<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" version="2.0"><channel><title>Cidadão Silva</title><description></description><managingEditor>noreply@blogger.com (Cidadão Silva)</managingEditor><pubDate>Sat, 22 Aug 2026 03:19:38 -0300</pubDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">107</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">25</openSearch:itemsPerPage><link>http://cidadaosilva.blogspot.com/</link><language>en-us</language><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle/><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><item><title>Quando o presépio vira infração: a criminalização da pobreza e da solidariedade</title><link>http://cidadaosilva.blogspot.com/2025/12/quando-o-presepio-vira-infracao.html</link><author>noreply@blogger.com (Cidadão Silva)</author><pubDate>Wed, 24 Dec 2025 08:52:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3360393316314208292.post-360906643515355555</guid><description>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Todos os anos, o Brasil se diz majoritariamente cristão. Discursos oficiais evocam Deus, valores familiares e a figura de Jesus como referência moral. No entanto, basta observar o tratamento dispensado às pessoas em situação de rua para perceber uma contradição profunda entre a fé proclamada e a prática institucionalizada. Em diversas cidades brasileiras, legislações e ações governamentais buscam impedir ou dificultar a doação de alimentos, roupas e outros itens básicos a quem vive nas ruas, sob o pretexto de “ordenamento urbano”, “segurança” ou “política pública adequada”.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;É nesse contexto que surge uma pergunta incômoda: se o nascimento de Jesus acontecesse hoje, em estados como São Paulo, Santa Catarina ou Paraná, o que ocorreria? O presépio seria acolhido ou removido? Os Reis Magos seriam celebrados ou advertidos?&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Jesus nasceu fora de qualquer padrão de dignidade material. Dormiu ao relento, em um abrigo improvisado, acolhido por pessoas simples e sustentado por doações. Se essa mesma cena ocorresse hoje, é plausível imaginar a chegada de agentes públicos alegando ocupação irregular do espaço, risco sanitário ou perturbação da ordem. As oferendas — ouro, incenso e mirra — poderiam ser tratadas como doações irregulares, e os doadores, constrangidos por “incentivar a permanência na rua”.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O que essa hipótese revela não é um exagero retórico, mas uma realidade concreta: a pobreza é aceita como símbolo religioso, mas rejeitada como fato social contemporâneo. Celebra-se o Jesus pobre do passado, enquanto se combate o pobre real do presente. Há presépios nas praças, mas não há tolerância com quem vive nelas.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ao impedir a solidariedade direta, o Estado não resolve a exclusão — apenas a torna menos visível. Retira-se o cobertor, o prato de comida e a presença incômoda, mas não se oferece, na mesma proporção, moradia, trabalho, saúde e dignidade. A pobreza não desaparece; apenas é deslocada, silenciada e, muitas vezes, criminalizada.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mais grave ainda é a criminalização indireta da empatia. Quando cidadãos são desencorajados a ajudar porque “não é a forma correta”, cria-se um paradoxo cruel: o auxílio institucional é insuficiente, mas o auxílio humano é proibido. Nesse cenário, ajudar passa a ser visto como desobediência, e não como virtude.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A reflexão é inevitável: se os valores cristãos são frequentemente invocados na política e no discurso público, por que o princípio mais básico deles — o cuidado com o próximo — é tratado como problema urbano? A resposta talvez esteja no fato de que a miséria, quando visível, denuncia falhas estruturais que muitos preferem não enfrentar.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O presépio moderno, ao que tudo indica, seria desmontado. Não por falta de fé, mas por excesso de incoerência. E enquanto isso ocorrer, a pergunta continuará ecoando: que tipo de sociedade celebra um Cristo pobre, mas rejeita o pobre que vive como Ele viveu?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Este artigo contou com o auxílio do ChatGPT (OpenAI), uma ferramenta de inteligência artificial, na estruturação e redação do texto, sendo o conteúdo final de responsabilidade do autor.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Maria (animação), de Henrique Magalhães</title><link>http://cidadaosilva.blogspot.com/2022/03/maria-animacao-de-henrique-magalhaes.html</link><author>noreply@blogger.com (Cidadão Silva)</author><pubDate>Mon, 7 Mar 2022 13:09:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3360393316314208292.post-1910202885689030355</guid><description>&lt;p&gt;Procurando o que escrever nesses para este blog me deparei com um texto pronto, solicitado para uma disciplina do curso de Cinema da UFPB, em que analisei um vídeo, um curta (curtíssimo), do Professor Henrique Magalhães. O nome? &lt;i style="font-weight: bold;"&gt;Maria.&lt;/i&gt;&amp;nbsp;Simples assim. Ah! E disponível no Youtube para ser visto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tive que pesquisar sobre os personagens para entender o conflito que não existe apenas no filme, mas é uma realidade bem brasileira, que envolve sociedade, estado e polícia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O texto você lê agora. Mas indico que veja o vídeo antes. Ele está &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=ggVBnKz3kXg" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;aqui&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e só tem um minuto e meio.&lt;/p&gt;&lt;h1 style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;ANÁLISE
– MARIA. ANIMAÇÃO: 1’33. DE HENRIQUE MAGALHÃES&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Antes de analisar a animação criada pelo Professor Henrique
Magalhães, é preciso conhecer Maria, em suas tiras, criada em 1975.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="Primeirorecuodecorpodetexto1" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="Primeirorecuodecorpodetexto1" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: medium;"&gt;No documentário &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Eu
sou Maria&lt;/i&gt; (2014), de Matheus Andrade e Regina Behar, Henrique se apresenta
como a própria personagem: “Maria sou eu. Maria é minha vida. É o que eu penso
e o que eu vejo do mundo.” (MAGALHÃES, 2014). Nesse contexto, extrai-se que o
Professor Henrique Magalhães imprimiu em sua personagem, sua visão de mundo e
sua preocupação com questões sociais, ligadas à luta das minorias, sobretudo a
do feminismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="Primeirorecuodecorpodetexto1" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: medium;"&gt;Maria foi criada durante a Ditatura Militar, em 1975. No &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;site&lt;/i&gt; na internet, que leva o nome da
editora Marca de Fantasia, quando do lançamento do livro &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Maria, espirituosa... há 30 anos&lt;/i&gt;, em 2005, a radiografia de Maria é
posta assim:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="Primeirorecuodecorpodetexto1" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 70.8pt; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Maria surgiu no bojo da cultura
alternativa, cultura de resistência a um contexto político de exceção. Sua
fonte de inspiração foi a efervescência política e social do país, que lhe deu
um caráter político semelhante à charge, no início de sua criação. As primeiras
tiras da personagem traziam o grito contra o cerceamento político e
intelectual, mas também a crítica às desigualdades sociais e aos costumes
conservadores arraigados. (MARCA DE FANTASIA, 2005).&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="Primeirorecuodecorpodetexto1" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A espirituosa Maria na animação aparece
em cores. Apresentado por um lagarto, Varan, o curta mostra uma moça, Maria,
que, ao se aproximar de um policial, demonstra sua inquietação com seu estado
de fome. Essa fome é representada pela figura de linguagem &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;RONC&lt;/i&gt;. Em reação, o policial corre atrás da moça até que também
sente fome. A cena é um retrato rápido, porém profundo, do que motiva as
diversas lutas sociais: quando o povo sente fome, ele se revolta contra o
estado das coisas, contra as elites. A polícia, braço repressor do Estado e
criado, provavelmente, quando da vinda da família real para o Brasil, em 1808
(MORAIS &amp;amp; SOUSA, 2011), para defender os interesses dessas elites, cumpre
seu papel, atuando na perspectiva de atenuar ou eliminar o perigo que assombra
a classe que “paga” seus salários.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="Primeirorecuodecorpodetexto1" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;É preciso dizer que a leitura de
Henrique sobre a sociedade é perfeita. A polícia que defende as elites, atua
como se a ela pertencesse. Contudo, ela é composta, em grande número, de povo.
Geralmente os policiais advêm da população pobre e negra, excluída, mas,
alienados. Essa gente também sente fome.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="Primeirorecuodecorpodetexto1" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Maria corre da polícia. É mulher. É
minoria. Na tira que originou a animação, o ultimo quadro mostra o povo botando
a polícia pra correr. Percebe-se essa atitude em locais onde as tensões sociais
são mais gritantes, como Rio de Janeiro, São Paulo e até mesmo Recife. A
polícia, militarizada, bate, massacra a população pobre. Essa população,
cansada de apanhar, se revolta contra a polícia. E ai se pode interpretar que
essa revolta (a corrida do povo contra a polícia) pode se dar em diversos
aspectos, até mesmo nas formações de milícias ou gerenciada pelo tráfico de
drogas. Mas a tira mostra o povo, que não é Alphaville, organizado, com a
barriga rocando, disputando o Estado. Mostra que o povo organizado pode mudar
seu destino. Na versão em vídeo, o policial, ao chegar próximo de Maria, sente
sua barriga roncar também (&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;RONC)&lt;/i&gt;. Então,
ele se dá conta de que é povo e não elite, e para. Maria, agora “posuda”,
retoma sua trajetória original. A ironia de Maria também é uma marca
registrada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="Primeirorecuodecorpodetexto1" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;São elementos do cenário um balde de
lixo que aparece duas vezes enquanto Maria se dirige ao policial e quando ela
corre dele, e um hidrante. Este hidrante pode ter sido posto apenas para
demarcar espaço no vazio amarelo do plano geral, mas pode representar um
abafamento da perspectiva opressora alienada das polícias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="Primeirorecuodecorpodetexto1" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Segundo Henrique (2014), Maria é
fruto dos conflitos que ele vê na sociedade e que ele próprio enfrenta no
cotidiano.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="Primeirorecuodecorpodetexto1" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Referência:&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="Primeirorecuodecorpodetexto1" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;MAGALHÃES,
Henrique. Eu sou Maria. &lt;b&gt;Youtube&lt;/b&gt;, 14 dez. 2014. Disponível em &amp;lt;&lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=SldSiLs_ma8"&gt;https://www.youtube.com/watch?v=SldSiLs_ma8&lt;/a&gt;&amp;gt;.
Acesso em: 14 dez. 2020.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="Primeirorecuodecorpodetexto1" style="mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="Primeirorecuodecorpodetexto1" style="mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;MAGALHÃES,
Henrique. Maria. &lt;b&gt;Youtube&lt;/b&gt;, 25 set. 2014. Disponível em &amp;lt;&lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=ggVBnKz3kXg"&gt;https://www.youtube.com/watch?v=ggVBnKz3kXg&lt;/a&gt;&amp;gt;.
Acesso em: 14 dez. 2020.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="Primeirorecuodecorpodetexto1" style="text-align: justify;"&gt;Maria:
Espirituosa... há 30 anos. Marca de Fantasia, 2005. Álbuns. Disponível em: &amp;lt;&lt;a href="https://www.marcadefantasia.com/albuns/repertorio/mariaespirituosa/mariaespirituosa.htm"&gt;https://www.marcadefantasia.com/albuns/repertorio/mariaespirituosa/mariaespirituosa.htm&lt;/a&gt;&amp;gt;.
Acesso em: 14 dez. 2020.&lt;/p&gt;&lt;p class="Primeirorecuodecorpodetexto1" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="Primeirorecuodecorpodetexto1" style="text-align: justify;"&gt;MORAIS, Maria
do Socorro A.; SOUSA Reginaldo C. POLÍCIA E SOCIEDADE: uma análise da história
da segurança pública brasileira. In: ESTADO, DESENVOLVIMENTO E CRISE DO
CAPITAL: V Jornada Internacional de Políticas Públicas - V JOINPP. São Luís –
MA: 2011. P. 3 – 4. Disponível em: &amp;lt;&lt;a href="http://www.joinpp.ufma.br/jornadas/joinpp2011/CdVjornada/JORNADA_EIXO_2011/PODER_VIOLENCIA_E_POLITICAS_PUBLICAS/POLICIA_E_SOCIEDADE_UMA_ANALISE_DA_HISTORIA_DA_SEGURANCA_PUBLICA_BRASILEIRA.pdf"&gt;http://www.joinpp.ufma.br/jornadas/joinpp2011/CdVjornada/JORNADA_EIXO_2011/PODER_VIOLENCIA_E_POLITICAS_PUBLICAS/POLICIA_E_SOCIEDADE_UMA_ANALISE_DA_HISTORIA_DA_SEGURANCA_PUBLICA_BRASILEIRA.pdf&lt;/a&gt;&amp;gt;.
Acesso em: 15 dez. 2020.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p class="Primeirorecuodecorpodetexto1" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><enclosure length="3628146" type="application/pdf" url="http://www.joinpp.ufma.br/jornadas/joinpp2011/CdVjornada/JORNADA_EIXO_2011/PODER_VIOLENCIA_E_POLITICAS_PUBLICAS/POLICIA_E_SOCIEDADE_UMA_ANALISE_DA_HISTORIA_DA_SEGURANCA_PUBLICA_BRASILEIRA.pdf"/><itunes:explicit/><itunes:subtitle>Procurando o que escrever nesses para este blog me deparei com um texto pronto, solicitado para uma disciplina do curso de Cinema da UFPB, em que analisei um vídeo, um curta (curtíssimo), do Professor Henrique Magalhães. O nome? Maria.&amp;nbsp;Simples assim. Ah! E disponível no Youtube para ser visto. Tive que pesquisar sobre os personagens para entender o conflito que não existe apenas no filme, mas é uma realidade bem brasileira, que envolve sociedade, estado e polícia. O texto você lê agora. Mas indico que veja o vídeo antes. Ele está aqui&amp;nbsp;e só tem um minuto e meio.ANÁLISE – MARIA. ANIMAÇÃO: 1’33. DE HENRIQUE MAGALHÃES&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Antes de analisar a animação criada pelo Professor Henrique Magalhães, é preciso conhecer Maria, em suas tiras, criada em 1975. No documentário Eu sou Maria (2014), de Matheus Andrade e Regina Behar, Henrique se apresenta como a própria personagem: “Maria sou eu. Maria é minha vida. É o que eu penso e o que eu vejo do mundo.” (MAGALHÃES, 2014). Nesse contexto, extrai-se que o Professor Henrique Magalhães imprimiu em sua personagem, sua visão de mundo e sua preocupação com questões sociais, ligadas à luta das minorias, sobretudo a do feminismo. Maria foi criada durante a Ditatura Militar, em 1975. No site na internet, que leva o nome da editora Marca de Fantasia, quando do lançamento do livro Maria, espirituosa... há 30 anos, em 2005, a radiografia de Maria é posta assim: Maria surgiu no bojo da cultura alternativa, cultura de resistência a um contexto político de exceção. Sua fonte de inspiração foi a efervescência política e social do país, que lhe deu um caráter político semelhante à charge, no início de sua criação. As primeiras tiras da personagem traziam o grito contra o cerceamento político e intelectual, mas também a crítica às desigualdades sociais e aos costumes conservadores arraigados. (MARCA DE FANTASIA, 2005). &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A espirituosa Maria na animação aparece em cores. Apresentado por um lagarto, Varan, o curta mostra uma moça, Maria, que, ao se aproximar de um policial, demonstra sua inquietação com seu estado de fome. Essa fome é representada pela figura de linguagem RONC. Em reação, o policial corre atrás da moça até que também sente fome. A cena é um retrato rápido, porém profundo, do que motiva as diversas lutas sociais: quando o povo sente fome, ele se revolta contra o estado das coisas, contra as elites. A polícia, braço repressor do Estado e criado, provavelmente, quando da vinda da família real para o Brasil, em 1808 (MORAIS &amp;amp; SOUSA, 2011), para defender os interesses dessas elites, cumpre seu papel, atuando na perspectiva de atenuar ou eliminar o perigo que assombra a classe que “paga” seus salários. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É preciso dizer que a leitura de Henrique sobre a sociedade é perfeita. A polícia que defende as elites, atua como se a ela pertencesse. Contudo, ela é composta, em grande número, de povo. Geralmente os policiais advêm da população pobre e negra, excluída, mas, alienados. Essa gente também sente fome. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Maria corre da polícia. É mulher. É minoria. Na tira que originou a animação, o ultimo quadro mostra o povo botando a polícia pra correr. Percebe-se essa atitude em locais onde as tensões sociais são mais gritantes, como Rio de Janeiro, São Paulo e até mesmo Recife. A polícia, militarizada, bate, massacra a população pobre. Essa população, cansada de apanhar, se revolta contra a polícia. E ai se pode interpretar que essa revolta (a corrida do povo contra a polícia) pode se dar em diversos aspectos, até mesmo nas formações de milícias ou gerenciada pelo tráfico de drogas. Mas a tira mostra o povo, que não é Alphaville, organizado, com a barriga rocando, disputando o Estado. Mostra que o povo organizado pode mudar seu destino. Na versão em vídeo, o policial, ao chegar próximo de Maria, sente sua barriga roncar também (RONC). Então, ele se dá conta de que é povo e não elite, e para. Maria, agora “posuda”, retoma sua trajetória original. A ironia de Maria também é uma marca registrada. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; São elementos do cenário um balde de lixo que aparece duas vezes enquanto Maria se dirige ao policial e quando ela corre dele, e um hidrante. Este hidrante pode ter sido posto apenas para demarcar espaço no vazio amarelo do plano geral, mas pode representar um abafamento da perspectiva opressora alienada das polícias. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Segundo Henrique (2014), Maria é fruto dos conflitos que ele vê na sociedade e que ele próprio enfrenta no cotidiano.Referência:MAGALHÃES, Henrique. Eu sou Maria. Youtube, 14 dez. 2014. Disponível em &amp;lt;https://www.youtube.com/watch?v=SldSiLs_ma8&amp;gt;. Acesso em: 14 dez. 2020.MAGALHÃES, Henrique. Maria. Youtube, 25 set. 2014. Disponível em &amp;lt;https://www.youtube.com/watch?v=ggVBnKz3kXg&amp;gt;. Acesso em: 14 dez. 2020.Maria: Espirituosa... há 30 anos. Marca de Fantasia, 2005. Álbuns. Disponível em: &amp;lt;https://www.marcadefantasia.com/albuns/repertorio/mariaespirituosa/mariaespirituosa.htm&amp;gt;. Acesso em: 14 dez. 2020.MORAIS, Maria do Socorro A.; SOUSA Reginaldo C. POLÍCIA E SOCIEDADE: uma análise da história da segurança pública brasileira. In: ESTADO, DESENVOLVIMENTO E CRISE DO CAPITAL: V Jornada Internacional de Políticas Públicas - V JOINPP. São Luís – MA: 2011. P. 3 – 4. Disponível em: &amp;lt;http://www.joinpp.ufma.br/jornadas/joinpp2011/CdVjornada/JORNADA_EIXO_2011/PODER_VIOLENCIA_E_POLITICAS_PUBLICAS/POLICIA_E_SOCIEDADE_UMA_ANALISE_DA_HISTORIA_DA_SEGURANCA_PUBLICA_BRASILEIRA.pdf&amp;gt;. Acesso em: 15 dez. 2020.&amp;nbsp;</itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (Cidadão Silva)</itunes:author><itunes:summary>Procurando o que escrever nesses para este blog me deparei com um texto pronto, solicitado para uma disciplina do curso de Cinema da UFPB, em que analisei um vídeo, um curta (curtíssimo), do Professor Henrique Magalhães. O nome? Maria.&amp;nbsp;Simples assim. Ah! E disponível no Youtube para ser visto. Tive que pesquisar sobre os personagens para entender o conflito que não existe apenas no filme, mas é uma realidade bem brasileira, que envolve sociedade, estado e polícia. O texto você lê agora. Mas indico que veja o vídeo antes. Ele está aqui&amp;nbsp;e só tem um minuto e meio.ANÁLISE – MARIA. ANIMAÇÃO: 1’33. DE HENRIQUE MAGALHÃES&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Antes de analisar a animação criada pelo Professor Henrique Magalhães, é preciso conhecer Maria, em suas tiras, criada em 1975. No documentário Eu sou Maria (2014), de Matheus Andrade e Regina Behar, Henrique se apresenta como a própria personagem: “Maria sou eu. Maria é minha vida. É o que eu penso e o que eu vejo do mundo.” (MAGALHÃES, 2014). Nesse contexto, extrai-se que o Professor Henrique Magalhães imprimiu em sua personagem, sua visão de mundo e sua preocupação com questões sociais, ligadas à luta das minorias, sobretudo a do feminismo. Maria foi criada durante a Ditatura Militar, em 1975. No site na internet, que leva o nome da editora Marca de Fantasia, quando do lançamento do livro Maria, espirituosa... há 30 anos, em 2005, a radiografia de Maria é posta assim: Maria surgiu no bojo da cultura alternativa, cultura de resistência a um contexto político de exceção. Sua fonte de inspiração foi a efervescência política e social do país, que lhe deu um caráter político semelhante à charge, no início de sua criação. As primeiras tiras da personagem traziam o grito contra o cerceamento político e intelectual, mas também a crítica às desigualdades sociais e aos costumes conservadores arraigados. (MARCA DE FANTASIA, 2005). &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A espirituosa Maria na animação aparece em cores. Apresentado por um lagarto, Varan, o curta mostra uma moça, Maria, que, ao se aproximar de um policial, demonstra sua inquietação com seu estado de fome. Essa fome é representada pela figura de linguagem RONC. Em reação, o policial corre atrás da moça até que também sente fome. A cena é um retrato rápido, porém profundo, do que motiva as diversas lutas sociais: quando o povo sente fome, ele se revolta contra o estado das coisas, contra as elites. A polícia, braço repressor do Estado e criado, provavelmente, quando da vinda da família real para o Brasil, em 1808 (MORAIS &amp;amp; SOUSA, 2011), para defender os interesses dessas elites, cumpre seu papel, atuando na perspectiva de atenuar ou eliminar o perigo que assombra a classe que “paga” seus salários. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É preciso dizer que a leitura de Henrique sobre a sociedade é perfeita. A polícia que defende as elites, atua como se a ela pertencesse. Contudo, ela é composta, em grande número, de povo. Geralmente os policiais advêm da população pobre e negra, excluída, mas, alienados. Essa gente também sente fome. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Maria corre da polícia. É mulher. É minoria. Na tira que originou a animação, o ultimo quadro mostra o povo botando a polícia pra correr. Percebe-se essa atitude em locais onde as tensões sociais são mais gritantes, como Rio de Janeiro, São Paulo e até mesmo Recife. A polícia, militarizada, bate, massacra a população pobre. Essa população, cansada de apanhar, se revolta contra a polícia. E ai se pode interpretar que essa revolta (a corrida do povo contra a polícia) pode se dar em diversos aspectos, até mesmo nas formações de milícias ou gerenciada pelo tráfico de drogas. Mas a tira mostra o povo, que não é Alphaville, organizado, com a barriga rocando, disputando o Estado. Mostra que o povo organizado pode mudar seu destino. Na versão em vídeo, o policial, ao chegar próximo de Maria, sente sua barriga roncar também (RONC). Então, ele se dá conta de que é povo e não elite, e para. Maria, agora “posuda”, retoma sua trajetória original. A ironia de Maria também é uma marca registrada. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; São elementos do cenário um balde de lixo que aparece duas vezes enquanto Maria se dirige ao policial e quando ela corre dele, e um hidrante. Este hidrante pode ter sido posto apenas para demarcar espaço no vazio amarelo do plano geral, mas pode representar um abafamento da perspectiva opressora alienada das polícias. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Segundo Henrique (2014), Maria é fruto dos conflitos que ele vê na sociedade e que ele próprio enfrenta no cotidiano.Referência:MAGALHÃES, Henrique. Eu sou Maria. Youtube, 14 dez. 2014. Disponível em &amp;lt;https://www.youtube.com/watch?v=SldSiLs_ma8&amp;gt;. Acesso em: 14 dez. 2020.MAGALHÃES, Henrique. Maria. Youtube, 25 set. 2014. Disponível em &amp;lt;https://www.youtube.com/watch?v=ggVBnKz3kXg&amp;gt;. Acesso em: 14 dez. 2020.Maria: Espirituosa... há 30 anos. Marca de Fantasia, 2005. Álbuns. Disponível em: &amp;lt;https://www.marcadefantasia.com/albuns/repertorio/mariaespirituosa/mariaespirituosa.htm&amp;gt;. Acesso em: 14 dez. 2020.MORAIS, Maria do Socorro A.; SOUSA Reginaldo C. POLÍCIA E SOCIEDADE: uma análise da história da segurança pública brasileira. In: ESTADO, DESENVOLVIMENTO E CRISE DO CAPITAL: V Jornada Internacional de Políticas Públicas - V JOINPP. São Luís – MA: 2011. P. 3 – 4. Disponível em: &amp;lt;http://www.joinpp.ufma.br/jornadas/joinpp2011/CdVjornada/JORNADA_EIXO_2011/PODER_VIOLENCIA_E_POLITICAS_PUBLICAS/POLICIA_E_SOCIEDADE_UMA_ANALISE_DA_HISTORIA_DA_SEGURANCA_PUBLICA_BRASILEIRA.pdf&amp;gt;. Acesso em: 15 dez. 2020.&amp;nbsp;</itunes:summary></item><item><title>Repostando do Leitura Política</title><link>http://cidadaosilva.blogspot.com/2022/02/repostando-do-leitura-politica.html</link><author>noreply@blogger.com (Cidadão Silva)</author><pubDate>Sun, 27 Feb 2022 11:50:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3360393316314208292.post-9064535586720701511</guid><description>&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;Acesse o &lt;a href="https://www.instagram.com/leitura_politica/" target="_blank"&gt;@&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/leitura_politica/" target="_blank"&gt;leitura_politica&lt;/a&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&amp;nbsp;para ver a postagem original&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, Segoe UI, Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 14px;"&gt;Nestes últimos dias você ouviu falar do Batalhão Azov, uma organização paramilitar, compostas por neonazistas, contra o qual pesam nos os últimos 8 anos denuncias de torturas, saques, estupros e perseguições para limpeza étnica. Essas ações se voltam sobretudo contra a população russa que, segundo pensam, não seriam brancos de verdades, mas orientais. Para o neonazismo não está em questão apenas a pureza racial, mas a pureza cultural. São estes os ataques contra a população de origem russa, na região do Donbass, que estão acontecendo desde 2014.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #262626; font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;, Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px;"&gt;O fato é matéria da Jacobin de 17 de janeiro deste ano, diz que o Azov pode estar recebendo apoio e treinamento do Ocidente, por serem a principal força anti Rússia em atuação na Ucrânia. De acordo com matéria do Brasil de Fato de 13 de maio de 2021 "eles utilizam o símbolo wolfsangel e o sol negro, o primeiro em referência 2ª SS Divisão Das Reich e o segundo largamente empregado por grupos nazistas modernos".&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #262626; font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;, Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px;" /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #262626; font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;, Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #262626; font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;, Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px;"&gt;Hoje, o Batalhão Azov foi integrado às forças do Ministério do Interior ucraniano, submetido à Guarda Naciona daquele país. Isso mesmo, são mantidos e gerenciados pelo Estado, de forma legalizada.&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #262626; font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;, Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px;" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #262626; font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;, Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px;"&gt;Recentemente, a mídia e a opinião pública brasileira reagiram à altura a um youtuber que defendeu o direito de legalização de um partido nazista. Curiosamente, no caso do Azov não tem recebido o mesmo interesse, mesmo Putin afirmando que é preciso "desnazificar" a Ucrânia. Ao contrário, tentam retirar importância desta denuncia, inclusive com o argumento de Zelensky é um judeu. Bem, não precisamos lembrar que o atual presidente da Fundação Palmares é negro, não é?&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #262626; font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;, Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px;" /&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #262626; font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;, Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px;" /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #262626; font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;, Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px;"&gt;Imagem: reprodução da Internet. (Chamou atenção a bandeira da OTAN).&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #262626; font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;, Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px;" /&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #262626; font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;, Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px;" /&gt;&lt;a class=" xil3i" href="https://www.instagram.com/explore/tags/leiturapol%C3%ADtica/" style="background-color: white; border: 0px; font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;, Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; font-stretch: inherit; font-variant-east-asian: inherit; font-variant-numeric: inherit; line-height: inherit; margin: 0px; overflow-wrap: break-word; padding: 0px; text-decoration-line: none; vertical-align: baseline;" tabindex="0"&gt;#LeituraPolítica&lt;/a&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #262626; font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;, Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a class=" xil3i" href="https://www.instagram.com/explore/tags/russia/" style="background-color: white; border: 0px; font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;, Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; font-stretch: inherit; font-variant-east-asian: inherit; font-variant-numeric: inherit; line-height: inherit; margin: 0px; overflow-wrap: break-word; padding: 0px; text-decoration-line: none; vertical-align: baseline;" tabindex="0"&gt;#Russia&lt;/a&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #262626; font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;, Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a class=" xil3i" href="https://www.instagram.com/explore/tags/ucr%C3%A2nia/" style="background-color: white; border: 0px; font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;, Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; font-stretch: inherit; font-variant-east-asian: inherit; font-variant-numeric: inherit; line-height: inherit; margin: 0px; overflow-wrap: break-word; padding: 0px; text-decoration-line: none; vertical-align: baseline;" tabindex="0"&gt;#Ucrânia&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title> O plano da pandemia que nunca existiu -  The Intercept Brasil</title><link>http://cidadaosilva.blogspot.com/2020/10/o-plano-da-pandemia-que-nunca-existiu.html</link><author>noreply@blogger.com (Cidadão Silva)</author><pubDate>Sun, 25 Oct 2020 19:33:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3360393316314208292.post-6796453653146178522</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href="https://theintercept.com/brasil/" imageanchor="1" style="clear: left; display: inline !important; font-family: verdana; font-style: italic; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: center;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="121" data-original-width="248" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJSAZbH8PDFSJSHd-bZaQXmkixP0BrEvEaVXRMvMs3ut99MVsW3lPVjLyq5yyVuvFXJisW0qP9C_wH-gd5YZyA5meyv4CRAn0Nl6R0YXtMfaWIWp0Ug0BsxXbVt1BaWuG20ZcCfHTxgJc/s16000/interceptbr.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Inter; font-size: x-small;"&gt;da Newsletter d'The Intercept Brasil&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Inter; font-size: medium;"&gt;por &lt;b&gt;Tatiana Dias&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Editora Sênior&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Inter; font-size: medium;"&gt;Hélio Rodak é um leitor do Intercept. Em maio deste ano, ele procurou o sistema de acesso à informação do governo federal com um pedido simples: uma cópia do plano nacional para tratar os efeitos sanitários e econômicos da pandemia de covid-19. Começava naquele dia uma saga que se estendeu pelos quatro meses seguintes, até culminar com o governo pego na mentira.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Inter; font-size: medium;"&gt;Agora, Rodak resolveu dividir o que descobriu com a gente. Seu pedido foi feito, primeiro, à Presidência da República; de lá, foi direcionado à Casa Civil. A primeira resposta do governo Bolsonaro veio no dia 8 de junho: algumas das informações que Rodak pediu seriam "documentos preparatórios". Assim, não poderiam ser fornecidos – naquele momento, a pandemia já havia matado quase 40 mil brasileiros. A Casa Civil argumentou que seria preciso aguardar a "edição do ato decisório" para que as informações pudessem ser disponibilizadas "devido ao risco de frustrar a própria finalidade em caso de divulgação antecipada". A resposta ainda incluiu alguns links com ações isoladas e uma notícia sobre a apresentação do programa Pró-Brasil, uma iniciativa "proativa" do governo para reduzir os impactos com foco no período pós-pandemia.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Inter; font-size: medium;"&gt;Se você não sabe o que é essa iniciativa "proativa" (adoro gente que se autointitula proativa, como se não fosse mais do que a obrigação do governo pensar em soluções para a população diante da tragédia humanitária que estamos enfrentando), te convido a &lt;a href="https://static.poder360.com.br/2020/04/Programa-Pro-Brasil-22-abr-Versao-Imprensa.pdf?utm_source=The+Intercept+Brasil+Newsletter&amp;amp;utm_campaign=2b5949480d-EMAIL_CAMPAIGN_sabado5jun_COPY_01&amp;amp;utm_medium=email&amp;amp;utm_term=0_96fc3bd6d5-2b5949480d-133889141" rel="nofollow" target="_blank"&gt;dar uma olhada no PDF&lt;/a&gt; tosco que apresentou a iniciativa. Nenhum detalhe, nenhum planejamento, nada, né? Pois é.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Inter; font-size: medium;"&gt;Rodak também não se satisfez e recorreu da primeira negativa no dia 15 de junho. A resposta veio uma semana depois: negado. Mais uma vez, o governo Bolsonaro empilhou links de iniciativas isoladas do comitê de crise e mencionou o proativo Pró-Brasil. Nada do plano nacional. Rodak insistiu. "Aquilo que me foi apresentado não se trata de um plano, mas de uma página de divulgação das ações já realizadas pelo governo", ele justificou ao entrar com o recurso na segunda instância.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Inter; font-size: medium;"&gt;Uma semana depois veio a nova negativa: "a documentação a que se pretende acesso possui restrição especial, de caráter temporário", justificou a Casa Civil. "Nesse momento é muito importante zelar pela segurança jurídica e pela confiança dos administrados. Assim, a restrição temporária se dá em harmonia com os interesses públicos do Estado em prol de toda a sociedade, como a segurança pública, a celeridade e a economicidade da administração pública", disse o governo. Enquanto isso, o Brasil acumulava quase 60 mil mortes. A resposta ainda aproveitou para empilhar mais links e mencionar, pela terceira vez, o Pró-Brasil, o PDF proativo do governo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Inter; font-size: medium;"&gt;Rodak, então, recorreu de novo – e, como determina a Lei de Acesso à Informação, a partir desta linha quem arbitra é a Ouvidoria-Geral da União, ligada à Controladoria-Geral da União. Nosso leitor argumentou o que parece óbvio: àquela altura, o Brasil já era o segundo país do mundo com mais mortes pelo novo coronavírus. Qual era a justificativa para que o tal plano continuasse sigiloso?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Inter; font-size: medium;"&gt;A resposta veio desta vez, no dia 3 de setembro: o recurso não poderia ser atendido porque… a informação não existe. "Em que pese as justificativas outrora formuladas, cumpre elucidar que não há especificamente um 'plano nacional utilizado para tratamento dos efeitos econômicos e sanitários causados pela pandemia' para que dele seja fornecida cópia", respondeu o governo. Foi só na última instância que o leitor soube, e agora todos sabemos, que simplesmente não há um plano nacional para tratar os efeitos sanitários e econômicos da pandemia de covid-19.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Inter; font-size: medium;"&gt;Trocando em miúdos: apesar de ter negado e tentado enrolar, admitiu, por fim, que a informação que o nosso leitor queria – e todos nós – simplesmente não existe.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Inter; font-size: medium;"&gt;O governo afirmou que a crise é tratada por "estruturas temporárias e dinâmicas" criadas especificamente para esse fim. Também explicou que cada ministério tem suas próprias ações e programas para lidar com a pandemia – e que, se quisesse, Rodak teria de pedir a cada uma das áreas do governo os planos específicos. Articulação central? Planejamento? Nada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Inter; font-size: medium;"&gt;A própria ouvidoria entendeu que o governo modificou seu argumento ao longo das respostas: primeiro disse que o plano estava em "documentos preparatórios" e depois falou em "restrição especial" até que, enquadrado, assumiu que eles não existem.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Inter; font-size: medium;"&gt;Não por acaso, o governo Bolsonaro já é recordista de negativas de acesso à informação: só pouco mais da metade dos pedidos é atendida. É o pior índice desde 2012, quando a lei entrou em vigor. Mas o nosso leitor, que não é jornalista, insistiu e pegou o governo menos transparente da história recente do país no pulo – e achamos que vocês fossem gostar de saber disso.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Inter; font-size: medium;"&gt;O Brasil já tem 152 mil mortes por covid-19 e está no quarto lugar no ranking de óbitos proporcionais à população, atrás apenas de Bolívia, Bélgica e Peru. A economia também deve retroceder 5,8% em 2020 – e o Brasil ainda bateu o recorde de desemprego, 13,8%, maior número desde o início da série histórica em 2012. Bolsonaro não salvou vidas e nem empregos. Agora vocês já sabem: o plano para isso nunca existiu.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet; font-size: large;"&gt;Quer assinar a Newsletter de The Intercept Brasil? 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Em maio deste ano, ele procurou o sistema de acesso à informação do governo federal com um pedido simples: uma cópia do plano nacional para tratar os efeitos sanitários e econômicos da pandemia de covid-19. Começava naquele dia uma saga que se estendeu pelos quatro meses seguintes, até culminar com o governo pego na mentira.&amp;nbsp; Agora, Rodak resolveu dividir o que descobriu com a gente. Seu pedido foi feito, primeiro, à Presidência da República; de lá, foi direcionado à Casa Civil. A primeira resposta do governo Bolsonaro veio no dia 8 de junho: algumas das informações que Rodak pediu seriam "documentos preparatórios". Assim, não poderiam ser fornecidos – naquele momento, a pandemia já havia matado quase 40 mil brasileiros. A Casa Civil argumentou que seria preciso aguardar a "edição do ato decisório" para que as informações pudessem ser disponibilizadas "devido ao risco de frustrar a própria finalidade em caso de divulgação antecipada". A resposta ainda incluiu alguns links com ações isoladas e uma notícia sobre a apresentação do programa Pró-Brasil, uma iniciativa "proativa" do governo para reduzir os impactos com foco no período pós-pandemia.&amp;nbsp; Se você não sabe o que é essa iniciativa "proativa" (adoro gente que se autointitula proativa, como se não fosse mais do que a obrigação do governo pensar em soluções para a população diante da tragédia humanitária que estamos enfrentando), te convido a dar uma olhada no PDF tosco que apresentou a iniciativa. Nenhum detalhe, nenhum planejamento, nada, né? Pois é.&amp;nbsp; Rodak também não se satisfez e recorreu da primeira negativa no dia 15 de junho. A resposta veio uma semana depois: negado. Mais uma vez, o governo Bolsonaro empilhou links de iniciativas isoladas do comitê de crise e mencionou o proativo Pró-Brasil. Nada do plano nacional. Rodak insistiu. "Aquilo que me foi apresentado não se trata de um plano, mas de uma página de divulgação das ações já realizadas pelo governo", ele justificou ao entrar com o recurso na segunda instância.&amp;nbsp; Uma semana depois veio a nova negativa: "a documentação a que se pretende acesso possui restrição especial, de caráter temporário", justificou a Casa Civil. "Nesse momento é muito importante zelar pela segurança jurídica e pela confiança dos administrados. Assim, a restrição temporária se dá em harmonia com os interesses públicos do Estado em prol de toda a sociedade, como a segurança pública, a celeridade e a economicidade da administração pública", disse o governo. Enquanto isso, o Brasil acumulava quase 60 mil mortes. A resposta ainda aproveitou para empilhar mais links e mencionar, pela terceira vez, o Pró-Brasil, o PDF proativo do governo.&amp;nbsp; Rodak, então, recorreu de novo – e, como determina a Lei de Acesso à Informação, a partir desta linha quem arbitra é a Ouvidoria-Geral da União, ligada à Controladoria-Geral da União. Nosso leitor argumentou o que parece óbvio: àquela altura, o Brasil já era o segundo país do mundo com mais mortes pelo novo coronavírus. Qual era a justificativa para que o tal plano continuasse sigiloso?&amp;nbsp; A resposta veio desta vez, no dia 3 de setembro: o recurso não poderia ser atendido porque… a informação não existe. "Em que pese as justificativas outrora formuladas, cumpre elucidar que não há especificamente um 'plano nacional utilizado para tratamento dos efeitos econômicos e sanitários causados pela pandemia' para que dele seja fornecida cópia", respondeu o governo. Foi só na última instância que o leitor soube, e agora todos sabemos, que simplesmente não há um plano nacional para tratar os efeitos sanitários e econômicos da pandemia de covid-19.&amp;nbsp; Trocando em miúdos: apesar de ter negado e tentado enrolar, admitiu, por fim, que a informação que o nosso leitor queria – e todos nós – simplesmente não existe.&amp;nbsp; O governo afirmou que a crise é tratada por "estruturas temporárias e dinâmicas" criadas especificamente para esse fim. Também explicou que cada ministério tem suas próprias ações e programas para lidar com a pandemia – e que, se quisesse, Rodak teria de pedir a cada uma das áreas do governo os planos específicos. Articulação central? Planejamento? Nada. A própria ouvidoria entendeu que o governo modificou seu argumento ao longo das respostas: primeiro disse que o plano estava em "documentos preparatórios" e depois falou em "restrição especial" até que, enquadrado, assumiu que eles não existem.&amp;nbsp; Não por acaso, o governo Bolsonaro já é recordista de negativas de acesso à informação: só pouco mais da metade dos pedidos é atendida. É o pior índice desde 2012, quando a lei entrou em vigor. Mas o nosso leitor, que não é jornalista, insistiu e pegou o governo menos transparente da história recente do país no pulo – e achamos que vocês fossem gostar de saber disso.&amp;nbsp; O Brasil já tem 152 mil mortes por covid-19 e está no quarto lugar no ranking de óbitos proporcionais à população, atrás apenas de Bolívia, Bélgica e Peru. A economia também deve retroceder 5,8% em 2020 – e o Brasil ainda bateu o recorde de desemprego, 13,8%, maior número desde o início da série histórica em 2012. Bolsonaro não salvou vidas e nem empregos. Agora vocês já sabem: o plano para isso nunca existiu. Quer assinar a Newsletter de The Intercept Brasil? Clique aqui!</itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (Cidadão Silva)</itunes:author><itunes:summary>da Newsletter d'The Intercept Brasil por Tatiana Dias Editora Sênior Hélio Rodak é um leitor do Intercept. Em maio deste ano, ele procurou o sistema de acesso à informação do governo federal com um pedido simples: uma cópia do plano nacional para tratar os efeitos sanitários e econômicos da pandemia de covid-19. Começava naquele dia uma saga que se estendeu pelos quatro meses seguintes, até culminar com o governo pego na mentira.&amp;nbsp; Agora, Rodak resolveu dividir o que descobriu com a gente. Seu pedido foi feito, primeiro, à Presidência da República; de lá, foi direcionado à Casa Civil. A primeira resposta do governo Bolsonaro veio no dia 8 de junho: algumas das informações que Rodak pediu seriam "documentos preparatórios". Assim, não poderiam ser fornecidos – naquele momento, a pandemia já havia matado quase 40 mil brasileiros. A Casa Civil argumentou que seria preciso aguardar a "edição do ato decisório" para que as informações pudessem ser disponibilizadas "devido ao risco de frustrar a própria finalidade em caso de divulgação antecipada". A resposta ainda incluiu alguns links com ações isoladas e uma notícia sobre a apresentação do programa Pró-Brasil, uma iniciativa "proativa" do governo para reduzir os impactos com foco no período pós-pandemia.&amp;nbsp; Se você não sabe o que é essa iniciativa "proativa" (adoro gente que se autointitula proativa, como se não fosse mais do que a obrigação do governo pensar em soluções para a população diante da tragédia humanitária que estamos enfrentando), te convido a dar uma olhada no PDF tosco que apresentou a iniciativa. Nenhum detalhe, nenhum planejamento, nada, né? Pois é.&amp;nbsp; Rodak também não se satisfez e recorreu da primeira negativa no dia 15 de junho. A resposta veio uma semana depois: negado. Mais uma vez, o governo Bolsonaro empilhou links de iniciativas isoladas do comitê de crise e mencionou o proativo Pró-Brasil. Nada do plano nacional. Rodak insistiu. "Aquilo que me foi apresentado não se trata de um plano, mas de uma página de divulgação das ações já realizadas pelo governo", ele justificou ao entrar com o recurso na segunda instância.&amp;nbsp; Uma semana depois veio a nova negativa: "a documentação a que se pretende acesso possui restrição especial, de caráter temporário", justificou a Casa Civil. "Nesse momento é muito importante zelar pela segurança jurídica e pela confiança dos administrados. Assim, a restrição temporária se dá em harmonia com os interesses públicos do Estado em prol de toda a sociedade, como a segurança pública, a celeridade e a economicidade da administração pública", disse o governo. Enquanto isso, o Brasil acumulava quase 60 mil mortes. A resposta ainda aproveitou para empilhar mais links e mencionar, pela terceira vez, o Pró-Brasil, o PDF proativo do governo.&amp;nbsp; Rodak, então, recorreu de novo – e, como determina a Lei de Acesso à Informação, a partir desta linha quem arbitra é a Ouvidoria-Geral da União, ligada à Controladoria-Geral da União. Nosso leitor argumentou o que parece óbvio: àquela altura, o Brasil já era o segundo país do mundo com mais mortes pelo novo coronavírus. Qual era a justificativa para que o tal plano continuasse sigiloso?&amp;nbsp; A resposta veio desta vez, no dia 3 de setembro: o recurso não poderia ser atendido porque… a informação não existe. "Em que pese as justificativas outrora formuladas, cumpre elucidar que não há especificamente um 'plano nacional utilizado para tratamento dos efeitos econômicos e sanitários causados pela pandemia' para que dele seja fornecida cópia", respondeu o governo. Foi só na última instância que o leitor soube, e agora todos sabemos, que simplesmente não há um plano nacional para tratar os efeitos sanitários e econômicos da pandemia de covid-19.&amp;nbsp; Trocando em miúdos: apesar de ter negado e tentado enrolar, admitiu, por fim, que a informação que o nosso leitor queria – e todos nós – simplesmente não existe.&amp;nbsp; O governo afirmou que a crise é tratada por "estruturas temporárias e dinâmicas" criadas especificamente para esse fim. Também explicou que cada ministério tem suas próprias ações e programas para lidar com a pandemia – e que, se quisesse, Rodak teria de pedir a cada uma das áreas do governo os planos específicos. Articulação central? Planejamento? Nada. A própria ouvidoria entendeu que o governo modificou seu argumento ao longo das respostas: primeiro disse que o plano estava em "documentos preparatórios" e depois falou em "restrição especial" até que, enquadrado, assumiu que eles não existem.&amp;nbsp; Não por acaso, o governo Bolsonaro já é recordista de negativas de acesso à informação: só pouco mais da metade dos pedidos é atendida. É o pior índice desde 2012, quando a lei entrou em vigor. Mas o nosso leitor, que não é jornalista, insistiu e pegou o governo menos transparente da história recente do país no pulo – e achamos que vocês fossem gostar de saber disso.&amp;nbsp; O Brasil já tem 152 mil mortes por covid-19 e está no quarto lugar no ranking de óbitos proporcionais à população, atrás apenas de Bolívia, Bélgica e Peru. A economia também deve retroceder 5,8% em 2020 – e o Brasil ainda bateu o recorde de desemprego, 13,8%, maior número desde o início da série histórica em 2012. Bolsonaro não salvou vidas e nem empregos. Agora vocês já sabem: o plano para isso nunca existiu. Quer assinar a Newsletter de The Intercept Brasil? Clique aqui!</itunes:summary></item><item><title>Saudades das coisas de antigamente</title><link>http://cidadaosilva.blogspot.com/2020/05/saudades-das-coisas-de-antigamente.html</link><author>noreply@blogger.com (Cidadão Silva)</author><pubDate>Mon, 4 May 2020 23:06:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3360393316314208292.post-6659073315911666419</guid><description>&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Nesse período de distanciamento, isolamento social,
confinamento ou do que quiserem chamar, em determinado momento me vi obrigado a
sequer olhar pela janela.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Foi um período tenso. Além dos protocolos que tive que
seguir por estar com suspeita de ter contraído Covid-19, logo no início da
chegada da doença por essas bandas, ficando em casa obrigatoriamente por duas
semanas, a energia do meu filho de 3 anos e a suspeita que minha esposa tinha
de que ela também estava infectada me deixaram cansado física e
psicologicamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Briguei com quem não devia. Mandei quem não merecia ir catar
coquinhos (não posso escrever o que realmente disse devido o alcance desse
texto, rsrs). Não saber o que realmente se tem por falta de testes é o pior sintoma dessa
doença.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Passou o período, pra mim, mais tenebroso antes da minha mãe
adoecer após de ter descumprido o isolamento. A neura voltou mas, em alguns
dias, passou novamente.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Voltei a normalidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Dentro dessa normalidade me dei conta do quanto anormal
estão as coisas lá fora. E digo anormal em tudo. Era superministro pedindo
demissão. Ministro da saúde sendo demitido em meio ao caos. Presidente participando de
manifestação de pessoas que pedem a volta do regime ditatorial militar e o
pior: após denúncias do “herói da lava-jato” contra o presidente, pessoas ainda
apoiando o tal mito.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Realmente, não podia deixar de registrar o quanto eu
acho que tudo está estranho lá fora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;E de tanto pensar, me deparei hoje com uma vontade imensa de
lembrar de como as coisas de antigamente eram boas (dentro das possibilidades).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Apesar da infância pobre e da adolescência suprimida pela
necessidade de trabalhar, eu percebi que havia coisas boas pra se viver.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Mas as saudades eram mais fortes das coisas pequenas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Saudades de brincar na rua até a madrugada, correndo por
vielas, me escondendo em buracos e casas abandonadas. E de brincar nas ruas
durante o dia, num bairro que não tinha calçamento e onde podíamos jogar bola
descalços, jogar pião, tampinha cross, bolas de fone (de gude), conversar com
adultos, com crianças, com animais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Saudades de ter frutas nas árvores nas ruas a nossa
disposição. Mangas, jambos, pitombas, siriguelas, bananas, goiabas eram mato.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Saudades de levar bronca da nossa mãe e da mãe dos nossos
amigos sem que isso levasse a uma discussão entre elas. Fazia parte da nossa educação.
Eramos como uma grande família. E todo mundo respeitava todo mundo. Bem! Quase todo mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Saudade de soltar pipa feita em casa. De pegar o carrinho de
rolimã dos amigos. De descer ladeira rolando em pneus de trator.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Saudades de namorar. De ir pra casa das namoradas a pé, de ônibus,
de bicicleta, sem vergonha por não chegar de carro na casa delas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Saudades de jogar bola na quadra da escola. De ser
escanteado no time da sua turma e virar o goleiro titular do time da turma dois
anos mais nova.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Saudades de trocar o lado da chinela ou consertá-la com
prego e usar até realmente não dar mais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Saudades de ouvir ensinamentos dos mais velhos e acreditar
que, por ter bastante idade, eles realmente sabiam de tudo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Saudades de tomar vinho com amigos. De ser revistado pela PM
só por ter cara de e se vestir como pobre (não eram opção) e depois poder
contar isso como mais uma experiência vivida por um membro da periferia nos
grupos de discussão política.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Mas, do que mais tenho saudades mesmo é de quando eu falava
asneira e alguém tentava me convencer do contrário me trazendo fatos
academicamente comprovados. Nos dias de hoje, eu trato de fatos academicamente
comprovados e tentam me convencer do contrário me trazendo asneiras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Em ofício, CNA e ruralistas atacam liberação de agrotóxico que mata lavouras</title><link>http://cidadaosilva.blogspot.com/2019/09/em-oficio-cna-e-ruralistas-atacam.html</link><author>noreply@blogger.com (Cidadão Silva)</author><pubDate>Thu, 5 Sep 2019 08:10:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3360393316314208292.post-5286647151811349035</guid><description>&lt;em style="background-color: white; color: #201f1e; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; text-align: justify;"&gt;Herbicida produzido pela Monsanto prejudica várias culturas e só funciona em variedade de soja vendida por ela mesma&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em style="background-color: white; color: #201f1e; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;
&lt;span style="background-color: white; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Reproduzido de:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="author" itemprop="author" rel="author" style="border: 0px; box-sizing: border-box; color: #1a1a1a; font-family: Merriweather, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 1rem; font-stretch: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; line-height: normal; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
Redação&lt;/div&gt;
&lt;div class="place-and-time" style="border: 0px; box-sizing: border-box; color: #404040; font-family: Merriweather, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10px; font-stretch: inherit; font-variant-east-asian: inherit; font-variant-numeric: inherit; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 0px 0px 10px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;div class="place" itemprop="contentLocation" style="border: 0px; box-sizing: border-box; color: #666666; display: inline-block; font-size: 1rem; font-stretch: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; line-height: normal; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;div style="border: 0px; box-sizing: border-box; color: #404040; display: inline-block; font-size: 1.1rem; font-stretch: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; line-height: 1.6; margin-bottom: 20px; padding: 0px; vertical-align: baseline; word-spacing: 2px;"&gt;
Brasil de Fato | São Paulo (SP)&lt;/div&gt;
,&lt;/div&gt;
&lt;time datetime="2019-09-02T16:05:44.595Z" itemprop="datePublished" style="border: 0px; box-sizing: border-box; color: #666666; display: inline-block; font-size: 1rem; font-stretch: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; line-height: normal; margin: 0px; padding: 0px 0px 10px 5px; vertical-align: baseline;"&gt;2 de Setembro de 2019&lt;/time&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="place-and-time" style="border: 0px; box-sizing: border-box; color: #404040; font-family: Merriweather, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10px; font-stretch: inherit; font-variant-east-asian: inherit; font-variant-numeric: inherit; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 0px 0px 10px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #201f1e; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; text-align: justify;"&gt;A velocidade e a inconsequência com que o governo Jair Bolsonaro (PSL) tem&amp;nbsp;liberado o uso de agrotóxicos no país &amp;nbsp;já começa a incomodar o próprio agronegócio – em tese, um dos principais beneficiários de tal política.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #201f1e; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: inherit !important; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #201f1e; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: inherit !important; text-align: justify;"&gt;
Em ofício protocolado no Ministério da Agricultura na última sexta-feira (30), ao qual o&amp;nbsp;Brasil de Fato&amp;nbsp;teve acesso, a Confederação Nacional da Agricultura (&lt;span class="markis9a1trsa" data-markjs="true" data-ogab="" data-ogac="" data-ogsb="" data-ogsc="" style="border: 0px; color: inherit; font: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;CNA&lt;/span&gt;) e a Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja) manifestam “preocupação com o futuro de toda a agricultura brasileira”, devido à liberação, em 22 de agosto, do herbicida dicamba.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #201f1e; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: inherit !important; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #201f1e; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: inherit !important; text-align: justify;"&gt;
Segundo os produtores, apenas uma variedade de soja geneticamente modificada é tolerante ao dicamba. Todas as demais seriam negativamente afetadas pelo produto, que, segundo o documento enviado ao Ministério, é altamente volátil (evapora e se espalha) em temperaturas acima de 29 graus.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #201f1e; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: inherit !important;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #201f1e; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: inherit !important; text-align: justify;"&gt;
Além da soja, o dicamba mataria também lavouras de algodão, batata, café, cítricos, feijão, leguminosas, tomate, uva e milho, entre outras.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #201f1e; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: inherit !important; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #201f1e; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: inherit !important; text-align: justify;"&gt;
De acordo com a&amp;nbsp;Associação Brasileira dos Defensivos Genéticos&amp;nbsp;(Aenda), apenas três grandes companhias multinacionais produzem herbicidas à base de dicamba, entre elas a Bayer-Monsanto.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #201f1e; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: inherit !important; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #201f1e; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: inherit !important; text-align: justify;"&gt;
Não por acaso, é a mesma Bayer-Monsanto que detém a tecnologia para produção de sementes resistentes ao dicamba – chamada de Intacta 2 Xtend – e está programando seu lançamento comercial no Brasil para 2021.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #201f1e; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: inherit !important;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #201f1e; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: inherit !important; text-align: justify;"&gt;
A semente já foi “apresentada” a produtores Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Bahia num grande evento denominado&amp;nbsp;Gigantes da Soja, realizado entre o fim de 2018 e começo de 2019.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #201f1e; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: inherit !important; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #201f1e; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: inherit !important; text-align: justify;"&gt;
&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Operação casada&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #201f1e; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: inherit !important; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #201f1e; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: inherit !important; text-align: justify;"&gt;
No ofício enviado ao ministério, a&amp;nbsp;&lt;span class="markis9a1trsa" data-markjs="true" data-ogab="" data-ogac="" data-ogsb="" data-ogsc="" style="border: 0px; color: inherit; font: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;CNA&lt;/span&gt;&amp;nbsp;e a Aprosoja lembram que, nos EUA, onde o dicamba foi liberado em 2016, quase 4 milhões de hectares de soja foram danificados, o que gerou&amp;nbsp;2.700 processos judiciais. Com isso, vários estados norte-americanos teriam estabelecidos restrições ao uso do herbicida.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #201f1e; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: inherit !important; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #201f1e; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: inherit !important; text-align: justify;"&gt;
Os produtores lembram ainda que a volatização do produto seria ainda maior no Brasil, devido ao clima tropical do país.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #201f1e; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: inherit !important; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #201f1e; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: inherit !important; text-align: justify;"&gt;
“Ademais”, diz o texto, “a tecnologia Xtend virá associada a outras biotecnologias (?), tendo que ser adquiridas como se em ?pacote fechado?, nada menos que uma venda casada”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #201f1e; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: inherit !important; text-align: justify;"&gt;
Em entrevista ao&amp;nbsp;Canal Rural&amp;nbsp;no último dia 23, o presidente da Aprosoja, Bartolomeu Braz, criticou a liberação.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #201f1e; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: inherit !important; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #201f1e; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: inherit !important; text-align: justify;"&gt;
“Não podemos aceitar esse domínio de mercado. O Brasil já evoluiu bastante, temos um clima tropical e ao que parece não temos a necessidade de usar esse produto. Nosso manejo é diferente dos americanos e precisa ser pensado de maneira diferente”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #201f1e; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: inherit !important; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #201f1e; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: inherit !important; text-align: justify;"&gt;
O documento das entidades representativas do agronegócio não chega a exigir a proibição do dicamba, mas pede o estabelecimento de medidas de controle, a elaboração de mais pesquisas, tendo em vista as características do clima brasileiro, e a “responsabilização da empresa detentora da biotecnologia”, em casos de danos às lavouras.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #201f1e; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: inherit !important; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #201f1e; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: inherit !important; text-align: justify;"&gt;
Link da matéria original:&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #201f1e; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: inherit !important; text-align: justify;"&gt;
&lt;a data-auth="NotApplicable" href="http://e.allin.listasbrasilpopular.org.br/bendar/?atmca=7938989&amp;amp;atmme=86137&amp;amp;atmte=1&amp;amp;atmso=ck&amp;amp;utm_content=246966056&amp;amp;atmem=Z2hlbWFydGluc0Bob3RtYWlsLmNvbQ==&amp;amp;" rel="noopener noreferrer" style="border: 0px; font: inherit; margin: 0px; padding: 0px; text-decoration-line: none; vertical-align: baseline;" target="_blank"&gt;https://www.brasildefato.com.br/2019/09/02/em-oficio-&lt;span class="markis9a1trsa" data-markjs="true" data-ogab="" data-ogac="" data-ogsb="" data-ogsc="" style="border: 0px; color: inherit; font: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;cna&lt;/span&gt;-e-ruralistas-atacam-liberacao-de-agrotoxico-que-mata-lavouras/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title> Décadence sans élégance</title><link>http://cidadaosilva.blogspot.com/2017/05/decadence-sans-elegance.html</link><author>noreply@blogger.com (Cidadão Silva)</author><pubDate>Sat, 20 May 2017 01:24:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3360393316314208292.post-9005609201409493063</guid><description>&lt;div class="x_MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 4.5pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="background-color: #444444; color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nem me dei conta. Meu filho nasceu e o mundo parou pra mim há exatos 5 meses e 15 dias. Prova disso é esse blog. Já não era atualizado a contento, mas, abrindo-o sem compromisso, vi que a ultima postagem era do final do ano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="x_MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 4.5pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="background-color: #444444; color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por sorte, o facebook me surpreendeu hoje com uma lembrança de um texto que publiquei há um ano. E é exatamente este texto que irei postar hoje, aqui.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="x_MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 4.5pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="background-color: #444444; color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Então, fiquem a vontade. Ao final, tem um link do texto que li e que gerou esse texto que escrevi.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="x_MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 4.5pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="background-color: #444444; color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Divirtam-se!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="x_MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 4.5pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="background-color: #444444; color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="x_MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 4.5pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="background-color: #444444; color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Segue o texto:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="x_MsoNormal" style="background-color: white; line-height: normal; margin-bottom: 4.5pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #1d2129; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="x_MsoNormal" style="background-color: white; line-height: normal; margin-bottom: 4.5pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #1d2129; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="x_MsoNormal" style="background-color: white; line-height: normal; margin-bottom: 4.5pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #1d2129;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Se, não sendo tendências, fossem alternativas, os dilemas colocados no &lt;a href="http://www.revistaforum.com.br/2014/05/18/por-que-roqueiros-dos-anos-80-se-tornam-neoconservadores/" target="_blank"&gt;texto compartilhado&lt;/a&gt;&amp;nbsp;que podem representar a fase por que passam as bandas de rock dos anos 80, estariam expressos em: " suas carreiras começaram a entrar em declínio por não conseguirem se reinventar diante da mudança de cenário social e político. De contemporâneos tornaram-se extemporâneos".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="x_MsoNormal" style="background-color: white; line-height: normal; margin: 4.5pt 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #1d2129;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Na verdade, fui, e às vezes ainda sou, muito fechado para a ideia de novas bandas, ou novas propostas de composição para bandas de rock a partir dos anos 90.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="x_MsoNormal" style="background-color: white; line-height: normal; margin-bottom: 4.5pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #1d2129;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Contudo, encaro que as minhas pararam no tempo, realmente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="x_MsoNormal" style="background-color: white; line-height: normal; margin: 4.5pt 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #1d2129;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Já analisei, pensando comigo mesmo, e querendo escrever para o CidadãoSilva, que os jovens que viveram de Xuxa aos programas infantis de até 2 anos atrás (visto que hoje foram totalmente descartados pelas tevês abertas), e não sentiram os efeitos de um regime ditatorial militar, nem na pele (pros que nasceram durante), nem nas consequências de um tempo que chegou ainda muito cedo (para os que nasceram nos anos 80 até a metade daquela década), não seriam dotados de criticidade o suficiente para escrever letras que mexiam com a cabeça de qualquer um adolescente inquieto com os desmandes que a superestrutura (poder econômico tendo nas mãos os governos e a justiça) causava. Nem escrever e nem entender o que as canções queriam dizer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="x_MsoNormal" style="background-color: white; line-height: normal; margin: 4.5pt 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: #1d2129;"&gt;Acho que a conjuntura melhor abordada, a partir dos anos 90, estão nas composições de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;O Rappa&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #1d2129;"&gt;, no tocante à violência desmedida, que vitimou, inclusive, um de seus integrantes. Com o avanço da tecnologia e a chegada do novo milênio, a "mass-midia" passou a ditar o que podia ser escrito, e o que devia ser vendido.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="x_MsoNormal" style="background-color: white; line-height: normal; margin: 4.5pt 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #1d2129;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Contudo, as bandas de rock dos anos 80, nossos heróis, parecem ter morrido de overdose, ou entraram num estado de êxtase profundo e não conseguiram mais nem entender a nova juventude, nem serem entendidos por ela.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="x_MsoNormal" style="background-color: white; line-height: normal; margin: 4.5pt 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #1d2129;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O resultado? Ou se refazer (acústicos), ou se desfazer, ou se vender. E isso aconteceu, necessariamente, nesta ordem.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="x_MsoNormal" style="background-color: white; line-height: normal; margin: 4.5pt 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #1d2129; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Leia o texto do link a seguir. É indispensável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="x_MsoNormal" style="background-color: white; line-height: normal; margin: 4.5pt 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #1d2129; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="x_MsoNormal" style="background-color: white; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://www.revistaforum.com.br/2014/05/18/por-que-roqueiros-dos-anos-80-se-tornam-neoconservadores/"&gt;http://www.revistaforum.com.br/2014/05/18/por-que-roqueiros-dos-anos-80-se-tornam-neoconservadores/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Mensagem de final de ano</title><link>http://cidadaosilva.blogspot.com/2016/12/mensagem-de-final-de-ano.html</link><author>noreply@blogger.com (Cidadão Silva)</author><pubDate>Sat, 31 Dec 2016 11:56:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3360393316314208292.post-7478794006179310452</guid><description>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiOA72TASjoaMABygXCLl5nTBhG-OmdZad3EaWtBx4zsvz9Z819lk_oUluFIORsmmXTlnxFyB75pI-YOOQkhbmnT_KDMQiEactvgS-zBUozbXt5WBh9QvvqUpn0NMYGi-c8Gm21uSPFNIk/s1600/Ju-isen-musa-protestos.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="http://www.estacaodanoticia.com/main/wp-content/uploads/2016/01/Ju-isen-musa-protestos.jpg" border="0" height="335" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiOA72TASjoaMABygXCLl5nTBhG-OmdZad3EaWtBx4zsvz9Z819lk_oUluFIORsmmXTlnxFyB75pI-YOOQkhbmnT_KDMQiEactvgS-zBUozbXt5WBh9QvvqUpn0NMYGi-c8Gm21uSPFNIk/s400/Ju-isen-musa-protestos.jpg" title="" width="400"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Foto retirada de:&lt;br&gt;http://estacaodanoticia.com/main/wp-content/uploads/2016/01/Ju-isen-musa-protestos.jpg&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
O Cidadão Silva deseja muita
força, perspicácia e sorte no ano vindouro a todos aqueles brasileiros que
serão afetados, de alguma forma, pelas duras medidas de um governo golpista,
elevado à condição de tal, exclusivamente para promover o aperto no bolso da população
mais massacrada do país e aliviar as contas dos patrões.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Mas o redator deste blog não é
vingativo, como o é a classe média, e deseja a todos aqueles que inflaram bonecos,
pintaram rostos de verdamarelo, que ensaiaram dancinha e que bradaram
contra a corrupção dos outros que, em 2017, não se sintam verdadeiros idiotas
quando perceberem que também pagarão o pato da FIESP, que verde e amarelo, ao
contrário do vermelho e do preto, não significam cores de luta, mas cores de
uma bandeira suja, de um país sujo, com um passado obscuro e um futuro
incerto, que os passinhos vindos do Ceará não enobreceram as manifestações patrocinadas
pelos grandes empresários da mídia nacional, mas as deixaram mais ridículas, e
que a corrupção é um mal que deve ser tratado, mas, tal como uma doença grave,
se não for tratada como um todo, digo, se só a corrupção de um for eliminada, a
corrupção do outro vai consumir todos os neurônios de quem pediu intervenção militar
e apanhou da PM enquanto fazia isso.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
O blogueiro também espera que
você, que foi pato, que se coloriu, que dançou (e que vai dançar ainda mais
em 2017 e até 2038) e até aqueles que bateram panelas nas sacadas dos apartamentos comprados a vista com dinheiro de propina ou financiado por um programa de
governo, que perceba que o Brasil não está quebrado. A nação estava em fase de
crescimento acelerado e adquiriu dividas, assim como você mesmo fez quando
viu um tostão a mais no final do mês. E isso é normal. Se endividar é normal
quando a dívida é revestida em benefícios para a própria nação, como
também foi normal quando você adquiriu bens, serviços e mais conforto para sua família.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br&gt;Mas, se você não acredita que o
Brasil não estava quebrado, pelo menos seja corajoso o suficiente para se
perguntar, mesmo que escondido, no banheiro, por que o tenebroso governo da
ordem e do progresso &lt;a href="http://www.contasabertas.com.br/website/arquivos/13186" target="_blank"&gt;anistia dívidas de pessoas físicas de até R$ 1 milhão&lt;/a&gt;;
por que este governo não discute a &lt;a href="http://cidadaosilva.blogspot.com.br/2011/10/cpmf-que-nao-interessa.html" target="_blank"&gt;volta da CPMF&lt;/a&gt;, aquele imposto que é cobrado de acordo com
a movimentação bancária – quem movimenta mais, paga mais – e propõe elevar a
cobrança sobre o ISS (ai o pobre de direita fica sem argumentos para defender o
Governo: qual pobre tem dívida ativa de R$ 1 milhão para ser perdoada e qual pobre movimenta
milhões e milhões para ter uma perda tão grande nas suas contas bancárias?).&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Se isso ainda não for suficiente,
e se o pais realmente necessita de injeções de dinheiro, o que dizer da venda
do campo de exploração do pré-sal de Carcará, que tinha valor estimado em mais
de U$ 28,6 bilhões, por meros U$ 2,5 bi? Só lembrando que a sigla U$ tem cotação maior que a R$, para os desavisados e/ou displicentes.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Convencido? Não?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br&gt;Então, como ficam as contas de um
país falido com um acordo de &lt;a href="http://tv.r7.com/record-play/jornal-da-record/videos/governo-pretende-presentear-empresas-de-telefonia-com-milhoes-em-patrimonio-e-perdao-de-dividas-20122016" target="_blank"&gt;perdão de uma dívida de R$ 20 bilhões das empresas de telecomunicação&lt;/a&gt;, mas que, segundo auditoria do TCU, passa dos R$ 100 bi,
somados a cessão de outros R$ 20 bilhões em patrimônio que deveria retornar aos cofres dá União em
2025.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Logico que não vou citar o
aumento do judiciário, a elevação de gastos com publicidade, uma vez que os
dados são muitos e o máximo que o Cidadão Silva pode fazer, por você, é indicar
onde pesquisar.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
No final, este blog deseja que os
neo-consciente-politicamente, os pobres de direita (mito) e os cães-raivosos-medioclassistas
esqueçam o discurso da anti-corrupção, uma vez que a praticam também, e pensem
na coletividade; esqueçam que meritocracia, os doendes do jardim da casa de
Xuxa e Papai Noel só existem para uns poucos privilegiados; e percebam, de uma
vez por todas, que não há aumento do poder aquisitivo, melhoria dá condição social, da educação e
da saúde e mais acesso à cultura que não passem pelo crivo de uma coisa chamada
POLÍTICA PÚBLICA. E que essa política pública é feita por políticos. E que
políticos são eleitos e dispensados em ciclos de 4 ou 8 anos. Todo o resto,
todo mesmo, é apenas uma questão de consciência ou de hipocrisia.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Feliz Ano Novo a todos!&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;br&gt;&lt;/o:p&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiOA72TASjoaMABygXCLl5nTBhG-OmdZad3EaWtBx4zsvz9Z819lk_oUluFIORsmmXTlnxFyB75pI-YOOQkhbmnT_KDMQiEactvgS-zBUozbXt5WBh9QvvqUpn0NMYGi-c8Gm21uSPFNIk/s72-c/Ju-isen-musa-protestos.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Nação de Zumbis</title><link>http://cidadaosilva.blogspot.com/2016/09/nacao-de-zumbis.html</link><author>noreply@blogger.com (Cidadão Silva)</author><pubDate>Thu, 1 Sep 2016 12:00:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3360393316314208292.post-8709206552697896658</guid><description>&lt;div style="background-color: white; color: #1d2129; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19.32px; margin-bottom: 6px; text-align: justify;"&gt;
Já não existem mais forças para digitar palavras. Nem palavras que formem linhas e frases. Nem frases que formem textos. Ou textos que formem um artigo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #1d2129; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19.32px; margin-bottom: 6px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="line-height: 19.32px;"&gt;Não existe mais vontade de ser cidadão, numa nação que não respeita ninguém que pense diferente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #1d2129; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19.32px; margin-bottom: 6px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="line-height: 19.32px;"&gt;Não existe mais vontade de votar. Afinal, votar pra quê?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #1d2129; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19.32px; margin-bottom: 6px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="line-height: 19.32px;"&gt;Se Deus era brasileiro, deve estar tão envergonhado com tanta esculhambação em Seu nome que, muito provavelmente, e por ser onipresente, já mudou de nacionalidade faz tempo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #1d2129; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19.32px; margin-bottom: 6px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="line-height: 19.32px;"&gt;Os idiotas são muitos. E contra eles não se pode lutar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #1d2129; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19.32px; margin-bottom: 6px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="line-height: 19.32px;"&gt;Quando um trabalhador se juntava ao coro do patrão na intenção de, cada vez mais, retirar a voz do seu companheiro, por maucaratismo, ainda havia esperança. Hoje, eles não são mais bajuladores, eles acreditam realmente no que estão fazendo. E, realmente, contra a idiotice, não se pode lutar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #1d2129; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19.32px; margin-bottom: 6px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="line-height: 19.32px;"&gt;O Estado é de exceção. Quem for negro, mesmo que seja rico, sofrerá na pele. Quem for miserável, mesmo que branco, sofrerá na pele. Os homossexuais já sofrem na pele e sofrerão ainda mais. Mulheres? E se você não serve a nenhum senhor e a nenhuma igreja, cuidado!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #1d2129; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19.32px; margin-bottom: 6px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="line-height: 19.32px;"&gt;De certo que a luta armada seria a única alternativa, uma vez que já não há democracia. Mas ouse levantar uma foice ou um martelo contra um Estado militarizado, tomado por uma justiça que só enxerga o que quer e por uma multidão de zumbis que sabem que, diante de uma faca empunhada, os disparos de suas pistolas ponto 40 e espingardas calibre 12 servirão de atenuante no processo que responderão por ter agido em legítima defesa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #1d2129; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19.32px; margin-bottom: 6px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="line-height: 19.32px;"&gt;A história se repete. Mudam apenas o figurino e cenário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #1d2129; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19.32px; margin-bottom: 6px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="line-height: 19.32px;"&gt;A arma da democracia perdeu seu efeito imobilizador. Votar?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #1d2129; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19.32px; margin-bottom: 6px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="line-height: 19.32px;"&gt;A superestrutura não perdoa ninguém que ouse tentar abalar seus alicerces.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #1d2129; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19.32px; margin-bottom: 6px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="line-height: 19.32px;"&gt;Vai ver, é por medo dela, que tantos imbecis bestializados decidiram tomar partido e ficaram do lado de lá. Estão na zona de conforto. Mas não sabem o que lhes espera.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #1d2129; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19.32px; margin-bottom: 6px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="line-height: 19.32px;"&gt;Se é pra ser assim, amém?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Sobre nós</title><link>http://cidadaosilva.blogspot.com/2016/06/sobre-nos.html</link><author>noreply@blogger.com (Cidadão Silva)</author><pubDate>Wed, 22 Jun 2016 23:54:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3360393316314208292.post-3613535699657642483</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Já havia comentado aqui, neste
blog, da nova onda de consciência política que emplacou as mentes dos
brasileiros, em especial, desde quando o gigante acordou, em junho de 2013.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Lembro que, até então, discutir
política era coisa de filiado, e apenas filiados de partidos de esquerda, ou,
quando muito, universitários de humanas, principalmente bacharelandos em ciências
sociais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;Obvio que há uma contribuição
enorme da grande mídia burguesa, que percebeu a oportunidade de inflamar
corações valentes a irem às ruas questionar todo o sistema político, a
corrupção e cobrar a alternância de governo (se me permitem, essa chamada,
claro, é um atestado de insatisfação dos tais setores conservadores da
sociedade com o sistema político do PT, a corrupção do PT e pela alternância de
governo, desde que se tire, a qualquer custo, o PT de lá).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;O que acontece é que a vontade de
demonstrar conhecimento total sobre os rumos políticos do país é tão grande que
muitos brasileiros conseguem passar vergonha e ainda estufam o peito, cheios de
certeza do que nunca quiseram tomar nota. A vergonha alheia vem de todos os
lados, dos defensores da democracia e dos defensores da democracia que não
contenha petistas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;Virou briga de torcida
organizada. Lembra um Botafogo-PB x Campinense, com direito a achincalhe e
pontapés.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;Mas há outro fenômeno ainda mais
perigoso: os tons de vozes que se voltam contra o governo. E não falo apenas no
governo em nível federal. Penso nas outras duas esferas: estadual e municipal. Chegam
a ser ridículos os ‘memes’ de gestores e gestões, as cobranças das oposições,
as piadas dos eleitores do outro candidato derrotado, que se fazem a este ou
aquele evento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Perceba, no plano local (Estado
da Paraíba e sua capital), focando no caso da Lagoa do Parque Sólon de Lucena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
É um local/equipamento público
fundamental para os pessoenses e para os paraibanos. Precisava de uma
intervenção pública urgente. E foi feita. Mas não durou dois dias pós
inauguração para que as fábricas de intrigas soltassem seus apelos
publicitários contra a imagem do gestor municipal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Não quero aqui fazer a defesa do
prefeito Luciano Cartaxo. Acho, inclusive, que ele perdeu a grande oportunidade
de entrar para história local, fazendo uma gestão sem água nem sal, pífia. Mas
a Lagoa, a Lagoa merecia passar pelo que passou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Claro que venderam um peixe
grande para nós e entregaram uma piaba, fazendo um comparativo entre o projeto
apresentado e o que foi executado. Mas daí condenar que a reforma daquele
espaço não tem seu valor é irresponsável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Na verdade, essa briga, até
tempos atrás era feita apenas entre os grandes nomes dos partidos políticos,
como disse mais acima. Faz parte da disputa eleitoral, de cooptação de votos. Mas
hoje são os cidadãos comuns que fazem essa guerrinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgWM-ycD4JWT0DFwfXdHwuCEkAYQBo2VFeNEb69o98o6zPjBrCNTqhgHC4XFMsvw6y50xHY-Om_XdgludleyrlncxBm_eqwoQPWWO-7WB155DPjz0GzMJOrAt7pnoZJwIwwqZ4c0Bvds3o/s1600/IMG_20160622_153531848.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="179" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgWM-ycD4JWT0DFwfXdHwuCEkAYQBo2VFeNEb69o98o6zPjBrCNTqhgHC4XFMsvw6y50xHY-Om_XdgludleyrlncxBm_eqwoQPWWO-7WB155DPjz0GzMJOrAt7pnoZJwIwwqZ4c0Bvds3o/s320/IMG_20160622_153531848.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Eu, este desconhecido redator
deste portal mal acessado, particularmente, sempre tive vontade de ver uma
ampla reforma na Lagoa. Era um sonho. Vivi minha infância entre os Parques
Sólon de Lucena e Arruda Câmara, que nós aqui chamamos de Bica. E ela, a
reforma, foi feita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Teve problemas? Sim, claro. Qual evento
ou intervenção de espaço público, realizado por empresas privadas, que visam
apenas lucro, não tem problema?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
O ‘pier’ rachou? A tinta da
ciclovia soltou com a primeira chuva? É culpa do gestor? Será?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
O que vi hoje, passeando por ali,
foram os funcionários da empresa que fez o serviço (ou parte dele) la´,
realizando os devidos reparos na pista, depois de já terem reparado o ‘pier’. Faz
parte do contrato. É garantia de serviço. E está certo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Da nossa parte, denunciar e
cobrar que se faça correto ou que se corrija o erro e pronto. É tudo o que
precisamos fazer. As piadas, os ‘memes’ e as calunias, difamações, deixemos
isso para os políticos profissionais e os nomes dos partidos da oposição,
embora reconheça que as críticas, as cobranças, mesmo de forma agressiva,
resultam em uma retratação, em forma de melhoria, de projetos que se fizeram
sem pensar no conjunto da sociedade. Exemplo disso? A passagem de pedestre, ligando
os bairros de Mangabeira e Bancários, no meio do chamado Trevo das Mangabeiras,
pensada e construída somente após protestos ‘online’, ou as faixas de pedestres
e sinais de transito colocado no anel externo da Lagoa, pensada também apenas
após protestos e críticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Porém, e infelizmente, alguns
equipamentos não têm conserto, por maior que seja o furo no ego dos nossos
representantes, com as cobranças e pilherias. Alguém viu alguma melhoria no
estádio Almeidão depois da grande reforma?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
No final, para além do respeito
ao gestor público, cobremos que se mude a forma de fazer política no Brasil, na
Paraíba, em João Pessoa. Cobremos que cada gestor, cada secretário, cada
funcionário público lembre, no dia-dia, que o cliente deles somos nós.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgWM-ycD4JWT0DFwfXdHwuCEkAYQBo2VFeNEb69o98o6zPjBrCNTqhgHC4XFMsvw6y50xHY-Om_XdgludleyrlncxBm_eqwoQPWWO-7WB155DPjz0GzMJOrAt7pnoZJwIwwqZ4c0Bvds3o/s72-c/IMG_20160622_153531848.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Que país é esse?</title><link>http://cidadaosilva.blogspot.com/2016/05/que-pais-e-esse.html</link><author>noreply@blogger.com (Cidadão Silva)</author><pubDate>Thu, 5 May 2016 20:04:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3360393316314208292.post-2486582371114202867</guid><description>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCexs07bZ0kSf5pUuTSMZw1j8jyRNB7_bJBCFLjVcwxKnKowam3f63BpY9rxIl8JP1sltVScMmjNaP0eNJZ1-BbGT3jDGVvetg-ej3z6U1OPf4FiRF8hk5GwxuKbdjNil-CZPRoGjGRzY/s1600/Renato-Russo.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="227" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCexs07bZ0kSf5pUuTSMZw1j8jyRNB7_bJBCFLjVcwxKnKowam3f63BpY9rxIl8JP1sltVScMmjNaP0eNJZ1-BbGT3jDGVvetg-ej3z6U1OPf4FiRF8hk5GwxuKbdjNil-CZPRoGjGRzY/s320/Renato-Russo.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Foto:&amp;nbsp;http://cabaredevirgem.com.br/imagens/2015/10/Renato-Russo.jpg&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Não precisa ser um expert em
música, e nem em sociedade, pra concordar com o que eu sempre digo: as músicas de
antigamente são melhores, e não é em termos, como diria Renato Russo. Elas falam
muito, tanto na composição melódica, como na criação de letras que ultrapassam
gerações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
Vejamos a situação atual do nosso
imenso Brasil. Digo a situação política. Relembremos, então, uma das músicas da
Legião Urbana mais tocada por bandas de renome, e por bandinhas de aprendizes
de guitarrista. O nome da música: &lt;i&gt;Que país
é esse?&lt;/i&gt; E note que, já no seu título, ela termina com uma interrogação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
Não é por acaso. Renato não
estava afirmando, nem se alarmando com a situação do país décadas atrás. Mas ele
repassou pra quem ouve a música, a obrigação de se questionar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
A música fala de tudo, da
exploração dos brasileiros desde a colonização ou por parte dos patrões (conflito de classes?), mas, já nas primeiras linhas,
ela trata daquilo que o Brasil mais combate atualmente: a corrupção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;Nas
favelas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No
senado&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sujeira
pra todo lado&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
É evidente que a sujeira de que
tratou RR está revestida no velho jeitinho brasileiro de se dar bem, em
qualquer situação, e, de preferência, passando por cima do outro, do da vez, do
de a quem pertence por direito ou, de a quem é o direito. Nas filas de
supermercado, nas vagas de estacionamento destinadas a pessoas portadores de
necessidades especiais, na fila do posto de saúde, do banco, durante um
flagrante de infração de transito, etc., etc., etc.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, nos atenhamos a questão
política mais puramente. Digo político-eleitoral. Alguém se atreveria a
creditar, no cenário atual, a frase “Ninguém respeita a constituição”?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
Dos últimos acontecimentos, de
todo o processo por que passa a presidentA do Brasil, pelos vários
entendimentos jurídicos, tanto a favor quanto contra, e a forma como foi e está
sendo conduzido todo este processo, a banalização das leis, os atropelos de certos juízes (da Operação Lava-jato, por exemplo) para fazer valer a vontade de determinados grupos
em detrimento do que deveriam salvaguardar (lembre-se do caso dos vazamentos,
propositais, das interceptações telefônicas de Lula e Dilma, mesmo depois de a
ordem judicial ter sido dada no sentido de cessar a operação de gravação das
ligações), da demora dos Ministros do Supremo Tribunal Federal para julgar
denúncias consideradas graves e urgentes pela Procuradoria-Geral da União, pela
Condução Coercitiva e amplamente estampada pela mídia, com cumplicidade da
própria Polícia Federal e da Justiça, de Lula para prestar depoimento
(lembre-se também que esta semana, outro ex-presidente – FHC, foi convocado
para prestar depoimento à PF, e, a este, foi conferida a prerrogativa de
ex-presidente para a discrição do fato), UFA, CANSEI...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
Obviamente que, como que num jogo
de futebol, os torcedores do time de lá, não se importam se a forma de macular a
imagem de Lula, ou a forma de retirar Dilma do Governo são legais ou legítimas. Importa apenas que sejam feitas. No mundo do futebol seria mais ou menos como vibrarem por um penalte marcado de forma irregular, ou um gol de mão ou impedido. Se foi pro seu time, é o que vale. E ai é que o trecho da música fica ainda mais
emblemático numa sociedade que, de tão infame chega a ser escrota. Realmente, ninguém
respeita a constituição – “Mas todos acreditam no futuro da Nação”.&lt;br /&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
Que país é esse?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
E quando a banda toca o refrão,
lá de baixo, o público, com a velha síndrome do vira-lata, grita: “é a porra do
Brasil”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
Um Legionário (aquele que seguia a banda Legião Urbana) de verdade sabe
que, se vivo fosse, Renato Russo, ao ouvir o público adulterar sua música de
forma tão ridícula, pararia a música e soltaria os cachorros (com pedigree) pra
cima deles. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E é até fácil de imaginar o que ele diria:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; - "Calma,
gente. Se vocês continuarem acreditando que o país em que vivemos é isso mesmo,
e se isso for verdade, então, o que estamos fazendo aqui?"&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
E continuaria:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; - "Respeitem
a pátria em que vivem. Sintam orgulho dela. E façam o possível para que ela
seja cada vez melhor. Pra vocês e pras gerações futuras."&lt;br /&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
Obvio que Renato poderia alterar
uma ou outra parte desse meu raciocínio. Mas, se você viveu verdadeiramente a
Legião Urbana, sabe que ele daria uma lição nos seus fãs. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
Porém, como os tempos mudam, eu
não duvidaria que Renato Russo também mudasse de opinião e de atitude. Afinal,
se ninguém respeita a constituição, então, esse país pode ser, realmente, a porra do
Brasil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCexs07bZ0kSf5pUuTSMZw1j8jyRNB7_bJBCFLjVcwxKnKowam3f63BpY9rxIl8JP1sltVScMmjNaP0eNJZ1-BbGT3jDGVvetg-ej3z6U1OPf4FiRF8hk5GwxuKbdjNil-CZPRoGjGRzY/s72-c/Renato-Russo.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Por uma questão de méritos</title><link>http://cidadaosilva.blogspot.com/2016/04/uma-questao-de-meritos.html</link><author>noreply@blogger.com (Cidadão Silva)</author><pubDate>Wed, 20 Apr 2016 00:39:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3360393316314208292.post-2592761921562130187</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Você evoluiu nos últimos dez
anos. Sim! Sua renda aumentou. Você comprou carro, mesmo que
financiado em 72x. Você tem moto. Já se deu ao luxo até de
contratar uma diarista. Viajou até 2004 de ônibus pro Rio
de Janeiro, mas fez questão de, desse período pra cá, só ir de avião. Deixou de tomar vinho carreteiro
com a desculpa de que seu fígado não aguenta outro mais barato que Quinta do
Morgado. Tem tablet e/ou notebook e celular
de última geração e não vê a hora de lançarem a nova versão. Comprou casa ou apartamento. Tudo
bem que foi com juros mais baixos e um subsídio até generoso. Entrou na universidade. Não
importa se foi por cotas ou se é numa "paga". Entrou no serviço público (por
concurso, claro) e ainda abriu seu próprio negócio.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
E foi tudo, absolutamente tudo
por mérito seu.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Mas. E o que aconteceu com sua mãe,
seu pai, seu irmão ou primo mais velho? Eles também não lutaram o suficiente
pra ter o que você tem hoje? O que os diferencia de você?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi tudo por mérito seu.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Seus professores do ensino
fundamental, lá dos anos anteriores a 2005-2006, como sofriam com aluguel,
transporte público e falta de tempo e dinheiro para se capacitarem mais.
Lembra? Quase não havia mestres entre os professores do ensino médio? Nem na
rede pública, nem nas privadas. Eram pessoas esforçadas, estudadas, batalhadoras. O que lhe diferencia deles?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Claro! Você chegou onde chegou por
mérito.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
‘Abigo’. Não existem chances pra quem vem
da classe trabalhadora se não for através de políticas públicas. Olhe pra trás. Veja quantos mais
inteligentes e batalhadores que você só tiveram chance &amp;nbsp;(se é que tiveram) agora, no mesmo período
em que você está tendo chances.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olhe, mas não pra muito longe.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Mas tenha a certeza de uma coisa.
Mesmo que acredite fazer parte da elite, ou da nova classe média, nunca olharão pra você como parte
deles. No máximo, vão lhe aturar em troca de sua cumplicidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Você nunca será bem-vindo nos
lugares que eles frequentam. Se você for negro, então, mesmo que filho de médico,
engenheiro ou qualquer outro portador de algum título dessa natureza, sempre olharão
pra você com ressalvas. Se for branco, até se conformarão em lhe ter ao lado,
mas não demorará muito e você sentirá (se é que não já sentiu) que haverá
diferenças. Rirão de você sem que você perceba. Mas se comportarão como seus
amigos, em troca da sua cumplicidade.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Mas, você chegou lá por mérito
seu. É o que você acredita. E fará de tudo para ser aceito por eles, começando
por negar as políticas públicas ou de inclusão que lhe colocaram onde você está, o que fará,
por tabela, que numa perspectiva de um tempo não muito distante, outros, com muito
mais méritos, inteligência e disposição pra batalha que você, não consigam
chegar lá.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Agora que você chegou onde queria, que mudou de lado, e que tomou partido, responda no seu subconsciente: Se não for realmente por uma questão de políticas públicas, o que justifica os avanços dos últimos anos, em todos os campos, terem sido infinitamente superiores aos mais de 500 anos anteriores?&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Privatização de presídios transforma detentos em fonte de lucro, afirmam entidades</title><link>http://cidadaosilva.blogspot.com/2015/10/privatizacao-de-presidios-transforma.html</link><author>noreply@blogger.com (Cidadão Silva)</author><pubDate>Thu, 22 Oct 2015 09:40:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3360393316314208292.post-6719492291516502417</guid><description>&lt;div style="background: white; line-height: 15.1pt; margin-bottom: 10.8pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #535353; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,sans-serif;"&gt;Organizações se posicionam
contra projeto de lei que estabelece normas para a privatização de presídios;
Segundo elas, as prisões privadas são mais caras e menos eficientes que as
estaduais.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: #535353; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; line-height: 15.1pt; margin-bottom: 10.8pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #535353; font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Por José Coutinho Júnior,&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;em style="line-height: 15.1pt;"&gt;&lt;span style="color: #535353; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,sans-serif;"&gt;Do Brasil de Fato – &lt;a href="http://www.brasildefato.com.br/node/33235" target="_blank"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; line-height: 15.1pt; margin-bottom: 10.8pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;em style="line-height: 15.1pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; line-height: 15.1pt; margin-bottom: 10.8pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #535353; font-family: Arial, sans-serif; line-height: 15.1pt;"&gt;Apesar do grande número de
pessoas presas no Brasil e das inúmeras violações de direitos humanos que
caracterizam o sistema prisional, a privatização dos presídios não é a solução
para sanar o problema, uma vez que o detento passa a ser um produto. "Não
é preciso muito esforço para perceber que a partir do momento em que a prisão
passa a ser fonte de lucro, o investimento neste setor requer um número cada
vez maior de prisões e o aumento do tempo do cumprimento de penas",
afirmam diversas entidades, em nota veiculada neste mês.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; line-height: 15.1pt; margin: 6pt 0cm 10.8pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #535353; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,sans-serif;"&gt;O documento foi divulgado
em repúdio ao Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 513/2011, de autoria do senador
Renan Calheiros (PMDB), que estabelece normas gerais para privatização do
sistema prisional brasileiro por meio da contratação de parceria público-privada
para construção e administração de estabelecimentos penais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; line-height: 15.1pt; margin: 6pt 0cm 10.8pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #535353; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,sans-serif;"&gt;"Sem maiores
disfarces, o artigo 9° do PLS determina que 'o concessionário será remunerado
com base na disponibilidade de vagas do estabelecimento penal'", repudia a
nota assinada pelo Núcleo Especializado de Situação Carcerária da Defensoria
Pública do Estado de São Paulo, a Pastoral Carcerária, o Instituto Terra
Trabalho e Cidadania e o Instituto Brasileiro de Ciências Criminais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; line-height: 15.1pt; margin: 6pt 0cm 10.8pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #535353; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,sans-serif;"&gt;A prisão de Ribeirão das
Neves, em Minas Gerais, com 3336 vagas, foi a primeira inaugurada por meio de
uma Parceiria Público Privada (PPP), em 2013, durante gestão de Aécio Neves.
Uma das cláusulas dispõe sobre a “obrigação do poder público” de garantir
“demanda mínima de 90% da capacidade do complexo penal, durante o contrato”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; line-height: 15.1pt; margin: 6pt 0cm 10.8pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #535353; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,sans-serif;"&gt;“Esse é o grande exemplo
de que os interesses por trás dos presídios privados são financeiros e
econômicos. Isso para não dizer escusos! O Estado vai ter que prender mais
pessoas, para manter a unidade 'funcionando'”, afirma Deyvid Tadeu Livrini,
coordenador estadual da Pastoral Carcerária de São Paulo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; line-height: 15.1pt; margin: 6pt 0cm 10.8pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #535353; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,sans-serif;"&gt;O coordenador também
afirma que o argumento de que as prisões privadas são mais “baratas e
eficientes” é falso. “A maioria das pessoas que usa esse argumento diz que o
nível de reincidência é menor do que quem fica nas prisões do Estado. Mas nos
contratos das empresas com o Estado está que a prisão privatizada vai acolher o
preso que tem o potencial menos perigoso. E se um preso comete faltas graves,
ele volta para uma prisão do Estado”, denuncia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; line-height: 15.1pt; margin: 6pt 0cm 10.8pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #535353; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,sans-serif;"&gt;Custo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: #535353; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; line-height: 15.1pt; margin: 6pt 0cm 10.8pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #535353; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,sans-serif;"&gt;O relatório “Prisões
privatizadas no Brasil em debate” feito pela Pastoral, em 2014, aponta que o
custo de cada preso nas prisões privatizadas para o Estado é de R$ 3 mil; nas
prisões estaduais, o custo é de R$ 1,3 mil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; line-height: 15.1pt; margin: 6pt 0cm 10.8pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #535353; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,sans-serif;"&gt;Além disso, o tratamento e
as condições nas prisões privadas são piores do que nas estaduais. “O preso na
prisão privatizada tem menos contato com a família, porque as regras são muito
mais duras. O dano psicológico, afetivo e humano é muito maior”, afirma Deyvid.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; line-height: 15.1pt; margin: 6pt 0cm 10.8pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #535353; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,sans-serif;"&gt;As entidades também
apontam na nota que a privatização dos presídios significa transferir o poder
punitivo do Estado para organizações particulares. Soma-se a isso o fato que os
presídios privados contratam advogados para oferecer assistência jurídica aos
presos, o que torna denunciar as violações que ocorrem nestes presídios
difícil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; line-height: 15.1pt; margin: 6pt 0cm 10.8pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #535353; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,sans-serif;"&gt;Uma carta dos detentos do
presídio de Neves, divulgada em reportagem de 2014 da&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="color: #777777; text-decoration: none; text-underline: none;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #777777;"&gt;&lt;a href="http://apublica.org/2014/05/quanto-mais-presos-maior-o-lucro/" target="_blank"&gt;Agência Pública&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, relata as condições na penitenciária. “Quando pedimos
atendimento medico eles nos conduzem ao isolado alegando que faltamos com falta
de respeito com eles (…) eles tratam nós detentos como animais na jaula, os
nossos tratadores vem e deixa a ração na hora que eles querem e vão embora e só
volta quando tem que pagar a próxima alimentação”. Os detentos relatam também
que muitas pessoas com penas vencidas continuavam presas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; line-height: 15.1pt; margin: 6pt 0cm 10.8pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #535353; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,sans-serif;"&gt;“O preso, pela
Constituição, está sob a tutela do Estado, que deve atender suas necessidades
de saúde, instalações e jurídicas. O Estado não pode passar suas obrigações
para a iniciativa privada, pois isso viola a Constituição”, conclui Deyvid.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; line-height: 15.1pt; margin: 6pt 0cm 10.8pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #535353; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,sans-serif;"&gt;Trâmitação&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: #535353; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; line-height: 15.1pt; margin: 6pt 0cm 10.8pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #535353; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,sans-serif;"&gt;No final de setembro, o
Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 513/2011 foi inclído na pauta da Comissão
Especial do Desenvolvimento Nacional, mas retirada durante o dia, a pedido do
relator senador Antonio Anastasia (PSDB-MG).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Babaquice brasileira</title><link>http://cidadaosilva.blogspot.com/2015/10/babaquice-brasileira.html</link><author>noreply@blogger.com (Cidadão Silva)</author><pubDate>Wed, 14 Oct 2015 09:57:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3360393316314208292.post-9214236073962929483</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Já faz alguns anos que penso que
a babaquice do ser (ir)racional brasileiro não pode ser classificado
cientificamente, quando o assunto em questão é política. E alie a isso o fato
de política estar em tudo o que fazemos, vemos, ouvimos, respiramos. Afinal, a
depender de uma disputa política, ou de uma vontade política, até o que você bebe
não é o que você realmente bebe (veja o caso das cervejas, que hoje são
produzidas no Brasil à base de milho).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Da mesma forma que não sabemos o
que bebemos, também não podemos saber o que pensamos. Será que nossos conceitos
são realmente nossos? E quando se trata de corrupção? De PT? De seletividade da
mídia? De Juiz Moro?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Ontem, estava bem sentado num ônibus,
me deslocando ao centro da cidade, quando um senhor, com vestes da antiga SUCAM
(antiga por que não sei se ainda existe ou se era realmente da SUCAM o uniforme
que ele usava) adentra o coletivo e senta-se ao meu lado. Com fala mansa e
demonstrando insatisfação com o calor, ele tenta puxar assunto. Liberei-lhe um
falso sorriso e ele entendeu. Minutos depois, ele retoma sua iniciativa de
conversar. Era um senhor simples, de vocabulário pobre, mas rico em vontade de
expressar sua opinião. E perguntou-me: “Você assistiu o jornal da GLOBO ontem?
Viu o que aconteceu com aquela vagabunda? Sabe dizer se o STF vai deixar
derrubar aquela nojenta? ”. Respondi-lhe, com uma única palavra que não. E ele
continuou: “Mas nem o FANTASTICO você assistiu? ”, e já me julgava um completo
desinteressado pelos rumos da nação pelo simples fato de eu não ter assistido o
Jornal e o programa da GLOBO das noites anteriores. E desceu junto comigo, na
Lagoa, relatando sua vontade e me questionando sobre o que pensava sobre a
derrubada do governo: “Não vejo a hora dessa cachorra sair do governo. Você
acha que ela cai? ”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Ultimamente tenho me reservado no
direito de não responder a indagações sobre o Governo Federal. Até porque, nos
rumos atuais, ninguém tem estômago para fazer defesa dele. A Política Econômica
desses últimos meses tem afastado militantes, simpatizantes e até gente que faz
parte, organicamente, do governo. Mas confesso que não resisti. Era muita
pressão para eu me calar. E lhe me despedi do senhorzinho com duas perguntas
que lhe fizeram procurar outra pessoa pra conversar: “Meu senhor. Não sei se o
senhor tem idade suficiente, mas, se tem, deve ser do tempo em que um salário
mínimo não passava dos R$ 120,00 e, após 8 anos de governo, chegou aos R$ 200
com muita dificuldade e luta. 1. &lt;a href="http://www.gazetadeitauna.com.br/valores_do_salario_minimo_desde_.htm" target="_blank"&gt;O senhor lembra disso&lt;/a&gt;? 2. O senhor sabe quanto custava uma cesta básica naquele período? (R$ 82,50)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Ainda durante aquele governo, e
em anos anteriores, multidões se humilhavam em filas nas portas da casa de
cabos eleitorais de bairros, afim de receberem tickets que valiam 2l de leite. O
subsídio do GLP foi tirado, fazendo o gás de cozinha mais que triplicar. O mesmo
aconteceu com o combustível. As tarifas de telefonia subiram exorbitantemente
ao ponto em que as Ações das operadoras despencaram.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Provavelmente ele não deve ter
lembrança disso. Afinal, assiste à GLOBO todas as noites (exceto àquela sobre a
qual me questionou). E talvez seu repertório de conhecimento nato só não seja
maior por não ter interesse na leitura, fruto de uma política de Estado de
décadas, e assim, não tenha visto VEJA.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Mas, o pior é o tratamento dispensado
à uma Chefe de Estado. As palavras utilizadas por esse senhor não são nada
perto das charges, caricaturas, vídeos e áudios que me chegam todos os dias via
redes sociais. É tão hilária a posição política do brasileiro que, volta e meia
ele quebra a cara. Ou ninguém percebeu que escolheram os piores e mais
corruptos políticos da história recente para liderar o movimento anticorrupção?
E o caso da estocagem de vento, que rende diuturnamente piadas vazias, tão
vazias quanto às mentes de quem as produzem, e sobre um tema que sequer têm
conhecimento? Não perceberam que estocar vento é tão possível que eles próprios
já praticam isso dentro de suas cabeças?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
De fato. A babaquice do
brasileiro não é coisa para se perder tempo e dinheiro em pesquisas
científicas. No máximo, é assunto para um texto rápido, como esse.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Para conhecimento&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="border-collapse: collapse; text-align: center; width: 477px;"&gt;
 &lt;colgroup&gt;&lt;col style="mso-width-alt: 3840; mso-width-source: userset; width: 79pt;" width="105"&gt;&lt;/col&gt;
 &lt;col style="mso-width-alt: 3035; mso-width-source: userset; width: 62pt;" width="83"&gt;&lt;/col&gt;
 &lt;col style="mso-width-alt: 1755; mso-width-source: userset; width: 36pt;" width="48"&gt;&lt;/col&gt;
 &lt;col style="mso-width-alt: 4022; mso-width-source: userset; width: 83pt;" width="110"&gt;&lt;/col&gt;
 &lt;col style="mso-width-alt: 3145; mso-width-source: userset; width: 65pt;" width="86"&gt;&lt;/col&gt;
 &lt;col style="mso-width-alt: 1645; mso-width-source: userset; width: 34pt;" width="45"&gt;&lt;/col&gt;
 &lt;/colgroup&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr height="21" style="height: 15.75pt; mso-yfti-firstrow: yes; mso-yfti-irow: 0;"&gt;
  &lt;td class="xl67" colspan="6" height="21" style="border-right: 1.0pt solid black; height: 15.75pt; width: 359pt;" width="477"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;COMPARAÇÃO: CESTA BÁSICA/SALÁRIO MÍNIMO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr height="21" style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 1;"&gt;
  &lt;td class="xl70" colspan="3" height="21" style="border-right: 1.0pt solid black; height: 15.75pt; width: 177pt;" width="236"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;abr/02&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;td class="xl70" colspan="3" style="border-left: none; border-right: 1.0pt solid black; width: 182pt;" width="241"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;ago/15&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr height="46" style="height: 34.5pt; mso-yfti-irow: 2;"&gt;
  &lt;td class="xl65" height="46" style="height: 34.5pt; width: 79pt;" width="105"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;b&gt;SAL.
  MÍNIMO (R$)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="xl66" style="width: 62pt;" width="83"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;b&gt;C. BÁSICA (R$)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="xl66" style="width: 36pt;" width="48"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;%&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;td class="xl66" style="width: 83pt;" width="110"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;SAL. MÍNIMO (R$)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="xl66" style="width: 65pt;" width="86"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;C. BÁSICA (R$)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="xl66" style="width: 34pt;" width="45"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;%&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr height="21" style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 3; mso-yfti-lastrow: yes;"&gt;
  &lt;td class="xl65" height="21" style="height: 15.75pt; width: 79pt;" width="105"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;200&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;td class="xl66" style="width: 62pt;" width="83"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;82,5&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;td class="xl66" style="width: 36pt;" width="48"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;41,25&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;td class="xl66" style="width: 83pt;" width="110"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;724,96&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;td class="xl66" style="width: 65pt;" width="86"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;244,45&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;td class="xl66" style="width: 34pt;" width="45"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;33,72&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;Fonte: http://www.ufsj.edu.br/dceco/cesta_basica.php&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>A classe média não é vilã. Mas é fantoche!</title><link>http://cidadaosilva.blogspot.com/2015/08/a-classe-media-nao-e-vila-mas-e-fantoche.html</link><author>noreply@blogger.com (Cidadão Silva)</author><pubDate>Sun, 9 Aug 2015 10:58:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3360393316314208292.post-8030193725577970277</guid><description>&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Enquanto esquentam as apostas sobre a derrubada do governo Dilma, as linhas do
tempo do &lt;i&gt;facebook&lt;/i&gt; aumentam a expectativa sobre o destino do país.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Mas nada chama mais a atenção do que os comentários dos
médio-classistas sobre a problemática da política brasileira. E digo, se vestem
até com bandeiras que, historicamente, tentaram queimar, como a do
anti-preconceito contra negros, pobres e afins.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Ontem, uma amiga respondeu a uma publicação que
compartilhei. A cena colocava uma jovem senhora, bem arrumada, batendo panela
na sacada do seu apartamento. Ao lado dela, uma senhora mais velha, com trajes
entre os de ir dormir ou o de ficar na sala assistindo novela (tipo aqueles que
você usa em casa quando ninguém vai te visitar). Entre as personagens, um balão
sugeria que a senhora seria a empregada doméstica do apartamento e a garota, a
patroa, e ironizava que, enquanto a madame batia panela, ela, a empregada
doméstica, ficava ali, de boa.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A resposta dessa minha amiga foi quase que um atentado
contra quem é filho de ex-doméstica e atual doméstica (do seu próprio lar,
agora). Ela me questionou porque a mulher, gorda e ‘mal’-vestida tinha que ser
a empregada, e não a mocinha bonitinha do lado. E ainda sugeriu que eu, ou quem
elaborou a postagem, era preconceituoso e burro.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Confesso que fiquei sufocado com colocação, mas, depois de
passado o período sem ar, recuperei meus bons pensamentos e relaxei.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O fato é que ela se colocou enquanto classe média,
defendendo a classe média, e insinuou que o atual governo, corrupto e
mentiroso, estimula a sociedade contra eles, colocando a classe média (aff,
quanta classe média nesse texto) como vilã de tudo de ruim que acontece no
Brasil.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
De fato, para muitos, é a classe média a grande vilã. É ela
que, não sendo elite e não suportando ser comparada aos pobres, se comporta
como se elite fosse e pisa nos seus subalternos. E isso não é coisa recente. Quem
não perdeu as aulas de história ou leu a bíblia sabe da existência da luta de
classes. Mas eu acredito que não é a classe média a vilã da estória. Ela não
passa de um grande fantoche.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A briga lá em cima é feia. Mas é na classe média que a elite encontra o escape para suas empreitadas. Ela não é burra de se expor tanto. Existem negócios internacionais
envolvidos. Muito dinheiro envolvido. Corrida por hegemonia científica,
nuclear, bélica. Muita guerra de poder. E, convenhamos, não fosse a pressão do
grande capital para que seus representantes aqui no país consigam, finalmente,
terminar o processo de entrega de nossas riquezas, e a implementação das
políticas impostas pelo FMI, que afloraram nesse momento na Grécia, por
exemplo, onde o Estado não deve intervir em áreas públicas como educação e
saúde, e que o dinheiro advindo de impostos, têm que ficar guardados para
salvaguardar bancos em períodos de crise econômica, como na Grécia (por
exemplo, de novo), o simples fato de não terem logrado êxito nas ultimas 4
eleições para a presidência da República, já era de se deixar qualquer tucano
chateado.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Alie a isso que, sendo fantoche, e não sendo elite, muitos
dos senhores da justiça, como o juiz Moro, muitos delegados de Polícia, Federal,
principalmente, muitos funcionários de empresas privadas de comunicação,
precisam mostrar trabalho, para manterem seus padrões de vida ali na quase faixa que os divide da tão sonhada elite, e que os mantêm afastados dos tão horrorosos
pobres, que empestam as ruas com seus cheiros incômodos, suas cores incomodas,
seus trajes incômodos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Não fosse, também, só isso, nos últimos 14 anos, foi notória
a invasão desses pobres e negros (e agora até essa onda de homossexuais) em
espaços que, até então, só eram frequentados pelos médio-classistas
branquinhos, limpinhos, cheirosinhos (e héteros).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A classe média, porém, não é só fantoche. Além de, ela
também é vingativa.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Quem puxar pela memória, ou procurar por noticiários da era
FHC, vai ver que, mesmo com tendências elitistas, a classe média derrubou o
PSDB, seu partido mais-que-amigo, porque as coisas não iam bem. Nos 8 anos de
governo de Fernando Henrique, a classe média perdeu tanto dinheiro, que decidiu
apoiar uma guinada nos rumos políticos. Aguardou que o PT de Palocci e Dirceu expusesse
suas políticas econômicas e pulou para dentro do cordão de isolamento desse
novo bloco de micareta. Se vingou do PSDB. Ponto! E agora, em meio a um caos
político, provocado pelo PSDB, resolveu apoiá-lo, porque se sente pressionada
com tantas conquistas cedidas aos pobres que ela tanto odeia, mas finge amar
como um filho bastardo, e, para voltar a ter algumas regalias, vai até o fim na
nova investida dos Tucanos, pra derrubar o governo, por via de Golpe.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
E é burra. Não consegue perceber um palmo à frente do seu
nariz.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Tem como força motriz a bandeira da corrupção, e não percebe
que a corrupção está enraizada em todas as esferas dos governos, nos três níveis.
E que só vai trocar 6 por meia-dúzia. Ela, a classe média, sequer se pergunta:
quem vai assumir o governo depois disso?&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
É burra novamente. Mesmo com a cessão de tantos benefícios
para as classes historicamente esquecidas, o governo movimenta dinheiro dentro
do país. Não fosse o bolsa-família e os programas de acesso e facilidades do
governo, por exemplo, seu Mariano, da farmácia ao lado, não venderia tantos
medicamentos. Não compraria dos laboratórios que, por sua vez, não teriam razão
de existir. Sem ter nada a ver com isso, as ‘elites’ políticas, idóneas e
preocupadas com o futuro da nação, respondem, única e exclusivamente aos investidores estrangeiros. Alguém
ai, de cabelo liso e pele clarinha sabe o que isso significa?&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
E continua sendo burra. Visando atender ao povo, e dinamizar
a ‘coisa pública’, o governo investiu no setor público. Nunca se criou tantas
vagas em concursos como nos últimos anos. E com um governo entreguista? E com a
privatização das instituições de ensino federais? E com a aprovação da lei de
terceirização? E com a venda da Petrobrás e o fim dos ‘royalties’ do pré-sal?&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Por fim, para entender como se comporta a classe média no
brasil, aconselho até que faça uma análise do personagem do ator paraibano
Luiz Carlos, na novela da Globo ‘Além do Tempo’. Ele é o retrato dos médio-classistas
temporizado no período que marcou o fim(?) da escravidão no país.&lt;/div&gt;
&lt;br&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Vivi, mas não quero que vivam!</title><link>http://cidadaosilva.blogspot.com/2015/06/vivi-mas-nao-quero-que-vivam.html</link><author>noreply@blogger.com (Cidadão Silva)</author><pubDate>Mon, 15 Jun 2015 09:50:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3360393316314208292.post-2532023632616800238</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
No último domingo, 14, tive a
felicidade de ser convidado para um evento promovido pela Sólida Imóveis, no
Clube dos Médicos, onde a grande atração do dia era a cantora paraibana Elba
Ramalho. De cara aceitei o convite feito por um corretor da imobiliária.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjlYaW3XBQRxqaV9TG-bQNafEoxa_Cfk95ZiGAib3-eqAuaYvI2f4EgIy7Cx3La0L6pw6RnXf_vTk8riRvOA7BaftpLWn8Uo9hyphenhyphenEST7gkKCK4GtB8xhD-zrNwyG9qJtVxpdu0YfXHjevUA/s1600/Elba+Ramalho+no+S%25C3%25A3o+Jo%25C3%25A3o+2015.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjlYaW3XBQRxqaV9TG-bQNafEoxa_Cfk95ZiGAib3-eqAuaYvI2f4EgIy7Cx3La0L6pw6RnXf_vTk8riRvOA7BaftpLWn8Uo9hyphenhyphenEST7gkKCK4GtB8xhD-zrNwyG9qJtVxpdu0YfXHjevUA/s200/Elba+Ramalho+no+S%25C3%25A3o+Jo%25C3%25A3o+2015.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;
&lt;span style="background-color: #3d85c6; font-size: x-small; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;Foto retirada de:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="text-align: justify;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;
&lt;span style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: #3d85c6; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;http://acontecesantyago.blogspot.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
A coisa tava boa. Um trio
pé-de-serra pra animar o evento, um buffet caprichado e, de repente, lá pelas
quatro da tarde, ela sobe ao palco. Ai, meu amigo, o negócio esquentou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Estávamos em grupo de quatro pessoas. E curtimos bastante. Até que, num determinado momento,
Elba começa a agradecer a presença de todos e o convite para estar ali e, como
que lendo um &lt;i&gt;script &lt;/i&gt;do &lt;i&gt;teleprompt&lt;/i&gt; do JN, começa a vomitar
coisas que lhe angustiavam.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
De repente me vi em meio a um
editorial de jornal (ou revista), cujos diretores deveriam ser William Bonner e
Marco Feliciano, com textos transcritos de falas do Arcebispo da Paraíba, Dom
Aldo, com comentários de Jair Bolsonaro. E o excreto vomitado tinha de tudo: do
contra-aborto (pela vida) até um feroz ataque à investida de minorias GLBTs,
quando da conquista de alguns direitos (que nem conquistaram ainda).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Elba, católica, devota de Nossa
Senhora, como insiste em dizer a cada show, também não poupou ofensas ao
governo (num disse que tinha dedo do JN aí?). Como quem ouviu falar e
interpretou do jeito que Arnaldo Jabor mandou interpretar, criticou o governo
federal pela tentativa de atacar o modelo de família que ela, e milhões de fanáticos
religiosos fundamentalistas, acredita ser o único concebido por Deus, que até
hoje (pensamento meu) prova não ser o ideal. Tanto não é que ela própria já fez
e desfez duas famílias, sem querer entrar no mérito de rebaixar a sua imagem,
mas necessitando colocar isso para mostrar que ninguém tem o direito de julgar
a vida alheia, por mais fundamentalista que seja a sua religião (e não a bíblia
– já leu?).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Com o clamor de parte do público,
aplausos e gritos de ‘é isso ai!!”, a cantora encontrava eco para suas palavras
de ódio camufladas numa carinha de preocupação com um futuro cada vez pior.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Como disse, atacou o direito ao
aborto e incitou o medo nos pais por uma proposta do governo de dar direito a, segundo
ela, criancinhas de 5 anos mudarem de sexo, se assim desejarem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Nesse último ponto, talvez Elba
se referisse ao projeto de lei dos deputados Jean Willys e Debora Kokay, que,
no art. 5º, prevê que, em casos de menores de idade que queiram realizar
mudança de identidade de gênero (motivo da PL), com consentimento e por
requerimento de responsáveis legais, isso possa ser realizado. Obviamente,
a mídia e seus alto-falantes personificados (atores, cantores, jogadores e
outros ores) deturparam a proposta, inflamando que o governo (e nem foi o
governo, foram dois deputados) quer mudar o sexo de criancinhas indefesas. Veja
só! Não sei se foi isso que ela quis dizer, mas foi exatamente isso que eu entendi. E foi isso que, recentemente, apareceu na minha linha
do tempo nas redes sociais. Elba chegou a comentar que pela lei, se um filho
quiser brincar de boneca, os pais não poderão proibir. Mostrou muita preocupação quando disse que o Brasil estaria virando uma Cuba. Arriégua!!!&lt;br /&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Elba Ramalho nasceu num Estado
pobre. Se deslocou para o sudeste do país na busca de sua realização pessoal. Enquanto
mulher, foi baterista, fez aborto (embora diga que se arrependa disso), subiu
aos palcos e fez parte de grupos feministas num período de descriminalização
ferrenha contra o seu sexo. E alcançou o seu espaço. Tinha tudo para abraçar a
causa das minorias, justamente por ter sentido na pele (ou não) as dificuldades
e preconceitos de grupos criminalizados pela mídia de massa e pela própria massa.
Mas, talvez por uma questão de sobrevivência midiática, optou por estar do outro
lado. Do lado dos opressores.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Assim, Elba Ramalho, que canta em
carnavais, que encanta nossa cultura e nossos regionalismo, que fez aborto na
década de 1970, que casou, separou, casou de novo, que se fez renomada no meio
artístico tão cheio de criancinhas crescidas que não puderam fazer opção pela
mudança de registro de identidade de gênero, que conhece casas de famílias não-tradicionais
onde o amor e a solidez são tão mais forte quanto, por exemplo, nas duas
famílias que ela construiu, que posou pra revista masculina, que tatuou o
corpo, por ter vivenciado isso tudo, prefere negar que outros tenham o mesmo
direito à vida que ela teve. E que, diga-se de passagem, foi uma vida muito bem vivida.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjlYaW3XBQRxqaV9TG-bQNafEoxa_Cfk95ZiGAib3-eqAuaYvI2f4EgIy7Cx3La0L6pw6RnXf_vTk8riRvOA7BaftpLWn8Uo9hyphenhyphenEST7gkKCK4GtB8xhD-zrNwyG9qJtVxpdu0YfXHjevUA/s72-c/Elba+Ramalho+no+S%25C3%25A3o+Jo%25C3%25A3o+2015.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total></item><item><title>Neo-consciente-politicamente</title><link>http://cidadaosilva.blogspot.com/2015/04/neo-consciente-politicamente.html</link><author>noreply@blogger.com (Cidadão Silva)</author><pubDate>Thu, 23 Apr 2015 23:49:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3360393316314208292.post-9094657095387064102</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Desde as eleições por volta de
2010 (começaram beeeem antes disso), quando tentava argumentar contra uma
multidão de fanáticos do Imperador da Paraíba sobre a sua relação de promiscuidade
na política, e que tantas adesões, alianças, descaminhos comprometiam o futuro
da nossa província, e percebendo que, por mais que provasse cientificamente que
minhas conclusões estavam (talvez) corretas, e era atropelado por essa imensidão
de idólatras, eu desgostei de escrever para este blog.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br&gt;Na verdade, a ideia inicial deste
espaço era expor algumas mazelas dos serviços públicos, como a deficiência e ineficiência no trato com aias pessoas, dispensado na Unidade de Saúde do bairro do 13 de Maio
(capital). Mas, minhas bases de pensamento me fizeram enveredar por discutir
política. Resultado? Cansei!&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Mas, bem. O que me cansou não foi
o fato de ter escrito e ninguém ter lido. Muito pelo contrário. Até leem
bastante. Mais do que eu esperava. Mas, o que de verdade me cansou foi
falar, colocar minhas posições (eu tenho lado, tomo partido) e ser rechaçado
por novos pensadores, sobretudo por uma incomensurável variedade de filósofos de
botequim, a quem eu sinceramente prefiro chamar de
neo-consicentes-politicamente. Aqueles mesmos que acordaram o Gigante em junho
de 2013, depois lhe deram doses cavalares de algum “tarja preta"&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Esses camaradas, mesmo
reproduzindo VEJA e JN, mesmo citando frases de Sheherazades, ou mesmo
comprando camisas de ANTIPETÊ e de FORADILMA, defensores de um Estado sem
corrupção (logo após uma manifestação contra ela, no caminho pra casa,
estacionam carros na contramão e embaixo de placas de proibição, só por 5 minutinhos, pra fazer aquele lanche esperto), chatos por natureza, insistem em
dizer que são independentes, não têm bandeira (obvio que não têm – é ridículo,
pra um médico, engenheiro, ou qualquer outro dôtor carregar uma, mesmo que
ideológica). Eles juram que pensam por si sós. E até acredito. Pois conseguem
evoluir a cada dia. Criam grupos financiados por banqueiros, petroleiros e
psdebêiros, vão às ruas e até propõem marcha de São Paulo à Brasília (dessa eu
fazia questão de participar, pra ver quem arregava primeiro).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
E não pararam por ai. Enchem nossos
murais (do Orkut) e nossas&lt;i&gt; timelines&lt;/i&gt;
(no facebook), e até criam correntes de whatsapp com tudo aquilo que mais se
repudia na sociedade da moral e dos bons costumes (que eles defendem com unhas
e dentes): a calunia, a difamação, o terrorismo midiático, a disseminação do
ódio e uma certa inveja (não sei de que).&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Nunca antes na história recente
deste país as pessoas tiveram tanto acesso à informação (ruim e de qualidade). E
nunca antes na história recente da humanidade, pessoas que tiveram acesso à
informação negaram o direito de procura-la. E isso, isso sim é que cansa!&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Deus está completando sua coleção com os melhores</title><link>http://cidadaosilva.blogspot.com/2015/01/deus-esta-completando-sua-colecao-com.html</link><author>noreply@blogger.com (Cidadão Silva)</author><pubDate>Tue, 6 Jan 2015 12:34:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3360393316314208292.post-6258314506426065493</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhpLAF8hA6uLqRxPac94mJMq-s5Z1oqWYy-v5q6y0kN2vTEUSbbsGuqr3xr-2LXIjZfVlJaP3Pbqw8Iw9dwj3wRNcThRzzfT6QaDUJDFSWDxoqGfK3jNmLNRNEsG9KVGlUze0EkTMKNP90/s1600/severina.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhpLAF8hA6uLqRxPac94mJMq-s5Z1oqWYy-v5q6y0kN2vTEUSbbsGuqr3xr-2LXIjZfVlJaP3Pbqw8Iw9dwj3wRNcThRzzfT6QaDUJDFSWDxoqGfK3jNmLNRNEsG9KVGlUze0EkTMKNP90/s1600/severina.jpg" height="300" width="400"&gt;&lt;/a&gt;Há dois dias se encerrou, aqui na
Terra, a trajetória de vida de Dona Severina.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Guerreira, se dividiu, durante
anos, entre a saudade do esposo, Seu Severino, dos irmãos, os quais criou como filhos, de parentes e amigos e a necessidade de estar com seus seis filhos.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
A dor era grande. Tanta que seus
lapsos de memória, cada vez mais constantes, muito provavelmente lhe ajudaram a suportar todo esse
tempo. O carinho dos netos, dos amigos que se tornaram filhos, sobrinhos e
irmãos, fazia valer a pena a sua luta para continuar nessa vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Do seu sofrimento da saudade de
tantos que se foram, ninguém sabe o tamanho. Mas o amor que irradiava, embora
tenhamos uma ligeira noção, cálculo matemático nenhum concluirá a sua magnitude.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Pros que ficaram, além da dor da
certeza de que nunca mais poderão beijar-lhe a testa, pedir-lhe a benção e ver
aquele sorriso contagiante, fica também a certeza de que ela, agora, repousa ao
lado dos seus e que Ele, o Senhor de todas as criaturas, está contemplando a
sua seleção de melhores seres humanos, ali, bem ao Seu lado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Descanse em paz, D. Severina. Olhe por todos, que já já nos encontraremos!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhpLAF8hA6uLqRxPac94mJMq-s5Z1oqWYy-v5q6y0kN2vTEUSbbsGuqr3xr-2LXIjZfVlJaP3Pbqw8Iw9dwj3wRNcThRzzfT6QaDUJDFSWDxoqGfK3jNmLNRNEsG9KVGlUze0EkTMKNP90/s72-c/severina.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>O amor de Cristo nos uniu?</title><link>http://cidadaosilva.blogspot.com/2014/08/o-amor-de-cristo-nos-uniu.html</link><author>noreply@blogger.com (Cidadão Silva)</author><pubDate>Mon, 18 Aug 2014 19:55:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3360393316314208292.post-5288885086145866806</guid><description>&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhe6M3mwkG42r9G12oRPY6qsuAVYiifMrgsQxm36tD2D0fYNC5gze15HZpADGMVyWCc5MVNUx0RDzSR-hzj-Xw1tGT7ru2Nq6_bDqihaFfOFrRzL56Ko-WkiE2yKYdvwbTngVErvj78wqE/s1600/amor+crist%C3%A3o.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhe6M3mwkG42r9G12oRPY6qsuAVYiifMrgsQxm36tD2D0fYNC5gze15HZpADGMVyWCc5MVNUx0RDzSR-hzj-Xw1tGT7ru2Nq6_bDqihaFfOFrRzL56Ko-WkiE2yKYdvwbTngVErvj78wqE/s1600/amor+crist%C3%A3o.jpg" height="400" title="Créditos: Pagina do Facebook Histórias da Esquerda" width="266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #37404e; font-family: Helvetica, Arial, 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;Não consigo entender o motivo de tanto ódio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #37404e; font-family: Helvetica, Arial, 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #37404e; font-family: Helvetica, Arial, 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;O cidadão em questão, o da postagem na foto ao lado, é um pastor. Pastor de igreja evangélica. Mas essa espuma na boca, que escorre livre quando pensam em Lula, em Dilma, ou em qualquer membro do Governo do PT, não se restringe a apenas os evangélicos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #37404e; font-family: Helvetica, Arial, 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #37404e; font-family: Helvetica, Arial, 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;Muitos amiguinhos, dotados de dons do espirito santo, da tal RCC - Renovação Carismática Católica, e de outras 'facções' católicas, também exibem, em adesivos de carro, camisas, muros de casas, 'santinhos' apócrifos e, agora, nos 'posts' do facebook, instagram, twitter e correntes no whatsapp, seu ódio eterno, aprendido nas entrelinhas da bíblia cuja qual ainda não tive acesso, .&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #37404e; font-family: Helvetica, Arial, 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #37404e; font-family: Helvetica, Arial, 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #37404e; font-family: Helvetica, Arial, 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;No geral, esses adeptos da repulsa alheia são pessoas de vida boa, classe média, branquinhos, bonitinhos, cujos filhos estuda(ra)m em universidades federais, alguns até passaram para cursos mais concorridos a partir do sistema de cotas, já que, no ensino médio, estudaram com bolsas ou vieram de escolas, também, federais. São pessoas que recorrem ao BNDES quando suas empresas estão em crise, e, depois, simplesmente esquecem de suas dívidas, ou pedem perdão delas. Ou são homens e mulheres adultos, e até mesmo jovens, funcionários públicos, que, depois de conseguirem o 'seu lugar ao sol', temem ter o esse seu lugar ameaçado por outros que, por ventura, possam ingressar nos seus setores.&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #37404e; font-family: Helvetica, Arial, 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #37404e; font-family: Helvetica, Arial, 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #37404e; font-family: Helvetica, Arial, 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #37404e; font-family: Helvetica, Arial, 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Não consigo compreender tanta malquerença, principalmente quando do lado das palavras de apatia está uma mensagem de amor ao próximo. O amor pregado por um Deus que é as vezes conveniente, as vezes impertinente.&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #37404e; font-family: Helvetica, Arial, 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #37404e; font-family: Helvetica, Arial, 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;
&lt;/span&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhe6M3mwkG42r9G12oRPY6qsuAVYiifMrgsQxm36tD2D0fYNC5gze15HZpADGMVyWCc5MVNUx0RDzSR-hzj-Xw1tGT7ru2Nq6_bDqihaFfOFrRzL56Ko-WkiE2yKYdvwbTngVErvj78wqE/s72-c/amor+crist%C3%A3o.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Carta de um Zé à Ninguém</title><link>http://cidadaosilva.blogspot.com/2014/07/carta-de-um-ze-ninguem.html</link><author>noreply@blogger.com (Cidadão Silva)</author><pubDate>Mon, 14 Jul 2014 11:55:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3360393316314208292.post-497112263513265231</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Sou um rapaz pobre. Já fui mais.
Nasci pobre, filho de mãe solteira e desempregada. Não sou ninguém muito
importante. Sou apenas mais um brasileiro como milhões que surgiram como fruto
do que foi o Brasil desde a sua invasão pelos europeus, e que se agravou profundamente durante
o período da Ditadura Militar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Cresci vendo minha mãe pular de
emprego em emprego. Ficar devendo o aluguel da casa e de sempre ter que escolher
entre pagar a dívida da mercearia do mês passado ou quitar uma das contas de
água ou de luz para que não cortassem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Me revoltei contra esse sistema
que teimava em me dizer que, a mim, só restava continuar pobre, analfabeto e
virar ladrão de galinha ou, com muita sorte, conseguir um emprego de cortador
de grama em algum condomínio de luxo e ajudar nas despesas de casa. Me revoltei
e lutei contra isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Lutei com as armas que tinha. Estudei.
E eram horas dentro de casa, lendo, resolvendo problemas da escola, lendo
novamente, enquanto ouvia os gritos dos meus amigos na rua, jogando bola,
gastando as energias com coisas que toda criança gosta de fazer, e deve fazer. Mas
eu? Eu saia pra brincar, mas só depois de me certificar de que tinha absorvido
o que havia planejado para aquele dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Cresci. Virei adolescente. Continuei
vendo meus amigos um pouco mais abastardos continuarem jogando, fazendo parte
dos times da escola, viajando, e eu, estudando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Dai, lembro que, passada a ressaca do Brasil arruinado
pelo Governo Militar, veio a primeira eleição de um governo democrático. A conjuntura
mundial já me chamava à atenção. A Rússia era socialista e os filmes que
passavam na Globo (única emissora de TV que dava pra assistir com uma antena qualquer)
me diziam que aquilo era ruim. Era o satanás querendo dominar o mundo. E era
fácil absorver aquilo. Não existia internet. Se existisse, eu jamais teria
acesso a ela, pois não tinha como comprar um computador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Depois de ver aqueles filmes tipo
007, me debruçava nos livros de história que me contavam apenas a história que
interessava aos dominantes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Nesse meio tempo, eu vi o presidente
eleito por vias democráticas ser destituído do seu cargo, também por vias
democráticas. E vi também o segundo presidente eleito por essas tais vias
democráticas dilapidar, em apenas sete anos, todo um patrimônio de uma nação
que levou séculos para ser construído. Mesmo assim, continuei estudando. E gostava.
Mas o sistema sempre foi cruel comigo. Na 5ª série foi contemplado com uma
bolsa de estudos de uma escola que era referencia na região e, no ano seguinte,
o presidente da República decidiu que o governo não deveria mais subsidiar
estas bolsas. Fiz o que pude. Recebi ajuda de familiares e continuei estudando.
Fui até o 3º ano com muita garra. Trabalhei como menor aprendiz em troca de
meio salário mínimo, algo em torno de R$ 60,00. Consegui entrar num curso
superior. Na época, como não existiam muitas vagas nas universidades federais, me
restou, então, uma universidade privada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Frequentei o curso ainda por dois
anos e, depois de ter tentado o exercito, ter sido aprovado em todas as etapas
do núcleo de formação de oficiais, algo que poderia me dar uma perspectiva
melhor para concluir o curso, novamente, o presidente me passou a perna. Mandou
fechar vários cursos de formação de oficiais da época, com a desculpa de ter
que diminuir os gastos da Nação. Não conseguindo FIES e não havendo um PROUNI,
tive que dar adeus aos meus colegas da graduação. Nesse tempo, os níveis de
corrupção no país eram altíssimos, mas ninguém ficava sabendo porque denuncias
e processos eram engavetados, e como os governantes dominavam também a mídia, nada era questionado ou divulgado. As empresas estatais, vendidas para diminuir a
dívida externa, sequer supriram os juros dela. E eu me vi cada vez mais pobre,
junto com o pais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Tudo estava acabando. A classe
média estava acabando. E então, eis que ela resolve aderir a um projeto
diferente de governo. Em 2002, pela primeira vez, um presidente advindo das
classes mais baixas da sociedade, um semianalfabeto, vândalo e nordestino, foi eleito
presidente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Demorou, mas, aos poucos, tudo
foi mudando. As bolsas-auxílios, que já existiam, foram criticadas, mas mantidas, e ajudaram e ajudam nas despesas de milhões de famílias que, em troca, precisam
apenas manter os filhos nas escolas, com boas frequência e notas. As vagas nas
universidades federais aumentaram consideravelmente, e chegaram, inclusive, a
regiões onde jamais se pensou em, sequer, se ter uma escola técnica. PROUNI,
REUNI, bolsas de iniciação científica, mestrado, doutorado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A política dos dois
governos anteriores continua com o governo atual e é ele quem subsidia a compra
de imóveis, veículos e eletrodomésticos. Diminuiu as taxas de juros. Fez caixa
para pagar a divida externa e hoje financia outros países. Melhorou alguns
portos, vários aeroportos. Inclusive, hoje é possível viajar de avião. Hoje é possível
viajar! O Brasil fez uma Copa e vai fazer uma edição de Olimpíadas. Investiu em
segurança, em cultura, na valorização do serviço e do servidor público com aquisição de equipamentos e melhoria das estruturas, e com a contratação em massa de novos funcionários
através de concursos. Aliviou a folha dos Estados e Municípios para que estes
também se reestruturassem e contratassem mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Ainda assim, algumas dezenas de
milhares de brasileiros por ideologia política, ou por pura alienação, pregam
na cruz a líder de uma nação por problemas que não são de competência dela e
que se formaram desde o período da colonização. Gritam freneticamente contra a
corrupção, mas não conseguem perceber a quem estão servindo com esse grito
desesperado. E a lógica não se completa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Por isso, mesmo reconhecendo que
os avanços foram muitos, mas não o suficiente, é de extrema importância para
mim, e para pessoas com um histórico parecido com o meu, lutar para que os
falso profetas do apocalipse, aliados dos grandes centros de mídia nacional, de
igrejas (católicas ou protestantes), de ruralistas e banqueiros, não retomem o
governo que tanto lhes faz falta. Porque se é verdade que a história se repete,
eu não quero passar novamente pelo que já passei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Ah! E quanto à Rússia e o
socialismo? Eu acho que o povo brasileiro prefere o capitalismo mesmo.
Infelizmente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Greve dos motoristas e cobradores em João Pessoa: aumenta o valor da passagem que "eles volta", prefeito!</title><link>http://cidadaosilva.blogspot.com/2014/07/greve-dos-motoristas-e-cobradores-em.html</link><author>noreply@blogger.com (Cidadão Silva)</author><pubDate>Mon, 7 Jul 2014 20:14:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3360393316314208292.post-9077238540055605659</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O título é uma brincadeira. rsrsrsrs. Vamos, riam. É uma piada!&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Ops!!!&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Não! Não é uma piada!&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Na ótica de dona Vilma Borges, a greve iniciada nessa manhã de segunda-feira, é uma manobra política, possivelmente capitaneada pela AETC-JP (Associação das Empresas de Transporte Coletivo de João Pessoa) para forçar o aumento das passagens de ônibus que não ocorre desde o ano passado.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Para quem não lembra, depois do governo de Cícero Lucena (PSDB) na prefeitura da Capital, todos os anos os pobres empresários falidos do sistema público de transporte da cidade tiveram suas reivindicações aceitas. Desde a concessão de 20 anos de uso gratuito das linhas (concessão pública) dada pelo ex-prefeito Pê-Ésse-Dê-bista, até os dois aumentos em um único ano concedido por outro ex-prefeito, e atual governador do Estado, o Socialista Ricardo Coutinho, à implementação de um sistema eletrônico de fiscalização de uso do direito à meia-passagem por parte dos estudantes, o empresariado não tinha se deparado com quase dois anos sem aumentos. E, como não podiam deixar por menos, organizaram uma forma inusitada de forçá-lo: para reparar as perdas salariais dos sindicalizados motoristas e cobradores do sistema, alguém vai ter que pagar essa conta. Como sempre, um aumento de salário e o não aumento das passagens pode culminar com a falência dos tão surrados donos do espaço público.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Trocando em miúdos, quem sustenta esse sistema é o usuário que, por sua vez, só tem um direito nessa estória toda: reclamar do péssimo serviço e assistir a mais um capítulo dessa novela das 8.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgrVsJwYv2B05JK3lDaHTCecAb_KmmZXvlLoSg-NxkxAuL2fL3QUVJZQwe0b316Kc7npUxmtT9GxPb3qvE863RkL73ekIhn7vMkHrcqhZRZGqXGrW8oemiPY3wHIvKTLvN-AZLfn_6QztQ/s1600/fotokkkk.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgrVsJwYv2B05JK3lDaHTCecAb_KmmZXvlLoSg-NxkxAuL2fL3QUVJZQwe0b316Kc7npUxmtT9GxPb3qvE863RkL73ekIhn7vMkHrcqhZRZGqXGrW8oemiPY3wHIvKTLvN-AZLfn_6QztQ/s1600/fotokkkk.jpg" height="140" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgrVsJwYv2B05JK3lDaHTCecAb_KmmZXvlLoSg-NxkxAuL2fL3QUVJZQwe0b316Kc7npUxmtT9GxPb3qvE863RkL73ekIhn7vMkHrcqhZRZGqXGrW8oemiPY3wHIvKTLvN-AZLfn_6QztQ/s72-c/fotokkkk.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Transposição do São Francisco</title><link>http://cidadaosilva.blogspot.com/2014/05/transposicao-do-sao-francisco.html</link><author>noreply@blogger.com (Cidadão Silva)</author><pubDate>Wed, 14 May 2014 10:07:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3360393316314208292.post-3890457139699909919</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Desde as primeiras informações de que o Governo Federal de Lula﻿ ia colocar pra frente o projeto de transposição do Rio São Francisco, eu me coloquei contrário a ideia.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
É obvio que existem o outros interesses acima dessa transposição, como as empreiteiras que se beneficiariam com dinheiro público, as ilhas que se formariam em propriedades de coronéis e políticos interior a dentro, e outras questões ambientais, como o uso excessivo de água em terrenos que, por sua formação, necessitam exatamente do contrário, etc.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Porém, entendendo que mais de 50 milhões de nordestino ainda não dispõem de água sequer pra beber, e sabendo que a indústria da seca, que alimenta cofres de municípios e contas bancárias de prefeitos e deputados nesse interiorzão nosso, e que a problemática da convivência com a seca é, também, causada pela cultura do uso da água e do solo, e que, essa cultura jamais será trabalhada, visto que depende de vontade política (não vou ser redundante...), seria um crime continuar me colocando contra este projeto. Continuo critico, mas não contra.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
No mais, acredito na importância do geografo nesse momento. Tanto para estudar os impactos sócio-ambientais que isso pode causar, quanto com a realização de trabalhos e pesquisas que visem uma qualificação das pessoas que serão diretamente atendidas pelo transporte dessas águas, pra que tanto dinheiro público não se converta em benesses pra meia dúzia de fazendeiros do agronegócio.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Indico leitura do texto publicado no blog de Paulo Henrique Amorim, Conversaafiada, sobre a visita da presidenta Dilma às obras da transposição no sertão da Paraíba, Pernambuco e Ceará:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="background-color: white; border: 0px none; font-family: PTRegular; font-weight: normal; margin: 0px; padding: 0px; text-align: left; text-transform: uppercase; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://www.conversaafiada.com.br/politica/2014/05/13/dilma-e-a-seca-saiu-do-ne-e-foi-para-sp/" target="_blank"&gt;&lt;span style="border: 0px none; color: rgb(51, 102, 103) !important; font-family: PTRegularBold; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;DILMA E A SECA: &amp;nbsp;&lt;/span&gt;SAIU DO NE E FOI PARA SP&amp;nbsp;“Quem nunca fez desanda a cobrar de quem fez”&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Desmilitarizar as polícias. Você é contra?</title><link>http://cidadaosilva.blogspot.com/2014/05/desmilitarizar-as-policias-voce-e-contra.html</link><author>noreply@blogger.com (Cidadão Silva)</author><pubDate>Thu, 8 May 2014 22:00:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3360393316314208292.post-2188282594923922090</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;“Em cinco anos, PM de São Paulo mata mais que todas as polícias dos EUA juntas: Corporação paulista matou 6% mais que polícias americanas entre 2005 e 2009.” Luciana Santos, R7. – “Policial mata rapaz que passava em frente ao posto da PM de Catanduva” G1 (12/04/14) – “Caso Amarildo: ‘Eram gritos horríveis’, diz PM sobre tortura do ajudante de pedreiro” Amanda Previdelli, do BrasilPost.&lt;/i&gt; Estes são apenas alguns exemplos da atuação policial no Brasil. Na grande maioria, a polícia em questão, é a Militar. Mas, o que há de errado com ela? Será o fato de que o militar, em sua essência, recebe treinamento para eliminar o inimigo? Em resposta, deve-se colocar que essa é a função básica das forças armadas, na defesa do território e dos interesses de uma nação. Mas, e a sociedade? Inimiga de quem?&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Coloco esse assunto em pauta, porque está acontecendo até o dia 15 de maio deste ano, uma enquete no portal do Senado Federal sobre a desmilitarização das polícias estaduais. No mesmo espaço, encontra-se disponível a Proposta de Emenda à Constituição, a famosa PEC, de numero 51. A enquete encontra-se &lt;a href="http://www.senado.gov.br/noticias/DataSenado/enquetes.asp" target="_blank"&gt;aqui, neste 'link'&lt;/a&gt;, no canto superior direito da página.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
E qual a justificativa para isso?&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Quem é, ou conhece a estrutura militar, sabe que o policial segue, mais que a qualquer outra coisa, uma busca pela disciplina. Essa estrutura, a militar, é pautada pela disciplina, já falada, e também pela hierarquia, e a falta de disciplina, ou o descumprimento de ordens expressas de um superior, pode ser enquadrado como insubordinação ou crime de desobediência, previsto no Código Penal Militar, art. 163. No texto “O crime de desobediência militar e a ordem ilegal” de Matheus Cintra Bezerra (do portal JUS Navigandi, 2010), o autor chega a refletir que é “certo que o respeito aos comandos emanados dos superiores pelos subordinados deve ser atendido de forma quase incondicional, sob pena de colapso do sistema militar.”, e faz a devida ressalva quando diz que é ilógico se pensar que toda e qualquer ordem deva ser obedecida. Em outras palavras, ele assume que ordem absurda não deve ser cumprida.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Dito isto, essa premissa por si só já explica, em grande medida, o motivo pelo qual, nos trabalhos de elaboração da Constituição Federal de 1988, o militarismo não tenha sido retirado das polícias, que tanto serviram aos governos da ditadura.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Porque? Explico. Imagine o militar, praça, em grande parte, à época, com pouca instrução (como a grande massa da sociedade também), sob um determinado comando, por mais ilegal ou fora de contexto que parecesse, se negando a realiza-lo? Vale expor que a pena, para este tipo de crime, é de detenção de um a dois anos, conforme o art. 163. Você ousaria negar a ordem?&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Não muito distante, e dada a cultura enraizada desse “Eu mando. Você obedece, ou vai pro xadrez”, nos dias atuais, mesmo com o ingresso de muitos bacharéis e, até mesmo especialistas ou mestres, nas policias, não é raro casos de prisão administrativa, instauração de inquérito e cumprimento de penas por desobediência. Contudo, isso não explica a truculência com que os policiais atuam frente à sociedade. Mas já sinaliza que algo está errado.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.patosnoticias.com.br/uploads/noticia/imagem/11484/csc_0902.JPG" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="179" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/proxy/AVvXsEh_EqS2SSFer-9MOyDxW0iKr3Ngm3wBfgfbU3kVLpbtyE0hni7h46ARuYjkeHComNJUUo5lmvrVQ7ru57y8jHs3RBVn8qdf9cBA-yKfFnOfuuMBN76WVHrXqkXw9YawGkNhUHIVGKC7nNPN3F0iXiWuYyCHcprJrp5IrW0F4mDGe04tCkFrUiJv0A=" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Sob a luz dessa cultura, os cursos de formação são repletos de treinamentos físicos que jogam ao limite, qualquer atleta de ponta. Além disso, a humilhação e a tortura psicológica por que passam os recrutas, vão moldando, ao longo de meses, ou anos, de curso, a forma de pensar e de agir dos futuros policiais militares. A página da Folha de São Paulo, em 28 de dezembro de 2013, traz um texto do deputado estadual do Rio de Janeiro, Marcelo Freixo, com o título “Desmilitarizar a PM já”, que se inicia questionando o que a sociedade pode esperar de policiais que são obrigados a sentar e fazer flexões no asfalto escaldante, em alusão ao treinamento de PM’s no Rio, quando um recruta veio a óbito e outros 33 (trinta e três) passaram mal ao se submeterem a exercícios físicos sob temperaturas de 42 graus.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.abi.org.br/wp-content/uploads/images/invasao2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.abi.org.br/wp-content/uploads/images/invasao2.jpg" height="149" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Não fosse apenas isso, as péssimas condições de trabalho e a distancia espacial entre salários e benefícios, ou regalias, dispensadas entre o grupo de soldados, cabos e sargentos (praças), e os oficiais, e os diversos tipos de abuso de poder, também condicionam o comportamento do policial nas ruas.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Ainda, a burocracia, a inexistência da própria democracia e de direitos fundamentais inerentes ao cidadão comum, como o direito de se expressar, de filiação sindical, de greve e de luta por melhores salários, por exemplo, além de perseguições, contam ponto negativo para uma otimização dos serviços internos, que vão refletir, também, no serviço externo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Se a estrutura militar é tão ruim, então porque não desmilitarizou?&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Mexer numa estrutura que permaneceu inalterada por décadas requer, acima de tudo, mexer em egos, em status, em regalias, em ciúmes, em certezas de impunidades por parte de oficiais de alto nível (pelo menos internamente), e até mesmo de praças, que se utilizam do ‘ser militar’ para impor medo, em alguns casos. Mas, mexe, principalmente, na estrutura do poder estadual: manter o policial militar sob controle, como abelhas operárias sob o comando da rainha, é fundamental para o governo. É o poder enviar tropas para conter manifestações, expulsar invasores e derrubar barracos, na certeza da obediência plena. É saber que poderá manter a sociedade sob vigília permanente, mesmo ela pensando estar sendo protegida. E ai está o fio da meada.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Quando a PEC 51 (&lt;a href="http://www.senado.gov.br/atividade/materia/getPDF.asp?t=137134&amp;amp;tp=1"&gt;leia o texto&lt;/a&gt;) é colocada em pauta, não é o caos da segurança pública que está sendo proposto, como insinuam alguns militares contrários ao projeto, mas a humanização de servidores públicos efetivos e concursados dessas polícias, que devem acima de tudo, prestar serviço à sociedade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Contudo, a finalização da enquete não determina, pelo menos de imediato, que a pauta seja votada, mas, a intenção, ou o sentimento do que os brasileiros esperam do Senado.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;Imagens retiradas de:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://www.patosnoticias.com.br/uploads/noticia/imagem/11484/csc_0902.JPG e&lt;br /&gt;http://www.abi.org.br/wp-content/uploads/images/invasao2.jpg&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;Links utilizados para pesquisa:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2013/12/1390874-e-preciso-desmilitarizar-a-policia-militar-sim.shtml"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2013/12/1390874-e-preciso-desmilitarizar-a-policia-militar-sim.shtml&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://jus.com.br/artigos/15038/o-crime-de-desobediencia-militar-e-a-ordem-ilegal#ixzz31AbvXD33"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://jus.com.br/artigos/15038/o-crime-de-desobediencia-militar-e-a-ordem-ilegal#ixzz31AbvXD33&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.ebc.com.br/cidadania/2013/07/entenda-o-que-e-a-desmilitarizacao-da-policia"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://www.ebc.com.br/cidadania/2013/07/entenda-o-que-e-a-desmilitarizacao-da-policia&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://blogdodelegado.wordpress.com/policia/desmilitarizar-a-policia/"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://blogdodelegado.wordpress.com/policia/desmilitarizar-a-policia/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.senado.gov.br/atividade/materia/getPDF.asp?t=137134&amp;amp;tp=1"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://www.senado.gov.br/atividade/materia/getPDF.asp?t=137134&amp;amp;tp=1&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;

&lt;!-- Blogger automated replacement: "https://images-blogger-opensocial.googleusercontent.com/gadgets/proxy?url=http%3A%2F%2Fwww.patosnoticias.com.br%2Fuploads%2Fnoticia%2Fimagem%2F11484%2Fcsc_0902.JPG&amp;amp;container=blogger&amp;amp;gadget=a&amp;amp;rewriteMime=image%2F*" with "https://blogger.googleusercontent.com/img/proxy/AVvXsEh_EqS2SSFer-9MOyDxW0iKr3Ngm3wBfgfbU3kVLpbtyE0hni7h46ARuYjkeHComNJUUo5lmvrVQ7ru57y8jHs3RBVn8qdf9cBA-yKfFnOfuuMBN76WVHrXqkXw9YawGkNhUHIVGKC7nNPN3F0iXiWuYyCHcprJrp5IrW0F4mDGe04tCkFrUiJv0A=" --&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Classes médias, governos e conveniências</title><link>http://cidadaosilva.blogspot.com/2014/03/classes-medias-governos-e-conveniencias.html</link><author>noreply@blogger.com (Cidadão Silva)</author><pubDate>Tue, 11 Mar 2014 23:33:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3360393316314208292.post-5355345917666219397</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;Em 2002 a classe média, amordaçada financeiramente pelos desastrosos 8 anos de governo neo-liberal do PSDB, decidiu dar um basta na falta de crescimento de suas cifras e votou em peso no governo esquerdisto-meia-boca do PT-PL. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;Era as igrejas católica e universal se aliando pra salvar o Brasil. Na verdade, era uma aliança pra salvar a classe média.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;O que os medioclassistas não sabiam era que o governo Lula ia colocar mais algumas dezenas de milhões de brasileiros entre eles. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;A classe média enforcou o governo legitimamente burguês, em 2002, por não suportar perder mais dinheiro. Temos que ter cuidado com ela. Ela é vingativa. Tendo, agora, que dividir espaço nos aeroportos, avenidas e condomínios com antigos pobres, ela, a classe média, vai fazer de tudo pra dar o troco. Isso inclui, para além da perspectiva de vitória nas urnas, um golpe. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;Não é a corrupção que incomoda. Até porque não foi o PT que criou, nem muito menos ela é maior hoje do que foi em outros governos. Mas, o que alimenta essa fúria anti-governo petista é a incerteza de que os filhos da classe média tenham uma vaga garantida na universidade pública federal (de qualidade inquestionável), no concurso público ou nos estacionamentos de shoppings, boates, etc.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;Por isso, pros que não conhecem nada da historia dos últimos anos dos últimos governos, indico paciência e este link, onde há um vídeo que explica aos jovens a realidade de dois tempos bem recentes:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://meublogdepolitica.wordpress.com/2014/02/22/video-para-menores-de-18-anos/" rel="nofollow" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;http://meublogdepolitica.wordpress.com/2014/02/22/video-para-menores-de-18-anos/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Textículo</title><link>http://cidadaosilva.blogspot.com/2013/11/texticulo.html</link><author>noreply@blogger.com (Cidadão Silva)</author><pubDate>Thu, 21 Nov 2013 10:57:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3360393316314208292.post-3862296950359275675</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Faz algum tempo, e venho notando o quanto a população brasileira, historicamente condenada por sua leitura irregular, digo, pela falta de habito de ler, vem se transformando frente a esse estigma. Hoje, conscientemente politizada e dona de um senso crítico invejável, essa população se orgulha dos mais de 5 minutos diários que dedica ao ato de folhear VEJA e rir do significado das piadas de humor "branco" de JÁ, ao tempo em que não perde um episódio de JN, quando, logo em seguida, se debruça sobre os mais variados canais de disseminação da informação de poucos nas redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Piada feita, agora me dedico a colocar minha preocupação: será que os brasileiros realmente podem se orgulhar desse avanço? Será que a leitura extremamente superficial que se faz de tudo, desde um texto pequeno como este, a uma nota, notícia ou matéria jornalística, é de fato um avanço? A bestialidade da classe média, e da chamada nova classe média, me chama muito a atenção!&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item></channel></rss>