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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2enclosuresfull.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:creativeCommons="http://backend.userland.com/creativeCommonsRssModule" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-1555034140237748049</atom:id><lastBuildDate>Sun, 08 Jan 2012 19:40:34 +0000</lastBuildDate><category>Cotonete Musical</category><category>Crônicas</category><category>Frases</category><category>Contos</category><category>Humor</category><category>Poesias</category><category>Entrevistas (Videos)</category><category>Filmes (Vale a Pena Ver de Novo)</category><category>Reflexões Pseudo-intelectuais</category><category>Literatura</category><category>Ateísmo</category><category>HQ</category><title>luz sobre o pântano</title><description /><link>http://luzsobreopantano.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Gê Volking)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>15</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/blogspot/luzsobreopantano" /><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="blogspot/luzsobreopantano" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle></itunes:subtitle><creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/</creativeCommons:license><feedburner:emailServiceId xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0">blogspot/luzsobreopantano</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0">http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1555034140237748049.post-5382983716383609037</guid><pubDate>Sun, 06 Nov 2011 22:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-21T13:30:03.594-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Reflexões Pseudo-intelectuais</category><title>Amanda e Monick</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-c2rF6mjZ-Sw/TrcLzlwYr2I/AAAAAAAAASA/RX3RWAPSUAc/s1600/video_amanda_e_monick.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 224px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-c2rF6mjZ-Sw/TrcLzlwYr2I/AAAAAAAAASA/RX3RWAPSUAc/s400/video_amanda_e_monick.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5672015236632719202" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa vez discuti com um colega meu, que está se formando em pedagogia, sobre os motivos, segundo ele, que levam as pessoas ao homossexualismo. Ele dizia que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;crianças mimadas e criadas pelas avós normalmente se tornavam homossexuais&lt;/span&gt;. E que tudo não passa de uma questão de escolha, no momento em que se toma vergonha na cara, o gay volta ao “normal”. Três ouvintes concordaram com ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Diante dum argumento bostas desses&lt;/span&gt;, eu fico muito triste com a forma que as pessoas andam raciocinando por aí. Se é que podemos chamar isso de raciocínio. Sobretudo vindo de um futuro pedagogo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não estou tomando partido, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;pois cada um sabe onde tomar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. Mas o preconceito e a falta de informação é um problema que está enraizado em nossa cultura. Não só em relação à sexualidade, mas em relação a tudo que é &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;diferente&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final do debate, desejei ao meu colega que um dia ele tivesse um filho homossexual. Talvez ele começasse a pensar diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas cá entre nós, desconfio que ele tenha sido criado pela avó. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/LqzEAai25cE" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem tiver com &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;preguiça&lt;/span&gt; de assistir tudo, veja pelo menos essa parte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=LqzEAai25cE&amp;t=13m54s"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PAIS E FILHOS(AS)&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1555034140237748049-5382983716383609037?l=luzsobreopantano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://luzsobreopantano.blogspot.com/2011/11/amanda-e-monick.html</link><author>noreply@blogger.com (Gê Volking)</author><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/-c2rF6mjZ-Sw/TrcLzlwYr2I/AAAAAAAAASA/RX3RWAPSUAc/s72-c/video_amanda_e_monick.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1555034140237748049.post-7743547388019809786</guid><pubDate>Wed, 15 Jun 2011 00:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-01T11:38:55.037-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Crônicas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ateísmo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Reflexões Pseudo-intelectuais</category><title>Mais um tijolo no muro</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-oh2oDivBuv8/TfwgUZZfDLI/AAAAAAAAARI/cACc6kB3hKw/s1600/distribuicaodeescrituras.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 166px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-oh2oDivBuv8/TfwgUZZfDLI/AAAAAAAAARI/cACc6kB3hKw/s400/distribuicaodeescrituras.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5619401969838787762" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quando eu tinha 7 anos de idade, ganhei de presente um livro com histórias bíblicas dos Testemunhas de Jeová. Ainda o tenho, surrado, mas tenho. Pra mim ele é um troféu, um projétil de bala retirado a muito custo da minha cabeça, pois foi o primeiro livro que li na vida e portanto ele tem um sentido muito particular  em termos de nostalgia. O livro é uma adaptação infanto-juvenil da bíblia. Na verdade, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;não sei muito bem se ele é direcionado às crianças e adolescentes ou àqueles que consideram a bíblia um livro chato pra cacete.&lt;/span&gt; De fato, existe uma grande preocupação por parte dos religiosos em fazer com que as crianças tenham contato o mais rápido possível com as suas idéias; &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=lAi7UnXp9Aw"&gt;Nisso Hitler foi craque&lt;/a&gt;. Na igreja católica, por exemplo, existem o batismo infantil (que não tem significado nenhum para o batizado), a primeira comunhão (forma de comer &lt;a href="http://vilaverdefc.com/ococotaseco/2009.12%20-%20Riquezas%20Nordeste%2001.jpg"&gt;cavaco chinês&lt;/a&gt; na missa) e a crisma (atestado de atrofia cerebral crônica). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Um livro dos Testemunhas de Jeová na minha casa ainda é pra mim um grande mistério, já que meus pais são católicos. Talvez tenha sido a forma mais fácil que eles encontraram de calar a boca do pentelho. Ao completar 16 anos, batizado e catequizado, voltei a frequentar a igreja no intuito de adquirir mais um diploma eclesiástico. Contudo, alguma coisa deu errado. Graças aos Gideões Internacionais do Brasil que distribuem bíblias, sobretudo nas escolas (você deve ter recebido uma, leitor), entrei na crisma com a miniatura do novo testamento completamente lido e cheio de dúvidas a serem respondidas. O professor de crisma tinha o maior jeito de boiola, nada contra, mas não pude me conter em perguntar:&lt;br /&gt;  - Professor, é verdade que os homossexuais não herdarão o reino de Deus?&lt;br /&gt;  Ele fez uma cara de “porra, descobriram a minha desgraça” e rebateu:&lt;br /&gt;  - Onde é que você viu uma imbecilidade dessas?&lt;br /&gt;  - Ué, na bíblia.&lt;br /&gt; - Na bíblia?! &lt;br /&gt; - Sim, olha aqui.&lt;br /&gt; Retirei a bíblia do bolso e sapequei:  &lt;br /&gt; - &lt;a href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/46/6"&gt;I Coríntios 6: 10&lt;/a&gt;: “Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;EFEMINADOS&lt;/span&gt;, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus”. Deus é homofóbico?&lt;br /&gt; Ele pigarreou.&lt;br /&gt; - Não, Deus é amor... e todo aquele que aceitar Jesus como seu único salvador, esse será salvo.&lt;br /&gt;  - Até os homossexuais? &lt;br /&gt;  - Sim, até os homossexuais.&lt;br /&gt;  Guardei a bíblia no bolso. &lt;br /&gt;  - Mas é isso que eu não entendo. A pessoa deixa de ser homossexual ou ela continua tendo desejos pelo mesmo sexo, no entanto com Jesus no coração? Porque até onde eu sei a opção sexual não é uma questão de escolha. Você é o que sua natureza determinou. Por exemplo: ninguém escolhe se quer nascer destro ou canhoto, ninguém escolhe a cor de sua pele ou de seus olhos, ninguém escolhe nascer alto, baixo, feio, bonito, aleijado ou são... na sua opinião é possível deixar de ter desejos homossexuais e passar a ter desejos heterossexuais? E se isso for possível, não é a mesma coisa d'uma pessoa que escreve com a mão  direita passar a escrever com a esquerda apenas por que aceitou Jesus Cristo? E em último caso, se a homossexualidade não for passível de modificação, esse gay que aceitou Jesus e 'mudou' de vida na verdade não está apenas ocultando a sua verdadeira natureza temendo se queimar no fogo eterno onde a chama nunca de apaga?&lt;br /&gt;  A turma olhou para o instrutor aguardando uma resposta a altura.&lt;br /&gt;  Ele cobriu o rosto entre as mãos e saiu correndo para a sacristia, chorando compulsivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Os professores de crisma são estranhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Acredito que as pessoas professam suas crenças mais por hábito do que por convicção própria. Hábitos que na maioria dos casos são adquiridos na infância, quando nem sequer conseguem dar um nó no próprio cadarço; ideologias adquiridas de livros infantis, como esse que eu tenho, escritos por adultos com mentes infantis. Não é coincidência que os filhos tenham a mesma religião dos pais, não lhes foi dado opção. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Impor crenças, mitos e superstições a uma criança é roubar-lhes a liberdade de escolher quando sua razão estiver amadurecida para fazer escolhas a esse respeito.&lt;/span&gt; Poucos são aqueles que no futuro dão um passo atrás e de forma imparcial julgam se aquilo que elas acreditam tem realmente algum fundamento, algum sentido. Isso requer inteligência,  senso crítico e sobretudo coragem, pois a submissão psicológica às idéias religiosas está profundamente enraizada na mente, é necessário um ato radical para pô-la em julgamento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Todos querem uma explicação para a existência: Deus é a explicação mais fácil encontrada. É por isso que é tão popular. Qualquer tolo entende, não requer nenhum esforço mental. É a resposta para as questões ainda sem respostas. “Por que haverei de ler um monte de livros sobre ciência quando não é preciso nem sequer ler a bíblia para se acreditar que um Deus fez tudo”? Sobreviver já é um grande problema na vida das pessoas, acreditar em deus simplifica as coisas. Infelizmente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Cheguei a conclusão de que grande parte dos religiosos não se importam com religião, pouquíssimos lêem a bíblia, pouquíssimos vão às igrejas, pouquíssimos vivem conforme suas crenças, estão mais interessados em futebol, micaretas, cerveja, internet, namoro e sexo; 'salvam' suas almas apenas se benzendo ao passarem na frente de uma igreja, ainda de ressaca da noite passada. Esses são os hipócritas. A outra parte está realmente dentro das igrejas conversando com deus, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o amigo imaginário dos adultos&lt;/span&gt;. Tentando controlar seus “instintos destrutivos”, buscando a cada dia forças para continuar sobrevivendo nesse mundo cão. Esses são os que precisam urgentemente de um psiquiatra,ou quem sabe de uma boa surra na sola dos pés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;E que venham as pedradas.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1555034140237748049-7743547388019809786?l=luzsobreopantano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://luzsobreopantano.blogspot.com/2011/06/mais-um-tijolo-no-muro.html</link><author>noreply@blogger.com (Gê Volking)</author><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/-oh2oDivBuv8/TfwgUZZfDLI/AAAAAAAAARI/cACc6kB3hKw/s72-c/distribuicaodeescrituras.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1555034140237748049.post-4969424102770213487</guid><pubDate>Sun, 21 Mar 2010 06:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-24T21:41:16.503-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Entrevistas (Videos)</category><title>Um Ato(r) de Coragem: Pedro Cardoso</title><description>Para quem gosta de ver pessoas inteligentes conversando sobre coisas interessantes esta entrevista com &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Pedro Cardoso&lt;/span&gt; é um almoço.  É raro vermos um ator ou atriz falar na TV com &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;tamanha liberdade&lt;/span&gt; sobre certos problemas desta profissão. Normalmente o que vemos são atores totalmente subordinados aos caprichos dos diretores, roteiristas e produtores, aceitando, não poucas vezes, fazer um trabalho que não querem por dinheiro ou para estarem em destaque na mídia. Eu fico puto quando ligo a TV e não tem um único ator ou atriz nesse país que diga que não está gostando do seu papel atual, sempre é um &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“presente que caiu do céu, e eu estou muito agradecido(a) a Manoel Car...”&lt;/span&gt;. Ah, vai se fuder!
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Isso, Pedro Cardoso, parabéns pela coragem e lucidez. E você leitor, apesar de serem três vídeos, aposto que nem perceberá o tempo passando, tão gostosa e inteligente essa entrevista. Duvido que você não fique com aquela sensação de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Caramba, já acabou!”.&lt;/span&gt; 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/wzEDCE0_u50&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/wzEDCE0_u50&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1OEYjsIthw8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/1OEYjsIthw8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Qf2Rxor7xMA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Qf2Rxor7xMA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style='color:#CC0000; font-size:14pt'&gt;&lt;strong&gt;COMENTE, se quiser!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1555034140237748049-4969424102770213487?l=luzsobreopantano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://luzsobreopantano.blogspot.com/2010/03/um-ator-de-coragem-pedro-cardoso.html</link><author>noreply@blogger.com (Gê Volking)</author><thr:total>2</thr:total><enclosure url="http://www.youtube.com/v/wzEDCE0_u50&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6" length="1080" type="application/x-shockwave-flash" /><media:content url="http://www.youtube.com/v/wzEDCE0_u50&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6" fileSize="1080" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>Para quem gosta de ver pessoas inteligentes conversando sobre coisas interessantes esta entrevista com Pedro Cardoso é um almoço. É raro vermos um ator ou atriz falar na TV com tamanha liberdade sobre certos problemas desta profissão. Normalmente o que ve</itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (Gê Volking)</itunes:author><itunes:summary>Para quem gosta de ver pessoas inteligentes conversando sobre coisas interessantes esta entrevista com Pedro Cardoso é um almoço. É raro vermos um ator ou atriz falar na TV com tamanha liberdade sobre certos problemas desta profissão. Normalmente o que vemos são atores totalmente subordinados aos caprichos dos diretores, roteiristas e produtores, aceitando, não poucas vezes, fazer um trabalho que não querem por dinheiro ou para estarem em destaque na mídia. Eu fico puto quando ligo a TV e não tem um único ator ou atriz nesse país que diga que não está gostando do seu papel atual, sempre é um “presente que caiu do céu, e eu estou muito agradecido(a) a Manoel Car...”. Ah, vai se fuder! Isso, Pedro Cardoso, parabéns pela coragem e lucidez. E você leitor, apesar de serem três vídeos, aposto que nem perceberá o tempo passando, tão gostosa e inteligente essa entrevista. Duvido que você não fique com aquela sensação de “Caramba, já acabou!”. COMENTE, se quiser!</itunes:summary><itunes:keywords>Entrevistas (Videos)</itunes:keywords></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1555034140237748049.post-4767550748425069579</guid><pubDate>Sun, 14 Mar 2010 20:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-29T21:57:42.369-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filmes (Vale a Pena Ver de Novo)</category><title>A Vida dos Outros (2006)</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_qGwRtrWg4D8/S51MK-94kGI/AAAAAAAAAP8/DpdIr2lJEfo/s1600-h/a_vida_dos_outros.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 137px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_qGwRtrWg4D8/S51MK-94kGI/AAAAAAAAAP8/DpdIr2lJEfo/s200/a_vida_dos_outros.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5448594875773128802" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Por Geilson Volking&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Estado e indivíduo. Direitos e deveres. Poder e submissão. O eterno cabo de guerra entre forças antagônicas. Os abusos que o Sistema exerce em cima do indivíduo e a resistência destes (ou não) diante de tamanha pressão. Relações de força me atraem de forma muito singular. E quando encontro isso &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;bem trabalhado&lt;/span&gt; em forma de arte, seja num livro, filme, canção, peça ou poema, aplaudo a criatividade do autor. 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Em &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A Vida dos Outros&lt;/span&gt;(Alemanha), do diretor e roteirista &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Florian Henckel von Donnersmarck&lt;/span&gt;,  que ganhou em 2007 o Oscar de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;melhor filme estrangeiro&lt;/span&gt;, vemos o que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;um governo totalitário&lt;/span&gt; faz com a vida particular das pessoas. Sobretudo com aquelas que pensam e que são vistas como ameaça ao Establishment.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;É novembro de 1984, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Alemanha Oriental&lt;/span&gt;, ainda sob o regime socialista, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;um diretor de teatro&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Georg Dreyman&lt;/span&gt; e sua namorada, a atriz &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Christa-Maria Sieland&lt;/span&gt;, passam a ser espionados pela &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Stasi&lt;/span&gt;, polícia secreta da &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;República Democrática Alemã&lt;/span&gt;, com a acusação de que as peças de Dreyman levam em seu conteúdo idéias contrárias as do governo. Um espião, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Gerd Wiesler&lt;/span&gt;, é convidado à missão de descobrir quais são as verdadeiras intenções desses artistas. Começa então um verdadeiro &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Big Brother&lt;/span&gt;, não por coincidência a história se passa em &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;1984&lt;/span&gt;, remetendo-se a &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;George Orwell&lt;/span&gt;. Câmeras e microfones são instalados no apartamento do casal, e, pelo andar de cima, eles passam a ser vigiados 24 horas por dia. Tudo que é tido como relevante entra num relatório escrito numa máquina de escrever.
&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_qGwRtrWg4D8/S51Neega6oI/AAAAAAAAAQM/ucJuVgb_28o/s1600-h/das-leben-der-anderen.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 173px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_qGwRtrWg4D8/S51Neega6oI/AAAAAAAAAQM/ucJuVgb_28o/s200/das-leben-der-anderen.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5448596310168627842" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Gerd Wiesler&lt;/span&gt;, o espião, um homem frio e meticuloso, competente naquilo que faz e totalmente a favor do governo, penetra na vida desses dois artistas de forma tão extrema, vivendo as suas dores, relatando as suas esperanças, que algo começa a se modificar em sua percepção da vida. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A arte e sua paixão arrebatadora contra a frieza do estado burocrático e controlador&lt;/span&gt;. Eis o ponto em questão. Uma luta velada de psicologias conflitantes, tendo como pano de fundo as idéias de liberdade e opressão, leva o filme a um final que é melhor o querido leitor ver por si mesmo.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_qGwRtrWg4D8/S51M9RxuISI/AAAAAAAAAQE/LNEi8QOhLbU/s1600-h/Florian-Henckel-von-Donnersmarck-765331.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 146px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_qGwRtrWg4D8/S51M9RxuISI/AAAAAAAAAQE/LNEi8QOhLbU/s200/Florian-Henckel-von-Donnersmarck-765331.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5448595739815846178" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;Escrito e dirigido por um jovem de apenas 33 anos de idade, a &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Vida dos Outros&lt;/span&gt; é um filme inteligente, sensível e com um ótimo roteiro. Que não se preocupa apenas em ganhar dinheiro na indústria do cinema, mas fazer as pessoas pensarem até que ponto o Estado pode controlar e invadir a privacidade das pessoas.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style='color:#CC0000; font-size:14pt'&gt;&lt;strong&gt;COMENTE, se quiser!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1555034140237748049-4767550748425069579?l=luzsobreopantano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://luzsobreopantano.blogspot.com/2010/03/vida-dos-outros-2006.html</link><author>noreply@blogger.com (Gê Volking)</author><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_qGwRtrWg4D8/S51MK-94kGI/AAAAAAAAAP8/DpdIr2lJEfo/s72-c/a_vida_dos_outros.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1555034140237748049.post-1664888163851596017</guid><pubDate>Thu, 31 Dec 2009 20:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-01T20:35:18.319-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Reflexões Pseudo-intelectuais</category><title>O Melhor da Festa é Esperar por Ela: Feliz 2010!</title><description>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Por Geilson Volking&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_qGwRtrWg4D8/Sz0Oo_yrs7I/AAAAAAAAAPM/2j-jGchBivw/s1600-h/reveillon.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 205px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_qGwRtrWg4D8/Sz0Oo_yrs7I/AAAAAAAAAPM/2j-jGchBivw/s320/reveillon.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5421505623905514418" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;Champanhe Sidra na geladeira, resto de peru do natal, uma parelha de roupa nova que não deu tempo de lavar;  no bolso: Engov, Diasec, camisinha (inclusive feminina) e um calendário 2010 com a foto de três cachorros dentro de uma sesta que o dono da farmácia implorou para que você levasse. 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Ano novo, eita porra, vida nova! Renovação de esperanças, promessas e planos. Sentimentos confusos dentro do peito, um misto de prazer e dor. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Prazer de ainda estar no páreo feito um cavalo velho&lt;/span&gt;; dor de saber que o tempo não pára e que mais um ano se passou e &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;você não fez porra nenhuma que prometera exatamente um ano antes.&lt;/span&gt; Mas é isso mesmo. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Coisas da humanidade.&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Acho que estou ficando &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;velho e rabugento&lt;/span&gt;, pois essas datas estão começando a me comover como o diabo. Em breve estarei assistindo novela mexicana e chorando com o quadro “De volta para minha terra”.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Eu sugiro que você vá se divertir. Não espere muita coisa não. A gente tem sempre essa mania besta de ficar idealizando tudo. Se prestar, prestou. Se comer, comeu. Se cagar, cagou. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O melhor da festa é esperar por ela&lt;/span&gt;, eis o segredo.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Mas se você é daqueles ranzinzas que não consegue ver graça em nada, alugue um filme expressionista alemão da década de 20 ou vá dormir mais cedo, antes que seja pego por sentimentos melancólicos quando lá fora estourarem os fogos à meia noite.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Particularmente, vou tomar uma. Ou duas. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Fingir que sou normal&lt;/span&gt;. Vocês sabem. Amanhã é feriado mesmo. Um Engov antes, um depois, e estamos conversados.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Aos milhares de leitores deste blog eu desejo um &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;feliz 2010&lt;/span&gt; e blá blá blá...
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Fiquem com Carlinhos Drummond de Andrade e sua poética sabedoria:
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/fr5Xt0pdbo4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/fr5Xt0pdbo4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style='color:#CC0000; font-size:14pt'&gt;&lt;strong&gt;COMENTE, se quiser!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1555034140237748049-1664888163851596017?l=luzsobreopantano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://luzsobreopantano.blogspot.com/2009/12/o-melhor-da-festa-e-esperar-por-ela.html</link><author>noreply@blogger.com (Gê Volking)</author><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_qGwRtrWg4D8/Sz0Oo_yrs7I/AAAAAAAAAPM/2j-jGchBivw/s72-c/reveillon.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><enclosure url="http://www.youtube.com/v/fr5Xt0pdbo4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" length="1070" type="application/x-shockwave-flash" /><media:content url="http://www.youtube.com/v/fr5Xt0pdbo4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" fileSize="1070" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>Por Geilson Volking Champanhe Sidra na geladeira, resto de peru do natal, uma parelha de roupa nova que não deu tempo de lavar; no bolso: Engov, Diasec, camisinha (inclusive feminina) e um calendário 2010 com a foto de três cachorros dentro de uma sesta q</itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (Gê Volking)</itunes:author><itunes:summary>Por Geilson Volking Champanhe Sidra na geladeira, resto de peru do natal, uma parelha de roupa nova que não deu tempo de lavar; no bolso: Engov, Diasec, camisinha (inclusive feminina) e um calendário 2010 com a foto de três cachorros dentro de uma sesta que o dono da farmácia implorou para que você levasse. Ano novo, eita porra, vida nova! Renovação de esperanças, promessas e planos. Sentimentos confusos dentro do peito, um misto de prazer e dor. Prazer de ainda estar no páreo feito um cavalo velho; dor de saber que o tempo não pára e que mais um ano se passou e você não fez porra nenhuma que prometera exatamente um ano antes. Mas é isso mesmo. Coisas da humanidade. Acho que estou ficando velho e rabugento, pois essas datas estão começando a me comover como o diabo. Em breve estarei assistindo novela mexicana e chorando com o quadro “De volta para minha terra”. Eu sugiro que você vá se divertir. Não espere muita coisa não. A gente tem sempre essa mania besta de ficar idealizando tudo. Se prestar, prestou. Se comer, comeu. Se cagar, cagou. O melhor da festa é esperar por ela, eis o segredo. Mas se você é daqueles ranzinzas que não consegue ver graça em nada, alugue um filme expressionista alemão da década de 20 ou vá dormir mais cedo, antes que seja pego por sentimentos melancólicos quando lá fora estourarem os fogos à meia noite. Particularmente, vou tomar uma. Ou duas. Fingir que sou normal. Vocês sabem. Amanhã é feriado mesmo. Um Engov antes, um depois, e estamos conversados. Aos milhares de leitores deste blog eu desejo um feliz 2010 e blá blá blá... Fiquem com Carlinhos Drummond de Andrade e sua poética sabedoria: COMENTE, se quiser!</itunes:summary><itunes:keywords>Reflexões Pseudo-intelectuais</itunes:keywords></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1555034140237748049.post-2136034455522538063</guid><pubDate>Tue, 29 Dec 2009 03:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-01T20:34:47.510-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Poesias</category><title>Cotidiano</title><description>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Por Geilson P. da Silva
&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: center'&gt;
&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: center'&gt;&lt;span style='color:#00b0f0; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Atravesso a avenida
&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: center'&gt;&lt;span style='color:#00b0f0; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Prudente de Morais
&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: center'&gt;&lt;span style='color:#00b0f0; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;compro pão
&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: center'&gt;&lt;span style='color:#00b0f0; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;leio jornais
&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: center'&gt;
&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: center'&gt;&lt;span style='color:#00b0f0; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;O céu é azul
&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: center'&gt;&lt;span style='color:#00b0f0; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;as nuvens são claras
&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: center'&gt;&lt;span style='color:#00b0f0; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;as pessoas passam apressadas
&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: center'&gt;&lt;span style='color:#00b0f0; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;sabendo que vão morrer
&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: center'&gt;
&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: center'&gt;&lt;span style='color:#00b0f0; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Volto pra casa
&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: center'&gt;&lt;span style='color:#00b0f0; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;abro a gaveta
&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: center'&gt;&lt;span style='color:#00b0f0; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;papel, revólver, caneta
&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: center'&gt;&lt;span style='color:#00b0f0; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;qual deles devo escolher?
&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;
&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;
&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;&lt;strong&gt;(Publicado no livro "1° Concurso de Poesia Zila Mamede", Potiguar Notícias)
&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style='color:#CC0000; font-size:14pt'&gt;&lt;strong&gt;COMENTE, se quiser!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1555034140237748049-2136034455522538063?l=luzsobreopantano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://luzsobreopantano.blogspot.com/2009/12/cotidiano_29.html</link><author>noreply@blogger.com (Gê Volking)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1555034140237748049.post-4978970447032077343</guid><pubDate>Sat, 26 Dec 2009 16:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-01T20:34:27.870-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">HQ</category><title>Homens</title><description>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Por Geilson Volking&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_qGwRtrWg4D8/SzY1dw1Q4EI/AAAAAAAAANQ/brpy1bu2fEA/s1600-h/Homens-HQ-1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 290px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_qGwRtrWg4D8/SzY1dw1Q4EI/AAAAAAAAANQ/brpy1bu2fEA/s400/Homens-HQ-1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5419577987027755074" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_qGwRtrWg4D8/SzY1l9JjdiI/AAAAAAAAANY/_3nA-aK03lE/s1600-h/Homens-HQ-2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 283px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_qGwRtrWg4D8/SzY1l9JjdiI/AAAAAAAAANY/_3nA-aK03lE/s400/Homens-HQ-2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5419578127773038114" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_qGwRtrWg4D8/SzY1zhaBWqI/AAAAAAAAANg/66zuPcumjwA/s1600-h/Homens-HQ-3.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 286px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_qGwRtrWg4D8/SzY1zhaBWqI/AAAAAAAAANg/66zuPcumjwA/s400/Homens-HQ-3.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5419578360844081826" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style='color:#CC0000; font-size:14pt'&gt;&lt;strong&gt;COMENTE, se quiser!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1555034140237748049-4978970447032077343?l=luzsobreopantano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://luzsobreopantano.blogspot.com/2009/12/homens.html</link><author>noreply@blogger.com (Gê Volking)</author><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/_qGwRtrWg4D8/SzY1dw1Q4EI/AAAAAAAAANQ/brpy1bu2fEA/s72-c/Homens-HQ-1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1555034140237748049.post-398991702798479122</guid><pubDate>Sat, 19 Dec 2009 19:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-18T15:59:30.275-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Crônicas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ateísmo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Humor</category><title>Zorra Total x George Carlin</title><description>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Por Geilson Volking&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_qGwRtrWg4D8/Sy01bp8dXzI/AAAAAAAAANA/On7eTQb0FG0/s1600-h/11947_694.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 144px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_qGwRtrWg4D8/Sy01bp8dXzI/AAAAAAAAANA/On7eTQb0FG0/s200/11947_694.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417044676028751666" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;Direcionado a um público com &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;pouco senso crítico&lt;/span&gt;, o humor da televisão brasileira é, em uma palavra, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;estúpido&lt;/span&gt;.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Último sábado liguei a Prostituta aqui de casa (é assim que chamo a TV aberta), com a doce ilusão de estar sendo transmitido alguma coisa que não me fizesse vomitar. Pensando bem, não sei nem por que a liguei. Sabe aqueles atos involuntários que você se pega fazendo sem perceber o porquê de o estar fazendo? Tipo, você vem pensando pensando e tal e pá e puf e de repente você está escovando os dentes! Mais ou menos isso. Liguei a TV e parei na &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Rede Globo de Televisão&lt;/span&gt; (a cafetina-mor). Passava Zorra Total. Meus genes masoquistas pulaaaaaram de alegria. Então me vi sentado diante desse programa de humor como alguém que espera pacientemente um &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;exame da próstata&lt;/span&gt;. Perguntei-me embasbacado: como é possível um programa humorístico não conseguir fazer você rir nem sequer por um milionésimo de segundo? Ou será que o problema é comigo? Os atores são exagerados, falam alto, gritam muito, parece coisa de teatro-pantomima; tudo é clichê, estúpido, imbecil, repetitivo, apelativo, sem graça… &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;quem é o público alvo dessa porcaria&lt;/span&gt;? Espero que não seja você, leitor.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_qGwRtrWg4D8/Sy01kXxO-WI/AAAAAAAAANI/s7onOhvZh0I/s1600-h/carlin.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 245px; height: 266px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_qGwRtrWg4D8/Sy01kXxO-WI/AAAAAAAAANI/s7onOhvZh0I/s320/carlin.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417044825768655202" /&gt;&lt;/a&gt;Lembro então de  &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/George_Carlin"&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;George Carlin&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, ator, comediante e autor norte-americano que morreu no ano passado. Dono de uma língua ferina e de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;uma inteligência que falta aos nossos comediantes&lt;/span&gt;, ele atacava tudo aquilo que ia (e que vai) de encontro à liberdade intelectual de cada um. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Ateu&lt;/span&gt; convicto, a religião era um prato cheio para sua crítica mordaz. Os grandes temas tanto quanto os pequenos eram abordados com um humor refinado, ágil e, acima de tudo, lúcido. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Bem longe desse humor abobalhado que é feito aqui no Brasil&lt;/span&gt;. As minúcias da língua, o que fica subtendido em cada frase, em cada pensamento, em cada comportamento eram colocados sob a lupa do seu raciocínio fulminante. Sabe aqueles detalhes que de tão “banais” não conseguimos mais enxergar? Preconceitos, política, superstições, hipocrisias, Sonho e Estilo de vida americano, guerras, etc. eram a matéria-prima de seu Stand-up Comedy. Enfim, ele era um efeito colateral que o próprio sistema americano criou.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Esse estilo de humor usado por George Carlin, o  Stand-up Comedy, começa a dar às caras aqui no Brasil (falo do estilo, não do conteúdo). Nomes como: Rafinha Bastos, Diogo Portugal, Bruno Motta, Danilo Gentili, Oscar Filho, etc. já podem ser vistos no Youtube e em algumas participações em programas de televisão. Em 2008, houve um concurso de Stand-up Comedy no Domingão do Faustão chamado “Quem chega lá”; entrevistas no Jô Soares e pequenas apresentações no programa Altas Horas. No entanto, apesar desse espaço estar sendo aberto a esses novos humoristas – até quando não sei -, e do telespectador poder tomar conhecimento desse tipo de humor, falta aparecer alguém com coragem suficiente para falar sobre assuntos que façam as pessoas saírem do lugar comum. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;No Brasil&lt;/span&gt;, especialmente na TV, existe um certo limite, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;uma certa censura velada&lt;/span&gt;, como se fosse “pecado” falar mal de alguns assuntos tais como: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;futebol, religião, superstições populares e estupidez coletiva&lt;/span&gt;. É aquela velha história do cliente (telespectador/leitor/ouvinte) ter sempre a razão, e o melhor é não contrariá-lo, já que o ibope e a venda depende deles e é o que mais interessa a mídia em geral.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Gostaria muito que surgisse um George Carlin brasileiro, sem rabo preso, contra-cultural, crítico social e com total liberdade de se expressar. Uma cara com talento e, acima de tudo, coragem, para jogar na cara de cada um de nós séculos e séculos de superstições e controle social. Enfim, alguém que nos fizesse &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;pensar humoristicamente&lt;/span&gt;. Tenho absoluta certeza que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;nosso país seria um manancial inesgotável de inspiração&lt;/span&gt;.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Religião é Besteira&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.4shared.com/embed/48257096/c601ca56" width="470" height="320" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"&gt;&lt;/embed&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/results?search_type=&amp;search_query=george+carlin+legendado+portugues&amp;aq=2&amp;oq=george+carlin"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;- George Carlin – No Youtube-&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style='color:#CC0000; font-size:14pt'&gt;&lt;strong&gt;COMENTE, se quiser!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1555034140237748049-398991702798479122?l=luzsobreopantano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://luzsobreopantano.blogspot.com/2009/12/zorra-total-x-george-carlin.html</link><author>noreply@blogger.com (Gê Volking)</author><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_qGwRtrWg4D8/Sy01bp8dXzI/AAAAAAAAANA/On7eTQb0FG0/s72-c/11947_694.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><enclosure url="http://www.4shared.com/embed/48257096/c601ca56" length="50110" type="application/x-shockwave-flash" /><media:content url="http://www.4shared.com/embed/48257096/c601ca56" fileSize="50110" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>Por Geilson Volking Direcionado a um público com pouco senso crítico, o humor da televisão brasileira é, em uma palavra, estúpido. Último sábado liguei a Prostituta aqui de casa (é assim que chamo a TV aberta), com a doce ilusão de estar sendo transmitido</itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (Gê Volking)</itunes:author><itunes:summary>Por Geilson Volking Direcionado a um público com pouco senso crítico, o humor da televisão brasileira é, em uma palavra, estúpido. Último sábado liguei a Prostituta aqui de casa (é assim que chamo a TV aberta), com a doce ilusão de estar sendo transmitido alguma coisa que não me fizesse vomitar. Pensando bem, não sei nem por que a liguei. Sabe aqueles atos involuntários que você se pega fazendo sem perceber o porquê de o estar fazendo? Tipo, você vem pensando pensando e tal e pá e puf e de repente você está escovando os dentes! Mais ou menos isso. Liguei a TV e parei na Rede Globo de Televisão (a cafetina-mor). Passava Zorra Total. Meus genes masoquistas pulaaaaaram de alegria. Então me vi sentado diante desse programa de humor como alguém que espera pacientemente um exame da próstata. Perguntei-me embasbacado: como é possível um programa humorístico não conseguir fazer você rir nem sequer por um milionésimo de segundo? Ou será que o problema é comigo? Os atores são exagerados, falam alto, gritam muito, parece coisa de teatro-pantomima; tudo é clichê, estúpido, imbecil, repetitivo, apelativo, sem graça… quem é o público alvo dessa porcaria? Espero que não seja você, leitor. Lembro então de George Carlin, ator, comediante e autor norte-americano que morreu no ano passado. Dono de uma língua ferina e de uma inteligência que falta aos nossos comediantes, ele atacava tudo aquilo que ia (e que vai) de encontro à liberdade intelectual de cada um. Ateu convicto, a religião era um prato cheio para sua crítica mordaz. Os grandes temas tanto quanto os pequenos eram abordados com um humor refinado, ágil e, acima de tudo, lúcido. Bem longe desse humor abobalhado que é feito aqui no Brasil. As minúcias da língua, o que fica subtendido em cada frase, em cada pensamento, em cada comportamento eram colocados sob a lupa do seu raciocínio fulminante. Sabe aqueles detalhes que de tão “banais” não conseguimos mais enxergar? Preconceitos, política, superstições, hipocrisias, Sonho e Estilo de vida americano, guerras, etc. eram a matéria-prima de seu Stand-up Comedy. Enfim, ele era um efeito colateral que o próprio sistema americano criou. Esse estilo de humor usado por George Carlin, o Stand-up Comedy, começa a dar às caras aqui no Brasil (falo do estilo, não do conteúdo). Nomes como: Rafinha Bastos, Diogo Portugal, Bruno Motta, Danilo Gentili, Oscar Filho, etc. já podem ser vistos no Youtube e em algumas participações em programas de televisão. Em 2008, houve um concurso de Stand-up Comedy no Domingão do Faustão chamado “Quem chega lá”; entrevistas no Jô Soares e pequenas apresentações no programa Altas Horas. No entanto, apesar desse espaço estar sendo aberto a esses novos humoristas – até quando não sei -, e do telespectador poder tomar conhecimento desse tipo de humor, falta aparecer alguém com coragem suficiente para falar sobre assuntos que façam as pessoas saírem do lugar comum. No Brasil, especialmente na TV, existe um certo limite, uma certa censura velada, como se fosse “pecado” falar mal de alguns assuntos tais como: futebol, religião, superstições populares e estupidez coletiva. É aquela velha história do cliente (telespectador/leitor/ouvinte) ter sempre a razão, e o melhor é não contrariá-lo, já que o ibope e a venda depende deles e é o que mais interessa a mídia em geral. Gostaria muito que surgisse um George Carlin brasileiro, sem rabo preso, contra-cultural, crítico social e com total liberdade de se expressar. Uma cara com talento e, acima de tudo, coragem, para jogar na cara de cada um de nós séculos e séculos de superstições e controle social. Enfim, alguém que nos fizesse pensar humoristicamente. Tenho absoluta certeza que nosso país seria um manancial inesgotável de inspiração. Religião é Besteira - George Carlin – No Youtube- COMENTE, se quiser!</itunes:summary><itunes:keywords>Crônicas, Ateísmo, Humor</itunes:keywords></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1555034140237748049.post-947637838341405752</guid><pubDate>Sat, 19 Dec 2009 19:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-20T17:10:39.180-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Humor</category><title>Uma epidemia chamada burrice</title><description>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Por Geilson Volking&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Dê o primeiro coice quem nunca rinchou. Burrice é uma característica que todo mundo tem um pouco. Mas tem gente que, pelamordedeus, leva a sério demais esse negócio. Na televisão, &lt;strong&gt;os programas de entretenimento&lt;/strong&gt;, que não são poucos, puseram em evidência essa fatídica peculiaridade de todos nós. Não sei se é um problema genético, a educação do nosso país, preguiça mental, muita informação para pouco cérebro, falta de oportunidades; eu só sei que &lt;strong&gt;a burrice está aí&lt;/strong&gt;, se tornando uma calamidade pública. Fiz uma pequena pesquisa no Youtube para fundamentar o que estou dizendo, pois &lt;strong&gt;contra imagens não há argumentos&lt;/strong&gt;:
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/vXPR_xrXnNI&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/vXPR_xrXnNI&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3vVUFbVdiFk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/3vVUFbVdiFk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/oJH0eYHm_QY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/oJH0eYHm_QY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style='color:#CC0000; font-size:14pt'&gt;&lt;strong&gt;COMENTE, se quiser!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1555034140237748049-947637838341405752?l=luzsobreopantano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://luzsobreopantano.blogspot.com/2009/12/uma-epidemia-chamada-burrice.html</link><author>noreply@blogger.com (Gê Volking)</author><thr:total>0</thr:total><enclosure url="http://www.youtube.com/v/vXPR_xrXnNI&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" length="1091" type="application/x-shockwave-flash" /><media:content url="http://www.youtube.com/v/vXPR_xrXnNI&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" fileSize="1091" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>Por Geilson Volking Dê o primeiro coice quem nunca rinchou. Burrice é uma característica que todo mundo tem um pouco. Mas tem gente que, pelamordedeus, leva a sério demais esse negócio. Na televisão, os programas de entretenimento, que não são poucos, pus</itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (Gê Volking)</itunes:author><itunes:summary>Por Geilson Volking Dê o primeiro coice quem nunca rinchou. Burrice é uma característica que todo mundo tem um pouco. Mas tem gente que, pelamordedeus, leva a sério demais esse negócio. Na televisão, os programas de entretenimento, que não são poucos, puseram em evidência essa fatídica peculiaridade de todos nós. Não sei se é um problema genético, a educação do nosso país, preguiça mental, muita informação para pouco cérebro, falta de oportunidades; eu só sei que a burrice está aí, se tornando uma calamidade pública. Fiz uma pequena pesquisa no Youtube para fundamentar o que estou dizendo, pois contra imagens não há argumentos: COMENTE, se quiser!</itunes:summary><itunes:keywords>Humor</itunes:keywords></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1555034140237748049.post-184035180017739983</guid><pubDate>Sat, 27 Jun 2009 21:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-20T17:29:45.018-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Crônicas</category><title>Moonwalk Blues: Morre Michael Jackson</title><description>&lt;span style='font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Por Geilson Volking&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_qGwRtrWg4D8/SkcYZRQxnJI/AAAAAAAAAMo/xBOIlG5-blY/s1600-h/michael_jackson_-_invincible.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_qGwRtrWg4D8/SkcYZRQxnJI/AAAAAAAAAMo/xBOIlG5-blY/s400/michael_jackson_-_invincible.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5352273504562683026" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style='color:red'&gt;&lt;strong&gt;
&lt;br /&gt;					&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: center'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;&lt;span style='color:red'&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;"Que parem os relógios, cale o telefone,
&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: center'&gt;&lt;span style='color:red'&gt;&lt;strong&gt;jogue-se ao cão um osso e que não ladre mais,
&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: center'&gt;&lt;span style='color:red'&gt;&lt;strong&gt;que emudeça o piano e que o tambor sancione
&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: center'&gt;&lt;span style='color:red'&gt;&lt;strong&gt;a vinda do caixão seguido por seu cortejo
&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: center'&gt;
&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: center'&gt;&lt;span style='color:red'&gt;&lt;strong&gt;Que os aviões, gemendo, acima e em alvoroço,
&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: center'&gt;&lt;span style='color:red'&gt;&lt;strong&gt;escrevam contra o céu o anúncio: ele morreu.
&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: center'&gt;&lt;span style='color:red'&gt;&lt;strong&gt;Que as pombas guardem luto — um laço no pescoço —
&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: center'&gt;&lt;span style='color:red'&gt;&lt;strong&gt;e os guardas usem finas luvas cor-de-breu."
&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;    Senhoras e senhores, Michael Jackson está morto.
&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;    Quando minha esposa me ligou às 19:03 na noite de quinta-feira, dia 25 de junho de 2009, para me lembrar de passar no supermercado e comprar pão e tempero completo, eu não imaginava que ela terminaria seu recado com as seguintes frases:
&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;    — Sim, Gê, sabe quem morreu? 
&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;    Arrisquei, óbvio.
&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;    — Gugu Liberato.
&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;    — Não, Michael Jackson.
&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;    Por uma fração de segundo meu cérebro parou. Houve um silêncio do tamanho do Gran Canyon nos meus pensamentos.
&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;    — Morreu?!
&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;    — Foi.
&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;    — Mas... morreu de quê?
&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;    — Sei lá, tá dando no Jornal. Vou desligar pra não acabar meus créditos. Tchau.
&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;    E desligou.
&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;    Fiquei ali então parado debaixo do sinal de trânsito, com uma fatia de limão na língua.
&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;    Impossível! Michael Jackson morreu?! Tanta mulher no mundo e eu fui casar com a mais mentirosa. Só pode ser castigo.
&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;    Ao passar por dois adolescentes, escutei a palavra "Jackson". Bem, poderiam estar falando sobre a Família Jackson. Lembrei de Shakespeare com aquele negócio de mistérios entre o céu e a terra... Liguei o rádio do meu celular e estourou "Ben" lá dentro dos meus ouvidos. Mudei de estação e esbarrei em "Thriller". Dentro da minha barriga as tripas dançavam um break, talvez em homenagem. Foi então que o locutor com voz cavernosa e falsa condolência declarou: "Nossa rádio está de luto. O Jornal Los Angeles Times confirmou agora a pouco a morte do Rei do pop, Michael Jackson". Imediatamente lembrei-me do poema "Funeral Blues", de W. H. Auden, que ficou ecoando na minha cabeça como um maldito refrão de música de axé.
&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;    Michael, Michael..., suspirei profundo, bateu as sapatilhas. Toda a minha infância e adolescência estiveram sob sua influência.  Se eu disser que era fã estarei mentindo. Na verdade, acompanhei sua carreira com certa admiração reservada. Admiração que tenho por aqueles que sabem exatamente o que querem e o fazem da melhor forma possível. Ele viveu literalmente toda a sua vida em função do que gostava e literalmente recriou o pop. Hoje, no cenário musical, o que vemos é muita gente fazendo muita coisa parecida. Muita banda que de diferente só tem o nome. Talvez o gênio se destaque por causa disto: eles são únicos, aparecem no mundo e mudam as coisas, fulminam os que acham que tem talento, como o sol que ofusca o brilho das outras estrelas.
&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;    &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Procuro sempre não confundir a obra com o seu autor. Se ele foi processado várias vezes por variados motivos isso não lhe tira o mérito como artista. É como dizer que Hitler não tinha retórica e espírito de liderança por que cometeu todas aquelas atrocidades na 2° Guerra Mundial. Se ele já não era mais o mesmo da década de oitenta, um dia ele o foi e isso já basta.&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;    Michael Jackson, um dos maiores astros que já existiu. Um furacão que passou pela Terra. Incontestavelmente, um gênio. Ele era música, dança, técnica, expressão corporal na sua mais alta qualidade (dentro do seu gênero). Um negro pobre que veio do nada e embasbacou o mundo com a sua arte, com a sua criatividade, com o seu brilho. Apesar de fazer parte da indústria cultural é inegável o seu talento e originalidade, por isso tanto sucesso nas mais variadas camadas sociais. Não quero generalizar mas mesmo para aqueles que não gostam dele é quase impossível ficar indiferente a uma apresentação de Michael Jackson. Existia uma força em seus movimentos. A gente fica se perguntando como diabos ele conseguia fazer aquilo; MJ foi um fenômeno ímpar, especial, inimitável, apesar de tantos sósias.
&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;    Num céu carente de grandes estrelas mais uma se apaga. Mas que deixará seu brilho ainda por muito tempo; até quando? Impossível saber. 
&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;    Obrigado, Michael, por fazer parte do repertório da minha vida. Das minhas boas memórias de infância e adolescência. Você deixa saudades e uma lacuna enorme como personalidade no cenário musical. Esta é minha pequena homenagem.
&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;    Adeus.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/embed/0XF-dFaSpQg?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style='color:#CC0000; font-size:14pt'&gt;&lt;strong&gt;COMENTE, se quiser!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1555034140237748049-184035180017739983?l=luzsobreopantano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://luzsobreopantano.blogspot.com/2009/06/moonwalk-blues-morre-michael-jackson.html</link><author>noreply@blogger.com (Gê Volking)</author><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/_qGwRtrWg4D8/SkcYZRQxnJI/AAAAAAAAAMo/xBOIlG5-blY/s72-c/michael_jackson_-_invincible.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1555034140237748049.post-4124118460423677476</guid><pubDate>Fri, 12 Jun 2009 02:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-15T13:54:50.651-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cotonete Musical</category><title>Cotonete Musical:</title><description>&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_iPKBEUEnJ8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/_iPKBEUEnJ8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1555034140237748049-4124118460423677476?l=luzsobreopantano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://luzsobreopantano.blogspot.com/2009/06/dddsdd.html</link><author>noreply@blogger.com (Gê Volking)</author><thr:total>0</thr:total><enclosure url="http://www.youtube.com/v/_iPKBEUEnJ8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1" length="1087" type="application/x-shockwave-flash" /><media:content url="http://www.youtube.com/v/_iPKBEUEnJ8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1" fileSize="1087" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:author>noreply@blogger.com (Gê Volking)</itunes:author><itunes:keywords>Cotonete Musical</itunes:keywords></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1555034140237748049.post-5320936511451493001</guid><pubDate>Mon, 18 May 2009 02:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-15T13:55:38.615-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filmes (Vale a Pena Ver de Novo)</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Crônicas</category><title>Quem tem medo de Todd Solondz?</title><description>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;CRÔNICA&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;&lt;SPAN style="font-style:italic;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Por Geilson Volking&lt;/span&gt;&lt;/SPAN&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;A onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_qGwRtrWg4D8/ShDMX4j0WwI/AAAAAAAAALg/oGKn4y-Ww_s/s1600-h/happinessxx31-150x150.jpg"&gt;&lt;IMG style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 150px; height: 150px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_qGwRtrWg4D8/ShDMX4j0WwI/AAAAAAAAALg/oGKn4y-Ww_s/s400/happinessxx31-150x150.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336990269125712642"&gt;&lt;/A&gt;Um homem de meia idade está num parque. Seu rosto não transmite nenhuma emoção. Ao seu redor, pessoas fazem piquenique, praticam cooper, conversam em bancos de madeira; casais de gays caminham tranquilamente de mãos dadas. A música de fundo desperta sensação de paz e tranqüilidade. Tudo é calmo, verde e bucólico; um dia sereno, como poucos… O homem de meia idade então engatilha um fuzil, caminha em direção às pessoas e começa a atirar. A câmera sobe junto com a harmonia da música. Ele agora está cercado por corpos caídos e ensangüentados, porém o que mais impressiona nisso tudo é a sua introspecção, seu rosto impassível e sua indiferença levemente satisfeita. Cena do filme Felicidade, de Todd Solondz, que narra um sonho constante que atormenta essa personagem, um psicoterapeuta pedófilo, as imagens traduzem de forma sintética o estilo cáustico e irônico desse diretor americano que foge completamente do formato comercial da maioria dos seus compatriotas.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;video
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Nascido em 1959 em Newark, Nova Jersey, o americano Todd Solondz é formado em Inglês pela universidade de Yale; estudou cinema na Universidade de Nova York, mas não chegou a concluir a graduação. Na infância, queria ser rabino, tornou-se roteirista e diretor de filmes. Deu início a sua carreira em 1985 com o curta-metragem Schatt's Last Shot (inédito no Brasil). Em 1989, lançou Fear, Anxiety &amp;amp; Depression (também inédito). Tornou-se reconhecido apenas em 1995 com Bem-vindo à Casa de Bonecas, filme que ganhou o prêmio de Melhor Revelação no Independent Spirit Awards. Veio à luz então o aclamado Felicidade (1998), filme polêmico que mostra perversões sexuais de forma "afável" e a constante busca de felicidade como preenchimento do vazio existencial. Seus últimos trabalhos foram Histórias Proibidas (2001) e Palindromes (2004). No momento, realiza seu próximo filme no qual terá a participação de Paris Hilton.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;A onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_qGwRtrWg4D8/ShDMFNRo7aI/AAAAAAAAALY/g8gt6x6L2aQ/s1600-h/41289-large1-150x150.jpg"&gt;&lt;IMG style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 150px; height: 150px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_qGwRtrWg4D8/ShDMFNRo7aI/AAAAAAAAALY/g8gt6x6L2aQ/s400/41289-large1-150x150.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336989948269096354"&gt;&lt;/A&gt;Solondz é uma referência de cinema independente, crítico e cara-de-pau, que só os diretores de coragem (leia-se: que não visam apenas o dinheiro) conseguem fazer. Hoje, infelizmente, o grande motor da arte é o lucro. Não haveria de ser diferente com o cinema. Uma superprodução ao ser lançada carrega em si não somente o objeto estético a ser oferecido ao público, mas todo um aparato publicitário que desperta um interesse até certo ponto artificial no futuro expectador. Investi-se massivamente em propaganda muitos meses antes do lançamento, criando assim expectativa; a mídia especializada, movida pelo velho "jabá"?, desmancha-se em elogios que beiram o estapafúrdio, tamanha a incoerência do que é dito pelo que futuramente será assistido. Resumindo, batom vermelho, peruca, minissaia de plástico muito justa e pronto: um filme de sucesso é uma prostituta que quebra bilheterias e agrada um público mediano em busca apenas de entretenimento. Mas a verdadeira arte não se prostitui.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Abrindo mão de acontecimentos extraordinários que quebram a normalidade da vida, gerando assim ação dramática, por um mergulho no cotidiano banal de pessoas totalmente comuns, Solondz cria um rol de cenas incríveis. Na verdade, o conflito nasce do relacionamento sempre tenso entre as personagens. Às vezes ficamos constrangidos por silêncios intermináveis entre eles após uma cena forte. Complexos, racismo, hipocrisia, perversões sexuais, grosserias, crueldade, tudo recheado de humor negro e do fino sarcasmo que são características essenciais do diretor. O modo de vida americano é dissecado friamente. A família, microcosmo da sociedade, é o meio onde são geradas as neuroses e os falsos valores sociais. "A cada história pela qual me interesso mesclo um pouco de tristeza, um pouco de humor e um pouco de ironia. Inteligência, humor e tristeza é uma grande combinação", diz Solondz em entrevista ao Correio Braziliense.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Seus protagonistas são seres feios, infelizes, nerds, isolados, pedófilos, chatos, alienados, pervertidos, imaturos, excêntricos etc. Sempre em conflito com "o padrão" necessário exigido para serem aceitos pela sociedade. São seres que sofrem por não conseguirem se adaptar a "normalidade". Suas vidas são o retrato cruel da falta de espaço para quem é diferente num mundo estandardizado. E é daí que surge a temática de suas estórias. Ele lança luz nas profundezas mais obscuras da alma humana. Rimos de certas situações, mas é um riso nervoso, constrangido, um riso de identificação.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Enfim, o cinema de Solondz nos faz refletir sobre nosso próprio comportamento em relação ao outro. Requer uma boa dose de sensibilidade e inteligência, e a capacidade de auto-reflexão, coisa rara no cinema espetáculo da industria cultural, que nos cobra apenas a passividade intelectual e o não-pensar.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/X0Q6Ls1Eb0g&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/X0Q6Ls1Eb0g&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style='color:#CC0000; font-size:14pt'&gt;&lt;strong&gt;COMENTE, se quiser!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1555034140237748049-5320936511451493001?l=luzsobreopantano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><enclosure type="video/mp4" url="http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=b9898ce38fd16e4f&amp;type=video%2Fmp4" length="0" /><link>http://luzsobreopantano.blogspot.com/2009/05/quem-tem-medo-de-todd-solondz.html</link><author>noreply@blogger.com (Gê Volking)</author><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_qGwRtrWg4D8/ShDMX4j0WwI/AAAAAAAAALg/oGKn4y-Ww_s/s72-c/happinessxx31-150x150.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><media:content url="http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=b9898ce38fd16e4f&amp;type=video%2Fmp4" type="video/mp4" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>CRÔNICA Por Geilson Volking Um homem de meia idade está num parque. Seu rosto não transmite nenhuma emoção. Ao seu redor, pessoas fazem piquenique, praticam cooper, conversam em bancos de madeira; casais de gays caminham tranquilamente de mãos dadas. A mú</itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (Gê Volking)</itunes:author><itunes:summary>CRÔNICA Por Geilson Volking Um homem de meia idade está num parque. Seu rosto não transmite nenhuma emoção. Ao seu redor, pessoas fazem piquenique, praticam cooper, conversam em bancos de madeira; casais de gays caminham tranquilamente de mãos dadas. A música de fundo desperta sensação de paz e tranqüilidade. Tudo é calmo, verde e bucólico; um dia sereno, como poucos… O homem de meia idade então engatilha um fuzil, caminha em direção às pessoas e começa a atirar. A câmera sobe junto com a harmonia da música. Ele agora está cercado por corpos caídos e ensangüentados, porém o que mais impressiona nisso tudo é a sua introspecção, seu rosto impassível e sua indiferença levemente satisfeita. Cena do filme Felicidade, de Todd Solondz, que narra um sonho constante que atormenta essa personagem, um psicoterapeuta pedófilo, as imagens traduzem de forma sintética o estilo cáustico e irônico desse diretor americano que foge completamente do formato comercial da maioria dos seus compatriotas. video Nascido em 1959 em Newark, Nova Jersey, o americano Todd Solondz é formado em Inglês pela universidade de Yale; estudou cinema na Universidade de Nova York, mas não chegou a concluir a graduação. Na infância, queria ser rabino, tornou-se roteirista e diretor de filmes. Deu início a sua carreira em 1985 com o curta-metragem Schatt's Last Shot (inédito no Brasil). Em 1989, lançou Fear, Anxiety &amp;amp; Depression (também inédito). Tornou-se reconhecido apenas em 1995 com Bem-vindo à Casa de Bonecas, filme que ganhou o prêmio de Melhor Revelação no Independent Spirit Awards. Veio à luz então o aclamado Felicidade (1998), filme polêmico que mostra perversões sexuais de forma "afável" e a constante busca de felicidade como preenchimento do vazio existencial. Seus últimos trabalhos foram Histórias Proibidas (2001) e Palindromes (2004). No momento, realiza seu próximo filme no qual terá a participação de Paris Hilton. Solondz é uma referência de cinema independente, crítico e cara-de-pau, que só os diretores de coragem (leia-se: que não visam apenas o dinheiro) conseguem fazer. Hoje, infelizmente, o grande motor da arte é o lucro. Não haveria de ser diferente com o cinema. Uma superprodução ao ser lançada carrega em si não somente o objeto estético a ser oferecido ao público, mas todo um aparato publicitário que desperta um interesse até certo ponto artificial no futuro expectador. Investi-se massivamente em propaganda muitos meses antes do lançamento, criando assim expectativa; a mídia especializada, movida pelo velho "jabá"?, desmancha-se em elogios que beiram o estapafúrdio, tamanha a incoerência do que é dito pelo que futuramente será assistido. Resumindo, batom vermelho, peruca, minissaia de plástico muito justa e pronto: um filme de sucesso é uma prostituta que quebra bilheterias e agrada um público mediano em busca apenas de entretenimento. Mas a verdadeira arte não se prostitui. Abrindo mão de acontecimentos extraordinários que quebram a normalidade da vida, gerando assim ação dramática, por um mergulho no cotidiano banal de pessoas totalmente comuns, Solondz cria um rol de cenas incríveis. Na verdade, o conflito nasce do relacionamento sempre tenso entre as personagens. Às vezes ficamos constrangidos por silêncios intermináveis entre eles após uma cena forte. Complexos, racismo, hipocrisia, perversões sexuais, grosserias, crueldade, tudo recheado de humor negro e do fino sarcasmo que são características essenciais do diretor. O modo de vida americano é dissecado friamente. A família, microcosmo da sociedade, é o meio onde são geradas as neuroses e os falsos valores sociais. "A cada história pela qual me interesso mesclo um pouco de tristeza, um pouco de humor e um pouco de ironia. Inteligência, humor e tristeza é uma grande combinação", diz Solondz em entrevista ao Correio Braziliense. Seus protagonistas são seres feios, infelizes, nerds, isolados, pedófilos, chatos, alienados, pervertidos, imaturos, excêntricos etc. Sempre em conflito com "o pa</itunes:summary><itunes:keywords>Filmes (Vale a Pena Ver de Novo), Crônicas</itunes:keywords></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1555034140237748049.post-8426668816734190911</guid><pubDate>Tue, 12 May 2009 04:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-01T20:28:38.339-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Contos</category><title>Voyeur*</title><description>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Por Geilson Volking&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;Quando lhe bateram a porta, dois anos após o acidente, Rogério tinha 45 anos e um copo de uísque na mão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Levemente embriagado, como de costume, apanhou a bengala e mancou em direção a entrada. Limpou a boca, acendeu a luz e abriu.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Boa noite — disse ela.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Rogério, sem dizer palavra, fez menção para que entrasse. E ela entrou. Sentou-se no sofá diante da poltrona e cruzou as pernas. Estava bonita. Aliás, típico. Abriu a bolsa e tirou uma carteira de cigarros.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Se incomoda?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Não, pode ficar a vontade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Rogério se acomodou na poltrona.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Desde quando você fuma?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Já algum tempo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pela primeira vez seus olhos se cruzaram.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Você está bem — disse ele.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Você também não está nada mal. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Rogério balançou a cabeça.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Não seja irônica. Bebe? — perguntou mostrando-lhe o copo de uísque.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Não, obrigada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Por que veio aqui?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Precisava te ver.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Já faz dois anos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— É, eu sei.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— E por que tanto tempo?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Eu precisava…&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Rogério esticou o braço e apanhou a garrafa que estava no chão, como um cão obediente ao lado da poltrona. Encheu o copo e colocou-a no mesmo lugar. Ela olhava ao redor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Não toquei em nada… está como você deixou.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Você tem um cinzeiro?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Em cima da mesa. Pode pegar?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Claro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— E as crianças? — perguntou ele.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Estão bem. Sentem a sua falta. Perguntam por você.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Queria vê-las…&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Rogério se levantou. Na estante, puxou um vinil e o pôs no toca-discos. A música começou a soar sugestiva pela sala.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Lembra-se? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela sorriu.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Como eu poderia esquecer — disse voltando à cadeira. — Era a nossa música.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Era? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela parou de sorrir.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Sim, Rogério, era. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ele retornou à poltrona. Tomou um trago. Massageou a perna.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— E o joelho, como está?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Dói mais quando faz frio. Aí eu tomo uns analgésicos… pra aliviar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Sei.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Como ultimamente está fazendo um calor danado…&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Você tem que fazer fisioterapia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Eu fazia… mas parei.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Por quê?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Sem saco. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ficaram em silêncio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois de algum tempo, Rogério murmurou:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Sinto saudades. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela baixou a cabeça.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Não deveria ter sido assim, Marta.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— A culpa não foi sua.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Todo dia eu procuro um motivo pra não me jogar daquela janela. Às vezes eu acho que não dá mais. Sou fraco. A solidão é a pior coisa que existe. É duro não ter com quem conversar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— E por que você não sai, procura fazer amigos, namorar?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Eu não consigo. Só quero ficar aqui tomando o meu uísque, escutando o meu som…&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Até quando? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Não sei… até morrer, quem sabe.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Não diga isso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Rogério encheu novamente o copo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Depois que vocês foram embora, nada mais faz sentido pra mim. Larguei o trabalho, o Partido, mandei tudo pro inferno.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Não faça isso, Rogério.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— O que é que você quer que eu faça?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Há outros caminhos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— É muito fácil falar. Queria ver se estivesse no meu lugar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Você está sendo egoísta.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Você é que está sendo egoísta. Dois anos sem dar as caras!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Eu tive meus motivos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Outro homem deve ser um ótimo motivo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Não fale besteiras.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Por que besteiras? Você é jovem, bonita. Onde quer que você esteja, sempre haverá alguém lambendo os seus pés.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Você não sabe o que está dizendo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ele ficou em silêncio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— É, acho que não.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Olhe — disse ela —, eu sei que você está sofrendo muito. Eu também sofro com tudo isso, mas não dá. Temos que encarar os fatos. Eu não queria que fosse assim. Porém muitas vezes as coisas não saem como planejamos. Talvez pudesse ter sido diferente, mas “talvez” não muda nada, entende? Você tem que dar a volta por cima. Há muito chão pela frente. Não desista, Rogério, não desista.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Eu sei. Mas… sem vocês, sem minha família… por que não voltam pra mim? Podemos começar tudo de novo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Não, Rogério, não dá.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Por que não?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Porque não.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Então pra que diabos você veio aqui, porra?! — gritou ele.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Pra ver como você estava.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Pois aqui estou — disse ele se levantando. — Está vendo? É isso que sobrou de mim. Restos! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Silêncio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela apanhou a bolsa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Tenho que ir.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Como?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Preciso ir.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Por quê? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela se levantou:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Me leva até a porta?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Marta, por favor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Desculpa, eu não deveria ter vindo aqui.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Não, Marta, me perdoe. Eu estou nervoso, não sei o que estou dizendo. Eu…&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Tudo bem… mas preciso ir.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Fica mais um pouco.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Não dá.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Dança comigo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela olhou-o nos olhos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Dançar?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— Por favor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Marta ficou em silêncio por um grande espaço de tempo escutando Ray Charles debruçado sobre o piano. Então se aproximou de Rogério e o abraçou. E naquela sala de apartamento no oitavo andar, ao som da música que era deles, somente deles, dançaram. E ao sentir que Rogério chorava, Marta o abraçou mais forte ainda, e também chorou. Pelo passado, pelo destino que poderia ter sido diferente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;br /&gt;Há cem metros dali, por trás das lentes de um binóculo, um homem no prédio ao lado observava toda aquela cena: um cara bêbado dançando sozinho às três horas da madrugada em sua sala de estar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Geilson Pereira da Silva (Geilson Volking)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;
&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;          &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;*Esse  conto obteve o 1º lugar no Concurso de contos da Cooperativa Cultura da UFRN - 2007.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style='color:#CC0000; font-size:14pt'&gt;&lt;strong&gt;COMENTE, se quiser!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1555034140237748049-8426668816734190911?l=luzsobreopantano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://luzsobreopantano.blogspot.com/2008/01/voyeur-quando-lhe-bateram-porta-dois_06.html</link><author>noreply@blogger.com (Gê Volking)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1555034140237748049.post-2010869845768148096</guid><pubDate>Tue, 12 May 2009 01:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-26T16:49:41.751-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Literatura</category><title>Prêmio literário</title><description>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt; Tribuna do Norte&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Prêmio literário - 01/12/2007 &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Saiu o resultado do Primeiro Concurso Literário (Contos e Poesia) promovido pela Cooperativa Cultural Universitária do Rio Grande do Norte. Estavam inscritos mais de 140 trabalhos: 80 poemas, 60 contos, por aí. O escritor e professor Bartolomeu Correia de Melo está na maior alegria com o bom resultado do concurso: “Tanto em verso quanto em prosa a meninada cumpriu com boniteza todos os talentos e sentimentos esperados. Dentre mais de oitenta poemas e mais de sessenta contos, pelo menos uns dez ou quinze de cada gênero sobejaram qualidade”.E adiante, o Bartola acrescenta com as antenas críticas acesas que ele sabe muito bem usar:- Cá muito pra nós, pasme cada rua e cada esquina desta “terra de Poti mais versejada”, ao meu leigo ver, os “prosistas” se foram melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, na categoria Contos (Prêmio Prof. Waldson Pinheiro, os vencedores foram:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1º lugar - “Voyeur”, de Geilson Pereira da Silva, aluno de Filosofia;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2º lugar - “Gargalhada D’Água”, de Iara Maria Carvalho de Medeiros dos Santos, aluna de&lt;br /&gt;Letras;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3º lugar - “Dora e Lipe”, de Deyego Fernandes Saraíva Silva, aluno de Letras;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4º lugar - “Vida de Espera”, de Valmir Henrique de Araújo, de Educação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5º lugar - “33 1/3”, de João Paulo de Lucena Coelho, curso de Geografia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na categoria Poesia (Prêmio Prof. Oscar Pereira), os vencedores foram:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1º lugar - “Entre Becos e Sonhos”, de Nassary Lee de Oliveira Silva, do curso de Jornalismo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2º lugar - “Pó de Ouro”, de Gustavo Henrique Alcântara de Medeiros, curso de Letras;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3o lugar - “Assim”, de Fabíola Cristina Alves da Costa, Letras;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4º lugar - “Mãe e Filha”, de Juliana Fernandes Ribeiro Dantas, Letras; e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5º lugar - “Humana Condição”, de Rousiene da Silva Gonçalves, curso de Letras/Educação.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1555034140237748049-2010869845768148096?l=luzsobreopantano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://luzsobreopantano.blogspot.com/2007/12/prmio-literrio01122007-tribuna-do-norte_9336.html</link><author>noreply@blogger.com (Gê Volking)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1555034140237748049.post-6501560693964273124</guid><pubDate>Mon, 11 May 2009 02:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-06T21:48:57.569-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Frases</category><title>Frases</title><description>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;"Se juntássemos a atual música brasileira em um liquidificador, teríamos uma bela vitamina de bosta.&lt;/span&gt;"&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;                                                                    &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;(Anônimo)
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;"Vou vencer na vida nem que seja honestamente".
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;                                                                       (Anônimo)&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;"No ANO NOVO evite a ressaca, mantenha-se bêbado".
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;                                    (Anônimo)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;"Uma sociedade hierárquica só é possível na base da pobreza e da ignorância".&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;                                                                                      1984, de George Orwell&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;"Há seis bilhões de pessoas no mundo, é verdade. No entanto, nossas ações fazem a diferença. Fazem diferença em termos materiais e fazem diferença para outras pessoas. Servem de exemplo. A mensagem é: não devemos jamais nos eximir e nos vermos como vítimas de várias forças. Quem nós somos é sempre uma decisão nossa".
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;                                                                                      Waking Life (Filme)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Não é possível convencer um crente de coisa alguma, pois suas crenças não se baseiam em evidências; baseiam-se numa profunda necessidade de acreditar.”                              
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;                                                                                   (Carl Sagan)&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;"A investigação racional tem como finalidade revelar o funcionamento mais intrínseco da natureza."                             
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;                                                                                           (Anônimo)&lt;/
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;"A religião é um sistema de doutrinas e promessas que, por um lado, lhe explicam os enigmas deste mundo com perfeição invejável e que, por outro lado, lhe garantem que uma Providência cuidadosa velará por sua vida e o compensará, numa existência futura, de quaisquer frustrações que tenha experimentado aqui. O homem comum só pode imaginar essa Providência sob a figura de um pai ilimitadamente engrandecido. Apenas um ser desse tipo pode compreender as necessidades dos filhos dos homens, enternecer-se com suas preces e aplacar-se com os sinais de seu remorso. Tudo é tão patentemente infantil, tão estranho à realidade, que, para qualquer pessoa que manifeste uma atitude amistosa em relação à humanidade, é penoso pensar que a grande maioria dos mortais nunca será capaz de superar essa visão da vida. Mais humilhante ainda é descobrir como é vasto o número de pessoas de hoje que não podem deixar de perceber que essa religião é insustentável e, não obstante isso, tentam defendê-la, item por item, numa série de lamentáveis atos retrógrados.” 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;                                                                                                                                                                                            (Sigmund Freud)&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;“Os que não padecem desta neurose (religiosidade) talvez não precisem de intoxicante para amortecê-la. Encontrar-se-ão, é verdade, numa situação difícil. Terão de admitir para si mesmos toda a extensão de seu desamparo e insignificância na maquinaria do universo; não podem mais ser o centro da criação, o objeto de eterno cuidado de uma Providência beneficente. Estarão na mesma posição de uma criança que abandonou a casa paterna, onde se achava tão bem instalada e tão confortável. Mas não há dúvidas que o infantilismo está destinado a ser superado. Os homens não podem permanecer crianças para sempre; têm de, por fim, sair para a vida ‘hostil’.” 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;(Sigmund Freud)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;"O intelectual existe para incomodar".
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;(Milton Santos)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;"Estamos afundados na merda do mundo e não se pode ser otimista. O otimista ou é estúpido, insensível ou milionário".
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;(José Saramago)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;"O essencial é a contingência"
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;(Sartre)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;"Se baixassem um decreto mandando a gente andar de quatro — qual seria a nossa reação? Nenhuma. Exatamente: — nenhuma. E ninguém se lembraria de perguntar, simplesmente perguntar. — “Por que andar de quatro?”. Muito pelo contrário. Cada um de nós trataria de espichar as orelhas, de alongar a cauda e ferrar o sapato. No primeiro desfile cívico, o brasileiro estaria trotando na Presidente Vargas, solidamente montado por um Dragão de Pedro Américo. E seria lindo toda uma nação a modular sentidos relinchos e a escoucear em todas as direções." 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;(Nelson Rodrigues)&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;"Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe". 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;(Oscar Wilde)&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;"Quem não perdeu a esperança não sabe o que está perdendo". 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;(Alex Nascimento)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;"Se você tira a mentira vital de homem vulgar, tira-lhe ao mesmo tempo a felicidade."
&lt;br /&gt;(Henrik Ibsen)&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1555034140237748049-6501560693964273124?l=luzsobreopantano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://luzsobreopantano.blogspot.com/2009/12/frases-do-dia.html</link><author>noreply@blogger.com (Gê Volking)</author><thr:total>0</thr:total></item><language>en-us</language><media:rating>nonadult</media:rating></channel></rss>

