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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;DkQBRH0yeyp7ImA9WhRUE0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6490274</id><updated>2012-01-23T19:32:35.393-02:00</updated><category term="record notícias" /><category term="sentido" /><category term="frepop" /><category term="gatos" /><category term="lembranças" /><category term="comerciais" /><category term="México" /><category term="lei 1041" /><category term="óbvio" /><category term="shopping" /><category term="eleiçao proporcional" /><category term="unhas" /><category term="vigilantes" /><category term="autocrítica" /><category term="milagre" /><category term="Fórum Social Mundial" /><category term="Orgone" /><category term="frepop 2011" /><category term="interpretação" /><category term="cabelo" /><category term="destino" /><category term="cultura" /><category term="fim de tarde" /><category term="viva la vida" /><category term="imagem" /><category term="amizade" /><category term="professores" /><category term="filmes" /><category term="personalidades" /><category term="despedidas" /><category term="totalmente excelente" /><category term="saudades" /><category term="sites" /><category term="terapia comportamental" /><category term="facebook" /><category term="manicure" /><category term="mudança" /><category term="escrever" /><category term="ousadia" /><category term="poesia" /><category term="encontros" /><category term="televisão" /><category term="finados" /><category term="exploração" /><category term="mendoza" /><category term="esperança" /><category term="fabrica" /><category term="MST" /><category term="envelhecer" /><category term="clichês" /><category term="santiago" /><category term="julgamento" /><category term="chile" /><category term="passeata" /><category term="desencontros" /><category term="novela" /><category term="tempo" /><category term="flexibilidade" /><category term="rotaract" /><category term="relações" /><category term="tv cultura" /><category term="america latina" /><category term="deputado" /><category term="livros" /><category term="são paulo" /><category term="sapatos" /><category term="cuidar" /><category term="greve dos professores" /><category term="greve" /><category term="jornal hoje" /><category term="jornalismo televisivo" /><category term="solidão" /><category term="proximidade" /><category term="injustiça" /><category term="moderno" /><category term="cotidiano" /><category term="Catwalk" /><category term="choque" /><category term="política" /><category term="roda viva" /><category term="juízo" /><category term="perdão" /><category term="internet" /><category term="atualidade" /><category term="amar" /><category term="passagem" /><category term="beleza" /><category term="velhice" /><category term="India" /><category term="eleições" /><category term="blogueiros" /><category term="justiça" /><category term="meme" /><category term="preguiça" /><category term="idiomas" /><category term="luxo" /><category term="namoro virtual distância" /><category term="orkut" /><category term="trânsito" /><category term="viagem" /><category term="entrevistas" /><category term="amor" /><category term="blog" /><category term="dois" /><category term="Rio de Janeiro" /><category term="sonhar" /><category term="teatro" /><category term="educação popular" /><category term="cinema" /><category term="bizarrices" /><category term="trinta anos" /><category term="saúde" /><category term="exagero" /><category term="trabalho" /><title>Sentir por Escrito</title><subtitle type="html" /><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Juliana A. Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00204929916608148812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>193</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/blogspot/gjyOm" /><feedburner:info uri="blogspot/gjyom" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;CUIHQH07fSp7ImA9WhRUEUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6490274.post-8324206512068781068</id><published>2012-01-20T21:43:00.002-02:00</published><updated>2012-01-21T00:38:51.305-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-21T00:38:51.305-02:00</app:edited><title>Crack e Lexotan</title><content type="html">Aqui em São Paulo, moro bem perto da Cracolândia que ficou famosa, a da Luz. Poucas vezes passei por lá porque sempre tive medo. É uma linda região, arquitetonicamente falando, seria ótimo caminhar por lá, mas não me arrisco.&amp;nbsp;O problema não é só ser assaltada. É também ter que ver o lado mais feio, sujo e triste da nossa realidade social.&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Acho que disto todos nós queremos fugir. E é aqui que temos muito em comum com os drogaditos: vontade de fugir.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
O que a droga proporciona?&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-jEEF4lY2ulQ/Txn7-RUQzjI/AAAAAAAAAkM/BlHIAyoGvl0/s1600/size_590_Crack.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-jEEF4lY2ulQ/Txn7-RUQzjI/AAAAAAAAAkM/BlHIAyoGvl0/s320/size_590_Crack.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Pedras de crack. Foto da Revista Exame, editora abril.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&amp;nbsp;Quando alguém se droga experimenta um outro estado de espírito, uma outra percepção do mundo em volta, ou simplesmente deixa de percebê-lo. As drogas que dão este barato de transcendência, são uma breve passeio em um "além". Voc~e vai, mas volta. Parece-me como dar uma pausa na vida. Como se a vida fosse algo muito dispendioso, trabalhoso, chato de ser viver. Ou pior, como se a vida fosse penosa, triste demais para ser vivida sobriamente. Acho que quem se droga regularmente nao é apenas viciado numa certa substancia química, mas também é um fugitivo. Foge da realidade e , pior, foge de si mesmo. Que melhor maneira de esquecer de si do que alterando-se bruscamente, como quando se ingere uma substancia tão forte, que manda em você mesmo, que te tira o controle, que te comanda, que te diz o que fazer, o que sentir, que vive por você?&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
A vida é dura, e um momento para relaxar cai bem. Por isso tomamos a nossa cervejinha, o vinhozinho, ou ficamos em casa, quietinhos... Assistimos a novela e fugimos para dentro da tevê. Vamos ao shopping, compramos uma coisinha aqui, ali... fumamos um cigarrinho, ou outro...tomamos um calmante (são 20 milhões de caixas por ano no Brasil), bebemos um pouco ou mais... Temos nossas fugas, proporcionais à nossa coragem de enfrentar e de viver a vida por inteiro. a pergunta aqui é óbvia: e quem não pode fazer nada disso?&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Sabemos muito bem qual o problema dos viciados em drogas ilícitas. Além da própria questão da ilicitude, que já traz bastante "dor de cabeça", há a vida. Não há como fugir da vida. Você vai viver a sua de qualquer jeito. Com drogas, talvez em alguns minutos, horas, por dia, voce se esqueça dela. Mas e depois?&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Pergunto-me se os viciados em crack gostam da vida que levam, se gostariam de ter outra vida. O que os levou a quererem estar drogados o dia todo? Não existe quem não saiba que droga vicia. Para quem, os efeitos do crack, podem ser melhores do que a própria vida? A droga é irônica: oferece uma fuga, mas depois te deixa sem saída. O tal do vício, não é?&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
O vício é forte porque tem cara de certeza. O drogado pensa: "nada sei sobre nada; só sei que preciso de crack". Mas tão certo e forte quanto isso é a vida. Amanhã este mesmo drogado estará em algum lugar, com o coração batendo de algum jeito, e vai ter que fugir de uma destas duas forças: a da droga ou a da vida.&amp;nbsp;Infelizmente acrescentamos mais uma fuga: a da polícia.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Hoje passou no SBT Brasil a ultima reportagem da série que eles fizeram sobre o crack. Mostra como Nova York diminui este problema. Nela vemos que repressão não bastou, como no exemplo da mulher que passou 13 anos nas ruas, foi presa 21 vezes, e só mudou de vida quando foi acolhida por um centro de sociabilização.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
É preciso dar força à vida. A força está em nossa condição humana de ser solidário para com as fraquezas do outro. Não só em cada um, mas em &lt;b&gt;nós&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
A reportagem, você encontra aqui:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.sbt.com.br/jornalismo/noticias/?c=15044&amp;amp;t=Epidemia%20do%20crack%20tambem%20ja%20foi%20problema%20em%20Nova%20Iorque"&gt;http://www.sbt.com.br/jornalismo/noticias/?c=15044&amp;amp;t=Epidemia%20do%20crack%20tambem%20ja%20foi%20problema%20em%20Nova%20Iorque&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.sentirporescrito.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6490274-8324206512068781068?l=sentirporescrito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/feeds/8324206512068781068/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/2012/01/aqui-em-sao-paulo-moro-bem-perto-da.html#comment-form" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/8324206512068781068?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/8324206512068781068?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/gjyOm/~3/vy2aIcH8OgA/aqui-em-sao-paulo-moro-bem-perto-da.html" title="Crack e Lexotan" /><author><name>Juliana A. Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00204929916608148812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-jEEF4lY2ulQ/Txn7-RUQzjI/AAAAAAAAAkM/BlHIAyoGvl0/s72-c/size_590_Crack.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://sentirporescrito.blogspot.com/2012/01/aqui-em-sao-paulo-moro-bem-perto-da.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4DRnY4fSp7ImA9WhRVGEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6490274.post-7858237266029605005</id><published>2012-01-07T13:40:00.001-02:00</published><updated>2012-01-17T23:09:37.835-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-17T23:09:37.835-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="são paulo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="choque" /><title>Um social na Cracolândia</title><content type="html">&lt;span style="color: #cfe2f3;"&gt;Por ser frequentada por muitos viciados em crack, a região em torno da Estação da Luz, em São Paulo, ficou conhecida como Cracolândia. Há anos isto ocorre; nem sei precisar quantos. A região, que parece abandonada pelo poder público, tem o abandono estampado nos rostos de quem dorme por lá, pessoas que foram abandonadas pela sociedade, e, principalmente, se abandonaram também.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cfe2f3;"&gt;Nesta primeira semana de 2012, ano eleitoral, a prefeitura de São Paulo resolveu "dar uma geral". Foi quando recebi este email de Alessandra Ramos, amiga das mais lúcidas, o qual eu reproduzo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cfe2f3;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cfe2f3;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;"De acordo com o prefeito, dezenas de agentes de saúde trabalham na região central para tentar convencer os dependentes a aceitarem tratamento. Quanto à estrutura, Kassab afirmou que os dependentes poderão contar com centenas de leitos alugados em unidades particulares, além da estrutura do governo estadual e federal."&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="background-color: white;"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2012/01/balanco-da-pm-aponta-18-presos-e-860-abordagens-na-cracolandia.html" style="background-color: white;" target="_blank"&gt;http://g1.globo.com/sao-paulo/&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;noticia/2012/01/balanco-da-pm-&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;aponta-18-presos-e-860-&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;abordagens-na-cracolandia.html&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Poderia escrever uma biblia com criticas à ação da PM em conjunto com a Prefeitura.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Mas não tenho tempo, nem paciência. Mas ao menos alguma coisa preciso dizer.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Não me venha agora o prefeito gaguinho dizer que se preocupa com os moradores de rua.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,kassab-fecha-albergues-e-lota-ruas,506065,0.htm" target="_blank"&gt;http://www.estadao.com.br/&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;noticias/impresso,kassab-&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;fecha-albergues-e-lota-ruas,&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;506065,0.htm&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Não venha agora a PM dizer que se preocupa com o bem estar dos moradores de rua.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/multi/2011/11/08/04024D1B3772D4912326.jhtm?homens-da-guarda-civil-agridem-moradores-de-rua-em-sao-paulo-04024D1B3772D4912326" target="_blank"&gt;http://noticias.uol.com.br/&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;ultnot/multi/2011/11/08/&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;04024D1B3772D4912326.jhtm?&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;homens-da-guarda-civil-&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;agridem-moradores-de-rua-em-&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;sao-paulo-04024D1B3772D4912326&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Não venham me dizer que isso é pelo bem estar social.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;a href="http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2011/07/investimento-imobiliario-busca-reerguer-regiao-da-cracolandia-sp.html" target="_blank"&gt;http://g1.globo.com/bom-dia-&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;brasil/noticia/2011/07/&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;investimento-imobiliario-&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;busca-reerguer-regiao-da-&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;cracolandia-sp.html&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Não precisa ser um super QI pra entender porque as coisas são feitas dessa forma. Não preciso mais dizer que tudo isso tem interesses monetários.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;É tudo mais que óbvio, e a imprensa (na maior parte das vezes, anencéfala) se contradiz nas próprias veiculações.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Nenhuma das pessoas que não tem condições financeiras de ter uma casa nesse país jamais foram tratadas com dignidade pelo governo. A própria Cracolandia (nome dado pela mesma imprensa anencéfala) é fruto da reurbanização do Centro (a antes tomada pelos moradores de rua Praça da Sé).&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Ações de dignificação da vida humana, de auxílio concreto à moradia, saúde e educação não existem. Essas pessoas não tem onde dormir e as drogas são a consequência mínima esperada de quem perdeu há muito a esperança e o orgulho, muitas vezes a vontade de viver. Refugiam-se no falso sonho das drogas porque nas ruas é a única oferta existente. Não há ofertas de cama, sequer ofertas para sua própria higiene pessoal.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;a href="http://www.radiometropole.com.br/noticias/index_noticias.php?id=VG5wbmVVNVVWVDA9" target="_blank"&gt;http://www.radiometropole.com.&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;br/noticias/index_noticias.&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;php?id=VG5wbmVVNVVWVDA9&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Qual é? Tem algum imbecil aqui? Tentam minimizar o estrago feito com o Controlar jogando uma mega operação na Cracolândia, que longe de ser uma operação social, está mais para operação mercadológica?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,mp-pede-afastamento-de-kassab-por-fraude-na-inspecao-veicular-em-sp,802483,0.htm" target="_blank"&gt;http://www.estadao.com.br/&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;noticias/cidades,mp-pede-&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;afastamento-de-kassab-por-&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;fraude-na-inspecao-veicular-&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;em-sp,802483,0.htm&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Não são os usuários de droga das ruas o maior problema das drogas. É a política anti-drogas americana que não nos permite discutir a legalização. São os grandes traficantes que moram em suas mansões e tem jatinhos particulares que nunca são tocados pela justiça brasileira. São as verdadeiras traças que corróem a dignidade de milhares de brasileiros, de nós todos.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Só existe miséria porque, na outra ponta, tem um filho de um puto cagando em latrinas de ouro.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; font-family: arial, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Mais sobre Alessandra Ramos e sua lucidez aqui:&amp;nbsp;&lt;a href="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/11/18/haddad2.jpg"&gt;http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/11/18/haddad2.jpg&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.sentirporescrito.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6490274-7858237266029605005?l=sentirporescrito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/feeds/7858237266029605005/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/2012/01/um-social-na-cracolandia.html#comment-form" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/7858237266029605005?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/7858237266029605005?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/gjyOm/~3/qXb_HcziwW0/um-social-na-cracolandia.html" title="Um social na Cracolândia" /><author><name>Juliana A. Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00204929916608148812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://sentirporescrito.blogspot.com/2012/01/um-social-na-cracolandia.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkMFQXk_fyp7ImA9WhRXGEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6490274.post-785024193759985430</id><published>2011-12-25T14:36:00.002-02:00</published><updated>2011-12-25T21:06:50.747-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-25T21:06:50.747-02:00</app:edited><title>Sobreviventes do Natal</title><content type="html">O Natal é uma festa interessante. É um feriado lembrado em quase todo o mundo, mas é tão amado quanto odiado. É claro que existem muitos mais filmes e livros invocando a magia do Natal e o tal do espírito natalino, do que aqueles que lembram que o Natal é uma data com um alto potencial de constrangimento. E mesmo alguns destes, terminam com uma mensagem acalentadora sobre o Natal, que é sempre um momento de paz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paz uma ova! É um dia que muita gente queria que sumisse do calendário. Em poucas datas há uma pressão tão grande para parecer feliz. É feio ficar de mau humor no Natal. É feio nao cumprimentar aquela prima que te sacaneou o ano inteiro e que dá em cima do seu marido. E é feio nao agradecer o presente horroroso, que nao tem nada a ver com você, mas que foi dado pela sua mãe. São ocasiões que podem exigir um grande trabalho de face: fazer uma cara bem diferente daquela que voce queria mesmo fazer. O Natal, assim, é uma fonte inesgótável de embaraços sobre indivíduos que tem esta dificuldade de silenciar seus sentimentos  incovenientes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este ano o ódio ao Natal foi tão expresso no Facebook que quase eu fiquei com vergonha de dizer que eu até estava até curtindo o espírito natalino. Não é todo dia do ano que tenho uma desculpa tão boa para não fazer nada e ficar o dia inteiro podendo falar com pessoas queridas e distantes. Sabe aqueles amigos, daquela época, de quando você morava em... e que você não vê mais, e nem liga, sabe-se lá porquê? Em outro dia talvez eu tivesse que me explicar porque nunca mais liguei. E contar "as ultimas novidades" de uma vida que há tempos estes meus amigos nao sabem como é... e etc, etc, etc. No Natal dá para pular toda esta parte: dá pra ligar pra alguém e dizer simplesmente: "Queria te desejar muito amor e paz na sua vida, e também, um Feliz Natal". Ou seja: podemos simplesmente afirmar aquilo que nos une as nossas amizades verdadeiras: nosso desejo de que elas estejam bem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sei lá se isso é espírito natalino ou puro oportunismo. Talvez ambos. Só sei que não sobrou para o meu Natal a pressão de ter que suportar gente que nao suporto o ano inteiro, porque eu acabei fazendo o trabalho de suportá-las o ano todo. E como elas me suportaram também, eu fiquei agradecida no final... E o tal do cultivo da familia e ds amizades, fiz também, de forma que a ceia natalina não ficou indigesta, bem ao contrário, caiu muito bem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sobreviveram todos, não foi? Ano que vem tem mais!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-guJ6dXJ9YcU/TvdX_6u31cI/AAAAAAAAAkA/NBx9Rb5SKqY/s1600/sushi%2Bnoel.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="240" width="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-guJ6dXJ9YcU/TvdX_6u31cI/AAAAAAAAAkA/NBx9Rb5SKqY/s320/sushi%2Bnoel.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.sentirporescrito.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6490274-785024193759985430?l=sentirporescrito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/feeds/785024193759985430/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/12/sobrevivemos-ao-natal.html#comment-form" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/785024193759985430?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/785024193759985430?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/gjyOm/~3/Wm8cs7URCoA/sobrevivemos-ao-natal.html" title="Sobreviventes do Natal" /><author><name>Juliana A. Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00204929916608148812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-guJ6dXJ9YcU/TvdX_6u31cI/AAAAAAAAAkA/NBx9Rb5SKqY/s72-c/sushi%2Bnoel.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/12/sobrevivemos-ao-natal.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUYBSH87eyp7ImA9WhRXFEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6490274.post-6127614965290796130</id><published>2011-12-21T16:32:00.001-02:00</published><updated>2011-12-21T16:45:59.103-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-21T16:45:59.103-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cuidar" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="manicure" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="unhas" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="beleza" /><title>As unhas</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-vJI_kI24Lv8/TvIkk0uVwAI/AAAAAAAAAjw/NdgUjfiWCXE/s1600/Snapshot_20111221_1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-vJI_kI24Lv8/TvIkk0uVwAI/AAAAAAAAAjw/NdgUjfiWCXE/s320/Snapshot_20111221_1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5688649494369255426" /&gt;&lt;/a&gt;
Mulheres de unhas pintadas, quem são elas? O que maõs com unhas pintadas querem dizer? Uma mulher com unhas sempre feitas precisa de delicadeza nos seus movimentos, certamente não realizará com frequência trabalhos domésticos ou duros, pois não conseguiria não quebrar suas unhas, não estragar a pintura. 
Unhas manicuradas artisticamentes são, em geral, indiscretas. Difícil não olhar para elas. São encontradas geralmente em mulheres que precisam usar uniformes nos seus ambientes de trabalho. Como elas têm pouco espaço do próprio corpo para mostrarem como querem, fica para as unhas a função de dizer as cores do espírito - às vezes nem os cabelos escapam, e também tem que estar domados, presos. Estas unhas parecem feias e um tanto bobas àquelas mulheres para quem unhas são apenas mais um detalhe de todo um corpo que elas podem adornar como quiserem, com a roupa, os brincos, os colares e anéis que puderem comprar. Unhas assim são mais discretas, elegantes; não tem a função de resumir, em apenas dez pequeninas superfícies, todas as cores que se gostaria de mostrar... e em geral são curtas, comedidas, não ameaçam, não têm o tamanho de garras, como uma unha comprida, pintada de um esmalte vermelho de nome sensual...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.sentirporescrito.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6490274-6127614965290796130?l=sentirporescrito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/feeds/6127614965290796130/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/12/as-unhas.html#comment-form" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/6127614965290796130?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/6127614965290796130?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/gjyOm/~3/hNhoma4ygaU/as-unhas.html" title="As unhas" /><author><name>Juliana A. Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00204929916608148812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-vJI_kI24Lv8/TvIkk0uVwAI/AAAAAAAAAjw/NdgUjfiWCXE/s72-c/Snapshot_20111221_1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/12/as-unhas.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkMFSH04cSp7ImA9WhRQGUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6490274.post-545270127559421476</id><published>2011-12-14T02:05:00.006-02:00</published><updated>2011-12-15T23:20:19.339-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-15T23:20:19.339-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Rio de Janeiro" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="clichês" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="óbvio" /><title>É o que todo mundo diz.</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dias lindos estes últimos que passei. Estive pela primeira vez no Rio de Janeiro, e enfim entendi porque esta cidade tem o apelidinho básico de "Cidade Maravilhosa". O Rio me pareceu como uma destas mulheres que por mais largada e decadente que um dia venha a se tornar, será para sempre linda.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A despeito da fama do Rio de lugar violento e cheio de gente querendo tirar vantagem, fui e voltei numa boa. Recebi dicas ótimas de taxistas honestos, que em nenhum momento deram voltas a mais. Fui bem atendida em botecos e fiz tudo isso com um gringo do lado. Um americano mais branco que leite e bastante cuca fresca.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Foi graças a ele que eu finalmente resolvi conhecer a cidade turística mais famosa do Brasil para o mundo. Olhando para aquela praia linda ensolarada, perguntei a mim mesma: por que eu nunca fiz isso antes? Uma cidade fantástica que fica a 7 horas de distância ou 45 min de avião da minha cidade. Acho que foi justamente por isso: era um destino óbvio.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As coisas óbvias e comuns nunca me atraíram a atenção. Eu sempre procuro o que é mais difícil achar. Aprendo muita coisa com essa mania estranha. Cada vez mais vejo que sempre há mais para ver, e me encanto. Mas às vezes essa curiosidade demasiada me faz perder o essencial, aquilo que eu sempre quis, que eu sempre soube onde estava, e que, exatamente por isso, não fui buscar. E eu caio no pior clichê:  aquele que evitamos somente por ser um clichê.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quer saber? Viva o óbvio. Também.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-10uodSnIHZU/Tuqb2eiMfUI/AAAAAAAAAjg/kq4PcuQSv-o/s1600/DSC00430.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/-10uodSnIHZU/Tuqb2eiMfUI/AAAAAAAAAjg/kq4PcuQSv-o/s320/DSC00430.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5686528839720402242" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.sentirporescrito.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6490274-545270127559421476?l=sentirporescrito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/feeds/545270127559421476/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/12/e-o-que-todo-mundo-diz.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/545270127559421476?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/545270127559421476?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/gjyOm/~3/B6FFTSkXqYg/e-o-que-todo-mundo-diz.html" title="É o que todo mundo diz." /><author><name>Juliana A. Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00204929916608148812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-10uodSnIHZU/Tuqb2eiMfUI/AAAAAAAAAjg/kq4PcuQSv-o/s72-c/DSC00430.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/12/e-o-que-todo-mundo-diz.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkUAQXc8cCp7ImA9WhRRF0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6490274.post-7079775497020802867</id><published>2011-12-01T14:18:00.005-02:00</published><updated>2011-12-01T14:50:40.978-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-01T14:50:40.978-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="jornalismo televisivo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="totalmente excelente" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="jornal hoje" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="record notícias" /><title>Da série "Totalmente Excelente" .</title><content type="html">A televisão é mesmo uma fonte inesgotável de assunto para este blog, assim como os jornais. Quando juntamos jornais e televisão, no Brasil, é uma beleza! Nunca me esqueço do quanto estranhei a TV chilena quando estive em Santiago. Um canal de grande audiência veiculou por mais de 10 minutos uma reportagem sobre o protesto contra o aumento do preço de gás (no Chile, isto é muito complicado porque populações do sul do país dependem do gás para se manterem aquecidas). No Brasil eu nunca vi uma reportagem que entrevistasse líderes de movimentos sociais e o deixassem falar por mais de 20 segundos. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para celebrar este momento glorioso pelo qual passa o jornalismo televisivo das grandes redes, vou iniciar esta série de comentários sobre coisas "Totalmente excelentes". - o termo é do jornalista Paulo Bonfá, que muito me diverte todos os dias ao meio dia na Oi Fm, no seu programa de mesmo nome. Mas o que é algo "totalmente excelente"? &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Hoje almocei em casa com a televisão ligada nos jornais. Por volta de 13:15h, eu estava  trocando de canal entre Record Notícias e o tradicional Jornal Hoje. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O Record Notícias é um jornal de âmbito nacional, assim como o Jornal Hoje, mas tem uma duração maior. Enquanto neste eu assistia a notícia de que uma árvore em São Paulo, por falta de poda, caiu em cima de um motorista, perfurando o carro e quase matando-o, o Jornal Hoje, que tem menos tempo para veicular notícias do Brasil todo, escolheu passar a seguinte notícia:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://g1.globo.com/videos/jornal-hoje/t/edicoes/v/conheca-as-regras-de-etiqueta-para-ser-usada-na-fila/1715741/"&gt;&lt;b&gt;"Conheça as regras de etiqueta para ser usadas na fila".&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Assistam, é impérdível. É "totalmente excelente".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.sentirporescrito.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6490274-7079775497020802867?l=sentirporescrito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/feeds/7079775497020802867/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/12/da-serie-totalmente-excelente.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/7079775497020802867?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/7079775497020802867?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/gjyOm/~3/e1ON2PoAj3g/da-serie-totalmente-excelente.html" title="Da série &quot;Totalmente Excelente&quot; ." /><author><name>Juliana A. Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00204929916608148812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/12/da-serie-totalmente-excelente.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEQMQ3g5eyp7ImA9WhdbGUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6490274.post-8402504991856442693</id><published>2011-10-13T22:09:00.009-03:00</published><updated>2011-10-19T01:53:02.623-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-19T01:53:02.623-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="namoro virtual distância" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amar" /><title>Ah, o amor!</title><content type="html">&lt;div style="text-align: left;"&gt;Doze de outubro de 2011. Este foi o dia em que finalmente Hilton e Ayna se tocaram. O encontro ocorreu três anos antes, numa comunidade do orkut. O encontro em questão é um encontro de almas. Seus corpos estavam separados por 1900 quilômetros, ou melhor:  26 horas de viagem de ônibus, ou 2,5 horas de avião por 2000 reais ou 2h de avião e 10h de ônibus por 500 - isto, sem pensar na volta. "Te incomodo? Que pena!" era o título da comunidade virtual "onde" tudo começou. Entre uma frase e outra, Ayná achou interessante as coisas que Hilton dizia.  Resolveu conversar com o moço. Hilton respondia, um pouco desconfiado. Podia ser um homem do outro lado da tela, mas não era assim que a menina aparecia na foto. A conversa era boa e a tecnologia tratou de acabar com as suas dúvidas, com a webcam. Sim, era uma menina, e das lindas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/-k9czuDbgXBw/TpeWVXxUwCI/AAAAAAAAAfw/ZJg_Kv3ZTds/s320/1259172321SSY71J.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas muito jovem. Seus 16 anos se entregavam nas imagens. E a conversa não acabava. Essa menina é jovem mas muito esperta, e linda.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dois anos depois, aquilo tinha que ter uma definição. Já era hora de saber o que seria daquele sentimento tão real entre os dois. Será que resistiria a um encontro? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando se aproximava o fim de 2010, veio a notícia: um bebê. Novidade completamente inesperada, negada pelo irmão de Hilton até os mais de 10 cm de diãmetro da barriga de Tainara. Que notícia linda, Hilton seria titio. Família maior,  moço respeitador. "E eu? Vou ficar pra titio?" Queria mesmo era ir buscar sua princesa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tudo pronto, outra notícia: o bebê, de novo: queria nascer aos cinco meses. Como família grande é família unida, todos se esforçaram pelo seu menorzinho, que precisava nascer assim mesmo. Com 570 gramas, nasceu. Fraquinho? Não, forte demais! Com este tamanho todo, sobreviveu. Um milagre que foi noticiado "em rede nacional" pela rádio de Nossa Senhora Aparecida, como conta Maria de Fátima Mourão de Oliveira. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tudo isso muito lindo, muito emocionante, mas sem Ayná. A visita a São Paulo teve que ficar para o ano seguinte.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Quando falei com Dona Fátima por telefone, ouvia o choro do outro lado da linha, e do meu lado também". Foi assim que Flávia teve que contar à sua filha que ela teria que esperar mais um pouco para ver seu príncipe.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É nesta parte da história que eu entro. No fim da tarde desta cansativa segunda feira ganho a missão de recepcionar Hilton, que está chegando para "se encontrar com a namorada dele". Hilton tem namorada? Sim, mas vai vê-la pela primeira vez agora, no feriado da padroeira.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"O pessoal aqui em casa está pedindo para você me "recepcionar" aí em São Paulo. Além disso, eu tenho que ter uma "representação familiar" na casa da Ayná.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ok, então convoquei Sr. Wilson, tio da criatura. Priminho lindo! Acabou com o meu feriado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E me deu uma das histórias de amor mais lindinhas que eu já vi acontecer!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ayná é mesmo linda. Sua família nos recebeu com muita alegria e Hilton não parou mais de sorrir.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ah, o amor!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Que dure.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.sentirporescrito.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6490274-8402504991856442693?l=sentirporescrito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/feeds/8402504991856442693/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/10/ah-o-amor.html#comment-form" title="6 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/8402504991856442693?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/8402504991856442693?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/gjyOm/~3/LNm3mkGjWTY/ah-o-amor.html" title="Ah, o amor!" /><author><name>Juliana A. Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00204929916608148812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-k9czuDbgXBw/TpeWVXxUwCI/AAAAAAAAAfw/ZJg_Kv3ZTds/s72-c/1259172321SSY71J.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>6</thr:total><feedburner:origLink>http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/10/ah-o-amor.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0MHQns9fCp7ImA9WhdaFEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6490274.post-7697544198247088299</id><published>2011-10-04T23:54:00.007-03:00</published><updated>2011-10-24T16:03:53.564-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-24T16:03:53.564-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="trinta anos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="velhice" /><title>Trinta.</title><content type="html">&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Dizem que quando chegamos proximos dos trinta anos passamos por  um período de turbulências devido ao "Retorno de Saturno", o retorno do planeta ao mesmo lugar que  estava quando você nasceu.&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pelos sites astrológicos por aí, li que se trata de um período no qual fazemos escolhas que nos definem. Decidimos, finalmente, que é hora de abandonar certos sonhos em nome de ir frente com aqueles que consideramos realizáveis. Isto pode significar casar-se, ter enfim, coragem de ter um filho, deixar as baladas loucas para acordar cedo no domingo, comprar mais artigos para a casa do que roupas, deixar de viajar e juntar dinheiro para comprar um apartamento, cuidar dos pais mais do que eles cuidam da gente, e entender que eles não são eternos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas eu achei esta história toda meio fake. Primeiro, porque não considera algumas diferenças, como por exemplo, as de classe social - aliás, este é um grande problema da Astrologia, na minha opinião. Tem gente que aos 20 já tinha um monte de  responsabilidades porque foi obrigado a tê-las.  Tem gente que na beira dos 29 anos não desistiu de tentar fazer a revolução - sim, há aqueles que ainda tentam. Tem uns que tem cara de 20 e cabeça também de 20, moram com mamãe e nao pretendem sair de lá tão cedo. Tem trintão que já tem o seu negócio, sua segunda, terceira propriedade, e já sabe bem explorar os outros, achando-se, por isso, muito mais maduro. Tem gente que me dá a impressão que não está "nem aí", e vai vivendo, errando, acertando, consertando aqui e lá, arranjando amores e desamores meio levianamente.  E tem gente como eu, meio perplexa, sem saber direito o que afinal são estes tais de 30 anos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;De fato tenho que assumir que aos 28, o ano do retorno de Saturno, eu fui virada do avesso por fatos sobre o qual eu tive muito pouco controle. Ou melhor dizendo: me fizeram ter muito pouco autocontrole. E assumo também que ainda estou vivendo a ressaca desta ressaca - aquele momento que o mar invade muito mais do que a porção de terra que lhe era destinada normalmente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/-4Rri4n183Es/TovJwkWycDI/AAAAAAAAAew/7m6VAgFrKSE/s400/ressaca%2Bem%2BSantos%2Bno%2BUol.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5659839192951320626" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 226px; " border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O que são, afinal, 30 anos? A democracia no Brasil não tem trinta anos. Minha mãe, quando nasci, tinha 31 anos. Meu pai, com 32, ainda estava começando o ensino superior, mas tinha renda e poder de compra maiores do que eu tenho hoje. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Casamento? Minha primeira amizade de infancia que tive notícia de que casou foi aos 25. Fiquei chocada. Hoje uma destas amizades me conta de divórcio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Eu vou assistindo tudo isso e pensando que não consigo me comparar com nenhuma destas  trajetórias. Vejo que casa vez mais os roteiros de vida ajudam menos. Os roteiros não sumiram: casar, ter filhos, emprego estável, é caminho seguido e almejado pela maioria, na minha opinião. Mas está cada vez mais difícil cumprir isso assim, de maneira tão certinha. E se não cumprimos, isso já não é mais uma vergonha - o que não significa dizer que quando se rompe um roteiro, não se sente dor, frustração, desamparo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Aos 20 eu me disse que, muito moderna que sou, não seguiria roteiros tradicionais. Aos 20 e poucos, modernamente, me rebelei, e resolvi esperimentar os tais desejos tão populares. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; Daí deu tudo errado, e eu cumpri, sem querer, com a minha promessa de não seguir roteiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;E agora? Talvez o tal do caminho esteja só começando. Com d&lt;/span&gt;esejos amansados, feridas que servem de alertas,  será mais tranquilo.&lt;span class="Apple-style-span"&gt;  Sei ao menos para onde não quero  e não devo ir. Agora é caminhar para onde eu quiser. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.sentirporescrito.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6490274-7697544198247088299?l=sentirporescrito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/feeds/7697544198247088299/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/10/trinta.html#comment-form" title="13 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/7697544198247088299?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/7697544198247088299?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/gjyOm/~3/hKA2oEE5vFg/trinta.html" title="Trinta." /><author><name>Juliana A. Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00204929916608148812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-4Rri4n183Es/TovJwkWycDI/AAAAAAAAAew/7m6VAgFrKSE/s72-c/ressaca%2Bem%2BSantos%2Bno%2BUol.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>13</thr:total><feedburner:origLink>http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/10/trinta.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C04FSH4zeyp7ImA9WhdUEE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6490274.post-7582338509013597551</id><published>2011-09-22T23:38:00.002-03:00</published><updated>2011-09-25T22:51:59.083-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-25T22:51:59.083-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cotidiano" /><title>Edifício</title><content type="html">Um espaço minúsculo, quente, mal ventilado, no qual está um homem e uma mulher. Pareciam ter a mesma idade. Não se conheciam.&amp;nbsp;O chão estava um pouco sujo. Havia um espelho grande. Todas as paredes eram cinzas.&amp;nbsp;Ele estava de roupa branca, mas segurava uma camiseta bege dobrada. Ela estava de calça jeans e uma blusa muito quente para o dia.&lt;br /&gt;
Não se olhavam. Não viam a si mesmos tampouco. Um rápido olhar havia acontecido, mas nenhum dos dois soube se foi correspondido.&lt;br /&gt;
A chave sumia na bolsa dela. No canto superior direito da porta ele via um adesivo com números e datas, e uma assinatura; mais abaixo botões cinzas, como a parede, e o chão, que continuava sujo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enfim a porta se abriu. Era a vez dela de sair. &amp;nbsp;"Vou dar uma passadinha na sua casa daqui a um minutinho. Você viu que eu reguei suas plantas no fim de semana? &amp;nbsp;Encontrei com a sua filha ontem. Mande um beijinho pra ela. Amanhã é o meu dia de levar as crianças no colégio. Passa em casa depois pra gente tomar um café. Você pode tomar conta do meu gato quando eu viajar no fim de semana". Ela sai.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-68bD4fxKZLw/Tn_apiZ9n_I/AAAAAAAAAek/gs_fJCsGYic/s1600/elev.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-68bD4fxKZLw/Tn_apiZ9n_I/AAAAAAAAAek/gs_fJCsGYic/s1600/elev.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&amp;nbsp;Mas há somente um chão, que continua sujo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.sentirporescrito.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6490274-7582338509013597551?l=sentirporescrito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/feeds/7582338509013597551/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/09/edificio.html#comment-form" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/7582338509013597551?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/7582338509013597551?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/gjyOm/~3/TdExh4gxua4/edificio.html" title="Edifício" /><author><name>Juliana A. Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00204929916608148812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-68bD4fxKZLw/Tn_apiZ9n_I/AAAAAAAAAek/gs_fJCsGYic/s72-c/elev.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/09/edificio.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ck4BQ3w6fSp7ImA9WhdVFEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6490274.post-1085516975145470659</id><published>2011-09-19T02:20:00.001-03:00</published><updated>2011-09-19T02:42:32.215-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-19T02:42:32.215-03:00</app:edited><title>Palavras rebeldes</title><content type="html">"Deve-se escrever da mesma maneira como as lavadeiras lá de Alagoas fazem seu ofício. Elas começam com uma primeira lavada, molham a roupa suja na beira da lagoa ou do riacho, torcem o pano, molham-no novamente, voltam a torcer. Colocam o anil, ensaboam e torcem uma, duas vezes. Depois enxáguam, dão mais uma molhada, agora jogando a água com a mão. Batem o pano na laje ou na pedra limpa, e dão mais uma torcida e mais outra, torcem até não pingar do pano uma só gota. Somente depois de feito tudo isso é que elas dependuram a roupa lavada na corda ou no varal, para secar. Pois quem se mete a escrever devia fazer a mesma coisa. A palavra não foi feita para enfeitar, brilhar como ouro falso; a palavra foi feita para dizer".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trecho de "São Bernardo", de Graciliano Ramos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrever como lavar roupa não é tarefa nada fácil. O trecho acima me encanta não só por ser belamente bem escrito, mas por comparar um ofício pretensamente douto a outro, tido como simples, pobre. E pegar este segundo como exemplo para o primeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As palavras sempre dizem alguma coisa, e se não fazemos este trabalho de "lavá-las", mostramos mais do que devemos, ou queremos. Aqui, neste blog inútil - e como gosto que ele seja &amp;nbsp;inútil! - as palavras não vêm alvas. Aqui as palavras são suadas, algumas tem gosto de lágrima e chegam cansadas. Tem palavra que acaba ficando pelo caminho, e não passa da barreira do meu pensamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje as palavras saem dos meus dedos de maneira meio rebelde. Embora haja muito o que dizer, elas vêm mais para esconder do que para mostrar. &amp;nbsp;E com isso, dão voz ao meu silencio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-7otD1rvdObA/TnbV48q4E4I/AAAAAAAAAec/8SslU-jDepw/s1600/P1020895.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-7otD1rvdObA/TnbV48q4E4I/AAAAAAAAAec/8SslU-jDepw/s320/P1020895.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Grafopoema de Erivelton Busto Garcia, em Minilamina&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.sentirporescrito.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6490274-1085516975145470659?l=sentirporescrito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/feeds/1085516975145470659/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/09/palavras-rebeldes.html#comment-form" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/1085516975145470659?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/1085516975145470659?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/gjyOm/~3/d2Ka7Nq09S4/palavras-rebeldes.html" title="Palavras rebeldes" /><author><name>Juliana A. Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00204929916608148812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-7otD1rvdObA/TnbV48q4E4I/AAAAAAAAAec/8SslU-jDepw/s72-c/P1020895.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/09/palavras-rebeldes.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEQCSH88eCp7ImA9WhdQGEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6490274.post-7702985069078203816</id><published>2011-08-17T23:51:00.005-03:00</published><updated>2011-08-20T13:06:09.170-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-20T13:06:09.170-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="poesia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="encontros" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sentido" /><title>Um dia</title><content type="html">Um dia&lt;br /&gt;
Quando não houver mais sol&lt;br /&gt;
Quando não houver mais chuva&lt;br /&gt;
Quando a noite me abraçar&lt;br /&gt;
E depois me fazer voar&lt;br /&gt;
Quando você não mais me importar&lt;br /&gt;
Eu serei&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu anoitecerei&lt;br /&gt;
Eu choverei&lt;br /&gt;
Vou ensolarar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.sentirporescrito.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6490274-7702985069078203816?l=sentirporescrito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/feeds/7702985069078203816/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/08/saiu.html#comment-form" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/7702985069078203816?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/7702985069078203816?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/gjyOm/~3/_gKA3CDmITs/saiu.html" title="Um dia" /><author><name>Juliana A. Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00204929916608148812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/08/saiu.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0EFQH08fyp7ImA9WhdREUk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6490274.post-9170209340346676002</id><published>2011-07-31T18:08:00.001-03:00</published><updated>2011-07-31T19:00:11.377-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-31T19:00:11.377-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mudança" /><title>Estou de mudança.</title><content type="html">Nesta semana vou mudar de endereço. Deixarei o apartamento de um quarto, que, quando eu cheguei, me parecia tão grande.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-QVqoFzH4HLY/TjXDDwRE_8I/AAAAAAAAAeA/f-HFP16wRJU/s1600/cama_baguncada.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://3.bp.blogspot.com/-QVqoFzH4HLY/TjXDDwRE_8I/AAAAAAAAAeA/f-HFP16wRJU/s320/cama_baguncada.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Naquela época, nos idos de 2005, eu saía do esquema "república", no qual eu vivia com mais duas grandes amigas, para ir viver sozinha. De repente cada uma tomava um rumo diferente na vida, e, entre outras coisas, eu me via em direção a um casamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mudança me dava um pouco de medo. Pensava-me muito jovem para morar sozinha, coisa que nunca quis. Achava-me mais jovem ainda para ser noiva. Tudo me parecia estar indo rápido demais. Um apartamento inteiro só para mim era muito. Mas acabei indo. Era o que se apresentava para o momento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De fato, muita coisa mudou de lá para cá. Felizmente o que eu mais gostava daquela época ficou: minhas duas queridas grandes amigas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Viver sozinha não é fácil, mas às vezes me parece mais fácil que tudo. Você chega em casa e encontra tudo do mesmo jeito que deixou. A mesma arrumação ou a mesma bagunça. Tem a garantia da sua dose diária de silêncio. Tem também o seu dever de todo dia de cuidar da casa e cuidar de você mesmo. Morar sozinho é bom porque, de um jeito ou de outro, a gente aprende a cuidar de si.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E assim aprende que pode ajudar queridos amigos. Quando se sabe cuidar da gente mesmo, podemos cuidar melhor de quem amamos. Foi isso que fiz quando diversas vezes recebi pessoas que precisavam passar alguns dias em São Paulo. Já contei aqui uma destas histórias... (veja o post sobre o &lt;a href="http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/06/frepop-2011.html"&gt;Frepop&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois que fiquei mesmo só, e sem casamentos, filhos, e nenhum outro plano mirabolante no horizonte, comecei a preencher todos os cantinhos deste apê. Vieram queijos e vinhos, reuniões, almoços em família, reformas, móveis novos, mais festinhas, abraços, carinhos, amores, e alguma solidão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje olho para o ap e vejo que ele ficou pequeno. Ele já não comporta todas as histórias que ainda tenho por viver. E não cabe nele a nova personagem que vem aí. Talvez eu não tenha mais minha dose diária de silêncio, mas sei que alegria não vai faltar!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.sentirporescrito.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6490274-9170209340346676002?l=sentirporescrito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/feeds/9170209340346676002/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/07/estou-de-mudanca.html#comment-form" title="8 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/9170209340346676002?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/9170209340346676002?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/gjyOm/~3/toMTnMV1KV8/estou-de-mudanca.html" title="Estou de mudança." /><author><name>Juliana A. Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00204929916608148812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-QVqoFzH4HLY/TjXDDwRE_8I/AAAAAAAAAeA/f-HFP16wRJU/s72-c/cama_baguncada.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>8</thr:total><feedburner:origLink>http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/07/estou-de-mudanca.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0QDQ3k_eCp7ImA9WhdTFUs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6490274.post-80597244857030936</id><published>2011-07-11T23:28:00.003-03:00</published><updated>2011-07-13T10:56:12.740-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-13T10:56:12.740-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="trabalho" /><title>Acidente de trabalho.</title><content type="html">Decepcionada. Foi assim que me senti quando vi o comercial da Campanha de Prevenção de Acidentes de Trabalho que está sendo feita pelo Tribunal Superior do Trabalho. A iniciativa deles é boa até, pois há que se chamar atenção para o tema. No Brasil morre mais gente trabalhando do que devido a AIDS, e no entanto, os esforços governamentais na prevenção desta doença são muito maiores do que em relação aos acidentes e doenças do trabalho. O problema da campanha é que, infelizmente, ela repete preconceitos antigos; &amp;nbsp;a velha história de que o acidente é um problema de falta de conscientização.&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Já seria ruim falar que o acidente de trabalho ocorre por causa de uma falta de cultura de prevenção nas empresas. Nunca pus fé neste argumento. As empresas investem em prevenção e em boas condições de trabalho &amp;nbsp;na medida que isto não as onera, ou na medida em que isto reverte-se em mais horas trabalhadas, como a Google, que descobriu há muito tempo as vantagens de oferecer &amp;nbsp;um ótimo ambiente de trabalho, conseguindo que seus funcionários voluntariamente passem mais tempo na empresa que em casa.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas a &amp;nbsp;campanha do TST passa longe disso: culpa o trabalhador, e ainda usa a velha história da falta de utilização dos equipamentos de proteção individual, os EPIs.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As normas regulamentadoras brasileiras são bem claras em salientar que o uso dos EPIs são a ultima medida de prevenção a ser tomada, quando nada mais é possível de ser melhorado. Mas quando falamos de segurança do trabalho, as primeiras imagens que nos vêm são a de um capacete, um macacão, um colete, enfim, um EPI, estas produtos que movimentam o enorme mercado da segurança no trabalho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;De fato, &amp;nbsp;há que se reconhecer que pelo menos os comerciais veiculados na televisão chamam a atenção para o grave problema das mortes no trabalho - que são muito mais do que indicam as estatísticas. Mas ao mesmo tempo fazem o enorme desserviço de propagandear a preconceituosa idéia de que o trabalhador é descuidado.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por que diabos um trabalhador de uma obra não vai querer usar o cinto, o capacete, o óculos, etc? Entre tantos motivos, a campanha do TST escolhe o menos provável: porque ele não quer. Oras: se o capacete é desconfortável, se esquenta a cabeça, se o óculos cai toda hora, embaça; se a luva faz a mão escorregar e perder a aderência na ferramenta; se a obra tem prazo pra ser entregue e o cara tem que cumprir meta de construção por dia, será que ele vai usar o EPI? Se o trabalho dele é perigoso, sera que ele vai querer ficar se lembrando disso? Ou, para reunir coragem de andar num andaime a centenas de metros de altura, vai encarar o trabalho como desafio, e vai preferir pensar que não vai acontecer com ele um acidente?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/ZN8b5TMVHio" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Numa coisa a campanha acerta: na frase "E o local onde ele mais faz falta não é no trabalho". Com certeza, não é no trabalho mesmo. Porque se fosse, as empresas preservariam mais seus trabalhadores. Com a desregulamentação das leis trabalhistas, tão desejada pelo empresariado brasileiro, fica fácil descartar trabalhadores e contratar outros. Por que, então, gastar com saúde e segurança?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E de novo o comercial bate na trave: &amp;nbsp;ainda não é sobre esta realidade que está se referindo. Aliás, uma dose de realidade nestes comerciais iria bem: notem o quanto a criança corre para abraçar o pai no vídeo abaixo e me digam: desde quando pedreiro mora numa casa daquele tamanho?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/u7vydz7W8z0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Com tanta coisa escrita sobre saúde e segurança do trabalho, com tantas boas reflexões e &lt;a href="http://www.fundacentro.gov.br/index.asp?D=BIB"&gt;pesquisas&lt;/a&gt; feitas, como o TST aparece com uma campanha dessa? Até o Ministério do Trabalho e Emprego, no &amp;nbsp;ano passado, reconheceu que o ato inseguro é uma falácia, e &lt;a href="http://www.mte.gov.br/legislacao/normas_regulamentadoras/nr_01_at.pdf"&gt;mudou o conteúdo da NR1&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Decepcionante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E já que é pra falar de prevenir acidentes e doenças relacionadas ao trabalho e promover a saúde do trabalhador, o TST podia dar uma ajuda nisso daqui:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cerest revela sucateamento e  pressão contra fiscalização em Campinas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;A coordenadoria do  Cerest (Centro de Referência em Saúde do Trabalhador),  de Campinas, confirmou as denúncias de sucateamento do órgão e revelou, durante  reunião realizada ontem de manhã com funcionários, usuários e representantes de  sindicatos, que deixou de implantar  programas por falta de recursos e falta de funcionários. O órgão também  confirmou a pressão de empresas contra a administração para limitar a atuação em  casos de acidentes de trabalho e contaminações por produtos  químicos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;De acordo com o  coordenador-adjunto do Cerest, Alexandre Polli Beltrami, foi encaminhado ontem  ao prefeito Hélio de  Oliveira Santos (PDT) e ao secretário municipal de Saúde, José  Francisco Kerr Saraiva, um ofício com dados da precariedade de condições em que  o serviço funciona hoje.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;Beltrami disse que,  com a demissão de mais um médico, o Cerest passará a atuar com apenas dois  profissionais da área - um deles dedicado exclusivamente ao serviço de  vigilância feito em  empresas. “Com isso, teremos só um médico no atendimento ao  público”, ressaltou.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;O Cerest funciona com  financiamento compartilhado entre o Ministério da Saúde e a Prefeitura de  Campinas, mas esses recursos nem sempre chegam no prazo previsto para o órgão, o  que já comprometeu a implantação de serviços inseridos no PAM (Plano de Ação e  Metas). “Posso citar o projeto de atendimento a acidentes de trabalho graves e o  programa de saúde mental do trabalhador, entre outros”,  ressaltou.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;Beltrami revelou ter  conhecimento de pelo menos um caso de pressão contra o órgão, de uma empresa que  questiona a competência do Cerest para atuar em casos de acidentes e  contaminações. “Para mim, o nome disso é intimidação. Seria um prato cheio para  as empresas se nossas ações fossem inibidas”, disse Beltrami.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;Os sindicatos de trabalhadores e associações de vítimas  de acidentes de trabalho organizam uma agenda de manifestações e protestos  contra o sucateamento do órgão. Para o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos  de Campinas e Região, Jair dos Santos, o Cerest é uma conquista histórica dos  trabalhadores que não pode ser alvo de um desmonte  “inaceitável”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;“Não interessa para as  empresas que tenhamos um local neutro para a avaliação de casos de  saúde do  trabalhador”, destacou. Para Santos, é fundamental o repasse de  verbas da Rede Nacional de Atenção à Saúde do Trabalhador  diretamente ao Cerest.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;A Secretaria de Saúde  disse ontem que não tinha conhecimento das reivindicações discutidas na  reunião.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 10pt; font-weight: bold;"&gt;Fonte:  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;jornal todo dia (&lt;a href="http://www.noticiafm.com.br/desc_noticia.asp?id=6585" target="_blank" title="http://www.noticiafm.com.br/desc_noticia.asp?id=6585"&gt;&lt;span style="color: purple;" title="http://www.noticiafm.com.br/desc_noticia.asp?id=6585"&gt;&lt;span style="color: purple;" title="http://www.noticiafm.com.br/desc_noticia.asp?id=6585"&gt;http://www.noticiafm.com.br/desc_noticia.asp?id=6585&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.sentirporescrito.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6490274-80597244857030936?l=sentirporescrito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/feeds/80597244857030936/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/07/acidente-de-trabalho.html#comment-form" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/80597244857030936?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/80597244857030936?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/gjyOm/~3/_BDc5JFqcqU/acidente-de-trabalho.html" title="Acidente de trabalho." /><author><name>Juliana A. Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00204929916608148812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/ZN8b5TMVHio/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/07/acidente-de-trabalho.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEcFQHo8eip7ImA9WhdTGU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6490274.post-4007887200407741353</id><published>2011-07-10T01:22:00.004-03:00</published><updated>2011-07-17T14:00:11.472-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-17T14:00:11.472-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ousadia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="teatro" /><title>45 minutos</title><content type="html">Graças a um convite de uma amiga, não posso deixar de comentar a peça "45 minutos", que assisti no Centro Cultural São Paulo nesta quinta 6 de julho de 2011.&amp;nbsp; É um monólogo com Caco Ciocler, ator de novelas da Rede Globo. Direção de Roberto Alvim, texto de um promissor dramaturgo, Marcelo Pedreira. Patrocinada por gigantes como Oi e Porto Seguro. 20 reais o ingresso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ELE5g4LNFKA/ThksHpvcFMI/AAAAAAAAAd4/IthOYou92PQ/s1600/45-minutos-blog.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://4.bp.blogspot.com/-ELE5g4LNFKA/ThksHpvcFMI/AAAAAAAAAd4/IthOYou92PQ/s400/45-minutos-blog.gif" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não se trata de uma peça agradável. As risadas que ela poucas vezes me provocou não foram confortáveis, e ao final eu não tive nenhuma vontade de aplaudir. Ao contrário, apenas não fui embora porque o ingresso havia sido presente da minha amiga, que assistia a peça ao meu lado. Mas é exatamente por isso que eu quero escrever sobre ela: finalmente uma peça de teatro que não me pareceu previsível, e que me lembrou que somos capazes do novo, que estamos vivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para saber sobre a proposta da peça, recomendo muito ler a resenha de &lt;a href="http://www.favodomellone.com.br/resenha/em-%E2%80%9C45-minutos%E2%80%9D-caco-ciocler-quebra-o-rito-do-teatro/"&gt;Maurício Mellone&lt;/a&gt;. Para informar resumidamente, Caco Ciocler representa um ator que mora nos fundos de um teatro e ganha a vida apresentando-se diariamente por 45 minutos - que é, de fato, a duração da peça. Mas logo de saída, o personagem-ator informa a platéia que detesta o que faz, que o que virá será um tempo muito desagradável, e que a platéia pode se retirar se quiser. Com isso, transforma-nos em personagens da peça "representada" naquele momento. Todos riem do desprezo com o qual o personagem de Caco nos trata e esperamos a próxima parte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só que ela não vem. Os que se segue é o cumprimento desta promessa: embaraçosos 45 minutos. Não acreditei quanto percebi que era esta a proposta: como eles conseguiram patrocinadores tão grandes para isso? Como conseguiram uma platéia cheia? Acho que ninguém acreditava. Creio que todos esperavam a hora de Caco Ciocler dizer: "ok gente, eu estava brincando, agora vamos começar a peça". Mas para meu delírio, ele não disse. E então eu presenciei a dose de ousadia que eu esperava: ele desafiou a platéia, e depois mostrou a ela o quanto todos ali eram tão domesticados, passivos, e covardes, já que toparam suportar 45 longos e tediosos minutos, e ainda pagaram por isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A melhor maneira que achei de elogiar esta iniciativa tão rara de mostrar a nossa apatia foi não aplaudir. Respeitar minha vontade de não rir. Não esperar em pé Caco voltar, ao final da peça, para agracer o público e os patrocinadores - o que ele de fato não fez. Minha amiga ficou preocupara ao me ver levantando rapidamente para ir embora: "você não gostou?". "Não dá pra aplaudir. Mas fiquei feliz por ter vindo aqui hoje". Depois conversamos, e ela entedeu. Disse-me que o personagem de Caco parecia o Jovem Marx. Acho que ela está certa, e em diversos sentidos. E acho mais: que ela me deu um presente muito maior do que imaginei.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.sentirporescrito.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6490274-4007887200407741353?l=sentirporescrito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/feeds/4007887200407741353/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/07/45-minutos.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/4007887200407741353?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/4007887200407741353?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/gjyOm/~3/ywMV5ef_VT4/45-minutos.html" title="45 minutos" /><author><name>Juliana A. Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00204929916608148812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-ELE5g4LNFKA/ThksHpvcFMI/AAAAAAAAAd4/IthOYou92PQ/s72-c/45-minutos-blog.gif" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/07/45-minutos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D04GSX45fip7ImA9WhZaGE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6490274.post-4445177309145535998</id><published>2011-07-05T00:09:00.002-03:00</published><updated>2011-07-05T00:18:48.026-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-05T00:18:48.026-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="perdão" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="milagre" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor" /><title>A vida e seus milagres</title><content type="html">&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Da autoria de um querido leitor deste blog:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;A vida e seus milagres&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;Quando você tem um falso amor,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;mas você não sabe que este amor é falso,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;você confia a vida,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;você se entrega toda/o,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;você dá abraços e beijos&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;como se amor verdadeiro fosse.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;O amor que não é amor&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;se refestela na cama e no sofá,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;invade a cozinha, o fogão e a pia,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;toma conta das sacadas&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;e do andar inteiro do apartamento.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;Quando você descobre o cheiro de mofo&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;do quarto e da sala de estar,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;e abandona esse falso amor,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;um vazio se instala na alma.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;O coração parece um terreno cheio de mato,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;onde não cabem flores ou frutos.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;Mas aí, um dia, teus olhos se abrem.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;É como se entrasse pela janela&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;uma ponta de lua,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;uma nesga de sol cálido,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;uma brisa leve no calor do rio.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;Amores novos brotarão no caminho?&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;Haverá alguma fresta&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;onde navegarão sabores diferentes,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;sem inodoros temperos&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;ou paladares enganosos?&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;Ou os tempos de desencanto&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;ocuparam todos os espaços,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;todas as esquinas,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;todas as veias?&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;Amores vêm,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;amores vão,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;amores virão.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;Vivendo e aprendendo,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;chorando e sangrando,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;caindo e levantando.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;É a vida&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; line-height: 18px;"&gt;e seus milagres.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #bbbbbb; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.sentirporescrito.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6490274-4445177309145535998?l=sentirporescrito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/feeds/4445177309145535998/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/07/vida-e-seus-milagres.html#comment-form" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/4445177309145535998?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/4445177309145535998?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/gjyOm/~3/dRS5R8yEa-4/vida-e-seus-milagres.html" title="A vida e seus milagres" /><author><name>Juliana A. Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00204929916608148812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/07/vida-e-seus-milagres.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0EDRHozfSp7ImA9WhZaFUs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6490274.post-4265100185239253184</id><published>2011-06-26T20:24:00.002-03:00</published><updated>2011-07-01T22:21:15.485-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-01T22:21:15.485-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="moderno" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="facebook" /><title>Discutindo a relação.</title><content type="html">É... eu tentei. Disse a ele que estava me sufocando. Esta coisa de ter que contar para ele o que estou fazendo, mostrar o que fiz, para mim já estava ficando invasivo. E o pior, é que ele não se contentava em saber da minha vida: tinha que contar para os outros! Os outros &amp;nbsp;quem? Ele dizia que eram só os meus amigos; no máximo amigos dos meus amigos... mas eu nunca acreditei nisso totalmente. Acho que ele acabava contando para quem pagasse mais. Eu tinha que dar um basta nisso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E esta história de querer que os amigos dele sejam os meus também? Oras! A boa educação tem limites! E eu sempre ficava naquela "saia justa" de: aceito ou nao esta nova amizade que eu nem sei direito quem é? Ou aquele cara que mal falava comigo na quinta série, que ele encontra e insiste em dizer que eu tenho que ser amiga? É, já está um pouco demais: "forçou a amizade".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então eu disse-me: chega de você, Feici (era assim que eu carinhosamente o chamava). Mas não vou fazer um corte assim na nossa relação: vamos fazer um "transição lenta e gradual" para &amp;nbsp;o status de "relação nenhuma". Assim, decidi, aos poucos, ir recolhendo minhas coisas da casa dele: as fotos do aniversário, da última viagem, do último fim de semana... tirei tambem minhas marcas das fotos dos outros que ele insistia em juntar com as minhas. E fui saindo... dizendo a mim mesma que ganharia muito com o novo espaço que iria se abrir em minha vida, afinal, quanto tempo eu estava p erdendo nesta relação! Pois enquanto eu ficava prestanto atenção nele, tentando me atulizar com todas as suas novidades, eu poderia estar desfrutando um bom livro, ou a companhia real de um amigo de verdade, quem sabe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então Sr. Feici Buqui, o nosso relacionamento acabou!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas... a gente sabe que um relacionamento sempre tem suas idas e vindas...&lt;br /&gt;
Daí eu pensei: e aquele pessoal que sempre fica online no domingo? E as novidades todas que fico ssabendo apenas por lá? E este querido blog, que só é lido quase pelos "nossos" amigos? É... vou lá espiar o que há.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espiei, confesso. Depois escrevi uma coisinha de nada. Falei com uma, duas ou tres pessoas, mas foi só. Sem mais fotos, links, e... e sem mais! Chega deste de você, Feici! Não sou mulher de malandro pra você &amp;nbsp;me tratar assim, me deixando dependente de te ver todos os dias, me fazendo promessas falsas de amor eterno, de amizades incríveis, de experiencias fantásticas. Agora vai ser diferente: você só vai fazer comigo o que eu quiser! (E ele me cochicha: "isto é o que vamos ver...")&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.sentirporescrito.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6490274-4265100185239253184?l=sentirporescrito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/feeds/4265100185239253184/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/06/discutindo-relacao.html#comment-form" title="7 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/4265100185239253184?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/4265100185239253184?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/gjyOm/~3/8gQ_sLfz1V4/discutindo-relacao.html" title="Discutindo a relação." /><author><name>Juliana A. Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00204929916608148812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>7</thr:total><feedburner:origLink>http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/06/discutindo-relacao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkEMRXoyeip7ImA9WhZbEUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6490274.post-6277480074138548901</id><published>2011-06-15T22:35:00.001-03:00</published><updated>2011-06-15T22:44:44.492-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-15T22:44:44.492-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mudança" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cabelo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="beleza" /><title>O cabelo</title><content type="html">Coisa simples, quase banal, é um fio de cabelo. Coisa bem mais complicada, muito importante, são vários. Nesta semana aprendi a importância do meu cabelo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu queria uma mudança. Aquela cabeleira enorme já tinha dado o que tinha que dar. Mudar de cor? Já tinha mudado, e estava ficando um pouco preocupada com esta coisa de ter que sustentar uma aparência "falsa" ao ter que retocar a tintura a cada dois meses. Então decidi que estava na hora de ir ao cabeleireiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pra quê? Não sei. Eu ia lá mudar o cabelo. O que eu queria? Não sabia. Sair daquele visual "beleza garantida" que é o cabelo comprido; este visual conservador, que é quase infalível se está bem escovado. Chega deste cabelão que todo mundo elogia e os homens gostam de olhar. Quem sabe um corte mais moderno, arrojado, ousado, que desenhe o rosto e seja uma moldura melhor que o quadro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E então eu disse as frases fatais: "Pode cortar um pouco mais". "Vamos sair de um cabelo comprido para um cabelo médio". "Tire uns 5 dedos" (amputação geral). E foi assim que aconteceu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele ia cortando e conversando, como sempre. Fabio Giampietro é &amp;nbsp;um dos melhores cabeleireiros que eu já conheci. Em 10 minutos te transforma numa diva, seja qual for seu cabelo. E faz com que você nao tenha que usar milhões de produtos para arrematar. Ele entende o seu cabelo e corta. Faz o que ele quer, dentro mais ou menos, do que você pede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda bem que ele é assim. Cortou mesmo, mas fez de um jeito que ficou bem cortado e moderno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bem, cortado. Cortado. Curto. Ahhhhhhh!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu cabelo...&lt;br /&gt;
meu cabelinho...&lt;br /&gt;
meu cabelão...&lt;br /&gt;
Que saudade do meu cabelo...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este cabelo médio! Para quê eu quero um cabelo médio? Nem curto nem comprido, nem quente nem frio, nem preto nem branco, nem forte nem fraco. Médio. Comedido.&amp;nbsp;Ok, cabelo é uma coisa que cresce. Vai crescer. Vai passar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que eu esperava? Que o cabeleireiro mudasse minha vida com um corte de cabelo lindíssimo? Que este corte de cabelo fosse tão lindo e moderno quanto os olhares que eu quero atrair? Um milagre?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim. Um milagre. Acho que todos nós quando deixamos alguém tocar no nosso corpo e modificá-lo - sejam cabelos, unhas, uma massagem na coluna - sempre queremos algo que só o outro pode nos dar. Um ponto de vista diferente do nosso, um carinho conosco que já não temos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em geral, um bom profissional de beleza e estética, desses que amam sua profissão, sabe disso. Por isso se envolvem, nos envolvem, e... bem, esta é uma outra história, que dá até um doutorado! ; )&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.sentirporescrito.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6490274-6277480074138548901?l=sentirporescrito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/feeds/6277480074138548901/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/06/o-cabelo.html#comment-form" title="10 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/6277480074138548901?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/6277480074138548901?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/gjyOm/~3/UwoZrOx2GEU/o-cabelo.html" title="O cabelo" /><author><name>Juliana A. Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00204929916608148812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>10</thr:total><feedburner:origLink>http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/06/o-cabelo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkABR387fyp7ImA9WhZUF08.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6490274.post-2162395182481293846</id><published>2011-06-08T23:52:00.002-03:00</published><updated>2011-06-10T13:52:36.107-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-10T13:52:36.107-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="frepop" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="frepop 2011" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="educação popular" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="saudades" /><title>Histórias de Frepop</title><content type="html">E mais um Frepop se aproxima. Há dois anos que eu conheci este evento, o Fórum Regional de Educação Popular do Oeste Paulista. No primeiro em que fui, em 2009, eu era apenas a namorada de um dos organizadores. Em 2010, já me considerava uma frepopeana. Hoje, sem o vínculo de 2009, continuo me sentindo assim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo ano o Frepop convida pessoas de outros países que também trabalham com educação popular. Gente que vem patrocinada pelo evento, de diversos continentes, para contar suas experiências. Entre eles o sociólogo Moussa Diop, de Senegal; o professor University of Glasgow, da Escócia, Liam Kane, a ativista da Woza, em Zimbabwe, Tracy Doig, a porta-voz na ONU das comunidades indígenas do Chile, Soledad Calle, o doutorando italiano em antropologia que entende tudo das comunidades do Xingu, Paride Boletin, a ativista indiana Ajitha George, a militante indígena dos Charrúa, Gladys do Nascimento, o sociólogo chileno educador popular Edgardo Alvarez Puga, entre muitas outras pessoas interessantíssimas, com graduações universitárias honrosas, e outras igualmente interessantes sem títulos formais nenhum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E isto é o que mais gosto no Frepop: esta mistura de gentes de diferentes culturas, status sociais, graus de instrução. A professora da educação básica pública do pequeno município interiorano almoçando ao lado do sociólogo chileno; fazendo perguntas à indiana, dando o seu depoimento aos pesquisadores presentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não vai dar para comparecer mais ao ITAL, em Lins, e presenciar as discussões e celebrações de cultura e vida fantásticas que rolam em todo Frepop. Mas vale a pena contar uma das histórias mias interessantes que vivi por causa deste evento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maioria destes convidados que mencionei acima não fala uma palavra em português. Necessitavam de tradução para tudo, o que havia, mas nunca era suficiente. Em várias rodas de conversa servi de tradutora - mesmo não sendo boa nisso. Ao final do evento soube que Ajitha e Moussa teriam que passar um dia inteiro no aeroporto esperando a hora dos seus voos, devido ao horário dos ônibus que saem de Lins à São Paulo, para depois enfrentar mais 20, 25 horas de voo. Estadia cruel naqueles dias frios de São Paulo. Foi quando pensei que Ajitha e Moussa podiam ficar no meu apartamento enquanto esperavam a hora do embarque. Eles chegariam em Sao Paulo as 7 da manhã e o embarque era somente às 23h.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adoraram minha oferta e vieram. Chegaram não às 7h, mas às 5h. Quase nao acreditei quando o interfone tocou de madrugada. De pijama, olhos vermelhos e cabelos "revoltosos", atendi a porta e encontrei Moussa, Ajitha, Tracy, que só falam inglês ou francês; os bolivianos Clara Quirino e seu filho Victor Tobala, que só falam espanhol, e Liam Kane, o único que falava português e inglês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hello, Welcome! Bienvenidos! Salut! Make yourself confortable! Oh my god! I don´t have bed for all of you, but this house is yours....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Moro num apartamento de 1 quarto. O que fazer com seis pessoas de quatro continentes diferentes que nem sequer falam a mesma língua entre elas? E onde colocar cinco malas enormes? Quase não havia onde todos se sentarem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E então um dia lindo começou. Pensei que o melhor, naquele momento, era &amp;nbsp;um bom café da manhã. Liam &amp;nbsp;ajudou-me a preparar o café, enquanto os outros afastavam a mesa, puxavam as cadeiras, e ajeitavam minha sala. Conversamos, comemos, rimos muito sobre assuntos diversos do evento. Acomodei Clara e Vitor em minha cama de casal e ensinei a todos onde estavam roupas de cama e tudo o que necessitassem. E os deixei. Voltei somente para almoçar com eles e ajudá-los a chamar o táxi para o aeroporto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Liam foi embora mais cedo. Quando cheguei, estavam os outros numa comunicação engraçada mas forte. Todos de bom humor. Depois do almoço Tracy, Clara e Victor embarcaram no táxi, e lágrimas escorreram na despedida entre todos nós. Passei o resto do dia com Moussa e Ajitha, que necessitava de ajuda com relação a obtenção do visto de entrada em Dubai. A sorte dela era que a agência de turismo que trabalhou para o Frepop era perto de minha casa. Então caminhamos até lá, pelo bairro de Higienópolis. Ela me contou de sua vida na Índia, com seu filho e seu marido, estas histórias da vida cotidiana que não se fala em palestras... De volta a casa, Moussa fez seu chá preto e nos serviu. Antes de irmos ao aeroporto, dormimos um pouco; Ajitha e eu dividindo o mesmo quarto, numa intimidade parecida com a que eu tinha com minhas colegas de república universitária. À noite lanchamos e conversamos sobre a possibilidade de um Frepop nordestino. Idéia minha que eles gostaram e que ainda não chegou o meu tempo de executar (mas quem se animar, pode começar!).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fiz questão de levá-los ao aeroporto. Depois de passar um dia inteiro com eles, foi inevitável o aperto no coração em deixá-los. Nunca vou me esquecer do sotaque do inglês de Ajitha, do seu sorriso e do jeito de menear a cabeça, sutil e elegante. Não vou me esquecer da foto que tirei do Moussa enrolado no meu edredom amarelo, parecendo uma múmia (risos!), batendo o queixo com este frio que não existe em Senegal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eles me deram um dia lindo, cheio de afeto, de solidariedade, da alegria da convivência com alguém tão diferente de você, mas com os mesmos sonhos de um outro mundo possível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-U2RSJNBW2oo/TfBAnUqU2KI/AAAAAAAAAdc/Ljcr4jJ9pbE/s1600/IMG_0739.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-U2RSJNBW2oo/TfBAnUqU2KI/AAAAAAAAAdc/Ljcr4jJ9pbE/s320/IMG_0739.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Da esquerda para a direita: Vanessa, Moussa Diop, Tracy Doig, Amanda (tradutora de ingles), Soledad Calle, Ajitha George e Claudia.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
Saudades... Saudações! Benvindos de volta! Bom &lt;a href="http://www.frepop.org.br/"&gt;Frepop&lt;/a&gt; para vocês!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em tempo: O &lt;a href="http://www.frepop.org.br/mesas_tematicas_programacao.php"&gt;Frepop 2011 &lt;/a&gt;ocorrerá entre 19 a 23 de julho. &lt;a href="http://inscri%c3%a7%c3%b5es%20abertas/"&gt;Inscrições abertas&lt;/a&gt;! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.sentirporescrito.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6490274-2162395182481293846?l=sentirporescrito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/feeds/2162395182481293846/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/06/frepop-2011.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/2162395182481293846?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/2162395182481293846?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/gjyOm/~3/otfbmKn7Q8c/frepop-2011.html" title="Histórias de Frepop" /><author><name>Juliana A. Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00204929916608148812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-U2RSJNBW2oo/TfBAnUqU2KI/AAAAAAAAAdc/Ljcr4jJ9pbE/s72-c/IMG_0739.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/06/frepop-2011.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0QCRX07eyp7ImA9WhZUEEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6490274.post-8173325129144986439</id><published>2011-06-02T23:49:00.000-03:00</published><updated>2011-06-02T23:49:24.303-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-02T23:49:24.303-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sentido" /><title>Tarefas do bem viver</title><content type="html">E se você tivesse o carro do ano? E uma casa linda e aconchegante? E muitas roupas daquela grife que você adora? E tivesse sempre um convite para um programa bacana todo fim de semana? E viajasse todo feriado para um hotel 5 estrelas? E tivesse milhares de amigos no Facebook? &amp;nbsp;E um(a) namorado(a) lindo(a) ? E o cargo mais alto na sua empresa? E trabalhasse na melhor empresa? E se você fosse um empresário(a) bem sucedido(a), desses(as) que saem até nas revistas? Ou se você fosse uma pessoa de notável inteligência e intelectualidade, que todos quisessem conhecê-lo(a)? E se você fosse tivesse um corpo lindo? E se sua alimentação fosse balanceada? E se você tivesse &amp;nbsp;um filho super inteligente e lindo como você?&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;E se você tivesse tudo isso todo dia?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Estaria tudo ok? Você seria feliz?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;São só perguntas... &amp;nbsp;Não quero dizer nada com elas. Mas fico pensando: se não tenho resposta para elas, porque continuo (e mais um monte de gente junto comigo) tentando cumprir todas estas "tarefas" diariamente?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.sentirporescrito.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6490274-8173325129144986439?l=sentirporescrito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/feeds/8173325129144986439/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/06/tarefas-do-bem-viver.html#comment-form" title="8 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/8173325129144986439?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/8173325129144986439?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/gjyOm/~3/3F5WanZpSOg/tarefas-do-bem-viver.html" title="Tarefas do bem viver" /><author><name>Juliana A. Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00204929916608148812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>8</thr:total><feedburner:origLink>http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/06/tarefas-do-bem-viver.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ck8GR3kzeCp7ImA9WhZVEUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6490274.post-2281973767845308043</id><published>2011-05-22T21:30:00.002-03:00</published><updated>2011-05-22T21:33:46.780-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-22T21:33:46.780-03:00</app:edited><title>When it all comes down...</title><content type="html">&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="314" src="http://www.youtube.com/embed/v4tsoU3KlBg" width="500"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;Too blind to know your best.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;Hurrying through the forks without regrets.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;Different now, every step feels like a mile.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;All the lights seem to flash and pass you by.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;So how's it gonna be.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;When it all comes down you're cycling trivialities.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;Don't know which way to turn.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;Every trifle becoming big concerns.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;All this time you were chasing dreams,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;without knowing what you wanted them to mean.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;So how's it gonna be.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;When it all comes down you're cycling trivialities.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;So how's it gonna be.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;When it all comes down you're cycling trivialities.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;Who cares in a hundred years from now.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;All the small steps, all your shitty clouds.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;Who cares in a hundred years from now.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;Who'll remember all the players.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;Who'll remember all the clowns.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;So how's it gonna be.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;When it all comes down you're cycling trivialities.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;So what does this really mean.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;When it all comes down you're cycling trivialities.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;Cycling trivialities.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;Cycling trivialities&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 15px;"&gt;More lyrics: http://www.lyricsmania.com/cycling_trivialities_lyrics_jose_gonzalez.html&lt;br /&gt;
All about Jose Gonzalez: http://www.musictory.com/music/Jose+Gonzalez&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.sentirporescrito.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6490274-2281973767845308043?l=sentirporescrito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/feeds/2281973767845308043/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/05/when-it-all-comes-down.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/2281973767845308043?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/2281973767845308043?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/gjyOm/~3/W8vdPErzETo/when-it-all-comes-down.html" title="When it all comes down..." /><author><name>Juliana A. Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00204929916608148812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/v4tsoU3KlBg/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/05/when-it-all-comes-down.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEAEQ38-fyp7ImA9WhZWFkQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6490274.post-6846862596033943808</id><published>2011-05-18T01:05:00.001-03:00</published><updated>2011-05-18T01:25:02.157-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-18T01:25:02.157-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="preguiça" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="solidão" /><title>A solidão não merece tanto desprezo.</title><content type="html">Tenho a sensação de que quanto mais queremos ficar acompanhados, mas sozinhos nos sentimos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a ausência também pode ser uma situação a ser aproveitada. Infelizmente tenho que admitir que quando eu tinha menos dinheiro, e precisa trabalhar muito e estudar ao mesmo tempo, eu de fato encontrava energia para acordar as 5h. Que quando eu quase não tinha livro nenhum, sabia aproveitar os corredores de ótimas bibliotecas públicas - e lia coisas interessantes que não estão mais nas livrarias. E que quando eu conhecia pouquissima gente em São Paulo, aproveitava melhor a minha própria companhia. &amp;nbsp;Com isso, não quero dizer que a escassez nos faz lutar - &amp;nbsp;embora eu concorde com isso, acho que a vida não precisa ser sempre tão dura. Mas quero dizer que as ausências, as faltas, podem ser situações interessantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro, porque podemos estar sentindo falta de alguma coisa desnecessária. Depois, porque a solidão é uma boa maneira de estarmos em companhia de nós mesmos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ora, se é assim, por que a solidão incomoda tanto? Por que precisamos de uma reação de outro às nossas ações? Somente esta reação dá sentido às nossas ações? Como fazer algo proibido e ter que contar para alguém, para que o gozo causado pela proibição pudesse finalmente ser realizado. Ou como considerar sem importância o que fazemos somente para nós mesmos, pois ninguém vai se incomodar ou brigar com a gente se der errado... certo? Não. Alguém vai sofrer as&amp;nbsp;conseqüências&amp;nbsp;das nossas péssimas atitudes com a gente mesmo. E a bronca vai ser a maior de todas...&amp;nbsp;Escrevo tudo isso para dizer que talvez a solidão seja como um remédio amargo que a gente tenha que tomar de vez em quando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu não gosto de estar só a maior parte do tempo, mas pensando bem, eu não estou só a maior parte do tempo. O tempo parece grande porque estou prestando atenção nele, ao invés de estar aproveitando-o.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-_dqTj6Ddnto/TdNKDVpsJBI/AAAAAAAAAdM/TbKAIXpfIy8/s1600/solitario_m.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-_dqTj6Ddnto/TdNKDVpsJBI/AAAAAAAAAdM/TbKAIXpfIy8/s320/solitario_m.gif" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como se aproveita o tempo da solidão? Também não tenho esta resposta. Sou daquelas que está sempre cheia de coisas para fazer - muitas delas que eu até inventei... Mas ultimamente tenho descoberto as virtudes da preguiça. Quer saber? Fazer nada, sozinha, é um progamão! ; )&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.sentirporescrito.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6490274-6846862596033943808?l=sentirporescrito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/feeds/6846862596033943808/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/05/solidao-nao-merece-tanto-desprezo.html#comment-form" title="9 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/6846862596033943808?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/6846862596033943808?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/gjyOm/~3/HQ15ifKSW5Q/solidao-nao-merece-tanto-desprezo.html" title="A solidão não merece tanto desprezo." /><author><name>Juliana A. Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00204929916608148812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-_dqTj6Ddnto/TdNKDVpsJBI/AAAAAAAAAdM/TbKAIXpfIy8/s72-c/solitario_m.gif" height="72" width="72" /><thr:total>9</thr:total><feedburner:origLink>http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/05/solidao-nao-merece-tanto-desprezo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0MCRXs5eSp7ImA9WhZWFUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6490274.post-5677550110739778480</id><published>2011-05-16T14:16:00.002-03:00</published><updated>2011-05-16T23:31:04.521-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-16T23:31:04.521-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="injustiça" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Catwalk" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="trabalho" /><title>A irresponsabilidade social do Instituto Ethos</title><content type="html">Para aqueles que acreditam que é possível haver responsabilidade social&amp;nbsp; num sistema opressor como o capitalismo selvagem que vigora no Brasil, vejam o link da notícia publicada no blog da Miriam Leitão sobre o ex presidente do Instituto Ethos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele simplesmente possui empresas que, à época da sua presidência do Instituto Ethos, mantinham trabalho escravo e degradante em usinas de cana de açúcar no Mato Grosso do Sul. Muito ético, não?&amp;nbsp; Cadê a responsabilidade social do Sr. José Pessoa de Queiroz Bisneto? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diz o blog que "Durante a operação, 1.011 trabalhadores, 820 deles&amp;nbsp;indígenas,&amp;nbsp;foram  encontrados em condições degradantes" e que a Justiça Trabalhista o condenou a pagar 5 milhoes de reais a entidades filantrópicas como reparação dos danos causados. E quem vai reparar os danos destes 1011 trabalhadores?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2011/05/11/justica-trabalhista-condena-usina-pagar-5-milhoes-379716.asp"&gt;http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2011/05/11/justica-trabalhista-condena-usina-pagar-5-milhoes-379716.asp&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.sentirporescrito.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6490274-5677550110739778480?l=sentirporescrito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/feeds/5677550110739778480/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/05/irresponsabilidade-social-do-instituto.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/5677550110739778480?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/5677550110739778480?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/gjyOm/~3/mVS9pwfcoxQ/irresponsabilidade-social-do-instituto.html" title="A irresponsabilidade social do Instituto Ethos" /><author><name>Juliana A. Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00204929916608148812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/05/irresponsabilidade-social-do-instituto.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkEGR3k-eip7ImA9WhZXFkg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6490274.post-1572233485518631726</id><published>2011-05-05T23:36:00.002-03:00</published><updated>2011-05-05T23:57:06.752-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-05T23:57:06.752-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="relações" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="proximidade" /><title>Próximo e distante</title><content type="html">&lt;i&gt;A proximidade virtual reduz a pressão que a contiguidade&amp;nbsp; não-virtual tem por hábito exercer. Ela também estabelece o padrão para todas as outras proximidades. Toda proximidade está agora no limite de medir seus méritos e falhas pelo modelo da proximidade virtual.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito atuais as frases acima, não? O nobre internauta certamente tende a concordar com elas. O trecho é do livro de Zigmund Baumann, "Amor Líquido - sobra a fragilidade dos laços humanos".&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu concordo. A proximidade virtual expressa a nossa fragilidade de se relacionar realmente - nos diversos sentidos deste "realmente". Como num ciclo: vivemos de maneira distante de nossos próximos, e reforçamos esta distância com a proximidade virtual. O Facebook me avisa que hoje é aniversário daquele amigo que vi nas ultimas férias. É mais fácil mandar um recadinho por lá mesmo, ao invés de ligar para ele e sentir a sua voz. Por que preterimos tanto o contato, ainda que apenas entre vozes?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nao me retiro desta primeira pessoa do plural. Sou uma destas também que se rendeu às redes sociais. Felizmente ainda sou também aquele tipo grudento que liga para os amigos sem motivo nenhum e que tenta juntar a galera no fim de semana. Dá certo, mas sempre fico um pouco ressentida de ser uma das únicas que faz isso. Várias vezes cheguo à conclusão de que eu nao deveria ligar tanto para as pessoas, e tambem esperar, asism como elas, a ligação. Mas... nunca me convenço disso. Acabo ligando. Não por ansiedade, mas pela vontade de contrariar a norma moderna: se é chique ter o celular tocando, receber convites, ter a agenda de fim de semana cheia, acho muito mais divertido encher a agenda de meus amigos e depois ouvir deles: "adorei o convite!".&amp;nbsp; Esta, ao meu ver, é uma ótima maneira de contrariar esta chatice de modernidade líquida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu tenho mesmo achado esta modernidade líquida uma chatice. Nao estou, com isso, querendo&amp;nbsp; uma volta aos valores tradicionais. Aliás, hoje é dia de comemorar a aprovação da união homomafetiva pelo Superior Tribunal Federal brasileiro. Mas acho que já é hora de ver que é muito mais interessante romper com este sistema ridículo de panelinhas, que no mundo empresarial chamam de "networking" ou que os pops chamam de "rede social". Bleh!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não pague 100 reais para entrar num lugar onde só tem gente exclusiva. Não aceite pagar 750 mil reais no apartamento de 75 metros quadrados porque ele está localizado num bairro que só tem apartamentos de luxo. Nao se apequene para tentar ser grande.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dá trabalho interagir com gente diferente. Gente mais pobre que você ou muito mais rica. Gente que ouve sertanejo universitário, enquanto voce só ouve eletrônico. Gente que gosta de Serge Gainsbourg, enquanto você nem sabe quem ele é. Mas para isso, a proximidade virtual pode servir bastante. Pode ser um começo. Só espero que nunca seja suficiente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.sentirporescrito.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6490274-1572233485518631726?l=sentirporescrito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/feeds/1572233485518631726/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/05/intimo-e-distante.html#comment-form" title="8 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/1572233485518631726?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/1572233485518631726?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/gjyOm/~3/FMoEWr2GWCc/intimo-e-distante.html" title="Próximo e distante" /><author><name>Juliana A. Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00204929916608148812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>8</thr:total><feedburner:origLink>http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/05/intimo-e-distante.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0ICR3Yzfyp7ImA9WhZQFU4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6490274.post-2193052612094184811</id><published>2011-04-23T02:38:00.002-03:00</published><updated>2011-04-23T03:19:26.887-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-23T03:19:26.887-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amizade" /><title>Sexta feira da Paixão</title><content type="html">Contrariando qualquer racionalidade acadêmica ou intelectual, eu continuo cristã. Pode ser uma questão de não conseguir me livrar desta idéia que me ensinaram desde pequena, uma vez que sou filha de católicos convictos, de que papai do céu olha por nós. Ou pode ser que eu não consiga me livrar - e nem queira - daquele sentimento de que Deus simplesmente existe e pronto. Mas o meu fato é que Ele sempre esteve comigo, e sei que&amp;nbsp; Ele tem me tirado de alguns buracos que meu livre arbítrio cavou. Mas nao é sobre minha crença que quero escrever.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quero falar do delicioso bolo de castanha do pará que comi na casa da &lt;a href="http://minhapernadepau.wordpress.com/"&gt;Natália Leon&lt;/a&gt;. Ela me convidou para&amp;nbsp; acompanhá-la num bom papo enquanto fazia o bolo. Foi a primeira vez que fui à sua casa. Conheci sua mãe, comemos o bolo em família,&amp;nbsp; e depois decidimos que iríamos fazer o primeiro ensaio da nossa banda (de três ou quatro), que tinha acabado de nascer!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes, passamos na casa do seu pai, onde havia uma janta ótima. Por lá ficamos, já que o restante da banda de três ou quatro não estava no mesmo pique que nós. Papo bom, comidinha deliciosa, programa de família, uma que não era a minha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes são os prazeres da Páscoa: saborear o pão, a família, os amigos. Nati fez tudo isso ao mesmo tempo, e me convidou para esta festa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Natália, Feliz Páscoa para você também. Obrigada por fazer a minha Sexta Feira da Paixão uma lembrança de como às vezes ser feliz pode ser bem simples se soubermos partilhar nossos tesouros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.sentirporescrito.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6490274-2193052612094184811?l=sentirporescrito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/feeds/2193052612094184811/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/04/sexta-feira-da-paixao.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/2193052612094184811?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/2193052612094184811?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/gjyOm/~3/yN2jlTsR8QA/sexta-feira-da-paixao.html" title="Sexta feira da Paixão" /><author><name>Juliana A. Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00204929916608148812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/04/sexta-feira-da-paixao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CU4HSX0_eCp7ImA9WhZQEks.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6490274.post-5688838968179572844</id><published>2011-04-19T22:34:00.002-03:00</published><updated>2011-04-19T22:45:38.340-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-19T22:45:38.340-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="são paulo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cultura" /><title>Virada pela Virada</title><content type="html">Este fim de semana foi dia de Virada Cultural em São Paulo. Um evento que, a princípio, parece uma idéia bacanérrima: 24 horas seguidas de atrações culturais no centro de São Paulo, madrugada adentro e tudo. Shows para todos os gostos, diversas formas de arte, um luxo. E tudo de grátis. Transporte público funcionando a noite toda para quem vem de longe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só que... apareceram 4 milhoes de pessoas! Por maior que seja o centro de São Paulo, 4 milhoes de pessoas é muito. E então para ir a qualquer show, sobretudo àqueles de caras internacionais, raros, era preciso atravessar um mar de gente. Filas e mais filas para tudo, bem ao estilo paulistano. Aliás, coitado do paulistano, nao escapa da fila para nada nesta vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parecia que aquele pessoal que estava na Virada nunca tinha visto bons shows antes. Pois é! E a maioria nunca tinha visto mesmo, porque em São Paulo ou você paga 60, 100, 200, 300 reais, ou você madruga em alguma fila do Sesc para ver shows e peças bacanas. E como a maioria trabalha e 300 reais é praticamente a quarta parte do salário, nao dá pra ver show se não for na Virada Cultural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não seria mais fácil proporcionar à população cultura e arte gratuita e de qualidade durante todo o ano? Que coisa mais sádica este negócio de gastar tudo em um dia só.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ok, eu me diverti. Encontrei amigos, sambei com estranhos, uma beleza! E mais legal ainda: presenciei uma ótima apropriação cultural de espaço público. Um grupo de músicos que aproveitou o publico da Virada para mostrar o seu som. Fora da programação, eles fizeram minha noite mais interessante:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://i.ytimg.com/vi/CKfaVsc1o0o/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/CKfaVsc1o0o?f=user_uploads&amp;c=google-webdrive-0&amp;app=youtube_gdata" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/CKfaVsc1o0o?f=user_uploads&amp;c=google-webdrive-0&amp;app=youtube_gdata" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas podia ter sido menos sofrido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.sentirporescrito.blogspot.com&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6490274-5688838968179572844?l=sentirporescrito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/feeds/5688838968179572844/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/04/virada-pela-virada.html#comment-form" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/5688838968179572844?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6490274/posts/default/5688838968179572844?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/gjyOm/~3/hlgeFCAL3MQ/virada-pela-virada.html" title="Virada pela Virada" /><author><name>Juliana A. Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00204929916608148812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://sentirporescrito.blogspot.com/2011/04/virada-pela-virada.html</feedburner:origLink></entry></feed>

