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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-9186018120029545854</atom:id><lastBuildDate>Fri, 10 Feb 2012 22:36:52 +0000</lastBuildDate><category>CRI</category><category>asia</category><category>quilombolas</category><category>encontro de blogueiros progressistas</category><category>segurança pública</category><category>homofobia</category><category>Documentários</category><category>religião</category><category>Software Livre</category><category>Cpers</category><category>POLITICAS PUBLICAS</category><category>palestina</category><category>inclusão digital</category><category>sustentabilidade</category><category>eleições municipais 2012</category><category>movimento indigena</category><category>racismo</category><category>imperialismo</category><category>movimentos sociais</category><category>exploração do trabalho infantil</category><category>Historia</category><category>FSM2011</category><category>cotidiano</category><category>preconceito</category><category>ecologia e meio ambiente</category><category>gibis</category><category>centrais sindicais</category><category>literatura</category><category>FSM-2012</category><category>cultura</category><category>utilitários</category><category>partidos politicos</category><category>critica social</category><category>governo federal</category><category>consumismo</category><category>Africa</category><category>entrevista</category><category>cinema crítico</category><category>solidariedade</category><category>Física Quântica</category><category>Marxismo</category><category>socialismo</category><category>musica</category><category>eleições 2010</category><category>saude</category><category>PIG</category><category>l</category><category>poesia</category><category>habitação</category><category>reforma agrária</category><category>islamismo</category><category>violência contra a mulher</category><category>eleções</category><category>sionismo</category><category>assédio moral</category><category>tortura</category><category>espiritualismo</category><category>sexualidade</category><category>videos</category><category>meio ambiente</category><category>midia</category><category>MST</category><category>cooperativismo</category><category>politica internacional</category><category>educação</category><category>FSM-2010</category><category>fu</category><category>eleição 2010</category><category>oriente medio</category><category>discriminação</category><category>terrorismo</category><category>ori</category><category>Direitos Humanos</category><category>inclusão social</category><category>revolucionários</category><category>Formação Politica</category><category>xenofobia</category><category>opinião filosofica</category><category>trabalho escravo</category><category>legalidade</category><category>Charges</category><category>relações de trabalho</category><category>FST-2012</category><category>analise economica</category><category>quadrinhos críticos</category><category>ALBA</category><category>desaparecidos</category><category>alimentação saudável</category><category>America Latina</category><category>Ditaduras</category><category>ciencia</category><category>esporte</category><category>inimigos da coisa pública</category><category>trabalho e renda</category><title>BLOG DO TURQUINHO</title><description>Um blog de informações culturais, políticas e sociais, fazendo o contra ponto à mídia de esgoto.</description><link>http://turcoluis.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (turquinho)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>5613</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/blogspot/lFonK" /><feedburner:info uri="blogspot/lfonk" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:browserFriendly></feedburner:browserFriendly><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9186018120029545854.post-5822072246622830084</guid><pubDate>Fri, 10 Feb 2012 13:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-10T10:12:34.142-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">inclusão social</category><title>A dignidade humana é um valor supremo</title><description>Fernando Brito no &lt;a href="http://www.tijolaco.com/"&gt;TIJOLACO &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;div class="wp-caption alignright" id="attachment_34039" style="width: 391px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="wp-caption alignright" id="attachment_34039" style="width: 391px;"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://www.tijolaco.com/wp-content/uploads/2012/02/ghetto_varsovia.jpg"&gt;&lt;img alt="" class="size-full wp-image-34039" height="280" src="http://www.tijolaco.com/wp-content/uploads/2012/02/ghetto_varsovia.jpg" title="ghetto_varsovia" width="381" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="wp-caption-text" style="color: red;"&gt;É diferente quando a cena é com nordestinos, com mulatos, com pobres?&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O&amp;nbsp; professor de Direito Civil José Osório de Azevedo Júnior,  desembargador&amp;nbsp; aposentado do Tribunal de Justiça de São Paulo, dá hoje,  em artigo na &lt;i&gt;Folha&lt;/i&gt;, uma lição irrespondível aos que trataram a  Lei e o Direito como se elas fossem construções desumanas, que tivessem  uma existência de &lt;i&gt;per si &lt;/i&gt;e não fossem intrumentos do convívio harmônico entre seres humanos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele dá uma aula, em poucas linhas, capaz de atirar ao pó da  vergonha os sabichões jurídicos que, em nome do respeito a decisões  judiciais, justificaram a barbárie e produziram aquilo que chamamos de “&lt;a href="http://www.tijolaco.com/os-flagelados-do-judiciario/" target="_blank"&gt;os flagelados do Judiciário&lt;/a&gt;“.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E, também,&amp;nbsp; aos governantes que, invocando ordens judiciais, agiram como feitores, de chicote em punho contra os indefesos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Dr. Osório de Azevedo Jr., com seu artigo, deveria estar fazendo  corar a essa gente, se ela ainda corasse de vergonha por alguma coisa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Ainda o Pinheirinho&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;“Os fatos são conhecidos: uma decisão judicial de reintegração de  posse  sobre uma favela. A ocupação começou em 2004, por pessoas  necessitadas  de moradia. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt; Segundo a &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, a proprietária obteve  reintegração liminar em  2004. Durante um imbróglio processual, os  ocupantes permaneceram. Em  2011, uma nova decisão ordena a  reintegração. Foi essa a ordem que o  Poder Executivo cumpriu no dia 22  de janeiro, com aparato policial,  caminhões e máquinas pesadas. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt; A ordem era, porém, inexequível, pois, em sete anos, a situação  concreta  do imóvel e sua qualificação jurídica mudaram radicalmente. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt; O que era um imóvel rural se tornou um bairro urbano. Foi  estabelecida  uma favela com vida estável, no seu desconforto. Dir-se-á  que a execução  da medida mostra que a ordem era exequível. Na verdade,  não houve  mortes porque ali estava uma população pacífica, pobre e  indefesa. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt; Ninguém duvida da exequibilidade física da ordem judicial, pois  todos  sabem que soldados e tratores têm força física suficiente para  “limpar”  qualquer terreno. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt; O grande e imperdoável erro do Judiciário e do Executivo foi  prestigiar  um direito menor do que aqueles que foram atropelados no  cumprimento da  ordem. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt; Os direitos dos credores da massa falida proprietária são meros  direitos  patrimoniais. Eles têm fundamento em uma lei também menor, uma  lei  ordinária, cuja aplicação não pode contrariar preceitos expressos  na  Constituição. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt; O principal deles está inscrito logo no art. 1º, III, que indica a   dignidade da pessoa humana como um dos fundamentos da República. Esse   valor permeia toda a ordem jurídica e obriga a todos os cidadãos,   inclusive os chefes de Poderes. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt; As imagens mostram a agressão violenta à dignidade daquelas  pessoas.  Outro princípio constitucional foi afrontado: o da função  social da  propriedade. É verdade que a Constituição garante o direito  de  propriedade. Mas toda vez que o faz, estabelece a restrição: a   propriedade deve cumprir sua função social. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt; Pois bem, a área em questão ficou ociosa por 14 anos, sem cumprir  função  social alguma. O princípio constitucional da função social da   propriedade também obriga não só aos particulares, mas também a todos os   Poderes e os seus dirigentes. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt; O próprio Tribunal de Justiça de São Paulo já consagrou esse  princípio  inúmeras vezes, inclusive em caso semelhante, em uma  tentativa de  recuperação da posse de uma favela. O tribunal considerou  que a retomada  física do imóvel favelado é inviável, pois implica uma  operação  cirúrgica, sem anestesia, incompatível com a natureza da ordem  jurídica,  que é inseparável da ordem social. Por isso, impediu a  retomada. O  proprietário não teve êxito no STJ (recurso especial  75.659-SP). &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt; Tudo isso é dito porque o cidadão comum e o estudante de direito   precisam saber que o direito brasileiro não é monolítico. Não é só isso   que esse lamentável episódio mostrou. Julgamento e execução foram   contrários ao rumo da legislação, dos julgados e da ciência do direito. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt; Será verdade que uma decisão tem de ser cumprida sempre? Só é  verdade  para os casos corriqueiros. Não para os casos gravíssimos que  vão  atingir diretamente muitas pessoas indefesas. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt; Estranha-se que o governador tenha usado o conhecido chavão segundo  o  qual decisão judicial não se discute, cumpre-se. Mesmo em casos  menos  graves, os chefes de Executivo estão habituados a descumprir  decisões  judiciais. Nas questões dos precatórios, por exemplo, são  milhares de  decisões judiciais definitivas não cumpridas.”&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9186018120029545854-5822072246622830084?l=turcoluis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://turcoluis.blogspot.com/2012/02/dignidade-humana-e-um-valor-supremo.html</link><author>noreply@blogger.com (turquinho)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9186018120029545854.post-1086645895039842131</guid><pubDate>Thu, 09 Feb 2012 16:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-09T13:09:45.645-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">inclusão social</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Software Livre</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">inclusão digital</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">encontro de blogueiros progressistas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">imperialismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">revolucionários</category><title>Censura na internet tropeça em países europeus</title><description>&lt;h1&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/h1&gt;&lt;h2 style="color: red; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A República tcheca seguiu o caminho da Polônia e tornou-se  agora o segundo país da União Europeia a suspender a ratificação do  ACTA, o tratado que ameaça a livre expressão na internet&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;              &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Artigo publicado no portal do&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.beinternacional.eu/"&gt;Bloco de Esquerda no Parlamento Europeu&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A decisão tcheca foi anunciada no meio de intensa polêmica e depois  de o grupo Anonymous, rede de ativistas cibernautas que já perturbou  inclusive o funcionamento dos serviços informáticos do Parlamento  Europeu, ter conseguido idêntica ação nos serviços de políticos tchecos e  ter divulgado para a comunicação social os seus endereços e números de  telefone privados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao anunciar na segunda-feira a suspensão da ratificação já em pleno  processo de discussão, o primeiro-ministro tcheco, Petr Necas, afirmou  que “não podemos aceitar em quaisquer circunstâncias, que as liberdades  cívicas e o livre acesso à informação sejam de alguma maneira  ameaçados”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na semana passada, o primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, anunciou  que a ratificação do ACTA necessita de mais discussão. Em Varsóvia tem  havido protestos de rua e também no Parlamento chamando a atenção para o  fato de o tratado ameaçar a liberdade de informação e encorajar a  intromissão na vida privada dos cidadãos e a censura.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Donald Tusk não retirou a sua assinatura do tratado mas anunciou,  durante um debate com ativistas e bloguers, que o processo de  ratificação pela Polônia foi suspenso por um período superior a um ano  de modo a que haja tempo para analisar as consequências do tratado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Protestos contra o ACTA estão surgindo em vários países da Europa. Na  Eslovênia, a embaixadora no Japão, Helena Drnovsek Zorko, lamentou ter  assinado o tratado e exortou a população a manifestar-se contra. Segundo  a BBC, mais de duas mil pessoas corresponderam ao apelo e  concentraram-se contra o ACTA em Ljubliana.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Comissão Europeia e 22 países da União Europeia assinaram o ACTA em  janeiro, juntamente com os Estados Unidos, a Austrália e o Canadá.  Cinco países membros da União – Chipre, Estônia, Holanda, Alemanha e  Eslováquia - ainda não o assinaram, alegando questões técnicas  pendentes. O tratado tem ainda que ser submetido ao Parlamento Europeu –  num processo de aprovação e rejeição que não permite a introdução de  emendas – onde a relação de forças sobre o assunto é muito equilibrada e  pode pender para qualquer dos lados. Os eurodeputados do Bloco de  Esquerda, Miguel Portas e Marisa Matias, continuam a desenvolver os  esforços para que a votação no Parlamento, no verão, impeça o ACTA de  ser adotado no espaço europeu.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Comissão Europeia defende que o ACTA não restringe liberdades e,  além disso, cria e protege empregos porque a pirataria através da  internet prejudica os negócios e as empresas. No entanto, o fato de o  tratado ter sido negociado em segredo por iniciativa dos Estados Unidos,  Canadá, Austrália, Comissão Europeia e Japão, tendo como consultores as  grandes multinacionais norte-americanas e sem envolver os países em  desenvolvimento, minou a credibilidade e pôs em causa as alegadas  motivações desde o início do processo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta falta de transparência provocou em janeiro a demissão do  eurodeputado socialista Kader Arif do cargo do relator sobre o ACTA no  Parlamento Europeu. O deputado denunciou a existência de “manobras nunca  vistas” durante a elaboração do tratado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O grupo francês de defesa dos direitos digitais La Quadrature du Net  compilou uma série de mensagens divulgadas pelo site WikiLeaks nas quais  são citados negociadores suecos e italianos preocupados com o  elevadíssimo nível de negócios de bastidores e de falta de transparência  durante a preparação do ACTA.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9186018120029545854-1086645895039842131?l=turcoluis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://turcoluis.blogspot.com/2012/02/censura-na-internet-tropeca-em-paises.html</link><author>noreply@blogger.com (turquinho)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9186018120029545854.post-4738048332053788368</guid><pubDate>Thu, 09 Feb 2012 15:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-09T12:51:41.482-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">inclusão social</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">POLITICAS PUBLICAS</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">critica social</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">entrevista</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sustentabilidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">solidariedade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">America Latina</category><title>'O neoprogressismo pode ter vários anos pela frente'</title><description>&lt;img height="317" src="http://www.cartamaior.com.br/arquivosCartaMaior/FOTO/84/foto_mat_33408.jpg" width="320" /&gt;                    &lt;br /&gt;
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h2 style="color: red; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O jornalista e escritor Ignacio Ramonet diz, em  entrevista ao jornal Página/12 que a maioria dos governos da América do  Sul cumpre a função dos social-democratas europeus nos anos 50 e que, se  não cometerem erros, podem aspirar a um ciclo longo de governo. "A  construção do Estado de bem-estar e o aumento do nível de vida acaba com  qualquer tipo de recurso para as oposições tradicionais conservadoras.  Agora, a população está percebendo como os seus países estão  reconstruindo sociedades arrasadas".&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="headline-link"&gt;Martín Granovsky - Página/12&lt;/div&gt;&lt;div class="texto"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="texto" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Porto Alegre&lt;/b&gt; - Nascido em Pontevedra e  emigrado com sua família para a França, Ignacio Ramonet dirige o Le  Monde Diplomatique em espanhol. Foi um dos animadores do primeiro Fórum  em 2001 e é um dos jornalistas que mais percorrem o mundo, observando  suas diferentes realidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;– Sobre o final do Fórum temos direito de perguntar se foi útil e o que mudou com respeito ao primeiro encontro, de 2001.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ramonet &lt;/b&gt;–Quando  o fórum foi criado não havia outro governo dos que eu chamo  neoprogressistas na América Latina que não fosse o de Hugo Chávez, que  inclusive veio ao fórum. No ano seguinte, em 2002, pela primeira vez  Chávez se declarou socialista. Também veio Lula quando ainda não era  presidente, mas candidato. Agora, ao contrário, os governos  neoprogressistas estão implementando as políticas de inclusão social e,  ao mesmo tempo, o fórum é menos um fórum dos movimentos sociais. É um  fórum no qual se discutiu a crise européia, o movimento dos indignados  em geral (os chilenos, Wall Street, etc.) e a questão da memória. A  jornada da Flacso na sexta-feira, o dia do Holocausto, foi uma das  atividades centrais, organizada pelo Fórum Social Temático e o Fórum  Mundial da Educação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até agora esses não eram assuntos do fórum.  Os indignados são um tema que não tem mais de um ano, e o debate sobre a  memória não havia sido proposto dessa maneira. Dominavam o  anti-imperialismo e a denúncia das guerras dos Estados Unidos no Iraque  ou no Afeganistão. Está se chegando a um nível diferente. Os governos  aqui na América do Sul estão agindo bem em seu conjunto. Mas, cuidado,  chega uma nova etapa e é preciso melhorar certos aspectos qualitativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;– O que deveria melhorar na América do Sul?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ramonet &lt;/b&gt;–  Não acreditar que esta bonança que se está vivendo vai ser duradoura.  Depende do êxito norte-americano e europeu e de se há baixa ou não na  economia chinesa que afete a potências agrícolas ou de minérios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;–  Um dos pontos é como a América do Sul aproveita sua atual vantagem  pelos preços favoráveis dos produtos primários que vende para que outra  vez o lucro principal não sejam palácios franceses no meio da pampa  úmida.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ramonet&lt;/b&gt; – A economia funciona por ciclos.  Na Europa não podemos falar de palácios no meio de nada, mas sim de  grandes aeroportos moderníssimos que agora quase não funcionam ou óperas  em cidades pequeníssimas. A riqueza passou e nem sempre se sabe  aproveitar. Aqui, na América do Sul, a solução é criar mais e mais  mercado interno. E mercado interno protegido. E também ampliar os  intercâmbios no marco da solidariedade latino-americana. Agora, o  mercado latino-americano tem que se articular para que haja massa  crítica para todos. Se não, o Brasil se desenvolverá, mas o Uruguai não.  Agora que desapareceram 80 milhões de pobres, há uma classe média que  consome. O Brasil introduziu o imposto sobre a produção de automóveis  frente à China e aumentou essa taxa em 30%. É proteção e é correta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;– Que discussão mundial nova apareceu no Fórum?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ramonet&lt;/b&gt;  – Por agora, muitos constataram que, além das diferentes opiniões, a  globalização existe. Se existe, há que analisá-la e descobrir como  evitar seus inconvenientes. Em escala mundial, em um debate sobre a  crise do capitalismo, uma das opiniões foi que havia que pensar talvez  em desglobalizar e reduzir a globalização. Não existe só uma crise  econômica. Existe uma crise da política, da democracia, uma crise  alimentar, ecológica. Muitos países latino-americanos não estão pensando  nas outras crises, em particular na ecológica. Boaventura de Souza  Santos sublinhou que não é normal que se acuse comunidades indígenas,  chamando-as de "terroristas" quando querem proteger o meio ambiente. As  realidades vão mudando. O Movimento dos Sem Terra do Brasil, que antes  ocupava terras, não o faz porque não as têm. Qualquer pedaço de terra é  soja. E como o MST, quando se assenta, realiza produções ecológicas, é  recriminado pelo agronegócio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;– A discussão ecológica é chave também porque haverá uma cúpula mundial no Rio de Janeiro em junho.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ramonet &lt;/b&gt;–  A precaução ecológica é algo que se lembrou e que, em certa medida, faz  com que os governos estejam pensando em fazer as coisas certas. Dilma  disse que queria dar casas à população. Parece-me muito bem, realmente  muito bem. Mas tenhamos cuidado de não chegar ao pragmatismo chinês, que  em nome do desenvolvimento destrói o que se oponha a essa idéia, e  terminemos entrando sem necessidade em uma grande contradição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;– Dilma diria: “Está bem, Ignacio, mas eu tenho que governar o Brasil e terminar com a miséria”.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ramonet &lt;/b&gt;–  As preocupações ecológica e a social não são excludentes. O Fórum  apreciou muito que Dilma tenha decidido vir aqui e não tenha viajado ao  Fórum de Davos. Quando Lula veio e disse que depois se dirigiria a  Davos, alguém lhe disse: “Não se pode servir a dois senhores de uma  vez”. É uma frase bíblica. “Tem que escolher.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;– Talvez  Lula necessitasse ir a Davos porque isso também ajudava na consolidação  política de seu governo e hoje o Brasil não necessita de Davos.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ramonet &lt;/b&gt;–  Claro, as condições mudam. E o fórum deve mudar também. Antes muitos  dirigentes ou presidentes vinham aqui se fortalecer. Chávez e Lula, que  já citei. Também Evo Morales, Rafael Correa e Fernando Lugo. Para  algumas discussões, uma reunião do fórum pode ter hoje um maior sentido  na Europa, para discutir ali mesmo a tremenda crise. No próximo ano está  previsto que tenha lugar em um país árabe, porque lá os movimentos  sociais não só estão se desenvolvendo, mas também conseguiram ganhar em  dois países. E há novas discussões, por exemplo, entre movimentos  sociais laicos e movimentos sociais islâmicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;– O que poderia ser discutido na Europa?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ramonet&lt;/b&gt;  – Na Europa já há algumas discussões que se produziam na América  Latina. Uma é a idéia de que a política está gasta e se necessita uma  renovação política. De que o sangue e a vitalidade nova virão dos  movimentos sociais. Dessa vitalidade pode surgir uma mudança. Este fórum  não teria o mesmo sentido se fosse organizado em Madri, Atenas ou  Barcelona, onde há sociedades que sofrem e ao mesmo tempo registram em  alguns setores grande vontade de mudança. Na América do Sul, por sorte  de vocês, existem situações em que a preocupação é seguir crescendo e  como fazê-lo melhor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;– Não há um risco de endeusar os movimentos sociais como fatores de mudança? Se não há construção política, não se diluem?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ramonet&lt;/b&gt;  – Sim, é importante ver como se passa de um momento ao outro. Ainda não  estamos nessa etapa na Europa, me parece. Ainda não. Ninguém expressa  melhor o sofrimento social que o movimento social. Mas se não se dá o  passo para a política, todas as grandes crises sempre servem à extrema  direita, que aparece sob a forma de movimentos e de partidos  anti-sistema. Prometem as mudanças mais radicais, demagógicas,  transformacionais. É importante que o sofrimento social se encarne em  movimentos que tenham vocação de se envolver na política.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;– Por que ainda não acontece esse passo?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ramonet&lt;/b&gt;  – Entre outras coisas, em minha opinião, porque faltam líderes. Até o  momento, o movimento social inclusive reprova ter líderes. São muito  igualitaristas do ponto de vista do funcionamento democrático. É como a  doença infantil do movimento social. Em breve chegará o momento da  adolescência ou a maturidade, quando seguramente se gerarão líderes. Não  líderes salvadores. Falo de dirigentes democráticos que possam entender  o movimento social e ajudá-lo a encontrar respostas. Depois da crise do  sistema político venezuelano, no final do que se chamou o  “puntofijismo”, teria havido mudanças sem Chávez e o que ele  representava? E me faço a mesma pergunta com respeito ao Equador e  Correa, à Bolívia e Evo, ao Brasil e Lula, à Argentina e Kirchner.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;– E como funciona a relação entre os líderes, os movimentos e os partidos nesses países da América do Sul?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ramonet&lt;/b&gt;  – Minha percepção é que hoje os partidos têm menos influência que há  dez anos e os movimentos sociais também porque os governos estão fazendo  tudo. Os líderes dos governos conduzem a mudança. Houve uma energia  social que produziu a mudança, mas a mudança está tão encarrilhada que  às vezes há uma descapitalização da política que paradoxalmente não  incomoda muito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;– Talvez com as construções políticas  aconteça o mesmo que com os ciclos econômicos. Talvez devam ou possam  ser realizadas antes que o ciclo atual de governos sul-americanos  termine.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ramonet&lt;/b&gt; – A função destes governos é  muito semelhante a dos governos europeus dos anos 50 que,  essencialmente, sendo conservadores ou progressistas, tinham como  funções construir o Estado de bem-estar, reconstruir cada país depois da  guerra e aumentar o nível de vida da população. Isso lhes deu 40 anos  de estabilidade política. Mas terminou. Se os neoprogressistas  sul-americanos não cometerem muitos erros, talvez tenham pela frente  várias décadas como a social-democracia nórdica. Hoje melhoram  estruturas, o nível de vida, criam trabalho. Não é por acaso que são os  governos neoprogressistas os que estão trabalhando bem. Assim aconteceu  com os velhos partidos social-democratas. Além disso, a construção do  Estado de bem-estar e o aumento do nível de vida acaba com qualquer tipo  de recurso para as oposições tradicionais conservadoras. Agora a  população percebe como os países reconstroem sociedades arrasadas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As  favelas eram pensadas como uma fatalidade. Para a direita, era assim  porque é assim. Mas a força da direita desapareceu, e também o elemento  militar. As leis da memória são as que devem responsabilizar – sem  vingança, com documentos e base histórica sólida – e estabelecer  responsabilidades. Não vingar-se, mas terminar com a impunidade. Apesar  de que o que vou dizer parece escandaloso, estamos no momento mais fácil  da América do Sul. Se não cometerem erros e fizerem uma gestão  tranquila, os governos de sinal neoprogressista podem ficar no poder  muito tempo. Por isso é preciso pensar bem as sucessões políticas. Na  Argentina isso funcionou bem. No Brasil, o que fez Lula foi exemplar. É  uma lição. E por isso hoje Dilma tem mais aprovação popular do que Lula  tinha em seu primeiro ano de governo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;(*) Ignacio Ramonet é autor, entre outras obras, de "Fidel Castro: biografia a duas vozes" (Boitempo, 2006).&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Tradução: Libório Junior&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9186018120029545854-4738048332053788368?l=turcoluis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://turcoluis.blogspot.com/2012/02/o-neoprogressismo-pode-ter-varios-anos.html</link><author>noreply@blogger.com (turquinho)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9186018120029545854.post-2647518708597401631</guid><pubDate>Thu, 09 Feb 2012 15:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-09T12:19:30.199-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">videos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cinema crítico</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cultura</category><title>Cinema Russo...</title><description>&lt;table border="0" cellpadding="2" cellspacing="6"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: large;"&gt;A Dama Do Cachorrinho&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;"&gt;(Dama S Sobachkoy)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Dama.S.Sobachkoy.1960.XviD.DVDRip.virgana&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#2B4F78" width="30%"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Poster&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td bgcolor="#2B4F78" width="70%"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Sinopse&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td rowspan="3" valign="top" width="30%"&gt;&lt;img src="http://i218.photobucket.com/albums/cc282/deadmeadow33/lwtd-01.jpg" width="100%" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td valign="top" width="70%"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #24395b; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Ialta,  verão de 1899. Dmítri Gurov, banqueiro moscovita, apaixona-se pela  jovem Ana Sierguéievna, que passeia sempre com seu cachorrinho. Ele vive  um infeliz casamento arranjado; ela afunda-se numa união sem amor.  Ambos de férias sem seus cônjuges, Dmítri e Ana começam uma relação  amorosa. Após breve período, ela regressa a Saratov e ele a Moscou,  acreditando que ser este um adeus definitivo. Por todo o inverno, Dmítri  sente-se infeliz, melancólico e irritadiço. Em desespero, ele decide ir  a Saratov, surpreendendo Ana num concerto. Temendo ser descoberta em  sua cidade natal, ela promete ir a Moscou revê-lo. Abdicarão eles de  suas reputações para viverem juntos ou será uma relação inconstante,  marcada por encontros furtivos em quartos de hotel?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Baseado no conto de Anton Tchekhov, A Dama do Cachorrinho é um belíssimo filme sobre o amor, nomeado à Palma de Ouro em Cannes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="4"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#2B4F78" colspan="2" height="22"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Screenshots (clique na imagem para ver em tamanho real)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" width="50%"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://i218.photobucket.com/albums/cc282/deadmeadow33/lwtd-02.jpg"&gt; &lt;img alt="Clique para ver em tamanho real" src="http://i218.photobucket.com/albums/cc282/deadmeadow33/lwtd-02.jpg" title="Clique para ver em tamanho real" width="250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td valign="top" width="50%"&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://i218.photobucket.com/albums/cc282/deadmeadow33/lwtd-03.jpg"&gt; &lt;img alt="Clique para ver em tamanho real" src="http://i218.photobucket.com/albums/cc282/deadmeadow33/lwtd-03.jpg" title="Clique para ver em tamanho real" width="250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" width="50%"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://i218.photobucket.com/albums/cc282/deadmeadow33/lwtd-04.jpg"&gt; &lt;img alt="Clique para ver em tamanho real" src="http://i218.photobucket.com/albums/cc282/deadmeadow33/lwtd-04.jpg" title="Clique para ver em tamanho real" width="250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td valign="top" width="50%"&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://i218.photobucket.com/albums/cc282/deadmeadow33/lwtd-05.jpg"&gt; &lt;img alt="Clique para ver em tamanho real" src="http://i218.photobucket.com/albums/cc282/deadmeadow33/lwtd-05.jpg" title="Clique para ver em tamanho real" width="250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" width="50%"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://i218.photobucket.com/albums/cc282/deadmeadow33/lwtd-06.jpg"&gt; &lt;img alt="Clique para ver em tamanho real" src="http://i218.photobucket.com/albums/cc282/deadmeadow33/lwtd-06.jpg" title="Clique para ver em tamanho real" width="250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td valign="top" width="50%"&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://i218.photobucket.com/albums/cc282/deadmeadow33/lwtd-07.jpg"&gt; &lt;img alt="Clique para ver em tamanho real" src="http://i218.photobucket.com/albums/cc282/deadmeadow33/lwtd-07.jpg" title="Clique para ver em tamanho real" width="250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table border="0" cellpadding="2" cellspacing="6"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#2B4F78" width="30%"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Elenco&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td bgcolor="#2B4F78" width="35%"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Informações sobre o filme&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td bgcolor="#2B4F78" width="35%"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Informações sobre o release&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" width="30%"&gt;&lt;span style="color: #192b40; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Iya Savvina...Ana Sierguéievna&lt;br /&gt;
Aleksey Batalov...Dmítri Gurov&lt;br /&gt;
Nina Alisova...Madame Gurov&lt;br /&gt;
Pantelejmon Krymov...von Didenitz&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td valign="top" width="35%"&gt;&lt;span style="color: #192b40; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong class="bbc"&gt;Gênero: &lt;/strong&gt;Drama / Romance&lt;br /&gt;
&lt;strong class="bbc"&gt;Diretor: &lt;/strong&gt;Iosif Kheifits&lt;br /&gt;
&lt;strong class="bbc"&gt;Duração: &lt;/strong&gt;1h 24mn&lt;br /&gt;
&lt;strong class="bbc"&gt;Ano de Lançamento: &lt;/strong&gt;1960&lt;br /&gt;
&lt;strong class="bbc"&gt;País de Origem: &lt;/strong&gt;União Soviética&lt;br /&gt;
&lt;strong class="bbc"&gt;Idioma do Áudio: &lt;/strong&gt;Russo&lt;br /&gt;
&lt;strong class="bbc"&gt;IMDB: &lt;/strong&gt;&lt;a class="bbc_url" href="http://www.imdb.com/title/tt0053746/" rel="nofollow external" title="Link externo"&gt;http://www.imdb.com/title/tt0053746/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td valign="top" width="35%"&gt;&lt;span style="color: #192b40; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong class="bbc"&gt;Qualidade de Vídeo: &lt;/strong&gt;DVD Rip&lt;br /&gt;
&lt;strong class="bbc"&gt;Container: &lt;/strong&gt;AVI&lt;br /&gt;
&lt;strong class="bbc"&gt;Vídeo Codec: &lt;/strong&gt;XVID&lt;br /&gt;
&lt;strong class="bbc"&gt;Vídeo Bitrate: &lt;/strong&gt;1866 Kbps&lt;br /&gt;
&lt;strong class="bbc"&gt;Áudio Codec: &lt;/strong&gt;AC3&lt;br /&gt;
&lt;strong class="bbc"&gt;Áudio Bitrate: &lt;/strong&gt;448&lt;br /&gt;
&lt;strong class="bbc"&gt;Resolução: &lt;/strong&gt;720x544&lt;br /&gt;
&lt;strong class="bbc"&gt;Aspect Ratio: &lt;/strong&gt;1.324&lt;br /&gt;
&lt;strong class="bbc"&gt;Formato de Tela: &lt;/strong&gt;Tela Cheia (4x3)&lt;br /&gt;
&lt;strong class="bbc"&gt;Frame Rate: &lt;/strong&gt;25.000&lt;br /&gt;
&lt;strong class="bbc"&gt;Tamanho: &lt;/strong&gt;1.368 GiB&lt;br /&gt;
&lt;strong class="bbc"&gt;Legendas: &lt;/strong&gt;Em anexo&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#2B4F78" colspan="3" height="22"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Premiações&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan="3"&gt;&lt;span style="color: #192b40; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- Nomeado à Palma de Ouro em Cannes, em 1960.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Prêmio Especial pelo Nobre Humanismo e Excelência Artística em Cannes, em 1960.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Nomeado ao Prêmio BAFTA de Melhor Filme, em 1963.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#2B4F78" colspan="3" height="22"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Curiosidades&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr align="justify"&gt;&lt;td colspan="3"&gt;&lt;span style="color: #192b40; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Sobre o conto de Tchekhov:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Anton Tchekhov escreveu o conto A dama do cachorrinho, uma de suas  obras-primas, no final de 1899, quando se encontrava em Ialta, época em  que sua saúde estava seriamente abalada. Maximo Gorki, amigo de  Tchekhov, escreveu-lhe, após ter lido esse conto: “Li sua Dama. Sabe  você o que está fazendo? Está matando o realismo. E acabará de matá-lo.  Em breve há de liquidá-lo por muito tempo. Essa forma já viveu o que  tinha de viver – é um fato! Ninguém pode ir mais longe que você por esta  senda, ninguém pode escrever com tamanha simplicidade sobre coisas tão  simples, como você sabe. Depois do mais insignificante de seus contos,  tudo o mais parece grosseiro e escrito não com a pena, mas com um pedaço  de pau. E, principalmente, tudo parece não simples, isto é, inverídico.  É verdade (...) E quanto ao realismo, você vai exterminá-lo mesmo.  Estou contente ao extremo. Chega! Diabo que o carregue!”&lt;br /&gt;
Gorki prossegue com sua carta para o amigo Tchekhov: “Com efeito, chegou  o tempo de se necessitar de algo heróico: todos desejam algo excitante,  colorido, que não seja parecido com a vida, mas sim mais elevado que  ela, melhor, mais belo. É absolutamente indispensável que a literatura  atual comece a enfeitar um pouco a vida e, logo que ela o comece, a vida  se embelezará, isto é, os homens viverão de modo mais veloz e vibrante.  E, agora, veja que olhos ordinários eles têm: enfastiados, turvos,  congelados”.&lt;br /&gt;
[...]&lt;br /&gt;
Ainda, sobre a repercussão do conto de Tchekhov, A dama do cachorrinho,  agora com a manifestação de Tolstoi, como foi anotado no seu diário, em  16 de janeiro de 1900: “Li A dama do cachorrinho, de Tchekhov. Sempre  Nietzsche. Pessoas que não elaboraram em si uma clara visão do mundo,  que separe o bem e o mal. Antes se intimidavam, ficavam à procura, mas  agora, acreditando encontrar-se além do bem e do mal, permanecem aquém,  isto é, quase uns animais”.&lt;br /&gt;
Em A dama do cachorrinho, Tchekhov criou o personagem Guru, homem  casado, que, na estação de veraneio de Exalta, conheceu a dama do  cachorrinho, Ana Sierguieivna, mulher também casada, que, uma semana  após o primeiro encontro, levou-o ao seu quarto. O que se passa na mente  de Ana e Gurov, nesse primeiro encontro, é contado com sutileza e  maestria por Tchekhov. Passado algum tempo, Ana regressa para sua casa,  numa província perto de Moscou, e Gurov regressa a Moscou e reassume o  seu trabalho no banco. Gurov não conseguindo esquecer Ana, procurou-a  mais tarde em sua casa; com medo de ser descoberta pelo marido, prometeu  encontra-se com ele em Moscou. A partir daí passaram a encontrar-se a  cada dois ou três meses; os amantes convencem-se de que foram feitos um  para o outro; mas não há uma solução definitiva para o caso; Tchekhov  deixa o desfecho por conta do leitor.&lt;br /&gt;
Essa falta de conclusão no conto A dama do cachorrinho espantou os  críticos de Tchekhov, como V. Burênin, que escreveu no Nórvíe Vrênia, em  25 de janeiro de 1900: “O final nas obras deste literato de talento  surge no ponto em que, segundo parece, deveríamos esperar o verdadeiro  trabalho do criador”. Além do caráter fragmentário do conto, outros  críticos fizeram restrições ao conto sob o aspecto moral. Hoje,  evidentemente, tais críticas não seriam feitas por críticos sérios, quer  quanto à forma, quer quanto ao seu conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Texto de Pedro Luso de Carvalho em: &lt;a class="bbc_url" href="http://panorama-direitoliteratura.blogspot.com/2007/12/anton-tchekhov-dama-do-cachorrinho.html" rel="nofollow external" title="Link externo"&gt;http://panorama-dire...achorrinho.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor="#D5DEE5" colspan="3" height="22"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: red; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Coopere, deixe semeando ao menos duas vezes o tamanho do arquivo que baixar.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
QUEM NÃO POSSUIR CADASTRO NO MKO SOLICITE POR EMAIL:&lt;a href="mailto:turcoluis@gmail.com"&gt;turcoluis@gmail.com&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span style="color: royalblue;"&gt;&lt;strong class="bbc"&gt;&lt;span style="font-size: 15px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: royalblue;"&gt;&lt;strong class="bbc"&gt;&lt;span style="font-size: 15px;"&gt;Legendas exclusivas por cinebaixar&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong class="bbc"&gt;Upgrade do &lt;a class="bbc_url" href="http://www.makingoff.org/forum/index.php?showtopic=19932" rel="nofollow external" title="Link externo"&gt;dvdrip de 700mb&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.makingoff.org/forum/index.php?app=core&amp;amp;module=attach&amp;amp;section=attach&amp;amp;attach_id=31701" title="Fazer download do anexo"&gt;&lt;img alt="Arquivo anexado" src="http://www.makingoff.org/forum/public/style_extra/mime_types/winzip.gif" /&gt;&lt;/a&gt; &amp;nbsp;&lt;a href="http://www.makingoff.org/forum/index.php?app=core&amp;amp;module=attach&amp;amp;section=attach&amp;amp;attach_id=31701" title="Fazer download do anexo"&gt;Dama.S.Sobachkoy.1960.XviD.DVDRip.virgana.srt.zip&lt;/a&gt; &lt;span class="desc"&gt;&lt;strong&gt;(14.92K)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span class="desc info"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este post foi editado por &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.makingoff.org/forum/index.php?showtopic=33180"&gt;deadmeadow no MAKINGOFF&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9186018120029545854-2647518708597401631?l=turcoluis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://turcoluis.blogspot.com/2012/02/cinema-russo.html</link><author>noreply@blogger.com (turquinho)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9186018120029545854.post-5059679194309401489</guid><pubDate>Thu, 09 Feb 2012 12:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-09T09:28:28.821-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">movimentos sociais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Africa</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">preconceito</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">discriminação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">homofobia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Direitos Humanos</category><title>Uganda discute trocar pena de morte por prisão perpétua a homossexuais</title><description>&lt;h1 class="fSizeF"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/h1&gt;&lt;div class="wp-caption alignleft" id="attachment_102151" style="width: 310px;"&gt;&lt;a href="http://sul21.com.br/jornal/wp-content/uploads/2012/02/00000000002.jpg"&gt;&lt;img alt="" class="size-medium wp-image-102151" height="197" src="http://sul21.com.br/jornal/wp-content/uploads/2012/02/00000000002-300x197.jpg" title="0000000000" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="wp-caption-text" style="color: red; text-align: justify;"&gt;A   minuta da lei será submetida à apuração dos deputados e, se autorizada   pelo comitê de Assuntos Legais, poderá ser transformada em lei | Foto:   Flickr/James Akena&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Da Redação do &lt;a href="http://sul21.com.br/jornal/2012/02/uganda-discute-trocar-pena-de-morte-por-prisao-perpetua-a-homossexuais/"&gt;SUL21&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A imprensa ugandense informou nesta quarta-feira (8), que a polêmica  lei anti-homossexuais, proposta por um deputado em 2009, será revisada  no Parlamento do país e poderá ser remodelada. Em lugar da pena de  morte, o parlamento poderá aprovar a prisão perpétua para casos de  “comportamento homossexual”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Se for aprovada, representará um duro golpe aos direitos humanos de  todos os ugandenses de qualquer orientação sexual”, disse, em  comunicado, Michelle Kagari, da divisão africana da Anistia  Internacional. “É alarmante e decepcionante que o Parlamento de Uganda  debata a minuta outra vez. Queremos que a proposta seja rejeitada em sua  totalidade. Não devemos legislar sobre o ódio”, acrescenta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O advogado especializado em direitos humanos Ladislus Rwakafuzi,  considerou ilegal que o novo Parlamento herde a proposta anterior e  pediu a rejeição da minuta “através de qualquer meio possível”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um deputado disse que seus colegas do Parlamento apoiariam o texto  para “proteger as crianças dos homossexuais, pois eles as recrutam nas  escolas”. Já o autor do documento, o deputado ugandense David Bahati,  membro do governante Movimento de Resistência Nacional, defendeu em  muitas ocasiões a pena de morte para as atividades que considera como  “homossexualidade grave”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O texto tem como objetivo endurecer as penas contra quem mantiver   relações homossexuais, apesar disto já ser considerado crime pelo Código   Penal Local.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Projeto de Lei foi apresentado em 2009, mas, devido às inúmeras  críticas de grupos defensores dos direitos humanos, ativistas e outros  chefes de governo africanos, foi arquivado e não voltou a ser discutido  até o início de 2011.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Com informações do Opera Mundi&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9186018120029545854-5059679194309401489?l=turcoluis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://turcoluis.blogspot.com/2012/02/uganda-discute-trocar-pena-de-morte-por.html</link><author>noreply@blogger.com (turquinho)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9186018120029545854.post-7488720448523294216</guid><pubDate>Wed, 08 Feb 2012 21:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-08T18:01:35.814-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Charges</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Direitos Humanos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">politica internacional</category><title>Charge de Lattuf</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://admin.paginaoficial1.tempsite.ws/admin/arquivos/imagens/char_charge_lattuf648.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="236" src="http://admin.paginaoficial1.tempsite.ws/admin/arquivos/imagens/char_charge_lattuf648.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9186018120029545854-7488720448523294216?l=turcoluis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://turcoluis.blogspot.com/2012/02/charge-de-lattuf.html</link><author>noreply@blogger.com (turquinho)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9186018120029545854.post-4474162339013936153</guid><pubDate>Wed, 08 Feb 2012 15:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-08T13:00:09.738-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ALBA</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">solidariedade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">socialismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">America Latina</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">politica internacional</category><title>As  Malvinas  são argentinas!  E luta agora é do Continente</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://fatosnovosnovasideias.wordpress.com/author/franciscobarreira/"&gt;Francisco Barreira&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há três anos iniciei neste blog uma  campanha pela&amp;nbsp; unificação política e econômica da América do Sul. Como  frase síntese escolhi, na verdade, um grito: As Malvinas são argentinas.  Era uma forma de mostrar um sentimento de unidade continental que vai  muito além dos interesses comerciais de um Mercado Comum.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Creio não estar sendo pretensioso se  disser que minha iniciativa foi pioneira. Seja como for, hoje o grito  das Malvinas ecoa de forma comovente e contagiante no Twitter e outros  veículos da Internet, no Brasil e na América do Sul.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, independente de tudo, isso a luta  pelas Malvinas prossegue de forma&amp;nbsp; efetiva. &amp;nbsp;Há uma solidariedade  oficial e prática de quase todas as&amp;nbsp; nações &amp;nbsp;sulamericanas. Exemplo  disso é o fato de que navios britânicos, com destino às ilhas, estão  proibidos de atracar na grande maioria dos portos do Continente. Sendo  que Brasil e Uruguai foram os primeiros a adotar essa medida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E agora, lembrando o 30º Aniversário  Guerra da Malvinas, vou apenas destacar a absoluta coincidência entre o  que temos dito neste blog e o discurso feito ontem pela presidenta  argentina, Cristina Fernandez Kirchner:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“As Malvinas deixaram de ser causa  argentina para passar a ser uma causa da América do Sul”, disse a  presidenta em seu &amp;nbsp;discurso. Para ela, o problema das Malvinas se tornou  uma causa regional e global, pois a Inglaterra está militarizando o  Atlântico Sul. “Não podemos interpretar de outra forma o envio do  moderno navio de guerra inglês às ilhas”, afirmou. Além disso, Cristina  aponta outro indício da tentativa da Grã Bretanha de militarizar a  região com o fato de o Príncipe William ter aparecido em público  utilizando roupas militares – e não civis.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A presidenta afirmou que a Argentina vai  denunciar essa militarização das ilhas no Conselho de Segurança da ONU e  na assembléia da organização. O país já havia levado anteriormente à  organização o problema da disputa pela soberania na região.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por outro lado, ela lembrou que os  conflitos na América do Sul nunca necessitaram do apoio de organizações  internacionais para serem solucionados. E aponta o contraste: “Os  conflitos que acontecem atualmente em outras regiões do mundo e que  foram levados ao Conselho de Segurança acabaram por se aprofundar e não  foram solucionados”, acusou.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;A presidenta defendeu uma solução  pacífica com a Inglaterra e lembrou a resolução das Nações Unidas, que  determina que ambos os países iniciem negociações para solucionar a  disputa sobre as ilhas que possuem &amp;nbsp;uma quantidade incalculável de  petróleo. “A Inglaterra se recusa a cumprir essa resolução e usurpa as  Malvinas como se fossem troféu de guerra”, disse.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Reflexos na Espanha&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
O aumento da tensão entre Argentina e  Inglaterra em relação às ilhas gerou reflexos na Espanha, que reabriu o  debate sobre a soberania de Gibraltar, também sob domínio britânico.  Assim como a Argentina, a Espanha mantém há anos uma disputa com o  governo britânico para tentar recuperar território que lhe pertence  historicamente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Pimentel: da inércia à intolerância&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
Na semana passada, em Nova York, o  ministro Fernando Pimentel, da Indústria e Comércio Exterior, disse a  seguinte sandice aos jornais e agências locais: “Nossas relações com a  Argentina são boas, mas na área comercial eles nos criam muito  problemas”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Só espero que esta pérola da  inconveniência política e diplomática seja algo que passou pela cabeça  do ministro, apenas. E que ela são seja compartilhada pela presidenta  Dilma.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dificuldades entre parceiros político e  de zonas de livre comércio são naturais, como atestam as atuais  negociações no âmbito da&amp;nbsp; União Européia. E na própria Federação  Brasileira há uma concorrência acirrada entre os estados. Veja-se a  disputa pelos royalties do pré-sal e a permanente guerra fiscal &amp;nbsp;travada  entre estados produtores e consumidores ou que disputam grandes  investimentos privados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De resto, é normal que cada país defenda,  em primeiro lugar, o emprego de seus trabalhadores. E, em função disso,  assistimos em todos os países a algumas atitudes protecionistas&amp;nbsp; como  as que o Brasil pratica corriqueiramente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Finalmente, os argentinos argumentam que a  queixa do ministro brasileiro e descabida, posto que no ano passando&amp;nbsp;  as relações comerciais entre os dois países deixaram um saldo de US$ 6  bilhões a favor do Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se o Brasil decidiu que o Mercosul,&amp;nbsp;e  portanto a Argentina,&amp;nbsp;&amp;nbsp;é nossa aliança estratégica número 1, é preciso  criar mecanismos de compensações e, sobretudo, programas de integração  industrial, com exploração compartilhada de alguns seguimentos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Recentemente o presidente da FIESP, Paulo  Skaf fez uma proposta criativa e construtiva. Ele se&amp;nbsp; dispõe a liderar  uma comitiva de industriais brasileiros para entregar à presidenta&amp;nbsp;  Cristina&amp;nbsp; F Kirchner uma proposta no sentido de que as&amp;nbsp; enormes  encomendas&amp;nbsp; da Petrobras, sejam compartilhadas pelas indústrias navais  dos dois países.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este é apenas um bom exemplo. Na área da  indústria aeronáutica e da aviação regional, &amp;nbsp;também poderiam ser feitos  muitos acordos &amp;nbsp;do mesmo tipo, bem como no setor da aviação regional,  com a utilização de aviões de médio porte. A EMBRAER poderia instalar,  na Argentina, uma unidade onde seriam montados parte de seus produtos.  &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda ontem, o presidente Chávez, da  Venezuela, anunciou a possível compra de aparelhos da EMBRAER, para  operar nas linhas regionais de seu país. A encomenda, da ordem de &amp;nbsp;US$  800 milhões, contaria com financiamento parcial do BNDES.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ministro Pimentel é pouco criativo e  quase inerte, como demonstra o fato de até hoje&amp;nbsp; não ter apresentado  algo nem ao menos parecido com um programa nacional de desenvolvimento  industrial. Se é assim, que ele seja econômico também com as palavras.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9186018120029545854-4474162339013936153?l=turcoluis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://turcoluis.blogspot.com/2012/02/as-malvinas-sao-argentinas-e-luta-agora.html</link><author>noreply@blogger.com (turquinho)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9186018120029545854.post-2994406551174957269</guid><pubDate>Wed, 08 Feb 2012 14:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-08T11:54:44.832-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">entrevista</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">socialismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marxismo</category><title>Alain Badiou: ''O comunismo é a ideia da emancipação de toda humanidade''</title><description>&lt;table class="contentpaneopen"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="contentheading" width="100%"&gt;    &lt;/td&gt;          &lt;td align="right" class="buttonheading" width="100%"&gt;     &lt;/td&gt;        &lt;td align="right" class="buttonheading" width="100%"&gt;     &lt;/td&gt;      &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table class="contentpaneopen"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;  &lt;td&gt;               &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;              &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" class="cck_field_tabla"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;   &lt;td&gt;        &lt;span&gt;&lt;/span&gt;      &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;   &lt;td&gt;    &lt;span class="cck_field_fecha"&gt;&lt;/span&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;   &lt;td&gt;    &lt;div class="cck_field_texto"&gt;     &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="080212_badiou" height="247" src="http://diarioliberdade.org/archivos/imagenes/0212a/080212_badiou.jpg" style="float: left;" width="470" /&gt;&lt;a class="cck_field_fuente" href="http://www.cartamaior.com.br/" target="_blank"&gt;Carta Maior&lt;/a&gt;  - [Eduardo Febbro]&amp;nbsp;O filósofo francês Alain Badiou é um homem que não  teme riscos: nunca renunciou a defender um conceito que muitos acreditam  ter sido queimado pela história: o comunismo.&lt;/div&gt;&lt;hr style="margin-left: 0px; margin-right: 0px;" width="50%" /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em  entrevista à Carta Maior, Badiou fala da "ideia comunista" ou da  "hipótese comunista". Segundo ele, tudo o que estava na ideia comunista,  sua visão igualitária do ser humano e da sociedade, merece ser  resgatado em um mundo onde tudo passou a ter um valor mercantil.  Pensador crítico da modernidade, Badiou define o processo político atual  como uma "guerra das democracias contra os pobres".&lt;br /&gt;
Paris - Alain Badiou não tem fronteiras. Este filósofo original é o  pensador francês mais conhecido fora de seu país e autor de uma obra  extensa e sem concessões. Filosofia, matemática, política, literatura e  até o &lt;a href="http://diarioliberdade.org/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=24166:alain-badiou-o-comunismo-e-a-ideia-da-emancipacao-de-toda-humanidade&amp;amp;catid=262:batalha-de-ideias&amp;amp;Itemid=131#" id="_GPLITA_0" style="text-decoration: underline;" title="Powered by Text-Enhance"&gt;amor&lt;/a&gt;  circulam em seu catálogo de produções e reflexões. Sua obra, de caráter  multidisciplinar, traz uma crítica férrea ao que Alain Badiou chama de  "materialismo democrático", ou seja, um sistema humano onde tudo tem um  valor mercantil.&lt;br /&gt;
Este filósofo insubmisso é também um homem de riscos: nunca renunciou  a defender um conceito que muitos acreditam ter sido queimado pela  história: o comunismo. Em sua pena, Badiou fala mais da "ideia  comunista" ou da "hipótese comunista" do que do sistema comunista em si.  Segundo o filósofo francês, tudo o que estava na ideia comunista, sua  visão igualitária do ser humano e da sociedade, merece ser resgatado.&lt;br /&gt;
Defensor incondicional de Marx e da ideia de uma internacionalização  positiva da revolta, o horizonte de sua filosofia é polifônico: seus  componente não são a exposição de um sistema fechado, mas sim um sistema  metafísico exigente que inclui as teorias matemáticas modernas – Gödel –  e quatro dimensões da existência: o amor, a arte, a política e a  ciência. Pensador crítico da modernidade numérica, Badiou definiu os  processos políticos atuais como uma "guerra das democracias contra os  pobres".&lt;br /&gt;
O filósofo francês é um teórico dos processos de ruptura e não um  mero panfletário. Ele convoca com método a repensar o mundo, a redefinir  o papel do Estado, traça os limites da "perfeição democrática",  reinterpreta a ideia de República, reatualiza as formas possíveis e não  aceitas de oposição e coloca no centro da evolução social a  relegitimação das lutas sociais.&lt;br /&gt;
Alain Badiou propõe um princípio de ação sem o qual, sugere, nenhuma  vida tem sentido: a ideia. Sem ela toda existência é vazia. Com mais de  70 anos, Badiou introduziu em sua reflexão o tema do amor em um livro  brilhante e comovedor, no qual o autor de "O ser e o acontecimento"  define o amor como uma categoria da verdade e o sentimento amoroso como o  pacto mais elevado que os indivíduos podem firmar para viver. Sua  lucidez analítica o conduz inclusive a dizer que o amor, porque grátis e  total, está ameaçado pelo mundo contemporâneo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Revoluções árabes, movimento dos indignados, mobilização  crescente dos grupos que estão contra a globalização, a luta ou a  oposição contra as modalidades do sistema atual se multiplicaram e  sofisticaram. Analisando o que ocorreu, o que você diria hoje a todos  esses rebeldes do mundo para que sua ação conduza a uma autêntica  construção?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu diria a eles que, para mim, mais importante que a consigna da  anti-globalização, a qual parece sugerir que, por meio de várias  medidas, pode-se re-humanizar a situação, incluindo a re-humanização do  capitalismo, é a globalização da vontade popular. Globalização quer  dizer vigor internacional. Mas essa globalização internacional necessita  de uma ideia positiva para uni-la e não só a ideia crítica ou a  combinação de desacordos e protestos. Trata-se de um ponto muito  importante. Passar da revolta à ideia é passar da negação á afirmação.  Somente no plano afirmativo poderemos nos unir de forma duradoura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Um dos princípios de sua filosofia consiste em dizer que uma  vida que não está regida pelo signo da ideia não é uma vida verdadeira.  Agora, como defender hoje essa ideia sob a ameaça do hiper-consumo, das  falsidades e injustiças da democracia parlamentar e em um mundo onde  nossa relação com o outro passa pela relação com o objeto e não com as  ideias ou com os indivíduos? No mundo contemporâneo, a ideia é o produto  e não a relação humana.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A verdadeira vida é uma vida que aceita estar sob o signo da ideia.  Dito de outro modo, uma vida que aceita ser outra coisa do que uma vida  animal. Alguns dirão que há valores transcendentes, religiosos, e que é  preciso submeter o animal; outros dirão, ao contrário, que devemos nos  libertar desses valores transcendentes, que Deus está morto, que viva os  apetites selvagens. Mas, entre ambas, há uma solução intermediária,  dialética, que consiste em dizer que, na vida, através de encontros e  metamorfoses, pode haver um trajeto que nos liga à universalidade. Isso é  o que eu chamo "uma vida verdadeira", ou seja, uma vida que encontrou  ao menos algumas verdades.&lt;br /&gt;
Chamo "ideia" esse intermediário entre as verdades universais,  digamos eternas para provocar um pouco os contemporâneos, e o indivíduo.  Que é então uma vida sob o signo da ideia em um mundo como este? Faz  falta uma distância com a circulação geral. Mas essa distância não pode  ser criada só com a vontade, faz falta algo que nos ocorra, um  acontecimento que nos leve a tomar posição frente ao que se passou. Pode  ser um amor, um levante político, uma decepção, enfim, muitas coisas.  Aí se põe em jogo a vontade para criar um mundo novo que não estará  baseado na ordem do mundo tal como é, com sua lei de circulação  mercantil, mas sim em um elemento novo de minha experiência.&lt;br /&gt;
O mundo moderno se caracteriza pela soberania das opiniões. E a  opinião é algo contrário à ideia. A opinião não pretende ser universal, é  minha opinião e vale tanto quanto a opinião de qualquer outra pessoa. A  opinião se relaciona com a distribuição de objetos e a satisfação  pessoal. Há um mercado das opiniões assim como há um mercado das ações  financeiras. Há momentos em que uma opinião vale mais do que outra; mais  tarde essa opinião quebra como um país. Estamos no regime geral do  comércio da comunicação no qual a ideia não existe. Inclusive se  suspeita da ideia e se dirá que ela é opressiva, totalitária, que se  trata de uma alienação. E por que isso ocorre? Simplesmente porque a  ideia é grátis. Ao contrário da opinião, a ideia não entra em nenhum  mercado. Se defendemos nossa convicção, o fazemos com a ideia de que é  universal. Essa ideia é, então, uma proposta compartilhada, não se pode  colocá-la à venda no mercado. Mas como tudo o que é grátis, a ideia está  sob suspeita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pergunta-se: qual é o valor do que é grátis? Justamente, o valor do  grátis é que não tem valor no sentido das trocas. Seu valor é  intrínseco. E como não se pode distinguir a ideia do preço do objeto a  única existência da ideia está em um tipo de fidelidade existencial e  vital para a ideia. A melhor metáfora para isso é encontrada no amor. Se  queremos profundamente a alguém, esse amor não tem preço. É preciso  aceitar os sofrimentos, as dificuldades, o fato de que sempre há uma  tensão entre o que desejamos imediatamente e a resposta do outro. É  preciso atravessar tudo isso.&lt;br /&gt;
Quando estamos enamorados, trata-se de uma ideia e isso é o que  garante a continuidade desse amor. Para se opor ao mundo contemporâneo  pode-se atuar na política, mas estar cativado completamente por uma obra  de arte ou estar profundamente enamorado é como uma rebelião secreta e  pessoal contra o mundo contemporâneo. Esse é o principal problema da  vida contemporânea. Estabeleceu-se um regime de existência no qual tudo  deve ser transformado em produto, em mercadoria, inclusive os textos, as  ideias, os pensamentos. Marx havia antecipado isso muito bem: tudo pode  ser medido segundo seu valor monetário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Você é um dos poucos filósofos que defende o que você mesmo  chama "a ideia comunista". Como é possível defender a ideia comunista  quando seu conteúdo histórico foi desastroso.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Penso que o conteúdo histórico das ideias sempre pode ser declarado  desastroso. Os democratas nos falam da democracia, mas se olhamos de  perto a história das democracias, ela está cheia de desastres. Para  tomar o exemplo mais elementar, se tomamos a Primeira Guerra Mundial,  ela foi lançada por democratas, democratas alemães, ingleses e  franceses. Foi um massacre inimaginável, o qual já se demonstrou esteve  ligado a apetites financeiros nas colônias africanas, apetites que não  diziam respeito aqueles que seriam massacrados mais tarde. Houve milhões  de mortos e de sacrificados em condições espantosas e, aceite-se ou  não, isso é parte da história das democracias. Se interrogamos o  conjunto das experiências históricas veremos que todo o mundo tem sangue  até as orelhas.&lt;br /&gt;
No que se refere à palavra "comunista" em si, da mesma maneira que  ocorre com a palavra "democracia", sempre se pode argumentar que ambas  tem sangue até as orelhas. Mas, por acaso, é preciso sempre inventar  outra palavra? Tomemos, por exemplo, o cristianismo. O cristianismo é  São Francisco de Assis, a santidade verdadeira, o advento da ideia de  uma verdadeira generosidade para com os pobres, a caridade, etc.,etc.  Mas, do outro lado, também é a inquisição, o terror, a tortura e o  suplício. Por acaso vamos dizer que é um crime alguém se chamar de  cristão? Ninguém diz isso. Eu defendo uma espécie de absolvição dos  vocábulos. Eles têm o sentido dado pela sequência histórica da qual  falamos.&lt;br /&gt;
De fato, o comunismo conheceu duas sequências histórias. A sequência  histórica do século XIX, quando a palavra foi inventada e propagada para  designar uma esperança histórica humana fundamental, a esperança da  igualdade, da emancipação das classes oprimidas, de uma organização  social igualitária e coletiva. Depois há outra sequência muito diferente  onde se experimentou o comunismo, ou seja, se construiu uma forma de  poder particular que buscou coletivizar a indústria e essas coisas, mas  que, no final, se tornou uma forma de Estado despótico.&lt;br /&gt;
Eu proponho que não se sacrifique a palavra "comunismo" por causa  desta segunda sequência, mas sim que ela seja resgatada com base na  primeira sequência, possibilitando assim a abertura de uma terceira  sequência.&lt;br /&gt;
Nesta terceira sequência, a palavra "comunismo" significaria o que  sempre significou: a ideia de uma organização social totalmente distinta  da que conhecemos e que já sabemos que está dominada por uma oligarquia  financeira e econômica absolutamente feroz e indiferente aos interesses  gerais da humanidade. Eu proponho então voltar ao comunismo sob a forma  da ideia comunista: a ideia comunista é a ideia da emancipação de toda a  humanidade, é a ideia do internacionalismo, de uma organização  econômica mobilizando diretamente os produtores e não as potências  exteriores; é a ideia da igualdade entre os distintos componentes da  humanidade, do fim do racismo e da segregação e também é a ideia do fim  das fronteiras.&lt;br /&gt;
Não esqueçamos que as fronteiras são uma grande característica do  mundo contemporâneo. O comunismo é tudo isso. Se alguém inventar uma  palavra formidável para designar tudo isso, que não seja a palavra  comunismo, eu aceito. Mas a história da política não é a história das  palavras, mas sim a história dos novos significados que podem ter as  palavras. Em geral se opõe a palavra "democracia" à palavra "comunismo".  Eu digo que uma palavra não é mais inocente do que a outra. Não lutemos  pela inocência das palavras. Discutamos sobre o que significam e o que  significa aquilo que eu digo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Agora chegamos a Marx, ou melhor dizendo, aos dois Marx: o  Marx marxista e o Marx de antes do marxismo. Qual dos dois você  reivindica?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Marx e marxismo têm significados muito distintos. Marx pode  significar a tentativa de uma análise científica da história humana com  base nos conceitos fundamentais de classe e de luta de classe, e também a  ideia de que a base das diferentes formas que a organização da  humanidade adquiriu no curso da história é a organização da economia.  Nesta parte da obra de Marx há coisas muito interessantes como, por  exemplo, a crítica da economia política. Mas também há outro Marx que é  um Marx filósofo, que vem depois de Engels e que tenta mostrar que a lei  das coisas deve ser buscada nas contradições principais que podem ser  percebidas dentro das coisas. É o pensamento dialético, o materialismo  dialético. No concreto, há uma base material de todo pensamento e este  se desenvolve através de sistemas de contradição, de negação. Este é o  segundo Marx. Mas também há um terceiro Marx que é o militante político.  É um Marx que, em nome da ideia comunista, indica o que fazer: é o Marx  fundador da Primeira Internacional, é o Marx que escreve textos  admiráveis sobre a Comuna de Paris ou sobre a luta de classes na França.&lt;br /&gt;
Há pelo menos três Marx e o que mais me interessa, reconhecendo o  mérito imenso de todos eles, é o Marx que tenta ligar a ideia comunista  em sua pureza ideológica e filosófica às circunstâncias concretas. É o  Marx que se pergunta pelo caminho para organizar as pessoas  politicamente na direção da ideia comunista. Há ideias fundamentais que  foram experimentadas e que ainda permanecem e, em cujo centro,  encontramos a convicção segundo a qual nada ocorrerá enquanto uma fração  significativa dos intelectuais não aceite estar organicamente ligada às  grandes massas populares. Esse ponto está totalmente ausente hoje em  várias regiões do mundo. Em maio de 68 e nos anos 70, este ponto foi  abandonado. Hoje pagamos o preço desse abandono que significou a vitória  completa e provisória do capitalismo mais brutal.&lt;br /&gt;
A vida concreta de Marx e Engels consistiu em participar nas  manifestações na Alemanha e em tentar criar uma Internacional. E o que  era a Internacional? A aliança dos intelectuais com os operários. É  sempre por aí que se começa. Eu chamo então a que comecemos de novo: por  um lado com a ideia comunista e, por outro, com um processo de  organização sob esta ideia que, evidentemente, levará em conta o  conjunto do balanço histórico, mas que, em certo sentido, terá que  começar de novo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Caído, derrotado no abismo ou simplesmente ferido? Na sua  avaliação, em que fase se encontra o capitalismo: em seu ocaso, como  acreditam alguns, ou somente vivendo um recesso devido a suas enormes  contradições internas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O capitalismo é um sistema de roubo planetário exacerbado. Pode-se  dizer que o capitalismo é uma ordem democrática e pacífica, mas é um  regime de depredadores, é um regime de banditismo universal. E digo  banditismo de maneira objetiva: chamo bandido a qualquer um que  considere que a única lei de sua atividade é seu próprio proveito. Mas  um sistema como este que, por um lado, tem a capacidade de se estender  e, por outro, de deslocar seu centro de gravidade é um sistema que está  longe de estar moribundo.&lt;br /&gt;
Não é o caso de acreditar que, pelo fato de estarmos em uma crise  sistêmica, nos encontramos à beira do colapso do capitalismo  mundializado. Acreditar nisso seria ver as coisas através da pequena  janela da Europa. Creio que há dois fenômenos que estão entrelaçados. O  primeiro é a derrocada da segunda etapa da experiência comunista, a  falência dos Estados socialistas. Essa falência abriu uma enorme brecha  para o outro termo da contradição planetária que é o capitalismo  mundializado. Mas também abriu novos espaços de tensões materiais. O  desenvolvimento capitalista de países do porte da China e da Índica,  assim como a recapitalização da ex-União Soviética tem o mesmo papel que  o colonialismo no século XIX. Abriu espaços gigantes de manobra, de  clientela de novos mercados.&lt;br /&gt;
Estamos vivendo agora esse fenômeno: a mundialização do capitalismo  que se fez potente e se multiplicou pelo enfraquecimento de seu  adversário histórico do período precedente. Esse fenômeno faz com que,  pela primeira vez na história da humanidade, se possa falar realmente de  um mercado mundial. Esse é um primeiro fenômeno. O segundo é o  deslocamento do centro de gravidade. Estou convencido de que as antigas  figuras imperiais, a velha Europa, por exemplo, a qual apesar de sua  arrogância tem uma quantidade considerável de crimes que ainda aguardam  perdão, e os Estados Unidos, apesar do fato de ainda ocupar um lugar  muito importante, são na verdade entidades capitalistas progressivamente  decadentes e até um pouco crepusculares. Na Ásia, na América Latina,  com a dinâmica brasileira, e inclusive em algumas regiões do Oriente  Médio, vemos aparecer novas potências. O sistema da expansão capitalista  chegou a uma escala mundial, mas o sistema das contradições internas do  capitalismo modifica sua geopolítica. As crises sistêmicas do  capitalismo – hoje estamos em uma grave crise sistêmica – não têm o  mesmo impacto segundo a região. Temos assim um sistema expansivo com  dificuldades internas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Mas esses novos polos se desenvolvem segundo o mesmo modelo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, e não creio que esses novos polos introduzam uma diferenciação  qualitativa. É um deslocamento interno ao sistema que dá a ele margem de  manobra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Há duas versões de um de seus livros mais importantes:  trata-se do Manifesto para a Filosofia. O primeiro Manifesto foi  publicado há vinte anos, o segundo há dois. Se levamos em conta as  revoluções árabes e as crises do sistema financeiro internacional, o que  mudou fundamentalmente no mundo e no ser humano entre os dois  manifestos?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que mudou mais profundamente é a divisão subjetiva. As escolhas  fundamentais às quais estiveram confrontados os indivíduos durante o  primeiro período estavam ainda dominadas pela ideia da alternativa entre  orientação revolucionária e democracia e economia de mercado. Dito de  outro modo, estávamos na constituição do debate entre totalitarismo e  democracia. Isso exige dizer quer todo o mundo estava sob o influxo do  balanço da experiência histórica do século XX. O primeiro Manifesto foi  publicado em 1989, quase ao final do século XX. Em escala mundial, esta  discussão, que adquiriu formas distintas segundo os lugares, se  focalizou em qual poderia ser o balanço deste século XX. Por acaso,  temos que condenar definitivamente as experiências revolucionárias? É  preciso abandoná-las porque foram despóticas, violentas? Neste sentido, a  pergunta era: devemos ou não nos unir à corrente democrática e entrar  na aceitação do capitalismo como um mal menor?&lt;br /&gt;
A eficácia do sistema não consistiu em dizer que o capitalismo era  magnífico, mas sim que era o mal menor. Na verdade, tirando um punhado  de pessoas ninguém pensa que o capitalismo é magnífico. Mas o que se  disse nesse período foi que a alternativa era desastrosa. Há 20 anos  estávamos neste contexto, ou seja, a reativação da filosofia inspirada  pela moral de Kant. Ou seja, não é o caso de ter grandes ideias de  transformação política voluntaristas porque isso conduz ao terror e ao  crime, mas sim velar por uma democracia pacificada dentro da qual os  direitos humanos estarão protegidos. Hoje esta discussão está terminada e  está terminada porque todo mundo vê que o preço pago por essa  democracia pacificada é muito elevado. Todo mundo toma consciência que  se trata de um mundo violento, com outras violências, que a guerra segue  rondando todo o tempo, que as catástrofes ecológicas e econômicas estão  na ordem do dia e que, além disso, ninguém sabe para onde vamos.&lt;br /&gt;
Podemos imaginar que esta ferocidade da concorrência e esta constante  submissão à economia de mercado durem ainda vários séculos? Todo mundo  sente que não, que se trata de um sistema patrológico. Foi revelado que  este sistema, que nos foi apresentado como um sistema moderado, sem  dúvida em nada formidável, mas melhor que todos os demais, é um sistema  patológico e extremamente perigoso. Essa é a novidade. Não podemos mais  ter confiança no futuro desta visão das coisas. Estamos em uma fase de  transição e incerteza. Introduziu-se a hipótese de uma espécie de  humanismo renovado que poderíamos chamar de humanismo de mercado, o  mercado, mas humano. Creio que essa figura, que segue vigente graças aos  políticos e aos meios de comunicação, está morta. É como a União  Soviética: estava morta antes de morrer. Creio que, em condições  diferentes e em um universo de guerra, de catástrofes, de competição e  de crise, esta ideia do capitalismo com rosto humano e da democracia  moderada está morta. Agora será preciso não mais escolher entre duas  visões constituídas, mas sim inventar uma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Dessa ambivalência provém talvez a sensação de que as jovens gerações estão perdidas, sem confiança em nada?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é o que sinto na juventude de hoje. Sinto que a juventude está  completamente imersa no mundo tal como é, não tem ideia de outra  alternativa, mas, ao mesmo tempo, está perdendo confiança neste mundo,  está vendo que, na verdade, este mundo não tem futuro, carece de toda  significação para o futuro. Creio que estamos em um período onde as  propostas de ideias novas estão na ordem do dia, mesmo que uma boa parte  da opinião não saiba disso. E não sabe porque ainda não chegamos ao  final deste esgotamento interno da promessa democrática. É o que eu  chamo de período intervalo: sabemos que as velhas escolhas estão  acabadas, mas não sabemos ainda muito bem quais são as novas escolhas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Vários filósofos apontam o fato de que os valores  capitalistas destruíram a dimensão humana. Você acredita, ao contrário,  que ainda persiste uma potência altruísta no ser humano.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos olhar o que ocorreu nas manifestações dos países árabes.  Nunca acreditei que essas manifestações iam inventar um novo mundo de um  dia para o outro, nem pensei que essas revoltas apresentavam soluções  novas para os problemas planetários. Mas o que me assombrou foi a  reaparição da generosidade do movimento de passa, quer dizer, a  possibilidade de agir, de sair, de protestar, de pronunciar-se  independentemente do limite dos interesses imediatos e fazê-lo junto a  pessoas que, sabemos, não compartilham nossos interesses. Aí encontramos  a generosidade da ação, a generosidade do movimento de massa, temos a  prova de que esse movimento ainda é capaz de reaparecer e  reconstituir-se. Com todos os seus limites, também temos um exemplo  semelhante com o movimento dos indignados.&lt;br /&gt;
O que fica evidente em tudo isso é que estão aí em nome de uma série  de princípios, de ideias, de representações. Esse processo, obviamente,  será longo. O movimento da primavera árabe me parece mais interessante  que o dos indignados porque tem objetivos precisos, ou seja, a  desaparição de um regime autocrático e o tema fundamental que é o horror  diante da corrupção. A luta contra a corrupção é um problema capital do  mundo contemporâneo. Nos indignados vimos a nostalgia do velho Estado  providência. Mas volto a reiterar que o interessante em tudo isso é a  capacidade de fazer algo em nome de uma ideia, mesmo que essa ideia  tenha acentos nostálgicos. O que me interessa saber é se ainda temos a  capacidade histórica de agir no regime da ideia e não simplesmente  segundo o regime da concorrência ou da conservação. Isso para mim é  fundamental. A reaparição de uma subjetividade dissidente, seja quais  forem suas formas e suas referências, isso me parece muito importante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Você publicou um livro sobre o amor, que é de uma sabedoria  comovedora. Para um filósofo comprometido com a ação política e cujo  pensamento integra as matemáticas, a aparição do tema do amor é pouco  comum.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O amor é um tema essencial, uma experiência total. O amor está  ameaçado pela sociedade contemporânea. O amor é um gesto muito forte  porque significa que é preciso aceitar que a existência de outra pessoa  se converta em nossa preocupação. No amor, o fundamental está em que nos  aproximamos do outro com a condição de aceita-lo em minha existência de  forma completa, inteira. Isso é o que diferencia o amor do interesse  sexual. Este se fixa sobre o que os psicanalistas chamaram de "objetos  parciais", ou seja, eu extraio do outro alguns emblemas fetiches que me  interessam e que suscitam minha excitação desejante. Não nego a  sexualidade, pelo contrário. Ela é um componente do amor. Mas o amor não  é isso. O amor é quando estou em estado de amar, de estar satisfeito e  de sofrer e de esperar tudo o que vem do outro: a maneira como viaja,  sua ausência, sua chegada, sua presença, o calor de seu corpo, minhas  conversas com ele, os gostos compartilhados. Pouco a pouco, a totalidade  do que o outro é torna-se um componente de minha própria existência.  Isso é muito mais radical que a vaga ideia de preocupar-me com o outro. É  o outro com a totalidade infinita que representa e com o qual me  relaciono em um movimento subjetivo extraordinariamente profundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Em que sentido o amor está ameaçado pelos valores contemporâneos?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Está ameaçado porque o amor é gratuito e, desde o ponto de vista do  materialismo democrático, injustificado. Por que deveria me expor ao  sofrimento da aceitação da totalidade do outro? O melhor seria extrair  dele o que melhor corresponde aos meus interesses imediatos e aos meus  gostos e descartar o resto. O amor está ameaçado hoje porque é  distribuído em fatias. Observemos como se organizam as relações nestes  portais de internet onde as pessoas entram em contato: o outro já vem  fatiado em fatias, um pouco como a vaca nos açougues. Seus gostos, seus  interesses, a cor dos olhos, o corte dos cabelos, se é grande ou  pequeno, loiro ou moreno. Vamos ter uns 40 critérios e, ao final, vamos  nos dizer: vou comprar este. É exatamente o contrário do amor. O amor é  justamente quando, em certo sentido, não tenho a menor ideia do que  estou comprando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;E frente a essa modalidade competitiva das relações, você  proclama que o amor deve ser reinventado para nos defendermos, que o  amor deve reafirmar seu valor de ruptura e de loucura.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O amor deve reafirmar o fato de que está em ruptura com o conjunto  das leis ordinárias do mundo contemporâneo. O amor deve ser reinventado  como valor universal, como relação em direção da alteridade, daquilo que  não sou eu e onde a generosidade é obrigatória. Se não aceito a  generosidade, tampouco aceito o amor. Há uma generosidade amorosa que é  inevitável. Sou obrigado a ir na direção do outro para que a aceitação  do outro em sua totalidade possa funcionar. Essa é uma excelente escola  para romper com o mundo tal como é. Minha ideia sobre a reinvenção do  amor quer dizer o seguinte: uma vez que o amor se refere a essa parte da  humanidade que não está entregue à competição, à selvageria; uma vez  que, em sua intimidade mais poderosa, o amor exige uma espécie de  confiança absoluta no outro; uma vez que vamos aceitar que este outro  esteja totalmente presente em nossa própria vida, que nossa vida esteja  ligada de maneira interna a esse outro, pois bem, já que tudo descrito  acima é possível isso prova que não é verdade que a competitividade, o  ódio, a violência, a rivalidade e a separação sejam a lei do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;A política não está muito afastada de tudo isso. Para você, há uma dimensão do amor na ação política?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, inclusive pode resultar perigoso. Se buscamos uma analogia  política do amor eu diria que, assim como no amor onde a relação com uma  pessoa tem que constituir sua totalidade existencial como um componente  de minha própria existência, na política autêntica é preciso que haja  uma representação inteira da humanidade. Na política verdadeira, que  também é um componente da vida verdadeira, há necessariamente essa  preocupação, essa convicção segundo a qual estou ali enquanto  representante e agente de toda a humanidade. Do mesmo modo que ocorre no  amor, onde minha preocupação, minha proposta e minha atividade estão  ligadas à existência do outro em sua totalidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;O que pode fazer um casal jovem e enamorado neste mundo  violento, competitivo, onde o projeto do casal já está ameaçado pela  própria dinâmica do consumo e da competição?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Creio que o projeto de um casal pode ser uma rama se não se dissolve,  se não se metamorfoseia em um projeto que acabe se transformando, no  fundo, na acumulação de interesses particulares. Na situação de crise e  de desorientação atual o mais importante é segurar as mãos no timão da  experiência pela qual estamos passando, seja no amor, na arte, na  organização coletiva, no combate político. Hoje, o mais importante é a  fidelidade: em um ponto, ainda que seja em apenas um, é preciso não  ceder. E para não ceder devemos ser fieis ao que ocorreu, ao  acontecimento. No amor, é preciso ser fiel ao encontro com o outro  porque vamos criar um mundo a partir desse encontro. Claro, o mundo  exerce uma pressão contrária e nos diz: "cuidado, defenda-se, não deixe  que o outro abuse de ti". Com isso está dizendo: "voltem ao comércio  ordinário".&lt;br /&gt;
Então, como essa pressão é muito forte, o fato de manter o timão no  rumo certo, de manter vivo um elemento de exceção, já é extraordinário. É  preciso lutar para conservar o excepcional que ocorre em nossas vidas.  Depois veremos. Dessa forma salvaremos a ideia e saberemos o que é  exatamente a felicidade. Não sou um asceta, não sou a favor do  sacrifício. Estou convencido de que se conseguimos organizar uma reunião  com trabalhadores e colocamos em marcha uma dinâmica, se conseguimos  superar uma dificuldade no amor e nos reencontramos com a pessoa que  amamos, se fazemos uma descoberta científica, então começamos a  compreender o que é a felicidade. A felicidade é uma ideia fundamental. A  construção amorosa é a aceitação conjunta de um sistema de riscos e de  invenções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Você também introduz uma ideia peculiar e maravilhosa: devemos fazer tudo para preservar o que nos ocorre de excepcional.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aí está o sentido completo da vida verdadeira. Uma vida verdadeira se  configura quando aceitamos os presentes perigosos que a vida nos  oferece. A existência nos traz riscos, mas, na maioria das vezes,  estamos mais espantados que felizes por esses presentes. Creio que  aceitar isso que nos ocorre e que parece raro, estranho, imprevisível,  excepcional, que seja o encontro com uma mulher ou o maio de 68, aceitar  isso e suas consequências, isso é a vida, a verdadeira vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tradução: Marco Aurélio Weissheimer&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9186018120029545854-2994406551174957269?l=turcoluis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://turcoluis.blogspot.com/2012/02/alain-badiou-o-comunismo-e-ideia-da.html</link><author>noreply@blogger.com (turquinho)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9186018120029545854.post-2797989194518236553</guid><pubDate>Wed, 08 Feb 2012 13:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-08T10:16:57.451-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">inimigos da coisa pública</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">inclusão social</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">PIG</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">movimentos sociais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">critica social</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">habitação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">midia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Direitos Humanos</category><title>Eduardo Guimarães: Brasil precisa de um Hugo Chávez</title><description>&lt;h2&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Eduardo Guimarães, em Blog da Cidadania&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Para quem se envolveu emocionalmente com o martírio de  milhares de famílias atacadas violentamente pelo Estado brasileiro foi  duro ser esbofeteado daquele jeito pela &lt;/span&gt;&lt;i style="color: red;"&gt;Globo &lt;/i&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;e por seu despachante Geraldo Alckmin no dia 1º de fevereiro à noite.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dá para imaginar como aquelas  famílias massacradas pelo carrasco que dirige São Paulo a serviço de  alguns poucos bilionários se sentiram ao vê-lo expor novamente seu  conceito de democracia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Torna-se imperativa, assim, a reflexão de que se há uma coisa que não  existe no Brasil é democracia. Como pode ser democrático que milhares de  homens, mulheres, crianças e idosos sejam expulsos de suas casas a  toque de bombas em benefício exclusivo de uma empresa privada?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O governador de São Paulo poderia ter tido a decência de dizer que o  capitalismo é assim mesmo, um sistema econômico em que, como diz o nome,  prevalece o capital em detrimento do homem, e que não tem culpa por o  Brasil ter escolhido viver sob tal sistema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alckmin confunde regime político com sistema econômico. Na democracia,  prevalece a vontade da maioria e no capitalismo, da minoria. Na  democracia, quem decide é muita gente e no capitalismo são poucos os que  tomam decisões que todos têm que acatar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Estado usar tropas para tirar milhares de pessoas de suas casas usando  violência e depois jogá-las na rua ou em abrigos imundos a fim de  beneficiar um grupo de ricaços que não lota um elevador é mero resultado  do capitalismo, não da democracia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ah, mas foi apenas cumprimento da lei. Nem isso é verdade: havia  conflito entre instâncias do Judiciário (estadual e federal). E se esse  Judiciário não é capaz de observar que na democracia não pode atender ao  interesse de poucos massacrando a muitos, tampouco é democrático.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a segunda vez, em curto período, que Alckmin associa democracia a  ações violentas da Polícia Militar, mesmo que o principal paradigma do  regime democrático seja o de substituir a violência pelo diálogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi uma bofetada na democracia o Jornal Nacional levar ao ar a invenção  absurda de que os moradores do Pinheirinho teriam sido obrigados por  lideranças a ficarem ali no dia do despejo. Centenas de flagelados  depuseram por escrito, assinaram o depoimento e nenhum relatou  semelhante coisa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De um lado, então, há milhares de pessoas com nome, sobrenome e imagem  dizendo que não tentaram resistir por força de liderança alguma, mas  porque simplesmente não tinham para onde ir; de outro, há uma gravação  de alguém sem nome, sem rosto e que pode até ser falsa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há, ainda, um homem sem caráter que diz que antes os flagelados viviam  em moradias precárias e que agora vivem em moradias dignas e uma  emissora que divulga isso sem reparo algum, sem mostrar que agora é que  estão vivendo em moradias precárias, para dizer o mínimo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem defenderá este povo? A mídia inventa, mente, distorce, omite e não  há um só político de peso (ao qual não se possa negar espaço) para  desmascarar uma farsa que não resiste a trinta segundos de  contraditório.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O povo brasileiro, que em grande parte vive em condições pouco melhores  do que aquela em que viviam os flagelados do Pinheirinho antes de  virarem moradores de rua, está indefeso diante da sanha do capitalismo  selvagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este país precisa de um líder feito de carne, osso e sangue nas veias e  que seja capaz de se indignar ante aquela vergonha, ante aquele crime de  lesa-humanidade que foi a nova aula de “democracia” de Geraldo Alckmin.  O Brasil precisa mesmo é de um Hugo Chávez.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assista, abaixo, à “aula de democracia” que Geraldo Alckmin deu em 1º de  fevereiro de 2012 na concessão pública que transmite o Jornal Nacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/4VsKOWydjMU" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9186018120029545854-2797989194518236553?l=turcoluis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://turcoluis.blogspot.com/2012/02/eduardo-guimaraes-brasil-precisa-de-um.html</link><author>noreply@blogger.com (turquinho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/4VsKOWydjMU/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9186018120029545854.post-5031852067200393131</guid><pubDate>Wed, 08 Feb 2012 03:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-08T00:41:43.618-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">quilombolas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">POLITICAS PUBLICAS</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">reforma agrária</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">movimentos sociais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">governo federal</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">relações de trabalho</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">MST</category><title>Diálogos entre Stedile e Dilma</title><description>&lt;table class="contentpaneopen"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="contentheading" width="100%"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;          &lt;td align="right" class="buttonheading" width="100%"&gt;&lt;/td&gt;        &lt;td align="right" class="buttonheading" width="100%"&gt;&lt;/td&gt;      &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table class="contentpaneopen"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;  &lt;td valign="top"&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="small"&gt;Raymundo Araujo Filho  &lt;/span&gt;   &amp;nbsp; no&lt;a href="http://www.correiocidadania.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=6782:submanchete070212&amp;amp;catid=72:imagens-rolantes"&gt; CORREIO DA CIDADANIA &lt;/a&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;  &lt;td class="createdate" valign="top"&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não gosto de disseminar conteúdos sobre política sem registrar meu  comentário, pois política sem debate ou opinião firmada pelos  interlocutores é prosopopéia inútil. Como recebi de um entusiasta do MST  a reprodução sem comentários do diálogo entre Stédile e Dilma, talvez  na certeza de que ali se travava um debate entre um justo e uma injusta,  tento aqui colocar alguns pingos em alguns is.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Senão vejamos:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Primeiro a escolha do palco para o "enfrentamento". Nenhum seria  melhor do que este Fórum Social Mundial (e os Fóruns Temáticos) em Porto  Alegre, chancelado e a partir da terceira edição totalmente  hegemonizado pelas "forças militantes" do PT, tornando mais esta  experiência que poderia ser virtuosa apenas em palco para claques  políticas e partidárias. Uma espécie de FPU (Fórum do Pensamento Único),  nada mais se encontrando por lá em termos de diversidade cultural,  ideológica e política. No máximo uns europeus, canadenses e  estadunidenses com cara de bobos alegres, ávidos por contatos com "o  povo pobre da América Latina e África".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 2003, foi premonitória do que vinha por aí a tortada na cara que  José Genoíno levou por parte de uma militante, sob o dizer “vocês (o  governo recém empossado de Lula) não nos representam”. Hoje, Genoíno é  um obscuro assessor do Ministério da Defesa e tem toda a confiança de  jobin, zé dirceu é vendedor de cacimbas de plástico do Salinas (México)  para Dilma (aliás, uma burrada sem tamanho em termos de levar água para o  semi-árido nordestino e adjacências) e o Brasil é o que é, ponto de  encontro do capitalismo mundial.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois, o local "sui generis" para o encontro de Stédile e Dilma: uma  reunião fechada, com convidados especiais das cúpulas partidárias, ONGs  amigas e demais aliados, todos imbuídos de fazer a aliança resistir às  diferenças de opinião, pois é o poder que está em jogo (e as verbas,  liberadas em conta-gotas, e sob condições políticas explícitas). E o  poder, como sabemos, é a principal meta, desde que eles sejam os  dirigentes. A mídia amiga, do PIL (Partido da Imprensa Lullista) já  estava toda preparada para divulgar&amp;nbsp;"o nível de democracia de nosso  Brasil, il, il, il". A presidente Dilma em “confronto direto” com o  secretário geral do MST, Stédile.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora os fatos: dias antes deste "confronto", o dirigente do  MST&amp;nbsp;Joaquim&amp;nbsp;Pinheiro deu entrevista expondo o que venho denunciando há  vários anos, e responsabilizando os dirigentes do MST por permitirem,  aliás, colaborarem com isso. Literalmente disse que o MST está no chão,  sem capacidade de mobilização, que atribui ao crescente nível de emprego  no país, ao Bolsa-Família e à inatividade do governo federal com a  paralisação da reforma agrária. Lembro a todos que 65% dos empregos do  país são de salário mínimo, que corresponde a cerca de US$ 60, em se  comparando ao dólar de FHC (cerca de R$3,60, ao final do mandato). E  como sabemos, a cotação do dólar é fictícia, respondendo mais às  necessidades políticas do que a qualquer coisa mensurável pela  econometria.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Primeira pergunta: por que um governo avançaria em um programa como a  Reforma Agrária se a demanda (pressão popular) é quase nula? Ora! É  porque um "governo popular tem esta obrigação, a de democratizar o  acesso e uso da terra", diria algum entusiasta lulo-petista-dilmista.  Conclusão aristotélica, obrigatória por parte de quem não gosta do "dito  pelo não dito": este governo do PT não é de cunho e ideologia  populares, portanto. Se fosse, faria avançar a Reforma Agrária, ao invés  de boicotá-la, em clara opção pelos ricos do setor agroindustrial  exportador de matérias-primas monoculturais e minerais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segunda pergunta: por que então o MST apóia politicamente este  governo, fingindo não ver que ser derrotado sem luta, aliás, apoiando  quem nos trai, é pior, pois não deixa sementes nem histórias para, quem  sabe um dia, novas forças recomeçarem tal luta, com outras perspectivas  (a não ser que os "esquerdistas" de agora persistam nos tempos  vindouros, o que seria um desastre).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com este substrato, no debate aludido aqui e que está disponível na  internet, Stedile dirige-se respeitosamente para aquela que veio  terminar o serviço iniciado por Lula, isto é, acabar com o MST, só que  "democraticamente", sem uma borrachada, como faziam os outros  presidentes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já é alguma coisa, diriam alguns. E muitos, além de acharem isso, se  locupletaram com cargos públicos por nomeação (o MST sempre teve gente  deles nomeada no INCRA, MDA e outros ministérios e governos estaduais e  municipais, em clara situação que chamo de promiscuidade institucional),  além de falcatruas como o PRONERA em MG, junto com a Universidade  Metodista (segundo denúncia inequívoca do companheiro Julio Castro,  aliás, ameaçado de morte por um dirigente do MST mineiro, que atende  pelo nome de Cristiano).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na sua preleção retoma, de forma monótona e quase cifrada, toda a  agenda abandonada pelo governo (pasmem, até o governo FHC superou os  números do PT na Reforma Agrária), na mesma lengalenga anódina que  estamos acostumados a ouvir, como se estivesse a dizer para a presidente  Dilma "se preocupa não, pois tapa de amor não dói", reafirmando que as  críticas não significam nenhuma possibilidade de rompimento e tornando  mais popular ainda um ditado que tanta desgraça já causou neste país  machista e misógino, como é o Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dilma respondeu, simplesmente DEMOLINDO a prosopopéia "frapé" do  Stédile, reafirmando como verdades todas as mentiras que estávamos  acostumados a ouvir do... FHC (e do Collor). E tudo ficou por isso  mesmo, todos satisfeitos com o grau de "democracia" deste Brazil, zil,  zil, zil.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em seguida, a presidente Dilma foi a Cuba (onde ficou um só dia -  menos que na Bulgária, terra natal de seu pai, e sem nenhuma importância  para nosotros brasileiros). Lá fez bonito, questionada sobre os  direitos humanos, mencionou Guantánamo "colocando uma saia justa nos  EUA", como ouvi um basbaque falar, como se o Brasil tivesse alguma  importância política no mundo e não fosse apenas a maior Casa de  Tolerância do Capitalismo Internacional, como somos hoje - quando não se  fazem mais meretrizes como antigamente, pois aquelas ao menos cobravam  alto pelos seus serviços. Dilma não fez mais nada do que sua obrigação  como convidada de um governo, mas usou isso como um cala-boca na  "esquerda brasileira", para gáudio da Ex-Esquerda Corporation W.C.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao sair, deixou umas moedinhas para Cuba que, país pobre que é, e  sujeito ao bloqueio econômico, não pôde rejeitar, e até agradeceu, o que  fez muito bem, visto o beco sem saída em que está, infelizmente. Não  sem parcela de responsabilidade de seus dirigentes, o que, no entanto,  não me faz imprecar contra eles, como agora fazem alguns "esquerdistas  mudernos".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ato contínuo, a presidente do Brasil, país que nos últimos dois anos  recebeu de braços abertos e com visto de trabalho cerca de 80 mil  estrangeiros, quase todos brancos e europeus, que vieram para o Brasil  como numa redescoberta do Novo Mundo quinhentista, disse aos haitianos  que o Brasil recebeu de braços abertos 4 mil haitianos e vai receber  mais mil....POR ANO, isto é, 40 vezes menos do que recebe de europeus,  sem impor restrições. Temo uma guerra civil no Haiti, na fila de vistos  diplomáticos para o Brasil...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, Dilma deu um cala-boca nesta "esquerda" de Stédiles e que  tais, que a acompanha nesta aventura governamental dizendo que "não  corremos o risco de voltar ao neoliberalismo" (é lógico, pois dele não  saímos...). Uma resposta tão contundente quanto mentirosa ao Stédile, em  um Fórum Internacional, além da viagem de "marketing" pessoal, como uma  Rainha de Sabá, a distribuir esmolas aos seus primos pobres do Caribe. E  de quebra alguma movimentação tímida, sem graça, sem eficácia e tardia,  sobre o Massacre do Pinheirinho, talvez para encobrir a paralisia das  forças petistas que dizem antagonizar o PSDB, e com o rabo preso por  ação de igual teor, com violenta desocupação de área, feita pelo governo  petista do Distrito Federal, outro dia, mas não noticiado (vide&amp;nbsp;&lt;a href="http://emicles.blogspot.com/2012/01/fiscalizacao-derruba-500-edificacoes.html" target="_blank"&gt;http://emicles.blogspot.com/2012/01/fiscalizacao-derruba-500-edificacoes.html&lt;/a&gt;).  Pra não falar do apoio a governos que segue à risca, só que sob o lema  "DESOCUPA", como são o de Sérgio Cabral Filho e Eduardo Paes (RJ e Rio).  Com uma fachada desta, qual "esquerdista" vai contestar o que vai por  aqui?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O chato é esperar o que VIRÁ por aqui...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, fica a possibilidade de um "enfrentamento" mixuruca, sem  resultado algum, virado senão em mais uma derrota do que seria a  reivindicação de um projeto social consistente para o país, cuja  política de habitação não dependesse dos "humores e rentabilidade" para  os empresários (como declarou um empreiteiro n'A Folha...), uma Reforma  Agrária que signifique a mudança de rumos e de modelo econômico (mais do  que neoliberal, a meu ver) e tudo aquilo que todos estão cansados de  saber, mas que apenas uma minoria tem a coragem de denunciar, sem que  esteja por trás apenas a luta política para o retorno do outro time de  Ali Babás para nos governar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, Stédile conseguiu a visibilidade que necessita para fingir que  "continua na luta" e Dilma ampliou a sua área de manobra, engolindo o  Stédile e jogando para a platéia da Ex-Esquerda Corporation W.C., para  tudo "continuar como d'antes no quartel do Abrantes", inclusive em  Guantánamo, pois, como já escrevi acima, mas repito convicto, Dilma e o  Brasil NADA, ABSOLUTAMENTE NADA, representam na geopolítica mundial,  sendo somente o país onde o capitalismo poderá se reorganizar para a sua  nova etapa de exploração.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Qualquer interpretação diferente desta que faço, do "embate de  Itararé" entre Stédile e Dilma, terá de vir acompanhada de fatos, e não  apenas conjecturas pessoais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Raymundo Araujo Filho é médico veterinário, homeopata e  reinicia em 2012 a sua labuta de articulista chato e crítico, escrevendo  Lula e Dilma com um "l" só, mas adotando o mesmo para o Collor (agora  Color) por considerá-lo apenas um aprendiz de feiticeiro, comparando-o  com o que vai nas nossas costas com estes "governos populares" que temos  tido de uns anos para cá.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9186018120029545854-5031852067200393131?l=turcoluis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://turcoluis.blogspot.com/2012/02/dialogos-entre-stedile-e-dilma-raymundo.html</link><author>noreply@blogger.com (turquinho)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9186018120029545854.post-9069262266456615573</guid><pubDate>Tue, 07 Feb 2012 17:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-07T14:59:15.589-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">inclusão social</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">POLITICAS PUBLICAS</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">entrevista</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">imperialismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">America Latina</category><title>Miami é apontada como a cidade mais miserável dos EUA</title><description>&lt;h2&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Do sitio &lt;a href="http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/19700/miami+e+apontada+como+a+cidade+mais+miseravel+dos+eua.shtml"&gt;OPERA MUNDI&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/h2&gt;&lt;div class="linha_fina" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Segundo a Forbes, a crise e a insegurança contribuíram para o quadro&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="recomendar"&gt;&lt;div class="fb-like fb_edge_widget_with_comment fb_iframe_widget" data-href="http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/19700/miami+e+apontada+como+a+cidade+mais+miseravel+dos+eua.shtml" data-layout="button_count" data-send="false" data-show-faces="false" data-width="50"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Pelo menos em uma coisa em Miami ricos e pobres estão de acordo: a vida  na cidade é miserável. Os pobres há muito tempo sabem, os ricos parecem  que acabam de descobrir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;sup&gt;Wikimedia Commons&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt="" src="http://www.operamundi.com.br/media/images/-Miamiskyline20080113.JPG" style="height: 192px; width: 660px;" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;sub&gt;A bela paisagem e os arranha-céus escondem uma outra realidade na maior cidade da Flórida&lt;/sub&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No final da semana passada, a revista &lt;i&gt;Forbes&lt;/i&gt; surpreendeu muita  gente no sul da Flórida ao afirmar que a qualidade de vida em três  cidades do estado é a pior em todos os Estados Unidos. Em primeiro lugar  aparece Miami, a cidade emblema, chamada de “Porta das Américas” pela  publicidade turística, ou o “Eldorado”, segundo a propaganda política.  Seguem-se Fort Lauderdale e West Palm Beach, onde a nata dos milionários  norte-americanos possui suas casas de verão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo a revista predileta da classe empresarial, a crise imobiliária,  o alto custo de vida, a taxa de criminalidade, a corrupção política, a  falta de serviços sociais e a pouca atenção de qualidade dos hospitais  públicos, são as principais razões para considerar o sul da Flórida como  um inferno para viver.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma situação tão dramática que a &lt;i&gt;Forbes&lt;/i&gt; não consegue deixar  de chamar a atenção para o fato de que, em termos globais, o caso de  Miami é ainda mais dramático que o de Detroit, considerada a cidade dos  Estados Unidos com o maior número de homicídios e assaltos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste momento, o governo federal realiza uma investigação a uma série  de atos de violência policial em Miami, nos quais morreram 11 pessoas,  todas elas habitantes de bairros pobres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na semana passada, o FBI anunciou a prisão de dois policiais de Miami  acusados de tráfico de drogas, comercializando a cocaína apreendida  junto aos traficantes. Um deles é o chefe do departamento de operações  secretas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Miami tem sol e um clima fabuloso, mas há outras coisas que fazem as  pessoas sentirem-se miseráveis. É uma sociedade com dois níveis, temos  South (Miami) Beach com todo o seu glamour que atrai os famosos e  socialites, mas a desigualdade nos salários das pessoas disparou nos  últimos anos”, explicou o editor da &lt;i&gt;Forbes&lt;/i&gt;, Kurt Badenhausen.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que Badenhausen não explicou é que a crise tem origens diferentes. Os  ricos sofrem unicamente porque as suas casas foram desvalorizadasem  razão das crises imobiliárias nos últoomos anos, e não porque enfrentem o  desemprego.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas os pobres, incluindo a classe média, vivem seus piores momentos.  Além da desvalorização de suas casas, o desemprego atingiu níveis  galopantes (13%, maior que a média nacional de 10%), os serviços sociais  foram recortados, as ajudas aos idosos praticamente desapareceram e,  acima de tudo, os programas de auxilio à recolocação dos imigrantes já  não existem. Até as bibliotecas, um lugar onde mais de 50% dos leitores  habituais de Miami acodem para poder consultar a internet e ler, dado os  altos &lt;a href="http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/19700/miami+e+apontada+como+a+cidade+mais+miseravel+dos+eua.shtml#" id="_GPLITA_0" style="text-decoration: underline;" title="Powered by Text-Enhance"&gt;preços&lt;/a&gt; dos livros, estão sendo fechadas ante a falta de fundos públicos para mantê-las abertas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo a &lt;i&gt;Forbes&lt;/i&gt;, 45% dos habitantes da cidade que ganham  menos de 75.000 dólares anuais têm problemas com o pagamento das  hipotecas de suas casas, que valem muito menos que o dinheiro que devem  ao banco. E o plano federal de ajuda, lançado pelo governo de Barack  Obama fracassou totalmente pela corrupção e rivalidades políticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Nos últimos anos, os republicanos têm-se dedicado a bloquear o envio  de fundos federais para ajudar as pessoas com problemas hipotecários”,  afirmou o advogado Marco Fernández. Ele calcula que apenas uma em cada  três famílias pobres conseguiu refinanciar o preço de suas casas com  ajuda federal.&amp;nbsp;“Os bancos absorvem tudo com taxas estúpidas. Querem  compensar assim os prejuízos da crise bancaria de 2008”, afirma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas não é só isto, explica Maria Luisa Hernández ao &lt;b&gt;Opera Mundi:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;“a  crise trouxe como conseqüência o aumento dos impostos a nível local.  Cada vez é mais caro ter um telefone, seja celular ou fixo, porque tanto  os condados como o estado aumentaram os impostos; o preço da  eletricidade subiu duas vezes, e aumentaram os impostos associados, e  amesma coisa com o preço do gás de cozinha. A água ainda se mantém nos  mesmos níveis, mas já prometeram que ela vai aumentar em dois meses”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo esta ativista comunitária, já começam a aparecer problemas  sociais parecidos, “se não iguais”, aos dos países dos Terceiro Mundo. A  menos de 500 metros de Brickell, o bairro financeiro da cidade, onde se  erguem imponente torres de cimento e vidro, encontra-se a “Pequena  Honduras”, uma área de 50 quarteirões onde se concentram os imigrantes  da América Central. Ali, as Igrejas, o Exército de Salvação e, em menor  medida, os serviços sociais, começam a abandonar o seu trabalho  tradicional e transformaram-se, literalmente, na única fonte de alimento  de milhares de pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma organização como a “Camillus House”, que depende de fundos privados  e é administrada por organizações religiosas, serve todos diariamente  cerca de cinco mil refeições em um pequeno edifício no centro da cidade,  rodeado por amplos terrenos vazios onde muitos dos pobres da cidade  passam a noite ao relento - isso se não chover. Se o clima for  inclemente, os sem-abrigo apertam-se debaixo dos alpendres dos edifícios  comerciais perto das novas torres habitacionais, próximas e  recém-construídas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A policia já desistiu de mandá-los embora. “Nós temos ordens de  afugentá-los. Mas eu não tenho coração para isso. Muitos colegas meus  também”, admitiu ao &lt;b&gt;Opera Mundi&lt;/b&gt; um polícia da cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ante a crise, o governo local decidiu cortar muitos dos serviços  básicos. Mas o mais impressionante é a falta de coleta de lixo que, em  Miami, é um serviço privatizado. Em zonas como a “Pequena Honduras”, já é  costume ver o amontoado nas esquinas, pois a coleta foi reduzida por  cortes orçamentais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, os salários dos funcionários públicos não sofreram reduções. O  prefeito do condado de Miami-Dade, Carlos Gimenez, por exemplo, foi  eleito com a promessa de não aumentar salários. E cumpriu. Mas de uma  forma muito particular. Contratou cinco colaboradores diretos por  255.000 dólares anuais e, como eram novos empregados, não sofreram o  corte de 10% que os vereadores impuseram ao resto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Eu sempre me faço a mesma pergunta. Por que é que bairro de pobre tem  sempre lixo sem recolher e bairro de rico, não”, comentou Hernández.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas em Miami a vida é ainda mais miserável por uma razão que &lt;i&gt;Forbes&lt;/i&gt; não abordou: a liberdade de expressão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Miami, como em todos os Estados Unidos, cada um pode dizer o que  pensa. Mas nem todos estão a ser escutados, nem conseguem fazer valer a  sua voz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os jornais locais raramente falam dos problemas sociais. A crise local é  sempre abordada de um ponto de vista financeiro e não social. Durante  os anos 1990, a organização de direitos humanos &lt;i&gt;America’s Watch&lt;/i&gt;,  considerou Miami como a pior cidade dos Estados Unidos em matéria de  liberdade de expressão. Mas o relatório baseou-se unicamente na  dificuldade que os cubanos moderados tem em aceder aos meios de  comunicação locais e como eram, e ainda são, hostilizados pela direita  radical.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A evolução foi mínima nestes últimos anos, segundo ativistas cubanos  atuais que mantêm relações com o governo da ilha. Eles citam a  continuação do controle dos meios de comunicação por parte de direita de  origem cubana e venezuelana e o medo que a imprensa tem deles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas agora, a censura jornalística vai além da questão cubana. Os  problemas sociais desde comunidade de 2,5 milhões de pessoas  simplesmente não são abordados pela imprensa local. A pobreza não é  manchete de jornais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A censura é tão forte que a &lt;i&gt;Forbes&lt;/i&gt; não menciona o fato e nem a  imprensa local deu muito voo às conclusões da revista. Depois de sua  publicação, não houve um desenvolvimento do relatório da &lt;i&gt;Forbes. &lt;/i&gt;Líderes locais não foram consultados nem o tema foi aprofundado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Isso é o resultado da existência no sul da Flórida de um enclave do  extremismo radical, com o qual nem os norte-americanos se metem. Têm  medo”, afirma Max Lesnik, diretor de um programa de rádio diário da  esquerda cubana moderada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em sua opinião, a pressão da extrema-direita cubana é tão forte que,“conseguiram arrancar do &lt;i&gt;Miami Herald&lt;/i&gt; sua liberdade de informar”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;sup&gt;Wikimedia Commons&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt="" src="http://www.operamundi.com.br/media/images/Miami_Herald.jpg" style="height: 413px; width: 660px;" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;sub&gt;Sede do jornal Miami Herald: mazelas municipais são ignoradas pela imprensa local&lt;/sub&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos anos 1980 e 1990, o &lt;i&gt;Herald&lt;/i&gt; ganhou pelo menos três prêmios Pulitzer por reportagens e investigações de problemas sociais no sul da Flórida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Aqui em Miami, vivemos num mundo dual, o da Cuba irracional, que  responde ao poder político e econômico, e o da&amp;nbsp; Cuba da imigração e da  sensatez. Porque é que a &lt;i&gt;Forbes&lt;/i&gt; ia ser diferente da imprensa local? Todo o mundo que passa por aqui ou se rende ou é esmagado”, diz Lesnik.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9186018120029545854-9069262266456615573?l=turcoluis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://turcoluis.blogspot.com/2012/02/miami-e-apontada-como-cidade-mais.html</link><author>noreply@blogger.com (turquinho)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9186018120029545854.post-1547560589471099860</guid><pubDate>Tue, 07 Feb 2012 16:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-07T13:15:38.193-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">educação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">POLITICAS PUBLICAS</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">movimentos sociais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cpers</category><title>Governador Tarso desrespeita mais uma vez os educadores!</title><description>&lt;h3 class="post-title entry-title"&gt; &lt;br /&gt;
&lt;/h3&gt;&lt;div class="post-header"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-qodH5twkoi4/TzDn_sITpKI/AAAAAAAAGyc/bZ-GjCL1AlA/s1600/TarsoOutdoor.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://2.bp.blogspot.com/-qodH5twkoi4/TzDn_sITpKI/AAAAAAAAGyc/bZ-GjCL1AlA/s400/TarsoOutdoor.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Ao  anunciar o envio do projeto de reajuste salarial para a Assembleia  Legislativa em regime de urgência, o governo Tarso comete dois crimes:  um contra a categoria, que foi iludida e enganada com a promessa do  pagamento do piso salarial; e outro contra a democracia, pois mesmo que a  primeira parcela de sua proposta seja para o distante mês de maio,  coloca em regime de urgência para tentar impedir o debate e a apreciação  da categoria em assembleia geral marcada para o dia 9 de março.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tarso Genro deixa clara a sua opção de massacrar os educadores e  governar para as elites. Afinal de contas, o governo tem anunciado seus  excelentes resultados econômicos e a consequente ampliação de benesses  para o empresariado. Enquanto para professores e funcionários de escola  apresenta uma proposta salarial insuficiente e mentirosa, cujo reajuste  médio em 2012 não será maior do que 7%!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comprando páginas inteiras dos jornais da Capital e do Interior para  tentar consolidar suas mentiras o governo pensa que irá iludir a  categoria. Mas os educadores já não se enganam mais.&amp;nbsp; Mesmo vivendo uma  situação de miséria, a categoria sabe que ao tentar aprovar esta  proposta em regime de urgência o que o governo quer é fugir da  negociação proposta pelo CPERS/Sindicato para o pagamento do piso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste sentido, a direção do sindicato reafirma a decisão do Conselho  Geral de debater com os educadores e com a sociedade a proposta de  calendário de pagamento do piso para ser negociada com o governo após a  assembleia geral do dia 9 de março.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contra o autoritarismo e a covardia de quem governa por decretos e com  projetos em regime de urgência visando exclusivamente impedir o debate  (inclusive no Legislativo) e desconta salário de quem luta por seus  direitos, a direção do CPERS/Sindicato dispensará o mesmo tratamento que  dispensou a outros governos que atacaram os nossos direitos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;DIREÇÃO DO CPERS/SINDICATO&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;http://www.cpers.com.br/index.php?&amp;amp;menu=1&amp;amp;cd_noticia=3132&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Por Siden &lt;/span&gt;&lt;span style="color: red; font-size: x-small;"&gt;Fransérgio&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; do Amaral, Professor e Diretor Geral do 14&lt;span class="" id=":g7" title="14º núcleo CPERS"&gt;º&lt;/span&gt; Núcleo.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9186018120029545854-1547560589471099860?l=turcoluis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://turcoluis.blogspot.com/2012/02/governador-tarso-desrespeita-mais-uma.html</link><author>noreply@blogger.com (turquinho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-qodH5twkoi4/TzDn_sITpKI/AAAAAAAAGyc/bZ-GjCL1AlA/s72-c/TarsoOutdoor.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9186018120029545854.post-2712843519937759878</guid><pubDate>Mon, 06 Feb 2012 13:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-06T10:18:48.904-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ditaduras</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">politica internacional</category><title>Hungria – a extrema-direita no poder</title><description>&lt;h1 style="background-color: white; font-family: Georgia; font-weight: normal; line-height: 33px; margin-bottom: 0.5em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0.5em; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Do sitio &lt;a href="http://www.esquerda.net/dossier/hungria-%E2%80%93-extrema-direita-no-poder"&gt;ESQUERDA NET&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div id="op-content-aberto" style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; width: 620px;"&gt;&lt;div class="body-content"&gt;&lt;div style="float: left; font-family: Georgia; line-height: 1.2em; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;A nova Constituição consagrou a Hungria sob o “signo de Deus”. O embrião é considerado um “ser humano” e só é reconhecido o casamento entre homem e mulher. A austeridade é decretada na lei, o imposto progressivo sobre o rendimento foi abolido e foi instaurada a taxa única, beneficiando os ricos enquanto os pobres são criminalizados. Dossier organizado por Carlos Santos&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #777777; font-size: 1.5em;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="main-image" style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: #efefef; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0px 0px; color: #333333; float: left; font-size: 12px; margin-bottom: 13px; margin-right: 13px; padding-bottom: 5px; padding-left: 5px; padding-right: 0px; padding-top: 5px;"&gt;&lt;img alt="" class="imagecache imagecache-400xY imagecache-default imagecache-400xY_default" height="263" src="http://www.esquerda.net/sites/default/files/imagecache/400xY/dos_hungria1_0.JPG" style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0px 0px; background-repeat: repeat repeat; border-bottom-style: none; border-color: initial; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-style: initial; border-top-style: none; border-width: initial; float: left; margin-bottom: 13px; margin-right: 13px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; padding-bottom: 5px; padding-left: 5px; padding-right: 0px; padding-top: 5px;" title="" width="400" /&gt;&lt;div id="legenda_imag" style="clear: both; float: left; margin-top: -10px; padding-left: 5px; width: 370px;"&gt;&lt;span class="main-image-credit image-credit" style="color: #666666; font-size: 0.917em; font-style: italic; letter-spacing: 0.03em;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="print-link" style="color: #333333; display: block; font-size: 12px; padding-bottom: 0.5em; text-align: right;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="color: #333333; line-height: 1.5em; margin-bottom: 1.1em; text-align: justify;"&gt;Neste dossier, em que procuramos divulgar análises de autore/as da Hungria, salienta-se que é o&lt;a href="http://www.esquerda.net/dossier/21739hungria-no-feriado-do-amor" style="color: #c93c3c;" target="_blank"&gt;primeiro país da Europa a criminalizar e prender os pobres&lt;/a&gt;, num regime que há quem classifique como uma&lt;a href="http://www.esquerda.net/dossier/21741hungria-tenta%C3%A7%C3%A3o-da-teocracia-neoliberal" style="color: #c93c3c;" target="_blank"&gt;tentação da teocracia neoliberal&lt;/a&gt;. No combate à extrema-direita alerta-se:&lt;a href="http://www.esquerda.net/dossier/21743contra-orb%C3%A1n-sim-com-o-estrangeiro-n%C3%A3o" style="color: #c93c3c;" target="_blank"&gt;Contra Orbán, sim; com o estrangeiro, não!&lt;/a&gt;&amp;nbsp;Aborda-se o que significa a&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.esquerda.net/dossier/hungria-sob-o-signo-de-deus-oficialmente" style="color: #c93c3c;" target="_blank"&gt;Hungria sob o signo de Deus&lt;/a&gt;, oficialmente... e porque se poderá falar de&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.esquerda.net/dossier/21740bem-vindo-ao-orbanist%C3%A3o" style="color: #c93c3c;" target="_blank"&gt;Orbanistão&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e da&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.esquerda.net/dossier/21742queda-da-terceira-rep%C3%BAblica-h%C3%BAngara-1989-2011" style="color: #c93c3c;" target="_blank"&gt;queda da Terceira República Húngara&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; line-height: 1.5em; margin-bottom: 1.1em; text-align: justify;"&gt;Ainda neste dossier, uma análise à&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.esquerda.net/dossier/terceira-onda-%E2%80%93-nova-constitui%C3%A7%C3%A3o-da-hungria" style="color: #c93c3c;" target="_blank"&gt;nova Constituição&lt;/a&gt;&amp;nbsp;que “põe em causa os estatuto básico dos direitos humanos” e o caso das&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.esquerda.net/artigo/v%C3%ADtimas-h%C3%BAngaras-das-lamas-vermelhas-ganharam-voz-%E2%80%9Cvivemos-numa-pris%C3%A3o%E2%80%9D" style="color: #c93c3c;" target="_blank"&gt;v&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.esquerda.net/artigo/v%C3%ADtimas-h%C3%BAngaras-das-lamas-vermelhas-ganharam-voz-%E2%80%9Cvivemos-numa-pris%C3%A3o%E2%80%9D" style="color: #c93c3c;" target="_blank"&gt;ítimas das lamas vermelhas&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="field field-type-filefield field-field-main-image" style="color: #333333; font-size: 12px;"&gt;&lt;div class="field-items"&gt;&lt;div class="field-item odd" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: initial; background-image: none; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; color: #777777; float: left; font-family: Georgia; font-size: 1.5em; line-height: 1.2em; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="field field-type-viewreference field-field-mais-dossier" style="color: #333333; font-size: 12px;"&gt;&lt;div class="field-items"&gt;&lt;div class="field-item odd" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: initial; background-image: none; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; color: #777777; float: left; font-family: Georgia; font-size: 1.5em; line-height: 1.2em; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div class="view view-artigos-dossier view-id-artigos_dossier view-display-id-block_1 view-dom-id-1" style="margin-top: 20px;"&gt;&lt;div class="view-content"&gt;&lt;h2 style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: url(http://www.esquerda.net/sites/all/themes/esquerda/images/pictures/tit_dossier.png); background-origin: initial; background-position: 0px 0px; background-repeat: no-repeat no-repeat; border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 1.4em; font-style: italic; height: 0px; letter-spacing: -0.02em; margin-bottom: 10px; margin-left: -5px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; padding-bottom: 2px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 35px; width: 117px;"&gt;&lt;a href="http://www.esquerda.net/dossier1" style="color: #c93c3c; text-decoration: none;"&gt;Dossier&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="views-row views-row-1 views-row-odd views-row-first" style="border-bottom-color: rgb(119, 119, 119); border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; clear: both; margin-top: 10px; padding-bottom: 5px;"&gt;&lt;div class="views-field-field-thumbnail-image-fid"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a class="imagecache imagecache-thumb_dossier140x93 imagecache-linked imagecache-thumb_dossier140x93_linked" href="http://www.esquerda.net/dossier/hungria-no-feriado-do-amor" style="color: #c93c3c; text-decoration: none;"&gt;&lt;img alt="" class="imagecache imagecache-thumb_dossier140x93" height="93" src="http://www.esquerda.net/sites/default/files/imagecache/thumb_dossier140x93/dos_hungria5.JPG" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-color: initial; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-style: initial; border-top-style: none; border-width: initial; border-width: initial; float: left; margin-bottom: 3px; margin-right: 10px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;" title="" width="140" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-title"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a href="http://www.esquerda.net/dossier/hungria-no-feriado-do-amor" style="color: #c93c3c; line-height: 18px; text-decoration: none;"&gt;Hungria: No feriado do amor&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-title-1" style="color: #808285; font-family: Arial, helvetica, sans-serif; font-size: 0.917em; margin-bottom: 4px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-transform: uppercase;"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-field-teaser-value"&gt;&lt;div class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 1.5em;"&gt;A Hungria é o primeiro país da Europa a criminalizar e prender os pobres, usando coerção policial contra o, único, “crime” de se ser pobre. Artigo de&amp;nbsp;&lt;b&gt;Ferge Zsuzsa,&lt;/b&gt;professora de Sociologia, publicado&amp;nbsp;em 24 de dezembro de 2011&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-view-node"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a href="http://www.esquerda.net/dossier/hungria-no-feriado-do-amor" style="color: #c93c3c; font-size: 12px; margin-top: 10px; text-decoration: none;"&gt;Ler Mais&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-row views-row-2 views-row-even" style="border-bottom-color: rgb(119, 119, 119); border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; clear: both; margin-top: 10px; padding-bottom: 5px;"&gt;&lt;div class="views-field-field-thumbnail-image-fid"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a class="imagecache imagecache-thumb_dossier140x93 imagecache-linked imagecache-thumb_dossier140x93_linked" href="http://www.esquerda.net/dossier/hungria-tenta%C3%A7%C3%A3o-da-teocracia-neoliberal" style="color: #c93c3c; text-decoration: none;"&gt;&lt;img alt="" class="imagecache imagecache-thumb_dossier140x93" height="93" src="http://www.esquerda.net/sites/default/files/imagecache/thumb_dossier140x93/dos_hungria10.JPG" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-color: initial; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-style: initial; border-top-style: none; border-width: initial; border-width: initial; float: left; margin-bottom: 3px; margin-right: 10px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;" title="" width="140" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-title"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a href="http://www.esquerda.net/dossier/hungria-tenta%C3%A7%C3%A3o-da-teocracia-neoliberal" style="color: #c93c3c; line-height: 18px; text-decoration: none;"&gt;Hungria: a tentação da teocracia neoliberal&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-title-1" style="color: #808285; font-family: Arial, helvetica, sans-serif; font-size: 0.917em; margin-bottom: 4px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-transform: uppercase;"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-field-teaser-value"&gt;&lt;div class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 1.5em;"&gt;O poder político húngaro esforça-se por instaurar um regime teocrático – a ordem social deveria ser, aos seus olhos, uma ordem moral judaico-cristã fundamentalista – que mistura nacionalismo, autoritarismo e neoliberalismo. Por&amp;nbsp;&lt;b&gt;Attila Jakab&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-view-node"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a href="http://www.esquerda.net/dossier/hungria-tenta%C3%A7%C3%A3o-da-teocracia-neoliberal" style="color: #c93c3c; font-size: 12px; margin-top: 10px; text-decoration: none;"&gt;Ler Mais&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-row views-row-3 views-row-odd" style="border-bottom-color: rgb(119, 119, 119); border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; clear: both; margin-top: 10px; padding-bottom: 5px;"&gt;&lt;div class="views-field-field-thumbnail-image-fid"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a class="imagecache imagecache-thumb_dossier140x93 imagecache-linked imagecache-thumb_dossier140x93_linked" href="http://www.esquerda.net/dossier/contra-orb%C3%A1n-sim-com-o-estrangeiro-n%C3%A3o" style="color: #c93c3c; text-decoration: none;"&gt;&lt;img alt="" class="imagecache imagecache-thumb_dossier140x93" height="93" src="http://www.esquerda.net/sites/default/files/imagecache/thumb_dossier140x93/dos_hungria4.JPG" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-color: initial; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-style: initial; border-top-style: none; border-width: initial; border-width: initial; float: left; margin-bottom: 3px; margin-right: 10px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;" title="" width="140" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-title"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a href="http://www.esquerda.net/dossier/contra-orb%C3%A1n-sim-com-o-estrangeiro-n%C3%A3o" style="color: #c93c3c; line-height: 18px; text-decoration: none;"&gt;Contra Orbán, sim; com o estrangeiro, não!&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-title-1" style="color: #808285; font-family: Arial, helvetica, sans-serif; font-size: 0.917em; margin-bottom: 4px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-transform: uppercase;"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-field-teaser-value"&gt;&lt;div class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 1.5em;"&gt;Os cidadãos da Hungria não deram, nem podem dar, um mandato às potências ocidentais para estas mudarem a política do seu país. Impor a democracia por meios antidemocráticos com origem no exterior não se justifica e a experiência mostra que não é eficaz. Por&amp;nbsp;&lt;b&gt;Gáspár Miklós Tamás&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-view-node"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a href="http://www.esquerda.net/dossier/contra-orb%C3%A1n-sim-com-o-estrangeiro-n%C3%A3o" style="color: #c93c3c; font-size: 12px; margin-top: 10px; text-decoration: none;"&gt;Ler Mais&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-row views-row-4 views-row-even" style="border-bottom-color: rgb(119, 119, 119); border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; clear: both; margin-top: 10px; padding-bottom: 5px;"&gt;&lt;div class="views-field-field-thumbnail-image-fid"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a class="imagecache imagecache-thumb_dossier140x93 imagecache-linked imagecache-thumb_dossier140x93_linked" href="http://www.esquerda.net/dossier/hungria-sob-o-signo-de-deus-oficialmente" style="color: #c93c3c; text-decoration: none;"&gt;&lt;img alt="" class="imagecache imagecache-thumb_dossier140x93" height="93" src="http://www.esquerda.net/sites/default/files/imagecache/thumb_dossier140x93/praca_joao_paulo.jpg" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-color: initial; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-style: initial; border-top-style: none; border-width: initial; border-width: initial; float: left; margin-bottom: 3px; margin-right: 10px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;" title="" width="140" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-title"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a href="http://www.esquerda.net/dossier/hungria-sob-o-signo-de-deus-oficialmente" style="color: #c93c3c; line-height: 18px; text-decoration: none;"&gt;A Hungria sob o signo de Deus, oficialmente...&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-title-1" style="color: #808285; font-family: Arial, helvetica, sans-serif; font-size: 0.917em; margin-bottom: 4px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-transform: uppercase;"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-field-teaser-value"&gt;&lt;div class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 1.5em;"&gt;Com a nova constituição que entrou em vigor a 1 de janeiro deste ano, o governo de Viktor Orbán tenta impor uma capa de chumbo ideológico a um país que ele teme que lhe escape... No entanto, tem poucas hipóteses de sucesso. Por&amp;nbsp;&lt;b&gt;Corentin Léotard&lt;/b&gt;&amp;nbsp;do site&amp;nbsp;&lt;a class="ext" href="http://www.hu-lala.org/" style="color: #c93c3c;" target="_blank"&gt;hu-lala.org&lt;/a&gt;&lt;span class="ext" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: initial; background-image: url(http://www.esquerda.net/sites/all/modules/extlink/extlink.png); background-origin: initial; background-position: 100% 50%; background-repeat: no-repeat no-repeat; padding-right: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-view-node"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a href="http://www.esquerda.net/dossier/hungria-sob-o-signo-de-deus-oficialmente" style="color: #c93c3c; font-size: 12px; margin-top: 10px; text-decoration: none;"&gt;Ler Mais&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-row views-row-5 views-row-odd" style="border-bottom-color: rgb(119, 119, 119); border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; clear: both; margin-top: 10px; padding-bottom: 5px;"&gt;&lt;div class="views-field-field-thumbnail-image-fid"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a class="imagecache imagecache-thumb_dossier140x93 imagecache-linked imagecache-thumb_dossier140x93_linked" href="http://www.esquerda.net/dossier/bem-vindo-ao-orbanist%C3%A3o" style="color: #c93c3c; text-decoration: none;"&gt;&lt;img alt="" class="imagecache imagecache-thumb_dossier140x93" height="93" src="http://www.esquerda.net/sites/default/files/imagecache/thumb_dossier140x93/dos_hungria2.JPG" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-color: initial; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-style: initial; border-top-style: none; border-width: initial; border-width: initial; float: left; margin-bottom: 3px; margin-right: 10px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;" title="" width="140" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-title"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a href="http://www.esquerda.net/dossier/bem-vindo-ao-orbanist%C3%A3o" style="color: #c93c3c; line-height: 18px; text-decoration: none;"&gt;Bem vindo ao Orbanistão!&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-title-1" style="color: #808285; font-family: Arial, helvetica, sans-serif; font-size: 0.917em; margin-bottom: 4px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-transform: uppercase;"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-field-teaser-value"&gt;&lt;div class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 1.5em;"&gt;Uma pergunta lancinante é repetidamente feita nos debates: Como é que o melhor aluno do bloco comunista, a mais promissora democracia jovem dos anos 90, pôde mudar hoje para o autoritarismo? Por&amp;nbsp;&lt;b&gt;Vincze Szabo&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-view-node"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a href="http://www.esquerda.net/dossier/bem-vindo-ao-orbanist%C3%A3o" style="color: #c93c3c; font-size: 12px; margin-top: 10px; text-decoration: none;"&gt;Ler Mais&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-row views-row-6 views-row-even" style="border-bottom-color: rgb(119, 119, 119); border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; clear: both; margin-top: 10px; padding-bottom: 5px;"&gt;&lt;div class="views-field-field-thumbnail-image-fid"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a class="imagecache imagecache-thumb_dossier140x93 imagecache-linked imagecache-thumb_dossier140x93_linked" href="http://www.esquerda.net/dossier/queda-da-terceira-rep%C3%BAblica-h%C3%BAngara-1989-2011" style="color: #c93c3c; text-decoration: none;"&gt;&lt;img alt="" class="imagecache imagecache-thumb_dossier140x93" height="93" src="http://www.esquerda.net/sites/default/files/imagecache/thumb_dossier140x93/dos_hungria7.JPG" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-color: initial; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-style: initial; border-top-style: none; border-width: initial; border-width: initial; float: left; margin-bottom: 3px; margin-right: 10px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;" title="" width="140" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-title"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a href="http://www.esquerda.net/dossier/queda-da-terceira-rep%C3%BAblica-h%C3%BAngara-1989-2011" style="color: #c93c3c; line-height: 18px; text-decoration: none;"&gt;A queda da Terceira República Húngara 1989-2011&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-title-1" style="color: #808285; font-family: Arial, helvetica, sans-serif; font-size: 0.917em; margin-bottom: 4px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-transform: uppercase;"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-field-teaser-value"&gt;&lt;div class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 1.5em;"&gt;Desde o dia de Ano Novo, a Hungria já não é oficialmente uma república. A nova constituição erige-se como a base para uma revisão por atacado do sistema judicial, da regulação dos meios de comunicação, das leis do emprego, da educação e do sistema eleitoral. Por&amp;nbsp;&lt;b&gt;Carl Rowlands&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-view-node"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a href="http://www.esquerda.net/dossier/queda-da-terceira-rep%C3%BAblica-h%C3%BAngara-1989-2011" style="color: #c93c3c; font-size: 12px; margin-top: 10px; text-decoration: none;"&gt;Ler Mais&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-row views-row-7 views-row-odd" style="border-bottom-color: rgb(119, 119, 119); border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; clear: both; margin-top: 10px; padding-bottom: 5px;"&gt;&lt;div class="views-field-field-thumbnail-image-fid"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a class="imagecache imagecache-thumb_dossier140x93 imagecache-linked imagecache-thumb_dossier140x93_linked" href="http://www.esquerda.net/dossier/terceira-onda-%E2%80%93-nova-constitui%C3%A7%C3%A3o-da-hungria" style="color: #c93c3c; text-decoration: none;"&gt;&lt;img alt="" class="imagecache imagecache-thumb_dossier140x93" height="93" src="http://www.esquerda.net/sites/default/files/imagecache/thumb_dossier140x93/dos_hungria9.JPG" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-color: initial; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-style: initial; border-top-style: none; border-width: initial; border-width: initial; float: left; margin-bottom: 3px; margin-right: 10px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;" title="" width="140" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-title"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a href="http://www.esquerda.net/dossier/terceira-onda-%E2%80%93-nova-constitui%C3%A7%C3%A3o-da-hungria" style="color: #c93c3c; line-height: 18px; text-decoration: none;"&gt;A Terceira Onda – A Nova Constituição da Hungria&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-title-1" style="color: #808285; font-family: Arial, helvetica, sans-serif; font-size: 0.917em; margin-bottom: 4px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-transform: uppercase;"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-field-teaser-value"&gt;&lt;div class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 1.5em;"&gt;Neste texto, o Instituto de Política Eotvos Karoly, a União Húngara para as Liberdades Civis (UHLC) e o Comité Helsinki Húngaro (CHH) analisam a nova “Lei Fundamental” da Hungria, considerando que “põe em causa a competição política democrática”, “diminui o nível de proteção dos direitos fundamentais” e salienta que “a adoção da Lei Fundamental será apenas o início de processo de construção, não o seu fim”.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-view-node"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a href="http://www.esquerda.net/dossier/terceira-onda-%E2%80%93-nova-constitui%C3%A7%C3%A3o-da-hungria" style="color: #c93c3c; font-size: 12px; margin-top: 10px; text-decoration: none;"&gt;Ler Mais&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-row views-row-8 views-row-even" style="border-bottom-color: rgb(119, 119, 119); border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; clear: both; margin-top: 10px; padding-bottom: 5px;"&gt;&lt;div class="views-field-field-thumbnail-image-fid"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a class="imagecache imagecache-thumb_dossier140x93 imagecache-linked imagecache-thumb_dossier140x93_linked" href="http://www.esquerda.net/dossier/o-regresso-dos-anos-1930" style="color: #c93c3c; text-decoration: none;"&gt;&lt;img alt="" class="imagecache imagecache-thumb_dossier140x93" height="93" src="http://www.esquerda.net/sites/default/files/imagecache/thumb_dossier140x93/411px-Horthy_the_regent.jpg" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-color: initial; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-style: initial; border-top-style: none; border-width: initial; border-width: initial; float: left; margin-bottom: 3px; margin-right: 10px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;" title="" width="140" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-title"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a href="http://www.esquerda.net/dossier/o-regresso-dos-anos-1930" style="color: #c93c3c; line-height: 18px; text-decoration: none;"&gt;O regresso dos anos 1930?&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-title-1" style="color: #808285; font-family: Arial, helvetica, sans-serif; font-size: 0.917em; margin-bottom: 4px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-transform: uppercase;"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-field-teaser-value"&gt;&lt;div class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 1.5em;"&gt;Referindo-se aos “valores cristãos”, a nova Constituição retorna, de facto, à ditadura nacional-conservadora do Almirante Miklós Horthy (1919-1944). Por&amp;nbsp;&lt;b&gt;Hans-Peter Renk&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-view-node"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a href="http://www.esquerda.net/dossier/o-regresso-dos-anos-1930" style="color: #c93c3c; font-size: 12px; margin-top: 10px; text-decoration: none;"&gt;Ler Mais&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-row views-row-9 views-row-odd views-row-last" style="border-bottom-color: rgb(119, 119, 119); border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; clear: both; margin-top: 10px; padding-bottom: 5px;"&gt;&lt;div class="views-field-field-thumbnail-image-fid"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a class="imagecache imagecache-thumb_dossier140x93 imagecache-linked imagecache-thumb_dossier140x93_linked" href="http://www.esquerda.net/dossier/v%C3%ADtimas-h%C3%BAngaras-das-lamas-vermelhas-ganharam-voz-%E2%80%9Cvivemos-numa-pris%C3%A3o%E2%80%9D" style="color: #c93c3c; text-decoration: none;"&gt;&lt;img alt="" class="imagecache imagecache-thumb_dossier140x93" height="93" src="http://www.esquerda.net/sites/default/files/imagecache/thumb_dossier140x93/hungrialamas02_1.jpg" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-color: initial; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-style: initial; border-top-style: none; border-width: initial; border-width: initial; float: left; margin-bottom: 3px; margin-right: 10px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;" title="" width="140" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-title"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a href="http://www.esquerda.net/dossier/v%C3%ADtimas-h%C3%BAngaras-das-lamas-vermelhas-ganharam-voz-%E2%80%9Cvivemos-numa-pris%C3%A3o%E2%80%9D" style="color: #c93c3c; line-height: 18px; text-decoration: none;"&gt;Vítimas húngaras das lamas vermelhas ganharam voz: “Vivemos numa prisão”&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-title-1" style="color: #808285; font-family: Arial, helvetica, sans-serif; font-size: 0.917em; margin-bottom: 4px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-transform: uppercase;"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-field-teaser-value"&gt;&lt;div class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 1.5em;"&gt;As famílias tiveram voz pela primeira vez num espaço que lhes foi proporcionado pela eurodeputada Marisa Matias no Parlamento Europeu e os seus relatos revelaram uma situação escabrosa numa União Europeia que se proclama, a todo o momento, campeã de direitos humanos.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="views-field-view-node"&gt;&lt;span class="field-content" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a href="http://www.esquerda.net/dossier/v%C3%ADtimas-h%C3%BAngaras-das-lamas-vermelhas-ganharam-voz-%E2%80%9Cvivemos-numa-pris%C3%A3o%E2%80%9D" style="color: #c93c3c; font-size: 12px; margin-top: 10px; text-decoration: none;"&gt;Ler Mais&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9186018120029545854-2712843519937759878?l=turcoluis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://turcoluis.blogspot.com/2012/02/hungria-extrema-direita-no-poder.html</link><author>noreply@blogger.com (turquinho)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9186018120029545854.post-151755644061376043</guid><pubDate>Sun, 05 Feb 2012 14:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-05T11:38:15.001-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">POLITICAS PUBLICAS</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">movimentos sociais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">governo federal</category><title>Por reajuste e contra nova previdência, servidor prepara campanha</title><description>&lt;img src="http://www.cartamaior.com.br/arquivosCartaMaior/FOTO/84/foto_mat_33448.jpg" /&gt;                    &lt;br /&gt;
&lt;h2 style="color: red; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Funcionalismo federal de Executivo, Legislativo e  Judiciário une-se para deflagrar campanha nacional e enfrentar governo.  Servidores, que ameçam greve em maio, querem reajuste e barrar votação  de nova lei de aposentadorias. Segundo governo, crise econômica mundial  não permite aumentos em 2012, e reforma da previdência é necessária por  finanças e justiça social.&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="headline-link"&gt;Najla Passos no &lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=19545"&gt;CARTA MAIOR&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="texto"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="texto" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Brasília&lt;/b&gt; - Sem perspectivas de  reajuste salarial este ano e antevendo o risco de as próximas gerações  de funcionários públicos não terem direito a aposentadoria integral,  servidores federais de Executivo, Legislativo e Judiciário decidiram  somar forças. No próximo dia 15, vão lançar, juntos, uma campanha  salarial, em ato que também cobrará o abandono, pelo governo, do projeto  de reforma da previdência dos servidores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Planejam ainda uma  grande marcha, em Brasília, e ameaçam deflagrar uma greve em maio, caso  não consigam negociar salário com o governo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo é evitar  o que consideram erros cometidos no ano passado, quando algumas  categorias específicas, como a dos funcionários do Judiciário e  educadores das escolas básicas, técnicas e profissionalizantes,  organizaram greves fortes, porém isoladas, e não tiveram sucesso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Este  ano, nós conseguimos construir uma unidade em torno da pauta de  reivindicação com 30 entidades nacionais que representam 99% dos  servidores públicos federais do país”, diz o diretor para Assuntos  Jurídicos da Confederação Nacional dos Servidores Públicos Federais  (Condsef), Gilberto Jorge Cordeiro Gomes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo ele, os  servidores querem, principalmente, reposição da inflação, data-base em  março e a retirada do projeto que cria fundo de pensão privado para os  servidores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para o sindicalista, o projeto tornará o serviço  público menos atrativo, o que impactará na sua qualidade, já que o  servidor já não recebe Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS),  como os trabalhadores da iniciativa privada, e, na maioria dos casos,  não pode exercer atividades paralelas.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Sem contar o perigo que  é deixar esses recursos nas mãos de fundos privados de pensão. Há casos  de fundos privados que faliram e os servidores nunca mais viram seu  dinheiro. A administração dos recursos dos servidores públicos tem que  ser do Estado”, afirma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ministro da Previdência, Garibaldi  Alves, diz que reformar a previdência do servidor é uma necessidade  financeira e um ato de equidade. No ano passado, o Tesouro Nacional  gastou R$ 36 bilhões para cobrir a diferença entre receitas e despesas  do INSS, que pagou benefícios a 29 milhões de brasileiros. Já no caso do  serviço público, o déficit foi da ordem de R$ 50 bilhões, com  pagamentos a cerca de um milhão de pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O projeto do governo  foi apontado como prioridade em 2012 pela presidenta Dilma Roussef, como  deixou claro a ministra-chefe de Relações Institucionais, Ideli  Salvati, principal interlocutora do governo junto ao Congresso, na  abertura do ano legislativo, nesta quinta-feira (2). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O governo  quer realizar concursos este ano já com as novas regras aprovadas. Elas  valeriam apenas para quem entrasse no serviço público depois da lei.  Para quem já é servidor, a situação não muda - aposentadoria integral  com desconto de 11%, conforme a uma reforma da Previdência de 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O  diretor da Condsef afirma que a expectativa das entidades  representativas dos servidores públicos  é que, no dia 15, duas mil  pessoas participem, em Brasília, do lançamento da campanha. A entidade  tenta convencer congressistas a lançar, na mesma data, uma Frente  Parlamentar em Defesa do Serviço Público.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em março, eles prometem  organizar uma marcha nacional, também em Brasília, com ampla  participação das bases. “Nós temos pressa de concluir as negociações,  porque este é um ano eleitoral e nós sabemos que o governo federal  também se envolve nas campanhas municipais. Depois de junho, Brasília  ficará esvaziada”, justifica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No orçamento 2012, já sancionado  pela presidenta, não há recursos separados para corrigir salário de  servidor. Segundo o governo, por causa da crise econômica mundial, é  preciso conter despesas para sobrar verba para investimentos e programas  sociais. A estimativa é que o governo gaste 4,13% das riquezas  nacionais (PIB) para pagar servidores, contra 4,34% em 2011 e 4,42%, em  2010.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A intenção original dos servidores era lançar uma campanha  no final de janeiro. Entretanto, com a morte do secretário de Relações  do Trabalho do Ministério do Planejamento, no dia 19 de janeiro,  postergou a agenda. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duvanier foi, no governo Lula e no primeiro  ano do governo Dilma, o interlocutor do governo junto às entidades  sindicais. Como a ministra Mirim Belchior ainda não indicou seu  substituto, os sindicalistas não sabem a quem recorrer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De  acordo com a assessoria de imprensa do ministério, o nome do novo  ocupante do cargo deveria ter sido definido esta semana, mas como a  ministra teve ela mesma problemas de saúde e precisou ser hospitalizada,  a decisão ficou para a semana que vem.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na última terça-feira  (31), os servidores protocolaram a pauta no ministério, na Casa Civil,  no Congresso, no Supremo Tribunal Federal e na Procuradoria Geral da  República. Eles esclarecem que adiaram o ato em respeito à morte de  Duvanier, mas, agora, o calendário será mantido.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9186018120029545854-151755644061376043?l=turcoluis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://turcoluis.blogspot.com/2012/02/por-reajuste-e-contra-nova-previdencia.html</link><author>noreply@blogger.com (turquinho)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9186018120029545854.post-7938862945533341592</guid><pubDate>Sun, 05 Feb 2012 14:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-05T11:17:49.909-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">inclusão social</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">POLITICAS PUBLICAS</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">movimentos sociais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">governo federal</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">habitação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">solidariedade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">movimento indigena</category><title>Pinheirinho, índios e quilombolas: marginalidade, direito à propriedade e sua função social</title><description>&lt;h1 class="fSizeF"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Editorial do &lt;a href="http://sul21.com.br/jornal/2012/02/pinheirinho-indios-e-quilombolas-marginalidade-direito-a-propriedade-e-sua-funcao-social/"&gt;SUL21&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Moradores&amp;nbsp;de áreas “invadidas” e “irregulares”, índios e  quilombolas, todos são tratados como marginais no Brasil. Está correta,  portanto, a afirmação do senador Paulo Paim em entrevista ao &lt;strong&gt;Sul21&lt;/strong&gt;, ainda que, em sua fala, se restrinja aos quilombolas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na edição do &lt;strong&gt;Sul21&lt;/strong&gt;, de ontem (02) e de hoje (03)  podem ser lidas matérias sobre violências cometidas contra os pobres  “invasores” de Pinheirinho em São José dos Campos (SP), contra os índios  caingangues “invasores” de área no centro de Santa Maria (RS) e contra  os negros quilombolas “invasores” de áreas em todo o Brasil onde seus  antepassados se refugiaram da escravidão imposta pelos senhores brancos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que une todos estes “invasores” é a mesma origem e a mesma causa  para suas “agressões”. São todos eles desprovidos da propriedade legal  da terra que reivindicam como suas. São todos eles submetidos ao mesmo  dominador que lhes usurpou o direito de possuírem o local onde moram.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Expulsos de suas terras ancestrais, os índios perambulam hoje, quais  párias, pelo país, se são nômades, ou, ainda, expõem-se a morrer  assassinados na defesa do uso das matas, da caça, da pesca e dos locais  das roças que lhe provêm a subsistência, se são integrantes de grupos  sedentários. Quase todos maltrapilhos, sem assistência médica e/ou  sanitária e sem escolas para seus filhos, veem-se ainda hoje forçados a  abandonar, além das terras que lhes pertencem imemorialmente, também  seus costumes e tradições sem nada receber em troca.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os quilombolas, reclusos em locais de refúgio histórico de escravos  fugidos e, quase sempre, de difícil acesso, permanecem “donos” das  terras que ocupam e cultivam há séculos até que alguém reivindique e  “prove” a propriedade legal das mesmas. Sem instrução formal, sem  assistência médica e/ou sanitária e sem amparo público, quando não  morrem à míngua acabam por serem desalojados de suas áreas e casas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os moradores das periferias urbanas, muitas vezes ocupantes de áreas  irregulares e de loteamentos ilegais, expulsos das áreas rurais nos anos  de 1960 e 1970, cumprem, desde então, um périplo de imigração que vai  desde os arrabaldes das pequenas cidades interioranas até as periferias  das regiões metropolitanas das grandes capitais. Habitam regiões  desprovidas de serviços eficientes de transporte coletivo, de saneamento  e de saúde, sem creches e sem escolas adequadas para os seus filhos.  Ali permanecem, muitas vezes, sob a guarda dos “patrões da vila”, ou  seja, dos chefes do tráfico de drogas, que substituem o poder público e  provém, sob a lei das máfias, o amparo que o Estado não lhes  proporciona. Quando as áreas que habitam se valorizam, pela força da  expansão urbana e da especulação imobiliária, são quase sempre expulsos,  quase sempre com violência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda que a situação de desamparo a que estão expostos venha sendo  revertida nos últimos anos, com a adoção de políticas de proteção social  e de distribuição de renda, com a implantação de políticas e serviços  específicos para as populações indígenas e quilombolas e também com a  retomada dos financiamentos habitacionais para as populações de baixa  renda, a atuação governamental é ainda tímida e insuficiente. Se, por um  lado, o governo federal e alguns governos estaduais e municipais se  esforçam em minimizar as consequências do descaso histórico, outros  governos de nível estadual e municipal recorrem à truculência para  expulsar os “marginais”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eclodem hoje, por este motivo, conflitos em todo o país. Conflitos  que envolvem, de um lado, indígenas, quilombolas, agricultores sem terra  e moradores das periferias urbanas e, de outro, os que alegam deter a  propriedade legal das áreas cobiçadas pela especulação imobiliária e  pela expansão do agronegócio. Enquanto os primeiros são diuturnamente  assediados e fustigados, os últimos recebem, quase sempre, o beneplácito  dos poderes executivo e judiciário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O saldo será, sem dúvida, a exacerbação dos confrontos, caso  providências urgentes e eficazes não forem adotadas pelos poderes  públicos de todos os níveis e instâncias. Conduzidos por partidos de  ultraesquerda, como o PSOL e o PSTU, anarquistas e militantes  independentes e de movimentos sociais autônomos, bem como por alguns  sindicatos e tendências internas do PT, os protestos contra as  desocupações tendem a ganhar adeptos e a conquistar as ruas, não só das  principais cidades brasileiras como também do exterior, como já ocorreu  anteontem (01) em Berlim.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há que se enfrentar, definitivamente, a raiz do problema, se o que se  deseja é eliminar as tensões e promover o bem estar coletivo. Há que se  confrontar a questão da propriedade fundiária e imobiliária e da função  social que deve orientá-la. &amp;nbsp;Há que se inverter, portanto, a postura  historicamente adotada no país.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diferente do que ocorreu e ocorre em muitas outras nações  capitalistas do mundo, na Inglaterra, na Alemanha e inclusive nos EUA,  no Brasil a propriedade só pode ser conquistada por doação ou por  compra. Foi assim durante todo a Colônia, continuou assim com a Lei de  Terras de 1850, depois da Independência e durante o Império, manteve-se  assim com o Código Civil de 1916, já durante a República, e é assim  ainda hoje, na vigência do Código Civil de 2003, promulgado sob as  regras instituídas pela Constituição Federal de 1988.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enquanto não se reconhecer efetivamente que o direito à propriedade  fundiária e imobiliária não inclui o direito ao abuso e ao desperdício,  promovidos pelo não uso e pela especulação, não haverá políticas  habitacionais, de assentamentos rurais e urbanos e de reconhecimento de  posse imemorial que deem conta dos problemas e que eliminem os  conflitos. Sempre existirão contestações e interpretações possíveis  sobre a propriedade legal das áreas e edificações ociosas e/ou ocupadas  de forma irregular. Continuarão inexistindo áreas de cultivo e de  moradia suficiente para todos e, consequentemente, se multiplicarão os  conflitos e os enfrentamentos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É preciso que políticas sociais sejam adotadas e leis de propriedade  sejam editadas e aplicadas, mas é preciso, sobretudo, que a consciência  da cidadania nacional sobre o direito de propriedade se modifique. São  tarefas que precisam ser exercidos pelos governos e pelas autoridades  constituídas, mas é dever que precisa ser assumido também pela sociedade  civil e por suas organizações autônomas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9186018120029545854-7938862945533341592?l=turcoluis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://turcoluis.blogspot.com/2012/02/pinheirinho-indios-e-quilombolas.html</link><author>noreply@blogger.com (turquinho)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9186018120029545854.post-1759262322964721415</guid><pubDate>Sun, 05 Feb 2012 13:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-05T10:53:40.676-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">discriminação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">imperialismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">America Latina</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ditaduras</category><title>O Haiti que Dilma visita (contado por Eduardo Galeano)</title><description>&lt;img height="320" src="http://www.cartamaior.com.br/arquivosCartaMaior/FOTO/84/banner_33358.jpg" width="320" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Os escravos negros do Haiti propinaram uma tremenda surra ao  Exército de Napoleao Bonaparte; e em 1808 a bandeira dos livres se alçou sobre  as ruínas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o Haiti foi, desde ali, um país arrasado. Nos altares das  plantações francesas de açúcar se tinham imolado terras e braços, e as  calamidades da guerra tinham exterminado um terço da população.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O  nascimento da independência e a morte da escravidão, façanhas negras, foram  humilhações imperdoáveis para os brancos donos do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dezoito generais  de Napoleão tinham sido enterrados na ilha rebelde. A nova nação, parida em  sangue, nasceu condenada ao bloqueio e à solidão: ninguém comprava dela, ninguém  lhe vendia, ninguém a reconhecia. Por ter sido infiel ao amo colonial, o Haiti  foi obrigado a pagar à França uma gigantesca indenização. Essa expiação do  pecado da dignidade, que esteve pagando durante um século e meio, foi o preço  que a França lhe impôs para seu reconhecimento diplomático.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ninguém mais  o reconheceu. Nem a Grande Colombia de Simon Bolívar, mesmo se ele lhe deveu  tudo. Navios, armas e soldados o Haiti tinha lhe dado, com a única condição que  libertasse aos escravos, uma ideia que não tinha ocorrido ao Libertador. Depois,  quando Bolívar triunfou na sua guerra de independência, negou-se a convidar o  Haiti ao congresso das novas nações americanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Haiti continuou sendo o  leproso das Américas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Thomas Jefferson tinha advertido, desde o começo,  que tinha que confinar a peste nessa ilha, porque dali provinha o mal  exemplo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A peste, o mau exemplo: desobediência, caos, violência. Na  Carolina do Sul, a lei permitia prender qualquer marinheiro negro, enquanto o  seu navio estivesse no porto, pelo risco de que pudesse contagiar a febre  antiescravista que ameaçava a todas as Américas. No Brasil essa febre se chamava  haitianismo&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9186018120029545854-1759262322964721415?l=turcoluis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://turcoluis.blogspot.com/2012/02/o-haiti-que-dilma-visita-contado-por.html</link><author>noreply@blogger.com (turquinho)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9186018120029545854.post-6482949954595292335</guid><pubDate>Sun, 05 Feb 2012 13:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-05T10:30:21.653-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">movimentos sociais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">meio ambiente</category><title>Farol de Santa Marta</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ficamos uns dias "fora do ar" por estarmos num passeio fantástico no Morro de Santa Marta, localidade pertencente ao município de Laguna em Santa Catarina.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Lamentavelmente, a especulação imobiliária já chegou ao local e hoje percebemos alterações significativas num espaço de pescadores e habitantes nativos. Existem condomínios fechados eo plano diretor está prestes a ser modificado favorecendo cada vez mais os especuladores e predadores do meio ambiente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Essas informações sobre alterações do PD foram-me passadas por moradores locais que se movimentam para não permitir mais uma agressão ao meio ambiente e social pela ganância de algumas coorporações predadoras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Localizado no  município de Laguna, a 131 km ao sul de Florianópolis, o   Farol de Santa  Marta é um lugar com “energia própria” com uma  geografia  diferente da  maioria das praias de Santa Catarina.  Circundado por uma  intensa faixa  de areia o lugar oferece um visual  deslumbrante.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;No Topo de uma montanha a 28 metros acima do  nível do mar,   está localizado o Farol, são 29 metros de altura,  altitude de foco de   74 metros e alcance geográfico de 22 milhas  náuticas (em torno de 42   km).&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;O que serve como guia para  os navios que se aproximam do Cabo de   Santa Marta. A noite projeta um  belo espetáculo de luz sobre o vilarejo.&lt;br /&gt;
Além de conhecer o Farol  recomendamos subir ao topo do   morro e observar um por de sol de  deixar qualquer um de queixo caído. A   natureza esta muito bem  conservada no local e é obrigação de todos   manter essa harmonia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;O surf também é um excelente opção para a região, cercado de   pelo  menos 6 picos diferentes que recebem todo tipo de ondulação e   ventos. O  Cardoso é a praia mais procurada pelos surfistas, com um   fundo de  areia compacta recebe grandes ondulações, principalmente nos   meses de  inverno. Os mais atirados já estão buscando opções diferentes   para a  pratica de tow-in, como a Laje do Jaguá.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;No Farol são muitas as opções de hospedagem, existem    excelentes pousadas, campings, um bom Hotel e uma opção escolhida por    muitos que visitam a região é alugar casas de moradores locais.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Para se chegar as Cabo de Santa Marta  existe duas maneiras.   Quem vem do norte de laguna a melhor opção é  entrar em Laguna e fazer a   travessia pela balsa, a travessia é de 1  km. Depois da travessia se   percorre aproximadamente 15 km de estrada  de chão batido até chegar ao   Farol de Santa Marta. Para quem vem do  sul a melhor opção é entrar em   Jaguaruna, seguir em direção ao centro  da cidade e pegar o desvio para  o  Camacho, um pequeno vilarejo antes  do Farol, esse trecho de Jaguaruna   ao Camacho está sendo asfaltado,  mas ainda tem algumas partes da   estrada em obas. Do Camacho ao Farol é  só seguir por mais uns 5 km de   estrada de chão batido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;div style="margin: 0px auto; text-align: center; width: 580px;"&gt;&lt;div class="highslide-gallery" style="display: inline; margin: 0px auto; padding: 10px; text-align: center;"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/imagens/04052010_112742_011dac28.jpg"&gt;                                             &lt;img src="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/thumbs/04052010_112742_011dac28.jpg" style="border: 1px solid #B2B2B2; padding: 2px; width: 60px;" /&gt;                                         &lt;/a&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;div class="highslide-gallery" style="display: inline; margin: 0px auto; padding: 10px; text-align: center;"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/imagens/04052010_112745_552edcad.jpg"&gt;                                             &lt;img src="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/thumbs/04052010_112745_552edcad.jpg" style="border: 1px solid #B2B2B2; padding: 2px; width: 60px;" /&gt;                                         &lt;/a&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;div class="highslide-gallery" style="display: inline; margin: 0px auto; padding: 10px; text-align: center;"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/imagens/04052010_112748_31d82c84.jpg"&gt;                                             &lt;img src="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/thumbs/04052010_112748_31d82c84.jpg" style="border: 1px solid #B2B2B2; padding: 2px; width: 60px;" /&gt;                                         &lt;/a&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;div class="highslide-gallery" style="display: inline; margin: 0px auto; padding: 10px; text-align: center;"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/imagens/04052010_112751_2b5a2b67.jpg"&gt;                                             &lt;img src="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/thumbs/04052010_112751_2b5a2b67.jpg" style="border: 1px solid #B2B2B2; padding: 2px; width: 60px;" /&gt;                                         &lt;/a&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;div class="highslide-gallery" style="display: inline; margin: 0px auto; padding: 10px; text-align: center;"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/imagens/04052010_112754_b1252917.jpg"&gt;                                             &lt;img src="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/thumbs/04052010_112754_b1252917.jpg" style="border: 1px solid #B2B2B2; padding: 2px; width: 60px;" /&gt;                                         &lt;/a&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;div class="highslide-gallery" style="display: inline; margin: 0px auto; padding: 10px; text-align: center;"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/imagens/04052010_112757_74a852c7.jpg"&gt;                                             &lt;img src="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/thumbs/04052010_112757_74a852c7.jpg" style="border: 1px solid #B2B2B2; padding: 2px; width: 60px;" /&gt;                                         &lt;/a&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;div class="highslide-gallery" style="display: inline; margin: 0px auto; padding: 10px; text-align: center;"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/imagens/04052010_112800_426a6f51.jpg"&gt;                                             &lt;img src="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/thumbs/04052010_112800_426a6f51.jpg" style="border: 1px solid #B2B2B2; padding: 2px; width: 60px;" /&gt;                                         &lt;/a&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;div class="highslide-gallery" style="display: inline; margin: 0px auto; padding: 10px; text-align: center;"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/imagens/04052010_112810_f32b9f73.jpg"&gt;                                             &lt;img src="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/thumbs/04052010_112810_f32b9f73.jpg" style="border: 1px solid #B2B2B2; padding: 2px; width: 60px;" /&gt;                                         &lt;/a&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;div class="highslide-gallery" style="display: inline; margin: 0px auto; padding: 10px; text-align: center;"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/imagens/04052010_112813_fb92104d.jpg"&gt;                                             &lt;img src="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/thumbs/04052010_112813_fb92104d.jpg" style="border: 1px solid #B2B2B2; padding: 2px; width: 60px;" /&gt;                                         &lt;/a&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;div class="highslide-gallery" style="display: inline; margin: 0px auto; padding: 10px; text-align: center;"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/imagens/04052010_112816_2f551c2d.jpg"&gt;                                             &lt;img src="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/thumbs/04052010_112816_2f551c2d.jpg" style="border: 1px solid #B2B2B2; padding: 2px; width: 60px;" /&gt;                                         &lt;/a&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;div class="highslide-gallery" style="display: inline; margin: 0px auto; padding: 10px; text-align: center;"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/imagens/04052010_112828_3105953d.jpg"&gt;                                             &lt;img src="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/thumbs/04052010_112828_3105953d.jpg" style="border: 1px solid #B2B2B2; padding: 2px; width: 60px;" /&gt;                                         &lt;/a&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;div class="highslide-gallery" style="display: inline; margin: 0px auto; padding: 10px; text-align: center;"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/imagens/04052010_112820_cd8097d2.jpg"&gt;                                             &lt;img src="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/thumbs/04052010_112820_cd8097d2.jpg" style="border: 1px solid #B2B2B2; padding: 2px; width: 60px;" /&gt;                                         &lt;/a&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;div class="highslide-gallery" style="display: inline; margin: 0px auto; padding: 10px; text-align: center;"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/imagens/04052010_112831_f27e95c1.jpg"&gt;                                             &lt;img src="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/thumbs/04052010_112831_f27e95c1.jpg" style="border: 1px solid #B2B2B2; padding: 2px; width: 60px;" /&gt;                                         &lt;/a&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;div class="highslide-gallery" style="display: inline; margin: 0px auto; padding: 10px; text-align: center;"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/imagens/04052010_112837_26e4cf09.jpg"&gt;                                             &lt;img src="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/thumbs/04052010_112837_26e4cf09.jpg" style="border: 1px solid #B2B2B2; padding: 2px; width: 60px;" /&gt;                                         &lt;/a&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;div class="highslide-gallery" style="display: inline; margin: 0px auto; padding: 10px; text-align: center;"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/imagens/04052010_112840_fa835945.jpg"&gt;                                             &lt;img src="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/thumbs/04052010_112840_fa835945.jpg" style="border: 1px solid #B2B2B2; padding: 2px; width: 60px;" /&gt;                                         &lt;/a&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;div class="highslide-gallery" style="display: inline; margin: 0px auto; padding: 10px; text-align: center;"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/imagens/04052010_112849_e2708947.jpg"&gt;                                             &lt;img src="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/thumbs/04052010_112849_e2708947.jpg" style="border: 1px solid #B2B2B2; padding: 2px; width: 60px;" /&gt;                                         &lt;/a&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;div class="highslide-gallery" style="display: inline; margin: 0px auto; padding: 10px; text-align: center;"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/imagens/04052010_112852_0ff56de7.jpg"&gt;                                             &lt;img src="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/thumbs/04052010_112852_0ff56de7.jpg" style="border: 1px solid #B2B2B2; padding: 2px; width: 60px;" /&gt;                                         &lt;/a&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;div class="highslide-gallery" style="display: inline; margin: 0px auto; padding: 10px; text-align: center;"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/imagens/04052010_112857_5b20acab.jpg"&gt;                                             &lt;img src="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/thumbs/04052010_112857_5b20acab.jpg" style="border: 1px solid #B2B2B2; padding: 2px; width: 60px;" /&gt;                                         &lt;/a&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;div class="highslide-gallery" style="display: inline; margin: 0px auto; padding: 10px; text-align: center;"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/imagens/04052010_112902_6fe15cad.jpg"&gt;                                             &lt;img src="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/thumbs/04052010_112902_6fe15cad.jpg" style="border: 1px solid #B2B2B2; padding: 2px; width: 60px;" /&gt;                                         &lt;/a&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;div class="highslide-gallery" style="display: inline; margin: 0px auto; padding: 10px; text-align: center;"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/imagens/04052010_112906_de2cacfb.jpg"&gt;                                             &lt;img src="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/thumbs/04052010_112906_de2cacfb.jpg" style="border: 1px solid #B2B2B2; padding: 2px; width: 60px;" /&gt;                                         &lt;/a&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;div class="highslide-gallery" style="display: inline; margin: 0px auto; padding: 10px; text-align: center;"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/imagens/04052010_112910_fbcc3eff.jpg"&gt;                                             &lt;img src="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/thumbs/04052010_112910_fbcc3eff.jpg" style="border: 1px solid #B2B2B2; padding: 2px; width: 60px;" /&gt;                                         &lt;/a&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;div class="highslide-gallery" style="display: inline; margin: 0px auto; padding: 10px; text-align: center;"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/imagens/04052010_112913_ae877530.jpg"&gt;                                             &lt;img src="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/thumbs/04052010_112913_ae877530.jpg" style="border: 1px solid #B2B2B2; padding: 2px; width: 60px;" /&gt;                                         &lt;/a&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;div class="highslide-gallery" style="display: inline; margin: 0px auto; padding: 10px; text-align: center;"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/imagens/04052010_112919_94ebd323.jpg"&gt;                                             &lt;img src="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/thumbs/04052010_112919_94ebd323.jpg" style="border: 1px solid #B2B2B2; padding: 2px; width: 60px;" /&gt;                                         &lt;/a&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;div class="highslide-gallery" style="display: inline; margin: 0px auto; padding: 10px; text-align: center;"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/imagens/04052010_112923_3afa5b7f.jpg"&gt;                                             &lt;img src="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/thumbs/04052010_112923_3afa5b7f.jpg" style="border: 1px solid #B2B2B2; padding: 2px; width: 60px;" /&gt;                                         &lt;/a&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;div class="highslide-gallery" style="display: inline; margin: 0px auto; padding: 10px; text-align: center;"&gt;&lt;a class="highslide" href="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/imagens/04052010_112927_f69f5ad9.jpg"&gt;                                             &lt;img src="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/thumbs/04052010_112927_f69f5ad9.jpg" style="border: 1px solid #B2B2B2; padding: 2px; width: 60px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a class="highslide" href="http://www.faroldesantamarta.net/imagens/imagens/04052010_112927_f69f5ad9.jpg"&gt;                                         &lt;/a&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9186018120029545854-6482949954595292335?l=turcoluis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://turcoluis.blogspot.com/2012/02/farol-de-santa-marta.html</link><author>noreply@blogger.com (turquinho)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9186018120029545854.post-7652674888665860043</guid><pubDate>Wed, 01 Feb 2012 13:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-01T10:36:11.033-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Software Livre</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">movimentos sociais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">FST-2012</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">midia</category><title>Fórum de Mídia Livre articula lutas nas redes e nas ruas</title><description>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 9px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 style="background-color: white; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 11pt; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: left; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Debates realizados em Porto Alegre apontaram para uma grande mobilização comum em torno desta agenda no mês de maio. Terceira edição do FML reafirmou a comunicação como direito e a importância de políticas públicas e da apropriação tecnológica pelos cidadãos para efetivá-lo. Em junho, durante a Cúpula dos Povos na Rio+20, acontecerá o II Fórum Mundial de Mídia Livre.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div class="headline-link" style="background-color: white; color: #888888; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt; font-weight: bold; margin-bottom: 5px; text-align: left; text-decoration: none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="headline-link" style="background-color: white; color: #888888; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt; font-weight: bold; margin-bottom: 5px; text-align: left; text-decoration: none;"&gt;Bia Barbosa no &lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=19523"&gt;CARTA MAIOR&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="texto" style="background-color: white; margin-top: 20px; text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px; text-align: justify; text-decoration: none;"&gt;&lt;b style="background-color: transparent; font-weight: 600; text-decoration: none;"&gt;Porto Alegre&lt;/b&gt;&amp;nbsp;- A agenda das lutas em torno da comunicação tem crescido significativamente no Brasil desde 2008, quando aconteceu, no Rio de Janeiro, o I Fórum de Mídia Livre (FML). De lá pra cá, inúmeros coletivos, iniciativas e redes, principalmente na internet, surgiram em torno da defesa e da prática do midialivrismo; ao mesmo tempo em que as reivindicações por transformações na estrutura do sistema midiático brasileiro também avançaram, sobretudo com o impulso de diferentes movimentos sociais na I Conferência Nacional de Comunicação, em 2009. Aproximar essas duas frentes de luta foi um dos desafios do III FML, que aconteceu em Porto Alegre, no bojo do processo do Fórum Social Temático. A percepção ao longo de dois dias de debates foi comum: era preciso ir além das reivindicações e construir ações em conjunto para, de fato, consolidar esses laços.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi aprovado um calendário de mobilizações nas redes e nas ruas, tendo o mês de maio como central. No dia 12, em vários países, um ano depois de terem ocupado as praças da Europa, os movimentos ligados à bandeira da “Democracia Real Já” voltarão às ruas. Inspirados na articulação online/offline desses coletivos, organizações que participam do movimento midialivrista no Brasil pretendem usar a data – ou um dia próximo a ela – para defender transformações na comunicação brasileira.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Na Espanha havia uma grande manifestação na internet. Nossa estratégica coletiva foi usar todos os meios de comunicação para colocar o debate na rua. Fazer a transmissão das reuniões que aconteciam, por exemplo, foi fundamental para as pessoas se envolverem de fato. E tentamos mobilizar não só os movimentos sociais, mas a sociedade como um todo”, contou Javier Toret, do movimento 15M. “O próprio streaming das ocupações se transformou numa forma de defender o caráter pacífico do movimento e o direito de estarmos nas ruas”, relatou.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“A politização desse debate passa por um trabalho que está se desenvolvendo no online e que tem resultado nas ruas. Precisamos ampliar os debates de âmbito mais macro da democratização da comunicação, e o campo do online é uma possibilidade para fazer essa tradução, ajudar a luta a tomar corpo e ganhar as ruas”, acrescentou Vitor Guerra, do Fora do Eixo.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aqui como lá, a crença é a de que, sozinhos, os meios livres, populares e alternativos não terão força suficiente para mudar o cenário midiático. “É fundamental então abrir um diálogo entre o que são as experiências históricas de redes de meios; as novas expressões de comunicação – sobretudo as digitais; os movimentos sociais e as novas experiências de luta e resistência social. Porque sem isso será muito difícil mudar o sistema de comunicação concentrado e monopólico”, avaliou Sally Burch, da Agência Latinoamericana de Informação (ALAI).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para Ivana Bentes, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro e do Pontão de Cultura da ECO/UFRJ, é fundamental que os movimentos brasileiros superem a discussão da mídia apenas como ferramenta e pensem na potência mobilizadora e de organização política da comunicação. “É preciso pensar mídia como estruturante do capitalismo cognitivo. A comunicação hoje serve de luta e é vital para mudar a visibilidade de todas as lutas das comunidades”, disse.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;b style="background-color: transparent; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-weight: 600; line-height: 18px; text-decoration: none;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="background-color: transparent; font-weight: 600; text-decoration: none;"&gt;Políticas públicas e apropriação tecnológica&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Partindo da defesa da comunicação como um direito, o III FML foi mais um espaço de afirmação e cobrança do papel do Estado brasileiro para sua garantia. Neste sentido, uma das bandeiras centrais dos movimentos para este ano segue sendo a luta pela universalização do acesso à banda larga de qualidade no país, com a construção de pontos populares de livre acesso e formação para os cidadãos e cidadãs e a oferta de infraestrutura em todas as regiões do país.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os participantes do Fórum também cobraram a retomada pelo governo federal da política dos Pontos de Mídia Livre, cuja idéia nasceu nos primeiros debates do FML. O programa, assumido e antes coordenado pelo Ministério da Cultura, foi descontinuado no governo Dilma. “Devemos resgatar essa proposta, porque este é um projeto estratégico, que distribui recursos na ponta. Muitos grupos aumentaram sua capacidade de produção, construindo outro patamar de políticas públicas nesta área”, lembrou Renato Rovai, da Revista Fórum.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao mesmo tempo, acreditam, é preciso barrar iniciativas de cerceamento das liberdades na internet, como o projeto do então senador Eduardo Azeredo, batizado de “AI-5 Digital”, que tramita no Congresso. Ameaças da mesma sorte pipocam mundo afora, como o SOPA (Stop Online Piracy Act) e o PIPA (Protect IP Act), em discussão no Congresso dos Estados Unidos. Os projetos, que cerceiam o livre compartilhamento de conhecimento e cultura na rede, foram alvo de protestos no Fórum de Mídia Livre, explicitando que esta é uma luta que se delineia a partir de questões globais.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“É uma luta transnacional, que passa pelo cenário brasileiro – onde a Oi, por exemplo, quer desconstruir os parâmetros de qualidade para a internet aprovados pela Anatel –, mas que também requer que olhemos para o que acontece nos outros país. Temos que combinar estratégias de afirmação de políticas públicas e de regulação que garantam liberdade de expressão com o combate a outras leis e políticas que restrinjam essa liberdade”, explicou João Brant, do Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste sentido, foi dado em Porto Alegre o pontapé inicial para a construção internacional de protocolos livres para as redes sociais, cada vez mais centrais para articuluções e mobilizações contra hegemônicas em todo o mundo, mas ainda sob o controle de corporações privadas como a Google e a Microsoft. A idéia em torno da construção desses protocolos é pactuar política e tecnologicamente, entre movimentos e ativistas digitais, as ações, métodos, tecnologias e semânticas que possibilitem construir essas redes de forma livre e autônoma. Na mesma toada, foi reforçada a importância do uso de tecnologias livres - portanto, não proprietárias - pelas prórpias mídias livres.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O III Fórum de Mídia Livre ainda apontou para o fortalecimento da luta por um novo marco regulatório das comunicações no país, que garanta o acesso, a pluralidade e o financiamento das mídias livres. “A política pública tem que ser um processo que fortaleça os atores sociais. Mas garantir a comunicação como política pública requer vontade política e mobilização. Isso ainda é incipiente no Brasil”, avaliou Rosane Bertotti, coordenadora geral do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos próximos meses, em diálogo com os mais diferentes movimentos e iniciativas, o FNDC deve lançar uma grande campanha por um novo marco regulatório das comunicações no Brasil. “O debate que une os defensores do midialivrismo e da democratização da mídia não é um debate corporativo, mas uma luta feita por todos que querem mudanças na comunicação brasileira”, acrescentou Rita Freire, da Ciranda Internacional da Comunicação Compartilhada.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;b style="background-color: transparent; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-weight: 600; line-height: 18px; text-decoration: none;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="background-color: transparent; font-weight: 600; text-decoration: none;"&gt;Mídia livre na Rio+20&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Respondendo a dois desafios da conjuntura - unir a luta das redes com a das ruas e articular internacionalmente o enfrentamento às ameaças da mídia livre - o III FML terminou com um grande chamado à construção do II Fórum Mundial de Mídia Livre (FMML). O encontro acontece entre os dias 16 e 18 de junho, como parte das atividades da Cúpula dos Povos da Rio+20 por Justiça Social e Ambiental, evento da sociedade civil paralelo à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A proposta do II FMML nasceu no Fórum Social Mundial 2011 em Dakar, no Senegal, e ganhou seu grupo organizador local agora em Porto Alegre. Participarão da mobilização local no Brasil entidades como Abraço (Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária), Amarc (Associação Mundial de Rádios Comunitárias), Ciranda, Intervozes, Fora do Eixo, Pontão de Cultura da ECO/UFRJ e Revista Fórum. Internacionalmente, participam do processo entidades como a Cáritas, a WSFTV - portal de memória audiovisual do Fórum Social Mundial - e E-joussour, uma agência de notícias colaborativa do norte da África, que está à frente da organização de um Fórum de Mídia Livre naquela região. Midialivristas do Marrocos e da Palestina estiveram em Porto Alegre no III FML, ampliando a articulação com os ativistas do país que receberá em junho o Fórum Mundial de Mídia Livre.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois do sul, o Rio de Janeiro deve ser o novo palco de mais uma batalha internacional em defesa da comunicação como um direito e também um bem comum. As organizações prometem muita discussão política, mas também muita ação, nas redes e nas ruas.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="headline-link" style="background-color: white; color: #888888; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt; font-weight: bold; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: left; text-decoration: none;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt;"&gt;Fotos:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 9pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="headline" style="background-color: transparent; color: #d2512e; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 8pt; font-weight: 300; text-decoration: none;"&gt;Bia Barbosa&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 9pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9186018120029545854-7652674888665860043?l=turcoluis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://turcoluis.blogspot.com/2012/02/forum-de-midia-livre-articula-lutas-nas.html</link><author>noreply@blogger.com (turquinho)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9186018120029545854.post-4991949999060830938</guid><pubDate>Wed, 01 Feb 2012 13:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-01T10:33:12.166-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">governo federal</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">politica internacional</category><title>Presidenta Dilma concede entrevista coletiva em Havana</title><description>&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/3BrrniKRA00" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9186018120029545854-4991949999060830938?l=turcoluis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://turcoluis.blogspot.com/2012/02/presidenta-dilma-concede-entrevista.html</link><author>noreply@blogger.com (turquinho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/3BrrniKRA00/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9186018120029545854.post-5014127598788795190</guid><pubDate>Wed, 01 Feb 2012 13:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-01T10:31:48.439-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">reforma agrária</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">relações de trabalho</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">America Latina</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">politica internacional</category><title>Governo mexicano  ratifica compromisso com grandes corporações e ameaça soberania alimentar</title><description>&lt;div class="texto_titulo" style="background-color: white; font-family: arial; font-size: 26px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id="div_separador5" style="background-color: white; clear: both; font-family: tahoma, arial, verdana, helvetica; height: 5px; width: 635px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_autor" style="background-color: white; color: #898989; font-family: tahoma, arial, verdana, helvetica; font-size: 12px; font-weight: bold;"&gt;Natasha Pitts&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_autor_desc" style="background-color: white; color: #999999; font-family: tahoma, arial, verdana, helvetica; font-size: 11px;"&gt;Jornalista da Adital&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_texto" style="background-color: white; font-family: tahoma, arial, verdana, helvetica; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Campanha Nacional&amp;nbsp;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sin Maíz No Hay País&lt;/span&gt;&amp;nbsp;denuncia em seu site que novamente durante o Fórum Econômico Mundial, realizado de 25 a 30 de janeiro, em Davos, Suíça, o Governo mexicano de Felipe Calderón reiterou seu compromisso com as grandes corporações e com seus aliados nacionais, que o levaram ao poder, para continuar facilitando-lhes "o crescimento sustentável dos negócios agrícolas no México”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Criticam que a presença de Francisco Javier Mayorga, secretário da Agricultura, longe de preocupar-se com a fome que cresce e ameaça o México, foi à Suíça para firmar compromisso – que beneficiará o próximo governo – com as empresas conhecidas por causar boa parte da crise de alimentos e climática.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nestlé, Coca Cola, Pepsi, Monsanto, Wal-Mart e Unilever são as principais corporações culpadas por acumular a produção de alimentos, desde as sementes até a distribuição.&amp;nbsp;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sin Maíz No Hay País&amp;nbsp;&lt;/span&gt;afirma que estas são também as marcas culpadas por provocar a má alimentação e a obesidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além destas, as empresas nacionais também têm sua participação. As 10 irmãs do campo mexicano: Bimbo, Maseca, Grupo Sigma, Bachoco, Su Karne, Herdez, Lala, Criadores de Gado Produtores de Leite Puro, Grupo Modelo e FEMSA (companhia líder de bebidas e a maior da América Latina) "controlam, acumulam, comercializam, revendem e obtêm ganâncias milionárias com os alimentos de consumo geral. Não é só isso: informação oficial revela que recebem anualmente milionários subsídios do governo federal. Quantidades muito longes do que se dá aos campesinos e organizações agropecuárias do México”, denunciam.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em Davos, Mayorga se referiu a estas empresas falando de "originalidade”, mas a&amp;nbsp;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Campanha Nacional Sin Maíz No Hay País&amp;nbsp;&lt;/span&gt;rebate e recorda que nos últimos 25 anos este modelo de produção e acúmulo criou o pior cenário que os mexicanos enfrentaram. Além do crescimento da fome, México está em primeiro lugar nas cifras de obesidade infantil.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apontam que o governo mexicano está longe de atender queles que mantiveram a base alimentar do país, quem segue aportando boa parte dos alimentos consumidos ainda sem contar com subsídios, aqueles que foram condenados a migrar em busca de oportunidade e quem, apesar de tudo, segue mandando suas remessas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Hoje é urgente atender a situação nacional de falta de alimentos e não serão estes comerciantes de nossa fome quem atenderão a gravidade da situação. Não será na Suíça onde se resolverá esta situação; urgem medidas imediatas que se tomem de comum acordo com quem segue alimentando e mantendo com orgulho o campo mexicano”, apelam.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9186018120029545854-5014127598788795190?l=turcoluis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://turcoluis.blogspot.com/2012/02/governo-mexicano-ratifica-compromisso.html</link><author>noreply@blogger.com (turquinho)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9186018120029545854.post-5605003509597893703</guid><pubDate>Wed, 01 Feb 2012 13:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-01T10:28:10.323-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">analise economica</category><title>Estudo do Ipea analisa situação social do Rio Grande do Sul</title><description>&lt;h1 class="fSizeF" style="clear: both; color: #dc2c23; font-family: Tahoma, Arial; font-size: 2.8em; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 24px !important; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/h1&gt;&lt;div class="mioloMateria" style="font-family: Tahoma, Arial; font-size: 10px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; padding-bottom: 32px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; width: 592px;"&gt;&lt;div class="wp-caption alignleft" id="attachment_100708" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #f3f3f3; background-image: none; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-color: rgb(213, 213, 213); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-image: initial; border-left-color: rgb(213, 213, 213); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(213, 213, 213); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(213, 213, 213); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; float: left; margin-bottom: 8px; margin-left: 0px; margin-right: 12px; margin-top: 0px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; padding-bottom: 8px; padding-left: 10px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; width: 310px;"&gt;&lt;a href="http://sul21.com.br/jornal/wp-content/uploads/2012/01/Por-Ramiro-Furquim-Sul21-2-7.jpg" style="color: black; font-weight: 700; text-decoration: none;"&gt;&lt;img alt="" class="size-medium wp-image-100708" height="200" src="http://sul21.com.br/jornal/wp-content/uploads/2012/01/Por-Ramiro-Furquim-Sul21-2-7-300x200.jpg" style="border-bottom-width: 0px !important; border-color: initial !important; border-color: initial; border-image: initial !important; border-left-width: 0px !important; border-right-width: 0px !important; border-style: initial !important; border-style: initial; border-top-width: 0px !important; float: none !important; margin-bottom: 4px !important; margin-left: 0px !important; margin-right: 0px !important; margin-top: 0px !important; padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important;" title="Por Ramiro Furquim/Sul21" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="wp-caption-text" style="color: #666666; font-size: 1.1em; line-height: 1; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Marcio Pochmann apresentou relatório na Fundação de Economia e Estatística (FEE) em Porto Alegre | Foto: Ramiro Furquim/Sul21&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 1.4em; line-height: 1.5; padding-bottom: 16px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;strong style="font-weight: 700;"&gt;Vivian Virissimo no &lt;a href="http://sul21.com.br/jornal/2012/02/estudo-do-ipea-analisa-situacao-social-do-rio-grande-do-sul/"&gt;SUL21&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 1.4em; line-height: 1.5; padding-bottom: 16px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;O presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann apresentou na tarde desta terça-feira (31), na Fundação de Economia e Estatística (FEE), em Porto Alegre, o relatório&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/situacao_social/120131_relatorio_situacaosocial_rs.pdf" style="color: #0000ee; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;Situação Social: o caso do Rio Grande do Sul&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;Os números fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PNAD/IBGE), com período de referência de 2001 a 2009.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 1.4em; line-height: 1.5; padding-bottom: 16px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;“Não são informações inéditas, mas a nossa intenção ao apresentar os dados por estado e também por município é contribuir com uma visão mais holística para romper com o ciclo de aprofundamento e manutenção do quadro de desigualdade e para elevar o padrão de forma mais homogênea no país”, afirmou Pochmann. A pesquisa aborda áreas de interesse das políticas sociais: demografia, previdência social, pobreza e desigualdade, saúde, seguridade, trabalho e renda, educação, cultura, saneamento e habitação.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 1.4em; line-height: 1.5; padding-bottom: 16px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Esmiuçando os dados de cada área e comparando com o panorama nacional e regional, Pochmann destacou quatro aspectos relevantes para compreender as mudanças ocorridas na primeira década do século no Rio Grande do Sul. O primeiro deles colocou a diminuição da taxa de fecundidade como um dos principais fatores que irão alterar a elaboração de políticas públicas. “Teremos uma mudança demográfica de grande magnitude. Num cenário de falta de crianças será mais importante financiar transporte escolar de qualidade do que construir mais escolas”, exemplificou.&lt;/div&gt;&lt;div class="wp-caption alignnone" id="attachment_100716" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #f3f3f3; background-image: none; background-origin: initial; border-bottom-color: rgb(213, 213, 213); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-image: initial; border-left-color: rgb(213, 213, 213); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(213, 213, 213); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(213, 213, 213); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; float: none; margin-bottom: 24px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 8px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; padding-bottom: 8px; padding-left: 10px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; width: 539px;"&gt;&lt;a href="http://sul21.com.br/jornal/wp-content/uploads/2012/01/tabela-fecundidade.jpg" style="color: black; font-weight: 700; text-decoration: none;"&gt;&lt;img alt="" class="size-full wp-image-100716 " height="264" src="http://sul21.com.br/jornal/wp-content/uploads/2012/01/tabela-fecundidade.jpg" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: none; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px !important; border-color: initial !important; border-color: initial; border-image: initial !important; border-left-width: 0px !important; border-right-width: 0px !important; border-style: initial !important; border-style: initial; border-top-width: 0px !important; display: block; float: none !important; margin-bottom: 4px !important; margin-left: 0px !important; margin-right: 0px !important; margin-top: 0px !important; padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important; text-align: justify;" title="tabela fecundidade" width="529" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="wp-caption-text" style="color: #666666; font-size: 1.1em; line-height: 1; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Clique na imagem para ampliar | Foto: Reprodução&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 1.4em; line-height: 1.5; padding-bottom: 16px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;O segundo ponto analisado por Porchmann indica que a taxa de crescimento da renda não gerou impacto apenas na redução dos índices de pobreza, mas principalmente nos padrões que medem a desigualdade social. Este crescimento na renda foi detectado sobretudo no meio rural. “Os dados mostram uma profunda transformações do perfil da população do campo. No Rio Grande do Sul, as desigualdades de renda média diminuíram um pouco, uma vez que a renda domiciliar &amp;nbsp;per capita na zona rural teve crescimento de 68,3%, superior ao observado na urbana (18,3%), passando de R$ 332,8 em 2001 para R$ 560,0 em 2009”, disse&lt;/div&gt;&lt;div class="wp-caption alignnone" id="attachment_100721" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #f3f3f3; background-image: none; background-origin: initial; border-bottom-color: rgb(213, 213, 213); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-image: initial; border-left-color: rgb(213, 213, 213); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(213, 213, 213); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(213, 213, 213); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; float: none; margin-bottom: 24px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 8px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; padding-bottom: 8px; padding-left: 10px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; width: 541px;"&gt;&lt;a href="http://sul21.com.br/jornal/wp-content/uploads/2012/01/tabela-renda-no-campo.jpg" style="color: black; font-weight: 700; text-decoration: none;"&gt;&lt;img alt="" class="size-full wp-image-100721 " height="278" src="http://sul21.com.br/jornal/wp-content/uploads/2012/01/tabela-renda-no-campo.jpg" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: none; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px !important; border-color: initial !important; border-color: initial; border-image: initial !important; border-left-width: 0px !important; border-right-width: 0px !important; border-style: initial !important; border-style: initial; border-top-width: 0px !important; display: block; float: none !important; margin-bottom: 4px !important; margin-left: 0px !important; margin-right: 0px !important; margin-top: 0px !important; padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important; text-align: justify;" title="tabela renda no campo" width="531" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="wp-caption-text" style="color: #666666; font-size: 1.1em; line-height: 1; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Clique na foto para ampliar | Foto: Reprodução&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 1.4em; line-height: 1.5; padding-bottom: 16px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Pochmann também ressaltou as estatísticas do Rio Grande do Sul que apontam uma quase universalização nos serviços de saneamento básico, água e energia, tanto no campo quanto na cidade como fatores relevantes para compreender o cenário atual. “O aumento foi particularmente considerável no contexto rural, cuja cobertura de água encanada cresce de 88,2% para 95,8%, superando a população urbana. Com relação à energia elétrica, o Rio Grande do Sul encontra-se em melhor situação do que a média brasileira. Este serviço está praticamente universalizado, inclusive na área rural do estado, onde 98,9% da população estavam cobertas”.&lt;/div&gt;&lt;div class="wp-caption alignnone" id="attachment_100733" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #f3f3f3; background-image: none; background-origin: initial; border-bottom-color: rgb(213, 213, 213); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-image: initial; border-left-color: rgb(213, 213, 213); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(213, 213, 213); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(213, 213, 213); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; float: none; margin-bottom: 24px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 8px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; padding-bottom: 8px; padding-left: 10px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; width: 539px;"&gt;&lt;a href="http://sul21.com.br/jornal/wp-content/uploads/2012/01/tabela-energia-eletrica.jpg" style="color: black; font-weight: 700; text-decoration: none;"&gt;&lt;img alt="" class="size-full wp-image-100733 " height="284" src="http://sul21.com.br/jornal/wp-content/uploads/2012/01/tabela-energia-eletrica.jpg" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: none; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px !important; border-color: initial !important; border-color: initial; border-image: initial !important; border-left-width: 0px !important; border-right-width: 0px !important; border-style: initial !important; border-style: initial; border-top-width: 0px !important; display: block; float: none !important; margin-bottom: 4px !important; margin-left: 0px !important; margin-right: 0px !important; margin-top: 0px !important; padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important; text-align: justify;" title="tabela energia eletrica" width="529" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="wp-caption-text" style="color: #666666; font-size: 1.1em; line-height: 1; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;| Foto: Reprodução&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 1.4em; line-height: 1.5; padding-bottom: 16px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;O quarto ponto destacado pelo pesquisador é o crescimento da taxa de homicídios masculina no Estado, na contramão do que ocorre no Brasil. “A violência no Rio Grande do Sul não é tão explosiva quanto em estados como Pernambuco e Espírito Santo, mas cresceu está acima da média nacional. No caso do Brasil, a taxa caiu de 101,4 em 2001 para 94,3 em 2007, um decréscimo de 7%. O Rio Grande do Sul apresentou aumento de 20,5% nesse indicador,contra 41,8% da região como um todo”, indicou. De acordo com o pesquisador, de cada 100 homicídios no Rio Grande do Sul, 5 ocorrem por motivos ligados ao crime, 15 pela polícia e 80 são mortes que resultam das relações sociais. “Violência não pode ser tratada apenas como um problema de caráter, de detenção. Talvez a repressão pouco possa ajudar nesses casos”, comentou.&lt;/div&gt;&lt;div class="wp-caption alignnone" id="attachment_100741" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #f3f3f3; background-image: none; background-origin: initial; border-bottom-color: rgb(213, 213, 213); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-image: initial; border-left-color: rgb(213, 213, 213); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(213, 213, 213); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(213, 213, 213); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; float: none; margin-bottom: 24px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 8px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; padding-bottom: 8px; padding-left: 10px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; width: 539px;"&gt;&lt;a href="http://sul21.com.br/jornal/wp-content/uploads/2012/01/tabela-taxa-de-homic%C3%ADdios-masculina.jpg" style="color: black; font-weight: 700; text-decoration: none;"&gt;&lt;img alt="" class="size-full wp-image-100741 " height="258" src="http://sul21.com.br/jornal/wp-content/uploads/2012/01/tabela-taxa-de-homic%C3%ADdios-masculina.jpg" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: none; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px !important; border-color: initial !important; border-color: initial; border-image: initial !important; border-left-width: 0px !important; border-right-width: 0px !important; border-style: initial !important; border-style: initial; border-top-width: 0px !important; display: block; float: none !important; margin-bottom: 4px !important; margin-left: 0px !important; margin-right: 0px !important; margin-top: 0px !important; padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important; text-align: justify;" title="tabela taxa de homicídios masculina" width="529" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="wp-caption-text" style="color: #666666; font-size: 1.1em; line-height: 1; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;| Foto: Reprodução&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 1.4em; line-height: 1.5; padding-bottom: 16px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Na ocasião o presidente do IPEA e o presidente da FEE, Adalmir Marquetti assinaram um acordo de cooperação técnica para estimular pesquisa aplicada no Rio Grande do Sul. “O IPEA presta informações para o Executivo, Legislativo e Judiciário. Agora queremos produzir conhecimentos para assessorar entidades da sociedade civil e a parceria com a FEE poderá fazer essa aproximação com a realidade gaúcha”, disse Pochmann.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9186018120029545854-5605003509597893703?l=turcoluis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://turcoluis.blogspot.com/2012/02/estudo-do-ipea-analisa-situacao-social.html</link><author>noreply@blogger.com (turquinho)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9186018120029545854.post-3627225199314452561</guid><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 14:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-30T11:32:15.268-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">oriente medio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">movimentos sociais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">palestina</category><title>Porto Alegre sediará 1º Fórum Social Palestina Livre</title><description>&lt;h1 class="entry-title" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: 'trebuchet MS', verdana, arial, sans-serif; font-size: 2.2em; font-weight: normal; line-height: 1; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0.9091em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="color: #777777; font-size: 11px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;address class="author vcard" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #777777; display: inline; font-size: 11px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;by&amp;nbsp;&lt;a class="url fn" href="http://rsurgente.opsblog.org/2012/01/30/porto-alegre-sediara-1o-forum-social-palestina-livre/" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #777777; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;Marco Aurélio Weissheimer&lt;/a&gt;.&lt;/address&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div class="entry-content" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: verdana, 'Lucida Grande', arial, sans-serif; font-size: 1.3em; line-height: 1.5385; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 1.5385em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #111111; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 1.5385em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;a href="http://rsurgente.opsblog.org/files/palestinaforumsocial.jpg" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #669933; font-family: 'trebuchet ms', verdana, sans-serif; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;img alt="" class="alignleft size-medium wp-image-10895" height="216" src="http://rsurgente.opsblog.org/files/palestinaforumsocial-300x216.jpg" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; display: inline; float: left; height: auto; margin-bottom: 3px; margin-left: 0px; margin-right: 15px; margin-top: 0px; max-width: 100%; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;A cidade de Porto Alegre sediará em 29 de novembro de 2012 o 1º Fórum Social Palestina Livre. Presente no Fórum Social Temático 2012, o coordenador do&lt;a href="http://www.stopthewall.org/" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #669933; font-family: 'trebuchet ms', verdana, sans-serif; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;" title="Stop the Wall"&gt;movimento Stop the Wall&lt;/a&gt;, o palestino Jamal Juma lembrou que, em 2012, completa-se 45 anos da ocupação do território palestino por Israel e 10 anos da construção do muro nestes territórios por Israel. O encontro em Porto Alegre deverá reunir organizações de vários países para expressar solidariedade à luta do povo palestino. O I Encontro Nacional de Solidariedade ao Povo Palestino, realizado em novembro de 2011, na Escola Florestan Fernandes, criou o comitê preparatório para a realização do Fórum e o Comitê Brasileiro de Solidariedade ao Povo Palestino.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9186018120029545854-3627225199314452561?l=turcoluis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://turcoluis.blogspot.com/2012/01/porto-alegre-sediara-1-forum-social.html</link><author>noreply@blogger.com (turquinho)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9186018120029545854.post-3248626519933484482</guid><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 14:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-30T11:30:01.623-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">FST-2012</category><title>Movimentos sociais fazem balanço do FST e preparam mobilizações para Rio+20</title><description>&lt;h1 class="title" id="page-title" style="color: #626262; font-family: Georgia; line-height: 1.2em; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/h1&gt;&lt;div class="field field-name-field-subtitulo field-type-text field-label-hidden" style="font-family: Georgia; font-style: italic; padding-left: 76px;"&gt;&lt;div class="field-items"&gt;&lt;div class="field-item even" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Em carta, os ativistas citam construção de agenda e ações comuns contra capitalismo, patriarcado, racismo e todo tipo de discriminação e exploração&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="submitted local" style="font-family: Georgia; font-style: italic; padding-left: 76px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;17h50 | Porto Alegre&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="field field-name-field-reporter field-type-text field-label-hidden" style="font-family: Georgia; font-style: italic; padding-left: 76px;"&gt;&lt;div class="field-items"&gt;&lt;div class="field-item even" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Agência Brasil - Paula Laboissière&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden clearfix" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;div class="field-items"&gt;&lt;div class="field-item even" property="content:encoded"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 10px;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;Cerca de 1,5 mil pessoas participaram sábado (28) de uma assembleia que reuniu mais de 100 movimentos sociais participantes do Fórum Social Temático (FST) 2012. Em carta, os ativistas citaram a construção de uma agenda e de ações comuns contra o capitalismo, o patriarcado, o racismo e todo tipo de discriminação e exploração.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://fst2012.ebc.com.br/galeria/2012-01-assembleia-de-encerramento-do-fst-2012" style="text-decoration: none;"&gt;Veja galeria de imagens&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; margin-bottom: 0.9em; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://fst2012.ebc.com.br/audio/2012-01-plenaria-discute-agenda-de-acoes-de-direitos-humanos-e-meio-ambiente" style="font-family: Georgia; text-decoration: none;"&gt;Ouça reportagem sobre a plenária&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; margin-bottom: 0.9em; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://fst2012.ebc.com.br/audio/2012-01-balanco-final-da-assembleia-internacional-dos-movimentos-sociais" style="font-family: Georgia; text-decoration: none;"&gt;Ouça o balanço final da assembleia dos movimentos sociais&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; margin-bottom: 0.9em; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://fst2012.ebc.com.br/video/2012-01-movimentos-sociais-reforcam-mudancas-na-sociedade-reporter-brasil" style="font-family: Georgia; text-decoration: none;"&gt;Veja o vídeo da assembleia dos movimentos sociais&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; margin-bottom: 0.9em; text-align: justify;"&gt;A coordenadora dos movimentos sociais, Rosane Bertotti, explicou que o documento lista elementos em comum em meio à diversidade registrada na assembleia. Entre os destaques, temas como a democratização da comunicação, a violência contra as mulheres, o desenvolvimento sustentável e solidário, a reforma agrária, a agricultura familiar, o trabalho decente, a luta pela educação e pela saúde.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; margin-bottom: 0.9em; text-align: justify;"&gt;“Rejeitamos toda e qualquer forma de exploração e discriminação, seja ela no mundo do trabalho, sexista ou racial. Rejeitamos também toda forma de criminalização dos movimentos sociais e a forma como o capitalismo se reinventa na proposta de uma economia verde, achando que apenas pintar de verde um espaço vai mudar a realidade. Entendemos que, para mudar a realidade, não é só pintar de verde, é garantir direitos, liberdade de organização, democracia, proteção social”, disse.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; margin-bottom: 0.9em; text-align: justify;"&gt;Para o presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Daniel Iliescu, o FST constituiu um espaço importante para reunir ativistas de várias partes do mundo que, em 2011, deram lições de cidadania e consciência na luta pelo acesso à educação e pelo direito a uma educação de qualidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; margin-bottom: 0.9em; text-align: justify;"&gt;“O FST funciona como uma orquestra que consegue juntar diferentes opiniões de inúmeros países numa perspectiva de superar as desigualdades sociais e os desequilíbrios que hoje a gente enfrenta no mundo”, ressaltou. Entre as reivindicações do movimento estudantil brasileiro estão a destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB)) para a educação, a vinculação de, pelo menos, 50% da arrecadação com a exploração do pré-sal para investimentos em educação e a valorização do professor.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; margin-bottom: 0.9em; text-align: justify;"&gt;O secretário-geral da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Quintino Severo, avaliou que os debates do FST ficaram dentro do esperado. “Nós, do movimento sindical, viemos para o fórum para fazer o debate junto com as outras mobilizações dos movimentos sociais, para potencializar a nossa intervenção, as nossas propostas durante a realização da Rio+20.”&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; margin-bottom: 0.9em; text-align: justify;"&gt;A ideia, segundo ele, é fazer com que a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) não seja apenas um espaço de debate para ambientalistas, mas que inclua nas discussões fórmulas para melhorar as condições de trabalho no mundo. “Não basta apenas produzir de forma sustentável, é preciso desconcentrar renda, respeito aos direitos dos trabalhadores, aos direitos sociais e, acima de tudo, ao cidadão.”&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; margin-bottom: 0.9em; text-align: justify;"&gt;Já o presidente da União de Negros pela Igualdade (Unegro), Edson França, disse que a expectativa do movimento negro em relação ao FST foi superada, já que foi possível elaborar um documento com as reivindicações de todos os movimentos sociais.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; margin-bottom: 0.9em; text-align: justify;"&gt;“A questão racial aparece na carta porque o racismo é uma dimensão importante da opressão. Os movimentos sociais, a cada tempo que vai se passando, por meio do diálogo, vêm tomando entendimento e se sensibilizando a respeito disso”, explicou.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="field field-name-field-materias-relacionadas field-type-node-reference field-label-above" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;div class="field-label" style="font-weight: bold; text-align: justify;"&gt;Matérias relacionadas:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="field-items"&gt;&lt;div class="field-item even" style="margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://fst2012.ebc.com.br/noticia/2012-01-assembleia-dos-movimentos-sociais-definira-carta-com-prioridades-de-luta-0" style="text-decoration: none;"&gt;Assembléia dos Movimentos Sociais definirá Carta com prioridades de luta&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="field-item odd" style="margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://fst2012.ebc.com.br/noticia/2012-01-movimentos-sociais-apresentam-sugestoes-e-criticas-em-encontro-com-presidenta-dilma" style="text-decoration: none;"&gt;Movimentos sociais apresentam sugestões e críticas em encontro com presidenta Dilma&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="field field-name-field-galerias-relacionadas field-type-node-reference field-label-hidden" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;div class="field-items"&gt;&lt;div class="field-item even" style="margin-bottom: 10px;"&gt;&lt;div about="/galeria/2012-01-assembleia-de-encerramento-do-fst-2012" class="node node-media-gallery view-mode-full clearfix" id="node-407" typeof="sioc:Item foaf:Document"&gt;&lt;div class="content" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-image: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; margin-bottom: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;h1 class="title" id="page-title" style="color: #626262; font-size: 1.3em; line-height: 1.2em; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/h1&gt;&lt;div class="field field-name-media-gallery-media field-type-media field-label-hidden clearfix media-gallery-media mg-col mg-col-4" style="display: inline-block; margin-bottom: 3em; margin-left: -0.5em; margin-right: -0.5em; margin-top: 0px; width: 568px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9186018120029545854-3248626519933484482?l=turcoluis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://turcoluis.blogspot.com/2012/01/movimentos-sociais-fazem-balanco-do-fst.html</link><author>noreply@blogger.com (turquinho)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9186018120029545854.post-6225758537681359844</guid><pubDate>Sat, 28 Jan 2012 00:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-27T21:39:07.307-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">critica social</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">musica</category><title>Zé Ramalho: Admirável Gado Novo</title><description>&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/gQ2sQk9q-30" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9186018120029545854-6225758537681359844?l=turcoluis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://turcoluis.blogspot.com/2012/01/ze-ramalho-admiravel-gado-novo.html</link><author>noreply@blogger.com (turquinho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/gQ2sQk9q-30/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9186018120029545854.post-2434561272037191107</guid><pubDate>Fri, 27 Jan 2012 17:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-27T14:12:01.693-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">POLITICAS PUBLICAS</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">reforma agrária</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">movimentos sociais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sustentabilidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">MST</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">FST-2012</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">trabalho e renda</category><title>José Graziano da Silva, diretor da FAO, visita loja da Reforma Agrária do MST</title><description>&lt;div class="node clear-block" id="node-12880"&gt;      &lt;div&gt;        &lt;span class="date"&gt;&lt;/span&gt;      &lt;div class="content"&gt;     &lt;div class="field field-type-filefield field-field-foto"&gt;     &lt;div class="field-items"&gt;             &lt;div class="field-item odd"&gt;                     &lt;img alt="" class="imagefield imagefield-field_foto" height="379" src="http://www.mst.org.br/sites/default/files/MST71.jpg?1327683321" width="640" /&gt;        &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Por Luiz Felipe Albuquerque&lt;br /&gt;
Da Página do MST&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em visita à loja da Reforma Agrária do MST, no Mercado Público de &lt;a href="http://www.mst.org.br/Jose-Graziano-da-Silva-diretor-da-FAO-visita-loja-da-Reforma-Agraria-do-MST#" id="_GPLITA_1" style="text-decoration: underline;" title="Powered by Text-Enhance"&gt;Porto Alegre&lt;/a&gt;  (RS), José Graziano da Silva, diretor-geral das Organizações das Nações  Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), viu o sucesso dos produtos  dos assentamentos da Reforma Agrária e da Agricultura Familiar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em meio aos mais de 250 produtos comercializados pela loja – composta  em sua maioria por produtos orgânicos – Emerson Giacomelli, presidente  da Cooperativa Central dos Assentamentos do Rio Grande do Sul  (Coceargs), explicou o funcionamento e a capacidade de produção desse  setor agrícola.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Essa loja é um espaço de centralização da comercialização e  divulgação dos resultados dos assentamentos. E é capaz de demonstrar os  resultados da luta social. Além de ter a função de proporcionar uma  integração entre o produtor e o consumidor, fazendo essa relação com a  sociedade de um modo geral”, explicou Emerson.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tipos de grãos, arroz, frutas, legumes, ervas, sucos, mel, geléia,  conservas e vinhos são apenas alguns dos alimentos vendidos na loja da  Reforma Agrária, cujos responsáveis pelo seu abastecimento são os  assentamentos e agricultores familiares, a sua maioria do Rio Grande do  Sul.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="" height="520" src="http://www.mst.org.br/sites/default/files/loja%20da%20ra1.jpg" style="float: right; margin: 15px;" width="389" /&gt;Para  o diretor de Política Agrícola da Companhia Nacional de Abastecimento  (Conab), Sílvio Porto, a importância da loja é demonstrar à população  que consume os alimentos que a Reforma Agrária é de fato crucial para o  desenvolvimento do país.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“A produção da agricultura familiar e da Reforma Agrária permite a  inclusão social, a relação com a natureza de uma forma muito mais  sustentável, em que o policultivo, a possibilidade da diversificação  produtiva está sempre presente. O agronegócio pode até apresentar  aspectos relevantes para o país, no sentido do equilíbrio da balança  comercial, mas esse modelo tem trazido diversos dissabores ao país, como  a redução da mão de obra empregada e a utilização dos agrotóxicos –  tornando-nos no maior consumidor de venenos agrícolas do planeta. Algo  desastroso no ponto de vista social, ambiental e, inclusive, econômico,  pois isso implica num alto custo de produção”, disse.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“A Reforma Agrária é uma questão ainda presente e de fundamental importância a ser feita no país”, disse Porto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Buscando experiências&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O vice-ministro do Desenvolvimento Rural Agropecuário da Bolívia,  Victor Hugo Vásquez, também visitou a loja&amp;nbsp; para conhecer as  experiências do MST e reproduzi-las para os agricultores familiares de  seu país. “Chegar a um nível de produção e comercialização é um grande  avanço do Movimento”, ressaltou.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os alimentos vendidos na loja materializam o processo de agregação de  valor ao produtos, uma vez que a maioria dos alimentos são de  agroindústrias dos próprios assentamentos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao agregar valor ao produto por meio das agroindústrias, permite-se  um maior desenvolvimento do meio rural, de modo que a renda se fixa  campo – sem o atravessamento de empresas -, gera trabalho, especialmente  para a juventude local e viabiliza a existência de um campo com gente,  desafogando os centros urbanos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Tenho plena convicção que essa é agricultura do &lt;a href="http://www.mst.org.br/Jose-Graziano-da-Silva-diretor-da-FAO-visita-loja-da-Reforma-Agraria-do-MST#" id="_GPLITA_0" style="text-decoration: underline;" title="Powered by Text-Enhance"&gt;futuro&lt;/a&gt;.  O agricultor tem que deixar de ser apenas um bom produtor. Ele tem que  assumir todo o processo de produção. Aqui está uma combinação perfeita  do modelo de agricultura que queremos para o Brasil e para o mundo”,  destacou Ivar Pavan, secretário Estadual de Desenvolvimento Rural, Pesca  e Cooperativismo do governo do Rio Grande do Sul.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para Pavan, a Reforma Agrária tem um papel importante no processo de  erradicação da fome e da pobreza. “A terra é o insumo básico para  enfrentar o tema da fome. A agricultura familiar tem na sua  característica a produção de alimentos. Colocar a terra na mão de quem  produz alimentos deve ser o objetivo de todo e qualquer governo”,  acredita, ao lamentar o fato de que isso ainda não se tornou realidade  enquanto política pública.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para ele, mesmo que o agronegócio tenha a hegemonia do modelo de  produção, essa é uma disputa que ainda não se encerrou. “O mercado não  pensa no interesse social, em meio ambiente. Pensa apenas lucro. As  conseqüências estão aí: o aquecimento global, mais de 1 bilhão de  famintos no mundo, tudo resultante do modelo do agronegócio. A sociedade  tem que se dar conta da necessidade de mudar”, avalia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte:&lt;a href="http://www.mst.org.br/Jose-Graziano-da-Silva-diretor-da-FAO-visita-loja-da-Reforma-Agraria-do-MST"&gt; Sitio do MST &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9186018120029545854-2434561272037191107?l=turcoluis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://turcoluis.blogspot.com/2012/01/jose-graziano-da-silva-diretor-da-fao.html</link><author>noreply@blogger.com (turquinho)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>

