<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-6832633098962671325</atom:id><lastBuildDate>Fri, 01 Nov 2024 10:43:25 +0000</lastBuildDate><category>Literatura</category><category>Psicologia</category><category>Séries</category><category>Atendimento e Vendas</category><category>Matemática</category><title>Blog Generalista</title><description>Conteúdo? Um pouco de tudo!</description><link>https://blog-generalista.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Gustavo Random)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>44</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6832633098962671325.post-3447650366625085268</guid><pubDate>Mon, 18 Mar 2019 21:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2019-03-18T18:00:05.305-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Matemática</category><title>Frações</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4gJ-pbm7JrYjScudKypLLstwiBkapBs0bx17-yLulKqzUWEc1HSxXONOGtUwQ62hpg6UG-vYfKLDFr4_TR2RNhwog9Y_gGTkj3RjNV1qzvURA-o8KPJaxkoGI-3GNnHwWOecHVN5aawY/s1600/Matem%25C3%25A1tica.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="315" data-original-width="560" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4gJ-pbm7JrYjScudKypLLstwiBkapBs0bx17-yLulKqzUWEc1HSxXONOGtUwQ62hpg6UG-vYfKLDFr4_TR2RNhwog9Y_gGTkj3RjNV1qzvURA-o8KPJaxkoGI-3GNnHwWOecHVN5aawY/s1600/Matem%25C3%25A1tica.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Olá, tudo bem com você? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta postagem eu escreverei um pouco sobre as frações: origem, conceito e como resolver operações com frações. E explicarei de uma forma simples, direto ao ponto.&lt;/div&gt;
&lt;ul style="text-align: justify;"&gt;
&lt;li&gt;Origem. &lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O Faraó Sesóstris, por volta do ano 3.000 Antes da Era Comum, ao dividir algumas de suas terras nas margens do Rio Nilo entre agricultores privilegiados se deu conta de um problema: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;
As terras às margens do rio eram mais valorizadas por serem regadas pelas suas águas todo mês de Julho, ou o que equivaleria a este mês (pois o nome Julho só foi dado em homenagem ao Imperador Caio Júlio César) e seriam remarcadas por volta do mês de Setembro (que, curiosamente, foi dado este nome, também na época do Império Romano, por ser o sétimo mês do ano ao ser batizado). Para a medição de cada porção de terra aram esticadas cordas nas quais uma unidade de medida era marcada pelos agrimensores e, consequentemente, media quantas unidades media cada terreno. O problema é que boa parte das vezes essa medida não dava como resultado números inteiros. Para a resolução os Egípcios criaram o número fracionário ou, simplesmente, a fração. &lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;Demorou-se muito tempo até ser desenvolvido um sistema de cálculos simplificados, como temos hoje em dia, pois o sistema numérico egípcio era bem complexo onde cada numeral era representado por um símbolo diferente, apesar de usar a base 10. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo problema veio com os numerais romanos, embora mais simples do que os egípcios, ainda era um problema resolvido através do cálculo através do Ábaco. Entretanto não era simples, pois necessitava traduzir a conta dos numerais romanos para o Ábaco e vice-versa quando se concluía as contagens. Isto poderia resultar, além dos erros inerentes aos cálculos, problemas na tradução de um sistema para outro. &lt;/div&gt;
&lt;ul style="text-align: justify;"&gt;
&lt;li&gt;Conceito.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A fração nada mais é do que uma parte de um todo, ou seja, uma divisão de uma parte inteira. Para isto divide-se uma unidade em partes iguais, tendo o mesmo denominador (ou número total de partes). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que você já se deparou com contas com diferentes denominadores e teve que somar 4/6 com 1/3 ou algo assim, não é mesmo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para resolver este tipo de fração devemos colocar todos com o mesmo denominador (o número da parte debaixo da fração. No caso acima devemos fazer a simplificação das frações, ou seja, dividir por dois (neste caso específico) a primeira fração. A simplificação fica 2/3, sendo assim resultando da soma das duas frações, por exemplo, o número 1. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas e se complicar? &lt;br /&gt;&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Como resolver. &lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
Para resolvermos as frações não simplificáveis e não compatíveis podemos multiplicá-las até que os denominadores fiquem iguais ou equivalentes, pois a multiplicação ou divisão (simplificação) de uma fração sempre terá como resultado um número que será igual à fração original. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplo: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos que somar 3/5 com 1/3: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1/3 multiplicado por 5 = 5/15 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3/5 multiplicado por 3 = 9/15 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo o resultado da soma igual a 14/15. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também poderíamos transformar em decimais, mas no caso em específico a divisão de uma parte em três em como resultado uma dízima periódica, por isso a divisão em frações, para este tipo de problema, é mais fácil desta maneira.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Gostou do artigo? Recomende para aquele seu amigo que tem dificuldades com frações.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
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&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Aproveite a sua leitura!
Caso queira entrar em contato me envie um email:
gustavo.vegas.pro@gmail.com.br&lt;/div&gt;</description><link>https://blog-generalista.blogspot.com/2019/03/fracoes.html</link><author>noreply@blogger.com (Gustavo Random)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4gJ-pbm7JrYjScudKypLLstwiBkapBs0bx17-yLulKqzUWEc1HSxXONOGtUwQ62hpg6UG-vYfKLDFr4_TR2RNhwog9Y_gGTkj3RjNV1qzvURA-o8KPJaxkoGI-3GNnHwWOecHVN5aawY/s72-c/Matem%25C3%25A1tica.png" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6832633098962671325.post-4262971776139666950</guid><pubDate>Sun, 10 Mar 2019 22:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2019-03-11T09:37:56.191-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Atendimento e Vendas</category><title>Básico em Atendimento</title><description>&lt;div&gt;
Olá, tudo bem com você? Hoje eu escreverei sobre o básico num atendimento, os cinco passos do processo de vendas que eu utilizo (existem inúmeras formas de divisão) e, o mais importante, como realizar cada um destes passos. &lt;/div&gt;
&lt;div aria-label="Block: List" class="wp-block editor-block-list__block" data-type="core/list" id="block-ba1fa5d0-4eb2-4943-8a9c-e9f5203b5743" style="text-align: justify;" tabindex="0"&gt;
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&lt;ul aria-autocomplete="list" aria-label="Write list…" aria-multiline="true" class="editor-rich-text__tinymce" contenteditable="true" data-is-placeholder-visible="false" role="textbox"&gt;
&lt;li&gt;Básico em Atendimento&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div aria-label="Block: Paragraph" class="wp-block editor-block-list__block" data-type="core/paragraph" id="block-eb5479e1-15af-4ebf-ba00-68d54ce1c0b8" style="text-align: justify;" tabindex="0"&gt;
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&lt;div aria-autocomplete="list" aria-label="Paragraph block" aria-multiline="true" class="wp-block-paragraph editor-rich-text__tinymce" contenteditable="true" data-is-placeholder-visible="false" role="textbox"&gt;
Já ouviu aquela frase derradeira que diz se "você não estiver bem, você não atende bem"? Ela não está totalmente correta, pois quando se atende somente com sua animação, você pode até pensar que esta frase seja verdadeira, mas se apoiar em técnicas de vendas e, claro, ter uma boa &lt;b&gt;inteligência emocional&lt;/b&gt;, serão raras as vezes nas quais você será tirado do sério por quem quer que seja durante o seu processo de vendas.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div aria-label="Block: List" class="wp-block editor-block-list__block" data-type="core/list" id="block-47cad0a5-6de3-4855-923b-a1faca7c99d7" style="text-align: justify;" tabindex="0"&gt;
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&lt;ul aria-autocomplete="list" aria-label="Write list…" aria-multiline="true" class="editor-rich-text__tinymce" contenteditable="true" data-is-placeholder-visible="false" role="textbox"&gt;
&lt;li&gt;Abordagem ou Acolhimento&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div aria-label="Block: Paragraph" class="wp-block editor-block-list__block" data-type="core/paragraph" id="block-ce39f934-182d-4a6c-8255-f523786d2d01" style="text-align: justify;" tabindex="0"&gt;
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&lt;div&gt;
&lt;div&gt;
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&lt;div aria-autocomplete="list" aria-label="Paragraph block" aria-multiline="true" class="wp-block-paragraph editor-rich-text__tinymce" contenteditable="true" data-is-placeholder-visible="false" role="textbox"&gt;
Nesta parte você saudará o cliente. O que funciona, de verdade, na abordagem ao cliente é o conceito de acolhimento. O cliente &lt;b&gt;não&lt;/b&gt; deve ser abordado assim que pisa na loja, assim como ele não gosta de receber opiniões não pertinentes à necessidade que ele busca atender com o produto ou serviço vendido. No entanto o mais importante é sentir a &lt;b&gt;vibe do cliente&lt;/b&gt;, pois somente assim você conseguirá ajustar qual será o clima mais adequado para o cliente, ou seja, você deve observar qual é a abertura de intimidade que o cliente quer. Existirão aqueles clientes que, por mais prestativo e solícito que você seja, não vai ficar mais do que dois minutos olhando pra tua cara, mas existirão outros tantos que inicialmente não te dão abertura, entretanto vão te dando a liberdade na mesma medida que você reconhece o seu espaço. Em outras postagens certamente falarei sobre o &lt;b&gt;cliente chato, e formas de como fazer uma abordagem respeitosa&lt;/b&gt; (em duas postagens distintas)e será muito útil para conquistar este cliente difícil que pode salvar suas vendas numa situação difícil.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div aria-label="Block: List" class="wp-block editor-block-list__block" data-type="core/list" id="block-c025cc2e-8008-45fb-832d-a9dcfe833465" style="text-align: justify;" tabindex="0"&gt;
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&lt;div&gt;
&lt;div class="components-autocomplete"&gt;
&lt;ul aria-autocomplete="list" aria-label="Write list…" aria-multiline="true" class="editor-rich-text__tinymce" contenteditable="true" data-is-placeholder-visible="false" role="textbox"&gt;
&lt;li&gt;Sondagem ou Pesquisa&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div aria-label="Block: Paragraph" class="wp-block editor-block-list__block" data-type="core/paragraph" id="block-f6ef7bfd-da3b-49cc-8ade-5919efa78331" style="text-align: justify;" tabindex="0"&gt;
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&lt;div&gt;
&lt;div class="editor-rich-text"&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div class="components-autocomplete"&gt;
&lt;div aria-autocomplete="list" aria-label="Paragraph block" aria-multiline="true" class="wp-block-paragraph editor-rich-text__tinymce" contenteditable="true" data-is-placeholder-visible="false" role="textbox"&gt;
Nesta parte você pesquisará sobre o que o cliente precisa, ou seja, você descobrirá qual será a necessidade a ser atendida e ficará atento a eventuais necessidades não atendidas e não ouvidas pelo próprio cliente. Perguntará se é pra presente, pra quem, para o quê e, principalmente, as situações que ele espera utilizar o produto ou serviço. Nesta última pergunta está o segredo para oferecer um produto ou serviço complementar, com frases como &lt;i&gt;"você já pensou se acontecer tal coisa?"&lt;/i&gt;, claramente a &lt;b&gt;forma com a qual você fala&lt;/b&gt; sobre isso pode ser decisiva para não assustar ou fazer o cliente pensar que você está desejando o seu insucesso. Frases como esta devem ser precedidas por &lt;i&gt;"já teve algum problema com este tipo de produto? Posso te auxiliar na escolha"&lt;/i&gt; e até mesmo oferecer um produto ou serviço complementar que pode ser útil, cujo &lt;b&gt;oferecerá durante a negociação.&lt;/b&gt; Mas por agora você deve colocar o produto complementar no radar e não esquecer de &lt;b&gt;oferecer no momento correto&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div aria-label="Block: List" class="wp-block editor-block-list__block" data-type="core/list" id="block-438ecf57-e64d-4ed4-bece-5c1ab2895e44" style="text-align: justify;" tabindex="0"&gt;
&lt;div class="editor-block-list__block-edit"&gt;
&lt;div data-block="438ecf57-e64d-4ed4-bece-5c1ab2895e44"&gt;
&lt;div class="block-library-list editor-rich-text"&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div class="components-autocomplete"&gt;
&lt;ul aria-autocomplete="list" aria-label="Write list…" aria-multiline="true" class="editor-rich-text__tinymce" contenteditable="true" data-is-placeholder-visible="false" role="textbox"&gt;
&lt;li&gt;Demonstração ou degustação&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div aria-label="Block: Paragraph" class="wp-block editor-block-list__block" data-type="core/paragraph" id="block-463ca012-20fd-49ff-8a96-c59abd7de5cd" style="text-align: justify;" tabindex="0"&gt;
&lt;div class="editor-block-list__block-edit"&gt;
&lt;div data-block="463ca012-20fd-49ff-8a96-c59abd7de5cd"&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div class="editor-rich-text"&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div class="components-autocomplete"&gt;
&lt;div aria-autocomplete="list" aria-label="Paragraph block" aria-multiline="true" class="wp-block-paragraph editor-rich-text__tinymce" contenteditable="true" data-is-placeholder-visible="false" role="textbox"&gt;
&lt;b&gt;A demonstração do produto ou serviço&lt;/b&gt; pode ser feita de várias maneiras a depender de suas características. Nesta etapa você testará o seu conhecimento e intimidade com o objeto de venda, assim como o cliente. Por esta razão é fundamental você &lt;b&gt;estudar o produto a fundo&lt;/b&gt;. Demonstrar o conhecimento profundo sobre um produto pode ser o equivalente no futebol a fazer embaixadinhas, você até pode ser ruim, mas é fundamental manter o controle da bola e sair com a sensação de que você também aprendeu mais uma forma de demonstrar o produto, assim como o futebolista aprende com a prática, você como vendedor aprenderá mesmo a &lt;b&gt;vender na prática&lt;/b&gt;. &lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div aria-label="Block: List" class="wp-block editor-block-list__block" data-type="core/list" id="block-d3375e14-9660-488c-93d3-49db6f0dbb67" style="text-align: justify;" tabindex="0"&gt;
&lt;div class="editor-block-list__block-edit"&gt;
&lt;div data-block="d3375e14-9660-488c-93d3-49db6f0dbb67"&gt;
&lt;div class="block-library-list editor-rich-text"&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div class="components-autocomplete"&gt;
&lt;ul aria-autocomplete="list" aria-label="Write list…" aria-multiline="true" class="editor-rich-text__tinymce" contenteditable="true" data-is-placeholder-visible="false" role="textbox"&gt;
&lt;li&gt;Negociação de condições&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div aria-label="Block: Paragraph" class="wp-block editor-block-list__block" data-type="core/paragraph" id="block-f4d944a4-4643-4808-8ea4-ad849752c730" style="text-align: justify;" tabindex="0"&gt;
&lt;div class="editor-block-list__block-edit"&gt;
&lt;div data-block="f4d944a4-4643-4808-8ea4-ad849752c730"&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div class="editor-rich-text"&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div class="components-autocomplete"&gt;
&lt;div aria-autocomplete="list" aria-label="Paragraph block" aria-multiline="true" class="wp-block-paragraph editor-rich-text__tinymce" contenteditable="true" data-is-placeholder-visible="false" role="textbox"&gt;
Aqui você oferecerá as condições de pagamento e possíveis brindes ou bonificações. Claro que deve-se observar as &lt;b&gt;políticas explícitas do estabelecimento&lt;/b&gt; o qual você trabalha. Você deve ser límpido e assertivo sobre os preços e condições, assim como dos produtos complementares. &lt;b&gt;Cuidado ao vincular a aquisição de um serviço ao desconto no produto&lt;/b&gt;, isto é ilegal, apesar de ser recorrente. Isto atende somente às necessidades dos varejistas, exclusivamente para bater metas, muitas delas absurdas. Pois se for claro em sua exposição do produto o cliente verá que &lt;b&gt;não haverá enganação&lt;/b&gt; em sua argumentação, caso contrário só adquirirá o produto em caso de extrema necessidade e limitações sobre o estoque dos concorrentes. Portanto se você souber de alguma prática que prejudique esta transparência na concorrência, diferencie-se como confiável e conquiste o cliente para futuras compras. &lt;b&gt;Um cliente fiel pode valer mais do que ele gasta&lt;/b&gt; em sua loja e nem preciso dizer que um cliente enganado pode ser muito prejudicial ao seu negócio.  &lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div aria-label="Block: List" class="wp-block editor-block-list__block" data-type="core/list" id="block-3540413b-cc33-4ba9-94ca-7ce7c749b919" style="text-align: justify;" tabindex="0"&gt;
&lt;div class="editor-block-list__block-edit"&gt;
&lt;div data-block="3540413b-cc33-4ba9-94ca-7ce7c749b919"&gt;
&lt;div class="block-library-list editor-rich-text"&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div class="components-autocomplete"&gt;
&lt;ul aria-autocomplete="list" aria-label="Write list…" aria-multiline="true" class="editor-rich-text__tinymce" contenteditable="true" data-is-placeholder-visible="false" role="textbox"&gt;
&lt;li&gt;Fechamento ou Conclusão&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div aria-label="Block: Paragraph" class="wp-block editor-block-list__block" data-type="core/paragraph" id="block-c1986405-28ab-40e7-b5f5-87b58b9583e8" style="text-align: justify;" tabindex="0"&gt;
&lt;div class="editor-block-list__block-edit"&gt;
&lt;div data-block="c1986405-28ab-40e7-b5f5-87b58b9583e8"&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div class="editor-rich-text"&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div class="components-autocomplete"&gt;
&lt;div aria-autocomplete="list" aria-label="Paragraph block" aria-multiline="true" class="wp-block-paragraph editor-rich-text__tinymce" contenteditable="true" data-is-placeholder-visible="false" role="textbox"&gt;
Muitas vezes você encontra um vendedor &lt;b&gt;inseguro em fechar a venda&lt;/b&gt;, que normalmente é fechada antes da hora certa ou pelo cliente de forma abrupta, nenhuma das duas opções deixará uma boa impressão. Portanto após a negociação &lt;b&gt;você deve ser rápido e preciso&lt;/b&gt;, pois o cliente já deve estar na expectativa de ir embora da loja, afinal de contas ele deve ter muito mais o que fazer. A exceção são aqueles clientes, geralmente idosos, clientes de longa data que gostam de tomar um cafezinho com o gerente e contar da vida dele pra todo mundo, mas também deve ser rápido, &lt;b&gt;respeitando a velocidade do cliente&lt;/b&gt;. Afinal de contas você não vai empurrar o cliente pra fora da loja, não é mesmo? &lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;
Uma senhora, hoje aos oitenta e tantos anos estudou música e se formou com louvor na Universidade lá pela década de setenta. Com o intuito de passar seu conhecimento à frente ela se tornou professora, dando oportunidade para que outras pessoas, na mesma universidade qual ela se formou, obtivesse os mesmos conhecimentos e se aprimorasse nas artes da música.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No decorrer dos seus quase quarenta anos de magistério ela coordenou projetos de musicoterapia em hospitais, projetos sociais de inclusão para que os menos favorecidos tivessem a oportunidade de mudar sua vida através da música e tantos outros projetos teatrais de apresentação relacionados à música no Paraná, se apresentando em diversas cidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de tudo isto eu não conheço nenhuma de suas ações e seus projetos, pois não fui impactado por ela. Ela me contou em breves minutos a história de sua vida, orgulhosa de sua trajetória. Fico pensando se algum dia farei algo tão impactante em minha vida, ao mesmo tempo que penso em nossa existência como uma gota de água no Oceano, pois por mais que nos empenhamos em mudar algo e fazer deste mundo um lugar melhor... Não alcançamos nada além de nossas limitações, ao menos não sozinhos. Pessoas bem intencionadas devem se juntar num projeto maior que elas mesmas, pois as pessoas más se juntam em prol de seu egoísmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há uma frase na qual eu acredito muito; "Coisas ruins acontecem, não pelas mãos de pessoas com más intenções, mas sim através da inércia das pessoas boas". Não sei se é bem esta a frase, pois deve ser melhor construída do que isto, mas acredito que deu pra ter uma ideia do pensamento por trás dela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra coisa que me ocorreu durante ela me contava esta história é; nos focamos muito nas coisas ruins, a nossa sobrevivência no passado sempre dependeu mais de memorizarmos as coisas ruins e identificá-las, por esta razão elas ganham destaque em nossas mentes e corações, isto nos faz prever e tomar as medidas necessárias para evitar o perigo, porém nos torna mais pessimistas quanto ao ambiente e às pessoas, tornando-nos amargos e ariscos. Ao mesmo tempo que isto nos afasta de boas pessoas também nos cega diante de bons exemplos, boas práticas em nossas vidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É certo que durante a minha vida profissional me deparei com dilemas éticos, principalmente se tratando do comércio varejista, mas sempre escolhi arriscar minha posição em prol de uma atitude eticamente inquestionável. Isto me entristece, pois perdi oportunidades de ganhar mais e conseguir ganhos rápidos de forma ética, mas não consegui pois meus iguais e superiores queriam o caminho mais fácil e menos ético, por conta disto eu fiquei pouquíssimo tempo em posições que me concederiam uma qualidade de vida melhor. Isto tudo me faz acreditar que pessoas ocupantes de posições privilegiadas da sociedade devem fazer mais força pra se manterem, mantendo a ética, do que pra fazer o bem, isto torna o trabalho de fazer este mundo um lugar melhor muito mais difícil...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você deve estar questionando; mas Gustavo, por qual motivo você está escrevendo tudo isto?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É simples e límpido; pessoas boas tem uma missão difícil e trabalhosa na conscientização da importância da integridade, coisa pouco trabalhada, mas este é o caminho que escolho aqui, através deste blog e de meus livros vindouros. Sempre colocarei questionamentos sobre ética e posicionamento através de personagens dúbios e contraditórios, fazendo aqueles que se disporem a ler meus escritos pensarem sobre a vida e a sociedade, questionando se estamos no caminhos certo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo não conseguirei fazer isto sozinho; preciso de leitores e apoiadores. Por esta razão peço que coloquem pautas qui embaixo para que eu faça contos curtos neste blog, talvez até com um pequeno roteiro, assim colocarei a minha ótica e as técnicas que aprendi durante estes meus poucos anos de escrita para que mais pessoas boas possam pegar para si esta missão de conscientizar outros sobre a importância da ética...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abraços randômicos e até mais!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Aproveite a sua leitura!
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&lt;br /&gt;
Olá caros leitores e escritores, neste post abordarei a polêmica da primeira temporada da série "Os 13 Porquês" e a possível motivação de se escrever este tipo de série neste formato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para quem não sabe ou estava em Marte no ano de lançamento da série, ela aborda o suicídio de uma garota numa escola norte-americana, porém é altamente expansível para muitas outras partes do mundo, pois conta um pouco da cultura sexista e misógina altamente presente nas escolas em todo o mundo. Mas, acima de tudo, o problema do suicídio não está presente somente nas escolas, entretanto está onipresente por todo e qualquer tipo de ambiente, seja ele pessoal ou profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na época do lançamento fiquei tentado a escrever sobre, porém sabia que a obra não estava completa. É como escrever metade de um livro com temas complexos e sensíveis e esperar que alguém o entenda. O que quero dizer é que faltava algo na primeira temporada e isto se fez na segunda; um complemento por assim dizer. O assunto foi interpretado por muitos como um tom leviano sobre um tema sério, tantos outros entenderam que é importante falar sobre e dentre estes últimos estavam os produtores da série, eles entenderam o papel desempenhado pela série; compreender s pontos de vista das diversas vítimas no processo de bullying e depreciação do ser humano como um todo. Quando você ou eu ofendemos alguém acabamos por objetificar esta pessoa, isto faz com que não observemos a empatia, um sentimento cujo nos torna mais humanos e nos compadeçamos com o próximo, isto gera um ciclo vicioso, pois tudo o que vai; volta. Isto tudo se você não sofrer do transtorno de psicopatia, o que é irônico, pois o psicopata, por definição, não sofre por ninguém.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sobre a premeditação das fitas; é exagerado, mas também é um recurso narrativo muito forte e temos que saber interpretar este fio narrativo que conduz a série. "Ah... Mas o autor poderia ter usado outro recurso mais verossímil..." meu caro leitor; já há verossimilhança o suficiente na história, pois muitas pessoas sofrem de depressão com tendências suicidas e é verdade que muitos não deixam suas vontades e vozes expressas, contanto ao racionalizar seus sofrimentos eles, geralmente, concluem que é o ambiente e as pessoas que os cercam que os deixam doente e querendo terminar com tudo da pior forma... E como sei disto? Eu fui um deles, além do mais existem algumas pesquisas sobre a psique humana que corroboram com esta visão, porém estamos falando de uma área do conhecimento humano cujo não se conhece muito; o nosso conhecimento sobre nós mesmos. Acredito que enquanto não nos libertarmos desta falta de conhecimento sobre como funciona nosso próprio processo de pensamento, não poderemos melhorar muito mais. Eu escrevi e rasguei várias cartas de suicídio, estes escritos me ajudaram a entender que o inferno são os outros, pois eu fazia tudo que estava em meu alcance para auto determinar como ser humano, tornando-me autônomo em minhas decisões. No processo aprendi; os adultos apenas fingem saber o que estão fazendo, pois viver é mais complexo do que, simplesmente, esperar o tempo passar e aguardar o aprendizado entrar em sua mente. Se alguém te passou a sensação de que a vida acontece desta maneira; afaste-se desta pessoa, pois ela que que você se dê mal ou não sabe dar conselhos. Ser um humano completo, realizado, sadio (em mente e corpo) é cada vez mais difícil do que o mundo 'meritocrático' quer passar para você, pois meritocracia não existe e o oposto também não. Num mundo com conceitos globais ditados pelo ocidente temos prós e contras, os prós são a sensação de civilidade, porém um dos contras é a impressão (errada) de que o capitalismo deu certo e que as instituições públicas realmente desejam o bem estar social, enquanto elas só querem que você acredite nisto, é como um Deus onipresente e onipotente que em nome do livre arbítrio deixa os seus devotos sofrerem. O fato é que não há ninguém pra nos proteger neste sistema, se queremos segurança temos que fazer por si, pois o Estado que jura fomentar o bem-estar social também ajuda a gerar as desigualdades. Acreditar no Estado só dá a sensação de segurança, faz com que baixamos a guarda e nos deixe ser espancados com leis injustas e que só prendem quem não tem a proteção que só o dinheiro pode comprar. Vivemos dentro de um clube exclusivo cuja a maioria de nós somos empregados enquanto 20% (ou até menos) são realmente protegidos pela diretoria do clube (uns 2% ou menos), mas que na primeira oportunidade não excitarão em empregá-los para 'o seu bem' e que 'devem se sentir gratos por estarem ali; vivos', pois é isto que eles fazem hoje com os outros 78%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o que tudo isto tem a ver com a série? Eu lhe respondo; tudo!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na série o colégio reforça preconceito e suas ações de integração entre os alunos tem uma roupagem democrática, porém são fascistas por si, pois reforçam as panelinhas e as divisões entre os alunos, onde o status e a popularidade importam mais do que os sentimentos dos alunos, como consequência os populares vivem de aparências, os impopulares acham isto certo e tentam ganhar seu espaço enquanto os excluídos se alimentam de sua depressão e miséria e afogam sua aprovação social nos mais diversos meios (lícitos e ilícitos). Por isto eu não acredito na guerra contra as drogas, para mim não passa de um discurso moralista vazio pra convencer as massas de que o Estado é protetor do bem-estar social, enquanto a oligarquia que o comanda lucra em cima da miséria de espírito e dinheiro que eles mesmos geram através da cultura do trabalho existente. Mas continuando... A minha leitura sobre a série transborda sobre toda a sociedade, pois aqueles que desistem de viver em meio a tantas injustiças e se cansa de suportar um peso desnecessário (para sustentar o luxo de poucos) são culpados por desistirem, enquanto os verdadeiros culpados continuam a viver sem o menor peso na consciência e com a certeza da impunidade. Isto é mostrado na segunda temporada da série enquanto a reputação do todo poderoso rei do colégio continua intacta e seus colegas mais próximos são jogados para o meio do fogo (podemos fazer a analogia dos 20% mais ricos jogados pra miséria enquanto os 2% de privilegiados se salvam). Outra coisa que me vem a mente é a passagem bíblica "é mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no reino do céus" tornando ser pobre um pré-requisito para ser bom e ao mesmo tempo ter a oportunidade de viver com Deus, isto espalha a sensação de que a população deve se contentar com o pouco, assim como os porcos tem que contentar com a comida que lhe és dada. Isto não te faz pensar a quem serve a difusão desta palavra? Aos ricos, obviamente, que raramente são importunados por levantes, revoluções e revoltas populares, pois Deus lhe diz que deve ser assim, Ele nos diz pra seguir o caminho da miséria para que possamos alcançar a paz eterna. Esta, para mim, é uma evidência clara de que a Bíblia foi escrita com interesses únicos em manter o status quo de populações ordeiras como ovelhas, pois o Senhor é o seu Pastor e nada lhes faltará. Podemos substituir por "o Estado lhes trará justiça social e todos viverão dignamente", estas e outras coisas me fazem acreditar que a Bíblia e Constituições nada mais são do que mãe e filhas que protegem o pai que as escrevem da revolta que virá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na segunda temporada a justiça é perseguida pela família, porém os advogados de defesa do colégio torcem e distorcem as palavras das testemunhas que desejam a verdade revelada, além de colocarem tantas outras falas em suas bocas. Realidade não muito diferente onde a grande mídia tenta distorcer a palavra daqueles que buscam revelar a verdade, de quem estou falando? Não sei, pois a verdade não nos foi revelada ainda, não sabemos o que se passa, de fato, por trás das cortinas (de fumaça) do poder. Tudo o que sabemos é o que nos é contado e se quisermos a verdade teremos que buscá-la, quando alcançarmos a verdade tentarão nos calar, nos invisibilizar, levando os outros a acreditarem que não somos importantes e nossas palavras não valem nada. É o que acontece na série; calam e objetificam a pessoa que desistiu da vida, uma covardia sem tamanho visto que ela não pode se defender e algumas pessoas vão jogar a culpa nela para poderem viver impunes suas vidas de vidro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acredite e faça as análises que desejarem, mas lhe peço que pense sobre o que escrevi.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh0OjteDqR7Q_zMC3YUpzWqHa7ZGtMqWS1doEzT261EpGTLEn-gqM_RBoF4JIeNI32ctQ7rlFslhOllOLlTc_ndJzsjRh1u4oAP7i17Y1WTFW0LgOqTTLAPoMIaTdYQeaoTtH4SKhL6DfE/s1600/Black+Mirror+3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="960" data-original-width="960" height="400" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh0OjteDqR7Q_zMC3YUpzWqHa7ZGtMqWS1doEzT261EpGTLEn-gqM_RBoF4JIeNI32ctQ7rlFslhOllOLlTc_ndJzsjRh1u4oAP7i17Y1WTFW0LgOqTTLAPoMIaTdYQeaoTtH4SKhL6DfE/s400/Black+Mirror+3.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-image: none;"&gt;
Olá caros leitores e escritores. Hoje, continuando da série Black Mirror um episódio que aborda tecnologias que não devem ser inventadas (apesar de termos algo parecido em nossas mãos neste momento). Estou falando do implante "Grão" onde guarda suas memórias para analisa-las e aproveitá-las posteriormente.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="border-image: none;"&gt;
Neste episódio, nosso personagem principal é casado e mora numa casa&amp;nbsp;que eu diria ser de classe A ou B, pois é muito ampla e confortável. Ele é advogado, mas também não é tão relevante pra história. Você se perguntaria, como escritor, como a profissão do personagem pode não ser relevante pra história?&amp;nbsp;A resposta&amp;nbsp;chega a ser simplista; a trama sustenta&amp;nbsp;a história. O importante mesmo neste aspecto da vida do personagem são seu circulo de amigos e o relacionamento de um dele com sua esposa no passado.&amp;nbsp;Lembrando que, a partir de agora&amp;nbsp;CONTÉM SPOOLERS.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="border-image: none;"&gt;
Após uma reunião mal sucedida, o advogado vai até uma festa em sua casa, onde encontra um homem conversando com sua mulher, um do seu circulo de amigos. No jantar o tal amigo faz uma piada sem graça e sua mulher dá risada e, através do "Grão", ele começa a remoer a cena na qual ninguém mais deu risada, depois o jeito de olhar... E depois começa a se tornar paranoico, coisa que se comprova no final do episódio, que sua filha era, na verdade,&amp;nbsp;deste seu amigo. Com isto em mente, ele vai ao encontro dele, na casa dele, ameaça tirar sua vida se não deletar suas memórias com a atual esposa, já que no referido jantar ele declarou se masturbar com "cenas boas de outros relacionamentos" enquanto sua esposa estava esperando por ele em seu quarto. O restante é autoexplicativo.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="border-image: none;"&gt;
No final ele aparece sozinho, em frente ao espelho, retirando o "Grão". Isto pode significar uma separação ou, dado o descontrole emocional do protagonista, um assassinato em série. Ao meu ver qualquer uma das interpretações podem estar certas.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="border-image: none;"&gt;
Pontos importantes do episódio:&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="border-image: none;"&gt;
Na cena do jantar aparece uma das amigas do casal que foi sequestrada e o "Grão" retirado, isto mostra como é viver sem o implante numa sociedade que, praticamente, idolatra o implante, tornando-se dependentes dele. Uma analogia para os dias de hoje, já que todo escritor que escreve fala, mesmo que indiretamente, de seu tempo presente, seria as redes sociais e devices como celulares, tablets e notebooks. Hoje somos totalmente dependentes deles. Neste caso é como se roubassem seu celular e resolvesse não comprar outro.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="border-image: none;"&gt;
Depois de confrontar o seu algoz, nosso "herói" bate o carro, sendo que o implante o alertou de que dirigir alcoolizado não era uma boa ideia, além de suspender a cobertura dos seguros contra acidentes. Isto, pensando no nosso mundo, teria um grandíssimo impacto, no qual as seguradores cobririam somente acidentes não induzidos; seguros antifurto seriam, praticamente, a prova de fraudes e desastres naturais seriam facilmente comprovados através dos implantes. Isto daria uma imensa segurança jurídica pra todos, porém a privacidade (coisa praticamente inexistente ainda hoje) seria totalmente obliterada em prol destes benefícios.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="border-image: none;"&gt;
O implante é usado em aeroportos como forma de evitar acontecimentos indesejáveis em tais locais, controlando quem pode ter acesso a este serviço. Uma possível restrição de direitos para elementos suspeitos. Isto, como vemos hoje, pode gerar descontentamento e a marginalização dos indivíduos, tornando-os de fato criminosos.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="border-image: none;"&gt;
Esta tecnologia, ao meu ver, tem mais malefícios do que benefícios, pois além da trama principal que nos mostra a paranoia possível de ser gerada num relacionamento (assim como os nossos dispositivos tecnológicos de hoje, porém com muito mais 'certeza' por parte do desconfiado), nos trás&amp;nbsp;a um mundo onde a privacidade é&amp;nbsp;inexistente e, mesmo se não quiser, você será exposto de forma constante a um assédio familiar&amp;nbsp;e de amigos. Somente o fato do bebê do casal ter um implante já deveria ser preocupante, já que uma simples babá eletrônica&amp;nbsp;já seria o suficiente. O que nos mostra a falta de arbítrio das pessoas sobre colocar ou não o implante, já que os pais, desde cedo, devem implantar o "Grão" nas suas crianças com a justificativa de&amp;nbsp;deixar&amp;nbsp;os seus filhos seguros, porém presos.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="border-image: none;"&gt;
Por hoje é só, espero que tenham gostado do&amp;nbsp;post e se quiser colocar aqui os seus medos ou esperanças quanto a este tipo de tecnologia, fiquem a vontade!&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="border-image: none;"&gt;
Abraços randômicos e até mais!&lt;/div&gt;
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gustavo.vegas.pro@gmail.com.br&lt;/div&gt;</description><link>https://blog-generalista.blogspot.com/2018/02/isto-e-muito-black-mirror-3.html</link><author>noreply@blogger.com (Gustavo Random)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh0OjteDqR7Q_zMC3YUpzWqHa7ZGtMqWS1doEzT261EpGTLEn-gqM_RBoF4JIeNI32ctQ7rlFslhOllOLlTc_ndJzsjRh1u4oAP7i17Y1WTFW0LgOqTTLAPoMIaTdYQeaoTtH4SKhL6DfE/s72-c/Black+Mirror+3.jpg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6832633098962671325.post-2820095601601324254</guid><pubDate>Sun, 21 Jan 2018 11:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2019-03-10T19:53:07.427-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Literatura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Séries</category><title>Isto é muito Black Mirror #2</title><description>&lt;div class="mobile-photo"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg6Nuqyjb-PLXZ6kyxvejW3cohGMoA0M_MdCSymBQ6AdpODGL4f7jCOZe1SBXjb-hXILxIF168QQ56P6yW9MFPEGLWt_i2teDtGjksJngJ4sNo1XLDUshPdxoz0654mhQmIB8XtTUjZDR0/s1600/outubro+4+2017+11+28+18_split_%25232_split_-793491.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_6482812012774062594" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg6Nuqyjb-PLXZ6kyxvejW3cohGMoA0M_MdCSymBQ6AdpODGL4f7jCOZe1SBXjb-hXILxIF168QQ56P6yW9MFPEGLWt_i2teDtGjksJngJ4sNo1XLDUshPdxoz0654mhQmIB8XtTUjZDR0/s320/outubro+4+2017+11+28+18_split_%25232_split_-793491.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="font-family: Calibri,sans-serif; font-size: 11pt;"&gt;
Olá caros leitores e escritores, neste dia irei falar sobre o segundo episódio da primeira temporada de Black Mirror.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um cara, uma bicicleta que gera energia em meio a varias outras pessoas que fazem o mesmo. Em seu tempo de folga é obrigado a assistir entretenimento enlatado se não quiser gastar seus créditos. Um show de talentos inescrupuloso para entreter os geradores de energia. CONTÉM SPOILERS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um homem negro retrata nosso ponto de vista na narrativa. O que me imergiu no episódio é o fato de ser tão parecido com a nossa realidade; sair da merda e ser alguém através de um concurso... É algo que infelizmente ocorre muito hoje. E no fim não faz diferença, pois é tanta gente tentando as mesmas coisas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele encontra uma mulher jovem, como um anjo em meio ao caos psicológico que o episódio nos coloca. O nosso personagem principal é tomado pela revolta após comprar uma candidatura ao tal concurso de talentos pra esta mulher. Porém o destino dela é uma prostituição forçada pelo compromisso implícito no presente. Obviamente ele se revoltou e deu a volta por cima economizando pra comprar uma entrada e... Ele ameaça cortar a garganta na frente de todos, porém isto termina como mais um canal, mais uma mídia enlatada reproduzida para os geradores de energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No fim a revolta dele é compartimentada para não esparramar pra todos os lados. Os internos consomem este programa como forma de controle, colocando a revolta de cada um concentrada em determinados momentos. Podemos comparar ao "minuto de ódio" em "1984" ou ainda resumido pela frase "o sistema é foda, parceiro". De qualquer forma isto mostra o quanto nossas emoções, ideias e ações são compartimentalizadas entre os setores de nosso dia. O episódio também nos mostra que não basta a revolta, não é o suficiente protestar... Ele tinha apenas duas escolhas; viver bem, curvando-se ao sistema ou morrer lá no palco pra talvez gerar uma revolta. O sistema minimiza o sacrifício, faz com quê as intenções puras sejam corrompidas pela própria versão dos fatos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O problema é que geralmente as pessoas não pensam sobre suas convicções e não as quebram em pedaços menores pra ver se desmancham ou continuam fortes. O que é certo pra você talvez não seja para outros. No entanto atacamos a posição alheia ao invés de tentar emprestar o entendimento alheio e tem medo de rever suas convicções, bem como a filosofia fazia antigamente... Quando o método científico estava sendo montado e criando raízes.&lt;br /&gt;
Lembrando que estes episódios de Black Mirror costumam ter interpretações particulares a cada telespectador, contando mais sobre&amp;nbsp;a visão dele sobre o mundo do que qualquer outro ponto, por esta razão eu gostaria&amp;nbsp;ouvir, ler e saber da visão de vocês sobre este episódio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filosofando um pouquinho:&lt;br /&gt;
Não quero dizer pra deixar de acreditar, mas sim que não tenha nada sagrado, que não pode ser contradito e/ou desmontado. Depois de tanto tempo desconstruindo os meus conceitos, cristalizei um novo; deixar as pessoas fazerem o que quiserem com elas mesmas, portanto devem respeitar a liberdade alheia. Isto faria diferença na sociedade; aceitar que tudo o que você sabe pode ter algo de errado, mas o medo cega...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois deste episódio senti uma sensação horrível, ainda pior do que no primeiro episódio. Mas vale a pena assistir pra refletirmos a natureza do ser humano e eu compactuo com a visão do episódio "o ser humano é mau a não ser que precise ser bom".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comentem o que acharam do episódio, pois esta é uma discussão importantíssima!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abraços randômicos e até mais!&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg5POQ5ZJjxUdYlkfaCSNTdkYL8Lr3csbGCtprSVkHaOe669XrcDruERb8oYPq9hPv7EuErpajbBkCQTTI2u-_1vYrnjNyKF989xCO-FzQoHSh8DtOuCcG1HNYNrMDlt8pkMos691V0ymo/s1600/outubro+30+2017+17+55+44_split_Post+Random+%252327_split_-702664.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_6482812053161913746" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg5POQ5ZJjxUdYlkfaCSNTdkYL8Lr3csbGCtprSVkHaOe669XrcDruERb8oYPq9hPv7EuErpajbBkCQTTI2u-_1vYrnjNyKF989xCO-FzQoHSh8DtOuCcG1HNYNrMDlt8pkMos691V0ymo/s320/outubro+30+2017+17+55+44_split_Post+Random+%252327_split_-702664.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="font-family: Calibri,sans-serif; font-size: 11pt;"&gt;
Olá caros leitores e escritores. Hoje em dia está em pauta a literatura de expressões sobre minorias e como os outros se relacionam com estes setores sociais. Sabemos também que parte radical destas minorias estão exigindo o seu espaço na literatura, pois isto se faz necessário num ambiente onde se dá voz e vez, como na internet. Mas é difícil pra alguns enxergarem alguns aspectos e gerar empatia através de seus posts e conjunto de opiniões. Não desejo ser guia para ninguém, mas o que direi neste texto me serviu muito bem para entender esta vitimização das minorias e como isto se relaciona com a história de nossa sociedade...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pra começarmos é preciso saber que postei alguns conteúdos referentes à empatia. Este é um princípio que deve ser entendido completamente, senão você será apenas um 'hater' em busca de alimento aqui no blog.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que você vê quando descrevo a cena abaixo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Encontrei minha amiga de infância sentada bem na minha frente, numa lanchonete da capital. Ela estava linda com os cabelos soltos e seu estilo único. Não podia parar de pensar se ela conseguiu seguir aquela graduação em moda que ela tanto queria, ou se aquele caderno em suas mãos seja resultado de alguma coisa... Queria passar em branco, não queria que ela me visse."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois bem; o narrador-personagem é homem ou mulher? Ele/ela sente amor ou amizade nostálgica? O narrador-personagem é branco, preto, moreno, ruivo? A lanchonete te remete a um lugar na periferia da capital ou no centro?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dependendo de seu contexto social você enxergará esta cena de diferentes formas. Compreender isto é fundamental para que a sua história fale na mesma língua que você. Insira os detalhes se quiser que ela trave, mas deixe rolar se quiser que o leitor participe de sua história ativamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não sou contra os "olhos azuis como o céu" ou os "cabelos longos e lisos como um fino tecido". É poético, mas é uma parede para conceitos tão diversos dos dias de hoje. Parafraseando o personagem Sheldon de "The Big Bang Theory"; deixe a sua história rodar na placa de vídeo mais poderosa; a mente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diferentes contextos nos levam além da literatura, nos carregam para perto de seus personagens e possíveis traumas dos mesmos. Também nos aproxima com o outro, que também pode ser seu leitor. O negócio é compreender que abusos podem acontecer com todos, mas alguns grupos sociais são mais suscetíveis a isto, por mais que alguns ídolos de ideologias queiram lhe dizer o oposto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A cena descrita também pode ser um teste pra enxergar seus preconceitos e imagens pré-concebidas de cenas onde não se descreve a aparência. Pois até onde a cena te diz o narrador pode ser gay, lésbica ou trans... Pode ser um balconista, um zelador, a cozinheira da lanchonete. Simplesmente você não sabe. Você apenas preconcebe imagens aleatórias baseadas em sua vivência. Isto é fundamental pra compreender a visão e pensamento do outro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensou que não estou falando de vitimização ou culpabilidade da vítima? O que escrevi até agora foi a introdução de um conceito simples, no entanto a falta de exercício de desconstrução de conceitos pré-estabelecidos nos deixam cegos perante a outras realidades. Pois pra muitos a imagem do outro não existe, o coletivo só existe pra impor suas vontades subjetivas. Quero lhe dizer que existem grupos de interesse por trás da coletividade; tanto para o bem, quanto para o mal. Determinar se o discurso é viciado em sua origem é fundamental pra construirmos nossos conceitos e descontruirmos também. Saber que existem duas ou mais versões narrativas pra mesma realidade é importante pra sabermos que existe a vítima do ato, se existe vitima das circunstâncias e qual é a parcela de culpa de cada um dos envolvidos direta e indiretamente no ato de violência (psíquica ou física). Entender que a mulher vestindo determinada roupa está "chamando estuprador" ou que determinada pessoa "não merece ser estuprada" não é uma opinião aceitável, pois isto demonstra que se você fosse uma mulher exercendo a sua vontade de se vestir como bem quiser (como um homem tem esta liberdade na sociedade atual) você estaria sujeito a ser estuprado. Deu pra perceber a perversidade desta linha de raciocínio? E isto vale pra outros grupos marginalizados, tanto de gêneros quanto em relação à religião.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você merecia ser espancado por ser quem é? Se a resposta for não; deixe de impor a mesma situação aos outros. Se for sim; você precisa de ajuda. Simples assim... &#128521; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deixem suas experiências nos comentários. Abraços randômicos e até mais!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJ4POaelzKt9vI_VOLIE6w6ijdmtx1MRlIMsUVdIu3yvkFOSU-6g1KSxMLrJLAx9LlQzGrESlVY7oQaLmXElLLQgeuJEG5GIbCo9O8fjxLf1nAcoJaLfcnYwUn1XemiSWYuejMAsShubI/s1600/outubro+4+2017+11+27+51_split_%25231_split_-752338.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_6482725513163583234" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJ4POaelzKt9vI_VOLIE6w6ijdmtx1MRlIMsUVdIu3yvkFOSU-6g1KSxMLrJLAx9LlQzGrESlVY7oQaLmXElLLQgeuJEG5GIbCo9O8fjxLf1nAcoJaLfcnYwUn1XemiSWYuejMAsShubI/s320/outubro+4+2017+11+27+51_split_%25231_split_-752338.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="font-family: Calibri,sans-serif; font-size: 11pt;"&gt;
Olá caros leitores e escritores. Neste post farei uma análise do primeiro episódio da primeira temporada de Black Mirror. É o conhecido "episódio do porco". CONTÉM SPOILERS! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta analise percorrerá por três aspectos da narrativa; social, econômico e "moral". Aproveitando o gancho que escrevi sobre a estrutura geral da série no post #0 desta coluna. Vamos ao social...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No episódio é mostrada uma sociedade semelhante à nossa em diversos aspectos. Onde o dilema é apresentado aos poucos; uma ligação, um video publicado no YouTube da Princesa Suzana sequestrada lendo a exigência excêntrica do Primeiro Ministro "foder uma porca" em cadeia nacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No primeiro momento é totalmente descartada a possibilidade da execução do ato, porém as tentativas de resgate falham e isto expõe ainda mais o Primeiro Ministro, bem como o governo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No segundo ato temos o desenvolvimento e nos é mostrado a reação das pessoas e imprensa a respeito. O interessante nesta parte é a praticidade e a naturalização da situação em poucas horas de exposição e ao final; a curiosidade mórbida da audiência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Creio que o propósito da exigência é a retirada da dignidade de um político. "Até aonde o Primeiro Ministro iria pela vida da Princesa?" Ou pela sua imagem perante aos eleitores... Não preciso dizer que não seria necessário se ele quisesse se desfazer de seu cargo e seu prestígio. Mas o ser humano é ambicioso e o preço era a exigência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Final do episódio; credibilidade e popularidade alta por conta da omissão em divulgar que a Princesa foi libertada pouco antes da transmissão. O casamento dele se tornou de faixada, pois ninguém é obrigado a compactuar com isto, certo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O egoísmo, status e a suposta pressão popular foram os impulsionadores da decisão do Ministro. Mas o que isto significa? Por mim a Princesa estaria morta...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E você; o que faria?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abraços randômicos e até mais!&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgie8-bXkT_bVHJb6CLbh5sGa_iTnPErIPf2hAv3kh0-bx5NOySwhpooGAgisaQedAaDc6p5acMNv90twWNb5oBYFFS1xu7e6-aatbHPaup8TsS0jSA7uLNx1sJPz46FLw5LJhudv_iSos/s1600/outubro+4+2017+11+26+43_split_%25230_split_-740983.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_6473063930328873586" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgie8-bXkT_bVHJb6CLbh5sGa_iTnPErIPf2hAv3kh0-bx5NOySwhpooGAgisaQedAaDc6p5acMNv90twWNb5oBYFFS1xu7e6-aatbHPaup8TsS0jSA7uLNx1sJPz46FLw5LJhudv_iSos/s320/outubro+4+2017+11+26+43_split_%25230_split_-740983.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="font-family: Calibri,sans-serif; font-size: 11pt;"&gt;
Olá caros leitores e escritores. Enquanto escrevo este post, acabei de assistir o segundo episódio de Black Mirror (também assisti o primeiro). E tenho que dizer; você se sente horrível depois de assistir. Mas uma palavra é muito pouco pra descrever a sensação obtida pela série.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pra quem ainda não assistiu (como eu há algum tempo atrás) esta é uma série de histórias no maior estilo Irmãos Grimm, mas passando nos tempos modernos e sem muito terror de sangue espalhado por todas as cenas. É uma espécie de terror psicológico e ficção científica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recebi a indicação do podcast Anticast enquanto eles faziam programas voltados para os episódios desta série de histórias individuais, explorando a alta tecnologia e comportamento social. Mostrando extremos de nosso próprio comportamento como sociedade, digo-lhes mais; todos deveríamos assistir ao menos um episódio desta série.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em geral são 45 minutos de história, dividido em partes limpas e concisas, sendo imprudente assistir enquanto se faz qualquer outra coisa. Geralmente o(s) protagonista(s) fica(m) sem saída enquanto escolha, o que nos faz refletir nossos comportamentos e atitudes como seres humanos. Agora irei explanar um pouco sobre o que percebi na estruturação da narrativa da série Black Mirror.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Ambientação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A parte inicial te apresenta o universo do episódio, toda a sua contextualização do ponto de vista do protagonista. Se compararmos com a literatura seria um conto em primeira pessoa. Nesta parte, além de te apresentar ao universo, temos a problemática do personagens. Sei que pouco entendo de cinema e televisão, mas os personagens nos passam o sentimento correto (por assim dizer), enquanto você se coloca no lugar do personagem e repensa as atitudes com um contrafactual; "o que eu faria se estivesse no lugar dele/dela?". É fantástico, até ir para a segunda etapa da narrativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Desenvolvimento.&lt;br /&gt;
Nesta parte você muda um pouco a perspectiva, vendo pelos olhos de outros personagens importantes para o desenvolvimento. Geralmente entra o segundo e/ou terceiro protagonista e alguns personagens secundários apresentados na primeira parte ganham força e expressão. Normalmente estes secundários representam o senso comum do universo ficcional apresentado pelo episódio. Os protagonistas secundários vão mover a história pra frente, continuando a apresentação do universo em uma linguagem, se transportada para a literatura, de terceira pessoa não onisciente. Ao mesmo tempo que o episódio amplia sua percepção, ele acaba te induzindo a tentar uma saída da realidade apresentada, mas nenhuma porta ou janela se abre, oferecendo apenas uma sensação de impotência que está por vir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Percepção do real.&lt;br /&gt;
Você toma posse do problema, ele passa a ser seu e você fica aflito enquanto esta parte se desenrola, preparando-se para a conclusão. Este é o momento preparativo para o clímax. Normalmente você diz "isto não vai acontecer!", mas (spoiler) na maioria das vezes acontece... Você é guiado pelo embalo da atitude final do protagonista em direção à conclusão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Conclusão.&lt;br /&gt;
Normalmente curta e densa. Como a decida de uma montanha russa; você sente uma ânsia emocional e deixa escorrer parte de seus pensamentos pelo nariz. A sua alma se segura onde quer que esteja... É impressionante a atenção que você dá a esta parte, mas você quer seguir pra saber o que acontece depois.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Desembarque.&lt;br /&gt;
Você assiste o final sentindo-se um merda. Pensando se deveria fazer o papel de um vilão da Marvel ou DC. Que nada na vida faz sentido ou alguma discussão que você teve na internet seria facilmente subjugada pela sensação prestada por este episódio. Algo muito desejável pra qualquer escritor que queira despertar estes gatilhos mentais do leitor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Planejo comentar um pouco sobre as perspectivas dos capítulos do Black Mirror nesta coluna. Assista e diga o que achou nos comentários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abraços randômicos e até mais!&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi9RmnoSgV5Buj-HHfZulLz0eSlmBcF8MjldRhQoBXH2AZOhnOwzF1SXyadHeJXfeE4ZzX5gtgTZb3HkfPrwvsO9tReUdZRXlYr7zY2TpZJ6jEPYQHz24ZYRjanAOBxZ-0Gx0abx_eLrpI/s1600/outubro+1+2017+13+44+57_split_Post+Random+%252326_split_-700443.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_6471984857658910370" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi9RmnoSgV5Buj-HHfZulLz0eSlmBcF8MjldRhQoBXH2AZOhnOwzF1SXyadHeJXfeE4ZzX5gtgTZb3HkfPrwvsO9tReUdZRXlYr7zY2TpZJ6jEPYQHz24ZYRjanAOBxZ-0Gx0abx_eLrpI/s320/outubro+1+2017+13+44+57_split_Post+Random+%252326_split_-700443.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="font-family: Calibri,sans-serif; font-size: 11pt;"&gt;
Olá caros leitores e escritores, hoje em dia temos o dever de conduzir a arte contemporânea. Seja através da escrita ou pela imagem... E tantos outros modos de expressões artísticas/culturais. E veja como estes dilemas e desafios podem servir de cortina de fumaça pra ações bem mais significantes, no entanto não chocam tanto quanto o nu da suposta moral e bons costumes inexistentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Começando pelo início... Demorei muito pra tomar uma posição e excluir meus possíveis preconceitos a respeito de arte conceitual, o mesmo serviu para virar a página da figura dos bons costumes. Portanto não esperem uma reação retrógrada a respeito da arte. Porém o que deve ser levado em conta são os espaços onde estas manifestações culturais contemporâneas (não necessariamente artísticas) são expressas. Devemos ter o cuidado também com o nosso Histórico Nacional e no que diz respeito à nossa recente abertura democrática, ou seja, não temos prática em nos governar, mas não é desculpa para nos abster.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com estas considerações poderemos seguir com a minha perspectiva sobre o assunto...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso Santander, por exemplo, o espaço usado para a exposição era restrito e fazia parte de um contexto bem específico. Fizeram muito barulho por nada e a maioria das peças não agrediam diretamente o pudor, muitas questionavam ações escondidas, colocando-as em perspectiva e debate. Esta questão é similar àquela passada na Alemanha Nazista onde a arte produzida por judeus era considerada degenerada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora podemos seguir para o tópico político. É óbvio que teve uma apropriação politica da situação. Movimentos de Direita, empunhando a moral e bons costumes (bem como os Nazistas na Segunda Guerra), enquanto do outro lado movimentos da Esquerda (supostamente liberal, pois apoiam em parte a ditadura do proletariado) apoiavam a manifestação quase que irrestritamente. É verdade que muitos não leram as fichas das obras em questão, tirando-as do contexto e julgando conforme a sua moral. Como eu havia dito num tweet; pessoas que não frequentam museus julgando obras restritas às exposições particulares (ou algo do tipo, não me lembro das palavras exatas). Sendo assim fundamental a nossa compreensão sobre as pessoas que emitiram opiniões inflamadas a respeito das obras supracitadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra questão importante apareceu recentemente onde supostamente um homem nu surge em meio a menores de idade. Esta cena facilmente pode ser encaixada como atentado ao pudor e todos que assistirem a este ato passivamente; um co-autor de tal crime. Antes de prosseguir, expresso aqui que a(s)/o(s) responsável(eis) estavam errados em expor publicamente criança(s) a este tipo de exposição.&lt;br /&gt;
Agora vamos abordar parte do aspecto social deste ato (parte, pois não tenho leitura suficiente pra sustentar algo muito profundo). Sob este prisma podemos dizer que é um desafio e uma exposição do estado natural para discussão dos paradigmas sociais atuais, mas acredito ser uma exposição desnecessária para a estrutura social atual e mesmo os mais liberais (e libertários) podem achar um atentado à moral. Por mais que a moral seja subjetiva. Por outro lado esta exposição não contribui em nada ao combate contra a pedofilia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora falarei sobre a cortina de fumaça que esta discussão gera no âmbito político nacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos movimentos se apropriam, aparentemente do nada, de preceitos morais, defendendo a suposta família tradicional brasileira (que por sinal não existe de fato, a não ser que você fale sobre os donos de escravos e coronéis brasileiros). A esquerda já expôs as suas contradições, como as dos fundadores do MBL, por exemplo, expondo as letras de funk bem mais agresivas do que qualquer obra de arte exposta num museu. Abrirei um parênteses para contextualizar sobre o funk brasileiro...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, há uma contextualização sobre a desvalorização e exposição exagerada da figura feminina, dada como posse daquele que pode pagar mais pela sua presença e eventuais serviços. Geralmente esta classe privilegiada é representada por traficantes de armas, drogas e humanos, bem como habitantes das classes A e B frequentadores dos bailes funks e afins. Considero todo este ambiente como negativo para a imagem feminina, pois tira a sensibilidade das mulheres sobre a violência que as mesmas sofrem em seu ambiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltando... Se eu elencasse todas as contradições sob o prisma de sua moral da direita brasileira faria um texto desnecessariamente mais longo que este e com toda a certeza sem o foco necessário, pois me obrigaria a elencar as contradições de seus oponentes. Também vale salientar o momento de descoberta da corrupção cujo Brasil está passando, e o quanto estas discussões acaloradas sobre moral e o que é arte (que por sinal não é uma pauta nova) serve como cortina de fumaça, tirando o foco do que é realmente importante para a nossa construção como Estado Nacional, desconstituindo seus preconceitos e relendo criticamente suas crenças históricas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembrando que li opiniões internet a fora no que concerne a posição de profissionais na área da psicologia, mas infelizmente falta pesquisa para sustentar argumentos dos dois lados, sendo assim estas visões ainda estão em conflito. Uma coisa é certa; o debate é imprescindível, ao contrário da proibição arbitrária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembrando que todos nós eventualmente entramos em contradições e percebe-las é o que nos faz evoluir em nossa própria perspectiva. Mudar de opinião não é o crime que muitos pintam por aí. Uma ideologia, seja de esquerda ou direita, não é uma roupa que se veste conforme seu gosto, mas uma construção de ideias pré estabelecidas e, geralmente, baseadas em muitos argumentos que provavelmente você não apoiaria se pensasse sobre. Saiba construir seu próprio conjunto de ideias e não se permita encaixotar. Há ideias boas e ruins de todos os lados, por isto que nosso papel enquanto artistas é colocar os assuntos em debate, questionando as bases das ideologias existentes, principalmente aquelas que se apoiam em morais ambíguas e de preceitos religiosos (pois Bíblia não é Constituição).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espero que compreendam o meu ponto de vista (ainda em construção) e que gere a discussão necessária e não ataques desnecessários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abraços randômicos e até mais!&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgnYK5233ZaLPaDcaLs7aQd0xr3KvaE7-MXw0VDIT7WUuaanPKL37m5TcD_KfWJy0XrqNYXx_yUCn9moCEtwov8WI4WDWzeL6xzm-GbtoE3I24iM-1wKDdc-LrcyAHriJJQYtv_3ooArHE/s1600/setembro+11+2017+7+53+53_split_Post+Random+%252325_split_-776045.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_6464472430029218530" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgnYK5233ZaLPaDcaLs7aQd0xr3KvaE7-MXw0VDIT7WUuaanPKL37m5TcD_KfWJy0XrqNYXx_yUCn9moCEtwov8WI4WDWzeL6xzm-GbtoE3I24iM-1wKDdc-LrcyAHriJJQYtv_3ooArHE/s320/setembro+11+2017+7+53+53_split_Post+Random+%252325_split_-776045.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="font-family: Calibri,sans-serif; font-size: 11pt;"&gt;
Todos os dias quando acordo, não tenho mais o tempo que passou...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este é um pensamento constante em todos os dias de minha vida, fico pensando sobre o que eu deveria ter feito ontem, mesmo não podendo fazer nada a respeito, pois a areia do tempo já escorreu pra parte de baixo da ampulheta. Quem já teve esta sensação sabe que é terrível ficar preso ao passado, mesmo que recente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por estes dias fiz um post sobre independência e como isto é um ideal utópico, a mesma coisa acontece com as relações pessoais, pois todos somos dependentes de alguém, no entanto para equilibrar estas relações, faz-se necessário que o outro dependa de você e não que se desprenda destas relações. Encontre alguém que confie, compartilhe sua história a conta gotas, até ver o copo meio cheio, pois até lá ela já conhece seus adjetivos. Saiba que ninguém é perfeito e de que a história privilegia aqueles que tem dinheiro ou posição social prestigiada. Os grande gênios que entraram na história eram assim, aqueles que não eram, foram empurrados pelos que eram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Veja o caso de Nicola Tesla; só conseguiu uma posição na indústria de Thomas Edison por conta de uma indicação de Albert Einstein. Enquanto Edison já vinha de uma família rica, a mãe de Albert Einstein era de uma linhagem de industriais alemães. Ou seja; sempre há a força do capital envolvido para entrada na história. Ainda assim Tesla só obteve o reconhecimento merecido de suas invenções após a sua morte; sozinho num quarto de hotel, depois de doar seus lucros pra salvar a indústria da família Rockfeller... Antes disto ele era apenas uma nota de rodapé na história.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O jeito é levantar todos os dias em busca de seu melhor e impor pequenas metas, mas o principal é ter a consciência de que todo dia é dia de feira. Pois ao contrario do que te contaram aos fins de semana, não há dia de folga quando se vive. E nos dias que te disserem pra ficar improdutivo; invista em seus projetos pessoais, adiante as coisas pro dia seguinte, faça teatro no espelho pra melhorar seu "relacionamento interpessoal", pense a respeito de seus atos e o que te cerca no trabalho e na vida... Te elogie e valorize o que fez de certo, corrigindo o que fez de errado, mas sempre com os olhos pra frente. Faça o que tiver em seu alcance para fazer de hoje seu melhor dia, no entanto não fique decepcionado se amanhã você superá-lo, pois isto mostra o quanto você evoluiu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saiba que você pode ser mais do que ontem e menos do que amanhã. Um passo de cada vez que se chega à alguma realização pessoal. Pequenas metas, grandes objetivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abraços randômicos e até mais! &#128521; &lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEik7PRLt1SdsSp-Eu9asWYY0dr6QOeyPO0T3lu-lxUE9MNOTMnyRqQfLk-NR32DT1OWU1vBtyeJ3qIdn7QxxsvDC5qqn0MBMpMA2El9W9ULgUhehxcCuTrpsbqPQW_CRCunmrSwa3CBsFk/s1600/setembro+7+2017+13+29+26_split_Post+Random+%252324_split_-718175.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_6463074597591893570" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEik7PRLt1SdsSp-Eu9asWYY0dr6QOeyPO0T3lu-lxUE9MNOTMnyRqQfLk-NR32DT1OWU1vBtyeJ3qIdn7QxxsvDC5qqn0MBMpMA2El9W9ULgUhehxcCuTrpsbqPQW_CRCunmrSwa3CBsFk/s320/setembro+7+2017+13+29+26_split_Post+Random+%252324_split_-718175.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="font-family: Calibri,sans-serif; font-size: 11pt;"&gt;
Olá caros leitores e escritores, nos dias de hoje é fundamental a discussão do real significado das palavras e a interpretação que se tem quanto ao uso delas no dia a dia. Portanto vamos dar voz e vez pra uma palavra forte que caiu no senso comum, infelizmente; Independência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu não sou purista em relação à "prostituição" das palavras, no entanto, alguns usos destas palavras são usadas de formas maliciosas. A independência é uma destas palavras...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Independer de algo ou alguém pode dizer que você é auto-suficiente em relação a este alguém ou algo. Também pode dizer que ser independente é conseguir viver por conta própria e aceitar somente aquelas pessoas que você quer pra dar alguma satisfação. Sob uma lente social, podemos dizer que a Independência do indivíduo, em geral, é utópica. Neste caso, pode-se dizer sobre "interdependência", significando que se fulano depende de você pra algo, consequentemente você depende de fulano pra algo, em resumo; o equilíbrio das relações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A palavra independência tem um caráter aparentemente positivo, mas querer independência é se descolar da realidade, tomando pra si a responsabilidade de quebrar a relação de interdependência. Estas relações interdependentes são totalmente compatíveis, por exemplo, com o conceito de hierarquia, mas infelizmente por conta do poder econômico exacerbado de alguns indivíduos, nestas relações hierárquicas a interdependência se desequilibra, gerando uma relação de dependência daqueles indivíduos deficitários economicamente falando, enquanto isto não acontece com os superavitários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quero dizer que a relação de interdependência, naturalmente uma relação de equilíbrio (você depende de mim e eu dependo de você, como um elo de corrente), é quebrada pelo poder econômico superavitário. Aí chegamos nos paradoxo da Proclamação da Independência do Brasil... Independentes diretamente de Portugal, até tentando romper as relações por meio de uma guerra (sim, houve uma guerra de Independência), mas no final adquirindo uma tremenda dívida externa, não só de Portugal, mas também do Reino Unido. Ou seja, saímos ainda mais dependentes de nossa Independência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim acontece na vida, com a diferença de que nossos pais não costumam cobrar tudo o que fizeram por nós. E para aqueles que foram independentes desde pequenos, com toda a certeza a vida te cobrou o preço disto; seja pela falta de estrutura familiar ou pela falta de relações saudáveis (não necessariamente familiares). Se a vida não te cobrou o preço disto; você ganhou na loteria. Retomando... Saímos de nossas casas em busca de algo que nos move, alguma paixão; seja profissional ou pessoal. Muitos não saem de casa, mas a verdade é que trocamos a independência de nossos pais pela dependência de seu emprego, amigos, esposo(a)... Assim por diante. Por mais que tentemos se tornar independentes, sempre dependeremos de algo, mas temos a escolha (ao menos temos esta ilusão) de quem dependemos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A realidade é de que a economia da independência, funciona na vida cotidiana. E que o poder econômico quebra esta independência, pois uma parte depende menos de outra, por esta segunda ser facilmente substituível por um terceiro que necessite desta relação para sua subsistência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que podemos fazer pra aumentar a independência do indivíduo? Creio que o poder público pode incluir diretamente na distribuição de poder econômico. Quando digo isto não é simplesmente "dar dinheiro" praqueles que nada tem, mas sim dar informação sobre como gerir este dinheiro, dar ferramentas para que estes indivíduos se tornem mais independentes de seu empregador. Também penso que seja importante a abolição de contratos de exclusividade (isto prejudica a parte menos favorecida, pois a empresa vai trabalhar com mais de um empregado, por qual motivo um empregado trabalhará somente pra uma empresa?) e manutenção do salário mínimo semelhante a como conhecemos, porém exigindo menor carga horária e mantendo a pouca renda que ela ainda garante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sou socialista? Não; sou humano. Acredito que todos devem ter a oportunidade de depender de mais de um empregador, depender de mais de uma pessoa. Pois quando muitas pessoas mandam em você, ninguém manda em você de verdade e ficam condicionados à sua demanda, bem como você depende da demanda deles... Isto é equilíbrio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gostaram do post? Comentem aí e respondam; de quem ou de quê você depende pra ser feliz? E faça a sua própria reflexão &#128521;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abraços randômicos e até mais!&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEikjC6z_fJGr3OPjxPYq0QodYCwuwZsPpUpsQGqg-g9PCgcefzUTns2cvNJmE3L4WI5jXp1N_f78jL5V7jb3WVdp4UIs_F7r6QBnX86udxJGNSMqTZp4EuCtGNnjYCSQR-ehu7ajkmm7Zc/s1600/%253D%253FWindows-1252%253FQ%253Fagosto_31_2017_21_41_51%253D5Fsplit%253D5F%255BCi%253DEAncia%255D_F%253DEDsica_Q%253F%253D+%253D%253FWindows-1252%253FQ%253Fu%253DE2ntica_e_a_Relatividade_de_Einstein%253D5F%253D5Fsplit%253D5F-734681.jpg%253F%253D"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_6460604634576661762" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEikjC6z_fJGr3OPjxPYq0QodYCwuwZsPpUpsQGqg-g9PCgcefzUTns2cvNJmE3L4WI5jXp1N_f78jL5V7jb3WVdp4UIs_F7r6QBnX86udxJGNSMqTZp4EuCtGNnjYCSQR-ehu7ajkmm7Zc/s320/%253D%253FWindows-1252%253FQ%253Fagosto_31_2017_21_41_51%253D5Fsplit%253D5F%255BCi%253DEAncia%255D_F%253DEDsica_Q%253F%253D+%253D%253FWindows-1252%253FQ%253Fu%253DE2ntica_e_a_Relatividade_de_Einstein%253D5F%253D5Fsplit%253D5F-734681.jpg%253F%253D" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="font-family: Calibri,sans-serif; font-size: 11pt;"&gt;
Olá caros leitores e escritores, depois de quase um ano sobre uma sugestão pra esta coluna... Estou aqui pra falar sobre física quântica, arranhando o assunto. Pois depois de muito ler e assistir canais ligados a divulgação científica, descobri que até mesmo os pesquisadores da área tem dúvidas sobre o que acontece no campo da quântica, principalmente por se tratar de um campo da ciência muito novo... Menos de 100 anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A física quântica nasceu junto à Teoria da Relatividade (Geral, posteriormente a Especial), enquanto a quântica tinham como objetivo explicar o movimento de partículas subatômicas a relatividade explicava com maior exatidão os movimentos dos planetas e estrelas, bem como a distorção da luz por objetos massivos, consequentemente desconstruindo a ideia de Newton de que o tempo era absoluto. Mas Albert Einstein não gostava da ideia da quântica, pois acreditava na elaboração de uma única teoria para a explicação dos fenômenos físicos do Universo e, portanto, não poderia ter duas teorias explicando os fenômenos físicos. Ele chamou esta teoria de "Teoria do campo unificado" e trabalhou para a solução dela até o fim de seus dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um fenômeno interessante da física quântica é a "Ação Fantasmagórica à Distância", nome dado por Einstein ao ler o artigo de seu colega, o Físico David Bohm, sobre o fenômeno. Este fenômeno consiste no fato de uma partícula reagir instantaneamente numa ação de outra partícula, mesmo estando há uma distância significativa, não respeitando a velocidade da luz. Fenômeno hoje mais conhecido por entrelaçamento quântico. E qual seria a origem deste fenômeno? Ninguém sabe ao certo, mas sabem que isto ocorre e descobrindo as limitações deste entrelaçamento através de pesquisas experimentais e cálculos teóricos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E para quê serve esta tal de Física Quântica?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de não ter uma aplicação imediata e o entrelaçamento quântico descartar (ao menos em suas pesquisas até agora) a comunicação instantânea e o teletransporte, estas pesquisas estão servindo como base para a construção de computadores quânticos. Computadores estes que podem ter capacidade elevada significativamente por conta da otimização do processamento de dados e da tal "Big Data", onde inteligências artificiais poderão traduzir estes dados em usos cotidianos, trazendo ainda mais melhorias nas nossas vidas no futuro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estima-se que quando for alcançada a unificação da quântica com a relatividade, poderemos viabilizar a criação máquinas que passem perfeitamente pelo Teste de Turing, emulando perfeitamente a inteligência humana. E não me diga que isto não é útil!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como pode ver, a quântica não serve para fabricar aquele shampoo que você usa, ou a dieta de algum shake milagroso. Quântica é um campo novíssimo na física e deve ser respeitado, não sendo usado para comercializar produtos baseados em pseudociência que não tem nada a ver com a ciência séria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;
Este post será mais uma atualização do que qualquer outra coisa. Quero lhes contar o que fiz durante as últimas semanas, resumindo, o que aprendi.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como todo bom leitor, minhas leituras estão atrasadas. Mas o motivo é a montagem de outros dois roteiros pra livros com os seguintes títulos:&lt;br /&gt;
"Invisível como Negro" =&amp;gt; Uma fantasia urbana. Abordará a história de um político negro com poderes de se tornar invisível. Já no fim da vida ele monta sua biografia, onde decorrerá a narrativa do livro, com a ajuda de Guilherme (um jornalista) e dois membros da justiça, pois também será uma confissão de seus atos durante sua careira.&lt;br /&gt;
"Tecnocracia: A Una Adel" =&amp;gt; Uma Distopia num mundo onde a tecnologia é predominante. Na primeira vista pode-se notar a prosperidade ressurgindo na Terra após a terceira guerra mundial, mas o sistema governamental da unificação dos países não é tão perfeito quanto parece. Adel, uma garota de treze anos, é a filha de um grande cientista polímata, líder de um grande setor de desenvolvimento de novas tecnologias para a recuperação da Terra. Durante o livro ela descobrirá coisas sobre ela e seu mundo que não poderiam ser descobertas, pois estes segredos abalarão a confiança do povo em relação ao seu Governo aparentemente democrático.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é de se notar são projetos totalmente diferentes. E também diferentes do meu último projeto "Ômega Volk: A Margem da Maldade", mas ele já está bem encaminhado, espero concluí-lo até o final do próximo ano, não faltando para os outros dois. Está sendo um projeto desafiador, pois se trata de uma narrativa composta de mais de quatro narradores personagens em duas linhas do tempo diferentes, sendo uma delas linear e a outra aleatória. Portanto é muito difícil manter uma linha de raciocínio. Os outros dois projetos me servirá para alternar em narrativas mais fáceis de se escrever, talvez até conclua antes do meu primeiro projeto... Isto sem falar de uma coletânea de poesias que lançarei pela Amazon no final do ano. A maioria delas eu escrevi entre os meus 14 e 17 anos, revisadas posteriormente quando retomei o meu hábito de escrever. Inseri no projeto mais algumas outras poesias, portanto será um ebook bem grande, por mais que sejam, geralmente, poesias curtas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aproveito para chamar algum dos leitores deste blog para ser meu leitor beta. Um de cada livro. Pode se comunicar através do meu email gustavo.vegas.pro@gmail.com lá eu conversarei um pouco sobre seus interesses na escrita e sua preferência por algum dos três projetos. Pretendo escolher três leitores betas em cada um dos projetos, sendo os quatro citados acima precisando de leitores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os projetos ainda precisam de uma cuidadosa revisão, mas garanto que a qualidade não deixará a desejar. Se por acaso tiver algum leitor beta antigo do meu livro "Omega Volk..." saiba que eu perdi o controle dos contatos em meu email, portanto desta vez farei um controle mais cuidadoso, informando a frequência de atualização a medida de que eu for escrevendo. Também é imprescindível dizer que se não obtiver um retorno sobre os meus escritos após três semanas do envio dos originais, considerarei que o projeto não lhes interessa mais e não receberá mais tal atualização. Creio que esta é uma boa medida a se tomar, considerando que é interessante ser beta (eu já fui) e também é importantíssimo ter uma opinião sincera sobre a nossa escrita... Os pré-requisitos? Gostar de ler e gostar do gênero de ficção como um todo. E o principal é ter tempo de ler as minhas linhas XD.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espero seus contatos! Abraços randômicos e até mais!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Aproveite a sua leitura!
Caso queira entrar em contato me envie um email:
gustavo.vegas.pro@gmail.com.br&lt;/div&gt;</description><link>https://blog-generalista.blogspot.com/2017/08/escrevendo-1.html</link><author>noreply@blogger.com (Gustavo Random)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6832633098962671325.post-7972038724546796039</guid><pubDate>Sun, 20 Aug 2017 12:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2019-03-10T19:14:24.035-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Literatura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Psicologia</category><title>[Depressão] Como se matar...</title><description>&lt;div class="mobile-photo"&gt;
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&lt;div&gt;
&lt;div style="font-family: Calibri,sans-serif; font-size: 11pt;"&gt;
Olá caros leitores e escritores, neste post você verá como uma vida pode se extinguir... Como se matar mudaria algo? Afinal, as pessoas são o que são independentemente de você. Somos nós os únicos responsáveis pelo que se passa na vida daqueles que estão próximos de nós, mas esta afirmação também vale para os outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A depressão é um dos meios pelos quais a decisão de se matar caminha, mas esta estrada não é de via única. Você pode pensar que sua vida é um fardo para os seus familiares e amigos, até que você tenha razão, mesmo que eles não se importem com você, quem está errado na verdade? Muitas pessoas geniais já se depararam com a solidão e flertaram com a morte, no entanto poucas caíram em seus braços. Saiba que o fato de ninguém ama-lo não te faz menos importante do que o resto do mundo, pois encontra-se prazer nas pequenas coisas. Certamente você se lembrou de algo feliz e com significado próprio para consigo. E com toda a certeza, este momento, te deu uma razão, ainda que momentânea, de estar vivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante muito tempo pensei que era um fardo para alguém, mas deixei isto de lado e me concentrei em mim; fazendo as coisas que me deixavam feliz. Uma delas era escrever, mas antes vieram outras; estudar temas que me despertavam interesse, ouvir os balanços das músicas clássicas de um coleção velha de fitas... Encontrei a beleza num passeio de bicicleta e até mesmo em observar a chuva. Muitas vezes nos deixamos levar por jogos, nos viciamos em químicos para fugir da realidade, enquanto a forma mais prazerosa de se fugir de algo tão cruel, quanto o nosso mundo, é a imaginação. Seja através da música ou poesia, da escrita ou da arte de retratar o mundo em forma de desenho... Estas formas são as mais proveitosas, pois está lúcido e com a sua mente afiada para novas perspectivas e pensamentos. Quem sabe? Você pode mudar o mundo através de sua forma única de pensar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E não se esqueça; você é muito especial pra você mesmo. Não desperdice a sua vida com os outros, se importando tanto com que eles pensam de você. Estou aqui, nos comentários ou pelo email se quiser ajuda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abraços randômicos e até mais! &#128521; &lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjAhmyFVg6FqLGVwavNUDOdmAp4vCop76e4k1pSL2YflbbdYMvdYHulIMUN42jVR65W1nUgWeHkrC52EfYPgx4_KGkJqcaKKX0xL1DRbjBq8Lt76VerDGxRXUO97VsMHwnzRqax2S59Ezc/s1600/%253D%253Futf-8%253FQ%253Fagosto_3_2017_19_08_47%253D5Fsplit%253D5F%255BCi%253DC3%253DAAncia%255D%253D5Fsplit%253D5F-741926.jpg%253F%253D"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_6450176055416711618" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjAhmyFVg6FqLGVwavNUDOdmAp4vCop76e4k1pSL2YflbbdYMvdYHulIMUN42jVR65W1nUgWeHkrC52EfYPgx4_KGkJqcaKKX0xL1DRbjBq8Lt76VerDGxRXUO97VsMHwnzRqax2S59Ezc/s320/%253D%253Futf-8%253FQ%253Fagosto_3_2017_19_08_47%253D5Fsplit%253D5F%255BCi%253DC3%253DAAncia%255D%253D5Fsplit%253D5F-741926.jpg%253F%253D" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="font-family: Calibri,sans-serif; font-size: 11pt;"&gt;
Olá caros leitores e escritores, inspirado pelo vídeo do Atila Iamarino no Nerdologia (https://m.youtube.com/watch?v=UI1xR_AECrU) pretendo dar meu toque aleatório e literário ao assunto título. Portanto não deixem de conferir o ótimo vídeo e em seguida venha aqui nos comentários e discutir a imperfeição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você já pensou o que ocorre quando seu computador fica com aquela tela azul irritante? Pois é; um paradoxo ou falácia lógica ocorreu e não há nada que se possa fazer, pois todos os sistemas e conjuntos estão sujeitos a estas falhas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já se dizia antigamente que somente Deus é perfeito e esta divindade pertence a outro plano. Portanto se Deus é perfeito ele não pode pertencer ao grupo "Universo" pois por determinação tudo que está contido no Universo é imperfeito e incompleto. Explico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao medir a velocidade de uma determinada partícula não descobriremos a sua trajetória e vice-versa. Da mesma forma que se você falar "Estou mentindo", um paradoxo é gerado. Pois falar que está mentindo, logo a frase é falsa, portanto você está falando a verdade, no entanto se você diz que está mentindo e fala a verdade logo mente. Este é o paradoxo do mentiroso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos extrapolar um pouquinho mais? Seguimos...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você diz que sua ideologia é perfeita e sem furos, como por exemplo o capitalismo, estará cometendo uma falácia lógica pois se o capitalismo conter a si mesmo, logo não é perfeito. Pessoas passarão fome, guerras se formarão e as leis nunca serão satisfeitas, pois o código penal entrará neste mesmo paradoxo em algum momento. Pessoas não seguem a lógica e sempre será uma falha crítica em qualquer ideologia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falam que o socialismo não deu certo por ser implementado de forma arbitrária, podemos cair numa falácia lógica, pois o ideal, o perfeito, nunca será satisfeito. Da mesma forma que as fórmulas da física tendem a colapsar antes de serem satisfeitas, as nossas ideologias, fazendo parte do universo imperfeito, também tendem a colapsar antes de ter algum resultado prático.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não ficou convencido? Vou mudar um pouco o discurso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos dizem que toda regra tem sua exceção, mas se toda regra tem exceção e se esta for uma regra, logo ela tem exceção. Entretanto esta regra inclui a de que todo sistema lógico que conter a si mesmo entrará em colapso, pois tudo é imperfeito por determinação; haverá uma regra sem exceção e esta é a de que tudo é imperfeito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bem como uma rocha cruzando o horizonte de eventos dum buraco negro, não é possível que escapamos do conjunto chamado Universo. E se não é possível sair levando em consideração a regra de que toda regra tem uma exceção... Esta é a existência do buraco negro que escapa ao conjunto chamado Universo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falando um pouco de buracos negros:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As convicções científicas montadas através dos tempos param de funcionar próximo ao horizonte de eventos, isto corrobora com a regra de que toda regra há exceções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Continuando... Já foram ideologias e ciência... Agora tocarei num campo nebuloso; a dos sistemas de crenças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se todos estamos certos sobre nossas crenças, logo ninguém está certo. E se ninguém está certo; como averiguar a afirmação? Portanto todos podem crer no que bem entendem, mas por civilidade temos a convenção social de que isto não pode ser aplicada à crenças alheias e esta convenção impõe a supracitada afirmação à todas as crenças, logo ela é falsa ou não está contida no conjunto de sistemas de crenças. Se quisermos forçar... Cairemos novamente numa falácia lógica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ciência é um sistema de crença? De certa forma sim, mas não da forma da religiosidade que não pode ser averiguada. Por isto temos o chamado "Método Científico" e este procedimento nos garante a correta aplicação da ciência. Através da averiguação do método aplicado às experiências podemos afirmar ou refutar qualquer conceito científico, mas se averiguar todo e qualquer método de todas as experiências e experimentos realizados, por conta do volume, será matematicamente impossível averiguar todos os métodos aplicados nestes experimentos. Para isto serve a "Validação por Pares", no entanto este acaba sendo um sistema de crença, pois temos que acreditar nela e as suas consequências. Portanto se pudéssemos acusar algo na ciência de transforma-la num sistema de crença; devemos isto à validação por pares. Como os livros sagrados em todas as grandes religiões. Mas ao contrário destes livros a ciência em última instância pode ser provada falsa, enquanto as religiões não, pois não há um método de evolução e descoberta crescente de Deus, como ocorre no método científico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes que me acusem de herege e ateu (se é que isto é xingamento), posso apresentar um fato (facilmente verificável através de evidências espalhadas internet a fora) de que a maior patrocinadora da ciência foi a Igreja Católica, antes dela os Árabes Mulçumanos (hoje conhecidos por uma ignorância crescente) também fizeram grandes avanços tecnológicos e científicos... E garanto que estes avanços foram pra descobrir a verdade sobre Deus e como seu mundo funciona. Aliás; as religiões (todas!) foram criadas pra dar alguma explicação aos fenômenos da natureza, bem como a sua própria existência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há um limite pra tudo e nenhuma visão alcança todas as explicações, mas podemos dizer que o ponto de vista científico nos dá mais ferramentas do que as demais pra descoberta do que ocorre neste nosso Universo Imperfeito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deixe a sua opinião, pois ninguém é perfeito... Bem, se toda regra tem exceção.... Não tem fim &#128513;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abraços randômicos e até mais!&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;div&gt;
&lt;div style="font-family: Calibri,sans-serif; font-size: 11pt;"&gt;
Olá caros leitores e escritores, neste post colocarei uma parte de meu coração de escritor. Falarei um pouco sobre o prazer de escrever. A fuga, não por si, mas para falar da realidade. Contraditório? Não; apenas faz parte de ser humano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comecei a escrever poesias, assassinando a gramática, bem como a concordância. Não me importava quem eu iria ferir ou quais intelectuais da língua portuguesa eu ofenderia com textos tão esdrúxulos. Com o tempo dei forma ao caos e, por insistência de minha professora de produção de textos (sim, houve esta matéria na escola pública), prestei atenção à técnica no texto. E não; não me tornei um escritor instantaneamente assim que me dei conta das técnicas de produção de textos. Foram muitos anos pra ter consciência de minha produção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas; por qual motivo eu escrevo? Esta é uma questão interessante, no entanto não é simples de responder.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu escrevo para dar vazão à minha imaginação. Esta seria a versão mais curta e poética da resposta, com toda a certeza colocaria numa pequena biografia de apresentação. Mas não é simples quando a inspiração é tragédia e sua mente deixa a desorganização dominar sobre os fatos, bem como as obras literárias lineares que nos são apresentadas cotidianamente. Isto vai se refletir sobre meu primeiro romance a ser lançado quando... Bem, quando eu terminar. Não tenho pressa, mas pretendo concluir a escrita no próximo ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pra quem não acompanha (nem está afim de ler todos os posts procurando a informação) o meu livro tem como cenário um anexo (fictício) do principal campo de extermínio Nazista. Conta a trajetória de Grimaldi Volk, um cientista que não quer revelar suas descobertas ao Terceiro Reich. O livro será narrado por quatro a cinco (ainda não decidi) narradores em primeira pessoa dispostos aletoriamente em duas linhas temporais (presente e passado), nas quais a linha do presente é narrado de forma linear e o passado de forma aleatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Continuando... Eu tive por muito tempo a concepção de que eu não era capaz de produzir um romance por conta da aleatoriedade dos meus pensamentos, até conseguir escrever o roteiro deste livro. A primeira versão, cheia de incoerências históricas e contendo falhas na coerência e coesão. Impossível de ser apreciado por qualquer um, até mesmo eu não entendia como eu pude escrever aquilo. Gosto de falar que a minha história foi salva pela minha persistência e vontade de abrir meu peito e enfiar o dedo no meu ego em busca de melhorias técnicas que evidenciaria a história, dando personalidade a um texto sem forma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto a função da escrita estava lá; dando vazão a minha (suposta) criatividade e tendo uso terapêutico em substituição de possíveis químicos que detonaria (com toda a certeza) a minha saúde física (não que esteja tão melhor, mas não piorei nada).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gostaria de dar um belo testemunho, falando que a escrita me tirou de uma depressão, comecei a fazer exercícios físicos pela manhã enquanto observava a natureza pra me inspirar, mas são tempos modernos e sedentários estes que vivemos. Continuei convivendo com meus tormentos, no entanto ele está exposto no papel, tal qual uma criança de castigo por bagunçar a casa inteira... Esta criança é a tristeza e a casa é minha cabeça. A depressão deixa a visão embaçada, pois fecha a nossa mente como um fusca num dia chuvoso... E precisamos abrir um pouco a janela, se molhando e tremendo, mas seguindo em frente. A escrita foi só uma marcha neste fusca velho. Que venham muitas pela frente!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E você; por qual motivo escreve?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abraços randômicos e até mais! &#128521; &lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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gustavo.vegas.pro@gmail.com.br&lt;/div&gt;</description><link>https://blog-generalista.blogspot.com/2017/08/post-random-23-o-prazer-de-escrever.html</link><author>noreply@blogger.com (Gustavo Random)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgp5hbWads_3nBFFilVKybREjBeyjjdqs_jh5qPjO2VYeoHfVsw8koIhyphenhyphenVYKvkU_NLvqRwEZNGdgTXoniK8GlshvFG7VpDppYaquZ7MltsAF-L75fYKy25optryCjr4nWFVVn2uxk-e29E/s72-c/agosto+2+2017+19+13+26_split_Post+Random+%252323++++O+Prazer+de+Escrever_split_-750531.jpg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6832633098962671325.post-4504691101693905305</guid><pubDate>Sat, 29 Jul 2017 23:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2019-03-10T19:14:24.022-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Literatura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Psicologia</category><title>[Depressão] Empatia</title><description>&lt;div class="mobile-photo"&gt;
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&lt;div&gt;
&lt;div style="font-family: Calibri,sans-serif; font-size: 11pt;"&gt;
Olá pessoas, tudo bem com vocês? Sentiram falta dos posts no blog? Pois bem; tentarei retomar o ritmo, mas irei com calma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O propósito deste post é discursar um pouquinho sobre empatia. Muita gente pensa que empatia é a mesma coisa de sentir pena de outra pessoa, ou um sentimento que você tem que pensar o que faria no lugar de outra pessoa. Mas não é bem isto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Empatia é se colocar no lugar de outras pessoas, no entanto não é pensar "o que eu faria no lugar dela?". Não entendeu? Eu explico; empatia é pensar com a mente desta pessoa, com as experiências das quais você tem conhecimento sobre ela. Se algo não encaixar bem, ela não confia que você o suficiente pra contar tudo e a culpa não é dela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pessoas com depressão normalmente não deixam outras pessoas se aproximem delas, pois já tiveram pessoas que, como você, aproximam-se dela e eventualmente não tem a empatia necessária e falam coisas parecidas com "Ei, é só você erguer a cabeça!". Isto machuca muito mais do que se imagina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tenho o costume de, enquanto escrevo, pensar como meus personagens. Não é fácil, pois cada um tem suas experiências de vida e forma de pensar singulares. O segredo deste método de condução da narrativa é a Empatia. Isto se desenvolve com o tempo, treinando com as pessoas que te cercam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Garanto que já lhe ocorreu a seguinte pergunta "O que aconteceu praquela pessoa agir deste jeito?". Pois é; Empatia é a resposta. E é a forma mais sutil de "conquistar" alguém tão fragilizado pela depressão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensar como os outros, não pensar como você mesmo, é uma forma linda de se doar. Isto sem falar dos inúmeros benefícios deste tipo de exercício. Um termo que me vem à cabeça é "Inteligência Emocional". Empatia, pensar como os outros em sua condição singular, é uma ferramenta não só pra ajudar alguém, mas também para ajudar a si mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Simplesmente não vejo por qual motivo alguém se negaria a exercitar a sua empatia, se não for para ajudar os outros, poderá ajudar a si mesmo. Compreender seu cliente, seu chefe, seu leitor ou seu editor.&lt;br /&gt;
Qual o motivo daquela crítica pesada?&lt;br /&gt;
Qual o motivo daquela resposta atravessada?&lt;br /&gt;
Ou ainda o motivo pelo qual o seu amigo tá te ignorando?&lt;br /&gt;
Tudo isto você pode descobrir pela empatia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Empatia; não têm motivos pra não usar!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abraços randômicos para todos e que todos usem sua empatia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ei... Deixe seu comentário!&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Aproveite a sua leitura!
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gustavo.vegas.pro@gmail.com.br&lt;/div&gt;</description><link>https://blog-generalista.blogspot.com/2017/07/depressao-empatia.html</link><author>noreply@blogger.com (Gustavo Random)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigT0u3cJIUPrG9j3LZ-1pHO0ebdyYPghdH6NOB_QgJ1tIMAstcX2MRpv7PymbY31GX3k-B5VcbZMgZ4boDP1FEZXLZ173-tE3w4AZATs7WNGswpoxvGUPPI6X9GLDV_wnI0ffxMiiaqcg/s72-c/%253D%253FWindows-1252%253FQ%253Fjulho_29_2017_20_36_40%253D5Fsplit%253D5F%255BDepress%253DE3o%255D%253D5Fsplit%253F%253D+%253D%253FWindows-1252%253FQ%253F%253D5F-748189.jpg%253F%253D" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6832633098962671325.post-2266447022449757329</guid><pubDate>Sun, 14 May 2017 12:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2019-03-10T19:14:24.011-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Literatura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Psicologia</category><title>[Depressão] Vamos sair?</title><description>&lt;div class="mobile-photo"&gt;
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&lt;div&gt;
&lt;div style="font-family: Calibri,sans-serif; font-size: 11pt;"&gt;
Olá caros leitores e escritores, inspirado por uma determinada serie e empurrado pelo meu histórico de vida, nesta série de posts (sem numero determinado), listarei coisas que não se deve falar pra alguém com depressão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste post, como já devem saber, falarei sobre o convite pra sair de amigos e familiares. Especialistas dizem que isto não deve ser feito, mas as pessoas não dão a mínima pra este tipo de alerta. Geralmente não se tem empatia por pessoas com depressão, portanto o que fazem? Convidam-nos pra sair de casa; aquele cantinho no qual você consegue se proteger do mundo, somente com seus sentimentos e pensamentos. Antes que alguém diga que não precisa deste drama todo, eu te digo; isto é fundamental pra uma pessoa depressiva, lhe explicarei o motivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Somos muito pensativos, geralmente prestamos atenção nas mínimas incoerências alheias, damos valor aos detalhes. Tentamos trazer ordem e lógica ao que nos envolve, detectando padrões de comportamento do tipo "confiável" e "não confiável", como auto defesa, mas isto é pra quem conhece a depressão desde o início da vida, como eu conheço. Outras pessoas desenvolvem este mecanismo na pré-adolescência, se isolando "repentinamente" das outras pessoas, geralmente levado pela incompreensão e falta de empatia pelas pessoas próximas a este indivíduo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tive problemas de desenvolvimento motor (nada grave) e consequentemente de dicção (esta sim bem acentuada), gerando o que chamamos hoje de "bullyng". Era tachado como alguém que não tinha "força de vontade", até hoje não sei o que querem dizer com exatidão, e que eu não interagia com as outras crianças. Obviamente era porquê eu era zoado até que cansassem de mim ou até eu bater em alguém; era a única forma, pois não tinha a escolha de não encontrar aquelas crianças novamente. Não importa o que todos falem; eu odeio cada uma destas crianças até hoje. Ou seja; a interação social me causava dor emocional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Toda vez que houver um encontro com muita gente alegre, saiba que o depressivo não vai se dar bem, pois é o oposto dele e do ambiente no qual gosta de estar. Gente alegre costuma machucar as pessoas muito mais do que as tristes, pois ao meu ver (e penso que ao ver dos depressivos) estas pessoas não sentem empatia justamente por estarem felizes enquanto fazem piadas que podem ser dolorosas pra muitos. Claro que há aquelas pessoas felizes que vão tentar compreender e te chamar pra sair, você vai pra não se desfazer... Depois você sai no meio da festa, pois você não se sente bem com barulho, confusão e gente feliz; não escutando seus pensamentos, consequentemente perdendo a noção de quem você é de verdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não são raras as vezes que depressivos temem que ao tratar de seus problemas, deixem de ser quem é pra se tornar pessoas felizes, as quais não se importam com as mesmas coisas de antes. O que desejo dizer é; o primeiro passo para ajudar alguém com depressão é escutá-la, sem partilhar os seus segredos pra mais ninguém, pois assim você conquista a confiança quebrada em outras interações sociais. Por isso não convide esta pessoa pra sair; peça permissão pra escutá-la e partilhar suas dores com ela também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abraços randômicos e a próxima...&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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gustavo.vegas.pro@gmail.com.br&lt;/div&gt;</description><link>https://blog-generalista.blogspot.com/2017/05/depressao-vamos-sair.html</link><author>noreply@blogger.com (Gustavo Random)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiHXIkC3NpRi4LgHxsJSS4Mp13FWKxQQ8YTEIViQrvcpOJuZdQSL1Y7hmgM5lsx3Kr1YktpKejvCwWOdJ_vnVZR9DcBlKwt5kV8HZq05ufNA8Zvzk6Z5eDmgMdGoL3sqcxjij9fcBb23uY/s72-c/%253D%253FWindows-1252%253FQ%253Fmar%253DE7o_23_2017_7_23_02%253D5Fsplit%253D5FO_Escritor_Rand%253DF4mico%253F%253D+%253D%253FWindows-1252%253FQ%253F%253D5Fsplit%253D5F-728798.jpg%253F%253D" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6832633098962671325.post-2288395939931738163</guid><pubDate>Sun, 07 May 2017 12:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2019-03-10T19:12:09.731-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Literatura</category><title>Post Random #22 Pense Simples, Escreva Simples</title><description>&lt;div class="mobile-photo"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjkPg_7TzXCGk5y80VQ6-q7e3BCEYlvNg3qk0VZLbPgB9dRgzzMqpxN9hZbBVsSUwQ8gcPmlvOVNVKmg0NYCcChxQvA4Qx5np25GPkqVzYUA6qXKlkU9NHCVdDWRHxuqSUX8OLRvNBAIrk/s1600/AdobePhotoshopExpress_6e710f93fd864cd1bf03b7d8bdb993b7-787834.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_6417334783303713042" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjkPg_7TzXCGk5y80VQ6-q7e3BCEYlvNg3qk0VZLbPgB9dRgzzMqpxN9hZbBVsSUwQ8gcPmlvOVNVKmg0NYCcChxQvA4Qx5np25GPkqVzYUA6qXKlkU9NHCVdDWRHxuqSUX8OLRvNBAIrk/s320/AdobePhotoshopExpress_6e710f93fd864cd1bf03b7d8bdb993b7-787834.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="font-family: Calibri,sans-serif; font-size: 11pt;"&gt;
Olá caros leitores e escritores. Hoje, este que vos escreve, entra numa fase mais moderada, mais simples, porém não simplória. Nada melhor pra inaugurar esta nova fase com um post que fale diretamente com a simplicidade de um bom texto. No entanto existem coisas que torna o texto mais simplório. Neste post tentarei elucidar estes aspectos no espírito do "menos é mais".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vocês, com toda a certeza, já se depararam com um texto que usa sempre as mesmas junções; sem vírgulas, sempre com a mesma conjunção colando as orações, enfim, com coisas que acabam com a disposição do leitor. Se você nunca notou isto, saiba o motivo de ter largado determinado texto no meio, ou mais precisamente; vontade de parar com o livro, mas com o desejo de retomar a leitura. Saiba agora o que o escritor acertou e errou pra nos despertar estes sentimentos contraditórios...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Simples não pode se confundir com o simplório. Um texto bem construído é fundamental pro sucesso de sua escrita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já detalhei na introdução um pouco do aspecto técnico que torna o texto simplório; má utilização das junções e vírgulas. Parece-me que alguns autores tem alergia ao ponto final ou de exclamação, devendo-se utilizar com moderação, mas o uso correto garante um bom corte de cenas, proporcionais aos dos filmes e séries os quais você admira. Para isto funcionar na escrita o escritor deve interiorizar em sua forma de escrever o jeito mais conciso e preciso possível. Muitos podem não dar valor aos usos dos pontos, ou ainda da alternância nas palavras que juntam oraçoes e pensamentos no decorrer de um texto ou narrativa (que, no que, qual, na qual, também, no entanto, portanto, consequentemente, ao, à, ou, de, do, da...), esta classe de palavras nos garante a continuidade de uma frase, bem como o cimento junta os tijolos duma construção. Mas assim como o cimento, existem vários tipos; como acabamento interno, externo, pra áreas úmidas... Enfim, as ferramentas que servem a um determinado tipo de texto, não serve ao outro, no entanto existem as genéricas que servem para qualquer tipo, mas o uso do "que", cujo uso é constante (já encontrei 5 deles numa só frase), tornando a narrativa pobre e fraca; como uma rua cheia de quebra-molas, fazendo a narrativa diminuir o ritmo. Releiam aqueles textos cuja considere lentos e maçantes; certamente encontrará diversos "quebra-molas" no texto, bem como frases sem quebra, como uma estrada que segue reta durante horas, deixando seu motorista sonolento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um texto sempre se inicia com uma letra maiúscula, passando uma letra após a outra, finalizando com um ponto final; é simples! Mas nem tanto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando me propus a escrever "Ômega Volk: A Margem da Maldade" não me ocorreu que fosse tão complicado. Eu já escrevia poesias, mas pra ser contista ou romancista; é preciso ir alem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pra exemplificar; quando era criança (uns 9 anos) eu tinha dois hobbies, um era a música (Pink Floyd, Led Zeppelin, CCR, Beethoven e outros ícones da musica clássica lírica e instrumental) obtida através de fitas do meu pai, o outro era ler o dicionário e as revistas da Superinteressante (dentre outras do mesmo gênero). Mas neste post destacarei o fato curioso de "perder tempo" em ler dicionário. Eu, enquanto criança, achava fantástico o fato de ter o significado da palavra em sua frente (hoje temos este recurso no Kindle em um toque), sempre que precisava saber o significado de uma palavra encontrada nas revistas, eu abria aquele calhamaço do Aurélio (procurem imagens na internet) e procurava a palavra desejada. Também fazia isto por esporte; ia procurando as palavras mais diferentes, vendo o seu significado. Lembro quando descobri a palavra "cuja", foi uma descoberta muito interessante... Daí em diante não parei mais, só diminuí o ritmo na adolescência, mas a mudança efetivou-se; era uma daquelas crianças com problemas na dicção que falava umas palavras diferentes, pois conversava muito comigo mesmo enquanto lia as revistas e alguns livros sobre paleontologia e astronomia. Naquela época a astronomia ainda se limitava ao sistema solar e o nome das estrelas e constelações... Também tinha a classificação das estrelas e planetas, mas se limitava em algumas poucas páginas no famoso "Atlas". No entanto por mais livros que minha mãe tivesse em casa, eu sempre me intimidei pelas páginas amarelas e os assuntos ininteligíveis pra minha pessoa. Se não me engano a leitura de minha mãe passava sempre pelos clássicos publicados em 1900... Certa vez, aos meus doze anos peguei um livro pra ler, se não me engano foi "O Cortiço", não preciso dizer que era bem longe de ser o meu gosto, mas se não fosse uma edição antiga, talvez, eu arriscaria ler.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Retomando o assunto do simples; me traumatizei com o segundo volume do livro "Til", linguagem incompreensível cuja era o meu trabalho do segundo bimestre na segunda série do ensino médio. Desde então me apeguei a música e a poesia, compondo algumas letras e melodias, muitas estão perdidas no tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto a simplicidade é fundamental pra chamar novos leitores, por outro lado a boa composição das letras se faz fundamental para a permanência destes na literatura, em especial em seus trabalhos (se você for escritor). Como disse anteriormente; usar sempre as mesmas palavras empobrece seu texto, usar palavras complexas demais afasta os leitores. Afinal é importante manter o equilíbrio entre riqueza nas palavras e o texto simplório sem variação&amp;nbsp; nas técnicas pra colocar uma palavra após a outra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma boa regra a se seguir é sempre que houver combinações de palavras parecidas num conjunto de três frases (ou até mesmo dentro do parágrafo), se faz interessante reformular até a combinação deixe de existir. Sei das dificuldades nesta regra, no entanto este é um bom exercício pra enriquecer seu vocabulário, te força a escolher as palavras de uma forma interessante; como um general empurrando seu exército contra o inimigo, fechando as rotas de fuga, não deixando alternativa alem de lutar contra suas capacidades, até que o leitor vença o seu texto. Esta figura de linguagem quer dizer; o leitor leu seu escrito com facilidade, aprendeu algumas palavras pelo contexto e ainda gostou do que leu. Esta é uma vitória, ao menos pra mim, quando consigo alcançar os objetivos citados anteriormente. Pra outros escritores pode ser diferente, mas não creio que os seus objetivos fujam muito dos meus; você pode ter o foco em emocionar com sua história, entretanto, acredito no alcance da emoção do público leitor através de um texto bem construído.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro ponto importante é escrever como se pensa, pensando no que escreve e acima de tudo; pensar como você deveria escrever. Com isto desejo dizer que as frases bem construídas em sua mente contribuem para que seu primeiro texto saia sem muitas falhas, não dispensando as revisões e reescritas subsequentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em resumo; um texto simples sem técnica se torna simplório, mas aqueles complexos não alcançam o leitor. Equilibrar estes elementos no texto e ainda imprimir a sua identidade é o dever do escritor. Bem como uma casa feita sem projeto, um texto sem técnica está fadado ao fracasso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gostaram do post? Concordam ou discordam de mim? Deixe sua opinião nos comentários que ficarei feliz em conversar sobre isto com vocês!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abraços randômicos e até mais!&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Aproveite a sua leitura!
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&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgnRpG4hMUBdFbYaFHxwX-tM7GgUPpULqy_wYelz3vl2SAzSKCmLx8frA-eiDs1znmWTKWg-17eVb9zmMfaTou8txuYwi3PXNTssFSpsR8bj-4rOv4Qu-iJ00gus8VtUZP6N3UfHRfokeQ/s1600/AdobePhotoshopExpress_7c51e5de619d4e94b34a47f24212ae80-773894.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_6409184167317199826" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgnRpG4hMUBdFbYaFHxwX-tM7GgUPpULqy_wYelz3vl2SAzSKCmLx8frA-eiDs1znmWTKWg-17eVb9zmMfaTou8txuYwi3PXNTssFSpsR8bj-4rOv4Qu-iJ00gus8VtUZP6N3UfHRfokeQ/s320/AdobePhotoshopExpress_7c51e5de619d4e94b34a47f24212ae80-773894.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="font-family: Calibri,sans-serif; font-size: 11pt;"&gt;
Olá caros leitores e escritores. Hoje abordarei o posicionamento mercadológico do seu produto; o livro, além de boas práticas no ato de escrever.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sei que muitos irão me dizer que estarei "limitando" a "criatividade" de muitos, mas o que pretendo aqui é tratar o seu ganha pão como algo que ele é desde o início de sua concepção; um produto. Podem achar pragmático, mas encarar o seu livro como produto pode fazer com que se posicione melhor no mercado, ou ainda que melhore em relação à alguns aspectos de sua narrativa. Vamos lá?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois bem, mutis devem pensar; "meu livro é uma arte, como tal não deve ser encarada como produto." Você tem todo direito de pensar assim, mas está errado e isto não é uma cagação de regra, principalmente se você colocar o seu livro à venda. Mas também não quer dizer que nas primeiras palavras, ou na construção da sinopse, deverá focar em seu livro como um produto, mas direcionar suas técnicas para tal objetivo. Não adianta fazer igual a tal autos de sucesso; ele já fez e muito bem, por isso teve sucesso. O foco deve ser outro; criar seu próprio estilo, sua própria combinação de técnicas, vocabulário, modo de montar os capítulos e organizar sua história, até o como e onde escrever pode te diferenciar, pois o seu jeito de produzir o livro e seu nível de cuidado pode te diferenciar de outros artistas que fazem mais do mesmo, sempre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É claro que no início você irá emular estilos de outros escritores, ou ainda cineastas, se você consome muito um tipo ou estilo, mas em alguma hora terá que sair do casulo; se diferenciar. Como se faz isso? Simples; lendo e se interessando por outros autores de estilos diferentes daquele que você está acostumado, isto te dá uma gama maior de técnicas e estilo, por mais que não goste; estas técnicas serão muito úteis em sua história. Escrever uma história da Terra Média, por exemplo, não é a mesma coisa se usar técnicas e o estilo do Stephen King, ou ainda com as técnicas de José de Alencar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Ah, mas eu não gosto de outros autores..." Então estará fadado a escrever sempre a mesma coisa, seus leitores te compararão sempre aos mesmos autores, mas com uma diferença; você escreverá muito pior do que eles. Quando postei a indicação do livro "Sobre a Escrita" deixei um conselho valioso passar; sempre leia autores de gêneros diferentes dos seu, isto te dará mais ferramentas pra sua narrativa, isto enriquece seu texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltando ao posicionamento; não basta ser um autor de determinado gênero com uma abordagem parecida com autor "x" e usa sempre as técnicas "a, b e c", é necessário diversificar, ou você acha que só você teve a ideia de fazer uma trilogia de determinada forma? Não é legal. Certamente você encherá linguiça e criar barrigas no texto, o que não é positivo pra nenhum iniciante. Você deve aprender a prender a atenção do leitor, por mais que você goste de Asimov ou Tolkien, escrever como eles hoje em dia e ter sucesso é improvável. Outra coisa interessante é se apoiar nos clássicos brasileiros e nos grandes nacionais contemporâneos, afinal de contas a história deles foram feitas pra língua portuguesa, o que melhora muito a fluência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecer a própria língua é fundamental, cada uma tem as suas peculiaridades e bons costumes próprios. No inglês as palavras e frases curtas fazem com que o texto flua, enquanto no português contrair duas ou mais palavras, sintetizar o texto unindo diversas intenções é o mais aplicável. Frases não muito longas também são bem vindas, pois já li frases que levam um parágrafo inteiro pra terminar, bem como aquelas que repetem as mesmas palavras depois da vírgula. A junção "que", por exemplo, é como um nó ligando duas orações, duas ideias. É importante usar junções, mas repeti-las eternamente não é uma boa prática; engessa o texto, cansando o leitor, consequentemente te fazendo perder público.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra coisa que pode ter um tom poético se bem empregado, mas se for mal implantado terá um tom destoante do restante da narrativa:&lt;br /&gt;
"Ele chegara ao porto espacial..."&lt;br /&gt;
Você vê algo de errado? Se fosse numa estação de trens não seria melhor?&lt;br /&gt;
Uma linguagem antiquada numa ficção científica é muito destoante. Enquanto se usar "Ele chegou à estação de trens." Fica muito mais belo e poético.&lt;br /&gt;
Se a narrativa é simples e você usa sempre o verbo no passado "chegou", colocar um "chegara" no meio com toda a certeza a leitura travará, justamente por conta de que o leitor lerá "chegará", confundindo a compreensão da frase. O mesmo vale pra verbos análogos, tais quais; "fora", "tivera", "sentara". Isto é valido somente nos clássicos, pois naquela época todos escrevera daquela forma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Claro que estas são apenas algumas boas práticas, existem várias outras, uma delas é a de escutar sugestões, avaliando a sua validade na língua portuguesa e em seu texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Curtiu? Compartilhou? Comente também!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abraços randômicos e até o próximo post.&lt;/div&gt;
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&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh3hOlPZaUIsfnDBapTY8bifr2PT6M_V5hSbbWoZQvfp1moRE-6HcAsyimPDcukQTkpADCRAtM744qLOJ1WIhzw_oOsUIfvIG4J2kpcMP8Ec7fACEIHlcnZ-qel8Ob6Jy59iGAm2zrCe_Q/s1600/%253D%253FWindows-1252%253FQ%253Fmar%253DE7o_29_2017_22_52_04%253D5Fsplit%253D5FPost_Random_%252320%253D5Fspl%253F%253D+%253D%253FWindows-1252%253FQ%253Fit%253D5F-787388.jpg%253F%253D"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_6403481794770286674" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh3hOlPZaUIsfnDBapTY8bifr2PT6M_V5hSbbWoZQvfp1moRE-6HcAsyimPDcukQTkpADCRAtM744qLOJ1WIhzw_oOsUIfvIG4J2kpcMP8Ec7fACEIHlcnZ-qel8Ob6Jy59iGAm2zrCe_Q/s320/%253D%253FWindows-1252%253FQ%253Fmar%253DE7o_29_2017_22_52_04%253D5Fsplit%253D5FPost_Random_%252320%253D5Fspl%253F%253D+%253D%253FWindows-1252%253FQ%253Fit%253D5F-787388.jpg%253F%253D" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="font-family: Calibri,sans-serif; font-size: 11pt;"&gt;
Olá caros leitores e escritores. O post de hoje não será sobre leitura ou escrita em específico, mas se encaixa quando se exerce estas atividades. As pessoas procuram remoer o problema ou buscar soluções? Estaríamos proibindo alternativas sem oferecer saídas para serem substituídas?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por estes dias publiquei no Twitter e no Facebook sobre a tal reforma previdenciária, comentário válido também para&amp;nbsp; a situação da lei sobre a terceirização.&lt;br /&gt;
"Não basta ser contra a reforma previdenciária, tem que ser a favor da renda mínima."&lt;br /&gt;
Várias pessoas marcaram como favorito no Twitter, outros reagiram no Facebook, mas ninguém veio discutir a implementação desta ideia; como funcionaria? Donde viria o dinheiro pra isso? Isto tem relação com literatura?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posso responder isto por partes... &lt;br /&gt;
Tenho uma ideia de como viabilizar, mas é preciso ter uma coisa ausente no Brasil; a tal "vontade política". Que na minha visão é gerada apenas através da pressão popular. Mas vamos à solução; primeiramente devemos gerar caixa pro governo... E qual é o maior ralo de dinheiro público? Sonegação e corrupção, nesta ordem. No entanto não existem políticas públicas eficientes de combate... Existem órgãos fiscalizadores, mas se os corruptos são pegos, basta delatar os coleguinhas e devolver o dinheiro desviado, tornando a corrupção e a sonegação em simples investimentos de risco, não um crime.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Ah, mas os engravatados vão pra cadeia e os seus bens congelados até o fim do processo, que não é curto."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo que seja verdade; não é justiça. Pra se fazer justiça eu proponho aqui uma lei que permita a captura de todos os bens móveis e imóveis dos culpados, tirando o poder econômico dos corruptos, consequentemente a sua influência. A aplicação se daria por fiscalização virtual, obtendo o caminho tortuoso dos laranjas; punindo também aqueles que permitiram ser usados nestes esquemas de corrupção e lavagem de dinheiro. Isto daria caixa o suficiente pra renda mínima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A gestão de empresas, agora na mão do governo, depois que seus donos foram punidos com a perda de seu patrimônio:&lt;br /&gt;
1) Gestão especial; sanando os problemas de caixa e saúde da empresa, um órgão especial do governo faz com que a empresa se recupere e volte nas mãos do mercado. Claro que após pagar todos os investimentos feitos pelo governo para a readequação da mesma.&lt;br /&gt;
2) Regulação da gestão especial; todos os agentes que administrarem por razão e interesse próprios serão enquadrados na mesma lei contra a corrupção e sonegação.&lt;br /&gt;
3) Devolução da empresa ao mercado; será feito um leilão, semelhante ao que acontece hoje em dia nas privatizações. &lt;br /&gt;
4) Em caso de subfaturamento do leilão, o TCU ou Ministério Público poderá exigir a aplicação das leis contra a corrupção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas claro que so isto não basta pra que ocorra a restituição saudável ao erário publico, devemos arrecadar impostos. E qual é a melhor renda de impostos hoje? As drogas legalizadas. Não estou falando de aumentar os impostos dos cigarros e bebidas, mas a regulação de drogas ilegais, para que elas passem a pagar impostos. De quebra podemos acabar com 70% da população carcerária e reinserir esta massa no mercado de trabalho que, sem ironia nenhuma, já têm muita experiência no ramo. Isto desocupará as forças de segurança que poderão fazer a proteção ao que realmente importa; o cidadão e ao patrimônio deste, devidamente conquistado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora; como podemos efetivar isto? Uma secretaria especial de regulação de drogas, dotada de especialistas multidisciplinares. Somente desta forma poderemos fazer uma regulação robusta destas políticas; com pessoas que entendem do assunto, de dentro pra fora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim teremos menos gastos na manutenção das prisões e desentupiríamos o judiciário (ah... Tinha que ter um maconheiro pra defender a legalização das drogas). Amiguinhos; eu não consumo álcool há sete anos. Cigarro nem lembro a última vez, então não me venha com esta falácia de procurar depreciar o emissor da proposta.&lt;br /&gt;
"Ah, então você está querendo que nossos jovens tenham livre acesso às drogas ..."&lt;br /&gt;
Você vive no mesmo planeta que eu? Eles já têm livre acesso. A diferença é que desta forma o acesso será regulado por leis e normas através de pessoas que estudaram o fenômeno.&lt;br /&gt;
"... Tudo o que o governo não consegue coibir, ele legaliza e regulamenta..."&lt;br /&gt;
Camarada; o mundo é assim desde o início. As drogas, você querendo ou não, fazem parte da construção social da história humana... A Inglaterra colonial, por exemplo, depois de décadas incentivando a produção, proibiu o Ópio por questões políticas, apoiando posteriormente em questões pseudo-filosóficas e pseudo-religiosas. Mas isto nunca impediu o consumo. Bem como a norma culta não impede ninguém de escreve "agente" quando se quer dizer "nós". O povo simplesmente escreve, e se for usado de forma cotidiana será uma norma "culta", bem como uma palavra bem conhecida; "você" era considerada uma palavra da plebe, mas hoje é norma culta. Se "vc ñ qr"&amp;nbsp; negar a realidade... "Ñ ps fzr nda ..." Claro que eu não costumo falar ou escrever desta maneira, mas nada impede que isto se torne norma daqui há algum tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas seguindo com o assunto; e se mesmo assim não obtivermos caixa o suficiente. Então não estamos prendendo corruptos o suficiente, dando o exemplo. Poderemos fazer isto da seguinte maneira:&lt;br /&gt;
1) Os corruptos que se demonstrarem arrependidos, denunciam seus comparsas e devolverão o dinheiro com juros, bem parecidos com aqueles cobrados pelos bancos. Isto poderá diminuir os juros na economia se houverem muitos banqueiros envolvidos.&lt;br /&gt;
2) Aqueles que procurarem esconder algo, será punido da mesma maneira pelo ilícito escondido.&lt;br /&gt;
3) Não importa se foi 10 reais ou 10 milhões; desvio do erário público é crime com a mesma punição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não estou condenando ninguém à miséria, pois terá a renda mínima, baseado no salário mínimo que dependendo da quantidade de políticos envolvidos e condenados poderão aumenta-lo, visando causa própria no futuro. Ah... Desvincular a renda mínima do salário mínimo não vale, nem mesmo pra condenados de um certo crime.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estava quase me esquecendo; quais seriam os benefícios da renda mínima? Obviamente democratizar o acesso a bens de consumo. Mas vamos um pouco alem do óbvio; teriam consequências no mercado de trabalho...&lt;br /&gt;
Podem terceirizar à vontade com esta lei da renda mínima, pois todos teriam uma subsistência garantida na pior das hipóteses. Sendo imediata a concorrência entre as empresas para oferecer melhores condições de trabalho. Mas devemos aliar com esta política de renda mínima é imperativo que tenha um índice de aumento automático; a inflação somado com 10% durante trinta anos. Podendo ser renovado em razão de força maior. Depois somente a inflação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ah... Vamos para o ultimo rombo; os salários e aposentadorias pros políticos. Nem falarei dos militares por motivos óbvios; é uma classe corporativista e um mal necessário, mas deveria ser encaixada na classe de servidores públicos com aditivo de risco, sugiro 50% da remuneração, mantendo as aposentadorias especiais atuais, mas não permitindo o ingresso de novas aposentadorias nos moldes anteriores. Bem, ao menos eu não gostaria de uma intervenção militar novamente, pois querendo ou não são os militares que mantém o País coeso. Proponho a seguinte política de salários em todo o funcionalismo público:&lt;br /&gt;
1) Cargos de nível básico; um salário mínimo.&lt;br /&gt;
2) Cargos de nível médio; dois salários mínimos.&lt;br /&gt;
3) Cargos de nível superior; três salários mínimos.&lt;br /&gt;
4) Cargos que exigem ao menos uma especialização (pós-graduação por exemplo); quatro salários mínimos.&lt;br /&gt;
5) Cargos que exigem mestrado; cinco salários mínimos.&lt;br /&gt;
6) Cargos que exigem doutorado; seis salários mínimos.&lt;br /&gt;
7) Cargos que exigem pós-doutorado; sete salários mínimos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para cada especialização (limitando até cinco) o servidor recebe um acréscimo de 20% do salário base. Incidindo também na variável de desempenho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo servidor teria todas as despesas pagas em caso de especializações exigidas, bem como reciclagens coordenadas pelos seus respectivos órgãos. Nestes cursos, em caso de aprovação, é recebido 5% do salário base. Incidindo também sobre a variável por desempenho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Proponho uma avaliação de desempenho conforme cada órgão público, acrescentando até 50% na remuneração do salário do servidor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para cargos eletivos...&lt;br /&gt;
1) Vereadores e suplentes; um salário mínimo.&lt;br /&gt;
2) Prefeitos e vice-prefeitos; dois salários mínimos.&lt;br /&gt;
3) Deputados estaduais e suplentes; dois salários mínimos e meio.&lt;br /&gt;
4) Governadores e vice-governadores; três salários mínimos.&lt;br /&gt;
5) Senadores e deputados federais e seus suplentes; três salários mínimos e meio.&lt;br /&gt;
6) Presidente e vice-presidente; quatro salários mínimos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois ninguém se elege pelo dinheiro, não é mesmo? Mas sim para servir o povo. Ou você acha que um político vale mais do que um professor que estudou a vida inteira?&lt;br /&gt;
Por falar nisso, não poderia deixar de cortar pela metade o numero de cadeiras disponíveis em todas as câmaras, pois não são necessários tantos políticos pra decidirem por nós, isto sem falar que fica bem mais fácil cobrar se você conhece todos pelo nome... Vai fiscalizar mais de 500 políticos nas suas respectivas câmaras pra ver se fará mais alguma coisa da sua vida.&lt;br /&gt;
Ah... Claro que os políticos merecem uma avaliação de desempenho... Que tal fazermos uma avaliação através do voto de como foi o governo. Perguntas feitas por especialistas nos assuntos envolvidos, pois maquiar índices é o que mais se faz no governo. Nada mais justo do que a premiação ser 50% do salário dos quatro anos somados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma outra coisa que me incomoda muito é a reeleição, poderíamos abolir isso de qualquer jeito (subsequente ou não) pra qualquer cargo... Fazendo as contas, se um político ocupar todos os níveis de câmaras e ocupar todos os cargos eletivos no executivo, podemos limitar a carreira política até 28 anos. Considerando que proibiríamos também que uma vez que o cidadão tenha ocupado o cargo de prefeito (ou qualquer outro) na cidade A, ele não poderá ser prefeito de qualquer outra cidade.&lt;br /&gt;
Olha, os cargos comissionados deveriam ser limitados até dois assessores por cargo eletivo.&lt;br /&gt;
Isto sem falar do corte das verbas extraordinárias, fazendo com que o politico se esforce em usar a estrutura do próprio governo para exercer a sua função.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recapitulando... Desoneramos o sistema judiciário e prisional, bem como a segurança pública com as regulações de drogas...&lt;br /&gt;
Reformamos a máquina pública com a politica de salários.&lt;br /&gt;
Injetamos mais dinheiro na economia através da renda mínima.&lt;br /&gt;
Limitamos o numero de assessores comissionados.&lt;br /&gt;
Tampamos o ralo das verbas extraordinárias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é impossível, basta vontade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E você? Qual seria o seu plano de ação?&lt;br /&gt;
Abraços randômicos e até o próximo post!&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;div&gt;
&lt;div style="font-family: Calibri,sans-serif; font-size: 11pt;"&gt;
Olá caros leitores e escritores. Como devem perceber pelo titulo; voltei com alguns posts que tem a ciência como foco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como todos sabem; a cada dia surge uma loucura nova e a Terra Plana é apenas mais uma. Neste post irei mostrar a lógica dos objetos esféricos e como você (se estiver disposto) pode comprovar por si mesmo que a terra é redonda (ou se preferir; esférica). Então tirem seus chapéus de alumínio e guarde sua bola quadrada e leia este post pra saber como responder à esta insanidade...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos acreditam que a NASA mente sobre os fatos do universo e tudo mais, como se não houvessem astrônomos amadores o suficiente pra mapear o céu e os movimentos de seus astros. Além destes apaixonados pelo céu (que lindo ❤ ) temos agências de outras nacionalidades, agencias independentes, instituições de pesquisa... Se não conseguem calar nem a PF de um País de terceiro mundo, imaginem este mundo (literalmente) repleto de organizações pensantes que vasculham o céu todos os dias. Como um belo exemplo temos iniciativas que buscam asteróides perto da Terra a fim de prever um possível impacto com a nossa querida e insignificante bolota azul...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Digo insignificante, pois o nosso tamanho em comparação com o universo é realmente inimaginável para nossa pequena mente, limitado à medidas como metros e quilômetros. Mesmo medidas astronômicas como anos-luz é pequena pra mensurar o tamanho do nosso sistema solar. Exemplificando:&lt;br /&gt;
A sonda Voyager 1 é a mais rápida construída pela humanidade, com a exceção das sondas Hélios (1 e 2) que circundam o sol até hoje, mas não estão em operação. Já a Voyager foi lançada há aproximadamente 40 anos somente neste ano ela alcançou a "incrível" marca de 1 ano-luz de distância de nossa estrela mãe. Isso mostra o quão longe estamos da medida de 100 milhões de anos-luz.&lt;br /&gt;
Pra quem é totalmente, anos-luz é uma medida de distância (não de tempo) onde 1 ano-luz é o tempo que a luz percorre em um ano no vácuo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro conceito interessante sobre o vácuo é que o espaço não é composto por vácuo, mas sim partículas de poeira e gás, bem como uma matéria misteriosa chamada de "matéria escura", esta matéria ainda é um mistério, mas existe uma coisa que descobriram sobre ela; a imensa maioria da massa do universo (com massa quero dizer também matéria) é composta pela "matéria escura". Mas continuando...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sobre a teoria da Terra plana; é um absurdo pensar num Sol ou numa lua esférica e uma Terra Plana, sendo que todas as demais formas que vemos no céu são esféricas, ou ainda geoides (no caso de alguns asteroides). Ah... A Terra é esférica, mas se "tirássemos" toda a água da Terra, o que se vê é uma forma geoide, no entanto não iria demorar muito para se tornar esférica, devido a grande massa que a Terra exerce, mesmo sem contar com a sua grande porção de água.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra evidência (uma das mais diversas) que a Terra é esférica são as medições feitas por Eratóstenes em 276 AC, determinando a circunferência da Terra. Hoje sabemos que a tal circunferencia é de 12.732 km, mas os cálculos do matemático e primeiro geógrafo que temos notícia nos ajudou a compreender como inferir a circunferência da Terra sem sair do chão. Se é possível verificar esta medida há tanto tempo, podemos inferir com assertividade que a Terra não é Plana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esperando alguns terraplanistas me desmentirem, dizendo que tudo não passa de uma grande conspiração, esperando que eles mesmos queiram descobrir a verdade (pois existem muitos documentários e vídeos no YouTube com métodos pra inferir isto por si) eu encerro esta singela postagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abraços randômicos e até o próximo post!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Textos indicativos:&lt;br /&gt;
http://www.zenite.nu/eratostenes-e-a-circunferencia-da-terra/&lt;br /&gt;
http://www.fc.up.pt/mp/jcsantos/Eratostenes.html&lt;br /&gt;
http://www.ghtc.usp.br/server/Sites-HF/Fernando-Torres/&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Aproveite a sua leitura!
Caso queira entrar em contato me envie um email:
gustavo.vegas.pro@gmail.com.br&lt;/div&gt;</description><link>https://blog-generalista.blogspot.com/2017/03/ciencia-terra-plana.html</link><author>noreply@blogger.com (Gustavo Random)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiHk7UvayKtoD_KuOfayLiX5z7HcpZhlwCRFe2UlXNDqMfI7EOTL71Me3y_urNgpbDsIM4j0HWliJpZHJxp_AxrL7qE4hi919Wm-obo-S8QFbhDA0uy3z69xFtioP7x5A8maVqVrnCmnxs/s72-c/%253D%253Futf-8%253FQ%253Fmar%253DC3%253DA7o_26_2017_8_23_47%253D5Fsplit%253D5F%255BCi%253DC3%253DAAncia%255D___Terra_Pla%253F%253D+%253D%253Futf-8%253FQ%253Fna%253D5Fsplit%253D5F-714105.jpg%253F%253D" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6832633098962671325.post-2505896517216431109</guid><pubDate>Sun, 19 Mar 2017 12:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2019-03-10T19:12:09.736-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Literatura</category><title>Post Random #19 O Escritor, o editor e o alvo.</title><description>&lt;div&gt;
&lt;div style="font-family: Calibri,sans-serif; font-size: 11pt;"&gt;
Olá caros leitores e escritores. Hoje irei falar sobre a edição de um livro, pois apesar de não ter editado livro algum eu li vários, muitos deles sofrem por conta dos escritores letárgicos, editores preguiçosos e falta de mira no público alvo. Vamos ver quais são as soluções e como acertar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A função do escritor é conhecer bem as ferramentas de uma narrativa; vocabulário, fluência textual e ritmo, por exemplo. Existem várias outras, mas creio que estas sejam as principais. O vocabulário é como se fosse a munição, mas não importa ter uma boa munição sem saber como usa-la. A fluência é o tipo de arma usada, coisas como estilo e alcance da obra em questão, mas de nada adianta se você não sabe qual público atingir. Muitas vezes escrevemos por conta do estilo que temos, isso nos limita de certa forma, pois os estilos são muitos e as ferramentas diversas, por isso quanto mais armas você tiver; mais leitores você irá atingir. Mas qual leitor atingir? Já fiz minha história, escrevi ela com uma munição diversificada, as armas bem afiadas, por qual motivo não atinjo ninguém? Ah meu amigo, se você não atirar e correr atrás de seu leitor... Você está condenado ao esquecimento. Ninguém corre atrás de novatos, pois há vários com talento e persistência correndo e atirando em seu público alvo, seja o melhor! Não há nada pior do que um escritor talentoso e letárgico; um desperdício! Seria melhor que não perdesse seu tempo escrevendo. Pois eu, meu nobre colega, estou montando minha casamata neste blog, em breve começarei a atirar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se a função do escritor é contar uma boa história e correr atrás de seu público alvo, como um soldado numa guerra pelo seu lugar ao sol... O dever do editor é cortar o que é desnecessário, acertando a coesão do texto e os pequenos detalhes. Caso o escritor falhe em seu dever, o editor deve falar no que melhorar e se negar em reescrever o manuscrito, pessoalmente acho errado, pois este tipo de atitude, geralmente, dá origem à títulos medíocres, isto quando não são praticamente impublicáveis. Um editor piedoso, sem senso crítico, pode jogar o nome do livro e das pessoas envolvidas na lama! Muito cuidado com seu manuscrito sendo reescrito, não é certo, sua escrita precisa melhorar imediatamente. Por falar nisso... Conversem comigo, tenho varias formas de contato e podemos ver o que há de errado na sua escrita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Retomando... O editor tem como dever fazer três coisas para dizer ao dono de um manuscrito insuficiente:&lt;br /&gt;
1) Mandar reescrever a historia, deste jeito não dá pra editar.&lt;br /&gt;
2) Nestas primeiras páginas você erra nestes aspectos...&lt;br /&gt;
3) Quer que eu edite mesmo assim? Ok, mas não vou reescrever a história pra você (assim nascem os impublicáveis publicados).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um editor piedoso se contenta em arrumar os erros de gramática e concordância, sendo assim quase desnecessários para os escritores mais atentos à estes aspectos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os escritores, na minha percepção, devem ter pena dos editores, entregando textos redondos e fáceis de ler. Estudem!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora o público. Este aspecto depende muito de sua história e forma de escrever. Mas vou dar algumas coisas que percebi durante a existência deste blog:&lt;br /&gt;
1) Os leitores mais ativos são mulheres jovens e adultas.&lt;br /&gt;
2) Não tenha preconceito; elas lêem de tudo e um pouco.&lt;br /&gt;
3) O gênero de ficção científica e fantasia está cada vez mais forte! Prepare seu livro pra retomada do crescimento entre 2018 e 2019. É isso que estou fazendo!&lt;br /&gt;
4) Sempre busque opiniões de seus betas como "Pra quem você indicaria esta história?" Isto te dará uma percepção maior do que suas impressões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por falar em betas... Eles são muito importantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por hora é só! Abraços randômicos e até a próxima!&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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gustavo.vegas.pro@gmail.com.br&lt;/div&gt;</description><link>https://blog-generalista.blogspot.com/2017/03/post-random-19-o-escritor-o-editor-e-o.html</link><author>noreply@blogger.com (Gustavo Random)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6832633098962671325.post-6448504816894075267</guid><pubDate>Sun, 05 Mar 2017 12:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2019-03-10T19:12:09.850-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Literatura</category><title>Post Random #17 Bloqueio Criativo</title><description>&lt;div class="mobile-photo"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjerZSf8RTGKp8mm7dT_tF524vpA9uwavFrC-5qq73yXa464HaqOkmizgiSNxftdnEG8Vv42ShS0dxCASn65rVGW8CxE9ni_Hiy_mRvPXitq3cTnsooze0qDUfhoKWMA50tJNCQOeBHLC4/s1600/janeiro+6+2017+12+18+51_split_Post+Random+%252317_split_-724156.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_6372503643266040258" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjerZSf8RTGKp8mm7dT_tF524vpA9uwavFrC-5qq73yXa464HaqOkmizgiSNxftdnEG8Vv42ShS0dxCASn65rVGW8CxE9ni_Hiy_mRvPXitq3cTnsooze0qDUfhoKWMA50tJNCQOeBHLC4/s320/janeiro+6+2017+12+18+51_split_Post+Random+%252317_split_-724156.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="font-family: Calibri,sans-serif; font-size: 11pt;"&gt;
Olá caros leitores e escritores, quantas vezes você já encarou o Word em branco sem ideias? Ou ainda travou do nada em no meio do texto? É muito difícil passar pelo bloqueio criativo, mas existem técnicas que você pode aplicar e minimizar o impacto deste temível inimigo de nós; criadores de histórias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faça um planejamento, faça um mapa de sua história:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Plot inicial: Um cientista nazista que não concorda com o regime, procura o assassino de seus pais e seu tio, cuja foi criado após a morte de seus pais, é um dos suspeitos. Ele não quer ceder seus conhecimentos ao eixo para proteger sua herança de conhecimento vindo da extinta Biblioteca de Alexandria. Este, meus amigos, é o plot inicial de meu livro (ainda em produção) "Omega Volk: A Margem da Maldade".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pra que este plot inicial chegasse neste estado, demorei três anos, entre escritas e reescritas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas tudo nasceu de uma ideia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um cientista nazista que não concorda con o regime se nega a ceder todos seus conhecimentos, mas precisa desenvolver sua ciência naquelas situações precárias, mesmo assim seria uma das melhores oportunidades de sua vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como eu não tinha conhecimento destas técnicas, demorei muito no desenvolvimento do texto final. Lembro que meu primeiro rascunho foi totalmente desprezado, por mim. Reescrevi outras dez vezes antes de saber todas as técnicas básicas de uma produção literária. Depois de várias tentativas escrevi o roteiro, foi há três meses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O roteiro:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Roteiros não servem somente pra filmes e séries, serve pra sustentar as cenas dos livros. Aposto que nenhum livro foi inteiramente escrito sem uma roteirização sequer. A elaboração do roteiro foi a única responsável por diminuir drasticamente a frequência dos bloqueios criativos. Penso que quem sabe usar adequadamente o roteiro, nunca estará perdido. Vou dar um exemplo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cena 1: Morte dos pais de Grimaldi. Narrado por Grimaldi.&lt;br /&gt;
Cena 2: Mel chega ao anexo. Narrado por Grimaldi e Mel.&lt;br /&gt;
Cena 3: Mel se lembra quando esteve na casa dos Volk.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim por diante. A partir de um roteiro você escreve suas cenas com liberdade e tranquilidade, uma atrás da outra. Assim você ganha velocidade na elaboração do livro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teve uma ideia pro roteiro quando está no ônibus ou no trabalho? Sempre tenha um bloco de notas na mão, seja no celular ou no papel mesmo. Quando chegar em casa é só encaixar o roteiro. A mente do escritor trabalha o tempo todo em segundo plano, por mais que você não pegue no texto por algum tempo, sua cabeça sempre irá te lembrar. Por falar nisso...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ritmo de escrita:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ritmo de escrita e sua quantidade sempre é posta em questão, uns dizem que tem que escrever todos os dias, mas eu te digo; basta pensar na história todos os dias, mas pelo menos uma vez por semana você senta e escreve. De preferência todo o roteiro que você elaborou durante a semana, naqueles intervalos de ociosidade. Então meu conselho é que depois de ler muito sobre técnicas de escrita (também aqui no blog) escreva muito durante o seu dia de folga, eu rendo em até cinco horas sem intervalo, minha produção é baixa por causa que eu vou revisando a coerência do texto, mas há aqueles que produzem mais e precisem de mais revisões posteriores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por falar em revisões:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu aconselho que a cada 10 ou 20 paginas, pare um pouco e observe a coesão do texto; se uma frase leva até a outra, um parágrafo leva ao outro, se os diálogos estão fluidos e naturais e principalmente se fazer uma pergunta fundamental; você compraria seu livro? Pois se a resposta for não, repense sua narrativa e volte a estudar as técnicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por falar em estudar as técnicas, não se esqueça de ler os outros posts do blog que falam sobre isso na categoria construção literária na lateral do blog e seja um feliz proprietário de boas ferramentas para o seu texto!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gostou do post? Quer uma consultoria ou leitura das primeiras páginas de seu manuscrito? Adoro ler, me envie um email (gustavo.vegas.pro@gmail.com) e saiba como está seu texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abraços randômicos e até o próximo post!&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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