<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" version="2.0"><channel><title>REGIONALIZAÇÃO</title><description>Maior Desenvolvimento e Mais Democracia</description><managingEditor>noreply@blogger.com (Antonio Almeida Felizes)</managingEditor><pubDate>Thu, 26 Mar 2026 09:33:50 +0100</pubDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">3986</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">25</openSearch:itemsPerPage><link>https://regioes.blogspot.com/</link><language>en-us</language><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>Maior Desenvolvimento e Mais Democracia</itunes:subtitle><itunes:category text="Society &amp; Culture"><itunes:category text="History"/></itunes:category><itunes:category text="Education"><itunes:category text="Higher Education"/></itunes:category><itunes:category text="Health"><itunes:category text="Self-Help"/></itunes:category><itunes:category text="Kids &amp; Family"/><itunes:category text="Government &amp; Organizations"><itunes:category text="National"/></itunes:category><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><item><title>O TERRITÓRIO, A REFORMA DO ESTADO E A REGIONALIZAÇÃO</title><link>https://regioes.blogspot.com/2026/02/o-territorio-reforma-do-estado-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio Almeida Felizes)</author><pubDate>Fri, 13 Feb 2026 07:42:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-17144067.post-8830579026532547574</guid><description>&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://staticx.noticiasilimitadas.pt/jn/image.webp?brand=jn&amp;amp;type=generate&amp;amp;guid=6fd6b18c-5dc4-4abd-bcbd-8dc47b571338&amp;amp;w=3840" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="800" data-original-width="1200" height="431" src="https://staticx.noticiasilimitadas.pt/jn/image.webp?brand=jn&amp;amp;type=generate&amp;amp;guid=6fd6b18c-5dc4-4abd-bcbd-8dc47b571338&amp;amp;w=3840" width="646" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: justify;"&gt;Um desastre,
terrível nas suas consequências, é também um importante teste &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: justify;"&gt;a uma &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: justify;"&gt;sociedade inteira, desde &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: justify;"&gt;logo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: justify;"&gt;à c&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: justify;"&gt;apacidade &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: justify;"&gt;de governação e administração dos seus territórios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 15.0pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Depois (e antes) de incêndios violentos
associados à secura e a temperaturas elevadas, temos agora inundações e ventos
catastróficos. Se é certo que nunca estaremos completamente preparados e que o socorro
pode sempre ser melhorado, é também verdade que temos estado muito aquém do
que se exige, tanto na prevenção como no combate.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 15.0pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Uma boa gestão do território, sobretudo
perante as pressões, complexidades e incertezas dos dias de hoje, implica duas
coisas. Por um lado, levar a sério o ordenamento e a gestão do território, na valorização
e defesa dos nossos sistemas biofísicos e humanos. Por outro lado, assegurar que um conjunto
essencial de áreas de ação governativa (como a proteção civil) seja governado
de forma mais eficiente e eficaz, coordenada e próxima, o que obriga a uma corajosa
reestruturação da administração pública, tornando-a menos centralista e, em
simultâneo, mais estratégica e colaborativa.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 15.0pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;No ordenamento do território, existe uma
infeliz confusão entre planeamento e ordenamento. Multiplicam-se os planos, as leis
e os regulamentos, num novelo jurídico que nada faz para melhorar o ordenamento,
ou seja, a paisagem e a forma como construções e espaços não construídos se localizam,
assim como os usos (habitação, indústria, serviços), as redes (de circulação, de
infraestruturas, de comunicação) e como estes entre si se articulam, para
garantir melhor qualidade de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;vida.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 15.0pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Um bom exemplo do mau estado do
ordenamento do território está justamente relacionado com o risco de inundações
e incêndios: de acordo com o Relatório do Estado do Ordenamento do Território
(DCT 2024), havia 26.540 edifícios clássicos localizados em áreas suscetíveis a
inundação em 2021 e, no mesmo ano, em 186 freguesias, mais de metade do
perímetro edificado estava em contato direto com o combustível.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 15.0pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Na proteção, a tempestade ‘Kristin’
mostrou a incapacidade das medidas de coordenação para repor infraestruturas, designadamente
a rede elétrica. Além disso, emergiram mais os erros e limitações do nosso
modelo administrativo: somos um dos países mais centralistas da OCDE, onde as
receitas e despesas a nível local e regional representam apenas 14% da despesa
geral do Estado, quando a média é de 34%, e o Governo, as agências e os institutos
setorializados, centralizados e descoordenados entre si são lamentavelmente
ineficientes, até por desconhecerem os lugares e as regiões do país nas suas especificidades.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 15.0pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Curiosamente, foi na sequência de
inundações e de uma descoordenação similar à que agora vemos que, nos anos
1960, em Itália, se acelerou o processo de regionalização. Lá, como cá, após o fim
da ditadura, a Constituição (de 1948) previa a criação de regiões.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 15.0pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 15.0pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;As inundações de 1966 ajudaram a
vencer a inércia e o conservadorismo dos poderes instalados, levando finalmente
a um completo processo de regionalização em 1970. Cá, quase 50 anos passados
sobre uma Constituição que nos exige implantar regiões - mas, ao mesmo tempo,
desde a revisão dos anos 1990, torna quase impossível a sua concretização - é hora
de ver que a inexistência de um nível intermédio de administração é um fator
crítico tanto na prevenção como no combate a catástrofes. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 15.0pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Esta é uma de várias áreas de ação que
carecem, em simultâneo, de maior abrangência face à escala local e maior
proximidade face à escala nacional, sem que possa ser assumida pela cooperação
(áreas metropolitanas e comunidades intermunicipais) - porque os autarcas
respondem junto dos seus eleitores - ou por comissões de coordenação - cuja direção
é hoje composta maioritariamente por&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;membros designados pelo Governo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 15.0pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Como reconhece a própria OCDE, num relatório
sobre a descentralização em Portugal (2020), além da reação ao centralismo e
autoritarismo, "... há uma reconhecida associação entre regionalização e
eficácia governamental - através da melhoria da eficiência dos serviços e da
redução de despesas públicas mal alocadas".&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 15.0pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Por seu lado, o centralismo tem
alimentado o descontentamento social com uma entidade abstrata chamada "capital"
(ou “Lisboa"), o que é penalizador da coesão nacional e da própria
democracia. Só a teimosia dos centralistas e a vontade de manter o poder entre
poucos, a que se soma a subjugação de muitos eleitos face às lideranças partidárias,
podem explicar este anacronismo que nos une na União Europeia apenas à Grécia,
a algumas ilhas (Chipre, Irlanda e Malta) e a países cuja dimensão varia entre metade
de Portugal (Eslovénia) e o dobro do concelho de Odemira (Luxemburgo), em
contraste com aqueles onde o nível de bem-estar é&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;mais elevado e a dimensão (em área ou
população) é mais próxima à portuguesa como a Áustria, a Bélgica, a Dinamarca,
a Finlândia, os Países Baixos ou ainda a Suécia.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 15.0pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Tudo considerado, é mais que tempo de
encarar a vantagem de uma reforma na administração e na gestão do ordenamento do
território continental do país, como posicionamento de um nível subnacional com
efetivas competências e recursos políticos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 15.0pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Nesse sentido, os abaixo-assinados
apelam ao Governo e ao Presidente da República eleito para que seja dada
atenção ao que aqui expõem, manifestando a sua disponibilidade para
contribuir para a busca de soluções e favorecer a sua implementação, tendo em
conta a necessidade de promover a existência de um nível subnacional eleito e a
valorização da dimensão territorial do país na governação e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;no ordenamento.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 15.0pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Solicitamos estudo e concretização
de alterações ao novelo jurídico que domina o sistema de ordenamento do território,
tendo em vista a sua simplificação, o maior rigor na aplicação e uma melhor
gestão, o que será favorecido existindo autarquias regionais, como está previsto
no relatório da Comissão Independente para a Descentralização ("Relatório Cravinho")
solicitado pela Assembleia da República em 2018 e publicado em 2019.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 15.0pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 15.0pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Adélia Nunes (U. Coimbra e AP Geógrafos)
- Alexandre Favaios (CM Vila Real) - Ana Abrunhosa (CM Coimbra) - Ana Monteiro
(U. Porto) - André Carmo (U. Évora) - António Bento Gonçalves (U. Minho) - António
Cândido Oliveira (U. Minho) - Fernando&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Nunes da Silva (U. Lisboa) - Filipe Teles
(U. Aveiro) - Helena Freitas (U. Coimbra) - Helena Madureira (U. Porto) – Isabel
Ferreira (CM Bragança) - Isaltino Morais (CM Oeiras) - João Ferrão (U. Lisboa)
- João Guerreiro (U. Algarve) – João Seixas (U. Nova) - José Carlos Mota (U.
Aveiro) - José A. Rio Fernandes (U.Porto) - José Luís Zãzere (U. Lisboa) - José
Reis (U. Coimbra) – Lúcio Cunha (U.Coimbra) - Luís Braga da Cruz (ex Ministro da
Economia) - Luís de Sousa (U. Lisboa) - Luís Leite Ramos (UTAO) - Manuel
Miranda (AP Urbanistas) - Maria José Roxo (U. Nova) - Mário Vale (U. Lisboa) - &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Miguel Cadilhe (ex-ministro das Finanças) - Norberto
Santos (U. Coimbra) – Óscar Afonso (&lt;/span&gt;&lt;a name="_Hlk221845967" style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;U.Porto&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;) - Ricardo
Rio (ex-CM Braga) - Rui Moreira (ex-CM Porto) - Teresa Andresen (U.Porto)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 15.0pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 15.0pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Meiryo, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;@ Rui Moreira – Jornal ‘Público’ - 2026/02/12&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Em nome da democracia: regionalização fora da Constituição</title><link>https://regioes.blogspot.com/2024/10/em-nome-da-democracia-regionalizacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio Almeida Felizes)</author><pubDate>Sat, 5 Oct 2024 18:27:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-17144067.post-4512664748524605084</guid><description>&lt;p&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: medium;"&gt;&lt;a href="https://livraria.parlamento.pt/cdn/shop/products/K_CRPBOLSO.jpg?v=1676558670" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1253" data-original-width="898" height="733" src="https://livraria.parlamento.pt/cdn/shop/products/K_CRPBOLSO.jpg?v=1676558670" width="525" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: &amp;quot;Blacker Pro Display&amp;quot;, serif; text-align: center;"&gt;“É mesmo difícil conceber regime constitucional mais convidativo a uma rejeição de qualquer divisão regional do Continente.” (Marcelo Rebelo de Sousa – Lições de Direito Administrativo, Vol. I, Lisboa, 1999, p. 401)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="OutlineElement Ltr SCXW61631966 BCX0" style="background-color: white; border: 0px; box-sizing: inherit; color: #333333; font-family: &amp;quot;Blacker Pro Text&amp;quot;, serif; margin: 0px 0px 32px; min-height: 0px; min-width: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;p class="Paragraph SCXW61631966 BCX0" style="border: 0px; box-sizing: inherit; margin: 0px; min-height: 0px; min-width: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Em tempo de eleições importa revisitar a questão da criação de regiões administrativas. Como sabemos em Portugal há, com bons argumentos, adeptos e adversários da regionalização e o cumprimento exemplar das regras democráticas próprias de um Estado de Direito obrigaria a que uns e outros lutassem pelas suas posições em condições de igualdade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="OutlineElement Ltr SCXW61631966 BCX0" style="background-color: white; border: 0px; box-sizing: inherit; color: #333333; font-family: &amp;quot;Blacker Pro Text&amp;quot;, serif; margin: 0px 0px 32px; min-height: 0px; min-width: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;p class="Paragraph SCXW61631966 BCX0" style="border: 0px; box-sizing: inherit; margin: 0px; min-height: 0px; min-width: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Assim, os adversários não teriam neste momento nada a fazer de essencial, pois a regionalização do continente não existe. Os adeptos esses, pelo contrário, teriam de lutar se quisessem regionalizar e, assim, teriam de apresentar oportunamente para aprovação na Assembleia da República uma lei de criação de regiões no continente acompanhada de um mapa devidamente elaborado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="OutlineElement Ltr SCXW61631966 BCX0" style="background-color: white; border: 0px; box-sizing: inherit; color: #333333; font-family: &amp;quot;Blacker Pro Text&amp;quot;, serif; margin: 0px 0px 32px; min-height: 0px; min-width: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;p class="Paragraph SCXW61631966 BCX0" style="border: 0px; box-sizing: inherit; margin: 0px; min-height: 0px; min-width: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Uma vez aprovada essa lei, os seus adversários deveriam ter a possibilidade de a combater e exigir um referendo para que os cidadãos se pronunciassem. Se a opinião dos cidadãos fosse favorável, a lei avançaria e seria executada. Não importaria para o efeito a percentagem de participação no referendo. O que importaria seria o número de votos a favor e contra, só avançando se o número de votos a favor fosse superior aos votos contra. Foi assim que aconteceu nos referendos que tivemos sobre o aborto e não se vê razões para que o referendo sobre a regionalização mereça um tratamento mais exigente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="OutlineElement Ltr SCXW61631966 BCX0" style="background-color: white; border: 0px; box-sizing: inherit; color: #333333; font-family: &amp;quot;Blacker Pro Text&amp;quot;, serif; margin: 0px 0px 32px; min-height: 0px; min-width: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;p class="Paragraph SCXW61631966 BCX0" style="border: 0px; box-sizing: inherit; margin: 0px; min-height: 0px; min-width: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Procedendo assim, as regras da democracia seriam cumpridas e mais ainda uma lei posterior poderia modificar ou extinguir as regiões. Ora estas regras claras da democracia não vigoram atualmente em Portugal. No nosso país a Constituição introduziu um regime incongruente, agravado em 1997, que por um lado obriga a regionalizar e, por outro lado, coloca sérias dificuldades à concretização da instituição de regiões.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="OutlineElement Ltr SCXW61631966 BCX0" style="background-color: white; border: 0px; box-sizing: inherit; color: #333333; font-family: &amp;quot;Blacker Pro Text&amp;quot;, serif; margin: 0px 0px 32px; min-height: 0px; min-width: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;p class="Paragraph SCXW61631966 BCX0" style="border: 0px; box-sizing: inherit; margin: 0px; min-height: 0px; min-width: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Obriga a regionalizar, pois o artigo 236.º n.º 1 da Constituição da República Portuguesa (CRP) determina desde sempre que, no continente, “as autarquias locais são as freguesias, os municípios e as regiões administrativas”. O problema não se coloca nos arquipélagos dos Açores e da Madeira, onde existem desde 1976 regiões autónomas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="OutlineElement Ltr SCXW61631966 BCX0" style="background-color: white; border: 0px; box-sizing: inherit; color: #333333; font-family: &amp;quot;Blacker Pro Text&amp;quot;, serif; margin: 0px 0px 32px; min-height: 0px; min-width: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;p class="Paragraph SCXW61631966 BCX0" style="border: 0px; box-sizing: inherit; margin: 0px; min-height: 0px; min-width: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Por via desta obrigação contida no n.º 1, a Constituição só será cumprida quando houver regiões administrativas. No entanto, a mesma, para além da natural aprovação na Assembleia da República de uma lei de criação de regiões administrativas oferece aos adversários da mesma um referendo obrigatório, dando-lhes, desse modo, a possibilidade de travar a lei sem necessidade de terem de trabalhar para o convocar como seria razoável. Mas a Constituição vai mais longe e não se contenta com um resultado favorável à regionalização obtido nesse referendo. Ela coloca um conjunto de requisitos que só tem uma finalidade: dificultar a criação de regiões e os artigos 255.º e 256.º da CRP bem o evidenciam.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="OutlineElement Ltr SCXW61631966 BCX0" style="background-color: white; border: 0px; box-sizing: inherit; color: #333333; font-family: &amp;quot;Blacker Pro Text&amp;quot;, serif; margin: 0px 0px 32px; min-height: 0px; min-width: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;p class="Paragraph SCXW61631966 BCX0" style="border: 0px; box-sizing: inherit; margin: 0px; min-height: 0px; min-width: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Eles exigem não só uma lei de criação simultânea das regiões administrativas definindo os “respectivos poderes, a composição, a competência e o funcionamento dos seus órgãos” (artigo 255.º), mas também um referendo com duas perguntas, uma de alcance nacional e outra regional e ainda, segundo a letra da lei sobre referendos de âmbito nacional ( artigo 251.º, n.º 2, da Lei n.º 15-A/98, de 3 de Abril), a participação de 50% dos eleitores, o que nunca aconteceu num referendo nacional no nosso país.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="OutlineElement Ltr SCXW61631966 BCX0" style="background-color: white; border: 0px; box-sizing: inherit; color: #333333; font-family: &amp;quot;Blacker Pro Text&amp;quot;, serif; margin: 0px 0px 32px; min-height: 0px; min-width: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;p class="Paragraph SCXW61631966 BCX0" style="border: 0px; box-sizing: inherit; margin: 0px; min-height: 0px; min-width: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Bem pode dizer-se que a Constituição prejudica fortemente os adeptos da regionalização e favorece os adversários. A Constituição não é neutra nesta matéria e tem a obrigação de ser em nome da democracia. Basta que não obrigue, nem proíba a criação de regiões!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="Paragraph SCXW61631966 BCX0" style="border: 0px; box-sizing: inherit; font-size: 20px; margin: 0px; min-height: 0px; min-width: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="Paragraph SCXW61631966 BCX0" style="border: 0px; box-sizing: inherit; margin: 0px; min-height: 0px; min-width: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-size: 20px;"&gt;@&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="https://expresso.pt/autores/2024-02-06-Antonio-Candido-de-Oliveira-8b367698" style="border: 0px; box-sizing: inherit; color: rgba(85, 85, 85, 0.85); font-family: &amp;quot;Blacker Pro Condensed Display&amp;quot;, &amp;quot;Blacker Pro Display&amp;quot;, serif; margin: 0px; min-height: 0px; min-width: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: center; text-decoration-line: none; transition-duration: 0.3s; transition-property: color; vertical-align: baseline;"&gt;António Cândido de Oliveira&lt;/a&gt;&amp;nbsp;- &lt;a href="https://expresso.pt/opiniao/2024-02-08-Em-nome-da-democracia-regionalizacao-fora-da-Constituicao-2ef09815" target="_blank"&gt;Expresso&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>DESCENTRALIZAÇÃO E REGIONALIZAÇÃO, OS PRINCÍPIOS DE REFORMA</title><link>https://regioes.blogspot.com/2023/01/descentralizacao-e-regionalizacao-os.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio Almeida Felizes)</author><pubDate>Mon, 2 Jan 2023 01:57:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-17144067.post-3444456605707171787</guid><description>&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Noto Sans&amp;quot;, sans-serif" style="background-color: white; font-weight: 700;"&gt;&lt;span style="color: #3d85c6;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="color: #3d85c6;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEioTnaGNX6ryq80noVm9HUzic8uXxyXqWts5u5uZQeYd5Rv7cc26412_iwBXO_3QKFh2hk0beWjQqqyYb30T0xSJyLr7EljzXIq_RPL_ecMfpgic30HxlcVPT0ZDZIAOQy0bJbr4wggudy4WG1SzOCWHxfGiX2I9T6ekdbLxy4Kx5rgePxFefU/s780/regionalizacao.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="322" data-original-width="780" height="243" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEioTnaGNX6ryq80noVm9HUzic8uXxyXqWts5u5uZQeYd5Rv7cc26412_iwBXO_3QKFh2hk0beWjQqqyYb30T0xSJyLr7EljzXIq_RPL_ecMfpgic30HxlcVPT0ZDZIAOQy0bJbr4wggudy4WG1SzOCWHxfGiX2I9T6ekdbLxy4Kx5rgePxFefU/w591-h243/regionalizacao.jpg" width="591" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="color: #3d85c6;"&gt;&lt;p align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 18.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #c00000; font-family: Montserrat; font-size: 18.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;A
reforma do binómio&lt;br /&gt;
descentralização-regionalização em análise&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #4472c4; font-family: Montserrat; font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT; mso-themecolor: accent1;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 18.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-rule: exactly; text-align: center;"&gt;

&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 7.5pt; mso-line-height-rule: exactly;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #4472c4; font-size: 14.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT; mso-themecolor: accent1;"&gt;Um dos tópicos centrais da agenda para 2030 reporta-se
ao que designo como os pontos de regionalização, ou seja, a dinâmica interativa
entre os níveis regional (NUTS II) e sub-regional (NUTS III/CIM) de governo e
administração e, em especial, em resultado dessa interação, a evolução da
comunidade intermunicipal (CIM) para uma nova configuração interurbana que eu
aqui denomino de região-cidade.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #4472c4; font-size: 14.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT; mso-themecolor: accent1;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 7.5pt; mso-line-height-rule: exactly;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: 14.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Vejamos alguns pontos críticos desta dinâmica e,
também, alguns princípios de reforma do binómio
descentralização-regionalização.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 7.5pt; mso-line-height-rule: exactly;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: 14.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Já sabemos que a transformação digital desencadeia uma
crescente desintermediação e desmaterialização da administração do território e
que a sociedade política, ao contrário, se sente, cada vez mais, acantonada e
confinada nos limites territoriais da sua legitimidade eleitoral; este
desequilíbrio empurra a sociedade política para a defensiva e está na origem de
muitos equívocos no binómio descentralização-regionalização.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 7.5pt; mso-line-height-rule: exactly;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: 14.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Já sabemos, também, que uma abordagem territorial pela
perspetiva das redes – centralizadas, descentralizadas e distribuídas – pode
ser aplicada às cidades do futuro e, em especial, à região-cidade como rede
policêntrica, distribuída e colaborativa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 7.5pt; mso-line-height-rule: exactly;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: 14.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Já sabemos, ainda, que o investimento feito na
smartificação do território é decisivo; num primeiro nível, a simples
otimização de recursos na provisão de serviços públicos, num segundo nível, a
criação de um ambiente inteligente na educação-ensino-formação de toda a
população, num terceiro nível, a promoção de plataformas digitais&amp;nbsp;&lt;i&gt;made
in&lt;/i&gt;&amp;nbsp;tendo em vista a criação de uma sociedade local mais participativa
e colaborativa, por último, a criação de um ecossistema digital integrado
orientado para a estratégia de desenvolvimento territorial da região-cidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 7.5pt; mso-line-height-rule: exactly;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: 14.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Já sabemos, igualmente, que o binómio
descentralização-regionalização depende muito da evolução
político-administrativa das próprias comunidades intermunicipais (CIM), em
especial, no âmbito da lei nº50/2018 que transfere atribuições e competências
para os municípios e as CIM.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 7.5pt; mso-line-height-rule: exactly;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: 14.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Para lá desta transferência, importa saber se os
municípios, eles próprios, desejam evoluir para um genuíno federalismo
intermunicipal, um novo patamar para um governo dos comuns e um verdadeiro
território-desejado, ora, sobre tudo isto paira ainda uma nuvem espessa e
carregada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 7.5pt; mso-line-height-rule: exactly;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: 14.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Já sabemos, também, que a filosofia política da
regionalização, em especial, a interação dinâmica entre os níveis regional
(NUTS II) e sub-regional (NUTS III/CIM) depende, em primeiro lugar, de uma
reforma da administração regional desconcentrada do Estado e a formação de um
executivo regional com base nas atuais CCDR, e, em segundo lugar, do reforço
das CIM com a correlativa modernização das estruturas das administrações
municipais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 7.5pt; mso-line-height-rule: exactly;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: 14.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Já sabemos, finalmente, que a evolução do binómio
descentralização-regionalização depende muito da filosofia política da
integração europeia, em especial, no que diz respeito à união orçamental, aos
recursos próprios (impostos), à formação de dívida conjunta europeia e à
comunitarização de novas áreas de integração, como é o caso das alterações
climáticas, da saúde pública e da segurança e defesa; acresce que falta ainda à
União Europeia uma doutrina regionalista bem estabelecida em matéria de
macrorregiões europeias, de bens comuns e mobilidade transfronteiriça, que abra
uma janela de oportunidade para a próxima geração dos agrupamentos europeus de
cooperação territorial (AECT).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 7.5pt; mso-line-height-rule: exactly;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: 14.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;Aqui chegados, e perante uma matéria tão complexa,
talvez possa resumir desta forma simples os principais princípios de reforma do
binómio descentralização-regionalização:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 7.5pt; mso-line-height-rule: exactly;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: 14.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;1) O gradualismo e o paralelismo das duas reformas, a
descentralização administrativa e a reforma municipal, de um lado, a
regionalização administrativa e a reforma do estado, do outro; este paralelismo/gradualismo
reforça os dois processos e é pedagogicamente e politicamente compensador;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 7.5pt; mso-line-height-rule: exactly;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: 14.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;2) Uma massa crítica de competências nos dois níveis,
municipal e regional, é fundamental: trata-se não apenas de criar condições
para acreditar uma verdadeira economia de rede e aglomeração entre os dois
níveis, mas, também, de programar no tempo a deslocação de serviços para as
regiões;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 7.5pt; mso-line-height-rule: exactly;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: 14.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;3) Uma maior autonomia do desenho das políticas
públicas do território: as tecnologias de informação e comunicação (TIC) e a
transformação digital irão permitir a formação de plataformas de interação
colaborativa e uma intensidade-rede mais inteligente e criativa, no sentido da
smartificação do território e esta tendência é inescapável;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 7.5pt; mso-line-height-rule: exactly;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: 14.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;4) Uma maior cooperação política, técnica e
administrativa entre os dois níveis de administração permitirá ensaiar
processos e soluções mais ajustados de delegação, contratualização e parceria,
no sentido de encontrar a escala mais apropriada e os meios mais adequados a
cada política pública territorial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 7.5pt; mso-line-height-rule: exactly;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: 14.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;No final, se cumprirmos estes princípios simples de
boa administração estou convencido de que teremos feito mais e melhor com
menos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 7.5pt; mso-line-height-rule: exactly;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: grey; font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;@&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: 12pt;"&gt;&lt;a href="https://www.blogger.com/blog/post/edit/17144067/3444456605707171787"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;António Covas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;- Professor Catedrático
Aposentado da Universidade do Algarve&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 16pt; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;



































&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 16.0pt; mso-line-height-rule: exactly;"&gt;&lt;span style="font-size: 14.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="entry-content" style="background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: &amp;quot;Noto Serif&amp;quot;, serif; transition: none 0s ease 0s;"&gt;&lt;article class="post-478565 post type-post status-publish format-standard has-post-thumbnail hentry category-opiniao tag-cronicas-do-sudoeste-peninsular tag-descentralizacao tag-regionalizacao" id="post-478565" style="box-sizing: border-box; transition: none 0s ease 0s;"&gt;&lt;p style="box-sizing: border-box; color: #333333; font-size: 16px; margin: 0px 0px 10px; transition: none 0s ease 0s;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;/article&gt;&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEioTnaGNX6ryq80noVm9HUzic8uXxyXqWts5u5uZQeYd5Rv7cc26412_iwBXO_3QKFh2hk0beWjQqqyYb30T0xSJyLr7EljzXIq_RPL_ecMfpgic30HxlcVPT0ZDZIAOQy0bJbr4wggudy4WG1SzOCWHxfGiX2I9T6ekdbLxy4Kx5rgePxFefU/s72-w591-h243-c/regionalizacao.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Regiões administrativas, uma burocracia necessária ou um erro constitucional?</title><link>https://regioes.blogspot.com/2022/12/regioes-administrativas-uma-burocracia.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio Almeida Felizes)</author><pubDate>Sun, 18 Dec 2022 20:44:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-17144067.post-2432871434124687074</guid><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgdLQ2vBVfMb7AXbrNB4AjZqWta9uD-aRloungsob2T59mKmz4U84Fp3z1FFAtBJKbN3kNjGPRMIXqOD3CEmMLEGKDsJ2rNB1dKronKHn8ms_1ssOFVbPuIP80YkpsCrV-yjyDCslY2k3luUtPFJhaeobqw4w4QblNhRiKWYITjcMjzCRRZ8AoQkg/s1280/regioes.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="640" data-original-width="1280" height="286" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgdLQ2vBVfMb7AXbrNB4AjZqWta9uD-aRloungsob2T59mKmz4U84Fp3z1FFAtBJKbN3kNjGPRMIXqOD3CEmMLEGKDsJ2rNB1dKronKHn8ms_1ssOFVbPuIP80YkpsCrV-yjyDCslY2k3luUtPFJhaeobqw4w4QblNhRiKWYITjcMjzCRRZ8AoQkg/w573-h286/regioes.jpg" width="573" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: #262626; font-family: &amp;quot;Noto Serif&amp;quot;, Georgia, serif; font-size: 21.008px; font-style: italic; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;Será solução dar mais fundos aos municípios ou criar regiões administrativas?&amp;nbsp;Esta é uma questão a que só os portugueses podem responder.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="box-sizing: border-box; color: #262626; font-family: &amp;quot;Noto Serif&amp;quot;, Georgia, serif; font-size: 18px; letter-spacing: 0px; line-height: 1.55556; margin: 0px 0px 25px;"&gt;Passo a citar o artigo: &lt;br /&gt;“1. No continente as autarquias locais são as freguesias, os municípios e as regiões administrativas.”&lt;/p&gt;&lt;p style="box-sizing: border-box; color: #262626; font-family: &amp;quot;Noto Serif&amp;quot;, Georgia, serif; font-size: 18px; letter-spacing: 0px; line-height: 1.55556; margin: 0px 0px 25px;"&gt;A criação de freguesias e municípios foi implementada, porém as regiões administrativas não o foram. Por este motivo, Portugal é atualmente composto por duas regiões autónomas e 18 distritos. A questão coloca-se: porque não foram criadas as outras regiões?&lt;/p&gt;&lt;div class="obs-ad-container" data-amp-ad-marker="" data-pid="3" style="box-sizing: border-box; color: #262626; font-family: &amp;quot;Halyard Text&amp;quot;, sans-serif; letter-spacing: -0.16px; position: relative;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="box-sizing: border-box; color: #262626; font-family: &amp;quot;Noto Serif&amp;quot;, Georgia, serif; font-size: 18px; letter-spacing: 0px; line-height: 1.55556; margin: 0px 0px 25px;"&gt;Em 1998 foi feito um referendo à regionalização. Pretendia-se a resposta a duas questões. A primeira perguntava se o votante concordava com a instituição em concreto das regiões administrativas e a segunda se o cidadão recenseado concordava com a sua implementação na sua área de recenseamento eleitoral.&lt;/p&gt;&lt;p style="box-sizing: border-box; color: #262626; font-family: &amp;quot;Noto Serif&amp;quot;, Georgia, serif; font-size: 18px; letter-spacing: 0px; line-height: 1.55556; margin: 0px 0px 25px;"&gt;É importante referir que os partidos mais à esquerda eram favoráveis a este referendo, tendo sido António Guterres (líder do PS na altura) um dos seus maiores promotores. Assim, o Partido Socialista, o Partido Comunista Português e Os Verdes eram a favor. Na oposição à regionalização tínhamos, à direita, o Partido Social Democrata e o CDS-PP.&lt;/p&gt;&lt;p style="box-sizing: border-box; color: #262626; font-family: &amp;quot;Noto Serif&amp;quot;, Georgia, serif; font-size: 18px; letter-spacing: 0px; line-height: 1.55556; margin: 0px 0px 25px;"&gt;Em termos de resultados, ambas as questões tiveram 60% dos votantes a escolher o não, cerca de 35% a votar no sim. Uma derrota para os defensores da regionalização. O referendo foi visto como um fracasso devido à fraca adesão, que teve uma taxa de abstenção de quase 52%, o que fez com que o referendo não fosse válido/vinculativo, dado não terem votado 50% dos eleitores.&lt;/p&gt;&lt;div class="obs-ad-container obs-ad-container-web_article_double obs-in-article-container-empty obs-in-article-container obs-ad-group-article-double" data-amp-ad-marker="" data-pid="6" style="-webkit-box-pack: justify; border-bottom: none; border-top: none; box-sizing: border-box; color: #262626; display: flex; font-family: &amp;quot;Halyard Text&amp;quot;, sans-serif; justify-content: space-between; letter-spacing: -0.16px; margin-bottom: initial; margin-top: initial; min-height: initial; padding-top: 15px; position: relative;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="box-sizing: border-box; color: #262626; font-family: &amp;quot;Noto Serif&amp;quot;, Georgia, serif; font-size: 18px; letter-spacing: 0px; line-height: 1.55556; margin: 0px 0px 25px;"&gt;Mas qual era a proposta das regiões administrativas? Existiam duas na altura, uma do PS e outra do PCP.&amp;nbsp; Ambas apontavam para 9 regiões, dois mapas delimitados que definiam a divisão regional de forma diferente.&lt;/p&gt;&lt;p style="box-sizing: border-box; color: #262626; font-family: &amp;quot;Noto Serif&amp;quot;, Georgia, serif; font-size: 18px; letter-spacing: 0px; line-height: 1.55556; margin: 0px 0px 25px;"&gt;Esta questão saiu entretanto da esfera do debate público. Porém, com a contínua narrativa de regionalização a ser imposta nas agendas políticas pelos sucessivos governos, será através das regiões administrativas que iremos encontrar um bom mecanismo para facilitar a regionalização? Ou uma burocracia desnecessária que irá privilegiar a centralização e fomentar a corrupção?&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="box-sizing: border-box; color: #262626; font-family: &amp;quot;Noto Serif&amp;quot;, Georgia, serif; font-size: 18px; letter-spacing: 0px; line-height: 1.55556; margin: 0px 0px 25px;"&gt;Ambos os argumentos são válidos. Existe quem defenda que, ao existir um órgão superior aos municípios, este teria fundos e seria mais um órgão para ajudar à melhor gestão do território, servindo também de controlo sobre os municípios e tornando mais difícil a corrupção.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="box-sizing: border-box; color: #262626; font-family: &amp;quot;Noto Serif&amp;quot;, Georgia, serif; font-size: 18px; letter-spacing: 0px; line-height: 1.55556; margin: 0px 0px 25px;"&gt;O outro lado muitas vezes defende que mais burocracias, mais órgãos, levariam a uma má distribuição de fundos públicos e iriam aumentar a corrupção, deixando muito a desejar. A própria divisão de tarefas e competências é algo que não está consolidado e que pode gerar controvérsia.&lt;/p&gt;&lt;p style="box-sizing: border-box; color: #262626; font-family: &amp;quot;Noto Serif&amp;quot;, Georgia, serif; font-size: 18px; letter-spacing: 0px; line-height: 1.55556; margin: 0px 0px 25px;"&gt;Será solução dar mais fundos aos municípios ou criar regiões administrativas?&amp;nbsp;Esta é uma questão a que só os portugueses podem responder.&lt;/p&gt;&lt;p style="box-sizing: border-box; color: #262626; font-family: &amp;quot;Noto Serif&amp;quot;, Georgia, serif; font-size: 18px; letter-spacing: 0px; line-height: 1.55556; margin: 0px 0px 25px;"&gt;Faço este texto com um intuito simples. António Costa afirmou a 9 de Julho deste ano que um referendo à regionalização não pode ser travado por medo de ouvir os portugueses. Será hora de se fazer um novo referendo sobre esta matéria? E será que os portugueses desta vez irão às urnas?&lt;/p&gt;&lt;p style="box-sizing: border-box; color: #262626; font-family: &amp;quot;Noto Serif&amp;quot;, Georgia, serif; font-size: 18px; letter-spacing: 0px; line-height: 1.55556; margin: 0px 0px 25px;"&gt;@&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: 16px; font-weight: 600;"&gt;Lucas Claro&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 16px;"&gt; - &lt;a href="https://observador.pt/opiniao/regioes-administrativas-uma-burocracia-necessaria-ou-um-erro-constitucional/" target="_blank"&gt;OBSERVADOR&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgdLQ2vBVfMb7AXbrNB4AjZqWta9uD-aRloungsob2T59mKmz4U84Fp3z1FFAtBJKbN3kNjGPRMIXqOD3CEmMLEGKDsJ2rNB1dKronKHn8ms_1ssOFVbPuIP80YkpsCrV-yjyDCslY2k3luUtPFJhaeobqw4w4QblNhRiKWYITjcMjzCRRZ8AoQkg/s72-w573-h286-c/regioes.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Pinto da Costa, a regionalização e os governantes: «Com estes artistas não acredito...»</title><link>https://regioes.blogspot.com/2022/04/pinto-da-costa-regionalizacao-e-os.html</link><category>Políticos e a Regionalização</category><author>noreply@blogger.com (Antonio Almeida Felizes)</author><pubDate>Mon, 25 Apr 2022 02:41:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-17144067.post-4535567763830248331</guid><description>&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://cdn.record.pt/images/2022-04/img_920x518$2022_04_23_09_37_30_1986968.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="450" data-original-width="800" height="354" src="https://cdn.record.pt/images/2022-04/img_920x518$2022_04_23_09_37_30_1986968.jpg" width="632" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Kalinga&amp;quot;,sans-serif; font-size: 18.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;"Em termos de centralismo, hoje
estamos pior do que em 1982", considerou o presidente do FC Porto.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 20.0pt; mso-line-height-rule: exactly;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;Kalinga&amp;quot;,sans-serif; font-size: 12.0pt; letter-spacing: .15pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;; mso-fareast-language: PT; mso-font-kerning: 18.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Kalinga, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;A regionalização tem sido um dos temas fortes para Pinto da Costa
ao longo das últimas décadas e o presidente do FC Porto não acredita que isso
possa ser concretizado nos dias que correm. "&lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Kalinga, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Com estes artistas não
acredito que eles sintam a obrigação de cumprir a constituição&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Kalinga, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;",
disse, num recado ao Governo através da Revista Dragões, divulgada hoje.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 20.0pt; mso-line-height-rule: exactly;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Kalinga&amp;quot;,sans-serif; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;;"&gt;"&lt;b&gt;Em termos de centralismo, hoje estamos pior do que em
1982&lt;/b&gt;", apontou. "A esperança é a última coisa que morre, mas com
estes artistas não acredito que eles sintam a obrigação de cumprir a
constituição. A minha esperança, pelo menos para os meus tempos, é muito ténue.
Mas está na constituição! E todos falam nela, mas é para enganar o pagode,
porque ninguém a quer e porque todos eles querem o centralismo em Lisboa. Estou
convencido de que, se eles quisessem acabar até com Cascais, Oeiras e Barreiro,
acabava tudo, era só Lisboa", disse Pinto da Costa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 20.0pt; mso-line-height-rule: exactly;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Kalinga&amp;quot;,sans-serif; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;;"&gt;"Apesar de estar na constituição, creio que não temos gente
suficientemente cumpridora, para não dizer outra coisa, para levar isso para a
frente. &lt;b&gt;Vão continuar a enganar-nos com a descentralização&lt;/b&gt;, vão pôr uma
secretaria de Estado em Bragança, em Vila Real, em Castelo Branco ou na
Covilhã, ficam todos muito contentes e depois é como uma instituição do Estado
que tem sede do Porto, mas não está lá ninguém, está tudo em Lisboa. Se quiser
ir lá levantar um papel não tem, só se for papel para outras coisas. Com estes
governantes não acredito, vão continuar a enganar-nos com a
descentralização", prosseguiu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 20.0pt; mso-line-height-rule: exactly;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Kalinga&amp;quot;,sans-serif; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;;"&gt;Um "rio poluído"&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 20.0pt; mso-line-height-rule: exactly;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Kalinga&amp;quot;,sans-serif; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;;"&gt;O líder dos azuis e brancos admitiu ter sido convidado por
partidos para "o único cargo político" a que admitiria candidatar-te,
o de presidente da Câmara Municipal do Porto. Nunca o fez devido às
dificuldades que isso lhe traria na gestão horária da vida do FC Porto. E
deixou mais um recado ao universo político, concretamente a Rui Rio. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 20.0pt; mso-line-height-rule: exactly;"&gt;&lt;span style="font-family: Kalinga, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;"Felizmente, tirando o período negro em que o rio estava
poluído, temos tido ótimos presidentes de Câmara e cada vez mais me orgulho do
Porto atual e, tenho a certeza, do Porto futuro", disse.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 20.0pt; mso-line-height-rule: exactly;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Kalinga&amp;quot;,sans-serif; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;;"&gt;@&lt;a href="https://www.record.pt/futebol/futebol-nacional/liga-bwin/fc-porto/detalhe/pinto-da-costa-a-regionalizacao-e-os-governantes-com-estes-artistas-nao-acredito" target="_blank"&gt;Record&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total></item><item><title>REGIONALIZAÇÃO: PORQUÊ E COMO?</title><link>https://regioes.blogspot.com/2022/03/regionalizacao-porque-e-como.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio Almeida Felizes)</author><pubDate>Tue, 8 Mar 2022 01:51:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-17144067.post-4854367610937454659</guid><description>&lt;p&gt;&lt;b style="text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;,sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 14pt; mso-bidi-font-family: Helvetica; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://img.wook.pt/images/regionalizacao-uma-questao-de-coragem-carlos-de-brito/MXwyNzUxNTk4fDIzNzA4NzR8MTM4MzU3NzAzNDAwMHx3ZWJw/550x" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="847" data-original-width="550" height="650" src="https://img.wook.pt/images/regionalizacao-uma-questao-de-coragem-carlos-de-brito/MXwyNzUxNTk4fDIzNzA4NzR8MTM4MzU3NzAzNDAwMHx3ZWJw/550x" width="422" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;A discussão da regionalização é recorrente na política
portuguesa. As questões centrais são: porque se deve regionalizar? Como deve
ser feita a regionalização?&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt;"&gt;No essencial, relativamente à primeira questão, os
defensores asseguram que só assim as políticas públicas se adequam aos
territórios e se maximiza a coesão territorial.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt;"&gt;No que toca à segunda questão, discute-se,
basicamente, as cinco regiões atuais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt;"&gt;Mas, porque faz sentido regionalizar e como deve ser
feita então a regionalização?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt;"&gt;Fazendo um ponto de situação atual, podemos começar
por dizer que, em termos muito simplistas, &lt;/span&gt;&lt;b style="color: #2f2f2f; font-family: &amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;o Estado&lt;/b&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt;"&gt; é a instituição à
qual a sociedade confia os valores coletivos mais importantes; em particular,
os valores históricos, culturais, económicos, sociais, e outros valores que, em
conjunto, correspondem à nossa referência matricial de identificação grupal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt;"&gt;Trata-se, pois, de uma instituição com natureza
suprema que, controlando e administrando a nação deverá assegurar a maximização
do bem-estar social da nação, e assume uma função e uma responsabilidade social
que é, ao mesmo tempo, passiva e ativa.&lt;/span&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;,sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: Helvetica; mso-fareast-language: PT;"&gt;É passiva na medida em que é guardiã suprema dos
valores referenciais que nos caracterizam, e é ativa porque é responsável pela
concretização desses mesmos valores na vida quotidiana de cada um de nós e da
sociedade.&lt;/span&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;,sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: Helvetica; mso-fareast-language: PT;"&gt;Para cumprir a sua missão, o Estado possui então uma
estrutura operativa, suportada pelo esforço coletivo, através do pagamento de
impostos, e que deveria atender igualmente a todos no cômputo do território do
Estado-nação.&lt;/span&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;,sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: Helvetica; mso-fareast-language: PT;"&gt;Em função do interesse comum, essa estrutura é, pois,
responsável pelo exercício das tarefas - a nível político e também a nível
administrativo - necessárias à concretização da maximização da satisfação do bem-estar
grupal.&lt;/span&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;,sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: Helvetica; mso-fareast-language: PT;"&gt;A Constituição da República Portuguesa (CRP) refere no
nº 1 do artigo 6.º que o Estado é unitário e respeita, na sua organização, os
princípios da autonomia dos poderes locais e da descentralização democrática da
administração pública.&lt;/span&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;,sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: Helvetica; mso-fareast-language: PT;"&gt;A administração pública comporta todas as entidades
legalmente destinadas à administração do Estado, ao nível central - direta ou
indiretamente - e ao nível local. &lt;/span&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="color: #1f4e79; font-size: 12pt;"&gt;&lt;b&gt;Refira-se
que Portugal é o único país da Europa ocidental onde a&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;,sans-serif" style="color: #1f4e79; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: Helvetica; mso-fareast-language: PT; mso-style-textfill-fill-alpha: 100.0%; mso-style-textfill-fill-color: #1F4E79; mso-style-textfill-fill-colortransforms: lumm=50000; mso-style-textfill-fill-themecolor: accent1; mso-themecolor: accent1; mso-themeshade: 128;"&gt;&lt;b&gt; estrutura operativa só apresenta dois níveis de governo, o central e o
local&lt;/b&gt;&lt;i&gt;,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;,sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: Helvetica; mso-fareast-language: PT;"&gt; com
exceção dos casos de Açores e Madeira.&lt;/span&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;,sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: Helvetica; mso-fareast-language: PT;"&gt;O setor público administrativo central direto visa a
satisfação das necessidades coletivas e tem como principal agente executivo o
governo (art.º 182 da CRP), mas abarca ainda subdivisões administrativas. Quanto
às competências administrativas do governo, estão definidas no art.º 199 da
CRP.&lt;/span&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;,sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: Helvetica; mso-fareast-language: PT;"&gt;O setor público administrativo central indireto
ocupa-se essencialmente de atividades administrativas do Estado realizadas na
continuidade dos objetivos estatais, por entidades públicas - institutos
públicos, fundações públicas e entidades públicas empresariais - dotadas de
personalidade jurídica própria e de autonomia administrativa e financeira. A
sua justificação decorre do interesse do Estado em desconcentrar funções para
incrementar a eficiência e a eficácia dos processos de decisão administrativa
e/ou de modo a "contornar" as regras rígidas da contabilidade
pública, sem, no entanto, perder uma razoável capacidade de controlo das
funções em causa.&lt;/span&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;,sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: Helvetica; mso-fareast-language: PT;"&gt;No que toca a descentralização administrativa, o país
organiza-se em administração local e regional. Constituem a primeira as
autarquias locais (art.º 236 da CRP), que se subdividem em municípios e
freguesias, e a segunda as regiões administrativas, cujo processo está
concluído apenas nas regiões autónomas dos Açores e Madeira.&lt;/span&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;,sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: Helvetica; mso-fareast-language: PT;"&gt;De acordo com o nº 2 do art.º 235 da CRP, as
autarquias locais são estabelecidas pela organização democrática do Estado,
possuem órgãos próprios e exercem funções em prol das populações.&lt;/span&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt;"&gt;Além da autonomia administrativa, possuem autonomia
financeira, refletida na capacidade de obter crédito, de gerir património, de
elaborar e executar o seu orçamento e de efetuar e receber pagamentos (art.º
238 da CRP).&lt;/span&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;,sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: Helvetica; mso-fareast-language: PT;"&gt;Há, ainda, entidades associadas e/ou participadas
pelos municípios que foram consideradas como mais adequadas para a prossecução
das suas atribuições e do interesse público. Destacam-se as associações de
municípios de fins múltiplos ou específicos (Lei n.º 45/2008, de 27 de agosto)
e ainda as áreas metropolitanas (Lei n.º 46/2008, de 27 de agosto).&lt;/span&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;,sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: Helvetica; mso-fareast-language: PT;"&gt;Além disso, o setor público administrativo central
possui várias direções regionais dos ministérios com distintas zonas de
intervenção, a que acrescem também as Comissões de Coordenação e
Desenvolvimento Regional (CCDR) no território continental.&lt;/span&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;,sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: Helvetica; mso-fareast-language: PT;"&gt;Existem ainda as unidades territoriais NUTS I, II e
III, que abrangem todo o país, mas que possuem essencialmente apenas
significado estatístico. Por fim, embora a CRP estabeleça a divisão
administrativa em regiões administrativas no continente, subsiste a divisão geográfica
distrital em dezoito distritos, que, basicamente, servem de divisões para
utilizações administrativas tão díspares como, por exemplo, a definição dos
círculos eleitorais para a Assembleia da República ou a organização de
campeonatos desportivos regionais.&lt;/span&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;,sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: Helvetica; mso-fareast-language: PT;"&gt;A complexidade de divisões, com órgãos não eleitos,
comporta áreas de intervenção que muitas vezes se sobrepõem - é uma verdadeira
confusão!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt;"&gt;O cenário existente apresenta-se, pois, muito pouco
razoável ou harmonizado, quer ao nível das estruturas organizativas, quer das
características territoriais adotadas, pelo que, sem surpresa, a dinâmica atual
vai acelerando a indesejada desigualdade social e territorial.&lt;/span&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;,sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt; mso-bidi-font-family: Helvetica; mso-fareast-language: PT;"&gt;Ou seja, a atual desorganização da estrutura operativa
do Estado está longe de maximizar o bem-estar grupal e, por isso, distancia-se
da maximização do interesse comum.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt;"&gt;Por um lado, a desorganização da estrutura operativa
do Estado gera ineficácia e ineficiência da capacidade do Estado para assegurar
a sua missão, e facilita muito a prática de atos corruptos por parte de
servidores da ação do Estado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt;"&gt;Representa também uma inevitável quebra de confiança
no governo do Estado e nos índices de integridade, e de capacidade dos
servidores públicos para o cabal e expectável exercício das suas funções, tendo
em vista a promoção da coesão social.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt;"&gt;Por outro lado, a desorganização da estrutura
operativa do Estado impede ainda a coesão territorial. As regiões prósperas
requerem um território com os seus recursos, uma comunidade com os seus
anseios, cultura e talentos, e regras/instituições adequadas que ligam o espaço
e a comunidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 12pt;"&gt;Ora, a desorganização existente produziu um país
excessivamente centralizado a todos os níveis e, em particular, a nível
político, de modo que a independência de poderes é mínima, penalizando
fortemente a coesão territorial.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="color: #2f2f2f;"&gt;No interior, por exemplo, as populações são tratadas como entes
abstratos, quase não ouvidas, até porque não têm nenhum poder relevante. No
contexto, há "deficit" de humanismo para com essas populações a quem
quase tudo é sonegado, quando a comunidade deveria estar no centro de tudo.
Apesar dos recursos extraordinários, que são suficientes para ser um território
desenvolvido - tem cultura, raças autóctones, água, terra, condições favoráveis
para a produção de energia hidroelétrica, história, castelos, paisagem e um
enquadramento ambiental único - o interior é um espaço empobrecido, objeto de
uma desertificação humana que continua galopante, e de um verdadeiro colapso a
nível económico fruto de uma depressão prolongada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="color: #2f2f2f;"&gt;O&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #2f2f2f;"&gt;responsável pelos constrangimentos que afetam a desigualdade
social e territorial é a desorganização da estrutura operativa do Estado e a
eliminação de tais constrangimentos não tem que ter sequer custos para o erário
público.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #2f2f2f;"&gt;Se&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #2f2f2f;"&gt;, como se espera, a organização em regiões for
"limpa" de sobreposições, com poder descentralizado e mais próximo
das populações, profissionalização da administração pública e imparcialidade
nas relações com a sociedade, então pode criar as condições para inverter a
situação crítica a que se chegou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #2f2f2f;"&gt;Se&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #2f2f2f;"&gt;assim for, finalmente o mérito será premiado, o número de
cargos de confiança política será limitado, a transparência será promovida, a
corrupção será minimizada, os recursos serão mais justamente repartidos pelas
regiões, as políticas serão mais adequadas às especificidades de cada
território, e será evitado que a centralização atual dê lugar à centralização
nas capitais regionais.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #2f2f2f;"&gt;Regio&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #2f2f2f;"&gt;nalizar desse modo significará levantar as amarras e
bloqueios que o Estado mantém sobre o desenvolvimento social e territorial
harmonioso, representará a promoção do desenvolvimento sem mais despesa pública
ou recursos, e o progresso de uma região não será feito à custa de outras.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #2f2f2f;"&gt;Region&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #2f2f2f;"&gt;alizar desse modo implicará uma divisão territorial entre
norte e sul, mas que atenda igualmente à divisão entre litoral e interior.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #2f2f2f;"&gt;Em&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #2f2f2f;"&gt;termos geográficos, a atual desorganização da estrutura operativa
do Estado conduziu a uma distribuição da atividade económica, social e cultural
demasiado assimétrica entre o litoral jovem, urbano, povoado, dinâmico e ativo,
e o interior envelhecido, rural, desertificado, estagnado, deprimido e
associado a uma milenar vida de miséria.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #2f2f2f;"&gt;Até a&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #2f2f2f;"&gt;gora, aos Transmontanos, Beirões, Alentejanos e parte dos
Minhotos restava a emigração; esperemos que a regionalização ocorra como deve
ser e termine com essa fatalidade.&lt;br /&gt;-----&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #2f2f2f; font-size: small;"&gt;@ &lt;/span&gt;&lt;a href="https://www.dinheirovivo.pt/opiniao/regionalizacao-porque-e-como-14622675.html" style="font-size: small;" target="_blank"&gt;Dinheiro&amp;nbsp;Vivo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;,sans-serif" style="color: #2f2f2f; mso-bidi-font-family: Helvetica; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;ÓscarAfonso&amp;nbsp;-&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="color: #2f2f2f;"&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;Professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade do Porto e sócio fundador do Observatório de Economia e Gestão de Fraude (OBEGEF&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;, sans-serif" style="color: #2f2f2f;"&gt;&lt;span&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;,sans-serif" style="color: #2f2f2f; mso-bidi-font-family: Helvetica; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="background: white; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0.0001pt 74.7pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="&amp;quot;Meiryo UI&amp;quot;,sans-serif" style="color: #2f2f2f; font-size: 24pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT; mso-font-kerning: 18.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Reflexões sobre a 'Regionalização'</title><link>https://regioes.blogspot.com/2022/01/reflexoes-sobre-regionalizacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio Almeida Felizes)</author><pubDate>Mon, 24 Jan 2022 05:21:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-17144067.post-3124894338320978032</guid><description>&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 19.2px; font-weight: 600;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://media-manager.noticiasaominuto.com/1920/naom_59d168ca1ba10.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="450" data-original-width="800" height="450" src="https://media-manager.noticiasaominuto.com/1920/naom_59d168ca1ba10.jpg" width="800" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Chegamos às legislativas de 2022 a debater temas que nos afligem desde os anos 1990. Para usar uma metáfora futebolística, adoramos ter posse de bola mas não rematamos para golo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;p style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 1.2rem; line-height: 1.8rem; margin: 0px 0px 1rem; padding: 0.4rem 0px 0px; text-rendering: optimizelegibility; word-break: break-word;"&gt;“Concorda com a instituição em concreto de regiões administrativas?” Em 1998, mais de 4 milhões de portugueses foram chamados às urnas para se pronunciarem sobre o tema da regionalização. A resposta foi “não”. Com quase um quarto de século volvido, o assunto volta a estar em cima da mesa.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 1.2rem; line-height: 1.8rem; margin: 0px 0px 1rem; padding: 0.4rem 0px 0px; text-rendering: optimizelegibility; word-break: break-word;"&gt;Importa pouco para o autor destas linhas saber, neste texto, se a regionalização é boa ou má. Há bons argumentos de um lado e de outro da barricada.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 1.2rem; line-height: 1.8rem; margin: 0px 0px 1rem; padding: 0.4rem 0px 0px; text-rendering: optimizelegibility; word-break: break-word;"&gt;Talvez por ser autarca, por estar mais perto do concreto, considero que há outras considerações prévias à regionalização que nos deviam ocupar – sem prejuízo de lá chegarmos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 1.2rem; line-height: 1.8rem; margin: 0px 0px 1rem; padding: 0.4rem 0px 0px; text-rendering: optimizelegibility; word-break: break-word;"&gt;Tentemos fazer uma abordagem consistente ao tema começando por onde normalmente manda a lógica: pelo início.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 1.2rem; line-height: 1.8rem; margin: 0px 0px 1rem; padding: 0.4rem 0px 0px; text-rendering: optimizelegibility; word-break: break-word;"&gt;Falamos de regionalização porquê e para quê?&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 1.2rem; line-height: 1.8rem; margin: 0px 0px 1rem; padding: 0.4rem 0px 0px; text-rendering: optimizelegibility; word-break: break-word;"&gt;Que problemas queremos resolver com a regionalização?&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 1.2rem; line-height: 1.8rem; margin: 0px 0px 1rem; padding: 0.4rem 0px 0px; text-rendering: optimizelegibility; word-break: break-word;"&gt;A regionalização é fator de aceleração ou de travão à necessária reforma da administração pública de que o país tanto precisa para que os serviços sirvam os cidadãos a tempo e horas, ou simplesmente deixará tudo na mesma?&lt;br style="box-sizing: border-box;" /&gt;Os passos que Portugal já deu no sentido de “regionalizar” o país, descentralizando-o, foram bem ou mal sucedidos?&lt;/p&gt;&lt;p style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 1.2rem; line-height: 1.8rem; margin: 0px 0px 1rem; padding: 0.4rem 0px 0px; text-rendering: optimizelegibility; word-break: break-word;"&gt;A regionalização é a única resposta para o centralismo de Lisboa?&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 1.2rem; line-height: 1.8rem; margin: 0px 0px 1rem; padding: 0.4rem 0px 0px; text-rendering: optimizelegibility; word-break: break-word;"&gt;Que funções queremos que o Estado, Central ou Local, assegure?&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 1.2rem; line-height: 1.8rem; margin: 0px 0px 1rem; padding: 0.4rem 0px 0px; text-rendering: optimizelegibility; word-break: break-word;"&gt;E quanto estamos dispostos a pagar por esses serviços com os nossos impostos?&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 1.2rem; line-height: 1.8rem; margin: 0px 0px 1rem; padding: 0.4rem 0px 0px; text-rendering: optimizelegibility; word-break: break-word;"&gt;Que propósito estratégico nacional é que a regionalização deve servir?&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 1.2rem; line-height: 1.8rem; margin: 0px 0px 1rem; padding: 0.4rem 0px 0px; text-rendering: optimizelegibility; word-break: break-word;"&gt;Teremos um país de clusters económicos e produtivos regionais altamente especializados e competitivos ou, em sentido contrário, as regiões não estão pensadas para qualquer tipo de diferenciação que as potencie no contexto nacional ou internacional?&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 1.2rem; line-height: 1.8rem; margin: 0px 0px 1rem; padding: 0.4rem 0px 0px; text-rendering: optimizelegibility; word-break: break-word;"&gt;Para não ser exaustivo, coligi apenas estas questões cuja resposta deixo à construção livre de cada leitor.&amp;nbsp;&lt;br style="box-sizing: border-box;" /&gt;A reflexão sobre estas questões permitirá avaliar se a regionalização é ou não uma cura para as patologias que debilitam o nosso país há décadas. Quem achar que não, que a regionalização não é resposta, tem o assunto resolvido. Pelo contrário, quem achar que temos estrada para andar, não se baterá com um menor número de preocupações.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 1.2rem; line-height: 1.8rem; margin: 0px 0px 1rem; padding: 0.4rem 0px 0px; text-rendering: optimizelegibility; word-break: break-word;"&gt;Começando pelo modelo de regionalização em causa. Cabe muita coisa dentro do conceito e nem tudo quer dizer exatamente a mesma coisa.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 1.2rem; line-height: 1.8rem; margin: 0px 0px 1rem; padding: 0.4rem 0px 0px; text-rendering: optimizelegibility; word-break: break-word;"&gt;Para sermos rigorosos, a regionalização até está feita. Só que com outro nome: as CCDR. Logo, cumpre saber se vamos criar novas regiões a partir do nada ou se aproveitamos a organização vigente das CCDR e atribuímos competências reforçadas a estas estruturas.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 1.2rem; line-height: 1.8rem; margin: 0px 0px 1rem; padding: 0.4rem 0px 0px; text-rendering: optimizelegibility; word-break: break-word;"&gt;Outra dimensão importante do processo, talvez uma das partes mais importantes, é a de saber que critérios presidirão ao princípio descentralizador.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 1.2rem; line-height: 1.8rem; margin: 0px 0px 1rem; padding: 0.4rem 0px 0px; text-rendering: optimizelegibility; word-break: break-word;"&gt;Enunciaria três critérios basilares: (1) recursos financeiros; (2) massa crítica; (3) identidade/coerência territorial.&amp;nbsp;&lt;br style="box-sizing: border-box;" /&gt;Cada um destes critérios se liga a questões importantes que acima referi. Assim, os recursos financeiros estão intimamente ligados com os tipos de problemas que as regiões vão resolver. Os proponentes da reforma terão de explicar se a regionalização implica o alargamento da incidência fiscal (isto é, mais impostos) ou se o financiamento das regiões é proveniente do Orçamento do Estado. Optando pela segunda, tem de ficar preto no branco que fatia cumpre às regiões – é bom lembrar que o Estado incumpriu cronicamente a Lei das Finanças Locais, o que não é propriamente um bom cartão-de-visita.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 1.2rem; line-height: 1.8rem; margin: 0px 0px 1rem; padding: 0.4rem 0px 0px; text-rendering: optimizelegibility; word-break: break-word;"&gt;Outra dimensão importante é a massa crítica. Dela deverá depender o número de funções que se esperam sejam realizadas por cada região. O país não pode replicar nas regiões o mesmo racional do mapa das autarquias. Temos 308 câmaras municipais com enormes disparidades de população e território, mas todas a tentar fazer a mesma coisa. Isto explica não só a disformidade orgânica das estruturas mas, pior, a sua absoluta disfunção e incapacidade de cumprir algumas funções críticas. É crucial que se explique às pessoas a que ritmo vai ser feita a regionalização: podemos ter um país a várias velocidades ou temos de ir todos em piloto-automático na regionalização?&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: 1.2rem;"&gt;Temo que se optarmos pela segunda hipótese, o processo esteja hipotecado à nascença.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 1.2rem; line-height: 1.8rem; margin: 0px 0px 1rem; padding: 0.4rem 0px 0px; text-rendering: optimizelegibility; word-break: break-word;"&gt;Por último, o critério da identidade regional que se liga à dimensão dos círculos regionais e que deve, obrigatoriamente, ser uma síntese dos dois critérios anteriores.&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 1.2rem; line-height: 1.8rem; margin: 0px 0px 1rem; padding: 0.4rem 0px 0px; text-rendering: optimizelegibility; word-break: break-word;"&gt;Portugal adora discutir questões grandes e abstratas mas sente algum fastio em mergulhar na resolução de problemas concretos. Isso explica como chegamos às legislativas de 2022 a debater temas que nos afligem desde os anos 1990. Para usar uma metáfora futebolística, adoramos ter posse de bola mas não rematamos para golo.&amp;nbsp;&lt;br style="box-sizing: border-box;" /&gt;Que o tema da regionalização, pela sua importância e alcance, seja mais para concretizar em golo e menos para brincar na areia.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Georgia; line-height: 1.8rem; margin: 0px 0px 1rem; padding: 0.4rem 0px 0px; text-rendering: optimizelegibility; word-break: break-word;"&gt;&lt;span style="font-size: 1.2rem;"&gt;@&lt;/span&gt;&lt;b style="box-sizing: border-box; color: #222222; font-family: Helvetica, sans-serif; line-height: inherit; text-align: right;"&gt;&lt;a href="https://ionline.sapo.pt/autor/carlos-carreiras" style="background-color: transparent; box-sizing: border-box; color: #666666; cursor: pointer; font-size: 12.8px; line-height: inherit; outline: 0px; text-decoration-line: none;"&gt;Carlos Carreiras&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em style="box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Georgia; font-weight: 100; line-height: inherit; text-align: start;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Presidente da Câmara Municipal de Cascais&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b style="box-sizing: border-box; color: #222222; font-family: Helvetica, sans-serif; line-height: inherit; text-align: right;"&gt;&lt;em style="box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Georgia; font-weight: 100; line-height: inherit; text-align: start;"&gt;&lt;a href="https://ionline.sapo.pt/artigo/759751/reflexoes-sobre-a-regionalizacao?seccao=Opiniao_i" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="220" data-original-width="646" height="45" src="https://colegio.pt/wp-content/uploads/2016/10/jornal-i.png" width="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b style="box-sizing: border-box; color: #222222; font-family: Helvetica, sans-serif; line-height: inherit; text-align: right;"&gt;&lt;em style="box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Georgia; font-weight: 100; line-height: inherit; text-align: start;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/b&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 1.2rem; line-height: 1.8rem; margin: 0px 0px 1rem; padding: 0.4rem 0px 0px; text-rendering: optimizelegibility; word-break: break-word;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #222222; font-family: Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 1.2rem; line-height: 1.8rem; margin: 0px 0px 1rem; padding: 0.4rem 0px 0px; text-rendering: optimizelegibility; word-break: break-word;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>​O regresso da regionalização</title><link>https://regioes.blogspot.com/2021/12/o-regresso-da-regionalizacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio Almeida Felizes)</author><pubDate>Sat, 18 Dec 2021 08:11:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-17144067.post-5936605611383880723</guid><description>&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Roboto, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #e69138; font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #e69138; font-size: large;"&gt;&lt;a href="https://www.melhoresdestinos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/passagens-aereas-lisboa-porto-capa2019-01.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="420" data-original-width="800" height="332" src="https://www.melhoresdestinos.com.br/wp-content/uploads/2019/03/passagens-aereas-lisboa-porto-capa2019-01.jpg" width="633" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #e69138; font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Dado o fracasso da tão falada descentralização do Estado percebe-se o regresso à regionalização. Mas esta só terá sentido útil se não for telecomandada a partir de Lisboa e do Porto.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="box-sizing: border-box; font-family: &amp;quot;Roboto Slab&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 18px; margin-bottom: 1.26585em; margin-top: 0px;"&gt;A constituição portuguesa de 1976, que está em vigor, manda avançar com a regionalização, mas ela ainda não se concretizou. Em novembro de 1998 a regionalização foi chumbada em referendo por uma expressiva margem: 61% dos votos “não”, contra 35% “sim”.&lt;br style="box-sizing: border-box;" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="box-sizing: border-box; font-family: &amp;quot;Roboto Slab&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 18px; margin-bottom: 1.26585em; margin-top: 0px;"&gt;Vinte e dois anos depois, o tema parece estar de novo na ordem do dia. O presidente da República, que se tinha oposto à regionalização em 1998, já mostrou abertura para se realizar um novo referendo. Marcelo avisou, todavia, que regionalizar não pode significar mais empregos para políticos.&lt;/p&gt;&lt;p style="box-sizing: border-box; font-family: &amp;quot;Roboto Slab&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 18px; margin-bottom: 1.26585em; margin-top: 0px;"&gt;Essa questão foi um dos fatores que me levou a votar “não” no referendo de 1998. Parecia-me que criar uma nova “camada” de Estado iria tornar ainda mais burocrático o relacionamento dos portugueses em geral e das empresas em particular com a administração pública e os políticos. Veremos se a nova proposta de referendo nos dá garantias credíveis nesta matéria.&lt;/p&gt;&lt;div data-google-query-id="CODXs8LX7PQCFZHl1Qod2lUO1g" iat-insr="0" id="div-gpt-ad-1520423817788-0" style="box-sizing: border-box;"&gt;&lt;div id="google_ads_iframe_/21677550463/RR_ROS_VideoInContent_0__container__" style="border: 0pt none; box-sizing: border-box;" tg-zone="586909.00"&gt;&lt;div class="" data-display="plista_widget_outstream" id="" style="box-sizing: border-box; clear: both; height: 0px; overflow: hidden;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;iframe allow="attribution-reporting" aria-label="Advertisement" data-google-container-id="4" data-load-complete="true" frameborder="0" height="1" id="google_ads_iframe_/21677550463/RR_ROS_VideoInContent_0" marginheight="0" marginwidth="0" name="google_ads_iframe_/21677550463/RR_ROS_VideoInContent_0" role="region" scrolling="no" style="border-style: initial; border-width: 0px; box-sizing: border-box; vertical-align: bottom;" tabindex="0" title="3rd party ad content" width="1"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="box-sizing: border-box; font-family: &amp;quot;Roboto Slab&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 18px; margin-bottom: 1.26585em; margin-top: 0px;"&gt;Compreende-se o regresso à regionalização, dado o fracasso da tão falada descentralização do Estado. Muito pouco se progrediu nessa área.&lt;/p&gt;&lt;p style="box-sizing: border-box; font-family: &amp;quot;Roboto Slab&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 18px; margin-bottom: 1.26585em; margin-top: 0px;"&gt;Importa, por outro lado, analisar com cuidado o mapa das futuras regiões. Pretende-se que as regiões que perdem aceleradamente população (a maioria do território continental e não apenas no interior) tenham um papel preponderante nas decisões que as afetam – ou teremos Lisboa e o Porto a telecomandarem a futura regionalização?&lt;/p&gt;&lt;p style="box-sizing: border-box; font-family: &amp;quot;Roboto Slab&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 18px; margin-bottom: 1.26585em; margin-top: 0px;"&gt;Admito que seja cada vez mais difícil encontrar nas zonas deprimidas gente com qualidade e em número suficiente para gerirem a regionalização. Mas uma regionalização telecomandada a partir de Lisboa e do Porto não tem sentido útil.&lt;/p&gt;&lt;p style="box-sizing: border-box; font-family: &amp;quot;Roboto Slab&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif; margin-bottom: 1.26585em; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="color: #3d85c6;"&gt;&lt;span style="font-size: 18px;"&gt;@&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Roboto, Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: center; text-transform: uppercase;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a href="https://rr.sapo.pt/artigo/francisco-sarsfield-cabral/2021/12/17/o-regresso-da-regionalizacao/264925/" target="_blank"&gt;FRANCISCO SARSFIELD CABRAL&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="box-sizing: border-box; font-family: &amp;quot;Roboto Slab&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif; margin-bottom: 1.26585em; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="color: #3d85c6;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: #3d85c6;"&gt;&lt;a href="https://images.newrr.sapo.pt/francisco_sarsfield_300x300143422d8.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="300" data-original-width="300" height="81" src="https://images.newrr.sapo.pt/francisco_sarsfield_300x300143422d8.jpg" width="81" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #3d85c6;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Roboto, Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: center; text-transform: uppercase;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Regionalizar em 1998 e em 2024…</title><link>https://regioes.blogspot.com/2021/12/regionalizar-em-1998-e-em-2024.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio Almeida Felizes)</author><pubDate>Sat, 18 Dec 2021 08:03:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-17144067.post-1172895441133799459</guid><description>&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.mundoportugues.pt/wp-content/uploads/sites/3/2020/02/beirainterior1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="453" data-original-width="800" height="342" src="https://www.mundoportugues.pt/wp-content/uploads/sites/3/2020/02/beirainterior1.jpg" width="605" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="background-color: white; color: #5a5a5a;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-size: large;"&gt;A Beira Interior continuará, assim, no estado em que sempre esteve...!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #5a5a5a; font-family: &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;O primeiro-ministro António Costa esteve no último fim de semana no congresso da Associação Nacional de Municípios e voltou a referir-se ao tema da regionalização, deixando no ar a possibilidade de se voltar a referendar esta questão em 2024.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #5a5a5a; font-family: &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;Não falou em “referendo”, mas na menos fantasmagórica abordagem de ”dar a voz ao povo”. O que é exatamente o mesmo, mas sem a carga negativa que, pelos vistos, este instrumento de consulta ainda tem quando se fala em regionalização.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #5a5a5a; font-family: &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;De facto, quem defende este processo, não está interessado em repetir o que se passou em novembro de 1998, o que afastaria, se não definitivamente, por décadas esta questão da praça pública.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #5a5a5a; font-family: &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;Tal como, de resto, ainda estamos a sentir na pele mais de 20 anos depois do primeiro referendo. Um dos outros fantasmas que ficou de 1998 foi o de um mapa do qual nunca mais ninguém quis falar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #5a5a5a; font-family: &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;Se as palavras de António Costa têm a grande virtude de abrir um baú que muitos querem que continue fechado, regionalizar não é um fim por si mesmo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #5a5a5a; font-family: &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;Este processo de descentralização tem uma finalidade que é a de contribuir para o equilíbrio do território, dotando as regiões com uma relativa autonomia decisória e financeira para elas próprias delinearem e implementarem os seus eixos de desenvolvimento.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #5a5a5a; font-family: &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;Em 2021 já deveria ser evidente que o pomposamente denominado “desenvolvimento regional” não se faz com a mera soma de municípios em associações ou em comunidades intermunicipais sem autonomia ou capacidade para avançarem um metro sequer nesse desígnio.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #5a5a5a; font-family: &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;E ao contrário do que muitos pensam, regionalizar significa agrupar e não o contrário. Mas agrupar efetivamente e com um propósito comum.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #5a5a5a; font-family: &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;Voltemos, então, a 1998 e ao mapa que foi a referendo, no qual constava uma região chamada “Beira Interior”. Pela primeira vez, pegávamos nas palavras e nas intenções que andavam a pulular por aí e efetivou-se numa proposta.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #5a5a5a; font-family: &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;Os distritos de Castelo Branco e da Guarda seriam a Beira Interior. Região que foi, como todo o processo, chumbada no referendo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #5a5a5a; font-family: &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;Agora que se volta a colocar em cima da mesa a opção de “dar a voz ao povo” em matéria de regionalização, será muito instrutivo fazer uma jornada pelos arquivos do Jornal do Fundão e ver tudo o que foi dito sobre este processo na região.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #5a5a5a; font-family: &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;Lá estarão, impressos no tempo, inesquecíveis tratados políticos sobre o inferno que iria cair sobre nós caso tal coisa viesse ser aprovada em referendo. Não sabemos que infernos nos estariam destinados, mas se se estavam a referir à perda de quase 70 mil habitantes nas duas décadas seguintes, então esse “inferno” chegou mesmo sem a “infame” regionalização.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #5a5a5a; font-family: &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;Agora, 23 anos depois do referendo, quem tem de dar explicações é quem, na altura, defendeu o modelo centralista que está hoje em vigor, como sendo o melhor para a região. Caberá a todos os outros ouvir as, por certo, irrepreensíveis justificações.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #5a5a5a; font-family: &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;O que já se adivinha para 2024, até para evitar dissabores num eventual novo referendo – que é exigido pela Constituição – é uma nova proposta de regionalização segundo as atuais regiões tuteladas pelas comissões de coordenação e desenvolvimento regional. Ou seja, Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #5a5a5a; font-family: &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;Um mapa de regiões-plano, aparentemente mais consensual, seguro e pacífico do que o de 1998. A Beira Interior continuará, assim, no estado em que sempre esteve: O da miragem. Não apenas por culpa nossa, mas também por culpa nossa. Mas, para muitos, é assim que está bem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #5a5a5a; font-family: &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;@&lt;/span&gt;&lt;em style="background: 0px 0px rgb(255, 255, 255); border: 0px; color: #333399; font-family: &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, sans-serif; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="background: 0px 0px; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a href="https://www.jornaldofundao.pt/opiniao/regionalizar-em-1998-e-em-2024/" target="_blank"&gt;Nuno Francisco&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-size: 16px; text-align: left;"&gt;&lt;em style="background: 0px 0px rgb(255, 255, 255); border: 0px; color: #333399; font-family: &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, sans-serif; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="background: 0px 0px; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;a href="https://www.jornaldofundao.pt/files/2017/01/logo-one.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="135" data-original-width="666" height="26" src="https://www.jornaldofundao.pt/files/2017/01/logo-one.png" width="130" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em style="background: 0px 0px rgb(255, 255, 255); border: 0px; color: #333399; font-family: &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, sans-serif; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="background: 0px 0px; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;

</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Marcelo favorável a referendo à regionalização em 2024</title><link>https://regioes.blogspot.com/2021/12/marcelo-favoravel-referendo.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio Almeida Felizes)</author><pubDate>Sat, 18 Dec 2021 07:43:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-17144067.post-2329460969078469328</guid><description>&lt;p&gt;&lt;span face="&amp;quot;Fira Sans&amp;quot;, sans-serif" style="color: #00af00; font-size: var(--lead-fsize,1.41176rem); font-weight: inherit;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://static.globalnoticias.pt/jn/image.jpg?brand=JN&amp;amp;type=generate&amp;amp;guid=9345cf55-1c03-48d7-95be-7e49c979cff0&amp;amp;t=20211212225311" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="533" data-original-width="800" height="413" src="https://static.globalnoticias.pt/jn/image.jpg?brand=JN&amp;amp;type=generate&amp;amp;guid=9345cf55-1c03-48d7-95be-7e49c979cff0&amp;amp;t=20211212225311" width="620" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;O Presidente da República desafiou os partidos a apresentarem propostas sobre a regionalização na campanha para as legislativas de 30 de janeiro.&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span face="&amp;quot;Fira Sans&amp;quot;, sans-serif" style="color: #262f26; font-size: 18px;"&gt;O Presidente da República é favorável à realização do referendo à regionalização em 2024 e exortou os partidos políticos a colocarem as suas ideias sobre o processo à discussão nas próximas eleições legislativas. “&lt;/span&gt;&lt;span face="&amp;quot;Fira Sans&amp;quot;, sans-serif" style="border: 0px; box-sizing: inherit; color: #262f26; font-size: 18px; font-stretch: inherit; font-variant-east-asian: inherit; font-variant-numeric: inherit; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;É o momento natural para os partidos políticos submeterem à apreciação dos portugueses as suas convicções e as suas ideias sobre a regionalização: processo e calendário&lt;/span&gt;&lt;span face="&amp;quot;Fira Sans&amp;quot;, sans-serif" style="color: #262f26; font-size: 18px;"&gt;”, disse Marcelo Rebelo de Sousa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="border: 0px; box-sizing: inherit; color: #262f26; font-family: &amp;quot;Fira Sans&amp;quot;, sans-serif; font-size: 18px; font-stretch: inherit; font-variant-east-asian: inherit; font-variant-numeric: inherit; line-height: inherit; margin-bottom: var(--p-mb,1.64706em); margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: var(--p-mt,0); outline: none; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Segundo o chefe de Estado, que falava na sessão de encerramento do XXV Congresso da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), em Aveiro, não o fazer “&lt;span style="border: 0px; box-sizing: inherit; font-family: inherit; font-stretch: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;seria deitar fora o instante adequado para apresentar e defender a sua visão sobre a organização administrativa do continente e o futuro da descentralização”, ou seja, para conseguir&lt;/span&gt;&amp;nbsp;“a concretização da promessa constitucional de 1976 chamada regionalização”.&lt;/p&gt;&lt;p style="border: 0px; box-sizing: inherit; color: #262f26; font-family: &amp;quot;Fira Sans&amp;quot;, sans-serif; font-size: 18px; font-stretch: inherit; font-variant-east-asian: inherit; font-variant-numeric: inherit; line-height: inherit; margin-bottom: var(--p-mb,1.64706em); margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: var(--p-mt,0); padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;“&lt;b&gt;Seria difícil de entender que deixassem passar essa oportunidade, para depois a Assembleia da República se debruçar sobre a matéria de 2022 em diante&lt;/b&gt;”, sustentou.&lt;/p&gt;&lt;p style="border: 0px; box-sizing: inherit; color: #262f26; font-family: &amp;quot;Fira Sans&amp;quot;, sans-serif; font-size: 18px; font-stretch: inherit; font-variant-east-asian: inherit; font-variant-numeric: inherit; line-height: inherit; margin-bottom: var(--p-mb,1.64706em); margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: var(--p-mt,0); padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Marcelo Rebelo de Sousa referiu que 2022 e 2023 não seriam “bons anos” para arrancar com o processo, quando o país ainda está a ultrapassar a pandemia da covid-19 e a arrancar com a concretização do Plano de Recuperação e Resiliência, que “não haverá forma de vingar se o poder local não estiver metido no processo até ao fim”.&lt;/p&gt;&lt;p style="border: 0px; box-sizing: inherit; color: #262f26; font-family: &amp;quot;Fira Sans&amp;quot;, sans-serif; font-size: 18px; font-stretch: inherit; font-variant-east-asian: inherit; font-variant-numeric: inherit; line-height: inherit; margin-bottom: var(--p-mb,1.64706em); margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: var(--p-mt,0); padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;No seu discurso perante cerca de um milhar de congressistas, o Presidente da República avisou que a regionalização deve servir “para reduzir desigualdades, combater injustiças e superar discriminações intoleráveis”, e não para outros fins.&lt;/p&gt;&lt;p style="border: 0px; box-sizing: inherit; color: #262f26; font-family: &amp;quot;Fira Sans&amp;quot;, sans-serif; font-size: 18px; font-stretch: inherit; font-variant-east-asian: inherit; font-variant-numeric: inherit; line-height: inherit; margin-bottom: var(--p-mb,1.64706em); margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: var(--p-mt,0); padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;No essencial, o chefe de Estado entende que o processo deve servir para “&lt;span style="border: 0px; box-sizing: inherit; font-family: inherit; font-stretch: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;reforçar a coesão territorial&lt;/span&gt;”, e “não é para os autarcas ou para algumas forças políticas criarem lugares após o termo dos mandatos ou para partilhar o poder entre os partidos mais fortes nos municípios ou freguesias”.&lt;/p&gt;&lt;p style="border: 0px; box-sizing: inherit; color: #262f26; font-family: &amp;quot;Fira Sans&amp;quot;, sans-serif; font-size: 18px; font-stretch: inherit; font-variant-east-asian: inherit; font-variant-numeric: inherit; line-height: inherit; margin-bottom: var(--p-mb,1.64706em); margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: var(--p-mt,0); outline: none; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Marcelo Rebelo de Sousa alertou ainda que uma proposta de regionalização “mal concebida, mal explicada, mal concretizada, sem sensatez e consenso nacional poderá matar a ideia de regionalizar”, pelo que os partidos devem ser “muito claros” sobre a regionalização que pretendem ver implementada.&lt;/p&gt;&lt;p style="border: 0px; box-sizing: inherit; color: #262f26; font-family: &amp;quot;Fira Sans&amp;quot;, sans-serif; font-size: 18px; font-stretch: inherit; font-variant-east-asian: inherit; font-variant-numeric: inherit; line-height: inherit; margin-bottom: var(--p-mb,1.64706em); margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: var(--p-mt,0); padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Se isto não acontecer, referiu, estar-se-á a “dar força ao centralismo e aos populismos, aos temores e às oposições e adversários da regionalização, e, nesse sentido, não servirá Portugal”.&lt;/p&gt;&lt;p style="border: 0px; box-sizing: inherit; color: #262f26; font-family: &amp;quot;Fira Sans&amp;quot;, sans-serif; font-size: 18px; font-stretch: inherit; font-variant-east-asian: inherit; font-variant-numeric: inherit; line-height: inherit; margin-bottom: var(--p-mb,1.64706em); margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: var(--p-mt,0); padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;O XXV Congresso da ANMP realizou-se no Parque de Exposições e Feiras de Aveiro, com a participação de cerca de um milhar de congressistas, em representação de praticamente todos os 308 municípios portugueses.&lt;/p&gt;&lt;p style="border: 0px; box-sizing: inherit; color: #262f26; font-family: &amp;quot;Fira Sans&amp;quot;, sans-serif; font-size: 18px; font-stretch: inherit; font-variant-east-asian: inherit; font-variant-numeric: inherit; line-height: inherit; margin-bottom: var(--p-mb,1.64706em); margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: var(--p-mt,0); padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;@&amp;nbsp;&lt;span style="color: #1a231a; font-family: inherit; font-size: 13.6px; font-style: inherit; font-variant-caps: inherit; font-variant-ligatures: inherit; font-weight: inherit;"&gt;&lt;a href="https://eco.sapo.pt/2021/12/12/marcelo-favoravel-a-referendo-a-regionalizacao-em-2024/" target="_blank"&gt;Lusa&lt;/a&gt; -&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #999d99; font-family: inherit; font-size: 13.6px; font-style: inherit; font-variant-caps: inherit; font-variant-ligatures: inherit; font-weight: inherit;"&gt;12 Dezembro 2021&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>António Costa quer referendo à regionalização em 2024</title><link>https://regioes.blogspot.com/2021/12/antonio-costa-quer-referendo.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio Almeida Felizes)</author><pubDate>Sat, 18 Dec 2021 07:28:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-17144067.post-8272758393715430417</guid><description>&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.portugal.gov.pt/upload/imagens/i045095.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="250" data-original-width="800" height="250" src="https://www.portugal.gov.pt/upload/imagens/i045095.jpg" width="800" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: verdana; font-size: 30px;"&gt;Regionalização: António Costa quer “dar a palavra” aos portugueses depois de 2023&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: verdana; font-size: 16px;"&gt;O primeiro-ministro, António Costa, afirmou no passado fim de semana que, no final de 2023, será o momento de decidir “&lt;/span&gt;&lt;b style="color: #444444; font-family: verdana; font-size: 16px;"&gt;dar a palavra aos portugueses&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: verdana; font-size: 16px;"&gt;”&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b style="color: #444444; font-family: verdana; font-size: 16px;"&gt;em referendo sobre o avanço da regionalização.&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: verdana; font-size: 16px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #444444; font-family: &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 1.6; margin: 10px 0px 12px; opacity: 1; outline: none; padding: 0px; text-align: justify; transition: opacity 0.24s ease-in-out 0s; visibility: visible;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: verdana;"&gt;"No&lt;/span&gt;&lt;b style="background-color: transparent; font-family: verdana;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;final de 2023 teremos boas condições para avaliar o caminho percorrido na descentralização de competências para juntas de freguesia, municípios, áreas metropolitanas e comunidades intermunicipais e na integração dos órgãos da administração descentralizada do Estado nas CCDR, &lt;b&gt;e então decidir se chegou o momento de dar a palavra aos portugueses para resolverem se devemos ou não avançar para a regionalização prevista na Constituição que entrou em vigor em 1976&lt;/b&gt;”, disse o governante, no XXV Congresso da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP).&lt;/p&gt;&lt;h6 style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #444444; line-height: 1.4; margin: 32px 0px; opacity: 1; outline: none; padding: 0px; text-rendering: optimizelegibility; transition: opacity 0.24s ease-in-out 0s; visibility: visible;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-size: small;"&gt;Autarcas provaram muito em dois anos&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;&lt;p style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #444444; font-family: &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 1.6; margin: 10px 0px 12px; opacity: 1; outline: none; padding: 0px; text-align: justify; transition: opacity 0.24s ease-in-out 0s; visibility: visible;"&gt;“Os autarcas provaram, nestes dois anos, muito mais do que vão ter de provar com as competências que estão a ser descentralizadas”, considerou, em alusão à “maior reforma do Estado desde a criação do poder local democrático e da institucionalização das autonomias regionais”.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #444444; font-family: &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 1.6; margin: 10px 0px 12px; opacity: 1; outline: none; padding: 0px; text-align: justify; transition: opacity 0.24s ease-in-out 0s; visibility: visible;"&gt;Até ao momento, todos os municípios aceitaram pelo menos uma das competências e, dos municípios do continente, 219 em 278 já assumiram “parte significativa ou a totalidade” delas.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #444444; font-family: &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 1.6; margin: 10px 0px 12px; opacity: 1; outline: none; padding: 0px; text-align: justify; transition: opacity 0.24s ease-in-out 0s; visibility: visible;"&gt;António Costa disse que “&lt;b&gt;falta agora provar que, ao escalão regional, não só nas regiões autónomas, mas também no continente&lt;/b&gt;”, é possível ou não avançar para a regionalização.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #444444; font-family: &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 1.6; margin: 10px 0px 12px; opacity: 1; outline: none; padding: 0px; text-align: justify; transition: opacity 0.24s ease-in-out 0s; visibility: visible;"&gt;Após a alteração do modelo de designação das presidências das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional, que deixaram de ser escolhidos pelo governo e passaram a ser eleitos pelos autarcas da sua região, este passo “vai ser posto à prova” na elaboração dos programas operacionais regionais do Portugal 2030.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #444444; font-family: &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 1.6; margin: 10px 0px 12px; opacity: 1; outline: none; padding: 0px; text-align: justify; transition: opacity 0.24s ease-in-out 0s; visibility: visible;"&gt;O próximo passo, apontou o primeiro-ministro, deverá ser a integração, nas CCDR, de entidades da administração desconcentrada do Estado que estão diretamente associadas ao processo de desenvolvimento.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #444444; font-family: &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 1.6; margin: 10px 0px 12px; opacity: 1; outline: none; padding: 0px; text-align: justify; transition: opacity 0.24s ease-in-out 0s; visibility: visible;"&gt;@&lt;a href="https://regiao-sul.pt/2021/12/13/politica/regionalizacao-antonio-costa-quer-dar-a-palavra-aos-portugueses-depois-de-2023/562577" target="_blank"&gt;Região Sul&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #444444; font-family: &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 1.6; margin: 10px 0px 12px; opacity: 1; outline: none; padding: 0px; transition: opacity 0.24s ease-in-out 0s; visibility: visible;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Regionalização “não pode” continuar adiada</title><link>https://regioes.blogspot.com/2021/10/regionalizacao-nao-pode-continuar-adiada.html</link><category>regionalização</category><author>noreply@blogger.com (Antonio Almeida Felizes)</author><pubDate>Thu, 28 Oct 2021 02:51:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-17144067.post-3562301876974943381</guid><description>&lt;h1 class="page-header" style="background-color: white; border-bottom-color: rgb(238, 238, 238); border-bottom-style: solid; border-image: initial; border-left-color: initial; border-left-style: initial; border-right-color: initial; border-right-style: initial; border-top-color: initial; border-top-style: initial; border-width: 0px 0px 1px; box-sizing: border-box; color: #44525e; font-family: MerriWeather; font-size: 36px; font-stretch: inherit; font-variant-east-asian: inherit; font-variant-numeric: inherit; line-height: 1.1; margin: 0px; padding: 10px 0px 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.diariodetrasosmontes.com/sites/default/files/styles/fullnode/public/rui_santos_ccdrn.jpg?itok=Iiq6dVQ8" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="499" data-original-width="800" height="364" src="https://www.diariodetrasosmontes.com/sites/default/files/styles/fullnode/public/rui_santos_ccdrn.jpg?itok=Iiq6dVQ8" width="584" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Rui Santos diz que regionalização “não pode” continuar adiada&lt;/h1&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,serif;"&gt;O
presidente da Câmara de Vila Real, Rui Santos, afirmou hoje que a
regionalização “não pode continuar a ser adiada”, considerando que as regiões
administrativas serão um elemento promotor da coesão e do desenvolvimento
integrado dos territórios.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;br /&gt;“Com efeito, Portugal tem
sido um país com uma organização demasiado centralista, em que muitas das
competências exercidas pelo Estado central deveriam, a bem das populações, ser
executadas pelas autarquias locais ou por estruturas intermédias regionais”,
afirmou o autarca socialista, que falava durante o primeiro Fórum Autárquico da
Região Norte, que decorreu em Vila Real.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;br /&gt;Rui
Santos afirmou que “a regionalização não pode continuar a ser adiada” e, na sua
opinião, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N)
apresenta-se “como uma base interessante para sustentar essa regionalização, no
Norte”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;br /&gt;“Desde
logo porque representa, já, uma estrutura que opera de acordo com o
estabelecimento de estratégias partilhadas e dos interesses comuns de um
conjunto vasto de municípios”, explicou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;br /&gt;Depois,
acrescentou, “porque integra um quadro de pessoal técnico bem preparado,
habituado a analisar a região como um todo” e, por fim, porque “os atuais
presidentes das CCDR, e António Cunha em concreto, no Norte, “foram pela
primeira vez eleitos para os seus cargos, abandonando-se o modelo de nomeação
centralizada, pelo Governo”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;br /&gt;“Uma
eleição imperfeita, apoiada apenas num colégio eleitoral de autarcas, mas que
poderá evoluir para a eleição democrática direta, que defendo”, salientou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;br /&gt;Perante
este cenário, disse que “a grande falha se prende com a transferência de competências
suprarregionais para estas estruturas”, um atraso que “condiciona, de
sobremaneira, a autonomia da CCDR-N, impedindo a concretização de todo o seu
potencial como alavanca do desenvolvimento regional”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;br /&gt;Uma
outra dificuldade apontada pelo autarca socialista “é o atraso da reorganização
dos serviços descentralizados do Estado, adaptando-os à realidade regional”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;br /&gt;“Não
faz sentido, por exemplo, que a Segurança Social continue assente num modelo
territorial distrital, quando a maioria dos outros serviços já evoluíram”,
explicou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;br /&gt;Por fim, Rui Santos apontou a
“manutenção de um certo ‘status quo’ centralista que leva, por exemplo, a que a
CCDR-N se veja numa posição menorizada em relação àquele que será o grande
instrumento financeiro de recuperação pós-pandemia, o Plano de Recuperação e
Resiliência (PRR)”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;br /&gt;O
autarca considerou que, “tal como aconteceu com o processo de descentralização
de competências nas autarquias, existe massa crítica, conhecimento e capacidade
ao nível regional que permite encarar com naturalidade essa transferência de
competências, aproximando a decisão política às populações”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;br /&gt;“Reafirmo,
portanto, neste Fórum Autárquico, a necessidade de concretização da
regionalização do país, instituindo-se as regiões administrativas, elemento promotor
da coesão nos seus múltiplos aspetos e do desenvolvimento integrado dos
territórios”, salientou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="background-color: white; border: 0px; box-sizing: border-box; color: #44525e; font-family: Merryweather, Lato, &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, Exo, Raleway, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, Arial, sans-serif; font-stretch: inherit; font-variant-east-asian: inherit; font-variant-numeric: inherit; line-height: inherit; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-size: 14px;"&gt;@&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="https://www.diariodetrasosmontes.com/" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; background-size: initial; border: 0px; box-sizing: border-box; color: #00715d; font-family: Oswald; font-stretch: inherit; font-variant-east-asian: inherit; font-variant-numeric: inherit; line-height: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: right; text-decoration-line: none; vertical-align: baseline;" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="diario" style="background-color: #00bd9d; border: 0px; box-sizing: border-box; color: white; font-family: inherit; font-stretch: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: inherit; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 5px; vertical-align: baseline;"&gt;Diário&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="tras" style="border: 0px; box-sizing: border-box; color: #19384d; font-family: inherit; font-stretch: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: inherit; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;de Trás-os-Montes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title> "Contas certas",  "gestão de proximidade" e a luta pela "regionalização"</title><link>https://regioes.blogspot.com/2021/10/contas-certas-gestao-de-proximidade-e.html</link><category>regionalização</category><author>noreply@blogger.com (Antonio Almeida Felizes)</author><pubDate>Fri, 22 Oct 2021 03:48:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-17144067.post-7288478895778761814</guid><description>&lt;p&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: NoticiasText, serif; font-size: 22px; font-weight: 600; letter-spacing: -0.11px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://static.globalnoticias.pt/jn/image.jpg?brand=JN&amp;amp;type=generate&amp;amp;guid=e094d826-5622-46b0-95d3-93bf8e2a44bc" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="534" data-original-width="800" height="399" src="https://static.globalnoticias.pt/jn/image.jpg?brand=JN&amp;amp;type=generate&amp;amp;guid=e094d826-5622-46b0-95d3-93bf8e2a44bc" width="598" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Na tomada de posse como presidente da Câmara de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues afirmou, na passada terça-feira à noite, que um dos seus objetivos do mandato autárquico é a luta pela "regionalização.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #1d2022; font-family: NoticiasText, serif; font-size: 19px; letter-spacing: 0.38px;"&gt;No seu discurso, perante uma plateia que lotou o Auditório Municipal de Gaia, o presidente reeleito falou de "contas certas", na "gestão de proximidade" e na luta pela "regionalização", entre outras ideias chave.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #1d2022; font-family: NoticiasText, serif; font-size: 19px; letter-spacing: 0.38px;"&gt;A aposta na proximidade foi outro dos destaques. "&lt;b&gt;Queremos ser exemplares na gestão de proximidade&lt;/b&gt;. O país está farto da enfadonha gabarolice de quem se acha superior e já não aguenta a subtração de recursos que nos tolhe a confiança, ou a desfaçatez de quem perde a vergonha ao mesmo tempo que vende a dignidade", referiu, &lt;b&gt;adiantando que o caminho é a regionalização&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #1d2022; font-family: NoticiasText, serif; font-size: 19px; letter-spacing: 0.38px;"&gt;"Precisamos de instituições fortes. Um Estado descentralizado, prestigiado e que reflita, simultaneamente, as respostas às necessidades das pessoas e também os projetos de mudança que nos abram os horizontes do futuro. &lt;b&gt;Um Estado que esteja junto das pessoas, não por tentáculos mais ou menos visíveis, mas pela libertação da capacidade de gerir, de decidir, de empreender.&lt;/b&gt; E isso chama-se&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #1d2022; font-family: NoticiasText, serif; font-size: 19px; font-weight: 600; letter-spacing: 0.38px;"&gt;regionalização. Custe o que custar, é por aí que temos que ir&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #1d2022; font-family: NoticiasText, serif; font-size: 19px; letter-spacing: 0.38px;"&gt;", sublinhou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #1d2022; font-family: NoticiasText, serif; font-size: 19px; letter-spacing: 0.38px;"&gt;@ Fonte &lt;a href="http://jn.pt" target="_blank"&gt;JN&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Antonio Costa : Referendo à Regionalização em 2024</title><link>https://regioes.blogspot.com/2021/09/antonio-costa-referendo-regionalizacao.html</link><category>referendo</category><category>Regiões Administrativas</category><author>noreply@blogger.com (Antonio Almeida Felizes)</author><pubDate>Wed, 29 Sep 2021 02:13:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-17144067.post-3529849741745881435</guid><description>&lt;header style="border: 0px; box-sizing: inherit; font-family: sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 16px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;h1 class="title " style="border: 0px; box-sizing: inherit; font-family: Merriweather, Georgia, serif; font-size: 26px; font-stretch: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; line-height: normal; margin: 0px; outline: 0px; overflow-wrap: break-word; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://cld.pt/dl/download/0b441cc7-83bc-41e8-aa17-3b848766cc1e/referendo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="486" data-original-width="800" height="356" src="https://cld.pt/dl/download/0b441cc7-83bc-41e8-aa17-3b848766cc1e/referendo.jpg" width="587" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Costa garante que "vai chamar o povo" a decidir se há ou não "regionalização"&lt;/h1&gt;&lt;/header&gt;&lt;div class="articleContent" style="border: 0px; box-sizing: inherit; font-family: Merriweather, Georgia, serif; font-size: 20px; font-stretch: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; line-height: 1.5em; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;p style="border: 0px; box-sizing: inherit; font-weight: inherit; margin: 0px 0px 24px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; word-break: break-word;"&gt;Tem sido uma das marcas do discurso de António Costa nesta campanha autárquica: a defesa de que o PS deve ter mais câmaras porque são as que não têm "medo" de receber mais competências. Essas vão chegar em Abril do próximo ano, na educação, saúde e apoio social. Mas, diz Costa, não quer ficar por aqui.&lt;/p&gt;&lt;p style="border: 0px; box-sizing: inherit; font-weight: inherit; margin: 0px 0px 24px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; word-break: break-word;"&gt;É o que está na sua moção ao congresso, o calendário para a regionalização em 2024, mas no comício do Porto disse-o com todas as letras. "É verdade que ainda não fizemos a regionalização. Temos um calendário definido e em 2024&amp;nbsp;&lt;span style="border: 0px; box-sizing: inherit; font-weight: bolder; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;o povo será chamado a tomar uma decisão sobre se avançamos ou não para a regionalização"&lt;/span&gt;, disse.&lt;/p&gt;&lt;p style="border: 0px; box-sizing: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; word-break: break-word;"&gt;&lt;span style="font-weight: inherit;"&gt;Para já, disse, "&lt;/span&gt;&lt;b&gt;demos um passo da maior importância ao regionalizar a gestão do próximo ciclo de fundos comunitários&lt;/b&gt;&lt;span style="font-weight: inherit;"&gt;".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="border: 0px; box-sizing: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; word-break: break-word;"&gt;&lt;span style="font-weight: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="border: 0px; box-sizing: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; word-break: break-word;"&gt;&lt;span style="color: #d41115; font-family: &amp;quot;Source Sans Pro&amp;quot;, Roboto, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, &amp;quot;Droid Sans&amp;quot;, Helvetica, Arial, &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, sans-serif; font-size: 12px; font-weight: 600;"&gt;24.09.2021&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="border: 0px; box-sizing: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; word-break: break-word;"&gt;&lt;a href="https://expresso.pt/autores/2020-01-03-Liliana-Valente" style="border: 0px; box-sizing: inherit; color: #015782; cursor: pointer; font-family: sans-serif; font-size: 16px; font-weight: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-decoration-line: none; vertical-align: baseline;" target="_self"&gt;&lt;img alt="JCSO1774.jpg" class=" js-lazy-picture-loaded" data-sizes="(min-width: 768px) 50px, 30px" data-srcset="//images.impresa.pt/expresso/2020-01-14-JCSO1774.jpg-7/1x1/mw-30 30w, //images.impresa.pt/expresso/2020-01-14-JCSO1774.jpg-7/1x1/mw-50 50w, //images.impresa.pt/expresso/2020-01-14-JCSO1774.jpg-7/1x1/mw-70 70w, //images.impresa.pt/expresso/2020-01-14-JCSO1774.jpg-7/1x1/mw-100 100w, //images.impresa.pt/expresso/2020-01-14-JCSO1774.jpg-7/1x1/mw-140 140w, //images.impresa.pt/expresso/2020-01-14-JCSO1774.jpg-7/1x1/mw-200 200w, //images.impresa.pt/expresso/2020-01-14-JCSO1774.jpg-7/1x1/mw-380 380w" pinger-seen="true" sizes="(min-width: 768px) 50px, 30px" src="https://images.impresa.pt/expresso/2020-01-14-JCSO1774.jpg-7/1x1/mw-30" srcset="//images.impresa.pt/expresso/2020-01-14-JCSO1774.jpg-7/1x1/mw-30 30w, //images.impresa.pt/expresso/2020-01-14-JCSO1774.jpg-7/1x1/mw-50 50w, //images.impresa.pt/expresso/2020-01-14-JCSO1774.jpg-7/1x1/mw-70 70w, //images.impresa.pt/expresso/2020-01-14-JCSO1774.jpg-7/1x1/mw-100 100w, //images.impresa.pt/expresso/2020-01-14-JCSO1774.jpg-7/1x1/mw-140 140w, //images.impresa.pt/expresso/2020-01-14-JCSO1774.jpg-7/1x1/mw-200 200w, //images.impresa.pt/expresso/2020-01-14-JCSO1774.jpg-7/1x1/mw-380 380w" style="border: 0px none; box-sizing: inherit; font-size: 12px; font-style: italic; font-weight: inherit; height: auto; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: bottom; width: 30px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="author" style="border: 0px; box-sizing: inherit; font-family: &amp;quot;Source Sans Pro&amp;quot;, Roboto, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, &amp;quot;Droid Sans&amp;quot;, Helvetica, Arial, &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, sans-serif; font-size: 12px; font-stretch: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; line-height: 16px; margin: 0px 15px 8px 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-transform: uppercase; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;a href="https://expresso.pt/authors/2020-01-03-Liliana-Valente" style="border: 0px; box-sizing: inherit; color: black; cursor: pointer; font-stretch: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; line-height: normal; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-decoration-line: none; vertical-align: baseline;"&gt;LILIANA VALENTE&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="border: 0px; box-sizing: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; word-break: break-word;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Source Sans Pro&amp;quot;, Roboto, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, &amp;quot;Droid Sans&amp;quot;, Helvetica, Arial, &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, sans-serif; font-size: 12px; font-weight: 600;"&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;&lt;a href="https://expresso.pt/eleicoes/autarquicas-2021/2021-09-24-Um-referendo-um-peru-de-Natal-e-um-que-se-lixe.-Como-foi-o-ultimo-dia-de-campanha-99478630" target="_blank"&gt;Expresso&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>“Admito negociar o referendo à regionalização”</title><link>https://regioes.blogspot.com/2021/08/admito-negociar-o-referendo.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio Almeida Felizes)</author><pubDate>Thu, 12 Aug 2021 06:26:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-17144067.post-3419425561025480267</guid><description>&lt;p&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Blacker Pro Text, Merriweather, serif; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhPBKbWjoBSe4TUMTNQ-deIAa3YDk3X6Hlr4ymUBWot_jRcFh7rj4-XJcP1GwnpamlBT499k5APRKOOjU3ljrdpC84-lA4nYaNDwGbGOeAMp1mgmBrcesi27F_CVfeLbVuq3j4g3A/s315/mota_pinto.jpeg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="315" data-original-width="315" height="202" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhPBKbWjoBSe4TUMTNQ-deIAa3YDk3X6Hlr4ymUBWot_jRcFh7rj4-XJcP1GwnpamlBT499k5APRKOOjU3ljrdpC84-lA4nYaNDwGbGOeAMp1mgmBrcesi27F_CVfeLbVuq3j4g3A/w202-h202/mota_pinto.jpeg" width="202" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div blacker="" class="separator" color:="" dir="rtl" font-family:="" font-size:="" large="" merriweather="" pro="" serif="" style="clear: both; text-align: center;" text=""&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 107%;"&gt;&lt;span style="font-family: georgia; font-size: x-large;"&gt;A SIMPLIFICAÇÃO DO REFERENDO&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;span style="font-size: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Paulo Mota Pinto&lt;/b&gt;, coorden&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;span style="font-size: 20px;"&gt;ador do projeto de revisão constitucional e do Conselho Nacional do PSD&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: 20px;"&gt;promete abertura negocial com o PS, entre outras coisas, para negociar um novo referendo, agora mais simples, à regionalização.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: georgia; font-size: 20px;"&gt;O referendo sobre a regionalização em Portugal realizou-se em 8 de novembro de 1998. Duas propostas foram apresentadas aos eleitores portugueses: a primeira sobre &lt;b&gt;se se deveriam implementar a regionalização em Portugal&lt;/b&gt;; a segunda, sobre se &lt;b&gt;caso fosse aprovada a regionalização, se concordavam com a região em que votavam&lt;/b&gt;.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;span style="font-size: 20px;"&gt;Ora, uma das várias criticas que à época&amp;nbsp;foram trazidas a público prende-se com a duplicidade e falta de clareza das questões então colocadas e é por isso que se fala agora numa simp&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;span style="font-size: 20px;"&gt;lificação do refer&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: 20px;"&gt;endo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhPBKbWjoBSe4TUMTNQ-deIAa3YDk3X6Hlr4ymUBWot_jRcFh7rj4-XJcP1GwnpamlBT499k5APRKOOjU3ljrdpC84-lA4nYaNDwGbGOeAMp1mgmBrcesi27F_CVfeLbVuq3j4g3A/s72-w202-h202-c/mota_pinto.jpeg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total></item><item><title>Marcelo e a Regionalização</title><link>https://regioes.blogspot.com/2021/07/marcelo-e-regionalizacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio Almeida Felizes)</author><pubDate>Thu, 15 Jul 2021 02:31:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-17144067.post-4182305345096499742</guid><description>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/1417964?tp=UH&amp;amp;db=IMAGENS&amp;amp;type=JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="533" data-original-width="800" src="https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/1417964?tp=UH&amp;amp;db=IMAGENS&amp;amp;type=JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: &amp;quot;Source Sans Pro&amp;quot;, sans-serif; font-size: 24px; font-weight: 700;"&gt;Marcelo diz que "não vê razões" para não se debater a Regionalização a seguir às eleições Autárquicas.&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #525252; font-size: 16px;"&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Marcelo Rebelo de Sousa disse em entrevista ao Porto Canal, na noite de quarta-feira (14 Julho 2021) que&amp;nbsp;"não vê razões" para não se debater a Regionalização a seguir às eleições Autárquicas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="color: #525252;"&gt;O Presidente da República afirma que a Regionalização é o "passo seguinte" da Descentralização, e ao contrário de alguma opinião política que diz que a Regionalização deve ser debatida despois da aplicação dos fundos do PRR (2026), defende que se "pode e deve" debater a Regionalização&amp;nbsp;após as Autárquicas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="color: #525252;"&gt;@&lt;a href="https://portocanal.sapo.pt/noticia/271652" target="_blank"&gt;Porto Canal&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Elogio fúnebre da regionalização</title><link>https://regioes.blogspot.com/2021/02/elogio-funebre-da-regionalizacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio Almeida Felizes)</author><pubDate>Sun, 14 Feb 2021 20:32:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-17144067.post-5279402660296385882</guid><description>&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #c00000; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCreZ_UCTb7PP2OSy9Hpuvcck1FuL3tUH0celhgVFitN7aEDYwHrv0B986uVG36eVeCfzls4dxNW43tPgkRPKSSL8wLqt_dJY64eRUowwLBCKE4g_JY4hW6kuyDSK7xWB1hiYvvA/s596/livro_regionalizacao.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="596" data-original-width="519" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCreZ_UCTb7PP2OSy9Hpuvcck1FuL3tUH0celhgVFitN7aEDYwHrv0B986uVG36eVeCfzls4dxNW43tPgkRPKSSL8wLqt_dJY64eRUowwLBCKE4g_JY4hW6kuyDSK7xWB1hiYvvA/s320/livro_regionalizacao.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;A inércia de uns e a indigência de
outros reduziram a causa da regionalização a um lamentável jogo de máscaras à
volta de um defunto ou, quando muito, a uma alma penada.&lt;/b&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;"&gt;Em 1868, no opúsculo Portugal perante a Revolução de Espanha,
ainda hoje polémico pelo desassombrado iberismo, Antero de Quental identificava
já no Estado centralista uma máquina de triturar vontades e energias. O
antídoto para essa doença anímica do corpo político nacional era, para ele, a
descentralização em “tantos centros de autoridade local quantos forem os
centros naturais da vida nacional, coordenados entre si e estando uns para os
outros na mesma relação jurídica” (p. 20).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;"&gt;Bem entendido, o contexto histórico
era outro, Antero não chamava a isso regionalização mas, na tradição socialista
(proudhoniana) e republicana que era a sua, uma federação democrática, solução
que ele contrapunha ao artificialismo da “grande nacionalidade compacta” que
matava a diversidade e atrofiava a liberdade.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;"&gt;Aliás, a convergência entre um
ideário regionalista e o federalismo europeu inspirado em Proudhon fez escola
na primeira metade do século XX, bem antes da “Europa das regiões” de Delors.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;"&gt;Antero colocava assim o problema da organização territorial do
Estado no plano político e das ideias, como Alexandre Herculano fizera para o
municipalismo, e não, como hoje tem sido norma, no mero plano administrativo ou
à guarda do planeamento territorial, disciplina cujos missais, apesar de
bem-intencionados, acabaram por contribuir para despolitizar a causa da
regionalização.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;"&gt;Mas se as regiões não devem ser meros corpos administrativos,
também é uma falácia tê-las por corpos naturais, emanações do solo e do clima,
ou fundadas, como teimam alguns, em particularismos mais ou menos coloridos dos
quais se ocupava, até há pouco tempo, a etnografia (e que Álvaro Domingues
desmistifica com brilho no seu Volta a Portugal).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;"&gt;Pelo contrário, as regiões
devem ser entendidas como corpos políticos e sociais, nascidos de um acto de
vontade, focos intermédios de decisão baseados numa ideia de liberdade e
reciprocidade, capazes de consagrar uma solidariedade interterritorial através
de mecanismos redistributivos. É nisto que pode enraizar-se uma unidade
nacional autêntica em vez de uma unidade artificial, empoleirada em
ressentimentos e incompreensões. Trata-se, no fundo, de complementar o contrato
social com um contrato territorial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;"&gt;Desgraçadamente, o nosso país permanece tolhido por um
centralismo imoderado, ao arrepio do espírito e da letra da Constituição, não
obstante o papel meritório das CCDR, das Áreas Metropolitanas e das CIM. Antero
chamava-lhe “atonia” e, décadas antes, Tocqueville tinha-lhe chamado
“sonolência administrativa” (ver o meu artigo neste jornal, “Sonolência
Administrativa”).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;"&gt;Pelo caminho houve esse desastrado e desastroso referendo de
1998 e a estirpe de demagogos que então se descabelavam pela “unidade nacional”
em risco, dizendo n’importe quoi para denegrir a campanha pelo “sim”.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;"&gt;Nas
décadas seguintes, a regionalização foi passando de causa valorosa a
significante vazio, adorno de programas eleitorais e estribilho de comícios.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;"&gt;A
descendência dos seus detratores entrega-se hoje ao mais indolente populismo,
acusando os que não aceitam baixar os braços de maquinarem para a criação de
novas sinecuras com que aconchegar clientelas partidárias ou de fomentarem o
despesismo. Pouco lhes importa que a vaga regionalista que percorreu a Europa
nos anos 60 e 70 tenha tido como principal desígnio a racionalização da despesa
pública, por um lado, e uma maior responsabilização dos decisores locais, por
outro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: 12pt;"&gt;Em 2019 divulgou-se um substancial relatório de uma Comissão
Independente da AR que teve direito a duas ou três parangonas de jornal antes
de cair no esquecimento. Por cima disso despejou-se um balde de água gélida: a
regionalização voltava para o armário para não melindrar o Sr. Presidente da
República.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: 12pt;"&gt;Mais recentemente, não coube na “Visão Estratégica” para a década
mais que um punhado de referências fugazes à descentralização. &lt;b&gt;António Costa e
Silva, de resto, declarou publicamente não encontrar vantagens na
regionalização (embora as encontre, por sinal, na criação de duas
“macrorregiões” decalcadas nas Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto…).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: 12pt;"&gt;No passado dia 13 de Outubro, os representantes do poder local
elegeram pela primeira vez os presidentes das CCDR, com candidatos únicos em
quatro destes cinco organismos e, por isso, sem o imprescindível confronto
prévio de visões e projectos para as respetivas circunscrições regionais.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: 12pt;"&gt;Ouvir
em simultâneo alguns autarcas apelidá-la de “farsa” prejudicial à
regionalização e outros a denunciá-la como uma “regionalização encapotada”, uma
coisa e o seu contrário, é prova da sua inconsequência. Seja como for, um
democrata nunca deixará de trocar uma nomeação por uma eleição, mesmo que
insuficientemente maturada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;"&gt;Acrescente-se que não é raro serem os próprios campeões da
regionalização (veros ou de circunstância) a prestar um mau serviço à causa.
Assim é quando a usam como álibi para desacreditar e obstaculizar qualquer tentativa
de descentralização. O pregão que parecer irmanar a classe desses regionalistas
utópicos é justamente o de que nenhuma descentralização é boa porque ainda não
é a regionalização. O único efeito de tal maximalismo é alimentar a
bipolaridade entre uma regionalização adiada sine die e a perpetuação do
centralismo realmente existente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;"&gt;E, todavia, salta aos olhos que o atual modelo falhou. Que as
disparidades regionais e intrarregionais pouco ou nada se esbateram nas últimas
décadas e que a convergência com os padrões da UE continua a ser uma miragem,
com as ilustrativas exceções da Madeira e dos Açores, as duas únicas regiões
político-administrativas do país.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;"&gt;Após décadas de políticas regionais, supervisionadas pelas
CCDR, houve ou não uma interiorização da ideia de região, não já nos seus
aspectos folclóricos ou naturalistas mas no plano da consciência cívica e
política?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;"&gt;Embora duas sondagens recentes apontem para uma vitória
modesta do “sim” num hipotético segundo referendo, inescapável por obra da
malfadada revisão constitucional de 1997, sabemos que os antagonistas não
olharão a meios para sabotá-lo com a desinformação e a calúnia. E não se fazem
revisões constitucionais para reverter revisões constitucionais.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;"&gt;Entretanto, ninguém
procura responder a uma pergunta que se impunha para tomar o pulso à causa:
após décadas de políticas regionais supervisionadas pelas CCDR, houve ou não
uma interiorização da ideia de região, não já nos seus aspectos folclóricos ou
naturalistas mas no plano da consciência cívica e política?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;"&gt;A inércia de uns e a indigência de outros reduziram a causa da
regionalização a um lamentável jogo de máscaras à volta de um defunto ou,
quando muito, a uma alma penada. Se acreditarmos, com Novalis, que “a morte é
metamorfose”, talvez celebrar as exéquias da regionalização e fazer o luto seja
agora a única saída de um terreno cuja desminagem se afigura inviável e o
requisito para vislumbrar outros caminhos capazes de aliviar o país dessa
“coisa falsa, artificiosa e estéril, a centralização” (Antero, p. 25).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;"&gt;@ &lt;a href="https://www.publico.pt/2020/11/25/opiniao/noticia/elogio-funebre-regionalizacao-1937061" target="_blank"&gt;Rui Lage&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;"&gt;À memória de Pedro Baptista&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCreZ_UCTb7PP2OSy9Hpuvcck1FuL3tUH0celhgVFitN7aEDYwHrv0B986uVG36eVeCfzls4dxNW43tPgkRPKSSL8wLqt_dJY64eRUowwLBCKE4g_JY4hW6kuyDSK7xWB1hiYvvA/s72-c/livro_regionalizacao.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>REGIONALIZAÇÃO...SÓ COM MARCELO...!</title><link>https://regioes.blogspot.com/2019/06/regionalizacaoso-com-marcelo.html</link><category>Políticos e a Regionalização</category><category>Regionalização e os partidos</category><author>noreply@blogger.com (Antonio Almeida Felizes)</author><pubDate>Tue, 18 Jun 2019 19:55:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-17144067.post-2454186041351350662</guid><description>&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://cdn.cmjornal.pt/images/2018-05/img_818x455$2018_05_29_14_20_26_742579.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="445" data-original-width="800" height="354" src="https://cdn.cmjornal.pt/images/2018-05/img_818x455$2018_05_29_14_20_26_742579.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 20pt; line-height: 107%;"&gt;&lt;span style="color: #e06666;"&gt;Costa rejeita confronto com Marcelo em matéria de
regionalização&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 16pt;"&gt;&lt;b&gt;"Há que fazer uma avaliação sobre a oportunidade política da
introdução do tema, sabendo-se que o atual Presidente da República foi o
campeão do combate à regionalização”, disse Costa.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;O secretário-geral do PS, António Costa, recusou, em entrevista
ao Expresso, um confronto com o Presidente da República, Marcelo
Rebelo de Sousa, sobre a regionalização.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;“A pior coisa que podia acontecer para quem defende a
regionalização (…) era precipitarmos-nos numa confrontação com o Presidente da
República, com um risco de comprometer por mais 20 anos” o processo, afirma
António Costa, no dia em que o PS arranca com uma série de quatro convenções
temáticas, que culminam com uma convenção nacional em julho, cujo objetivo é a
construção do programa eleitoral para as legislativas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;Sobre esta matéria, o também primeiro-ministro&amp;nbsp;admite que
“o próprio Presidente possa ter evoluído na sua reflexão ao longo dos últimos
anos”, reiterando que “o PS sempre foi a favor da regionalização”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;“Mas depois&amp;nbsp;há que fazer uma avaliação sobre a
oportunidade política da introdução do tema,&amp;nbsp;sabendo-se que&amp;nbsp;o atual
Presidente da República foi o campeão do combate à regionalização”, acrescenta
António Costa. O secretário-geral do PS acrescenta que o líder do PSD, Rui Rio,
foi há 20 anos “um vice-campeão” e “hoje é um dos grandes defensores da
regionalização”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;Recorde-se que&amp;nbsp;&lt;a href="https://eco.sapo.pt/2018/04/18/governo-e-psd-abrem-a-porta-a-novos-acordos-alem-dos-fundos-e-da-centralizacao/" target="_blank"&gt;o Governo e o PSD assinaram a 18 de abril de 2018 dois acordos
sobre matérias estruturantes&lt;/a&gt;: um sobre descentralização e outro sobre os
fundos europeus e o próximo quadro comunitários de apoio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;“É absolutamente essencial que matérias como a reforma do
Estado sejam alvo de acordos políticos alargados. O país tem de se habituar a
ser capaz de construir compromissos políticos democráticos e é necessário
termos a capacidade de reunir esforços porque tem de ser uma estratégia do
conjunto da sociedade portuguesa”, disse, na altura, o primeiro-ministro.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;Na
mesma conferência de imprensa após&amp;nbsp;&lt;a href="https://eco.sapo.pt/2018/04/18/governo-e-psd-ja-assinaram-acordos-sobre-fundos-europeus-e-descentralizacao/" target="_blank"&gt;a assinatura dos acordos — que aconteceu longe das luzes da
ribalta&lt;/a&gt;&amp;nbsp;–, o líder do PSD,&amp;nbsp;Rui Rio disse que uma das reformas em
curso, e “mais estrutural”, é da descentralização de competências para as
autarquias.&amp;nbsp;Rio anunciou que iam ser realizados dois a três estudos por
entidades independentes, que preferencialmente deviam ser universidades, para
analisar o que deve ser feito ao nível da segunda fase da descentralização.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;Ou
seja, “organização subnacional do Estado e descentralização para a escala
regional, metropolitana e intermunicipal”, disse.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;&lt;a href="https://eco.sapo.pt/2019/02/03/rui-rio-diz-estar-tudo-em-aberto-sobre-regionalizacao-ou-descentralizacao/" target="_blank"&gt;Rui Rio no início do ano disse que&amp;nbsp;está “tudo em aberto”
sobre a regionalização ou a descentralização do país e que só em julho será
conhecida&lt;/a&gt;&amp;nbsp;a proposta da comissão criada&amp;nbsp;no Parlamento para
estudar a matéria. “Não é líquido que seja regionalização ou que não seja. Está
tudo em aberto. Também não foi dito para que não seja”, disse o líder
social-democrata.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;Ora, o ministro da Administração Interna&amp;nbsp;&lt;a href="https://eco.sapo.pt/2019/06/04/descentralizacao-esta-na-agenda-e-regionalizacao-sera-debatida-ate-outubro-diz-ministro/" target="_blank"&gt;disse, a semana passada, que o Governo colocou a
descentralização “na agenda” e que o arranque, na próxima legislatura, da
regionalização “estará em debate até outubro”&lt;/a&gt;, cabendo aos portugueses
“tomar as suas decisões”.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;O Governo fez, nesta legislatura, “o caminho que era
indispensável para pôr a descentralização na agenda”, sublinhou Eduardo Cabrita.
“Passos mais alargados do programa de descentralização, designadamente a um
nível supramunicipal, estarão em debate, certamente, até outubro e os
portugueses tomarão as suas decisões”, acrescentou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;Quanto a&amp;nbsp;Marcelo já fez saber que&amp;nbsp;&lt;a href="https://expresso.pt/politica/2018-05-01-Marcelo-nem-pensem-em-regionalizacao-sem-referendo" target="_blank"&gt;um processo de regionalização terá de passar sempre por um
referendo&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e que não aceita uma regionalização encapotada.&amp;nbsp;Rio
afina pelo mesmo diapasão e diz que&amp;nbsp;&lt;a href="https://eco.sapo.pt/2019/02/04/rio-so-aceita-regionalizacao-com-referendo-e-se-houver-reducao-da-despesa-publica/" target="_blank"&gt;só será a favor da regionalização se esta trouxer uma redução
da despesa pública, e defendeu que a sua concretização terá de passar por um
novo referendo.&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="color: #1a231a; font-family: &amp;quot;inherit&amp;quot; , serif; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;a href="https://eco.sapo.pt/2019/06/15/costa-rejeita-confronto-com-marcelo-em-materia-de-regionalizacao/" target="_blank"&gt;ECO&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="color: #999d99; font-family: &amp;quot;inherit&amp;quot; , serif; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;15 Junho 2019&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total></item><item><title>Lisboa e Porto querem avançar já com processo da regionalização</title><link>https://regioes.blogspot.com/2019/06/lisboa-e-porto-querem-avancar-ja-com.html</link><category>Políticos e a Regionalização</category><author>noreply@blogger.com (Antonio Almeida Felizes)</author><pubDate>Mon, 17 Jun 2019 05:05:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-17144067.post-970570577564945589</guid><description>&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://static.globalnoticias.pt/jn/image.aspx?brand=JN&amp;amp;type=generate&amp;amp;guid=c8d9bd4a-1183-452a-b018-b85f20adc9e6&amp;amp;w=744&amp;amp;h=495&amp;amp;t=20190603141831" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="495" data-original-width="744" height="424" src="https://static.globalnoticias.pt/jn/image.aspx?brand=JN&amp;amp;type=generate&amp;amp;guid=c8d9bd4a-1183-452a-b018-b85f20adc9e6&amp;amp;w=744&amp;amp;h=495&amp;amp;t=20190603141831" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 16pt; line-height: 107%;"&gt;&lt;span style="color: #3d85c6;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 16pt; line-height: 107%;"&gt;&lt;span style="color: #3d85c6;"&gt;Presidentes das áreas metropolitanas exigem referendo na próxima
legislatura. Reforma deve acumular com maior autonomia municipal.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #c00000;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;Os autarcas de Lisboa e de Gaia
ao leme político de 35 municípios (17 a norte e 18 a sul) querem mais. O
reforço da municipalização não chega. A eleição direta dos responsáveis das
áreas metropolitanas não chega. A regionalização, garantem, tem de avançar já
de forma cumulativa. E o "já" é na próxima legislatura. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;Recado para António Costa: o PS
tem de inscrever a reforma como obrigatória no programa eleitoral com que vai
apresentar-se às eleições legislativas de outubro. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;JN
- No vosso entendimento, o atual processo de descentralização pode substituir a
regionalização, pelo menos nos moldes clássicos em que foi pensada? E a
regionalização deve ou não constar no programa do PS candidato às legislativas?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;FM&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;
(Fernando Medina) - Este modelo de descentralização não exclui, mas complementa
a regionalização. Eu sou um acérrimo defensor da regionalização desde que o
debate se colocou pela primeira vez. E cada vez mais me convenço da sua
importância. E portanto deve constar do programa eleitoral do PS. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;Mas convém termos em conta a
realidade do país: tem de haver um modelo e um entendimento entre os partidos e
também a presidência da República sobre a matéria [parêntesis - é bom
reconhecer que o atual presidente da República foi o líder do PSD à época em
que foi blindado o avanço da regionalização com a inscrição na Constituição da
necessidade do referendo, fecha parêntesis...]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;JN
- E parece-lhe que o pensamento político do presidente evoluiu?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;FM&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt; - Bom, é
preciso falar com ele e perceber, porque temos de ser realistas sobre quais são
as condições para o processo avançar. Na minha opinião ele deve avançar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;JN
- E já no próximo ciclo legislativo?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;FM&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt; - Deve
avançar na próxima legislatura, o momento do ato eleitoral deve ser visto com
prudência para não comprometer a eficácia da regionalização. A qual não colide
nada com a descentralização dos municípios, nem com aquilo que os municípios
naturalmente já estão a subir em delegação de competências e por isso os dois
processos vão perfeitamente a par. Do que estamos a falar é da retirada de
competências do nível a que está. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;Hoje, o Estado central exerce
competências verdadeiramente absurdas. A regionalização deve avançar sem medos.
Agora, há quem não queira, e por isso temos de moderar o nosso entusiasmo. É
preciso porque não foi aprovada. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;Agora, há um segundo dossiê que
eu trataria de forma diferenciada, que é o facto de estarmos no tempo de dotar
as duas áreas metropolitanas de uma legitimidade própria.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;Hoje são associações
de municípios que estão a atingir um grau de maturidade no seu trabalho
conjunto elevado. Uma das vantagens negociais no caso do passe único foi termos
chegado ao Governo e dito: "Os municípios vão investir x no sistema de
transportes". No caso de Lisboa, sozinha, estamos a colocar 30 a 40
milhões por ano na Carris e todos os municípios concordaram colocar por ano
cerca de 30 milhões no sistema de transportes para a área metropolitana.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;Houve
unanimidade interpartidária. Quando chegamos à negociação temos outra
autoridade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;Quem já esta neste estado tão
elevado deve dar o passo em frente que é assegurar a legitimidade própria das
áreas metropolitanas. A eleição direta dos órgãos das áreas metropolitanas deve
por isso avançar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;EV&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt; (Eduardo
Vítor) - Eu até iria um pouco mais longe. O trabalho que está a ser feito no
âmbito deste processo de assunção de responsabilidades nos transportes é um
grande contributo para que num futuro próximo esse debate esteja já
suficientemente enraizado na sociedade portuguesa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;É bom não esquecer que no
referendo as pessoas olhavam para a regionalização sem poderem materializar
muito os seus efeitos. E por isso foram muito seduzidas injustamente por
aquelas lógicas de que significaria mais um estrato do poder político e de
emprego. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;Hoje as pessoas conseguem
perceber que a regionalização não é apenas uma reorganização do Estado, mas uma
reforma que se traduz na melhoria da qualidade de vida, mas também no reforço
da coesão do próprio país. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;Quando se referendou, era
regionalizar para retalhar, para dividir ainda mais. E o que temos mostrado é
que só há virtualidades em partirmos da base local para reorganizar recursos. A
legitimidade eleitoral fará com que as áreas metropolitanas também possam
avançar de uma forma mais forte.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;JN&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;- Não temem que essas várias camadas de
poder possam degenerar numa batalha pelo próprio exercício do poder e que haja
muita gente a regatear fundos?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;EV&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt; - Nada
será pior do que o hipercentralismo que tanto se sente em Lisboa como em Gaia.
O que defendemos é que cada coisa tem de estar no seu estado próprio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;(…)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;@&lt;a href="https://www.jn.pt/nacional/interior/lisboa-e-porto-querem-avancar-ja-com-processo-da-regionalizacao-10971817.html" target="_blank"&gt;JN&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>MARCELO É OBSTÁCULO À REGIONALIZAÇÃO ...!</title><link>https://regioes.blogspot.com/2019/03/marcelo-e-obstaculo-regionalizacao.html</link><category>Políticos e a Regionalização</category><author>noreply@blogger.com (Antonio Almeida Felizes)</author><pubDate>Sun, 17 Mar 2019 01:28:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-17144067.post-8318632471070081441</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://cdnimages01.azureedge.net/renascenca/doc2018122025312733miguelalopes_7286047634_base.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="449" data-original-width="800" height="358" src="https://cdnimages01.azureedge.net/renascenca/doc2018122025312733miguelalopes_7286047634_base.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h1 style="box-sizing: border-box; font-family: Roboto_Slab, serif; font-size: 2.2em; line-height: 1.16; margin: 0px 0px 0.57539em;"&gt;
Costa não crê em avanço da regionalização "nos mandatos" de Marcelo&lt;/h1&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style="font-family: Roboto, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 21.6px;"&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;Convém conhecer a história de como fracassou o anterior referendo à regionalização e qual o quadro que o então líder do PSD, Marcelo Rebelo de Sousa, criou para que o processo possa um dia ser retomado", disse o primeiro-ministro em entrevista ao Porto Canal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style="font-family: Roboto_slab, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style="font-family: Roboto_slab, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 18px;"&gt;O primeiro-ministro, António Costa, declarou na passada sexta-feira não acreditar que a regionalização avance significativamente "nos mandatos do atual Presidente da República", argumentando que perante a "posição histórica" de Marcelo Rebelo de Sousa &lt;b&gt;deve evitar-se esse "tema fraturante&lt;/b&gt;".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style="font-family: Roboto_slab, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="box-sizing: border-box; font-family: Roboto_slab, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 18px; margin-bottom: 1.26585em;"&gt;
"&lt;b&gt;Não creio que nos mandatos do atual Presidente da República o processo avance significativamente&lt;/b&gt;. Convém conhecer a história de como fracassou o anterior referendo à regionalização e qual o quadro que o então líder do PSD, Marcelo Rebelo de Sousa, criou para que o processo possa um dia ser retomado", disse António Costa.&lt;/div&gt;
&lt;div style="box-sizing: border-box; font-family: Roboto_slab, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 18px; margin-bottom: 1.26585em;"&gt;
Em entrevista ao Porto Canal, o chefe do Governo recorda o processo de revisão constitucional de 1997, que se seguiu ao fracasso da regionalização em referendo nacional, no qual &lt;b&gt;o PSD, liderado por Marcelo Rebelo de Sousa, "impôs um mecanismo que exige obrigatoriamente referendo para se poder avançar na regionalização&lt;/b&gt;, quer um referendo sobre o 'sim' à regionalização, quer depois referendos sobre o mapa em concreto".&lt;/div&gt;
&lt;div data-google-query-id="CIHa9-_yh-ECFXgGBgAdy7UK8Q" id="div-gpt-ad-1520423817788-0" style="box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div id="google_ads_iframe_/21677550463/RR_ROS_VideoInContent_0__container__" style="border: 0pt none; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div class="plista_widget_outstream lp_plista_outstream" data-display="" id="plista_widget_outstream_5c8d91cda3f1c30" style="box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;iframe data-google-container-id="4" data-load-complete="true" frameborder="0" height="1" id="google_ads_iframe_/21677550463/RR_ROS_VideoInContent_0" marginheight="0" marginwidth="0" name="google_ads_iframe_/21677550463/RR_ROS_VideoInContent_0" scrolling="no" style="border-style: initial; border-width: 0px; box-sizing: border-box; vertical-align: bottom;" title="3rd party ad content" width="1"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="box-sizing: border-box; font-family: Roboto_slab, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 18px; margin-bottom: 1.26585em;"&gt;
António Costa concluiu mais à frente: "Tendo em conta a posição histórica do Presidente da República, acho que também devemos evitar colocar um tema fraturante entre os decisores políticos e o Presidente da República, entre o país e o Presidente da República".&lt;/div&gt;
&lt;div style="box-sizing: border-box; font-family: Roboto_slab, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 18px; margin-bottom: 1.26585em;"&gt;
O primeiro-ministro, que sublinhou ter sido sempre favorável ao processo de regionalização, apontou aquilo que tem sido cumprido pelo Governo no âmbito da descentralização para os municípios e para as freguesias, considerando tratar-se de um "avanço significativo".&lt;/div&gt;
&lt;div style="box-sizing: border-box; font-family: Roboto_slab, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 18px; margin-bottom: 1.26585em;"&gt;
"Estamos a fazer o que podemos fazer: freguesia e município", declarou, referindo também a eleição dos presidentes das Comissões de Coordenação de Desenvolvimento Regional (CCDR) pelos autarcas.&lt;/div&gt;
&lt;div style="box-sizing: border-box; font-family: Roboto_slab, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 18px; margin-bottom: 1.26585em;"&gt;
Para o primeiro-ministro, "consolidar o atual modelo das CCDR, consolidar a eleição dos seus dirigentes, é um passo que ajudará o país a ganhar confiança" no processo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="box-sizing: border-box; font-family: Roboto_slab, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 18px; margin-bottom: 1.26585em;"&gt;
"&lt;b&gt;O voluntarismo com que o tema foi tratado há 20 anos deve servir de lição para todos&lt;/b&gt;", vincou, argumentando que, quando o tema for retomado, deverá ser "&lt;b&gt;em bases sólidas de grande consenso nacional, sem fantasmas sobre o despesismo, sobre a fratura do país, de uma forma consolidada&lt;/b&gt;".&lt;/div&gt;
&lt;div style="box-sizing: border-box; font-family: Roboto_slab, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 18px; margin-bottom: 1.26585em;"&gt;
Para António Costa, este é um tema que "&lt;b&gt;deve ser gerido com a devida sabedoria e não com precipitações&lt;/b&gt;".&lt;/div&gt;
&lt;div style="box-sizing: border-box; font-family: Roboto_slab, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 18px; margin-bottom: 1.26585em;"&gt;
(...)&lt;/div&gt;
&lt;div style="box-sizing: border-box; font-family: Roboto_slab, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 18px; margin-bottom: 1.26585em;"&gt;
@ &lt;a href="https://rr.sapo.pt/noticia/144536/costa-nao-cre-em-avanco-da-regionalizacao-nos-mandatos-de-marcelo" target="_blank"&gt;RR&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style="font-family: Roboto_slab, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style="font-family: Roboto_slab, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total></item><item><title>"PORTUGAL É O PAÍS MAIS CENTRALISTA DA EUROPA"</title><link>https://regioes.blogspot.com/2019/03/portugal-e-o-pais-mais-centralista-da.html</link><category>centralismo</category><category>interioridade</category><author>noreply@blogger.com (Antonio Almeida Felizes)</author><pubDate>Fri, 15 Mar 2019 19:12:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-17144067.post-7841423599282214993</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://www.diariodetrasosmontes.com/sites/default/files/hernani2019_dtom.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="516" data-original-width="800" height="412" src="https://www.diariodetrasosmontes.com/sites/default/files/hernani2019_dtom.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;
&lt;span style="color: #c00000; line-height: 107%;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;“Estamos num país que
está tão inclinado para o litoral que qualquer dia se afoga"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #44525e; font-size: 14px; margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O presidente da Câmara de Bragança afirmou que Portugal é "o país mais centralista da Europa" ao comentar a distribuição de fundos comunitários entre o litoral e o interior e ao pedir mais financiamento para a cooperação transfronteiriça.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #44525e; margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;"Estamos no país mais centralista da Europa e, com o Governo atual, estamos a assistir a uma toada centralista como nunca se viu", disse Hernâni Dias (PSD) que falava em Bucareste, na Roménia, onde decorre a 8.ª Cimeira Europeia das Regiões e dos Municípios.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #44525e; margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O autarca de Bragança disse que, enquanto se fala na Europa de coesão territorial, "em Portugal, quando há uma transposição dessas políticas para o nível nacional, o que se verifica é que há um grande desfasamento e não se consegue promover a coesão territorial".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #44525e; margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;"Há um desfasamento porque o que tem acontecido em quadros comunitários é que há uma concentração de aplicação de recursos no litoral. Estamos num país a pender completamente para o litoral. Até costumo brincar e dizer que está tão inclinado para o litoral que qualquer dia se afoga", referiu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #44525e; margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O presidente da Câmara de Bragança deu como exemplo o mapa do futuro Plano Nacional de Investimentos (PNI) que tem em vista ações entre 2020 e 2030, apontando que "todas as infraestruturas, sejam rodoviárias ou ferroviárias, concentram-se no litoral", e vincou a necessidade de existir "muito mais financiamento para a cooperação transfronteiriça".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #44525e; margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;"A nossa fronteira com Espanha tem cerca de 1.200 quilómetros. Em cerca de 100 quilómetros está concentrada cerca de 90% da população. Isto mostra bem a necessidade de termos de investir na relação transfronteiriça", afirmou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #44525e; margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Outro dos exemplos dado pelo autarca de Bragança prende-se com o passe social e a diferença de verbas para as Áreas Metropolitanas do Porto e Lisboa em relação a outras regiões.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #44525e; margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;"Vão ser aplicados 104 milhões de euros na redução dos passes sociais em Lisboa e no Porto. Na Comunidade Intermunicipal Terras de Trás-os-Montes esse valor é de 175 mil euros. É vergonhoso quando temos territórios afastados da zona urbana e são os municípios que têm de suportar essas despesas", disse, acrescentando que o município de Bragança, para evitar que as concessões de meio rural para a parte urbana não abandonem o território, paga uma compensação anual de 180 mil euros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #44525e; margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;"Não sentimos inveja de ninguém quando o dinheiro é aplicado, mas sentimos frustração. É pena que os Governos com uma atitude centralista vão buscar o dinheiro comunitário dos territórios onde ele efetivamente é necessário e depois vão lá sacá-lo e levam para o litoral", acrescentou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #44525e; margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Admitindo ser um convicto regionalista, Hernâni Dias disse ainda acreditar que "com um novo desenho a nível nacional" será possível a Portugal "ter uma outra capacidade de gestão e de influenciar de políticas" a nível europeu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #44525e; margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quanto ao Brexit, lembrou o "impacto muito negativo na economia local e nacional" que uma saída da UE pode ter na "capacidade exportadora do país".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #44525e; margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A Cimeira Europeia das Regiões e dos Municípios, que acontece de dois em dois anos, foi criada com o objetivo de garantir que os órgãos de poder local e regional contribuem plenamente para os debates mais relevantes na UE.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #44525e; margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O Comité das Regiões Europeu, criado em 1994 na sequência da assinatura do Tratado de Maastricht, é a assembleia da UE dos representantes regionais e locais dos 28 Estados-membros, sendo atualmente composto por 350 membros efetivos, 12 deles portugueses.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #44525e; font-family: Merryweather, Lato, &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, Exo, Raleway, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #44525e; font-family: Merryweather, Lato, &amp;quot;Open Sans&amp;quot;, Exo, Raleway, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; text-align: justify;"&gt;
@ &lt;a href="https://www.diariodetrasosmontes.com/noticia/hernani-dias-diz-que-portugal-e-o-pais-mais-centralista-da-europa" target="_blank"&gt;Diário de Trás-os-Montes&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>"CONTRIBUINTES JÁ SE HABITUARAM A FINANCIAR OS PRIVILÉGIOS DE LISBOA"</title><link>https://regioes.blogspot.com/2019/03/contribuintes-ja-se-habituaram.html</link><category>centralismo</category><category>Lisboa e província</category><author>noreply@blogger.com (Antonio Almeida Felizes)</author><pubDate>Fri, 1 Mar 2019 15:50:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-17144067.post-2811870008729266661</guid><description>&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiQGP-XFJJiaaUbw27lri2cOIjCW-dEW8lmDsV1f3pXDQZUUm-MROaUD7kqlw-nVbflp_pivEEFVjf5WXgHaIMeRoFwwtKOkukzvy_cnwyV_VRsU0onh_Um8zHbKu7DzNOn0w2YYA/s1600/alojamento.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="178" data-original-width="540" height="210" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiQGP-XFJJiaaUbw27lri2cOIjCW-dEW8lmDsV1f3pXDQZUUm-MROaUD7kqlw-nVbflp_pivEEFVjf5WXgHaIMeRoFwwtKOkukzvy_cnwyV_VRsU0onh_Um8zHbKu7DzNOn0w2YYA/s640/alojamento.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; line-height: 107%;"&gt;&lt;span style="color: #990000; font-size: x-large;"&gt;O diploma publicado em Diário da República prevê que a oferta
de alojamento estudantil duplique em 10 anos em várias cidades do país.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;A oferta de alojamento estudantil vai aumentar nos próximos
anos. Pelo menos é este o objetivo do diploma publicado ontem em Diário da
República que aponta a transformação de palácios, pousadas da juventude, um
mosteiro e até as instalações do Ministério da Educação em residências
estudantis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;Para Vital Moreira “&lt;b&gt;Lisboa é mais uma vez a grande ganhadora
de um programa nacional de investimento”, pois “60% das novas camas no programa
de alojamento de estudantes do Ensino Superior” vão ficar na capital.&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;Mas esta situação não constitui propriamente uma novidade,
defende o constitucionalista no seu blogue Causa Nossa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;Não é “nada que surpreenda excessivamente quem se habitou a
ver, por via de regra, os contribuintes de todo o país a financiarem os
privilégios da capital, neste caso favorecendo as universidades de Lisboa”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;Vital Moreira critica também o facto de &lt;b&gt;o “centralismo do
nosso país” ser caracterizado pela “concentração de universidades públicas em
Lisboa&lt;/b&gt;, nada menos do que três, mas já tendo sido quatro antes da fusão das
antigas universidades Clássica e Técnica”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 14.0pt; line-height: 107%;"&gt;E, por fim, o comentador refere que, “enquanto a Universidade
do Porto tem universidades públicas concorrentes nas capitais de distrito mais
próximas (Braga e Aveiro), Lisboa conseguiu acumular universidades públicas, ao
mesmo tempo que beneficiava da falta de universidades concorrentes em Setúbal e
Santarém”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot; , serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;"&gt;@ &lt;a href="https://www.noticiasaominuto.com/politica/1206718/contribuintes-ja-se-habituaram-a-financiar-os-privilegios-de-lisboa?fbclid=IwAR3wuUGP3s_-0SDv8lCCv6nXW7uUgjPfmO1L5odo8xNs_M2AQU_ayWrHgwA" target="_blank"&gt;Notícias ao Minuto&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiQGP-XFJJiaaUbw27lri2cOIjCW-dEW8lmDsV1f3pXDQZUUm-MROaUD7kqlw-nVbflp_pivEEFVjf5WXgHaIMeRoFwwtKOkukzvy_cnwyV_VRsU0onh_Um8zHbKu7DzNOn0w2YYA/s72-c/alojamento.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>CONSTITUIÇÃO, O CAPÍTULO ADIADO</title><link>https://regioes.blogspot.com/2019/02/constituicao-o-capitulo-adiado.html</link><category>Constituição</category><author>noreply@blogger.com (Antonio Almeida Felizes)</author><pubDate>Wed, 20 Feb 2019 06:47:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-17144067.post-65206894238380466</guid><description>&lt;div class="intro" style="background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: &amp;quot;Signika Negative&amp;quot;, sans-serif;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh1BWCowwNV7hqOBqNa3dsrGQ5hY1W1AsE4xRpahhcJ3YNa14Kpg29qyjChSuxDhI2KlZxsm3qvCK6IV_lKW6NUJPq6j9t93KjIzFFwFowCRyjuyuDH6nez5rGKVp_tS8zOw_C7Nw/s1600/capitulo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="252" data-original-width="400" height="402" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh1BWCowwNV7hqOBqNa3dsrGQ5hY1W1AsE4xRpahhcJ3YNa14Kpg29qyjChSuxDhI2KlZxsm3qvCK6IV_lKW6NUJPq6j9t93KjIzFFwFowCRyjuyuDH6nez5rGKVp_tS8zOw_C7Nw/s640/capitulo.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="box-sizing: border-box; margin-bottom: 10px;"&gt;
&lt;span style="color: #990000; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Cremos não constituir qualquer novidade que a Constituição da República Portuguesa, verdadeira alma mater do nosso ordenamento jurídico, possui no seu corpo de texto todo um Capítulo (IV) sobre as regiões administrativas.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #0d0c0c; font-family: &amp;quot;Signika Negative&amp;quot;, sans-serif; font-size: 16px;" /&gt;
&lt;div class="text" style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #0d0c0c; font-family: &amp;quot;Signika Negative&amp;quot;, sans-serif; font-size: 17px;"&gt;
&lt;div style="box-sizing: border-box; margin-bottom: 10px;"&gt;
Sendo defensável que nas primeiras décadas de maturidade da nossa democracia a materialização deste nível decisório intermédio não tenha constituído uma prioridade, o facto de o regime democrático ter já alcançado uma madura idade, começa a tornar insustentável a não materialização de todo este Capítulo da Constituição.&lt;/div&gt;
&lt;div style="box-sizing: border-box; margin-bottom: 10px;"&gt;
Todos conhecemos a história do sucedido com o referendo sobre a Regionalização em Portugal realizado em 1988, onde a coberto da falta de vontade política, se preferiu dividir/confundir os portugueses em torno do mapa da regionalização do que agregar em função do virtuosismo da materialização deste novo modelo de organização administrativa do país.&lt;/div&gt;
&lt;div style="box-sizing: border-box; margin-bottom: 10px;"&gt;
Sendo que, desde então, várias foram as tentativas de trilhar o caminho tendente à Regionalização como por exemplo, através da reforma preconizada pelo ex-ministro Miguel Relvas, através da criação das Comunidades Intermunicipais (2013), entidades que por supramunicipais, se pretendia que fossem um caminho para a almejada Regionalização.&lt;/div&gt;
&lt;div style="box-sizing: border-box; margin-bottom: 10px;"&gt;
Seis anos de atividade decorridos, a experiência prática demonstra que (1) pela heterogeneidade dos municípios que foram agregando; (2) pelo seu desajuste relativamente à malha de serviços desconcentrados da Administração Pública (porquanto não raras vezes, dentro da mesma Comunidade Intermunicipal, vários municípios respondem a Direções Regionais territorialmente distintas) mas acima de tudo (3) pela falta de representatividade direta dos seus dirigentes (eleitos inter pares e não diretamente pelos cidadãos dos territórios que representam), as Comunidades Intermunicipais, na sua generalidade, não têm conseguido assumir-se como uma verdadeiro pólo agregador das vontades dos respetivos territórios. &amp;nbsp;&lt;br style="box-sizing: border-box;" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="box-sizing: border-box; margin-bottom: 10px;"&gt;
Numa outra latitude, a atividade das Comissões de Coordenação de Desenvolvimento Regional (nomeadamente os seus Conselhos Regionais), igualmente em resultado da falta de legitimação democrática dos seus decisores, também não conseguiu “fazer esquecer” as regiões administrativas previstas pela Constituição. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="box-sizing: border-box; margin-bottom: 10px;"&gt;
Aqui chegados, considerando o pensamento público dos principais protagonistas políticos em atividade e a realidade atual do país (onde uma parte significativa dos serviços desconcentrados dos mais variados Ministérios já se encontram arrumados em Direcções Regionais), cremos ser este o momento de colocar a Regionalização efetivamente na agenda política do país.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="box-sizing: border-box; margin-bottom: 10px;"&gt;
Assumindo-nos enquanto regionalistas convictos cumpre no entanto alertar para três desafios muito concretos que a Regionalização convoca.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="box-sizing: border-box; margin-bottom: 10px;"&gt;
Em primeiro lugar, quando muito se fala do centralismo lisboeta (e com algum fundamento), no Norte de Portugal, muita atenção para um perigoso “portocentrismo” que parece começar a fazer o seu caminho.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="box-sizing: border-box; margin-bottom: 10px;"&gt;
Relevante será também a assunção de que, independentemente do mapa final, a Área Metropolitana do Porto não poderá ser agregada a Trás-os-Montes e Alto Douro. Região que pelas suas especificidades particulares deverá assumir-se como tal.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="box-sizing: border-box; margin-bottom: 10px;"&gt;
Importará também que os decisores políticos tenham vontade efetiva de alocar às novas regiões do Interior os instrumentos políticos e financeiros para que possa ser definitivamente vencido o fosso existente em matéria de desenvolvimento.&lt;/div&gt;
&lt;div style="box-sizing: border-box; margin-bottom: 10px;"&gt;
Mas, fundamental, é que a Regionalização rompa com a sua atual condição: deixe de ser um Capítulo Adiado…&lt;/div&gt;
&lt;div style="box-sizing: border-box; margin-bottom: 10px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="box-sizing: border-box; margin-bottom: 10px;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
@ Tiago P. Fernandes – &lt;a href="https://www.avozdetrasosmontes.pt/noticia/20923" target="_blank"&gt;A Voz de Trás-os-Montes&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh1BWCowwNV7hqOBqNa3dsrGQ5hY1W1AsE4xRpahhcJ3YNa14Kpg29qyjChSuxDhI2KlZxsm3qvCK6IV_lKW6NUJPq6j9t93KjIzFFwFowCRyjuyuDH6nez5rGKVp_tS8zOw_C7Nw/s72-c/capitulo.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>REGIONALIZAÇÃO, O PROJETO ADIADO DA CONSTITUIÇÃO DE 1976</title><link>https://regioes.blogspot.com/2019/02/regionalizacao-o-projeto-adiado-da.html</link><category>historia da regionalização</category><author>noreply@blogger.com (Antonio Almeida Felizes)</author><pubDate>Tue, 19 Feb 2019 03:22:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-17144067.post-9152905236785659674</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://bordalo.observador.pt/400x,q85/https://s3.observador.pt/wp-content/uploads/2015/05/6517676_utqgc_770x433_acf_cropped.jpeg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="225" data-original-width="400" height="360" src="https://bordalo.observador.pt/400x,q85/https://s3.observador.pt/wp-content/uploads/2015/05/6517676_utqgc_770x433_acf_cropped.jpeg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="t-article-content-intro-1 selectionShareable" style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #2a2a2a; font-family: NoticiasText, serif; font-size: 2.2rem; font-stretch: normal; font-weight: 600; letter-spacing: -0.005em; line-height: 1.18182; margin-bottom: 2.5rem;"&gt;
&lt;span style="box-sizing: border-box;"&gt;As regiões administrativas, previstas na Constituição de 1976 como um nível de poder intermédio entre o Estado central e as autarquias locais, fez parte de vários programas de Governo, mas tem sido um projeto sucessivamente adiado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="selectionShareable" style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #1d2022; font-family: NoticiasText, serif; font-size: 19px; letter-spacing: 0.02em; margin-bottom: 2.5rem;"&gt;
Atualmente, o tema voltou novamente à discussão, em consequência do processo de descentralização de competências para as autarquias em curso e de vozes que se fazem ouvir de novo a favor da divisão do país em regiões como a melhor forma de aproveitar as potencialidades de fundos europeus e a proximidade do poder aos cidadãos.&lt;/div&gt;
&lt;div class="plista_widget_outstream" data-widget="" id="plista_widget_outstream_5c6a0b5ad8e5941" style="background-color: white; box-sizing: border-box; clear: both; color: #1d2022; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 19px; height: 0px; overflow: hidden; position: relative;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="selectionShareable" style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #1d2022; font-family: NoticiasText, serif; font-size: 19px; letter-spacing: 0.02em; margin-bottom: 2.5rem;"&gt;
O inquérito "Organização do Estado e as competências dos municípios", realizado pelo ISCTE -- Instituto Universitário de Lisboa, apresentado esta semana, revelou que pelo menos dois terços dos autarcas são favoráveis à regionalização a curto prazo e que esta opinião é transversal a dirigentes locais de todos os partidos políticos, embora mais acentuada à esquerda.&lt;/div&gt;
&lt;div class="selectionShareable" style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #1d2022; font-family: NoticiasText, serif; font-size: 19px; letter-spacing: 0.02em; margin-bottom: 2.5rem;"&gt;
De acordo com o estudo, 77% dos autarcas quer a criação de regiões administrativas no curto prazo e 84% destes defendem regiões administrativas com órgãos próprios eleitos diretamente.&lt;/div&gt;
&lt;div class="selectionShareable" style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #1d2022; font-family: NoticiasText, serif; font-size: 19px; letter-spacing: 0.02em; margin-bottom: 2.5rem;"&gt;
Segundo os resultados, 83% dos autarcas das áreas metropolitanas defendem a criação de um governo metropolitano, eleito por sufrágio.&lt;/div&gt;
&lt;div class="selectionShareable" style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #1d2022; font-family: NoticiasText, serif; font-size: 19px; letter-spacing: 0.02em; margin-bottom: 2.5rem;"&gt;
No mesmo dia da apresentação, o primeiro-ministro, António Costa, defendeu eleições diretas para as áreas metropolitanas já em 2021 e considerou que o debate sobre a regionalização deve ser relançado na próxima legislatura, antecedendo um referendo e afastado de atos eleitorais.&lt;/div&gt;
&lt;div class="selectionShareable" style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #1d2022; font-family: NoticiasText, serif; font-size: 19px; letter-spacing: 0.02em; margin-bottom: 2.5rem;"&gt;
"O debate fora de tempo conduzirá inevitavelmente ao insucesso do seu resultado. Fazê-lo no seu devido tempo significa fazê-lo num momento de serenidade e não de diferenciação política. Este debate deve ser feito com base em informação clara, fidedigna e segura", disse, já depois de ter lamentado que a discussão travada em 1997 não tenha reunido essas condições de objetividade.&lt;/div&gt;
&lt;div class="selectionShareable" style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #1d2022; font-family: NoticiasText, serif; font-size: 19px; letter-spacing: 0.02em; margin-bottom: 2.5rem;"&gt;
Para "preparar" uma eventual regionalização, o Governo tem em curso um processo de descentralização de competências do Estado central para os municípios e as freguesias em mais de 20 áreas e que prevê estar concluída em 2021.&lt;/div&gt;
&lt;div class="selectionShareable" style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #1d2022; font-family: NoticiasText, serif; font-size: 19px; letter-spacing: 0.02em; margin-bottom: 2.5rem;"&gt;
No entanto, ao longo dos Governos das últimas décadas, foram várias as tentativas falhadas de criar regiões em Portugal.&lt;/div&gt;
&lt;div class="selectionShareable" style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #1d2022; font-family: NoticiasText, serif; font-size: 19px; letter-spacing: 0.02em; margin-bottom: 2.5rem;"&gt;
No início dos anos 1990, quando Aníbal Cavaco Silva era primeiro-ministro, intensificou-se um debate acerca da criação das regiões administrativas.&lt;/div&gt;
&lt;div class="selectionShareable" style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #1d2022; font-family: NoticiasText, serif; font-size: 19px; letter-spacing: 0.02em; margin-bottom: 2.5rem;"&gt;
Em 1991 foi aprovada a Lei-Quadro das Regiões Administrativas (Lei n.º 56/91), que definia os órgãos e as respetivas competências e um regime eleitoral para as futuras regiões.&lt;/div&gt;
&lt;div class="selectionShareable" style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #1d2022; font-family: NoticiasText, serif; font-size: 19px; letter-spacing: 0.02em; margin-bottom: 2.5rem;"&gt;
No entanto, a revisão constitucional de 1997 obrigou a que a criação de regiões esteja dependente da sua aprovação em referendo popular.&lt;/div&gt;
&lt;div class="selectionShareable" style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #1d2022; font-family: NoticiasText, serif; font-size: 19px; letter-spacing: 0.02em; margin-bottom: 2.5rem;"&gt;
No primeiro Governo do socialista António Guterres (1995-1999) a discussão à volta do tema levou a um acordo à esquerda, que chegou à proposta de criação de oito regiões, com a aprovação da Lei da Criação das Regiões Administrativas (Lei 19/98).&lt;/div&gt;
&lt;div class="selectionShareable" style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #1d2022; font-family: NoticiasText, serif; font-size: 19px; letter-spacing: 0.02em; margin-bottom: 2.5rem;"&gt;
Estas regiões seriam a base da organização proposta no referendo realizado em 1998.&lt;/div&gt;
&lt;div class="selectionShareable" style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #1d2022; font-family: NoticiasText, serif; font-size: 19px; letter-spacing: 0.02em; margin-bottom: 2.5rem;"&gt;
O acordo esbarrou na discordância do PSD, liderado então por Marcelo Rebelo de Sousa, e do CDS, de Paulo Portas.&lt;/div&gt;
&lt;div class="selectionShareable" style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #1d2022; font-family: NoticiasText, serif; font-size: 19px; letter-spacing: 0.02em; margin-bottom: 2.5rem;"&gt;
O referendo, realizado em 08 de novembro de 1998, continha duas questões, uma acerca da "instituição em concreto das regiões administrativas" e uma outra em se perguntou aos cidadãos se concordavam com a "instituição em concreto da região administrativa da sua área de recenseamento eleitoral".&lt;/div&gt;
&lt;div class="selectionShareable" style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #1d2022; font-family: NoticiasText, serif; font-size: 19px; letter-spacing: 0.02em; margin-bottom: 2.5rem;"&gt;
Mais de 60% dos votantes responderam "não" a ambas as questões. No entanto, mesmo que a maioria dos cidadãos tivesse aprovado a regionalização, o referendo não foi vinculativo, porque mais de 50% dos eleitores inscritos não foi votar.&lt;/div&gt;
&lt;div class="selectionShareable" style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #1d2022; font-family: NoticiasText, serif; font-size: 19px; letter-spacing: 0.02em; margin-bottom: 2.5rem;"&gt;
Depois do falhanço do referendo, foram várias as tentativas de descentralização dos sucessivos governos.&lt;/div&gt;
&lt;div class="selectionShareable" style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #1d2022; font-family: NoticiasText, serif; font-size: 19px; letter-spacing: 0.02em; margin-bottom: 2.5rem;"&gt;
No Governo de Durão Barroso (2002-2004), a coligação PSD/CDS criou um mapa regional constituído por Áreas Metropolitanas, Comunidades Urbanas e Comunidades Intermunicipais, uma reforma que ficou conhecida como a "Reforma Relvas" por ter sido idealizada pelo social-democrata Miguel Relvas.&lt;/div&gt;
&lt;div class="selectionShareable" style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #1d2022; font-family: NoticiasText, serif; font-size: 19px; letter-spacing: 0.02em; margin-bottom: 2.5rem;"&gt;
Como primeiro-ministro de um Governo PSD-PP, Santana Lopes (2002-2005) descentralizou algumas secretarias de Estado, que passaram a funcionar fora de Lisboa, uma medida abandonada pelo Governo que se seguiu, do socialista José Sócrates (2005-2009).&lt;/div&gt;
&lt;div class="selectionShareable" style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #1d2022; font-family: NoticiasText, serif; font-size: 19px; letter-spacing: 0.02em; margin-bottom: 2.5rem;"&gt;
O seguinte Governo PSD/CDS-PP voltou a apostar na descentralização de competências para municípios e freguesias, e elaborou o atual mapa de 21 Comunidades Intermunicipais, associações de municípios em defesa de interesses comuns.&lt;/div&gt;
&lt;div class="selectionShareable" style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #1d2022; font-family: NoticiasText, serif; font-size: 19px; letter-spacing: 0.02em; margin-bottom: 2.5rem;"&gt;
Atualmente, as duas Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto podem já desempenhar competências próprias, nomeadamente ao nível de desenvolvimento e projetos, gestão de fundos comunitários e como autoridades de transporte, e existe também um plano de cinco regiões com base na existência das Comissões de Coordenação Regional do Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve.&lt;/div&gt;
&lt;div class="selectionShareable" style="background-color: white; box-sizing: border-box; color: #1d2022; font-family: NoticiasText, serif; font-size: 19px; letter-spacing: 0.02em; margin-bottom: 2.5rem;"&gt;
&lt;a href="https://www.jn.pt/nacional/interior/regionalizacao-o-projeto-adiado-da-constituicao-de-1976-10587589.html" target="_blank"&gt;JN&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>REGIONALIZAÇÃO E O CEPTICISMO DA SUA CONCRETIZAÇÃO</title><link>https://regioes.blogspot.com/2019/02/regionalizacao-e-o-cepticismo-da-sua.html</link><category>que futuro?</category><category>regionalização</category><author>noreply@blogger.com (Antonio Almeida Felizes)</author><pubDate>Mon, 18 Feb 2019 02:23:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-17144067.post-2543846917445809803</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh9lnET4AmxdOP-_5cAM5QnZJDLXNR5XJZnz7w3XI99GbdJkGQG_DU5OZAFPjh07Rw2BjPWXGz9SV9VO33b7KqzcT60ZYSmw4YmgmCq-ApEEFT0TyNhxm4LtoaTfHrLPnixvTo_/s1600/information-overload.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1412" data-original-width="1600" height="564" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh9lnET4AmxdOP-_5cAM5QnZJDLXNR5XJZnz7w3XI99GbdJkGQG_DU5OZAFPjh07Rw2BjPWXGz9SV9VO33b7KqzcT60ZYSmw4YmgmCq-ApEEFT0TyNhxm4LtoaTfHrLPnixvTo_/s1600/information-overload.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;h1 class="entry-title" style="background-color: white; border: 0px; font-family: &amp;quot;Droid Serif&amp;quot;, serif; font-size: 34px; font-stretch: inherit; font-variant-east-asian: inherit; font-variant-numeric: inherit; letter-spacing: -0.5px; line-height: 1.25em; margin: 10px 0px 0px; padding: 0px; text-shadow: rgb(255, 255, 255) 0px 1px 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="color: #3d85c6;"&gt;Professor de Coimbra que estudou tentativas de regionalização cético em relação à sua concretização&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style="color: #3d85c6;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style="background-color: white; border: 0px; color: #444444; font-family: &amp;quot;droid serif&amp;quot; , serif; font-size: 20px; font-stretch: inherit; font-weight: 600; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;O docente da Universidade de Coimbra Daniel Gameiro Francisco não acredita que seja desta vez que a regionalização vá para a frente, afirmando que o tema surge ciclicamente há décadas, associado à preparação dos debates que antecedem eleições.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style="background-color: white; border: 0px; color: #444444; font-family: &amp;quot;droid serif&amp;quot; , serif; font-size: 20px; font-stretch: inherit; font-weight: 600; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style="background-color: white; border: 0px; color: #444444; font-family: &amp;quot;droid serif&amp;quot; , serif; font-size: 20px; font-stretch: inherit; font-weight: 600; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="text-paragraph" data-userway-font-size="16" style="border: 0px; font-stretch: inherit; font-variant-east-asian: inherit; font-variant-numeric: inherit; font-weight: 400; line-height: inherit; margin-bottom: 14px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="background-color: white; border: 0px; color: #444444; font-family: &amp;quot;droid serif&amp;quot; , serif; font-size: 20px; font-stretch: inherit; font-weight: 600; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Daniel Gameiro Francisco, professor na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra que desenvolveu trabalhos sobre o tema, considera que “o sistema político se viciou em falar em descentralização e em regionalização” periodicamente “como quem vai regularmente a uma missa ou a uma cerimónia qualquer”, mas isso “não tem grande significado real”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="background-color: white; border: 0px; color: #444444; font-family: &amp;quot;droid serif&amp;quot; , serif; font-size: 20px; font-stretch: inherit; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;div class="text-paragraph" data-userway-font-size="16" style="border: 0px; font-stretch: inherit; font-weight: 400; line-height: inherit; margin-bottom: 14px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
“Há aqui uma espécie de sismógrafo. Quando o sismógrafo da regionalização começa a tremer, é porque se aproxima qualquer tipo de momento importante para o sistema político, normalmente eleições. A partir daí tudo desaparece.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class="text-paragraph" data-userway-font-size="16" style="border: 0px; font-stretch: inherit; line-height: inherit; margin-bottom: 14px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;b&gt;Portugal é um país de regionalistas com amnésia”&lt;/b&gt;, considerou, em declarações à Lusa.&lt;/div&gt;
&lt;div class="text-paragraph" data-userway-font-size="16" style="border: 0px; font-stretch: inherit; font-weight: 400; line-height: inherit; margin-bottom: 14px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
O docente, que fez a sua tese de mestrado sobre o tema, salientou que nas últimas décadas se fala na regionalização quase sempre em associação à preparação do debate eleitoral, ou autárquico ou legislativo, embora também já tenha acontecido antes de eleições presidenciais.&lt;/div&gt;
&lt;div class="text-paragraph" data-userway-font-size="16" style="border: 0px; font-stretch: inherit; font-weight: 400; line-height: inherit; margin-bottom: 14px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
“É cosmética. O sistema político português, os seus principais protagonistas nunca realmente estiveram interessados em regionalizar.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class="text-paragraph" data-userway-font-size="16" style="border: 0px; font-stretch: inherit; font-weight: 400; line-height: inherit; margin-bottom: 14px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
E em descentralizar também não, mas como a descentralização em Portugal se limita um pouco à escala municipal, com esse grau de descentralização consegue-se viver.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class="text-paragraph" data-userway-font-size="16" style="border: 0px; font-stretch: inherit; font-weight: 400; line-height: inherit; margin-bottom: 14px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
Agora, com mais do que isso, com preparar o Estado para se adaptar às grandes necessidades do território, inclusive as que são regionais, nunca houve uma vontade muito prolongada”, disse.&lt;/div&gt;
&lt;div class="text-paragraph" data-userway-font-size="16" style="border: 0px; font-stretch: inherit; font-weight: 400; line-height: inherit; margin-bottom: 14px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="border: 0px; font-family: inherit; font-size: inherit; font-stretch: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: 600; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;O professor universitário considera que o Estado está organizado de uma forma que não responde ao que o país precisa, “organiza-se para si próprio, vive para si próprio e não vive para o país, que, aliás, conhece muito mal”. De vez em quando volta ao tema como uma “espécie de apaziguamento de consciência”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="text-paragraph" data-userway-font-size="16" style="border: 0px; font-stretch: inherit; font-weight: 400; line-height: inherit; margin-bottom: 14px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
“Grande parte dos nossos governantes já foi regionalista na sua vida, mas, quando assume funções no Estado, o Estado envolve estas pessoas numa outra lógica, que é a própria posição centralista do Estado, e que os leva a esquecer tudo o resto. Portanto, é a partir dali que se governa o país e ponto final”, disse, salientando, contudo, a “coerência mais longa de posição regionalista de alguns políticos”.&lt;/div&gt;
&lt;div class="text-paragraph" data-userway-font-size="16" style="border: 0px; font-stretch: inherit; font-weight: 400; line-height: inherit; margin-bottom: 14px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
Numa altura em que o tema voltou à ordem do dia, Daniel Gameiro Francisco considera que falar de regionalização é como a história de Pedro e do lobo.&lt;/div&gt;
&lt;div class="text-paragraph" data-userway-font-size="16" style="border: 0px; font-stretch: inherit; font-weight: 400; line-height: inherit; margin-bottom: 14px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
“Ao fim de tanto falarmos no lobo, ele pode vir, tanto se fala dele que ele pode vir, mas não acredito”, reforçou, considerando que o país está “em mais um desses momentos quase litúrgicos, quando, ainda por cima, se fala muito do interior, da desertificação, da situação de abandono”.&lt;/div&gt;
&lt;div class="text-paragraph" data-userway-font-size="16" style="border: 0px; font-stretch: inherit; font-weight: 400; line-height: inherit; margin-bottom: 14px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
O docente considerou que a necessidade das regiões permanece, mas já não é a mesma que existia após o 25 de Abril.&lt;/div&gt;
&lt;div class="text-paragraph" data-userway-font-size="16" style="border: 0px; font-stretch: inherit; font-weight: 400; line-height: inherit; margin-bottom: 14px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
“As comissões de coordenação [e desenvolvimento regional] vão fazendo um simulacro. Não é mau trabalho, é um bom trabalho, mas não chega, não chega”, acrescentou.&lt;/div&gt;
&lt;div class="text-paragraph" data-userway-font-size="16" style="border: 0px; font-stretch: inherit; font-weight: 400; line-height: inherit; margin-bottom: 14px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="border: 0px; font-family: inherit; font-size: inherit; font-stretch: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: 600; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;A necessidade do planeamento regional das funções do Estado permanece, mas hoje a regionalização “teria a ver com o estar preparado para desafios que são mais recentes”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="text-paragraph" data-userway-font-size="16" style="border: 0px; font-stretch: inherit; font-weight: 400; line-height: inherit; margin-bottom: 14px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
“Não é só o equilíbrio do desenvolvimento das regiões, mas o tipo de desenvolvimento que é necessário adaptar a cada uma delas, porque, apesar de tudo, elas têm muitas semelhanças, mas também têm especificidades”, disse.&lt;/div&gt;
&lt;div class="text-paragraph" data-userway-font-size="16" style="border: 0px; font-stretch: inherit; font-weight: 400; line-height: inherit; margin-bottom: 14px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="border: 0px; font-family: inherit; font-size: inherit; font-stretch: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: 600; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="text-paragraph" data-userway-font-size="16" style="border: 0px; font-stretch: inherit; font-weight: 400; line-height: inherit; margin-bottom: 14px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
Entre os desafios atuais, o professor destacou a economia digital, a transição energética, o federalismo municipal para levar para a frente novos projetos – questões que “não existiam há 30 ou 40 anos”.&lt;/div&gt;
&lt;div class="text-paragraph" data-userway-font-size="16" style="border: 0px; font-stretch: inherit; font-weight: 400; line-height: inherit; margin-bottom: 14px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul class="entry-meta fix" style="border: 0px; font-size: 14px; font-stretch: inherit; font-weight: 400; line-height: inherit; list-style: none; margin: 0px; padding: 0px; text-shadow: rgb(255, 255, 255) 0px 1px 0px; vertical-align: baseline; zoom: 1;"&gt;
&lt;li class="entry-author" style="border: 0px; color: #999999; display: inline; float: left; font-family: inherit; font-size: inherit; font-stretch: inherit; font-style: italic; font-variant: inherit; font-weight: inherit; line-height: inherit; list-style: none; margin: 0px 14px 10px 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;a href="https://www.noticiasdecoimbra.pt/author/admin/" rel="author" style="border: 0px; color: #111111; font: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-decoration-line: none; transition-duration: 0.2s; transition-timing-function: ease; vertical-align: baseline;" title="Artigos de Notícias de Coimbra"&gt;Notícias de Coimbra&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class="entry-date" style="border: 0px; color: #999999; display: inline; float: left; font-family: inherit; font-size: inherit; font-stretch: inherit; font-style: italic; font-variant: inherit; font-weight: inherit; line-height: inherit; list-style: none; margin: 0px 14px 10px 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Fevereiro 17, 2019&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style="color: #990000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style="color: #990000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh9lnET4AmxdOP-_5cAM5QnZJDLXNR5XJZnz7w3XI99GbdJkGQG_DU5OZAFPjh07Rw2BjPWXGz9SV9VO33b7KqzcT60ZYSmw4YmgmCq-ApEEFT0TyNhxm4LtoaTfHrLPnixvTo_/s72-c/information-overload.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item></channel></rss>