<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3694407430555264003</id><updated>2024-08-28T00:13:39.691-07:00</updated><title type='text'>Vivências</title><subtitle type='html'>Neste espaço pretendo colocar relatos de experiência próprias e algumas elucubrações mais ou menos disparatadas.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Albert Virella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18195344588339677612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>654</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3694407430555264003.post-2444477503062575833</id><published>2023-07-26T01:56:00.002-07:00</published><updated>2023-07-26T01:56:29.157-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;SOSSEGO&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Todos queremos sossego e boa alimentação. Isso da BOA ALIMENTAÇÃO, é problemático, pois, a meu ver, mesmo aqueles obesos patológicos sabem, (e escondem, não dizem abertamente), que mesmo dormidos mastigam o que sonham.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quanto ao sossego depende muito daqueles fatores que nos diferenciam no meio da multidão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesta altura (do campeonato, como dizem alguns ... se calhar porque pensam demasiado no futebol...) há um tema que me faz «comichão«, apesar de que não estou ligado nem condicionado.&amp;nbsp; Creio (sou excessivamente crédulo)que a República Portuguesa caracteriza-se, em teoria pelo menos, por ser Irreligiosa, ou mesmo ateia (alteia é uma raiz que se considerava, quando adicionada a rebuçados de derreter chupando&amp;nbsp; (alto aí! há CHUPAR E CHUPAR ..., e não digo lamber, pois nisso já derivaríamos para temas&amp;nbsp; heterogéneros&amp;nbsp; ((esta palavra foi escolhida para fugir pela tangente)) milagrosa para acalmar a tosse).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas&amp;nbsp; retomando o discurso: A MEU JUÍZO a governação da República, tentando justificar por um pretenso «retorno económico« investiu, e contínua a investir, numa iniciativa de cariz «clubístico«, sem ofender aos crentes, mas devem reconhecer que atualmente a sua fraternidade (para a definir de alguma maneira) já não é oficialmente a comum à totalidade da população de Portugal, incluindo aqueles residentes que não auferem da nacionalidade portuguesa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;EU, pessoalmente e «GRAÇAS A DEUS« sou ateu total e não me incomodam, mesmo esqueço sem desprezar, aqueles que entendem isso de ser crentes e devotos. é com eles, E PODEM FICAR EM PAZ, SOSSEGADOS, pois daqui não partirão impropérios e menos ainda pedras ou calhaus rolados (aleijam menos do que as pedras facetadas e bicudas. MAS ALEIJAM!!!) O que não me parece correcto é gastar verbas com o propósito de «agradar« a um sector da população, enquanto que permanecem esquecidos muitos cidadãos que tem um mal viver difícil, por vezes impossível de ultrapassar pelos seus meios individuais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sendo COMO É (apesar da publicidade enganosa que se fez e insiste) um espetáculo mediático, no qual não duvidamos que alguns bolsos se rechearão com verbas públicas, que foram «suadas« pelos desconhecidos cidadãos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E FICO POR AQUI.&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/feeds/2444477503062575833/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2023/07/todos-queremos-sossego-e-boa-alimentacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/2444477503062575833'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/2444477503062575833'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2023/07/todos-queremos-sossego-e-boa-alimentacao.html' title=''/><author><name>Albert Virella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18195344588339677612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3694407430555264003.post-3372541352560160796</id><published>2023-07-02T02:10:00.001-07:00</published><updated>2023-07-18T11:16:58.332-07:00</updated><title type='text'>AS ADIÇÕES</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;AS ADIÇÕES&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Generalizar em nível de «absoluto«, além de errado é perigoso. TODOS OS ABSOLUTISMOS foram. são e serão, prejudiciais, seja de imediato, a médio ou a longo prazo. O manter uma decisão como algo imutável pode tornar-se contraproducente, e está contra a mesma biologia que nos permite usar um corpo, sempre em regime de substituição molecular, como se fosse imutável, fixo. Um erro (mais um entre muitos) que não nos orienta para ver a árvore no meio do bosque.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas, vou entrar no tema que me incitou a escrever:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;O JOGO, concretamente aquele que implica colocar bens&amp;nbsp;(seja dinheiro vivo ou outro bem transacionável) confiando na boa sorte ou na&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: initial;&quot;&gt;própria, pessoal, capacidade e habilidade para conseguir «rapar« o que estiver na mesa (nem que seja metafórica mente)&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Sei, por experiência própria, que conseguir chegar a uma idade provecta sem cair na tentação dos «jogos de azar« é um feito que devem conseguir um número restrito de pessoas. Não é por simples embirração que&amp;nbsp; O JOGO está classificado nos primeiros lugares na lista dos vícios.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Seria&amp;nbsp; tedioso e improfícuo tentar dissertar sobre este tema, pois que atrevo-me a admitir que muitos de nós (quase todos?) temos experiência pessoal ou convivemos com viciados neste veneno social. Felizmente e por ter sido orientado cabalmente pelos meus familiares ao longo a formaç&lt;span style=&quot;color: initial;&quot;&gt;ão, mantenho-me relutante&amp;nbsp; em participar em jogos que impliquem apostar, nem que seja »a feijões«, pois sempre é «inocentemente« que o vícios nos invadem e escravizam.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/feeds/3372541352560160796/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2023/07/as-adicoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/3372541352560160796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/3372541352560160796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2023/07/as-adicoes.html' title='AS ADIÇÕES'/><author><name>Albert Virella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18195344588339677612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3694407430555264003.post-7369165570392188636</id><published>2023-06-11T13:42:00.000-07:00</published><updated>2023-06-11T13:42:14.408-07:00</updated><title type='text'>A TAL ETNIA</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;A TAL ETNIA&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Após ter sido extorquido sem sentir que devia, mas não me atrevia, a fazer frente a uma armadilha totalmente falsa, deduzi que alguns elementos (felizmente não devem ser todos, pois de contrário estaríamos bem lixados) que nos fazem extorsão fingindo sermos responsáveis de pequenas mazelas nas suas viaturas, mas que, como demostração de boa vontade e cidadania (?), podem #esquecer# aquele nitidamente hipotético prejuízo na sua viatura (em geral uns riscos que sabe-se lá quando e 0onde foram causados) a troco de que&amp;nbsp; lhes entreguemos uma quantidade de dinheiro, totalmente aleatória,e&amp;nbsp; sempre seguida de um discurso (que parece gravado e muito ensaiado) no qual afirmam que, sem dúvida alguma, fomos nós que causamos na sua viatura.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se, receosos do que possa vir a seguir se lhes oferece algum dinheiro. o que se segue é o afirmarem que aquela contribuição é insuficiente. Temos que abrir mais o bolso! que se lhes oferece é pouco.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: initial;&quot;&gt;Para dar mais uma maior credibilidade acrescento que nós,&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: initial;&quot;&gt;&amp;nbsp;o casal, já somos muito idosos (ambos com mais de oito décadas às costas) e que apesar de a cena se repetir, sempre, no parque de estacionamento de um super-centro comercial, o ambiente, em muitas ocasiões e sempre que nos fazem este filme, não tem outros cidadãos do que nós, e os »reclamentes» Ou seja, o facto subjacente é que os idosos temos receio do comportamento que imaginamos serem capazes aqueles que tem a pinta de pertencerem #a tal etnia#&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: initial;&quot;&gt;Quando vemos que se a nossa viatura inicia o andamento e a dos que nos exigem dinheiro ou mesmo insinuam ameaças, desde a janela aberta lhes dizemos que este assunto deve ser tratado com a polícia e que daremos toda a nossa colaboração para irmos, as duas viaturas, até à esquadra da polícia e registar a queixa (deles?) Normalmente o filme acaba aqui. Curioso, não é?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: initial;&quot;&gt;Mas,&amp;nbsp; temos uma&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: initial;&quot;&gt;situação&amp;nbsp;vivida mais curiosa, cívicamente mais agradável- Numa ocasião fomos interpelados, desde dentro da outra viatura, por um indivíduo adulto, que aparentava entre 30 e 40 e que debitou o discurso habitual. MAS...&amp;nbsp; desta vez o reclamante, ao volante do seu carro, estava acompanhado de um jovem, entre os 15 e 18 anos, que lhe disse ( e nós ouvimos) DEIX E ESTAR ESTES SENHORES... (os velhadas que somos)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: initial;&quot;&gt;E assim terminou, sem problemas.&amp;nbsp; E pensamos: será que os seus jóvens, já com educação mais cívica e social, serão capazes de neutralizar os hábitos comuns&amp;nbsp;a muitos adultos deste grupo étnico-social (ou pouco social em certas ocasiões)?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/feeds/7369165570392188636/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2023/06/a-tal-etnia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/7369165570392188636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/7369165570392188636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2023/06/a-tal-etnia.html' title='A TAL ETNIA'/><author><name>Albert Virella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18195344588339677612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3694407430555264003.post-984817353838378169</id><published>2023-05-31T02:40:00.000-07:00</published><updated>2023-05-31T02:40:30.481-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;MEDITAÇÕES&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Qualquer dia, de tanto meditar (?) sairá fumo pelas minhas narinas e ate pelas orelhas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Penso eu de que (onde encontrei esta frase tão explícita e inútil?) esta mania de imaginar soluções miraculosas (sem ter que orientar uns pastorinhos analfabetos) deve ser consequência deste ar atlântico que nos impregna e&amp;nbsp; nos incita a navegar e descobrir «novos mundos para o mundo«&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas, a nossa sina é mesmo triste, mais do que a do fado castiço. Está à beira litoral de cair nas águas gélidas deste mar tenebroso. Tão tenebroso que não nos comove ver, todos os anos na considerada #época balnear# ver pessoas, entre elas indefesas crianças, que emergem do «banho salutar« tremendo como varas verdes e roxas como uma couve roxa, que não se deve confundir com a pera rocha, nem com a maçã assada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E, inevitavelmente, o vocábulo ROCHA ou Roxa se preferir (como pode apreciar, estimado/a leitor/a aqui damos entrada a todas as preferências pessoais) tem casos pontuais, desde o mais vetusto e conhecido ROCHA TARPEIA, que, em tempos muito #arrecuados# funcionava como uma clínica para atender as crianças, recém nascidas, que apresentavam maleitas na época consideradas de impossível arranjo. A solução, cruel, mas efectiva, era a de as enviar para o espaço onde campeiam, ou deslocam pelos ares, os tais anjinhos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre eles o famosíssimo Cupido (não confundir com cuspido, ou pior se escarrado «tempos atrás ouvia-se este qualificativo para definir a inquestionável ascendência de uma tenra criancinha Uma afirmação das muitas que são incontornáveis. Esta de cariz identificativo, e maiormente do léxico rural de que «ele é escarradinho ao pai».&amp;nbsp; &amp;nbsp;Os «rurais« dizem, ou diziam, coisas tremendas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Atendendo a que é provável o facto de a maioria dos habitantes deste retângulo, tenha origens ou mesmo familiares que residam o seio da tal «ruralidade«, facto em si que não é detestável. Pelo menos para aqueles que, com a desculpa de&amp;nbsp; ir matar saudades dos parentes «campestres« aproveitam par voltar aos evoluídos (?) ninhos de modernidade onde moram, carregando as suas viaturas automóveis com sacas de batatas, cebolas, couves e cenouras que, sem dúvida, são muito mais saborosas e saudáveis do que as que podem comprar (pagando!!!) no super que lhes fica perto. E se não são de facto tão excelentes, o imaginário induz a que se considerem excepcionais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Retomando o discurso (perdi-me com a história das batatas caseiras...) são as crianças&amp;nbsp; citadinas que mais surpresas encontram no vocabulário dos seus parentes, que proliferam em ramos de árvores assentes na terra e não no alcatrão. Instintivamente elas (as tenras criancinhas e também os vaidosos - não sei bem de que- adultos) tentam «instruir« aqueles tristes (?) rústicos com o que na actualidade se usa no seio das pessoas «educadas«&amp;nbsp; &amp;nbsp;(esta afirmação noeminha, como dizia-se que o futebolista Eusébio denominava a sua filha)&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/feeds/984817353838378169/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2023/05/qualquer-dia-de-tanto-meditar-saira.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/984817353838378169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/984817353838378169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2023/05/qualquer-dia-de-tanto-meditar-saira.html' title=''/><author><name>Albert Virella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18195344588339677612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3694407430555264003.post-2355081433474333369</id><published>2023-04-21T05:43:00.000-07:00</published><updated>2023-04-21T05:43:25.697-07:00</updated><title type='text'>DO QUE NOS ALERTAM OS DITADOS POPULARES</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;A GROSSO MODO atrevo-se a classificar os anexins, também assim chamados os ditados prá-pulares, em dois grandes grupos:&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os positivos, válidos em qualquer altura, mesmo com chuva e vento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E os denunciadores, os malandrecos. Que, obviamente, são os mais apreciados&amp;nbsp; (não confundir com as GALERIAS, com&amp;nbsp; cujos patrões não tenho qualquer contrato, e nem sequer sou cliente...)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na minha ,insignificante, biblioteca tenho alguns libros de recolha destas pérolas de sabedoria (também denominados ANEXINS e RIFÕES)&amp;nbsp; -palavrões que me induzem a imaginar, e não sinto a razão disso, a não ser que o som que chega aos nossos ouvidos quando os pronunciamos, nos induz a recuar a tempos «melhores«.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E corrente ouvir, ou memso dizer´, gratuitamente, mas com ares de sabedoria indiscutível , obviedades que todos nós referiros quando (imaginamos que) surge uma oportunidade que as justifique. E as oferecemos não só gratuitamente como incluímos um ar de sabedoria indiscutível.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É fácil, pertinente e indiscutível, afirmar, de boca cheia, que »isto ou aquilo» era muito melhor nos tempos passados. Mas se perderam-se algumas coisas, (e podem ser muitas) em compensação incorporamos muitíssimas, que na imensa maioria nem passavam pela cabeça de quem nos precedeu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E aí coloco um anexim: O PASSADO DÁ SAUDADE&lt;span&gt;, O PRESENTE DISSABORES E O FUTURO RECEIOS. Quevale muito, pouco ou nada dpendendo do espirito&amp;nbsp;que carrega o leitor neste momento (solene?)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Não vem a propósito, mas não resisto a citar este outro rifão (sinónimos: adagio, proverbio, parémia (este não conhecia), axioma, brocardo (este tampouco), máxima, aforismo, ditado, dito, proloqio, bertoque (o que me fica mais peto é o BITOQUE), exemplo (nem estes três últimos. Muito se aprende com os dicionários!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mais uma série que me surgiu ao folhear o Rifoneiro:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- O ladrão cuida que todos os são.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- O ladrão endinheirado nunca morre enforcado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Ladrão que anda com frade, ou o ladrão ou o ladrão grade. frade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Ladrão que não é apanhado, passa por honrado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E vem a propósito (como podeis apreciar..) referir o que nos dizem acerca de MENTIR&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Mente mais o que dá pelo amor de Deus.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Mente que fede.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Mente quem dá coma língua no dente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Mentir exige memória.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E com essa me despeço.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vá com a Graça de Deus (Que irás longe...mas morrerás!)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Conhecí uma GRAÇA, que não estava nada mal. apesar de sensaborona. Mas a +BENEDITA estava melhor, mesmo de molhar pão!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/feeds/2355081433474333369/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2023/04/do-que-nos-alertam-os-ditados-populares.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/2355081433474333369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/2355081433474333369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2023/04/do-que-nos-alertam-os-ditados-populares.html' title='DO QUE NOS ALERTAM OS DITADOS POPULARES'/><author><name>Albert Virella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18195344588339677612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3694407430555264003.post-1762152804494343508</id><published>2023-04-11T07:00:00.000-07:00</published><updated>2023-04-11T07:00:40.956-07:00</updated><title type='text'>OS TEMPOS MUDAM E  AS CRENCAS TAMBEM</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;SEMANA SANTA E PASCOA&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As mudanças sociais tem sido, e continuarão a ser, muito mais profundas do que uma simples cosmética.&amp;nbsp; Mesmo que aceitando que não fizemos um inquérito amplo entre a cidadania que nos rodeia mas procurando nas (gavetas) mentais que a provecta idade nos facilita, sem dúvida é NOTÓRIO que os costumes alteraram se, e muito, nos dºecadas que nos precederán.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De imediato e sem valores estatísticos que me avalen, tenho a impressao de que o peso das regras que a Igreja tinha imposto ao longo dos séculos, foi perdendo intensidade. O audiovisual ocupou o primeiro influenciador, ou educador se quisermos, da população em geral. Para um simples observador e ineludivel que as pronuncias locais ficaram practicamente desaparecidas. E os costumes populares de cariz religioso ficaram reduzidos )sem querer ofender ninguém) ao que, em verdade, sempre foram, simples espectáculo, manipulação do pensamento dos mais simples, se crédulos, e beneficio económico da própria Igreja, e seus sequazes, dada a possibilidade de controlar as mentes referindo&amp;nbsp; enevoadas benesses ou terríveis castigos a que ficariam sujeitos os tais simples mortais. Quanto mais SIMPLES e labregos mentais,&amp;nbsp; melhor!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao perder o respeito cego que os adictos mais dependente dos temores que, tal como os avisavam insistentemente aguardan os crentes na sua anunciada vida eterna, aqueles que saltaram a barreira da credulidade, ficaram somente agarrados aos agradaveis costumes ligados a festa de convivio e empanturramento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Inclusive a antes respeitada visita pascal aos padrinhos, seguido por ªgregos&amp;nbsp; e troianosª, devido por um lado a opcao de um simples registro civil )abdicando do baptismo canónico) e por outro, aindia mais pragmático, pelo facto de que, em funcao da mobilidade das gentes, raramente os padrinhos estao ªparedes meiasª com a sua casa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/feeds/1762152804494343508/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2023/04/os-tempos-mudam-e-as-crencas-tambem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/1762152804494343508'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/1762152804494343508'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2023/04/os-tempos-mudam-e-as-crencas-tambem.html' title='OS TEMPOS MUDAM E  AS CRENCAS TAMBEM'/><author><name>Albert Virella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18195344588339677612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3694407430555264003.post-5010749329714570368</id><published>2022-04-25T03:23:00.000-07:00</published><updated>2022-04-25T03:23:43.340-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;TODOS SABEM DISSO&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os agiotas sempre existiram e existirão.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nas terras do interior, sem ser o tal profundo, sabemos que muitos terrenos mudaram de mãos devido a que os seus donos, fosse por herança ou por&amp;nbsp; aplicação dos seus resultados económicos, terminaram nas mãos de agiotas quando os proprietários não conseguiram liquidar os empréstimos, e juros incomportáveis, que carregavam sobre os seus bens, mobiliários ou imobiliários. Aqueles que não tinham bens escrituráveis e se viam em necessidades extremas de conseguir algum numerário, levavam algum dos seus haveres ao &quot;tinhoso&quot;, e, caso não o conseguissem resgatar, o usurário se encarregava de&amp;nbsp; transformar alguma peça doem capital circulante. Assim mantinha a roda em andamento,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O &quot;tinhoso&quot; mais &quot;respeitável&quot; no nosso panorama social é o Montepio, que sob a capa de ser uma entidade benéfica de socorros mútuos, negoceia é uma respeitável &quot;casa de penhores&quot;, que ao longo de décadas acumulou um impantíssimo capita, gerido &quot;sotto voce&quot; pelo governo do Pais. Capital este que &quot;emprestava&quot; a certos e determinados empresários, selecionados e com juros favoráveis. Já se sabe que QUEM PARTE E REPARTE FICA COM A MELHOR PARTE, OU NÃO ENTENDE DESTA ARTE.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De fonte credível (já falecida) soube de um exemplo de como para conseguir entrar neste esquema, favorável, de financiamento, era necessário encontrar alguém que tivesse entrada no mecanismo e, mais importante até, &quot;untar&quot; os dedos deste alguém, sem o que nada feito. A conclusão imediata é que esta coisa da HONORABILIDADE é muito elástica e que a craveira que se usa para a malta não é igual à usada para os selecionados 8para os definir de alguma forma).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se a humanidade, ou restringindo-nos ao espaço onde vivemos, a cidadania média e inferior (sem pretender ofender) conhecesse só uma parte das sinuosidades usadas para escamotear as trafulhices que, SEMPRE, TERMINAM&amp;nbsp; prejudicando os mais débeis, todos os anos teríamos um novo 25 de Abril. MAS... os que estão +por trás do pano sabem, ou procuram assessores que ajudem, para trapacear sem dar nas vistas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De onde podemos deduzir que existem muitas maneiras de caçar moscas E, numa segunda conclusão percatar-nos de que sempre foi assim e sempre será. está nos tais genes dos humanos.&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/feeds/5010749329714570368/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2022/04/sabem-disso-os-agiotas-sempre-existiram.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/5010749329714570368'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/5010749329714570368'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2022/04/sabem-disso-os-agiotas-sempre-existiram.html' title=''/><author><name>Albert Virella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18195344588339677612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3694407430555264003.post-4849226648497777481</id><published>2021-12-02T06:45:00.006-08:00</published><updated>2021-12-02T06:45:46.610-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;UM VIVEIRO DE GENTE COM VALOR&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;DESTA VEZ NÃO RESISTO&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;Já me rói na cabeça,
desde anos até, um pensamento que pode ser desagradável para os
meus leitores. Mesmo admitindo que não chegam a ser meia dúzia, mas
admito, sinceramente, que tem direito a serem respeitados.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;Há minutos vi, no
noticiário da TV, uma reportagem acerca de uma reunião de
representantes dos membros da ONU, principalmente orientada (&lt;i&gt;mais
uma vez, sem que se sintam reflexos positivos&lt;/i&gt;) aos problemas
causados pelas combustões, tanto industriais como “selvagens”,
nomeadamente ligadas ao aumento da temperatura global da atmosfera
planetária.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;Estranhei não surgir a
imagem, sempre recorrente, do “nosso” apóstolo, digamos mesmo
agindo como sacristão ou diácono. O “nosso” Engenheiro
GUTERRES. Mas sabia que, a sua entrada no filme estaria iminente,
pois se há coisa que lhe agrade é o dar sermões perante as
câmaras. Mas já estamos cientes de que a opção de pregar no topo
de um monte, não o satisfaz. Ele quer ter uma audiência garantida. 
Não demorará a que consiga espraiar as sua correcta oratória num
areópago de alto nível. Os seus promotores (&lt;i&gt;a falta de pior e
mais estéril ou improfícuo&lt;/i&gt;) não tardarão a lhe dar novas
oportunidades para exibir a sua nulidade. Qualquer dia o veremos
pregar aos peixes numa aquacultura de robalos e douradas.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;Porém esta catilinária,
infelizmente, não se pode ver como um caso “único e nunca visto”.
Outros “ilustres lusitanos”, que depois de falharem nos seus
propósitos na governação do País (&lt;i&gt;será que de facto tinham,
estes pretensos propósitos?&lt;/i&gt;) Ou que de todo a lista de capítulos
importantes que traziam ao jurar o cumprimento dos seus deveres
(&lt;i&gt;admito que fizeram figas enquanto juravam&lt;/i&gt;) os únicos
capítulos que cumpriram foram o de continuar a obedecer e favorecer
as “forças nada ocultas” e colocar em lugares bem remunerados,
(&lt;i&gt;que não implicavam nem capacidade nem o ter que trabalhar para o
País&lt;/i&gt;) os elementos da longa lista de apaniguados e compromissos
que, desde antes do início, já traziam às costas.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Esta lenga-lenga, mais
azeda do que deveria ser necessário, surgiu por ter visto, não sei
onde, que já se previa a transferência do actual Primeiro Ministro,
Costa por sinal, para um lugar de relevo internacional. Pelo menos no
âmbito europeu. E, eu, simples e obscuro cidadão, não duvida de
que, sem demora, o colocarão num pedestal, sem qualquer
responsabilidade efectiva. Mais um.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;Portugal cria e oferece
muitas personagens importantes...?????&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/feeds/4849226648497777481/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/12/um-viveiro-de-gente-com-valor-desta-vez.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/4849226648497777481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/4849226648497777481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/12/um-viveiro-de-gente-com-valor-desta-vez.html' title=''/><author><name>Albert Virella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18195344588339677612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3694407430555264003.post-7897620020249828925</id><published>2021-11-25T04:44:00.001-08:00</published><updated>2021-11-25T04:44:55.623-08:00</updated><title type='text'>O DEUS DAS MOSCAS</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;Com este recolhimento &quot;voluntário&quot; em que nos acomodamos, e progressivamente acentuado com o descer da temperatura ambiente, o recurso à leitura tem sido uma forma de tentar escapar do tédio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assim sendo, entre outros livros, ataquei, em releitura, O DEUS DAS MOSCAS, que William Golding (Prémio Nobel da dinamite) editou em 1954. Entremeio já tinha visto o filme. de 1990, com o mesmo título. Verifiquei que o roteiro do filme mostra uma alteração, quanto a mim importante, do desfecho da história.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Penso que os meus seguidores (&lt;i&gt;que se chegarem à meia dúzia já seria um sucesso&lt;/i&gt;) conhecem esta obra e o núcleo do argumento. Resumindo: refere a possível evolução social e temperamental dos elementos de um grupo de jovens, sobreviventes da queda de um avião, numa ilha deserta, sem contar com o apoio e influência de adultos, já formatados.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Trata-se de um estudo, teórico, de como evoluem os elementos de um grupo, isolado, quando deixado &quot;ao Deus dará&quot;. É uma obra muito conhecida e, por esta razão, não cabe que aqui a esmiúce.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Todavia, entre o filme e o texto original existe uma &quot;discrepância&quot; muito notória, e que altera, bastante a mensagem proposta por GOLDING. Precisamente a &quot;identificação do que se considerou ser o DEUS DAS MOSCAS.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na obra literária esta figura, com a que se quer demostrar a necessidade interior dos homens para ter uma &quot;divindade&quot; que os apoiei e castigue (?) é materializada com uma cabeça de porco espetada numa estaca, e que fica coberta de moscas. Insectos que, quase de imediato, lhe auferem uma nova vida.&amp;nbsp; Os &quot;náufragos&quot;, com diferentes idades e capacidades mentais, são levadas, de&lt;i&gt; motu próprio, &lt;/i&gt;a procurar este símbolo totémico para se consolar ou apoiar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No filme, o recriador opta por utilizar uma personagem, que no livro é despachada em poucas linhas. Um ser humano, morto, que caiu de um avião militar, seguro e pendurado num paraquedas enganchado nos ramos de uma árvore. Tal como se refere quanto à cabeça de suino, o paraquedista ficou pasto dos dípteros vorazes.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O simbolismo subliminar, é mais evidente no filme: descido dos céus e pendurado de um tronco. É neste cadáver, consumido e abandonado, que os crianças e jovens acodem para procurar um apoio.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A mensagem é tão evidente que justifica o porque o autor não se atreveu a aprofundar o seu esquema. Preferiu que fosse o leitor a decidir quem era O DEUS DAS MOSCAS. O filme, todavia, quis ser mais explícito e por isso dá uma ajuda ao espectador. Que não tem o vagar, nem tempo disponível, para meditar e analisar com alguma profundidade uma das mensagens que O DEUS DAS MOSCAS&amp;nbsp; nos oferece.&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/feeds/7897620020249828925/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/11/o-deus-das-moscas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/7897620020249828925'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/7897620020249828925'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/11/o-deus-das-moscas.html' title='O DEUS DAS MOSCAS'/><author><name>Albert Virella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18195344588339677612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3694407430555264003.post-2546743966281014730</id><published>2021-11-25T03:57:00.000-08:00</published><updated>2021-11-25T03:57:32.123-08:00</updated><title type='text'>MEDITAÇÕES - Primeira infância</title><content type='html'></content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/feeds/2546743966281014730/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/11/meditacoes-primeira-infancia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/2546743966281014730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/2546743966281014730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/11/meditacoes-primeira-infancia.html' title='MEDITAÇÕES - Primeira infância'/><author><name>Albert Virella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18195344588339677612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3694407430555264003.post-2884337341567723272</id><published>2021-11-23T05:51:00.003-08:00</published><updated>2021-11-23T05:51:45.831-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;MEDITAÇÕES - Outros tempos&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando jovem, já na alta adolescência, o frio que se sentia dentro das casas era tremendo, e como o recurso a um aquecimento central ou a radiadores eléctricos não estava disponível para todos os bolsos, muitas vezes se socorria das braseira, onde se queimava carvão de lenh9o miúdo, caroços de azeitona carbonizados ou até se procurava conseguir brasas daa padaria que usava lenha para cozer o pão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fosse qual fosse a opção que se tomasse o que era comum resumia-se em queimar, com a ajuda do ar da sala onde estava a braseira, e dar, como resíduo, cinzas e anidrido carbónico, gás que não é propriamente benéfico para a respiração humana, ou de algum mamíferos que nos podem acompanhar, incluídos os pássaros de gaiola, mesmo que não sejam nada mamíferos. Daí que o ambiente fica, progressivamente, mais carente de oxigênio e, se não existir uma renovação do ar, é propício a que o utente morra asfixiado. Fim da linha!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas, pela minha convivência com este processo &quot;caseiro&quot; de aquecimento e dado que os pés, tal como as mãos, e o nariz e orelhas, são os primeiros a sentir os efeitos das baixas temperatura, nada tem de anormal que o friorento quando estiver junto à mesa-camilha, ponha os seus pés perto da braseira. Muitas vezes, excessivamente perto! sendo assim &quot;assei&quot; ou mesmo esturrei algumas solas de sapatos ou de pantufas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sem nunca descuidar de mexer as brasas do recipiente, pois que a combustão, deixada sem receber mais combustível, esmorecia até apagar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Desculpem este longo prelúdio baseado em tempos quase que esquecidos, Mas com ele pretendia ilustrar um tema mais contemporâneo e até de necessidade de ser ponderado em breve. Concretamente por se aproximar a data de novas eleições legislativas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A CONCLUSÃO que pretendo oferecer é que há partidos, formações contestatárias, grupos de refilões, que, em princípio, nos são de rejeitar, A razão deste visceral repulsa não nos deve ofuscar o raciocínio. &lt;b&gt;A SUA EXISTÊNCIA E ATÉ O CONSEGUIR UMA DOSE NOTÓRIA DE ADESEÃO NA CIDADANIA É FUNDAMENTAL.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Porque? Pois, simplesmente, porque os grupos &quot;sensatos e já estabelecidos&quot;, não se podem deixar dormir sobre os seus louros. Dito de outra forma, também metafórica. Os partidos ou grupos&amp;nbsp; &quot;revolucionários&quot; tem o PAPEL FUNDAMENTAL, imprescindível, de agir como a palete de metal que se utiliza para dar a volta às brasas e chegar mais combustível ao centro da braseira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Muitas pessoas não entendem a importância, a necessidade, de ter uma fração contestatária,&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Caso não existir a contestação, tantas vezes notoriamente exagerada, é fácil cair numa ditadura, mesmo que seja relativamente &quot;mole&quot;.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Ressalvamos o facto, bem conhecido, de que existiram, existem e existirão, ditadoras de direita, de esquerda e até religiosas.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;~~&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/feeds/2884337341567723272/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/11/meditacoes-outros-tempos-quando-jovem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/2884337341567723272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/2884337341567723272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/11/meditacoes-outros-tempos-quando-jovem.html' title=''/><author><name>Albert Virella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18195344588339677612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3694407430555264003.post-8989596177643882736</id><published>2021-04-04T03:07:00.004-07:00</published><updated>2021-04-04T03:07:27.546-07:00</updated><title type='text'>MEDITAÇÕES – Saudades de poder saciar o apetite</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Devo ser, e sou certamente, um
animal estranho, pertinaz da mania de contrariar as modas, tão
bacanas e simpáticas, que é  forçoso de seguir “religiosamente”
se quisermos estar, nem que seja ilusoriamente, na tal “crista da
onda”, que, como já vimos milhentas vezes, fica atrás do ponto em
que o surfista desafia a natureza.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-right: -0.04cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Pois bem. Indo directamente ao
assunto que me excita, afirmo, com convicção plena e sem
vergonha, que esta pertinaz publicidade que se está fazendo em favor
da “cozinha de autor” é uma fraude contra o que sempre se
entendeu ser o prazer da boa mesa. E já não lhes bastava satisfazer
os vaidosos que se deliciam com um prato, -&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;em geral de um diâmetro
maior do que normalmente consta de um serviço normal de mesa&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;-
onde andam perdidos, mas regados com algum!s molho extravagante e uns
raminhos de ervas aromáticas, um microscópico pedaço de proteína
e uns leves adereços que se assemelham às penas de avestruz das
vedetas do musical.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-right: -0.04cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Tem que engolir aquilo aos
bocadinhos, para render mais uns minutos, antes de chegar à
magnífica conta que, gostosamente e com muita vaidade, é paga com
um cartão. Nunca com dinheiro vivo! Que isso é coisa de gente sem
classe!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-right: -0.04cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Este disparate de tratar um repasto
como se comêssemos um ramo de flores, acompanhado com uma bebida
“exótica” já ultrapassou a fronteira da porta da rua destes
locais de alta cozinha. Já podemos encomendar em serviço de entrega
domiciliar ou, simplesmente, pedir que nos façam um arrumado
&lt;/span&gt;&lt;b style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;take away.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-right: -0.04cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Aqueles repastos familiares, onde se
acomodavam amigos e parentes à volta de uma mesa grande, ou mais do
que uma caso fossem muitos, e onde se aguardava, com intensa
expectação, a chegada de fartas travessas, onde cada comensal podia
seleccionar os pedaços que mais lhe agradavam, e que se podiam
completar com os “acompanhamentos” que eram, de imediato, postos
sobre as alvas toalhas, já só se podem deleitar em locais que
estão, teimosamente, fora das normas do bom gosto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-right: -0.04cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Não esqueço de referir que na mesa
estão à disposição dos comensais bebidas várias, sejam
alcoólicas de vinho ou de cevada, outras de base aquosa, com e sem
gás, que amavelmente são aproximadas ao requerente, sedento, seja
por ajuda de outro parceiro ou por um atento servidor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; margin-right: -0.04cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;&lt;b&gt;QUE SAUDAEES DAS TRAVESSAS FARTAS!!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-right: -0.04cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/feeds/8989596177643882736/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/04/meditacoes-saudades-de-poder-saciar-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/8989596177643882736'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/8989596177643882736'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/04/meditacoes-saudades-de-poder-saciar-o.html' title='MEDITAÇÕES – Saudades de poder saciar o apetite'/><author><name>Albert Virella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18195344588339677612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3694407430555264003.post-7981485994038364136</id><published>2021-04-03T13:42:00.006-07:00</published><updated>2021-04-03T13:42:34.580-07:00</updated><title type='text'>MEDITAÇÕES – Mutatis mutandis</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Procurando
uma base fidedigna sobre um assunto que trazia em fase de alinhavar,
procurei um volume, encadernado em rústica, do semanário O ANTÓNIIO
MARIA, que abrange todos os números saídos da pena de Bordalo
Pinheiro (texto e desenhos). É confrangedor ver como ali se
descrevem as desventuras nacionais, numa época em que estava o
regime monárquico e uma reduzida elite de colaboradores, a maior
parte mais interessados no seu benefício pessoal do que em melhorar
a situação do povo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Não
sendo uma obra histórica, valorizada como tal por um autor  de nível
académico, é de grande utilidade como documento ponderado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Apesar
de eu não pertencer a uma antiga família lusitana tal não me tem
impedido de estudar, ver e raciocinar, sobre a situação social e
económica de Portugal e dos portugueses em geral. E sem grande
esforço, mas com uma enorme tristeza, verifiquei o desencontro entre
a evolução  das condições económico-sociais neste belo e afável
País, comparativamente com os restantes países do ocidente europeu,
mantém-se practicamente na mesma ao longo dos tempos. Uma economia
desequilibrada, com uma dívida ao exterior em aumento e sem
possibilidades visíveis de poder atingir um equilíbrio. A 
indigência vai em aumento, constante. N&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: left;&quot;&gt;&lt;i&gt;ão
tenhamos medo nem vergonha da palavra, mas sim, e muito, do que nos
acontece&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Numa
análise benévola e condescendente, falseamos a realidade alegando
que são quedas cíclicas, que por maldade do fado, -&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: left;&quot;&gt;&lt;i&gt;ou
dos deuses malignos, a escolher&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;-
colocam a País na mó de baixo. Mais objectivamente somos induzidos
a culpabilizar a pesada influência de uma elite nada patriótica,
mesmo que jurem lealdade e abnegação para o bem da Nação e cantem
o hino nacional em sentido (figurado...) e com a mão direita sobre o
seu coração, ou segurando a sua carteira.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Não
serve de nada tentar identificar os culpados, em sucessivas gerações.
Do mesmo modo de nada serve, como se verifica facilmente, recordar os
avultados bens que se conseguiram dos diferentes territórios que se
exploraram. O que aqui  chegou foi gasto em luxos e obras supérfluas.
Outra parte foi aplicado no pagamento dos empréstimos concedidos
pelos banqueiros judeus sediados nos Países Baixos, e o restante
gasto sem proveitos de vulto por umas poucas famílias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;O
que não se fez foi educar, a população do País e, uma vez 
sabendo ler, escrever e o equivalente a uma cultura geral básica,
incipiente, mas útil, iniciar a industrialização intensiva da
metrópole. Mesmo a meritória tentativa do &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;&lt;b&gt;Marquês
de Pombal &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;não teve
seguimento. E, em abono da verdade, os tratados comerciais de
“amizade” com os países europeus sempre trataram, e mormente
conseguiram, travar as sucessivas tentativas de iniciar um  mercado
interno, que além de abastecer as necessidades de alguns bens,
tivesse possibilidades de exportar manufacturas de preço
compensatório. As poucas indústrias que se instalaram não
conseguiram estagnar o débito geral.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/feeds/7981485994038364136/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/04/meditacoes-mutatis-mutandis.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/7981485994038364136'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/7981485994038364136'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/04/meditacoes-mutatis-mutandis.html' title='MEDITAÇÕES – Mutatis mutandis'/><author><name>Albert Virella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18195344588339677612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3694407430555264003.post-6156636048419603200</id><published>2021-03-31T23:29:00.003-07:00</published><updated>2021-03-31T23:29:27.048-07:00</updated><title type='text'>MEDITAÇÕES – Como “fabricar” um político demagogo</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Ventura
e o seu mentor&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Dias
atrás li, com bastante atenção, uma reportagem sobre a evolução
de um novo político, já com bastantes seguidores, nomeadamente
entre aqueles que sentem acentuados motivos de queixa no confronto
com outros sectores da sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;A
influência que pode conseguir um orientador firmemente doutrinado e,
possivelmente disposto a influenciar a sociedade utilizando uma
interposta pessoa, é um tema que tem sido atentamente estudado por
psicólogos. E inclusive serviu de base argumental de Bernard Shaw no
criação do seu &lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Pigmaleão&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;. Neste caso particular feminino,
pois que o influenciado educa uma florista para a converter numa
&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;lady. &lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;O escritor irlandês
preocupou-se em esclarecer que partia de uma rapariga já dotada de
qualidades pouco habituais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;No
caso concreto, e seguindo a descrição do senhor Ventura ao logo dos
anos, depreende-se que era possuidor de uma experiência e de uma
personalidade, já moldada e sedimentada, que o tornava especial para
ser utilizado como cabeça visível de um movimento político
revolucionário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;O
surgir no espectro político, já prolífico, de um novo chefe,
aparentemente independente e que pode incitar, com o seu discurso, de
por si inflamado e rebelde, veio agitar as águas, já pouco
tranquilas, do clube dos partidos políticos existentes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;O
corolário que podemos tirar desta história é que orientador,
treinador, mentor ou como lhe quiserem nomear, além de ser
maquiavélico tem uma formação rígida e conhecida, e teve muita
“pontaria” ao escolher e educar este líder inato. Veremos no que
esta intrusão vai dar de si. Pode ser um fogacho sem consequências,
mas também pode ser o início de uma reviravolta social ao jeito do
que conseguiram Mussolini e Hitler.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Esta
temida hipótese anda no ar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/feeds/6156636048419603200/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/03/meditacoes-como-fabricar-um-politico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/6156636048419603200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/6156636048419603200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/03/meditacoes-como-fabricar-um-politico.html' title='MEDITAÇÕES – Como “fabricar” um político demagogo'/><author><name>Albert Virella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18195344588339677612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3694407430555264003.post-2701902688547356069</id><published>2021-03-13T12:52:00.001-08:00</published><updated>2021-03-13T12:59:19.180-08:00</updated><title type='text'>MEDITAÇÕES – Nada de confusões</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;b&gt;ARTESÃO
E ARTISTA NÃO É A MESMA COISA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;Um
tema sobre o qual posso dar um testemunho pessoal.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;Sem me envergonhar
nem envaidecer, pois sou consciente de que não ultrapassei o patamar
de um artesão, apesar de durante algumas décadas consegui governar
a economia familiar e assim tornar-me, segundo a classificação
oficial, um profissional. Grau, não académico, que reconheço não
teria alcançado sem a preciosa ajuda da minha mulher. Nunca
frequentei uma escola de arte ou uma oficina-escola ou aprendiz da
especialidade que escolhi para o meu futuro profissional.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Mas...
para ser totalmente honesto confesso que consegui recolher um vasta
biblioteca onde procurar ajuda nos problemas que, por ignorância
prévia, tive que resolver. Além disso, tive  a oportunidade, e
sorte, de encontrar profissionais que, graciosamente, se prestaram a
me orientar sobre alguns  dos múltiplos pontos negros que encontrei
no meu caminho. Daí que não posso afirmar que seja totalmente autodidata.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Apesar
de ter atingido um certo renome com algumas das minhas criações,
continuo a admitir -&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;sem vergonha&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;- que, por não ter um diploma
de escola, que me de o aval como artista em potência -&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;sem
garantia de alguma vez chegar ao pódio&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;- não me posso,
honestamente, qualificar além do nível de artesão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Hoje,
já reformado da profissão individual -&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;sempre com a preciosa
ajuda da minha mulhe&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;r- e após ter desactivado totalmente,
oferecendo, gratuitamente, todo o equipamento da oficina de cerâmica
artística e utilitária, dedico os meus tempos livres -&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;que são
todos&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;- a “sujar telas”, com o recurso às novas tintas
acrílicas, que facilitam muito a tarefa, para quem, repito, nunca
teve outro apoio do que os livros.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/feeds/2701902688547356069/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/03/meditacoes-nada-de-confusoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/2701902688547356069'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/2701902688547356069'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/03/meditacoes-nada-de-confusoes.html' title='MEDITAÇÕES – Nada de confusões'/><author><name>Albert Virella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18195344588339677612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3694407430555264003.post-4927694874898209218</id><published>2021-03-03T02:33:00.008-08:00</published><updated>2021-03-03T02:33:55.352-08:00</updated><title type='text'>MEDITAÇÕES – A história explica</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;b style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;A
dimensão territorial justifica tudo?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; margin-right: -0.04cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Nem por isso. Há capítulos na
evolução da história que nos podem orientar quando procuramos
entender a situação actual de Portugal. Sem esconder a cabeça na
areia como se diz da avestruz (1) temos todos os elementos
necessários para explicar como, apesar de tantos navegadores se
lançarem à descoberta de novos territórios, e de se ter tido nas
mãos valores consideráveis, ciclicamente o País passou por épocas
de penúria. Aliás, congénita para uma grande parte da sua
população.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-right: -0.04cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Recordo, com frequência, a
explicação que o Prof. Hermano Saraiva dava para o fraco rendimento
que se conseguia com o regresso dos navegantes. Muito simplesmente o
problema residia em poucos, mas importantes, factores. Em primeiro
lugar uma carência de dinheiro como “fundo de maneio”, e também
da falta de estruturas produtivas na metrópole.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-right: -0.04cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Encomendar a um estaleiro a
construção de um navio, conseguir equipa-lo, não só com uma
tripulação tão experiente quanto possível, e, o mais importante
antes de partir: conseguir mercadorias que servissem como moeda de
troca com os povos gentis com quem se iriam encontrar, constituíam
problemas difíceis de resolver.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-right: -0.04cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;A solução mais corrente era a de
procurar ajuda entre os banqueiros dos Países Baixos. O armador
responsável da expedição assinava documentos nos que se
comprometia a que -&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;caso regressasse&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;- após desembarcar a
tripulação -&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;o que restava dela&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;- rumasse para Norte e se
apresentaria no porto onde tinha conseguido mercadoria para negociar.
Só depois de acertar as contas é que podia rumar para Portugal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-right: -0.04cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;E com quem negociavam este apoio -&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;a
crédito insisto?&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;- Pois com judeus de origem portuguesa, que eram
banqueiros e tinham conseguido escapar de Portugal apesar das
perseguições sangrentas promovidas pela Igreja Católica Romana.
Obviamente, com anterioridade já tinham preparado contactos e novas
sedes nos portos do centro da Europa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-right: -0.04cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Foi esta sangria de pessoas
preparadas, industriosas e tenazes, que levou Portugal a se colocar
afastado da evolução industrial, cultural, social  e económica.
Perdeu a oportunidade de evoluir, de escapar do domínio da
feudalidade rural e citadina. Não se gerou uma verdadeira e poderosa
classe de burguesia. Este facto ainda hoje se faz sentir.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-right: -0.04cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Ou seja. Não foi o tamanho
territorial do País que travou a evolução. Foi a expulsão dos
judeus, nomeadamente dos banqueiros independentes, mas experientes de
gerações, sabedores e com ligações internacionais. Mais a
expulsão de gentes com profissões de valia, tais como médicos,
farmacêuticos, astrónomos, matemáticos e outros. Foi o espartilho
do catolicismo obsessivo que colocou Portugal no fim da lista. Em
compensação deixou os carrascos da Santa Inquisição.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-right: -0.04cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Podem argumentar que isto foram
águas passadas. Será assim? Pensem e extrapolem do que conhecem de
perto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-right: -0.04cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;(1) - &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: left;&quot;&gt;&lt;i&gt;uma
falsidade que se tornou como verdade, e baseada em que, para defender
e vigiar os seus ovos, a enorme ave, não voadora, baixa a sua cabeça
até o chão, onde fez a sua postura e aguardar a eclosão dos ovos.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-right: -0.04cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/feeds/4927694874898209218/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/03/meditacoes-historia-explica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/4927694874898209218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/4927694874898209218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/03/meditacoes-historia-explica.html' title='MEDITAÇÕES – A história explica'/><author><name>Albert Virella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18195344588339677612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3694407430555264003.post-4905674007566285699</id><published>2021-03-02T06:14:00.000-08:00</published><updated>2021-03-02T06:14:13.798-08:00</updated><title type='text'>MEDITAÇÕES – Já se nota ?</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;b style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;O
PR está mais interveniente na governação?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Já
antes de se conhecer o resultado da contagem da votação para a
eleição do Presidente da República, -&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: left;&quot;&gt;&lt;i&gt;que
sinceramente não foi tão participada como se desejava. Diz-se que
devido ao retraimento causado pela pandemia- &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;se
especulava, e até se desejava, pelos especuladores futurólogos, que
após a reeleição do Professor Marcelo este não retomasse o
comportamento anterior.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Concretamente
um sector, mais ou menos importante, e indefinido, da cidadania,
opinava que no seu primeiro mandato, apesar de muito falar, da
distribuição a granel de abraços e beijinhos, era notório que não
queria hostilizar, de modo evidente, a governação do Partido
Socialista em partilha com outros grupos mais à sua esquerda.
Manifestou claramente que não desejava promover umas eleições
gerais antecipadas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Entretanto
convêm não olvidar que o PS, desde a longa fase de orientação
pessoal gerada por Mário Soares, se admitia que tinha metido o
socialismo na gaveta. Possivelmente numa gaveta que, mesmo não
fechada a chave e cadeado, tivesse pouco uso e menos atenção.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;Quiçá
é prematuro opinar sobre como tem mostrado as suas querenças e
opiniões o respeitável Presidente. Todavia com as suas aparições
recentes deixou, pelo menos a mim, a impressão de que já não
sentia uma vocação muito intensa para “&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;&lt;i&gt;levar
o menino ao colo&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;”
e que desejava seguir a tónica dos que o precederam num segundo
mandato. Ser mais reactivo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;Por
outro lado, nas bisbilhotices que se podem encontrar numa certa
imprensa, e também pelas palavras ditas por alguns responsáveis da
anterior parceria, nos parece que existe um ambiente de discordância
e novas exigências por parte de membros da “t&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;&lt;i&gt;roika&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;”.
Que não querem dar uma imagem de excessivo consentimento às
decisões e pareceres do sócio maioritário, pelo risco de perder o
seu capital. Que está identificado pelo número de seguidores e
apoiantes activos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Chegou
a Primavera e, além das flores, algumas árvores já tem rebentos
brilhantes. É por isso um momento de esperança. Não só em que a
pressão da pandemia amaine e nos deixe viver, quase como
anteriormente, mas, também, para alguns saudosos de outros governos,
fossem do tipo de bloco central ou nitidamente da direita, possam
sonhar, acordados, na possibilidade de retomar os seus pelouros.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Pessoalmente,
e por dedução dos tempos passados, não os antigos mas notoriamente
muito recentes e actuais, considero que o aforismo de que mudam as
moscas mas a merda é a mesma, não se pode aplicar à terra. Pois
muitas moscas são sempre as mesmas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Será
porque Portugal já recuperou a sua dimensão inicial e não existe uma
reserva de moscas novas? Mas, de facto, continuamos a ser abusados
por um pequeno grupo de astutos. Esgravatando um pouco nos sucessivos
“escândalos” surgem personagens já conhecidas de outras
habilidades anteriores. Anteriormente se dizia que quem mandava, de
facto, eram umas poucas de famílias. Agora, aos clássicos,
juntaram-se novos arrivistas, que os realmente importantes consentem
que fiquem na fila da frente. Enquanto os considerarem válidos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/feeds/4905674007566285699/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/03/meditacoes-ja-se-nota.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/4905674007566285699'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/4905674007566285699'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/03/meditacoes-ja-se-nota.html' title='MEDITAÇÕES – Já se nota ?'/><author><name>Albert Virella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18195344588339677612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3694407430555264003.post-682626988553923455</id><published>2021-02-28T12:37:00.005-08:00</published><updated>2021-02-28T12:37:55.746-08:00</updated><title type='text'>MEDITAÇÕES - Uma receita que é um segredo</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&amp;nbsp;Nestas semanas de clausura obrigatória e receio de aumentar o peso corporal se nos dedicarmos a petiscar, existe uma possibilidade de dar prazer ao paladar e, ao mesmo tempo, ajudar a entreter o tédio quando as actividades, mais ou menos lúdicas, se interrompem , seja qual for o motivo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;A receita surgiu ao recordar um hábito tradicional, que por não frequentar os locais apropriados, não sei se ainda está vigente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;Alguns clientes quando pedias que lhes servissem um café, numa das várias definições que existiam, por vezes peiam que fosse &quot;pingado&quot;, com uma gotas de leite. Ou, mais sibariticamente, com &quot;um cheirinho&quot;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;Pensei, num momento de notável lucidez: E será possível melhorar o prazer (?) de comer aquela micro&amp;nbsp; dose de iogurte adicionando-lhe umas gotas, digamos um fiozinho, de qualquer bebida alcoólica (que não cerveja) ?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;Dito e feito. Melhora imenso! Depois de tirara a tampinha e lamber, cuidadosamente e sem pensamentos eróticos, a sua face interior, juntar um cheirinho da garrafa que tiver mais à mão (sem ser aquela mistela de agua com álcool que dizem nos desinfecta as mãos) Mexer bem, para homogeneizar, e comprove que aquele conteúdo melhorou consideravelmente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/feeds/682626988553923455/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/02/meditacoes-uma-receita-que-e-um-segredo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/682626988553923455'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/682626988553923455'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/02/meditacoes-uma-receita-que-e-um-segredo.html' title='MEDITAÇÕES - Uma receita que é um segredo'/><author><name>Albert Virella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18195344588339677612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3694407430555264003.post-6944825022736812379</id><published>2021-02-26T03:39:00.005-08:00</published><updated>2021-02-26T03:39:30.674-08:00</updated><title type='text'>MEDITAÇÕES – O desnorte da “classe média”</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;b style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Nota
prévia: &lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;O que tenho em mente é
a ideia, pessoal, de que existe uma convicção errada, por uma parte
das pessoas acomodadas, em se auto-considerar como pertencentes a uma
zona social “em expansão”. A estarem situados numa burguesia
que, de facto, tem uma base económica muito periclitante.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; margin-right: 0.95cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Recordemos
que a nova classe social, independente da nobreza e da Igreja, surgiu
na Idade Média quando as cidades -&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;burgos-,
&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;foram
ganhando importância em consequência do abandono dos campos pela
dificuldade em subsistir. Nas cidades foi factível, para algumas
actividades especiais, conseguir estabilidade e meios económicos
próprios. Aconteceu com alguns artesãos especializados -&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;como
ourives&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;-
e a médicos, notários, advogados e outras profissões liberais. A
eles juntaram-se empresários que careceram de ajudantes
especializados ou como mão-de-obra com baixa remuneração. Assim
surgiu uma nova classe com poder crescente e sem compromissos
sociais: &lt;/span&gt;&lt;b style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;A
burguesia.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; margin-right: 0.95cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Regressando
à actualidade. Com os efeitos secundários que a pandemia está
provocando no tecido social em que vivemos, é muito provável que
bastantes famílias, que tinham conseguido habituar-se a ter mais do
que uma residência. A gozar férias no estrangeiro várias vezes ao
longo do ano civil. A poder usufruir da comodidade, e vaidade, de ter
vários carros à sua disposição, além de residir em casas
grandes, bem mobiladas e com todo o conforto desejável, súbita e
gradualmente se viram privados de algumas benesses.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; margin-right: 0.95cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Apesar
do recurso ao tele-trabalho, deve ter sido quase impossível não
sentir os efeitos, nomeadamente no seu grupo familiar, do
confinamento obrigatório. E pior. O encerramento de empresas pode
ter colocado muitos dos membros da sociedade que, paulatinamente, se
tinham habituado a “ser gente”, a verem-se num estado de&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; margin-right: 0.95cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;No
século XX -&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: left;&quot;&gt;&lt;i&gt;ou
seja recentemente pelo calendário evolutivo&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;-
a noção de pertencer à burguesia tornou-se a meta para quem, seja
como for, tinha conseguido uma agradável estabilidade económica
-&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: left;&quot;&gt;&lt;i&gt;mesmo
que mais aparente do que real&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;-
com a qual se podia sentir destacado perante aqueles do grupo de onde
tinha saído recentemente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; margin-right: 0.95cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Esta
 aparente burguesia sem base económica própria e consistente, será
uma das vítimas mais desmoralizadas que pode surgir com esta
pandemia. Mas tenhamos fé em que alguns recuperarão, com esforço e
novas oportunidades. E novos membros se incorporarão à falsa
burguesia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/feeds/6944825022736812379/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/02/meditacoes-o-desnorte-da-classe-media.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/6944825022736812379'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/6944825022736812379'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/02/meditacoes-o-desnorte-da-classe-media.html' title='MEDITAÇÕES – O desnorte da “classe média”'/><author><name>Albert Virella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18195344588339677612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3694407430555264003.post-1146283436917953138</id><published>2021-02-18T12:12:00.002-08:00</published><updated>2021-02-18T12:12:35.333-08:00</updated><title type='text'>MEDITAÇÕES-  A polémica  dos brasões</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; margin-right: 0.99cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;Um assunto que só posso tocar com pinças,&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;e
com luvas cirúrgicas. Sem esquecer a máscara...&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; margin-right: 0.99cm;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; margin-right: 0.99cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;UMA
POLÉMICA DISPENSÁVEL&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; margin-right: 0.99cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;A decisão de retirar, nos jardins
da Praça do Império, os brasões das então colónias e
posteriormente províncias ultramarinas, e nos dias que correm são
países independentes, tem gerado uma polémica que não parece leve
caminho de se poder terminar a contento de todos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-right: 0.99cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Deixando de lado, porque o tempo não
volta para trás, -&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: left;&quot;&gt;&lt;i&gt;como pedia
o Mourão na sua cantiga, com bastante êxito na sua altura&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;-
o facto de como se chegou a encomendar o projectar e executar os tais
brasões. Como se sabe era uma das várias acções que estavam
inclusas nos festejos produzidos pelo regime do Estado Novo, na
remodelação da franja do lado direito da foz do Tejo que terminava
na requalificação&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;&amp;nbsp;(merecida) da Torre de Belém.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; margin-right: 0.99cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-weight: normal; text-align: left;&quot;&gt;Como, provavelmente&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;, a selecção
das imagens, simbólicas, que deveriam figurar em cada um dos
brasões, não foi decidida após uma ampla consulta popular entre a
população de cada uma daquelas áreas a brasonar. È notório que o tema pode atingir um nível de guerrilha com pouco sentido neste século.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-right: 0.99cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Uma &lt;/span&gt;&lt;b style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;ideia maluca&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt; que me
ocorreu, -e que não creio que alguém a considere como interessante
e factível- seria o da “passar a bola” aos embaixadores destes
novos Países, acreditados em Lisboa, a fim de que possam dar o seu
parecer. For ele como aval  de continuarem no locar onde ainda estão
implantados -&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: left;&quot;&gt;&lt;i&gt;ou estiveram
durante décadas&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;- ou de os apagar de vez. Ou seja, a
sentença passaria a ser dos visados e não de um departamento
camarário que qualquer cidadão pode criticar, independentemente de
ter razão ou não.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/feeds/1146283436917953138/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/02/meditacoes-polemica-dos-brasoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/1146283436917953138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/1146283436917953138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/02/meditacoes-polemica-dos-brasoes.html' title='MEDITAÇÕES-  A polémica  dos brasões'/><author><name>Albert Virella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18195344588339677612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3694407430555264003.post-2880401146760155188</id><published>2021-02-13T05:57:00.008-08:00</published><updated>2021-02-13T05:57:40.395-08:00</updated><title type='text'>MEDITAÇÕES - Já é um pouco tarde</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Tinha escrito um texto,
excessivamente longo, com o propósito de justificar a minha posição
de reserva quanto à pressão que no único recanto que visito
através da Internet, é um tal de Facebook, apesar de ter a noção
de que são vários os grupos que coabitam nesta rede.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-right: 0.02cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Deixei o texto a marinar durante a
noite, em vinha-de-alhos, e no dia seguinte, ou seja hoje sábado,
decidi que não vale a pena tentar explicar as causas e o meu impulso
de retraimento no que respeita a “abrir a porta” a pessoas que
desejam, ardentemente, ser meus amigos-a-martelo, como o vinho
falsificado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-right: 0.02cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Tentei descobrir, dentro de mim, as
razões porque tantas pessoas, totalmente desconhecidas na sua maior
parte, querem entrar numa lista sem sentido.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-right: 0.02cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;A única explicação
para esta corrente é que pretendem fazer uma lista de nomes o mais
longa possível, como se estivessem a coleccionar selos, tampas de
refrigerantes, carteiras de fósforos ou outra bobagem qualquer.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-right: -0.02cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Apesar de que avalio
que, para mim e nesta altura, o imaginar que posso passar a ter uma
imensa e imparável quantidade de “amigos”, chega um pouco -ou
mesmo muito- tarde para mim, dado que a  probabilidade, inevitável,
de deixar de estar presente de um momento para outro é muito alta.
Ao insistirem com a minha participação estão perdendo uma parte do
vosso “preciso tempo”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-right: -0.02cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;MAS
-dizem que sempre há um mas...- vou satisfazer as vossas ânsias.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;&lt;b&gt;
A partir deste instante vou aceitar todos os pedidos de amizade&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;.
E seja o que Deus quiser. Até se fartarem!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/feeds/2880401146760155188/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/02/meditacoes-ja-e-um-pouco-tarde.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/2880401146760155188'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/2880401146760155188'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/02/meditacoes-ja-e-um-pouco-tarde.html' title='MEDITAÇÕES - Já é um pouco tarde'/><author><name>Albert Virella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18195344588339677612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3694407430555264003.post-1307219329387229008</id><published>2021-02-07T03:11:00.002-08:00</published><updated>2021-02-07T03:11:45.409-08:00</updated><title type='text'> MEDITAÇÕES – Como sinto as cores</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;O
facto de que -&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;i&gt;eu por exemplo&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;-
ao ver uma cor dominante sinta uma  sensação psicológica
determinada, não garante que todos os nossos companheiros de viagem
se encontrem em igual sintonia. Mais: temos referência de que em
cada cultura, em geral de zonas afastadas entre si, as cores podem
ser associadas a situações muito dispares.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Como
exemplo, conhecido por muitos de nós, é o caso das vestes lutuosas.
No ocidente europeu o luto carregado implicava vestimenta preta, ou
pelo menos, para os homens, a gravata preta ou uma faixa preta no
braço. Na zona oriental do globo é o amarelo vivo que denota a
tristeza por uma morte.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Este
tema, que não me é novo, apareceu-me no acordar, num estado de
semivigilia, e me levou a fazer um inventário, mental, de como as
cores de um ambiente ou de um objecto em destaque nos afectam.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Existem
&lt;/span&gt;&lt;b style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;estudos sérios &lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;sobre este tema. Inclusive tenho -&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: left;&quot;&gt;&lt;i&gt;mas
não sei em que prateleira está&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;- um livro técnico que
analisava os efeitos psicológicos das cores e servia para ser uma
guia para pintar, com atenção, paredes e objectos em locais
específicos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;É
com base nestes estudos que se optou por pintar as paredes dos
corredores de clínicas e hospitais em tons claros de verde ou azul.
De preferência o verde! A razão estava no admitir que esta cor nos
orienta para a tranquilidade da natureza, dos prados... A cor branca,
que em geral a sentimos associada ao asseio, à limpeza, entra na
zona das cores frias, que se deve quebrar com alguns toques de cor
mais quente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Mas
estas duas cores entram, sem dúvida, na zona que chamamos de “&lt;/span&gt;&lt;b style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;cores
frias&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;” e por isso não são nada indicadas para pintar paredes
de casas de banho, nomeadamente se lá existirem as instalações de
asseio corporal (lavatórios, duches, banheiras), pois que a visão
nos transmite uma sensação de frio. Infelizmente ao associar o
facto de ali se encontrarem torneiras que debitam água e associar a
cor azul a este líquido leva a muitos, desconhecedores, a optar por
tons de azul ou verde.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;As
&lt;/span&gt;&lt;b style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;cores consideradas “quentes”&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;, que vão desde o creme, os
amarelos, castanhos com diversas intensidades, laranjas, rosas e
vermelhos suaves, tem as suas aplicações bem estudadas. Os gráficos
publicistas  sabem como os usar a fim de chamar a atenção para
pontos concretos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;O
&lt;/span&gt;&lt;b style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;vermelho intenso&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt; pode provocar exaltações mentais muito
indesejáveis em espíritos excessivamente sensíveis. O motivo é
porque, instintivamente, nos leva a imaginar sangue derramado,
feridas, morte! O vermelho escuro, quase roxo, pode mentalmente ser
associado com sangue seco. A evitar! Por esta razão são cores
banidas de clínicas e hospitais; inclusive em muitas zonas de uso
civil não especializadas. Excepto quando, precisamente, se quer
quebrar o equilíbrio emocional de quem entra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;O
&lt;/span&gt;&lt;b style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;violeta e roxo&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;, também, e por influência da cultura cristã,
trazem uma conexão com o sofrimento, com as torturas. Daí serem as
cores que se usam nos paramentos das igrejas na Semana Santa. Até
umas décadas atrás, havia mulheres que, por uma promessa piedosa,
vestiam, durante uns tempos, hábitos pretos ou roxos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-weight: normal; text-align: left;&quot;&gt;Finalmente
chegamos ao &lt;/span&gt;&lt;b style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;preto&lt;/b&gt;&lt;b style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-weight: normal; text-align: left;&quot;&gt;, &lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;que podemos considerar como a carência de cor.&lt;/span&gt;&lt;b style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-weight: normal; text-align: left;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-weight: normal; text-align: left;&quot;&gt;Sempre conectado com as trevas, com com
perigo invisível, com a noite cerrada, com o averno. Além de ser
usado em vestes fúnebres também, e certamente que por influência
das castas mais dominantes, mantém-se em roupas masculinas de grande
cerimónia. Como se a alegria, a boa disposição, não se pudessem
enquadrar em actos sociais onde, precisamente, se devia incitar o
regozijo. Só alguns atrevidos se trajam de cores claras.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/feeds/1307219329387229008/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/02/meditacoes-como-sinto-as-cores.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/1307219329387229008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/1307219329387229008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/02/meditacoes-como-sinto-as-cores.html' title=' MEDITAÇÕES – Como sinto as cores'/><author><name>Albert Virella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18195344588339677612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3694407430555264003.post-3169661373069895467</id><published>2021-02-05T06:09:00.007-08:00</published><updated>2021-02-05T06:09:35.615-08:00</updated><title type='text'>MEDITAÇÕES - Esta humidade</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;b&gt;Não é fácil domesticar o clima&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;Não
sei se de facto é  consequência da humidade ambiental, que o
higrómetro mostra estar além dos 100%, o que equivale a dizer que
teremos que mudar de roupa e vestir os calções de banho, nem que
seja indo até Cascais e fazer uma despir/vestir na praia dos
pescadores, à maneira do Tio Marcelo. E ir treinando a possibilidade
de respirar pelas guelras, que não tardarão a surgir, junto ao
pescoço.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Seja
como for, apesar de que não chove, o céu está de um plúmbeo umas
vezes escuro e outras em semiopaco, como aqueles gelados que não são
bem, mas que se qualificam de semifrios. Há mais coisas em nosso
redor, e inclusive muitas pessoas, que estão no domínio do que se
diz “&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;&lt;i&gt;nem carne nem
peixe&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;”, e
acrescenta-se: “&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;&lt;i&gt;antes
pelo contrário&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;”. Umas
ambiguidades que não nos satisfazem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Ocasiões
há em que, perante as imprecisões o nosso instinto de defesa decide
criticar, gozar, escarnecer. E assim disfarçar a carência de
compreensão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Deixando
de lado as elucubrações inócuas e voltando à desagradável
atmosfera que nos rodeia, é de bom senso referir que o forçar, uma
elevação da temperatura do ar que nos envolve dentro do habitáculo,
 com o auxílio de aparelhos de consumo energético é, além de 
prejudicial para as bolsas, um artifício de alcance limitado, e por
vezes até pernicioso, pois que ao ultrapassar a barreira, invisível,
do conforto artificial e entrar no espaço imediatamente contíguo,
não só nos bate na cara, e no corpo em geral, a situação
climatérica de que queremos escapar mas, nos arriscamos a que esta
mudança facilite a investida de algum vírus com um grau de
malignidade concreto e por sinal invisível a priori.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;O
que posso, e devo, declarar, é que não se pode optar por tarefas
voluntárias porque o desânimo está em grau superlativo. O corpo
pede moleza, &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;&lt;i&gt;dolce far
niente&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;, com a convicção
de que os agasalhos não são totalmente eficazes. Se calhar uma
vestimenta ao estilo esquimó – fresquinho, seria recomendável.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Após
estas lamentações, inúteis mas não descabidas, surge a dúvida de
se a languidez, moleza, quebranto ou como lhe quisermos denominar
será aquilo que alguns comentadores referem como um dos sintomas que
aparecem quando a pessoa foi atacada pelo Covid 19, 20, 21, ….
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;i&gt;quando
aparece este número sempre salta à minha memória a associação
com o nome João. Deve ser por estar numa placa viária.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/feeds/3169661373069895467/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/02/meditacoes-esta-humidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/3169661373069895467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/3169661373069895467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/02/meditacoes-esta-humidade.html' title='MEDITAÇÕES - Esta humidade'/><author><name>Albert Virella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18195344588339677612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3694407430555264003.post-8814574614689102335</id><published>2021-02-02T05:26:00.003-08:00</published><updated>2021-02-02T05:26:18.052-08:00</updated><title type='text'>   MEDITAÇÕES – Sobre a liberdade de escolha</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Uma
das “verdades” que nos foram inculcadas é a de que o homem
(&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;i&gt;noção que inclui as
mulheres e variantes&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;) tinha a inegável capacidade de
orientar a sua vida, o seu destino, as suas voltas e reviravoltas, ou
seja, que podia conduzir o seu futuro com absoluta liberdade de
opção. Será mesmo assim?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Avaliando
pelo meu percurso pessoal e até &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;baseando
no&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt; que conheço (&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: left;&quot;&gt;&lt;i&gt;admito,
sem hesitar, que nem de mim mesmo sei todos os vectores que me
empurraram a decidir. Quanto mais das outras pessoas...&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;)
as decisões que orientaram o percurso de vida raramente foram
tomadas sem ponderar uma série, mais ou menos longa, de pressões em
sentidos diversos ou mesmo opostos. E que posteriormente vimos que o
que foi decidido, como se fosse de livre vontade, ou mesmo
indubitavelmente pela própria cabeça, foi um erro, que conduziu,
sem uma forte capacidade de emenda. Quando a decisão foi tomada por
ser a única possível, e por vezes até por pressão exterior, a
conversa é outra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;As
reacções  que o indivíduo pode sentir quanto está ciente de ter
errado no caminho resumem-se em três (&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: left;&quot;&gt;&lt;i&gt;cuja
escolha apresenta, novamente, a incerteza&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;) A saber:
continuar e esperar que a situação melhore de por si; virar para
para um novo rumo ou tentar recuar à posição inicial. Os jogos de
tabuleiro -&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: left;&quot;&gt;&lt;i&gt;salvo aqueles em
cujas regras existe a possibilidade de avançar como prémio ou
retroceder como castigo&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;- nos dizem que uma vez feita a
jogada é irreversível. Todavia na vida nem sempre esta penalidade é
irrevogável.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Na
fase da nossa vida colectiva, anormal, em que sabemos estar cativa a
sociedade mundial, as possibilidades de tomar decisões pessoais, que
contrariem aquilo que as normas e regras em vigor nos obriguem, são
cada vez menores. Pior! Muitas pessoas passaram de estar num patamar
aceitável, mesmo que não exactamente o desejável, para ser
empurrados para situações que julgavam estar já fora do seu
horizonte “normal”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Para
um colectivo, não quantificado pelos responsáveis da governação,mas
que sem dúvida alguma engrossa as suas fileiras diariamente, as
possibilidades de retomar a vida anterior estão muito difusas ou
mesmo distantes, ou até vistas como irremediavelmente perdidas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Dizia-se
que a &lt;/span&gt;&lt;b style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;esperança&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt; era a última coisa a perder. E, por tabela
nos diz que a &lt;/span&gt;&lt;b style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Fé&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt; (&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; text-align: left;&quot;&gt;&lt;i&gt;em
melhores tempos. Mas não na fé cega da religião, que consola o
desgraçado (?))&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt; e a carência de meios próprios induz a
que se sinta difícil exercer a &lt;/span&gt;&lt;b style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;caridade&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt; social, já que todos
sabemos que o País, na sua totalidade, há muito tempo que vive de
fiado, “confiando” em que perdoem as nossas dívidas, assim como
nós perdoamos aos nossos devedores.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Mas será que nos devem alguma
coisa? Ou, dito de outra forma. Será que aquela grandeza histórica
que tanto se tem badalado ao longo de décadas, ou séculos, já não
é valorizada como um capital pelos restantes povoadores da Terra?
Ou, se calhar nunca o foi&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Cinicamente
recordamos que, na maior parte das ocasiões, o que uma mão de fora
nos oferece implica a que, com a outra mão, nos tira valores
superiores e dificilmente recuperáveis. E não só isso. Por muito
que tente passar desapercebido, um ricalhaço que perdeu quase tudo e
vai ao penhorista, ou mais fino, ao Montepio Geral, sabe que aquilo
deixado como penhor dificilmente voltará ás suas mãos, ou mesmo
jamais em tempo algum, como se diz popularmente. Excepto se o
“artista” pertencer à classe dos políticos e dos banqueiros,
seus fieis aliados. Estes conseguem ficar mais endinheirados do que
antes de entrar naquelas instituições.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/feeds/8814574614689102335/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/02/meditacoes-sobre-liberdade-de-escolha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/8814574614689102335'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/8814574614689102335'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/02/meditacoes-sobre-liberdade-de-escolha.html' title='   MEDITAÇÕES – Sobre a liberdade de escolha'/><author><name>Albert Virella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18195344588339677612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3694407430555264003.post-4754255667086083864</id><published>2021-02-01T11:13:00.001-08:00</published><updated>2021-02-01T11:13:30.852-08:00</updated><title type='text'>MEDITAÇÕES – Não me apetece</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-indent: -0.05cm;&quot;&gt;Não conheço a razão concreta, que
me colocou neste fastio. O que imagino é que devem ser diferentes
factores aqueles que, ao se sobreporem, me deixaram apático.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm; text-indent: -0.05cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left; text-indent: -0.05cm;&quot;&gt;Já que não tenho sintomas de estar
mais doente -da cabeça?- do que habitualmente terei que fazer um
inventário de tudo aquilo que, começando pelo ambiente exterior, me
levou a este marasmo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm; text-indent: -0.05cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left; text-indent: -0.05cm;&quot;&gt;Tentei seguir nas tarefas de
”criatividade” que me tem  servido de escapatória nos últimos
tempos, mas as tentativas não provocaram um impulso de continuidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm; text-indent: -0.05cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left; text-indent: -0.05cm;&quot;&gt;Entreter o corpo nalguma das
actividades de manutenção do jardim não é aconselhável, pois
além da temperatura não ser confortável, a humidade do ar -&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left; text-indent: -0.05cm;&quot;&gt;segundo
acusa o higrómetro&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left; text-indent: -0.05cm;&quot;&gt;-, é quase equivalente a estar dentro de
água. E por sinal fria. Reconhecer que estas condições
climatéricas que nos toca aguentar são, comparativamente com o que
outras pessoas sofrem, noutras zonas do globo, com algum estoicismo
(?) um quase verão,  e sendo assim nos queixamos por estar mal
habituados, não chega para me incitar a jardinar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm; text-indent: -0.05cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left; text-indent: -0.05cm;&quot;&gt;A outra fuga que tenho utilizado
para gastar, inutilmente, o meu tempo livre -&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left; text-indent: -0.05cm;&quot;&gt;que é todo!&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left; text-indent: -0.05cm;&quot;&gt;- tem
sido a de conspurcar telas. Estava num ritmo de “creatividade”
tão disparatado que me levada a ter, sempre, duas telas, ou mais, em
diferentes fases de avanço. O resultado é que, por mais ofertas
-&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left; text-indent: -0.05cm;&quot;&gt;envenenadas&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left; text-indent: -0.05cm;&quot;&gt;- que faça a amigos/as tenho a casa repleta de
quadros. Não há espaço livre nas paredes para tal produtividade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm; text-indent: -0.05cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left; text-indent: -0.05cm;&quot;&gt;Para esticar a ocupação -&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left; text-indent: -0.05cm;&quot;&gt;e não
incrementar a despesa desnecessária- &lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left; text-indent: -0.05cm;&quot;&gt;meti-me
em preparar umas molduras, caseiras e sem préstimo, apesar de me
terem aconselhado a deixar as telas, quando “prontas” sem este
acabamento. Tem razão com esta sugestão. Mas acontece que nesta
ocupação complementar, gasto mais umas horas mortas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Posso
tentar inculpar o ambiente de reclusão que, além de já durar por
demasiados meses. Todavia as previsões, nada optimistas, dizem que
isto está “para lavar e durar”. &lt;/span&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Nem
tudo o que nos noticiam é mau. Há notícias péssimas, difíceis de
aceitar ou digerir. Pelo que vemos acontece noutros países,
concluímos que aquele adjectivo que penduram ao povo português, de
ser maioritariamente sereno e educado, pouco dado a manifestações
violentas, nas que qualquer mínima circunstância serve de desculpa
(?) para destruir tanto os bens dos outros como os da comunidade em
geral.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;Felizmente
este comportamento, selvagem e despropositado, ainda não está
inculcado entre nós.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm; text-indent: -0.05cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left; text-indent: -0.05cm;&quot;&gt;Uma das pretensas justificações
para os distúrbios de rua que nos reportam de países em melhores
condições do que neste falido Portugal, é o não aceitar mais
restrições nas deslocações. Aqui, neste Jardim à beira-mar
plantado, a desobediência é de outro tipo. Mais subtil, menos
espaventoso e violenta.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm; text-indent: -0.05cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left; text-indent: -0.05cm;&quot;&gt;Os descontentes fazem tudo o que
lhes ocorre para desobedecer as recomendações, alegando que não
são apresentadas com a força de lei ou de diploma. Que não passam
de conselhos quase que do género que dão as avós, e assim pode-se
optar pelo habitual “não ligar” ou fazer espertices, que vai dar
no mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm; text-indent: -0.05cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left; text-indent: -0.05cm;&quot;&gt;Outra escapatória que usava era o
escrever banalidades e até cheguei a tentar umas narrativas de
ficção apresentadas com o estilo de folhetim. Assim me entretive
uns tempos, mas afalta, absoluta, de retorno e, mais recentemente, o
receber um comentário -&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left; text-indent: -0.05cm;&quot;&gt;amigável e por isso aceite sem rancor&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left; text-indent: -0.05cm;&quot;&gt;-
em que me elucidava que o meu domínio da língua portuguesa deixava
muito a desejar, estancou esta pretensa faceta de criatividade. Só
insisto nuns comentários banais e insípidos que meto num blogue
pessoal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm; text-indent: -0.05cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; text-align: left; text-indent: -0.05cm;&quot;&gt;Mas... espero que com o regresso dos
dias com sol o meu ânimo retome alguma actividade, antes de que
termine mais doido do que sempre fui.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/feeds/4754255667086083864/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/02/meditacoes-nao-me-apetece.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/4754255667086083864'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3694407430555264003/posts/default/4754255667086083864'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivenciasdevirella.blogspot.com/2021/02/meditacoes-nao-me-apetece.html' title='MEDITAÇÕES – Não me apetece'/><author><name>Albert Virella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18195344588339677612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>