<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-1855416751412188170</atom:id><lastBuildDate>Thu, 16 Apr 2026 11:34:42 +0000</lastBuildDate><title>ETec Espaço do Tecnólogo</title><description>Espaço voltado para discutir o comportamento da sociedade brasileira em relação à graduação tecnológica(curso superior em tecnologia - tecnólogo).</description><link>http://espacodotecnologo.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Guilherme Ferreira)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>39</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1855416751412188170.post-2506189256798147043</guid><pubDate>Mon, 17 Oct 2011 00:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-16T17:01:27.857-07:00</atom:updated><title>Fim?</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
É com grande pesar que anuncio o final deste blog. Não venho me dedicando a ele como deveria há um bom tempo e acredito que meus leitores, se é que ainda existem, merecem conteúdo atualizado. Infelizmente com o final do meu curso, outras prioridades apareceram e este blog vem ficando em último plano. Deixarei tudo o que foi escrito aqui para futuras consultas, afinal, acredito que o material acumulado neste blog, principalmente os comentários, é de grande importância para todos aqueles que buscam mais informações sobre os cursos de tecnologia.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Continuo à disposição na área de contato do blog, caso alguém precise de informações ou conselhos. Espero poder voltar a este espaço assim que puder, espaço meu, seu, de todos nós, tecnólogos. Grande abraço a todos aqueles que me acompanharam nesta trajetória e contribuíram com seus comentários.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Até a próxima!&lt;/div&gt;</description><link>http://espacodotecnologo.blogspot.com/2011/10/e-com-grande-pesar-que-anuncio-o-final.html</link><author>noreply@blogger.com (Guilherme Ferreira)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1855416751412188170.post-9144260022403027647</guid><pubDate>Thu, 15 Sep 2011 22:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-15T15:55:56.580-07:00</atom:updated><title>Curso tecnólogo, vale a pena?</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Essa é uma pergunta difícil de responder e confesso que demorei muito para saber exatamente o que escrever aqui. Finalizei o meu curso de Tecnologia em Processos Gerenciais há cerca de dois meses e inevitávelmente fiz um balanço desses dois anos de curso. Pesei os prós e os contras e vou tentar expor a minha opnião da forma mais imparcial possível, apesar de um sentimento de frustração ter tomado conta de mim nesses últimos dias e contribuído para que eu demorasse a retornar ao blog. Vou me explicar quanto a isso mais adiante.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Olhando para trás eu percebo que os cursos de tecnologia são destinados a um perfil de pessoa. Assim como deve-se escolher qual dos diversos cursos superiores fazer, de acordo com suas necessidades pessoais e suas habilidades, escolher entre técnico, tecnólogico e superior deve ser tarefa equivalente. Eu optei pelo técnologo por duas razões: é um curso prático porque vai direto ao ponto atendendo às necessidades reais das empresas e, no meu entendimento, garantiria rápida entrada no mercado. Foi aqui que morou meu erro.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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O tecnólogo é um curso sensacional, de forma geral, para quem já está no mercado de trabalho. Desse modo, ele é um atalho para quem quer se recolocar no mercado, mas não para quem quer entrar. Eu trilhei o caminho que muitas pessoas trilham ao sair do ensino médio, fazer faculdade e a partir dela entrar no mercado (por estágios, por exemplo) e adquirir a tão requisitada experiência. O problema é que meu curso é tão desconhecido quanto mal visto. Procurar estágios voltados exclusivamente para os tecnólogos é o mesmo que procurar agulha no palheiro e quando encontram-se vagas, a concorrência com cursos tradicionais como Administração, Engenharia e Direito joga-nos por terra. Afinal, quem estuda dois anos sabe menos que quem estuda quatro, certo? Errado.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Esse é o principal problema, comparar o tecnólogo com o bacharelado. Não existe um tipo de graduação melhor ou pior, como eu disse, são cursos voltados para necessidades diferentes. Mas os recursos humanos da vida ainda acham que quem fica mais tempo dentro de sala de aula (não necessáriamente estudando) sabe mais. Além desse problema muitos não conhecem o curso e insistem em confundí-lo com técnico. Enfrentei esses problemas durante dois anos de curso e ainda enfrento. Entrei no curso com o objetivo de estagiar, ganhar experiência, não consegui. Participar de processos seletivos em grandes empresas? Pior ainda. Não há um curso tecnólogo sequer na lista pré-selecionada dessas empresas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Foram dois anos de estudos e muito conhecimento, quatro grandes projetos finalizados, muitos trabalhos realizados, provas, infinitas aulas. E posso dizer, aprendi muito. Nunca aprendi tanto na minha vida. Cresci intelectualmente e cresci, mais ainda, como pessoa. Consigo analisar as coisas de forma mais crítica, com um novo olhar. O curso é sensacional tal qual qualquer outra graduação. Diversas colegas meus cresceram profissionalmente, e muito, durante esse tempo, mas todos eles já trabalhavam quando entraram no curso.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Se eu me arrependo de ter feito o curso? Não. Porque ele satisfez minhas expectativas de qualidade. Pena não ter feito a mesma coisa no mercado de trabalho, seria um conjunto perfeito. Por isso, eu digo que o tecnólogo vale a pena, mas depende de quem você é. Se está saindo do ensino médio, sem emprego, não recomendo o tecnólogo que tenha cursos similares de quatro anos (meu caso). A preferência pelos bacharelados é uma realidade. Prefira um técnico se quieser arrumar um emprego mias rápido. Se você já está no mercado ou tem uma boa rede de contatos, vale muito a pena um tecnólogo. Como eu disse, o curso é muito bom e muitos dos que estudaram comigo conseguiram se recolocar com sucesso.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Estude bem o que vai fazer, leia sobre os cursos, faça uma auto-análise, pergunte a professores e amigos sobre o curso pretendido para não se arrepender depois. Essa é uma etapa importante na vida de qualquer um, são anos estudando, anos que vão definir sua carreira. Eu sou tecnólogo, estampo isso com muito orgulho no meu currículo e propagandeio onde posso, afinal, sou capacitado e me sinto preparado para executar minha profissão. Que venham os desafios!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
****************************************************************&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Peço desculpas pelo tempo sem postar. Vou retomar o blog, que completou um ano no mês passado, retomar as postagens e responder aos comentários de todos leitores. Nesse meio tempo aconteceu muita coisa no meio da educação e dos tecnólogos e pretendo comentar tudo nos próximos dias. Até!&lt;/div&gt;
</description><link>http://espacodotecnologo.blogspot.com/2011/09/curso-tecnologo-vale-pena.html</link><author>noreply@blogger.com (Guilherme Ferreira)</author><thr:total>21</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1855416751412188170.post-2615635740066281523</guid><pubDate>Sun, 01 May 2011 19:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-01T12:12:00.404-07:00</atom:updated><title>Educação brasileira - as ações do Governo Federal</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A partir de hoje, começo a escrever uma série de posts sobre a educação no Brasil, vou dividí-los em várias etapas, cada uma tratará de um tema diferente. Hoje falarei dos esforços e avanços obtidos na educação nos últimos anos, principalmente nos oito anos do governo Lula.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Que a educação é peça chave para o sucesso de um país, ninguém dúvida. Se fizermos uma pesquisa sobre qual área deve ser priorizada para investimentos pelos governos tenha certeza que a educação estará entre as três primeiras. Quantas vezes já não vimos ela como uma meta nos discuros políticos? Mas o que realmente tem sido feito por ela no Brasil?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os oito anos do governo Lula foram importantes para, principalmente, aumentar o número de alunos no nível superior. Entre os programas destacam-se, o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Profissionais da Educação) que atende a educação básica, da creche ao ensino médio através da disponibilização de recursos. A estratégia é distribuir os recursos pelo país, levando em consideração o desenvolvimento social e econômico das regiões.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No nível superior o mais famoso programa do Governo Federal é o ProUni que distribui bolsas de 25%, 50% ou 100% em Instituições de Ensino Superior aos alunos que se saírem bem no ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio). Outro programa é o Reuni (Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais), a meta é dobrar o número de alunos nos cursos de graduação em dez anos, a partir de 2008, e permitir o ingresso de 680 mil alunos a mais nos cursos de graduação.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E parece que mesmo com todos esses esforços o Brasil não conseguiu aumentar o número de estudantes de uma forma considerável. Segundo o Portal Uol, ao comparar dados do Censo Escolar de 2009 com o de 2010, mais de 1,2 milhão de matrículas na educação básica foram perdidas. São 65 mil matrículas a menos por ano.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quanto ao analfabetismo pode-se dizer que o saldo é positivo, mas muito lento. Nos oito anos do governo petista, a taxa saiu de 11,6% para 9,7%. São oito anos e uma redução de 1,9%, é muito pouco. Ainda segundo o portal, a média de tempo de estudo dos brasileiros com mais de 15 anos também não aumentou muito, saiu de 7 anos, em 2005, para 7,5 anos, em 2009.&amp;nbsp;O maior avanço, sem dúvidas, foi na educação superior, houve uma expansão de 2 milhões de matrículas, principalmente devido ao ProUni. Apesar de bom, não é o ideal, segundo o próprio Plano Nacional de Educação.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E levanta-se uma outra questão. Vemos esforços gigantescos para aumentar o número de pessoas nas escolas ou nas faculdades e universidades, mas de que adianta jogar todos os brasileiros na sala de aula se eles não vão receber um ensino de qualidade, se vão sair de lá sem saber ler ou escrever direito?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Semana que vem falarei sobre isso, até lá!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Referências:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://portal.mec.gov.br/&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;http://portal.mec.gov.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://noticias.uol.com.br/politica/2011/01/03/analise-avancos-timidos-perante-as-necessidades-na-educacao.jhtm&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;http://noticias.uol.com.br/politica/2011/01/03/analise-avancos-timidos-perante-as-necessidades-na-educacao.jhtm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://espacodotecnologo.blogspot.com/2011/05/educacao-brasileira-as-acoes-do-governo.html</link><author>noreply@blogger.com (Guilherme Ferreira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1855416751412188170.post-8765899137480361893</guid><pubDate>Thu, 28 Apr 2011 17:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-28T10:32:28.389-07:00</atom:updated><title>28 de abril: Dia Mundial da Educação</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Hoje, dia 28 de abril, é Dia Mundial da Educação. Segundo Mateus Prado, da coluna &lt;a href=&quot;http://ultimosegundo.ig.com.br/colunistas/mateusprado/dia+mundial+de+educacao+e+para+lembrar+compromissos/c1300112145567.html&quot;&gt;Último Segundo&lt;/a&gt;, essa data começou a ser comemorada &quot;em&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;line-height: 20px;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&amp;nbsp;2000, no dia 28 de abril, quando 180 países participantes da Cúpula Mundial de Educação, na cidade de Dakar, no Senegal, assinaram um documento em que se comprometiam a não poupar esforços, políticos e financeiros, para que a Educação chegasse a todas as pessoas do planeta até o ano de 2015&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;line-height: 20px;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;line-height: 20px;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Mas afinal, qual a situação da educação brasileira? Avançou-se em relação a essa Cúpula Mundial de Educação? Neste final de semana farei um post especial sobre o assunto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;line-height: 20px;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;line-height: 20px;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;E se é Dia da Educação, indiretamente também é dia de todos que estudam, e mesmo que você já tenha concluído sua graduação, pós, mestrado, ou seja o que for, todos nós, somos eternos estudantes. Parabéns a todos!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://espacodotecnologo.blogspot.com/2011/04/28-de-abril-dia-mundial-da-educacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Guilherme Ferreira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1855416751412188170.post-2175598795152112104</guid><pubDate>Mon, 25 Apr 2011 02:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-24T19:05:50.016-07:00</atom:updated><title>Qual a chave de um bom aprendizado?</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O sonho de todo mundo que estuda é conseguir aprender tudo o que lhe é passado? E transformar isso em boas notas pro seu boletim? Também, mas mais importante que isso, o que se quer, é aprender tudo, de verdade, conseguir tanto ou mais conhecimento que muitos caras que a gente vê por aí, saber tudo o que diz os livros, os professores, os jornais. Às vezes, eu acho que minha cabeça deveria ser igual a uma caixa pra caber tudo o que eu quero saber, mas ela parece mais uma caixa furada porque esqueço de muita coisa.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E será que existe algum segredo pra absorver tudo o que vemos e fazer desse conteúdo conhecimento? Pode-se dizer que um conjunto de fatores convergem pra fazer o aprendizado possível. Na minha opnião são os professores e seus métodos de ensino, os &amp;nbsp;meios de pesquisa e o próprio aluno. A verdade é que existem professores bons e professores ruins, métodos de ensino bons e métodos de ensino ruins e, é claro, alunos bons e alunos ruins.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Discute-se hoje que o modelo de ensino brasileiro é inadequado, que o quadro negro e o giz deveriam ser substituídos por técnicas mais modernas de ensino. Não sei se é porque sou muito tradicionalista ou se é porque as atuais gerações precisam de outro tipo de incentivo pra estudar, mas eu acho o velho método de ensino muito eficáz. Ruim é a qualidade do ensino, não o método.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Dia desses, o diretor do meu campus, que também é professor, se gabou de a faculdade ter um slideshow em cada sala e que uma outra instituição consagrada não os tem. Segundo ele, tal aparato tecnológico permite agregar mais agilidade às aulas. E ele é um dos que se utilizam desse recurso. Me perguntei esse dia, se realmente era bacana assistir a uma aula com um bando de coisa escrita num Power Point, com um professor apontando frases soltas à meia luz, ou se eu não preferiria uma pessoa que utiliza mais do seu gogó e escreve apenas o necessário no quadro.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E com certeza a segunda opção atende minhas necessidades melhor. Sei que muitas pessoas não concordam com isso e vão dizer que não eram bons alunos na escola, mas quando eu não tinha tanta tecnologia à disposição, me virava pra entender o que queria. Eu pesquisava nos livros, nas Barsas da vida, ia até a biblioteca pública. Aposto que muito moleque do ensino médio nunca entrou na biblioteca pública de onde mora e nem deve saber aonde fica.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mas eu não nego os benefícios que o computador e todas as novidades trazem às nossas vidas. Hoje mesmo, fui salvo pelo You Tube, quem diria, pra entender uma matéria monstruosa. Também não nego que um bom professor sabe escolher qual a melhor ferramenta de trabalho e sentir se os alunos estão gostando desse ou daquele método.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em escola pública é que os bons professores aparecem, num ambiente sem recursos e pouco estímulo só aqueles profissionais dedicados conseguem se sobressair. Mas quando o ambiente é muito propício, a pessoa não se esforça tanto, se acomoda, deixa estar. Entretanto, se o cara é bom no que faz, é bom em qualquer lugar, enquanto outros são profissionais terríveis, mesmo com toda a tecnologia do mundo. Tenho professores incríveis e outros que sinto pena. Será que as pessoas não entendem que não nasceram pra fazer certas coisas?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Bom, uma coisa é fato, não adianta um professor muito bom, um mega computador ou uma mega biblioteca que salvem um aluno ruim. Eu vejo muito preguiçoso que quer aprender as coisas por osmose, sem ler um mero resumo, quanto mais um livro inteiro. Pessoas que querem que o professor resolva todos os seus problemas, que diga tudo o que precisa saber e, o pior, que dê uma prova bem fácil pra passar rapidinho e sem sofrer. Aí não dá, né? Pra se ter um bom aprendizado é preciso um conjunto de fatores, mas se quem quer aprender não se esforça, não corre atrás, não pesquisa, não questiona, não lê, não tem sede de conhecimento, aí, não tem milagre que resolva o problema.&lt;/div&gt;</description><link>http://espacodotecnologo.blogspot.com/2011/04/qual-chave-de-um-bom-aprendizado.html</link><author>noreply@blogger.com (Guilherme Ferreira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1855416751412188170.post-196151623570939168</guid><pubDate>Sun, 10 Apr 2011 19:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-10-04T20:02:37.272-07:00</atom:updated><title>Tecnólogos com campus novo na UEZO</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A maior Universidade Pública do país na formação de tecnólogos, vai ganhar campus próprio em 2013. O campus da Universidade Estadual da Zona Oeste, no Rio de Janeiro, vai se acomodar em um terreno de 135 mil metros quadrados e custará cerca de 40 milhões de reais. Serão constrúidos 16 mil metros quadrados de de salas e laboratórios na primeira etapa, e posteriormente, outros 80 mil metros, o que possibilitaria aumentar a oferta de cursos e vagas que poderão chegar na casa dos 9 mil.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Apesar de ser a maior Universidade Pública na formação de tecnólogos, a UEZO, possui apenas dez opões desse tipo de curso. Espera-se que com essa construção os tecnólogos ganhem mais &quot;status&quot; dentro do mercado de trabalho, afinal, serão mais 9 mil tecnólogos procurando uma oportunidade de mostrar as suas habilidades.&lt;/div&gt;
</description><link>http://espacodotecnologo.blogspot.com/2011/04/tecnologos-com-campus-novo-na-uezo.html</link><author>noreply@blogger.com (Guilherme Ferreira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1855416751412188170.post-3716159878285685844</guid><pubDate>Sun, 10 Apr 2011 18:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-10T11:40:42.759-07:00</atom:updated><title>Perfil dos Cursos de Tecnologia</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Douglas de Matteu, Coordenador da Pós Graduação em Vendas e Pós Graduação em Consultoria e Auditoria Empresarial da UMC, escreveu um artigo muito interessante sobre os tecnólogos, dando um perfil geral sobre essa formação acadêmica. Os pontos destacados no artigo já foram ditos por aqui, mas é sempre bom reforçá-los, ainda mais quando são ditos por profissionais tão gabaritados. Segue, dessa forma, o referido artigo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O ensino superior tem se expandido consideravelmente nos últimos anos, boa parte dessa expansão está intimamente ligada aos cursos de curta duração, denominados cursos de Tecnologia, que são regulamentados pelo Ministério da Educação e Cultura - MEC na resolução nº 3 de 18 de dezembro de 2002. &amp;nbsp;No qual o próprio MEC sinaliza como &quot;uma das principais respostas do setor educacional às necessidades e demandas da sociedade brasileira.&quot;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os cursos de tecnologia têm características singulares, são alicerçados na prática profissional e nas demandas de mercado. O que permite o ingresso do estudante no mercado de trabalho de modo rápido e atualizado. Apesar de ser um curso e rápido não deixa a desejar no que se refere à formação tradicionais.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nos cursos de tecnologia a carga horária de aulas, que varia entre 1600 a 2400 horas conforme orientação do MEC, e são realizados em dois ou três anos, sempre com enfoque pragmático focado na realidade corporativa do segmento em que os discentes vão atuar.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Esta modalidade de cursos já existe há mais de dez anos em paises desenvolvidos como os Estados Unidos, Alemanha e França, que têm tradição em cursos de curta duração. Com o Tratado de Bolonha toda Europa esta unificando seu modelo de Educação para formação superior em três anos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O corpo docente destes cursos geralmente é formado por acadêmicos e profissionais de mercado para oferecer maior integração entre a teoria e a prática.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Outro aspecto relevante dos cursos de tecnologia é que eles são considerados como cursos superiores, tendo uma formação mais específica na área de atuação pré-determinada, permitindo inclusive ao alunado formado cursar uma pós-graduação em nível lato sensu.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A formação de Tecnólogo está focada em profissionalizar o alunado para atuar em uma área específica, e não deixa a desejar em comparação com o bacharel, pois o mercados de trabalho busca naturalmente especialistas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Neste sentido temos as FATECs, Faculdades de Tecnologia, que preparam o tecnólogo para o Mercado de Trabalho considerando aspectos regionais das instalações.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A FATEC de Mogi das Cruzes possui o curso de Tecnologia em Agronegócio, que oferece uma formação mesclada de Administração de Empresas e Agronomia. Este profissional deverá contribuir para potencializar a competitividade do agronegócio de Mogi da Cruzes e do Alto Tietê, onde há participações relevantes no agronegócio, destacando-se na produção de hortaliças, cogumelos, caqui, nêspera, orquídea entre outros.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A FATEC de Mogi possui também o curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, que possui grande procura e permite os alunos atuarem na área da Tecnologia da Informação.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Cabe ressaltar que os cursos de Tecnologia das FATECs além de serem gratuitos possuem uma carga horária que pode chegar a 2800 horas, o que garante o padrão de qualidade superior aos ofertados pelo mercado.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;De acordo com a pesquisa realizada em 2009 pelo Sindicato dos Tecnólogos do Estado de São Paulo, cerca de 41,1% dos tecnólogos tem a faixa salarial de 5 a 10 salários mínimos e 26,7% tem faixa superior a 10 salários mínimos, sinalizando que o mercado tem absorvido e remunerado bem os tecnólogos&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A necessidade das pessoas em ingressem no mercado de trabalho com uma formação melhor, mais prática e rápida fortalece a demanda destes cursos em detrimento dos cursos tradicionais, que exigem cerca quatro ou cinco anos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os cursos de tecnologia surgem como uma solução importante para o Brasil e para as organizações, pois permite a formação profissional de qualidade, desenvolvendo as competências necessárias para desempenhar cargos de liderança, consequentemente aumentar a competitividade das empresas, e gerar melhores e maiores resultados as organizações.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;Bibliografia:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;FAZENDA, Ivani Catarina Arantes, Interdisciplinaridade um projeto em parceria 6. ed. São Paulo: Loyola, 2007.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;Ministério da Educação e Cultura – MEC&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2003.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;Sindicato dos Tecnólogos de São Paulo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Leia o artigo no site Artigonal,&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.artigonal.com/carreira-artigos/sucesso-profissional-com-os-cursos-de-tecnologia-2879083.html&quot;&gt;http://www.artigonal.com/carreira-artigos/sucesso-profissional-com-os-cursos-de-tecnologia-2879083.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://espacodotecnologo.blogspot.com/2011/04/perfil-dos-cursos-de-tecnologia.html</link><author>noreply@blogger.com (Guilherme Ferreira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1855416751412188170.post-4761569688563290268</guid><pubDate>Sat, 26 Mar 2011 21:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-26T14:54:52.999-07:00</atom:updated><title>Tecnólogos podem prestar concurso público no Mato Grosso</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O Mato Grosso deu um salto à frente este mês e incluiu os tecnólogos nos quadros da administração pública estadual. A partir de agora, todos tecnólogos que prestarem conscurso público para provimento de cargos, empregos ou funções da administração pública estadual direta e indireta, não terão qualquer impecílio referente à sua formação, desde que satisfaçam os requisitos específicos do edital, para realizar as provas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Esses benefícios foram garantidos pelo Projeto de Lei nº 29/2011, do vice-líder do governo na Assembléia, deputado Wagner Ramos (PR), e aprovado na Assembléia Legislativa de Mato Grosso. Ao Olhar Direto, Ramos disse, “o fato de a sociedade e, principalmente, os empregadores terem mais consciência do que significa um curso tecnólogo, tem aberto portas aos profissionais com essa formação. Eles ainda têm muitas barreiras e preconceitos a superar – mas, no geral – já são bem mais aceitos pelas grandes e médias empresas, que tinham restrições em relação à formação desses profissionais&quot;.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;É bom saber que existem pessoas na política brasileira preocupadas em mudar esse quadro sombrio em que os tecnólogos são proibidos de participar de concursos públicos, como aconteceu com a Petrobrás por diversas vezes, por exemplo (&lt;a href=&quot;http://espacodotecnologo.blogspot.com/2010/12/petrobras-nao-aceita-tecnologos.html&quot;&gt;clique aqui pra ler a respeito&lt;/a&gt;). Esperamos que atitudes como essas e leis como essas, apareçam mais vezes pra permitir que nós, tecnólogos, possamos mostrar ao mercado todas as nossas qualidades.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.olhardireto.com.br/noticias/exibir.asp?edt=33&amp;amp;id=163601&quot;&gt;http://www.olhardireto.com.br/noticias/exibir.asp?edt=33&amp;amp;id=163601&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://espacodotecnologo.blogspot.com/2011/03/tecnologos-podem-prestar-concurso.html</link><author>noreply@blogger.com (Guilherme Ferreira)</author><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1855416751412188170.post-3350626438319788886</guid><pubDate>Sat, 12 Mar 2011 21:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-12T13:25:20.630-08:00</atom:updated><title>Mais preconceito com os tecnólogos</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Vejam vocês como é a vida, semana passada (&lt;a href=&quot;http://espacodotecnologo.blogspot.com/2011/03/cra-contra-os-tecnologos-e-o-projeto-de.html&quot;&gt;como pode ser lido aqui&lt;/a&gt;) falei sobre a campanha que os Conselhos de Administração estão fazendo contra os tecnólogos da área. Entitulada de&amp;nbsp;“Administrador, diga não”, a campanha serve apenas pra aumentar ainda mais o preconceito contra os cursos de tecnologia. Apesar dessa campanha, o Presidente do Conselho, Pedro Rocha Fiúza, disse ao jornal Diário do Comércio, que em Minas Gerais faltam profissionais registrados na área.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Segundo ele, essa defasagem provoca o fechamento de diversas empresas que teriam potencial, mas que por falta de gestão não conseguem sobreviver por muito tempo. Disse ainda que, a falta de conhecimento da sociedade sobre as atribuições do Administrador e a ausência de alguns pontos importantes na legislação brasileira ainda dificultam um maior desenvolvimento da profissão. Apesar de confessar que o mercado carece desse tipo de mão de obra fez questão de desdenhar dos tecnólogos no final da reportagem.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Fiúza afirmou que,&amp;nbsp;somente com os quatro anos de graduação o estudante da área está preparado para ter uma visão sistêmica de forma a dar equilíbrio a uma organização. Se o sr. Fiúza me dá licença, se isso fosse verdade, não faltariam tantos profissionais e tantas empresas naõ quebrariam com suas brilhantes gestões como ele próprio aponta.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;É revoltante ver declarações como essa. Eu moro na capital de Minas Gerais e estou prestes a me graduar na área administrativa e não consegui nem um estágio durante os dois anos de curso. É estranho dizer isso já que o sr. Fiúza afirma haver falta de mão de obra desse tipo, exatamente no mercado em que me encontro. É por atitudes como a desse sr. que o preconceito contra os tecnólogos só aumenta. É por essas declarações que as empresas ficam sempre com um pé atrás pra contratar um tecnólogo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Pois eu afirmo que me sinto muito preparado pra exercer minha profissão e tenho certeza que eu e meus colegas temos muito mais competência e preparação que diversos alunos de administração, que ficam quatro anos sentados na sala de aula e só por isso acham que sabem mais do que quem ficou dois ou três. Quantos vezes teremos que provar que quantidade não é sinônimo de qualidade? Quantas vezes teremos de brigar por nossos direitos? &lt;b&gt;Os cursos de tecnologia são uma formação acadêmica de nível superior e nós temos todo o direito de ocupar os mesmos postos de trabalho que os bacharéis.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A concorrência por uma vaga não deveria se dar por um pedaço de papel que mostra quanto tempo um ou outro estudou, mas pela competência pessoal de cada um. Porque será que os administradores (vide todos os bacharéis) têm tanto medo de ter sua formação equiparada à dos tecnólogos? Certamente porque sabem que vão perder espaço pelo profissional tecnólogo que está muito mais preparado pra enfrentar o dia-dia de uma &amp;nbsp;profissão. Se a formação tradicional fosse tão perfeita e proporcionasse tanta base aos alunos como disse o sr. Fiúza, eles não precisariam ficar tão preocupados e receosos com os tecnólogos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Dito tudo isso, o único sentimento que consigo ter nesse momento é revolta.&lt;/div&gt;</description><link>http://espacodotecnologo.blogspot.com/2011/03/mais-preconceito-com-os-tecnologos.html</link><author>noreply@blogger.com (Guilherme Ferreira)</author><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1855416751412188170.post-6579446170567192679</guid><pubDate>Sat, 05 Mar 2011 17:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-05T09:48:48.588-08:00</atom:updated><title>CRA contra os tecnólogos e o Projeto de Lei 7.280/10</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O Sistema de Conselhos Regionais de Administração e o Conselho Federal de Administração (&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 15px;&quot;&gt;CFA/CRAs)&lt;/span&gt;&amp;nbsp;estam fazendo uma campanha contra os tecnólogos da área de administração por se opor de forma radical ao Projeto de Lei&amp;nbsp;7.280/10 do Deputado Átila Lira - PSB /PI, através do protocolo de um ofício à Câmara de Deputados, em Brasília-DF, no final do ano passado. O referido projeto regulamenta o exercício da profissão de Administração para permitir aos diplomados em cursos superiores de Tecnologia, Mestrados e Doutorados em Administração o exercício da profissão.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Por ser tecnólogo - da área de administração - e, portanto, interessado direto na aprovação do projeto, sou a favor do mesmo. No entanto, entendo a posição dos bacharéis em administração que têm certo receio de ter sua profissão equiparada a outros cursos. É preciso salientar, no entanto, que as competências técnicas necessárias à execução da atividade de administrar pode ser perfeitamente aprendida através de um curso de tecnologia. Não posso dizer quanto aos Mestrados e Doutorados, por não ter tido a oportunidade de estar nessa situação. Mas como tecnólogo em Processos Gerenciais, afirmo que todos nós temos competência pra atuar como Administradores.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Afirmo que essa é uma decisão delicada e que precisa ser analisada com cuidado por ambas as partes interessadas. O que se propõe nesse projeto, não é o desrespeito à formação dos bacharéis em Administração, como aconteceu, por exemplo, com o Diploma dos Jornalistas, deixo claro que não estou defendendo nenhuma posição sobre esta última decisão. Mas não acho que os bacharéis devam fazer tanto escarssel em torno desse projeto, uma vez que, ele propõe uma extenção ao título de administrador a cursos que ensinam as mesmas bases. Porém algumas questões precisam ser respondidas como, o piso salarial será o mesmo para todas as formações? Quais cursos de tecnologia receberão o título de administrador? Afinal, cada um deles tem uma abordagem diferente.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O texto do projeto de lei justifica o mesmo, da seguinte forma:&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;A lei que disciplina o exercício da profissão de&amp;nbsp;Administração, anteriormente Técnico em Administração (Lei nº 4.769, de 9 de&amp;nbsp;setembro de 1965, alterada pela Lei nº 7.321, de 13 de junho de 1985), foi&amp;nbsp;concebida para regulamentar o exercício de profissão que, na época, apenas era&amp;nbsp;permitido aos portadores de diplomas de bacharel em Administração devidamente&amp;nbsp;registrados nos conselhos profissionais. &amp;nbsp;Porém, nas últimas décadas, o mercado de trabalho passou&amp;nbsp;a absorver diferentes tipos de profissionais com perfis semelhantes, o que&amp;nbsp;propiciou o surgimento de cursos superiores de Tecnologia assim como o&amp;nbsp;aprimoramento de inúmeros profissionais em outras áreas que, visando uma&amp;nbsp;melhor qualificação técnica, buscaram cursos de mestrado e doutorado na área&amp;nbsp;de Administração.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;E, tanto pelo exame dos currículos dos cursos superiores de&amp;nbsp;tecnologia e dos de mestrado e doutorado em Administração credenciados ou&amp;nbsp;reconhecidos pelo Ministério da Educação quanto pela profundidade dos temas&amp;nbsp;abordados, podemos afirmar que esses profissionais estão mais do que&amp;nbsp;preparados para o exercício da profissão de Administrador.&amp;nbsp;Não estamos, dessa forma, propondo que qualquer um&amp;nbsp;possa exercer a profissão de Administrador que já está devidamente&amp;nbsp;regulamentada há vários anos. Queremos, sim, estender a atribuição profissional&amp;nbsp;(e a respectiva disciplina da fiscalização) aos portadores de diplomas em cursos&amp;nbsp;superiores de Tecnologia, Mestrados e Doutorados em Administração. E isso só&amp;nbsp;pode ser pensado em decorrência da consolidação do ensino superior brasileiro&amp;nbsp;em Administração, que tem sido feita de forma criteriosa e com qualidade&amp;nbsp;crescente, tanto em relação aos cursos superiores em tecnologia quanto aos&amp;nbsp;cursos em nível de graduação ou pós-graduação.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;Nossa pretensão é, portanto, ampliar o mercado para&amp;nbsp;profissionais que estão sendo qualificados em cursos que não existiam à época&amp;nbsp;da entrada em vigor da legislação regulamentadora do exercício da profissão de&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;Administrador.&amp;nbsp;Assim sendo, por acreditarmos que a nossa proposição fará&amp;nbsp;justiça aos profissionais que, embora capacitados profissionalmente, não podem&amp;nbsp;hoje exercer a profissão, pedimos o apoio dos nobres Colegas para a aprovação&amp;nbsp;da matéria.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Qual a sua opnião em relação ao tema? Comente!&lt;/div&gt;</description><link>http://espacodotecnologo.blogspot.com/2011/03/cra-contra-os-tecnologos-e-o-projeto-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Guilherme Ferreira)</author><thr:total>61</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1855416751412188170.post-5797736253336903797</guid><pubDate>Sun, 13 Feb 2011 18:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-13T10:59:11.772-08:00</atom:updated><title>Técnólogo pela Desciclopédia</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O eterno embate entre técnicos e tecnólogos parece não ter um final breve, apesar do desejo de todo tecnólogo em ser reconhecido. Fazendo uma pesquisa acerca do tema, eis que caí na famosa versão &quot;pirata&quot; da Wikipédia, a Desciclopédia. Como não podia deixar de ser, os tecnólogos estão bem (ou mal) representados por lá. Assim como, todo o conteúdo desse site, o texto é repleto de piadas, acidez e um pouco de mal gosto. Só não digo que é preconceito porque essa é a marca registrada do site. Vamos ver o tem por lá:&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O site diz que a definição para o termo &quot;tecnólogo&quot; é, &quot;vamo direto ao assunto&quot;, isso pela pressa em se formar antes dos outros. Também de acordo com o site, os tecnólogos são especializados em certo setor, sub-setor e especificidade. &quot;Fazendo uma analogia, se houvesse um tecnólogo em medicina, ele deveria entender de no máximo dois dedos de uma das mãos, esquerda ou direita, não sendo possível ser exercer nas duas ao mesmo tempo.&quot;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O embate entre bacharéis e técnológos não ficou de fora da sátira, o texto ensina uma técnica pra lidar com a nossa espécie que consiste em: &quot;dar pequenas gargalhadas intervaladas que vão aumentando em função do tempo. Para um maior impacto, é aconselhável apontar o dedo indicador para a cara do sujeito. Dependendo da vítima, o terceiro ou quarto nível da risada faz com que ela se joge no chão e tenha espasmos, gritando histéricamente frases do tipo &quot;mas eu sou de nível superior&quot; e &quot;eu não sou técnico&quot;.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E o mercado de trabalho? Segundo eles é farto. &quot;Farta empregos em todos os setores&quot;. Ainda segundo a Desciclopédia, o mercado paga muito pra quem estudou por mais de seis semestres e paga mais barato pra quem é técnico. E os tecnólogos? &quot;O tecnólogo encontra-se então no chamado limbo mercadológico, o mesmo lugar onde vão parar os estudantes de educação física que fazem este curso achando que vão virar personal training.&quot;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Apesar de engraçado eu, que sou tecnólogo, fiquei &quot;p da vida&quot; com o texto. Quem têm que enfrentar preconceito e desconhecimento por parte de 80% das pessoas, sabe como é difícil perseverar nos cursos de tecnologia. Mesmo com todos esses fatores aparentemnte negativos, o mercado em torno dos tecnólogos não pára de crescer. Segundo a revista Info, os cursos superiores de tecnologia representam 16% da oferta de graduação no país e o número de alunos matriculados cresceu, entre 2002 e 2008, de 81,3 mil para 421 mil.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em tempo, as definições da Desiciclopédia podem até ter alguma verdade, mas não refletem a realidade pura. O desconhecimento, é sim, muito grande, o preconceito também, mas, pouco a pouco, essa situação vai mudando. Com o aumento do número de tecnólogos no mercado, as empresas vão ter que começar a rever seus conceitos e contratar essa mão de obra excedente e quando fizerem isso vão perceber o quanto esse profissional é qualificado. Mas não pense que esse quadro vai demorar a se formar, as peças já estão se posicionando, e você, vai esperar pra ver? O que achou do texto da Desciclopédia? Ficou revoltado? Comente!&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;Com informações da &lt;a href=&quot;http://desciclo.pedia.ws/wiki/Tecn%C3%B3logo&quot;&gt;Desciclopédia&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://info.abril.com.br/noticias/carreira/diploma-de-tecnologo-vale-em-concurso-e-pos-26072010-6.shl?2&quot;&gt;Info&lt;/a&gt;.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://espacodotecnologo.blogspot.com/2011/02/tecnologo-pela-desciclopedia.html</link><author>noreply@blogger.com (Guilherme Ferreira)</author><thr:total>7</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1855416751412188170.post-6813627285345027033</guid><pubDate>Sun, 06 Feb 2011 21:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-06T14:15:31.215-08:00</atom:updated><title>Volta às aulas</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Que tal dar uma descontraída? Afinal, o ano de 2011 mal começou e o mês de janeiro já foi pro beleléu. Agora, estamos entrando em fevereiro e, portanto, voltando às aulas. E este ano sem interrupções até março, já que o carnaval que tradicionalmente ocorre no mês 2, este ano se deslocou para o mês 3. Se as suas férias foram muito boas, você estar se lamentando, mas se foram razoáveis deve estar desesperado para o início das aulas. Eu faço parte do segundo grupo, minhas férias não foram uma porcaria, mas também não foram dignas de Oscar e eu sinto falta do ritmo, da correria. A gente reclama, mas no fundo sente falta.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Eu estou particularmente ancioso pelo início das atividades, até porque, esse é meu último semestre e preciso começar com tudo em cima pra fechar com chave de ouro. Gosto de voltar às aulas, os primeiros dias são ao mesmo tempo animadores, porque é tudo, ou quase tudo, novo, mas ao mesmo tempo é uma lorota. Vai dizer que não gosta de chegar outra vez pra aulas, ver os amigos contar e escutar as novidades que ocorreram nesses quase três meses de recesso? Vai dizer que não gosta de sentar na sua cadeira e abrir o seu caderno novo (agora é so o caderno ou, no máximo, uma caneta, porque na época de escola era aquela parafernália, até papel higiênico chegavam a pedir na lista de material), só esperando receber todas as linhas fruto do seu conhecimento? Vai dizer que não gosta de ver os professores pela primeira vez e ouví-los falando animadamente para os planos de sua matéria pro semestre. Mas também não vá dizer que não detesta aquele blá blá blá de primeira aula, é professor se apresentando, contando o que fez e o que deixou de fazer na vida. E o que mais me irrita: os alunos se apresentando para o novato professor. - Meu nome é x, eu tenho x anos e trabalho com isso, isso e aquilo. Estou fazendo esse curso porque blá blá blá...eu não suporto. Quando no semestre anterior a nova professora pediu pra cada um escolher uma pessoa e com a primeira letra do nome dela dá-la um adjetivo com essa mesma letra e dizer o porquê dessa escolha...eu prometi pra mim mesmo não comparecer nas primeiras aulas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os professores. São esses que mais me interessam, assim que entra o novato, você pensa - Hum! Não gostei desse. - Olha, esse parece ser bacana! - Olha, que professora gata (o)! E assim que ele termina de apresentar seus planos e sai de cena, rolam os comentários (rolam ou não rolam?). - Putz, esse aí parece ser muito inteligente. - Credo, a gente vai precisar tomar cuidado com esse...e por assim vai. O mais interessante é que ao longo do semestre nossas impressões vão mudando completamente. Não dizem que a gente só conhece uma pessoa com a convivência? Também é assim com os professores. Às vezes a gente pensa que esse ou aquele professor é muito, muito competente. Ledo engano, com o passsar do tempo, o cara não corresponde às expectativas e aí é só xingamento. Aliás, já reparou como as conversas mudam do início para o fim do semestre? No início é só elogio, no final todos são horríveis, incompetentes e não têm um pingo de dó de despejar tantos trabalhos em cima da gente.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O mais bacana de analisar os professores é que eles têm basicamente o mesmo perfil:&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;*O distraído:&lt;/b&gt; tem aquele professor que começa falando uma coisa e de repente acaba entrando em outro assunto diferente do inicial e que toma diversos caminhos obscuros e quando a aula acaba a gente percebe que o assunto tratado se perdeu completamente e o professor, mais uma vez, viajou na maionese;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;*O palhaço:&lt;/b&gt; com esse eu não tenho muita paciência. Saba aquele professor que faz tudo na base da palhaçada? Sempre tem uma brincadeira na ponta da língua, faz piadinha a todo momento e transforma a sala em um verdadeiro circo? Não que eu ache um professor muito sisudo uma maravilha (a aula deles dá sono), mas tudo em excesso me encomoda;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;*O sisudo:&lt;/b&gt; esse tem o perfil contrário ao do anterior. Sempre muito sério e extremamente profissional, ele está ali unicamente pra trabalhar e quando fala alguma coisa da vida pessoal todo mundo assusta...&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;*O limitado:&lt;/b&gt; fica preso, em todos as suas aulas, ao conteúdo do livro indicado. Suas falas, slides e exemplos são uma verdadeira cópia do livro. Segue extritamente cada página e cada capítulo do mesmo. Quando perguntado de alguma coisa fora do livro/metéria, vixi...&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;*O preguiçoso:&lt;/b&gt; esse é do tipo que dá aulas muito curtas (uma explicação rápida e uma atividade o resto da aula), na maioria das vezes sentado. Suas provas são feitas da forma que lhes permita uma correção à jato, sem dar muito trabalho. As aulas são muito práticas - pra eles - e fazem de tudo para facilitar suas vidas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Então, acho que esses são os tipos mais comuns de professor. Perceba ao longo do seu semestre e tente classificar seus professores dentro de um ou mais desses perfis, eles podem apresentar características de mais de um perfil, ou ora estar de um jeito e ora de outro jeito. Mas uma coisa eu aprendi ao longo de tantos anos de estudo: não existe professor perfeito cabe ao aluno definir a qualidade do que é aprendido. Estar interessado, pesquisar sobre os assuntos apresentados, ler os livros recomendados e o mais importante, não ficar preso ao conteúdo apresentado em sala de aula. É preciso ir além, pois é o esforço e a competência de cada um que define o seu sucesso.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ainda tenho esperanças de conseguir um estágio esse semestre, não gostaria de ter que contar por aí que fiz um tecnólogo e não consegui um estágio na minha área. Continuemos lutando pelo fim do preconceito contra os cursos de tecnologia! Vou concluir o meu e quero estampá-lo no meu currículo com muito orgulho. E você, animado pra as aulas? Conhece outro perfil de professor? Comente, é sempre um prazer ler outras opniões, até a próxima!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;</description><link>http://espacodotecnologo.blogspot.com/2011/02/volta-as-aulas.html</link><author>noreply@blogger.com (Guilherme Ferreira)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1855416751412188170.post-777840665584561638</guid><pubDate>Sun, 16 Jan 2011 00:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-13T11:02:00.555-08:00</atom:updated><title>De novo: gerações</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Essa coisa de gerações me deixou muito entusiasmado, essa forma de classificar as pessoas e definir suas características, gostos e aptdões pela época em que nasceram faz todo sentido, afinal, o contexto em que vivemos define muito do que nós somos. Dizer que uma pessoa de uma determinada geração não tem nenhuma característica das demais é simplificar as coisas. Afinal, cada um é cada um.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Pesquisando pelo tema encontrei o texto abaixo escrito por Pedro Nadaf e que define muito bem as gerações tratadas no texto anterior aqui no blog (leia &lt;a href=&quot;http://espacodotecnologo.blogspot.com/2011/01/baby-boomers-geracao-x-y-z-e-os_10.html&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;). Vamos então dar um tempinho na discussão dos tecnólogos?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;Qual é a sua geração?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;Por Pedro Nadaf&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Sou um X, nada de incógnita, não pretendo discutir uma relação matemática. Falo da geração a que pertenço. Sou um Gen X para abreviar a questão. Sou de uma geração de pessoas que não vivem da utopia. Felizmente estou nas estatísticas dos que amadureceram, “rejuvenecendo” e que no trabalho não se assustaram com a chegada dos ansiosos, infiéis, insubordinados e apressados em subir na carreira, que é o perfil da maioria dos profissionais da geração Y. Escapei de me tornar um “slackers”, que pertencem à minha época, mas que tornaram-se problemáticos, depressivos, pelo inconformismo da nova realidade social e rompimento de padrões, ou por outras questões pessoais e de trabalho.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Se sou fruto de uma geração chamada de perdida, procurei me achar, ora jogando sem medo, para o alto, algumas convenções e padrões impostos. Contudo mantive certas regras, que julgo fundamentais para uma vida, a exemplo da convivência hierárquica de pai e filho. Tenho dois filhos, Pedro e Thiago. A convivência nem sempre é harmoniosa entre a geração X e a Z , considerados nativos digitais, por nascerem no boom tecnológico. Há divergências de opiniões, da forma de ver o mundo, mas é diferente dos pais de outras gerações. É uma tendência dos pais X serem mais liberais, contudo, não deixam de cobrar a disciplina, as boas notas no colégio, solicitar que desliguem a televisão quando estão estudando, e vigiar o horário de chegar em casa, quando dão passaporte para as baladas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ter filhos que nasceram no advento da internet, para os pais da geração X, nem sempre é mais fácil do que para os baby-boomers, nascidos logo após a Segunda Guerra Mundial. Dizem que os indivíduos da Geração X guardam um segredo a sete chaves: eles geralmente relutam de perguntar o que não sabem em relação ao universo on-line. Já os boomers aceitam pedir ajuda neste assunto e com muita facilidade. Afinal, sua vida virtual não é assim bem desenvolvida, salvo exceções. Conheço muitos boomers surpreendentes no ambiente corporativo e muito antenados com a tecnologia.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Falando do mundo corporativo, nós da geração X tivemos gestores boomers que exerceram e têm exercido lideranças muito eficientes. Hoje somos os gestores da geração Y, e a nossa missão, sem dúvida, é mais árdua, não diria impossível.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Só gostaria de ver como será o amanhã, com uma legião de Y dando o comando para a geração Z. Será que nós da geração X seremos respeitados como respeitamos os boomers no ambiente corporativo? Penso até que isso possa ocorrer, mas com ingredientes inovadores no relacionamento.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Haverá sempre outras gerações nascendo e outras teorias para definir seus nomes. Hoje ao invés de perguntar qual é sua idade, podemos perguntar qual é a sua geração? Em tempo, da minha geração pertencem todos que nasceram entre 1961 a 1981 e sou filho, com muito orgulho, de veteranos. Qual é sua geração?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;Pedro Nadaf é secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia do Estado de Mato Grosso e presidente do Sistema Fecomércio/Sesc e Senac-MT&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;Este texto foi retirado do site&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.artigonal.com/educacao-online-artigos/qual-e-a-sua-geracao-2997061.html&quot;&gt;Artigonal (Diretório de Artigos Gratuitos)&lt;/a&gt;.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://espacodotecnologo.blogspot.com/2011/01/de-novo-geracoes.html</link><author>noreply@blogger.com (Guilherme Ferreira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1855416751412188170.post-7737791002377941455</guid><pubDate>Mon, 10 Jan 2011 17:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-10-04T20:12:02.389-07:00</atom:updated><title>Baby Boomers, geração  x, y, z e os tecnólogos</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Dia desses assisti um programa na Globo News que falava sobre o conflito de gerações no trabalho. O programa trabalhava com três gerações diferentes: os chamados baby boomers, a geração x e a geração y. Ao final do programa foram também citados os que se se situam na geração z, mas essa geração ainda está na escola, não foi pra faculdade e muito menos para o mercado de trabalho. A reportagem chamou a atenção para duas coisas: empresas que possuem empregados das três gerações quase sempre terão conflitos internos e a empresa do futuro será aquela que conseguir integrar todas essas gerações de forma produtiva, afinal, cada uma tem suas habilidades específicas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Baby Boomers&lt;/b&gt; são todos aqueles nascidos durante a explosão populacional (baby boom - explosão de bebês) pós Segunda Guerra Mundial quando os os soldados voltaram para suas casas e começaram a ter filhos. Normalmente são as pessoas nascidas no final da década de 1940. Na prática, no entanto, se consideram como Baby Boomers os nascidos entre 1946 e 1964, separados em duas gerações: Primeiros Boomers (1946 a 1954); Boomers posteriores (1955 a 1964). Acadêmicos justificam o fato explicando que o ser humano tem uma característica de aumentar a reprodução quando se sente ameaçado ou em perigo por determinados períodos, que foi o caso da Segunda Grande Guerra.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Fizeram parte da era do Rock and Roll e do movimento Hippie, da contestação política e social e dos movimentos pela paz. Viveram também a guerra do Vietnã, a ideologia libertária e o feminismo, entre muitos outros movimentos que mudaram a sociedade para as próximas gerações. Tais fatores explicam muito sobre o modo de pensar dessa geração, que é contestadora e lutou muito por seus direitos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj99DlZrKClSreL7okJGtRAAYZMoSImt2Y43GiF7DwueKaBOdzwbhnba9AyfCMLOoV8rTnQsp3HRqpKWAoqPHUwJk8wbH-UkzfaDYjVV5eardu94stbkUe8bUg-lwO8oC3iSKqpSMLZGEfX/s1600/guerra+fria+1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;375&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj99DlZrKClSreL7okJGtRAAYZMoSImt2Y43GiF7DwueKaBOdzwbhnba9AyfCMLOoV8rTnQsp3HRqpKWAoqPHUwJk8wbH-UkzfaDYjVV5eardu94stbkUe8bUg-lwO8oC3iSKqpSMLZGEfX/s400/guerra+fria+1.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os baby boomers possuem renda mais consolidada; tem um padrão de vida mais estável; não se influencia facilmente por outras pessoas; não vê o preço como obstáculo para perseguir um desejo; é firme e maduro nas decisões.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A &lt;b&gt;Geração X&lt;/b&gt; agrega todas as pessoas que nasceram entre os anos de 1960 e 1980, são os filhos dos Baby Boomers e pais da Geração Y. Essa geração entrou numa época fora das perspectivas utópicas, tendo que se conformar com um padrão de vida mais realista e consumista e em pleno período de Guerra Fria. São da época&amp;nbsp;do &amp;nbsp;tropicalismo brasileiro e enfrentaram a Ditadura Militar de 64,&amp;nbsp;viram o início da globalização, da primeira ida do homem à lua, do capitalismo e do consumismo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Nessa época houve o florescimento do Downsizing corporativo (técnica originada das abordagens contemporâneas da Administração, voltada a eliminar a burocracia corporativa desnecessária e focada no centro da pirâmide hierárquica) o qual girava em torno da segurança no emprego. São, desse modo, pessoas mais seguras e fiéis ao emprego que possuem, ao contrário da Geração Y que mudam de emprego conforme seus interesses pessoais. Por serem tão firmes no emprego e empenhados em mantê-lo ocupam hoje posições de chefia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj-ePSGdvpGUK0y2LsaDw2XBfHYU0cDnOMtdjuI92t0H7iUD10HNipYeHNyithSq0cjyhK7Y-K6ame-xgnB-ILy-ZQ9JiNUD9pqwpMEJVi8bggj629gBpqXgLQbF07o5Q8VGQAa5rjqtZ5E/s1600/ditaduraw1181h827.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;448&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj-ePSGdvpGUK0y2LsaDw2XBfHYU0cDnOMtdjuI92t0H7iUD10HNipYeHNyithSq0cjyhK7Y-K6ame-xgnB-ILy-ZQ9JiNUD9pqwpMEJVi8bggj629gBpqXgLQbF07o5Q8VGQAa5rjqtZ5E/s640/ditaduraw1181h827.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
São características da Geração X: busca da individualidade sem a perda da convivência em grupo; ruptura com as gerações anteriores; maior valor a indivíduos do sexo oposto e busca por seus direitos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Na verdade, é difícil separar os acontecimentos históricos vividos pela Geração X e Y, pode se dizer que os baby boomers presenciaram o início desses movimentos e a Geração X o fim.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
São considerados integrantes da &lt;b&gt;Geração Y&lt;/b&gt; os nascidos após 1980. Segundo Eline Kullock, maior especialista em geração Y do Brasil, essa é uma geração que adora feedback, é multitarefa (estuda enquanto ouve música; trabalha enquanto conversa em redes sociais), sonha em conciliar lazer e trabalho e é muito ligada em tecnologia e novas mídias. Muitos chamam essa geração de &quot;Troféu&quot; porque gozaram de benefícios não vividos por outras gerações, como uma era livre de guerras, bons momentos econômicos e uma liberdade até então nunca dada pelos pais aos filhos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
São impacientes e não conseguem ficar muito tempo no mesmo emprego, preocupados com si próprios e interessados em construir um mundo melhor, engajam-se em causas sociais e ambientais com facilidade. Folgados, distraídos, superficiais e insubordinados são outros adjetivos menos simpáticos, segundo a Revista Galileu.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Mas o quê tudo isso tem haver com os tecnólogos? Depois de assistir a reportagem eu pensei, se já nas faculdades essas gerações pudessem se comunicar, o enriquecimento de cada um dentro das salas de aula seria muito maior, a troca de experiências de quem já passou pelo mercado de trabalho e sabe de suas mazelas melhor do que ninguém, e a criatividade e interatividade com a tecnologia que têm os mais novos poderiam ser levados como experiência para o mercado de trabalho. Daí, alguns poderiam dizer que essa troca já acontece na interação professor-aluno, mas se houvesse uma interação entre gerações diferentes, todos na condição de aluno o aprendizado seria muito maior.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Eis que os cursos tecnólogos fazem exatamente isso. Me diga: em qual outro tipo de graduação você vai encontrar uma sala de aula com alunos de idades tão distintas como ocorre em uma graduação tecnológica? Nos cursos bacharelados a grande maioria das pessoas são jovens recém saídos do ensino médio, mas nos cursos tecnológicos a situação é bem diferente. Como já destaquei em posts anteriores (leia mais &lt;a href=&quot;http://espacodotecnologo.blogspot.com/2010/11/ambiente-demografico-dos-tecnologos.html&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;), a maioria das pessoas que buscam os cursos de tecnologia são as que já estão inseridas no mercado e querem uma oportunidade de concluir um curso superior, seja para buscar maior conhecimento na área atuante, seja para ascender na carreira, são geralmente pessoas na faixa etária de 25 a 30 anos, de acordo com o Guia do Estudante.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Aos poucos esse perfil de aluno está se diversificando para recém saídos do ensino médio/técnico que estão em busca de uma profissão nova que não existe na graduação tradicional, e o curso de tecnologia o possibilita. Ou seja, a &quot;mistura&quot; entre gerações em salas de aula de cursos tecnológicos tem sido cada vez mais comum. Eu, por exemplo, estudo em uma sala em que as idades variam de 19 até 50 anos. E eu posso garantir que é gratificamte trabalhar com pessoas muitas vezes tão diferentes, seja na forma de pensar ou agir.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os cursos de tecnologia primam pelo saber fazer e dessa forma o número de trabalhos em grupo é muito grande e costuma ocupar a maior parte da grade dos cursos, ao contrário nos bacharelados em que destaca-se a monografia (um trabalho extremamente isolador). Sabemos que o mercado de trabalho busca pessoas que saibam trabalhar em equipe e se você cursa uma faculdade que lhe propicia um número considerável de trabalhos em grupo, e ainda com pessoas tão diferentes, é um ganho e um diferencial como profissional.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Por isso, tenho certeza que vou sair do meu curso preparado para o mercado de trabalho e para o trabalho em equipe, tão prezado nos dias de hoje. Sei que vou saber trabalhar com qualquer tipo de pessoa, de diferentes idéias, diferentes idades e gerações. Está aí, mais um diferencial positivo da graduação tecnológica. É a graduação do futuro, preparando profissionais do futuro que trabalharão nas empresas do futuro.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Clique &lt;a href=&quot;http://globonews.globo.com/Jornalismo/GN/0,,MUL1639080-17671,00.html#&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt; para assisitir ao referido programa da Globo News.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Referências:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/goog_15693659&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos3/Geracao_X.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/goog_15693659&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;http://www.rhportal.com.br/artigos/wmview.php?idc_cad=2secghy8r&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/goog_15693659&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/goog_15693659&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos/Geracao_Baby_Boomer.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/goog_15693659&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/ foco em gerações&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://revistagalileu.globo.com/Revista/Galileu/0,,EDG87165-7943-219,00-GERACAO+Y.html&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;http://revistagalileu.globo.com/Revista/Galileu/0,,EDG87165-7943-219,00-GERACAO+Y.htm&lt;/span&gt;l&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://espacodotecnologo.blogspot.com/2011/01/baby-boomers-geracao-x-y-z-e-os_10.html</link><author>noreply@blogger.com (Guilherme Ferreira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj99DlZrKClSreL7okJGtRAAYZMoSImt2Y43GiF7DwueKaBOdzwbhnba9AyfCMLOoV8rTnQsp3HRqpKWAoqPHUwJk8wbH-UkzfaDYjVV5eardu94stbkUe8bUg-lwO8oC3iSKqpSMLZGEfX/s72-c/guerra+fria+1.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1855416751412188170.post-1806941769110917307</guid><pubDate>Thu, 06 Jan 2011 16:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-01-06T08:55:49.724-08:00</atom:updated><title>Petrobrás e tecnólogos</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Os leitores continuam indignados com o pouco caso de empresas estatais com os tecnólogos. Informo, portanto, aos que perguntaram, que &lt;b&gt;o atual concurso da Petrobrás&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 15px; line-height: 20px;&quot;&gt;&lt;b&gt;com inscrições que vão até o dia 27 de janeiro de 2011 também não aceita tecnólogos.&lt;/b&gt; Basta procurar no edital as especificações que os candidatos devem ter para assumir os cargos. No caso dos cargos que exigem nível superior é exigido o bacharelado, ou seja, tecnólogos não podem ocupar nenhuma das 220 vagas de nível superior. As remunerações atingem R$6.217,19.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://espacodotecnologo.blogspot.com/2011/01/petrobras-e-tecnologos.html</link><author>noreply@blogger.com (Guilherme Ferreira)</author><thr:total>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1855416751412188170.post-4502793085083131583</guid><pubDate>Sun, 02 Jan 2011 21:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-01-02T13:40:22.755-08:00</atom:updated><title>Tempo: fator essencial</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Um dos grandes, se não o maior, diferencial dos cursos de tecnologia é a curta duração. Mas esse diferencial é ao mesmo tempo o céu e o inferno. É o céu porque muitos alunos escolhem essa graduação exatamente por poder entrar mais rápido no mercado, ao mesmo tempo muitas empresas (como as estatais, por exemplo) não confiam em contratar alguém que estudou com uma carga horária às vezes 50% menor que a dos cursos tradicionais.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;À primeira vista pode parecer realmente que a diferença é muito grande e quem fez um tecnólogo sabe menos do que um bacharéu. Claudio de Moura Castro, colunista da revista Veja, em um artigo entitulado &quot;Por que quatro anos?&quot; faz esse mesmo questionamento e uma importante revelação: nos Estados Unidos e na Europa, há mais graduados de cursos de dois anos (ou menos) que de quatro anos. Argentina, Chile e Venezuela têm cerca de um terço de seus graduados em cursos curtos. É possível dizer que os estudantes desses países sabem menos que os brasileiros bacharéis? Não, é a minha resposta.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Se esses países tivessem um sistema educacional reconhecidamente fraco, economias definhantes e assim por diante, poderíamos afirmar que cursos de pouca duração não dão aos seus estudantes uma boa base. Mas isso não é verdade, muito pelo contrário. Recentemente no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), elaborado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil ficou com uma das piores médias. Segundo o &lt;a href=&quot;http://portaldaclube.globo.com/noticia.php?hash=1b168c83a81dc89c593459249921874a&amp;amp;id=33232&quot;&gt;Portal da Clube&lt;/a&gt; o Brasil ficou atrás de países como Bulgária, Romênia e os latino-americanos México, Chile e Uruguai. Fica à frente apenas da Colômbia, Kazaquistão, Argentina, Tunísia, Azerbaijão, Indonésia, Albânia, Catar, Panamá, Peru e Quirguistão.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;De todos os países que possuem cursos menores apenas a Argentina ficou atrás do Brasil, sem falar que pesos pesados e com educação de qualidade como EUA &amp;nbsp;e Europa têm mais cursos curtos que os tradicionais. Castro diz: &quot;os cursos para tecnólogos e os seqüenciais estão sendo regulamentados em períodos de dois a três anos. Criou-se, portanto, uma escadinha natural, indo de cursos de um ano (os técnicos) ao outro extremo, de sete (medicina). Corresponde à idéia de que o pulo para o curso de quatro anos é uma descontinuidade artificial. Cada carreira requer certas competências, e o tempo que leva para adquiri-las não tem por que ser igual – muito menos quatro anos.&quot;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ou seja, nem todas as competências precisam de quatro anos pra serem aprendidas. Eu já disse que faço Processos Gerenciais, o equivalente a administração, e acho minhas disciplinas (exceto por umas duas) perfeitamente &quot;aprendíveis&quot; em dois anos. Conheço diversas pessoas que já concluíram seus bacharelados e até hoje se perguntam porque fizeram determinadas matérias.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Catro continua, &quot;na verdade, pesquisas feitas nos Estados Unidos mostraram que 20% dos novos empregos requerem ensino superior, embora a oferta de graduados seja de 28% para essa faixa. Em contraste, 65% das ocupações exigem cursos curtos, apesar de somente 32% dos estudantes chegarem ao mercado com essa formação. Em outras palavras, o mercado mais dinâmico é o das formações curtas, não o das tradicionais, de quatro anos. Não temos estudos similares no Brasil, mas aqui a situação deve ser parecida. Isso se deve ao crescimento explosivo das ocupações da informática, dos escritórios, da área de saúde, de serviços pessoais e da indústria do lazer, do turismo, da hospitalidade e da instalação e manutenção de miríades de equipamentos. Portanto, não se trata de menos anos para as velhas ocupações, mas de novas ocupações requerendo menos tempo de estudo&quot;.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Esse parágrafo fala mais do mesmo: tecnólogos são bons cursos quando ocupam alguma área ainda não preenchida pelas graduações tradicionais, nesses casos a empregabilidade é quase certa. &quot;Não podemos nos esquecer das oportunidades que cursos curtos oferecem aos novos perfis de alunos que estão terminando o curso médio. Nos Estados Unidos, apesar de os Estados garantirem vaga em cursos superiores de quatro anos a todos os residentes, uma ampla maioria prefere a alternativa de dois anos. O mesmo acontece na França.&quot; Situação semelhante vêm acontecendo no Brasil, os alunos recém-saídos do ensino médio querem entrar logo no mercado de trabalho, seja por questões financeiras ou por simples falta de paciência pra ficar quatro longos anos estudando. Aqui, vale uma ressalva: se você estuda o que gosta vai querer ficar muito mais de quatro anos estudando. Sempre procure o curso que mais se assemelha com você, nunca opte apenas pela duração ou empregabilidade, a felicidade dentro do trabalho é que determina nosso sucesso.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E Castro finaliza seu artigo magistralmente: &quot;Mas as conquistas não são tranqüilas e definitivas. Há ameaças de vários lados. Umas por conservadorismo, outras para preservar reservas de mercado. Algumas associações de classe tentam defender seus feudos no tapetão da lei. Outros sonham nostalgicamente com uma universidade de pesquisa para todos, como se em algum país fosse assim. Para esses, oferecer diplomas ao cabo de dois anos é abastardar o ensino superior, sacrilégio imperdoável. Em sua cabeça não entra a idéia de que superior é tudo que vem depois do médio, incluindo a preparação para muitas ocupações novas ou que se transformaram.&quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leia o artigo completo no site da Veja:&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://veja.abril.com.br/210802/ponto_de_vista.html&quot;&gt;http://veja.abril.com.br/210802/ponto_de_vista.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://espacodotecnologo.blogspot.com/2011/01/tempo-fator-essencial.html</link><author>noreply@blogger.com (Guilherme Ferreira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1855416751412188170.post-1389819780570237927</guid><pubDate>Sun, 02 Jan 2011 02:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-01-01T18:06:59.502-08:00</atom:updated><title>Novidades no blog</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;É aquela velha frase: &quot;ano novo, vida nova&quot;. Então mudemos para: &quot;ano novo, blog novo&quot;. Brincadeiras à parte, a verdade é que o blog estava precisando de uma repaginada pra ficar mais moderno, funcional e com mais conteúdo. Apesar de tudo isso, o carro chefe dessas mudanças foi o Twitter.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Hoje, quem está na internet sem as famosas redes sociais não está inteiramente na internet. O twitter, facebook, o zumbi do Orkut e outras, são peças fundamentais pra manter a múltipla conectividade na web. Sejam blogs, sejam sites ou empresas, usar as redes sociais é sinônimo de sobrevivência. E devo confessar que fui resistente quanto a isso. Nunca gostei de orkut e por extenção não gostava do facebook. Sempre achei o twitter coisa de gente a toa. Até que tive de abrir uma conta no twitter para a empresa que trabalho (leia-se, que faço bico - ainda não me empreguei/estagiei) e me senti em casa. O twitter não é apenas uma ferramenta de diversão, mas uma ferramenta de comunicação e informação em tempo real. É a agilidade dos 140 caracteres que fazem do twitter, na minha opnião, a ferramenta de comunicação mais interessante da atualidade. De verdade, é a ferramenta que mais me deixa informado na internet, e são todos os tipos de informação: entretenimento, carreira, concursos, política, economia, esportes e mais o que você tiver interesse e ainda posso de garantir: não importa de qual tribo você é, lá você encontra sua turma.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_nXiNby_kuSc/TR_XoS7nmhI/AAAAAAAAAM4/t1PDdK0fbFQ/s1600/1293932422_twitter.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_nXiNby_kuSc/TR_XoS7nmhI/AAAAAAAAAM4/t1PDdK0fbFQ/s1600/1293932422_twitter.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Depois de falar mais do que devia vocês devem ter percebido que o facebook ainda não me ganhou, e é verdade. Orkut e facebook, pra mim, são a mesma coisa. O diferente do twitter é que você além de conversar com os amigos, consegue fazer novos amigos e ficar informado ao mesmo tempo, nenhuma ferramenta é tão multidisciplinar quanto o twitter. &amp;nbsp;Resumindo: precisava fazer um twitter para o blog. E com isso acabei aproveitando pra dar uma repaginada nele e acrescentar uns detalhes importantes. Vamos lá:&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Acrescentei uma barra de páginas, lá em cima, com algumas informações interessantes e que despertam muitas dúvidas, lá você encontra o conceito dos Cursos Superiores de Tecnologia, a lista completa com todos os cursos tecnológicos aprovados pelo MEC, sites recomendados e uma página com os links pra o download da Cartilha do Tecnólogo e do Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia elaborado pelo MEC. São leituras fundamentais pra qualquer tecnólogo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E na lateral as outras duas novidades. Uma, é a página para a assinatura do RSS/Feed do blog. Pra quem não sabe o que é isso tem uma explicação no final dessa postagem.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_nXiNby_kuSc/TR_XxvKLlII/AAAAAAAAAM8/bOiDdz53g8k/s1600/1293906886_RSS.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_nXiNby_kuSc/TR_XxvKLlII/AAAAAAAAAM8/bOiDdz53g8k/s1600/1293906886_RSS.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E a outra novidade é o link para o twitter, siga-nos e fique sabendo das novidades do blog e outras novidades de interesse da sua carreira acadêmica e profissional. E uma dica, se você ainda não tem twitter deixa de bobeira e vai fazer um. Garanto que vale a pena.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Logo mais tem um post novo e muito interessante baseado em um texto do Claudio de Moura Castro, colunista da Veja, com uma crítica à carga horária dos cursos superiores no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #38761d;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #38761d;&quot;&gt;RSS/Feed é um mecanismo através do qual&amp;nbsp;você receba alertas de atualização de conteúdo no momento em que as notícias são publicadas. Você pode ler os RSS feeds no seu programa de email, em programas específicos para isso ou em serviços on-line que juntam notícias de vários sites em um só endereço, onde você pode ler os textos dos sites que escolher ao invés de ter que visitar cada site que você gosta para saber se algum novo texto foi publicado. A notícia vai até você. Os leitores de RSS (também chamados de Agregadores de Notícia) são programas que reúnem os textos de seus sites preferidos em uma única tela e te avisam quando novidades são publicadas na internet.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #38761d;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #38761d;&quot;&gt;Existem dois tipos de leitores RSS, os programas que você instala no computador, celular ou PDA e aqueles que funcionam on-line. O primeiro caso é mais indicado para quem sempre vai ler os RSSs no mesmo computador (ou equipamento), e o segundo caso, para quem usa internet em vários locais diferentes, viaja muito ou tem internet de banda larga.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #38761d;&quot;&gt;Entre os leitores de RSS on-line (que dispensam instalação), alguns dos mais usados são: PageFlakes, Bloglines, Netvibes, GoogleReader. Para usar algum desses leitores, basta acessar os sites, se registrar e começar a usar cadastrando seus sites preferidos.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #38761d;&quot;&gt;Entre os que vc instala no computador, há algumas opções em software livre, como: RSS Owl, FeedReader.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #38761d;&quot;&gt;Depois de escolher um leitor de RSS, adicione o Espaço do Tecnólogo para receber os novos textos que forem publicados aqui. Para isso, basta clicar no ícone laranja da barra lateral ou acrescetar esse link no seu programa:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: cyan;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://feeds.feedburner.com/blogspot/lUwGf&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #38761d;&quot;&gt;http://feeds.feedburner.com/blogspot/lUwGf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://espacodotecnologo.blogspot.com/2011/01/novidades-no-blog.html</link><author>noreply@blogger.com (Guilherme Ferreira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_nXiNby_kuSc/TR_XoS7nmhI/AAAAAAAAAM4/t1PDdK0fbFQ/s72-c/1293932422_twitter.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1855416751412188170.post-7045869109332960180</guid><pubDate>Sat, 25 Dec 2010 16:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-10-04T20:09:04.058-07:00</atom:updated><title>Petrobrás não aceita tecnólogos</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Poxa, dei uma boa sumida do blog. Férias acabam sendo mais atrapalhadas quando a gente está a todo vapor nas aulas. Ainda mais fim de ano, natal e reveillon, as pessoas ficam desesperadas antecipadamente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
E como prometido há muito tempo vou comentar o caso do concurso da petrobrás que aconteceu em meados desse ano. Como já disse antes se o governo anda incentivando os cursos de tecnologia por achar que isso vai aumentar o número de pessoas com diploma de ensino superior eles deveriam ser os primeiros a absorver esse tipo de profissional. Como? Através de concursos públicos. Mas não é isso que ocorre, vide esse caso da petrobrás em que os tecnólogos se revoltaram por não poder participar do concurso que a estatal promoveu. Segundo um post que publiquei antes um especialista dizia que o motivo pra essa discriminação acontecer não é quanto ao mérito dos cursos de tecnologia, mas quanto a questões legais, afinal, os editais dos concursos exigem bacharéis.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
No caso da Petrobrás houve, no meu ver, discriminação zelada porque o edital trazia por escrito que tecnólogos não seriam aceitos. Transcrevendo: “Para todos os cargos, não serão aceitos cursos de Tecnólogo ou Licenciatura, com exceção do cargo Profissional de Ciências Humanas e Sociais Júnior – Pedagogia, onde é prevista a formação em Licenciatura Plena”. Subsidiárias como a BR Distribuidora e a Transpetro seguem a mesma política da Petrobras.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Segundo o &lt;a href=&quot;http://g1.globo.com/Noticias/Concursos_Empregos/0,,MUL601059-9654,00.html#tecnol&quot;&gt;Portal G1&lt;/a&gt;, &quot;a empresa justificou, por meio de sua assessoria de imprensa, que “avalia que os profissionais com título de bacharel, por possuírem uma formação mais completa, são aqueles que atendem plenamente às exigências inerentes às atividades da Petrobras. O plano de cargos da Petrobras prevê a contratação de profissionais de nível médio e nível superior para preenchimento dos cargos, não inclui tecnólogos”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Observem a última frase: a empresa diz que só contrata pessoas de nível médio e nível superior, tecnólogos não estão incluídos. Quantas vezes teremos de lembrar que tecnológo é uma formação superior? Que nos dá direito a fazer pós graduação, mestrado e qualquer tipo de especialização? Quem lê essa nota pensa que tecnólogos não têm nível superior e ainda são uma classe à parte, talvez com menos instrução que alguém com nível médio.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Alguns profissionais deram sua opnião ao &lt;a href=&quot;http://g1.globo.com/Noticias/Concursos_Empregos/0,,MUL601059-9654,00.html#tecnol&quot;&gt;G1&lt;/a&gt; e ambos têm o mesmo pensamento: Andréa de Faria Barros Andrade, diretora de regulação e supervisão de educação profissional e tecnológica do Ministério da Educação atribui a falta de inclusão em concursos ao desconhecimento por parte de quem elabora os editais, à dificuldade dos órgãos em enquadrar esses novos profissionais e ao preconceito do setor público. Décio Moreira, presidente do Sindicato dos Tecnólogos de São Paulo. “Uns não colocam os cursos de tecnologia por desconhecimento, outros por preconceito e para descredenciar a formação”. Segundo ele, muitas vezes nos editais a descrição das atividades de certos cargos contempla que tecnólogos podem concorrer. “Dependendo do cargo ele é tão apto quanto uma pessoa com bacharelado.”&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
E afinal, como saber se um concurso aceita ou não tecnólogos? Segundo Décio Moreira se o edital aceita formação superior em qualquer área, tecnólogos também estão incluídos. A não ser quando o edital afirmar que não aceita a formação tecnológica. Outro ponto a ser analisado nos editais é a carga horária exigida nos cursos realizados. Os cursos de tecnologia têm carga horária total de 1.600 a 2.400 horas. Já os de bacharelado vão de 2.400 a 7.200 horas. Se o seu curso de tecnologia tiver uma carga horária menor que a exigida pelo edital sua participação não será validada.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Pra finalizar a reportagem do &lt;a href=&quot;http://g1.globo.com/Noticias/Concursos_Empregos/0,,MUL601059-9654,00.html#tecnol&quot;&gt;G1&lt;/a&gt; afirma que o índice de empregabilidade de tecnólogos na iniciativa privada é de 90% (espero estar incluído nesse índice).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Desejo a todos os leitores, tecnólogos ou não, um natal iluminado por Deus e um ano novo cheio de alegrias, oportunidades e muito sucesso. E na primeira semana de janeiro o blog terá algumas novidades bastante ineteressantes pra aumentar a interetividade entre os tecnólogos. Nos vemos lá, não deixem de dar uma passada por aqui!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;ATUALIZAÇÃO: &lt;/b&gt;o atual concurso da Petrobrás com inscrições que vão até o dia 27 de janeiro de 2011 também não aceita tecnólogos. Basta procurar no edital as especificações que os candidatos devem ter para assumir os cargos. No caso dos cargos que exigem nível superior é exigido o bacharelado, ou seja, tecnólogos não podem ocupar nenhuma das 220 vagas de nível superior. As remunerações atingem R$6.217,19.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;a href=&quot;http://espacodotecnologo.blogspot.com/&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #b45f06;&quot;&gt;Saiba tudo os Cursos Superiores de Tecnologia e os Tecnólogos do Blog Espaço do Tecnólogo, clique aqui.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://espacodotecnologo.blogspot.com/2010/12/petrobras-nao-aceita-tecnologos.html</link><author>noreply@blogger.com (Guilherme Ferreira)</author><thr:total>45</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1855416751412188170.post-2612024923059901305</guid><pubDate>Sat, 11 Dec 2010 01:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-10T17:18:05.271-08:00</atom:updated><title>Crítica à educação brasileira</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Uma reportagem da mundialmente famosa revista britânica The Economist, que foi divulgada nesta quinta, me chamou a atenção. Ela disse que: “o progresso recente meramente elevou o nível das escolas de desastroso para muito ruim”. O progresso mencionado se refere ao 4º Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), que mediu o nível da educação em 65 países. O Brasil ficou na 53º colocação, tendo obtido 412 pontos em leitura, 386 em matemática e 405 pontos em ciência.(A pior nota sempre fica com matemática, será que é só no Brasil?). Esse desempenho é vinte pontos superior ao atingido anteriormente (2006) quando aconteceu o último teste.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) que divulga os resultados afirmou que a elevação do resultado mostra lições encorajadoras. Ou seja, uma ou outra escola, em uma ou outra cidade decidem sair do padrão (atrasado) brasileiro de ensino e inovar na sala de aula, os alunos aprendem mais e acabam tirando notas melhores. Não fosse por esses poucos casos a nota brasileira poderia ter continuado a mesma ou então piorado. O CRA/MG (Conselho Regional dos Administradores) ressalta os programas implantados no Rio e São Paulo. No primeiro a falta de professores é combatida através de bônus às escolas que atingem certas metas, no segundo professores que se saem bem em testes ganham um plano de carreira.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Duas observações pessoais: essa história de criar metas e bonificar quem as atinge dá muito certo. Aécio Neves foi pioneiro em fazer isso aqui em Minas Gerais (não na educação especificamente) e as notícias são de ótimos resultados. Todo ser humano precisa de um horizonte à vista, uma meta, algo que o ponha pra frente e o faça fazer as coisas que precisa. É um exemplo a ser seguido em todo país. Quanto à falta de professores em São Paulo, não é exclusividade deles. Digo por experiência prórpia, estudei todo o primeiro e segundo graus em escola pública e apesar de ser considerada uma das melhores de Belo Horizonte e do estado, por várias vezes ficava sem aula. Na grande maioria das vezes o professor existia sim, mas tirava licença. Sei que isso vai criar polêmica e muitos podem não concordar, mas professor de escola pública tem benefícios que nunca vi nenhum outro ter. Qualquer dor de estômago eles podem tirar dias a fio de licença. E professor estressado? Quantas vezes não ouvi essa história? O professor não vem porque está com blá blá blá emocioanal. Não estou dizendo que é fácil dar aulas (ainda mais em escola pública que nem recursos tem), mas é muita mordomia, com o perdão da palavra. Nunca tinha experimentado uma realidade diferente da escola pública, só agora que fui pra faculdade (sim, porque quem pode pagar está na federal!) pude perceber a diferença, como a razão capitalista é imperiosa! Aqui, ai do professor que faltar ou for aquém no seu desempenho, os alunos reclamam, questionam, exigem seus direitos, afinal, estão pagando e o professor pode ser demitido. Professor de escola pública é demitido?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E a reportagem corrobora com o que estou falando ao afirmar que exceto em poucos locais, professores podem faltar em 40 dos 200 dias escolares sem ter o salário descontado. E mais: “Como os professores se aposentam com salários integrais após 25 anos para mulheres e 30 para homens, até a metade dos orçamentos da escola vai para as aposentadorias”.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Reafirmo que não estou dizendo que a culpa das mazelas do ensino brasileiro é dos professores, eles são apenas mais uma parte da enferrujada engrenagem do nosso podre sistema público de ensino. Mas não pense que o ensino particular é tão melhor, a revista afirma que, &quot;mesmo escolas privadas e pagas são medíocres. Seus pupilos vêm das casas mais ricas, mas eles se tornam jovens de 15 anos que não se saem melhor que um adolescente médio da OCDE&quot;.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Alguns avanços vem acontecendo, segundo a Economist: &quot;de um ponto de partida em que não havia nenhuma informação sobre o aprendizado do estudante, as duas (últimas) presidências construíram um dos sistemas de medição de resultados educacionais mais impressionantes do mundo&quot;. Pelo visto eles não ouviram falar da tão bem elaborada aplicação do ENEM nos últimos dois anos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Por fim a revista diz que se o Brasil continuar no mesmo ritmo não vai conseguir bater a meta estabelecida de alcançar a média da OCDE na próxima década, mas se alcançar &quot;será porque conseguiu espalhar essas práticas inovadoras por todos os cantos&quot;. É esperar e fazer pra ver.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Com informações do CRA/MG:&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.cramg.org.br/Conteudos/Detalhes.aspx?IdCanal=3&amp;amp;IdMateria=1002&quot;&gt;http://www.cramg.org.br/Conteudos/Detalhes.aspx?IdCanal=3&amp;amp;IdMateria=1002&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://espacodotecnologo.blogspot.com/2010/12/critica-educacao-brasileira.html</link><author>noreply@blogger.com (Guilherme Ferreira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1855416751412188170.post-2719240426593313089</guid><pubDate>Thu, 02 Dec 2010 01:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-10-04T20:09:15.127-07:00</atom:updated><title>Histórico dos tecnólogos</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
E aí pessoal? Andei lendo sobre a história do surgimento dos cursos de graduação tecnológica e produzi um pequeno texto a respeito. Acho importante nós sabermos o histórico do nosso curso no Brasil. As principais informações são da Cartilha do Tecnólogo que você pode acessar&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.ant.org.br/cartilha_tecnologo.pdf&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;. Aproveitei também pra falar do surgimento do ensino superior no nosso país.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O início da educação superior no país surgiu em 1808, com a vinda da Família Real Portuguesa para o Brasil que foi responsável pela criação do Colégio Médico Cirúrgico da Bahia destinado à aristocracia colonial. Dai em diante todas as outras instituições que surgiram formaram um modelo de instituições isoladas e destinadas exclusivamente à elite. Para Barreto, (2005) a divisão entre classes dessa época que colocava de um lado senhores e de outro escravos provocou a mesma divisão na área educacional que reservava aos primeiros o “ensino das humanidades (saber pensar), e à segunda, o treinamento nas ‘artes e ofício’ (saber fazer)”. Essas características permaneceram por um bom tempo provocando distorções que permanecem ainda hoje na educação brasileira. A primeira Universidade surgiu apenas em 1920 no Rio de Janeiro e reunia os cursos superiores da cidade. Os próximos anos foram marcados pelo surgimento de outras instituições de ensino superior no país, com destaque para o período que vai de 1950 a 1970 quando surgiram as universidades federais em cada estado da federação.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Mas foi a partir de 1970 que ocorreu uma explosão desse segmento quando as matrículas subiram de 3000.00 para 1.500.000 (1980), esse boom se deveu ao aumento da população urbana e à exigência de mão-de-obra preparada para a indústria e serviços. O último Censo da Educação Superior disponível (2008) mostrou que em 2008, 1.936.078 novos alunos ingressaram no ensino superior, 8,5% a mais em relação a 2007. No total, o número de matrículas em 2008 foi 10,6% maior em relação a 2007, com um total de 5.808.017 alunos matriculados em cursos de graduação presencial e a distância. O Censo revelou também que o número de instituições de ensino superior em funcionamento caiu de 29, no Brasil, comparativamente a 2007, finalizando a tendência de crescimento, fato que pode ser explicado pela crescente onda de fusões e compras, observada nos últimos anos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Dez anos antes, em 1960, pela crescente necessidade socioeconômica da época em formar mão-de-obra industrial, houve uma reforma no ensino desse segmento que permitiu a criação de cursos com modalidades e duração diferentes das tradicionais (Lei 5.540/68). Dessa forma os primeiros Cursos Tecnólogos estiveram ligados aos Cursos de Engenharia de Operações que deixaram de existir em 1977, já nessa época os tecnólogos enfrentavam grande resistência do meio acadêmico. Em 1980 esses cursos passaram a ser legalmente denominados como Cursos Superiores de Tecnologia (Resolução CFE nº12), é também nessa época que surgem as primeiras entidades representativas dos tecnólogos em virtude da pouca aceitação do mercado de trabalho em relação a essa graduação.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Devido a uma série de regularizações legais e principalmente à decisão do Governo Federal de reiniciar o processo de transformação das então Escolas Técnicas Federais em Centros Federais de Educação Tecnológica (Lei 11.195/05) essa modalidade passou a ser mais difundida e em 2002, segundo a ANT (Associação Nacional dos Tecnólogos), já era possível encontrar 800 cursos tecnológicos em instituições privadas, no ano seguinte esse número saltou para 1.050 com cerca de 220.000 alunos matriculados. Outro fator importante para essa mudança está a criação do Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia (Decreto 5.773/06) pelo MEC (Ministério da Educação), que funciona como um guia para referenciar estudantes, educadores, instituições, sistemas e redes de ensino, entidades representativas de classes, empregadores e o público em geral.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Atualmente, ao lado de cursos tradicionais como Automação e Controle e Mecânica, há cursos para formação de tecnólogos em áreas diversas, como agropecuária, artes, comércio, comunicação, construção civil, design, gestão, informática, meio ambiente, saúde, telecomunicações, turismo e hotelaria. Em 2008, segundo o INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Texeira), foram ofertadas 463.969 vagas nos cursos de Educação Tecnológica, com um aumento de 17,8% em relação a 2007. As IES privadas são responsáveis por cerca de 94% dessa oferta.&lt;/div&gt;
</description><link>http://espacodotecnologo.blogspot.com/2010/12/e-ai-pessoal-andei-lendo-sobre-historia.html</link><author>noreply@blogger.com (Guilherme Ferreira)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1855416751412188170.post-4146966074929999224</guid><pubDate>Thu, 25 Nov 2010 00:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-11-24T16:14:05.738-08:00</atom:updated><title>Ambiente Econômico</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Pra terminar essa breve análise sobre o ambiente de inserção dos tecnólogos publico um post sobre os benefícios que o ambiente econômico favorável criou não só para os tecnólogos, mas para qualquer outro curso.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Na ultima década houve um crescimento considerável das pessoas de classe média no Brasil, em 1992, 32,52% da população se enquadrava na classe média e esse contingente chegou a 47,06% em 2007. Nos quatro anos finais do período, o crescimento foi mais acentuado, de 37,06% para 47,06%. O nível e o crescimento da renda ou do produto de uma coletividade relacionam-se com o aumento da procura de ensino superior, pois os fluxos de bens e serviços na economia criam a necessidade de mais informação e capacitação de pessoas. Com o crescimento do capital humano nos últimos tempos a demanda de centros universitários cresceu bastante.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;meunormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;meunormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Além disso, o governo criou programas de incentivo para o ingresso no ensino superior, como o PROUNI, que possibilita ao aluno ganhar uma bolsa de estudos parcial ou integral. Foi criado também o FIES, um financiamento estudantil com juros reduzidos que possibilita ao aluno o pagamento do curso após a conclusão do mesmo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;meunormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;meunormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Esses fatores aumentaram o acesso à graduação superior e o curso de tecnologia se tornou um atrativo pelo menor preço, considerando a graduação tradicional, e o período menor necessário para a formação que permite dedicação ao trabalho e aos estudos ao mesmo tempo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;meunormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;meunormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Referências:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.ant.org.br/cartilha_tecnologo.pdf&quot; style=&quot;color: #ff7f15; text-decoration: none;&quot;&gt;Cartilha do Tecnólogo da Associação Nacional dos Tecnólogos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=12047&quot; style=&quot;color: #ff7f15; text-decoration: none;&quot;&gt;http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=12047&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://guiadoestudante.abril.com.br/universidades/curta-duracao/materia_433025.shtml&quot; style=&quot;color: #ff7f15; text-decoration: none;&quot;&gt;http://guiadoestudante.abril.com.br/universidades/curta-duracao/materia_433025.shtml&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://revistaensinosuperior.uol.com.br/textos.asp?codigo=11939&quot; style=&quot;color: #ff7f15; text-decoration: none;&quot;&gt;http://revistaensinosuperior.uol.com.br/textos.asp?codigo=11939&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.inep.gov.br/imprensa/noticias/censo/superior/news09_05.htm&quot; style=&quot;color: #ff7f15; text-decoration: none;&quot;&gt;http://www.inep.gov.br/imprensa/noticias/censo/superior/news09_05.htm&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://espacodotecnologo.blogspot.com/2010/11/ambiente-economico.html</link><author>noreply@blogger.com (Guilherme Ferreira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1855416751412188170.post-4464416057483510357</guid><pubDate>Fri, 19 Nov 2010 19:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-10-04T20:09:30.020-07:00</atom:updated><title>Ambiente demográfico dos tecnólogos</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Analiso agora o ambiente demográfico dos Cursos Superiores de Tecnologia, ou seja, as características das pessoas que mais buscam essa formação.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A maioria das pessoas que buscam os cursos de tecnologia são as que já estão inseridas no mercado e querem uma oportunidade de concluir um curso superior, seja para buscar maior conhecimento na área atuante, seja para ascender na carreira, são geralmente pessoas na faixa etária de 25 a 30 anos, de acordo com o Guia do Estudante.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Aos poucos esse perfil de aluno está se diversificando para recém saídos do ensino médio/técnico que estão em busca de uma profissão nova que não existe na graduação tradicional, e o curso de tecnologia o possibilita. Esse tem sido o grande diferencial desses cursos: ocupar nichos de mercado que não tem formação no bacharelado ou fazer cursos tradicionais com nova roupagem como Processos Gerenciais em detrimento da Administração. Muitos fazem o curso como uma segunda opção de graduação ou por lazer.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Ainda restam dúvidas quantos às diferenças entre técnico e tecnólogo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Referências:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.ant.org.br/cartilha_tecnologo.pdf&quot; style=&quot;color: #ff7f15; text-decoration: none;&quot;&gt;Cartilha do Tecnólogo da Associação Nacional dos Tecnólogos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=12047&quot; style=&quot;color: #ff7f15; text-decoration: none;&quot;&gt;http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=12047&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://guiadoestudante.abril.com.br/universidades/curta-duracao/materia_433025.shtml&quot; style=&quot;color: #ff7f15; text-decoration: none;&quot;&gt;http://guiadoestudante.abril.com.br/universidades/curta-duracao/materia_433025.shtml&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://revistaensinosuperior.uol.com.br/textos.asp?codigo=11939&quot; style=&quot;color: #ff7f15; text-decoration: none;&quot;&gt;http://revistaensinosuperior.uol.com.br/textos.asp?codigo=11939&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.inep.gov.br/imprensa/noticias/censo/superior/news09_05.htm&quot; style=&quot;color: #ff7f15; text-decoration: none;&quot;&gt;http://www.inep.gov.br/imprensa/noticias/censo/superior/news09_05.htm&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://espacodotecnologo.blogspot.com/2010/11/ambiente-demografico-dos-tecnologos.html</link><author>noreply@blogger.com (Guilherme Ferreira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1855416751412188170.post-962695755550583035</guid><pubDate>Sat, 13 Nov 2010 12:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-11-14T14:54:32.615-08:00</atom:updated><title>Tendências do mercado de trabalho</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A partir de hoje, inicio uma série de posts analisando o ambiente em que os tecnólogos estão inseridos. Começo falando das tendências do mercado de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mercado de trabalho está exigindo maior qualificação dos profissionais, com isso estes buscam, cada vez mais, o ensino superior. Em 2008 houve um aumento de 10,6% no número total de matrículas, em comparação com 2007.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Apesar de ainda haver preconceito, uma tendência atual do mercado são os cursos de tecnologia, que propõem uma formação específica, podendo ser concluída em menos tempo que uma graduação tradicional, os chamados bacharéis. A Graduação Tecnológica supre as qualificações exigidas pelo mercado de trabalho tendo foco no “saber fazer”, ou seja, possui a prática pedagógica como sua maior característica. Como a flexibilidade é um dos pontos centrais dos cursos superiores de tecnologia, esses cursos atendem ao grande dinamismo do mercado que também está sempre mudando, é, portanto, uma graduação que atende às demandas atuais de mercado.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Hoje, os cursos de tecnologia totalizam mais de 3500 opções para os estudantes, em 2000 eram somente 364, dentre estes os que mais têm receptividade no mercado são os que se ocupam de novas profissões não encontrando similar na graduação tradicional. O crescimento desses cursos no país foi de 96,67%, de 2004 a 2006. Em São Paulo, os alunos aumentaram 395%, de 1998 a 2004.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Atualmente os tecnólogos representam cerca de 16% das opções no universo da graduação, número que caminha para se aproximar ao dos países desenvolvidos, onde cursos com duração menor são uma realidade consolidada de mais da metade dos estudantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No próximo post falarei sobre o ambiente demográfico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Referências:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.ant.org.br/cartilha_tecnologo.pdf&quot;&gt;Cartilha do Tecnólogo da Associação Nacional dos Tecnólogos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=12047&quot;&gt;http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=12047&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://guiadoestudante.abril.com.br/universidades/curta-duracao/materia_433025.shtml&quot;&gt;http://guiadoestudante.abril.com.br/universidades/curta-duracao/materia_433025.shtml&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://revistaensinosuperior.uol.com.br/textos.asp?codigo=11939&quot;&gt;http://revistaensinosuperior.uol.com.br/textos.asp?codigo=11939&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.inep.gov.br/imprensa/noticias/censo/superior/news09_05.htm&quot;&gt;http://www.inep.gov.br/imprensa/noticias/censo/superior/news09_05.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://espacodotecnologo.blogspot.com/2010/11/tendencias-do-mercado-de-trabalho.html</link><author>noreply@blogger.com (Guilherme Ferreira)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1855416751412188170.post-4061680592007003529</guid><pubDate>Sun, 07 Nov 2010 23:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-11-09T11:29:01.700-08:00</atom:updated><title>Tecnólogos na mídia 2</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Publico agora a segunda parte da análise da reportagem da Revista Ensino Superior sobre os tecnólogos:&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O público atendido pelos cursos tecnólogos evoluiu ao longo do tempo, se antes ele era voltado quase que exclusivamente para pessoas mais velhas e com experiência no mercado de trabalho, hoje cada vez mais jovens vêm saindo do ensino médio e indo cursar um tecnólogo. Posso parecer chato, atrasado e tudo mais, mas minha experiênica revela que não é o melhor caminho para quem acabou de sair da escola, a não ser que escolha-se uma fomração diferenciada das que já se encontram no mercado. Pessoalmente estou completamente satisfeito com o conteúdo que o curso vem trazendo e com o conhecimento que tem me agregado, mas na hora H de arrumar estágio/emprego é uma tristeza.&quot;Esse público mais jovem, segundo Ehlers, é formado por alunos que mesmo saindo do ensino médio já sabem o que querem e, muitas vezes, identificam uma vocação para uma carreira inovadora e que não dispõe da graduação tradicional&quot;.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Segundo a reportagem, &quot;O crescimento de cursos no país foi de 96,67%, de 2004 a 2006. Em São Paulo, os alunos aumentaram 395%, de 1998 a 2004&quot;. Agora olhem esse dado: nos Estados Unidos e Europa os Cursos Superiores de curta duração respondem por mais de 50% dos alunos matrículados! QUer dizer que nos países desenvolvidos os cursos que não duram quatro anos são tão respeitados quanto os tradicionais. Esperamos que aqui no Brasil isso ocorra em breve.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A Revista Ensino Superior lembra ainda uma coisa muito importante: os focos do bacharelado e da graduação tecnólogica são distintoS, &quot;para Fernando Leme do Prado, presidente da Associação Nacional de Educação Tecnológica (Anet), a graduação tecnológica pode ocupar o espaço de cursos da graduação tradicional, desde que não deixe de ser tratada como tecnológica. &quot;Muitas vezes, preocupados em atender às suas necessidades de preenchimento de vaga, instituições de ensino oferecem cursos de tecnólogos que não são tecnológicos. São, na verdade, um minibacharelado, pela duração menor. Eles não atendem ao mercado porque perdem sua característica fundamental de ter um foco específico e um vínculo com a prática. Só cortam algumas disciplinas, mas continuam cursos generalistas. Para se ter um curso de tecnólogo é preciso que a prática pedagógica seja a específica dele&quot;, acredita Prado.&quot;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A reportagem é finalizada falando sobre o preconceito que ainda existe em torno da graduação, da confusão entre tecnólogos e técnicos e da pouca valoração dada a esses cursos. Carlos Monteiro, consultor educacional, explica que há algum tempo atrás surgiram dois cursos de curta duração (licenciaturas curtas e a engenharia operacional) que não permitiam cursos de extensão, por esse motivo sofreram pouca aceitação do mercado e foram extintos. Quando a graduação tecnológica surgiu foi associada a esses cursos e sofreu o mesmo preconceito.&quot;Havia uma certa resistência porque tecnólogo é um nome difícil. Embora se associe a ciência e técnica, muita gente não o associava a graduação, mas apenas a curso técnico&quot;, diz João Mongelli Netto, responsável pela Comissão Permanente de Vestibular das Fatecs&quot;.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;Confira a reportagem completa da Revista Ensino Superior no site: &lt;a href=&quot;http://revistaensinosuperior.uol.com.br/textos.asp?codigo=11939&quot;&gt;http://revistaensinosuperior.uol.com.br/textos.asp?codigo=11939&lt;/a&gt;</description><link>http://espacodotecnologo.blogspot.com/2010/11/tecnologos-na-midia-2.html</link><author>noreply@blogger.com (Guilherme Ferreira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1855416751412188170.post-6677490557235472918</guid><pubDate>Thu, 04 Nov 2010 19:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-11-04T12:07:55.074-07:00</atom:updated><title>Comentário do áudio de Max Gehringer</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E a resposta para a simples pergunta levantada pelos ouvintes de Max Gehringer é: não. Os cusrsos tecnólogos não têm o mesmo peso que os cursos de graduação tradicionais no mercado de trabalho.E é a pura e simples, nua e crua realidade. Max diz algo muito importante, que a exclusão explícita feita pela Petrobras, em edital de 2008, com os tecnólogos desencadeia uma aversão ainda maior por parte de outras empresas para com os profissionais que tem essa formação. E eu pergunto, como isso pode acontecer se a Petrobras é uma empresa estatal e os cursos de tecnologia são amplamente apoiados pelo mesmo Estado? Não deveria começar dele mesmo a iniciativa de quebrar esse tabu?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Vale ressaltar quando Max diz que os cursos de tecnologia não são uma graduação de dois anos e sim uma formação específica com currículo específico e que dá direito, na maioria da instituições de ensino superior, a uma pós. É exatamente isso que venho ressaltando, os tecnólogos não querem tomar o lugar dos cursos de quatro anos, mas se acomodar em outro lugar deixado por eles, nós temos uma formação específica, diferenciada do bacharelado e do técnico, cabem às empresas verificar qual dos três atendem melhor suas demandas. E isso deve ser feito de acordo com o conteúdo ministrado pelos diferentes cursos, da metodologia de ensino utilizada, e não pela quantidade de tempo que um aluno passa dentro de sala de aula. Até porque todo mundo sabe que quantidade não é qualidade.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Temos um duro caminho pra trilhar até que a nossa formação seja realmente reconhecida no mercado, mas não podemos desistir, quem sabe nossos filhos não terão oportunidades melhores?&lt;/div&gt;</description><link>http://espacodotecnologo.blogspot.com/2010/11/comentario-do-audio-de-max-gehringer.html</link><author>noreply@blogger.com (Guilherme Ferreira)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>