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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-4633326575219418453</atom:id><lastBuildDate>Sun, 31 Jul 2011 05:34:36 +0000</lastBuildDate><category>reciqlagem</category><category>viral</category><category>Publicidade</category><category>curitiba</category><category>Cenário</category><category>custos</category><category>Petrobrás</category><category>construção de marcas</category><category>red bull</category><category>antarctica</category><category>mad croc</category><category>Neurociência</category><category>esportes</category><category>Estratégia</category><category>Novas mídias</category><category>pesquisa de marketing</category><category>Design</category><category>Bolsa de Valores</category><category>inteligência</category><category>brahma</category><category>parana</category><category>kotler</category><category>ambev</category><category>Mente</category><category>IPCA</category><category>confederaçao brasileira de tenis</category><category>Qualidade</category><category>Marcas</category><category>processos</category><category>mercearia guahyba</category><category>inflação</category><category>planejamento estratégico</category><category>skol</category><category>eventos</category><category>cbt</category><category>marketing</category><category>Crise</category><category>energético</category><category>marketing esportivo</category><category>digital</category><category>Valor real e de mercado</category><category>planejamento</category><category>branding</category><category>praia</category><title>reciQlagem - marketing &amp; branding</title><description>Desenvolvemos e implementamos Planejamento Empresarial nos seus diversos escopos, sempre com foco na maximização do retorno sobre os investimentos e na otimização dos recursos e da infra-estrutura organizacional, através de um modelo de gestão dinâmico e preciso.</description><link>http://reciqlagem.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Antonio Santos)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>48</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/blogspot/reciqlagem" /><feedburner:info uri="blogspot/reciqlagem" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:browserFriendly></feedburner:browserFriendly><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4633326575219418453.post-3095966496620669006</guid><pubDate>Thu, 11 Mar 2010 13:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-11T10:27:02.175-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">branding</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">marketing</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">construção de marcas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">reciqlagem</category><title>Guinness celebra 250 anos com brinde mundial</title><description>Ação da líder em black stout, assinada pela Saatchi &amp; Saatchi EMEA, de Londres, marca o aniversário, comemorado na quinta-feira 24 de setembro, às 17h59, alusão ao ano do início da produção da cerveja. No Brasil, bares também brindam à data.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Gabriel Navarro&lt;br /&gt;23 de Setembro de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 24 de setembro de 1759, na Irlanda, Arthur Guinness iniciou a produção da cerveja batizada com seu sobrenome. Hoje, o rótulo domina 80% do mercado mundial do gênero stout (tipo escuro da bebida, oriundo da Grã-Bretanha) e vende até 2,7 bilhões de litros anualmente. Para festejar os 250 anos da marca, a inglesa Saatchi &amp; Saatchi EMEA criou uma ação internacional que vem instigando o espírito comemorativo desde 1º de abril deste ano (leia aqui).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A Guinness é uma das marcas mais icônicas do mundo e sentimos que é uma homenagem apropriada usar essa data para lançar nossa primeira campanha publicitária global", declarou Ronan Beirne, gerente de marketing global da empresa. As peças para TV foram veiculadas no Reino Unido, na Irlanda, na África e em parte da Ásia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;250 saudações&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No comercial, que deve continuar no ar até o fim deste mês, um brinde num pub de Dublin se estende de bar em bar, até alcançar todos os continentes. Pessoas de diversas nacionalidades se unem em grupos entusiasmados para saudar "To Arthur". Numa outra versão, com ar cômico, a frase muda de acordo com o país - no Chile, por exemplo, os nativos dizem "To llamas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o brinde real e internacional em tributo ao criador da cerveja será feito às 17h59(alusão ao ano em que a black stout foi criada). Diversos eventos foram programados. Uma festa na capital irlandesa reunirá cerca de 60 nomes da música britânica. Além disso, uma promoção, também com alcance mundial, ofereceu prêmios como uma viagem ao espaço, cortesia da Virgin Galactic, e uma apresentação particular da banda Black Eyed Peas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Festa no Brasil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Por aqui, a maior comemoração do aniversário da Guinness deve acontecer no tradicional pub paulistano O'Malley's. Essa é expectativa do dono do lugar, Ali Visserman, responsável por trazer a Guinness para o País, em 2001, após quatro anos de negociações. Ele também é dono da Boxer, empresa que atualmente distribui a cerveja por aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o executivo, atualmente já existem cerca 50 estabelecimentos brasileiros que têm a bebida em seu cardápio. Quando começou a oferecer Guinness, Visserman vendia cerca de 1300 pints (copos de 568ml) por mês. Hoje são mais de 2500. No O'Malley's, o brinde também será feito às 17h59 desta quinta-feira, 24.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira alguns comerciais feitos para a comemoração:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/YM6qclgh4Ro&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/YM6qclgh4Ro&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/t8qWjQR_C0Y&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/t8qWjQR_C0Y&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4633326575219418453-3095966496620669006?l=reciqlagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://reciqlagem.blogspot.com/2010/03/guinness-celebra-250-anos-com-brinde.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabrício)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4633326575219418453.post-6979657072714948744</guid><pubDate>Thu, 11 Mar 2010 12:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-15T22:53:32.569-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">branding</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">marketing</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marcas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">construção de marcas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">reciqlagem</category><title>Marca mais sólida, lucro mais líquido</title><description>Março 11th, 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Igor Novelli&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem já teve passagem pelo meio publicitário ou já conversou a respeito com algum dos seus profissionais sabe que é uma área repleta de jargões mercadológicos que são repetidos a torto e a direito. Entretanto, dentre todos esses neologismos, um merece destaque por representar mais do que uma gíria de mercado. Pelo contrário, hoje representa o diferencial competitivo da maioria das grandes empresas. Falo de branding.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você já reparou que hoje em dia, exceto as propagandas de varejo, quase nenhum anúncio destaca o produto? Em vez disso, o que se exalta é a marca. É uma tendência cada vez maior entre as grandes corporações e que, aos poucos, começa a ganhar espaço em mercados mais discretos. Mas, para explicar o porquê do crescimento do investimento em marca, é necessário antes esclarecer o que é marca. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua marca não é o logotipo do seu estabelecimento, as cores da fachada, a decoração, o slogan, tampouco seu nome. Apesar de isso tudo ser a tradução visual do que ela pretende transmitir, o conceito é muito mais amplo. Definamos, para facilitar as coisas, uma marca como a sua reputação. É como o cliente percebe o seu produto ou o seu serviço. Portanto, quem define a marca é quem compra, não quem vende. E, é justamente por isso que se torna tão complexo o processo de construção de marca. Esse processo é chamado de branding.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Envolve tudo aquilo que o cliente percebe do seu estabelecimento, como atendimento, decoração, qualidade do que é servido e as pessoas que frequentam, só para citar alguns exemplos. Melhorando o atendimento você estará investindo na sua marca. Oferecendo produtos melhores você estará investindo na sua marca. Comunicando seu estabelecimento de forma criativa e diferenciada você investe na sua marca. Esse conjunto de ações faz com que você não precise caçar clientes. Sua reputação os atrai e os fideliza. E, ainda que, para isso, o custo final do seu serviço seja maior, o cliente paga quando suas expectativas são atendidas e, principalmente, superadas. Paga mais caro quando percebe que a marca transmite mais confiança e empatia do que as concorrentes. Prova de como o valor da marca faz toda a diferença é a Coca-Cola. Nunca é o refrigerante mais barato do mercado, mas é o que vende mais. A Coca investe em branding há quase um século, mas acredite: nunca é tarde para você começar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Igor Novelli é publicitário e sócio da Novelli Martoli, consultoria de marcas voltada especialmente para bares, restaurantes e casas noturnas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4633326575219418453-6979657072714948744?l=reciqlagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://reciqlagem.blogspot.com/2010/03/marca-mais-solida-lucro-mais-liquido.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabrício)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4633326575219418453.post-878171702776598230</guid><pubDate>Wed, 28 Oct 2009 10:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-21T20:08:26.263-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">branding</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">red bull</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">marketing</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">mad croc</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marcas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">construção de marcas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">energético</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">reciqlagem</category><title>Bebidas travam disputa energética</title><description>Novos players disputam espaço em segmento que cresce a passos largos no Brasil e tem Red Bull como líder&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Paula Ganem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Movimentação intensa no mercado de bebidas energéticas. De julho para cá, três novas marcas foram lançadas no País: TNT, da Cervejaria Petrópolis, a internacional Dark Dog e Gladiator, da Coca-Cola, empresa que já tem outro produto no segmento, Burn. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A chegada de tantos novos concorrentes não é mera coincidência. Entre dezembro e julho de 2008, o consumo de energéticos no Brasil foi de 11,7 milhões de litros. No mesmo período deste ano, esse número já era de 17,3 milhões, um salto de 48,5%, segundo dados do Instituto Nielsen. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse cenário reina a marca Red Bull, com o domínio de mais de 50% do mercado. Isso faz com que os novos players entrem em ação, ambicionando, de início, a segunda posição. "No período em que os Estados Unidos consomem 4 bilhões de latas, o Brasil consome 150 milhões. Ainda há uma fatia muito grande de mercado a se conquistada", explica João Wickert Taffarel, diretor de marketing da Dark Dog Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os concorrentes recém-chegados sabem também que o espaço para crescer é explorar o consumo do produto durante o dia. "Optamos por trazer Gladiator para o mercado brasileiro porque fizemos pesquisas que apontaram grande demanda por um produto energético adequado a ocasiões diurnas", comenta John Pinto, diretor de marketing de novas bebidas da Coca-Cola Brasil. "Observamos o mercado mundial e percebemos que o energético é visto como uma espécie de refrigerante de adulto. Não é um produto só focado na noite", reforça Douglas Costa, gerente de marketing da Cervejaria Petrópolis. Por isso, a empresa resolveu trabalhar o vínculo da marca TNT com os esportes desde o seu lançamento. Na semana passada, inclusive, anunciou a criação do TNT Team, um grupo de 17 atletas patrocinados pela marca. Os esportistas olímpicos são o nadador Cesar Cielo, o judoca Flavio Canto e as gêmeas do nado sincronizado, Bia e Branca Feres. Os demais atletas são representantes de esportes radicais, como o lutador Rodrigo Minotauro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O contrato de patrocínio fechado com os esportistas olímpicos vai até 2012, quando ocorrem os Jogos de Londres, com prioridade de renovação até 2016, ano em que o evento será realizado no Rio de Janeiro. Já os atletas de esportes radicais têm contrato fechado até 2010, também com prioridade de renovação. De acordo com Costa, o lançamento do TNT conta com investimentos de R$ 2,5 milhões. Antes disso, a marca patrocinou a escuderia Brawn no Grande Prêmio de Interlagos de F-1, realizado no domingo, 18. A agência que dá apoio às ações de marketing é a Multi Solution.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Batalhadores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Coca-Cola, por sua vez, investe na conquista do público que estuda e trabalha. Por isso, Gladiator conta com diferentes sabores. A estratégia de lançamento inclui ainda disponibilizar o produto em latinhas de 473 ml pelo mesmo preço das de 250 ml dos energéticos já existentes no mercado. Embora ambas as marcas da empresa sejam atendidas pela NBS, o posicionamento de cada uma é bastante diferente. "A campanha do Burn é direcionada aos frequentadores de baladas, festas de música eletrônica, shows, por ser um produto consumido em ocasiões de socialização à noite", comenta Pinto. "Já o conceito do Gladiator traz a ideia de que o brasileiro é o próprio protagonista de sua história, ajudando-o a manter a energia mental e emocional na busca de um futuro melhor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o lançamento da marca foram criadas ações para TV e internet. Entre elas, uma de conteúdo no programa Pânico na TV, da Rede TV. O quadro Gladiadores de Verdade traz uma arena onde personagens como o Motoboy Marino e o Estudante Mascarado entram em combate contra os inimigos do dia a dia. Entre eles, Patrão, Impiedoso, Temível Ônibus Lotado e Salário Merreca Mínimo. Já para a web, além do site de Gladiator (www.gladiadoresdeverdade.com.br), foram lançados games. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outra frente, a estratégia da Dark Dog passa primeiro pela promoção da experimentação do produto em locais frequentados pelo público-alvo da marca. "O objetivo é educar o consumidor, que ainda não entende muito bem o que é uma bebida energética", comenta Taffarel. A marca também apoia a skatista brasileira Karen Jones. "Mas a bebida não é só para o público jovem, é para todo mundo que precisa de energia", pondera o executivo. Em um segundo momento será lançada a campanha de mídia, incluindo patrocínio de programas de rádio, inserções em revistas e internet. Com investimentos de R$ 2 milhões, o lançamento conta com o suporte da Wild Propaganda. "Em cinco anos queremos alcançar o segundo lugar no segmento", diz o diretor de marketing. A Dark Dog é uma bebida austríaca que hoje está presente em 40 países.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4633326575219418453-878171702776598230?l=reciqlagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://reciqlagem.blogspot.com/2009/10/bebidas-travam-disputa-energetica_28.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabrício)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4633326575219418453.post-6877045704307291392</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2009 18:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-29T16:10:53.035-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">branding</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">marketing</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marcas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">viral</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">reciqlagem</category><title>Marketing Viral: utilize bem</title><description>Pode ser uma excelente ferramenta de captação de recursos e comunicação no Terceiro Setor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como um vírus, a ideia do marketing viral é se espalhar com proporções similares às de uma epidemia, alcançando um grande número de pessoas a baixos custos. O processo pode funcionar no famoso ‘boca a boca’ ou por meio da internet. E-mails, sites, blogs e páginas de relacionamento são excelentes veículos para espalhar o vírus da informação. Para as organizações do Terceiro Setor, pode ser uma grande ajuda, já que é simples e, se bem utilizado, bastante eficaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explorar redes sociais já existentes é o foco do marketing viral, que tem como meta divulgar marcas e práticas que possam ser replicadas. A estratégia é pedir a outros indivíduos que passem adiante uma mensagem, o que gera oportunidades diversas. Essa atitude demanda menos energia, e espera-se que isso se torne uma bola de neve, no bom sentido da expressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A teoria do “Mundo Pequeno”, publicada em 1967 pelo psicólogo norte-americano Stanley Milgram, foi a base do conceito do marketing viral. Mais tarde, o estudo ficou conhecido como os “seis graus de separação”, já que mostrou que este é o número máximo de contatos necessários para criar uma ponte entre duas pessoas em qualquer lugar do planeta. Assim, se seis contatos são suficientes para atingir qualquer pessoa no mundo, cada ser humano se torna um importante canal de comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, com o uso da internet, esses contatos ficaram ainda mais simples. Um bate-papo informal pode ‘vender’ uma causa ou uma marca e, pela teoria do mundo pequeno, esse assunto será facilmente expandido de maneira exponencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como utilizar o marketing viral no Terceiro Setor?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Investindo pouco ou, às vezes, nada, é possível divulgar sua causa por meio desta ferramenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é importante tomar cuidado com o público que se quer atingir, para que suas mensagens não sejam consideradas inoportunas e inconvenientes. Se isso acontecer, os destinatários podem classificar seus e-mails como spam e ter uma imagem equivocada de sua organização. Afinal, assim como a boa imagem da organização pode ser transmitida com a velocidade de uma epidemia, a imagem ruim também pode.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para investir sem erro nessa poderosa ferramenta, confira a seguir os sete princípios do marketing viral, que podem ser aplicados facilmente em organizações do Terceiro Setor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Ofereça um produto ou serviço de valor para seus prospectores.&lt;br /&gt;Esse quesito baseia-se na oferta de produtos ou serviços gratuitos. Para instituições, pode ser colocado em prática de outra maneira, por meio de campanhas. Um exemplo é vender produtos que gerem renda à instituição e sensibilizar os receptores em relação à causa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) É preciso ser bem definido e de fácil transmissão.&lt;br /&gt;Os meios pelos quais a mensagem passa devem ser fáceis de serem replicados. Assim, é interessante utilizar e-mails e sites gratuitos. É importante que o conteúdo da mensagem seja simples e curto, para que não fique pesada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Capacidade de crescer rapidamente.&lt;br /&gt;A mensagem deve ser retransmitida rapidamente para que, quando os usuários começarem a utilizar o serviço, possam promovê-lo e colocar em prática o marketing viral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Comportamentos comuns.&lt;br /&gt;O ‘vírus’ deve causar um apelo às emoções humanas, especialmente no Terceiro Setor, gerando a vontade de passá-lo para frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) Redes de comunicação já existentes.&lt;br /&gt;Aproveite as redes já existentes, como grupos de amigos, familiares e colegas de trabalho, que podem facilitar a transmissão de mensagens para um maior número de pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) Recursos de terceiros.&lt;br /&gt;É possível colocar textos ou imagens em outros sites, por meio de parcerias. Alguns sites permitem que isso seja feito até gratuitamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7) Baixo custo.&lt;br /&gt;O ideal é que o único custo no marketing viral seja o da criação do que será transmitido. Quanto mais leve e divertido for, mais chances terá de ser replicado. Atualmente, há a estratégia de criar jogos interativos que prendem a atenção e divertem o receptor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o mundo da internet e a interatividade cada vez mais em alta, não haveria melhor momento para colocar em prática esse tipo de comunicação. Graças à existência de sites gratuitos e com grande número de acessos, como Orkut, Twitter, Google e YouTube, é possível divulgar ações sem gastar nada. Além disso, os sites das próprias instituições devem ser ferramentas práticas, que permitam a comunicação ágil e que demonstrem a transparência e credibilidade da organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por Marcio Zeppelini (consultor em comunicação e marketing para o Terceiro Setor, editor da Revista Filantropia, produtor editorial pela Universidade Anhembi Morumbi e diretor executivo da Zeppelini Editorial &amp;amp; Comunicação)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;HSM Online&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4633326575219418453-6877045704307291392?l=reciqlagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://reciqlagem.blogspot.com/2009/10/marketing-viral-utilize-bem.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabrício)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4633326575219418453.post-587145363426870946</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2009 18:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-29T16:05:38.953-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">branding</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">marketing</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marcas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">viral</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">reciqlagem</category><title>A força do viral</title><description>Ed Robinson, da The Viral Factory, analisa o desempenho desse tipo de ação dez anos após o seu surgimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por Paula Ganem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O e-mail, mecanismo considerado "cool" pela geração de 30 e poucos anos, não significa grande coisa para os jovens. Hoje, é preciso contar com outros mecanismos de seeding para espalhar um viral e fazer sucesso na internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É esta a conclusão da palestra do co-fundador e diretor criativo da londrina The Viral Factory, Ed Robinson, no New Brand Communication. Ed falou diretamente de Londres via web em substituição ao seu sócio, Matt Smith, que não pôde comparecer ao evento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele disse que hoje os virais não são mais tão baratos (uma campanha global pode custar 300 mil dólares) e são poucos os que fazem sucesso em todo o mundo (Ed estima que sejam menos de 5%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O criativo, porém, reforçou que este não deve ser um mecanismo usado apenas pela a audiência e que o fato de as marcas terem dinheiro é mais um ponto positivo para alcançar êxito com uma ação do tipo. "O fato de a maioria dos virais ser feita por consumidores não quer dizer que não possamos fazer. Nós somos pessoas do ramo criativo", lembrou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A The Viral Factory surgiu há dez anos. "É o mais velho que você pode ser no ramo", comentou Ed.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4633326575219418453-587145363426870946?l=reciqlagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://reciqlagem.blogspot.com/2009/10/forca-do-viral.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabrício)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4633326575219418453.post-5027596077718108742</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2009 18:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-22T16:20:22.108-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">branding</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">marketing</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marcas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">construção de marcas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">reciqlagem</category><title>Especialistas discutem o futuro das marcas</title><description>New Brand Communication acontece na Faap, em São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por Jonas Furtado e Lena Castellón&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;20 de Outubro de 2009 às 11:11&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;De 20 a 22 de Outubro, na Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), ocorreu a segunda edição do New Brand Communication (NBC). O evento, que acontece em São Paulo, reúne executivos de agências européias e americanas e especialistas em comunicação vindos de nove países que mostrarão cases consagrados para compartilhar suas experiências com profissionais e estudantes de marketing e propaganda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O evento é idealizado pela Good People Share, rede de relacionamento global que busca entender e compartilhar o que há de vanguarda na comunicação mundial. O objetivo é transformar a inteligência coletiva em conteúdos práticos nas áreas de marketing e publicidade.&lt;br /&gt;A apresentação inicial ficou a cargo do australiano Joshua Green, pesquisador do Instituto Massachusetts de Tecnologia, de Boston (EUA). Coautor do livro You Tube e a Revolução Digital, Green expôs dados da primeira pesquisa de grande escala sobre o conteúdo, estrutura e usuários do mais popular site de vídeos da web.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a amostragem do estudo, 50% do conteúdo postado no portal é produzido por usuários e 42% pela mídia tradicional. Sessenta e dois por cento dos posts é feito por usuários regulares - ou "comuns".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quando postam vídeos produzidos por mídias tradicionais, os internautas querem expressar um gosto, estar por dentro de eventos e comentar sobre os grandes hits", afirmou Green. "Já quando postam vídeos produzidos por eles mesmos, a intenção é se exibirem, comentarem e experimentarem a si mesmos."&lt;br /&gt;Para Green, não é possível entender o sucesso de um conteúdo viral prestando atenção apenas no próprio vídeo. "É preciso qualificar a natureza do relacionamento que as pessoas constroem em volta dele", analisou.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Redes sociais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda palestra do NBC 2009 foi "A nova moral digital: consumidores, marcas e redes sociais", ministrada pelo antropólogo e pesquisador inglês Tim Lucas, da TWRAmericas. A empresa desenvolve estudos e projetos para marcas interessadas em conhecer mais a respeito de tendências culturais e hábitos de consumo do público jovem. Com essa experiência e com base em pesquisas qualitativas, Lucas trouxe algumas das questões que rondam o tema, como os dilemas éticos gerados pelo comportamento nas redes sociais, a privacidade e as implicações do uso da tecnologia na vida cotidiana e no ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A TWRAmericas esteve recentemente conduzindo um trabalho para a Microsoft, em Londres. Um dos dados colhidos é que 69% das pessoas gostariam de esconder seus perfis online de alguém, um índice que leva à discussão de uma nova ética gerada pelo comportamento na web. São dilemas como xeretar as páginas pessoais na mídia social, comentar fatos descritos unicamente na internet ou ter sua vida "analisada" pelos colegas ou pelo chefe no escritório. Uma das perguntas levantadas por Lucas é quanto se pode entender de um indivíduo apenas pelo que ele faz nas redes sociais. Ele aponta que é possível fazer diferentes leituras de acordo com o site pesquisado. Por isso, é preciso ter em mente que a rede social é uma outra forma de interação e de engajamento e que é importante lembrar que elementos como idade, sexo, status ainda são necessários para avaliar os hábitos do consumidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o qual seria o próximo passo na rede social? Lucas afirma que os consumidores terão mais habilidades no mundo digital e que os padrões de comportamento vão mudar das novas ferramentas e do avanço da tecnologia. Ou seja, é preciso acompanhar sempre como as pessoas estão se relacionando na web. Também é fundamental lembrar que, assim como há regras de conversação no mundo real, há regras de conversação no mundo virtual. E as marcas devem estar atentas a isso e respeitá-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre privacidade, Tim Lucas discorda da posição de algumas pessoas - entre elas, os próprios consumidores entrevistados para suas pesquisas. "Não acho que a privacidade deixou de existir, mas que o conceito se modificou". No passado, a privacidade era vista como uma maneira extrema de proteger a informação, utilizando todas as ferramentas possíveis para maximizar essa sensação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, o indivíduo pondera os riscos e os benefícios em se expor. É como se fosse uma negociação. Mas com o estabelecimento de limites que as pessoas adotam para se proteger. "A grande questão é saber quem está no controle: nós ou a tecnologia", completa Lucas. Uma das conclusões de seus estudos é que o público usa a tecnologia para fazer coisas que gostaria de fazer e não conseguiria se não fosse pela tecnologia, como manter contato com os filhos via MSN. Um dos números apresentados pelo pesquisador indica que 72% das pessoas utilizam a internet no ambiente de trabalho por razões pessoais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4633326575219418453-5027596077718108742?l=reciqlagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://reciqlagem.blogspot.com/2009/10/especialistas-discutem-o-futuro-das.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabrício)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4633326575219418453.post-4780577280972312247</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2009 12:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-31T09:17:51.252-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">marketing</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Qualidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">processos</category><title>Qualidade em Processos de Marketing</title><description>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium; "&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; display: block; font-weight: 800; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h4 style="text-align: justify;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 30px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Marketing é uma força que deveria permear toda a empresa, e qualidade deveria ser a preocupação global&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;Por Marco Botelho, do Mundo do Marketing | 31/08/2009&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="mailto:pauta@mundodomarketing.com.br" style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-decoration: none; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="mailto:pauta@mundodomarketing.com.br" style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-decoration: none; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;pauta@mundodomarketing.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogOptions" style="text-align: justify;padding-top: 4px; padding-right: 4px; padding-bottom: 4px; padding-left: 4px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; width: 780px; height: auto; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: solid; border-bottom-color: rgb(209, 213, 216); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;Atualmente, qualidade é uma função que permeia todos os aspectos do trabalho de uma organização, a utilização de práticas e conceitos de controle de qualidade em marketing não só é factível como também recomendada. Deve-se buscar maior entrosamento entre áreas técnicas (produto) e marketing para reconhecimento mútuo da importância das atividades na busca do aperfeiçoamento contínuo. Enquadra-se, portanto, na mesma categoria de outras funções, tais como custos, despesas, balanços, orçamentos etc. Aplica-se ao desempenho de pessoas, inclusive suas ações e decisões, independente do nível de trabalho que estejam realizando.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogOptions" style="text-align: justify;padding-top: 4px; padding-right: 4px; padding-bottom: 4px; padding-left: 4px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; width: 780px; height: auto; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: solid; border-bottom-color: rgb(209, 213, 216); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;No início, o controle de qualidade estava limitado às áreas de produção, no chão de fábrica. Mais tarde foi gradualmente se expandindo para atividades relacionadas à produção, tais como compras, recebimento de material, expedição etc., tornando-se parte regular das amplas atividades de uma empresa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;A partir de uma contextualização de qualidade e de marketing descobre-se a necessidade de se introduzir conceitos de controle de qualidade na área de marketing, devido a sua posição estratégica no sucesso da empresa. O controle de qualidade nas atividades desenvolvidas em marketing resulta em um aperfeiçoamento contínuo no processo de execução das atividades e nas tomadas de decisões. Resulta não somente em uma estratégia competitiva como também se torna fator importante na sustentação do sucesso empresarial pela vantagem competitiva que representa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O conceito de marketing foi se ampliando e passou a ser compreendido como o processo de planejar e executar a concepção, precificação, promoção e distribuição de idéias, bens ou serviços, para criar trocas que satisfaçam objetivos individuais e organizacionais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Se imaginarmos a evolução de ambas as atividades - qualidade e marketing - como a partir de um foco de aplicação, expandindo-se em círculos concêntricos, espraiando-se pela empresa, é natural que cheguem a se inter-relacionar. Porém, a necessidade do controle de qualidade em marketing deve-se muito mais à ampliação da noção do que vem a ser qualidade do que da evolução do conceito de marketing. Pode-se dizer que o controle de qualidade alcançou marketing.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Entre as muitas definições de qualidade, utilizaremos daquela que o cliente é quem tem a palavra final sobre qualidade e dá seu veredicto, muitas vezes deixando os produtos nas prateleiras das lojas ou os automóveis nos pátios das fábricas. Qualidade é uma determinação do cliente, não do engenheiro, do marketing e nem uma determinação da alta gerência. Baseia-se na experiência vivida pelo cliente com o produto ou serviço, em relação às suas expectativas anunciadas ou não, conscientes ou inteiramente subjetivas e sempre representando um alvo móvel no mercado competitivo e, qualidade sempre comporta aspectos tangíveis e intangíveis.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O produto com qualidade é aquele com maior valor para o cliente – satisfação, uso, beleza, status, desempenho etc. – e ao menor custo que ele esteja disposto a pagar. Com essa abordagem, as áreas operacionais da empresa interligam-se intimamente à Área de Marketing.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Peter Druker sintetizou a importância de marketing para a empresa quando escreveu: “Até que o consumidor tenha experimentado a utilidade final, não existe realmente um produto; existem matérias primas. E a perspectiva de marketing concebe a empresa como dirigida para a satisfação da necessidade de um consumidor e como provedora de uma utilidade para esse mesmo consumidor”, BOYD; MASSY (1978).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Existe uma clara distinção entre o conceito de vendas e o conceito de marketing. O conceito de venda é uma orientação para a lucratividade através do volume, da perspectiva de dentro para fora, o conceito de marketing demonstra uma perspectiva de fora para dentro, tendo a satisfação do cliente como foco.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Tendo o valor como aquilo que os clientes estão dispostos a pagar pelo produto ou serviço, o valor superior provém de ofertas de preços mais baixos para produtos ou serviços equivalentes aos da concorrência; ou ainda, o fornecimento de benefícios singulares que mais do que compensam um preço mais alto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Na relação com o cliente no ato da venda, a satisfação ou insatisfação começa a se formar. Nesse momento, um bom produto pode não ser bem aceito pela inépcia do vendedor. As atividades envolvidas no ato da venda requerem um controle sistemático da qualidade para atendimento de padrões de atendimento. Muita atenção deve ser dedicada a essa atividade, pois seu aperfeiçoamento depende muito mais de mudança de atitudes do que propriamente de meios. Entre outras atividades, citamos aquelas que mais afetam a imagem da empresa quanto à credibilidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;As atividades de pós-venda podem assegurar vendas para sempre. Através do monitoramento das atividades podemos identificar aperfeiçoamentos nos produtos, serviços e processos. Em muitas das atividades de pós-venda, a utilização de métodos estatísticos de controle de qualidade é perfeitamente aplicável. Principalmente no monitoramento de frequência de falhas em uso, incidência de reclamações e aferição do nível de satisfação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;É necessário analisar alguns processos e métodos para evitar ações ilegais ou reações negativas dos clientes, em função da má comunicação do produto em seus aspectos racionais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;“Certificar-se dos preenchimentos legais relativos à propaganda e publicidade dos produtos, os aspectos legais relativos à premiação e outras atividades de promoção. Verificar todo material de propaganda e publicidade quanto a problemas de credibilidade e conteúdo do produto, possíveis reações da concorrência potencialmente capazes de retirar a campanha do ar através dos órgãos responsáveis pela fiscalização, prazos de validade, preços, foto do produto anunciado ou salvaguardas em relação a isso. Certificar-se das garantias funcionais e de serviços”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;A função de qualidade resulta do fato de que a qualidade do produto ou serviço é consequência do trabalho de todos os departamentos da empresa. JURAN (1991) chama a isso de “espiral do progresso da qualidade”. Portanto, a função qualidade é o conjunto das atividades pelas quais atingimos a adequação ao uso do cliente, independente da posição na organização onde essas atividades são executadas. Finalmente, é preciso ter qualidade em tudo que se faz, qualidade total permeia a nossa própria existência: qualidade de vida, qualidade do meio ambiente etc. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;* Marco Botelho é Sócio Sênior da Prime Action Consulting. Engenheiro Mecânico. Mestre em Qualidade pela UNICAMP e pós-graduado em Finanças pela FGV.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4633326575219418453-4780577280972312247?l=reciqlagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://reciqlagem.blogspot.com/2009/08/qualidade-em-processos-de-marketing.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio Santos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4633326575219418453.post-4562981855861845027</guid><pubDate>Thu, 27 Aug 2009 19:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-27T16:47:46.403-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marcas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">construção de marcas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">digital</category><title>Cinco tendências para as marcas no mundo digital</title><description>&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:medium;"&gt;&lt;h2 style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; display: block; font-weight: 800; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h4 style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 30px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Steve Rubel, da Edelman Digital, elenca o que é preciso para que as empresas se relacionem e ganhem dinheiro no mundo virtual&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Por Bruno Mello, do Mundo do Marketing | 27/08/2009&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:bruno@mundodomarketing.com.br" style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-decoration: none; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;bruno@mundodomarketing.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogOptions" style="padding-top: 4px; padding-right: 4px; padding-bottom: 4px; padding-left: 4px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; width: 780px; height: auto; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: solid; border-bottom-color: rgb(209, 213, 216); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Serviço ao consumidor on-line, reflorestamento da mídia, ignorância seletiva, funcionários estrelas e atração pelas marcas são as cinco tendências principais que estão e que causarão ainda mais impacto no Marketing. Esta constatação é de Steve Rubel, Vice-Presidente e Diretor de Insights da Edelman Digital e autor do Blog &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.steverubel.com/" style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-decoration: none; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;SteveRubel.com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogOptions" style="padding-top: 4px; padding-right: 4px; padding-bottom: 4px; padding-left: 4px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; width: 780px; height: auto; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: solid; border-bottom-color: rgb(209, 213, 216); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Rubel foi um dos palestrantes da edição 2009 do Digital Age 2.0, participando via videoconferência, e respondeu para onde a tecnologia digital vai levar o Marketing. Antes de falar das tendências, é preciso fazer um parêntese: as empresas estão preparadas para personalizar o relacionamento? “As novas sim, mas é uma questão de cultura e vai levar muito tempo para as empresas atrasadas se adaptarem”, aponta o especialista.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;A grande questão destes tempos é pensar em como ter lucro através de uma comunidade virtual, algo que nenhum executivo de marketing pensou antes. “Não há um modelo de negócio para isso”, confirma Rubel. O que existe, ainda, são erros que as empresas cometem ao entrar no mundo virtual. “É um erro pagar blogueiros para falar de produtos. A empresa tem que investir no melhor produto para que ele possa ser comentado espontaneamente”, diz.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;strong style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Tendências emergentes e urgentes&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;O primeiro passo é satisfazer o cliente no mundo real e oferecer serviços no virtual. De acordo com a primeira tendência citada por Rubel, a internet é muito boa para tornar as coisas ainda melhores. “As pessoas estão usando as redes sociais para que elas sejam reconhecidas e identificadas. Elas não discam mais o 0800 das empresas, que não funcionam. Por isso usam outros meios para serem ouvidas”, afirma.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Com isso, cria-se relacionamento. Mas apenas para aquelas que auditam as experiências on-line do consumidor e se preparam para engajar as pessoas. E se prepare rápido. Planejamento e realização das ações, às vezes, terão que caminhar juntos para corrigi-las quando necessário. Mudar o destino, inclusive, se for preciso. É o caso das mídias tradicionais que representam uma nova tendência: o reflorestamento da mídia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;“Ela está se reinventando e sofrendo com isso porque cada vez mais as pessoas passam o tempo nas mídias digitais. Todos os tipos de mídias tangíveis estão caindo de circulação. Tem jornais dos EUA que estão fechando a versão impressa e ficando só com a digital. No Brasil isso ainda não acontece muito, mas certamente vai acontecer. É uma mudança imensa que obriga alterações nas áreas de Relações Públicas e Publicidade”, explica.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;strong style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Aliado do consumidor&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;A terceira tendência apontada por Rubel é a ignorância seletiva. Com a informação em excesso em toda a parte, “As pessoas tem dificuldade de processar tudo. E estão praticando um tipo de ignorância seletiva, vendo apenas o que realmente é importante, porque se ela for relevante vai chegar até a mim de alguma forma”, ressalta. Para as empresas que quiserem fazer algo novo, basta olhar o que as pessoas visitam on-line e fornecer utilidade em forma de interações. “É importante pensar como fazer para envolver os consumidores. As pessoas vão te encontrar”, completa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;A quarta tendência são as estrelas existentes na própria empresa. São pessoas que ajudam a construir a marca no mundo digital. É o caso da companhia norte americana de armazenagem EMC² que tem uma página com todos os contatos de funcionários que podem se relacionar com os consumidores. “Tem que fazer com que o maior número de funcionários possa se comunicar com as pessoas nas redes sociais”, ressalta o executivo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;A quinta tendência é o poder da atração que as marcas devem provocar. “A propaganda hoje é empurrada. Mas deveria ser o contrário. As pessoas que devem encontrar as informações quando elas procurarem. É necessário criar o máximo de conteúdo para ser encontrado no mundo digital”, aponta Rubel.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4633326575219418453-4562981855861845027?l=reciqlagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://reciqlagem.blogspot.com/2009/08/cinco-tendencias-para-as-marcas-no.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio Santos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4633326575219418453.post-6105411798088782636</guid><pubDate>Wed, 26 Aug 2009 16:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-26T14:05:28.075-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">marketing</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">processos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">inteligência</category><title>Rede Globo adota Business Intelligence para melhorar processos</title><description>&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:'Lucida Grande', Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:12px;"&gt;&lt;h2  style="background-color: transparent; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; border-bottom-width: 0px; text-transform: uppercase; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border- color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;GESTÃO&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h1    style="background-color: transparent; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; border-bottom-width: 0px; border-bottom-color: rgb(140, 172, 187); padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; font-family:Arial;font-size:20px;color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 19px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;Ferramentas de inteligência ajudam empresa a analisar negócios, manter qualidade dos programas e reduzir custos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div class="corpo"&gt;&lt;h3    style="background-color: transparent; margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 2px; margin-left: 0px; border-bottom-width: 0px; border-bottom-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; font-family:Arial;font-size:11px;color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;Por &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="text-transform: uppercase; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;RODRIGO CAETANO, DA COMPUTERWORLD&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="data" style="width: 418px; height: auto; margin-bottom: 20px; float: left; "&gt;&lt;div class="txt"  style="line-height: 13px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border- width: 325px !important; height: auto; float: left; color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;24 de agosto de 2009 - 07h00&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p    style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; line-height: 16px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; border-style: initial; font-family:Arial;font-size:12px;color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p    style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; line-height: 16px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; border-style: initial; font-family:Arial;font-size:12px;color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p    style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; line-height: 16px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; border-style: initial; font-family:Arial;font-size:12px;color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;A Rede Globo, maior &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://computerworld.uol.com.br/carreira/2009/05/14/modelo-de-tv-digital-abre-oportunidade-para-desenvolvedores" style="background-color: transparent; text-decoration: none; border-bottom-width: 0px; line-height: 16px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;rede de televisão&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; do Brasil, está utilizando &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://computerworld.uol.com.br/carreira/2009/08/20/cresce-a-procura-por-especialistas-em-business-intelligence" style="background-color: transparent; text-decoration: none; border-bottom-width: 0px; line-height: 16px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;sistemas de inteligência&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;(BI, do inglês business intelligence) para identificar oportunidades de melhorias operacionais, reduzindo custos. Por atuar em um setor complexo, a empresa vem promovendo um intenso trabalho de mapeamento de processos e análise de negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o consultor da companhia, Marcos Paiva, o projeto envolve todas as áreas da empresa e deve se estender até 2010, totalizando quatro anos. A Globo trabalha com, aproximadamente, 600 áreas de custo e mais de 200 processos. O grande desafio é relacionar, em cada produto, a qual processo se refere cada área de custo. O número total de pontos relacionais ultrapassa 1 milhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, o principal negócio da empresa é a venda de publicidade. E a complexidade começa no fato do público comprador, os anunciantes, não ser o público final dos produtos da empresa (como telejornais, séries e novelas). Ou seja, basicamente qualquer pessoa que tenha uma televisão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p   style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; line-height: 16px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; border-style: initial; font-size:12px;color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Além disso, os produtos se relacionam, já que durante um telejornal pode haver uma chamada para a transmissão de um evento esportivo, por exemplo. Um exemplo, o anunciante patrocina o evento esportivo, mas acaba se beneficiando da audiência do telejornal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A produção dos produtos é, da mesma forma que o modelo de negócios, complexa. Os programas são muito diferentes e envolvem uma enormidade de atividades, desde logística até a construção de cenários. Paiva afirma que, usando BI, a empresa vai poder tomar decisões baseadas mais em informações e não somente na experiência do produtor. “Muitas vezes essa experiência é até confirmada, mas agora temos mais ferramentas para ajudar”, explica o executivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fornecedor escolhido pela Globo foi o &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2009/08/21/sas-usa-redes-sociais-em-ferramenta-para-analise-de-negocios" style="background-color: transparent; text-decoration: none; border-bottom-width: 0px; line-height: 16px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;SAS Institute&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;. De acordo com Luiz Mascarenhas, analista de planejamento e controle da empresa e responsável pelo projeto, a robustez da ferramenta, que precisa lidar com uma quantidade muito grande de dados, pesou bastante na tomada de decisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que um projeto de tecnologia, Paiva afirma que o sistema de inteligência está transformando a cultura da empresa. “Estamos com um apoio muito grande da diretoria, que conseguiu ter uma visão de longo prazo”, diz. A gestão da companhia está em processo de amadurecimento, explica o executivo, e ao final do processo a Rede Globo poderá tomar decisões melhores, reduzindo custos, mas mantendo a mesma qualidade na operação. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4633326575219418453-6105411798088782636?l=reciqlagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://reciqlagem.blogspot.com/2009/08/rede-globo-adota-business-intelligence.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio Santos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4633326575219418453.post-5539411155044731093</guid><pubDate>Tue, 25 Aug 2009 14:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-26T14:06:05.237-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mente</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Neurociência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">marketing</category><title>O Neuromarketing e as mil faces do inconsciente humano</title><description>&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:medium;"&gt;&lt;h2 style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; display: block; font-weight: 800; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h4 style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 30px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O Neuromarketing apresenta-se como uma ferramenta falha, não de atributos ou argumentos, mas de completude. Saiba por que&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Por Paulo Vieira de Castro, do Mundo do Marketing | 25/08/2009&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:mkt@mundodomarketing.com.br" style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-decoration: none; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;mkt@mundodomarketing.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogOptions" style="padding-top: 4px; padding-right: 4px; padding-bottom: 4px; padding-left: 4px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; width: 780px; height: auto; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: solid; border-bottom-color: rgb(209, 213, 216); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Ultrapassada a fase do encantamento pelo Neuromarketing, de muitos livros escritos sobre o tema, impõem-se desde logo a reflexão a propósito da possibilidade de novos limites estarem agora em jogo. Sobressai a possibilidade da origem das necessidades e dos desejos humanos estarem para além, e porque não dizê-lo aquém, da mera excitação visível no cérebro humano.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Relembro que a ferramenta sugere o scanner do cérebro como indicador de research para um certo conhecer do ser humano nos momentos de consumo. Tal constatação realça a urgência de um novel universo de possibilidades para o Marketing, todavia levanta igual número de dúvidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Consciente vs Inconsciente&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;Pierre Buser fala-nos das mil faces do inconsciente, afirmando que o cérebro funciona no modo involuntário. Estas circunstâncias, ao se afigurarem como não exclusivas da área comportamental, radicam-se, necessariamente, ao nível das mais subtis competências, ou seja, para além da simples condição físico-química do ser humano, levantando a questão do impulso originário/ancestral por traz de toda a motivação humana.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O diálogo mente-cérebro, de que muito fala António Damásio, é um entre os muitos níveis da dimensão humana, que eu acredito interferir na tomada de decisão nos momentos de consumo. Mas falta responder ao mais velho desafio lançado à ciência: onde encontrar a mente humana? Quem sabe onde ela está?! Para isso nos alertam os cientistas do Mind and Life Institute. Analisar este intervalo de campo será um dos futuros desafios do marketing research.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Mas, quanto vale a consciência humana nas tomadas de decisão? Alain Berthoz afirma que a maioria das nossas ações não são um reflexo da consciência, sejam elas ligadas à percepção, aos movimentos ou à memória, implicando processos cerebrais em dimensões desconhecidas. Pensar o contrário, será quanto a mim, pura ilusão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Ora, ao imaginarmos um Homem que é mais do que fluxo sanguíneo, ou impulsos elétricos, o Neuromarketing apresenta-se como uma ferramenta falha, não de atributos ou argumentos, mas de completude. Desde o seu aparecimento que partilho das mais elevadas expectativas no que ao Neuromarketing diz respeito, contudo, vejo novos desafios e limitações, bem mais do que novas certezas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Ray Jackendorf  vai mais longe ainda ao afirmar que  o essencial da nossa inteligência não está associada à consciência. Mais: o prémio Nobel Gerald Edelman realça o fato de não existirem neuromecanismos com uma linguagem que consiga explicar o que é uma experiência consciente, indo mesmo mais longe ao asseverar que a capacidade da consciência não tem de ter vida, pelo que existe mesmo a possibilidade de futuramente se poder criar uma consciência artificial (1). Para a maioria de nós, entender esta nova conceituação do mundo afigura-se difícil.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Para aqueles que colocam a condição “maquínica”/racional à frente de qualquer outro fundamento, deixo uma especial chamada de atenção para o lugar que terá de ser  reservado ao inconsciente nas tomadas de decisão de consumo. Isso significa que não poderemos ignorar os limites do Neuromarketing, uma vez que esta técnica se centra, tantas vezes exclusivamente, no exercício daqui resultante, assombrando erradamente modelos de representação da existência humana com a própria vida, confundindo ser humano com tecnologia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;strong style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Quanto vale o diálogo mente cérebro? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;Refletindo sobre este assunto desde 2004, acredito agora haver dois campos de especialização no tocante a esta temática. Por um lado, as neurociências, as técnicas de ressonância magnética e outras da imagiologia cerebral aplicada. Por outro lado, os grandes peritos da mente: os budistas através da contemplação meditativa e dos estudos de Abhidharma, ou seja a ciência/psicologia budista da mente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Mas onde é que budismo e Marketing se podem encontrar, perguntarão. Se considerarmos o Marketing como a ciência da satisfação e o budismo como a ciência da felicidade, poderemos compreender porque cientistas e contemplativos têm trabalhado em conjunto há dezenas de anos. Esta é uma leitura pessoal e inédita, que tenho vindo a desenvolver no projeto Dharma Marketing, o Marketing de proximidade real  (&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.dharmamarketing.org/" style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-decoration: none; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;www.dharmamarketing.org&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;A aproximação entre neurocientistas e budistas dá-se, pelo menos, desde o ano de 1978, através do encontro de vontades de neurocientistas, como Francisco Varela, e do líder espiritual dos budistas (Dalai-Lama), destacando-se neste particular o trabalho do Instituto de Imagiologia Cerebral e Comportamento, da Universidade de  Winsconsin, Madison, sendo de salientar a este respeito os trabalhos de Richard Davinson, dentre muitos outros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;As neurociências vêm contando há muito com a preciosa ajuda dos estudos realizados pelo Mind and life Institute. Aliás, bastará para isso ver a qualidade dos cientistas implicados no estudo da mente no site do instituto (&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.mindandlife.org/" style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-decoration: none; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;www.mindandlife.org&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;). Relembro que o Neuromarketing estuda o cérebro, enquanto o Mind and Life Inst. se debruça sobre o diálogo entre a mente e os seres humanos. Sobre a relação entre cientistas e contemplativos no que ao estudo da satisfação diz respeito falarei num próximo artigo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O quadro referencial que assiste ao Neuromarketing faz todo o sentido, contudo a estreiteza da tecnologia usada atualmente levanta dificuldades operacionais, pelo que no futuro  seremos certamente  forçados a procurar novas técnicas de análise mais abrangentes. Relembro que o Homem não é resultado exclusivo do que se passa no seu cérebro, existindo, como facilmente se compreenderá, vida para além dos impulsos biológicos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Aqui faço referência a uma leitura, igualmente complementar, através de uma perspectiva mais biométrica/holística, isto no pressuposto que urge definir padrões para além dos convencionais sexo, idade, etc. Tais afirmações poderão levar-nos a pensar que estamos ainda muito longe de compreender quem comanda as decisões de consumo, tornando-se evidente a necessidade de repensarmos o Neuromarketing, enquanto ferramenta de aplicação prática, alargando o nosso universo de análise assistidas pela tecnologia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Por si só, o Neuromarketing terá, obrigatoriamente, que assumir outros vínculos com o desígnio de permitir a expressão da intencionalidade e propósitos da existência humana. Para isso, talvez seja necessário - em parte - abrir mão de antigos valores e expectativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme amplamente referido, enquanto ferramenta de research, as tradicionais técnicas de inquérito apresentam algumas dificuldades em especial no tocante ao entendimento comunicacional, isto porque os limites das técnicas clássicas de análise de mercado se prendem com o fato da linguagem se desenvolver a partir de si mesma, ou seja, aquilo que se fala funciona muitas vezes ao revés do que se pensa. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Ao acreditar no que as neurociências afirmam, em especial na importância do inconsciente sobre as decisões do ser humano, os clássicos métodos de estudo de mercado poderão estar em parte comprometidos. Relembro que, pensar que será possível encontrar no cérebro humano um “buy button” tem-se manifestado um esforço inconclusivo, atirando-nos para a necessidade de uma abordagem mais holística/integral quando pensamos o comportamento do consumidor. Ante uma mecânica, uma tensão biológica e impulsos físico-químicos, necessidades e desejos, o Neuromarketing dá-nos, simplesmente, a ínfima parte do resultado de um jogo de que desconhece as regras.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Tenho partido nas minhas últimas análises de um desafio lançado por Schopenhauer, ao assumir que o Homem pode, é certo, fazer o que quer, mas não pode querer o que quer, obrigando-me deste modo à reflexão a propósito das circunstâncias que se afiguraram para além da simples condição físico-química do cérebro. Em conclusão: poderemos dizer que o diagnóstico resultante do Neuromarketing  se inscreve no âmbito de aplicação do “fazer o que quer” do Homem de que nos falava Schopenhauer, mas muito dificilmente poderá o Neuromarketing certificar maior conhecimento sobre um Homem incapaz de “querer o que quer”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Nesta perspectiva, o Neuromarketing poderá ganhar um novo ânimo. Contudo, resta a dúvida: quão inconsciente será a decisão de consumo. Isso revela novos desafios, em especial para os publicitários, já que o mundo em que vivemos é - em grande medida - resultado da construção inconsciente que dele temos, tendo-se tornado - nos últimos anos - o desejo pelo consumo o mais complexo paradigma do comportamento humano.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Sabe-se que o Neuromarketing é uma ferramenta com amplas potencialidades, porém, exige orçamentos demasiado generosos, isto para resultados que não são, ao contrário do que se imaginava há alguns anos atrás, a solução para todos os problemas do Marketing Research. Assim sendo, as empresas que poderão estar interessadas neste tipo de análise de mercado serão aquelas as que participam no jogo da influência global.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;* Paulo Vieira de Castro é consultor de empresas e diretor do Centro de Estudos Aplicados em Marketing, do Instituto Superior de Administração e Gestão, Porto - Portugal. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:geral@paulovieiradecastro.com" style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-decoration: none; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;geral@paulovieiradecastro.com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4633326575219418453-5539411155044731093?l=reciqlagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://reciqlagem.blogspot.com/2009/08/o-neuromarketing-e-as-mil-faces-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio Santos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4633326575219418453.post-8112375646211535035</guid><pubDate>Mon, 24 Aug 2009 13:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-24T10:55:08.615-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">IPCA</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">inflação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Valor real e de mercado</category><title>Mercado melhora sua previsão para o ano</title><description>&lt;span class="Apple-style-span"   style="  line-height: 15px; font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:12px;"&gt;&lt;div class="topoNoticia" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;h5 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; clear: both; font: normal normal bold 11px/normal Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;i&gt;Conjuntura&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;&lt;h1 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font: normal normal bold 27px/normal Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; line-height: 30px; color: rgb(21, 69, 117); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 153, 0);  font-weight: normal; line-height: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;24 de agosto de 2009&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="noticia" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;div id="__pp" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; display: block; "&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 17px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 14px/normal Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 18px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;i&gt;O mercado financeiro melhorou a previsão para o desempenho da economia neste ano e no próximo e reduziu o cenário para a inflação em 2009, segundo relatório Focus divulgado nesta segunda-feira. A previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2009 passou de queda de 0,34% na semana anterior para declínio de 0,3%.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="boxContextualizacao" style="margin-top: 0px; margin-right: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; float: left; "&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="__conteudo" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 17px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 14px/normal Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 18px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;i&gt;A estimativa para 2010 foi elevada, de crescimento de 3,8% para 4%. Para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano, o relatório apontou 4,32%, ante previsão de 4,37% na semana anterior. Foi a quarta semana de queda. O prognóstico para a inflação no ano que ficou estável, em 4,3%.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 17px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 14px/normal Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 18px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;i&gt;Os dois números do IPCA estão abaixo do centro da meta estabelecida no início do ano pelo governo, de inflação de 4,5% em 2009. A estimativa para a taxa Selic no fim deste ano permaneceu em 8,75%. Para o fim 2010, persistiu em 9,25%. Para a taxa de câmbio no fim de 2009 e 2010, as previsões foram mantidas em R$ 1,85.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 17px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 14px/normal Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 18px; "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;i&gt;(Com agência Reuters)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 17px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 14px/normal Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 18px; "&gt;&lt;i&gt;www.veja.com.br&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4633326575219418453-8112375646211535035?l=reciqlagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://reciqlagem.blogspot.com/2009/08/mercado-melhora-sua-previsao-para-o-ano.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio Santos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4633326575219418453.post-5179094283179903376</guid><pubDate>Fri, 14 Aug 2009 14:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-14T11:20:21.948-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cenário</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">branding</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">marketing esportivo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">planejamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">marketing</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">reciqlagem</category><title>Confira como a Copa de 2014 agitará mercado de trabalho no Brasil</title><description>Não são somente os membros da comissão técnica, juízes e os jogadores que terão a oportunidade de impulsionar suas carreiras durante a Copa do Mundo de 2014, que acontecerá aqui no Brasil. Longe dos gramados, a estimativa é de que vagas de emprego sejam criadas, e não são somente nas cidades que sediarão o campeonato mundial.&lt;br /&gt;Para se ter uma ideia da grandiosidade do evento para o mercado de trabalho nacional, uma pesquisa realizada pela FGV Projetos, a pedido da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), revelou que a Copa do Mundo de 2014 deverá gerar 3,6 milhões de empregos no Brasil.&lt;br /&gt;E esses empregos não devem ser gerados somente no ano da Copa. De acordo com a consultora de Carreira da Catho Consultoria em RH (recursos humanos), Mayra Fragiacomo, agora, cinco anos antes do evento, o mercado de recrutamento já está se movimentando, estimulado pelas empresas brasileiras.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Antes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A movimentação tem sido mais forte em duas áreas: construção civil e marketing. No primeiro caso, os motivos são óbvios, já que o Brasil não quer fazer feio durante o evento, apresentando estádios em condições precárias.&lt;br /&gt;"Há um grande movimento em construção civil, em infraestrutura, que tem de estar pronta o quanto antes. O movimento não é só de contratação de mão-de-obra menos qualificada, mas de executivos, como gestores de obra, que são cargos mais estratégicos", explicou Mayra.&lt;br /&gt;E erra quem pensa que a infraestrutura se resume aos estádios: "é preciso pensar fora da caixa", ressalta a consultora. O que ela quer dizer é que existe toda uma gama de serviços que está por trás dos holofotes e dos gramados, como hotéis e restaurantes. Uma grande rede de hotéis, exemplifica, já está contratando mão-de-obra para construir unidades novas em cidades-sede.&lt;br /&gt;Além da construção civil, outra área que já está agitada para a Copa é a de marketing focada em esportes. Essa era uma área que já estava aquecida, mas que teve um "agito" fora do comum por conta do campeonato mundial.&lt;br /&gt;"Esse é o momento de plantar, para colher lá na frente", afirmou a consulta. Por isso, muitas empresas já estão procurando eventos e jogadores para patrocinar, com o objetivo de estreitar relacionamentos e, no momento da Copa, ganhar mais visibilidade. A concorrência para conseguir tudo isso vai ser grande e já é preciso escolher no mercado os profissionais mais preparados da área de marketing.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Durante&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Depois de montada toda a infraestrutura e de iniciado o campeonato, entram em campo os profissionais que lidarão com a organização do evento: seguranças, guias turísticos, garçons, camareiras e demais profissionais de menor qualificação serão bastante demandados.&lt;br /&gt;De acordo com Mayra, muitas pessoas falam que a Copa gerará empregos "pontuais e temporários", o que está errado quando se estende a afirmação para todos os tipos de emprego. Isso é verdade quando se fala em empregos de menor qualificação, que têm relação direta com o funcionamento do evento.&lt;br /&gt;E esses profissionais, dependendo do desempenho mostrado durante o campeonato, podem sim conquistar uma vaga no mercado de trabalho. "Alguns serão absorvidos, mas outros não", ponderou a consultora.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Depois&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dependendo de como a imagem do Brasil ficar depois da Copa do Mundo de 2014, pode-se ter certeza de que dois mercados sairão mais aquecidos: o de comércio exterior e turismo, de acordo com Mayra.&lt;br /&gt;É fácil de notar isso: se uma empresa percebe que um evento organizado mundialmente por um país foi brilhante, passa a confiar mais nele. Com isso, as companhias desse país ganham mais visibilidade e o número de negócios com o exterior cresce, o que é bom para os profissionais que atuam nessa área.&lt;br /&gt;E aí surge a resposta para o motivo de Mayra pensar que a Copa não gera só empregos temporários: você acha que uma empresa demitiria um profissional estratégico que a ajudou a passar uma boa imagem durante a Copa e que, por isso, movimentou o número de negócios?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;19 de junho de 2009 às 00:10&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por Flávia Furlan Nunes - InfoMoney&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4633326575219418453-5179094283179903376?l=reciqlagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://reciqlagem.blogspot.com/2009/08/confira-como-copa-de-2014-agitara.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabrício)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4633326575219418453.post-3348879864537553043</guid><pubDate>Fri, 14 Aug 2009 14:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-14T11:08:07.748-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cenário</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">branding</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">planejamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">marketing</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">reciqlagem</category><title>Brasil: nem X, nem Y. Geração XY</title><description>Em nosso País é possível criar o seu próprio modelo, chamado pela especialista de Geração XY.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A chegada da geração Y ao mundo corporativo americano já suscitou centenas de análises no Brasil sobre os melhores métodos para atrair e reter os talentos dessa safra. Não abriu, contudo, espaço para uma questão essencial e anterior: temos no País realmente contingente significativo de profissionais da geração Y, da mesma maneira característica que há nos EUA? A resposta é não. &lt;br /&gt;Jovens entre 20 e 30 anos com grande potencial de liderança, os Y são ambiciosos, buscam dedicar-se a projetos que representem suas causas, reconhecimento e evolução rápida na carreira. Ao mesmo tempo, não lidam bem com restrições e se pautam pelo imediatismo: sem resultados palpáveis para seus projetos, tendem a dispersar.&lt;br /&gt;As características têm fundamento na própria formação dos indivíduos Y. Eles contam com um perfil diferenciado frente à média: têm fluência em diversos idiomas, foram educados para desenvolver espírito empreendedor, contam com boa formação escolar e contabilizam períodos de vivência no exterior. São muitos. Nos EUA e em algumas regiões do Brasil.&lt;br /&gt;Sua abrangência no País, porém, é menor do que a série de avaliações sobre a geração Y permite supor. Basta olharmos para as diversas regiões do Brasil que, mergulhadas recentemente num cenário de estabilidade e desenvolvimento, começaram a produzir agora os primeiros representantes de uma geração anterior, a X.&lt;br /&gt;Marcada por profissionais extremamente pragmáticos, a safra dos X reúne executivos cujas ações são orientadas pelo senso de oportunidade. São ágeis no aprendizado e bons empregados, daquele tipo que, em alguns segmentos, merecem o chamamento de “pé de bois”. Não é à toa. Eles têm como foco construir uma carreira sólida - muitas vezes, o que acontecerá numa só empresa que lhes dará diversas oportunidades - por meio da qual possam ascender socialmente e conquistar bens e posição econômica que seus pais nunca atingiram.&lt;br /&gt;Para isso, dedicam-se ao trabalho e ao crescimento econômico, acumulam riquezas, planejam suas previdências – em grande parte por temer que seu futuro fique à mercê de incertezas econômicas que abalaram a vida daqueles que foram seus exemplos.&lt;br /&gt;Foi em meio à dedicação ao trabalho e ao crescimento econômico dos profissionais da geração X que nasceram os jovens que hoje formam a safra dos Y. Eles são, em muitos casos, os filhos que assistiram aos pais trabalharem demais, sofrer com estresse, dedicar pouco tempo a temas não-corporativos e acumular riquezas para financiar a estabilidade e a elevada qualidade de educação dos herdeiros.&lt;br /&gt;Em resumo, é possível dizer que boa parte da relação dos X com trabalho e dinheiro é o que molda hoje a postura dos Y frente à carreira, assim como o desejo deles por algo atrelado a valores, crenças e mais qualidade de vida.&lt;br /&gt;O que observamos cada vez mais em nossos jovens talentos é que eles se apropriam do que realmente faz sentido para sua trajetória profissional. Se antes os modelos, adequados ou inadequados, e os modismos, adaptados ou não adaptados, ditavam o comportamento de muitos destes jovens, hoje eles olham para seus interesses e características e, cada vez mais cedo, buscam alinhar suas expectativas pessoais às profissionais. Isso é um sinal de maturidade, uma vez que, muitos profissionais só se dão conta que podem fazer escolhas em uma fase bem posterior de vida e carreira.&lt;br /&gt;Há muitos e muitos casos de homens e mulheres no Brasil que, parte da geração X, criaram empreendimentos únicos ou apoiaram suas empresas, como executivos, a trilhar o caminho do crescimento. É um erro, porém, considerar que agora a principal fonte de novos executivos para a estrutura corporativa brasileira serão seus filhos, os jovens e tecnológicos Y. Eles ainda são poucos quando se consideram toda a população e o potencial brasileiro.&lt;br /&gt;É aí que reside a sabedoria de algumas empresas que, de nacionais transformaram-se em globais: ao perceber que, como um País recém inserido no quadro de maior desenvolvimento, o Brasil é uma fonte maior de profissionais da geração X, elas pautaram seu crescimento em estratégias que gerem oportunidades para estes profissionais.&lt;br /&gt;São companhias que oferecem aos seus funcionários desafios locais e internacionais, sabendo o que é mais importante a este publico e sem renegar os jovens Y com o qual eventualmente contam. Enfim, são as empresas que estão formatando um modelo de gestão baseado na população brasileira e em suas características específicas. É a sabedoria de saber que o País não replica o modelo das gerações americano, mas pode criar o seu próprio. Sem X ou Y. Somos X e Y.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por Fátima Rosseto (Leadership Development Director da DBM Brasil, consultoria especializada em gestão do capital humano em momentos de transição)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;HSM Online&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;13/07/2009&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4633326575219418453-3348879864537553043?l=reciqlagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://reciqlagem.blogspot.com/2009/08/brasil-nem-x-nem-y-geracao-xy.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabrício)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4633326575219418453.post-3567263373352899652</guid><pubDate>Thu, 02 Jul 2009 18:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-02T15:07:24.583-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">skol</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">branding</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">antarctica</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">marketing</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marcas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">brahma</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">reciqlagem</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ambev</category><title>Aos 10 anos, Ambev é gigante global</title><description>&lt;strong&gt;Para a empresa, houve superação de desconfianças como concentração de mercado e encolhimento de verbas publicitárias&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Robert Galbraith - 01/07/2009 - 11:16&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não fosse a fusão, Brahma e Antarctica seriam hoje marcas internacionais, porém controladas por capital estrangeiro. Esta é a visão de Milton Seligman, diretor de relações corporativas da Ambev (American Beverage Company - Companhia de Bebidas da América), sigla criada em 1o de julho de 1999 para a empresa que nasceu da fusão entre as cervejarias Brahma e Antarctica e que hoje faz parte da maior holding mundial de bebidas. E provar que essa união não somente seria benéfica para o mercado, mas daria a elas a força para competir com os principais players globais foi o primeiro desafio da nova empresa diante do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que concedeu sua bênção em 30 de março de 2000, com a condição de que a marca Bavaria fosse vendida (a Femsa tem hoje o controle). Oposição da concorrência não faltou com o então presidente da Kaiser, Humberto Pandolpho, chamando para sua empresa a missão de ser porta-voz daqueles que viam a união dos líderes de mercado como algo nocivo à concorrência.&lt;br /&gt;Naquele momento, a companhia se tornava líder absoluta no mercado com 72% de participação na mensuração do Instituto Nielsen. Na última rodada deste ano, a Ambev apareceu com 68,8%. "Isso mostra que a competição não ficou prejudicada. Os grupos Schincariol e Petrópolis tinham juntos 8% em 2000 e fecharam 2008 com 23,1%", argumenta Seligman, acrescentando que 15 novas marcas de cerveja entraram no mercado desde que o Cade aprovou a fusão. O temido encolhimento da companhia também não se confirmou, com o quadro de funcionários saltando de 16 mil para 39 mil no ano passado, 23 mil deles no Brasil e o restante nos 14 países onde a rede passou a atuar. Desses, conta Seligman, 40% foram promovidos em 2008 e 150 deles foram levados a exercer cargos de chefia no exterior.&lt;br /&gt;A consolidação da Ambev também não confirmou os temores do mercado publicitário de uma eventual concentração de suas marcas em menos agências, que a atendiam na ocasião. A nova empresa chegou à posição de maior anunciante do País em 2001 com R$ 130 milhões mensurados pelo ranking Agências e Anunciantes, de Meio &amp;amp; Mensagem, mas depois estacionou na terceira colocação e fechou 2008 com R$ 286,4 milhões investidos. Alexandre Loures, gerente de comunicação interna, destaca que os investimentos em mídia impressa cresceram desde a fusão em relação ao tempo em que as marcas atuavam separadas, com foco quase exclusivo em TV.&lt;br /&gt;A F/Nazca Saatchi &amp;amp; Saatchi é a única das agências que atendem o grupo que conseguiu manter sua principal conta, desde muito antes da fusão, assim como a liderança de mercado dessa marca: Skol. O slogan "Desce redondo", criado e lançado em 1996 pela F/Nazca, também foi mantido nesses anos todos apesar de, na ocasião de seu lançamento, ter sugerido que todas as então concorrentes - Brahma, Antarctica, Kaiser e as demais - fossem "cervejas que descem quadrado". Fábio Fernandes, que desenvolveu o mote e a essência criativa de todo o posicionamento que levou a marca à liderança em vendas desde então, diz que o conceito hoje se aplica em diversas das plataformas de comunicação da marca e sempre com novas leituras, como o atual "Redondo é rir da vida". "Esse mote hoje é perfeito para o jeito irreverente, engraçado e inusitado. O mais importante é que o consumidor tem dado nesses anos todos o respaldo para a Skol se manter como a cerveja que desce redondo", diz Fernandes.&lt;br /&gt;As marcas da Antarctica migraram da DM9DDB para a AlmapBBDO em 2001, onde estão até hoje, com exceção do Guaraná, que retornou à DM9 depois de passar por NBS e Duda. A Brahma, por sua vez, deixou a F/Nazca em 2003 e foi para a Africa, e lá permanece. A então Salles D&amp;amp;G, que não atendia nenhuma conta do grupo, teve participação importante no processo, além de assinar o anúncio da fusão. Foi Mauro Salles quem costurou o acordo entre os presidentes Marcel Telles, da Brahma, e Victório De Marchi, da Antarctica. Até o governo federal, de acordo com números da Ambev, se beneficiou da fusão. As duas empresas, que separadas pagavam R$ 4 bilhões em tributos, passaram a contribuir com R$ 10 bilhões em impostos juntas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.meioemensagem.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.meioemensagem.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4633326575219418453-3567263373352899652?l=reciqlagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://reciqlagem.blogspot.com/2009/07/aos-10-anos-ambev-e-gigante-global.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabrício)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4633326575219418453.post-5844702152803556073</guid><pubDate>Wed, 17 Jun 2009 18:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-17T16:00:49.640-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">planejamento estratégico</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">branding</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">marketing</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marcas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">reciqlagem</category><title>Planejamento estratégico é peça fundamental para empresas</title><description>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;15 de junho de 2009 às 00:10&lt;br /&gt;Por Pollyanna Melo com assessoria - &lt;a href="http://www.administradores.com.br/"&gt;www.administradores.com.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É cada vez maior o número de empresas que, diante da complexidade no cenário empresarial e de tantas turbulências e incertezas, estão buscando ferramentas e técnicas que as auxiliem no processo gerencial. O Planejamento Estratégico é uma das possibilidades e se mostra como instrumento indispensável para a manutenção e crescimento das empresas, principalmente em tempos de crise.&lt;br /&gt;O especialista em novos negócios, Renato Senatore, afirma que ao contrário do que alguns pensam, projetos deste tipo são importantes também para pequenas e médias empresas. No mercado atual uma importante condição para sobrevivência das instituições está ligada à clara definição de seus objetivos e ao traçado antecipado dos possíveis caminhos a serem percorridos para atingí-los.&lt;br /&gt;Senatore usa um case atual para exemplificar a relevância que o planejamento possui. "Nas últimas semanas vimos o caso da Fiat, que fez oferta pelas atividades da General Motors na América Latina, esse é um exemplo de como o mercado é rotativo, e principalmente, de quão importante é a inovação e o planejamento nas organizações, ou seja, a GM, que é uma das grandes montadoras do mundo, não se renovou, manteve seu padrão com carros potentes, exuberantes e, consequentemente, caros e "gastões", quando o mercado pedia o contrário".&lt;br /&gt;Segundo o especialista, devido à grande repercussão das questões ambientais e dos reflexos que a crise econômica traz para os vários setores, há a necessidade de que empresas renovem seus processos e produtos. "Atualmente, a palavra de ordem é economia, seja monetária ou de recursos naturais, sendo assim a Fiat foi correta em suas alterações, renovou sua frota, tem carros modernos, que gastam e custam pouco, daí boa parte da responsabilidade de seu crescimento". Senatore afirma que as empresas precisam entender, que é necessário acompanhar o mercado, e que não adianta apostar em estratégias que deram certo no passado, e hoje são obsoletas. E nesse âmbito o planejamento estratégico é uma ferramenta indispensável.&lt;br /&gt;No exemplo usado pelo especialista observa-se a inversão de papéis entre as duas empresas, sendo que em 2000, a GM comprou 20% do capital da FIAT em troca de 5% de seu capital. O negócio se mostrou infrutífero, pois em fevereiro de 2005, a GM anunciou o fim da transação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4633326575219418453-5844702152803556073?l=reciqlagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://reciqlagem.blogspot.com/2009/06/planejamento-estrategico-e-peca.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabrício)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4633326575219418453.post-5581238017616405159</guid><pubDate>Tue, 26 May 2009 18:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-26T17:14:52.237-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">branding</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">marketing esportivo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">reciqlagem</category><title>Futebol brasileiro movimentou R$ 1,7 bilhão em 2008</title><description>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Principais clubes do País tiveram receita de R$ 1,4 bilhão, o que representou crescimento de 6,1% em relação ao ano anterior, segundo dados preliminares da Lista Casual Auditores de Clubes, elaborada pela Casual Auditores Independentes&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fernando Murad&lt;br /&gt;22/05/2009 - 16:44&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O mercado brasileiro de futebol gerou receitas da ordem de R$ 1,7 bilhão no exercício de 2008. Os 21 principais clubes do País foram responsável por R$ 1,4 bilhão desse montante, o que representou um crescimento de 6,1% em relação ao estudo de 2007 e uma evolução 69% de cinco anos para cá, quando a Casual Auditores Independentes começou a publica a Lista Casual Auditores de Clubes, baseada nas informações financeiras extraídas das demonstrações contáveis dos clubes com maiores receitas.&lt;br /&gt;A receita média dos times presentes na amostra atingiu a casa de R$ 67,5 milhões, enquanto que em 2004 esse valor foi de R$ 39,9 milhões. Os maiores responsáveis, em termos absolutos, pelos novos recursos gerados foram Palmeiras, Portuguesa, Flamengo, Fluminense, Coritiba e Cruzeiro. No entanto, São Paulo e Internacional, com receitas de R$ 160,6 milhões, e R$ 142,2 milhões, respectivamente, são os campeões de arrecadação.&lt;br /&gt;Em 2008, os recursos oriundos da venda de atletas sofreram retração - em virtude da crise mundial desacelerou os investimentos dos clubes do exterior -, mas esse fator foi atenuado pela evolução de dois dígitos de fontes como bilheteria, clube social e esporte amador, patrocínio e publicidade, e cotas de TV. O estudo final será divulgado nos próximos meses.&lt;br /&gt;Segundo projeção da Casual, o mercado brasileiro de clubes de futebol pode encerrar o ano de 2014, depois da Copa do Mundo do Brasil, com receitas de R$ 2,8 bilhões. Esse resultado poderia ser atingido com a geração de novos recursos como a exploração da marca dos clubes, maximização dos recursos com estádios e novos conteúdos de mídia, ações com o torcedor e novos patrocinadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja a lista com os clubes com as 10 maiores receitas em 2008 &lt;strong&gt;(em R$ milhões)&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo: &lt;strong&gt;160&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Internacional: &lt;strong&gt;142&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Palmeiras: &lt;strong&gt;138&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Flamengo: &lt;strong&gt;117&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Corinthians: &lt;strong&gt;117&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Grêmio: &lt;strong&gt;99&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Cruzeiro: &lt;strong&gt;94&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Fluminense: &lt;strong&gt;66&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Santos: &lt;strong&gt;65&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Atlético Mineiro: &lt;strong&gt;57&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.meioemensagem.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://www.meioemensagem.com.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4633326575219418453-5581238017616405159?l=reciqlagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://reciqlagem.blogspot.com/2009/05/futebol-brasileiro-movimentou-r-17.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabrício)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4633326575219418453.post-7002614822453158862</guid><pubDate>Mon, 27 Apr 2009 11:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-27T08:55:05.295-03:00</atom:updated><title>Publicidade para crianças</title><description>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet Ms'; font-size: 13px; line-height: 16px; "&gt;&lt;div id="segundaNota" style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 12px; padding-left: 8px; "&gt;&lt;div class="cabezalNota" style="width: 100%; background-color: rgb(244, 244, 244); "&gt;&lt;div class="padding10" style="padding-top: 10px; padding-right: 10px; padding-bottom: 10px; padding-left: 10px; "&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: 'Trebuchet MS'; "&gt;Que tal criar, produzir e veicular anúncios voltados para o público infantil, em que os argumentos de venda das marcas valorizem e estimulem a amizade, a urbanidade, a honestidade, a justiça, a generosidade e o respeito às pessoas, aos animais e ao meio ambiente?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="textoNotaIntermanagers" style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 8px; line-height: 16px; text-align: justify; "&gt;&lt;p style="font-family: 'Trebuchet MS'; color: rgb(51, 51, 51); margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; "&gt;Que tal criar, produzir e veicular anúncios voltados para o público infantil, em que os argumentos de vendas das marcas contribuam para o desenvolvimento positivo das relações entre pais e filhos e alunos e professores?&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: 'Trebuchet MS'; color: rgb(51, 51, 51); margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; "&gt;É simples: basta ler e seguir o que está escrito no Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária. Está tudo lá, com absoluta clareza. Só não vê quem não quer, seja porque não quer seguir as recomendações do código, seja porque não quer ver no código recursos suficientes para a proteção da criança frente à publicidade.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: 'Trebuchet MS'; color: rgb(51, 51, 51); margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; "&gt;É preciso deixar claro que não existe incompatibilidade entre publicidade e infância. A publicidade é como toda a mensagem que chega à criança, em casa, na rua, na escola, na casa dos amigos... Pode ser boa e pode ser má. Ninguém consegue controlar tudo o que uma criança vê e ouve o tempo todo. A melhor proteção da criança, portanto, é a qualidade da sua educação. &lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: 'Trebuchet MS'; color: rgb(51, 51, 51); margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; "&gt;Quem cria e produz publicidade tem tempo para avaliar a qualidade da mensagem que estará veiculando. Isso é uma vantagem para a publicidade no processo de educação da criança, pois ela pode ser pensada com antecedência e constituir uma mensagem positiva. Inclusive, como contraponto às tantas mensagens sem nenhum tipo de critério a que a criança está exposta o tempo todo, inclusive em sua própria casa.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: 'Trebuchet MS'; color: rgb(51, 51, 51); margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; "&gt;A melhor resposta àqueles que elegeram a publicidade como “inimiga” da criança e que trabalham para proibi-la é demonstrar que a publicidade, pelo contrário, é necessária, em todo seu potencial de eficácia, para a sua melhor formação. As crianças não crescem para viver enclausuradas, em redomas de vidro ou internadas em conventos.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: 'Trebuchet MS'; color: rgb(51, 51, 51); margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; "&gt;Por isso, é preciso tomar cuidado, sim, mas é com as mensagens de padrão “oficial”, incompatíveis com a linguagem que a criança adota na vida em grupo, ou por métodos saturados de um academicismo viciado e incompatível com a vida real, e que, muitas vezes, tratam as crianças como mentalmente deficientes. É preciso que nos utilizemos dos recursos criativos da publicidade para que mensagens de qualidade ética cheguem, eficientemente, às crianças e contribuam positivamente com seu desenvolvimento psicológico e intelectual.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: 'Trebuchet MS'; color: rgb(51, 51, 51); margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; "&gt;Sem caretice, sem sectarismo, sem dogmatismo cego, é possível reunir os interesses da sociedade com os interesses comerciais das marcas. A publicidade tem o conhecimento, a experiência e o ferramental para comunicar-se melhor.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: 'Trebuchet MS'; color: rgb(51, 51, 51); margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; "&gt;Por isso, estabelece uma empatia maior com a sociedade. A pergunta é: por que proibir aquilo que pode ser útil nos objetivos de educar e orientar as crianças? Quem disse que esses objetivos são necessariamente inconciliáveis com os interesses das marcas?&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: 'Trebuchet MS'; color: rgb(51, 51, 51); margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; "&gt;A adoção de conceitos de marketing focados na preservação do meio ambiente, por exemplo, deu-se naturalmente na vida das empresas. Ninguém precisou proibir nem censurar nada. Os anunciantes não são idiotas. Seu marketing tende para onde tende a opinião pública. É simples: quem quer vender precisa ser aceito.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: 'Trebuchet MS'; color: rgb(51, 51, 51); margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; "&gt;A publicidade anda na esteira do comportamento da sociedade. Já temos mecanismos suficientes em vigor para proteger o consumidor. Há pouco tempo, o Ministério Público de São Paulo entrou com recurso no Conar, pedindo a suspensão de anúncio da Petrobras que enaltecia os cuidados da empresa com o meio ambiente.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: 'Trebuchet MS'; color: rgb(51, 51, 51); margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; "&gt;O motivo era o fato da Petrobras comercializar um óleo tido como poluente. É necessária demonstração maior do exercício da democracia? Não há necessidade de se proibir nada, basta fazer valer código em vigor.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: 'Trebuchet MS'; color: rgb(51, 51, 51); margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; "&gt;Portanto, vamos fazer publicidade para crianças, sim! Vamos criar, entre elas, empatia com as nossas marcas, sim! Mas vamos usar o mecanismo poderoso da comunicação de marketing para associar nossas marcas às suas melhores atitudes. Isso vai ser bom para todos e, o que é muito importante, vai desarmar os espíritos com vocação para o autoritarismo e para a tutela da sociedade.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: 'Trebuchet MS'; color: rgb(51, 51, 51); margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; "&gt;É preciso demonstrar claramente que a alternativa à pior liberdade não é a melhor censura. Mas o compromisso de todos com o bom senso.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: 'Trebuchet MS'; color: rgb(51, 51, 51); margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;br /&gt;Fonte: PropMark (&lt;a href="http://www.propmark.com.br/" style="color: rgb(0, 0, 255); text-decoration: underline; "&gt;http://www.propmark.com.br/&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;09/04/2009&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4633326575219418453-7002614822453158862?l=reciqlagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://reciqlagem.blogspot.com/2009/04/publicidade-para-criancas.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio Santos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4633326575219418453.post-8940550123717419255</guid><pubDate>Mon, 13 Apr 2009 13:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-13T15:28:49.552-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">planejamento estratégico</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">marketing esportivo</category><title>Campeão do marketing</title><description>&lt;span class="Apple-style-span"   style="color: rgb(102, 102, 102);   font-family:Tahoma;font-size:12px;"&gt;&lt;p   style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 8px; margin-left: 0px;  line-height: 1.8;  font-family:'Trebuchet MS', Verdana, Arial;font-size:13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; font-weight: bold; "&gt;Com um modelo de negócios copiado de grandes corporações, o Internacional de Porto Alegre vira referência em gestão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p   style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 8px; margin-left: 0px;  line-height: 1.8;  font-family:'Trebuchet MS', Verdana, Arial;font-size:13px;"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:78%;color:#666666;"&gt;&lt;em style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;color:#666666;"&gt;Amauri Segalla - IstoÉ Dinheiro&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p   style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 8px; margin-left: 0px;  line-height: 1.8;  font-family:'Trebuchet MS', Verdana, Arial;font-size:13px;"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;color:#666666;"&gt;&lt;em style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;O FUTEBOL BRASILEIRO é tão vitorioso dentro de campo quanto confuso e desorganizado fora dos gramados. Campeonatos que vão parar na Justiça, falta de público nos estádios, êxodo precoce de jogadores, péssima gestão dos dirigentes, tudo isso levou a maioria dos grandes clubes a uma situação muito próxima da falência. O Flamengo, time de maior torcida do País e dono de cinco títulos brasileiros, até a semana passada estava há três meses sem pagar salário a seus jogadores. Nos últimos anos, campeões como Vasco, Palmeiras, Corinthians e Atlético Mineiro foram parar na Segunda Divisão, graças principalmente à gestão desastrosa de seus comandantes. Num cenário desse, chamam a atenção os clubes que conseguem gerir o futebol de forma profissional, algo ainda raro no País. O São Paulo, atual tricampeão brasileiro, ficou conhecido pela estrutura invejável. Mas outros times também conseguiram elevar o padrão de administração para níveis próximos aos dos grandes clubes europeus. É o caso do Internacional de Porto Alegre, uma espécie de campeão brasileiro do marketing.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p   style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 8px; margin-left: 0px;  line-height: 1.8;  font-family:'Trebuchet MS', Verdana, Arial;font-size:13px;"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;color:#666666;"&gt;&lt;em style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;O Inter criou o maior programa de captação de sócios da história do futebol brasileiro. Em 2002, lançou uma campanha publicitária para atrair fãs interessados em pagar uma mensalidade para se tornar sócios-torcedores. O mote era irresistível para os fanáticos: '100 anos, 100 mil sócios'. O clube completa o seu centenário no próximo dia 4 de abril e a meta está perto de ser cumprida. Há sete anos, 12 mil colorados desembolsavam um valor mensal para ter descontos generosos na compra de ingressos e prioridade na compra do bilhete. Hoje o número está em torno de 90 mil e projeções indicam que deve chegar a 100 mil muito antes do fim do ano. Na América Latina, só o argentino River Plate tem um quadro social maior. Segundo o Inter, no ranking mundial o clube gaúcho está entre os dez que possuem mais sócios. Em 2009, as receitas anuais geradas pelo programa devem chegar perto dos R$ 40 milhões — o equivalente a 30% do orçamento anual do clube. Para efeito de comparação, é quase o triplo do valor que o Flamengo recebeu em 2008 da Petrobras a título de patrocínio. 'O Inter aprendeu a diversificar suas fontes de receitas, numa estratégia muita parecida com a de grandes empresas', diz Vitorio Piffero, presidente do clube. 'Com esse modelo de negócios, conseguimos montar grandes times e nos tornamos campeões da América do Sul e do Mundial Interclubes, em 2006.'&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p   style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 8px; margin-left: 0px;  line-height: 1.8;  font-family:'Trebuchet MS', Verdana, Arial;font-size:13px;"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;color:#666666;"&gt;&lt;em style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;No campo do marketing, o time gaúcho marcou alguns golaços. Em 2006, a área de licenciamento da marca estava praticamente esquecida, com faturamento na casa dos R$ 600 mil. Após a conquista do título mundial naquele ano, o clube iniciou um processo de abertura de lojas Brasil afora, para aproveitar o momento favorável. Em três anos, o número de lojas que vendem produtos com a grife do Inter quadruplicou. Atualmente existem 35 endereços dedicados a comercializar artigos do clube. 'Queremos chegar a 100 estabelecimentos ativos até o fim do ano', afirma Jorge Avancini, vice-presidente de marketing do clube. No ano passado, o licenciamento da marca gerou R$ 4,2 milhões, valor que deve crescer 50% em 2009. Avancini formatou um projeto de internacionalização, também aproveitando a conquista do mundo em 2006. Ele vendeu franquias da escola de futebol do Inter para empresários americanos e uruguaios, que abriram academias na Califórnia e em Montevidéu. A administração profissional foi premiada. O Inter se tornou no final do ano passado o único clube de futebol do Brasil a possuir o certificado ISO 9001, que identifica boas práticas de gestão. Nem o badalado São Paulo recebeu a honraria."&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p   style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 8px; margin-left: 0px;  line-height: 1.8;  font-family:'Trebuchet MS', Verdana, Arial;font-size:13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p   style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 8px; margin-left: 0px;  line-height: 1.8;  font-family:'Trebuchet MS', Verdana, Arial;font-size:13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4633326575219418453-8940550123717419255?l=reciqlagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://reciqlagem.blogspot.com/2009/04/campeao-do-marketing.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio Santos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4633326575219418453.post-2173868484095345589</guid><pubDate>Fri, 03 Apr 2009 12:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-03T09:52:16.027-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">branding</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">marketing</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marcas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">construção de marcas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Estratégia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">reciqlagem</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">inteligência</category><title>Novas estratégias de crescimento</title><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_GI9YKNTj6uU/SdYFa2KAeGI/AAAAAAAAAP4/CNJDY7wLTqE/s1600-h/prods.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5320445968557045858" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 298px; CURSOR: hand; HEIGHT: 171px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_GI9YKNTj6uU/SdYFa2KAeGI/AAAAAAAAAP4/CNJDY7wLTqE/s320/prods.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ferramentas de branding estão sendo utilizadas como ponto de melhoria constante das marcas próprias. Antes vista como mais baratas e de qualidade inferior, agora o momento é diferente.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Há algum tempo, produtos de marca própria eram automaticamente associados a um produto simples, geralmente mais barato que as marcas tradicionais, e algumas vezes, até de qualidade inferior aos outros da prateleira. Aparentemente, os dias em que a marca própria era percebida apenas como uma imitação se foi. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;De acordo com uma pesquisa divulgada pela Nielsen em 2005, a penetração das marcas próprias no mercado global cresce 5% ao ano, enquanto as marcas tradicionais crescem 2%. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o 14° Estudo de Marcas Próprias da Nielsen, publicado em 2008, a Europa é a região onde o setor tem o maior nível de desenvolvimento e chega a superar a marca de 40% de participação em países como Suíça (46%) e Reino Unido (43%). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;De fato, um dos fatores externos que influenciam esse cenário é a forte concorrência entre grandes cadeias de desconto e a onda de consolidação de varejistas e/ou atacadistas, que geram economias de escala, favorecendo o desenvolvimento de suas próprias linhas de produtos e serviços. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Por consequência, o reconhecimento da importância da figura da marca própria para o negócio em geral fez com que houvesse um empenho no controle e melhoria contínuos da qualidade e entrega dos produtos e serviços oferecidos. Naturalmente, estes produtos começaram a ganhar relevância no dia-a-dia da vida de seus consumidores, que, uma vez surpresos e satisfeitos com a experiência da marca própria passaram a ser mais e mais fiéis a essa. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;E partindo da proposta de valor diferenciada, atributos-chave e valores intrínsecos de suas marcas institucionais que varejistas e atacadistas perceberam que o céu era o limite e, diferente da marca tradicional, havia ficado mais fácil expandir suas ofertas para novas categorias, atingindo novos públicos com base em novas tendências de marketing, dentre elas o branding.&lt;br /&gt;Sem dúvida, o uso de ferramentas poderosas de branding, ou gestão de marca, tais como: segmentação inteligente do portfólio da marca em multi-categorias, nomes provocadores e inspiradores para sub-marcas, design sofisticado e inteligente para rótulos e embalagens, código de cores conveniente para diferentes estilos de vida (preço, qualidade, bem-estar e conveniência, ecológica, ética ou fair trade), estão sendo largamente utilizadas como pontos de melhoria constante da marca própria. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Evidentemente, graças às boas práticas de branding, o que se nota é que a apresentação e a qualidade do produto de marca própria têm aumentado sensivelmente. Cada vez mais nos deparamos com produtos com um alto nível de sofisticação nas prateleiras, e, para nossa surpresa, conseguindo ainda manter uma boa relação custo-benefício para diferentes públicos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Analisando as marcas próprias mais bem sucedidas na Europa, é possível concluir que a vantagem estratégica é o sucesso suportado pela coerência entre a promessa e a entrega da marca institucional, por meio de um relacionamento forte e transparente seja com o consumidor, o fornecedor, o trade, bem como a comunidade. Tal consistência da personalidade da marca trabalhada em todos os pontos de contato com o mercado e o fator “surpreender e encantar”, trazem à marca própria maior respaldo, tornando-a mais próxima, aceita e desejada pelo público em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por Jeaninne Carvalho Mettes (sócia-fundadora da Brand Up, consultoria estratégica de gestão de marcas)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;HSM Online&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;01/04/2009&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4633326575219418453-2173868484095345589?l=reciqlagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://reciqlagem.blogspot.com/2009/04/novas-estrategias-de-crescimento.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabrício)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_GI9YKNTj6uU/SdYFa2KAeGI/AAAAAAAAAP4/CNJDY7wLTqE/s72-c/prods.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4633326575219418453.post-8693086293270191885</guid><pubDate>Fri, 06 Mar 2009 19:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-06T16:52:05.610-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">branding</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">esportes</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">marketing</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marcas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">reciqlagem</category><title>Visa e Panasonic estarão na camisa do Corinthians</title><description>Rede de cartões estampará peito e costas do uniforme do clube na partida contra o Palmeiras, válida pelo Campeonato Paulista de Futebol; companhia de produtos eletrônicos estará nas mangas da camisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;M&amp;amp;M OnLine - 05/03/09&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto o departamento de marketing do Sport Club Corinthians Paulista não acerta um patrocínio para a temporada de 2009, seus executivos continuam buscando saídas para não deixarem o uniforme "em branco" nas partidas mais importantes da equipe.&lt;br /&gt;Depois de Ford, Locaweb e Vivo estamparem suas marcas na estréia da equipe, em janeiro, e da AACD colocar seu logo no clássico contra o São Paulo, agora é a vez de Visa e Panasonic patrocinarem a equipe. A marca de cartões estará no peito e nas costas do uniforme do clube em mais um clássico válido pelo Campeonato Paulista de Futebol, desta vez contra o Palmeiras. Já a empresa de produtos eletrônicos estampará as mangas do uniforme. Pelo acordo, o clube deve receber mais do que os R$ 400 mil arrecadado na primeira partida do ano.&lt;br /&gt;A partida, que será realizada no domingo, 08, em Presidente Prudente, pode ser a primeira com o penatacampeão Ronaldo atuando na equipe de parque São Jorge desde o começo do jogo. Na noite desta quarta-feira, 4, em Itumbiara, o "Fenômeno" voltou a atuar depois de quase 13 meses afastado do futebol. Transmitido para a cidade de São Paulo pela Globo, Bandeirantes, SporTV e ESPN Brasil, a partida alcançou média de 30 pontos no Ibope, com 49% de participação na capital.&lt;br /&gt;Segundo informações de O Globo, foi a maior audiência em partidas transmitidas às quartas-feiras até agora em 2009.Segundo comunicado da empresa, "a Visa está se unindo aos milhares de fãs brasileiros que estão celebrando o retorno de Ronaldo aos jogos de futebol locais". O logo da rede comercial de pagamentos eletrônicos será estampado na frente e nas costas da camisa oficial do clube."Esta é uma iniciativa inovadora que liga a notoriedade da nossa marca global com um verdadeiro ícone do futebol. Nós acreditamos que esta ação trará uma visibilidade da nossa marca por todo o mundo, já que toda a atenção do futebol mundial estará voltada para o retorno do Ronaldo a um dos maiores clássicos do futebol brasileiro", afirma Luís Cássio de Oliveira, diretor-executivo da Visa do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mangas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Além da Visa, a Panasonic também estará no uniforme do alvinegro no domingo. A companhia estampará as mangas das camisas do time na partida. Segundo o site do Corinthians, a empresa chegou ao clube "por intermédio da Brunoro Sports Business e escolheu o clube pela oportunidade de visualização da marca no confronto". "O apoio da Panasonic ao esporte já é uma constante na empresa e patrocinar uma equipe ícone do futebol mundial é mais uma ação da qual nos orgulhamos e acreditamos", afirmou o gerente geral de marketing da Panasonic do Brasil, Marcelo Miake.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Para 2009&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Depois de colocarem nomes como Caixa Econômica Federal, Fly Emirates e Telhanorte como possíveis patrocinadores do time para esta temporada, o próximo a aparecer como forte candidato a patrocinar o clube para esta temporada é o Carrefour, negociação ainda não confirmada pela rede de supermercados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4633326575219418453-8693086293270191885?l=reciqlagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://reciqlagem.blogspot.com/2009/03/visa-e-panasonic-estarao-na-camisa-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabrício)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4633326575219418453.post-8602008453305702977</guid><pubDate>Mon, 02 Feb 2009 10:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-02T08:48:08.503-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cenário</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marcas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Crise</category><title>A marca pode salvar a empresa da falência</title><description>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 8pt; "&gt;Maria Isabel Montañés*&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;Estamos iniciando mais um ano e este vai passar como o passado. O tempo é implacável para todos, principalmente para o gestor de uma empresa.  Este é o momento de tomar decisões importantes, de gerir cada vez melhor, e não há mais desculpas para o desconhecimento, a inércia da Lei e de seus direitos. A globalização bate-nos à porta, desanuvia os conceitos passados e a nova gestão toma conta. É hora de mudar ou se ofuscar na busca da liderança.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;É fundamental tomar decisões que venham a agregar valor à empresa e aumentar o seu patrimônio ativo. Portanto, é o momento de investir em uma identidade no mercado. E o início dessa trajetória é o registro da marca.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;Apesar do cenário sombrio, não há lugar para o medo. É necessário ousar, criar, faturar! Um dos caminhos para se alcançar o objetivo, e o sonho se tornar real é registrar a marca da empresa, dando-lhe uma propriedade prevista constitucionalmente. Muitos empresários não atribuem a devida importância à marca, e não a consideram como uma propriedade. Esse é um engano perigoso, pois se trata de propriedade no seu sentido &lt;span style="font-style: italic; "&gt;lato sensu&lt;/span&gt;, e, dela, pode-se usar, gozar, usufruir e, também, é possível reavê-la.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;A doutrina mais moderna no assunto já discute a usucapião da propriedade industrial. Temos nela a marca, no sentido mais amplo da propriedade, em que todos os investimentos vão ser contabilizados, revertendo-se em patrimônio intangível da empresa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;Li recentemente o livro &lt;span style="font-style: italic; "&gt;Casa Gucci&lt;/span&gt;, da jornalista Sara Gay Forden, em que a autora discorre sobre a história da marca Gucci e a luta da família para firmar o nome da empresa no mercado de artigos de luxo. Em um determinado momento da vida da empresa, só lhe restava a marca.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;E foi exatamente ela, a marca, que salvou a empresa da falência. No instante mais difícil, a família Gucci se valeu da identidade desenvolvida para seus produtos e conseguiu virar o jogo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;O enredo nos fala claramente do empenho, do desejo e da ambição de angariar o maior número possível de marcas para o patrimônio da empresa. São elas que geram os bilhões de dólares de lucros aos investidores da moda.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;Mais uma vez, parei para indagar que a importância da marca em uma empresa não tem limites. Bem-estruturada e trabalhada, a marca torna-se  fonte de lucros imensuráveis para os seus titulares.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;Hoje, com a concorrência cada vez mais acirrada, não sobra espaço para o "achismo", o "se der", e os vários "sés" do negócio. É preciso acreditar na empresa, em sua identidade, sua capacidade e, principalmente, em sua marca. Atitudes empreendedoras sustentam o futuro do negócio, e o registro da marca é requisito para o sucesso empresarial.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right; "&gt;&lt;span class="rodapeArt" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 8pt; text-align: right; "&gt;13/01/2009&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="autores_nome"&gt;Montañés, Maria Isabel&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="autores_descricao"&gt;Maria Isabel Montañés - É agente da Propriedade Industrial e diretora da Cone Sul Marcas e Patentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Disponível em &lt;a href="http://www.hsm.com.br/editorias/marketing/marca_pode_130109.php"&gt;http://www.hsm.com.br/editorias/marketing/marca_pode_130109.php&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4633326575219418453-8602008453305702977?l=reciqlagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://reciqlagem.blogspot.com/2009/02/marca-pode-salvar-empresa-da-falencia.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio Santos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4633326575219418453.post-7873871526611861754</guid><pubDate>Thu, 15 Jan 2009 18:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-15T17:03:27.877-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">branding</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">esportes</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">marketing</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">reciqlagem</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">praia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">eventos</category><title>Moda verão para anunciantes</title><description>&lt;strong&gt;Marcas invadem o litoral para se manterem em contato com o público nas férias; exemplo é a sétima edição do Skol Spirit&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_GI9YKNTj6uU/SW-ILTi9CTI/AAAAAAAAANE/i9GPM12NG60/s1600-h/skol_spirit_nota.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5291597814990440754" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 195px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_GI9YKNTj6uU/SW-ILTi9CTI/AAAAAAAAANE/i9GPM12NG60/s320/skol_spirit_nota.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fernando Murad&lt;br /&gt;M&amp;amp;M Online - 12/01/2009&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;De cervejas e refrigerantes a empresas de comunicação e prestadoras de serviço público, uma ampla gama de anunciantes monta acampamento nas areias do litoral brasileiro a cada temporada de verão. O objetivo é reforçar suas marcas por meio de ações promocionais e eventos, fazendo-se presente na vida dos consumidores, principalmente os jovens, em momentos de total descontração.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A Ambev, por meio da Skol, é uma das empresas que investem há tempos nesse tipo de ação e levou para Maresias, no litoral norte de São Paulo, a sétima edição do Skol Spirit, que se propõe a levar entretenimento e conforto para os banhistas. "Skol tem tudo a ver com isso, com um verão redondo, com dividir momentos agradáveis com os amigos, e queremos coroar esse momento com o evento", diz Sérgio Eleutério, gerente da plataforma jovem da marca.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O projeto, organizado pela B/Ferraz, deverá receber mais de 40 mil pessoas até 1o de fevereiro. Com o conceito "Paraíso na sua praia", ele oferece gratuitamente tendas, espreguiçadeiras, banheiros, duchas, esteiras e bares, além da oficina de DJs Skol Beats School e uma programação musical com DJs nacionais e internacionais. Além disso, a cervejaria está divulgando a Skol Redondinha (lata de 250 ml), a Skol Beats em lata e a campanha "Motorista da rodada".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A Pepsi apostou na tríade música, gastronomia e espaços de relaxamento, lazer e esporte para intensificar seu relacionamento com os jovens, com a criação do Pepsi Day Club, seu primeiro projeto proprietário nos litorais de São Paulo e Rio de Janeiro. Em Maresias a produção é da 4-HYP, e em Búzios (RJ), da Dogma. "Esta é a época mais importante para o mercado de refrigerantes, tanto pelo volume de vendas como pela forte associação com diversão, juventude, alegria e descontração inerentes à categoria, e é nas praias que encontramos boa parte de nossos consumidores", justifica a diretora de marketing Nora Mirazon.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O evento, que usa a assinatura "Por que festa só à noite?", foi instalado no Fishbone Café, na Praia de Geribá, em Búzios. O público encontra lá um centro gastronômico com cozinha contemporânea, fish grill, pizzaria e quiosques, além de um lounge. Em Maresias o espaço foi montado na orla, e conta com centro gastronômico, bares, pistas com DJs, spa de relaxamento e uma arena para jogos e brincadeiras. O espaço estará aberto até o começo de março.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Já a concorrente Coca-Cola, por meio da fabricante Rio de Janeiro Refrescos, do Grupo Andina, está marcando presença em Búzios com o Coca-Cola Summer Point, que pretende atrair a atenção do público com atividades gratuitas. A ação consiste em oficinas de malabares, DJ, flair e grafite. As aulas serão realizadas aos sábados e domingos até o dia 7 de fevereiro, no Fun Park, na Orla Bardot.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Consumo responsável&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) também entrou no clima e lançou o projeto Onda Limpa, criado pela Biruta Mídias Mirabolantes, que visa conscientizar a população sobre a importância da preservação ambiental. A iniciativa faz parte do programa homônimo da Sabesp, que tem como objetivo elevar o índice de coleta e tratamento de esgoto na Baixada Santista e litoral norte de São Paulo de 53% (em 2007) para 95% até 2010, com investimentos de R$ 1,4 bilhão.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"O objetivo é conscientizar a população para cuidar melhor da natureza, para que ela se torne uma melhor área de lazer", diz Rafael Liporace, diretor geral da Biruta. O projeto cobrirá 11 cidades (Bertioga, Caraguatatuba, Guarujá, Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe, Praia Grande, Santos, São Sebastião, São Vicente e Ubatuba) e 30 praias. Cada cidade terá uma equipe de seis promotores distribuindo saquinhos de lixo e explicando o projeto. A expectativa é distribuir mais de 350 mil sacolas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em outra frente, três tendas itinerantes oferecerão serviços gratuitos, como massagem, ioga, alongamento, recreação e empréstimos de materiais como pranchas de surfe, discos, petecas, bolas de futebol e bóias. Para ter acesso é preciso entregar um saco cheio de lixo. Por fim, seis máquinas serão utilizadas para fazer a limpeza da areia. Elas conseguem limpar a até 20 centímetros de profundidade e deixam estampada na areia a mensagem "onda limpa" e a logomarca do governo estadual. A ação prossegue até fevereiro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ilha do biscoito&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A Kraft Foods Brasil inaugurou na semana passada, na praia da Enseada, no Guarujá, a Ilha Club Social, com o objetivo de promover ações de verão e o lançamento da versão recheada do biscoito. O espaço, uma ilha artificial com 700 metros quadrados e capacidade para receber 300 pessoas, tem atrações como baladas, massagem, um totem de fotos (em parceria com o UOL) e um tobogã que desemboca no mar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Equipes de promotores da empresa farão blitz ao longo da orla distribuindo amostras do produto e um folder sobre a ilha e fazendo perguntas relacionadas à marca aos banhistas. Quem acertar ganhará convites para ingressar no espaço. Serão quatro grupos de visitantes, com 300 pessoas por dia, até 23 de janeiro. A expectativa da empresa é distribuir mais de 1 milhão de amostras e atrair cerca de 15 mil pessoas para a ilha.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Desde que reposicionamos a marca, no final de 2007, focamos os jovens urbanômades que ficam o dia todo na rua. O verão é bem importante para nós porque esse público, que está cada vez mais fora das mídias tradicionais, está nas praias", aponta Cristina Monteiro, gerente de marketing de Club Social.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4633326575219418453-7873871526611861754?l=reciqlagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://reciqlagem.blogspot.com/2009/01/moda-vero-para-anunciantes.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabrício)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_GI9YKNTj6uU/SW-ILTi9CTI/AAAAAAAAANE/i9GPM12NG60/s72-c/skol_spirit_nota.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4633326575219418453.post-1678984083468548120</guid><pubDate>Tue, 28 Oct 2008 11:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-28T09:53:23.899-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">branding</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">planejamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">marketing</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">kotler</category><title>Dicas da cúpula</title><description>Philip Kotler, professor emérito da Kellogg School of Management há mais de 20 anos, é uma das maiores autoridades mundiais de marketing. Reconhecido consultor de empresas como GE, General Motors, IBM e AT&amp;amp;T, é autor de algumas das obras mais influentes desse campo. Ele aqui elabora cinco conselhos para um marketing bem-sucedido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Mantenha um perfil discreto. “A construção de uma marca não é um desdobramento; não busque atingir todos os lugares do mundo ao mesmo tempo. A chave para construir uma marca é partir de algo bom que possa ser desenvolvido com inteligência. Talvez valha a pena manter-se invisível por um tempo para ficar fora do radar dos concorrentes.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Conheça seus clientes. “É preciso entender e escolher o consumidor que se deseja servir. Não queira agradar a todos. Defina o seu objetivo cuidadosamente por meio de segmentação e concentre-se em se posicionar como alguém diferente e superior nesse segmento. Não busque um segmento no qual não seja superior.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Seja dono da sua marca. “Não estamos mais no estágio da competência; estamos agora no estágio de hipercompetência. Desse modo, todos se exasperam tentando definir as limitações – as características funcionais, o atrativo emocional – que norteiam o consumidor para o seu produto.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Mantenha-se à frente dos concorrentes. “O pior de tudo é que, se algo dá certo, os concorrentes o clonarão antes que você se dê conta. Qualquer diferencial que você possua será imitado pelos outros. Portanto, é preciso inovar constantemente. Pergunte-se a si mesmo: ‘Daqui a três anos, qual será o nosso diferencial?’.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) Faça disso uma experiência. “De vez em quando, encontramos alguém que possui um enfoque totalmente diferente num mercado maduro”. Existe a tendência de afirmar que “não só estamos agregando serviços ao nosso negócio e a nossos produtos, como estamos criando uma experiência.” Vale notar como se usou a linguagem: “estamos no negócio de criar experiências.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HSM Inspiring Ideas&lt;br /&gt;News Letter Setembro 2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4633326575219418453-1678984083468548120?l=reciqlagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://reciqlagem.blogspot.com/2008/10/dicas-da-cpula_28.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabrício)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4633326575219418453.post-1711570222612583824</guid><pubDate>Mon, 27 Oct 2008 13:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-27T11:02:36.714-02:00</atom:updated><title>Os latino-americanos não são todos iguais</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana; font-size: 13px; "&gt;É cada vez maior a diversidade de gerações convivendo nas empresas. E é cada vez maior o desafio de gerenciar suas diferenças. Os Estados Unidos realizam muitas pesquisas para mostrar isso. Mas e a América Latina? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana; font-size: 13px; "&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Stanton Chase International, multinacional de seleção de executivos e planejamento organizacional, representada no Brasil pelo Grupo Foco, encomendou, em 2008, à Ibope Inteligência, uma pesquisa com 4.514 gestores no Brasil, Argentina, Chile, México, Equador, Colômbia, Venezuela e Peru – justamente para entender melhor tais diferenças. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foram identificadas cinco gerações em ação: seniores (50 anos e mais), geração X (entre 40 e 49 anos), céticos (entre 30 e 39 anos), geração internet (entre 25 e 29 anos) e juniores (menos de 24 anos).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Veja algumas das principais descobertas da pesquisa:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para o brasileiro, mais que para profissionais de outros países, sentir-se bem com projetos e tarefas é o mais importante na hora de se decidir por um novo emprego (35% dos brasileiros declararam sentir-se assim, ante 23% dos argentinos, 20% dos chilenos e 16% dos mexicanos).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A remuneração, por exemplo, só pesa mais para 15% dos brasileiros. Será um apreço maior pela qualidade de vida? Segundo interpretação do Grupo Foco, isso pode se explicar principalmente por baixa auto-estima.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Num processo seletivo, os jovens (19% dos da geração internet e dos juniores) estão mais preocupados com uma garantia de desenvolvimento da carreira que os demais. Entre os céticos, a geração X e os seniores, o mais importante é estar seguro sobre as habilidades exigidas pela função (38% nos três casos).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;Os mais jovens preferem ser treinados pelos mais velhos que atuam na própria empresa (77% dos juniores e 72% da geração internet). Para eles, essa alternativa ficou bem à frente de outras como &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;e-learning&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt; (18%), rodízio de funções (55%) e treinamento com profissionais externos (59%).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já os mais velhos preferem workshops (65% dos seniores, 61% da geração X e 55% dos céticos). Os mais velhos precisam ter seu trabalho reconhecido em maior proporção (56% dos seniores) do que os profissionais de outras gerações (na faixa dos 40%). Os mais velhos (80% dos seniores e da geração X) são mais propensos a ensinar os que trabalham com eles do que os mais jovens (62% da geração internet e dos juniores).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os mais jovens são os que menos suportam trabalhar sob pressão (apenas 35% dos juniores), ao contrário dos mais velhos (61% da geração X e 51% dos céticos), que declaram trabalhar bem nessa situação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana; font-size: 12px; "&gt;&lt;span class="rodapeArt" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 8pt; text-align: right; "&gt;Fonte: Portal HSM On-line&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="rodapeArt" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 8pt; text-align: right; "&gt;22/10/2008&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4633326575219418453-1711570222612583824?l=reciqlagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://reciqlagem.blogspot.com/2008/10/os-latino-americanos-no-so-todos-iguais.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio Santos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4633326575219418453.post-6969305404495795464</guid><pubDate>Mon, 13 Oct 2008 18:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-13T15:53:14.350-03:00</atom:updated><title>Dicas Da Cúpula</title><description>Michael Porter, autoridade mundial em estratégia empresarial, afirma que, embora as tecnologias mudem, a estratégia perdura para sempre.&lt;br /&gt;Com base nessa premissa, formulou cinco pontos essenciais para uma estratégia bem-sucedida:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Os princípios subjacentes à estratégia devem ser duradouros. Não importa qual seja a tecnologia ou a velocidade das mudanças, se não houver barreiras ao ingresso no mercado, se os consumidores detiverem todo o poder, se a competição basear-se apenas no preço, então a internet não será importante e não será lucrativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Uma estratégia sólida começa com a meta certa. A única meta capaz de sustentar a estratégia é o aumento da lucratividade. Se a empresa não partir dessa meta e não tentar atingi-la diretamente, logo será induzida a ações que porão a estratégia a perder. Se a sua meta for qualquer outra que não assegurar a lucratividade – p. ex., ser grande, crescer depressa, tornar-se líder em tecnologia –, a empresa enfrentará problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. A estratégia deve ter continuidade. Não pode ser constantemente reformulada. Deve preservar o valor básico que a empresa deseja oferecer aos clientes e sempre levar em conta os clientes que deseja atender. É nesse posicionamento que a continuidade precisa ser preservada. Caso contrário, a organização terá dificuldades para compreender a estratégia e será difícil para os clientes conhecer-lhe a identidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. As empresas precisam ser mais esquizofrênicas. De um lado, devem assegurar a continuidade da estratégia; de outro, têm de se renovar constantemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. A direção estratégica e o aperfeiçoamento contínuo devem se reforçar mutuamente. A continuidade desses processos deve ser perfeitamente consistente. A capacidade de mudar sempre, e de maneira eficaz, é facilitada por uma continuidade de alto nível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HSM Inspiring Ideas&lt;br /&gt;News Letter de outubro/2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4633326575219418453-6969305404495795464?l=reciqlagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://reciqlagem.blogspot.com/2008/10/dicas-da-cpula.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabrício)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>

