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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;C0MARXo7fSp7ImA9WhVTFUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2651570765165165378</id><updated>2012-03-01T00:10:44.405-03:00</updated><category term="oceannus" /><category term="conto" /><category term="tridente" /><category term="livro" /><category term="invasao" /><category term="orc" /><category term="casamento" /><category term="noticias" /><category term="capitulo" /><category term="divulgação" /><title>Contos Eloranos</title><subtitle type="html">Um continente. Uma ilha. Terras outrora governadas por Elor e Aurora. Hoje um mundo de aventuras.</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://contoseloranos.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://contoseloranos.blogspot.com/" /><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600866747272263670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/_vdxGz61dS5Q/SqcQW1cPb1I/AAAAAAAAArc/5wTq4tbMUZY/S220/bruno+e+eu.jpg" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>19</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/blogspot/fSXPn" /><feedburner:info uri="blogspot/fsxpn" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:browserFriendly></feedburner:browserFriendly><entry gd:etag="W/&quot;C0MARXo5eyp7ImA9WhVTFUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2651570765165165378.post-1293896219172824616</id><published>2012-03-01T00:10:00.000-03:00</published><updated>2012-03-01T00:10:44.423-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-03-01T00:10:44.423-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="conto" /><title>A escuridão que está por vir</title><content type="html">É uma noite tenebrosa na região ao redor do castelo Fallcrest. Outrora este castelo fora glorioso, gerações inteiras de seus lordes foram os maiores campeões do Império Elorano, fiéis devotos, cruzados implacáveis, e campeões da fé. Outrora...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma terrível maldição se abateu sobre o castelo e em todas as terras ao seu redor há duas décadas. Vários bebês nascem deformados ou mortos, e os mortos não descansam mais sobre a terra. Perigos sombrios espreitam a cada bosque, caverna ou cripta. As plantações morrem sem dar frutos ou colheita, e a população acabou se escasseando na região. Hoje essa província é habitada somente pelos mortos que caminham, e atualmente por bravos heróis prestes a se juntar a eles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O interior do castelo Fallcrest foi visitado recentemente por um grupo de cavaleiros da igreja determinados a remover a maldição do local. Várias criaturas morto-vivas encontraram seu fim nas mãos dos valentes campeões, que pouco a pouco tiveram suas forças minadas pelos vários perigos que enfrentaram até ali. Sir Calahan e seus bravos irmãos estão determinados a pôr um fim a toda essa maldade no coração do Império.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os cavaleiros conseguem chegar ao salão principal do castelo, e agora se encontram diante do Lorde Fallcrest em pessoa, vestindo sua armadura negra com um brilho rubro profano onde deveriam estar seus olhos e uma espada bastarda presa em sua bainha. Apenas os maiores traidores, que cometeram os piores crimes, são amaldiçoados pelos deuses dessa forma, a essa condição de morte em vida em que a infeliz alma é condenada a ouvir lamentos sobre seus crimes por toda a eternidade, confinada a seus domínios, a ser a ruína de tudo aquilo que um dia amou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um ataque como esse já não é novidade para Fallcrest, claro que essas tentativas já foram muito mais frequentes. Houve uma época em que o cavaleiro da morte se preocupava em prestar atenção ao que diziam seus pretensos algozes. Hoje eles não são vistos como algo a mais que sombras. Fallcrest reconhece o brasão do líder dos cavaleiros, repara que Sir Calahan já se encontra com alguns cabelos brancos, e que luta como um dos melhores cavaleiros a serviço do Império atualmente. Nos tempos em que era vivo Fallcrest teria dado uma risada disso. Havia tempos que todos os adversários que poderiam representar uma ameaça já haviam vindo ao seu castelo e todos eles, um a um, foram tombando e engrossando suas fileiras de mortos vivos. Apenas aos mais honrados entre eles e os mais habilidosos era concedida a chance de um duelo. A esses foi dada uma honra especial, hoje eles são sua guarda pessoal de guerreiros mortos vivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os cavaleiros avançam, são bloqueados pela guarda morto-viva que forma uma parede de escudos para impedir seu avanço. Alguns dos cavaleiros são abatidos ali mesmo, e antes que o sacerdote do grupo possa erguer seu símbolo sagrado, ele e mais dois dos cavaleiros tombam mortos apenas ao ouvir um murmúrio do amaldiçoado cavaleiro negro. Fallcrest se ergue de seu trono, ele saca a espada da bainha e aguarda a chegada do primeiro oponente.&lt;br /&gt;
O jovem cavaleiro avança bravamente ao encontrar uma brecha na formação inimiga, ele investe e quando se prepara para desferir seu primeiro golpe contra Fallcrest, ele vê apenas um movimento rápido de sua espada profana. E em seguida grita de horror e dor ao ver seu braço da espada caído ao chão, decepado no movimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais um murmúrio de Lorde Fallcrest, e todos os outros cavaleiros gritam levando as mãos aos olhos horrorizados e cegos, menos Calahan. Que avança numa tentativa desesperada para matar o cavaleiro da morte. Fallcrest apara os golpes facilmente com sua espada bastarda, e com um gesto ele ergue uma redoma de gelo ao seu redor confinando Calahan ali com ele. O último cavaleiro invasor continua a investir cansado, ferido e abalado ao ouvir os derradeiros gritos de seus companheiros do lado de fora da redoma de gelo, pouco a pouco sua força se esvai, até cair de joelhos exausto diante de Fallcrest, que com um puxão arranca o brasão da família de Calahan de sua armadura, e num movimento de espada, decapta o invasor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A redoma se abre permitindo a passagem do cavaleiro da morte, que vê outros mortos vivos ali no salão banqueteando-se com os novos visitantes. O Lorde morto-vivo apenas passa pelo meio deles e se dirige a um de seus guardas pessoais e diz:&lt;br /&gt;
- Para a minha sala de troféus. - e entrega o brasão de Calahan ao seu vassalo.&lt;br /&gt;
Uma forma espectral surge em meio ao aposento, vestindo trajes sacerdotais e uma armadura, com uma espada presa à bainha.&lt;br /&gt;
- Houve uma época em que você seria um deles. - Diz o fantasma num tom de que conhece Fallcrest há muito tempo.&lt;br /&gt;
O cavaleiro da morte segue de volta ao seu trono e nada diz.&lt;br /&gt;
- Veja toda a glória e espleendor que você trouxe à sua família, ao reino de paz e prosperidade que você assegurou, e sua amada Tristania ao seu lado carregando seu filho. Um grande lorde ele vai ser. - O fantasmagórico sacerdote sequer contém o tom sarcástico de sua voz.&lt;br /&gt;
- Maldito... Diz o cavaleiro quando é interrompido pelo fantasma.&lt;br /&gt;
- Não! Você é o maldito. Você é o amaldiçoado! O assassino, o traidor, o covarde e perjuro! eu sou parte de sua maldição, assim como a parte em que os deuses lhe negaram que Tristania se juntasse a você no pós vida. - Diz o clérigo num tom muito mais assombroso e novamente volta a chamar Fallcrest de traidor, perjuro, covarde e assassino, mas outras vozes fantasmagóricas se juntam à dele, e longe do castelo somente pode ser ouvido um grito de desespero.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2651570765165165378-1293896219172824616?l=contoseloranos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contoseloranos.blogspot.com/feeds/1293896219172824616/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2651570765165165378&amp;postID=1293896219172824616&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/1293896219172824616?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/1293896219172824616?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://contoseloranos.blogspot.com/2012/03/escuridao-que-esta-por-vir.html" title="A escuridão que está por vir" /><author><name>Professor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17096669295026482447</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_e4dRKp0JpB4/SbPCaT4ZUlI/AAAAAAAAAAM/lBTA6tp50NU/S220/Prof..JPG" /></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ck8FRHc6fSp7ImA9WhVTE0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2651570765165165378.post-2636864629853181154</id><published>2012-02-27T16:26:00.000-03:00</published><updated>2012-02-27T16:26:55.915-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-27T16:26:55.915-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="livro" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="capitulo" /><title>Cap. I - Luz e sombra</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;A&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
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&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;que&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;os&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;olhos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;não&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;conseguiam&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ver.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Um&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;vulto?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Uma&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;silhueta?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Nada&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;era&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;certo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;pouca,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ou&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;quase&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;nada,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;iluminação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;local.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;

&lt;span style="font-size: small;"&gt;Um
barulho. Um bater de porta. Passos. Aproveitando-se da escuridão,
aquele que entrara no recinto sabia ao menos ser furtivo. Ou tentava
ser. Ele se aproximou da única região iluminada, fazia menção de
pegar o castiçal. Talvez tivesse interesse em vasculhar o local, mas
não concluiu a ação. Suas mãos pararam na base do objeto e seus
olhos fixaram em algo a sua frente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;

&lt;span style="font-size: small;"&gt;Alguém
estava sentado à mesa e ao mesmo instante em que a outra pessoa
colocou as mãos no castiçal, também colocara as suas. Encarou a
figura a sua frente. Era um humano, muito jovem para ser um adulto e
maduro demais para ser uma criança. Alguém jovem o suficiente para
se levar pela curiosidade. Ele notou também que por baixo da capa
que vestia, uma simples vestimenta de couro batido cobria o corpo.
Não havia espada presa à cintura, apenas uma singela adaga que ele
segurava com a boca.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;

&lt;span style="font-size: small;"&gt;O
humano arregalou os olhos ao ser surpreendido pelo outro. Como ele
não havia percebido que havia mais alguém na sala? Fixou seu olhar
nos olhos azuis penetrantes e observou quem estava lhe olhando.
Percebeu que aquele a sua frente não era humano, parecia ser um
elfo, ou alguém com feições élficas. O rapaz não sabia ao certo
distinguir um elfo puro de um mestiço. Se tinha orelhas pontudas,
mesmo que levemente, era, para ele, um elfo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Por
 que não se senta? - o ser élfico, com um gesto de mãos, pediu
 para que o humano sentasse.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;

&lt;span style="font-size: small;"&gt;O
jovem hesitou, parecia temer o outro. Tirou a adaga de sua boca e a
apontou para o “elfo” e este nem sequer esboçou reação. O
humano o olhou intrigado e com receio sentou-se na cadeira que lhe
era oferecida, colocando a adaga sobre a mesa. O ser a sua frente
sorriu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Que
 honra tenho eu de receber um visitante em meu recinto, ainda mais de
 uma raça que por muito tempo fora proibida de circular por aqui? -
 ele percebe que o jovem esboça uma leve reação de medo em sua
 face. - Não tenha medo, isso foi há tanto tempo que os que
 nasceram depois, como eu, só conhecem esse fato pelas histórias.
 Bom, o que lhe traz aqui? Aventura? Magia? Lendas?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;

&lt;span style="font-size: small;"&gt;O
humano sentiu-se confuso com as perguntas feitas a ele. Por causa da
surpresa, ele nem sabia mais ao certo o motivo de estar ali. Talvez
quisesse aprender alguma coisa com algo daquela sala, mas agora não
lembrava o que seria. Diante das perguntas, sua resposta foi apenas
um confuso menear de cabeça.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Me
 parece que você está confuso e não sabe muito bem o que veio
 fazer aqui. Eu dou meu palpite de que você quer aprender mais sobre
 o passado de Lodis. Estou certo? - ele para de falar e olha o rapaz
 a sua frente que não esboça nenhuma reação. - Se não é isso, o
 que seria? Furtar-me? Você seria tolo de tentar algo com essa adaga
 que esta disposta sobre a mesa. Afinal, você nada sabe sobre mim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;

&lt;span style="font-size: small;"&gt;O
rapaz colocou a mão sobre a adaga e a puxou pra si. Seus olhos, que
antes expressavam surpresa, agora pareciam se encher de raiva. Aquele
“elfo” havia mexido com o orgulho do jovem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; Acalme-se.
 Não tentarei nada contra você, lhe garanto. Um visitante de sua
 raça aqui em meus aposentos é algo a se comemorar. Faz muito tempo
 que não converso com um. - o ser élfico para e coça o queixo como
 se lembrasse de algo. Ergue-se de seu assento, fazendo sua túnica
 mexer-se levemente por causa do movimento feito. - Espere. Há algo
 que deve lhe interessar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;

&lt;span style="font-size: small;"&gt;O
jovem o acompanhou com os olhos até um ponto distante da sala. Ele
não conseguia distinguir o que o outro havia pego, mas pela silhueta
parecia ser um livro grande.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;

&lt;span style="font-size: small;"&gt;Com
alguma dificuldade o ser élfico trouxe o livro e o colocou sobre a
mesa. Passou a mão sobre a capa e retirou superficialmente a poeira
que ali estava. Quantos anos ninguém folheava aquela obra literária?
O humano olhou curioso quando o outro abriu lentamente o livro,
folheando as primeiras páginas. E percebeu que elas tinham sido
escritas à mão e não compostas por runas mágicas. Era um livro
que qualquer um tinha capacidade de ler se soubesse.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Interessante,
 não acha? Eu também fiquei encantado quando esse exemplar chegou
 em minhas mãos. Ele confirmava tudo aquilo que eu sabia. - o jovem
 humano o olhou sem compreender muita coisa, fazendo o outro apenas
 sorrir. - Realmente, você não me conhece e nem sabe sobre qual
 assunto esse livro trata. Vou lhe dizer se me prometer ouvir
 atentamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;

&lt;span style="font-size: small;"&gt;O
castiçal foi puxado para mais perto do livro, iluminando melhor as
páginas e a face do interlocutor. O humano pôde perceber que por
mais que ele se assemelhasse a um elfo, as feições não eram tão
delicadas quanto a de um. Provavelmente ele deveria ser um meio-elfo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;- &lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Esse&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;livro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;é&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;conhecido&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;como&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
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“&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Escritos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;de&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Lodis&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Por&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;muito&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;tempo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ele&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ficou&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
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&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;poder&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;do&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Santuário&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;de&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Aurora,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;deusa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;patrona&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;dos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;elfos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Quando&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;santuário&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;foi&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;destruído,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ele&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;passou&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;pertencer&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
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&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;mago&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;muito&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;poderoso&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;e&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;que&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;continuou&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;escrever&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;nele.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Aqui&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;há&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;não&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;só&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;história&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;da&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ilha&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;de&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Lodis,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;mas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;sim,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;de&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;todo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Império&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Elorano.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;mestiço&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;faz&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;uma&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;pausa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;para&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;respirar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;antes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;de&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;prosseguir.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Pareceu&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;lhe&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;interessar?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;

&lt;span style="font-size: small;"&gt;O
jovem a sua frente concordou balançando a cabeça positivamente. A
ideia de conhecer mais sobre a ilha onde morava pareceu lhe agradar,
mesmo que esse não fosse o motivo de sua vinda a esse local.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Meu
 caro aventureiro...- o mestiço olhou para o jovem e exaltou. -
 Isso! Eu vou lhe chamar de aventureiro. As histórias que irei
 contar são aventuras que foram protagonizadas por jovens como você.
 Quem sabe elas não lhe inspirem a trilhar um caminho de glória a
 partir de hoje?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;

&lt;span style="font-size: small;"&gt;O
rosto do humano iluminou-se com as palavras que ouviu e o meio-elfo
pareceu gostar da reação. Com bastante cuidado, o mestiço virou
lentamente uma página e respirou fundo. Ele começaria a recontar
tudo aquilo que já sabia...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2651570765165165378-2636864629853181154?l=contoseloranos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contoseloranos.blogspot.com/feeds/2636864629853181154/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2651570765165165378&amp;postID=2636864629853181154&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/2636864629853181154?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/2636864629853181154?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://contoseloranos.blogspot.com/2012/02/cap-i-luz-e-sombra.html" title="Cap. I - Luz e sombra" /><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600866747272263670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/_vdxGz61dS5Q/SqcQW1cPb1I/AAAAAAAAArc/5wTq4tbMUZY/S220/bruno+e+eu.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEQHRHo_eyp7ImA9WhVTE0s.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2651570765165165378.post-4930534945565397137</id><published>2012-02-27T15:12:00.000-03:00</published><updated>2012-02-27T15:12:15.443-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-27T15:12:15.443-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="noticias" /><title>Informações úteis. LEIAM!</title><content type="html">&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Atenção todos os leitores de &lt;b style="background-color: white; color: #3d85c6;"&gt;Contos Eloranos&lt;/b&gt;! Novidades na área!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Pois é pessoas, depois de muito tempo de abandono, resolvi mudar algumas coisas por aqui. Tomara que curtam!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Para quem não sabia, eu tenho MUITA vontade de transformar Contos Eloranos em um livro. Já havia comentado com alguns amigos, e leitores do blog, sobre essa minha idéia e eles sempre me apoiaram. Bom resolvi tentar. Não sei&amp;nbsp; se vocês perceberam, mas tem uma aba nova ali em cima chamada &lt;b style="color: #3d85c6;"&gt;CAPITULOS&lt;/b&gt;. Será ali que postarei os capítulos do livro. Fiquem sempre atentos!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Quanto aos contos já publicados, eles ficaram online até chegarem a vez deles serem remanejados para a nova aba. Sim, eles também serão capítulos do livro. Para quem não leu a ordem cronológica a ser lida é:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://contoseloranos.blogspot.com/2011/04/conto-02-invasao-dos-orcs-parte-01.html" target="_blank"&gt;Conto 02: A invasão dos orcs (parte 01)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://contoseloranos.blogspot.com/2011/05/conto-02-invasao-dos-orcs-parte-02.html" target="_blank"&gt;Conto 02: A invasão dos orcs (parte 02)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://contoseloranos.blogspot.com/2011/07/conto-02-invasao-dos-orcs-final.html" target="_blank"&gt;Conto 02: A invasão dos orcs (final)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://contoseloranos.blogspot.com/2011/07/conto-04-o-tridente-de-oceannus-parte.html" target="_blank"&gt;Conto 04: O tridente de Oceannus (parte 01)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://contoseloranos.blogspot.com/2011/10/conto-04-o-tridente-de-oceannus-parte.html" target="_blank"&gt;Conto 04: O tridente de Oceannus (parte 02)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://contoseloranos.blogspot.com/2011/03/conto-01-o-casamento.html" target="_blank"&gt;Conto 01: O casamento (parte 01) &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://contoseloranos.blogspot.com/2011/04/conto-01o-casamento-parte-02.html" target="_blank"&gt;Conto 01: O casamento (parte 02)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://contoseloranos.blogspot.com/2011/04/conto-01-o-casamento-final.html" target="_blank"&gt;Conto 01: O casamento (final)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Eu sei que estou devendo a parte final do conto &lt;b style="color: #3d85c6;"&gt;"O tridente de Oceannus"&lt;/b&gt;, mas preferi já reorganizar o blog antes de publicá-lo. Não temam, eu vou finalizá-lo e depois me dedicar somente a idéia do livro, apesar de já publicar um capítulo por aqui.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Há também o conto a parte sobre o nascimento da personagem Arcanya (&lt;a href="http://contoseloranos.blogspot.com/2011/07/um-conto-elorano-historia-por-tras-da.html" target="_blank"&gt;Conto 03: Um conto elorano: A história por trás da história&lt;/a&gt;). Ele também será movido para a nova aba e aguardem que até o meio do ano teremos outro conto a parte, tendo como personagem principal o Lorde Fallcrest. A demora da publicação é que o outro autor, o meu noivo, está em ritmo de final de faculdade. Quem já passou por isso sabe como é.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ah, sempre que houver novidades relacionadas ao nosso blog, elas serão publicadas na página principal. A mesma será renomeada para &lt;b style="color: #3d85c6;"&gt;NOTICIAS&lt;/b&gt;. Ah, a aba &lt;b&gt;&lt;span style="color: #3d85c6;"&gt;PERSONAGENS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; também será atualizada com alguma frequencia.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Qualquer outra novidade deixarei noticiado em posts no blog. Por favor, continuem acompanhando e comentando. Suas opiniões me ajudam a melhorar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Até mais meus fãs!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2651570765165165378-4930534945565397137?l=contoseloranos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contoseloranos.blogspot.com/feeds/4930534945565397137/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2651570765165165378&amp;postID=4930534945565397137&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/4930534945565397137?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/4930534945565397137?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://contoseloranos.blogspot.com/2012/02/informacoes-uteis-leiam.html" title="Informações úteis. LEIAM!" /><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600866747272263670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/_vdxGz61dS5Q/SqcQW1cPb1I/AAAAAAAAArc/5wTq4tbMUZY/S220/bruno+e+eu.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0MFQXY8cCp7ImA9WhRVGU0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2651570765165165378.post-1794463935134398407</id><published>2012-01-18T10:36:00.001-02:00</published><updated>2012-01-18T14:50:10.878-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-18T14:50:10.878-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="divulgação" /><title>Concurso RPGirl</title><content type="html">&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
Hoje o site &lt;b&gt;RPGVale&lt;/b&gt; divulgou as quatro primeiras candidatas do concurso &lt;b&gt;RPGirl&lt;/b&gt; e eu estou entre elas =) (se quiserem votar em mim fico muito agradecida =p).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos votar? Entao entre la e escolham sua preferida: &lt;a href="http://rpgvale.com.br/2012/01/primeiras-candidatas-rpggirl-hora-de.html?utm_source=feedburner&amp;amp;utm_medium=twitter&amp;amp;utm_campaign=Feed%3A+RpgVale+%28RPG+Vale%29&amp;amp;m=1"&gt;Concurso RPGirl&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ate a proxima!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2651570765165165378-1794463935134398407?l=contoseloranos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contoseloranos.blogspot.com/feeds/1794463935134398407/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2651570765165165378&amp;postID=1794463935134398407&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/1794463935134398407?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/1794463935134398407?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://contoseloranos.blogspot.com/2012/01/concurso-rpgirl.html" title="Concurso RPGirl" /><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600866747272263670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/_vdxGz61dS5Q/SqcQW1cPb1I/AAAAAAAAArc/5wTq4tbMUZY/S220/bruno+e+eu.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkECRX0yeyp7ImA9WhRSEUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2651570765165165378.post-4922904450201701821</id><published>2011-11-13T10:38:00.001-02:00</published><updated>2011-11-13T10:51:04.393-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-13T10:51:04.393-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="divulgação" /><title>E a vida segue: fim de uma parceria...</title><content type="html">&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
Bom dia pessoas!&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
Hoje não venho aqui dizer uma novidade boa e sim uma notícia triste: o fim do blog &lt;b&gt;Irmãos Drow&lt;/b&gt;. Para quem se lembra (ou não), &lt;b&gt;Irmãos Drow&lt;/b&gt; era parceiro do nosso amado blog e eu era colaboradora escrevendo semanalmente para a coluna Criticos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
Fico triste com o fim, mas não chateada com isso. Ainda mantenho a amizade com os criadores e vou manter a ideia da coluna no meu outro blog (em breve divulgo notícias).&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Fico por aqui.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2651570765165165378-4922904450201701821?l=contoseloranos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contoseloranos.blogspot.com/feeds/4922904450201701821/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2651570765165165378&amp;postID=4922904450201701821&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/4922904450201701821?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/4922904450201701821?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://contoseloranos.blogspot.com/2011/11/e-vida-segue-fim-de-uma-parceria.html" title="E a vida segue: fim de uma parceria..." /><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600866747272263670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/_vdxGz61dS5Q/SqcQW1cPb1I/AAAAAAAAArc/5wTq4tbMUZY/S220/bruno+e+eu.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEAERHk-eCp7ImA9WhdbGU0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2651570765165165378.post-1843280838723562422</id><published>2011-10-17T23:49:00.001-02:00</published><updated>2011-10-17T23:51:45.750-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-17T23:51:45.750-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="divulgação" /><title>E olha nós de novo na RPG Vale!</title><content type="html">&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
Cá estou eu para dar uma noticía muito legal para vocês: um de nossos contos foi publicado no &lt;a href="http://www.rpgvale.com.br/"&gt;RPG Vale&lt;/a&gt;! (de novo XD)&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
O conto escolhido foi o que fala do passado da rainha Arcanya (para que ainda não leu, veja &lt;a href="http://contoseloranos.blogspot.com/2011/07/um-conto-elorano-historia-por-tras-da.html"&gt;AQUI&lt;/a&gt;) e a autoria não é minha, é do meu amor &lt;a href="http://twitter.com/#%21/Prof_Bruno81"&gt;@Prof_Bruno81&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
Para curtir o conto na Coluna Canções da Meia-Noite, e quem sabe mandar algum texto para lá, leiam aqui: &lt;a href="http://www.rpgvale.com.br/2011/10/cancoes-da-meia-noite-30-historia-por.html"&gt;Canções da Meia-Noite #30 - A história por trás da história&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Valeu equipe RPG Vale!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2651570765165165378-1843280838723562422?l=contoseloranos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contoseloranos.blogspot.com/feeds/1843280838723562422/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2651570765165165378&amp;postID=1843280838723562422&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/1843280838723562422?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/1843280838723562422?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://contoseloranos.blogspot.com/2011/10/e-olha-nos-de-novo-na-rpg-vale.html" title="E olha nós de novo na RPG Vale!" /><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600866747272263670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/_vdxGz61dS5Q/SqcQW1cPb1I/AAAAAAAAArc/5wTq4tbMUZY/S220/bruno+e+eu.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CE8NQ3g9eSp7ImA9WhdUGUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2651570765165165378.post-1290135621474270391</id><published>2011-10-06T10:12:00.001-03:00</published><updated>2011-10-07T10:08:12.661-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-07T10:08:12.661-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="divulgação" /><title>YEAH, I'm a half-drow!</title><content type="html">&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-eglCgw-nsv0/To747xHB6BI/AAAAAAAAA1c/Lvho8AfH5Lo/s1600/cracha.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-eglCgw-nsv0/To747xHB6BI/AAAAAAAAA1c/Lvho8AfH5Lo/s320/cracha.jpg" width="194" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Eu sou uma meio-drow! (Com crachá e tudo XD)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
Venho a vocês para contar uma novidade: sou a nova colaboradora do &lt;a href="http://irmaosdrow.wordpress.com/"&gt;Irmãos Drow &lt;/a&gt;!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como sabem o Irmãos Drow ja e nosso parceiro tem um tempinho e fiquei lisonjeada de ter recebido esse convite de ser responsável pela coluna Criticos (eu ja colaborava mesmo =p). Obrigada &lt;a href="http://twitter.com/#%21/ElzainID"&gt;@ElzainID&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://twitter.com/#%21/EneminID"&gt;@EneminID&lt;/a&gt; por acolherem essa barda meio drow.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficaram curiosos? Então leiam meu post de estreia: &lt;a href="http://http//irmaosdrow.wordpress.com/2011/10/05/critico-12-nao-e-o-meu-tipo-e-danca-da-cordinha/"&gt;Crítico 12 - "Não é o meu tipo" e "Dança da cordinha"&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até mais! &lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2651570765165165378-1290135621474270391?l=contoseloranos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contoseloranos.blogspot.com/feeds/1290135621474270391/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2651570765165165378&amp;postID=1290135621474270391&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/1290135621474270391?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/1290135621474270391?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://contoseloranos.blogspot.com/2011/10/yeah-i-half-drow.html" title="YEAH, I&amp;#39;m a half-drow!" /><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600866747272263670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/_vdxGz61dS5Q/SqcQW1cPb1I/AAAAAAAAArc/5wTq4tbMUZY/S220/bruno+e+eu.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-eglCgw-nsv0/To747xHB6BI/AAAAAAAAA1c/Lvho8AfH5Lo/s72-c/cracha.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CU4NQ344eyp7ImA9WhdUGUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2651570765165165378.post-3387359684175481627</id><published>2011-10-05T22:02:00.001-03:00</published><updated>2011-10-07T10:26:32.033-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-07T10:26:32.033-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="oceannus" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="conto" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="tridente" /><title>Conto 04: O tridente de Oceannus (Parte 02)</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;u style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Resumo:&lt;/u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;"Foi preciso em torno de dois anos para que Azhara reconstruísse o livro e coletasse as informações a respeito do tridente. O grupo, com as intruções da obra literária, segue rumo a uma cidade submersa, outrora capital dos reinos marinhos. Algumas supresas esperam nossos heróis na jornada ao fundo do mar.".&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;A cidade submersa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Alguns
dias se passaram até que Gunglain e Marlus retornassem a Ethruria a
pedido da rainha. Estavam animados com a noticia de que enfim
poderiam encontrar a parte que faltava do tridente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
Enquanto atravessavam a cidade em
direção ao castelo, uma voz feminina chamou por Gunglain. O
cavaleiro voltou-se em direção de quem o chamava e viu uma jovem
elfa parada em frente a uma casa localizada próxima a praça
principal. Ele a reconheceu assim que a viu: era uma das jovens com
quem havia “flertado” na festa de coroação da rainha.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
- Gunglain. - a jovem tornou a chamá-lo.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
O cavaleiro pede para que Marlus siga
para o castelo e vai ao encontro da elfa. Com uma expressão
indagativa no rosto, o humano tentava se lembrar do nome da jovem a
todo custo. Ele sabia que as mulheres não gostavam de ter seus nomes
trocados, mas como havia conhecido tantas outras durante sua estadia
em Ethruria, o nome dela estava difícil de ser lembrado.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
- Nimue? - perguntou o cavaleiro na esperança de ter acertado. A jovem percebeu que ele havia por um momento esquecido seu nome, mas nada falou sobre.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
- Queria conversar com você. Poderíamos entrar? - Nimue aponta para a porta aberta da casa.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
- Agora não posso, fui convocado a comparecer no castelo. São ordens da rainha, não posso me atrasar.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
- Eu não pretendo tomar muito do seu tempo. Por favor, entre. - a jovem parecia suplicar para que o cavaleiro entrasse em sua casa.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
- Fica para a próxima, prometo recompensá-la pela espera. - Gunglain dá uma piscadela com o olho esquerdo e vai em direção ao castelo, acenando para a elfa que permanecia parada em frente à porta.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
Nimue vê o cavaleiro partir, sentindo
um aperto no peito e com lágrimas nos olhos. O assunto sobre o qual
ela queria falar estava dentro da casa e emitia um choro baixo e
contínuo. A elfa limpa o rosto com as mãos e entra em seu lar,
pegando o bebê mestiço em seus braços.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&amp;nbsp;- Seremos apenas nós dois, meu pequeno Dain. Ele não quer saber de nós. - Nimue dizia enquanto afagava os cabelos da criança.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
No castelo, a guarda real avista o
bárbaro e o cavaleiro, que já havia o alcançado, comunicando a
rainha sobre a chegada dos humanos. Arcanya pede que eles sejam
encaminhados diretamente a sala do trono e ordena a um criado que
estava próximo a chamar Azhara e Tessan.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
Não tardou muito para que Azhara,
Tessan, Marlus e Gunglain estivessem na sala do trono. A rainha pede
que se acomodem nas cadeiras que estavam próximas a uma grande mesa
que estava ali. Todos se sentam e reservam a cabeceira da mesa para
Arcanya sentar-se. Ela também dispensa a presença dos criados, pois
queria tratar o assunto em particular com eles.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&amp;nbsp;- Como eu havia dito na mensagem que enviei a vocês, Azhara finalmente terminou com o restauro do livro. - a meio elfa para por um instante de falar e olha para o mago humano – Por favor, traga o livro a nossa presença.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
O mago humano prontamente atende o
pedido da rainha e coloca o livro sobre a mesa, aberto na página
referente ao tridente.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&amp;nbsp;- Se me permite vossa majestade, gostaria de tomar a palavra. - Azhara pede permissão a mestiça para falar.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;
- Claro. Você sabe mais desse livro do que eu. Não vejo pessoa melhor para falar dele.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
- Pois bem. - o humano passava a mão sobre a página do livro – Esta é a página inicial do conteúdo referente ao tridente. É bem interessante o que está contido nessas páginas. Não estamos diante de um tridente mágico simplório e sim um artefato que pertenceu a um titã há séculos atrás.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;
- Quem seria esse titã? - Arcanya perguntou.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;
- Seu nome é Oceannus. A parte do tridente que possuímos pertenceu a ele e foi dado à sereias e tritões para que eles pudessem se defender dos ataques dos humanos aos seus reinos marinhos. - o arcano humano para o relato e volta o olhar para o texto contido na página que estava à mostra, como se procurasse algo que tivesse esquecido.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;
- Se esse tridente é realmente poderoso, eles ganharam a luta contra os humanos. - concluiu Marlus.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;
- Espere, ainda não terminei. - o mago pediu enquanto olhava atentamente o livro até achar o que procurava. Ele de súbito levantou o olhar e sorriu. - Achei! - exclamou, fazendo com que todos olhassem para ele, e retomou o relato. -&amp;nbsp; Continuando com o que falava... O tridente estava trazendo vitória aos seres aquáticos, mas algo aconteceu. Um arauto de Elor, deus patrono dos humanos, conhecido como Aureus, interviu a favor de seus protegidos. Ele venceu o titã e o aprisionou numa cidade submersa, provavelmente a antiga capital dos reinos marinhos. Com a queda de Oceannus, o tridente passou para as mãos do arauto e o mesmo o destruiu, partindo-o em dois. Uma das partes é essa que nós encontramos naquelas ruínas.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&amp;nbsp;- E onde estaria a outra parte? - Gunglain perguntou interessado.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;
- Está em algum lugar da cidade, o livro não diz o local exato. Talvez a parte do tridente que possuímos nos leve até o lugar correto.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;
- Ou até mesmo a Oceannus, se ele ainda estiver vivo. - a rainha complementou o raciocínio do mago humano.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;
- Também. - assentiu Azhara.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;
- Quando embarcamos? - Marlus perguntou, parecia ansioso para partir.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;
- Tenha calma, ainda precisamos abastecer a embarcação com provisões para que possamos fazer uma viagem tranquila. - a mestiça respondeu e voltou sua atenção ao arcano. - No livro há algum mapa para que possamos chegar até a cidade submersa?&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;
- Sim. Quanto tempo acha que levaremos para providenciar tudo para a viagem?&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;
- De três a quatro dias, não mais que isso. - respondeu a soberana. - Será necessário que eu leve alguma comitiva conosco?&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;
- Minha rainha, eu creio que a senhora deva ficar aqui. - Tessan, que até então estava apenas ouvindo a conversa, se pronunciou.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;
- Eu quero ir! - retrucou a patrulheira.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;
- Ele tem razão, Arcanya. Você deve ficar e cuidar de seu reino. - ponderou o arcano humano.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
A meio elfa cruzou os braços e bufou
irritada como fosse uma adolescente rebelde. Ela estava certa de que
deveria ir, pois havia participado do resgate da primeira parte do
artefato. Tessan olhou para ela e balançou a cabeça num gesto de
reprovação a atitude que ela estava tomando. 
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
Os preparativos levaram em torno de
quatro dias e durante todo esse tempo a rainha tentava convencer seus
companheiros, principalmente Azhara, de deixarem ela os acompanhar.
Sua insistência foi tanta, que mesmo contrariado e com a
desaprovação do sábio conselheiro, o mago humano cedeu e concedeu
a permissão do embarque a Arcanya.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
No inicio da manhã do quinto dia,
todos já estavam no porto para embarcar no galeão élfico. Tessan
também viera e trazia consigo Eloara. Arcanya se despediu da jovem e
pediu para que ela cuidasse do reino enquanto estivesse fora. Apesar
de irritado com a atitude infantil que a soberana havia tomado, o
conselheiro se aproximou dela e deu um forte abraço.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&amp;nbsp;- Cuide-se. - disse o sábio antes de se afastar acompanhado de Eloara.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
Após despedidas e aconselhamentos, o
grupo embarcou no galeão e o mesmo se preparava para partir. Quando
este ameaçava afastar-se da borda do pier principal, uma voz
feminina ecoou pelo porto. Os marinheiros que estavam no convés
olharam em direção a voz e viram uma jovem humana com as mãos
erguidas como se pedisse para que a esperassem. Um marinheiro avisa
ao capitão e este manda parar a embarcação. Gunglain, reconhecendo
o tom da voz, olha para fora do barco e exclama:&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&amp;nbsp;- Fernanda!&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Os
outros olham para a jovem que vinha correndo até o galeão, enquanto
a tripulação baixava a ponte para que a humana entrasse na
embarcação. Ao entrar e chegar até o convés, Fernanda encosta em
um dos mastros&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;
para descansar. Sua respiração estava acelerada por causa do
esforço feito para correr o mais rápido que podia até a
embarcação. Azhara a olhava com indiferença, desde o primeiro
contato com a ladina ele não sentia confiança nela.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;A
viagem prosseguiu tranquila, com o mago ensinando o trajeto, de
acordo com o que estava escrito no livro, ao capitão. Em dois dias
estavam no local indicado como a cidade submersa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&amp;nbsp;- Chegamos. - Azhara avisou aos companheiros.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;
- Chegamos?! Como?! Só vejo água por todos os lados. - Fernanda indagou surpresa.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;
- Não entendi o motivo de sua surpresa. Estamos no local exato, como o livro descreveu. - retrucou o mago.&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;
- Creio que ela esperava ver alguma coisa além do mar, alguma parte da cidade emersa. - explicou Arcanya e ao olhar para o horizonte teve a mesma sensação da ladina. - Se aqui é o lugar certo, como faremos para chegar em definitivo a cidade?&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Todos
olharam para o mago aguardando a resposta da pergunta feita pela
rainha. Ele pensou um pouco antes de recitar algumas palavras arcanas
e tocar a si e a seus companheiros, com exceção de Marlus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&amp;nbsp;- E quanto a mim? Por que não me tocou? - perguntou o bárbaro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Precisamos de alguém para defender a embarcação e você é o mais indicado. - respondeu o mago.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&amp;nbsp;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Marlus
ainda tentou protestar contra, mas Azhara estava a coordenar a
descida dos outros companheiros. Contrariado, o bárbaro ficou a
olhar seus amigos desaparecem pelo mar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Os
bravos guerreiros não tiveram dificuldades em respirar debaixo
d'água devido ao encanto que Azhara conjurou e nadaram até a
entrada do que parecia ser um templo. Ali não tiveram problemas para
respirar, mesmo quando cessou o efeito da magia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;O
pórtico de entrada estava em ruínas e ainda assim exibia a beleza
de outrora.  Gunglain e Arcanya fizeram tochas com pedaços de
madeira que ali encontraram. O cavaleiro caminhou mais a frente
seguido de Fernanda e mais atrás estavam Azhara e a rainha. Todos
entraram juntos no recinto que exibia a escuridão em seu interior.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;A
luz proveniente das tochas não era forte o suficiente para iluminar
bem o local, o que dificultava a visão da maioria, até mesmo para a
mestiça, que do grupo parecia ser a que melhor enxergava nessas
condições.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Ao
passarem pelo pórtico, eles chegaram ao que parecia ser um salão
nobre. Algumas figuras imponentes estavam talhadas nas paredes e
todas elas estavam em péssimo estado de conservação. Pareciam ser
divindades ou soberanos locais, pois muitas dessas imagens se
assemelhavam a sereias ou tritões.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Na
parede oposta a entrada, outras aberturas eram vistas. Todos
aproximaram até perceberem que eram acessos a três corredores tão
escuros quanto o próprio salão. Eles se entreolham sem saber qual
dos corredores seguir. Cada um dava um palpite diferente com exceção
de Arcanya que parecia prestar atenção ao redor.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&amp;nbsp;- Fiquem quietos! - ela pediu aos companheiros. - Ouço passos. Passos apressados, mas ainda distantes de nós. Não sei bem ao certo de onde vem, mas eu creio que venha do corredor do meio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Gunglain
foi o primeiro a entrar no corredor central, erguendo a tocha com uma
mão e a outra empunhando a espada. Fernanda foi logo atrás e trazia
em suas mãos adagas afiadas. Arcanya seguia ao lado de Azhara, ele
com o cajado em uma das mãos e a tocha na outra, ela com o arco em
punho. Por algumas vezes a ladina se adiantava em relação ao grupo
e ia furtiva detectando se havia armadilhas no local, desarmando-as
quando era necessário.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Os
passos que eles ouviram antes estavam cada vez mais próximos.
Gunglain pede para que Fernanda fique junto ao grupo e começa a
caminhar sozinho mais à frente.  Quanto mais ele caminhava, mais os
passos alheios pareciam se aproximar. A aproximação foi tanta que
os passos, que vinham em direção oposta ao cavaleiro, se
encontraram com os do humano, acontecendo o choque de dois corpos. O
rapaz, por ser maior, apenas recuou uns passos. O outro, por ser
menor, caiu sentado no chão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Gunglain
levou a tocha até o outro que estava caído e percebeu que se
tratava de um anão. Este, muito assustado, se erguia lentamente
olhando para o humano. O cavaleiro notou que ele trajava roupas de
sacerdote, provavelmente de uma divindade do panteão anão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- O que faz aqui? - indagou o cavaleiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Estou perdido. Eu e meus amigos nos perdemos quando, sem saber, abrimos um portal em nossa cidade. Quando eu me dei conta estava aqui sem a companhia deles. -&amp;nbsp; respondeu o anão. - Mas... e você o que faz aqui? Também perdido?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Não. Vim com outras pessoas em missão de resgate de parte de um artefato.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Os
outros, que estavam mais atrás aguardando a volta do cavaleiro, se
aproximaram ao ouvirem as vozes dos dois. E ficaram surpresos ao
verem o anão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&amp;nbsp;- Quem é ele? - Fernanda perguntou a Gunglain.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Alguém que está perdido e pelos trajes creio que seja um sacerdote. - respondeu o cavaleiro. - Estou certo? -&amp;nbsp; o humano fez a pergunta ao anão e este respondeu balançando a cabeça positivamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Qual o nome dele? -&amp;nbsp; a humana tornou a perguntar. Antes que o rapaz pudesse responder, o sacerdote falou:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Esqueci de me apresentar. Sou Durgondo Carvalho de Ferro, clérigo dos Ancestrais Anões. E vocês como se chamam?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Sou Gunglain, cavaleiro e duque de Theramore. - respondeu primeiramente o humano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Sou Azhara. - o mago limitou-se a dizer somente o nome.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Sou Fernanda, uma jovem um tanto que... esperta. -&amp;nbsp; a humana sorriu ao terminar sua apresentação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Sou Arcanya, rainha dos elfos de Ethruria. - a mestiça ao se apresentar terminou o ciclo de apresentações. - Como veio parar aqui? - ela perguntou a Carvalho de Ferro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Como havia dito ao seu amigo, sem querer, eu e meus amigos abrimos um portal e viemos parar aqui. Percebi que havia me perdido deles quando recobrei a consciência. Quero encontrá-los e voltar para casa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Hum... - a meio elfa pensou um pouco antes de concluir a frase – Você virá conosco até encontrarmos seus amigos e uma maneira de vocês retornarem as suas casas. Concorda?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Concordo. Qual plano vocês tem em mente? - o clérigo parecia interessado em querer que eles compartilhassem suas ideias com ele.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Seguiremos por este corredor, fazendo o caminho que você fez até nos encontrar. - Gunglain falou. O sacerdote pareceu assustar-se com a ideia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Há muitas criaturas pelo caminho que vim. Algumas eu enfrentei, outras fugi. Estava fugindo de uma dessas criaturas quando os encontrei. Peço que tenhamos muito cuidado. - o anão ponderou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Gunglain
concordou com a cabeça e todos voltaram a caminhar pelo corredor.
Durante o percurso encontraram corpos de criaturas marinhas e também
de pessoas, talvez aventureiros que descobriram o templo e resolveram
investigar.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;O
clérigo guiava a todos e ia mais à frente acompanhado do cavaleiro
e da ladina, mais atrás seguiam o mago e a patrulheira. Todos
prestavam atenção a cada passo dado, a cada barulho ouvido. E com
isso eles puderam prever a aproximação de algumas criaturas.
Possuíam cor verde-escuro nas costas, clareando em direção ao
abdômen, e barbatanas negras. Verdadeiros homens-peixe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Azhara,
com seu conhecimento mistico, alertou aos outros que poderiam ser
criaturas conhecidas como sahuagins. O sacerdote anão afirmou que
fugia dessas criaturas quando encontrou o grupo. Com armas em punho,
os homens-peixe atacaram os aventureiros e esses revidavam como
podiam, seja no ataque corpo-a-corpo, no ataque à distância ou com
magias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;A
batalha contra os sahuagins durou o tempo suficiente para que o grupo
precisasse dos poderes de cura de Carvalho de Ferro. Com a ajuda do
sacerdote, eles conseguiram vencer as criaturas e prosseguiram pelo
corredor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Por
mais algum tempo eles continuaram a caminhar pelo extenso corredor.
Fernanda já estava entediada em andar a esmo, assim como Gunglain. O
cavaleiro por algumas vezes perguntava a si mesmo se eles não haviam
se perdido. Os outros permaneciam em silêncio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Alguns
minutos se passaram, talvez horas, até que no fim do corredor uma
fraca luz podia ser percebida. Essa visão animou o grupo, que
apressou o passo na curiosidade de descobrir o que havia lá. Ao
final do corredor havia uma porta que dava acesso a uma câmara
iluminada. Os aventureiros entraram sem ao menos verificar se havia
alguma armadilha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;O
local não exibia decoração relevante, algumas pinturas
descascadas, algumas reentrâncias nas paredes. O chão, desnivelado,
fazia com que o grupo andasse com cautela. Enquanto os outros se
dirigiam para o centro da câmara, Fernanda pareceu observar as
paredes, pois algo nelas chamou sua atenção. Vasculhando com as
mãos, ela encontrou algo parecido com um dispositivo e ao
desarmá-lo, um estrondo foi ouvido, chamando a atenção de todos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Em
uma das paredes da sala, até então não percebido, um portão se
abria e revelava uma cela. Azhara percebeu que o pedaço do tridente
que trazia consigo começou a brilhar intensamente. Para ele esse
sinal significava duas coisas: ou ali estava o restante do artefato
ou o próprio Oceannus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- O que faremos? - Arcanya perguntou aos seus amigos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- O tridente brilha. - o mago mostra o artefato aos outros. - A outra parte pode estar dentro daquela cela. Ou até mesmo o titã.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Vamos lá ver o que encontramos. - Gunglain falou e seguiu rumo ao portão aberto. Os outros o seguiram.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Da
entrada da cela, apenas podiam ver contornos de pilares e entalhes
nas paredes, pois a iluminação era muito precária. As tochas
trazidas pelo grupo já estavam no fim e a luz que exibiam não
ajudava muito.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Eles
entraram no recinto e ficaram a observar o local, notando mais ao
fundo uma grande silhueta. Seguiram até ela e viram que se tratava
de uma figura humanoide gigante acorrentada. O grupo olhou surpreso
para o gigante, com exceção do anão, que nada entendia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Será ele? - perguntou Fernanda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Acho que sim. - respondeu Azhara.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- De quem vocês estão falando? - perguntou Carvalho de Ferro. Ele estava completamente perdido no assunto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- É uma longa história. Mas o que posso dizer é que esse pode ser o titã Oceannus, dono do artefato que viemos procurar. - respondeu o mago.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Enquanto
os seus companheiros conversavam, Gunglain ficou a observar a
criatura. Ele queria ter certeza se ela estava viva ou morta. Ao se
aproximar mais, percebeu que ela ressonava e deduziu que apenas
adormecia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Ele está adormecido, não oferece perigo algum. Podemos prosseguir. - o cavaleiro disse ao chegar perto de seus amigos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Vamos libertá-lo. - a rainha falou imponente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- E por qual motivo faríamos isso? - retrucou Gunglain.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Ele pode ser Oceannus. - respondeu a mestiça.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Nós temos que libertá-lo baseado numa suposição? Não concordo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Creio que Arcanya tenha razão. O tridente brilha, há uma possibilidade de ele ser o titã. - Azhara interviu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Façam como acharem certo. - o cavaleiro resmungou entre os dentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;O
suposto titã estava acorrentado pelos braços com fortes correntes e
estas não estavam ao alcance do grupo. O grupo se entreolhou antes
de tomar uma atitude e escolheram a rainha para golpear as correntes,
por ela possuir o cinturão de Aramus que lhe conferia uma força
descomunal. Para que ela pudesse alcançar o alvo, o mago retira de
uma bolsa que traz consigo uma pena e a movimenta enquanto recita
umas palavras arcanas, para posteriormente tocar na mestiça, lhe
concedendo assim o poder de voar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Arcanya
voa até as correntes e as golpeia, não surtindo o efeito esperado.
Ela tenta novamente e nada acontece. Os seus companheiros a observam
sem entender porque ela não estava conseguindo quebrar as correntes.
A meio elfa tentou proferir mais um golpe, mas o conteve ao ver a
figura gigante se mexer e abrir os olhos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Quem ousa quebrar as correntes que me prendem? - falou o gigante olhando em direção a rainha que flutuava a sua frente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Oceannus? - Azhara perguntou enquanto se aproximava da figura. O gigante olhou para a direção do humano com um olhar curioso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Como sabe quem eu sou? - olhou para todos que estavam ali no recinto. - Quem são vocês?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Pessoas interessadas em obter sua ajuda para encontrar um artefato que no passado lhe pertenceu. -&amp;nbsp; o mago responde e retira de sua bolsa o tridente partido, mostrando-o ao titã - Reconhece?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- É meu tridente. -&amp;nbsp; os olhos de Oceannus encheram-se de raiva ao ver o artefato partido e lembrou-se de quem o partiu. - Maldito Aureus! - ele esbravejou antes de perguntar - Como o encontrou?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Em algumas ruínas na ilha de Lodis. E graças a um livro que se encontra na biblioteca do reino dos elfos, descobrimos a localização desse local. - respondeu o arcano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Estamos à procura da outra metade do tridente e queríamos a sua ajuda para encontrá-lo. Por isso eu estava golpeando as correntes para que pudéssemos libertá-lo. - a meio elfa falou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Suas armas são inúteis contra essas correntes. Somente o tridente pode quebrá-las. - as palavras do titã pareceram frustrar o grupo – Encontre-o e traga aqui para me libertar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- O que ganhamos em troca? - perguntou Fernanda que até então estava calada. A ladina imaginava que o titã poderia ter algo muito valioso a oferecer.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Posso ajudá-los com o que desejarem. Sou um titã, tenho poderes supremos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Fernanda
sorri ao ouvir as palavras dele. Cobiça por prêmios era algo que
sempre a movia. Animada, ela tenta convencer seus companheiros a
ajudar o titã. Os outros concordam em ajudar, mas não pelo mesmo
motivo da ladina. Todos não, Gunglain estava “concordando” a
contragosto, pois ele achava que Oceannus não era confiável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Antes
de partirem, Oceannus disse a eles que usassem a parte do tridente
que possuíam, pois ela os levaria ao pedaço que faltava. Azhara
balançou a cabeça concordando com a sugestão do titã e deixou o
tridente à mostra, segurando com uma das mãos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Os
aventureiros saíram do recinto rumo ao local onde estaria a outra
parte do tridente e tinham como guia o pedaço que possuíam.
Fernanda e Arcanya iam na frente, uma para desarmar possíveis
armadilhas, a outra para encontrar possíveis rastros. Azhara ia logo
atrás e erguia o tridente a sua frente, observando se emitia algum
brilho ou calor. Gunglain e Carvalho de Ferro iam logo atrás
cobrindo a retaguarda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Eles
seguiram por um túnel que não possuía nenhuma bifurcação e não
encontraram nenhum empecilho, apenas alguns corpos não
identificáveis devido ao estado de decomposição. Ao chegarem ao
fim do túnel, uma grande sala é desvendada, tendo em seu centro uma
espécie de lagoa. Azhara sente o tridente queimar em suas mãos e os
outros observam o brilho que ele emite. “Então a outra parte está
aqui.”, pensou o mago. O arcano humano se aproxima da lagoa e
percebe que no fundo algo brilha tão intensamente quanto o artefato
que trazia consigo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&amp;nbsp;- A outra parte está lá embaixo. - o mago diz apontando para o fundo da lagoa. Os seus companheiros se aproximam e também observam o brilho vindo do fundo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Então é só descer né? - Fernanda diz enquanto se aproxima cada vez mais da borda da lagoa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Ei, Fernanda! - Arcanya põe a mão no ombro da jovem humana tentando impedi-la de entrar na água. - Não seja precipitada!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Precisamos de um plano para conseguimos recuperar o que está lá embaixo. - Azhara para de falar e coça o queixo por alguns instantes como se pensasse em algo. - Bom... - e continuou. - Qual de vocês possui algum artefato ou poção que possa fazer com que respire debaixo d'água? Eu consigo através de magia, posso levar mais de um, porém o tempo que poderemos permanecer será bem curto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Eu tenho a benção divina dos Ancestrais Anões e com isso eu posso respirar na água. Eu também posso levar mais de um comigo, mas sofrerei as mesmas restrições que Azhara. - falou o sacerdote.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&amp;nbsp;Arcanya,
Fernanda e Gunglain procuraram em seus pertences algo que pudesse
servir para respirar debaixo d'água, mas somente o cavaleiro
encontrou algo que servisse.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&amp;nbsp;- Encontrei isso em minhas coisas. - o cavaleiro mostra um frasco contendo algum liquido dentro. - Não sei muito bem o que é. Será que serve?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Deixe-me ver. -&amp;nbsp; o mago pegou o frasco e analisou com os olhos. Ficou em silêncio por alguns minutos antes de responder. - Sim, meu caro Gunglain. Esse frasco contem uma poção que faz com que se respire embaixo d'água.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Então está decidido. Iremos eu, Azhara e Gunglain. As duas senhoritas ficam nos aguardando aqui fora. - falou Carvalho de Ferro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Acho perigoso só irem vocês. Deixe-nos acompanhar também. - pediu Arcanya.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Você e Fernanda ficam aqui. Se algo acontecer a nós, vocês são a nossa esperança. - Azhara disse, mesmo que internamente ele desejasse a força da rainha ao seu lado enquanto estivessem submersos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Os
preparativos para a descida ao fundo da lagoa começam. Azhara recita
algumas palavras arcanas, segura um punhado de palha em uma de suas
mãos e o passa pelo próprio corpo. Gunglain sorveu todo o conteúdo
que continha no frasco da poção em um só gole. Carvalho de Ferro
ora aos Ancestrais Anões para que eles lhe concedam a benção
desejada. Após o termino dos preparativos, os três aproximaram-se
da água e mergulharam sob os olhares atentos de Arcanya e Fernanda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;A
descida até o fundo da lagoa foi tranquila. Cada vez que se
aproximavam do objeto que estava no fundo, mais Azhara sentia a parte
do tridente queimar e brilhar em suas mãos. E assim que conseguiu
por as mãos nele e juntar com a outra parte, um brilho intenso tomou
conta do lugar, chamando atenção das jovens que aguardavam à
margem da lagoa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Parece que eles conseguiram. - comentou a rainha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Viva! - os olhos da ladina brilhavam com o sucesso obtido e a possível recompensa a ser conquistada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Com
a relíquia em mãos, eles começaram a nadar de volta à superfície,
porém no meio do caminho foram interceptados por uma criatura. Um
ser que ora parecia uma tartaruga devido ao seu casco, ora parecia um
dragão devido a sua mandíbula, assustando os três aventureiros e
os atacando em seguida.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Os
bravos humanos se defendiam como podiam. Gunglain ia para o
contra-ataque bradando sua espada, Azhara se valia das magias que
lançava e Carvalho de Ferro usava suas orações e bençãos
provindas dos Ancestrais Anões para curar e proteger seus
companheiros. A criatura atacava alternadamente com as garras e a
mandíbula, enquanto os golpes desferidos pelo cavaleiro resvalavam
em sua carapaça dura e quando conseguia ultrapassá-la, pouco
ferimento causava.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;A
batalha estava difícil e favorável ao inimigo. Nem as orações do
sacerdote estavam surtindo efeito devido a quantidade de ferimentos
que recebiam do oponente. O dragão tartaruga, como fisicamente era
parecido, não contente em atacar com as garras e os dentes, atacava
também utilizando-se do sopro de dragão. Por duas vezes ele usou o
ataque, sendo a segunda mortal para Azhara.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;O
combate parecia ganho para o inimigo, mas com muito esforço o
cavaleiro e o sacerdote conseguiram vencê-lo. Do lado de fora, a
mestiça e a humana perceberam a água ficar turbulenta, mas nada
viam além disso. A patrulheira olhava para a água preocupada, mas a
ladina nada fazia e permanecia sentada aguardando. Não demorou muito
para que Gunglain e Carvalho de Ferro emergissem com o corpo de
Azhara nos braços do cavaleiro. Arcanya olhou para eles com tristeza
nos olhos, mas Fernanda só queria saber se haviam conseguido o
tridente. A sua ansiedade em obter a recompensa de Oceannus era tanta
que ela nem reparou os olhares de reprovação que recebeu dos outros
companheiros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- O que vamos fazer? - a meio elfa indagou preocupada. - Azhara está morto!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Não sei. Eu avisei que não devíamos confiar no titã. Agora veja como nosso amigo está. - retrucou o cavaleiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Isso não é hora para ficarmos discutindo o que devia ter sido feito. - o sacerdote interviu. - Estamos com o tridente completo e vamos levá-lo até Oceannus. Ele saberá o que fazer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Isso! Vamos logo! - Fernanda, animada, chamava os companheiros para segui-la.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Sem
muito ânimo, os outros não tiveram outra escolha senão seguir com
a ladina de volta a cela onde o titã estava preso. Com exceção da
jovem humana, todos os outros exibiam um semblante triste por causa
da perda do companheiro, principalmente o cavaleiro e a patrulheira,
pois eles já conviviam com o mago há bastante tempo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Refizeram
o caminho em silêncio, tendo Fernanda à frente guiando o grupo. Ao
chegarem ao local, Oceannus olha para o grupo e este para defronte a
ele. Gunglain coloca o corpo de Azhara no chão, pega o tridente que
estava com Carvalho de Ferro e encara o titã com um olhar sério.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Aqui está o seu tridente. - o cavaleiro mostra o artefato a Oceannus. - Foi conseguido ao custo da vida de nosso amigo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Sim, eu percebi. E sinto que põe a culpa em mim por causa disso. - o titã fala olhando para Gunglain e este mantém o mesmo olhar sério para o outro. - Se me permitir posso trazer seu amigo de volta a vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Seria digno de sua parte fazer isso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Preciso que vocês quebrem as correntes com o tridente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Gunglain
lançou um olhar incrédulo ao titã e não moveu-se do lugar.
Arcanya foi até o cavaleiro, tirou o tridente de suas mãos e
quebrou as correntes que prendiam os pés de Oceannus. Depois, com
muito esforço, ela subiu pelo corpo dele até alcançar suas mãos e
quebrou as correntes que as prendiam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Por favor, jovem. Me devolva o tridente. - o titã pediu assim que viu Arcanya chegar ao chão. A mestiça obedeceu e lhe entregou o artefato. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Oceannus
pega o tridente das mãos da rainha e aponta para o corpo de Azhara,
recitando algumas palavras em seu idioma. Alguns minutos depois o
mago humano abre lentamente os olhos. Gunglain aproxima-se do amigo e
o ajuda a se erguer. Arcanya e Carvalho de Ferro sorriem ao verem o
companheiro vivo, mas Fernanda só tinha interesse em saber da
recompensa que o titã havia prometido. Quando a ladina teve intenção
de mencionar algo, foi interrompida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&amp;nbsp;- Devo agradecê-los por terem recuperado meu tridente e me libertado. Como forma de agradecimento, concedo para cada um de vocês um desejo. - Oceannus falou a todos, deixando-os surpresos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Quem começa? - Fernanda falou chamando a atenção pra si.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Já que está tão interessada, você pode ser a primeira. - resmungou Gunglain. A ladina olhou para ele e lhe mostrou a língua.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&lt;br /&gt;- Pois bem. - a jovem humana para e pensa um pouco antes de falar – Eu quero poder. Muito poder.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Oceannus
ouviu atentamente o pedido da humana e bateu com a haste do tridente
no chão. Um estrondo foi ouvido por todos, mas nada além disso
aconteceu. Fernanda olhava atônita para o titã querendo respostas
para perguntas apenas formuladas em sua mente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Quero ser o segundo. - Carvalho de Ferro colocou-se a frente de Oceannus. - Eu vim parar nesse local por engano, juntamente com meus amigos. Me perdi deles e tenho como desejo voltar para minha cidade com eles.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;O
titã meneia a cabeça num gesto afirmativo e bate novamente com a
haste do tridente. Outra vez um estrondo é ouvido, mas
diferentemente da vez anterior, o sacerdote anão desaparece na
frente de todos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Minha vez. - Gunglain falou, deixando Azhara aos cuidados de Arcanya. - Eu desejo encontrar o amor verdadeiro. Somente isso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Mais
uma vez Oceannus repete o gesto anterior e como no caso do sacerdote,
o cavaleiro também desaparece do recinto. Arcanya olha para Azhara
preocupada, mas o mago pede que ela tenha calma. O humano com algum
sacrifício se aproxima do titã.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&amp;nbsp;- Não serei egoísta ao ponto de pedir algo somente para meu próprio bem. Há pouco tempo atrás tivemos um combate contra as forças eloranas na cidade de Ravenmore. Muitas vidas foram perdidas e as que não foram, tiveram como destino a escravidão. Queria que eles retornassem a vida que eles tinham antes do acontecimento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Novamente
o titã refaz o mesmo ritual e como no caso de Fernanda, nada além
do do estrondo aconteceu. Arcanya pensou se realmente aquilo que
desejavam estava realmente sendo atendido, mas desistiu dos devaneios
ao fazer o seu desejo:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- O reino de Ethruria há pouco tempo sofreu um ataque de orcs, o que ocasionou mortes e destruição do local. Desejo que todos os que morreram nessa batalha voltem a vida, assim como o reino volte ao esplendor que era antes do confronto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Após
ter atendido todos os desejos, o titã murmura algo em sua língua e
ergue o tridente. Um raio sai dele rumo ao céu, desaparecendo em
seguida. Os que estavam ali observam com assombro o que estava
acontecendo. Mas o que eles não sabiam é que em algum lugar da
costa continental, uma enorme onda invade e destrói o que vê pela
frente. Era a vingança de Oceannus ao que Aureus fizera a ele.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Oceannus
abaixa o tridente e olha para o grupo. Com as mãos, ele pede que se
aproximem. O trio se aproxima com um pouco de receio, mas o titã os
tranquiliza dizendo que vai levá-los de volta à superfície. O titã
gira o tridente e embaixo dos seus pés um chafariz é formado,
levando todos à superfície.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Durante
todo o tempo que seus amigos permaneciam submersos, Marlus andava de
um lado para o outro no convés do galeão élfico. Ele estava
inconformado de ter ficado de fora da expedição. Por muitas vezes,
o bárbaro olhava para o mar na expectativa de ver seus companheiros
retornando. E em uma dessas observações, ele percebe o mar ficar
agitado e mantém o olhar fixo na direção do acontecimento. Em
instantes, surge uma figura imponente e gigante, segurando em uma das
mãos um magnífico tridente. Ao lado dele estavam Arcanya, Azhara e
Fernanda, o que fez Marlus respirar aliviado e ao mesmo tempo
preocupado pois havia notado a falta de Gunglain.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Tudo
parecia tranquilo quando Oceannus deixou o trio no convés da
embarcação, mas a tranquilidade durou alguns segundos. Uma criatura
surgiu sem que ninguém percebesse sua chegada e atacou o titã, que
usou de sua agilidade para não atingir o galeão élfico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Aureus! Maldito! - esbravejou Oceannus quando viu quem era o seu agressor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Aureus,
o arauto mor de Elor, não havia vindo sozinho. Trouxe com ele
algumas criaturas malignas que ameaçavam atacar a embarcação e sua
tripulação. Oceannus se colocou à frente do galeão e atacou
Aureus com o tridente, não ferindo muito o adversário diretamente,
mas dizimando as criaturas por ele convocadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Por
mais que Azhara, Arcanya, Fernanda e Marlus quisessem ajudar, o
combate não estava à altura deles. Oceannus lutou sozinho contra
Aureus e por infelicidade acabou sendo derrotado pelo arauto mor,
tendo seu corpo inerte lançado ao mar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;A
tripulação da embarcação estava apavorada e os bravos heróis se
preparavam para enfrentar o poderoso inimigo. Aureus fez menção de
atacá-los, mas foi interrompido por um contra-ataque vindo de mais
além. Um dragão dourado havia utilizado-se do sopro de dragão para
atacar, atraindo para si a atenção do arauto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Aureus
enfureceu-se com o golpe recebido e convocou novas criaturas
malignas, mandado-as atacar o dragão dourado. O dragão não estava
só, tinha a companhia de outros titãs e estes atacaram as criaturas
convocadas, deixando o caminho livre para ele atacar diretamente o
arauto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;O
combate foi intenso e a tripulação do galeão élfico apenas
assistiu sem intervir. As criaturas convocadas pelo arauto foram
dizimadas pelos titãs e o próprio Aureus perdeu o embate contra o
dragão dourado. Ele jurou vingança e desapareceu em seguida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Com
a derrota do inimigo, os titãs se reuniram ao lado do dragão
dourado, sendo que este olhava atentamente a embarcação élfica que
estava ali. Arcanya, Azhara, Fernanda e Marlus perceberam e não
sabiam ao certo se deviam atacar ou esperar. O que aquela criatura
estava planejando eles nem imaginavam o que poderia ser, mas com um
gesto o dragão os teleportou dali para algum lugar bem distante e
entre nuvens.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2651570765165165378-3387359684175481627?l=contoseloranos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contoseloranos.blogspot.com/feeds/3387359684175481627/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2651570765165165378&amp;postID=3387359684175481627&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/3387359684175481627?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/3387359684175481627?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://contoseloranos.blogspot.com/2011/10/conto-04-o-tridente-de-oceannus-parte.html" title="Conto 04: O tridente de Oceannus (Parte 02)" /><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600866747272263670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/_vdxGz61dS5Q/SqcQW1cPb1I/AAAAAAAAArc/5wTq4tbMUZY/S220/bruno+e+eu.jpg" /></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkMDQHc9fSp7ImA9WhdQFEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2651570765165165378.post-600446933691187958</id><published>2011-08-15T22:24:00.002-03:00</published><updated>2011-08-15T22:34:31.965-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-15T22:34:31.965-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="divulgação" /><title>Parceria: Irmãos Drow</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://irmaosdrow.wordpress.com/"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-_Vc9jzw8J0o/TknGb70Au-I/AAAAAAAAA1M/aFBtCXWmtWE/s1600/irmaos_drow170x50.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Hoje venho aqui falar de uma novidade: nosso blog agora tem parceria. Sim, o site &lt;a href="http://irmaosdrow.wordpress.com/"&gt;Irmãos Drow&lt;/a&gt; é o nosso primeiro parceiro (espero eu conseguir mais parcerias).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Irmãos Drow é um site que aborda o mundo nerd, com preferência para o RPG. Lá você encontrará dicas, tópicos engraçados, imagens motivacionais (que agrada e muito o público masculino) e curiosidades, além de bate-papos e mesas redondas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; Se você se encaixa no perfil, confira. Garanto que irá sair, no mínimo, gargalhando com alguma piada feita pelo ladino (&lt;a href="http://twitter.com/#%21/EneminID"&gt;@EneminID&lt;/a&gt;) ou com a curiosidade morta por algum texto do &lt;strike&gt;feiticeiro&lt;/strike&gt; mago (&lt;a href="http://twitter.com/#%21/ElzainID"&gt;@ElzainID&lt;/a&gt;). E se quiser colaborar com eles, tem postagens com participação do público. Legal né?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;Ficou curioso? Acesse: &lt;a href="http://irmaosdrow.wordpress.com/"&gt;http://irmaosdrow.wordpress.com&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2651570765165165378-600446933691187958?l=contoseloranos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contoseloranos.blogspot.com/feeds/600446933691187958/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2651570765165165378&amp;postID=600446933691187958&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/600446933691187958?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/600446933691187958?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://contoseloranos.blogspot.com/2011/08/parceira-irmaos-drow.html" title="Parceria: Irmãos Drow" /><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600866747272263670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/_vdxGz61dS5Q/SqcQW1cPb1I/AAAAAAAAArc/5wTq4tbMUZY/S220/bruno+e+eu.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-_Vc9jzw8J0o/TknGb70Au-I/AAAAAAAAA1M/aFBtCXWmtWE/s72-c/irmaos_drow170x50.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkUAQXs8cSp7ImA9WhdRFUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2651570765165165378.post-162815980591433696</id><published>2011-08-05T22:30:00.000-03:00</published><updated>2011-08-05T22:30:40.579-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-05T22:30:40.579-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="divulgação" /><title>RPGCast #06 - Contos Eloranos na RPGVale de novo!</title><content type="html">&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Foi ao ar hoje o RPGCast #06 do RPGVale e que fala sobre os blogs de rpgistas. Entre os blogs citados (muitos com muito mais fama que eu), nosso humilde blog também estava na lista. Fiquei super feliz! Agradeço ao &lt;a href="http://twitter.com/#%21/O_RPGista"&gt;@O_RPGista&lt;/a&gt;, ao &lt;a href="http://twitter.com/#%21/savioyoda"&gt;@savioyoda&lt;/a&gt;, a &lt;a href="http://twitter.com/#%21/Lauraniz_"&gt;@Lauraniz_&lt;/a&gt; e ao &lt;a href="http://twitter.com/#%21/Daniel_DarkWolf"&gt;@Daniel_Darkwolf&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Quem quiser ouvir esse podcast e os outros aqui vai o link: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.rpgvale.com.br/2011/08/rpgcast-06-o-poder-dos-blogs-rpgistas.html" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;RPGCAST #06: O poder dos blogs RPGistas&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2651570765165165378-162815980591433696?l=contoseloranos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contoseloranos.blogspot.com/feeds/162815980591433696/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2651570765165165378&amp;postID=162815980591433696&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/162815980591433696?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/162815980591433696?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://contoseloranos.blogspot.com/2011/08/rpgcast-06-contos-eloranos-na-rpgvale.html" title="RPGCast #06 - Contos Eloranos na RPGVale de novo!" /><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600866747272263670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/_vdxGz61dS5Q/SqcQW1cPb1I/AAAAAAAAArc/5wTq4tbMUZY/S220/bruno+e+eu.jpg" /></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0YMSHk5eyp7ImA9WhdRFUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2651570765165165378.post-2413302438283678855</id><published>2011-07-27T21:30:00.008-03:00</published><updated>2011-08-05T22:46:29.723-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-05T22:46:29.723-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="oceannus" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="conto" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="tridente" /><title>Conto 04: O tridente de Oceannus (Parte 01)</title><content type="html">&lt;u style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Resumo:&lt;/u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;"A vida segue para os sobrevientes da batalha contra os orcs, com muito mais trabalho para os elfos de Ethruria que arduamente tentam trazer o esplendor de volta ao seu reino. Gunglain e Marlus vão a Theramore para resolver problemas do ducado. Azhara se empenha ao máximo para reconstruir o livro que mostrará a localização exata da segunda parte do tridente. Arcanya vai aprendendo no dia-a-dia como é ser rainha e quais responsabilidades tomar, principalmente quando se tratar de unir reinos élficos."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;E o tempo passa...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Logo após a vitória sobre os orcs, os elfos de Ethruria começaram a reconstrução do reino, mesmo com as baixas sofridas na batalha. A rainha, sob os conselhos de Tessan, fazia o possível para dar apoio aos seus súditos. Mas mesmo para ela estava sendo difícil, pois essa nova vida era totalmente diferente da que estava acostumada. O espírito aventureiro de Arcanya a fazia sair a noite para patrulhar o entorno do reino, gerando preocupação e reprimenda por parte de Tessan.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em uma dessas patrulhas noturnas, a jovem mestiça ao retornar para seus aposentos no castelo, percebe que há uma pessoa deitada em sua cama. Ela se aproxima e sacoleja a outra pessoa que acorda assustada. Arcanya percebe que é uma jovem elfa com feições muito parecidas com as suas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- O que faz aqui? - a elfa indaga assustada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Eu é que lhe faço a pergunta: o que faz no meu quarto? - retrucou a rainha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Com o barulho gerado pelo tom alto das vozes, guardas entram no recinto e param ao verem “duas” rainhas, olhando atordoados para elas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Eu sou a verdadeira! - Arcanya aponta para si e depois aponta para a elfa – Ela é a impostora!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A elfa não reagia a acusação da rainha e os guardas se entreolhavam confusos sem saber ao certo que era a verdadeira e quem era a impostora. Essa dúvida perdurou por alguns segundos até Tessan aparecer e dispensar os guardas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Está tudo bem aqui. Muito obrigada por virem defender a rainha, mas agora estão dispensados. - e com isso os guardas se retiram. Arcanya olhou para ele sem entender e imaginando o que poderia acontecer com esse fato presenciado por eles. - Calma minha rainha, eles são de confiança e nada do que viram sairá daqui.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O sábio fechou a porta do quarto e sentou-se em uma poltrona que ali estava. A jovem elfa sentou-se na cama, mas Arcanya ficou de pé e andava de um lado para o outro nervosa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- O que essa jovem está fazendo em meus aposentos? Diga-me Tessan! - a mestiça falou exasperada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Minha rainha foi necessário isso, já que estás muito ocupada com suas “patrulhas”. Para que o povo não comece a desconfiar que o trono esteja vazio, pedi que essa jovem ficasse em seu lugar. -&amp;nbsp; o sábio conselheiro explicou em tom calmo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Arcanya sentiu que tinha exagerado e que o sábio tinha razão em tomar providências como essa, estava com muita frequência se ausentando do castelo. A soberana olhou para a elfa, atenta aos detalhes que a faziam ser tão parecida com ela própria.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Quem é ela? - a mestiça perguntou a Tessan – É muito parecida comigo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Esta é Eloara. - respondeu o sábio – É uma das jovens da unidade das donzelas. Por sua semelhança com vossa majestade que eu a escolhi.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- É uma honra servi-la minha rainha. - Eloara faz uma breve reverência a mestiça. - Creio que seja melhor eu me retirar para que vossa majestade possa descansar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Eloara, espere. - pediu Tessan.&amp;nbsp; A jovem elfa assentiu e esperou. - Minha rainha, acho que poderia ensinar algumas de suas habilidades a ela.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Tudo bem, eu a ensino. - a meio elfa concordou e terminado o assunto tanto Eloara quanto Tessan se retiram do aposento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O tempo foi passando e a rainha ainda continuava a sair as escondidas para patrulhar, tendo o seu trono ocupado muitas vezes por Eloara. Azhara continuava a restaurar o livro que havia sido queimado pelo mago meio elfo e fazia isso com afinco. Por um tempo, Marlus e Gunglain permaneceram em Ethruria e só partiram quando receberam um chamado de Theramore, através do lorde guardião do ducado. Eles se despediram da rainha e de Azhara e seguiram rumo ao ducado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em Theramore, o cavaleiro e o bárbaro se deparam com problemas locais e Gunglain recebe uma convocação do rei de Natra, reino vizinho ao seu ducado. Ele vai até o reino, levando Marlus junto. O rei os convida para um banquete que irá realizar em instantes, para reunir alguns nobres e tratar de negócios. Os dois viajantes concordam em participar e ficam hospedados no castelo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Na hora do jantar, um farto banquete é servido. Nobres locais e de alguns feudos próximos comparecem e parecem discutir negócios. Alguns nobres se aproximam de Marlus e oferecem as mãos de suas filhas. O bárbaro, confuso, rejeita as propostas, deixando os nobres enfurecidos com tamanha ofensa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mais afastado, o rei de Natra conversa a sós com Gunglain. Em meio a coisas sobre o reino e o ducado, o rei propõe que o cavaleiro aceite a mão de sua única filha como forma de unir Natra e Theramore. O cavaleiro fica surpreso com a proposta e, por não querer se envolver seriamente, rejeita o pedido, deixando o soberano furioso principalmente por Gunglain ter proposto que ele casasse a filha dele com Marlus. Com tamanha afronta sofrida, o líder de Natra expulsa os dois de seu castelo e ainda ameaça retaliação a Theramore. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Após esse incidente, o cavaleiro envia uma mensagem a rainha de Ethruria avisando que tanto ele quanto o bárbaro ficariam no ducado, pois tinham problemas a resolver.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Conforme o tempo ia passando, o restauro do livro estava cada vez mais evidente. Tessan passava seu conhecimento a Azhara e o humano absorvia com maior gratidão. Algumas vezes a rainha ia visitar o mago para saber como estava o procedimento e numa dessas visitas ela relata a ele que precisaria se ausentar do reino, devido a uma convocação dos patrulheiros da ilha, e levaria Tessan com ela. O humano diz que continuará com seus afazeres e cuidará do reino se for preciso ele intervir em algo. A mestiça agradece e se retira, pois ainda tinha que providenciar o que levaria em viagem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não tardou muito para que Arcanya, em comitiva, seguisse rumo ao local da reunião. Era numa floresta localizada ao centro da ilha de Lodis, oculta de qualquer olhar vigilante do império. Nela os patrulheiros estavam reunidos, de vários lugares da ilha e até mesmo do continente. Quando a soberana de Ethruria chegou a reunião, foi devidamente saudada pelos companheiros.&amp;nbsp; Ela retribuiu a saudação ao mesmo tempo que olhava admirada para todos que estavam ali. “Será que Sabino participou de uma reunião dessas quando era vivo?” pensava com saudade daquele que havia lhe criado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A jovem patrulheira não ficou perdida em pensamentos por muito tempo, talvez alguns segundos, pois um patrulheiro, de porte mais altivo que os outros, começou a falar dando inicio a reunião.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Meus caros companheiros. Eu os reuni aqui nesse local para que possamos ficar em alerta ao que está acontecendo. Há rumores de que mortos-vivos estão se aproximando de Eloria, a capital do império. Por hora Lodis ainda está a salvo, mas não podemos ficar de braços cruzados aguardando o perigo se aproximar. -&amp;nbsp; patrulheiros originários da ilha ergueram suas armas. Arcanya limitou-se a apenas observar calada. O orador pede silêncio para poder retomar a falar – Continuando... Por isso convoquei a todos, tanto os que guardam o continente quanto os que guardam a ilha, para que juntos possamos traçar planos para conter a ameaça.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quando o patrulheiro terminou seu discurso, murmurinhos começaram a se formar. Alguns pronunciavam as suas ideias com fervor que pareciam estar tomados por um espirito de batalha. Outros apenas opinavam quando eram solicitados e esse foi o caso da rainha. Quando perguntada qual era sua opinião ou sugestão sobre o tema, a soberana disse que estaria disposta a ajudar com suas tropas para evitar que a ilha sucumbisse a um ataque. Alguns patrulheiros olhavam com desconfiança para ela, pois não acreditavam que os elfos de Ethruria se aliariam aos humanos. Antes que alguém falasse algo desnecessário, Tessan intervém.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Se a rainha assim diz, assim será feito. - decretou o sábio elfo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os que pareciam duvidar da mestiça se silenciaram e outras ideias surgiram para apaziguar os ânimos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A reunião, que havia começado na parte da manhã, se estendeu até o final da tarde. Com o fim dela, a comitiva real de Ethruria retornou ao reino. Durante o trajeto de volta, Tessan comenta a Arcanya que está na hora de apresentá-la aos outros reinos élficos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Há mais reinos élficos além de Ethruria? - a meio elfa indagou surpresa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Sim. Como você não fora criada na corte, não sabe da existência deles. Haverá em breve uma reunião dos elfos em Calevais, reino dos elfos cinzentos. Nós iremos a essa reunião para que você possa ser apresentada a eles. - respondeu Tessan.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; De volta a Ethruria, Arcanya começou com os preparativos para a viagem a Calevais. Dentro de uma semana estaria embarcando para o reino dos elfos cinzentos. Durante esse período aproveitou para treinar Eloara. A jovem por mais empenhada que fosse, não tinha uma habilidade nata para ser patrulheira e a mestiça se limitou a ensinar o básico para a elfa. Em uma pausa no treinamento, a elfa pergunta coisas sobre a vida da rainha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Como era a sua vida antes? Onde vivia? - Eloara perguntou curiosa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Eu morava numa floresta com Sabino e Krishna, sua esposa. Nossa cabana nem de longe possuía o luxo que hoje usufruo aqui. Foi lá que aprendi a ser patrulheira mesmo tendo que ficar nos limites da floresta. Era proibida de ir além, mas não sabia ao certo o porquê. Desconhecia essa lei contra meio elfos e me manter presa ao local onde morava foi a ideia que Sabino teve para me manter viva.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- E como estão eles?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Krishna faleceu quando eu ainda morava com eles. Adoeceu de uma maneira que nada a curava por mais que fizéssemos algo contra. Com a morte da esposa, Sabino ficou cada vez mais triste e não levou muito tempo para que adoecesse também, morrendo alguns meses depois. - Arcanya parou o relato ao ver a elfa expressar um assombro em sua face – Não se assuste, eu já era madura o suficiente para viver sozinha. - A rainha se levanta – Acho melhor nós continuarmos com treino. Eloara concordou balançando a cabeça.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As duas retomaram o treinamento até o entardecer e assim permaneceu todos os dias até o momento em que a mestiça embarcaria para Calevais. Como sua ausência do reino era para serviços de governo, Eloara fora dispensada de ficar substituindo a rainha e podia servir integralmente às Donzelas, unidade das forças de Ethruria formada por elfas virgens que tinham como montaria unicórnios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Com as provisões já embarcadas, o galeão élfico partiu do porto do reino, levando uma comitiva além de Arcanya e Tessan. A viagem duraria em torno de uma semana ou talvez menos, pois a embarcação não era muito lenta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A viagem prosseguiu tranquila por um bom tempo, porém não faltando muitos dias para alcançarem a costa do reino dos elfos cinzentos, uma forte tempestade atacou a embarcação. Os marinheiros tentavam manter o galeão em seu curso normal enquanto Arcanya, Tessan e alguns cavaleiros lutavam contra aquela atípica tempestade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As nuvens tomavam formas estranhas, ora humanoides ora figuras disformes. Tessan avisou a todos que aquilo poderia ser um elemental composto e conjurou algumas magias contra o ser. Arcanya sacou o arco e lançou algumas flechas contra a criatura. Os cavaleiros atacavam e seus ataques eram praticamente nulos, talvez por suas armas não serem mágicas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O elemental composto contra atacava com tempestades cada vez mais fortes, fazendo com que a embarcação élfica balançasse cada vez mais. Os marinheiros, ao comando do capitão, tentavam manter içadas as velas, mas com a velocidade dos ventos impostos pela criatura estava muito difícil. Alguns tripulantes, devido ao galeão parecer adernar, eram jogados ao mar revolto e gritavam por socorro. Os que estavam na proa do barco se dividiam entre tentar manter a embarcação flutuando e salvar seus companheiros que estavam se afogando na água.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Arcanya e Tessan estavam conseguindo acertar a criatura, mas o mago estava ficando cada vez mais ferido por causa das rajadas de vento que o inimigo desferia contra ele. O elemental por alguns minutos manteve-se sem atacar e essa foi a deixa para que a mestiça e o sábio contra-atacassem. Mas a criatura, mesmo recebendo esses golpes, não ser deixou vencer facilmente. Antes de sua derrota, o inimigo lançou um tufão contra a embarcação, que fora destruída com o impacto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Por causa da intensidade dos ventos a tripulação foi dizimada, restando apenas Arcanya e Tessan que ficaram por um bom tempo boiando pelo mar, apoiados nos destroços do galeão, até chegarem a uma das praias do continente. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Permaneceram durante algum tempo desacordados. Tessan foi o primeiro a acordar, sendo seguido de Arcanya. Eles não sabiam muito bem em que região estavam e caminharam até encontrar um vilarejo próximo, onde puderam arranjar comida, roupas e montaria para seguirem viagem até Calevais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ao chegarem em Calevais, a rainha e o sábio foram recebidos pela guarda real. Tessan mostrou o brasão de Ethruria e apresentou a mestiça como soberana do reino. Os guardas os levaram até a presença de Dulien. O rei os recebeu e ordenou aos criados que os acomodassem, arranjando-lhes roupas adequadas ao jantar de boas-vindas que aconteceria mais tarde. O sábio e a meio elfa agradeceram a hospitalidade e se dirigiram aos aposentos destinados a eles.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; À noite, a família real de Calevais estava reunida na mesa de jantar. Dulien sentava à cabeceira da mesa, tendo ao seu lado direito seu filho mais velho, Edwin, e sua esposa Valerie e ao seu lado esquerdo seu filho caçula, Inari. Alguns nobre locais também estavam presentes a mesa. Criados estavam mais ao fundo aguardando as ordens do patriarca da família. Todos aguardavam as presenças de Arcanya e Tessan, que não demoraram muito a sair de seus aposentos e unirem-se a reunião.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O jantar transcorreu tranquilamente, apesar da mestiça ficar desconcertada com os olhares dirigidos a ela pela família, principalmente os de Inari. Após o farto banquete, Dulien chama Tessan para conversarem a sós numa sala contígua a sala de jantar. Os outros permanecem sentados saboreando a sobremesa e conversando animadamente, com exceção de Arcanya que apenas fitava a direção onde o sábio e o rei foram.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Aceita uma bebida? - perguntou Inari estendendo uma taça de vinho e fazendo a meio elfa sobressaltar-se. Ela não havia percebido sua chegada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Na... Não. - Arcanya recusa a oferta &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O jovem príncipe insiste mais uma vez e a mestiça nega novamente, levantando-se da cadeira onde estava sentada e caminhando para fora da sala. Mas ela para ao ver que&amp;nbsp; Dulien e Tessan voltavam para a sala de jantar. Eles requeriam as presenças de Arcanya e Inari próximo a eles. O príncipe se colocou ao lado do pai e a rainha foi até o sábio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Estive conversando com Tessan a respeito dos nossos reinos. - Dulien começou a falar na frente de todos que ali estavam, incluindo Edwin, Valerie e os nobres locais. - Concordamos que uma aliança entre Calevais e Ethruria é bem-vinda em tempos como esses. Para isso ocorrer tenho uma proposta a fazer a rainha Arcanya. - e o elfo olhou primeiro para o filho e depois para a soberana.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Que proposta? - a meio elfa indagou curiosa. Como estava a pouco tempo no poder não sabia muito bem os tramites governamentais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Quero que aceite se casar com meu filho Inari.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Arcanya olhou para todos com um olhar assustado. Nunca passou por sua cabeça se casar com alguém. Inari olhava para ela com um sorriso nos lábios e ela olhava para Tessan com um olhar desesperado por não saber o que fazer. O sábio apenas a olhava sem expressar nada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Então rainha, o que acha da proposta? - Dulien perguntou num tom impaciente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Bem... -&amp;nbsp; a rainha não sabia como responder – Fui pega de surpresa. Não entenda como desfeita, mas não estou pronta para aceitar um compromisso como o casamento com seu filho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os nobres locais a olharam com assombro pelo fato dela ter recusado uma proposta do rei. Tessan a olhou com um olhar reprovador, mas Dulien não aceitou a resposta dela como uma resposta final.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Arcanya, entendo que foi pega de surpresa com minha proposta. Não quero a resposta nesse momento, poderá dá-la na reunião com as outras nações élficas que ocorrerá dentro de três dias. - o rei falou e quando a mestiça ia falar algo, o sábio elfo interferiu concordando com a ideia do soberano dos elfos cinzentos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Durante os dias que antecederam a reunião, Tessan e Arcanya ficaram hospedados sob os cuidados da família soberana de Calevais. Inari aproveitou para tentar se aproximar mais da rainha de Ethruria, afinal ela seria sua futura esposa. A meio elfa sem jeito aceitava os convites do príncipe para conhecer mais o reino e por várias vezes a levou a passeios. O rei Dulien aprovava as investidas do filho, assim como o sábio conselheiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No inicio da noite do terceiro dia, a reunião começou. Um farto banquete foi preparado para a ocasião, com direito a músicas e danças. Além dos nobres locais e de Tessan e Arcanya, compareceram também os nobres dos elfos do mar e alguns outros altos elfos pertencentes a nobreza que moravam no continente. Todos conversavam animados, bebendo e comendo a vontade. Alguns casais se arriscavam a dançar no meio do salão. Inari tirou a rainha para dançar e mesmo com ela negando, a levou para o salão. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quando a música parou de tocar, os convidados voltaram a conversar em grupos sobre assuntos banais. A reunião, onde assuntos mais sérios seriam abordados, só aconteceria mais tarde. Arcanya pegou um copo com alguma coisa não-alcoólica e foi descansar um pouco na varanda, não estava se sentindo à vontade com o murmurinho predominante no salão principal. Por pouco tempo ficou só no local pois Inari apareceu. Sorrindo, colocou-se ao lado dela.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Por que a bela rainha está aqui sozinha? - o príncipe perguntou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Não estou habituada a ambiente com muitas pessoas. Minha vida como patrulheira era muito solitária, vou demorar um pouco a me habituar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Não é só você que não curte ambientes barulhentos, eu também não curto. Conheço um lugar que costumo ir para ficar um pouco em paz, acho que você gostaria de conhecer. O que acha? - e Inari estendeu a mão para Arcanya. A meio elfa pensou um pouco antes de aceitar o convite, afinal estava entediada de ficar ouvindo conversas que não lhe interessava.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Inari levou Arcanya até um local onde grandes águias repousavam. Ele chamou e uma delas se aproximou do elfo. A patrulheira olhava admirada para a ave. O príncipe montou no pássaro e esticou a mão para a mestiça. Ela recuou receosa, pois nunca havia montado em tal criatura e o elfo insistiu no pedido. A meio elfa subiu desajeitada e segurou na cintura do outro com receio de cair quando a ave começasse a voar. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não demorou muito tempo até eles pousarem no cume de uma montanha. Inari desceu primeiro e ajudou Arcanya a descer. Os dois sentaram em uma grande pedra que ali havia e ficaram admirando a vista. Do topo daquela montanha se tinha total visão do reino de Calevais, desde o centro onde estava o castelo até as florestas limítrofes. Realmente a visão era encantadora. O herdeiro real pegou um cantil, abriu e sorveu um gole do conteúdo. Ofereceu à patrulheira, que inicialmente recusou por reconhecer que era algo alcoólico, mas depois de muita insistência por parte do outro, aceitou beber um pouco. Eles ficaram ali por talvez uma ou duas horas até a meio elfa pedir para voltar, alegando que podiam estar sentindo a falta deles.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quando retornaram, perceberam que todos pareciam estar esperando por eles. Dulien olhava para o filho com um olhar reprovador quando o mesmo colocou-se ao lado do pai. Arcanya ficou perto de Tessan, mas o sábio não a repreendeu, parecia estar feliz por ela ter ido passear com o príncipe. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O rei iniciou a reunião falando dos problemas que podiam afetar o reino. Os outros elfos também opinaram, alguns mais exaltados que outros. Arcanya também participou falando algumas ideias. No fim da reunião, Dulien pediu a palavra, colocando-se de pé na frente de todos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Há três dias atrás propus a Arcanya, rainha de Ethruria, uma união entre nossos reinos. Para que isso aconteça, ela deve unir-se com meu filho Inari em matrimônio. Então vossa majestade, já tem uma resposta mais concreta? - o rei perguntou olhando seriamente para a rainha que ainda se mantinha sentada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Arcanya sentia a pressão cair sobre seus ombros através dos olhares que todos depositavam nela. Ela ainda mantinha o mesmo pensamento de não querer esse casamento. Ergueu-se para responder a pergunta feita a ela, mas quanto teve intenção de pronunciar-se foi interrompida por Tessan que falou algo antes dela.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Tenho uma sugestão melhor caro Dulien. O que acha de Inari ir para Ethruria conosco? Assim ele poderá conhecer melhor a futura esposa convivendo diariamente com ela. - falou Tessan. A rainha conteve um grito de surpresa ao ouvir a proposta do sábio, não querendo acreditar. Inari sorria, havia gostado da possibilidade de ficar longe dos olhos do pai.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Eu concordo com sua sugestão Tessan. Inari irá voltar com vocês.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os convidados comemoram a decisão e tem-se por terminada a reunião. A rainha e sábio ficam mais alguns dias em Calevais até conseguirem terminar os preparativos para a volta. Embarcam num galeão cedido por Dulien e retornam para Ethruria em paz, trazendo Inari com eles.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A notícia que a rainha trouxe um príncipe dos elfos cinzentos se espalha pelo reino. Os súditos ficam ansiosos em saber por que Inari estava hospedado em Ethruria e boatos sobre uma possível união dos reinos se espalham, mas sem muito alarde. Os dias passaram sem maiores problemas e a reconstrução do reino acontecia aos poucos. No incio do ano seguinte, Azhara entra correndo na sala do trono a procura de Arcanya e Tessan. E fica aliviado ao encontrar os dois no recinto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- O que houve Azhara? - Arcanya pergunta ao perceber que o mago humano parecia afobado, querendo dizer algo muito importante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Consegui! - disse ele, erguendo o livro totalmente recuperado. - Terminei a recuperação do livro durante a madrugada. Esperei amanhecer para transmitir a notícia a vocês.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Que maravilha! Agora poderemos saber onde está a outra parte do tridente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Com certeza, minha rainha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Vou mandar mensagens convocando a volta de Gunglain e Marlus para Ethruria. Com a chegada deles, darei início aos preparativos para a viagem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Azhara concordou. A rainha pediu que Tessan enviasse mensagens para o cavaleiro e o bárbaro. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Com o livro totalmente recuperado, eles poderiam traçar a rota para achar a parte que falta do tridente. Agora só restava esperar o retorno dos companheiros ao reino para seguirem viagem.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2651570765165165378-2413302438283678855?l=contoseloranos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contoseloranos.blogspot.com/feeds/2413302438283678855/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2651570765165165378&amp;postID=2413302438283678855&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/2413302438283678855?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/2413302438283678855?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://contoseloranos.blogspot.com/2011/07/conto-04-o-tridente-de-oceannus-parte.html" title="Conto 04: O tridente de Oceannus (Parte 01)" /><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600866747272263670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/_vdxGz61dS5Q/SqcQW1cPb1I/AAAAAAAAArc/5wTq4tbMUZY/S220/bruno+e+eu.jpg" /></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkcBR345cCp7ImA9WhdSFkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2651570765165165378.post-7856428534077525855</id><published>2011-07-20T14:08:00.011-03:00</published><updated>2011-07-25T13:07:36.028-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-25T13:07:36.028-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="conto" /><title>Conto 03: Um conto elorano: a história por trás da história</title><content type="html">&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm; text-indent: 0.99cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;u&gt;Resumo&lt;/u&gt;&lt;u&gt;:&lt;/u&gt;&lt;i&gt; "Se ele soubesse o que aconteceria naquela noite, faria de tudo para chegar mais cedo, salvando não só o bebê, como também a vida da mãe"&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;-------------------------------------------------------------------------------------&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;u&gt;Nota:&lt;/u&gt; Esse conto é uma colaboração do meu amor ao blog e fala do Sabino, o patrulheiro que cuidou de Arcanya. Ele também passará postar aqui também&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Era uma noite tempestuosa e a lua, quando podia ser vista brilhava vermelho como sangue, uma noite em que acontecimentos sinistros estariam em andamento. Em uma floresta numa região fronteiriça do sagrado Império Elorano havia uma grande mansão, cujos arredores eram patrulhados por alguns batedores elfos. No interior da mansão se encontrava Tristania, outrora uma orgulhosa general dos elfos, conhecida por suas notáveis beleza, habilidade com espada, magia e capacidade de liderança. Ela era um símbolo de tudo o que se espera de um elfo, tida como referência e inspiração para todos. E naquela mansão ela era uma prisioneira. Seu crime: carregar em seu ventre um meio elfo, o fruto do amor entre um humano e um elfo. Ser um meio elfo passou a ser um crime há pouco mais de duzentos anos, quando a última rainha dos altos elfos de Ethruria, a rainha Vershala, teve uma visão em que um meio elfo traria uma grande desgraça aos reinos élficos, e para impedir que a visão se cumpra a rainha decretou a pena de morte a todos os meio-elfos, e para aqueles que fossem concebidos depois do decreto, estes teriam de ser executados pelos próprios pais. Vários assassinatos ocorreram, alguns bebês foram mortos, mas em muitos casos os pais fugiam com as crianças, por não conseguirem pôr em prática essa pena cruel, e eram caçados pelos agentes leais à Vershala como traidores. Até que um dia a rainha desapareceu, e os altos elfos permaneceram sem rei, uma vez que todos os candidatos a rei precisavam passar por um teste, e ninguém conseguiu vencer o teste depois de Vershala, fossem nobres, humildes, guerreiros, magos ou o que quer que fossem. Nenhum elfo conseguiu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm; text-indent: 0.99cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Sabino é um dos melhores patrulheiros que já se alistou nas legiões do Império Elorano, ele conseguia se camuflar e sobreviver em qualquer terreno selvagem por mais hostil que seja. Sua viagem havia sido longa, e sua busca pela localização desta mansão fora incrivelmente árdua e penosa. Mas ele não está disposto a entregar à própria sorte uma das melhores pessoas que ele já conheceu em sua vida, grávida do homem que um dia já foi seu melhor amigo e capitão. Sabino se lembra dos amigos que fez durante sua última jornada, do quanto se tornaram próximos, de como a maioria deles morreu, traída por seu líder, Fallcrest o paladino caído, e outrora melhor amigo e capitão de Sabino.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm; text-indent: 0.99cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Tristania era a última amiga viva de Sabino, era o principal pensamento do patrulheiro, e se deixando guiar por essa idéia Sabino traçou planos, observou, analisou e criou um plano que estava sendo posto em prática. Sabino sabia que os elfos poderiam enxergar à noite, mas com grande dificuldade em meio à tempestade que ocorria especialmente naquela noite. O patrulheiro adentra ao território patrulhado pelos elfos, permanecendo camuflado e passando despercebido. O primeiro dos elfos passa por Sabino sem se dar conta de nada, e um dardo atirado pela zarabatana carregada por sabino atinge o guarda, que desfalece quase que na hora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm; text-indent: 0.99cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Mais adiante um outro guarda patrulha a região, ele não percebe Sabino surgir atrás dele, e apenas tarde demais ele se dá conta do perigo que corre, quando o patrulheiro humano lhe agarra pelas costas e com uma das mãos ele leva ao rosto do elfo um pano com um preparado inalado pelo elfo, que o faz desmaiar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm; text-indent: 0.99cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Um a um os guardas caem nas armadilhas de Sabino, até que ele possua uma rota clara, segura e discreta até a mansão. Num salto Sabino consegue apoiar um dos pés no muro ao redor da casa e em seguida passar por cima do mesmo, como um fantasma. A tempestade ajudou muito na tarefa que está por concluir. Sabino atravessa o jardim, e quando é notado por um dos caçadores leais ao decreto de Vershala, sai do peito dele uma lâmina de espada ensanguentada. Em seguida a lâmina é retirada, e atrás do caçador se encontra Melissa, uma elfa de porte físico atlético, muito boa lutadora, capitã das Donzelas, uma unidade de amazonas elfas que cavalgam unicórnios. Melissa faz um aceno discreto para Sabino com a cabeça, e então ela deixa o local silenciosamente. Sabino faz o mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm; text-indent: 0.99cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Após contornar a mansão, Sabino consegue encontrar uma porta dos fundos destrancada, sem guardas, conforme Gwydion, o irmão mais novo de Tristania havia dito que estaria. Sabino entra na casa. Com arco e flecha à mão, e passos silenciosos como uma sombra, Sabino adentra os cômodos. A cozinha estava deserta, então o patrulheiro não perdeu tempo, indo direto para um corredor mal iluminado. Um dos caçadores estava de vigília no final do mesmo, mas só se deu conta de que a casa havia sido invadida depois que a flecha de Sabino lhe atravessou o pescoço, fazendo com que morresse afogado em seu próprio sangue. Esses elfos miseráveis não concediam misericórdia a ninguém, Sabino também não trouxe nenhuma para com eles.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm; text-indent: 0.99cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Sabino abre a porta guardada pelo caçador, é uma escada que leva até os porões da casa, os porões e a masmorra. E passo após passo o patrulheiro desce até chegar a uma porta entreaberta, para em seguida abri-la de uma vez. O carcereiro leva um susto, e chega a fazer menção de soar o alarme, mas sua tentativa é frustrada quando uma flecha atravessa sua mão, sendo sua ponta fincada num armário de madeira atrás dele, e sua voz silenciada quando uma outra flecha lhe atravessa o coração. Seu corpo desaba, sendo impedido de cair todo ao chão somente pela flecha que prende sua mão ao armário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm; text-indent: 0.99cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Com mãos hábeis o patrulheiro revista o carcereiro, até encontrar as chaves das celas, e em seguida inicia sua busca pelas celas fechadas. Após espiar a terceira cela Sabino encontra sua amiga, deitada num canto, com a gravidez em estágio avançado, ela transpira muito, sua respiração está ofegante, e ela sente muitas dores. Sabino percebe que Tristania está em trabalho de parto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm; text-indent: 0.99cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Tristania sorri ao ver o amigo ali, uma lágrima percorre seu rosto, e novamente as dores do parto parecem tomar conta dela. Sabino tira suas luvas o mais rápido que pode, e em seguida ele esvazia seu cantil em uma bacia jogada ali. Sabe que suas condições não são as melhores, mas não tem outra saída. Tristania terá de dar à luz ali mesmo. Sabino dá uma das flechas para Tristania morder e põe seu manto sobre o rosto dela para abafar seus gritos, e após intermináveis minutos a criança nasce, uma menina, uma meio-elfa. A criança recém nascida chora, após vir ao mundo num lugar frio e escuro como aquele. Tristania mal consegue conter a alegria por ver sua filha respirando e bem, mesmo diante de todas as dificuldades. Sabino entrega a menina aos braços da mãe, que a acaricia, enquanto Sabino vai até a porta para verificar a movimentação dos guardas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Obrigada  por tudo Sabino. Por um momento achei que morreria aqui. - Diz  Tristania enquanto tenta se levantar, mas com muita dificuldade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Deixa  para agradecer depois que sairmos daqui. Espero que consiga utilizar  sua mágica para nos tirar desse lugar. - Diz Sabino,  revelando a única falha de seu plano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Do  jeito que estou debilitada o máximo que consigo fazer é  levar um de nós até os limites da floresta, e mesmo  que eu faça isso, não tenho condições de  ir muito longe. - Lamenta a elfa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Maldição!  - Pragueja Sabino -  Pegue isso e me siga, vou tentar abrir caminho  para passarmos em segurança. - Diz ao patrulheiro ao entregar  uma de suas espadas para Tristania, e os dois seguem pelo corredor  da masmorra até chegar às escadas, quando eles começam  a ouvir gritos horrorizados vindos do lado de fora da casa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm; text-indent: 0.99cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O exterior da casa parecia um verdadeiro pandemônio. Zumbis caminhavam pelo jardim, entrando por uma passagem dada por portão que se encontra derrubado e fumegante no chão. Flechas voam por todo lado, atingindo os mortos-vivos e muitos dos guardas saem da casa para combater a ameaça.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm; text-indent: 0.99cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Várias das criaturas são abatidas no confronto contra os guardas, mas o mesmo acontece com os elfos, e a cada elfo caído em batalha, um novo morto vivo se ergue, mas ainda assim a guarda não recua. Sabino sabe que essa é a oportunidade perfeita para que ele e Tristania possam escapar, ele acena para ela e os dois correm, ele em velocidade reduzida para que a elfa debilitada possa lhe acompanhar. E em meio à morte e à destruição, ele vê atravessando os portões um homem vestindo uma armadura negra, com um brilho profano no lugar dos olhos, e montado num corcel negro com chamas aonde deveriam ficar a crina e os cascos, e o brasão to traidor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm; text-indent: 0.99cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Sabino reconhece Fallcrest de imediato, e tem idéia do que ele se tornou como punição de Elor, o deus patrono dos humanos e principal divindade do Império, por seus crimes. E sabe que não há a mínima chance de vitória naquelas condições. O patrulheiro tenta a todo custo ajudar a amiga a se levantar, quando são percebidos pelo cavaleiro de armadura negra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm; text-indent: 0.99cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Fallcrest aponta para Sabino e Tristania, e ordena que suas criaturas desmortas capturem a ambos. Sabino dispara duas flechas em direção aos dois mortos vivos mais próximos, ambos são abatidos, e novamente a dupla é posta a correr. Após chegarem ao muro que rodeia a mansão, Tristania cai, mantém a criança a salvo, mas ela não está em condições de dar mais um passo. Sabino observa a amiga, olha para as criaturas, e aceita seu destino, morrerá, mas as criaturas pagarão bem caro por isso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm; text-indent: 0.99cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Antes que o patrulheiro avance rumo á própria morte, Tristania segura sua mão, e o puxa, lhe entregando a criança e diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;-Não,  ainda não é sua hora. Leve minha filha e cuide dela.  Seu nome é Arcanya.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm; text-indent: 0.99cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Sem dar tempo para que Sabino proteste, Tristania utiliza suas últimas forças para invocar um encantamento e fazer Sabino desaparecer dos arredores da mansão, e Tristania, com altivez e dignidade se levanta, e encara pela última vez seus algozes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm; text-indent: 0.99cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Longe dali Sabino reaparece ainda na floresta, com Arcanya nos braços. Ele ainda consegue ver a mansão, e tem sua espinha gelar ao ouvir o grito de Fallcrest como quem tivesse perdido algo que lhe fosse muito caro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm; text-indent: 0.99cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Sabino se retira dali o mais rápido que pode, pois precisa esconder a si mesmo e a criança dos mortos vivos e dos caçadores elfos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2651570765165165378-7856428534077525855?l=contoseloranos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contoseloranos.blogspot.com/feeds/7856428534077525855/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2651570765165165378&amp;postID=7856428534077525855&amp;isPopup=true" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/7856428534077525855?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/7856428534077525855?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://contoseloranos.blogspot.com/2011/07/um-conto-elorano-historia-por-tras-da.html" title="Conto 03: Um conto elorano: a história por trás da história" /><author><name>Professor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17096669295026482447</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_e4dRKp0JpB4/SbPCaT4ZUlI/AAAAAAAAAAM/lBTA6tp50NU/S220/Prof..JPG" /></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0ANSHw_cCp7ImA9WhdSFE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2651570765165165378.post-5741164045970207906</id><published>2011-07-06T19:38:00.002-03:00</published><updated>2011-07-23T11:36:39.248-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-23T11:36:39.248-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="orc" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="conto" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="invasao" /><title>Conto 02: A invasão dos orcs (Final)</title><content type="html">&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;u&gt;Resumo:&lt;/u&gt; &lt;i&gt;"Os orcs iniciaram seus ataques contra Ethruria e os elfos, liderados pela rainha Arcanya, lutam para defender seu reino. Eles são muitos em relação aos elfos, principalmente com o elemento supresa que trazem."&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Confrontando os orcs&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;span style="font-size: small;"&gt;O dia seguinte a coroação de Arcanya não fora de comemorações e começou com a recém coroada rainha em reunião com o conselho de sábios e lideres das forças reais. Os seus companheiros também estavam presentes, com exceção de Fernanda que estava desaparecida desde a festa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O clima da reunião era tenso e todos discutiam planos para evitar a invasão dos orcs a Ethruria. Os lideres do exército e da unidade das donzelas traçavam planos, chamando a atenção de Arcanya e seus amigos. Os sábios também estavam nessa reunião e ponderavam quando os ânimos estavam mais exaltados. Tessan aconselhava a rainha a que atitude tomar e ela o ouvia atentamente.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A reunião durou boa parte da manhã e quando terminou, cada um seguiu seu rumo, preparando-se para o combate. A rainha se prontificou a lutar ao lado das donzelas, Marlus e Gunglain emprestariam suas habilidades ao exército do reino e Azhara se juntaria aos magos nas torres. Antes que eles se dirigissem as suas posições, Arcanya os chama e entrega a Azhara um cajado, uma das relíquias reais que havia conseguido no teste.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Que honra! Não mereço tal presente, vossa majestade. - Azhara tenta devolver o cajado a rainha, mas ela rejeita.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Ele será útil em suas mãos, tenho certeza disso.&amp;nbsp; - a rainha é chamada por uma das donzelas – Bom eu preciso ir agora. E que Aurora nos proteja nessa batalha.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A rainha se despediu de seus companheiros e seguiu para perto das jovens elfas da unidade das donzelas. Antes de se juntar a elas, a mestiça é interceptada por Viviane e a jovem percebe que a sacerdotisa não é elfa pura. Ela tenta disfarçar a surpresa, mas a outra percebe e prefere não se manifestar. Tessan se aproxima das duas.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Minha rainha, deixa eu lhe apresentar a grã sacerdotisa do Santuário de Aurora. - e aponta para Viviane. - Ela é Viviane.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Nós já nos conhecemos. Eu a abriguei juntamente com os outros em meu santuário. - a sacerdotisa pronunciou-se e Arcanya concordou com a cabeça.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Fico feliz que já se conheçam. Minha rainha, Viviane veio ajudar-nos no combate contra os orcs. Sei que um dos tesouros que vossa majestade recuperou é um pergaminho muito poderoso e que nas mãos dela poderá ser de grande ajuda. - Arcanya concorda e diz que Tessan pode ir em seus aposentos pegar o pergaminho. Assim que o conselheiro e a sacerdotisa deixam a companhia da jovem, ela vai ao encontro das donzelas que a esperavam.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Alheia as decisões de batalha, Fernanda se encontrava perdida na cidade. A jovem humana, com medo de ser pega pelos guardas locais por ter cometido alguns furtos durante a festa de coroação, se esgueirava pelas sombras. Quando chegou perto de uma torre, não esperou muito para entrar e se esconder. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Todos estavam ocupando seus lugares para a temida batalha. Marlus se juntou a alguns soldados que se deslocavam para proteger o portão de entrada do reino. Gunglain montou seu cavalo Menelaus e se juntou a infantaria montada. Azhara foi para as torres de vigia do reino juntamente com outros magos, Tessan e Viviane. Arcanya, montada em Ki-Lin, se juntou a unidade das donzelas. Todos estavam em atenção total e um batedor avisa:&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Orcs à vista!&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Uma horda liderada por três grandes líderes orcs, Gark e seus irmãos, estava avançando em direção a entrada principal. Arqueiros, que estavam de prontidão, atacavam com suas flechas. Poucas acertavam alguns orcs, o que não impedia o avanço. Os lideres gesticulavam algo, um deles era usuário de magia e conjurava algo contra o portão.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os magos respondiam lançando magias contra a horda, por ora as vezes tendo que confrontar o próprio conjurador que conseguia neutralizar muitas das magias lançadas. Azhara se esforçava junto com os outros magos, mas ele havia percebido que havia algo errado no interior da torre e desceu para averiguar o que seria.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nos portões de entrada, Marlus e os soldados estavam enfrentando problemas com os orcs que conseguiram adentrar após a queda do portão. Como um bom bárbaro, o humano bradava sua espada e ia de encontro ao inimigo, sem esperar piedade do mesmo.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mais a frente dos portões iam a infantaria montada e a unidade das donzelas montadas em seus unicórnios e com eles Gunglain e Arcanya. O cavaleiro humano emprestava suas habilidades de combate montado a infantaria e atacava ele mesmo um dos líderes orcs. A rainha, montada em Ki-Lin, utilizava-se dos tesouros reais para confrontar os orcs acompanhada das outras donzelas e de Melissa, a capitã dessa unidade.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Achando-se escondida em uma torre, Fernanda não tinha noção de que também contribuiria com as defesas locais. A ladina, na curiosidade de descobrir o local onde estava e quem sabe sair de lá com algo no bolso, é localizada por seu inimigo que até então estava oculto. Ao atacá-la, ele faz com que a humana procure onde estava seu agressor e mesmo com a visão acostumada a pouca luz existente, nada conseguia enxergar. Com uma adaga em mãos e se ocultando nas sombras, a furtiva humana tentava por em prática algum plano que parecia surgir em sua mente. Mas o inimigo, um caçador invisível, conseguia atacá-la mesmo assim, utilizando-se de redemoinhos. Fernanda sentia os golpes que levava e golpeava o ar na tentativa de acertar algo, mas muitas dessas vezes era em vão.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não era só ela que estava tendo problemas com seus inimigos. Mesmo forte, Marlus encontrava dificuldade em abater seus inimigos. Os orcs estavam bem armados e já tinham derrubados muitos dos soldados élficos e partiam com toda fúria para cima do bárbaro, que se defendia e atacava como podia. Gunglain, montado em Menelaus, ia de encontro a um dos líderes dos orcs e o atacava com sua espada. O líder era forte o suficiente para aguentar os golpes do cavaleiro e revidar na mesma intensidade. Mais a frente estava a unidade das donzelas e Arcanya. De posse do arco e das flechas que havia conseguido no tesouro real, a rainha tentava acertar o conjurador, sem muito sucesso. Ele contra atacava e por muitas vezes a soberana era atingida, o que a fez cair sobre sua montaria. Ki-Lin se afastou do combate, carregando Arcanya consigo e algumas donzelas o seguindo.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nas torres, os magos faziam de tudo para derrubar o máximo de inimigos que conseguissem com suas magias de área. O efeito surtido não era o esperado pois os orcs eram muitos. Azhara já tinha se afastado dos outros magos e por conta própria descia até o andar térreo da torre. Apesar de estar com pouca luz, ele conseguia ver uma silhueta feminina lutando contra algo invisível. Por um momento ele achou estranho, mas seu conhecimento lhe dizia que uma criatura mágica estava por trás disso. O mago colocou as mãos em seus bolsos e retirou, em cada uma das mãos, um punhado de talco e um punhado de pó de prata, jogando a frente. Ele consegue ver o caçador invisível atacando a humana e gesticula as mãos, recitando umas palavras arcanas, transformando o ser invisível em um animal qualquer. A ladina se surpreende ao ver seu agressor “surgir” em sua frente e não hesita em atacá-lo. Por mais que a criatura tente revidar, sua nova forma, um carneiro, não tem poder suficiente para isso e com os golpes desferidos por Fernanda, tomba em combate. O humano ao ver que a jovem havia derrotado o inimigo, deixa o recinto e volta para a cobertura da torre.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Com a rainha momentaneamente fora do combate, a responsabilidade de confrontar os lideres era de Gunglain. O cavaleiro investia e se defendia na mesma intensidade, tentando se manter vivo. Menelaus, seu cavalo, estava beirando a exaustão devido as investidas que seu cavaleiro fazia. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Vamos Menelaus, só mais essa. Sei que consegue. - o humano dizia palavras de incentivo a sua montaria.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mesmo com a volta de Arcanya ao campo de batalha, contra a vontade das donzelas que a acompanhavam, o embate estava mais favorável aos orcs. Eles tinham muito mais integrantes enquanto o lado élfico sofria inúmeras baixas. Então algo aconteceu. Das torres surge uma fênix, conjurada pelo pergaminho que pertencia aos tesouros reais e cedido a Viviane, e com seu imenso poder consegue fazer uma devastação no campo inimigo, tombando os líderes. Os sobreviventes da horda ficaram desorientados sem sua liderança e se retiraram dos arredores de Ethruria.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Aliviados todos comemoravam a vitória, mesmo com as mortes de alguns elfos e a destruição parcial do reino. Os sobreviventes se abraçavam felizes com a vitória. Tessan agradecia a ajuda de todos os magos que estavam nas torres, principalmente a Viviane, que por ser uma sacerdotisa pôde ler aquele pergaminho que continha a magia divina. Arcanya era festejada pelos seus súditos por liderá-los e ela agradecia a ajuda de Gunglain e Marlus por terem estado na frente de batalha. Tudo parecia em paz naqueles instantes, mas algo chamou atenção.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- FOGO! - gritou um morador apontando em direção a biblioteca real.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Todos olharam e constataram que a biblioteca estava em chamas. O desespero tomou conta, principalmente dos magos, pois ali se encontrava grande parte dos livros de seus estudos e da história local. Azhara se adiantou e seguiu em direção ao edifício, seguido por outros magos. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ao chegar no local, o humano entra sem se preocupar muito com as chamas. Andando pelas salas, ele encontra um corpo de uma jovem elfa caído. Aproximando-se percebe que é a tia de Arcanya, Lara Fio de Prata, e esta se encontra inconsciente. Azhara a pega no colo e caminha de volta a entrada biblioteca, mas é interceptado por outros elfos que tinham vindo tentar cessar o fogo. O arcano entrega a jovem aos cuidados deles e retorna a sua busca por dentro do prédio. Enquanto subia para os andares superiores, local onde estava mais concentrado o fogo, percebeu um vulto nas escadas. Azhara apressa o passo e consegue alcançar o seu inimigo. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Você! - exclamou o mago humano ao ver quem era. Ele estava defronte a um meio elfo com vestes de mago, com quem já havia lutado contra em outro momento, este segurava um exemplar raro da biblioteca. - Eu deveria ter imaginado que todo esse ataque deveria ter alguém por trás no comando. Orcs não são tão inteligentes assim.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Eles foram apenas distrações que eu coloquei para poder entrar na cidade sem ser percebido e conseguir meu objetivo. Estava tudo tão fácil que não imaginava ser interferido. Ainda mais por você.- falou o meio elfo.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sem querer prolongar a conversa, Azhara gesticula e lança uma magia contra o arcano mestiço. Ele leva o golpe, mas não se desfaz da pose altiva, colocando o livro que segurava no chão. O meio elfo fala palavras arcanas e gesticula as mãos em direção ao humano, este sente seu corpo enrijecer e paralisar. O arcano mestiço ri com a situação do outro, pega o livro e folheia até parar numa página que lhe prende o interesse. Após ler com atenção, ele faz com que o livro pegue fogo e desaparece na frente do humano. Azhara tenta reagir, mas por estar paralisado nada pode fazer.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O mago humano ficou por mais algum tempo preso a magia até que Tessan e outros magos chegassem. O sábio desfez o encanto e Azhara voltou a se mover livremente, contando o que tinha presenciado. O conselheiro lamenta, principalmente por aquele ser o exemplar que continha informações sobre o tridente. Acrescenta que se o humano concordar, podem restaurar o livro. O mago humano concorda e todos se retiram da biblioteca, que agora estava aos cuidados daqueles que evitavam um novo incêndio.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A ilha de Lodis estava a salvo do orcs, mas Ethruria pagou um alto preço por isso. Os elfos agora teriam um longo tempo para trazer o reino ao esplendor que era, sob a liderança de Arcanya. E o tempo corre, contra ou a favor deles.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2651570765165165378-5741164045970207906?l=contoseloranos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contoseloranos.blogspot.com/feeds/5741164045970207906/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2651570765165165378&amp;postID=5741164045970207906&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/5741164045970207906?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/5741164045970207906?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://contoseloranos.blogspot.com/2011/07/conto-02-invasao-dos-orcs-final.html" title="Conto 02: A invasão dos orcs (Final)" /><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600866747272263670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/_vdxGz61dS5Q/SqcQW1cPb1I/AAAAAAAAArc/5wTq4tbMUZY/S220/bruno+e+eu.jpg" /></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUUFRnY6eyp7ImA9WhdbE04.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2651570765165165378.post-5109421354506356437</id><published>2011-05-29T23:24:00.000-03:00</published><updated>2011-10-11T09:46:57.813-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-11T09:46:57.813-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="divulgação" /><title>Divulgação - Contos Eloranos na RPG Vale</title><content type="html">&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Bom dou um momento nas postagens de Contos Eloranos para divulgar que também foi publicado no site RPG Vale na coluna Canções da Meia Noite, Deem uma olhada la: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.rpgvale.com.br/2011/05/cancoes-da-meia-noite18-conto-elorano-o.html"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;http://www.rpgvale.com.br/2011/05/cancoes-da-meia-noite18-conto-elorano-o.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2651570765165165378-5109421354506356437?l=contoseloranos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contoseloranos.blogspot.com/feeds/5109421354506356437/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2651570765165165378&amp;postID=5109421354506356437&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/5109421354506356437?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/5109421354506356437?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://contoseloranos.blogspot.com/2011/05/divulgacao-contos-eloranos-na-rpg-vale.html" title="Divulgação - Contos Eloranos na RPG Vale" /><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600866747272263670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/_vdxGz61dS5Q/SqcQW1cPb1I/AAAAAAAAArc/5wTq4tbMUZY/S220/bruno+e+eu.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEcMQ3w8fSp7ImA9WhdSFE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2651570765165165378.post-2414264224563974907</id><published>2011-05-13T23:36:00.005-03:00</published><updated>2011-07-23T11:41:22.275-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-23T11:41:22.275-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="orc" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="conto" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="invasao" /><title>Conto 02: A invasão dos orcs (Parte 02)</title><content type="html">&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;u&gt;Resumo:&lt;/u&gt; &lt;i&gt;"Para combater os ataques dos orcs, os tesouros da família real de Ethruria devem ser usados. Somente aquele que passar no teste será digno de usá-lo. Arcanya candidatou-se com a esperança de conseguir."&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;Curiosidade do capítulo:&lt;/u&gt; Aposentos fortificados é uma outra forma de dizer prisão&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;O teste de realeza&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small; font-weight: normal;"&gt;Ao chegar em Ethruria, os aventureiros ficaram hospedados na mansão do sábio Tessan, com exceção dos elfos. Além de descansarem e recuperarem suas energias, aqueles que tinham algum tipo de ferimento receberam cuidados especiais das enfermeiras que habitavam o local.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Algum tempo depois, um dos criados da mansão adentra a sala e diz que seu mestre gostaria de conversar a sós com Azhara, se retirando em seguida. O mago humano olha para seus companheiros e sem entender o motivo dessa convocação vai ao encontro do sábio. Ao chegar nos aposentos de Tessan, o humano é convidado a sentar-se em um poltrona perto do elfo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Encontramos batedores do reino  mortos. E não foi obra de criaturas comuns e nem humanas. - o mago  humano tomou a palavra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Já estou ciente de tais fatos, assim  como da iminente invasão dos orcs ao reino. - o sábio olha para o  humano com um ar preocupado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Há algum jeito de evitar esse  ataque?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Sim, se utilizarmos os tesouros reais  de Ethruria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Quem pode utilizar tais tesouro? -  Azhara estava curioso e sua mente ansiava para saber dos detalhes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Aquele que passar no teste real para  se tornar rei. O teste consiste em resgatar os tesouros reais, mas a  busca não é fácil. Muitos falharam desde que a rainha Vershala  desapareceu, por isso Ethruria passou a ser governada pelo Conselho  de Sábios do qual eu faço parte.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- E quem pode se candidatar ao teste?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Qualquer um que tenha sangue élfico.  Primeiramente só os da nobreza tiveram acesso ao teste, mas eles  falharam. Então foi aberto a todos os elfos do reino aptos a  enfrentar o teste. - após terminar a frase, Tessan nota que o  humano coça o queixo como se pensasse em algo. - O meu relato lhe  intriga?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Em nosso grupo há uma excelente  patrulheira e acho que ela está apta a fazer o teste. Sangue élfico  ela tem porque ela é mestiça, só não sei se aceitariam ela  devido... - Azhara foi interrompido por Tessan.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Percebo que sabe da lei contra os  meio elfos. Não vou me opor a isso, ela tem sangue élfico e terá  a chance de fazer o teste, se ela aceitar. Mas algo me intriga,  mago. O que trouxe vocês a Ethruria?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Queremos ter acesso a biblioteca real  para pesquisarmos sobre a existência de um tridente do qual parte  dele temos posse.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Hum... - Tessan coça o queixo –  Bem, se nos ajudar a defender a cidade lhe garanto o acesso a  biblioteca. Lhe interessa? - Ao apresentar a proposta, o elfo fez o  humano pensar um pouco antes de dar a resposta final.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- De minha parte está aceito. Preciso  expor essa ideia aos outros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Mestre, preciso falar com você. - um  jovem elfo trajando roupas de mago entra na sala. Para ao ver Tessan  e Azhara conversando. - Eu não sabia que estava acompanhado. Volto  mais tarde.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Não se preocupe rapaz. Já estou de  saída. - o humano se levantou e foi até a porta. - Com licença. -   e saiu, deixando os dois elfos conversarem a sós.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;No quarto onde o grupo estava acomodado, Gunglain usava de seus galanteios para as elfas que estavam cuidando deles e instigava a Marlus fazer o mesmo. Arcanya apenas olhava e balançava a cabeça negativamente. Não demorou muito para que Azhara chegasse e também presenciasse a mesma cena. Com educação ele pediu para que as jovens elfas se retirassem, o que fez com que o cavaleiro reclamasse. O mago não deu atenção aos protestos do outro e começou a falar sobre a conversa que tivera com o conselheiro, enfatizando a ideia de ajudar o reino.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Arcanya, qual sua opinião sobre o  teste real? - indagou o mago.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Não sei. Tantos outros falharam, se  eu falhar também? - respondeu a mestiça.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- E se você passar? Você poderá  mudar muita coisa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Mas se eu falhar o ódio contra os  meio elfos aumentará.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Pense Arcanya. - a meio elfa  concordou com a cabeça e Azhara finalizou a conversa.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small; font-weight: normal;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small; font-weight: normal;"&gt;Não tardou muito para que um outro criado entrasse no quarto e dissesse que mestre Tessan queria ver a jovem patrulheira. Arcanya olha espantada para o criado que já ia saindo do recinto. Sem entender o motivo da convocação, a mestiça se levanta, ajeita o capuz sobre sua cabeça e se dirige aos aposentos do sábio elfo.  Ela bate algumas vezes na porta antes obter a permissão para entrar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Sente-se jovem. - o elfo apontou a  poltrona defronte a ele. A jovem sentou-se e tornou a ajeitar o  capuz que teimava em querer revelar quem ela era. - Em minha casa  você não precisa esconder-se por debaixo de um capuz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Mas... é... que...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Eu sei quem você é, meu aprendiz  Johann me falou de ti. - dito isso a meio elfa fica sem outra opção  senão concordar em tirar o capuz. Ao revelar-se, causa um espanto  no olhar do sábio e este depois exibe um sorriso. - Você é muito  parecida com sua mãe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Minha mãe? - Arcanya o olhou  incrédula – Você conhece a minha mãe?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Sim.  Tristania Fio de Prata foi minha melhor aprendiz. Também era a  heroína do nosso povo e general do nosso exército, todo elfo de  Ethruria tinha orgulho em falar dela. - Tessan percebe que a jovem  está interessada em seu relato.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Onde  está minha mãe? Sabino não me disse onde encontrá-la, na verdade  ele não me deixava sair da floresta onde morávamos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Infelizmente,  sua mãe está morta. Ela sacrificou a vida para que você e Sabino  fugissem daqui vivos. É preço que ela pagou por infringir a lei de  Ethruria. - o sábio proferiu essas palavras com pesar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- A  lei contra os meio elfos. -  a patrulheira olhou para suas mãos  antes de voltar o olhar para o elfo - Mas se ela era sua aprendiz,  por que não ofereceu abrigo? Provavelmente deve ser a favor dessa  lei.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Não  é assim tão fácil, minha jovem. Se eu oferecesse abrigo a ela,  talvez hoje essa conversa não existisse. E não sou a favor da lei,  pois ela foi interpretada errada. Um dia você entenderá.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- E  eu tenho outros parentes? Tios, primos...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Seus  tios moram mais afastados do centro de Ethruria. É justo que você  os conheça e eles saibam que a sobrinha deles está viva. Vou  levá-la até lá.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Muito  obrigada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; O elfo levantou-se e chamou algum criado, dando-lhe ordens para arrumar sua carruagem. A mestiça ajeitou o capuz sobre sua cabeça e aguardou o momento de sair. Quando o criado retornou avisando que estava tudo pronto, os dois seguiram para a carruagem e partiram rumo a residência da família Fio de Prata.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Ao chegarem na casa, foram recebidos pelo criado e acomodados numa sala de estar. O local, apesar do aspecto nobre, exibia um ar sombrio e atraia o olhar curioso da jovem patrulheira. Não tardou muito para que Gwydion chegasse e cumprimentasse o sábio, olhando estranho para Arcanya, que estava sentada mais atrás.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Qual  a honra da sua visita sábio conselheiro? - falou o elfo mais jovem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Ah  caro Gwydion, vim lhe trazer uma pessoa para que conhecesse. -  e  com as mãos pediu para que a meio elfa se aproximasse. Ela se  aproximou dos dois e retirou o capuz. Gwydion arregalou os olhos  surpreso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Não  pode ser! - o elfo cavaleiro exclamou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Sim.  Sou Arcanya, filha de Tristania Fio de Prata.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Gwydion ainda olhava incrédulo para a sobrinha, mas lágrimas teimavam em querer escorrer por seu rosto. Ele não acreditava que o bebê que sua irmã dera a luz há mais de vinte anos estava ali vivo. Limpando as lágrimas com dorso da mão, ele abraça a mestiça com força.&lt;/span&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Lara!  Lara! Vem aqui! - ele chamava pela irmã.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Não demorou muito para que uma elfa, um pouco mais nova que Gwydion, entrasse na sala. Ela olha a cena e abafa um grito de surpresa com a mão. Depois se junta ao irmão e abraça a sobrinha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Fico  feliz em poder conhecer vocês. - Arcanya falou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Nós  também. Achávamos que estava morta. Você é um pedaço de nossa  irmã. - Lara concordou. - Apenas sabíamos que Sabino havia levado  você daqui, mas não tínhamos certeza se estaria viva ou morta.  Não fomos atrás pois podíamos ser punidos, tal qual foi sua mãe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Já  nos bastava o que nos aconteceu por ela ter gerado um mestiço, o  prestígio que perdemos. - Gwydion fala com rancor, fazendo com que  Arcanya esboçasse uma reação tristonha. Lara, para reparar o  acontecido, dá uma leve cutucada nele. - Desculpe. - o elfo falou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Eu  que me desculpo por todo transtorno que causei a vocês. -  desculpou-se a patrulheira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Você  era apenas um bebê, nada tinha a ver com isso. - Lara segurou a mão  da sobrinha. - Creio que você queira ver sua mãe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Eu  quero. - a mestiça assentiu com firmeza.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Lara levantou e pediu que Arcanya a acompanhasse. Gwydion também se dirigia para a companhia da irmã, mas antes convidou Tessan para acompanhá-lo. O sábio rejeita o convite alegando que era um momento familiar e o cavaleiro elfo segue seu rumo com a irmã e a sobrinha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Minutos depois eles chegam a um aposento mais ao fundo da propriedade. Era o mausoléu da família e neste local estava enterrado o corpo de Tristania Fio de Prata. Lara abriu os portões do local e entrou, seguida de Gwydion e Arcanya. Eles pararam defronte para o túmulo e a meio elfa ajoelhou-se.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Mãe,  eu não pude conhecê-la, mas a agradeço. Agradeço por hoje está  aqui ajoelhada ao seu túmulo lhe pedindo perdão. Perdão pelo fato  de você ter se sacrificado para que eu vivesse. Prometo que seu  sacrifício não será em vão. - enquanto dizia essas palavras,  lágrimas escorriam pelo seu rosto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Os irmãos Fio de Prata apenas assistiam a cena, sem interferir em nada. Alguns minutos de silencio precederam antes da patrulheira levantar-se e pedir para que voltassem para junto de Tessan. Ao chegarem na sala de estar, todos se acomodam nas poltronas e Arcanya se pronuncia:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Tessan,  eu soube por Azhara a respeito do teste real de Ethruria. - a jovem  faz uma pausa para respirar profundamente. - Disse a ele que  pensaria antes de dar a resposta. Pois bem, estou pronta para o  teste. - Os irmãos a olham incrédulos, mas o sábio deixa um  sorriso transparecer em seu rosto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Possui  armas? - Gwydion pergunta e a meio elfa mostra suas espadas e o arco  que traz consigo. O elfo as olha e vira para a irmã. - Lara,  analise as armas dela. Minha irmã é maga com poderes de  adivinhação. Saberá se suas armas estão prontas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Arcanya,  pode me passar as suas armas? - a elfa estendeu as mãos e a mestiça  lhe entregou as armas. Lara as olhou com profundo interesse por  algum tempo e as devolveu para a sobrinha. - Você não terá chance  alguma no teste se usá-las. - as palavras ditas pela adivinha  frustrou as esperanças da jovem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Eu  lhe empresto a minha espada. - Gwydion desembainha uma belíssima  espada toda trabalhada e entrega a mestiça. - Faça bom uso dela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Está  pronta? - indaga o sábio a Arcanya.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Sim.  - a jovem responde convicta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Eles se dirigem a carruagem e se deslocam para o local onde seria realizado o teste real. O local era bem afastado do centro do reino, um bosque onde parecia não haver vida alguma e uma trilha que levava a um pequeno monte que contrastava com o bosque: lá havia vida, o verde vibrava. Assim que a carruagem parou, Arcanya desceu e olhou ao redor. Por um momento ela havia sentido medo, mas não fraquejou e seguiu em frente. Da carruagem, Tessan e seus tios torciam para que tudo terminasse bem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Arcanya seguia pela trilha atenta a qualquer coisa que surgisse. E não demorou muito para que fosse interceptada por um animal: um tigre dentes de sabre. Ela se aproxima dele sem demonstrar medo e com toda tranquilidade sussurra palavras para acalmar o animal. O tigre demonstra uma reação amistosa e obedece a patrulheira quando a mesma pede para que retire-se da trilha. &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Ao final da trilha estava o sopé do monte e no topo, o local dos tesouros reais. A primeira vista parecia o trajeto ser tranquilo de percorrer e a meio elfa não hesitou em fazer o percurso. Porém uma voz sombria a interrompeu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Vou  matá-la sua mestiça maldita!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; A patrulheira olhou ao seu redor com a espada que seu tio havia lhe emprestado em punho. De imediato nada viu, mas não tardou para algo etéreo aparecer na sua frente. Arcanya estava defronte a uma banshee que repetia inúmeras vezes que iria matá-la. A meio elfa sabia que teria que passar por ela para alcançar o monte e assim pegar os tesouros reais de Ethruria. Ela não sabia como passar pela criatura e precisou de um curto tempo para tomar uma decisão. Revirando a pequena sacola que trazia presa a sua cintura, acha um pergaminho e começa a lê-lo. Uma aura invisível a envolve e faz com que a banshee se afaste. Esse era o momento propício para pegar os tesouros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Desviando-se da criatura, Arcanya segue pelo monte até o local onde as relíquias reais se encontravam. O tesouro da família real de Ethruria era composto por um arco, dez flechas, um par de botas, uma espada, uma capa, um cajado e um pergaminho. A patrulheira tomou posse de todos os itens e desceu em direção a trilha, seguindo sem ser interferida pela banshee pois ainda estava sob os efeitos mágicos que o pergaminho havia lhe concedido. Ela poderia prosseguir no caminho com os tesouros, mas resolveu enfrentar a criatura utilizando duas relíquias: o arco e as flechas. A mestiça pega um das flechas na aljava e o arco, erguendo e atirando a flecha contra a ela. A banshee recua com o primeiro golpe recebido e a jovem já prepara um segundo ataque, erguendo o arco e atirando em seguida. A segunda flecha também acertou, fazendo a criatura se contorcer e quando recebeu a terceira flecha, ela se desfaz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Com a banshee derrotada, a patrulheira retorna pela trilha até o local onde estava a carruagem. Ao chegar é recepcionada primeiramente por Tessan e depois pelos seus tios.  Ela mostra os tesouros para o sábio e ele afirma que são os da família real, parabenizando-a pela conquista, curvando-se em seguida numa gesto de respeito, repetido pelos tios. A jovem fica sem graça com tais gestos e pede para que se levantem, prontamente atendida por eles.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Vamos  voltar para o castelo, mostrar os tesouros reais ao conselho e eles  lhe afirmarem como rainha de Ethruria. - Tessan falou. Todos  concordaram e entraram na carruagem. &lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Quando se aproximavam do centro de Ethruria, Ki-Lin veio de encontro a carruagem e Arcanya desceu para fazer um afago em seu unicórnio. Tessan a aconselha montá-lo e exibir os tesouros de Ethruria enquanto segue ao castelo do reino. A jovem concorda e monta no unicórnio, seguindo a frente da carruagem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Alheios ao que estava acontecendo com a meio elfa, seus companheiros de aventuras faziam coisas para se distraírem. Azhara estudava alguma coisa dentro do aposento onde ele e os outros haviam sido instalados. Marlus percorreu o entorno da mansão de Tessan a procura de alguém para desafiar, pois estava a fim de exibir suas habilidades. Gunglain preferiu deixar a mansão e conhecer mais Ethruria, caminhando em seu centro. Ele perguntava a um e a outro os melhores lugares do reino a se visitar. Numa dessas conversas, o cavaleiro percebe uma comitiva seguindo para o castelo, reconhecendo Arcanya e seu unicórnio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Parece  que sua amiga conseguiu passar no teste. - disse uma jovem elfa que  estava ao seu lado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Ao  que me parece sim. - concorda o cavaleiro, despedindo-se em seguida  e indo para o castelo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Ao chegar no castelo, Arcanya desmonta de Ki-Lin e segue para o salão principal, encontrando no local o Conselho de Sábios do reino. Tessan a acompanha e comunica aos seus colegas que ela havia passado no teste real. Eles pedem a meio elfa que lhes entregue os tesouros para averiguarem se eram verdadeiros e ela atende ao pedido. Depois de alguns minutos analisando, eles confirmam que são verdadeiros, o que leva um dos conselheiros a um acesso de raiva.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- ISSO  É MENTIRA! MENTIRA! ESSES TESOUROS SÃO MEUS! MEUS! - um dos sábios  grita insanamente, inconformado do fato de Arcanya ser legitimada  como rainha. Ele tenta atacar a mestiça, mas Tessan intervem  conjurando uma magia que faz com que o outro sábio caia morto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Mas...   -  a jovem não conseguia entender o ato do outro sábio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Ele  também tentou o teste real e conseguiu passar, mas os tesouros o  rejeitaram porque ele não possuía bondade no coração. Ele não  aceitou esse fato e só o mantivemos no conselho devido a ele  pertencer a nobreza. - explicou Tessan.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Vossa  majestade. - um humano com vestes de mago entra no salão principal  e faz uma reverência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Azhara.  - Arcanya exclama e percebe que além do mago, Gunglain e Marlus  também entram no salão e fazem a mesma reverência. A meio elfa  fica sem graça. - Ei vocês não precisam disso, são meus amigos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Precisamos  apresentá-la aos súditos. Eles devem conhecer a nova rainha deles.  Levem-na até a varanda do castelo e a apresentem aos súditos. -  disse um dos sábios do Conselho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Tessan a leva até a varanda e a apresenta aos súditos, recebendo deles saudações vibrantes. Os moradores de Ethruria estavam felizes com a nova rainha. Arcanya acenava sem ao menos saber o que estava fazendo ao certo, retribuindo o carinho que estava recebendo. O sábio pede licença a todos para a rainha se retirar, pois ela iria se preparar para as festividades de coroação que iriam ocorrer a noite. Feito isso, os dois se retiram e os preparativos começam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Enquanto isso, na entrada principal da cidade, os guardas da cidade tentam impedir a entrada de uma jovem humana. Ela alegava que vinha em nome de um nobre para dar um recado a rainha, porém a historóa contada não fazia com que os guardas acreditassem e mantinham-se de pé impedindo sua passagem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Bom  senhorita, mostre o brasão do nobre que lhe enviou. - um dos  guardas pergunta num tom zombeteiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- É...  bem... - a humana não sabia o que falar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Então  senhorita. - o outro guarda a segura pelo braço – Nos acompanhe  até seus “aposentos fortificados”. - e com a ajuda do outro  levam a jovem humana para o castelo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; No castelo, os preparativos da cerimônia de coroação estão bem agitados, com os criados correndo de um lado para o outro. Arcanya estava recolhida em seus aposentos reais, nervosa com tudo o que estava acontecendo. Azhara e Marlus resolveram voltar para a residência de Tessan a fim de se prepararem e Gunglain preferiu passear pelo castelo. Em seu passeio, ele presencia a chegada de dois guardas com uma jovem e reconhece a jovem como aquela que já lutara ao seu lado anteriormente. O cavaleiro se aproxima deles.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Fernanda!  O que faz aqui? - Gunglain pergunta a jovem. Quando ela intencionou  a responder, é interrompida por um guarda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Ela  estava tentando entrar escondida. - o guarda olha sério para o  cavaleiro – O senhor a conhece?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Ah  sim, a conheço. - e soltando a mão do guarda do braço de Fernanda  – Ela gosta de fazer esse tipo de brincadeira. - e ao terminar  puxa a jovem para perto de si. Os guardas ainda tentam argumentar  algo, mas nada conseguem, retirando-se em seguida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Muito  obrigada. - Fernanda agradece, enquanto tira as mãos de Gunglain de  seu braço.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Espero  que não apronte mais nada, pois posso não ajudar. Aproveite o  baile de coroação de Arcanya e divirta-se. - despedindo-se de  Fernanda e saindo do local. Fernanda, vendo-se sozinha, resolve  circular pelo castelo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; A noite, tudo estava preparado. O salão do trono real estava decorado e recebia os nobres locais. Os conselheiros estavam presentes ao lado do trono. Azhara, Marlus e Gunglain estavam misturados entres os nobres e Fernanda não estava ali presente. No quarto, Arcanya estava aos cuidados das criadas, ajudando-a com o vestido e o cabelo. Ela deveria estar impecável para a cerimônia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Não demorou muito para que Arcanya entrasse no salão, acompanhada de Tessan que a leva até o trono. Um dos conselheiros segura a coroa e entrega ao sábio, este fala algumas palavras aos convidados e passa a coroa para as mãos da jovem, que a coloca. Uma salva de palmas se espalha pelo salão e só diminui quando a rainha começa a falar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Meu  primeiro ato como rainha de Ethruria é acabar com essa lei que dá  pena de morte aos meio elfos. - a reação de todos foi o silêncio  absoluto com tais palavras ditas por Arcanya e alguns cochichos eram  ouvidos. Segundos se passaram até que palmas fossem ouvidas e  outras se juntando até que todos estavam aplaudindo a jovem  soberana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Após o discurso, o baile de coroação teve inicio. Alguns formavam pares para dançarem, outros, como a rainha e Azhara, ficavam apenas observando. Marlus tentou dançar com alguma elfa, mas sua inabilidade não permitiu e ele preferiu apenas observar. Gunglain, ao contrario do outro, conseguia encantar as jovens e cada instante dançava com uma elfa diferente. Mais ao fundo do salão, não interessada em dançar, estava Fernanda. Ela observava os convidados de olho nas riquezas que possuíam, circulando entre eles. Ao andar pelo salão, desviando de alguns casais que estavam dançando, ela esbarra em Gunglain.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Gostaria  de me conceder uma dança? - disse o cavaleiro galanteando a jovem,  esta aceita o convite.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Gunglain segurou a mão da jovem e a levou para o centro do salão, puxando-a para perto de si. Enquanto dançavam abraçadinhos, no embalo da música lenta que tocava naquele instante, Fernanda, utilizando-se dos seus talentos ladinos, enfia a mão na sacolinha que o cavaleiro trazia preso a cintura e pega, sem ele perceber, uma gema preciosa. Ao fim da música, a ladina agradece e vai embora, se misturando entre os convidados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; O clima da noite continuou ameno e animado, contrastando com o que aconteceria no dia seguinte. Os orcs estavam próximos, mas agora os elfos tinham uma nova líder para guiá-los na batalha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2651570765165165378-2414264224563974907?l=contoseloranos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contoseloranos.blogspot.com/feeds/2414264224563974907/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2651570765165165378&amp;postID=2414264224563974907&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/2414264224563974907?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/2414264224563974907?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://contoseloranos.blogspot.com/2011/05/conto-02-invasao-dos-orcs-parte-02.html" title="Conto 02: A invasão dos orcs (Parte 02)" /><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600866747272263670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/_vdxGz61dS5Q/SqcQW1cPb1I/AAAAAAAAArc/5wTq4tbMUZY/S220/bruno+e+eu.jpg" /></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEQGSX86fSp7ImA9WhdSFE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2651570765165165378.post-2769436834021078263</id><published>2011-04-27T12:26:00.006-03:00</published><updated>2011-07-23T11:45:28.115-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-23T11:45:28.115-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="orc" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="conto" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="invasao" /><title>Conto 02: A invasão dos orcs (parte 01)</title><content type="html">&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Resumo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;:&lt;/u&gt; &lt;i&gt;"À procura de informações sobre a parte de um tridente que carregavam, um grupo de aventureiros tenta ter acesso a biblioteca do reino de Ethruria. Mas o que eles não contavam eram com as mortes misterioras dos batedores reais."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;u&gt;Nota da autora:&lt;/u&gt; &lt;/span&gt;Esse conto se passa em torno de dois anos antes do casamento real.&lt;/div&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Resgatando Tessan&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Era uma manhã qualquer quando um grupo de aventureiros chegou aos arredores do reino de Ethuria. Tinham como objetivo ter acesso a biblioteca local para descobrir como conseguir a parte que faltava ao tridente que haviam adquirido recentemente. Esperavam acessar a cidade com ajuda de Eilien, um elfo espião do reino que havia se juntado ao grupo.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O grupo montou acampamento num ponto não muito distante da cidade principal, porém afastado o suficiente dos batedores elfos. Eles temiam que descobrissem que traziam consigo uma meio elfa, já que Eilien havia advertido a todos que havia uma lei, imposta por uma antiga rainha, que ordenava a morte de todo meio elfo que fosse encontrado, portanto se vissem Arcanya, os batedores não iriam hesitar em atacar para matá-la. &lt;br /&gt;
- Por que esse ódio todo aos meio elfos? -&amp;nbsp; indagou Arcanya.&lt;br /&gt;
- A rainha recebeu uma profecia de que um meio elfo subiria ao poder e destruiria o reino. Por causa disso, ela decretou que todo meio elfo deveria ser morto.&lt;br /&gt;
- Então, por que você não me atacou?&lt;br /&gt;
- Eu não compartilho dessa ideia e acho que a rainha interpretou essa profecia errada. - tais palavras deixaram a meio elfa pensativa.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Com o acampamento montado, Azhara e Eilien decidem só eles irem até a cidade para conseguirem acesso a biblioteca e pedem a Gunglain, Marlus e Arcanya que fiquem esperando por eles aqui. O mago então gesticula e recita algo, transformando-se num elfo. Foi necessário o uso desse disfarce, pois o espião havia dito que há muito tempo os humanos foram proibidos de entrar em Ethruria. Com tudo pronto, os dois partiram.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Azhara e Eilien seguiram rumo ao reino através das florestas que a cercavam. Estranharam o fato de não terem sido interceptados por nenhum batedor elfo, mas continuaram a avançar. Não tardou muito para que eles vissem o porque de não terem sido interceptados até agora: os batedores estavam mortos. O elfo e o humano se aproximaram dos corpos, o mago agacha e percebe neles marcas não muito comuns. Ele olha para o outro e se levanta.&lt;br /&gt;
- Acho melhor retornarmos ao acampamento. - diz o elfo.&lt;br /&gt;
- Concordo. Precisamos avisar os outros, talvez haja necessidade de investigar tudo isso. - concordou o mago.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No acampamento, Gunglain, entediado com a espera forçada, abre uma garrafa de uma bebida que trazia consigo. Sorveu um gole e ofereceu a Arcanya e Marlus, prontamente aceito por eles. O que ninguém sabia é que a meio elfa era fraca para bebida, ficando bêbada rapidamente. Quando o bárbaro foi brincar com ela, a chamando de gordinha, a mestiça não gostou, sacou as espadas e o atacou. Ele revidou o ataque instintivamente e assim uma luta desnecessária se iniciou. O cavaleiro, antes distraído com sua bebida, ao ver os dois engalfinhando-se, entra no meio da luta e separa os dois, esticando os braços. &lt;br /&gt;
- Vocês estão malucos ou o que? - esbravejou Gunglain – Estão proibidos de beber e peçam desculpas.&lt;br /&gt;
- Desculpa. - Arcanya e Marlus falaram cabisbaixos.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Neste momento, Azhara e Eilen chegam e veem os dois brigões com alguns ferimentos. O mago pergunta a Gunglain o que havia acontecido e ele responde que eles haviam bebido e brigado sem nenhum motivo. O humano balança a cabeça num gesto de desaprovação e o elfo ri. O cavaleiro então pergunta o motivo de eles já estarem de volta.&lt;br /&gt;
- Temos problemas. - diz o elfo.&lt;br /&gt;
- Quais? - indagou o cavaleiro.&lt;br /&gt;
- Encontramos batedores elfos mortos enquanto íamos para a cidade. - respondeu o mago.&lt;br /&gt;
- Mas quem os matou? - Gunglain tornou a perguntar.&lt;br /&gt;
- Não tenho certeza, mas creio eu que foram criaturas mágicas. - Azhara tornou a responder.&lt;br /&gt;
- Se aqueles foram atacados, quem não nos garante que os outros também não estejam mortos? Eles fazem parte da guarda do reino. - Eilen alertou. - Se a guarda não está defendendo a cidade, ela pode ser invadida. &lt;br /&gt;
- Teremos que investigar para podermos tirar conclusões mais concretas. - falou o mago.&lt;br /&gt;
- Concordo. Mas como faríamos isso? - perguntou o espião.&lt;br /&gt;
- Vamos nos dividir e cada um investiga um local. Marcamos o acampamento como ponto de encontro.&lt;br /&gt;
- A ideia é boa, mas vocês esqueceram de um detalhe: eu não posso ser vista por elfos. - Arcanya pronuncia-se pela primeira vez.&lt;br /&gt;
- Eu já pensei nisso. Todos estão de acordo? - Azhara perguntou e recebeu como reposta acenos positivos.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Com todos preparados para a missão, o mago recita palavras arcanas e toca em Arcanya, deixando a jovem invisível. Cada um segue um caminho distinto com o objetivo de colher informações sobre o ataque aos batedores. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Aproveitando-se de sua invisibilidade, a meio elfa começa a seguir rastros que encontra pela floresta e muitos eram de pés humanos, mas ela percebe que alguns são de elfos. Mesmo não tendo convivido com eles, ela sabe que não é comum eles deixarem rastros. A mestiça continuou em suas buscas e encontrou mais corpos dos batedores, porém um pouco mais distante ouviu vozes. Não hesitou em ir e vê um grupo de mercenários atacando um jovem elfo que parecia ser mago, pois tentava se defender usando algum truque. Arcanya pensa se deveria ajudar pois sabe que seria arriscado se ela fosse descoberta por ele, sua vida estaria em risco. Pensou por um curto espaço de tempo antes de tomar sua decisão.&lt;br /&gt;
- Por que vocês não enfrentam alguém a sua altura? - ela disse aproveitando-se de sua invisibilidade. Os mercenários estavam atônitos e olhavam para todos os lugares. O elfo parecia surpreso.&lt;br /&gt;
- Quem disse isso? - um dos mercenários falou.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Arcanya não respondeu e foi para o ataque bradando suas espadas. O rufiões tentavam a todo custo acertá-la mas não sabiam de onde vinham os golpes. O elfo, aproveitando da confusão, se afastou um pouco mais. A patrulheira investia contra os mercenários com tudo, aproveitando que estava invisível, fazendo a derrota deles algo iminente. Com a derrota deles, o elfo procura a quem agradecer, olhando para todos os lados.&lt;br /&gt;
- Muito obrigado por me ajudar. Como se chama? - o elfo olhava para qualquer direção.&lt;br /&gt;
- Você estava precisando. Me chamo Arcanya. E você? - ela se coloca quase que de frente para ele.&lt;br /&gt;
- Johann. Preciso voltar para Ethruria, só que não tenho condições de voltar sozinho.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
- Posso lhe ajudar. - porém o que ela não imaginaria acontecer era o efeito da invisibilidade acabar na frente do outro. Ele arregala os olhos ao ver a meio elfa “aparecer” na sua frente e ela abaixa a cabeça. - Se ainda quiser a minha ajuda... - murmura.&lt;br /&gt;
- Por enquanto é melhor ter a sua companhia do que ser atacado por mercenários. Vou fazer de conta de que não a conheci.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os dois seguiram até as proximidades dos portões principais da cidade. Arcanya parou e Johann seguiu em frente. Assim que ele chegou aos portões do castelo, ela virou e seguiu o caminho de volta, mas ele a observou antes de passar pelo portão.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No acampamento, o restante do grupo aguardava ansiosamente a volta de Arcanya, pois ela estava demorando além do normal e temiam que ela estivesse com problemas. A espera deles fora sanada quando a meio elfa surgiu sem nenhum arranhão grave e pedindo desculpas por ter se atrasado. Todos conversaram sobre os corpos que haviam encontrado em suas buscas e a patrulheira acrescentou ao seu relato o seu encontro com os mercenários e Johann. &lt;br /&gt;
- Mercenários! - Gunglain falou.&lt;br /&gt;
- Eles não estão agindo sozinhos, pois percebemos que o ataque ao batedores não fora feito por mãos humanas. - Azhara afirmou.&lt;br /&gt;
- Vamos atrás de onde esses mercenários estariam se reunindo? - perguntou o cavaleiro.&lt;br /&gt;
- Não vejo outra saída. - respondeu o mago.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O grupo rumou para o interior da floresta na esperança de encontrar respostas que esclarecessem o mistério. Arcanya, como uma boa patrulheira, estava a busca de qualquer rastro e achou um que levava a um ponto mais distante. Virou-se para os seus companheiros e comentou. Azhara sugeriu que ela fosse sozinha o mais próximo possível, pois além de ser mais furtiva que ele, sabia interpretar os rastros deixados. A mestiça concordou e foi para onde os rastros seguiam. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Uma música suave ela começou a ouvir enquanto caminhava em direção dos rastros e não tardou para que ela visse quem era seu executor. A sua frente estava um sátiro tocando majestosamente uma flauta. Ele havia tentado encantar a jovem, mas algum motivo maior não a vez cair no truque. O sátiro guardou a flauta e se aproximou de Arcanya.&lt;br /&gt;
- O que essa jovem bonita deseja?&lt;br /&gt;
- Segui seus rastros, achando que encontraria o local onde os mercenários se reuniriam. &lt;br /&gt;
- Ah sim. Garrick Olho da Morte estava atrás dos rastros deles e dos orcs que os acompanham.&lt;br /&gt;
- Orcs? Isso é mais complicado do que eu pensava. Mercenários, orcs e criaturas mágicas juntas?! O reino de Ethruria não vai resistir ao ataque.&lt;br /&gt;
- Bom, é o que parece. Mas acho que há um jeito de ajudá-los... - e o sátiro fez uma expressão divagadora.&lt;br /&gt;
- Qual?&lt;br /&gt;
- Há rumores que no centro da floresta há uma estátua de um grande mago elfo. Esta estátua está sob a guarda de uma criatura conhecida como beholder. Talvez derrotando a criatura a estátua informe algo. &lt;br /&gt;
- Hum... - a jovem ficou pensativa antes de continuar a falar – Bom, se essa for a alternativa... &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Arcanya nem se despediu e voltou apressada para perto dos companheiros. Relatou a conversa que teve com o sátiro, realçando o fato dos orcs e do beholder. Azhara ponderou que a criatura era esperta e difícil de enfrentar, o que fez aquietar os ânimos de Marlus, que já estava ansioso para lutar.&lt;br /&gt;
- Não é fácil derrotá-lo. - afirmou Azhara.&lt;br /&gt;
- Tens algum plano? - indagou Gunglain.&lt;br /&gt;
- Eu serei nulo num combate direto contra a criatura, devido ao olho central criar uma área anti magia.&lt;br /&gt;
- Ah que maravilha! - Marlus falou ironicamente e sentou-se no chão. Arcanya deu um tapa em seu ombro e com o dedo indicador sobre os lábios pediu silencio ao bárbaro.&lt;br /&gt;
- Continuando... - o mago retomou a palavra – o que planejo é o seguinte: vocês, com suas habilidades, distraem a criatura e se possível a derrotem. Enquanto isso eu chego até a estátua e a retiro dali teleportando-a para o local onde nós anteriormente havíamos montado acampamento.&lt;br /&gt;
- Por curiosidade... e se não conseguirmos derrotar a criatura? - perguntou Eilen, que até então estava calado.&lt;br /&gt;
- Se eu tiver exito na minha parte, sugiro a vocês que fujam. Caso todos falhem... - Azhara olha para cada um antes de continuar – Prefiro não pensar no que pode acontecer.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O grupo permaneceu parado e pensativo antes de partirem para o local indicado pelo sátiro. Antes mesmo de chegarem no objetivo, eles foram interceptados por dois elfos que reconheceram Eilen no grupo.&lt;br /&gt;
- O que faz com eles, Eilen? - um dos elfos perguntou a ele.&lt;br /&gt;
- Nesse momento estamos indo ao centro da floresta para encontrar a estatua do sábio elfo, para, quem sabe, conseguir informações sobre as mortes dos batedores do reino. - Eilen respondeu ao seu indagador. &lt;br /&gt;
- Esse também é o nosso destino. - tornou a falar o mesmo elfo.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O outro elfo olhava para cada rosto dos outros integrantes do grupo até parar no de Arcanya. A jovem estremeceu levemente com aquele olhar fixo e sério sobre ela. Ele tocou no braço do outro elfo e ambos voltaram a atenção para a patrulheira antes de começarem a caminhar.&lt;br /&gt;
- Se vocês quiserem seguir conosco sugiro que ela coloque o capuz de sua capa. – um deles se virou e apontou para a mestiça. Eilen balançou a cabeça num gesto positivo e Arcanya prontamente cobriu a cabeça com o capuz&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Prosseguindo a passos largos, o grupo não tardou a chegar ao local onde se encontrava a estátua e o beholder. Azhara passou as instruções para grupo e todos ouviram atentamente. O mago, então, recita algumas palavras arcanas e toca em seu peito, tornando-se invisível. Enquanto o arcano se dirige para onde está a estatua, os outros preparam o ataque. Os elfos seguiram na frente, seguidos de Arcanya, Marlus e Gunglain. Se separaram na intenção de atacar de todos os lados e evitar assim um contra -ataque &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eilen e Arcanya preparam seus arcos e lançam flechas contra a criatura enquanto os outros dois elfos, Marlus e Gunglain investem num ataque corpo a corpo. O beholder foi pego de surpresa com os ataques combinados e mesmo quando tentou desferir um contragolpe não obteve sucesso, perecendo em seguida.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Com a criatura morta, os outros reúnem-se em frente a estátua e os elfos fazem uma mesura a figura petrificada. Minutos depois o mago reaparece, olha ao redor e vê a criatura morta, suspirando aliviado. Os elfos, que antes estavam curvados perante a estátua, viram-se e um deles começa a falar.&lt;br /&gt;
- Este que vocês veem é um grande mago e membro do conselho de Ethruria. Seu nome é Tessan. Nós viemos em missão para descobrir seu paradeiro. -&amp;nbsp; e fixou seu olhar em Azhara – Mago, há algo que possamos reverter o estado atual dele?&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Por um momento o mago humano hesitou do pedido feito pelo elfo, mas lembrou-se que ele também precisava do sábio. Então revirou a sacolinha que trazia presa a cintura e encontrou aquilo que procurava: o pergaminho que havia ganho de Viviane contendo uma magia que revertia petrificação. Com o pergaminho em mãos, Azhara vai até o sábio e começa a ler o que estava escrito. Aos poucos, o que era pedra ganha vida e o sábio desperta lentamente, respirando o ar ao seu redor. Os elfos se aproximam dele e fazem uma pequena reverencia. Tessan agradece e pergunta quem desfez o efeito da petrificação e Eilen aponta para o arcano humano, que faz uma pequena mesura.&lt;br /&gt;
- Creio que seja melhor conversarmos em Ethruria. - diz Tessan – Por favor, deem as mãos. - e então ele conjura uma magia de teleporte, levando todos ao reino elfico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2651570765165165378-2769436834021078263?l=contoseloranos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contoseloranos.blogspot.com/feeds/2769436834021078263/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2651570765165165378&amp;postID=2769436834021078263&amp;isPopup=true" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/2769436834021078263?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/2769436834021078263?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://contoseloranos.blogspot.com/2011/04/conto-02-invasao-dos-orcs-parte-01.html" title="Conto 02: A invasão dos orcs (parte 01)" /><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600866747272263670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/_vdxGz61dS5Q/SqcQW1cPb1I/AAAAAAAAArc/5wTq4tbMUZY/S220/bruno+e+eu.jpg" /></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkMNQns-eip7ImA9WhdSFk4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2651570765165165378.post-1749921244878946016</id><published>2011-04-17T01:34:00.002-03:00</published><updated>2011-07-25T19:54:53.552-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-25T19:54:53.552-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="casamento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="conto" /><title>Conto 01: O Casamento (Final)</title><content type="html">&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Resumo:&lt;/span&gt;&lt;/u&gt; &lt;i&gt;"Finalmente o casamento será realizado. Mas os pombinhos resolveram se conhecer melhor antes da noite de núpcias. Quebra de protocolo? Talvez."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;A união, enfim, selada&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; &lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Dois dias depois do combate contra os mercenários, a comitiva do rei Dulien de Calevais chega a Ethruria. Além do próprio rei, veio também o irmão de Inari acompanhado da esposa. Como haviam chegado próximo a hora do almoço, a rainha mandou preparar um delicioso banquete de boas-vindas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; O almoço transcorreu alegre e tranquilo. Na grande mesa posta, Arcanya estava sentada a cabeceira dela, ao seu lado direito estavam sentados o príncipe Inari e Tessan. No lado esquerdo estavam o rei Dulien, o príncipe Edwin e sua esposa , a princesa Valerie. A jovem elfa cinzenta exibia um ventre avantajado, indicando que o herdeiro de Calevais estava a caminho. A rainha apenas olhava e pensava que em breve seria ela que teria que ostentar um ventre avantajado.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; Após o almoço, Inari levou seu pai e seu irmão para um passeio pelo reino. Valerie quis acompanhar, mas seu esposo pediu que ficasse e descansasse, pois a viagem tinha sido longa e ela estava num estágio bem adiantado da gravidez. Relutante, ela aceitou e foi para perto da rainha, que estava conversando com alguns criados. Arcanya, ao perceber a presença da outra, dispensa os criados e leva a convidada para uma caminhada pelos jardins do castelo, com pronta aceitação da elfa. Enquanto caminhavam, Valerie não conseguia disfarçar a curiosidade que sentia sobre Arcanya, o que fazia a meio-elfa se sentir desconfortável com os olhares que recebia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Você  deve estar se perguntando como uma mestiça é rainha de um povo  élfico? - disse a rainha enquanto caminhava, sem olhar para a elfa  cinzenta. Valerie fica sem graça com tal pergunta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Me  desculpe. Não era isso que eu estava pensando. - tentando-se  desculpar&lt;/span&gt;.&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Já  estou ficando acostumada a olhares curiosos. É estranho, para vocês  puros, aceitarem uma “bastarda” no poder. - e volta seu olhar  para Valerie. - Não estou lhe culpando. Você está certa em ficar  curiosa, é realmente estranho. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; Valerie nada disse depois disso e seguiu quieta ao lado da soberana. Ao chegarem ao jardim, Arcanya as levou para um banco debaixo de uma árvore bem frondosa. Ofereceu-se para ajudar Valerie a sentar-se, mas a mesma disse que não era preciso e sentou. A rainha também se sentou e  tentou puxar assunto com a elfa, pois sentia-se culpada por tratar a convidada daquele jeito. Ela, então, começou a perguntar sobre o bebê que a outra esperava e Valerie exibiu um enorme sorriso, enquanto acariciava levemente o ventre.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- É  uma dádiva, minha rainha. Tanto eu quanto Edwin estamos animados  com a chegada do bebê. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Fico  feliz em saber. - e sorri. Ela percebe que a elfa fazia questão de  exibir o majestoso ventre para a rainha, a mesma sem graça o tocou  levemente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Não  tardará para que você tenha um herdeiro também. -  e toca o  ventre reto de Arcanya. - E sentirá essa magia que eu sinto. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; A rainha sorri e nada fala, a ideia de ter um herdeiro ainda não era muito bem aceita por ela. Apesar de ter prometido a si mesma não sair em aventuras sem necessidade, o espírito aventureiro ainda persistia e ela sabia que um herdeiro significaria  ficar “presa” ao castelo. Não era aquilo que ela pretendia naquele momento. Valerie percebe que Arcanya estava pensativa, pergunta o porquê e a meio-elfa responde que nada era para que ela se preocupasse. Com alguma dificuldade, a elfa cinzenta se levanta e vai até um pequeno arbusto próximo. Estava florido e isso havia encantado ela.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Não  querendo ser deselegante minha rainha, mas percebi que não vi  nenhum parente seu no castelo. - falou Valerie.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Meus  tios moram numa mansão mais afastada daqui. - respondeu a rainha.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- E  seus pais? Eles também moram com seus tios? - continuou perguntando  a princesa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Minha  mãe é falecida e creio que meu pai também seja. Não os conheci,  fui criada por outra pessoa. - a rainha exibiu uma expressão  triste, o que deixou Valerie sem graça pois havia tocado num ponto  de tristeza da outra.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Me  desculpe Arcanya. Não sabia que era órfã, não queria deixá-la  triste. - e foi andando em direção dela, lhe oferecendo uma flor.  Arcanya aceita e sorri.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;   - &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Você  não sabia. - e levantou-se do banco. - Acho melhor retornarmos. -  disse Arcanya. Valerie concordou e as duas retornaram calmamente ao  interior do castelo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;  No castelo, Inari conversava animadamente com seu irmão Edwin. O irmão mais velho comentava sobre o filho que estava a caminho e fazia isso com um enorme sorriso no rosto. O caçula também retribuía a alegria do irmão e ficava sem graça quando o irmão dizia que iria cobrar um sobrinho dele. Mais afastado dos príncipes, Dulien e Tessan conversavam sobre assuntos políticos, principalmente sobre a aliança entre os reinos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; Não tardou para que entrasse no salão Arcanya e Valerie. Edwin recebe a esposa com um forte abraço e um afago em seu ventre, ela lhe retribui com um beijo na testa e uma flor.  Inari vai até a rainha, pega suas mãos e pousa seus lábios num suave beijo, o que deixa a meio-elfa com o rosto ruborizado.  Arcanya retribui com um beijo no rosto de Inari. Tessan, que até então conversava com o rei de Calevais, se aproxima dos casais e os convida para um sarau ao ar livre a noite, pois o maior bardo do reino faria uma apresentação exclusiva para a rainha. Esse convite deixou todos animados, até os criados foram convidados. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; Enquanto todos se dirigiam aos seus aposentos para se arrumarem, rei Dulien intercepta Azarill. Ele agradece pelo serviço feito e que será recompensado. O operativo  imperial agradece e diz que agora seus serviços serão para o que o futuro rei de Ethuria. O soberano de Calevais agradece a lealdade do outro para com o filho caçula e se retira para seus aposentos. Azarill faz o mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; A noite, todos se reuniram no jardins reais, contando também com a presença de Gwydion e Lara. O bardo Ellijah se posiciona no centro do circulo formado pelo os convidados e toma posse do bandolim que trazia consigo, dedicando a música que irá tocar para a rainha. Arcanya agradece com um leve balanço de cabeça e Ellijah começa a tocar uma canção local. Os criados que ali estavam começaram a cantarolar junto com o bardo, acompanhados das elfas donzelas que faziam a guarda pessoal da rainha. Os outros apenas batiam palmas no ritmo da música. A noite estava estrelada e parecia animar ainda mais os convivas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; Conforme as musicas eram tocadas, os convidados se animavam e começavam a dançar, com exceção de Azarill que permanecera apenas observando os acontecimentos. O príncipe Inari convida a rainha Arcanya para uma breve dança e a rainha, encabulada, aceita. O mesmo faz o príncipe Edwin a esposa, e posteriormente outros casais são formados. Eloara, uma das guarda-costas da soberana, tenta convencer Azarill de dançar com ela, sendo a tentativa totalmente em vão. O rei Dulien vendo a falha que a elfa teve em tentar fazer com que o elfo cinzento dançasse com ela, a tira para dançar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; Após as músicas, o bardo começou a contar feitos de alguns heróis locais, incluindo Tristania Fio de Prata, mãe de Arcanya. Todos ouviam com atenção e a rainha percebeu que nos rostos de seus tios, lágrimas rolavam. “Eles sentem muita falta dela, talvez mais do que eu.” pensou a meio-elfa. Um pouco mais tarde, quando Eliijah contava outro feito heroico, Arcanya sente seu ombro ser tocado e ao virar-se percebe que era sua tia Lara. Ela pede que se afaste um pouco dos outros pois queria conversar algo em particular. A rainha consente e elas vão para um canto mais afastado do jardim. Lara para defronte a sobrinha, mexe em sua bolsinha presa ao cinto e lhe entrega um lindo colar com uma pedra como pingente, encantando a mestiça.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Era  de sua mãe. -  diz a maga adivinha.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Que  honra possuo para ganhar tão magnifico presente? Deveria ficar de  recordação com você e tio Gwydion. - falou a rainha.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Lhe  pertence agora minha rainha. - e fechou suas mãos sobre as mãos da  sobrinha – Sua mãe daria a você como presente de casamento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Muito  obrigada tia. – e abraça a elfa. Minutos depois Lara se  desvencilha do abraço, coloca o colar no pescoço da outra e  comenta:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Arcanya,  talvez você não saiba, mas é tradição nos casamentos que os  noivos recebam as bençãos dos pais num dado momento da cerimônia.  - A jovem a olha com um olhar intrigado, mas a tia prossegue – O  noivo recebe a benção do pai e a noiva, a da mãe. Caso pai ou mãe  não possa comparecer ao casamento, um parente próximo pode  substituí-lo. No seu caso, minha sobrinha, serei eu que ficarei no  lugar da sua mãe e lhe darei a benção. Rei Dulien dará a benção  ao príncipe Inari&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Tia,  não sei se você poderia esclarecer uma dúvida que tenho carregado  comigo. O que você pode me dizer sobre meu pai? É falecido? Por  que até hoje ele não veio saber de mim? - Essas perguntas pegaram  a adivinha de surpresa. Ela respirou fundo antes de responder.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Pouco  sei sobre ele, sua mãe não nos contou nada sobre seu pai. Só  tenho um suposto nome: Lord Fallcrest. Ele era um dos integrantes do  grupo de aventureiros que sua mãe pertencia, com quem ela teve um  romance. Se ele é vivo ou morto, se ele sabe de sua existência,  não posso afirmar. Talvez Tessan possa lhe informar melhor.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;   - &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Lord  Fallcrest... - e olha para o grupo que assistia a apresentação do  bardo. - Melhor voltarmos, Inari olha impacientemente para nossa  direção – Lara sorri e acompanha a sobrinha de volta ao centro  do jardim.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; Conforme a noite avançava, o grupo de ouvintes ia diminuindo. Primeiro os criados, depois Edwin e Valerie, posteriormente o rei Dulien e por fim o bardo que se despediu de Arcanya e Inari, que estavam acompanhados das elfas donzelas e de Azarill. Percebendo o adiantado da hora, a rainha dispensa as donzelas e o príncipe faz o mesmo com o operativo. Relutantes, eles deixaram o casal a sós no jardim.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; Arcanya fita as estrelas pensativa e segura o colar, recém-adquirido, com uma das mãos. Inari apenas a observa com um sorriso. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Bonito  colar minha dama. É uma ametista? - pergunta o príncipe. Arcanya  olha para o pingente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Uhum.  - ela concorda. - Era de minha mãe, minha tia me deu como presente  de casamento. - voltando a olhar as estrelas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- O  que tanto pensas Arcanya? - com essa pergunta, a rainha volta seu  rosto para o príncipe, voltando a olhar para o céu depois.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Sinto  saudades de casa, melhor dizendo, da minha outra casa.  - respondeu  ela.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Por  que não faz uma visita? - Inari tornou a perguntar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Penso  em fazer após o casamento, porque não estaremos mais tão  atarefados. - Arcanya respondeu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- E  por que não agora? - Arcanya imediatamente olha para Inari,  tentando entender a proposta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Não  podemos ir agora. Preciso ter a comitiva real me acompanhando e  todos dormem nesse momento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Venha  comigo! - o elfo ergue-se e estende a mão para ela – Eu percebo  que no fundo essa ideia agradou e muito a você.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Como  iremos até lá? - pegando a mão do príncipe. - A cavalo vai  demorar tempo suficiente para notar nosso sumiço.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- E  quem disse que vamos a cavalo? Temos a minha águia. - Inari saiu  andando apressado e Arcanya o seguia da maneira que podia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;   - &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Aiai,  eu prometi ao Tessan que não fugiria de novo escondida. - e como  resposta ela ouve risinhos do príncipe.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; Os dois, com extremo cuidado para não acordar ninguém, se dirigem onde a águia do príncipe se encontrava. Inari soltou as correntes que prendiam o portão e com cuidado guiou a ave para fora, acalmando ela. Depois monta e estica a mão para que a rainha suba. Ela meio receosa, já que não possuía habilidade em montar águias gigantes, luta com a inabilidade e com muito esforço, e ajuda do outro, consegue subir. E voando, o casal se dirige até a antiga floresta que Arcanya viveu por alguns anos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; Tão logo chegaram a floresta, o casal desceu da águia e caminharam em direção da cabana, pois pararam um pouco afastado do local. Assim que avistaram a cabana, Arcanya correu até a entrada e parou em frente a porta, sendo seguida de Inari. Ela hesita, por um momento em abrir a porta, o que leva ao príncipe perguntar o motivo. A rainha não responde e após respirar fundo, abre a porta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; Dentro da cabana estava como a meio elfa havia deixado quando esteve pela ultima vez, o que retornar a sua mente lembranças queridas. Arcanya tocava os poucos móveis que havia e aos poucos deixava cair pelo rosto as lágrimas que segurava desde o momento que viu seu antigo lar. O príncipe apenas a observava, ele sabia que ela necessitava daquele momento. Depois de um tempo apenas observando da porta de entrada, Inari se aproximou da rainha e tocou em seu ombro. Ela virou-se e ele percebe seu rosto banhando em lágrimas que a mesma tenta esconder, colocando a cabeça contra o peito do elfo, esse apenas afaga os cabelos dela gentilmente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; Enquanto acariciava os cabelos da rainha, Inari fica entorpecido pelo suave perfume que eles exalavam. Sem que percebesse, ergueu com cuidado o rosto de Arcanya, deixando a soberana com o olhar voltado para si. As lagrimas já haviam cessado, deixando o rosto da jovem apenas úmido. O elfo aproxima seu rosto com o dela e devagar toca seus lábios nos dela. A mestiça sente um arrepio percorrer o corpo e deixa  tomar-se pelo beijo de seu futuro esposo. Os lábios se tocam de maneira diferente dos beijos respeitosos que Inari dava em suas mãos e seus braços apertam contra seu corpo o corpo do outro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; A rainha estava descobrindo sensações antes nunca experimentadas e o príncipe, um pouco mais experiente que ela, parecia não apressar nada e deixar tudo fluir naturalmente. Com muito cuidado, ele afrouxou as fitas que atavam o vestido dela e foi retirando devagar. Arcanya ficou um pouco assustada, tentou impedir, mas teve seus lábios tomados por um beijo lascivo e ela não resistiu. Depois, o elfo cinzento retirou suas próprias roupas, ficando apenas com as roupas intimas. A meio elfa tocou o tórax nu do jovem com as pontas dos dedos, o percorrendo por inteiro como se quisesse conhecer melhor. Inari a segura pelos pulsos e a puxa para perto de si, desfazendo o cabelo trançado dela e jogando-o para trás, revelando o pescoço nu para seus lábios beijarem, sentindo o corpo da mestiça tremer levemente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; O casal ficou trocando beijos e carícias para conhecerem cada corpo melhor. Inari tomo a iniciativa e encaminhou Arcanya até a singela cama que havia no local. Com todo carinho, deitou o corpo da jovem sobre a cama. O corpo da jovem tremia involuntariamente e seu olhar exprimia medo quando o elfo tencionava tirar suas roupas intimas. Com um sorriso no rosto, o príncipe se aproxima dela e fala em seu ouvido que não iria machucá-la. O medo no olhar dela pareceu diminuir e ele tirou as roupas intimas da rainha antes de tirar as próprias, posicionando o seu corpo nu sobre o dela. Elevou seus olhos para olhar diretamente os da mestiça e sentia o coração dela bater acelerado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; Inari trocou mais carícias com Arcanya para deixá-la mais a vontade e a incentivava a descobrir seu corpo. Depois passou a investir em caricias mais quentes para prepará-la para o passo seguinte.  Assim que a jovem estava relaxada e curtindo o momento, o jovem a penetrou. Mesmo com todo o clima antecedente, a jovem contorceu o corpo levemente com a dor que sentiu, mas pediu para que continuasse quando o elfo parou. O jovem então a beijou enquanto tornava a penetrar, mas dessa vez a jovem não , a retraiu o corpo. O casal se movia num compasso ritmado, misturados a gemidos abafados e declarações de amor. Por mais assustador que fosse no inicio, a meio elfa agora parecei estar inebriada por um prazer sem limites. Quando o gozo tomou conta dos do dois, um gemido foi compartilhado antes do príncipe cair sobre a soberana e ambos curtirem a respiração ofegante de cada um. Olhando nos olhos dela, Inari sussurra um “Eu te amo” e a beija, antes de deitar ao lado de Arcanya para dormir abraçado a ela.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; Na manhã seguinte, o castelo de Ethruria estava agitado. As elfas donzelas corriam pelos corredores dos quartos a procura de Arcanya e o mesmo fazia Azarill, pelo príncipe.  Tessan já estava acostumado as fugas da rainha e dessa vez não estava zangado com ela, pois tinha certeza que o casal estava junto e se conhecendo melhor. O rei Dulien já havia recebido a notícia que seu filho havia sumido e, ao contrário de Edwin e Valerie que estavam preocupados, ele parecia bem feliz. “Talvez o herdeiro esteja sendo encomendado” pensava ele.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; Alheios aos acontecimentos em Ethruria, o jovem casal ainda permanecia adormecido, com raios de sol sobre eles. O príncipe despertou primeiro e ficou admirando a rainha com um olhar doce. Não tardou para que Arcanya despertasse e com um olhar assustado indagasse o que ela estava fazendo ali. Mas antes que o elfo respondesse, ela tocou os lábios dele, sorriu e o beijou depois. O jovens trocaram mais alguns beijos antes da meio elfa perceber que já era dia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Oh  não! Já amanheceu e não estamos em Ethruria. Com certeza nossa  ausência já foi percebida. - dizia Arcanya ao erguer-se.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Sim.  O que podemos fazer quanto a isso? - diz Inari.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt; &lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Nos  apressarmos em nos arrumar. - ela tentava colocar o vestido, se  atrapalhando com as fitas e fazendo o príncipe rir. - Ei! Ao invés  de rir, me ajude a atar essas fitas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; Inari a ajudou com as fitas e depois se arrumou. Antes de saírem da cabana, ainda trocaram mais alguns beijos acalorados, partindo em seguida até o local onde estavam a águia. O príncipe ajudou a rainha a subir na ave, esta posteriormente enlaçou seus braços na do elfo, seguindo rumo ao reino. Quando chegaram ao castelo, foram recebido pelo rei Dulien que estava a espera do casal no local onde as águias gigantes repousavam. Os jovens ficaram surpresos, mas o soberano de Calevais exibia um largo sorriso. Arcanya fez uma reverencia e retirou-se para seus aposentos. Quando Inari ia fazer o mesmo, foi impedido pelo pai. Ele queria saber onde o casal estava e o que haviam feito, tendo apenas como resposta um sorriso do filho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; Ao chegar em seus aposentos, Arcanya encontrou as elfas donzelas paradas em frente a porta, ambas com expressões aliviadas após verem sua rainha bem. Ela dispensou as guardiães dizendo que queria ficar sozinha para descansar. Elas iam protestar contra, mas a porta do quarto se abriu e Tessan apareceu pedindo para que elas obedecessem os pedidos da soberana. Após as guardiães se retirarem, a mestiça entrou no quarto acompanhada do sábio. Ela pediu que ele se sentasse e também se sentou.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Me  perdoe se não cumpri a minha palavra e sai escondida novamente. - a  rainha baixa a cabeça.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Não  se preocupe, não estou chateado com você minha rainha. Estava em  companhia do príncipe Inari, estou certo? - e olhou para ela  notando vestido amarrotado e as fitas mal atadas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Sim.  - o rosto de Arcanya parecia arder em chamas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Não  me interessa saber o que vocês fizeram durante esse “passeio”  noturno. Fico aliviado que está bem e feliz e que está em sintonia  com seu futuro esposo. - Tessan se levantou e pediu permissão para  se retirar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Espere,  por favor! Antes de ir preciso que me tire uma dúvida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Fale  minha rainha. O que lhe perturba?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Ontem,  durante a apresentação de Ellijah, conversei com minha tia a  respeito de meu pai. - o sábio a olhou intrigado. - Ela não me deu  muitas informações, apenas um nome: Fallcrest. Lord Fallcrest. Ela  me disse que você poderia me ajudar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Ah,  sinto muito minha rainha. O que sei talvez seja a mesma coisa que  sua tia sabe. Sua mãe não me disse quem era o seu pai, ela  escondia quem ele era. O motivo? Não sei. Desculpe-me se não pude  te ajudar. Peço licença para retirar-me.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;- Está  bem. Licença concedida. - Tessan se despede e retira-se do quarto. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; Alguns dias se passaram e o dia da cerimônia havia chegado. Os criados do castelo estavam agitados com os preparativos e corriam de um lado para o outro. Os súditos também estavam animados pois poderiam assistir a cerimonia de perto. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; Inari estava reunido com o pai e o irmão em seu quarto. Fazia parte da tradição de Calevais essa reunião masculina. Uma reunião onde o patriarca da família dava conselhos a aquele que deixaria o seio familiar. Nenhuma mulher podia participar, por isso Valerie teve que ir ficar com a rainha e auxiliá-la em sua preparação para o matrimônio. Nos aposentos da rainha, Eloara e a outra elfa guardiã se encarregavam de ajudar Arcanya a vestir-se, enquanto Valerie trançava o cabelo dela.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; A cerimônia seria realizada nos jardins reais e os súditos poderiam acompanhar. Os criados se apressavam com a decoração do local sob a supervisão de Tessan. Viviane o acompanhava, pois realizaria os ritos matrimoniais. Estava tudo ficando pronto, em algumas horas Arcanya e Inari selariam a aliança entre os reinos e entre si.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; Quando tudo estava pronto, uma trombeta anunciou o inicio da cerimonia. Os súditos começavam a chegar e se acomodarem em filas, deixando um espaço no meio vazio. Na frente, próximo ao que parecia ser um altar, estavam todos os membros do conselho trajados com roupas de gala. Eles estavam sentados a direita e a esquerda estavam o principe Edwin e a esposa Valerie, Gwydion, Azarill e as elfas guardiães, assim como Azhara e Marlus.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; Novamente as trombetas tocam, dessa vez para anunciar a entrada dos noivos. Viviane os segurava pelas mãos. O príncipe exibia uma riquíssima túnica com capa e tinha o brasão de Calevais preso a capa. A rainha vestia um magnifico vestido branco com alguns fios dourados tendo a cintura o reluzente Cinturão de Aramus, além de trazer no pescoço o colar que era de sua mãe. Atrás dos noivos vinham o rei Dulien e Lara. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; Ao chegarem no “altar”, Viviane colocou-se a frente dos noivos, virada para o publico. A direita dela ficou o rei de Calevais e a esquerda dela, a tia da rainha. Os noivos se ajoelharam perante a sacerdotisa, que começou a entoar cânticos de saudação a deusa Aurora. A grã sacerdotisa prosseguiu com a cerimonia e pediu que os jovens olhassem um para ou outro nos olhos e pede para que eles repitam o juramento que ela iria citar, começando por Inari. Porém o príncipe pede permissão para que ele possa recitar um juramento feito por ele próprio e tem o consentimento de Viviane. Assim que ele terminou de falar, a rainha repetiu o mesmo juramento, e ambos voltaram a atenção para a sacerdotisa. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; Viviane continuou com a cerimonia e pediu para que Dulien e Lara ficassem na frente respectivamente de Inari e Arcanya. Segurando cada um a mão de seu respectivo filho, pois nesse caso Lara estava representando a mãe da rainha, o rei e a maga dão a benção ao casal, unindo as mãos dos jovens após. Tessan deixa a companhia dos conselheiros e vai até os jovens, pedindo que se levantem e se virem para os convidados. Depois, ergue as mãos deles, profere que a aliança entre Ethruria e Calevais estava selada, declarando que Inari seria o novo rei de Ethruria. Os súditos ficam de pé e com muito entusiasmo saúdam o casal, sendo reverenciados por eles. Inari então recebe a coroa de rei de Ethruria das mãos da esposa, consagrando-se oficialmente rei desse reino. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; Após a cerimonia os festejos se iniciam. A felicidade estava estampada nos rostos do jovem casal, assim como de todos os convivas que estavam ali. Agora Ethruria e Calevais estavam unidas, assim como os corações de Arcanya e Inari. A paz inundava o reino, só não se sabia até quando.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2651570765165165378-1749921244878946016?l=contoseloranos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contoseloranos.blogspot.com/feeds/1749921244878946016/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2651570765165165378&amp;postID=1749921244878946016&amp;isPopup=true" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/1749921244878946016?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/1749921244878946016?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://contoseloranos.blogspot.com/2011/04/conto-01-o-casamento-final.html" title="Conto 01: O Casamento (Final)" /><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600866747272263670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/_vdxGz61dS5Q/SqcQW1cPb1I/AAAAAAAAArc/5wTq4tbMUZY/S220/bruno+e+eu.jpg" /></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkIDRnwyeyp7ImA9WhdSFk4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2651570765165165378.post-4066275269350383465</id><published>2011-04-01T14:34:00.001-03:00</published><updated>2011-07-25T19:56:17.293-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-25T19:56:17.293-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="casamento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="conto" /><title>Conto 01: O Casamento (parte 02)</title><content type="html">&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Preparativos conturbados&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Na manhã seguinte, Arcanya anuncia aos seus súditos que se casará em quinze dias com o príncipe Inari, selando assim uma aliança entre Ethruria e Calevais. Os súditos recebem a notícia com alegria e saúdam o casal que está na sacada do castelo.  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Os criados estão agitados preparando as listas com todo material que será necessário para a cerimônia de casamento. Os conselheiros, juntamente com a rainha, preparavam a lista de convidados. Inari se encarregou de avisar seu pai, recebendo uma calorosa resposta do rei Dulien. O rei, em sua resposta, solicitou que o filho voltasse pra casa para terem uma conversa franca. O principe, inicialmente, relutou em aceitar o convite do pai, mas depois de uma conversa com Arcanya, aceitou e seguiu para Calevais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small; font-weight: normal;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Após alguns dias com a mente voltada para os preparativos do casamento, a rainha Arcanya foi até o alojamento da unidade das donzelas, a convite de Melissa, capitã e líder das donzelas. O convite veio em bom momento, pois a rainha queria ver como estava Ki-Lin, seu unicórnio, e lhe contar que em breve não poderia mais montá-lo. Ela estava um pouco relutante com esse fato, pois o unicórnio a acompanhava desde mais nova, quando ainda morava com Sabino. Sim, Sabino, o patrulheiro que salvara sua vida há mais de 20 anos, retirando-a da mansão de sua família e levando para a floresta, arriscando sua vida ao confrontar a lei élfica de que todo meio-elfo deveria ser morto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; O alojamento da unidade das donzelas fica mais afastado do centro da cidade, próximo aos portões externos de Ethruria, pois os unicórnios precisam de contato constante com a natureza. Além de Melissa, Arcanya também teve a companhia de Azarill, que desde a sua chegada ao reino se tornara seu guarda-costas, um tanto a contragosto da rainha. Durante a visita ao local, eles puderam acompanhar o treinamento das jovens elfas com arco e com espada. A rainha prestava atenção na explicação dada por Melissa, porém Azarill ficava a todo momento achando que algo iria atacar. Cada interrupção do elfo deixava a capitã irritada, mas se controlava para não entrar em discussão com ele. No fim do passeio, Arcanya fala que precisa ir ver Ki-Lin e Azarill já se prontifica a ir com ela. Melissa pergunta a ele porque tanto zelo e obtém como resposta que ele não confia que a guarda real possa proteger a rainha. A declaração de Azarill irrita profundamente a capitã que começa a rebatê-lo, ficando assim uma troca de “elogios” mútua. Arcanya percebendo que poderia essa discussão gerar uma briga, interrompe e pede para que a deixem sozinha para que possa conversar em paz com Ki-Lin. A capitã consentiu imediatamente e ia se retirando, mas percebeu que Azarill ainda permanecia parado ao lado da rainha. Ela parou e lançou um olhar indignado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Você  não ouviu que a rainha pediu um momento sozinha? - reclamou  Melissa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Eu  ouvi e não pretendo deixar a rainha sozinha. - replicou Azarill. A  capitã respirou profundamente com um ar de irritação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Azarill,  eu lhe peço que se afaste. Eu preciso desse momento. Por favor,  faça companhia a Melissa e dê uma volta por alguns minutos. -  interviu Arcanya.  O operativo imperial consentiu a contragosto e  seguiu com Melissa.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Ao chegar ao local onde os unicórnios estavam, um vasto espaço ao ar livre e com muitas árvores, Arcanya se aproximou rapidamente de Ki-Lin lhe dando um afetuoso abraço. Os dois permaneceram assim por alguns minutos. A meio-elfa desfez o abraço e ficou olhando para o unicórnio, como se quisesse uma ajuda para iniciar uma conversa. Ki-Lin percebeu e adiantou-se.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- O  que houve Arcanya? Você parece relutante em falar comigo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Ah  Ki-Lin, eu não sei como lhe falar, na verdade eu não queria que  isso acontecesse. Mas como uma vez Gunglain me disse: Grandes atos  requerem grandes responsabilidades. Mesmo não aceitando eu vou ter  que me acostumar com isso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Então  está se referindo ao seu casamento com Inari. Estou certo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Sim,  Ki-Lin. Não que eu não queira me casar com ele, mas as  consequências que me trarão. Assim que fizer os votos de  matrimônio com Inari, eu precisarei consumar. Assim deixarei de  montar você, pois deixarei de ser donzela. – após falar, Arcanya  sente o rosto ruborizar-se. O unicórnio roçou a cabeça na rainha  oferecendo carinho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Ah,  então você teme que eu a abandone depois disso? Arcanya, mesmo que  você já não possa mais ser minha amazona, eu não me afastarei  daqui. Continuarei por perto como seu amigo. Gostaria muito que você  continuasse sendo a minha amazona, mas você tem agora outras  responsabilidades.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Com lágrimas nos olhos Arcanya dá um último abraço e um afago em seus pelos. Ao soltar-se de Ki-Lin, a rainha percebe que não está mais sozinha. Vê Azarill e mais duas elfas em pé aguardando Arcanya. Ela respira fundo e se afasta do unicórnio, caminhando para perto dos outros três elfos. Ao chegar ao lados deles, as duas elfas se curvam e Arcanya percebe que uma delas é Eloara.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Minha  rainha, fomos enviadas pela capitã Melissa para sermos sua guarda  pessoal. - falaram as duas elfas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- &lt;/span&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;Fico  grata com a preocupação da capitã em garantir a minha segurança.  Bom, preciso voltar para o castelo. - e vai caminhando a frente,  seguido das elfas e de Azarill, este contrariado por ter a companhia  das elfas.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Todos seguiram silenciosos até o castelo. Ao chegar, são interceptados por um criado que vinha ao encontro deles.&lt;/span&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Minha  senhora, um mago a espera no salão principal. Ele se chama Azhara.  - disse o criado. Arcanya sorri, agradece e vai ao encontro do mago,  seguida de Azarill, Eloara e da outra elfa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; No salão principal, Azhara espera por Arcanya ao mesmo tempo que se perde em seus próprios pensamentos. Instantes atrás estivera na presença de Viviane, grã sacerdotisa, no santuário de Aurora. Na longa conversa que tiveram, Azhara lhe contou os problemas enfrentados no continente e Viviane ponderou lhe dizendo que estava fora do alcance dele nesse momento tentar reverter os fatos acontecidos em Eloria, capital do império elorano. A sacerdotisa revelou também que a ilha está com problemas imediatos para serem tratados, como a invasão dos mercenários ao feudos humanos, já que a legião elorana havia deixado a ilha para proteger a capital do império. O mago ouviu com atenção os relatos de Viviane e disse que ia conversar com a rainha dos elfos para pedir ajuda. E neste momento está ali, sentado a espera de Arcanya, pensando na conversa que tivera com Viviane. Absorto em seus pensamentos, o mago não percebe a chegada da rainha e da guarda pessoal dela. Arcanya ao vê-lo o saúda com tamanha felicidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Grande  Azhara, fico feliz em vê-lo novamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Eu  também. Percebo que a vida na corte está lhe fazendo muito bem,  estás mais bonita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Ah,  obrigada. - Arcanya fica sem graça ao receber o elogio do mago –  Que noticias trazes a mim, Azhara? Alguma de Marlus ou Fernanda?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Marlus  está bem, eu posso lhe garantir. Já Fernanda, nada sei minha  rainha. Porém não é sobre eles que venho conversar com você.  Estive em companhia de Viviane não tem muito tempo e ela me relatou  que os feudos humanos estão sendo atacados por mercenários. Você  não deve ter tido notícias já que regressou a pouco para  Ehtruria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Sim,  o que pensa a respeito disso?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Com  o seu desejo realizado, os elfos mortos na invasão dos orcs a  Ethruria foram revividos, o que favorece o seu lado Arcanya, pois o  exército de elfos está completo em relação ao dos humanos. Penso  então que você faça alianças com os reinos e feudos humanos para  protegê-los.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Aliança  com os humanos? - Arcanya ficou pensativa – Vejo a gravidade do  problema e que eles precisam ser ajudados, mas se algum deles  rejeitar a minha oferta?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Você  só saberá se tentar. Acho viável que você faça essa aliança,  mas quem tem que dá a palavra final quanto a isso é você.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Azhara,  eu preciso de um tempo para pensar e agir da maneira correta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Claro,  Arcanya. Enquanto eu aguardo por sua resposta, ficarei aqui em  Ethruria se assim me permitir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Ethruria  sempre estará de braços abertos para você, caro amigo. Vou pedir  aos criados que preparem um quarto para você.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Não  precisa. Prefiro me hospedar em uma das tavernas aqui do reino.  Espero que entenda que não estou fazendo desfeita com a sua  hospitalidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Tudo  bem, mas se quiser se hospedar aqui no castelo será muito  bem-vindo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Ah  rainha, queria lhe pedir um favor. Enquanto eu estiver aqui em  Ethruria, gostaria de ter acesso a biblioteca real. Preciso de fazer  algumas pesquisas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- &lt;/span&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;Sim,  Azhara. Eu lhe concedo a permissão para acessar a biblioteca.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Sob os olhares atentos Azarill, que ainda não confiava muito no mago, Azhara se despediu da rainha e foi para a taverna mais próxima. A rainha ainda ficou um tempo pensativa e depois pediu a um criado que chamasse Tessan, pois precisava de uns conselhos dele. Uns minutos depois, o sábio adentra o salão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- O  que houve minha rainha?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Preciso  de um conselho seu Tessan. Azhara esteve aqui e me falou que a ilha  está sendo atacada por mercenários, começando pelos pequenos  feudos humanos. Ele me sugeriu que deveríamos fazer aliança com os  humanos a fim evitar que haja uma devastação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Minha  rainha, acho nobre da sua parte querer ajudar. Mas quero que se  lembre que nenhum desses feudos enviou alguém para nos ajudar  quando fomos atacados pelos orcs. Somente Marlus e Gunglain  estiveram do nosso lado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Mas  ainda acho que deveríamos ajudá-los, mostrar que somos amistosos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Bom,  chegou aos meus ouvidos que Gunglain, ao se envolver com uma elfa  daqui do reino, deixou um filho, que talvez ele desconheça.  Portanto esse filho é herdeiro legítimo de Theramore.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Mas  a criança ainda é um bebê e não pode assumir o ducado. E se  deixarmos de ajudar os humanos é provável que nem exista Theramore  para ela herdar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Pela  criança, por Gunglain e por Theramore, podemos ajudar os humanos  enviando algumas tropas, evitando também que esses mercenários  alcancem Ethruria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- &lt;/span&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;Está  certo. Enviarei soldados ao comando de meu tio Gwydion.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Tessan concordou e terminada a conversa, retirou-se do recinto. Após a saída do sábio, a rainha também se retira e vai para seus aposentos descansar. Na manhã seguinte iria se encontrar com Azhara para lhe dar a resposta, como também enviaria as tropas para a região de conflito. &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Antes mesmo do sol nascer por completo, o príncipe Inari retorna a Ethruria. Os criados o ajudam com sua bagagem e preparam seu quarto. Um dos criados pergunta se deveria chamar a rainha para recebê-lo e Inari responde que ainda é cedo para despertar Arcanya. Alguns criados preparam algo para o príncipe comer e colocam a mesa um delicioso café da manhã. Inari se senta a cabeceira da mesa e começa a degustar do que lhe haviam servido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Chegaste  cedo meu príncipe. Posso me servir também? - a voz faz com que  Inari se sobressalte e vire para trás. Ele vê Azarill encostado na  parede.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Ah  é você Azarill. Se quiser me acompanhar, pode se servir.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Azarill se senta a mesa e começa a se servir. Os dois ficaram ali deliciando-se das iguarias sem trocar muitas palavras, apenas elogios a comida, o que fazia uma criada próxima soltar uns risinhos abafados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Meu  príncipe, como foi a visita a seu pai? - falou Azarill.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Foi  proveitosa. É sempre bom rever a família. Meu pai realmente está  muito animado com o casamento. - respondeu o príncipe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- E  você meu príncipe, gostaria mesmo de se casar com a rainha  Arcanya?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- E  por que não?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Não  sei se ela é valorosa a você, meu príncipe. Uma mestiça que  subiu ao poder... Algo ela fez, algum feitiço para conseguir esse  feito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Arcanya,  pelo que eu sei, passou honestamente por um teste antes de ser  declarada rainha. Acho que você deveria pensar muitas vezes antes  de falar alguma besteira dela. Ela é digna do reino que governa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Na  minha opinião esse teste foi fajuto. E ainda acho que você deveria  repensar esse casamento. Meu príncipe você merece uma rainha pura  e não uma mestiça... - Azarill não terminou a frase, pois Inari,  irritado com tais argumentos do operativo imperial, segurou a mão  dele com força.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Não  ouse mais falar mal de Arcanya. Fique você fazendo o que lhe foi  ordenado e conviveremos muito bem aqui.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Ok.  Espero que você não esqueça de seu lar e abandone Calevais para  trás.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- &lt;/span&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;Eu  não vou me esquecer de Calevais. Quando o reino precisar, não  pensarei duas vezes e irei defendê-lo.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Azarill não mais falou e voltou a comer, assim como Inari. Os criados ouviram a discussão e nada falaram, apenas serviam os dois. Um tempo depois, já satisfeito, o operativo imperial se despede do príncipe e segue para seu quarto. Inari continua sentado, mas não come nada. Apenas reflete as palavras do operativo, sem perceber que a rainha se aproximara dele. &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Inari?  O que tanto pensas? -  Arcanya olhou indagativa para o príncipe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Hã?!  - Inari parece despertar de um sonho – Ah, minha rainha nem  percebi que estava aqui.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Você  parecia distante. Aconteceu algo em Calevais? - disse enquanto  sentava ao lado de Inari.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Calevais  está bem. Mas, Arcanya, preciso que sejas sincera comigo. Você  realmente está pronta para esse casamento? Sabemos que esse  matrimônio não foi planejado por nós.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Sim  e entendo a sua preocupação. Mas há outro jeito de selar essa  aliança sem ser com o casamento?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Não,  não há.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- &lt;/span&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;Então,  estou pronta para isso. &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Inari pega as mãos de Arcanya e olha em seus olhos. A rainha sente seu rosto esquentar. &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Você  permite deixar te amar? E você também me amará? - perguntou o  principe olhando para Arcanya.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- O  amor é algo que construímos com o tempo.  - e sorri. Inari beija  suavemente as mãos dela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- &lt;/span&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;Juro  então lhe proteger, amar e honrar até que a morte nos separe. -  Inari falou essas palavras com o olhar voltado para o de Arcanya. A  rainha repetiu o juramento e no final dele teve seus lábios tomados  pelos os do príncipe.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; O casal ainda ficou mais um tempo desfrutando a companhia um do outro e degustando o café da manhã. Depois, o príncipe se despediu da rainha e foi para o quarto repousar. Arcanya continuou com seu café da manha, para posteriormente se encontrar com alguns nobres de Ethuria. Mas antes dessa reunião, pediu que Tessan contatasse Azhara e ordenou o envio de tropas para deter os mercenários.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Não demorou muito para que Azhara viesse ao encontro de Arcanya. A rainha o recebeu no salão principal. Ela diz ao mago que vai ajudar e que já enviou tropas sob o comando de seu tio Gwydion. Azhara diz então que irá acompanhar a batalha pela bola de cristal e a manterá informada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Alguns dias passam até que Azhara vê em sua bola de cristal algo muito ruim: um grupo de elfos petrificados. O mago comunica a rainha e ela fica apreensiva, pergunta se o tio estava nesse grupo. Ele nega e diz que vai lá para ajudar. Arcanya pergunta o que ela pode fazer para ajudar e o mago pede que ela fique em segurança em Ethruria e quando precisar de sua ajuda ele irá chamá-la. Azhara também pede alguém o vigie e  a rainha fala que Tessan irá se encarregar disso. Antes de partir, o mago se despede.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Caso  eu não volte a tempo, felicidades em seu casamento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Vou  desejar que você volte e bem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- &lt;/span&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;Eu  também desejo. - e o mago se teleporta para o conflito.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; No local da batalha, Gwydion e sua tropa se escondiam aguardando o próximo ataque dos mercenários. Eles não estavam em vantagem, mas também não estavam em desvantagem, o combate estava equilibrado. Os elfos, silenciosos e sorrateiros, atacavam os mercenários de surpresa, as vezes invadindo seus acampamentos a noite. Mas os mercenários não estavam despreparados, o que Gwydion e sua tropa não sabiam eram os trunfos que eles carregavam. &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Gwydion não esperava por uma visita e assustou-se quando Azhara surgiu magicamente ao lado dele. O mago pede desculpas pelo aparecimento repentino, apresenta-se e avisa que tem algumas notícias que podem mudar o rumo da batalha. Ele conta aos elfos que parte da tropa, que estava mais deslocada, foi transformada em pedra e crê que tenha sido ação de medusas. Gwydion lhe fala que seus batedores lhe informaram que viram rastros uma mulher, acrescenta que esses mesmos batedores foram afugentados por um gigante de fogo que fora trazido escondido em uma enorme carroça. Um outro elfo, um batedor da tropa, avisa também que eles estão se reunindo sob um estandarte do líder dos lobos vermelhos. O humano ouve as palavras do batedor e do cavaleiro com atenção e fica pensativo. Depois pergunta ao tio da rainha se os reinos humanos estão colaborando e recebe um resposta afirmativa do outro. &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Minutos se passam, até que um batedor retorna e avisa que foi avistado um grupo de humanos se reunindo e entre eles estava Marlus. Os elfos também se reagrupam com a companhia do mago humano. Gwydion fala para Azhara que eles vão precisar das águias gigantes e então o mago envia uma mensagem para Tessan pedindo que a rainha envie para a área de conflito as aves. O conselheiro comunica a Arcanya a mensagem e ela dá a ordem para que as águias sejam mandadas. &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Na área de conflito, os batedores elfos avisam que os mercenários estão avançando.  Azhara se adianta e ao tocar seu próprio peito, recita palavras arcanas conjurando uma magia. O humano fica invisível e alça voo com o auxílio das asas de morcego, um importante item mágico que carrega consigo. Aproveitando-se de sua invisibilidade e do voo, o mago aproxima-se do grupo de mercenários e começa a conjurar uma nova magia. Enquanto a recita, gesticula com as mãos e uma densa nevoa se forma, se afasta do conjurador e vai em direção do grupo em terra. Ele faz isso por mais de uma vez e tem como resultado uma grande parte dos inimigos mortos e os que sobrevivem não conseguem enxergar quem os atacou. Após tais ações, Azhara retorna aonde os elfos estavam reunidos, pedindo a Gwydion e sua tropa que aguardem até a névoa se dissipar. Porém a névoa não dura muito tempo, pois alguém com poderes mágicos consegue dissolver a névoa e evitar que mais membros do grupo inimigo fossem mortos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; O mago e os elfos aguardam o momento propício para atacarem. Os mercenários alcançam o local onde o outros estavam e Azhara percebe que o número de baixas não corresponde aos cálculos que fizera quando evocou a névoa. O combate se incia entre o grupo inimigo, os elfos e os humanos dos feudos. Enquanto os grupos se engalfinham numa luta sangrenta, Azhara recua fileira por fileira, se posicionando atrás da confusão. Com isso ele percebe alvos que se destacam da multidão: um guerreiro com armadura melhor forjada em relação aos outros mercenários derrubando e levando a morte muitos de seus inimigos, uma mulher com capuz disparando flechas com seu arco e no meio da confusão, destruindo as armas de guerra dos elfos, um gigante de fogo. Sim, o mago humano viu os trunfos que os mercenários traziam ocultamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Pelo alto, o mago intervem, aproximando-se do gigante de fogo. Ele conjura uma nova magia, recitando algumas palavras enquanto gesticula, formando assim um um raio. Com um gesto mais brusco com as mãos, Azhara lança o raio diretamente para o inimigo, atingindo-o. O gigante, após o impacto recebido pelo raio, procura de onde veio tal fenômeno. De um local do conflito, um conjurador inimigo recita algo, enfia as mãos nos bolsos de sua vestimenta, pega um punhado de talco com pó de prata e joga em direção do mago, desfazendo assim a sua invisibilidade, o que facilita e muito os ataques inimigos. Azhara percebe que seu encanto fora desfeito, se tornara visível e virara o alvo em foco. O que ele não percebe é o outro mago gesticulando e conjurando outra magia, porém por algum motivo ele não consegue ter sucesso e não afeta quem ele queria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Alheio as disputas de magia, o gigante somente tem em foco o mago que está voando. Ele ergue uma pedra grande e arremessa em direção a Azhara, acertando-o. O humano sente o golpe, mas se mantem voando. Marlus ao ver que o amigo tinha sido atingindo, brada a espada e vai com toda força para um combate contra o gigante de fogo. Aproveitando esse ganho de tempo, o mago recita palavras arcanas e gesticula até ter um raio formado em suas mãos, lançando em seguida em direção do inimigo, acertando-o. Ele, utilizando-se das asas de morcego, eleva-se mais um pouco como medida de precaução caso o gigante revide com novo ataque de pedras. Mas o outro nada fez, pois sua atenção estava voltada para o bárbaro que o atacava incansavelmente, porém o inimigo consegue afastar a ameaça de si. &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Uma outra figura inimiga se prepara para atacar o mago sem que ele perceba. Era a mulher com a cabeça coberta por capuz. Ela prepara o arco e atira a flecha, mesmo ele estando a uma altura considerável, onde muitos não acertariam, ela o acerta. O mago sente a flecha entrar em sua pele e dor causada por ela. Também sente seu corpo enrijecer-se e sua mente desligar-se do corpo físico. Ele estava morto, a flecha lançada pela mulher continha veneno. O corpo de Azhara cai ao chão, inerte.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Em Ethruria, Tessan que acompanhava todos os passos de Azhara, vê quando o corpo dele jaz morto após o golpe. O conselheiro vai até onde a rainha estava e lhe transmite a notícia. Arcanya fica chocada com a notícia e pergunta pelos outros. O elfo fala que ainda não tombaram em combate, mas que o mesmo estava ficando a favor dos mercenários. E acrescenta também que não tem como retirá-los da região. Ele aconselha que agora seja a hora de eles intervirem, para mudar o rumo da situação. A meio-elfa consente, mas Azarill contesta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Mas  a rainha?  - diz o elfo cinzento ao sábio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Sim.  - responde Tessan.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Ela  não pode se arriscar num combate. - rebate o outro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Nós  não podemos deixar eles perecerem lá. O combate está virando a  favor deles!- intervem a rainha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Minha  senhora, mande sua guarda. As donzelas que montam unicórnios. -  falou Azarill.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Minha  rainha, está pronta? - Tessan se vira para a mestiça e fala.  Arcanya meneia a cabeça num gesto afirmativo e pergunta se pode  levar as duas elfas que servem de guarda-costas . O sábio concorda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Você  vem? - diz a rainha ao operativo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- &lt;/span&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;É  o meu dever. - ele responde.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; O príncipe Inari se levanta e se junta ao grupo já formado pelo sábio, pela rainha e pelas donzelas. Azarill o intercepta e pergunta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;- Mas  meu príncipe, você nada irá falar? Você nada irá dizer?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- &lt;/span&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt;Estamos  demorando. - essa resposta fez o operativo calar-se e seguir ao lado  dos outros.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Ao chegarem ao local da batalha, Arcanya se ajoelha no chão tocando a relva, murmura uma prece em oferecimento a natureza e ergue-se com as mãos estendidas. A relva toma vida e cresce, atrapalhando alguns mercenários. Azarill pergunta ao príncipe quem deveria ser seu alvo e este responde para ele atacar a mulher com capuz. O operativo se afasta furtivamente em direção dela. Tessan e o príncipe se separam e com magias vão derrotando os mercenários. A mestiça ao avistar o tio, avisa que vieram ajudar e vai de encontro ao gigante do fogo, sacando as duas espadas. Ao lado dela, as donzelas também sacavam suas armas e lutavam contra alguns rufiões que tentavam se aproximar de Arcanya, &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Mais afastado, o operativo imperial seguia furtivamente até ficar atrás mulher. Ela estava compenetrada em atirar flechas nos inimigos. O elfo esconde-se atrás de uma arvore e prepara uma adaga com veneno na lamina, atacando em seguida. Ela foi surpreendida com o ataque, mas o veneno nada fez. Azarill torna a atacá-la, mas dessa vez o veneno faz efeito e ela cai morta. O elfo cinzento se esconde e observa quem será o próximo alvo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; A rainha fazia sua parte retirando de seu caminhos alguns mercenários. Nada difícil para a portadora do cinturão de Aramus, artefato mágico que lhe dava força incrível. E isso chamou a atenção do gigante pra si. Arcanya investe contra ele com suas espadas, uma longa e uma curta, mas somente consegue acertá-lo com uma delas. Ele sente o golpe e revida, acertando-a. Ela poe a mão no local do golpe e se prepara para atacar novamente. As elfas donzelas cuidavam de nenhum mercenário atingir a rainha. A meio-elfa torna a atacá-lo com as duas espadas violentamente, sendo que dessa vez ela consegue acertá-lo com as duas. Ela percebe que ele está muito ferido e que vai atacá-la novamente, mas seu corpo ferido não deixa que ele dê um golpe decentemente e ela consegue desviar. &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Encoberto pelas sombras das árvores, Azarill avança ao encontro do guerreiro de armadura negra que está numa luta acirrada com Gwydion, este caindo derrotado minutos depois. O elfo cinzento chega e ataca por trás o guerreiro, sem obter o sucesso esperado porém impede que ele dê o golpe final no tio da rainha. O guerreiro, furioso por ter sido atrapalhado, volta-se contra Azarill. Não muito longe deles, o embate com o gigante do fogo estava mais favorável a Arcanya. Mas a sorte as vezes a ameaçava deixá-la, pois num momento crucial ela erra o ataque ao tropeçar numa pedra e desviar-se do alvo. E a sorte nesse momento estava ao lado do inimigo, que a acerta violentamente e faz a rainha curvar-se de dor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Enquanto a mestiça se engalfinhava com o gigante, Azarill tinha o guerreiro de armadura negra como oponente. O elfo mexe em sua sacola e enche a mão com um pó, arremessando em seguida nos olhos do outro. O guerreiro o chama de miserável ao ser acertado pelo pó e ficar momentaneamente cego. Ele tenta inutilmente atacar, mas o operativo é mais veloz e com a cegueira do inimigo, desvia do golpe tranquilamente e posiciona-se atrás do oponente. &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Alheia a batalha que Azarill estava enfrentando, Arcanya mantem-se focada em sua luta. Bradando as espadas mais uma vez, a rainha o acerta e o gigante tomba, morto. Ela respira fundo, olha para o corpo que jazia no chão, olha para as elfas e olha ao seu redor. Percebe que ainda tem mercenários no entorno. Como se uma ideia tivesse surgido repentinamente em sua mente, ela mexe na sacolinha que trazia presa a cintura e de lá tira uma pequena bola, atirando-a contra o grupo de rufiões.  De dentro dessa bola sai um búfalo, que ataca eles. A jovem soberana, acompanhada de suas donzelas guardiãs, vai para o combate de Azarill, desvencilhando de qualquer um que viessem atacá-las.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; O elfo cinzento já estava posicionado atrás do guerreiro e preparava seu ataque. Ele consegue colocar uma dose de veneno na pele do oponente, alem de infligir ferimentos com seu golpe. O inimigo tenta revidar e mesmo cego consegue atingir Azarill, que não vê outra opção senão em se esconder. Arcanya ainda estava distante para ajudá-lo, mas se esforçava ao máximo para chegar próximo. O elfo se afasta e arremessa uma faca no guerreiro, que é acertado. Depois de algum tempo, a rainha chega com as espadas em punho e parte para o ataque.  Por mais que a vontade de lutar tenha sido tamanha, a jovem erra os golpes e tem a sorte de seu oponente estar cego, pois consegue desviar dos golpes dele. Azarill, a uma distancia segura, ergue o arco e lança a flecha que acerta o guerreiro embaixo de seu braço. A meio-elfa torna a atacá-lo e com mais sorte dessa vez, pois ela consegue acertar algum ponto fraco que o faz cambalear e se esvair em sangue. Mas nesse momento o efeito da cegueira cessa e ele volta a enxergar novamente, olhando fixamente para a soberana. Aponta a espada para ela e a ataca com força, fazendo com que a mesma recue com a dor. A distancia, o operativo percebe que ao seu redor há flechas de guerra e pega algumas para si, escondendo-se atrás de uma árvore e preparando-as com veneno. As elfas donzelas, vendo o perigo que sua rainha estava correndo, investem como podem contra o guerreiro, mas ele é esperto o suficiente para evitar os golpes. Arcanya, mesmo bastante ferida, não desiste do embate e volta atacá-lo, acertando golpes com uma das espadas que possui. O oponente está bastante ferido e ao desferir seu golpe contra a mestiça, ele a erra. Aproveitando-se da fraqueza do outro, o elfo dispara uma das flechas preparadas e acerta o alvo, o veneno entranha nele e o guerreiro cai morto. &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Com o guerreiro de armadura negra, a mulher com capuz e o gigante do fogo mortos, a batalha estava ganha. Mesmo aquele outro que desfez o encanto da invisibilidade de Azhara não durara muito e tombou posteriormente. Os outros mercenários, desorientados, fugiam. Azarill, após o guerreiro cair morto, saiu de seu esconderijo e foi para perto do príncipe, enquanto Arcanya corria para socorrer seu tio. A batalha fora ganha e a ilha pacificada. As tropas recolhiam os mortos e socorriam os feridos. Com ajuda de Tessan, Arcanya, as donzelas, Inari, Azarill e Gwydion, assim como o corpo de Azhara,  retornam em segurança para Ethruria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Ao chegar no reino, Arcanya presta homenagens a todos os que foram mortos em batalha, na presença dos súditos. Azhara também está sendo homenageado e seu corpo ia ser preparado para ser enterrado conforme os ritos élficos. A rainha estava triste, lágrimas escorriam por seu rosto e ela segurava firmemente a mão de Inari enquanto proferia seu discurso. O príncipe nada dizia e tentava confortá-la acariciando sua mão. Tanto Azarill, quanto as donzelas, estavam em silêncio. Tessan estava mais afastado e tinha como companhia a grã sacerdotisa de Aurora. Assim que as homenagens terminaram, os súditos iam saindo aos poucos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Tão logo o salão ficou vazio, ficando somente Arcanya, Azarill, Inari, as donzelas, Tessan e Viviane, a rainha aproximou-se do corpo do mago. Olhou para Tessan e perguntou se o melhor não seria enviar o corpo dele para a terra natal. Antes que o sábio respondesse algo, a sacerdotisa reclamou para si o corpo, dizendo que ia trazer ele de volta a vida e levá-lo para ficar em seu santuário. O conselheiro pergunta o porquê e tem como resposta que Azhara tem muito conhecimento, o que lhe interessava profundamente. Arcanya permite e Viviane leva o corpo para o santuário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent; font-size: small;"&gt; Apesar do pesar que estava na corte, os preparativos para o casamento foram retomados. Em uma semana, a aliança entre Calevais e Ethruria seria selada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2651570765165165378-4066275269350383465?l=contoseloranos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contoseloranos.blogspot.com/feeds/4066275269350383465/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2651570765165165378&amp;postID=4066275269350383465&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/4066275269350383465?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/4066275269350383465?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://contoseloranos.blogspot.com/2011/04/conto-01o-casamento-parte-02.html" title="Conto 01: O Casamento (parte 02)" /><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600866747272263670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/_vdxGz61dS5Q/SqcQW1cPb1I/AAAAAAAAArc/5wTq4tbMUZY/S220/bruno+e+eu.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;D04GQHs_eSp7ImA9WhZQF0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2651570765165165378.post-4798183287251385787</id><published>2011-03-31T19:19:00.000-03:00</published><updated>2011-04-25T20:58:41.541-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-25T20:58:41.541-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="casamento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="conto" /><title>Conto 01: O Casamento (parte 01)</title><content type="html">&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;De volta a Ethruria&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Cair da tarde quando o galeão élfico ancora no porto de Ethruria. A tripulação se apressa com os preparativos do desembarque dos passageiros e outras coisas que há na embarcação. No porto, os outros elfos aguardam ansiosamente o desembarque, dentre eles se encontra o sábio Tessan.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Não demorou muito para que houvesse o desembarque. Primeiramente desceu a tripulação carregando as provisões que trouxeram de Calevais. A rainha desceu posteriormente, coberta com seu manto e com o olhar cabisbaixo. Atrás dela seguia Azarill, o operativo imperial enviado pelo rei Dulien de Calevais para acompanhá-la. Tessan olhou para ela e depois ele, desconfiado. Ao passar pelo sábio, Arcanya levantou o olhar para ele e voltou a se dirigir em direção a carruagem que trouxe Tessan e alguns membros da comitiva real. Azarill a seguia até ser interceptado por Tessan que queria saber qual era o real motivo de sua vinda. O elfo mostra o brasão da família real de Calevais e diz ao sábio que fora enviado pelo rei para garantir a segurança da rainha. Tessan apenas o olha intrigado quando o mesmo jovem ao terminar a frase solta um leve sorrisinho irônico. O sábio então o deixa acompanhá-los na carruagem e sobe logo depois para se sentar ao lado da rainha, essa segue viagem até o castelo em absoluto silêncio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ao chegar ao castelo, Arcanya se dirige aos seus aposentos sem dizer uma palavra. Tessan nada fala e cuida para que acomodem Azarill em algum quarto. Um pouco mais afastado, o príncipe Inari reconhece o brasão que está preso na capa do elfo e se indaga o motivo do pai ter enviado alguém para cá.  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;No quarto, a rainha encontra a jovem Eloara repousando em sua cama, ela que é a sua substituta quando sai para aventuras. Arcanya a observa sem tentar emitir algum barulho que pudesse acordá-la e a enchesse de perguntas. Só que um descuido seu ao repousar sua espada apoiada na parede faz com que Eloara abra os olhos e se levante lentamente da cama. Ao ver Arcanya, a jovem elfa sorri e a abraça com força.  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;- Minha  rainha! Como fico feliz em revê-la e bem. - disse Eloara enquanto  voltava a ficar sentada na cama. Arcanya esboça um sorriso e também  se senta ao lado dela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Ah  cara Eloara, eu que fico feliz em revê-la e ver que tudo aqui  parece estar como eu havia pedido a Oceannus. - falou Arcanya.  Eloara a olha com uma expressão indagativa e sem entender o que  Arcanya queria se referir. Arcanya percebe e diz que são apenas  devaneios de alguém que viu coisas demais em pouco tempo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;No salão principal do castelo, o príncipe Inari aguardava um momento propício para tentar descobrir o que aquele elfo de seu reino fazia aqui em Ethruria. “Queria meu pai vigiar-me? Talvez sejam assuntos relativos ao meu casamento com Arcanya, que não deverá tardar de acontecer”. Apenas suposições povoavam a mente do príncipe, enquanto esse vagava de um lado para o outro no salão, despertando a atenção de alguns criados que ali estavam.  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Tessan já havia acomodado Azarill em algum quarto e estava nesse momento em seus aposentos. Além de estar intrigado com a presença do elfo, mas nada falara devido ele portar o brasão da família real a qual Inari pertencia  e não queria criar conflitos com o reino de Calevais, Tessan parecia mais apreensivo ao notar que Arcanya não voltara acompanhada dos outros companheiros. “Onde estarão eles nesse momento? Por que não voltaram com Arcanya?”. Temendo que eles pudessem estar mortos, Tessan prefere esperar o momento para ter uma conversa com a rainha e daí esclarecer esse mistério.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Quando  Arcanya estiver mais disposta a conversas eu irei perguntá-la. Ela  irá me dizer se minhas suspeitas estão certas ou não.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Azarill, após repousar um pouco em seu quarto, resolve caminhar pelos corredores do castelo. Parecia entediado com a missão que tinha recebido do rei.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Como  fazer para apressar o casamento desses dois? E ainda mais apressar a  encomenda do herdeiro?! Trabalho de babá... - resmungava entre os  dentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O elfo seguiu pelos corredores até chegar no salão principal. Estava vazio e nenhum criado estava por perto. Ele ficou a observar cada detalhe do local, assim como o trono da rainha Arcanya. Tocou cada detalhe ornado com as mãos, demonstrando um profundo interesse.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- A  fama dela corre o continente. Uma meio-elfa como soberana dos elfos  de Ethruria. Algo de especial ela deve ter, para aceitarem ela como  rainha. Vai entender...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;- O  que ela tem de especial acho que só interessa aos súditos dela e a  mim. - Inari surgiu no salão vindo dos jardins reais. - Como ousa  falar assim de minha futura esposa?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Então  você deve ser o príncipe Inari. Prazer meu nome é Azarill,  operativo imperial ao seu dispor – e curvou-se perante ao outro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Meu  pai enviou você com que finalidade? Espionar-me? - lançando um  olhar serio para Lazario.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Ah,  meu jovem principe, não sou espião. Apenas estou aqui cumprindo  ordens de um pai preocupado com o futuro do casal. Seu pai está  interessado que esse casamento ocorra o mais breve possível e que  lhe renda bons frutos, melhor dizendo um herdeiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Herdeiro?!  Se eu bem sei quem herdará primeiro Calevais será o primogênito  de meu irmão. Não consigo entender o fato dele estar tão  preocupado que eu e Arcanya lhe dê um herdeiro tão brevemente. Meu  pai não tá raciocinando muito bem. - Inari balança a cabeça num  gesto de reprovação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Um  filho de vocês dois herdaria tanto um reino quanto o outro. Questão  de política, talvez. Eu apenas cumpro ordens, não me meto em  assuntos reais. - e foi se retirando em direção aos jardins do  castelo. Inari ainda ficou mais algum tempo olhando para o trono de  Arcanya e pensando na conversa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Herdeiro  dos dois reinos... Para isso tem quer ser um varão, pois em meu  reino os homens assumem o poder. Não sei aqui em Ethruria, mas deve  aceitar mulheres como soberanas já que Arcanya reina aqui sem  problemas. - e foi se dirigindo aos aposentos – Mas se a criança  for mestiça que nem a mãe? Como seria a aceitação do meu pai  quanto a isso? Acho melhor parar de pensar nessas coisas por um  momento. - seguindo seu rumo até seus aposentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A noite, em seu quarto, Arcanya se arrumava para o jantar. Eloara a ajudava atando as fitas de seu vestido. A rainha estava pensativa e Eloara percebeu, mantendo-se quieta em todo momento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Acho  que finalmente amadureci quando tomei a decisão de não sair mais  me aventurando e fugindo as escondidas. – Arcanya quebrou o  silêncio – E você Eloara, poderá voltar para as suas funções  na unidade das donzelas. Não haverá mais necessidade de você me  substituir pelo motivo da verdadeira rainha estar ausente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Mas  minha rainha, nunca enxerguei isso como um fardo. É, para mim, uma  honra ter traços parecidos com os da senhora e poder substituí-la  quando necessário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Quando  passei no teste, assumi para mim a função de cuidar de Ethruria. O  problema é que era muito rebelde, e não habituada a vida na corte,  para entender isso. Precisou o tempo e uma conversa franca com  Azhara para me fazerem entender.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Se  a senhora assim deseja, amanhã já estarei de volta a unidade das  donzelas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Um leve bater na porta do quarto interrompeu a conversa das duas. A rainha fez menção em atender a porta, mas Eloara tomou a frente e abriu. Do lado de fora Tessan aguardava o momento de ser convidado a entrar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Entre  Tessan. Você não precisa dessa polidez para entrar em meus  aposentos, sábio conselheiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O sábio entra e fecha a porta. Por alguns minutos o silêncio toma conta do ambiente. Eloara, percebendo que a rainha e o sábio precisavam de um momento a sós, retira-se do aposento. A rainha então senta em uma poltrona e convida Tessan a sentar-se na outra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Desculpe  se estou atrasada para o jantar, o papo com Eloara me fez perder um  pouco a noção do tempo. Mas creio que sua vinda não tenha a ver  com isso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Sim,  minha rainha. O que vim conversar com você é mais importante do  que atraso para o jantar. Esperei que a senhora estivesse mais  disposta a conversas, pois percebi que retornaste triste para cá.  Algo de ruim aconteceu, minha rainha?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Muitas  coisas aconteceram desde que sai daqui a procura do restante do  tridente juntamente com Azhara, Marlus, Gunglain e Fernanda.  Lembra-se do tempo que você e Azhara dispensaram para reconstruir  aquele livro que fora queimado no incêndio criminoso?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Sim,  minha rainha. E era sobre eles que vim perguntar, pois percebi que  voltara sem a companhia deles.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- A  missão em encontrar o tridente fora um sucesso. E com isso  conseguimos, também, ajudar um titã chamado Oceannus. Como  gratidão ele nos concedeu um desejo para cada. A partir daí muita  coisa mudou, como o sumiço de Gunglain no mesmo instante em que fez  seu desejo. - Arcanya levanta-se de sua poltrona e dirige a janela.  Fica com o olhar perdido para a cidade – Eu pedi que Ethruria  fosse reconstruída e que aqueles que foram mortos pudessem retornar  a vida. Vejo que realmente fui atendida, a cidade está muito bela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Foi  um gesto digno de rainha. Foi uma imensa felicidade ver a cidade  como era antes da invasão dos orcs.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Obrigada,  Tessan. - voltando-se a se sentar na poltrona -  Quando pensávamos  que estava tudo terminado e retornávamos para cá, eis que Oceannus  é atacado, sem misericórdia, por Aureus, o arauto mor de Elor. A  briga foi horrenda, e se hoje estou aqui conversando com você, é  porque Galtranox, o dragão dourado, e outros titãs interviram... -  alguns toques na porta interromperam a fala da rainha. - Quem  deseja?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Minha  senhora, o jantar está servido. O príncipe Inari a aguarda para  degustar da refeição em sua companhia – disse o criado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Ah  sim, obrigada. Diga a ele que já desço. - do lado de fora o criado  assentiu e retirou-se. Arcanya levantou da poltrona – Vejo que  nossa conversa deverá ser adiada para uma outra hora, meu futuro  esposo me aguarda ansiosamente para jantar. Falando nisso, temos que  começar os preparativos para meu casamento com príncipe Inari. -  dirigiu-se a porta e a abriu. Tessan passou a frente de Arcanya e a  mesma fechou a porta do recinto. - Rei Dulien está ansioso por esse  matrimônio e por um herdeiro ao trono.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Ele  deixou claro essas intenções minha rainha?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Tão  claro quanto a presença de Azarill aqui. Mas é algo que devo dar  atenção mais tarde, não agora. Convido você a estar presente no  jantar para tratarmos de tudo o que é necessário para a realização  desse casamento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Na sala de jantar, Inari aguardava a presença de Arcanya para iniciar o jantar. Ali com ele também estavam Azarill e alguns criados. Azarill, ao contrário de Inari, já degustava das delícias postas a mesa e não fazia-se de rogado ao pedir que os criados o servissem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Meu  caro príncipe, me desculpe. Sua dama demora muito a vir nos  acompanhar no jantar, portanto me sirvo antes dela e de você. -  disse o operativo imperial antes de cravar os dentes num pedaço  suculento de carne.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- O  quesito educação não é muito forte em você, estou certo disso.  Mas tudo bem, sirva-se a vontade. - as palavras proferidas por Inari  tiveram uma entonação zombeteira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Azarill, sentindo-se ofendido, levantou-se e ameaçou responder a provocação do príncipe, mas fora interrompido pela rainha que acabara de chegar acompanhada de Tessan.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Vejo  que a fome de uns falou mais alto do que esperar os outros se  juntarem a mesa. Não há problemas Azarill, continue se servindo. -  disse Arcanya ao passar pelo operativo imperial, parando então ao  lado de Inari, que estava de pé para recebê-la.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Minha  dama como sempre bela e encantadora. - disse Inari pousando os  lábios na mão direita de Arcanya e beijando-a suavemente. O rosto  da rainha fica ruborizado com tal gesto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Você  sempre galanteador, meu príncipe. - Arcanya disse sem graça e  tentando disfarçar o rubor de suas bochechas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Inari puxa a cadeira para que Arcanya se sente, assim como faz o mesmo com Tessan, recebendo o agradecimento de ambos antes de se sentar também. O jantar segue tranquilo, com alguns risinhos e palavras românticas trocadas entre Inari e Arcanya. Quando todos estavam degustando a sobremesa, a rainha ergue-se com o copo na mão e anuncia a todos que o casamento ocorrerá dentro de quinze dias. Todos comemoram e o príncipe toma a rainha em seus braços dando-lhe um beijo demorado. Tessan sorri, assim como Azarill. Os criados, mais afastados, comemoram ao ver sua rainha e o futuro rei se beijando.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;i style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;Continua... &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2651570765165165378-4798183287251385787?l=contoseloranos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://contoseloranos.blogspot.com/feeds/4798183287251385787/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2651570765165165378&amp;postID=4798183287251385787&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/4798183287251385787?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2651570765165165378/posts/default/4798183287251385787?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://contoseloranos.blogspot.com/2011/03/conto-01-o-casamento.html" title="Conto 01: O Casamento (parte 01)" /><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09600866747272263670</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="31" src="http://4.bp.blogspot.com/_vdxGz61dS5Q/SqcQW1cPb1I/AAAAAAAAArc/5wTq4tbMUZY/S220/bruno+e+eu.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>

