<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-209437300985645243</id><updated>2025-03-31T05:19:13.234-07:00</updated><category term="Tunísia"/><category term="Dubai"/><category term="arabic"/><category term="Eventos"/><category term="my poems"/><category term="Mirela"/><category term="Turismo"/><category term="Nigeria"/><category term="music"/><category term="movies"/><category term="books"/><category term="buddhism"/><category term="África"/><category term="Saudi arabia"/><category term="Emirates"/><category term="aprenda árabe"/><category term="Diversidade"/><category term="music translation"/><category term="trabalho"/><category term="cinetotal"/><category term="marketing de relacionamento"/><category term="receitas"/><category term="blogger repórter"/><category term="Campinas"/><category term="Objetos árabes"/><category term="recipes"/><category term="marriage"/><category term="photos"/><category term="meio ambiente"/><category term="my father"/><title type='text'>My arabic heart</title><subtitle type='html'>&quot;Show them that you don´t have any problem, and that the problem is inside their hearts&quot; &#xa;Mirela Goi</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://myarabicheart.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myarabicheart.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Mirela Goi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17785470412566124012</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>983</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-209437300985645243.post-1402993964545567710</id><published>2013-07-19T17:53:00.001-07:00</published><updated>2013-07-19T17:53:06.599-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
acho que uma correção&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
qallbi arabi&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Come over here cyclone&lt;br /&gt;
beloved&lt;br /&gt;
Habib albi&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maktub&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
When should I meet him?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falling on my dreams&lt;br /&gt;
Like a need&lt;br /&gt;
I believe. I´m feeling it&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tear drops falling on my face&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oh little! Tefell&lt;br /&gt;
Sweetest words Baba&lt;br /&gt;
Machallah&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tear drops falling on my face&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
There are a lot to do&lt;br /&gt;
Allah, give me power&lt;br /&gt;
To hit this qallbi arabi&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
For Rached&lt;br /&gt;
Tunisia&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Assine esse blog&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myarabicheart.blogspot.com/feeds/1402993964545567710/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/209437300985645243/1402993964545567710?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/1402993964545567710'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/1402993964545567710'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myarabicheart.blogspot.com/2013/07/acho-que-uma-correcao-qallbi-arabi-come.html' title=''/><author><name>Mirela Goi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17785470412566124012</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-209437300985645243.post-2983008099602662940</id><published>2011-06-10T08:39:00.001-07:00</published><updated>2011-06-10T08:39:57.564-07:00</updated><title type='text'>Mais estudos árabes na USP</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;texto_materia&quot; style=&quot;FONT-SIZE: 13px; MARGIN-BOTTOM: 31px; LINE-HEIGHT: 1.3em; PADDING-TOP: 4px&quot;&gt;São Paulo – Criado no fim de 2008 para ajudar a Universidade de São Paulo (USP) a aumentar a quantidade de pesquisas sobre Rússia, Ásia e Oriente Médio, o Laboratório de Estudos da Ásia (LEA) se prepara para lançar o primeiro livro com artigos produzidos por seus acadêmicos em agosto. É o primeiro passo do LEA em seu curto período de vida. Antes deste livro, resultado de um trabalho acadêmico, o LEA lança em parceria com o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) um livro sobre a Rússia.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Co-coordenador do LEA, o professor Angelo Segrillo afirma que o laboratório foi rápido na produção do primeiro livro com artigos acadêmicos sobre os países estudados, mas observa que a língua é a maior barreira para os pesquisadores.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&amp;quot;Quando vim para cá, eles queriam um professor de história contemporânea com ênfase em Ásia&amp;quot;, afirma Segrillo, que é especialista em história da Rússia e ex-URSS eurasiana. &amp;quot;Eles queriam alavancar os estudos sobre a Ásia. Eu achava que São Paulo estava mais avançado neste sentido, mas mesmo aqui essa produção ainda é embrionária&amp;quot;, observa Segrillo, que vive em Niterói, no Rio de Janeiro, mas está na USP, em São Paulo, três dias da semana.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;O LEA é dividido em três grupos de trabalho. Segrillo coordena os grupos de trabalho de Rússia e Ásia Central e Ásia. Outro professor coordenador do LEA, Peter Demant, coordena o grupo de trabalho de Oriente Médio e Mundo Muçulmano, mas ele está afastado e retorna no segundo semestre. O LEA é subordinado ao Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), mas tem pesquisadores de outras faculdades e universidades. Quando a língua-mãe do país ameaça interromper algum projeto de pesquisa, o Departamento de Línguas Orientais da FFLCC ajuda os profissionais do LEA.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&amp;quot;Para estudar e desenvolver o projeto Stricto Sensu (mestrado e doutorado), o pesquisador precisa conhecer a língua-mãe, consultar os documentos originais&amp;quot;, afirma Segrillo. Além da barreira cultural, Segrillo diz que a formação dos estudantes também prejudica o desenvolvimento de trabalhos que contemplem países do Oriente. &amp;quot;A formação dos alunos ainda é eurocêntrica. Há menos trabalhos sobre a Ásia do que sobre a África&amp;quot;, diz.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;O Grupo de Trabalho de Oriente Médio e Mundo Muçulmano costuma atrair mais alunos e pesquisadores do que os outros. Segundo a pesquisadora Carolina Alberice, este grupo recebe mais estudantes porque os países e os temas da região têm uma exposição maior do que os outros. Atualmente, há nove pesquisadores neste grupo de trabalho. &amp;quot;Muitas pessoas leem sobre o assunto, veem as notícias e se interessam em conhecer melhor o que acontece na região&amp;quot;, afirma.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Não há um número fixo de países contemplados por este grupo de trabalho. São estudados os países muçulmanos (inclusive aqueles que estão na África) e do Oriente Médio (mesmo que não sejam árabes). Irã, Israel e Turquia também são temas de estudo no LEA. Mas não são os únicos. Todos os assuntos que envolvam a região e a religião ganham espaço no grupo de trabalho. Uma das alunas, por exemplo, desenvolve um projeto acadêmico sobre o papel da mulher na Turquia e no Egito. O país do Norte da África foi tema de duas reuniões dos alunos neste ano após a renúncia do presidente Hosni Mubarak, em fevereiro.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Carolina substitui o outro co-coordenador do LEA, Peter Demant. Ela pretende iniciar um mestrado sobre o Líbano. &amp;quot;Sempre que leio o jornal, procuro primeiro as notícias do Oriente Médio. Sempre me interessei pela região e agora vou me aprofundar. Para poder estudar o Líbano, tenho que conhecer e contextualizar o conflito Israel-Palestina&amp;quot;, observa. &lt;a href=&quot;http://www.anba.com.br/noticia_orientese.kmf?cod=11993740&quot;&gt;&lt;br&gt;  &lt;br&gt;http://www.anba.com.br/noticia_orientese.kmf?cod=11993740&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Assine esse blog&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myarabicheart.blogspot.com/feeds/2983008099602662940/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/209437300985645243/2983008099602662940?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/2983008099602662940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/2983008099602662940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myarabicheart.blogspot.com/2011/06/mais-estudos-arabes-na-usp.html' title='Mais estudos árabes na USP'/><author><name>Mirela Goi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17785470412566124012</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-209437300985645243.post-1685951930994950808</id><published>2011-05-30T09:44:00.001-07:00</published><updated>2011-05-30T09:44:42.730-07:00</updated><title type='text'>Pela primeira vez, &#39;Livro da Alma&#39;, escrito em árabe por Avicena, ganha tradução para o português a partir da língua original.</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;texto_materia&quot; style=&quot;FONT-SIZE: 13px; MARGIN-BOTTOM: 31px; LINE-HEIGHT: 1.3em; PADDING-TOP: 4px&quot;&gt;São Paulo - Pela primeira vez, o &amp;quot;Livro da Alma&amp;quot;, escrito em árabe pelo médico, político e filósofo Ibn Sina ganha uma tradução em português. O trabalho consumiu quase três anos de dedicação do professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, Miguel Attie Filho. Neste livro, o autor procura descrever a natureza humana por meio da alma sem, no entanto, valorizá-la do ponto de vista religioso. É também considerado uma &amp;quot;ponte&amp;quot; entre a história do pensamento grego e europeu.&lt;br&gt;  &lt;br&gt; &lt;div class=&quot;float clear&quot; style=&quot;FLOAT: right; MARGIN: 15px 0px 0px 15px; WIDTH: 190px&quot;&gt;&lt;span class=&quot;fotocredito&quot;&gt;Divulgação&lt;/span&gt; &lt;a href=&quot;javascript:;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Divulgação&quot; src=&quot;http://www.interjornal.com.br/fotos/imgnot_11941050_1_norm.jpg&quot; width=&quot;190&quot;&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p style=&quot;FONT-SIZE: 11px&quot;&gt;&amp;#39;Livro da Alma&amp;#39; é parte da obra &amp;#39;A Cura&amp;#39;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;O &amp;quot;Livro da Alma&amp;quot; é parte de uma enciclopédia chamada, em árabe, de Al Sifa (A Cura), escrita entre 1.020 e 1.030. O &amp;quot;Livro da Alma&amp;quot; é o sexto da parte das Ciências Naturais, uma das divisões que compõem &amp;quot;A Cura&amp;quot;, também formada pela Lógica, Matemática e Metafísica. Avicena, como Ibn Sina é conhecido no Ocidente, também é um dos precursores da falsafa, a filosofia em árabe. Seu pensamento é influenciado pelos pensadores clássicos: Platão (para quem existem duas realidades: a concreta e a abstrata), Aristóteles (que defendia a existência da realidade concreta e que é nela que se deve filosofar) e o neoplatonismo desenvolvido pelo pensador Plotino, que defende, por sua vez, que o mal não existe, porém a imperfeição sim. &lt;br&gt;  &lt;br&gt;A história do pensamento está na base da formação acadêmica de Miguel, assim como a obra de Avicena. Os estudos sobre o &amp;quot;Livro da Alma&amp;quot; começaram quando Attie preparava o mestrado e continuaram pelo doutorado, pós-doutorado e livre-docência do professor, de 50 anos. Não é recente, contudo, seu interesse pela obra deste filósofo que nasceu onde hoje fica o Uzbequistão e desenvolveu seu trabalho no mundo persa. &amp;quot;Quando estudava para o mestrado, vi que quase não havia referência aos pensadores árabes. Não apareciam em lugar nenhum. Fui incentivado a pesquisar porque sua presença estava muito ausente, embora nos anos 50 e 60 houve um resgate deles&amp;quot;, recorda o tradutor.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Quando foi convidado pela editora Globo a traduzir o livro, pouco depois de concluir seu doutorado, em 2004, Attie conhecia bem o &amp;quot;Livro da Alma&amp;quot;. Mas, depois de começar a tradução, percebeu que se tratava de uma &amp;quot;aventura&amp;quot;. &amp;quot;O chamado para traduzir o livro foi quase um desafio porque o que eu sabia a respeito dele e de suas expressões estava no limite. Neste caso, não se trata apenas de traduzir do árabe para o português. Trata-se, também, de interpretar e traduzir os conceitos de filosofia&amp;quot;, recorda. Em muitas ocasiões, Attie precisou consultar expressões em grego para encontrar a palavra ideal.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Para o tradutor, além de fazer existir no Brasil uma obra da filosofia nunca traduzida diretamente do árabe para o português, o &amp;quot;Livro da Alma&amp;quot; encaixa mais uma peça no quebra-cabeças da história do pensamento. Os pensadores árabes do século 9 estão no &amp;quot;meio do caminho&amp;quot; entre gregos, como Platão (427a.c – 347a.c) e Aristóteles (384a.c. – 322a.c.), e os eurpeus dos séculos seguintes. Attie afirma que uma das principais características de Avicena é mostrar que não existem dois tipos de pensamento: Oriental e Ocidental. &amp;quot;Isso aparece na Europa depois do Renascimento (no século 14). Isso é parte de uma ideologia. Por isso existe essa divisão. O &amp;#39;Livro da Alma&amp;#39; apresenta dificuldades para quem defende essa cisão&amp;quot;, diz. &lt;br&gt;  &lt;br&gt;Quando escreveu o &amp;quot;Livro da Alma&amp;quot;, Avicena não o fez pensando na alma do ponto de vista religioso. &amp;quot;Ele também era médico. Para falar da alma, fala antes de outras áreas do corpo que não tratam da alma. Trata antes do corpo, para depois falar da alma. Ele descreve os sentidos, as câmaras cerebrais, a cognição. O modo como arquiteta o livro não é pela religião, mas pelo viés da razão. É um livro de ciência e filosofia&amp;quot;, diz Attie. &amp;quot;Ele fala da cura da alma a respeito das coisas: do homem, da sociedade, da natureza e do universo&amp;quot;, explica. Attie observa que, embora não seja em si religioso, o &amp;quot;Livro da Alma&amp;quot; ganha uma interpretação &amp;quot;esotérica&amp;quot; em regiões de maioria islâmica xiita. &amp;quot;Eles tiram do livro a parte mais espiritualista, enquanto a interpretação científica é maior na Europa&amp;quot;, completa.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Attie, que é descendente de sírios, já traduziu três filósofos do mundo árabe: Al-Farabi, Al-Kindi e Avicena. Revela que se a filosofia árabe tivesse mais exemplares traduzidos para o português ele se aventuraria por outras traduções da obra de Avicena. Mas isto ainda não ocorre. &amp;quot;Gostaria, então, de traduzir a obra principal de cada um dos grandes autores&amp;quot;, afirma. Desses, ainda falta o filósofo Averróis. &lt;/div&gt;   &lt;div class=&quot;texto_materia&quot; style=&quot;FONT-SIZE: 13px; MARGIN-BOTTOM: 31px; LINE-HEIGHT: 1.3em; PADDING-TOP: 4px&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.anba.com.br/noticia_orientese.kmf?cod=11941050&quot;&gt;http://www.anba.com.br/noticia_orientese.kmf?cod=11941050&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Assine esse blog&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myarabicheart.blogspot.com/feeds/1685951930994950808/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/209437300985645243/1685951930994950808?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/1685951930994950808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/1685951930994950808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myarabicheart.blogspot.com/2011/05/pela-primeira-vez-livro-da-alma-escrito.html' title='Pela primeira vez, &#39;Livro da Alma&#39;, escrito em árabe por Avicena, ganha tradução para o português a partir da língua original.'/><author><name>Mirela Goi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17785470412566124012</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-209437300985645243.post-4480255166890396759</id><published>2011-05-30T09:40:00.000-07:00</published><updated>2011-05-30T09:41:02.454-07:00</updated><title type='text'>Curso de mosaico árabe no Sesc</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;texto_materia&quot; style=&quot;FONT-SIZE: 13px; MARGIN-BOTTOM: 31px; LINE-HEIGHT: 1.3em; PADDING-TOP: 4px&quot;&gt;São Paulo – O Sesc Pompeia vai ensinar um pouco de arte e história do mundo árabe em quatro aulas em junho. O minicurso de mosaico estilo árabe começa no próximo dia 8 e será realizado sempre às quartas-feiras, das 19h às 21h30. A técnica será ensinada pelo professor Eng Goan, que já aplicou outras técnicas artísticas em aulas com objetos de cerâmica. É a primeira vez que a arte árabe entra no ateliê de cerâmica da unidade. &lt;br&gt;  &lt;br&gt;De acordo com o coordenador das oficinas de criatividade do Sesc Pompeia, Guilherme Leite Cunha, este minicurso é a oportunidade para quem deseja aprender mais sobre arte árabe e mosaicos. É também uma oportunidade de compreender as diferenças entre a arte dos países do Oriente Médio e Norte da África e aquela dos impérios bizantino e romano.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&quot;O mosaico árabe tem a característica de fazer um trabalho geométrico, com tecelas (os pedaços de cerâmica que formam o mosaico) muito coloridas e que têm relação com a arquitetura moura&quot;, afirma. Ele observa que, enquanto os mosaicos romanos e bizantinos valorizam os desenhos de homens e animais, o mosaico árabe procura se distanciar destas narrativas e valoriza a geometria. &lt;br&gt;  &lt;br&gt; &lt;div class=&quot;float clear&quot; style=&quot;FLOAT: right; MARGIN: 15px 0px 0px 15px; WIDTH: 230px&quot;&gt;&lt;span class=&quot;fotocredito&quot;&gt;Divulgação&lt;/span&gt; &lt;a href=&quot;javascript:;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Divulgação&quot; src=&quot;http://www.interjornal.com.br/fotos/imgnot_11951758_1_norm.jpg&quot; width=&quot;230&quot;&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p style=&quot;FONT-SIZE: 11px&quot;&gt;Alunos aprenderão a montar mosaicos no Sesc&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os mouros invadiram e dominaram a Península Ibérica em 711. Ficaram lá por oito séculos até serem expulsos em 1492. A herança dos mouros, no entanto, ficou, especialmente na arquitetura. Os prédios mouriscos se destacam, sobretudo, pelos mosaicos geométricos. Em alguns casos, fazem referência a Alá.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;As quatro aulas do curso são teórico-práticas. O professor faz uma pequena introdução histórica para contextualizar a monstagem dos mosaicos. Parte das tecelas já existem. Outra parte deverá ser feita nos fornos da unidade. Durante o curso deverão ser utilizadas tecelas de argila, vidro e esmalte cerâmico. Para participar não é preciso ter formação em artes plásticas. O curso só não é recomendado para menores de 16 anos. &lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;b&gt;Para participar&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;O minicurso de mosaico estilo árabe terá 15 vagas, que deverão ser preenchidas no sábado (4), em sorteio que será realizado na unidade. O curso custa R$ 7 (para trabalhador do comércio e serviço matriculado no Sesc e dependentes), R$ 14 (usuário matriculado, maiores de 60 anos, professores da rede pública e estudantes) e R$ 28. O Sesc Pompeia fica na Rua Clélia, 93. Mais informações no telefone +55 (11) 3871-7700. &lt;/div&gt;   &lt;div class=&quot;texto_materia&quot; style=&quot;FONT-SIZE: 13px; MARGIN-BOTTOM: 31px; LINE-HEIGHT: 1.3em; PADDING-TOP: 4px&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.anba.com.br/noticia_artes.kmf?cod=11951758&quot;&gt;http://www.anba.com.br/noticia_artes.kmf?cod=11951758&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Assine esse blog&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myarabicheart.blogspot.com/feeds/4480255166890396759/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/209437300985645243/4480255166890396759?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/4480255166890396759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/4480255166890396759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myarabicheart.blogspot.com/2011/05/curso-de-mosaico-arabe-no-sesc.html' title='Curso de mosaico árabe no Sesc'/><author><name>Mirela Goi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17785470412566124012</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-209437300985645243.post-4719282363557815775</id><published>2011-05-02T17:09:00.001-07:00</published><updated>2011-05-02T17:09:56.834-07:00</updated><title type='text'>Conhecer a Cultura Árabe é um bom começo para quem pretende fazer negócios.</title><content type='html'>&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: rgb(102, 102, 102); font-size: 11px; &quot;&gt;&lt;div id=&quot;tituloRegiao&quot; style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; width: 485px; font-family: &amp;#39;Arial Narrow&amp;#39;; font-size: 13px; font-weight: 800; color: rgb(24, 52, 116); &quot;&gt;  Países Árabes&lt;/div&gt;&lt;br style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;&lt;div class=&quot;contTexto&quot; style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;&lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  Atualmente,  são denominados &quot;Árabes&quot; os países nos quais a população fala o idioma árabe, totalizando 22 países que tem o árabe como idioma oficial, desde o oceano atlântico e norte da África, até a parte oriental do Mar Mediterrâneo e Golfo árabe.&lt;/p&gt;  &lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;   Muitos cientistas tentaram determinar os primeiros &quot;falantes&quot; da língua árabe, mas não determinam o tempo e lugar exato de origem do idioma ou os primeiros a falar árabe.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  Os cientistas concordam que se trata de uma das antigas &quot;línguas mães&quot;, como o Aramaico e Cananeu, e alguns acreditam que &quot;arabizados&quot; foram os primeiros a falarem árabe, e denominarem o idioma de língua de árabe. Havia quem considerasse o árabe como sendo a língua falada no paraíso ou a língua de Adão, que remota ao princípio da criação. Outros já afirmam que Ismael, filho de Abraão, do qual descendem todos os árabes, foi quem primeiro falou árabe quando tinha 14 anos de idade.&lt;/p&gt;  &lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  Falta a estas opiniões documentação histórica, evidências ou provas que os dêem respaldo histórico e científico, são todas teorias e toda teoria tem seus pontos fracos, e as lacunas não preenchidas até agora, se devem a escassez de referências e evidências arqueológicas deixadas pelos árabes e demais habitantes da península arábica.&lt;/p&gt;  &lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;   O primeiro texto escrito em árabe foi descoberto em gravações em pedras (Al manara) na Síria e remota ao ano de 328.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  Se os pesquisadores discordam em determinar o local e data do nascimento da língua, são unânimes em afirmar que não se tratava de uma língua única antes do aparecimento do Islamismo, mas uma variedade de línguas que convergiam algumas vezes para dialetos, sendo às vezes a diferença entre elas tão grande que dificultava a comunicação entre os falantes destas línguas.&lt;/p&gt;  &lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;   Como as demais línguas, o árabe foi sofrendo grandes mudanças e evoluindo através de centenas de anos. Antes do islamismo, e por curto período, a língua árabe usada no norte da península arábica foi denominada de &quot;Mudar&quot; substituindo outros dialetos árabes mais antigos. Enquanto que a língua árabe do sul foi conhecida como &quot;Jumeirah&quot;.&lt;/p&gt;  &lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  Por volta do primeiro milênio (d.C), surgiu o &quot;Quraysh&quot;, da tribo do profeta Maomé (Mohammad) e a língua da tribo &quot;al rabiah&quot; e a da &quot;Qadhah&quot;, são dialetos próximos entre si e compreendidos mutuamente.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  O islamismo veio para imortalizar a língua árabe de &quot;Quraysh&quot;, na qual foi revelado o Alcorão, que a tornou a língua árabe clássica desde o aparecimento do islamismo até aos dias de hoje.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  Segundo Professor Helm Nasr (2010), em entrevista  sobre idioma na cultura árabe, o idioma árabe é uma língua muito antiga que teve sua origem com o povo semita e desenvolveu-se na península arábica. Entretanto com o surgimento do islamismo e, a partir daí se expandiu para outros países.  Não é possível precisar quantos falantes da língua árabe no mundo.  O árabe é falado nos 22 países árabes e em algumas outras regiões,  podemos dizer que o árabe é a língua da religião islâmica.  O Alcorão, livro sagrado para o islamismo, foi escrito em árabe, portanto seus seguidores deveriam ter conhecimento do idioma árabe, uma vez que a religião para os árabes é um elemento essencial para vida. A UNESCO determinou 6 línguas oficiais e o árabe é uma delas.&lt;/p&gt;  &lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  Na península arábica, mesmo antes do islamismo o idioma era falado por poetas, que tinham muito prestígio e admiração, inclusive promoviam uma feira onde elegiam o melhor poema.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;   Algumas características da língua:&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  O Alfabeto árabe possui 28 letras, e é escrito da direita para a esquerda, interligando as letras, com espaçamentos entre as palavras.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  O árabe é composto de substantivos, verbos e partículas (preposições) e se destaca pela ciência gramática e artes retóricas.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  Gramática: a ciência que determina a forma correta das frases, regras de expressão, questões ortográficas e suas funções, e demais propriedades referentes ao assunto.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  Artes Retóricas: inclui métodos e propriedades inovadoras na escrita prosaica e poética.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  Os países que adotaram o árabe com língua oficial são: Jordânia, Eritréia, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Argélia, Tunísia, Djibuti, Arábia Saudita, Sudão, Síria, Somália, Iraque, Omã, Palestina, Catar, Kuwait, Líbano, Líbia, Egito, Marrocos, Mauritânia e Iêmen.&lt;/p&gt;  &lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  &lt;strong style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;A influência Árabe na língua Portuguesa&lt;/strong&gt;: A língua portuguesa recebeu diversas contribuições durante sua evolução histórica. Neste processo o árabe teve uma importante contribuição.  Desde 711, com a presença islâmica da península, o árabe tornou-se a língua administrativa. A população continuou a usar as suas falas românicas e o moçárabe nas áreas sob o domínio mouro. Mesmo após a retirada dos muçulmanos, a influência na língua portuguesa se fez definitiva. Hoje existem milhares de palavras de origem árabe na língua portuguesa.&lt;/p&gt;  &lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  Exemplos de palavras de origem árabe:&lt;/p&gt;&lt;table border=&quot;0&quot; style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; width: 484px; table-layout: fixed; border-collapse: collapse; &quot;&gt;&lt;tbody style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;&lt;tr class=&quot;evenRow&quot; style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; background-color: rgb(241, 244, 248); &quot;&gt;  &lt;td class=&quot;firstColumn&quot; style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; font-weight: bolder; border-top-style: dotted; border-right-style: dotted; border-bottom-style: dotted; border-left-style: dotted; border-top-width: 1px; border-right-width: 1px; border-bottom-width: 1px; border-left-width: 1px; border-top-color: rgb(204, 204, 204); border-right-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-left-color: rgb(204, 204, 204); padding-top: 3px; padding-right: 3px; padding-bottom: 3px; padding-left: 3px; &quot;&gt;  &lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  Português&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; border-top-style: dotted; border-right-style: dotted; border-bottom-style: dotted; border-left-style: dotted; border-top-width: 1px; border-right-width: 1px; border-bottom-width: 1px; border-left-width: 1px; border-top-color: rgb(204, 204, 204); border-right-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-left-color: rgb(204, 204, 204); padding-top: 3px; padding-right: 3px; padding-bottom: 3px; padding-left: 3px; &quot;&gt;  &lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  Transliteração&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;firstColumn&quot; style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; font-weight: bolder; border-top-style: dotted; border-right-style: dotted; border-bottom-style: dotted; border-left-style: dotted; border-top-width: 1px; border-right-width: 1px; border-bottom-width: 1px; border-left-width: 1px; border-top-color: rgb(204, 204, 204); border-right-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-left-color: rgb(204, 204, 204); padding-top: 3px; padding-right: 3px; padding-bottom: 3px; padding-left: 3px; &quot;&gt;  &lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  Árabe&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;oddRow&quot; style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); &quot;&gt;&lt;td style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; border-top-style: dotted; border-right-style: dotted; border-bottom-style: dotted; border-left-style: dotted; border-top-width: 1px; border-right-width: 1px; border-bottom-width: 1px; border-left-width: 1px; border-top-color: rgb(204, 204, 204); border-right-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-left-color: rgb(204, 204, 204); padding-top: 3px; padding-right: 3px; padding-bottom: 3px; padding-left: 3px; &quot;&gt;  &lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  Fulano&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;firstColumn&quot; style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; font-weight: bolder; border-top-style: dotted; border-right-style: dotted; border-bottom-style: dotted; border-left-style: dotted; border-top-width: 1px; border-right-width: 1px; border-bottom-width: 1px; border-left-width: 1px; border-top-color: rgb(204, 204, 204); border-right-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-left-color: rgb(204, 204, 204); padding-top: 3px; padding-right: 3px; padding-bottom: 3px; padding-left: 3px; &quot;&gt;  &lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  Fulan&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; border-top-style: dotted; border-right-style: dotted; border-bottom-style: dotted; border-left-style: dotted; border-top-width: 1px; border-right-width: 1px; border-bottom-width: 1px; border-left-width: 1px; border-top-color: rgb(204, 204, 204); border-right-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-left-color: rgb(204, 204, 204); padding-top: 3px; padding-right: 3px; padding-bottom: 3px; padding-left: 3px; &quot;&gt;  &lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  فلان&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;evenRow&quot; style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; background-color: rgb(241, 244, 248); &quot;&gt;&lt;td class=&quot;firstColumn&quot; style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; font-weight: bolder; border-top-style: dotted; border-right-style: dotted; border-bottom-style: dotted; border-left-style: dotted; border-top-width: 1px; border-right-width: 1px; border-bottom-width: 1px; border-left-width: 1px; border-top-color: rgb(204, 204, 204); border-right-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-left-color: rgb(204, 204, 204); padding-top: 3px; padding-right: 3px; padding-bottom: 3px; padding-left: 3px; &quot;&gt;  &lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  Alface&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; border-top-style: dotted; border-right-style: dotted; border-bottom-style: dotted; border-left-style: dotted; border-top-width: 1px; border-right-width: 1px; border-bottom-width: 1px; border-left-width: 1px; border-top-color: rgb(204, 204, 204); border-right-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-left-color: rgb(204, 204, 204); padding-top: 3px; padding-right: 3px; padding-bottom: 3px; padding-left: 3px; &quot;&gt;  &lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  Al-khas&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;firstColumn&quot; style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; font-weight: bolder; border-top-style: dotted; border-right-style: dotted; border-bottom-style: dotted; border-left-style: dotted; border-top-width: 1px; border-right-width: 1px; border-bottom-width: 1px; border-left-width: 1px; border-top-color: rgb(204, 204, 204); border-right-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-left-color: rgb(204, 204, 204); padding-top: 3px; padding-right: 3px; padding-bottom: 3px; padding-left: 3px; &quot;&gt;  &lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  الخس&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;oddRow&quot; style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); &quot;&gt;&lt;td style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; border-top-style: dotted; border-right-style: dotted; border-bottom-style: dotted; border-left-style: dotted; border-top-width: 1px; border-right-width: 1px; border-bottom-width: 1px; border-left-width: 1px; border-top-color: rgb(204, 204, 204); border-right-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-left-color: rgb(204, 204, 204); padding-top: 3px; padding-right: 3px; padding-bottom: 3px; padding-left: 3px; &quot;&gt;  &lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  Almofada&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;firstColumn&quot; style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; font-weight: bolder; border-top-style: dotted; border-right-style: dotted; border-bottom-style: dotted; border-left-style: dotted; border-top-width: 1px; 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outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  Az-zayt&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;firstColumn&quot; style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; font-weight: bolder; border-top-style: dotted; border-right-style: dotted; border-bottom-style: dotted; border-left-style: dotted; border-top-width: 1px; border-right-width: 1px; border-bottom-width: 1px; border-left-width: 1px; border-top-color: rgb(204, 204, 204); border-right-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-left-color: rgb(204, 204, 204); padding-top: 3px; padding-right: 3px; padding-bottom: 3px; padding-left: 3px; &quot;&gt;  &lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  الزيت&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;oddRow&quot; style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); &quot;&gt;&lt;td style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; border-top-style: dotted; border-right-style: dotted; border-bottom-style: dotted; border-left-style: dotted; border-top-width: 1px; border-right-width: 1px; border-bottom-width: 1px; border-left-width: 1px; border-top-color: rgb(204, 204, 204); border-right-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-left-color: rgb(204, 204, 204); padding-top: 3px; padding-right: 3px; padding-bottom: 3px; padding-left: 3px; &quot;&gt;  &lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  Álgebra&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;firstColumn&quot; style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; font-weight: bolder; border-top-style: dotted; border-right-style: dotted; border-bottom-style: dotted; border-left-style: dotted; border-top-width: 1px; border-right-width: 1px; border-bottom-width: 1px; border-left-width: 1px; border-top-color: rgb(204, 204, 204); border-right-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-left-color: rgb(204, 204, 204); padding-top: 3px; padding-right: 3px; padding-bottom: 3px; padding-left: 3px; &quot;&gt;  &lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  Al-jabr&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; border-top-style: dotted; border-right-style: dotted; border-bottom-style: dotted; border-left-style: dotted; border-top-width: 1px; border-right-width: 1px; border-bottom-width: 1px; border-left-width: 1px; border-top-color: rgb(204, 204, 204); border-right-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-left-color: rgb(204, 204, 204); padding-top: 3px; padding-right: 3px; padding-bottom: 3px; padding-left: 3px; &quot;&gt;  &lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  الجبر&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;   &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;&lt;br style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;&lt;div class=&quot;contTexto&quot; style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;  &lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  Ambiente de Negócios&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  Em alguns aspectos o mundo árabe é uma realidade diferente para o homem de negócios ocidental. Em outros, o brasileiro possui algumas similaridades culturais. No geral, é importante dar especial atenção para os detalhes e as divergências comportamentais em relação ao que existe no Brasil. A mediada em que o mundo se globaliza, a tendência é de que os ambientes de negócio sigam um padrão mais internacional de pontualidade, etiqueta e práticas comerciais. Apesar da cultura negociadora caminhar lentamente para uma existência independente das diversas culturas nacionais, conhecer a cultura da outra parte pode ser um diferencial para facilitar o processo de comunicação e negociação. &lt;/p&gt;  &lt;ul style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 5px; list-style-type: none; list-style-position: inside; list-style-image: url(http://www.ccab.org.br/informacoes/Configuracao/Internet2010/Publicador/images/bullet-verde.gif); &quot;&gt;  &lt;li style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-bottom: 10px; &quot;&gt;&lt;strong style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;Tempo: &lt;/strong&gt;Assim como em muitas regiões do Brasil, a noção de tempo nos países árabes é bastante flexível. Os árabes não são muito receptivos à idéia de que os horários devem governar sua vida. Planejar com muita antecedência não é costumeiro, também pode ser considerado ofensivo apressar uma negociação. É prudente deixar folgas nos horários marcados e não cobrar pontualidade extrema. Um casual atraso de um árabe não significa que ele estará ofendendo ou menosprezando o combinado. Porém, esta atitude não deve ser imitada por quem deseja fazer negócios com os árabes, a fim de se seguir um costume internacional. Os árabes são orientados para o passado, gostam de falar de sua história, tradição, herança e cultura, e podem esperar o mesmo da outra parte. O respeito pelos ancestrais, predecessores e mais velhos também é característico.&lt;/li&gt;  &lt;li style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-bottom: 10px; &quot;&gt;&lt;strong style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;Ritmo: &lt;/strong&gt;O ritmo das negociações deve ser moderado e as questões devem ser apresentadas uma a uma. Normalmente há muitas exigências iniciais com concessões lentas através do regateio, prática bastante corriqueira no mundo árabe. Os árabes são conhecidos, de maneira geral, por serem negociadores muito eficazes. É regateando que os árabes se misturam socialmente com seus parceiros comerciais, tomam decisões, e obtêm o sustento de suas famílias. O negociador brasileiro deve estar preparado com estratégias definidas de resposta para a barganha.&lt;/li&gt;  &lt;li style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-bottom: 10px; &quot;&gt; &lt;strong style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;Interrupções: &lt;/strong&gt;É possível que durante reuniões de negócio, o telefone toque, pessoas alheias à reunião entrem na sala, ou ainda o assunto seja mudado repentinamente sendo retomado num momento posterior. Os árabes gostam de conversar durante um longo tempo sobre temas diversos antes dos negócios.  É recomendado que se tenha tempo entre uma reunião e outra. Toda esta atmosfera faz parte do ambiente cultural de negócios no mundo árabe. &lt;/li&gt;  &lt;li style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-bottom: 10px; &quot;&gt;&lt;strong style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;Formalidade: &lt;/strong&gt;Deve–se evitar ser excessivamente formal e esperar um &lt;em style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;feedback &lt;/em&gt;expressivo caso haja divergências. A sensibilidade, emotividade, e espontaneidade são características comuns entre os árabes. Ser levemente emotivo nas negociações pode demonstrar sinceridade e ajudar nos negócios. &lt;/li&gt;  &lt;li style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-bottom: 10px; &quot;&gt;&lt;strong style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;Datas e feriados: &lt;/strong&gt;Em muitos países árabes os feriados semanais são quinta e sexta-feira. Muitos países têm mudado para sexta e sábado a fim de obter mais dias úteis em comum com o ocidente. Há ainda países árabes que adotaram os feriados semanais ocidentais nos sábados e domingos.&lt;/li&gt;  &lt;/ul&gt;&lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  &lt;strong style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;Quintas e sextas: &lt;/strong&gt;Arábia Saudita e Omã.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  &lt;strong style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;Sextas e sábados:&lt;/strong&gt; Argélia, Bahrein, Catar, Egito, Emirados Árabes, Iêmen, Ilhas Comores, Iraque, Jordânia, Kuwait, Líbia e Síria.&lt;/p&gt;  &lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  &lt;strong style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;Sábados e domingos:&lt;/strong&gt; Líbano, Marrocos, Mauritânia e Tunísia.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  &lt;strong style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;Sextas:&lt;/strong&gt; Djibuti, Palestina, Somália e Sudão.&lt;/p&gt;&lt;ul style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 5px; list-style-type: none; list-style-position: inside; list-style-image: url(http://www.ccab.org.br/informacoes/Configuracao/Internet2010/Publicador/images/bullet-verde.gif); &quot;&gt;  &lt;li style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-bottom: 10px; &quot;&gt; &lt;strong style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;Coletivismo x Individualismo: &lt;/strong&gt;Os árabes possuem uma orientação mais coletivista que individualista. Isto é mais nítido quando se negocia com empresas governamentais ou semi-governamentais. O processo decisório geralmente ocorre coletivamente, porém com a palavra final dada pela pessoa de maior nível hierárquico, que deve ter sua autoridade respeitada.&lt;/li&gt;  &lt;li style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-bottom: 10px; &quot;&gt;&lt;strong style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;Pessoas x Empresas:&lt;/strong&gt; Para os árabes, a pessoa do negociador é extremamente importante e é consenso que esta parte não deve ser substituída no decorrer do processo de negociação, pois no hábito árabe de se pensar, as pessoas estão claramente divididas entre amigos e estranhos. Caso a pessoa do negociador seja trocada, todo o processo de construção da confiança e segurança deve ser retomado, o que pode atrasar ou comprometer a negociação. Não se deve esquecer que segurança e confiança são dois pontos fundamentais nas negociações e estão intimamente ligadas à pessoa do negociador.&lt;/li&gt;  &lt;li style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-bottom: 10px; &quot;&gt; &lt;strong style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;Comunicação não Verbal: &lt;/strong&gt;A comunicação não verbal também é bastante expressiva e os contatos físicos entre os homens são mais próximos que no Brasil. Durante a negociação o contato ocular e a proximidade física são levemente superiores ao que ocorre no Brasil. Bastante gesticulação também pode ser esperada em alguns países. Não é recomendado mostrar a sola do pé ou do sapato para um árabe. Isto está ligado a um costume herdado dos nômades do deserto, que andavam descalços com os pés muito sujos e dispondo de pouca água para lavá-los, constituía-se em ofensa, então mostrar essa parte do corpo tornou-se rude, por representar a sua parte mais suja e baixa. Colocar a mão direita no coração depois de apertar a mão de alguém é demonstração de respeito e sinceridade. Os homens se levantam quando uma mulher entra na sala, todos se levantam quando novos convidados chegam a uma reunião social e quando uma pessoa de mais idade ou de alto cargo entra ou sai da sala. Se o negociador ocidental ou qualquer que seja a pessoa admirar algum objeto (quadro, escultura, etc.), o árabe poderá insistir que aceite como presente e em muitos países, presentes são dados ou aceitos com as duas mãos e não são abertos na frente do doador. Havendo tal distinção em receber o presente, é importante retribuí-lo. Os árabes são reconhecidos por sua hospitalidade e generosidade, por isso será indelicado recusar convites para almoços, jantares, cafés, chás e/ou presentes. Normalmente, a troca de presentes pode caracterizar o início de um relacionamento pessoal.&lt;/li&gt;  &lt;li style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-bottom: 10px; &quot;&gt;&lt;strong style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;Religião: &lt;/strong&gt;É importante estar preparado para a importância dada à religião. Isto pode influenciar muito na negociação. Procurar neutralidade, respeito, ser paciente, e saber lidar com imprevistos irão auxiliar na sua jornada de negócios com os países árabes. Na sua essência, o Islã tem muito em comum com o cristianismo, já que reafirma o conteúdo dos evangelhos e do antigo testamento. Muitos dos capítulos do Alcorão se referem a passagens também presentes na Bíblia. Allah, portanto, não é senão o mesmo Deus presente na Bíblia cristã, pronunciado em língua árabe. Para os muçulmanos&lt;em style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;,&lt;/em&gt; Deus é o Criador de tudo, e tanto o presente, como o passado e o futuro são conhecidos ou feitos por Ele. Por isto é comum se escutar &quot;Insha Allah&quot; (se Deus quiser) ao se planejar algo no futuro. O Islã abrange a política, o direito e o comportamento social, não havendo, geralmente, separação entre a Igreja e o Estado; as instituições públicas e o próprio poder jurídico são regidos pela religião. Familiarizar-se com a cultura islâmica é essencial para entender a cultura árabe. Como o Alcorão, (livro sagrado do Islamismo) deve ser lido na língua árabe, virtualmente todos os muçulmanos, mesmo não árabes, conhecem o árabe escrito. Com isso, o árabe se torna uma das línguas mais utilizadas no mundo. O calendário árabe é determinado em função da religião e é baseado nas fases da lua.&lt;/li&gt;  &lt;/ul&gt;&lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  O calendário lunar é composto de 12 meses, que correspondem cada um, a rotação completa da Lua em torno da Terra. A extensão do ano medida nesses termos é aproximadamente onze dias menor que a do ano solar (calendário gregoriano-ocidental). &lt;/p&gt;  &lt;ul style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 5px; list-style-type: none; list-style-position: inside; list-style-image: url(http://www.ccab.org.br/informacoes/Configuracao/Internet2010/Publicador/images/bullet-verde.gif); &quot;&gt;  &lt;li style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-bottom: 10px; &quot;&gt;&lt;strong style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;Hierarquia: &lt;/strong&gt;As apresentações de negociadores ocidentais, quando feitas por uma pessoa de &quot;status&quot;, respeitada pelo árabe, pode alterar positivamente o rumo das negociações. Hierarquia e idade são fatores de &quot;status&quot; para os árabes. A marcante demanda, por parte dos árabes, em negociar com pessoas que tenham poder de decisão na empresa é outro ponto considerado fundamental para ser bem sucedido. Deve-se conhecer, acima de tudo, o processo de tomada de decisão da outra parte para otimizar o processo de negociação. Em alguns países árabes, notadamente do Golfo Arábico, há estrangeiros que negociam pelos árabes, mas é relevante saber que a última palavra será da pessoa com quem se negocia ou de seu superior, o árabe. &lt;/li&gt;  &lt;li style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-bottom: 10px; &quot;&gt;&lt;strong style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;Legislação Sharia:&lt;/strong&gt; Sharia: caminho - referindo-se ao caminho que um muçulmano deve seguir para a salvação. A lei islâmica ou sharia governa os assuntos de religião, justiça penal, sistema financeiro e ética de negócios. A maioria dos Países Árabes têm uma parte da  lei sharia lidando com questões como casamento e divórcio. No sistema bancário Islâmico é proibido cobrança de juros e a iniciativa, o esforço e os riscos envolvidos são mais importantes que o próprio dinheiro investido. A economia islâmica é baseada na crença que o provedor de capital deve dividir os riscos nas empreitadas de negócios. Investimentos em negócios considerados proibidos (bebidas alcoólicas, carne suína etc.) devem ser desconsiderados.&lt;/li&gt;  &lt;/ul&gt;&lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  &lt;strong style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt; Dicas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 5px; list-style-type: none; list-style-position: inside; list-style-image: url(http://www.ccab.org.br/informacoes/Configuracao/Internet2010/Publicador/images/bullet-verde.gif); &quot;&gt;  &lt;li style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-bottom: 10px; &quot;&gt;&lt;strong style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;Assuntos:&lt;/strong&gt; É importante informar-se sobre o país e sua história antes de visitá-lo. Muitos homens de negócio gostam de falar das conquistas nacionais, de sua cultura e história. Evite falar de política ou religião. Seja bem-humorado, mas não faça piadas com conotação sexual ou racista. Não é comum perguntar a um árabe muçulmano sobre filhas e esposa especificamente, mas sobre a família e as crianças em geral. Será conveniente conversar sobre o idioma árabe, as contribuições à língua portuguesa e a cultura brasileira, as contribuições do árabe para a evolução da humanidade durante a Idade Média, entre outros temas. Futebol é um assunto sempre bem-vindo entre os árabes.  &lt;/li&gt;  &lt;li style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-bottom: 10px; &quot;&gt;&lt;strong style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;Cumprimentos:&lt;/strong&gt; A religião também rege os cumprimentos. Geralmente usa-se &quot;As-salamu Aleykum&quot;  - Que a paz esteja convosco. A resposta deve ser &quot;Waleykum As-salám&quot;. O aperto de mão é usado sendo que os homens locais se cumprimentam com beijos na face. Os homens devem estender a mão primeiro para que uma mulher o cumprimente.  &lt;/li&gt;  &lt;/ul&gt;&lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  Caso uma mulher ou um homem não estenda a mão, leva a mesma ao coração como sinal de respeito. A despedida geralmente é &quot;Ma-assálama&quot;.   &lt;/p&gt;&lt;ul style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 5px; list-style-type: none; list-style-position: inside; list-style-image: url(http://www.ccab.org.br/informacoes/Configuracao/Internet2010/Publicador/images/bullet-verde.gif); &quot;&gt;  &lt;li style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-bottom: 10px; &quot;&gt;&lt;strong style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;Mulheres:&lt;/strong&gt; Atualmente, a mulher goza de liberdade para a maior parte das atividades antes desempenhadas apenas por homens na grande maioria dos países árabes. As mulheres podem possuir cargos de importância e também negociar.  &lt;/li&gt;  &lt;li style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-bottom: 10px; &quot;&gt;&lt;strong style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;Roupas:&lt;/strong&gt; De maneira geral não há diferença entre as roupas usadas no Brasil e nos países árabes durante uma reunião de negócios. É importante, porém que as mulheres brasileiras cubram os braços e as pernas como sinal de respeito. Mulheres que visitam a Arábia Saudita devem usar a&lt;em style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;abaia&lt;/em&gt; (túnica negra) sobre a roupa. Nas demais regiões, ternos femininos são bem aceitos. Para os homens, terno e gravata são apropriados. &lt;/li&gt;  &lt;li style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-bottom: 10px; &quot;&gt;&lt;strong style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;Idioma:&lt;/strong&gt; Muitas pessoas nos países árabes falam inglês ou francês (países do Magreb) e há uma crescente minoria que fala espanhol principalmente no Norte da África. Porém é importante que se fale lentamente e com palavras simples para facilitar a comunicação. O conhecimento de algumas palavras em árabe é uma demonstração de interesse e respeito pela cultura local e pode trazer bons resultados. &lt;/li&gt;  &lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;br style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;&lt;br style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;&lt;br style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;  &lt;br style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;&lt;div class=&quot;contTexto&quot; style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;&lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  A cultura gastronômica árabe é uma das mais interessantes e peculiares.   Pode-se dizer que a  culinária árabe é um conjunto de cozinhas dos países árabes, influenciada pela gastronomia mediterrânea e da Índia.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  A religião tem papel marcante nos hábitos alimentares no mundo árabe. A grande maioria dos árabes é muçulmana e, como tal, seguem as normas alimentares ditadas pelo Alcorão, que determina muitos detalhes da vida e cultura dos seis fiéis, influenciando, a exótica e deliciosa &quot;cozinha árabe&quot;.&lt;/p&gt;  &lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  O conceito de comida nos países árabes, está relacionado a hospitalidade. Para o povo árabe, as refeições são verdadeiros rituais, demorando-se à mesa, não esquecendo da sempre constantes na vida árabe, as orações, agradecendo e pedindo ao deus Alá a benção do alimento.   Adoram receber amigos, convidados, pessoas que estimam.  Durante as refeições geralmente as portas permanecem abertas e todos que chegam são convidados à mesa.&lt;/p&gt;  &lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  Uma frase do Profeta Maomé traduz a base de toda a hospitalidade árabe &quot;comida  para dois é suficiente para três, e comida para três é suficiente para quatro&quot;. Recepcionar visitas com comida é parte integrante da cultura desse povo e ao convidado é oferecido sempre um cardápio variado, preparado com prazer e em grandes quantidades.&lt;/p&gt;  &lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;   O Ramadam  é uma festa sagrada que influencia diretamente a cozinha árabe.  Ao por do sol, depois de um dia de jejum, começa um festival de pratos, preparados durante todo o dia. &lt;br style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; &quot;&gt;   &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  Durante o Ramadan alguns pratos assumem uma importância especial, alguns deles são elaborados especialmente para esse período. Entre eles estão o &amp;quot;khushaf&amp;quot;, egípcio, uma macedônica de frutas secas, e o &quot;harira&quot; marroquino e algeriano, uma sopa de carne e legumes secos, são pratos particularmente leves, mas completos, ideais para a quebra de um jejum de longas horas&lt;/p&gt;  &lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;   Pode-se dizer que a culinária árabe dá prazer para o corpo e para a alma. Nessa cultura, o comer bem faz parte da própria existência.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; &quot;&gt;  Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.ccab.org.br/informacoes/br/cultura/paises-arabes.aspx&quot;&gt;http://www.ccab.org.br/informacoes/br/cultura/paises-arabes.aspx&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt; &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Assine esse blog&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myarabicheart.blogspot.com/feeds/4719282363557815775/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/209437300985645243/4719282363557815775?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/4719282363557815775'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/4719282363557815775'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myarabicheart.blogspot.com/2011/05/conhecer-cultura-arabe-e-um-bom-comeco.html' title='Conhecer a Cultura Árabe é um bom começo para quem pretende fazer negócios.'/><author><name>Mirela Goi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17785470412566124012</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-209437300985645243.post-9016256000399075107</id><published>2011-05-01T16:34:00.000-07:00</published><updated>2011-05-01T16:34:35.695-07:00</updated><title type='text'>Chega às livrarias, nesta semana, um dicionário árabe-português de autoria do fundador do Setor de Estudos Árabes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Alphonse Nagib Sabbagh.</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #505050; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;São Paulo – Começa a ser distribuído nas livrarias brasileiras, a partir desta segunda-feira (11), o Dicionário Árabe-Português, de autoria do libanês Alphonse Nagib Sabbagh, fundador do Setor de Estudos Árabes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e radicado no Brasil. Sabbagh trabalha há mais de 40 anos com lexicografia, técnica de redação e criação de dicionários, e já publicou, em 2004, um dicionário do português para o árabe, pela editora libanesa Librairie Du Liban.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;float clear&quot; style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; clear: both; float: right; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 15px; margin-right: 0px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; vertical-align: baseline; width: 200px;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;fotocredito&quot; style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 10px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 7px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Divulgação&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;img alt=&quot;Divulgação&quot; src=&quot;http://www.interjornal.com.br/fotos/imgnot_11752723_1_norm.jpg&quot; style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; vertical-align: baseline;&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;div style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 11px; line-height: 1.3em; margin-bottom: 31px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 4px; text-decoration: none; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Primeiro dicionário de Sabbagh, de 2004&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;O novo dicionário é uma coedição da editora Almádena, que fica no Rio de Janeiro e é especializada em temas da cultura árabe, e da Fundação Biblioteca Nacional. Segundo o editor e proprietário da Almádena, João Baptista de Medeiros Vargens, o autor teve a colaboração de alunos e professores do Setor de Estudos Árabes da UFRJ para elaborar o dicionário.&lt;br /&gt;
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O Dicionário Árabe-Português, de capa dura, tem 768 páginas e ao redor de 60 mil verbetes. O prefácio é da professora do Curso de Árabe da Universidade de São Paulo (USP), Safa Jubran. &quot;A obra é importante àqueles que lidam com as duas línguas: estudantes, tradutores, diplomatas, homens de negócios&quot;, afirma Vargens. Serão feitos lançamentos no Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Foz do Iguaçu, no Brasil, além de Lisboa e Silves, em Portugal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;float clear&quot; style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; clear: both; float: left; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 13px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; vertical-align: baseline; width: 130px;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;fotocredito&quot; style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 10px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 7px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Reprodução&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;img alt=&quot;Reprodução&quot; src=&quot;http://www.interjornal.com.br/fotos/imgnot_11752723_2_norm.jpg&quot; style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; vertical-align: baseline;&quot; width=&quot;130&quot; /&gt;&lt;div style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 11px; line-height: 1.3em; margin-bottom: 31px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 4px; text-decoration: none; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Dicionário tem capa em português e árabe&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;Sabbagh tem 93 anos e nasceu na cidade libanesa de Deir El Kamar. Além de especialista no idioma árabe, ele é monsenhor da Igreja Greco-Católica Melquita. No Líbano, Sabbagh estudou em uma escola onde o ensino era ministrado em francês. Também morou, entre os anos de 1938 e 1945, na França, onde estudou grego e latim. Depois morou por mais um tempo no Líbano e, então, se mudou para o Brasil, atrás da família, que havia emigrado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Brasil, além de se dedicar às suas atividades religiosas, ingressou no mundo acadêmico, primeiro na Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ) e depois na UFRJ, onde criou o Setor de Estudos Árabes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;Meu trabalho acadêmico cultural é como o ofício de um monge. Ler, escrever, corrigir, pesquisar, rever, reescrever... É muito bonito, chega a dar grande satisfação descobrir a sutil diferença que a Língua Portuguesa atribui entre o significado de uma palavra e outra, especialmente pelo fato de eu não ter nascido no Brasil&quot;, disse Sabbagh, em entrevista para a editora Almádena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além da obra de Sabbagh, foi publicado no Brasil, em 2005, o Dicionário Árabe-Português do professor Helmi Nasr, egípcio naturalizado brasileiro que é vice-presidente de Relações Internacionais da&amp;nbsp;&lt;b&gt;Câmara de Comércio Árabe Brasileira&lt;/b&gt;&amp;nbsp;e foi fundador do curso de árabe da Universidade de São Paulo (USP).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Serviço&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dicionário Árabe-Português&lt;br /&gt;
Autor: Alphonse Nagib Sabbagh&lt;br /&gt;
Editora: Almádena e Fundação Biblioteca Nacional&lt;br /&gt;
Páginas: 768&lt;br /&gt;
Preço: R$ 299 (livrarias) e R$ 169 (&lt;a href=&quot;http://www.almadenaeditora.com.br/&quot; rel=&quot;externo&quot; style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #2c5491; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; vertical-align: baseline;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot; (Este link abre uma nova janela)&quot;&gt;www.almadenaeditora.com.br&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #505050; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #505050; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://anba.com.br/noticia_educacao.kmf?cod=11752723&amp;amp;indice=0&quot;&gt;http://anba.com.br/noticia_educacao.kmf?cod=11752723&amp;amp;indice=0&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Assine esse blog&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myarabicheart.blogspot.com/feeds/9016256000399075107/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/209437300985645243/9016256000399075107?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/9016256000399075107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/9016256000399075107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myarabicheart.blogspot.com/2011/05/chega-as-livrarias-nesta-semana-um.html' title='Chega às livrarias, nesta semana, um dicionário árabe-português de autoria do fundador do Setor de Estudos Árabes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Alphonse Nagib Sabbagh.'/><author><name>Mirela Goi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17785470412566124012</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-209437300985645243.post-6999603787063201669</id><published>2011-05-01T16:26:00.000-07:00</published><updated>2011-05-01T16:26:24.042-07:00</updated><title type='text'>Um total de 2.964 pessoas fazem exame de proficiência no idioma português em unidades de aplicação no Brasil e exterior. Há sete árabes entre eles.</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #505050; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 12px; line-height: 12px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;texto_materia&quot; style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 13px; line-height: 1.3em; margin-bottom: 31px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 4px; text-decoration: none; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;São Paulo - Sete pessoas de origem árabe fazem exame em língua portuguesa entre esta quarta-feira (27) e quinta-feira (28) para comprovar o seu nível de conhecimento do idioma. As provas do Certificado de Proficiência em Língua Portuguesa para Estrangeiros (Celpe-Bras) serão aplicadas a um total de 2.964 estrangeiros ou mesmo brasileiros que não têm o português como língua materna.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação é feita em 66 instituições credenciadas como postos de aplicação no Brasil e em 26 países da América, Europa, África e Ásia. Como não há este tipo de unidade em países árabes, as pessoas desta origem farão suas provas em outros postos ou no Brasil. Do mundo árabe, há um avaliado do Líbano, um do Egito e um da Palestina, dois da Argélia e dois do Marrocos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Celpe-Brasil consiste em duas avaliações, uma escrita e uma oral. Os participantes poderão ser certificados como intermediário, intermediário superior, avançado e avançado superior. Os resultados devem sair em 27 de junho. O Celpe-Bras é exigido no Brasil pelas universidades para ingresso em cursos de graduação e em programas de pós-graduação.&lt;/div&gt;&lt;div id=&quot;texto-funcoes&quot; style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 12px; height: 27px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://anba.com.br/noticia_educacao.kmf?cod=11833162&quot;&gt;http://anba.com.br/noticia_educacao.kmf?cod=11833162&lt;/a&gt;&lt;ul style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 12px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Assine esse blog&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myarabicheart.blogspot.com/feeds/6999603787063201669/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/209437300985645243/6999603787063201669?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/6999603787063201669'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/6999603787063201669'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myarabicheart.blogspot.com/2011/05/um-total-de-2964-pessoas-fazem-exame-de.html' title='Um total de 2.964 pessoas fazem exame de proficiência no idioma português em unidades de aplicação no Brasil e exterior. Há sete árabes entre eles.'/><author><name>Mirela Goi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17785470412566124012</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-209437300985645243.post-3322175183361364172</id><published>2011-04-29T15:21:00.000-07:00</published><updated>2011-04-29T15:22:00.212-07:00</updated><title type='text'>A casa é minha</title><content type='html'>Nesse blog, a casa é minha ... é porque faço, por puro amor, por pura diversão, não faço para alguém, faço para mim, e pelo que sinto.&lt;div&gt;Faço como um ritual, como uma vontade, quando tenho vontade, sem compromisso, sem preocupação com nada. Aqui só tem o que realmente gosto e admiro. &lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não tenho intenções jornalísticas, tenho intenções de contribuir com com o todo. Recolho informações que encontro, que busco e reproduzo aqui, com os devidos créditos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É uma reunião de notícias e informações em geral sobre cultura, principalmente árabe e africana.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Estudar cultura é amar as pessoas, os seres humanos, é respeitar à todos, é ignorar as guerras, as maldades.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É entender que somos todos iguais. Completamente iguais.... &lt;/div&gt; &lt;div&gt; Mirela Goi&lt;/div&gt;&lt;div&gt;29 abril 2011&lt;/div&gt; &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Assine esse blog&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myarabicheart.blogspot.com/feeds/3322175183361364172/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/209437300985645243/3322175183361364172?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/3322175183361364172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/3322175183361364172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myarabicheart.blogspot.com/2011/04/casa-e-minha.html' title='A casa é minha'/><author><name>Mirela Goi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17785470412566124012</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-209437300985645243.post-5351277692645572831</id><published>2011-04-29T15:11:00.001-07:00</published><updated>2011-04-29T15:11:56.462-07:00</updated><title type='text'>Sweet wrappers for Arab parties</title><content type='html'>&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: rgb(80, 80, 80); font-size: 13px; line-height: 16px; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; &quot;&gt;São Paulo – Every weekend, Mirela Goi dedicates a good part of her time to creating sweet wrappers. The idea arose one year ago, when the Brazilian, who is in a wheelchair and dreams of visiting an Arab country, started her work as a hobby to help complete her family income. Motivated by an aunt, Mirela quickly learnt the technique for production of wrappers and set up a blog to promote her work. What she did not expect was for her sweet wrappers to reach tables in Portugal, Argentina, England, Australia an even the United Arab Emirates in little under a year.&lt;div class=&quot;float clear&quot; style=&quot;margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 15px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 13px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; float: right; clear: both; width: 230px; &quot;&gt;  &lt;span class=&quot;fotocredito&quot; style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 7px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 10px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; &quot;&gt;Press Release&lt;/span&gt; &lt;a href=&quot;http://www2.anba.com.br/noticia_oportunidades.kmf?cod=11442871&amp;amp;indice=10&quot; style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 13px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; color: rgb(44, 84, 145); &quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.interjornal.com.br/fotos/imgnot_11442871_1_norm.jpg&quot; width=&quot;230&quot; alt=&quot;Press Release&quot; style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 13px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; &quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 31px; margin-left: 0px; padding-top: 4px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 11px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; line-height: 1.3em; &quot;&gt;  Most of the wrappers are for wedding celebrations&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Mirela describes the wrappers as paper flowers for sweets, as their shape is that of an open flower. With a cutting machine and finishing tool, the artisan manages to produce up to 1,200 wrappers per weekend.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;With her blog on air, in December 2009, Mirela received her first international order from Portugal. The information for presentation of the blog is in seven languages: Portuguese, English, Spanish, French, German, Italian and Arabic. With the growth of demand, Mirela opened a company and started invoicing, as the orders, which were initially small, grew and exceeded 5,000 wrappers.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&amp;quot;I now have regular clients in Portugal. They are retailers who place orders every three months or so,&amp;quot; said the businesswoman. According to her, most of the orders are for weddings.&lt;br&gt;&lt;br&gt;To decorate the sweets at the party, Mirela makes little wrappers of several colours and prints. Last year, the businesswoman sold 300 silver and golden wrappers to a client in Dubai. The wrappers were shipped in boxes, each containing 50 units. Each export goes through the postal service, using the Exporta Fácil system. &amp;quot;The order got to Dubai in around 20 days,&amp;quot; said Mirella.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;In the Arab market, the businesswoman is already in contact with people in Tunisia, Lebanon, Morocco and Saudi Arabia. &amp;quot;The Arabs love pompous and sophisticated wedding parties. They are going to like my wrappers,&amp;quot; said Mirela, who can&amp;#39;t wait to have regular clients in the Arab world so that she may travel there to participate in fairs and events. &amp;quot;Maybe this way I will be able to fulfil my dream of visiting an Arab country,&amp;quot; she said.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;div class=&quot;float clear&quot; style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 13px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; float: left; clear: both; width: 230px; &quot;&gt;  &lt;span class=&quot;fotocredito&quot; style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 7px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 10px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; &quot;&gt;Press Release&lt;/span&gt; &lt;a href=&quot;http://www2.anba.com.br/noticia_oportunidades.kmf?cod=11442871&amp;amp;indice=10&quot; style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 13px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; color: rgb(44, 84, 145); &quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.interjornal.com.br/fotos/imgnot_11442871_2_norm.jpg&quot; width=&quot;230&quot; alt=&quot;Press Release&quot; style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 13px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; &quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 31px; margin-left: 0px; padding-top: 4px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 11px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; line-height: 1.3em; &quot;&gt;  Mirela&amp;#39;s dream is to visit an Arab country&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;Three years ago, much before starting making her wrappers, Mirela planned a trip to Tunisia, to fulfil a dream. However, the trip did not work out. As she was in a wheelchair, the airline did not allow her to travel unaccompanied due to her difficult locomotion. She had polio when she was four months old and lost 80% of the movement in her arms and legs. Mirela is currently married to a Nigerian and has a 1 year and 5 month old daughter. She works at the São Paulo State Electricity Utility (CPFL), as part of an opportunity program established by the company, allowing disabled people to work four hours a day.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Last year, Mirela sold 30,000 wrappers, being 10,000 abroad. In January this year, sales reached 6,000 units. The company believes that this year sales should grow further. Each wrapper costs on average 0.30 Brazilian real (US$ 0.18). Mirela&amp;#39;s plan for this year is to collect capital to ship samples. &amp;quot;I have noticed that it is a need in which I must invest. It is an opportunity I have for promotion of my work,&amp;quot; she finished off.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;b&gt;Contact&lt;br&gt;&lt;br&gt;Mirela Goi&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Blog: &lt;a href=&quot;http://www.masweetcases.blogspot.com&quot;&gt;http://www.masweetcases.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: rgb(80, 80, 80); font-size: 13px; line-height: 16px; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; &quot;&gt;+55 19 94405376&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: rgb(80, 80, 80); font-size: 13px; line-height: 16px; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; &quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;font class=&quot;Apple-style-span&quot; color=&quot;#505050&quot; face=&quot;&amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class=&quot;Apple-style-span&quot; color=&quot;#505050&quot; face=&quot;&amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www2.anba.com.br/noticia_oportunidades.kmf?cod=11442871&amp;amp;indice=10&quot;&gt;http://www2.anba.com.br/noticia_oportunidades.kmf?cod=11442871&amp;amp;indice=10&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Assine esse blog&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myarabicheart.blogspot.com/feeds/5351277692645572831/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/209437300985645243/5351277692645572831?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/5351277692645572831'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/5351277692645572831'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myarabicheart.blogspot.com/2011/04/sweet-wrappers-for-arab-parties.html' title='Sweet wrappers for Arab parties'/><author><name>Mirela Goi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17785470412566124012</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-209437300985645243.post-5564857391162602930</id><published>2011-04-29T15:07:00.001-07:00</published><updated>2011-04-29T15:07:37.885-07:00</updated><title type='text'>O livro &#39;Caligrafia Árabe&#39;, do libanês Moafak Dib Helaihel, mostra ao leitor brasileiro como a escrita pode ser uma forma de arte.</title><content type='html'>&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: rgb(80, 80, 80); font-size: 12px; line-height: 12px; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; &quot;&gt;&lt;div class=&quot;texto_materia&quot; style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 31px; margin-left: 0px; padding-top: 4px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 13px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; line-height: 1.3em; &quot;&gt;  São Paulo – Para os árabes, sua escrita é mais que uma forma de se expressar em textos, é um modo de se expressar em arte. Assim, a caligrafia árabe tem, hoje, seis estilos básicos que dão origem a cerca de 350 outros estilos derivados destes principais. Graças a esta imensa variação, a caligrafia tornou-se uma das mais importantes formas de arte nos países do Norte da África e do Oriente Médio, enfeitando de casas a palácios, de museus a mesquitas. E é esta arte que o libanês Moafak Dib Helaihel mostra ao público brasileiro em seu livro &amp;quot;Caligrafia Árabe&amp;quot;.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;div class=&quot;float clear&quot; style=&quot;margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 15px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 13px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; float: right; clear: both; width: 160px; &quot;&gt;  &lt;span class=&quot;fotocredito&quot; style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 7px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 10px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; &quot;&gt;Divulgação&lt;/span&gt; &lt;img src=&quot;http://www.interjornal.com.br/fotos/imgnot_11822606_1_norm.jpg&quot; width=&quot;160&quot; alt=&quot;Divulgação&quot; style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 13px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; &quot;&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 31px; margin-left: 0px; padding-top: 4px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 11px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; line-height: 1.3em; &quot;&gt;  Boneco feito com letras árabes&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;Recém-lançada, a obra levou um ano para ser produzida. &amp;quot;O livro conta a história da escrita árabe desde o início até os tempos atuais&amp;quot;, diz Helaihel. &amp;quot;Ele é extremamente didático, mostra passo a passo como preparar a tinta e o cálamo (instrumento usado na caligrafia árabe)&amp;quot;, explica. Segundo o autor, que nasceu na cidade de Baalbeck, no Líbano, mas mora em Curitiba, no Paraná, seu livro é o primeiro em língua portuguesa a abordar a caligrafia árabe de forma instrutiva.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;div class=&quot;float clear&quot; style=&quot;margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 15px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 13px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; float: right; clear: both; width: 160px; &quot;&gt;  &lt;span class=&quot;fotocredito&quot; style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 7px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 10px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; &quot;&gt;Divulgação&lt;/span&gt; &lt;img src=&quot;http://www.interjornal.com.br/fotos/imgnot_11822606_2_norm.jpg&quot; width=&quot;160&quot; alt=&quot;Divulgação&quot; style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 13px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; &quot;&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 31px; margin-left: 0px; padding-top: 4px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 11px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; line-height: 1.3em; &quot;&gt;  Helaihel: desenhando com letras&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&amp;quot;Ela faz parte do povo. A caligrafia é baseada na geometria&amp;quot;, afirma Helaihel. &amp;quot;Ela faz parte da decoração dos países árabes em casas, mesquitas, castelos&amp;quot;, destaca. Formado em História e Geografia pela Universidade de Beirute, Helaihel cursou pós-graduação no Centro de Caligrafia Árabe de Sharjah, nos Emirados Árabes Unidos. Ele conta que o primeiro estilo no qual a caligrafia árabe foi registrada foi o &lt;i&gt;Kufi&lt;/i&gt;. &amp;quot;É um estilo mais arcaico, mais rígido e angular&amp;quot;, diz Helaihel, que ministra cursos de caligrafia. Para os interessados em aprender esta arte, o início está no estilo &lt;i&gt;Riq&#39;ai&lt;/i&gt;, passando pelo&lt;i&gt;Naskh&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Diwani&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Taliq&lt;/i&gt;, até chegar no &lt;i&gt;Thuluth&lt;/i&gt;, &amp;quot;o estilo mais detalhado, no qual se precisa de um grande aprofundamento&amp;quot;, conta o calígrafo.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;div class=&quot;float clear&quot; style=&quot;margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 15px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 13px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; float: right; clear: both; width: 230px; &quot;&gt;  &lt;span class=&quot;fotocredito&quot; style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 7px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 10px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; &quot;&gt;Divulgação&lt;/span&gt; &lt;img src=&quot;http://www.interjornal.com.br/fotos/imgnot_11822606_3_norm.jpg&quot; width=&quot;230&quot; alt=&quot;Divulgação&quot; style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 13px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; &quot;&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 31px; margin-left: 0px; padding-top: 4px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 11px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; line-height: 1.3em; &quot;&gt;  Obra traz figura de leão em caligrafia árabe&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;Segundo Helaihel, no Brasil, geralmente, as pessoas interessadas em aprender a caligrafia árabe são aquelas que já lidam com arte. Para começar o curso, diz ele, é necessário que o aluno conheça, pelo menos, as letras árabes. &amp;quot;Quando vou dar um curso, primeiro ensino o alfabeto, para que ele saiba o que está fazendo&amp;quot;, explica. Quanto ao material usado na caligrafia, usa-se o cálamo, instrumento feito de bambu; e a tinta arábica, uma mistura de pó com goma arábica e água. Difícil de achar? Pode-se usar o nanquim, diz Helaihel, explicando que é o tipo de tinta mais parecida com a arábica.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Em grande parte, as obras em caligrafia árabe trazem versos do Alcorão, além de poesias e provérbios árabes, mas também podem trazer formas livres de movimentos de letras, conta o autor. Ele diz que, para aprender os seis estilos básicos de caligrafia são necessários entre um ano e meio e dois anos de estudo, já para ter uma formação completa na arte caligráfica árabe são precisos cinco anos de dedicação.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;b&gt;Serviço&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Título: Caligrafia Árabe&lt;br&gt;Autor: Moafak Dib Helaihel&lt;br&gt;Editora Bibliaspa - Pode ser adquirido somente pela Bibliaspa (Telefone: 11 36610904)&lt;br&gt;Preço: R$ 80&lt;/div&gt;&lt;div id=&quot;texto-funcoes&quot; style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; height: 27px; &quot;&gt;  &lt;ul style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; &quot;&gt;  &lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id=&quot;texto-funcoes&quot; style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; height: 27px; &quot;&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id=&quot;texto-funcoes&quot; style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; height: 27px; &quot;&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id=&quot;texto-funcoes&quot; style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; height: 27px; &quot;&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id=&quot;texto-funcoes&quot; style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; 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No ano passado, participaram pequenos de 5 países árabes.</title><content type='html'>&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: rgb(80, 80, 80); font-size: 13px; line-height: 16px; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; &quot;&gt;&lt;div class=&quot;float clear&quot; style=&quot;margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 15px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 13px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; float: right; clear: both; width: 230px; &quot;&gt;  &lt;span class=&quot;fotocredito&quot; style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 7px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 10px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; &quot;&gt;Divulgação&lt;/span&gt; &lt;img src=&quot;http://www.interjornal.com.br/fotos/imgnot_11833533_1_norm.jpg&quot; width=&quot;230&quot; alt=&quot;Divulgação&quot; style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 13px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; &quot;&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 31px; margin-left: 0px; padding-top: 4px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 11px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; line-height: 1.3em; &quot;&gt;  Inscrições podem ser feitas até domingo&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;São Paulo – Crianças brasileiras que moram no exterior podem participar de um concurso de desenhos promovido pelo Ministério das Relações Exteriores, por meio do projeto Comunidades Brasileiras no Exterior. O tema deste ano é &amp;quot;O meu brasileiro favorito/A minha brasileira favorita&amp;quot; e os pequenos podem desenhar desde parentes, amigos, personagem histórico, de ficção, celebridade ou mesmo animal. &amp;quot;Ou ainda outra coisa, o que eles recordarem ou imaginarem como brasileiro ou brasileira favorita&amp;quot;, diz a chefe de gabinete da subsecretaria geral das Comunidades Brasileiras no Exterior, Adriana Telles Ribeiro.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;As inscrições devem ser feitas até o próximo domingo, dia 01 de maio, em embaixadas, consulados ou na representação do Itamaraty mais próxima da criança no país. O objetivo do concurso, de acordo com Adriana, é a manutenção do vínculo das crianças com o Brasil e o aumento da interação delas com o país. &amp;quot;Sabemos que há uma população crescente de brasileiros no exterior&amp;quot;, afirma Adriana, referindo-se principalmente aos filhos de pais brasileiros que nascem lá fora. &amp;quot;As políticas do governo podem interferir para que estas gerações tenham ou não uma boa relação com o Brasil&amp;quot;, diz.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;div class=&quot;float clear&quot; style=&quot;margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 15px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 13px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; float: right; clear: both; width: 130px; &quot;&gt;  &lt;span class=&quot;fotocredito&quot; style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 7px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 10px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; &quot;&gt;Divulgação&lt;/span&gt; &lt;img src=&quot;http://www.interjornal.com.br/fotos/imgnot_11833533_2_norm.jpg&quot; width=&quot;130&quot; alt=&quot;Divulgação&quot; style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 13px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; &quot;&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 31px; margin-left: 0px; padding-top: 4px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 11px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; line-height: 1.3em; &quot;&gt;  2º lugar de 2010 foi de São Francisco&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;Na última edição, a primeira do Concurso de Desenho Infantil, que teve o tema &amp;quot;O meu Brasil&amp;quot;, participaram 257 crianças de 23 países. Destas nações, cinco eram árabes: Emirados, Líbia, Omã, Palestina e Tunísia. Adriana afirma que é crescente o interesse das famílias pelo concurso no mundo árabe. A participação neste tipo de iniciativa, lembra ela, depende do interesse dos pais. Ela cita, no Líbano, a criação do grupo Alecrim, projeto cultural sem fins lucrativos que tem por objetivo transmitir os costumes brasileiros a crianças que moram fora. O grupo deve fomentar a participação dos pequenos no concurso.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Podem concorrer com desenhos crianças com idades entre seis e 11 anos de idade. Cada pequeno deverá participar com apenas um desenho, inédito. Ele pode ser feito com materiais como aquarelas, guaches, marcadores, lápis de cor ou outras mídias, com as técnicas mais diversas, incluindo colagens, uso de tecidos e todo tipo de material. A obra deve ser apresentada, no entanto, em um papel de formato A3.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;div class=&quot;float clear&quot; style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 13px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; float: left; clear: both; width: 130px; &quot;&gt;  &lt;span class=&quot;fotocredito&quot; style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 7px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 10px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; &quot;&gt;Divulgação&lt;/span&gt; &lt;img src=&quot;http://www.interjornal.com.br/fotos/imgnot_11833533_3_norm.jpg&quot; width=&quot;130&quot; alt=&quot;Divulgação&quot; style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 13px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; &quot;&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 31px; margin-left: 0px; padding-top: 4px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 11px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; line-height: 1.3em; &quot;&gt;  Técnica, originalidade e criatividade são avaliados&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;Serão avaliados técnica, originalidade e criatividade dos trabalhos. A premiação irá para os dez melhores desenhos e também haverá dez menções honrosas. Os resultados sairão no dia 30 de junho. Segundo Adriana, os prêmios serão edições de livros infantis, material de esporte, entre outros, doados por ministérios brasileiros. As embaixadas e consulados devem organizar cerimônias de premiação para as crianças ganhadoras dos seus países. Na edição do ano passado, o primeiro lugar ficou com Layra Pires de Brito, de Nagóia, no Japão, o segundo com Lucas Walker, de São Francisco, nos Estados Unidos, e o terceiro com Erick Krieger, de Nova York. O quarto lugar foi para Victória Matuda Abade, de Hamamatsu, também no Japão, e o quinto para Sandy Miho Tsukahara, de Tóquio. &lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;b&gt;Informações&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Site: &lt;a href=&quot;http://www.brasileirosnomundo.mre.gov.br/&quot; rel=&quot;externo&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot; (Este link abre uma nova janela)&quot; style=&quot;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 13px; vertical-align: baseline; text-decoration: none; font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, Times, serif; text-shadow: rgb(0, 0, 0) 0px 0px 0px; color: rgb(44, 84, 145); &quot;&gt;www.brasileirosnomundo.mre.gov.br&lt;/a&gt;&lt;br&gt;  &lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href=&quot;http://anba.com.br/noticia_diplomacia.kmf?cod=11833533&quot;&gt;http://anba.com.br/noticia_diplomacia.kmf?cod=11833533&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Assine esse blog&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myarabicheart.blogspot.com/feeds/8624435833312673579/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/209437300985645243/8624435833312673579?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/8624435833312673579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/8624435833312673579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myarabicheart.blogspot.com/2011/04/o-ministerio-das-relacoes-exteriores.html' title='O Ministério das Relações Exteriores promove a segunda edição do concurso de desenho para crianças brasileiras que moram no exterior. No ano passado, participaram pequenos de 5 países árabes.'/><author><name>Mirela Goi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17785470412566124012</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-209437300985645243.post-1082409186884788883</id><published>2011-04-26T10:27:00.001-07:00</published><updated>2011-04-26T10:27:59.206-07:00</updated><title type='text'>Hijab Couture</title><content type='html'>Está escrito. &quot;Dize às fiéis que recatem seus olhares, conservem seus pudores e não mostrem seus atrativos, além dos que normalmente aparecem; e que cubram o colo com seus véus&quot;. São essas as linhas iniciais da 24ª surata, ou capítulo, do Alcorão. Mais adiante na leitura, outra passagem adiciona: &quot;Dize a tuas esposas, filhas e às mulheres dos fiéis que quando saírem se cubram com suas mantas; isso é mais conveniente, para que se distingam das demais e não sejam molestadas&quot;.  &lt;div class=&quot;bb-md-noticia-extras&quot;&gt; &lt;div class=&quot;bb-md-noticia-foto&quot;&gt; &lt;div&gt;&lt;img alt=&quot;FayZ/Divulgação&quot; src=&quot;http://www.estadao.com.br/fotos/FalastinZarruk_rep288.jpg&quot;&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class=&quot;bb-md-noticia-foto-autor&quot;&gt;FayZ/Divulgação&lt;/div&gt; &lt;div class=&quot;bb-md-noticia-foto-bajada&quot;&gt;Coleção de véus leva a assinatura de Falastin Zarruk, que também ensina a arte de enrolar o pano&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O texto dá margem a múltiplas interpretações, o que explica por que na Arábia Saudita as muçulmanas usam tradicionalmente o niqab (véu que cobre o rosto e deixa espaço só para os olhos); por que a burca (que cobre todo o corpo e rosto) só é mesmo popular no Afeganistão e regiões de fronteira do Paquistão; e por que no Egito, Líbano e Síria ou nas comunidades islâmicas europeias e no Brasil as muçulmanas são mais vistas com o hijab (que protege pescoço e cabelo e vem nas mais variadas formas, padrões e texturas). É talvez a peça mais eclética do vestuário islâmico.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Calcula-se que a comunidade islâmica no Brasil seja de 1,5 milhão de pessoas. Mas mesmo em São Paulo, onde mora grande parte desses fiéis, é difícil para a muçulmana achar roupas bonitas, modernas e ao mesmo tempo adequadas aos preceitos do Islã. Se a procura é por vestidos do tipo abaya (que cobrem o corpo até os pés) com elegância e bom caimento, ou lenços hijab de cores alegres e detalhes em strass, a dica é perguntar na mesquita mais próxima. É bem provável que se ouça falar de uma das duas: Ikbal ou Salwa, as fornecedoras de moda islâmica mais requisitadas da capital paulistana.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Aos sábados, Ikbal Noureddine Baghddi expõe sua coleção de véus na Mesquita do Pari, onde funciona também a Liga da Juventude Islâmica do Brasil, na Rua Barão de Ladário. Natural de Trípoli e há 15 anos no País, Ikbal é reconhecida entre as irmãs de fé como exímia costureira e, sob encomenda, produz com desenvoltura vestidos de noiva cuja cor varia do branco ao preto. Segundo ela, os segredos são evitar a transparência do véu, que deve cobrir completamente o cabelo, garantir que as mangas sejam longas e assegurar que a saia farfalhe até o chão.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Para produtos importados, é melhor seguir em direção ao ABC. É em São Bernardo que a iraquiana Salwa Mohamad, natural de Bagdá, acomoda suas clientes em um confortável e avantajado sofá cor de abóbora de dez lugares que ocupa a maior parte de sua sala de estar/butique, num sobrado a poucos passos da Mesquita de São Bernardo. Desde a morte do marido, ela mora ali com o filho adolescente. Engenheira de informática de formação, Salwa admite não ter os mesmos dotes de corte e costura da amiga Ikbal e diz que o seu jeito de atender a clientela requer um bate-perna semestral a lojas na Turquia e Arábia Saudita.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Com seus &quot;rs&quot; guturais, mas notável português, que desenvolveu ao longo dos dez anos em que vive no Brasil, Salwa convida para ver sua coleção. As abayas pretas, bem trabalhadas, com bordados geométricos e florais tecidos em dourado, prata, azul e verde, ela traz da Arábia Saudita, &quot;onde as mulheres usam as cores em casa e o preto para ir à rua&quot;, explica. As peças de alfaiataria, mais ao estilo ocidental, quase uma releitura do terninho feminino, só que mais alongado, com calças e túnicas em composição de degradê, são turcas.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Apesar das cores vibrantes que fornece às clientes, ela é a personificação da sobriedade: abaya e al amira (hijab em forma de trapézio, costurado nas duas laterais de forma que fique fechado em torno do pescoço) pretos. As amigas insistem: &quot;Salwa, vista mais cor!&quot;, ao que responde, bem-humorada, &quot;ora, mas estou de azul&quot;, levantando um milímetro o vestido para revelar o jeans debaixo das vestes escuras. &quot;Quanto mais simples for a roupa, melhor&quot;, defende. &quot;O Islã diz que a mulher não deve chamar atenção, deve ser discreta. Mas eu trago todos os modelos. As clientes gostam, fazer o quê?&quot;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Em casa, na presença de mulheres e do marido, ensina Salwa, a fiel pode usar perfume, optar por roupas mais chamativas, pôr maquiagem e soltar o cabelo. Sobre essa última regra, ela lembra de quando, na Polícia Federal, lhe pediram que tirasse o véu para a foto no documento. &quot;Agora está muito melhor e o Brasil deixa que muçulmanas tirem foto de passaporte usando o véu&quot;, agradece. Quando pensa no que está acontecendo na França, que desde segunda-feira passou a multar em 150 toda muçulmana que cobrir o rosto, diz aliviada: &quot;Graças a Deus estou aqui onde todos convivem bem&quot;. Em Paris, onde cogitou morar, as mulheres que optaram pelo niqab não podem mais ir com ele à escola ou ao trabalho. &quot;Por quê? Não fizeram nada de errado.&quot;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;No Brasil, ela percebe que essas são questões de menor relevância, já que por aqui predomina a cultura do hijab. &quot;Acontece de alguns homens irem estudar o Islã na Arábia Saudita e na volta sugerirem às esposas que usem o niqab, mas é um grupo restrito.&quot; Mesmo com a pouca demanda, Salwa trouxe da última viagem cinco niqabs. Um deles ela desdobra com carinho e ensina o segredo de suas três camadas: a primeira é usada por trás da cabeça, a outra pela frente, deixando espaço apenas para os olhos, e um terceiro nível, de pano transparente, pode ser puxado para a frente e cobrir o rosto por completo.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&quot;Eu sou apaixonada pelo niqab&quot;, confessa a carioca Zainab Hudhayfa, que mora hoje em Juiz de Fora, Minas Gerais, onde desde o final do ano passado gerencia a Lis Hijab&#39;s Acessórios &amp;amp; Moda Islâmica, uma confecção de hijabs coloridos bordados com pedrarias. &quot;Morro de vontade de usá-lo, mas não quero fazer pela metade. Para fazer do jeito certo tenho que usar luvas também e às vezes acho que isso vai me atrapalhar na feira e na hora de pegar ônibus.&quot;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Zainab, de 60 anos, reafirma a dificuldade de roupa boa que não aperte nos braços e não marque as curvas, como pede o Islã. Por isso, há anos ela adotou um guarda-roupa predominantemente monotemático – abayas pretas – cuja praticidade defende. &quot;Faltou alguma coisa em casa e preciso dar um pulo no mercado, só jogo uma por cima. Até de pijama já fui e ninguém vai nunca saber&quot;.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Intencionalmente ou não, o mainstream da moda parece estar abrindo espaço para as peças &quot;islamicamente usáveis&quot;. Os compridos e larguinhos tiveram espaço nas coleções de inverno deste ano de Alexandre Herchcovitch, Reinaldo Lourenço, Cantão e Maria Bonita. Lá fora, Prada, Marc Jacobs e Ralph Lauren também já investiram nos véus e por um tempo foi lançada a moda do &quot;turban chic&quot;, na qual embarcaram celebridades como Katie Holmes, Jennifer Lopez, Eva Mendes e Prince, que fez uso de um no Super Bowl de 2007.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Desde que ganhou uma competição promovida por uma revista de moda da Indonésia, em 2004, a estilista Hannie Hananto se projetou no circuito de alta costura da moda islâmica. Enquanto na Arábia Saudita as mulheres sempre usam duas peças, com as roupas coloridas por dentro e as escuras e largas por fora, na Malásia a tendência são as gamis, vestidos longos de corte simples com padrões florais coloridos que combinem com o véu. Conhecida na Jacarta Fashion Week pelos seus chadors de seda ou chiffon estampado com motivos azuis e brancos inspirados na porcelana chinesa, Hannie explica que &quot;desenhar e usar roupas islâmicas e véus lindos não é apenas seguir regras da religião. É mais que isso, é vestir-se com graça e orgulho&quot;.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;strong&gt;A fashionista&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Por um tempo, Falastin Zarruk andou pelas ruas de sua pequena Canoas, no Rio Grande do Sul, com a constante sensação de que tinha uma sujeira na blusa. Os olhares de soslaio, cochichos e indicadores em riste eram reação ao recém-adotado hijab, pelo qual tomou gosto depois de uma temporada de três anos num vilarejo perto de Ramala, na Palestina, terra do avô. &quot;Eu me sinto bem assim, me sinto valorizada.&quot; Ainda hoje, tem gente que a intercepta na rua e adverte: &quot;Tu estás no Brasil, menina. Tira esse troço da cabeça&quot;. Falastin aprendeu a contornar a situação e hoje dedica parte do seu tempo a informar as pessoas sobre a hijab couture, coisa que faz com palestras ocasionais nas escolas da região.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Técnica em moda pelo Senac, para seu trabalho de conclusão de curso Falastin lançou uma marca de hijabs estilosos inspirados na op art, ou arte ótica, com estampas abstratas e linhas sinuosas. Hoje, a cada três meses lança novos modelos que vende pela internet a preços que variam de R$ 16 a R$ 25. Para orientar as mulheres que querem seguir as tendências da moda sem atropelar os preceitos islâmicos, e &quot;transformar complicação em diversão&quot;, fundou, no final de 2008, o blog FayHejab. Ali, posta vídeos ensinando passo a passo a arte de enrolar o hijab. Para manter a variedade, ela cria looks e os batiza em inglês. Tem o baby blue, que forma uma flor ao lado da cabeça, e o relax and take it easy, solto e próprio para as situações informais. As dobraduras caprichadas são para eventos, quando ela diz ser de bom tom trançar o hijab no alto da cabeça e adorná-lo com broches e alfinetes coloridos. &quot;São as frescuras de que nós muçulmanas precisamos.&quot;&lt;/p&gt;   &lt;div&gt;Às vezes, Falastin recebe e-mails ásperos de quem vê no seu modo de vestir um retrocesso dos direitos da mulher e os quais republica no blog. Na França, um dos argumentos do governo é que a lei que proíbe a burca e o niqab vem para proteger a autonomia feminina, em referência àquela parcela de mulheres que são obrigadas por parentes homens a se cobrir da cabeça aos pés. Com seu jeito de encarar o mundo sempre pela ótica da descomplicação, Falastin opina: &quot;Se a mulher optou pelo niqab e não foi forçada a isso é porque não se sente diminuída com ele, mas protegida. Já eu uso o hijab porque sou livre.&quot; &lt;br clear=&quot;all&quot;&gt;  &lt;/div&gt; &lt;div&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,hijab-couture,707182,0.htm&quot;&gt;http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,hijab-couture,707182,0.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Assine esse blog&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myarabicheart.blogspot.com/feeds/1082409186884788883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/209437300985645243/1082409186884788883?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/1082409186884788883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/1082409186884788883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myarabicheart.blogspot.com/2011/04/hijab-couture.html' title='Hijab Couture'/><author><name>Mirela Goi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17785470412566124012</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-209437300985645243.post-8697257339589439208</id><published>2010-11-04T07:24:00.000-07:00</published><updated>2010-11-04T07:25:01.359-07:00</updated><title type='text'>Mostra de São Paulo exibe filmes árabes</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;texto_materia&quot; style=&quot;FONT-SIZE: 13px; MARGIN-BOTTOM: 31px; LINE-HEIGHT: 1.3em; PADDING-TOP: 4px&quot;&gt;São Paulo - A 34ª Mostra Internacional de Cinema, que ocorre em São Paulo até quarta-feira (4), traz um total de 400 filmes de mais de 70 países, entre eles dois da Palestina e um do Marrocos. As produções estão sendo exibidas em 20 espaços, entre cinemas, museus e centros culturais.  &lt;div class=&quot;float clear&quot; style=&quot;FLOAT: right; MARGIN: 15px 0px 0px 15px; WIDTH: 230px&quot;&gt;&lt;span class=&quot;fotocredito&quot;&gt;Divulgação&lt;/span&gt; &lt;a onclick=&quot;window.open(&amp;#39;verfoto.kmf?foto=http://www.interjornal.com.br/fotos/imgnot_10878027_1_amp.jpg&amp;amp;credito=Divulga%E7%E3o&amp;amp;legenda=Filme+de+produ%E7%E3o+marroquina%2C+Vida+Curta&amp;#39;,&amp;#39;&amp;#39;,&amp;#39;resizable=yes,width=320,height=247&amp;#39;)&quot; href=&quot;javascript:;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Divulgação&quot; src=&quot;http://www.interjornal.com.br/fotos/imgnot_10878027_1_norm.jpg&quot; width=&quot;230&quot;&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p style=&quot;FONT-SIZE: 11px&quot;&gt;Filme de produção marroquina, Vida Curta&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Do Marrocos, os brasileiros podem conferir o curta metragem Vida Curta (Courte Vie), do diretor Adil El Fadili, de 2010, com duração de 17 minutos. O filme conta a história da vida de Zhar e a evolução mundial entre 1970 e 2010. A primeira exibição do curta acontece neste domingo (31), às 19h50, no espaço Matilha Cultural. A mesma produção será exibida ainda nos dias 1, 3 e 4 em outros três espaços e horários (confira a baixo a programação).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Da Palestina, a mostra traz o documentário A Terapia (Fix Me), do diretor Raed Andoni, de 2009, com duração de 98 minutos. Baseado na própria história do cineasta, que sofre de dores de cabeça, Andoni consulta um psicólogo que o leva a uma série de 20 sessões de terapia. Nelas, o diretor explora as memórias individuais de palestinos, com diversos personagens, incluindo membros de sua família. Em um lugar dominado pela consciência coletiva e pelas questões de identidade, ele busca a individualidade das pessoas retratadas.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;O documentário será exibido nos dias 2, 3 e 4 na Cinemateca, às 20h30, e na Matilha Cultural e Cine Olido, às 14h. O segundo filme palestino é Atirar Num Elefante (To Shoot An Elephant), dos diretores Mohammad Rujailah e Alberto Arce, espanhol. A produção é de 2009 e tem duração de 112 minutos.&lt;br&gt;  &lt;br&gt; &lt;div class=&quot;float clear&quot; style=&quot;MARGIN-BOTTOM: 15px; WIDTH: 230px; MARGIN-RIGHT: 10px&quot;&gt;&lt;span class=&quot;fotocredito&quot;&gt;Divulgação&lt;/span&gt; &lt;a onclick=&quot;window.open(&amp;#39;verfoto.kmf?foto=http://www.interjornal.com.br/fotos/imgnot_10878027_2_amp.jpg&amp;amp;credito=Divulga%E7%E3o&amp;amp;legenda=Cena+do+document%E1rio+A+Terapia%2C+da+Palestina&amp;#39;,&amp;#39;&amp;#39;,&amp;#39;resizable=yes,width=420,height=345&amp;#39;)&quot; href=&quot;javascript:;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Divulgação&quot; src=&quot;http://www.interjornal.com.br/fotos/imgnot_10878027_2_norm.jpg&quot; width=&quot;230&quot;&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p style=&quot;FONT-SIZE: 11px&quot;&gt;Cena do documentário A Terapia, da Palestina&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;O filme documenta a rotina na Faixa de Gaza a partir de 27 de dezembro de 2008, quando Israel começou uma operação militar em Gaza, onde passou 21 dias atirando. O documentário é baseado no artigo de George Orwell, Shooting an Elephant, que foi publicado originalmente em 1948 e definiu um modo de ver a Ásia que ainda permanece válido.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Atirar Num Elefante terá sua primeira exibição no dia 1º de novembro, no Espaço Unibanco Arteplex 5, às 22h. O filme será exibido ainda nos dias 2, 3 e 4 na Matilha Cultural, Centro Cultural do Banco do Brasil e Belas Artes, em diferentes horários.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Segundo informações da organização da mostra, a seleção de filmes faz um apanhado do que o cinema contemporâneo mundial está produzindo e das principais tendências, temáticas, narrativas e estéticas produzidas em todo o mundo.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;b&gt;Serviço&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Vida Curta&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Data: 31 de outubro&lt;br&gt;Horário: 19h50&lt;br&gt;Local: Matilha Cultural&lt;br&gt;Endereço: Rua Rego Freitas, 542 – Centro&lt;br&gt;&lt;br&gt;Data: 1 de novembro&lt;br&gt;Horário: 15h&lt;br&gt;Local: Unibanco Arteplex 3&lt;br&gt;  Endereço: Shopping Frei Caneca, Rua Frei Caneca, 569, 3º piso – Consolação&lt;br&gt;&lt;br&gt;Data: 3 de novembro&lt;br&gt;Horário: 22h50&lt;br&gt;Local: Unibanco Arteplex 6&lt;br&gt;&lt;br&gt;Data: 4 de novembro&lt;br&gt;Horário: 18h&lt;br&gt;Local: Cine Olido&lt;br&gt;Endereço: Av. São João, 473, Centro&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;b&gt;A Terapia&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Data: 2 de novembro&lt;br&gt;Horário: 20h30&lt;br&gt;Local: Cinemateca – Sala Petrobras&lt;br&gt;Endereço: Largo Senador Raul Cardoso, 207, Vila Clementino&lt;br&gt;&lt;br&gt;Data: 3 de novembro&lt;br&gt;Horário: 14h&lt;br&gt;Local: Matilha Cultural&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Data: 4 de novembro&lt;br&gt;Horário: 14h&lt;br&gt;Local: Cine Olido&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Atirar Num Elefante&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Data: 1 de novembro&lt;br&gt;Horário: 22h&lt;br&gt;Local: Unibanco Arteplex 5&lt;br&gt;&lt;br&gt;Data: 2 de novembro&lt;br&gt;Horário: 16h10&lt;br&gt;Local: Matilha Cultural&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Data: 3 de novembro&lt;br&gt;Horário: 16h10&lt;br&gt;Local: Centro Cultural Banco do Brasil&lt;br&gt;Endereço: Rua Álvares Penteado, 112 – Centro&lt;br&gt;&lt;br&gt;Data: 4 de novembro&lt;br&gt;Horário: 17h50&lt;br&gt;Local: Belas Artes&lt;br&gt;Endereço: Rua da Consolação, 2423 – Consolação&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;b&gt;Mais informações&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Site: &lt;a href=&quot;http://br.mostra.org&quot;&gt;br.mostra.org&lt;/a&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class=&quot;texto_materia&quot; style=&quot;FONT-SIZE: 13px; MARGIN-BOTTOM: 31px; LINE-HEIGHT: 1.3em; PADDING-TOP: 4px&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.anba.com.br/noticia_artes.kmf?cod=10878027&quot;&gt;http://www.anba.com.br/noticia_artes.kmf?cod=10878027&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Assine esse blog&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myarabicheart.blogspot.com/feeds/8697257339589439208/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/209437300985645243/8697257339589439208?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/8697257339589439208'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/8697257339589439208'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myarabicheart.blogspot.com/2010/11/mostra-de-sao-paulo-exibe-filmes-arabes.html' title='Mostra de São Paulo exibe filmes árabes'/><author><name>Mirela Goi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17785470412566124012</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-209437300985645243.post-1350757542068242334</id><published>2010-11-04T07:22:00.000-07:00</published><updated>2010-11-04T07:23:32.180-07:00</updated><title type='text'>Campinas faz festival para o café</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;texto_materia&quot; style=&quot;FONT-SIZE: 13px; MARGIN-BOTTOM: 31px; LINE-HEIGHT: 1.3em; PADDING-TOP: 4px&quot;&gt;São Paulo – O município paulista de Campinas terá, entre os dias 10 e 14 de novembro, a terceira edição do Campinas Café Festival. O evento, promovido pelo Instituto Jerusalém, tem apoio da &lt;b&gt;Câmara de Comércio Árabe Brasileira&lt;/b&gt; e oferecerá ao público uma programação que inclui atividades culturais, informativas e de lazer com temas envolvendo o café. A cidade tem sua história ligada ao produto, já que foi um dos grandes pólos de cultivo e comercialização da commodity entre o final do século 19 e começo do século 20. &lt;br&gt;  &lt;br&gt;O festival terá na programação uma mostra sobre a história do café e das xícaras, organizada pela Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic). Também haverá degustação olfativa de cafés, na qual as pessoas serão levadas a sentir os diferentes aromas do produto. A atividade será organizada pelas Faculdades de Educação Física, Engenharia Agrícola e Engenharia de Alimentos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI) fará exposição de tipos de cafés de diferentes fazendas do estado.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Haverá ainda uma tarde de seminário, no dia 12, sobre café e educação, café e economia, café e negócios, além de café e saúde. As atividades vão ocorrer no Centro Cultural de Inclusão e Integração Social (CIS) da Estação Guanabara, na Unicamp, mas no último dia a programação ficará por conta do Sesc Campinas, onde haverá música caipira e café. A abertura do evento também terá música, com show de Margareth Menezes, interpretando canções populares, como de Almir Sater e Milton Nascimento, que mencionam o café. &lt;br&gt;  &lt;br&gt;Além de lembrar a história de Campinas, o festival tem por objetivo promover o café devido sua importância no Brasil. &amp;quot;Somos o primeiro produtor mundial de café arábica, o segundo maior consumidor de café&amp;quot;, afirma o superintendente do Instituto Jerusalém, Ali Al-Khatib. Ele diz ainda que o café é um dos alimentos mais &amp;quot;solidários&amp;quot; do mundo, já que as pessoas costumam se reunir para tomá-lo. Khatib ressaltou a importância também da Câmara Árabe na exportação de café brasileiro para os países árabes.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;O município de Campinas também abriga a organização que, no Brasil, é referência em pesquisas sobre cultivo de café, o Instituto Agronômico de Campinas (IAC). &amp;quot;Por causa do café Campinas ofereceu ao Brasil seu segundo presidente (republicano)&amp;quot;, afirma Al-Khatib, referindo-se a Campos Sales, e lembrando ainda de outros nomes da cidade que ganharam notoriedade, como o compositor de ópera Carlos Gomes. O objetivo do festival, segundo o superintendente, é transformar Campinas na capital brasileira da história e da cultura do café.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;De acordo com um dos diretores da Câmara Árabe, Bechara Ibrahim, o apoio ao festival é uma maneira de a entidade ter seus braços para além da capital paulista. Segundo ele, Campinas abriga uma comunidade de árabes e descendentes bastante atuante e tem tradição na promoção de eventos árabes, além de comportar uma região metropolitana bastante populosa. No seminário do festival deverá haver uma palestra sobre negócios com o mundo árabe. O apoio da Câmara Árabe ocorre por meio do Comitê Cultural, do qual Ibrahim é integrante. &lt;br&gt;  &lt;br&gt;Além da Câmara Árabe também dão apoio ao festival a Prefeitura Municipal de Campinas, Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), a Secretaria da Agricultura do Estado de São Paulo, a Cati, a Abic, o IAC, Faculdades de Campinas (Facamp), a Associação Comercial e Industrial de Campinas, o Campinas e Região Convention &amp;amp; Visitors Bureau e o Grupo Bandeirantes de Comunicação, entre outros. São co-promotores o CIS-Guanabara e a Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários, da Unicamp, e o Sesc-Campinas.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;b&gt;Serviço:&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Campinas Café Festival&lt;br&gt;&lt;br&gt;De 10 a 13 de novembro&lt;br&gt;CIS da Estação Guanabara – Unicamp&lt;br&gt;Rua Mário Siqueira, 829 – Botafogo – Campinas – SP&lt;br&gt;&lt;br&gt;Dia 14 de novembro&lt;br&gt;Sesc-Campinas&lt;br&gt;Rua Dom José I, 270/333 – Bonfim – Campinas – SP&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Informações:&lt;br&gt;Instituto Jerusalém&lt;br&gt;Telefone: +55 (19) 3243 8329 &lt;/div&gt; &lt;div class=&quot;texto_materia&quot; style=&quot;FONT-SIZE: 13px; MARGIN-BOTTOM: 31px; LINE-HEIGHT: 1.3em; PADDING-TOP: 4px&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.anba.com.br/noticia_servicos.kmf?cod=10872651&quot;&gt;http://www.anba.com.br/noticia_servicos.kmf?cod=10872651&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Assine esse blog&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myarabicheart.blogspot.com/feeds/1350757542068242334/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/209437300985645243/1350757542068242334?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/1350757542068242334'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/1350757542068242334'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myarabicheart.blogspot.com/2010/11/campinas-faz-festival-para-o-cafe.html' title='Campinas faz festival para o café'/><author><name>Mirela Goi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17785470412566124012</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-209437300985645243.post-4161505236166075179</id><published>2010-11-04T07:15:00.000-07:00</published><updated>2010-11-04T07:16:22.936-07:00</updated><title type='text'>História da Liga dos Campeões da África</title><content type='html'>&lt;p style=&quot;MARGIN-TOP: 0px&quot;&gt;&lt;strong&gt;Lista de vencedores da Liga dos Campeões da CAF:&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;1965 - Oryx Douala (Camarões)&lt;br&gt;1966 - Stade (Costa do Marfim)&lt;br&gt;1967 - TP Englebert (República Democrática do Congo)&lt;br&gt;1968 - TP Englebert (República Democrática do Congo)&lt;br&gt;  1969 - Ismaily (Egito)&lt;br&gt;1970 - Asante Kotoko (Gana)&lt;br&gt;1971 - Canon de Yaoundé (Camarões)&lt;br&gt;1972 - Hafia (Guiné)&lt;br&gt;1973 - AS Vita Club (República Democrática do Congo)&lt;br&gt;1974 - CARA Brazzaville (Congo)&lt;br&gt;1975 - Hafia (Guiné)&lt;br&gt;  1976 - MC Argel (Argélia)&lt;br&gt;1977 - Hafia (Guiné)&lt;br&gt;1978 - Canon de Yaoundé (Camarões)&lt;br&gt;1979 - Union Douala (Camarões)&lt;br&gt;1980 - Canon de Yaoundé (Camarões)&lt;br&gt;1981 - Jeunesse Electronique Tizi-Ouzou (Argélia)&lt;br&gt;1982 - Al Ahly (Egito)&lt;br&gt;  1983 - Asante Kotoko (Gana)&lt;br&gt;1984 - Zamalek (Egito)&lt;br&gt;1985 - Forces Armées Royal Rabat (Marrocos)&lt;br&gt;1986 - Zamalek (Egito)&lt;br&gt;1987 - Al Ahly (Egito)&lt;br&gt;1988 - Sétif (Argélia)&lt;br&gt;1989 - Raja Casablanca (Marrocos)&lt;br&gt;1990 - Jeunesse Sportive Kabylie (Argélia)&lt;br&gt;  1991 - Club Africain (Tunísia)&lt;br&gt;1992 - Wydad Casablanca (Marrocos)&lt;br&gt;1993 - Zamalek (Egito)&lt;br&gt;1994 - Espérance (Tunísia)&lt;br&gt;1995 - Orlando Pirates (África do Sul)&lt;br&gt;1996 - Zamalek (Egito)&lt;br&gt;1997 - Raja Casablanca (Marrocos)&lt;br&gt;  1998 - ASEC (Costa do Marfim)&lt;br&gt;1999 - Raja Casablanca (Marrocos)&lt;br&gt;2000 - Hearts of Oak (Gana)&lt;br&gt;2001 - Al Ahly (Egito)&lt;br&gt;2002 - Zamalek (Egito)&lt;br&gt;2003 - Enyimba (Nigéria)&lt;br&gt;2004 - Enyimba (Nigéria)&lt;br&gt;2005 - Al Ahly (Egito)&lt;br&gt;  2006 - Al Ahly (Egito)&lt;br&gt;2007 - Étoile du Sahel (Tunísia)&lt;br&gt;2008 - Al Ahly (Egito)&lt;br&gt;2009 - TP Mazembe (República Democrática do Congo)&lt;/p&gt; &lt;div style=&quot;MARGIN-TOP: 0px&quot;&gt;O torneio era conhecido como Copa Africana dos Campeões até 1997.&lt;/div&gt; &lt;div style=&quot;MARGIN-TOP: 0px&quot;&gt; &lt;/div&gt; &lt;div style=&quot;MARGIN-TOP: 0px&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.fifa.com/newscentre/news/newsid=1326054.html&quot;&gt;http://pt.fifa.com/newscentre/news/newsid=1326054.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Assine esse blog&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myarabicheart.blogspot.com/feeds/4161505236166075179/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/209437300985645243/4161505236166075179?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/4161505236166075179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/4161505236166075179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myarabicheart.blogspot.com/2010/11/historia-da-liga-dos-campeoes-da-africa.html' title='História da Liga dos Campeões da África'/><author><name>Mirela Goi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17785470412566124012</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-209437300985645243.post-3102093213047410027</id><published>2010-11-04T07:11:00.000-07:00</published><updated>2010-11-04T07:12:17.549-07:00</updated><title type='text'>VÊNUS NEGRA</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;bb-md-noticia-autor&quot;&gt;Gilles Lapouge CORRESPONDENTE / PARIS - O Estado de S.Paulo&lt;/div&gt; &lt;div class=&quot;corpo&quot;&gt; &lt;p&gt;Gostaria, pela primeira vez, de falar de um filme, Vênus Negra, exibido em Paris. É muito belo e seu diretor, o jovem tunisiano Abdellatif Kechiche, grande cineasta. Ele esboça um retrato poderoso e nunca lacrimoso de uma mulher que foi célebre, a Vênus hotentote, nascida na África do Sul em 1789 e morta em Paris em 1815. Pertencia ao grupo étnico koisan, o mais antigo da África do Sul. &lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nascida escrava, ela foi levada para Londres, onde os empresários de espetáculos ficaram contentes, pois a jovem apresentava duas singularidades impactantes: era portadora de calipígia, o que significava que tinha um grande traseiro. E seus órgãos genitais eram protuberantes. Um regalo, uma mulher daquelas. O que mais o povo desejaria?&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Dali em diante, Saartje Baartman (seu verdadeiro nome era Swatche, mas os ingleses logo tomaram o cuidado de &amp;quot;batizar&amp;quot; a jovem e lhe impor outro nome) foi jogada às feras na Europa. Turnês triunfais a conduziram de Londres a Amsterdã e a Paris. Toda a aristocracia e a grande e média burguesias se dobravam de rir com suas nádegas enormes e seu sexo aparente. Como eles se divertiam! Valia todo o dinheiro!&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;O cineasta não evita cenas imundas, mas permanece discreto. Ele explica: &amp;quot;Zombaram dela, feriram-na e a ultrajaram de tal forma que precisei manter o respeito, precisei ser humilde.&amp;quot; O filme esclarece outra vertente da ignomínia ocidental: o comportamento dos doutos. A primeira cena é violenta. Num anfiteatro, em Paris, um homem exibe a outros o sexo de uma mulher. Esse sexo acaba de ser destacado da Vênus Negra.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Ali, não estamos mais no espetáculo de circo, na tourada em que a Vênus Negra foi vítima ofegante. Estamos no âmbito da Ciência. O homem que se entrega a essa pornografia é dos maiores naturalistas da época, Georges Cuvier, produto daquela sublime cultura ocidental que nasceu do Século das Luzes e da qual a França, o país dos &amp;quot;direitos humanos&amp;quot; desde 1789, é o archote. O grande naturalista também francês Étienne Geoffroy Saint-Hilaire, que trabalharia no Brasil, não fica atrás. Ele considera que a feiura da Vênus hotentote assemelha-a a um orangotango, enquanto a deformidade de seu traseiro a aproximaria mais do macaco mandril.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Indignação. George Cuvier conclui: &amp;quot;Essa mulher é a prova da inferioridade de certas raças.&amp;quot; Evidentemente, há quem seja indulgente com esses imbecis, com Cuvier, com Saint-Hilaire, com as multidões que acorriam em família para ver o fenômeno. Ele diria que esse desprezo, essa insensibilidade, era típico daquela época. Isso não é inteiramente verdade. Houve alguns solitários que se indignaram. É gratificante que essas vozes nobres não viessem dos notários, nem dos ministros, nem mesmo dos sábios, mas dos poetas.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Victor Hugo foi de uma ironia feroz: &amp;quot;Paris é um bom menino. Paris aceita tudo. Paris não é difícil em matéria de Vênus. Sua calipígia é hotentote. Contanto que Paris ria, Paris anistia. A feiura a alegra. A deformidade a desopila. O vício a distrai.&amp;quot; Após 1994, na África do Sul libertada da ferocidade dos holandeses e dos ingleses, Nelson Mandela pediu que os despojos da Vênus Negra fossem repatriados para a África do Sul. A França começou por recusar, mas alguns anos depois, em 2002, enfim, aceitou: o corpo de Swatche foi devolvido à sua terra. Ele passará a eternidade no meio dos seus. TRADUÇÃO DE CELSO M. PACIORNIK &lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101104/not_imp634327,0.php&quot;&gt;http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101104/not_imp634327,0.php&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Assine esse blog&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myarabicheart.blogspot.com/feeds/3102093213047410027/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/209437300985645243/3102093213047410027?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/3102093213047410027'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/3102093213047410027'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myarabicheart.blogspot.com/2010/11/venus-negra.html' title='VÊNUS NEGRA'/><author><name>Mirela Goi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17785470412566124012</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-209437300985645243.post-1907613886145962415</id><published>2010-10-27T07:27:00.001-07:00</published><updated>2010-10-27T07:27:50.306-07:00</updated><title type='text'>Bin Laden ameaça França em nova mensagem de áudio</title><content type='html'>&lt;div&gt;Paris (França)  - Osama Bin Laden, líder da Al-Qaeda, justificou o sequestro de cinco cidadãos franceses no Níger no mês passado como o resultado das injustiças da França contra os muçulmanos que vivem no país e alertou que os sequestros irão continuar. Em uma nova gravação de áudio, cuja autoria é atribuída a Bin Laden e que foi divulgada pela Al Jazeera nesta quarta-feira, o líder apelou ao povo da França para parar de &amp;quot;intervir nos assuntos dos muçulmanos no norte e no oeste da África&amp;quot;.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&amp;quot;O tema do meu discurso é a razão pela qual a segurança está sendo ameaçada e seus filhos sendo tomados como reféns&amp;quot;, disse o líder da Al-Qaeda.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;quot;O sequestro de seus especialistas no Níger, enquanto eles estavam sendo protegidos pelo seu representante no país, é uma reação à injustiça que vocês estão praticando contra a nossa nação muçulmana&amp;quot;.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&amp;quot;Como poderia ser justo que vocês intervenham nos assuntos dos muçulmanos, no norte e no oeste da África em particular, coloquem os seus agentes contra nós e tomem muito da nossa riqueza em negócios suspeitos, enquanto nosso povo sofre várias formas de pobreza e desespero?&amp;quot;, questionou Osama Bin Laden.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;strong&gt;Sequestros de setembro&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;A célula da Al-Qaeda no norte da África reivindicou a responsabilidade pelo sequestro de cinco cidadãos franceses em setembro, juntamente com outros dois cidadãos de Madagascar e de Togo.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;A Al-Qaeda divulgou fotos do grupo no final do mês passado, mostrando os reféns sentados na areia com vários homens armados vestindo roupas de beduínos atrás deles.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os reféns estão supostamente sendo mantidos em uma região montanhosa no noroeste de Mali. Autoridades francesas afirmam não ter recebido qualquer exigência da Al-Qaeda no Magreb Islâmico, o grupo que realizou o sequestro.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Os reféns são funcionários de duas empresas francesas, a Areva e a Vinci, que fazem negócios na cidade mineira de Arlit, no Níger.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Bin Laden também usou a gravação para criticar o plano da França de proibir o uso de véus que cobrem todo o rosto em público - uma lei que deve ser implementada no próximo ano.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&amp;quot;Se você injustamente pensa que é seu direito impedir que as mulheres muçulmanas livres usem o véu que cobre o rosto, então não é nosso direito expulsar os seus homens invasores e cortar seus pescoços?&amp;quot;, questiona o líder da Al-Qaeda.&lt;br&gt;  &lt;strong&gt;&lt;br&gt;Demanda afegã&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Bin Laden também usou a mensagem para estimular a França a se retirar do Afeganistão, chamando a situação de uma guerra injusta - e prometeu mais sequestros se suas advertências não forem ouvidas.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&amp;quot;A equação é muito simples e clara: se você matar, você vai ser morto, se você toma os outros como reféns, você será feito refém, se você destrói a nossa segurança, nós vamos destruir a sua segurança&amp;quot;, disse Bin Laden.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;O paradeiro de Osama Bin Laden é desconhecido, mas em agosto, o general David Petraeus, o comandante dos EUA no Afeganistão, disse que ele está &amp;quot;muito enterrado&amp;quot; nas remotas montanhas entre o Afeganistão e o Paquistão e que capturá-lo continua sendo uma tarefa chave.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Bin Laden é o homem mais procurado do mundo. Os EUA oferecem recompensa de até US$ 25 milhões por informações que levem à sua captura.&lt;br&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;a href=&quot;http://odia.terra.com.br/portal/mundo/html/2010/10/bin_laden_ameaca_franca_em_nova_mensagem_de_audio_120066.html&quot;&gt;http://odia.terra.com.br/portal/mundo/html/2010/10/bin_laden_ameaca_franca_em_nova_mensagem_de_audio_120066.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Assine esse blog&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myarabicheart.blogspot.com/feeds/1907613886145962415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/209437300985645243/1907613886145962415?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/1907613886145962415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/1907613886145962415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myarabicheart.blogspot.com/2010/10/bin-laden-ameaca-franca-em-nova.html' title='Bin Laden ameaça França em nova mensagem de áudio'/><author><name>Mirela Goi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17785470412566124012</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-209437300985645243.post-693118273379658559</id><published>2010-08-06T09:28:00.001-07:00</published><updated>2010-08-06T09:28:33.669-07:00</updated><title type='text'>Serviço de mensagens do BlackBerry é bloqueado na Arábia Saudita</title><content type='html'>&lt;br clear=&quot;all&quot;&gt; &lt;p&gt;RIAD - As restrições impostas pela Arábia Saudita a alguns serviços do smartphone BlackBerry passam a valer a partir desta sexta-feira, 6, segundo informações da agência &lt;em&gt;AFP&lt;/em&gt;. Riad bloqueou o sistema de mensagens do aparelho alegando que as mensagens transmitidas entre seus usuários têm códigos ultrasseguros e dificultam a vigilância do governo. &lt;/p&gt;   &lt;div class=&quot;bb-md-noticia-extras&quot;&gt; &lt;div class=&quot;bb-md-noticia-foto&quot;&gt; &lt;div class=&quot;bb-md-noticia-foto-bajada&quot;&gt;Codificação das mensagens do ClackBerry dificultam vigilância do governo&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;Vários usuários do aparelho disseram não ter conseguido usar a função de mensagens em seus telefones desde o meio-dia local (6 horas em Brasília), embora tenham conseguido enviar recados antes desse período.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O órgão regulador das telecomunicações anunciou na terça-feira que ordenou a suspensão de tal serviço do BlackBerry a partir desta sexta, já que a companhia responsável pelo aparelho não cumpriu as exigências do governo. &amp;quot;O modo como são utilizados os serviços do BlackBerry não correspondem aos critérios de segurança da comissão nem às condições de licença&amp;quot;, informou a Comissão de Comunicações e Tecnologia da Informação (CITC).&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Os aparelhos, fabricados pela empresa canadense Research in Motion (RIM), apresentam um nível de codificação superior à maioria dos outros smartphones, tornando muito difícil a vigilância sobre seus usuários.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Além da Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos podem censurar alguns serviços do BlackBerry. Ambos os países regulam o acesso à internet. O governo indiano também lamentou a falta de controle sobre a comunicação entre os usuários do aparelho e disse que poderia tomar medidas semelhantes.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Venda&lt;/p&gt; &lt;div&gt;Alguns sauditas estão tentando vender seus BlackBerries, já que o serviço de mensagens está bloqueado. A iniciativa causou a queda do preço dos aparelhos. Alguns os vendiam pela metade do preço que é comumente comercializado. Comerciantes dizem que &amp;quot;ninguém mais compra, só querem vender os BlackBerries&amp;quot;.&lt;/div&gt;   &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;a href=&quot;http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,servico-de-mensagens-do-blackberry-e-bloqueado-na-arabia-saudita,591364,0.htm&quot;&gt;http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,servico-de-mensagens-do-blackberry-e-bloqueado-na-arabia-saudita,591364,0.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Assine esse blog&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myarabicheart.blogspot.com/feeds/693118273379658559/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/209437300985645243/693118273379658559?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/693118273379658559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/693118273379658559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myarabicheart.blogspot.com/2010/08/servico-de-mensagens-do-blackberry-e.html' title='Serviço de mensagens do BlackBerry é bloqueado na Arábia Saudita'/><author><name>Mirela Goi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17785470412566124012</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-209437300985645243.post-4144869213710194887</id><published>2010-08-06T09:25:00.001-07:00</published><updated>2010-08-06T09:25:58.718-07:00</updated><title type='text'>Além de Sakineh, 24 presos iranianos podem ser mortos a pedradas</title><content type='html'>&lt;h1&gt; &lt;/h1&gt; &lt;p&gt;A iraniana &lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/ira-diz-a-comite-da-onu-que-decisao-final-sobre-iraniana-ainda-sera-tomada&quot;&gt;Sakineh Mohammadi Ashtiani&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; não é a única no país que está prestes a ser apedrejada. Outros 24 presos do país se encontram no mesmo corredor da morte, segundo um estudo publicado pelo Comitê Internacional Contra Apedrejamento - ONG que monitora este tipo de execução no Irã. O caso da mulher de 43 anos, condenada inicialmente por adultério e depois por assassinato, ganhou repercussão mundial, tendo inclusive interferência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e evidencia a gravidade do problema na República Islâmica.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;O Irã é, atualmente, o país com o maior número de execuções per capita no mundo - à frente até da China, apontam dados do Comitê e da Organização das Nações Unidas (ONU). &quot;Esse é um regime que apedreja e executa, que prende pessoas todos os dias e corta suas mãos e seus pés&quot;, enfatizou Mina Ahadi, porta voz da ONG, em &lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/porta-voz-do-comite-internacional-contra-apedrejamento-envia-carta-aberta-a-lula&quot;&gt;carta aberta ao presidente brasileiro&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; divulgada na última terça-feira. No documento, Mina agradecia a oferta de asilo feita por ele a Sakine Ashtiani, mas pedia que Lula deixe de apoiar o governo de Mahmoud Ahmadinejad.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Somente este ano, de acordo com a Anistia Internacional, o regime iraniano já executou 115 pessoas. Entre elas, estão manifestantes torturados após os protestos contra a reeleição de Ahmadinejad, em junho de 2009, em um pleito marcado por denúncias de fraudes.&lt;/p&gt;   &lt;div&gt;&lt;strong&gt;Sakineh -&lt;/strong&gt; A iraniana que chamou a atenção de todo o mundo é mãe de dois filhos e havia sido condenada à morte por adultério, por manter relações consideradas ilícitas com dois homens após ficar viúva. Em 2006, ela levou 99 chibatadas por esse &amp;quot;crime&amp;quot;. Neste mesmo ano, um dos amantes foi condenado pelo homicídio do marido dela. O caso foi, então, reaberto e ela foi sentenciada à morte por apedrejamento. Para evitar críticas internacionais, na última terça-feira, o Irã mudou a condenação de Sakineh &lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/ira-muda-acusacao-de-sakineh-de-adulterio-para-assassinato&quot;&gt;de adultério para assassinato&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;. Logo depois, decidiu que ela vai responder, na verdade, pelas duas acusações.&lt;/div&gt;   &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;a href=&quot;http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/no-ira-25-presos-aguardam-apedrejamento&quot;&gt;http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/no-ira-25-presos-aguardam-apedrejamento&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Assine esse blog&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myarabicheart.blogspot.com/feeds/4144869213710194887/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/209437300985645243/4144869213710194887?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/4144869213710194887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/4144869213710194887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myarabicheart.blogspot.com/2010/08/alem-de-sakineh-24-presos-iranianos.html' title='Além de Sakineh, 24 presos iranianos podem ser mortos a pedradas'/><author><name>Mirela Goi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17785470412566124012</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-209437300985645243.post-5445296731436283593</id><published>2010-08-06T09:24:00.001-07:00</published><updated>2010-08-06T09:24:49.510-07:00</updated><title type='text'>Nobel da Paz iraniana critica Lula e diz que &quot;nenhuma nação deve estar ao lado do Irã&quot;</title><content type='html'>&lt;h1&gt;Nobel da Paz iraniana critica Lula e diz que &amp;quot;nenhuma nação deve estar ao lado do Irã&amp;quot;&lt;/h1&gt; &lt;div class=&quot;signature&quot;&gt;Cecília Araújo&lt;/div&gt; &lt;div class=&quot;img-article&quot;&gt;&lt;img title=&quot;Shirin Ebadi: &amp;quot;Por que Lula não visitou líderes de sindicatos nas prisões?&amp;quot;&quot; alt=&quot;Shirin Ebadi: &amp;quot;Por que Lula não visitou líderes de sindicatos nas prisões?&amp;quot;&quot; src=&quot;http://veja.abril.com.br/assets/pictures/13322/shirinebadi-2007-620-size-598.jpg?1279548267&quot; width=&quot;598&quot;&gt;  &lt;p&gt;Shirin Ebadi: &amp;quot;Por que Lula não visitou líderes de sindicatos nas prisões?&amp;quot; &lt;span&gt;(Paulo Vitale)&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;Há exato um ano, depois de décadas em defesa dos direitos humanos e uma série de ameaças contra sua família, a advogada Shirin Ebadi decidiu deixar o Irã. Era a véspera das eleições de 12 de junho, que, sob suspeita de fraude, deram um segundo mandato ao presidente Mahmoud Ahmadinejad e &lt;a href=&quot;http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/aniversario-reeleicao-ahmadinejad-traz-tona-questoes-governo-568361.shtml&quot;&gt;&lt;strong&gt;detonaram uma onda de protestos diários nas ruas de Teerã, duramente reprimidos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. Hoje com 62 anos, a ganhadora do Nobel da Paz de 2003 passa grande parte de seu tempo em viagem pelo mundo - fazendo denúncias, ajudando a fundar organizações humanitárias e representando as vítimas da repressão no país dos aiatolás.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Primeira mulher a se tornar juíza no Irã, expulsa dos tribunais com a instauração da Revolução Islâmica, em 1979, Shirin conversou por telefone com a reportagem de VEJA.com, por intermédio de sua intérprete. Embora não dê grande importância a Ahmadinejad (&amp;quot;o que importa é o comportamento dos aiatolás&amp;quot;), Shirin critica sua recente aproximação com o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva. Discorda das &lt;a href=&quot;http://veja.abril.com.br//noticia/internacional/onu-aprova-sancoes-ira-567969.shtml&quot;&gt;&lt;strong&gt;sanções econômicas impostas ao Irã&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; - prefere as punições políticas - mas é clara ao recomendar uma única postura diplomática em relação ao seu país: &amp;quot;Enquanto o Irã mantiver essa atitude provocadora, nenhuma nação deve estar ao seu lado&amp;quot;.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Em 31 anos de República Islâmica, a senhora reconhece algum progresso na forma com que o governo lida com os cidadãos iranianos?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Lamento muito que depois desses anos todos passados da Revolução eu ainda não possa me considerar uma iraniana livre. Em 1979, foram impostas ao país muitas leis que vão contra o direito das mulheres. Talvez o governo tenha devolvido um ou dois desses direitos. Ainda faltam muitos outros.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;strong&gt;A senhora ainda recebe ameaças devido ao seu posicionamento crítico ao governo dos aiatolás?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Infelizmente, estou sempre recebendo ameaças. Agentes do governo frequentemente mandam mensagens à minha família dizendo que, se eu continuar com o meu trabalho, o governo iraniano vai me encontrar onde quer que eu esteja.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;strong&gt;No dia 12 de junho, completa-se um ano da polêmica votação que reelegeu Mahmoud Ahmadinejad à presidência do Irã. Como a senhora avalia seu governo?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Na verdade, não importa se é Ahmadinejad ou outra pessoa que está no poder, mas sim a forma como as autoridades máximas do Irã atuam. O que realmente faz a diferença é o comportamento dos aiatolás. Embora Ahmadinejad seja o presidente, há um outro líder supremo (o aiatolá Ali Khamenei) que de fato comanda a vida dos iranianos.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que a senhora pensa do acordo entre Brasil, Irã e Turquia para a troca de urânio enriquecido?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Espero que o governo brasileiro seja capaz de convencer o Irã a de fato negociar e respeitar as resoluções determinadas pela comunidade internacional. Ao mesmo tempo, lamento profundamente que o presidente Lula tenha ido até o Irã e se recusado a conversar com qualquer membro da sociedade iraniana.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que a senhora esperava do presidente Lula durante sua visita ao país?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Quando Lula foi ao Irã, por que não visitou líderes de sindicatos de trabalhadores nas prisões? Fiquei surpresa, porque sei que ele representa os trabalhadores em seu país. Atualmente, a condição das prisões é muito precária - e tem piorado. E esses líderes sindicalistas estão presos por participarem de protestos em prol de seus direitos! Tenho muito respeito pelo presidente Lula, mas me surpreendeu muito que ele tenha se encontrado com o presidente do Irã e outras autoridades e ignorado completamente a classe trabalhadora.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;strong&gt;A senhora é a favor das sanções impostas ao Irã pelos Conselho de Segurança da ONU?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Sou contra a imposição de sanções econômicas ao Irã porque elas não vão atingir o regime e sim fazer com que a população iraniana fique ainda mais pobre. Por outro lado, acredito que seja uma obrigação do Irã respeitar as resoluções internacionais e suspender o enriquecimento de urânio. Eu acharia mais justo que, no lugar das sanções econômicas, as potências impusessem sanções políticas ao país. Enquanto o Irã mantiver essa atitude provocadora, nenhuma nação deve estar ao seu lado.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;strong&gt;A senhora, pessoalmente, acredita que o Irã desenvolva armas nucleares?&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;Tudo no Irã é feito a portas fechadas. Eu - ou qualquer outro cidadão iraniano - não tenho ideia das decisões que são tomadas entre as autoridades.&lt;/p&gt;   &lt;div&gt;&lt;strong&gt;Como deveriam agir as autoridades iranianas?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Se o governo de fato escutasse os cidadãos, poderia se tornar mais forte. Porém, da forma como esses líderes têm agido, mais cedo ou mais serão tirados do poder pelo povo. Não digo que isso vai acontecer nos próximos três anos de mandato de Ahmadinejad. Falo do início de um processo cuja duração não se pode prever.&lt;/div&gt;   &lt;div&gt;&lt;br clear=&quot;all&quot;&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;a href=&quot;http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/ahmadinejad-apenas-mais-marionete-ditadura-islamica&quot;&gt;http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/ahmadinejad-apenas-mais-marionete-ditadura-islamica&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Assine esse blog&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myarabicheart.blogspot.com/feeds/5445296731436283593/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/209437300985645243/5445296731436283593?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/5445296731436283593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/5445296731436283593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myarabicheart.blogspot.com/2010/08/nobel-da-paz-iraniana-critica-lula-e.html' title='Nobel da Paz iraniana critica Lula e diz que &quot;nenhuma nação deve estar ao lado do Irã&quot;'/><author><name>Mirela Goi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17785470412566124012</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-209437300985645243.post-8265777631221600207</id><published>2010-06-18T11:20:00.000-07:00</published><updated>2010-06-18T11:21:13.779-07:00</updated><title type='text'>O ator Adel Benchérif fala de O Profeta e de como a França inteira, com os seus problemas humanos e sociais, cabe no grande filme de Jacques Audiard</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;gmail_quote&quot;&gt; &lt;div&gt;&lt;img style=&quot;MIN-HEIGHT: 279px; WIDTH: 427px&quot; height=&quot;333&quot; src=&quot;http://www.estadao.com.br/fotos/oprofeta_divulgacao600.jpg&quot; width=&quot;436&quot;&gt;&lt;br&gt;Luiz Carlos Merten - O Estado de S.Paulo&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;strong&gt;O nórdico e o árabe. Benchérif (E) é o fiel escudeiro de Rahim na escalada do crime: unidos por laços de sangue e amizade&lt;/strong&gt;   &lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;p&gt;Olhe a foto aí acima. Nela aparecem Adel Benchérif e Tahar Rahim. Interpretam os amigos Malik e Ryad em O Profeta. Havia a expectativa de que o grande filme de Jacques Audiard ganhasse a Palma de Ouro em Cannes, no ano passado. O júri presidido por Isabelle Huppert preferiu A Fita Branca, de Michael Haneke, outorgando a O Profeta o segundo prêmio em importância, o Grand Prix. Os dois filmes concorreram ao Oscar e perderam para o argentino O Segredo dos Seus Olhos, de Juan José Campanella.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Voltemos a O Profeta. O filme venceu o César, o Oscar francês. Tahar Rahim foi duplamente vitorioso - melhor ator e melhor esperança masculina, o prêmio com que a Academia Francesa destaca os novos talentos. O Profeta tem feito uma bela carreira, de público e crítica, em todo o mundo. O virtuosismo de Jacques Audiard é indiscutível. O filme também tem provocado polêmica - Jacques, filho do diretor e roteirista Michel Audiard, estaria reproduzindo, na França, modelos hollywoodianos de ação. Para os próprios franceses, a discussão foi outra. O Profeta expõe a cadeia como escola do crime. Em várias entrevistas, Jacques Audiard disse que os filmes de Hector Babenco, Pixote, a Lei do Mais Fraco e Carandiru, foram faróis em sua vida e certamente o influenciaram na formulação dramática de O Profeta.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Adel Benchérif integrou a delegação que veio ao Brasil para divulgar o Festival Varilux de Cinema Francês. No Rio, ele contou como foi o processo criativo de Jacques Audiard. Admitiu que o universo da cadeia não lhe é estranho - ele próprio esteve preso. O cinema tem lhe aberto novos horizontes, mas o jovem de ascendência tunusina conhece bem o racismo e a discriminação. Até hoje, ainda sente o ódio pelo &amp;quot;estrangeiro&amp;quot;, pelo colonizado, que Mathieu Kassovitz retratou num filme justamente chamado La Haine (O Ódio). Mas o que mais lhe doi, ele confessa, é a mudança no relacionamento com os antigos amigos. &amp;quot;Eu acho que continuo o mesmo, mas o olhar deles sobre mim mudou. Não nos frequentamos mais e há hoje uma distância muito grande entre a gente.&amp;quot;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Sua mãe mora na Tunísia, e essa é outra distância dolorida. Adel é francês de nascimento. Criou-se em Grenoble. Sua vida poderia ter sido, quem sabe, menos difícil, mas ele se interroga se isso teria mudado sua formação: a sensibilidade seria outra? Teria virado ator? É orgulhoso das raízes tunisinas. Há toda uma história de família, sobre como seus ancestrais &amp;quot;fizeram&amp;quot; a França. Adel começou a carreira interpretando pequenos papéis em Grande École ou na série La Crim&amp;quot;, em 2004. Em 2006 e 2007, de novo na TV, conheceu dois grandes sucessos pessoais em outras séries, Djihad e Les Liens du Sang. Foi nelas que Jacques Audiard buscou boa parte do elenco jovem de O Profeta, para compor o grupo que cerca Malik. O personagem de Tahar Rahim vai preso e, na cadeia, torna-se o serviçal do chefão Niels Arestrup.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;O jovem árabe e o nórdico. Malik faz sua escalada no crime, Ryad o acompanha como escudeiro fiel. A meta de Malik é ocupar o posto de Arestrup. Não é preciso citar O Poderoso Chefão, de Francis Ford Coppola, para lembrar outros exemplos notáveis de disputa pelo poder no meio do crime, e neste como representação da democracia étnica. &amp;quot;A experiência na prisão não me havia preparado para o papel&amp;quot;, Adel conta. Jacques Audiard confinou seus atores, como parte da preparação. Em nome do realismo de cena, os presidiários que cercam o elenco principal vieram de cadeias de verdade.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Adel fala de seu personagem. &amp;quot;Ryad está doente e sabe que vai morrer. Tem tudo a perder, a mulher e a criança. Ele faz não importa o quê, na certeza de que Malik olhará pelos seus.&amp;quot; Laços de sangue, de amizade. É disso que O Profeta também fala. E existe a linguagem dos &amp;quot;árabes&amp;quot;. A França inteira cabe na prisão de O Profeta. Adel Benchérif sabe que seu elogio é suspeito. O filme de Jacques Audiard colocou-o em outro patamar de sua carreira. Mas também sabe que é um grande filme. E Jacques? &amp;quot;Ele duvida o tempo todo. Nunca está certo de coisa nenhuma. Mas é um líder, une todos ao seu redor.&amp;quot; Mais do que uma experiência artística, O Profeta foi, para ele, uma experiência humana.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100618/not_imp568323,0.php&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100618/not_imp568323,0.php&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;br clear=&quot;all&quot;&gt;&lt;br&gt;-- &lt;br&gt;Mirela Goi&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Twitter @masweetcases&lt;br&gt; &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Assine esse blog&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myarabicheart.blogspot.com/feeds/8265777631221600207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/209437300985645243/8265777631221600207?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/8265777631221600207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/8265777631221600207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myarabicheart.blogspot.com/2010/06/o-ator-adel-bencherif-fala-de-o-profeta.html' title='O ator Adel Benchérif fala de O Profeta e de como a França inteira, com os seus problemas humanos e sociais, cabe no grande filme de Jacques Audiard'/><author><name>Mirela Goi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17785470412566124012</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-209437300985645243.post-9091630269232969668</id><published>2010-06-14T12:46:00.001-07:00</published><updated>2010-06-14T12:46:59.955-07:00</updated><title type='text'>Dica de Livro: Música árabe: expressividade e sutileza, da editora BibliAspa</title><content type='html'>&lt;p&gt;ão Paulo – A professora e coreógrafa de danças árabes, Marcia Dib, vai lançar neste sábado (12) o livro &lt;i&gt;Música árabe: expressividade e sutileza&lt;/i&gt;, da editora BibliAspa, no Esporte Clube Sírio, em São Paulo. A autora fará uma palestra sobre as principais características da música árabe e vai contar um pouco da história do livro.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;O livro, que tem 217 páginas, é um capítulo da tese de mestrado de Marcia intitulada &lt;i&gt;A diversidade cultural da Síria através da música e da dança&lt;/i&gt;. Ela terminou o trabalho no final do ano passado. A ideia de escrever o livro surgiu do seu orientador. &quot;Fiz um capítulo inteiro só para explicar a música árabe. Não achei nada publicado em português sobre música árabe. É um livro inédito&quot;, afirmou Marcia. &lt;/p&gt;   &lt;div class=&quot;float clear&quot; style=&quot;FLOAT: right; MARGIN: 15px 0px 0px 15px; WIDTH: 230px&quot;&gt;&lt;span class=&quot;fotocredito&quot;&gt;Divulgação&lt;/span&gt; &lt;a onclick=&quot;window.open(&amp;#39;verfoto.kmf?foto=http://www.interjornal.com.br/fotos/imgnot_10167354_1_amp.jpg&amp;amp;credito=Divulga%E7%E3o&amp;amp;legenda=Livro+%E9+cap%EDtulo+da+tese+de+Marcia&amp;#39;,&amp;#39;&amp;#39;,&amp;#39;resizable=yes,width=320,height=478&amp;#39;)&quot; href=&quot;javascript:;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Divulgação&quot; src=&quot;http://www.interjornal.com.br/fotos/imgnot_10167354_1_norm.jpg&quot; width=&quot;230&quot;&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p style=&quot;FONT-SIZE: 11px&quot;&gt;Livro é capítulo da tese de Marcia&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;De acordo com ela, o livro é para pessoas leigas no assunto e que querem saber algo sobre a teoria e a história da música árabe. &quot;O livro tem uma visão de uma pessoa que usa a música para o trabalho&quot;, disse a professora, que é descendente de sírios e viajou três vezes ao país árabe para concluir o mestrado.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;A publicação é dividida em cinco capítulos. O primeiro, &lt;i&gt;Origem, influências e tratados&lt;/i&gt;, fala dos caminhos que a música árabe percorreu, dos aspectos teóricos e filosóficos da música. &quot;No passado, a música era estudada junto com outras ciências&quot;, disse Marcia.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;O segundo capítulo, &lt;i&gt;O conceito de tempo e a transformação axial da visão de mundo&lt;/i&gt;, aborda as diferenças de tempo. &quot;Para a gente, o tempo é uma linha reta, para os árabes, eles vêem o tempo como um círculo&quot;, disse a professora, que explica esse pensamento no capítulo. No terceiro, &lt;i&gt;A concepção de mundo influencia a composição, execução e o aprendizado&lt;/i&gt;, a autora fala da importância da memória, da transmissão oral da música, que não era escrita, pois não havia as partituras.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;As &lt;i&gt;Características melódicas e rítmicas&lt;/i&gt; aborda a definição da música árabe, da formação das notas e escadas, que são diferentes das usadas na música ocidental. O último capítulo, &lt;i&gt;A doutrina do Ethos ou Ta&#39;thir&lt;/i&gt;, é uma analogia entre a música e as outras ciências. &quot;Falo de como a música influencia o corpo e a mente, por exemplo&quot;, disse Marcia.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Segundo ela, a música árabe é uma arte integrada com outras áreas do conhecimento e da existência e tem o poder de tocar os sentimentos e as pessoas, que respondem a ela com seu corpo e mente.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Serviço&lt;/b&gt; &lt;br&gt;  &lt;br&gt;Lançamento do livro &lt;i&gt;Música árabe: expressividade e sutileza&lt;/i&gt;&lt;br&gt;Data: 12 de junho&lt;br&gt;Horário da palestra: 16 horas&lt;br&gt;Sessão de autógrafos: 17 horas&lt;br&gt;Local: Auditório do Esporte Clube Sírio&lt;br&gt;Endereço: Avenida Indianópolis, 1192 – São Paulo&lt;/div&gt;   &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;Fonte:&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;a href=&quot;http://www.anba.com.br/noticia_artes.kmf?cod=10167354&quot;&gt;http://www.anba.com.br/noticia_artes.kmf?cod=10167354&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Assine esse blog&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myarabicheart.blogspot.com/feeds/9091630269232969668/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/209437300985645243/9091630269232969668?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/9091630269232969668'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/9091630269232969668'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myarabicheart.blogspot.com/2010/06/dica-de-livro-musica-arabe.html' title='Dica de Livro: Música árabe: expressividade e sutileza, da editora BibliAspa'/><author><name>Mirela Goi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17785470412566124012</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-209437300985645243.post-8130196677716126684</id><published>2010-06-14T12:43:00.000-07:00</published><updated>2010-06-14T12:44:20.574-07:00</updated><title type='text'>Escritora egípcia entra no filão das comédias românticas para mulheres de 30 anos e conta a saga de Bride, uma egípcia, farmacêutica, independente financeiramente, mas que ainda não arrumou um marido.</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;float clear&quot; style=&quot;MARGIN-BOTTOM: 15px; WIDTH: 221px; MARGIN-RIGHT: 10px&quot;&gt;&lt;span class=&quot;fotocredito&quot;&gt;Claudia Abreu/Agência Meios&lt;/span&gt; &lt;img alt=&quot;Claudia Abreu/Agência Meios&quot; src=&quot;http://www.interjornal.com.br/fotos/imgnot_10144916_1_norm.jpg&quot; width=&quot;221&quot;&gt;  &lt;p style=&quot;FONT-SIZE: 11px&quot;&gt;Os dilemas de uma balzaquiana, formada em Farmácia, para arrumar um marido no Egito, estão no livro de Ghada Abdel Aaal&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;Tudo começou com um blog escrito em árabe (&lt;a title=&quot; (Este link abre uma nova janela)&quot; href=&quot;http://wanna-b-a-bride.blogspot.com/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;externo&quot;&gt;http://wanna-b-a-bride.blogspot.com&lt;/a&gt;), em 2006, idealizado pela escritora para encontrar amigos e dividir histórias. Era escrito com o pseudônimo Bride, esposa em inglês. Ghada tinha perdido a mãe e toda a sua família começava a se mobilizar para encontrar um bom marido para a moça. &quot;Me apresentavam todos os tipos de pessoas&quot;, disse Ghada, em entrevista à TG3 italiana. Aos poucos, post após post, a escritora percebeu que o seu dilema era comum a tantas outras moças no Egito, país que tem mais três milhões de mulheres entre 30 e 35 anos solteiras. Os seguidores do blog chegaram a 500, sempre ativos, publicando comentários. Hoje são mais de 600.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Ghada diz que, no início, tinha medo da reação das pessoas aos textos do blog, que eram divertidos, engraçados, mas também muito reflexivos. O Egito tem enfrentado uma dura crise econômica, que, como todas as crises, reflete nos hábitos e costumes da sociedade. As taxas de desemprego, por exemplo, são altas, superiores a 10% da população, e cerca de 20% vive abaixo da linha da pobreza. Sem condições financeiras para manter uma casa, boa parte dos homens na faixa dos 30 anos não se arrisca, mora com os pais e não se casa. Se para eles pode ser até confortável, para as mulheres, na mesma faixa etária, a situação é sinônimo de fracasso pessoal.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Com as expectativas de casamento em baixa, somada à situação financeira das famílias do Egito, investir na profissão passou a fazer parte do cotidiano das mulheres de 30 anos que, cada vez mais, se dedicam ao trabalho e à formação universitária. Segundo Ghada, formada em Farmácia, portanto doutora no Egito, é muito comum encontrar mulheres que trabalham fora, ganham mais do que os homens e não abrem mão da carreira e, claro, do uso da Internet. Fato que aparece nas perguntas da mãe de Bride para o futuro marido da filha: &quot;E quanto ao trabalho? E à Internet?&quot;. E um dos motivos do sucesso do blog, que abriu as portas para o livro de Ghada, que já vendeu 2.000 cópias na Itália.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;b&gt;Os pretendentes&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;A escritora, comparada à Helen Fielding - autora de &lt;i&gt;Bridget Jones&lt;/i&gt;, de 2001, livro que virou filme - na mídia italiana, diz que não foi influenciada pela autora inglesa. Também não assistiu a série &lt;i&gt;Sex and the City&lt;/i&gt;, da americana Candace Bushnell ou leu &lt;i&gt;Comer, Amar e Rezar&lt;/i&gt;, de Liz Gilbert. Começou a escrever simplesmente para contar a sua experiência e ouvir que não era &quot;uma estranha que não conseguia encontrar um marido&quot;. &quot;Eu não esperava tanto sucesso, sinal de que precisávamos de uma voz que dissesse o que nós, mulheres árabes de 30 anos, sentimos (em relação à questão do casamento)&quot;, disse a escritora à TG3. &lt;br&gt;  &lt;br&gt;No livro, Bride descreve 10 pretendentes, reunidos da experiência de Ghada, das suas amigas, e das seguidoras do blog, e os amigos da família, como tia Ficcanaso e Tio Disco, que tentam, desesperadamente, encontrar um marido para a protagonista. Do primeiro, um doutor homeopata, que depois vira um imitador de personagens famosos e se veste &quot;como um arco-íris, com todas as roupas do varal&quot;, passando pelo ladrão, que corteja Bride apenas para lhe roubar a carteira dentro do ônibus, até o baixinho, muito baixinho que &quot;parecia um desenho animado&quot; e que apaga todas as luzes da casa, por questões econômicas, e acende velas, irritando profundamente o pai de Bride, ao último, Imed &quot;o Belo&quot;, que vive em Londres, é casado, mas, sua mãe quer que se case com uma egípcia, &quot;pois assim, poderá voltar para casa a cada três meses&quot;, Ghada descreve o comportamento de cada um deles, envolvendo o leitor na corrida da protagonista pelo casamento.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Depois do décimo, Bride decide parar um pouco com a busca frenética, mas uma amiga do trabalho, Noha, encontra um namorado. &quot;Não é um rapaz bruto, só é magro como um junco, as orelhas, é claro, brigaram entre elas, mas é uma criatura de Deus&quot;, escreve Bride, com uma tremenda dor de cotovelo, mas também cheia de energia para continuar a corrida, pois, no final, apesar do caminho tortuoso, Ghada, a autora, quer se casar - e deixa isso claro para as leitoras do livro e do blog. Assim como as ocidentais Carry Bradshaw, de &lt;i&gt;Sex and the City&lt;/i&gt;, e Bridget Jones. &lt;/div&gt;   &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;a href=&quot;http://www.anba.com.br/noticia_especiais.kmf?cod=10144916&quot;&gt;http://www.anba.com.br/noticia_especiais.kmf?cod=10144916&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Assine esse blog&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myarabicheart.blogspot.com/feeds/8130196677716126684/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/209437300985645243/8130196677716126684?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/8130196677716126684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/8130196677716126684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myarabicheart.blogspot.com/2010/06/escritora-egipcia-entra-no-filao-das.html' title='Escritora egípcia entra no filão das comédias românticas para mulheres de 30 anos e conta a saga de Bride, uma egípcia, farmacêutica, independente financeiramente, mas que ainda não arrumou um marido.'/><author><name>Mirela Goi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17785470412566124012</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-209437300985645243.post-7228754837789153027</id><published>2010-06-14T12:39:00.000-07:00</published><updated>2010-06-14T12:40:20.703-07:00</updated><title type='text'>Brasileiro sequestrado por nigerianos disse que ontato com sequestradores teria começado através da Camara de Comèrcio Árabe Brasileira</title><content type='html'>&lt;br clear=&quot;all&quot;&gt; &lt;p&gt;O empresário paraense sequestrado na África do Sul desembarcou nesta terça no Brasil. Osmar Pereira contou os momentos de terror que passou nas mãos dos bandidos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Dez horas de viagem e um desejo enorme de voltar pro Brasil. &quot;Eu me sinto aliviado. Primeiro, voltei pra casa. Segundo, que descobri também que sou mais forte do que imaginava, porque não estava preparado pra isso. Mas eu acho que eu me superei bem&quot;, declarou o empresário Osmar Pereira.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Além da bagagem, Osmar Pereira trouxe da África do Sul marcas no corpo que preferiu não mostrar. Resultado de dois dias de tortura.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&quot;Esquentavam o ferro elétrico e me queimavam. O pior momento eu acredito que foi no segundo dia, porque, vendo a possibilidade de o dinheiro não chegar a tempo do resgate, eles iriam me matar mesmo. Só tinha duas alternativas: ou o dinheiro ou a vida. Não tinha outra alternativa&quot;.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;O empresário paraense do ramo de madeiras foi sequestrado na terça-feira da semana passada por um grupo de nigerianos assim que desembarcou na África do Sul. &quot;As pessoas que foram me pegar estavam muito bem vestidas, pessoas muito bem trajadas&quot;.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Osmar cruzou o oceano com o objetivo de vender US$ 4 milhões em portas de madeira para supostos importadores de Dubai.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&quot;Isso começou com a câmara árabe aqui em São Paulo. Eles me deram uma relação de importadores em Dubai e no Qatar e foi através daí que aconteceu. O preço era de mercado, não tinha diferencial nenhum&quot;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Osmar Pereira atribui a libertação a um trabalho conjunto das polícias da África do Sul e do Brasil. Disse que no primeiro dia de cativeiro, os sequestradores o deixaram ligar para um escritório da empresa dele que fica em Angola, imaginando que assim o empresário conseguiria o dinheiro exigido no resgate. Sem saber se os bandidos entendiam português, Osmar arriscou: contou aos colegas de trabalho que tinha sido sequestrado.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Alertada, a polícia localizou o cativeiro com a ajuda de outra vítima, um empresário coreano sequestrado na semana anterior.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ainda nesta terça, Osmar embarca de São Paulo para Belém. Vai reencontrar a mulher e os filhos, depois de tirar uma lição do pesadelo que viveu na África. &quot;Acho que mais prudência pra tudo é a palavra&quot;.&lt;/p&gt; &lt;div&gt;O vice-presidente da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, Hélmi Nascerê, afirmou que precisa de mais detalhes da negociação entre o empresário e os nigerianos para se pronunciar sobre o caso, mas disse que a câmara é criteriosa na seleção e na indicação de nomes de comerciantes.&lt;/div&gt;   &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;a href=&quot;http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2010/06/empresario-sequestrado-na-africa-do-sul-volta-ao-brasil.html&quot;&gt;http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2010/06/empresario-sequestrado-na-africa-do-sul-volta-ao-brasil.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Assine esse blog&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myarabicheart.blogspot.com/feeds/7228754837789153027/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/209437300985645243/7228754837789153027?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/7228754837789153027'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/7228754837789153027'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myarabicheart.blogspot.com/2010/06/brasileiro-sequestrado-por-nigerianos.html' title='Brasileiro sequestrado por nigerianos disse que ontato com sequestradores teria começado através da Camara de Comèrcio Árabe Brasileira'/><author><name>Mirela Goi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17785470412566124012</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-209437300985645243.post-8336349467692927063</id><published>2010-06-14T12:15:00.001-07:00</published><updated>2010-06-14T12:15:39.765-07:00</updated><title type='text'>Notícias da Copa do Mundo: Na estréia Nigéria perde para a Argentina por 1 X 0 mas o goleiro Nigeriano é o destaque da partida</title><content type='html'>&lt;br clear=&quot;all&quot;&gt; &lt;p&gt;Na estreia de Argentina e Nigéria na Copa do Mundo da África do sul, quem venceu foram os sul-ameircanos, mas o melhor jogador da partida foi o goleiro nigeriano Vincent Enyeama, que evitou uma goleada com belas defesas e garantiu a derrota por &amp;quot;apenas&amp;quot; 1 a 0.  &lt;p&gt;Sua atuação foi até destacada no site da Fifa. Segundo a entidade, o arqueiro, que defende o Hapoel Tel-Aviv, de Israel, fez pelo menos seis grandes defesas, quatro delas de chutes do craque Lionel Messi.  &lt;p&gt;&amp;quot;Eu assisti aos jogos do Messi no Campeonato Espanhol, além de ter algumas informações para a partida. Seria o meu melhor desempenho contra o melhor jogador do mundo. De agora em diante você não pode tirar isso de mim. Foi o melhor jogo da minha carreira&amp;quot;, comemorou Enyeama, que não teve culpa no único gol da partida, uma cabeçada de Heinze após cobrança de escanteio.  &lt;p&gt;Seus companheiros também elogiaram sua performance. &amp;quot;Ele é um bom goleiro, fez três ou quatro excelentes defesas e realmente nos ajudou&amp;quot;, disse o atacante Obafemi Martins. O jogador reconheceu a parcela de Enyeama no resultado. &amp;quot;Eu quero agradecer nosso goleiro hoje e nossa defesa, porque contra um grande time como a Argentina, conceder apenas um gol é um bom resultado&amp;quot;, afirmou o meia-atacante Peter Odemwingie.  &lt;div&gt;O técnico Lagerback lamentou a falta de atenção da defesa no lance do gol argentino. &amp;quot;Se você tiver um segundo de desconcentração atuando contra esse tipo de jogadores você será punido. E nós fomos. Não fosse por isso nós poderíamos ter conseguido pelo menos um empate&amp;quot;, lamentou o treinador.&lt;/div&gt;   &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;13 de junho 2010&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;Terra&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Assine esse blog&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://myarabicheart.blogspot.com/feeds/8336349467692927063/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/209437300985645243/8336349467692927063?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/8336349467692927063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/209437300985645243/posts/default/8336349467692927063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://myarabicheart.blogspot.com/2010/06/noticias-da-copa-do-mundo-na-estreia.html' title='Notícias da Copa do Mundo: Na estréia Nigéria perde para a Argentina por 1 X 0 mas o goleiro Nigeriano é o destaque da partida'/><author><name>Mirela Goi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17785470412566124012</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>