamente, te conheço não é de hoje. Você seria capaz de chegar a ele e simplesmente falar: - “Professor, você morreu!”, sem dar chance dele se preparar, ou mais, colocando ele numa posição desconfortável. Nesse caso, é preferível a ignorância a uma verdade da qual eu nem tenho certeza que é real. – respondeu aos gestos de ingenuidade e surpresa simulada de Miguel.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Os dias seguintes seguiram cotidianamente, até que Fred surge de sua sala, no final de uma tarde:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Vou precisar de ambos! – Ele intimou, deixando-os perplexos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- De mim também? – inquiriu Miguel, surpreso.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Lógico Miguel, como os dois foram bem sucedidos na viagem pelo &lt;i&gt;Interportal&lt;/i&gt;, e as narrativas de Joshua foram enriquecedoras, gostaria que os dois fizessem uma nova. Andei experimentando viagens controladas, em simulações no computador. Elas foram excelentes. Acredito que poderei encaminhá-los para um período mais distinto, ou mesmo uma dimensão. Então, estão dispostos?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- E nossa família, professor? – indagou Joshua.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Bem, diremos a eles que vocês farão uma viagem, com minha autorização e que provavelmente estarão sem comunicação. Não é uma mentira, mas uma omissão da verdade...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ta massa então, - estorvou Miguel. – bem vamos escolher...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Nossas origens! Quando nosso avô veio para cá! – Disse Joshua, antes que Miguel finalizasse o que tinha a dizer.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Bem, eu pensei que gostaria de voltar àquele universo, Joshua? – exprimiu surpresa, Fred.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Eu também! – Vociferou Miguel. – Qualé o lance Joshua?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Por mais que sejamos enviados a Aiarp, não temos certeza de onde pararemos. Apesar de eu ter feito aquela tabela dos ciclos de Aul, não temos certeza em que período, numa contagem de tempo, eles vivam.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Tem razão Joshua. – asseverou Fred. – Eu poderia mandá-los muito a frente ou simplesmente ao princípio, completamente estranho a nós! Mantendo-os neste plano universal, tenho certo controle sobre o período do tempo. Quanto ao espaço, ele precisa...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ta, tá, nós sabemos, - atalhou Miguel. – ele precisa dar-nos sustentabilidade e condições de sobrevivência, Joshua já me fez este discurso antes, quando você nos deixou aqui sozinhos, propositalmente...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Pode até ter sido proposital, pois eu ansiava por sua curiosidade Miguel, mas eu não podia presumir que vocês parassem em um universo paralelo e que demorassem tanto para o retorno. Agora terei certo controle para enviá-los a um período mais correto. – Legitimou Fred. – E manterei o Interportal aberto, como antes.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- E quando vamos? – interpelou Miguel.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Amanhã. – assegurou o professor. – Assim terão tempo de conversar com seus familiares. Digam que é uma viagem de conhecimento.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Este argumento eu gostei! – proferiu Miguel.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Mas será que titia vai entender o motivo de você ir comigo Miguel? – inquiriu Joshua.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ah, mamãe sempre entende que eu te protejo Joshua. – Pontuou. – Então duvido que tenha algum problema eu ir contigo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Só não entendi uma coisa. – contestou Joshua. – Por que essa ansiedade por outra jornada? E será que não vamos interromper o fluxo temporal, indo ao passado?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Não há como interferir Joshua. Essa é uma teoria criada pelo cinema. Se você está no passado, era necessário que você estivesse lá para a seqüência correta do fluxo temporal acontecesse, ou você acha que o Professor &lt;i&gt;Emmett Brown&lt;/i&gt; não se lembrava que havia conhecido &lt;i&gt;Marty McFly&lt;/i&gt;?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Quem? – argüiu, espantado, Miguel.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Vai me dizer que nunca assistiu &lt;i&gt;De Volta Para o Futuro&lt;/i&gt;?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Assistiu sim, professor, ele está de implicância com o senhor. Mas existe a interferência de Marty, fazendo a realidade dos pais dele alterar.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Não exatamente Joshua. Você está colocando tudo numa simples linha universal e dimensional.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Lógico! – Concluiu Joshua. - Se pensarmos em linhas multiversais e multidimensionais, Marty McFly foi colocado em um &lt;i&gt;continuum&lt;/i&gt; onde era necessário e retornou ao presente deste, não interferindo em nada, só fazendo acontecer o necessário.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Exato. Todas as viagens que ele faz não são temporais, mas sim multiversais. – completou o professor.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Blá, blá, blá... Chato, chato, chato! – grasnou Miguel. – Carai, vocês dois são chatos! Tá, eu vi o filme, mas o legal é o lance de viajar no tempo e interferir nele. Pô, agora traumatizei, nem vou mais assistir o filme, porque vou ficar pensando nesse lance de multiverso e multidimensional que vocês falaram. Vamos nessa Joshua, to até com dor de cabeça. – Miguel pegou a mochila e começou a balbuciar coisas, enquanto saía. Joshua sacudiu os ombros e foi atrás do primo, correndo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No outro dia, a ansiedade era a expressiva nos dois. Durante um intervalo mais longo, Miguel foi ao prédio onde o primo estudava e o tirou de sala:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Miguel, esta aula de Física Quântica é muito importante para mim!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ah, cê é gênio, tira de letra! – gracejou. – O que você acha que vamos encontrar?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Não sei, mas pelo menos torço para que conheçamos o vovô. Trouxe um óculos antigo dele. O grau é mais forte que o meu e a armação é bem pesada. Pelo menos não vou chegar com um aro fora do padrão da época. O que você trouxe?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ah, mamãe guarda umas roupas velhas do vovô, então eu trouxe um terno. Ela disse que ele chegou aqui o vestindo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Eu também trouxe um. Mamãe disse que pertenceu ao nosso tio-avô Giácomo. Eu cheguei a experimentá-lo, mas ele ficou largo e grande.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ta aí, a gente pode trocar. Nas fotos de família, tio Giácomo sempre aparentou ser mais alto e mais forte que o vovô.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Então está combinado, agora me deixa voltar para a aula. Nos vemos no laboratório. – E saiu na direção da sua sala de aula. Vendo o primo retornar, Miguel também se retirou, remoendo as idéias.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No final da última aula, Miguel disparou na direção do laboratório, onde Joshua já se encontrava, auxiliando o professor Fred com os preparativos. Ele transformara suas duas últimas aulas em crédito, com seu trabalho no centro laboratorial, graças ao prestígio de Fred naquele centro. Quando chegou a sala do professor, o primo o esperava na porta:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Cadê o terno? – perguntou Joshua.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Tá dentro da mochila, mas vamos lá dentro, pois não quero pagar micão com essa velharia. – Então entraram e Fred saiu do seu escritório, que ele transformara em &lt;i&gt;campo de provas&lt;/i&gt;:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Troquem suas roupas e depois vamos ao Interportal. – Os dois trocaram de mochilas, quando Joshua ia se dirigindo à porta que dava para o corredor, Miguel interveio:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Não tem banheiro aqui, não?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Desde quando alguma sala daqui tem banheiro Miguel? – argumentou Joshua, abrindo a porta.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Cê tá de sacanagem! Eu não vou desfilar por aí com roupa do meu avô!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Sua roupa é do nosso tio-avô!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Piorou. – Crocitou. – Tenho certeza que é mais feia que a do vovô! Ele era mais velho...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Como era mais velho, ô anta... – disse Joshua, aborrecido. – Os dois eram gêmeos, só que tio Giácomo era mais alto.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Já te falei pra parar de me chamar assim. – encolerizou Miguel. – Vovó sempre dizia que tio Giácomo nascera duas horas antes do vovô, isso o coloca mais velho.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Nossa, que grande diferença! – Desdenhou Joshua. – Mas eles, sendo gêmeos, tornam suas roupas parecidas ou da mesma época.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- É, mas... – antes que Miguel pudesse continuar, Fred o interrompe:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Parem com essa discussão sem sentido! Miguel, tem uma sala de mantimentos ali, pode usá-la, e Joshua acho melhor você usar meu escritório, pois não quero que venham a me questionar o motivo de você estar usando certas roupas. – Então cada um seguiu seu caminho. Quando saíram, Miguel e Joshua trajavam ternos de cor parda, de ombros largos e camisas meio amareladas, devido aos anos que estavam guardadas, os sapatos de amarro eram de bico fino e com couro desgastado:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Carai, to sentindo que este sapato vai arrebentar a qualquer minuto... – profetizou Miguel.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Consegui algum dinheiro da época, na coleção de papai. Se eu conseguir trocar, ele vai ter outras, da mesma época.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Num entendo essa mania de titio de colecionar dinheiro. Pô, ele tem até dinheiro atual, como aquela nota de plástico. Dá pra gastá-la ainda!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- É melhor ser um &lt;i&gt;notafílico&lt;/i&gt;, do que &lt;i&gt;bolafílico&lt;/i&gt;. – Discorreu Joshua, sobre a mania de Miguel de colecionar bolas vazias, desde pequeno.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Vamos. – Disse Fred, antes que uma nova discussão se iniciasse. Indo pro computador, perguntou. – Em que ano seus avôs vieram para o país?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Bem, não foram &lt;i&gt;nossos&lt;/i&gt; avôs! – Acertou Joshua. – Foi só nosso avô, vovó havia nascido aqui, era ítalo-brasileira, morava ao norte do estado. Vovô e nosso tio-avô Giácomo, vieram ao país, fugidos da Segunda Guerra Mundial. Isso foi em 1942, quando começou a campanha contra o Eixo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Que doidêra isso, meu! – Esbravejou Miguel. – Vovô veio fugido da guerra. Se bem me lembro da história, tio Giácomo sabia falar muito pouco o português, que aprendera com uma namorada, mas mesmo assim se sentiram deslocados. Graças a uma pessoa que os ajudou, eles chegaram à cidade de vovó.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Vocês falam italiano? – perguntou Fred.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Miguel sabe. – Respondeu Joshua, acanhado. – Ele e nosso primo Abel aprenderam desde pequeno.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- É, &lt;i&gt;nonno&lt;/i&gt; ensinava a nós dois. A Abel por ser o &lt;i&gt;primo nipote&lt;/i&gt;, e a mim por que eu era um &lt;i&gt;piano&lt;/i&gt;, um chato, como ele mesmo dizia.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Exemplificando, Abel era o neto mais velho e Miguel era um pentelho chato. – Replicou Joshua, um pouco chateado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Certo, então vamos lá. Colocarei vocês nesse período.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Legal. – Indagou Miguel.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Depois de digitar algumas coisas, Fred disse:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Vamos ao escritório, e peço que se posicionem em frente ao Interportal para partirem. Nada de relógios ou aparelhos móveis, sabem que não funcionará no lugar que estão indo. – Foram para a sala do professor Fred, enquanto ele se posicionava atrás do diminuto aparelho de transporte, os dois ficavam de frente e, com o acionar de um botão, um brilho intenso surgiu a frente deles e seus corpos se tornaram frações de luzes, que adentraram pelo pequeno círculo do Interportal, viajando a uma velocidade incalculável.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Miguel se levantou, instantes depois, em um gramado aparado e úmido, com se tivessem enorme cuidado com ele. Sentiu uma enorme pressão na região abdominal e vomitou o sanduíche natural e o suco de acerola que consumira no intervalo entre as aulas:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Que merda! – vociferou. – Da próxima vez não como nada.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Seria bem pior. – Disse Joshua, levantando a cabeça, depois de vomitar. – Você vomitaria somente &lt;i&gt;bílis&lt;/i&gt; e poderia prejudicar seu canal digestivo, sem contar que o corpo poderia ficar enfraquecido, fazendo-o necessitar de consumo de alimento, no qual poderia demorar em encontrarmos... Onde estamos?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Aquilo é o quê? – Perguntou, apontando para um poste a distância, no breu da noite. – E por que chegamos à noite? Pensei que chegaríamos à tarde.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Victoria Golf &amp;amp; Country Club! – pronunciou Joshua.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Como é que é?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Em 1966, o Victoria Golf &amp;amp; Country Club foi desapropriado para a construção da universidade, que começou em 1967. – Explicou ao primo espantado:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Sabe, as vezes eu fico espantado de sua cabeça ser tão pequena.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Titio que me contou isso! – contrapôs. – Se você fosse tão atencioso com nossos tios e tias como é com as amigas de nossas primas, aprenderia mais! – Miguel riu desdenhosamente, mas Joshua ignorou. – Vamos, precisamos sair daqui, antes que sejamos pegos...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- O problema, filho, é que vocês foram. – disse uma voz altiva. A pessoa carregava um lampião, para iluminar o terreno. – Quem são vocês, como entraram aqui? – Miguel e Joshua gaguejaram, sem saber o que responder. – Bem, mudos eu sei que vocês não são, pois os ouvi conversarem. Então? – Joshua se precipitou.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Desculpe-nos, meu bom senhor, fomos pegos em um trote dos nossos colegas. Eles nos amarraram, nos amordaçaram e nos trouxeram até aqui, para que voltássemos a pé.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Como eles lhes trouxeram?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Através do canal que passa por ali. – E apontou. – Atravessaram a barco e entraram no manguezal, conosco dentro.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Vocês não têm jeito... Está bem, desta vez não darei queixa, mas se eu vir-los novamente aqui, se arrependeram. Sigam-me até a sede, pedirei ao charreteiro para levá-los ao outro lado. – E seguiram o homem até o prédio que sediava o clube, de lá foram levados numa charrete pequena até o outro lado, pela ponte que passa sobre o canal. Deixados no meio do nada, Joshua e Miguel começaram a andar, sem um destino aparente:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Certo. – Retorquiu Joshua. - Precisamos ir para o Centro, mas já deve ser tarde e os bondes só devem passar amanhã cedo, e uma caminhada até lá é muito longa. Temos de encontrar uma casa que nos aceite, pelo menos esta noite e partiremos logo cedo, tentando chamar o mínimo de atenção.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Que lugar é este, não me lembro de nada disso?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Nem adianta queimar neurônios tentando lembrar. Nossa cidade era bem menos desenvolvida neste período que estamos. Percebe que a ponte só é um caminho para se chegar ao clube de golfe? Não há mais nada daquele lado, nem o bairro onde moramos existe ainda, somente pequenas casas, pois os prédios só viriam a começar suas construções na década de 70. O que temos de fazer agora é procurar algum lugar, vamos lá. – E começaram a andar. – Ah, mais uma coisa, Miguel. Deixe-me falar com as pessoas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Injuriado com a proposta, esbravejou:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Por quê?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Por causa do seu modo de falar. Você utiliza muitas gírias e seu estilo de falar é muito &lt;i&gt;século XXI&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ah tá. – Ele concorda. – Neste ponto você tem razão, não conseguiria falar parecendo um afrescalhado. Posso falar em italiano...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Nem pensar. – Alertou. – Se estivermos no período correto, recentemente um barco de passageiros foi atacado bem próximo daqui e muitos morreram. A raiva em cima dos italianos, japoneses e alemães, tomou conta do país, de forma que várias fábricas e o comércio dos descendentes deles foram atacados. Ser um descendente ou falar italiano não seria o mais interessante no momento.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ok então, vou falar inglês. Inglês pode, não? – Joshua abanou a cabeça. Localizaram um pequeno hotel, a beira do canal, com algumas luzes acesas e foram em sua direção. Miguel bateu violentamente na porta, com um olhar de reprovação do primo, ao abrir da porta um senhor de idade estava lá para atendê-los:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Por que batem com tanta violência? Minha senhora e eu estamos a ouvir as notícias no rádio.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Perdoe a imprudência do meu amigo, meu senhor, mas ele não é daqui. Somos estudantes e fomos pegos em um trote por nossos companheiros. Se fosse possível nos dar abrigo até amanhã, prometo que partiremos no primeiro horário do dia.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Meu jovem, estamos em dias difíceis para ficarem até tão tarde na rua. Esses seus colegas não sabem que é um período de guerra que passamos? Vocês deveriam ficar em suas casas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Sei bem disso, mas é que chegamos a pouco na cidade e não conhecíamos este tipo de brincadeira.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Bem, podem adentrar. Encaminhar-lhes-ei a um dos quartos daqui, onde poderão repousar até amanhã.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Fico por deveras agradecido. – E a porta se abriu um pouco mais, para que eles pudessem entrar. O velho não tirava os olhos de Miguel:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Seu amigo não sabe falar?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Como eu disse, ele não é daqui, é estrangeiro, não entende nossa língua. - respondeu. – Sei que o deve estar pensando que ludibriaria um sujeito de tão tamanho e porte, mas é que ele é manipulável. – E dá um tapa na cabeça de Miguel. – Vê, ele não liga. – Dando um sorriso para o primo, que retribui com outro. Quando o senhor vira de costas para ambos, Miguel dá um safanão no primo, que quase beija o chão:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Dá próxima vez que fizer isso, vai dormir por três dias. – cochichou, entre os dentes. Seguiram atrás do senhor, que passou por trás de um balcão e tirou uma chave:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Aqui está. É o primeiro quarto, assim que subirem as escadas. Fiquem a vontade...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Sinto não ter como pagar pelo quarto! – exclamou Joshua.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Sem problemas, meu filho. Acordarei vocês assim que o dia raiar. Tenham uma boa noite e descansem. – E os dois subiram as escadas. Assim que entraram no quarto, viram duas camas:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Assim não brigaremos para ver quem dorme no chão. – argumentou Miguel.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Fique quieto. – ressaltou Joshua. – Já não basta ter cochichado, agora fala em alto e bom som?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ih, fica calmo, Joshua. É só um casal de velhos, acha que vão conseguir ouvir alguma coisa aqui em cima?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Vamos nos deitar, temos de partir o mais rápido possível, pois quanto mais tempo permanecemos aqui, mais encrencas nos meteremos. – Dormiram rapidamente e acordaram no outro dia com batidas na porta. Quando Joshua abriu, era o dono do hotel:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Então, prontos para o café da manhã?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Obrigado meu bondoso senhor, vou acordar meu amigo e já encontro com o senhor lá embaixo. – O dono do pequeno hotel saiu, com um sorriso no rosto. Quando Joshua fechou a porta, foi até o primo que babava sobre o travesseiro:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Miguel, anda. Acorda, precisamos descer para irmos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Mais uma hora. Hoje eu não tenho a primeira hora.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Lógico que não, demente, pois nem no futuro nós estamos. – Miguel levantou como de um pesadelo:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Carai, quase esqueci. Que horas são?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Tá cedo ainda, mas acredito que eles devem sempre madrugar. – Se aproxima da janela. – Está vendo, o sol nem saiu ainda. Melhor descermos, eles estão nos esperando... Por favor, Miguel, ponha as roupas. – Falou Joshua assim que o primo levantou, nu.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Assim que Miguel se vestiu, os dois desceram e encontraram uma mesa repleta de comida, quando se sentaram, o casal saiu da cozinha, carregando um bule de café e outro de leite:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Que bom que desceram. – Disse a senhora, parecendo animada. – o bolo está fresco, podem se servir. De onde vocês dois são?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Eu sou desta região mesmo, o meu amigo veio de fora do país, dos Estados Unidos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Sei. – Disse o senhor, enigmático. – A não ser que vocês estejam fugindo de algo, não precisam manter essa mentira. Eu ouvi vocês dois conversando normalmente ontem, então não há motivos para permanecerem com essa mentira.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Joshua parecia perplexo, mas se virou enervado para Miguel:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Eu te falei para ficar quieto.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ah, qualé Joshua! Menos mal que eles saibam quem somos, pelo menos não precisamos ficar nos escondendo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Seu modo de falar é peculiar, meu jovem. Começo a acreditar que teu amigo está certo, quando diz que és estrangeiro.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Desculpe-o, meu bom senhor! – retrucou Joshua, enquanto se servia de uma xícara de café. – É que somos de bem longe mesmo e estamos aqui numa missão, precisamos reencontrar alguns parentes nossos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Fico deveras aliviado, meu jovem. Fiquei a imaginar se não seriam desertores ou algo parecido. Mas pelo bom trajar de suas vestes, pensei que pudessem até serem caixeiros viajantes. Mas estes parentes, residem aonde?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ao norte do estado, meu senhor.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Norte do estado? São então descendentes dos italianos? – Joshua sentiu seu rosto queimar de arrependimento, pois percebeu que cometera um grave erro. – Não fique avexado, meu jovem. Também sou descendente de italianos. Nestes tempos de guerra, é raro encontrar pessoas dispostas a revelar suas origens, ainda mais após o incidente. Pobre rapaz!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Fala do professor? – perguntou Miguel, para surpresa de Joshua.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Exato jovem. Aquela embarcação que explodiu foi um destino cruel para o rapaz, mas a revolta e o desejo de vingança que assolou a mentes do pessoal daqui, foi ainda pior. Muitos descendentes de italianos e alemães tiveram suas lojas queimadas ou apedrejadas. Perdemos muitos fregueses e por várias vezes pensamos em retornar para o norte, só que não temos mais nada por lá, tudo nosso foi investido nesta pensão. Nossos filhos estão crescidos e possuem suas próprias vidas, então preferimos permanecer por aqui.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Meu avô sempre dizia que a família é para isso, apoiar um ao outro. – Retrucou Miguel. – Se os seus filhos são sua herança, eles saberão acolhe-los.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Seu avô era um sábio. Onde ele nasceu?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Calábria.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Eu era muito jovem quando chegamos, mas somente me lembro de três famílias calabreses, os De Rosa, Spina e Pirillo, de qual deles vocês são? – Joshua percebeu que Miguel poderia simplesmente causar-lhes mais problemas e interveio:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Nosso &lt;i&gt;nonno&lt;/i&gt; não veio junto com a grande imigração no século XIX. Ele chegou depois e conheceu nossa &lt;i&gt;nonna&lt;/i&gt;, que é toscana, da família Gentili.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ah sim, também somos de Toscana, tanto eu quanto minha esposa. Nossa família se mudou para a mesma região, éramos vizinhos. – Miguel chega ao pé do ouvido do primo e cochicha:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Esse papo ta didático demais pra mim. – Percebendo os dois de segredo, o dono da pousada fala:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Há algum problema?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Não. – Retruca Joshua, olhando com severidade para Miguel, que concorda com a cabeça. – Sempre é bom saber de nossas origens. Então possivelmente deve ter conhecido nossa nonna.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Sim, é possível, mas não pretendo prendê-los mais com lembranças de pessoas velhas. Vocês precisam seguir viagem, mas tomem mais cuidado com trotes. Tiveram sorte de não perderem a roupa do corpo. – Sentindo o rosto ruborizar, Joshua com concordou com a cabeça, sem tirar a xícara de café de perto da boca.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Agora leia a &lt;a href="http://contosdopeewee.blogspot.com/2009/03/discesa-segunda-parte.html" target="_blank"&gt;Segunda Parte&lt;/a&gt; e depois a &lt;a href="http://contosdopeewee.blogspot.com/2009/04/discesa-terceira-parte.html"&gt;Terceira Parte&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se gostou, opine! Se não, opine também, assim vejo no que posso melhorar. Valeu por apreciar!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5009218965158031725-6346829169675591228?l=contosdopeewee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contosdopeewee.blogspot.com/feeds/6346829169675591228/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5009218965158031725&amp;postID=6346829169675591228&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/6346829169675591228?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/6346829169675591228?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/contosdopeewee/~3/iDKzN9vUlCw/discesa-primeira-parte.html" title="Prole- Primeira parte" /><author><name>André Luz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07712436276469558836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="29" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TIFQ5igSLpI/AAAAAAAAH7I/NmSoDzxlfp0/S220/Pic0903002.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/_sekcL9urPK8/Sc8FFYmn0pI/AAAAAAAAFXE/Fszz8XsrOfI/s72-c/monumento.imigrante.italiano2_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://contosdopeewee.blogspot.com/2009/03/discesa-primeira-parte.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEQDQHc4eip7ImA9WxRbF00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5009218965158031725.post-8271235860160157501</id><published>2008-12-08T00:12:00.001-02:00</published><updated>2008-12-08T00:12:51.932-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-08T00:12:51.932-02:00</app:edited><title>Mitologia Grega – Parte 3</title><content type="html">&lt;p&gt;Seguindo com meu relato sobre a mitologia grega (já abordada na &lt;a href="http://contosdopeewee.blogspot.com/2008/11/mirologia-grega-parte-1.html" target="_blank"&gt;primeira&lt;/a&gt; e na &lt;a href="http://contosdopeewee.blogspot.com/2008/11/mitologia-grega-parte-2.html" target="_blank"&gt;segunda&lt;/a&gt; parte), vamos partir para o &lt;strong&gt;pai dos deuses&lt;/strong&gt;, o soberano do Olimpo. Aquele que precisou travar inúmeras batalhas para mostrar sua hegemonia, que teve várias mulheres, mas não foi fiel a nenhuma, somente ao seu ideal, ter uma casta vasta e que pudesse lutar por ele. Estamos falando de &lt;strong&gt;Zeus&lt;/strong&gt;. Hoje falarei sobre sua ascenção, suas batalhas e seus amores. Leiam e apreciem:&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_sekcL9urPK8/STyBr2jE4kI/AAAAAAAAEJU/KMNT6F5W8IE/s1600-h/greek-mythology-zeus-temple%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img title="greek-mythology-zeus-temple" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-left: 0px; margin-right: auto; border-bottom: 0px" height="300" alt="greek-mythology-zeus-temple" src="http://lh5.ggpht.com/_sekcL9urPK8/STyBzgM29aI/AAAAAAAAEJY/jBOPFbGyBkA/greek-mythology-zeus-temple_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" width="392" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; ZEUS, SENHOR DOS DEUSES&lt;/font&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Já na condição de rei e senhor do mundo, Cronos desposou sua irmã Rea e com ela teve seis filhos: Deméter, Hades, Hera, Héstia, Poseidon e Zeus. Sabendo através de um oráculo de seu pai, Urano e sua mãe, Gaia, que um de seus filhos viria a destroná-lo um dia, como ele o havia feito com seu pai, ele devorou seguidamente, logo após o nascimento, Deméter, Hades, Hera, Héstia e Poseidon. Indignada com o infanticídio cometido pelo marido, Rea, sentido a hora de dar Zeus à luz, Foi pari-lo secretamente em Dicte, ilha de Creta. Para enganar Cronos, Ela envolveu uma pedra com fraldas e entregou-a ao marido que a devorou. Amaltéia, uma ninfa* - em outra variante uma cabra temida pelos Titãs - , amamentou Zeus e protegeu-o em sua caverna da ira de Cronos, e para abafar o choro do deus-menino, ela pôs perto da caverna os Curetes – Ácmon, Damneu, Ideu, Milisseu, Minias, Ocítoo e Primneu – que o protegeriam com seus cantos e danças ruidosas. A irmã de Amaltéia, Melissa, alimentou Zeus com mel puro.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_sekcL9urPK8/STyB7sCiBcI/AAAAAAAAEJc/uY9xbPlwKYI/s1600-h/513px-Bust_of_Zeus%5B3%5D.jpg"&gt;&lt;img title="513px-Bust_of_Zeus" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-left: 0px; margin-right: 0px; border-bottom: 0px" height="244" alt="513px-Bust_of_Zeus" src="http://lh3.ggpht.com/_sekcL9urPK8/STyCBiGUbrI/AAAAAAAAEJg/exnq1j0-g8s/513px-Bust_of_Zeus_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" width="210" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Chegando a fase adulta, Zeus decidiu tomar o poder dos céus, até agora pertencido a Cronos. Com isso ele foi a procura de Métis, filha de Oceano e Tetis, Titãs do mar, de quem recebeu uma poção mágica. Ordenando a mãe, Rea que desse esta poção a Cronos, Zeus conseguira que este vomitasse todos os seus irmãos, que o ajudaram a derrotar todos os Titãs e expulsá-los de Urano(céu). Tendo o auxílio dos Hecatônqueires e dos Ciclopes, por conselho de Gaia, sua avó, a vitória foi mais que definitiva.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Após isso feito, houve um sorteio entre os irmãos para saber quem ficaria aonde. Zeus recebeu o reino de Urano, Poseidon recebeu os mares para governar e Hades ficou com o Inferno. Mais tarde, Zeus decretou que os Titãs deveriam ser confinados ao Tártaro, injuriada com isso, Gaia ordenou aos Gigantes que atacassem os deuses olímpicos, e mais uma vez, após uma batalha prolongada, o deuses venceram e confinaram também os Gigantes Hecatônqueires ao mesmo destino que os Titãs.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A última e mais ardilosa batalha enfrentada por Zeus foi contra Tífon, um monstro terrível filho de Gaia e do Tártaro.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;font size="4"&gt;ZEUS x TÍFON – ÊQUIDNA&lt;/font&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_sekcL9urPK8/STyCMdWrrAI/AAAAAAAAEJk/PgCBa3rm9GM/s1600-h/Tif%C3%B3n%5B3%5D.jpg"&gt;&lt;img title="Tifón" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-left: 0px; margin-right: 0px; border-bottom: 0px" height="243" alt="Tifón" src="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/STyCTwRiNXI/AAAAAAAAEJo/tYI0XnccU4E/Tif%C3%B3n_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" width="244" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Tífon, filho de Gaia com o Tártaro, era um ser horrível, meio homem e meio monstro, a criatura mais alta existente no planeta, a tal ponto que sua cabeça atingia as estrelas, possuía uma força descomunal, tinha olhos flamejantes e o corpo da cintura para baixo, envolto de serpentes. Quando ele abria os braços, suas mãos tocavam simultaneamente o oriente e o ocidente. Em vez de dedos mas mãos, elas tinham cem cabeças de dragão.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Após a derrota dos Hecatonqueires, Gaia foi a Hera difamá-lo. Esta pediu vingança a seu pai, Cronos, que lhe deu dois ovos cobertos com seu sêmen. Hera os enterrou e deles saiu Tífon, que somente sua força já era o bastante para destronar o próprio Zeus.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Confiante em si mesmo, Tífon atacou Urano(o céu), e somente Zeus e Athena, filha deste com Métis, o enfrentaram, enquanto os demais deuses fugiram para o Egito. Com os raios feitos pelos ciclopes, Arges, Brontes e Esteropés, Zeus alvejou Tífon e depois golpeou-o com sua foice divina, fabricada por Hefesto, seu filho com Hera, mas apenas feriu o gigante que reagiu e tomou-lhe a foice, cortando os tendões dos braços e das pernas de Zeus com ela. Tendo feito isso, Tífon arrastou o deus até a Cílicia, prende-o em uma gruta chamada Corícia, ocultando os tendões em uma pele de urso e deixando-os sobre a guarda de Delfine, um dragão que da cintura para cima é uma mulher e da cintura para baixo é uma serpente. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Conseguindo passar pela vigilância de Delfine, Hermes, filho de Zeus e Maia, uma ninfa e seu filho, Pan, conseguiram recuperar os tendões de Zeus e, depois repuseram nele, que imediatamente recuperou sua força e voltou a Urano, para retomar o que era seu por direito. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Após uma longa perseguição, Zeus fulminou Tífon com seus raios sob o Monte Etna, quando eles atravessavam o mar da Sicília. Tífon ficou aprisionado dentro do monte de onde dizem que sua fúria saía através das lavas que de lá jorravam.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Durante seu período de ascensão, Tífon teve como parceira a Êquidna, um monstro em forma de mulher que da cintura para baixo em vez de pernas eram serpentes. Chegaram a se unir após este Ter largado Zeus em uma gruta na Cílicia. Com Êquidna, Tífon teve quatro filhos: Ortro, um monstro de várias cabeças e corpo de serpente, guardião do rebanho de Geríon; Cérbero, um monstro com três cabeças de cão, uma serpente no lugar da cauda e grande quantidade de serpentes no dorso, era guardião do portão do Inferno, morada de Hades; Hidra de Lerna, monstro em forma de serpente com cem cabeças; Quimera, um monstro que possuía a cabeça de leão, corpo de cabra e da cintura para baixo corpo de serpente. Com seu filho Ortro, Êquidna teve ainda mais dois filhos: Esfinge, um monstro com cabeça de mulher, corpo de leoa e asas de&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;uma ave de rapina, tinha o costume de devorar o mortais que não descobrissem seus enigmas; Leão de Neméia, um leão monstruoso e invulnerável, enviado por Selene (a lua) para a região de Neméia aonde devorava seus habitantes e seus rebanhos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;font size="4"&gt;OS AMORES DE ZEUS&lt;/font&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_sekcL9urPK8/STyCaaBiqBI/AAAAAAAAEJs/b-XoY7VVcZM/s1600-h/Zeus%5B3%5D.jpg"&gt;&lt;img title="Zeus" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-left: 0px; margin-right: 0px; border-bottom: 0px" height="244" alt="Zeus" src="http://lh4.ggpht.com/_sekcL9urPK8/STyCf2QwEzI/AAAAAAAAEJw/XrtaL5pwPH0/Zeus_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" width="196" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Após muitas batalhas, Zeus decidiu se estabelecer em um local e escolheu o Olimpo, um monte localizado na fronteira da Tessália com a Macedônia. Lá ele criou sua morada e, de lá controlava todos os mortais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tudo em ordem, Zeus foi a Oceano e lhe pediu Métis, sua filha, em casamento. Ele achava que tinha uma dívida com a sua prima por essa ter-lhe ajudado na luta contra Cronos. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Métis de começo se esquivou das investidas de Zeus e de suas metamorfoses, mas no final terminou cedendo. Ficou grávida e quando estava para ter um filho do Deus supremo, este a engoliu. Fez isso pois tinha sabido com o Oráculo de Gaia que Métis viria a ter uma filha dele e que esta viria a ter um filho que o destronaria.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Prometeu, primo de Zeus, rachou-lhe a cabeça com um machado e de lá saiu Atena, já adulta e armada.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Depois disso, Zeus desposou Têmis, sua tia , e com ela teve as Horas, chamadas respectivamente como Dike (a Justiça), Irene (a Paz) e Eumonima (a Ordem) e depois nasceram as Moiras, Átropos, Clotó e Láquesis, que determinavam a vida que cada Deus ou mortal da Terra, desde seu nascimento até a sua morte, com um fio em que cada uma tinha uma determinação. Enquanto uma fiava, a outra desenrolava e a terceira cortava com a tesoura determinando o fim da vida de alguém. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Zeus desposou outra tia sua, Dione, com quem teve Afrodite, que nasceu das espumas do mar.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Zeus veio a desposar várias outras: Eurímone, irmã da falecida Métis, ele teve as Cárites (Graças), Aglaia, Eufrosine e Talia (ou Táleia), divindades da beleza que adornavam a natureza e alegravam os deuses e os homens cantando e dançando em coros. Apareciam igualmente no séquito de Atena, deusa dos trabalhos manuais femininos e da atividade intelectual, como no de Afrodite, deusa da beleza e do amor; a titanide Mnemosine (a Memória), com quem teve as musas, Calíope, Clio, Euterpe, Erato, Terpsícore, Melpomene, Talia, Polímnia e Urânia. Elas, junto com as Cárites, cantavam e dançavam nas festas dos deuses, inspiravam também muitos mortais em escultoras e pintoras, mas devido ao zelo por suas qualidades, elas chegavam a punir alguns que as desafiavam.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;As Musas chegavam a se dividir, Caliope era a musa dos poemas épicos, Clio era da história, Euterpe da música das flautas, Erato da poesia lírica, Terpsícore da dança, Melpomene da tragédia, Talia da comédia, Polímnia dos hinos sagrados e Urânia da astronomia; Letó, sua prima, ele teve os Gêmeos Apolo e Ártemis; e com sua irmã Deméter, ele teve Perséfone, esposa de seu irmão Hades, deus do Inferno.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Mas, a verdadeira união de Zeus foi com Hera, deusa do casamento e sua irmã. Se uniu a ela logo após deixar Têmis, sendo então todas as outras uniões adultérios cometidos por Zeus. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Com Hera, Zeus teve quatro filhos: Ares, Ilítia, Hebe e Hefesto. Ares era o deus da guerra e das Amazonas, Ilítia era a deusa das parteiras e sempre ajudava sua mãe em perseguições aos seus meio-irmãos ou as amantes de seu pai, Hebe era a deusa da juventude, ela preparava o banho de Ares e ajudava sua mãe a aprontar o carro desta, dançava com a Musas e as Cárites enquanto seu meio irmão Apolo tocava sua lira, e servia o néctar aos deuses. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_sekcL9urPK8/STyCmP108TI/AAAAAAAAEJ0/Y2Z5FX479Jw/s1600-h/zeus_1_lg%5B3%5D.gif"&gt;&lt;img title="zeus_1_lg" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-left: 0px; margin-right: 0px; border-bottom: 0px" height="244" alt="zeus_1_lg" src="http://lh3.ggpht.com/_sekcL9urPK8/STyCoCkaatI/AAAAAAAAEJ4/DQXlc0R93js/zeus_1_lg_thumb%5B1%5D.gif?imgmax=800" width="185" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Zeus foi infiel várias outras vezes, mas com mortais de belezas divinas. Muitas dessas vezes ele assumia aparências diferentes para fugir dos ciúmes doentio de Hera. Muitas mortais foram possuídas por Zeus: Alcmene, mãe de Herácles, teve-o como amante por ocasião de seu marido, Anfitrião, ter saído em batalha; com Plutó, filha de Atlas, ele teve Tântalo, que consequentemente se unindo a uma plêiade, Dione, ele teve Pêlops e Níobe, e por via de Pêlops, nasceram Atreu e Tiestes, e na geração seguinte surgiram Agamêmnon e Menelau, todos esses devido a sua ligação divina eram grandes guerreiros; com a ninfa Egina, filha do deus do rio Ásopo, que ele raptou, Zeus teve Éaco, que por morar sozinho na ilha em que nascera, pediu a seu pai para transformar as formigas em humanos, atendendo a seu pedido, O Deus concebeu humanidade as formigas e este povo ficou conhecido como os Mirmidões (myrmex em grego significa “formigas”). Éaco se uniu a Endeís, filha de Cirón e de Caricló, e teve com ela Telamon e Peleu. De uma segunda união com Psamaté, uma nereide, ele teve Foco, um grande atleta que foi morto pelo seus meio-irmãos. Telamon se refugiou em Salamina e se tornou rei. Teve, com sua esposa – da qual o nome não é mencionado nas história – Ájax. Peleu foi purificado pelo rei de Ftia e logo após a morte deste se tornou rei também, da sua união com a nereide Têtis, nasceu Aquiles.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Zeus teve muitas outras aventuras amorosas, como exemplos sua união com a mortal Nióbe, teve Argos e Pélasgo, com a união com a ninfa Calisto teve Arcás, herói dos arcádios e com Leda ele teve Pólux, Cástor e Helena.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Zeus não se limitava a amar incansavelmente somente mulheres, chegou uma vez a raptar o troiano Ganimedes, quem amou com extremo fervor.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se gostou, opine! Se não, opine também, assim vejo no que posso melhorar. Valeu por apreciar!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5009218965158031725-8271235860160157501?l=contosdopeewee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contosdopeewee.blogspot.com/feeds/8271235860160157501/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5009218965158031725&amp;postID=8271235860160157501&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/8271235860160157501?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/8271235860160157501?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/contosdopeewee/~3/KLcXBWOA6xo/mitologia-grega-parte-3.html" title="Mitologia Grega – Parte 3" /><author><name>André Luz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07712436276469558836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="29" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TIFQ5igSLpI/AAAAAAAAH7I/NmSoDzxlfp0/S220/Pic0903002.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh5.ggpht.com/_sekcL9urPK8/STyBzgM29aI/AAAAAAAAEJY/jBOPFbGyBkA/s72-c/greek-mythology-zeus-temple_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://contosdopeewee.blogspot.com/2008/12/mitologia-grega-parte-3.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkAAQH48fCp7ImA9WxRUGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5009218965158031725.post-7129402909628361255</id><published>2008-11-28T21:22:00.000-02:00</published><updated>2008-11-28T21:25:41.074-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-11-28T21:25:41.074-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="divindades" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mitologia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="paganismo" /><title>MItologia Grega – Parte 2</title><content type="html">&lt;p&gt;&lt;font size="1"&gt;(acesse a primeira parte &lt;/font&gt;&lt;a href="http://contosdopeewee.blogspot.com/2008/11/mirologia-grega-parte-1.html" target="_blank"&gt;&lt;font size="1"&gt;aqui&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font size="1"&gt;)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Vamos dar continuidade ao que eu publicava no Pop News, sobre Mitologia grega.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ah sim, o texto foi concebido por mim, mas foi através de pesquisas em cima do meu “Livro de Ouro da Mitologia” e o “Dicionário da Mitologia Grega e Romana”. Minha paixão pela mitologia grega me fez a escrever esse texto, pois tudo que eu encontrava, era direcionado as crianças ou muito antigo. Vamos agora nos direcionar ao Olímpicos, que habitavam o Olimpo e cuidavam da humanidade.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;font size="4"&gt;OS OLÍMPICOS&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_sekcL9urPK8/STB9gYebk5I/AAAAAAAAEH8/kiGPE4wjkp4/s1600-h/olimpo%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img title="olimpo" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-left: 0px; margin-right: auto; border-bottom: 0px" height="319" alt="olimpo" src="http://lh5.ggpht.com/_sekcL9urPK8/STB9rWrzRyI/AAAAAAAAEIA/mXfaYXuWZ9Y/olimpo_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="445" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/font&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O Olimpo deixou de ser localizado em algum lugar e tornou um reino divino em Urano (o Céu), que abrigava todos os deuses nele.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Como mencionado antes, Zeus era o regente, sentava-se em um trono e ao seu lado estava Hera, sua irmã e esposa.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_sekcL9urPK8/STB9y4yvdLI/AAAAAAAAEIE/qn4jkBx7h8M/s1600-h/olimpicos%5B7%5D.jpg"&gt;&lt;img title="olimpicos" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-left: 0px; margin-right: auto; border-bottom: 0px" height="483" alt="olimpicos" src="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/STB97zLeWLI/AAAAAAAAEII/xaYEs420YV4/olimpicos_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800" width="418" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Hera&lt;/u&gt;, com também já foi mencionado anteriormente, era mãe de quatro dos filhos de Zeus: &lt;u&gt;Ares&lt;/u&gt;, Ilítia, Hebe e &lt;u&gt;Hefesto&lt;/u&gt;. Era muito ciumenta e foi a causadora de várias fugas de mortais ou deusas de menor escalão para salvar seus filho da ira da deusa-mãe.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; Muitos outros filhos de Zeus vieram a morar no Olimpo, entre eles estão: &lt;u&gt;Hermes&lt;/u&gt;, &lt;u&gt;Apolo&lt;/u&gt;, &lt;u&gt;Ártemis&lt;/u&gt;, &lt;u&gt;Atena&lt;/u&gt;, &lt;u&gt;Afrodite&lt;/u&gt; e Dioniso. Seus irmãos, também tomaram o Olimpo como morada: &lt;u&gt;Poseidon&lt;/u&gt;, Deméter e Héstia, não fazendo parte somente Hades, pois tinha o Inferno e o Tártaro para tomar conta. Poseidon, apesar de ser o senhor dos mares, fazia parte da casta olímpica.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Vários outros deuses residiam no Olimpo, alguns filhos e filhas de Zeus com outras deusas e mortais, e outros netos dele. O Olimpo era um paraíso, só perdia para o Elísion, a morada dos guerreiros mortos e das mortais da qual Zeus possuiu.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Como já mencionei, muitos deuses moravam no paraíso dos deuses, mas somente doze desses deuses poderiam comandar as coisas na Terra, dizer o que iria acontecer com cada um dos mortais. A partir daqui começarei a falar desses deuses e de suas aventuras e desventuras.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se gostou, opine! Se não, opine também, assim vejo no que posso melhorar. Valeu por apreciar!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5009218965158031725-7129402909628361255?l=contosdopeewee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contosdopeewee.blogspot.com/feeds/7129402909628361255/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5009218965158031725&amp;postID=7129402909628361255&amp;isPopup=true" title="9 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/7129402909628361255?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/7129402909628361255?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/contosdopeewee/~3/fHQ460uemt0/mitologia-grega-parte-2.html" title="MItologia Grega – Parte 2" /><author><name>André Luz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07712436276469558836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="29" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TIFQ5igSLpI/AAAAAAAAH7I/NmSoDzxlfp0/S220/Pic0903002.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh5.ggpht.com/_sekcL9urPK8/STB9rWrzRyI/AAAAAAAAEIA/mXfaYXuWZ9Y/s72-c/olimpo_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>9</thr:total><feedburner:origLink>http://contosdopeewee.blogspot.com/2008/11/mitologia-grega-parte-2.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUcFQ3g_cCp7ImA9WxRUGE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5009218965158031725.post-626838845869111564</id><published>2008-11-27T23:49:00.000-02:00</published><updated>2008-11-27T23:50:12.648-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-11-27T23:50:12.648-02:00</app:edited><title>O Elefante e o Beija-flor</title><content type="html">&lt;p&gt;Sabe, há certos contos ou estórias que nos fazem raciocinar. Algumas são puros provérbios, outras são belos ensinamento e algumas são estimulos. Esse é o caso do conto “O Elefante e o Beija-Flor”.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Eu li que o sociólogo Hebert José de Sousa, o &lt;strong&gt;Betinho&lt;/strong&gt;, sempre o usava para mostrar que as pessoas devem sempre fazer mais por aquilo que acreditam.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Betinho, como seu irmão, o desenhista Henfil, herdou da mãe a hemofilia. Logo quando descobriram o vírus e as formas de contágio, ambos contrariam-na. Henfil morreu no auge da carreira, mas Betinho ainda permaneceu. Criou a &lt;a href="http://www.acaodacidadania.com.br/" target="_blank"&gt;Ação da Cidadania contra a Miséria e Pela Vida&lt;/a&gt;, que combatia a fome no Brasil.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Betinho veio a falacer em 1997, mas deixou um ensinamento que todos devem se guiar: “&lt;em&gt;Eu estou fazendo a minha parte, e você?”&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Segue abaixo o conto. Ah, quanto à acoluna Mitologia Grega, amanhã eu coloco outra parte:&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;&amp;#160;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SS9OSAi3QAI/AAAAAAAAEHk/u4EWqJZN75U/s1600-h/beija-flor%20e%20elefante%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img title="beija-flor e elefante" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-left: 0px; margin-right: auto; border-bottom: 0px" height="282" alt="beija-flor e elefante" src="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SS9OU5Bn82I/AAAAAAAAEHo/lEENWFGRykE/beija-flor%20e%20elefante_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" width="429" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O elefante e o beija-flor&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Certo dia, houve um grande incêndio na floresta, e todas as áreas foram cercadas por um fogo denso. Os animais, atônitos, não sabiam o que fazer e nem para onde correr. De repente, todos pararam e viram que o beija-flor ia até a margem do rio, mergulhava, pegava em seu bico algumas gotas de água, voava até o fogo e deixava a gotinha cair sobre as labaredas. O elefante, vendo aquilo, disse-lhe: “Você está louco? Acredita que esta simples gota pode apagar um incêndio tão grande?”. Ao que o passarinho respondeu: “Eu estou fazendo a minha parte e se todo mundo ajudar com certeza conseguiremos alguma coisa”&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Felicidade&amp;#160; a todos!&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se gostou, opine! Se não, opine também, assim vejo no que posso melhorar. Valeu por apreciar!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5009218965158031725-626838845869111564?l=contosdopeewee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contosdopeewee.blogspot.com/feeds/626838845869111564/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5009218965158031725&amp;postID=626838845869111564&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/626838845869111564?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/626838845869111564?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/contosdopeewee/~3/jp9MLWctUX0/o-elefante-e-o-beija-flor.html" title="O Elefante e o Beija-flor" /><author><name>André Luz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07712436276469558836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="29" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TIFQ5igSLpI/AAAAAAAAH7I/NmSoDzxlfp0/S220/Pic0903002.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SS9OU5Bn82I/AAAAAAAAEHo/lEENWFGRykE/s72-c/beija-flor%20e%20elefante_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://contosdopeewee.blogspot.com/2008/11/o-elefante-e-o-beija-flor.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C04CR3YzfCp7ImA9WxRUGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5009218965158031725.post-8876080142191462639</id><published>2008-11-22T17:50:00.002-02:00</published><updated>2008-11-28T20:39:26.884-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-11-28T20:39:26.884-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="divindades" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mitologia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="paganismo" /><title>Mitologia Grega – Parte 1</title><content type="html">&lt;p&gt;É, tá complicado terminar o conto "Discesa", mas acredito que a partir da segunda quinzena de dezembro de 2008, eu retorne a ele, já que vou visitar o Batalhão de Infantaria do Espírito Santo, para fazer uma pesquisa sobre a participação do meu estado durante a Segunda Guerra Mundial, pois infelizmente esse tipo de informação eu não consigo na internet, ainda.   &lt;br /&gt;Nesse caso então decidi começar a falar sobre minha crença (novamente!), mas com mais detalhes, como eu fazia na minha coluna no POP NEWS. Primeiro: O que era o Pop News? Era um jornal interativo criado pelo meu irmão, Armando Rogério Brandão Guimarãesa Junior (ele adora a extensão do próprio nome) e alguns amigos dele, aonde o leitor fazia a notícia. Era uma idéia muito boa, mas que infelizmente não foi a frente. Se quiserem saber mais, entra no &lt;a href="http://viversozinho.blogspot.com/2008/10/prova-de-existncia.html"&gt;Blog do Solteirão&lt;/a&gt;.    &lt;br /&gt;Continuando, eu decidi pedir a eles para escrever sobre mitologia grega, a história que poucas pessoas conhecem, a não ser que dediquem a pesquisas e estudos dos mitos. Parando um pouco com essa história, vamos partir para os finalmente:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(Mitologia, s. f. História das divindades do paganismo; ciência dos mitos; conjunto de fábulas; explicação dos mitos.)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O COMEÇO&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“As religiões da Grécia e da Roma antigas desapareceram. As chamadas divindades do Olimpo não têm mais um só homem que as cultue, entre os vivos. Já não pertencem à teologia, mas a literatura e ao bom gosto. Ainda persistem, e persistirão, pois estão demasiadamente vinculadas às mais notáveis produções da poesia e das belas artes, antigas e modernas, para caírem no esquecimento.”&lt;strong&gt;¹ &lt;/strong&gt;Isso é uma verdade. A muito não se ouve falar dos deuses Gregos e romanos como seres de crença, tudo se centralizar em um Deus único, Onipresente e Onipotente, que não divide suas obrigações com outros deuses pois é &lt;i&gt;Luz&lt;/i&gt; e pode estar em qualquer lugar. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ao contrário do deus hebráico, os &lt;i&gt;olímpicos&lt;/i&gt;, se dividiam em tarefas, um cuidava do campo, um cuidava da música, outro do amor, outro da guerra, tinha até aquele que cuidava dos ladrões.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SShih6NexcI/AAAAAAAAEFY/8kulcHBaxuY/s1600-h/Chaos%5B17%5D.jpg"&gt;&lt;img title="Chaos" style="display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" alt="Chaos" src="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SShijWjgy7I/AAAAAAAAEFc/0bbOlHaKxfQ/Chaos_thumb%5B15%5D.jpg?imgmax=800" width="194" align="left" border="0" height="248" /&gt;&lt;/a&gt; Havia também para eles uma explicação para a formação do universo. De Caos, a personificação da desordem, surgiram Nix (a Noite), Êrebo (as Trevas), Hemera (o Dia) e Áiter (o Éter). Do Ovo de Nix, nasceu Eros (o Amor). Após o nascimento dessas personificações, nasceu Gaia (a Terra), que sozinha gerou Urano (o Céu) e Ponto (o Mar). Depois disso, Urano, que a cobria, fez com que ela gerasse os Titãs: Oceano, Hiperíon, Crio, Coio, Jápeto e Cronos; e as Titanides: Téia, Tetis, Têmis, Rea, Febe e Mnemosine; também surgiram dessa união os cíclopes, monstros gigantescos de um olho somente no meio da testa, seus nomes eram Arges, Brontes e Esteropés e os Hecatônqueires, gigantes que possuíam cem braços e cinqüentas cabeças, seus nomes eram Egêon, Kottos e Giges, eram conhecidos por sua violência. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SShimBs3uAI/AAAAAAAAEFg/4GyGVRA-8uE/s1600-h/gaia%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img title="gaia" style="border-width: 0px; display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" alt="gaia" src="http://lh5.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SShioCNUUZI/AAAAAAAAEFk/ynzpCkvg6fk/gaia_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="248" align="left" border="0" height="184" /&gt;&lt;/a&gt; Gaia, desgostosa de tanto procriar, pediu aos seus filhos proteção contra a sagacidade amorosa de Urano, o único que concordou em ajudá-la foi seu filho mais novo Cronos, que armado com uma foice afiadíssima, preparou uma emboscada contra o pai, castrou-o e lançou-lhe os testículos em Ponto. A mutilação teria ocorrido no Cabo &lt;i&gt;Drêpanon &lt;/i&gt;(em grego = Foice), e do sangue na foice teriam surgido os Feácios.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em seguida, Cronos destronou Urano, seu pai e confinou seus irmãos germanos, os gigantes Hecatônqueires o os Cíclopes no Tártaro, região situada nas profundezas extremas do mundo, abaixo do próprio Inferno, de onde os havia libertado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;¹ &lt;span style="font-size:78%;"&gt;Livro de Ouro da Mitologia, Thomas Bullfinch – Ed. Martin Claret - 2000&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se gostou, opine! Se não, opine também, assim vejo no que posso melhorar. Valeu por apreciar!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5009218965158031725-8876080142191462639?l=contosdopeewee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contosdopeewee.blogspot.com/feeds/8876080142191462639/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5009218965158031725&amp;postID=8876080142191462639&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/8876080142191462639?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/8876080142191462639?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/contosdopeewee/~3/HBKDoaN0cmQ/mirologia-grega-parte-1.html" title="Mitologia Grega – Parte 1" /><author><name>André Luz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07712436276469558836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="29" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TIFQ5igSLpI/AAAAAAAAH7I/NmSoDzxlfp0/S220/Pic0903002.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/_sekcL9urPK8/SShijWjgy7I/AAAAAAAAEFc/0bbOlHaKxfQ/s72-c/Chaos_thumb%5B15%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://contosdopeewee.blogspot.com/2008/11/mirologia-grega-parte-1.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUMCRHYzfyp7ImA9WxRTF04.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5009218965158031725.post-7339572678228130591</id><published>2008-09-06T17:37:00.001-03:00</published><updated>2008-09-06T17:37:45.887-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-09-06T17:37:45.887-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="homenagem" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sobre mim" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="desenho" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Benji" /><title>O Melhor Amigo</title><content type="html">&lt;p&gt;No dia 12/09/2008, completar&amp;#225; um ano que perdi meu melhor e mais fiel amigo, Benji.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/andreluz.es/SMLp_qYeTOI/AAAAAAAAC-0/xQW8aIayoK4/s1600-h/Benji2%5B3%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="184" alt="Benji2" src="http://lh3.ggpht.com/andreluz.es/SMLqAZIv5SI/AAAAAAAAC-4/A97dlfEYSpY/Benji2_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" width="244" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Ap&amp;#243;s treze anos de conviv&amp;#234;ncia, ele nos deixou para latir nos ouvidos dos deuses e alegrar os Campos El&amp;#237;seos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Benji chegou aqui em casa com o nome de Zigh, pois pertencia a outra fam&amp;#237;lia. Raquitico, mal cuidado, tratei-o como um filho e cuidei dele com muito amor e carinho. Era sempre muito bom quando cheg&amp;#225;vamos em casa e t&amp;#237;nhamos sua recep&amp;#231;&amp;#227;o calorosa, sempre contente, sempre a fim de ser afagado. L&amp;#243;gico que perdi v&amp;#225;rias vezes a calma com ele, mas nunca contei tanto com algu&amp;#233;m como poderia contar com ele. Era meu verdadeiro confidente, meu irm&amp;#227;o (sem desmerecer os outros).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/andreluz.es/SMLqB_D9m4I/AAAAAAAAC-8/5ZBYupUXKl0/s1600-h/Julia%201%20Ano%20095%5B3%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="184" alt="Julia 1 Ano 095" src="http://lh5.ggpht.com/andreluz.es/SMLqC1J7zwI/AAAAAAAAC_A/SZ6bDy6ONrM/Julia%201%20Ano%20095_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" width="244" align="right" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Sempre &amp;#233; dificil de se falar de algu&amp;#233;m amado, mas &amp;#233; sempre bom lembrar o quanto ele nos &amp;#233; querido. Alguns pensaram: &amp;quot;Mas era s&amp;#243; um cachorro!&amp;quot;, pois &amp;#233;, ele era um cachorro, mas n&amp;#227;o me lembro de ningu&amp;#233;m demonstrar maior alegria em me ver do que ele. Ele sentia carinho por mim, sempre me mantinha em alerta, pois quando estava na janela, latia pra quem entrasse pelo port&amp;#227;o do meu pr&amp;#233;dio. Conseguia ser a pessoa mais feliz de casa, mesmo quando todos estavam desanimados, sempre era o consolo para apoiar quando eu estava chorando. Respeitava a mim, a minha m&amp;#227;e, meu irm&amp;#227;o, minha cunhada e minha sobrinha mais velha, Julia.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quando me recordo dele, me recordo de suas corridas desenfreadas entre a poltrona de casa e a cama do quarto de minha m&amp;#227;e, dando pulos como se fosse um gato. De nossos passeios, as altas horas da madrugada. De seu carinho pelas minhas ex-namoradas, respeitando-as e cativando-as. Meu &amp;quot;branquinho&amp;quot;, meu &amp;quot;pretinho&amp;quot; (devido suas orelhas de cor escura). Meu eterno parceiro, meu eterno irm&amp;#227;o-filho-amigo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quando se iniciou seu processo de partida, come&amp;#231;ou com bastante dor, devido a um enorme tumor lombar, mas ele suportou e nunca deixou de ser carinhoso ou parceiro, pelo contr&amp;#225;rio, continuava a brincar. Quando precisou ficar internado, ap&amp;#243;s uma opera&amp;#231;&amp;#227;o complicada, n&amp;#227;o pude v&amp;#234;-lo e, durante essa interna&amp;#231;&amp;#227;o, ele partiu, nos deixando. Foi algo como perder parte de mim, como tirarem uma enorme lasca do meu cora&amp;#231;&amp;#227;o e nunca mais devolv&amp;#234;-la. Benji hoje alegra a outras pessoas, aos meus av&amp;#244;s e av&amp;#243;s, que tamb&amp;#233;m j&amp;#225; partiram, a Brisa, uma cadela que minha av&amp;#243; Alcista teve em sua casa. A Tost&amp;#227;o, cachorro que meu pai e meu tio Arthur tiveram em sua inf&amp;#226;ncia. E ao Toffy, Nessa, que hoje continua vivendo grandes aventuras com o Benji, l&amp;#225; em cima, olhando para todos n&amp;#243;s.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Deixo aqui minha mensagem a todos os donos de c&amp;#227;es (ou cachorros): Ame-os, adore-os, trate-os como parte de suas vidas. Eles s&amp;#227;o nossos eternos companheiros e amigos e sempre, sempre, ir&amp;#227;o nos amar, mesmo que cheguemos a ofend&amp;#234;-los ou maltrat&amp;#225;-los. Eles sempre estar&amp;#227;o ao nosso alcance, desde que convivamos com eles e demonstremos o quanto s&amp;#227;o importantes para n&amp;#243;s.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ao meu companheiro, amigo, irm&amp;#227;o, confidente e parceiro, deixo a minha mensagem: ESTOU COM MUITAS DE SAUDADES! At&amp;#233; uma pr&amp;#243;xima vida, parceiro!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/andreluz.es/SMLqEdvko3I/AAAAAAAAC_E/huXnFXpAigs/s1600-h/toffy%20e%20benji%5B4%5D.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="484" alt="toffy e benji" src="http://lh3.ggpht.com/andreluz.es/SMLqF4T5s5I/AAAAAAAAC_I/J2iEmwP2zfI/toffy%20e%20benji_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="392" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se gostou, opine! Se não, opine também, assim vejo no que posso melhorar. Valeu por apreciar!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5009218965158031725-7339572678228130591?l=contosdopeewee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contosdopeewee.blogspot.com/feeds/7339572678228130591/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5009218965158031725&amp;postID=7339572678228130591&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/7339572678228130591?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/7339572678228130591?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/contosdopeewee/~3/9fKTuWmg3XM/o-melhor-amigo.html" title="O Melhor Amigo" /><author><name>André Luz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07712436276469558836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="29" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TIFQ5igSLpI/AAAAAAAAH7I/NmSoDzxlfp0/S220/Pic0903002.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh3.ggpht.com/andreluz.es/SMLqAZIv5SI/AAAAAAAAC-4/A97dlfEYSpY/s72-c/Benji2_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://contosdopeewee.blogspot.com/2008/09/o-melhor-amigo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkcGQXw_fyp7ImA9WxdVFE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5009218965158031725.post-3512451637254671300</id><published>2008-07-18T13:55:00.002-03:00</published><updated>2008-07-18T22:13:40.247-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-07-18T22:13:40.247-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cinema" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="quadrinhos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Batman" /><title>The Dark Knight - opinião</title><content type="html">&lt;a href="http://antigravidade.files.wordpress.com/2008/04/the-dark-knight-logo-1247.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://antigravidade.files.wordpress.com/2008/04/the-dark-knight-logo-1247.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;(A imagem acima foi pega no blog &lt;a href="http://antigravidade.wordpress.com/"&gt;Antigravidade&lt;/a&gt;. Valeu pessoal!)&lt;br /&gt;Hoje tinha minha alma lavada por uma enxurrada.&lt;br /&gt;Assisti a &lt;a href="http://wwws.br.warnerbros.com/thedarkknight/"&gt;Batman - O Cavaleiro das Trevas&lt;/a&gt; (&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/thedarkknight.warnerbros.com/"&gt;The Dark Knight&lt;/a&gt;, 2008&lt;/em&gt;), no &lt;a href="http://www.cinemark.com.br/"&gt;Cinemark&lt;/a&gt; Vitória 5, as 18:30 (lógico, a sessão começou um pouco atrasada, por causa das pessoas que iam chegando). Muito barulho antes de começar o filme. Uns moleques falando: "O Batman morre!", outros conversando sobre trivialidades, mas quando começaram os trailers, pairou um pequeno silêncio, e depois, quando as luzaes definitivamente se apagaram e o símbolo da Warner apareceu, o silêncio foi absoluto.&lt;br /&gt;Antes de mais nada, não sou crítico de cinema, só um &lt;em&gt;fanboy &lt;/em&gt;expressando sua admiração pelo filme (recomendo quem ainda não assistiu, que não leia, pois conterá muitos spoilers. Assista antes, leia depois).&lt;br /&gt;O filme prima pela beleza do que os fãs do Batman gostam, muita ação, pancadaria, ação ininterrupta, suspense, ação delirante, insanidade e loucura extrema.&lt;br /&gt;Comecemos dizendo, o Batman não é um assassino, e como o próprio Comissário de Polícia James Gordon (&lt;em&gt;Gary &lt;/em&gt;Oldman) diz no final : - "Ele não é um herói!(...) Ele é o que Gotham precisa".&lt;br /&gt;Se existe algo para dizer sobre o Coringa (&lt;em&gt;Heath Ledger&lt;/em&gt;) é: Ele é insano! Ele é demente! Ele é um "Agente do Caos"! Alguns poderão dizer que a atuação de Ledger não foi primorosa e que não foi o melhor trabalho dele, mas desafio a qualquer um a dizer que reconheceram Ledger por trás da maquiagem, por trás da loucura projetada por ele para as câmeras. Seu primeiro momento já fala por si, no assalto ao banco. Todas suas aparições são fantásticas, mesmo a cena que diziam que seria cortada, quando ele se finge de morto, é algo fantástico, e mesmo se quisessem não poderiam cortá-la, pois ela fazia parte do contexto da cena que deu a frase que todos mais insistem em repetir: "WHY SO SERIOUS!". A cena da explosão do hospital me levou a gargalhada, por mais demente que tenha sido. Tudo nele demonstrava o quão extremo ele precisou chegar a loucura da qual o Coringa necessitava para ressuscitar nos cinemas.&lt;br /&gt;Aqueles que tanto reclamaram das cenas de luta fechada, agora não tem do que falar, pois o Batman (&lt;em&gt;Christian Bale&lt;/em&gt;) mostra do que é capaz, com cenas de lutas abertas, derrubando com força e vontade desde bandidos, a imitadores e policiais. Temos cenas de ação para todos os gostos e várias coisas que foram lidas durante o passar dos anos de suposições, acontecem no filme, principalmente o visor sobre os olhos. Como sempre ele também possui um motivo para existir, e Christopher Nolan e seu irmão, souberam muito bem como usá-lo.&lt;br /&gt;O mito do Batman se fortalece no cinema, pois se todos acharam Begins formidável, eu digo que O Cavaleiro das Trevas é excepcional.&lt;br /&gt;Harvey Dent (&lt;em&gt;Aaron Eckhart&lt;/em&gt;) mostra que tanto como promotor e Duas Caras, sabe como trabalhar pela justiça (mesmo que deturpada). Sua transformação, o começo de sua insanidade, sua perseguição aos assassinos de Rachel (&lt;em&gt;Maggie Gyllenhall&lt;/em&gt;), mostram que ele é definitivamente um dos maiores inimigos do Batman.&lt;br /&gt;Batman - O Cavaleiro das Trevas é um filme que ficará na memória dos fãs (e não-fãs), pois trouxe algo além do imaginável em um filme de herói... NÃO!!! Ele não é um herói! Ele é um CAVALEIRO DAS TREVAS!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se gostou, opine! Se não, opine também, assim vejo no que posso melhorar. Valeu por apreciar!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5009218965158031725-3512451637254671300?l=contosdopeewee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contosdopeewee.blogspot.com/feeds/3512451637254671300/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5009218965158031725&amp;postID=3512451637254671300&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/3512451637254671300?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5009218965158031725/posts/default/3512451637254671300?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/contosdopeewee/~3/0f0kGjf-SlQ/dark-knight-opinio.html" title="The Dark Knight - opinião" /><author><name>André Luz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07712436276469558836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="29" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_sekcL9urPK8/TIFQ5igSLpI/AAAAAAAAH7I/NmSoDzxlfp0/S220/Pic0903002.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://contosdopeewee.blogspot.com/2008/07/dark-knight-opinio.html</feedburner:origLink></entry></feed>

