<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-4446212670549005010</atom:id><lastBuildDate>Tue, 17 Jun 2025 19:03:32 +0000</lastBuildDate><category>poesia</category><category>ensaio</category><category>pessoal</category><category>Capcom</category><category>Capcom Arcade Stadium</category><category>Comentários sobre jogos</category><category>Last Duel: Inter Planet War 2012</category><category>Nintendo Switch</category><category>Power Rangers</category><title>Mundo Mazaki</title><description>Aqui. Por agora.</description><link>https://mundomazaki.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Mazaki89)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>10</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4446212670549005010.post-5484118756467708159</guid><pubDate>Thu, 01 Sep 2022 22:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2022-09-01T15:11:58.199-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capcom</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Capcom Arcade Stadium</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comentários sobre jogos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Last Duel: Inter Planet War 2012</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Nintendo Switch</category><title>Comentários sobre Last Duel: Inter Planet War 2012 - Capcom Arcade Stadium 2 </title><description>&lt;p&gt;Comecei a me enterrar nas coletâneas de jogos antigos no Nintendo Switch graças a um jogo de navinha (ou&amp;nbsp;Shoot &#39;em up/shmup): Giga Wing. Nunca me considerei uma especialista nesse tipo de jogo, mas tendo alguns jogos bem quistos e alguns clássicos disponíveis, comecei a minha jornada de conhecer os com preço mais em conta primeiro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Last Duel: Inter Planet War 2012 é um jogo de 1988 de arcade da Capcom, que se tornou disponível para as plataformas atuais de videogame na coletânea Capcom Arcade Stadium 2 e é um dos nomes que sempre aparece quando você faz pesquisas sobre bons jogos do gênero. Porém, infelizmente, este foi o primeiro dentre os que joguei recentemente (este é o quarto título das coletâneas da capcom de shump que testo) que me decepcionou.&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjVWnaIXAE1MLaxoQEGvbTEz5pG8d51qPx0b5m4XZ_Sywk3f9AFmZe_XcnMbDSjRcJwTLmZ4aiWsUCRU5PLzSPS9SR3N55Xa4gdDh9Dye0CRjudHUMiWokNFTvx5XTUVqAz51J9qcp1EnCxHdfm_XY4fHmysQuud9wWa1stH4GT_BRpBTcndt-VabwpXw/s1920/ss_0dd7e55985e9c647ad4e5d3763af9f93436e9a92.1920x1080.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1080&quot; data-original-width=&quot;1920&quot; height=&quot;225&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjVWnaIXAE1MLaxoQEGvbTEz5pG8d51qPx0b5m4XZ_Sywk3f9AFmZe_XcnMbDSjRcJwTLmZ4aiWsUCRU5PLzSPS9SR3N55Xa4gdDh9Dye0CRjudHUMiWokNFTvx5XTUVqAz51J9qcp1EnCxHdfm_XY4fHmysQuud9wWa1stH4GT_BRpBTcndt-VabwpXw/w400-h225/ss_0dd7e55985e9c647ad4e5d3763af9f93436e9a92.1920x1080.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Apesar das inovações de jogabilidade e gráficos bonitos, dois tipos de fase e seis níveis de tamanho razoável, Last Duel falha em trazer uma experiência de crescente empolgação. São três fases onde a nave está em modo terreste, com jogabilidade inovadora, porém que acaba sendo mais frustrante do que interessante, e outras três com a tradicional nave. A presença de comando de proteção (salto quando em modo carro e escudo provisório quando em modo nave) são excelentes pontos, ainda mais em um jogo tão antigo na lista dos shooters da Capcom (Em Giga Wing essa mecânica de barreira chega ao seu ápice, em 1999), porém o recurso não parece ser tão efetivo no modo nave e pouco claro sobre o tempo da sua validade para defender de inimigos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os chefes não são marcantes e não há uma trilha sonora, ou cenário que torne as batalhas principais mais épicas. Em jogos como Giga Wing e ProGear (ambos presentes no Arcade Stadium originais) as batalhas com chefes são os pontos altos das fases, criando um sentimento de satisfação ao serem vencidos. Porém, aqui em Last Duel, a falta de ápice chega ao extremo de o jogo terminar suas fases e você não saber. Há uma mensagem da personagem que você salva (algo de história bastante clichê que surge antes das últimas fases) e o jogo simplesmente recomeça da primeira fase. Se não fosse o sistema de informações do Arcade Stadium ter registrado o término do jogo, eu acreditaria de ser algo ao estilo Ghost&#39;n Goblins, onde é preciso terminar todas as fases duas vezes para realmente terminar o jogo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para um jogo citado em vários sites especialistas no assunto, Last Duel foi uma experiência mediana, na melhor das hipóteses. Sendo da leva mais antiga de jogos trazidos pela coletânea, é possível compreender e aceitar as limitações do jogo.&lt;/p&gt;</description><link>https://mundomazaki.blogspot.com/2022/09/comentarios-sobre-last-duel-inter.html</link><author>noreply@blogger.com (Mazaki89)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjVWnaIXAE1MLaxoQEGvbTEz5pG8d51qPx0b5m4XZ_Sywk3f9AFmZe_XcnMbDSjRcJwTLmZ4aiWsUCRU5PLzSPS9SR3N55Xa4gdDh9Dye0CRjudHUMiWokNFTvx5XTUVqAz51J9qcp1EnCxHdfm_XY4fHmysQuud9wWa1stH4GT_BRpBTcndt-VabwpXw/s72-w400-h225-c/ss_0dd7e55985e9c647ad4e5d3763af9f93436e9a92.1920x1080.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4446212670549005010.post-8181131341192738519</guid><pubDate>Thu, 23 Jun 2022 22:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2022-06-23T15:23:01.981-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Power Rangers</category><title>Na real, Power Rangers é melhor agora do que quando eu assisti na infância</title><description>&lt;p&gt;Todo mundo tem sua nostalgia, isso é fato. Aqueles jogos que gostava, os seriados que assistia, animes e filmes que remetem a um tempo onde não precisávamos ir para um trabalho obrigatório gastar boa parte do nosso dia e das nossas energias. O fenômeno da nostalgia exacerbada só cresce conforme mais e mais pessoas vão percebendo como a realidade não trás mais nenhum tipo de lugar de segurança e paz absoluta como se tinha a impressão na infância/juventude.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Cresci vendo Power Rangers, a primeira geração que depois virou outras e eu mal percebi porque não tinha atenção o suficiente para entender porque agora chamavam de Zeo ou Turbo. Tá, Power Rangers no espaço já era mais diferente. Depois acabei me perdendo, mas ainda lembro de Força do Tempo ser muito legal. E aí perdi o contato.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O filme de 2017 de Power Rangers teve muito problemas no marketing e acabou lucrando muito menos do que poderia. É um filme ótimo (apesar daqueles uniformes er... peculiares?) e os rangers foram cativantes como nunca (ou como sempre). Vi no cinema e me empolguei, vi por algo que a franquia estava em plena expansão e tudo era promissor. Porém acabei deixando o fio escapar e o tempo voltou a só passar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A pandemia mudou a minha vida e as minhas prioridades. Sempre fui uma pessoa de me focar em um ou dois fandons de maneira forte, porém alguns grupos e opiniões me desgastaram e eu abri meus horizontes de busca por hobbies e franquias. Comecei a ler DC Comics, entrei para o fandom do KFP, joguei centenas de horas de Minecraft e, então, lembrei dos Power Rangers.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Desde 2017 realmente muita coisa aconteceu. Tipo, MUITA COISA. A compra da marca pela Hasbro está fazendo o nível das produções e possibilidades subirem cada vez mais. Os quadrinhos já estão chegando a quantidade de cem revistas lançadas e as histórias do Universo Expandido são bem mais complexas e interessantes para o público jovem/adulto do que a série de TV no formato tradicional (e ainda assim descobri que tem séries de TV que mesmo tendo o público infantil como alvo, tem uma trama interessante e personagens bons de acompanhar).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda bem que hoje em dia fandom é algo organizado. Aqui no Brasil o pessoal do MegaPowerBrasil (YouTube, redes sociais, site e podcast) tem um vasto conteúdo falando de Power Rangers. Como trabalho meio período em casa, desenhando minhas histórias e tals (falamos disso outro dia), resolvi começar a ouvir o podcast deles, Centro de Comando, desde a primeira edição (estão na edição 133, no momento deste texto).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assim, acabei ganhando algum norte para onde direcionar minha atenção e escolhi uma temporada para assistir (fora a temporada atual, que comecei a assistir de imediato ao retornar o interesse): Power Rangers RPM. A combinação de ser a última temporada da pior fase da franquia (Era Disney) com o fato de que isso deu aos criadores uma liberdade quase total fez com que o produto realmente fosse algo totalmente fora do que eu esperaria. Devo dizer, estou viciada assistindo essa temporada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E, entre jogos de luta, dimensões paralelas, Lord Drakko e Redes de Morfagem rompidas, toda a história de Power Rangers se tornou algo muito mais interessante e divertido de acompanhar do que era na época em que assistia os episódios pingados na televisão e tinha meus bonecos vira-cabeça de camelô. Não é uma complexidade absurda como tentar entender a cronologia bizarra da DC Comics, nem é uma lore covarde e nostálgica em excesso como Star Wars. É atual, vibrante e bem-feita. Até na comunidade de fanfiction, algo que já estou acostumada a tomar mais parte dentro dos fandons que participo, os autores são dedicados, versáteis e multi temáticos (tem fic para os fãs de um girls love/yuri, inclusive, o que é um detalhe bárbaro!).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pelo visto minha caminhada em busca de fandons valeu a pena por alguns achados maravilhosos e um deles é, sem dúvida, Power Rangers.&lt;/p&gt;</description><link>https://mundomazaki.blogspot.com/2022/06/na-real-power-rangers-e-melhor-agora-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Mazaki89)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4446212670549005010.post-113789231186029728</guid><pubDate>Thu, 23 Jun 2022 21:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2022-06-23T14:41:22.704-07:00</atom:updated><title>Pelo visto alguns de nós ainda estão vivos</title><description>&lt;p&gt;&amp;nbsp;Sabe quando algo desaparece da sua lembrança por completo? Pois é, uma pandemia global foi decretada logo após o último texto presente neste blog, mudando radicalmente a vida de todos e me fazendo esquecer completamente de que havia retomado o hobby do blogging descompromissado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Muita coisa aconteceu. Tipo, na vida de todo mundo. Muita gente boa e inocente se foi, muita gente que ficou deixou de ser apenas boa e inocente e se tornou maltratada pela realidade. E eu... Eu nem sei se realmente sou a mesma pessoa que escreveu o último texto deste endereço eletrônico hospedado pelo blogspot ponto com.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isso pelo menos explicaria porque não tenho nenhuma lembrança de ter já escrito aqui.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E agora?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Bom, já que estamos aqui, digo, eu e você, meu leitor imaginário, posso aproveitar para usar esse belo espaço digital para escrever sobre qualquer coisa que me vier a cabeça. Essa era a ideia da Past-Mazaki que deixou esse espaço de herança para mim, a Ima-Mazaki (&#39;ima&#39; significa agora em japonês, eu também sou uma otaca/weeb como a Mazaki original).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como sempre (sempre?) não espere nada, caro leitor imaginário.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Até breve&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description><link>https://mundomazaki.blogspot.com/2022/06/pelo-visto-alguns-de-nos-ainda-estao.html</link><author>noreply@blogger.com (Mazaki89)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4446212670549005010.post-5558001780159967897</guid><pubDate>Thu, 05 Mar 2020 13:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2020-03-05T05:59:59.570-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ensaio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">pessoal</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">poesia</category><title>Outra vez</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.38; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: 11pt; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Depois de um longo período, do tempo passado, do ocorrido transcorrido tantas e tantas vezes, por fim voltou-se novamente para o que mais lhe era precioso. O som das teclas sob os dedos ágeis, o toque desconhecido do outro dispositivo que não lhe era familiar, misturado a sensação clara e óbvia de que todos os teclados eram iguais em algum ponto. Reencontrando, em meio ao movimento do cotidiano que recomeça ao final da estação quente, um prazer oportuno, para aplacar o marasmo do sentimento da repetição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.38; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: 11pt; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Ela e suas pequenas histórias então.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.38; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: 11pt; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Batidas pouco suaves, encadeadas como uma avalanche de ideias que jorram pelos seus dedos em direção ao papel. É a forma como ela constrói sua própria versão do céu. Assim, sem jeito e sem paraíso nenhum. Um mundo todo de mundos de histórias malucas que trespassam qualquer regularidade ou qualquer outra racionalidade.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.38; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: 11pt; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Ainda assim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.38; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: 11pt; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Parece ser necessário, de algum modo. Parece ser inevitável de algum modo. As palavras poderiam ser tantas e ainda assim são exatamente estas palavras, construindo sentidos sem qualquer senso de direção. Indo e voltando para o mesmo lugar enquanto ocupa o lugar dos pensamentos com sensações e sentimentos que roubou do mundo para seus próprios devaneios exagerados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.38; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: 11pt; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Existe algum tipo de paixão sem explicação na forma em que ela segue martelando estas ou aquelas teclas. Constrói ficções que explicam uma realidade só sua. A alma atormentada é a fogueira que alimenta o conteúdo, vasto e perecível de qualquer boa análise. Encontra no chão quaisquer pedrinhas e faz delas as paredes dos seus sonhos vãos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.38; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: 11pt; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;E ainda assim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.38; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: 11pt; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Só através do escrever encontra alguma motivação. Através do contar narrativo, em palavras, em traços, em sonhos, em sons e canções. Encontra apenas nas palavras mais ficcionais uma realidade só sua para compartilhar com o mundo. Envia seus pedidos tolos de amizade e de amor para qualquer lugar estéril que seus braços conseguem alcançar, enquanto dorme.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.38; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: 11pt; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;É, mesmo assim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.38; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: 11pt; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Jamais poderia ser de outra maneira. Palavra após palavra, jamais poderia ser assim. Encontrando e avaliando os pensamentos, coloca-se por inteiro em cada um dos milhões de caracteres que já fez decolar para os papéis de todas as naturezas que existem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.38; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: 11pt; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Foi embora do mundo em um momento único. Não voltou. Jamais existiu. Uma poesia sem rima e sem métrica que flui através da mente dormente de racionalidade. Voa para todos os lados e ainda assim encontra algo bem no centro, bem no fundo. Escondido sob todas as camadas de mundo e de sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.38; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: 11pt; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Prefere esconder-se no alto de seus sonhos construídos sobre fragmentos de sensações e hipóteses. Do que encarar a realidade onde a luta para se fazer entender e ouvir é menor do que a luta para poder viver e existir em uma história real que esmaga todas as diferenças entre almas irmãs.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.38; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: 11pt; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Foi pensamento apenas em criar-se que colocou suas palavras para fora, nas folhas de papel. Quase que uma hipnose bem sucedida em si mesma. Os pensamentos sonolentos descansam o pensar ansioso, dando espaço para que todas as irrealidades se tornem tangíveis aos seus dedos imaginários de nuvens azuis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.38; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: 11pt; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Como palavras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.38; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: 11pt; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Como palavras&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.38; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: 11pt; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Escreveu a si mesma em cada um dos seus personagens. Sofreu cada uma de suas dores. Apreciou cada um de seus prazeres físicos e emocionais. Viveu vidas que não eram a sua. Pois no fim tudo se resumia a isso, essa oportunidade de ser uma impostora perfeita de vidas imperfeitas em constante caminhar e sofrer. Não precisava viver em sua realidade limitada todas as possibilidades que desejava. Podia viver naqueles personagens, e viveria, e sempre voltaria para experimentar um pouco mais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;</description><link>https://mundomazaki.blogspot.com/2020/03/outra-vez_5.html</link><author>noreply@blogger.com (Mazaki89)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4446212670549005010.post-3803189152485818527</guid><pubDate>Wed, 12 Feb 2020 18:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2020-02-12T10:21:54.043-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">poesia</category><title>Amiga solidão</title><description>Por que te assusta a solidão&lt;br /&gt;
se foi ela quem te criou?&lt;br /&gt;
Silenciosa, no passar das horas&lt;br /&gt;
Sozinha, criança e calada&lt;br /&gt;
Abandonada à única companhia dos pensamentos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Solidão, querida solidão&lt;br /&gt;
Abraçou-te como mãe&lt;br /&gt;
Ensinou como mestra&lt;br /&gt;
Que não haveria ninguém ali&lt;br /&gt;
Mas que sempre existiria um refúgio para ti&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pensamentos&lt;br /&gt;
Recheados de ideias malucas&lt;br /&gt;
Vindas dos filmes, da televisão&lt;br /&gt;
Dos jogos, dos gibis&lt;br /&gt;
Ideias coloridas, ideias aventurescas&lt;br /&gt;
Barulhentas e agitadas&lt;br /&gt;
Incapazes de quebrar o tic-tac do relógio da parede&lt;br /&gt;
Pois eclodiam em sons apenas dentro de si&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Solidão, amiga eterna&lt;br /&gt;
Por que a afasta agora, depois de tudo?&lt;br /&gt;
São amigas de infância, tu e ela&lt;br /&gt;
Se não fosse por ela, só por ela&lt;br /&gt;
Jamais teria aprendido a criar teus próprios mundos&lt;br /&gt;
Tuas próprias historinhas de aventurar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A solidão do hoje é barulhenta&lt;br /&gt;
A rua, a sala, o escritório&lt;br /&gt;
Sempre que podes te esconde dessa confusão com música&lt;br /&gt;
Enredos próprios&lt;br /&gt;
Só teus&lt;br /&gt;
Então&lt;br /&gt;
Por que temes que a solidão te faça a companhia?&lt;br /&gt;
Aceita&lt;br /&gt;
Te diverte nela&lt;br /&gt;
Recheia teus mundos&lt;br /&gt;
E coloca aqui para fora o que nasce nesse pensamento&lt;br /&gt;
Barulhento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</description><link>https://mundomazaki.blogspot.com/2020/02/amiga-solidao.html</link><author>noreply@blogger.com (Mazaki89)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4446212670549005010.post-6891818400318458309</guid><pubDate>Tue, 11 Feb 2020 21:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2020-02-11T13:06:11.461-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">poesia</category><title>Lugar Comum</title><description>Em algum lugar&lt;br /&gt;
De todos os lugares&lt;br /&gt;
Atento aos detalhes&lt;br /&gt;
Passado desapercebido no enquadre&lt;br /&gt;
Da vida&lt;br /&gt;
Algum lugar comum onde se pode existir&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A luz já não chega aqui&lt;br /&gt;
Nem as sombras&lt;br /&gt;
Nem a chuva molha este chão&lt;br /&gt;
Nem o calor faz ferver o sangue&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existe um deserto imenso&lt;br /&gt;
Em cada lugar&lt;br /&gt;
Em cada um&lt;br /&gt;
Preenchido por cenários torpes&lt;br /&gt;
Por figuras pálidas&lt;br /&gt;
Inverossímeis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi embora de onde se via&lt;br /&gt;
Para o lugar onde se perdeu&lt;br /&gt;
Se encontrou na Realidade&lt;br /&gt;
A solidão aceita como Majestade&lt;br /&gt;
Reinando no Universo de apenas Um</description><link>https://mundomazaki.blogspot.com/2020/02/lugar-comum.html</link><author>noreply@blogger.com (Mazaki89)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4446212670549005010.post-7326364795151201155</guid><pubDate>Tue, 11 Feb 2020 21:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2020-02-11T13:01:44.583-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">poesia</category><title>A &quot;morte&quot;</title><description>Não sou nada&lt;br /&gt;
Nunca serei nada&lt;br /&gt;
O caminho não existe mais&lt;br /&gt;
A jornada sempre foi uma ilusão brilhante&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A morte do desejo&lt;br /&gt;
É o nascimento da liberdade&lt;br /&gt;
Livre de todas as amarras do egoísmo&lt;br /&gt;
Do cinismo&lt;br /&gt;
Da cobiça&lt;br /&gt;
Da loucura&lt;br /&gt;
Da fama&lt;br /&gt;
A morte é o único caminho para continuar vivo&lt;br /&gt;
E louco&lt;br /&gt;
Ou louco&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nunca serei nada&lt;br /&gt;
Nunca saberei qual o gosto do fruto do paraíso&lt;br /&gt;
Não existem caminhos deste ponto em diante&lt;br /&gt;
Ou para trás&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na loucura de tentar encontrar sentido&lt;br /&gt;
Apenas a morte&lt;br /&gt;
Simbólica, metafórica e irreal&lt;br /&gt;
É capaz de mostrar&lt;br /&gt;
Que não é preciso encontrar um sentido, afinal&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
- LKMazaki 2020/02/11&lt;/div&gt;
</description><link>https://mundomazaki.blogspot.com/2020/02/a-morte.html</link><author>noreply@blogger.com (Mazaki89)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4446212670549005010.post-7401977781820933841</guid><pubDate>Mon, 10 Feb 2020 19:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2020-02-10T11:12:47.401-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ensaio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">pessoal</category><title>Dois lados de uma mesma coisa</title><description>É muito tentador olhar para o lado negativo das coisas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo que sempre tente me manter concentrada no que estou fazendo, sem cair em comparações ou criar metas sufocantes, é inevitável que, quando menos estiver esperando, pensamentos autodestrutivos vão tentar dominar sobre qualquer bom sentimento que possa cultivar com cuidado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vida de uma pessoa que se dedica à arte de forma autônoma, sem retorno financeiro, é bastante solitária e dolorida. Com muito custo consegui conquistar algumas pessoas que acompanham meu trabalho. Cada uma dessas pessoas é muito importante para mim, mesmo que eu jamais as tenha encontrado e mesmo que, no momento em que o pior sentimento de solidão me atinja como um soco, eu não possa pedir algum conforto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não, não existe conforto para quem escolhe a arte. Especialmente em um sistema que combate a arte, que vê toda expressão pessoal como inimiga e que premia apenas alguns muito poucos sortudos com algum retorno social e financeiro. De muitas formas é esse sistema e a dor intrínseca do processo que faz muitos desistirem da arte e, de algumas poucas formas, essa dor e angústia pode ser um motor doloroso para continuar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas não é bom sentir-se dessa forma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É tentador, porque é real. A solidão é real. A dúvida é real. A falta de provas de que você realmente existe e tem algo importante para falar é muito real. A certeza de que estas, estas mesmas, palavras jamais serão lidas ou levadas em consideração é real. É real que esta é uma batalha que, se vista como uma batalha, só pode ser entendida como uma batalha perdida. Um grito que jamais será ouvido e irá apenas existir enquanto houver vontade de continuar rasgando a garganta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
existe um outro lado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O lado que está ali, esperando ser olhado. Tão tolo e bobo, mas milagrosamente belo e feliz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fazer arte é libertar a alma, os pensamentos, os sentimentos, por um breve momento da angústia de estar preso à realidade. A arte nos diverte, nos fascina e nos faz sentir bem. Nem toda a arte, claro, mas este é um texto pessoal. A arte é como um brinquedo, é uma forma de tornar tudo o que é complicado e feio em algo feio ainda, mas que se pode olhar de outra forma mesmo assustadora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez ninguém leia realmente estas palavras, ou lhes dê alguma atenção, talvez. Mas isso não vai mudar a alegria que escrever outras palavras, ou desenhar ou programar uma narrativa interativa, podem me trazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É tão tolo e bobo quanto simples. E ainda assim real. Só poderia ser mais simples se não fosse tão difícil lembrar disso.</description><link>https://mundomazaki.blogspot.com/2020/02/dois-lados-de-uma-mesma-coisa.html</link><author>noreply@blogger.com (Mazaki89)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4446212670549005010.post-6076611914682846434</guid><pubDate>Thu, 12 Dec 2019 00:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2020-02-11T13:02:01.321-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">poesia</category><title>Quatorze</title><description>Faço &quot;poesia&quot;&lt;br /&gt;
Sem métrica, sem rima&lt;br /&gt;
Às vezes imito haicai&lt;br /&gt;
Mas nunca um soneto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falo do que vivi&lt;br /&gt;
Do que sonhei&lt;br /&gt;
Do digital e do real&lt;br /&gt;
Sem limites e limitado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas não sigo regras&lt;br /&gt;
Nem a moda&lt;br /&gt;
Nem os requisitos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não sou poeta&lt;br /&gt;
Só brinco com palavras&lt;br /&gt;
Como peças de montar</description><link>https://mundomazaki.blogspot.com/2019/12/quatorze.html</link><author>noreply@blogger.com (Mazaki89)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4446212670549005010.post-1033703529729106593</guid><pubDate>Wed, 11 Dec 2019 22:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2019-12-11T14:43:07.787-08:00</atom:updated><title>Um mundo de possibilidades</title><description>Minha história com blogs é uma montanha-russa. Comecei com isto em maio de 2007, há quase 13 anos atrás da data de publicação deste presente texto. Na época minha ideia sobre a miraculosa internet era usar o blog para falar sobre meus projetos criativos e sobre qualquer outra coisa que desse na telha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi assim por um tempo, até que o fantasma do SUCESSO ONLINE fez todo o meu prazer em escrever sobre mangá, pinball ou sobre meus quadrinhos se transformasse em uma única pergunta mesquinha: &quot;Como faço para ganhar mais views?&quot;. É, o sucesso online é uma armadilha fatal para a criatividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bom, 13 anos depois (arredondando) e, mesmo tendo um site pessoal onde coloco meus projetos literários (vejam só, continuo usando a internet pro mesmo propósito original, no fim das contas), sinto que falta um espaço de maior informalidade e nenhuma fórmula de texto. Ou seja, continuo querendo ter um espaço para blogar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dizem que, com a era do YouTube, texto na internet não serve para muita coisa. Uma completa mentira, se você olhar pelo lado de conteúdo e satisfação, verdade se você olhar para as cifras monetárias. Não sou realmente muito prodigiosa em transformar textos em cifras, não importando muito o formato desse texto, então acho que um blog pode sim ter uma imensa utilidade para minha pessoa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesses 13 anos (arredondando) de blogging, sempre tive o costume de &quot;apresentar a proposta do site&quot; no texto introdutório. Well, algumas coisas aprendi ao longo desses anos, por isso, a proposta do site só pode ser apresentada de um modo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Não espere nada&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E, retomando um velhíssimo jargão.&lt;br /&gt;
Matta ne</description><link>https://mundomazaki.blogspot.com/2019/12/um-mundo-de-possibilidades.html</link><author>noreply@blogger.com (Mazaki89)</author><thr:total>1</thr:total></item></channel></rss>