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	<title>Cultura do Brincar » Luiz Carlos Garrocho</title>
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	<description>da infância, das poéticas do brincar e suas linhas de errância </description>
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	<title>Cultura do Brincar » Luiz Carlos Garrocho</title>
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		<title>Gol a gol, se pega com o pé é dibra. Um antigo jogo de crianças.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Carlos Garrocho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2025 21:50:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gol a Gol: se pega com o pé é dibra. Alguns podem achar estranho a palavra &#8220;dibra&#8221;, que é uma adaptação brasileira e malandra do &#8220;drible&#8221;, que quer dizer enganar. Mas há quem diga que jogador nenhum faz &#8220;drible&#8221;, mas sim que dibra. A palavra ficou. Nos anos de 1960, esse era um jogo em [&#8230;]]]></description>
		
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		<title>O outro incluso e a narrativa:  crianças jogando bola na rua</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Carlos Garrocho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Sep 2024 15:32:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brincadeiras tradicionais]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[Poética do brincar]]></category>
		<category><![CDATA[brincar na rua]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao descer a rua, numa tardinha, passo por dois meninos jogando bola numa esquina. De cada lado da rua, as garagens, com os respectivos portões, serviam de gol. Um dos meninos, por volta dos dez a doze anos de idade, liderava em habilidades técnicas com a bola. O outro, próximo também dessa idade, apresentava dificuldades. [&#8230;]]]></description>
		
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		<title>Antes de Adão: Jack London</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Mar 2024 15:08:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Bem cedo em minha infância aprendi que as nozes vinham do mercado, os morangos do vendedor de frutas; mas, muito antes de saber disso, em meus sonhos, colhia nozes nas árvores ou as juntava e comia debaixo das árvores e, da mesma forma, comia morangos de trepadeiras e arbustos. E essas coisas não faziam parte [&#8230;]]]></description>
		
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		<title>A menina que veio com sua boneca para a aula de teatro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Carlos Garrocho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Nov 2022 14:08:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte-Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Poética do brincar]]></category>
		<category><![CDATA[André Lapierre & Aucouturier]]></category>
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					<description><![CDATA[Aguardava na entrada da sala de práticas de teatro uma turma de crianças que tinham entre 9 e 10 anos de idade. Meados dos anos de 1980, em uma escola formal de ensino médio. Noto que uma menina chega com uma boneca na mão. Aquilo se tornou emblemático para mim, para o resto de minha [&#8230;]]]></description>
		
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		<title>Walter Benjamin: o brincar e o rosto do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Carlos Garrocho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Nov 2019 23:21:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[Poética do brincar]]></category>
		<category><![CDATA[Walter Benjamin]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;As crianças sentem-se irresistivelmente atraídas pelos detritos que se originam da construção, do trabalho no jardim ou em casa, da atividade do alfaiate ou do marceneiro. Nesses produtos residuais elas reconhecem o rosto que o mundo das coisas volta exatamente para elas, e somente para elas. Nelas estão menos empenhadas em reproduzir as obras dos [&#8230;]]]></description>
		
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		<title>o mundo de cultura  da infância acabou?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Carlos Garrocho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2019 13:58:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do brincar]]></category>
		<category><![CDATA[cultura lúdica das ruas]]></category>
		<category><![CDATA[mundo de cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[Tarde fria do mês de julho, com um céu azul e sem nuvens. Vejo três crianças brancas, descendo a rua de um bairro zona sul, acompanhadas de uma senhora. As idades variam entre os 07 e os 10 anos mais ou menos. Estamos no período de recesso escolar &#8211; antigamente chamado de férias porque era [&#8230;]]]></description>
		
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		<title>A criança e o movimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Carlos Garrocho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Apr 2018 22:31:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Poética do brincar]]></category>
		<category><![CDATA[brincadeiras infantis]]></category>
		<category><![CDATA[impulsos corporais]]></category>
		<category><![CDATA[movimento]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica de Alexander]]></category>
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					<description><![CDATA[Novamente pude observar crianças brincando sozinhas, isto é, sem direcionamentos por parte de adultos. Estava no Centro de Cultura do Banco do Brasil de Belo Horizonte, fazendo uma refeição leve no início da noite, sentado em um dos bancos dispostos no amplo pátio interno do prédio histórico. Nele, duas meninas por volta de quatro a [&#8230;]]]></description>
		
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		<title>O movimento e o caminhar como conhecimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Carlos Garrocho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jul 2016 12:22:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhar como conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Etnografia e práticas do caminhar]]></category>
		<category><![CDATA[Jo Lee Vergunst]]></category>
		<category><![CDATA[Modos de caminhar]]></category>
		<category><![CDATA[Povos Batek]]></category>
		<category><![CDATA[Tim Ingold]]></category>
		<category><![CDATA[Ways of walking]]></category>
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					<description><![CDATA[Na introdução de Ways of Walking: ethnography and practice on foot ( University of Aberdeen, UK ), os editores, Tim Ingold e Jo Lee Vergunst, contrastam os modos de aprendizagem das crianças ocidentais nas escolas e das crianças aborígenes. O livro se propõe a a uma abordagem antropológica transdicisplinar (entre disciplinas e temáticas) sobre os modos de caminhar, a [&#8230;]]]></description>
		
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		<title>O menino constrói e desconstrói</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Oct 2015 13:39:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Poética do brincar]]></category>
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					<description><![CDATA[O menino, por volta de uns cinco anos, estava inquieto na sala de espera do consultório. A mãe demorava demais. Entabulei com ele uma conversa em torno da espada que  empunhava, meio desanimado. Ele me disse que aquela era a espada do mal, do seriado Guerra nas Estrelas. Entrei, então, nesse mundo. No poder que [&#8230;]]]></description>
		
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		<title>Meu corpo de menino &#8211; por Kuniichi Uno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Carlos Garrocho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2015 00:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[Huniich Uno]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; &#8220;O mundo, o universo se lança em meu corpo de menino, e ele não tem nem histórias, nem personagens. A criança não faz nada além de descrever ou inscrever a velocidade e a flutuação de tudo que se passa em seu corpo sem forma. Os dramas, os acontecimentos e as sensações que perturbam os [&#8230;]]]></description>
		
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