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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-6106439965750052062</atom:id><lastBuildDate>Fri, 17 Feb 2012 13:03:52 +0000</lastBuildDate><category>Palavras Vulcânicas</category><category>Desabafos</category><category>Luciano Pires</category><category>Frases e Imagens</category><category>Mídia</category><category>Trabalho</category><category>Rubem Alves</category><category>Liturgia</category><category>Catequese</category><category>Vídeos</category><category>Educação</category><category>Alencarinas</category><category>Marista</category><category>Divulgação</category><category>Política</category><category>Li e gostei</category><category>Vitamina para o Coração</category><category>Entrevista</category><category>Rituais</category><category>Filosóficas</category><category>Relacionamentos</category><category>Espiritualidade</category><category>Juventudes</category><category>Religião</category><category>Palavra Minha</category><category>Poemas</category><category>Esportes</category><category>Projetos de Vida</category><category>Humor</category><category>Mitos</category><category>Dogma</category><category>começo</category><title>Neotéfilo - J. Braga</title><description>Não sabe o que é um neotéfilo? Seja bem-vindo(a)! Aqui você encontra reflexões pertinentes aos que convivem, lidam e laboram com adolescentes e jovens. As temáticas são diversas, só que Projetos de Vida, Política, Educação, Comunicação e Espiritualidade vão aparecer com mais frequência. É, enfim, um blog (mais ou menos pessoal) que tem a singela pretensão de dar sentido ao seu título: "aquele que ama as Juventudes!"</description><link>http://neotefilo.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (J. Braga - Neotéfilo, Na raça e na paz Dele)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>525</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/blogspot/tCFWK" /><feedburner:info uri="blogspot/tcfwk" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:browserFriendly></feedburner:browserFriendly><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6106439965750052062.post-6440016121359977988</guid><pubDate>Fri, 17 Feb 2012 13:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-17T11:03:52.897-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Projetos de Vida</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mídia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Relacionamentos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Humor</category><title>“Se você está em todas as redes sociais, sobra tempo para viver?”</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
Ao analisar mais recente rede social, o &lt;a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2012/02/13/pinterest-cresce-e-aparece-voce-ja-sabe-utiliza-lo/"&gt;Pinterest&lt;/a&gt;, o colunista de tecnologia do “New York Times”, David Pogue, faz uma &lt;a href="http://www.nytimes.com/2012/02/16/technology/personaltech/reviewing-pinterest-the-newest-social-media-site.html"&gt;ótima pergunta&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote class="tr_bq" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;“Todo ano aparece um novo serviço online incrível, um novo dreno por onde o nosso tempo escorre. Pergunta: Se você já está no Facebook, Twitter, Foursquare, Google +, Tumblr, LinkedIn, Instagram, Reddit e Path, quando, exatamente, sobra tempo  para viver?”&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://mauriciostycer.blogosfera.uol.com.br/2012/02/16/se-voce-esta-em-todas-as-redes-sociais-sobra-tempo-para-viver/"&gt;http://mauriciostycer.blogosfera.uol.com.br/2012/02/16/se-voce-esta-em-todas-as-redes-sociais-sobra-tempo-para-viver/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Gostou? Reverbere!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6106439965750052062-6440016121359977988?l=neotefilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://neotefilo.blogspot.com/2012/02/se-voce-esta-em-todas-as-redes-sociais.html</link><author>noreply@blogger.com (J. Braga - Neotéfilo, Na raça e na paz Dele)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6106439965750052062.post-3292065131479062659</guid><pubDate>Tue, 14 Feb 2012 22:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-14T20:59:21.058-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Trabalho</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Religião</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Vitamina para o Coração</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Espiritualidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Educação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Relacionamentos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Li e gostei</category><title>Fraternidade e Saúde: reflexões de José Comblin</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-fUTdzDH-ObI/TtEscae-FHI/AAAAAAAAIYo/tlXGX9Pyotg/s1600/campanha_da_fraternidade_2012_cartaz_p_pk.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-fUTdzDH-ObI/TtEscae-FHI/AAAAAAAAIYo/tlXGX9Pyotg/s320/campanha_da_fraternidade_2012_cartaz_p_pk.jpg" width="223" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Cartaz da CF 2012&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A fraternidade de Jesus é serviço ativo. Não fica nos sentimentos nem nas declarações. Não é disposição passiva – estar sofrendo com eles –, mas atividade. É extraordinário o modo escolhido para concretizar esse amor. Jesus vive numa civilização rural e pré-técnica. Ainda hoje, massas rurais e pobres de periferia vivem esse mundo. O maior problema, o sofrimento mais comum é a doença. A saúde é o motivo das preocupações constantes. Não há dom superior ao dom da saúde.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Os sertanejos respondem a mesma coisa, se lhes perguntamos qual é a maior felicidade. A grande preocupação religiosa é a saúde: quase todas as promessas se referem à saúde. As romarias não tem outra finalidade. As orações dizem respeito á saúde. Você vê uma pessoa humilde recolhida com uma intensidade quase mística e contemplando a imagem do Santo: pode estar certo que ele veio pedir ou agradecer o dom da saúde, para si mesmo ou para um dos seus familiares (...). Assim era o povo que Jesus conheceu: doentes em quase todas as famílias, em todas as aldeias, quase sem recursos, sem esperança.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Nessa civilização rural, há curandeiros que associam o recurso à oração com o conhecimento de receitas antigas e tradicionais. Alguns desses curandeiros vivem como santos, dedicados inteiramente ao alívio dos sofrimentos do próximo. Alguns são verdadeiros místicos (...). Ainda hoje, no interior, conhecemos as rezadeiras. Algumas se aproveitam da credulidade de quem sofre. A maioria são autênticas santas que praticam uma caridade heroica (...).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Aliás, quem pode definir a separação entre o poder da fé e da confiança, o apelo a energias psicológicas desconhecidas, o uso de remédios empíricos e a intervenção excepcional de Deus? Tudo aquilo pode estar misturado nesses acontecimentos atestados por um povo crédulo, piedoso e sincero (...).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Num mundo de curandeiros, a chegada de um taumaturgo não era problema. Era o sinal por excelência da caridade. O maior serviço que se podia prestar a um povo era o de curar os doentes. Jesus escolheu o serviço maior. Não havia sinal maior (...). Jesus foi um taumaturgo, um taumaturgo extraordinário que entusiasmou o povo, um taumaturgo que superava os curandeiros conhecidos que não deixaram nome (...).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Essas multidões à procura de saúde, que ainda hoje, às vezes, se concentram em certos santuários, são a imagem de uma humanidade abandonada. Dessa humanidade, Jesus se sente irmão. (...)&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Esse amor de Jesus não é força impessoal, difusão de uma energia beneficente, mas anônima (...). Jesus atendia pessoalmente às pessoas (...). O que se manteve através dos revestimentos literários foi justamente a nota humana de atenção pessoal (...). Não há sinal que não seja resposta a uma súplica, uma necessidade.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;Fonte: COMBLIM, José. Jesus de Nazaré. São Paulo: Paulus, 2010, p. 48-52.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Gostou? Reverbere!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6106439965750052062-3292065131479062659?l=neotefilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://neotefilo.blogspot.com/2012/02/fraternidade-e-saude-reflexoes-de-jose.html</link><author>noreply@blogger.com (J. Braga - Neotéfilo, Na raça e na paz Dele)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-fUTdzDH-ObI/TtEscae-FHI/AAAAAAAAIYo/tlXGX9Pyotg/s72-c/campanha_da_fraternidade_2012_cartaz_p_pk.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6106439965750052062.post-9167059626665941287</guid><pubDate>Mon, 13 Feb 2012 21:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-13T19:14:07.586-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Religião</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Desabafos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Divulgação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marista</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Vídeos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Educação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Alencarinas</category><title>Colégio Cearense no auge</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-707672b165d5e749" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
Meu colégio é assim. Estudei de 1987 a 1998. Eu era feliz...e sabia!&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Gostou? Reverbere!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6106439965750052062-9167059626665941287?l=neotefilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://neotefilo.blogspot.com/2012/02/colegio-cearense-no-auge.html</link><author>noreply@blogger.com (J. Braga - Neotéfilo, Na raça e na paz Dele)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6106439965750052062.post-4955114351105561832</guid><pubDate>Sun, 12 Feb 2012 12:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-16T09:27:14.854-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Divulgação</category><title>Durante a greve, 59 morrem com bala na cabeça</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/files/2012/02/BalasRevolver4.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/files/2012/02/BalasRevolver4.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Decretada em assembléia da noite de 31 de janeiro, a greve da Polícia Militar da Bahia produziu estatísticas macabras. Entre 1o de fevereiro, data em que os PMs cruzaram os braços, e a manhã deste sábado (11), dia em que decidiram voltar ao ao trabalho, foram assassinadas em Salvador 167 pessoas.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Os repórteres Rogério Pagnan, Fábio Guibu e Graciliano Rocha deram-se ao trabalho de mergulhar nos ‘boletins de ocorrência’ do Departamento de Homicídios da Polícia Civil baiana. Manusearam documentos lavrados entre 31 de janeiro e 9 de fevereiro. O resultado da análise foi levado às páginas da &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/"&gt;Folha&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
No período pesquisado, os cadáveres eram contados em 109. Excluindo-se seis pessoas passadas na faca, duas linchadas e uma carbonizada, chega-se ao numero de assassinados a bala: 100. A maioria dos corpos, 59, desceu à cova com perfurações de tiro na cabeça. Coisa típica de execução.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Vale a pena ouvir o diretor do Departamento de Homicídos da Bahia: “Quando alguém atira na cabeça é porque conseguiu chegar perto da vítima. Não é tiro para se defender ou apenas ferir outra pessoa. É para matar.”&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Dos 109 homicídios cobertos pela pesquisa dos repórteres, 99 ocorrrem nos subúrbios, nas favelas e nos bairros pobres de Salvador. No alvorecer da greve, o governador Jaques Wagner creditara parte das mortes a grevistas interessados em espalhar o pânico. Dissera que, havendo provas de execução, a suspeita viraria denúncia formal.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Torça-se para que o encerramento da greve não elimine a curiosidade do governador. Antes desejável, a elucidação dos assassinatos tornou-se algo imperioso. O silêncio da banda boa da PM da Bahia –supondo-se que ela exista— é constrangedor e apavorante.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Constrange porque passa ao contribuinte a impressão de que o dinheiro que lhe tiram da carteira financia o crime. Apavora porque não se vislumbra, por ora, a mais remota perspectiva de punição dos criminosos. Ou muda-se o quadro ou nada do que as autoridades baianas disserem merecerá respeito.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Fonte: &lt;a href="http://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2012/02/12/durante-a-greve-59-mortos-com-bala-na-cabeca/" target="_blank"&gt;Blog do Josias&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Gostou? Reverbere!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6106439965750052062-4955114351105561832?l=neotefilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://neotefilo.blogspot.com/2012/02/durante-greve-59-morrem-com-bala-na.html</link><author>noreply@blogger.com (J. Braga - Neotéfilo, Na raça e na paz Dele)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6106439965750052062.post-8389312318832006564</guid><pubDate>Sat, 11 Feb 2012 22:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-11T20:22:50.503-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Frases e Imagens</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Educação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Humor</category><title>Incrível mundo de Calvin (com o diretor)</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_IxrzViTqGRk/Sp7ZTy25lCI/AAAAAAAAAaE/Z15tXz3d_RY/calvin&amp;amp;harodotira62.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="204" src="http://4.bp.blogspot.com/_IxrzViTqGRk/Sp7ZTy25lCI/AAAAAAAAAaE/Z15tXz3d_RY/calvin&amp;amp;harodotira62.gif" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Gostou? Reverbere!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6106439965750052062-8389312318832006564?l=neotefilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://neotefilo.blogspot.com/2012/02/incrivel-mundo-de-calvin-com-o-diretor.html</link><author>noreply@blogger.com (J. Braga - Neotéfilo, Na raça e na paz Dele)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_IxrzViTqGRk/Sp7ZTy25lCI/AAAAAAAAAaE/Z15tXz3d_RY/s72-c/calvin&amp;harodotira62.gif" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6106439965750052062.post-332678115535271471</guid><pubDate>Sat, 11 Feb 2012 18:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-11T16:35:26.799-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Relacionamentos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Li e gostei</category><title>Pistas pra saber se seu amor "dá caldo"</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;Aqui, agora, de todo coração - Ivan Martins&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;i&gt;Como fazer a escolha mais delicada da sua vida?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Escolher é difícil. Pergunte a um psicólogo e ele vai explicar por que gente obrigada a optar entre uma coisa e outra – qualquer que sejam essas coisas – sente ansiedade. Isso acontece em lojas de sapato, em restaurantes, na porta do cinema e até no sexo. Uma amiga me contou outro dia como foi estar numa festa e ter dois homens sedutores dando em cima dela. “Tive de escolher um deles, mas com um aperto no coração”, ela me disse. No dia seguinte, o bonitão que ela escolheu caiu no vácuo e nunca mais deu notícias. Escolher, ela aprendeu, é abrir mão de alguma outra coisa - e as consequências podem ser irreversíveis.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Infelizmente para nós, nem todas as escolhas são tão simples quanto a do sexo na balada. Penso na escolha mais delicada que a gente faz na vida, aquela que envolve os parceiros de longo prazo. Em que momento concluímos que uma pessoa deixou de ser apenas item de prazer ou fonte de encantamento e se tornou a criatura com quem vamos dividir a vida? Pode ser casando, comprando apartamento e tendo filhos, ou, de forma menos ritualizada, pondo os sentimentos e necessidades dela no centro da nossa vida, mesmo vivendo em casas separadas. O compromisso é parecido, assim como os caminhos que levam a ele.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A primeira coisa que conta nas grandes escolhas – eu acho - é a permanência. Ninguém tem direito a reivindicar um posto dessa importância sem ter ralado um tanto. Não adianta a Fulana decidir, em 30 dias, que vai ser sua mulher para o resto da sua vida. Não funciona assim. O teste do tempo é fundamental. Se aquela mulher ou aquele sujeito continua lá depois de todas as discussões e inevitáveis desencontros, se ela ou ele resolveu ficar depois de todas as chances de ir embora, se os seus sentimentos em relação a ele ou ela continuam vivos, um bom motivo há de haver.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
É essencial, também, que a experiência de convívio seja boa. Amores tumultuados dão bons filmes e péssimas vidas. É essencial acordar no sábado e ter vontade de ficar mais tempo na cama, enrolado naquele ser ao seu lado. Se a conversa antes de dormir deixou de ser gostosa ou se qualquer programa parece mais interessante do que a companhia dela ou dele, para que insistir? O prazer que o outro proporciona é essencial. Prazer de transar, prazer de olhar, prazer de ouvir, prazer de simplesmente estar. Se você caminha pela rua com ela e os dois são capazes de rir um com o outro, algo vai bem. Se você passa a tarde com ele no sofá, lendo ou transando, e o dia parece perfeito, eis um bom sinal. A felicidade não tem receita, mas a gente percebe quando está funcionando.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Para que as coisas funcionem no longo prazo é essencial haver lealdade. Eu cuido, eu protejo, eu respeito – e você faz o mesmo comigo. Se você não sente que seus sentimentos e a sua vida são importantes para ele ou para ela, desista. Como o ambiente lá fora é hostil, é essencial saber que no interior da relação existe cumplicidade e abrigo, com um grau elevado de honestidade: você diz o que pensa e isso vai ajudar, ainda que doa. É impossível prometer que coisas ruins jamais irão acontecer, é falso garantir que os sentimentos permanecerão os mesmos para sempre, mas é essencial olhar nos olhos do outro e sentir a disposição de tentar, verdadeiramente, que seja assim. Aqui, agora, de todo o coração, tem de ser para sempre – ou então a gente nem começa.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Se tudo isso existir – e não é fácil – ainda fará falta um quarto elemento, essencial ao equilíbrio duradouro das relações: os planos. Se ele que ter cinco filhos e você não quer ser mãe, não vai rolar. Se ela quer levar uma vida de viagens e aventura e o seu sonho é ficar aqui mesmo, perto das famílias e dos amigos, não deu. Viver bem pressupõe afinidades essenciais de gosto, sentimento e expectativas, sem falar de ideologia. Todas essas coisas se refletem nos planos. Eu penso no amor como um voo de longa distância. O avião precisa estar carregado com o tempo da relação, com o prazer que ela proporciona e com a lealdade em que ela está baseada – mas as pessoas ainda têm de concordar sobre o destino. Se eu quero ir à Tóquio e você à Nova York, precisamos embarcar em vôos diferentes.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Gostou? Reverbere!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6106439965750052062-332678115535271471?l=neotefilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://neotefilo.blogspot.com/2012/02/pistas-pra-saber-se-seu-amor-da-caldo.html</link><author>noreply@blogger.com (J. Braga - Neotéfilo, Na raça e na paz Dele)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6106439965750052062.post-3540577060587989642</guid><pubDate>Sat, 11 Feb 2012 18:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-11T16:21:49.322-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Divulgação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Relacionamentos</category><title>Elas contam para todo mundo? - Ivan Martins</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;i&gt;Os homens morrem de medo da língua afiada das mulheres&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
O ano é 1983. O local é um condomínio de classe média no bairro do Itaim, em São Paulo. Dois garotos, um de 13 e outro de 14 anos, conversam com uma garota pouco mais velha, de 17. Ela é a rebelde mal afamada mais desejada do prédio, desbocada a ponto de permitir qualquer conversa. Eles, meio sem jeito, tentam convencê-la a fazer com eles o que ela não esconde fazer com rapazes mais velhos. Depois de escutar a proposta com um sorriso malicioso, ela responde, sem hesitação: “Claro, eu subo no apartamento com vocês, agora mesmo. Mas, se vocês não conseguirem, eu vou contar para todo mundo”! Os garotos preferiram continuar virgens.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O ano é 1962. O local é um apartamento em Ipanema. Um jovem Tom Jobim de 35 anos toca piano numa festinha da bossa nova e uma loira francesa que estava de passagem pelo Rio se encanta com ele. O nome dela é Brigitte Bardot, a mulher mais desejada do planeta. Ela se acerca do piano e vai ficando, a festa esvazia aos poucos e, num dado momento, o último amigo sai para que Tom e a beldade fiquem sozinhos. Meia hora depois, para surpresa do amigo, Tom aparece no bar habitual. O sujeito, incrédulo, pergunta por que Tom não ficou lá, uma vez que era óbvio que a mulher queria transar com ele. Diz a lenda que o maestro teria respondido: “Eu também queria, mas, é complicado. Está tarde, eu já bebi demais, se não desse certo ela iria falar pra todo mundo. Preferi vir aqui, tomar um uísque com o amigo”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A primeira história eu ouvi de um conhecido na mesa de um bar. A de Tom Jobim me foi contada por outro amigo, que a leu em algum lugar. As duas dizem exatamente a mesma coisa: os homens morrem de medo de que as mulheres exponham a intimidade deles. Têm razão em sentir-se assim? Depende.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Quando se conversa com as mulheres sobre essas coisas, emerge uma certeza muito nítida: assim como os homens, elas conversam entre si, mas com um grau de franqueza maior. Enquanto os homens se preocupam em contar vantagens, escondendo, escrupulosamente, qualquer motivo de vergonha, tudo indica que os relatos femininos são mais honestos e, aparentemente, mais detalhados. Os homens resumem o fim de semana numa queixa heróica que exalta o seu próprio desempenho: “Quatro vezes por dia é de matar”... As mulheres, pelo que me contaram, vão mais fundo. Detalhes sentimentais, sensoriais e mesmo anatômicos podem ser divididos. Se a transa for boa, as amigas vão ter muita informação. Se for ruim, também. Assim, da maneira mais óbvia, vão se construindo reputações sexuais. Fulano é bom, sicrano não é. Esse cenário justifica inteiramente os temores masculinos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Nos dois casos, porém, os sentimentos envolvidos pesam muito. Um homem apaixonado fica mesquinho e não divide nada com os amigos. Há mais zelo em proteger “a reputação” da moça, assim como a intenção (muitas vezes secreta para o próprio sujeito) de não despertar interesse dos outros homens por ela. Quando é apenas farra, os homens contam mais, para o bem e para o mal.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
As mulheres parecem funcionar de um jeito parecido. Se gostam do cara, protegem. O sexo foi um fiasco, mas, como ele é bacana, nem todo mundo vai ficar sabendo. Se ela achar que o marmanjo agiu como escroto, é diferente: vai encontrar uma maneira de divulgar o vexame para um número maior de pessoas, inclusive os outros homens. Já vi isso acontecer.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Claro, isso é também uma questão de temperamento, ou de caráter, como se dizia antigamente. Há homens falastrões e homens discretos. Existem mulheres maldosas e mulheres mais generosas. Com que tipo de pessoa você está lidando? Talvez fosse bom descobrir antes de levar para a cama o bonitão ou a gostosona que trabalha com você.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A rigor, não há nada de surpreendente nisso tudo. A gente intui que as coisas que ocorrem na intimidade podem (ou vão) se tornar públicas de alguma forma. Por isso os homens têm medo e, em várias ocasiões, hesitam, mesmo quando as portas estão escancaradas. Nem sempre as mulheres entendem a importância desse temor na psicologia masculina – o temor de falhar e, ainda pior, o temor de que todo mundo fique sabendo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
As mulheres que entendem isso têm uma arma poderosa nas mãos. Uma amiga grã-fina me contou que certa vez, na Europa, precisou dividir a cama de hotel com um playboy árabe conhecido pela fama de garanhão. Como ela não tinha para onde ir, e o cara tentava se aproveitar da situação, ela fez uma ameaça simples: “Se você tentar encostar um dedo em mim, amanhã eu vou dizer a todos os seus amigos que eu quis dar para você, mas você não conseguiu”... O Omar Sharif virou de lado e a deixou em paz.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Não são apenas os adolescentes virgens ou os potentados muçulmanos que têm medo das línguas afiadas. Acontece com boa parte dos homens – ainda que eles sejam diferentes entre si. Certos caras são muito seguros a respeito do taco deles, ou apenas ligam menos para a possibilidade de um fiasco. Esses vão em todas as bolas. Os menos seguros, ou apenas mais preocupados com o que vão achar deles, escolhem as parceiras com mais cautela. Se elas parecerem ameaçadoras, são descartadas. Isso explica por que garotas atiradas ou hostis nem sempre conseguem o que querem: elas colocam a sexualidade masculina na parede e muitos homens não ficam confortáveis nessa posição. Uma abordagem menos agressiva muitas vezes funciona melhor.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
No fundo, não há qualquer novidade nisso. Somos bichos sociais. Falar, contar, fofocar, dividir é parte da compulsão que nos faz humanos. É improvável que conseguíssemos ser reservados a respeito de sexo, um assunto de tamanha importância na nossa vida. Logo, não conte integralmente com a discrição das suas parceiras. É improvável que elas não falem sobre a sua intimidade. Se você não é o Romário ou o Ziraldo, cedo ou tarde elas terão um fiasco a narrar. E daí? Lide com a situação com menos drama e mais humor. Isso pode até contar pontos a seu favor... com ela, e com quem mais souber do ocorrido.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Gostou? Reverbere!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6106439965750052062-3540577060587989642?l=neotefilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://neotefilo.blogspot.com/2012/02/elas-contam-para-todo-mundo-ivan.html</link><author>noreply@blogger.com (J. Braga - Neotéfilo, Na raça e na paz Dele)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6106439965750052062.post-9203773517073204799</guid><pubDate>Sat, 11 Feb 2012 15:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-11T13:48:40.903-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Política</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Desabafos</category><title>Desabafo sobre a greve da PM na Bahia</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O curioso desse post (&lt;a href="http://neotefilo.blogspot.com/2012/02/greve-da-pm-baiana.html"&gt;A greve da PM baiana&lt;/a&gt;) é que foi publicado minutos antes do JN colocar no ar a articulação dos militares grevistas - e seus líderes - nos atos de vandalismo praticados nos últimos soteropolitanos dias.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O que parecia ser uma quase ecatombe pela expectativa de cancelamento do Carnaval da Bahia 2012agora toma um rumo e tom completamente diferentes.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Ainda que TODO MUNDO soubesse que eram os próprios PMs que espalhavam o terror, só com as provas colhidas e - principalmente - divulgadas pela Globo é que as coisas parecem começar a entrar nos eixos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
É um poder extraordinariamente incrível esse da mídia e, especialmente, da Globo. A comunicação é"mágica"!&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Paralelamente, os PMs de outros estados agora se viram desmascarados. E, digo como desabafo:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;
&lt;b&gt;- É uma VERGONHA perceber um movimento nacional de aterrorização da população. Estratégia criminosa, além de BURRA!&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Como cidadão que - por Deus - não teve sua família diretamente afetada por tamanha confusão, o mínimo que desejo é todos os PMs terroristas sejam presos. E que a corporação como um todo aprenda a entregar o movimento de greve (legítima, por sinal) a &lt;b&gt;lideranças de bem&lt;/b&gt; e não a &lt;u&gt;sacanas&lt;/u&gt; como esses.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Na raça e na paz Dele,&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
J. Braga.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Gostou? Reverbere!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6106439965750052062-9203773517073204799?l=neotefilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://neotefilo.blogspot.com/2012/02/desabafo-sobre-greve-da-pm-na-bahia.html</link><author>noreply@blogger.com (J. Braga - Neotéfilo, Na raça e na paz Dele)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6106439965750052062.post-2040361424536374048</guid><pubDate>Sat, 11 Feb 2012 14:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-11T12:22:17.902-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Trabalho</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Juventudes</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Espiritualidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Educação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Relacionamentos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Li e gostei</category><title>Sobre assessores que não largam o osso: 7 noções para os "sem noção"</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;Ei, larga o osso aí! - Rogério Oliveira&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-56chZqunTLw/TzULQO39ckI/AAAAAAAAEgk/ocnK7rQkumo/s1600/largar+o+osso.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-56chZqunTLw/TzULQO39ckI/AAAAAAAAEgk/ocnK7rQkumo/s200/largar+o+osso.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Existem algumas coisas que me deixam bem chateado na pastoral. Uma delas é ver um grupo que se deixa conduzir por uma coordenação ditatorial. Há muitos motivos para que a coordenação aja desta maneira: busca de status, influência, poder, sentir-se “querido” ou “necessário”. E há motivos para que o grupo aceite este tipo de coordenação: apoio, fortaleza, simples submissão, tentativa de aproximação para pegar as “migalhas do poder”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Alguns destes “ditadores” não enxergam o mal que fazem. Não é nada pastoral impedir que o jovem possa decidir junto. Não é nada pastoral ficar só apontando os caminhos sem refletir juntos. Não desperta liderança. Desperta um bando de bajuladores e jovens apáticos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Mas o que é ruim, pode piorar. Estas coordenações se julgam salvadoras da pátria e pretendem ficar no topo por muito e muito tempo. Mas há algo que elas não controlam: a idade. Não se é jovem para sempre. Mas mesmo ignorando a regra temporal, estas coordenações insistem em ficar. Adultos coordenando jovens. Isto é PJ? Cadê o protagonismo?&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
E você acha que chegamos no fundo do poço? Então lá vem o tiro de misericórdia: para justificar a permanência na condução do grupo, alguns destes coordenadores mudam de título. Viram assessores!&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Você nunca viu isso? Que bom! Torço que nunca veja, porque isso é uma tremenda distorção pastoral. O sujeito que entra nesta onda não tem nem noção do que seja o ministério da assessoria. Apenas não quer largar o osso. E para ajudá-los a mudar, partilho sete noções básicas de assessoria.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Primeira noção:&lt;/b&gt; virar assessor não é subir de referência: hoje eu sou coordenador, amanhã serei assessor. Não funciona assim. Nem todo mundo serve como assessor. Aprendemos que para sê-lo é preciso ter vocação. E nem todos tem o dom de acompanhar. E isto não é demérito para quem não tem. Há muitos serviços que lideranças jovens-adultas podem exercer, dentro e fora da pastoral.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Segunda noção: &lt;/b&gt;assessorar é ter poder. Nosso poder, entretanto é o do serviço. Claro que sua palavra do assessor tem um peso. E é preciso que você saiba medi-las. Você não é o condutor do processo. Você é parte dele, mas o protagonista não é você. Inspire-se sempre em João Batista: “é preciso que Ele cresça e eu diminua”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Terceira noção:&lt;/b&gt; saiba quando você deve deixar errar. O erro é pedagógico, mas deve ser medido. Não se pode errar toda hora, mas se deve aprender com os passos dados em falso. A justificativa destes assessores que ditam regras é que o grupo não pode errar, porque o erro causa frustração. Frustrado vai ficar este assessor ao saber que ele não está exercendo seu papel de educador e cuidador da juventude.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Quarta noção:&lt;/b&gt; exercite o questionamento. Muitos assessores vieram sim de coordenações e em razão disto sabem liderar. Mas o papel agora é outro. Não é apontar caminhos, mas ajudar a pensar porque escolher um caminho é uma melhor opção do que escolher outro. Você não decide. Quem o faz são os jovens.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Quinta noção: &lt;/b&gt;interferir pontualmente somente quando perceber que há um problema grande que os jovens não percebem. Esta, porém, não é a regra. É a exceção. Se há uma atividade que envolve outros grupos, muito investimento ou pode comprometer a imagem da pastoral, entre outros exemplos, é claro que o erro aí pode ser fatal. Questionar é o primeiro passo. Se isso não der resultado, mostre os motivos da preocupação e tentem achar um melhor caminho.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Sexta noção:&lt;/b&gt; aprenda quando é o seu momento de dizer tchau. Há grupos que precisam de outras assessorias. Há contribuições que outros podem ser melhores para dar do que você. Aprenda a largar o osso. E há outros grupos que precisam da partilha das suas experiências. Assessoria sempre é uma troca. Aprende-se muito, ensina-se muito também.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Sétima e última noção:&lt;/b&gt; não existe assessoria perfeita. Todo mundo pode falhar, mas é dever do assessor buscar aprender com os erros (sejam próprios, sejam de outros assessores ou outras situações). Todo mundo pode aprender, todo mundo pode melhorar, todo mundo pode mudar. E como dizia Clarice Lispector: “só o que está morto não muda”.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Gostou? Reverbere!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6106439965750052062-2040361424536374048?l=neotefilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><enclosure type="text/html" url="http://pejotando.blogspot.com/2012/02/ei-larga-o-osso-ai.html" length="0" /><link>http://neotefilo.blogspot.com/2012/02/sobre-assessores-que-nao-largam-o-osso.html</link><author>noreply@blogger.com (J. Braga - Neotéfilo, Na raça e na paz Dele)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-56chZqunTLw/TzULQO39ckI/AAAAAAAAEgk/ocnK7rQkumo/s72-c/largar+o+osso.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6106439965750052062.post-3357397961512433096</guid><pubDate>Wed, 08 Feb 2012 22:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-08T20:54:56.380-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Palavra Minha</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Política</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Desabafos</category><title>A greve da PM baiana</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Eis, abaixo, uma boa contextualização do imbróglio em que a população está metida na Bahia e, especialmente, em Salvador, por causa da greve da Polícia Militar. As pessoas comuns (nas quais me incluo) saindo pra trabalhar normalmente, mas voltando mais cedo e evitando ao máximo sair de casa. Supermercado, academia, pracinha, cabeleireiro, enfim. Nada. No trânsito aparente tranquilidade mas, na verdade, cada carro em ritmo de quarentena, diminuindo a velocidade o mínimo possível em função de emboscadas e arrastões nos semáforos. Sem falar nos ônibus que "eles" atravessam em avenidas de grande circulação que travam a cidade inteira. As escolas ainda não podem iniciar o ano letivo, sem que haja um clima de maior segurança.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;E o mais bombástico: carnaval está ameaçado de não acontecer.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Você leu direito?!&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;O carnaval de Salvador 2012 poderá não acontecer. Você sabe a dimensão dessa notícia? Pois é.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Capaz de ACM "se sair" do caixão.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Que confusão!&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Na raça e na paz Dele,&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;J. Braga.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
-------------------&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;ACM já morreu - Cynara Menezes&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.estadao.com.br/fotos/66/39/95/6639956C736742CC99EAB0F4B673BE9D.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="206" src="http://img.estadao.com.br/fotos/66/39/95/6639956C736742CC99EAB0F4B673BE9D.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="font-size: 13px; text-align: center;"&gt;Ônibus que "eles" atravessam nas principais avenidas&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Que a polícia baiana é truculenta, todo mundo sabe. O problema é fazer pouco ou nada para mudar isso. Até quando os petistas, no poder no Estado há cinco anos, irão dizer que qualquer questão envolvendo a Polícia Militar é resultado dos desmandos de Antonio Carlos Magalhães? Chega de governar olhando o retrovisor, ou melhor, culpando o retrovisor…&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em 2008, fui a Salvador fazer uma reportagem sobre o assassinato pela polícia de quatro rapazes, no espaço de apenas 12 dias, durante diligências em comunidades carentes –os famigerados “autos de resistência”, que todos os anos roubam as vidas de tantos jovens no país, principalmente negros. Houve protestos nos bairros atingidos, manifestantes fizeram piquetes e atearam fogo a um ônibus. Até hoje não sei se houve sanções aos policiais envolvidos, o que sinalizaria para o fim da sensação de impunidade que leva, aliás, à “truculência”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Na época, ouvi de uma socióloga que, de fato, foi ACM quem importou para a Bahia o modelo nova-iorquino de “tolerância zero”, que na terra de Todos os Santos se traduziu na institucionalização do “descer o sarrafo”. Mas, conversando com o governador Jaques Wagner sobre isso, ele falou de sua intenção de formar melhor a polícia e de introduzir novos quadros para tentar reverter esse perfil típico de regimes ditatoriais, tão ao gosto do finado ACM.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
“Considero inadmissível que policiais ajam à revelia da lei. Nosso objetivo é aprofundar o conceito de cumprir a lei dentro da lei, de segurança com cidadania”, disse então Wagner. Isso, repito, em 2008. Quatro anos depois, o que vemos é uma polícia aparentemente fora de controle, suspeita, segundo o próprio governador, de ter até matado gente durante a greve que começou no dia de Iemanjá, 2 de fevereiro.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
É correto que policiais, para fazer reivindicações, amedrontem a população? Não. Mas tampouco é correto que policiais, numa sociedade democrática, nem sequer tenham suas reivindicações ouvidas pelas autoridades. “Nem plano de cargos e salários eles têm”, diz o professor de Desenvolvimento Urbano Carlos Alberto da Costa Gomes, coordenador do Observatório de Violência da Bahia. Costa Gomes também é contra policiais intimidarem pessoas. Mas adverte que tudo chegou a esse ponto porque há 30 anos os policiais baianos pedem praticamente as mesmas coisas. Ou seja, não foram atendidos por ACM –nem por Jaques Wagner.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A pauta dos grevistas foi reduzida a dois pontos: anistia para os que participaram do movimento e o pagamento da GAP (Gratificação por Atividade de Polícia), que representaria um aumento real de salários para os policiais. Pois essa GAP está esperando há quase 15 anos para ser regulamentada! Antes da última greve, em 2009, Wagner tinha acirrado os ânimos dos PMs ao conceder 54% de aumento aos policiais civis. Reclamando falta de isonomia, os policiais fizeram circular um manifesto intitulado “Governador Jaques Wagner incentiva PM a fazer greve”. O movimento só cessou quando o governador fez promessas que até hoje não cumpriu, como a regulamentação do quê? Da mesma GAP…&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Existem muitos erros na condução desse processo e já não é possível debitá-los na conta do falecido ACM. A Bahia é complexa, rica e dessemelhante. Mas a polícia é consequência, não a causadora dos problemas baianos. O que essa greve prova é que as autoridades locais precisam começar de uma vez a planejar melhor o futuro do Estado. E não estou falando de Copa do Mundo.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Gostou? Reverbere!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6106439965750052062-3357397961512433096?l=neotefilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://neotefilo.blogspot.com/2012/02/greve-da-pm-baiana.html</link><author>noreply@blogger.com (J. Braga - Neotéfilo, Na raça e na paz Dele)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6106439965750052062.post-584521205036234371</guid><pubDate>Wed, 08 Feb 2012 20:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-08T18:27:54.100-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Trabalho</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Religião</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Frases e Imagens</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Juventudes</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Projetos de Vida</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Rituais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Divulgação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Catequese</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Espiritualidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Educação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Relacionamentos</category><title>LOGOMARCA OFICIAL DA JMJ RIO2013</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Conceito&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://10058b.hc.azioncdn.net//app/webroot/files/images/library/notices/medium/Imagem_da_explicao_da_logo_07022012203313.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://10058b.hc.azioncdn.net//app/webroot/files/images/library/notices/medium/Imagem_da_explicao_da_logo_07022012203313.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Com base no trecho da Palavra do Evangelho de São Mateus, percebe-se a necessidade de expressar uma referência direta à imagem de Jesus e ao sentido do discípulo. Neste episódio, Jesus se encontrou com seus discípulos em uma montanha, após sua ressurreição. Como símbolo da cidade do Rio de Janeiro, o Cristo Redentor também se encontra em uma montanha e é um monumento reconhecido no mundo inteiro. O tema é uma palavra de ordem proclamada pelo próprio Senhor Jesus, e assim a Sua imagem possui destaque no centro do símbolo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Os elementos do símbolo formam a imagem de um coração. Na fé dos povos o coração assumiu papel central, assim como o Brasil será o centro da juventude na Jornada Mundial. Também designa o homem interno por inteiro, se tornando nesta composição a referência aos discípulos que possuem Jesus em seus corações.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Os braços do Cristo Redentor ultrapassam a figura do coração, como o abraço acolhedor de Deus aos povos e jovens que estarão no Brasil. Representa nossa acolhida, como povo de coração generoso e hospitaleiro.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A parte superior (em verde) foi inspirada nos traços do Pão de Açúcar, símbolo universal da cidade do Rio de Janeiro, e a cruz contida nela reforça o sentido do território brasileiro conhecido por Terra de Santa Cruz. As formas que finalizam a imagem do coração possuem a cor azul, representando o litoral, somada ao verde e amarelo que transmitem a brasilidade das cores da bandeira nacional.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://10058b.hc.azioncdn.net//app/webroot/files/images/library/galleries/large/JMJ_ingles_07022012213919.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img src="http://10058b.hc.azioncdn.net//app/webroot/files/images/library/galleries/thumb/JMJ_ingles_07022012213919.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Inglês&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://10058b.hc.azioncdn.net//app/webroot/files/images/library/galleries/large/JMJ__polones_07022012213908.jpg" style="clear: right; display: inline !important; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;img src="http://10058b.hc.azioncdn.net//app/webroot/files/images/library/galleries/thumb/JMJ__polones_07022012213908.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Polonês&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://10058b.hc.azioncdn.net//app/webroot/files/images/library/galleries/thumb/JMJ_italiano_07022012213930.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Italiano&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://10058b.hc.azioncdn.net//app/webroot/files/images/library/galleries/large/JMJ_portugues_espanhol_frances_07022012213941.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img src="http://10058b.hc.azioncdn.net//app/webroot/files/images/library/galleries/thumb/JMJ_portugues_espanhol_frances_07022012213941.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Português, Español, &lt;br /&gt;Français&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both;"&gt;
Fonte: Portal &lt;a href="http://www.rio2013.com/pt/noticias/detalhes/202/logomarca-oficial-da-jmj-rio2013-conceito"&gt;JMJ Rio2013&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Gostou? Reverbere!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6106439965750052062-584521205036234371?l=neotefilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://neotefilo.blogspot.com/2012/02/logomarca-oficial-da-jmj-rio2013.html</link><author>noreply@blogger.com (J. Braga - Neotéfilo, Na raça e na paz Dele)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6106439965750052062.post-5516241677699490776</guid><pubDate>Mon, 06 Feb 2012 21:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-06T19:34:54.715-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Religião</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Juventudes</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Divulgação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Vídeos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Espiritualidade</category><title>Mensagem de Dom Pedro Casaldáliga aos Jovens</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://1.gvt0.com/vi/qs7UTJFInZ0/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/qs7UTJFInZ0&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;
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&lt;div style="text-align: center;"&gt;
Profeta da Esperança&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Gostou? Reverbere!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6106439965750052062-5516241677699490776?l=neotefilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://neotefilo.blogspot.com/2012/02/mensagem-de-dom-pedro-casaldaliga-aos.html</link><author>noreply@blogger.com (J. Braga - Neotéfilo, Na raça e na paz Dele)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6106439965750052062.post-5063572306451234221</guid><pubDate>Sun, 05 Feb 2012 17:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-05T15:40:41.387-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Política</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Desabafos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Divulgação</category><title>Até as pedras sabem - Ruth de Aquino</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;i&gt;O voto do STF não basta para moralizar a Justiça,&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;i&gt;mas atende ao anseio da população por transparência&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O bom-senso venceu. Apenas por um voto: 6 a 5. O Supremo Tribunal Federal correspondeu ao anseio geral pela transparência. Temia-se uma decisão que pudesse favorecer juízes acusados de desvio de conduta. A questão parecia simples, mas era capciosa. Pode o Conselho Nacional de Justiça abrir investigação contra juízes suspeitos de corrupção, abuso de poder, fraude, mau uso de verba pública? Ou só as corregedorias estaduais podem iniciar o processo?&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A estrela da votação foi o ministro Gilmar Mendes. A sociedade já divergiu dele em vários momentos. Mendes foi contra a aplicação da Ficha Limpa na última eleição. Mas seu argumento contra a impunidade na quinta-feira foi o mais pé no chão. “Até as pedras sabem que as corregedorias não funcionam quando se cuida de investigar os próprios pares. Jornalistas e jornaleiros dizem isso toda hora”, afirmou Mendes. É uma declaração sensata que reforça a independência do CNJ.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Essa é uma briga que vai deixar feridos. O presidente do STF, Cezar Peluso, tinha feito na véspera um brado retumbante. Peluso parecia um arauto do fim do mundo com seu alerta contra o suicídio da nação. Para ele, “o processo de degradação do Judiciário” seria “um caminho nefasto” que “aniquilaria a segurança jurídica” e “significaria um retorno à massa informe da barbárie”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
É muita palavra longa, pesada e barroca. Dá manchete de jornal, mas não convence milhões de brasileiros. Peluso negou qualquer crise no Judiciário e afirmou que o Poder é “transparente, controlado e tem o dever de enfrentar pressões do autoritarismo”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Até as pedras sabem que era um discurso contra o poder do CNJ e da corregedora e ministra Eliana Calmon. Ela dissera algo explosivo, mas de senso tão comum que se ouve até em roda de samba: existem “bandidos escondidos atrás da toga” e há manobras para esvaziar investigações independentes e livrá-los de processo. Não é um ataque pessoal nem suicida. Há bandidos vestidos de tudo que é jeito no Brasil. Piora quando eles se acham acima do bem e do mal. Por que não haveria os bandidos de capa preta e canudo universitário, com domínio das letras e das leis?&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Pelo rebuliço que provocou, Eliana virou símbolo de moralização para a plebe. E persona non grata para associações de magistrados e juízes. Abriu-se uma investigação contra ela. Foi acusada de quebra ilegal de sigilo de juízes e servidores. Na última terça-feira, foi arquivado o pedido de investigação contra Eliana. E a OAB, com 300 na plateia, pediu a preservação dos poderes do CNJ.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O STF votou outra questão contra o corporativismo: todas as sessões do CNJ serão abertas. A Associação dos Magistrados (AMB) queria manter a portas fechadas os julgamentos de juízes. “Esse tipo de processo era das catacumbas. Isso é próprio de ditadura, não é próprio de democracia”, disse Carmen Lúcia, ministra do STF.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Até as pedras sabem quem correu para apoiar Peluso, em vão. Primeiro, sua turma no STF: Marco Aurélio Mello e Luiz Fux, que votam sempre em uníssono. E, fora do Judiciário, o vice-presidente, Michel Temer, o presidente da Câmara, Marco Maia, e o presidente do Senado, José Sarney. Todos eles sempre acharam que devem ser julgados por seus pares. Há um pânico da “subversão” que cobra moralidade, legalidade e fim de mordomias nos Três Poderes.Até as pedras sabem que o voto do STF não basta para moralizar o Judiciário. O Tribunal de Justiça de São Paulo começa a julgar nesta semana 29 magistrados que receberam pagamentos polpudos, às vezes superiores até a R$ 1 milhão, sem registro nos contracheques.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Sarney disse que “ataques e contestações ao STF visam ao enfraquecimento da autoridade”. O presidente vitalício do Senado anda de mal com o Brasil. Sente-se injustiçado. Acha que o país não prestigia os velhos homens públicos como ele, que dedicaram a vida à política e sempre estiveram de bem com quem manda.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Até as pedras sabem que não é normal um governo perder em seu primeiro ano sete ministros acusados de irregularidades, favorecimentos, desvios de verba, incompetência e abuso de poder. Todos herdados do ex-presidente Lula. O último, Mário Negromonte, das Cidades, se dizia “mais firme do que as pirâmides do Egito”, mas ele não devia estar acompanhando o noticiário nas ruas e nos estádios do Egito. Caiu, ruiu, desabou. Até as pedras sabem, hoje, que esses ministros só podiam estar blindados por Lula – até cair no colo menos maternal de Dilma.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Não é uma caça às bruxas, mas uma faxina ética. Eficiência e imparcialidade nos julgamentos de juízes, ministros e congressistas, todos servidores públicos, não têm como degradar o Poder. Servem para legitimar o Poder. Até as pedras sabem disso.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Gostou? Reverbere!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6106439965750052062-5063572306451234221?l=neotefilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://neotefilo.blogspot.com/2012/02/ate-as-pedras-sabem-ruth-de-aquino.html</link><author>noreply@blogger.com (J. Braga - Neotéfilo, Na raça e na paz Dele)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6106439965750052062.post-2178455920896928782</guid><pubDate>Sat, 04 Feb 2012 00:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-03T22:21:11.645-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filosóficas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Divulgação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Vídeos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Relacionamentos</category><title>As cores das flores</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://3.gvt0.com/vi/s6NNOeiQpPM/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/s6NNOeiQpPM&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;
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&lt;div style="text-align: center;"&gt;
Como uma criança cega consegue enxergar as cores&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Gostou? Reverbere!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6106439965750052062-2178455920896928782?l=neotefilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://neotefilo.blogspot.com/2012/02/as-cores-das-flores.html</link><author>noreply@blogger.com (J. Braga - Neotéfilo, Na raça e na paz Dele)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6106439965750052062.post-9016765133080024632</guid><pubDate>Thu, 02 Feb 2012 00:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-01T22:06:56.720-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Palavra Minha</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Juventudes</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filosóficas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Divulgação</category><title>Evolução da identidade do Blog</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Não sabe o que é um neotéfilo? Seja bem-vindo(a). A proposta aqui é ajudar as Juventudes a refletirem sobre &amp;nbsp;Educação, Espiritualidade, Religião e Projetos de Vida. Com certeza, você descobrirá ao menos pistas neste blog que tem a missão de ser uma fiel expressão de seu título: "amante da Juventude!"&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Não sabe o que é um neotéfilo? Seja bem-vindo(a). A proposta aqui é ajudar as Juventudes a refletirem sobre &amp;nbsp;Educação, Espiritualidade, Religião, Política e Projetos de Vida. Com certeza, você descobrirá ao menos pistas neste blog que tem a missão de ser uma fiel expressão de seu título: "amante das Juventudes!"&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Não sabe o que é um neotéfilo? Seja bem-vindo(a). A proposta aqui é ajudar as Juventudes a refletirem sobre &amp;nbsp;Educação, Espiritualidade, Religião, Política e Projetos de Vida. Com certeza, você descobrirá ao menos pistas neste blog que tem a missão de ser uma fiel expressão de seu título: "aquele que ama as Juventudes!"&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Não sabe o que é um neotéfilo? Seja bem-vindo(a). A proposta aqui é ajudar as Juventudes a refletirem sobre &amp;nbsp;Educação, Espiritualidade, Religião, Política e Projetos de Vida. Com certeza, você descobrirá ao menos pistas neste blog (mais ou menos pessoal) que tem a missão de ser uma fiel expressão de seu título: "aquele que ama as Juventudes!"&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Não sabe o que é um neotéfilo? Seja bem-vindo(a)! Aqui você encontra reflexões pertinentes aos que convivem, lidam e laboram com adolescentes e jovens. As temáticas são diversas, só que Projetos de Vida, Política, Educação, Religião e Espiritualidade vão aparecer com mais frequência. É, enfim, um blog (mais ou menos pessoal) que tem a singela pretensão de dar sentido ao seu título: "aquele que ama as Juventudes!"&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Na raça e na paz Dele,&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
J. Braga.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Gostou? Reverbere!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6106439965750052062-9016765133080024632?l=neotefilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://neotefilo.blogspot.com/2012/02/evolucao-da-identidade-do-blog.html</link><author>noreply@blogger.com (J. Braga - Neotéfilo, Na raça e na paz Dele)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6106439965750052062.post-382946374039972203</guid><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 02:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-30T00:07:44.741-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Trabalho</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Política</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Divulgação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mídia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Educação</category><title>Só pra não esquecer o que VEJA pensa sobre Educação</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://a5.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/396524_10151175130180484_846145483_22657487_1116894008_n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://a5.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/396524_10151175130180484_846145483_22657487_1116894008_n.jpg" width="548" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Gostou? Reverbere!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6106439965750052062-382946374039972203?l=neotefilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://neotefilo.blogspot.com/2012/01/so-pra-nao-esquecer-o-que-veja-pensa.html</link><author>noreply@blogger.com (J. Braga - Neotéfilo, Na raça e na paz Dele)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6106439965750052062.post-3523140882440981435</guid><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 01:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-29T23:55:38.109-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Trabalho</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Juventudes</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filosóficas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Divulgação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Entrevista</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Educação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Relacionamentos</category><title>Professores são educadores, não babás - Entrevista com Ron Clark</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Autor do 2º artigo mais compartilhado no Facebook em 2011, americano diz que pais desrespeitam regras de escolas, pondo em risco o futuro dos filhos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://veja.abril.com.br/assets/pictures/58742/ron-clark-escola-size-598.jpg?1323091207" style="margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small; text-align: -webkit-auto;"&gt;Ron Clark e seus alunos: em defesa de mais cooperação entre pais e professores (Divulgação/Ron Clark Academy)&lt;/span&gt;
&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;
&lt;i&gt;"Hoje, existe uma preocupação grande com a autoestima da criança. Por isso, muitas pessoas se veem obrigadas a dizer aos pequenos que eles fizeram um ótimo trabalho e que são brilhantes, mesmo quando isso não é verdade"&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O segundo artigo mais compartilhado em 2011 por usuários americanos do Facebook foi escrito por um professor, Ron Clark (o primeiro trazia fotos da usina de Fukushima). Mais de 600.000 pessoas &lt;a href="http://edition.cnn.com/2011/09/06/living/teachers-want-to-tell-parents/index.html"&gt;curtiram o texto na rede&lt;/a&gt;, escrito a pedido da rede de TV CNN e intitulado "O que os professores realmente querem dizer aos pais". O artigo descreve um cenário de guerra, travada entre pais e professores. Na visão de Clark, os pais vêm transferindo suas responsabilidades para a escola, sem, contudo, aceitar que seus filhos se submetam de fato às regras da instituição. Por isso, assim que surge a primeira nota vermelha ou uma advertência, invadem a sala de aula culpando os professores – a pretexto de preservar a reputação e o orgulho de seus filhos. "Precisamos estar mais atentos à excelência acadêmica e menos preocupados com a autoestima das crianças", diz o professor, na entrevista concedida a VEJA.com e reproduzida a seguir. "Essas crianças deixam de aprender que é preciso se esforçar muito para conseguir bons resultados. No futuro, elas não terão sucesso porque, em nenhum momento, exigiu-se excelência delas." Clark conhece sua profissão. Aos 39 anos, vinte deles dedicados à carreira, o americano já lecionou na zona rural da Carolina do Norte, nos subúrbios de Nova York e atualmente comanda uma escola modelo no estado da Geórgia que oferece treinamento a educadores. Graças à função, manteve, desde 2007, contato com cerca de 10.000 educadores de diversas partes do mundo, incluindo brasileiros.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Em seu artigo, o senhor fala de um ambiente escolar em que pais e professores não se entendem mais. O que tornou a situação insustentável, como o senhor descreve?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A sociedade se transformou. Hoje, vemos pais muito jovens, temos adolescentes que se veem obrigados a criar uma criança sem ao menos estarem preparados para isso. São pessoas imaturas. Por outro lado, temos famílias abastadas, em que pais trabalham fora e são bem-sucedidos profissionalmente. Pela falta de tempo para lidar com os filhos, empurram toda a responsabilidade da educação para a escola, mas querem ditar as regras da instituição. Ou seja, eles querem que a escola eduque, mas não dão autonomia a ela.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Que tipo de comportamento dos pais irrita os professores?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Acho que o ponto principal são as desculpas que os pais criam para livrar os filhos das punições que a escola prevê. Se um aluno tira nota baixa, por exemplo, ou deixa de entregar um trabalho, os pais vão à escola e descarregam todo tipo de desculpa: dizem que o filho precisava se divertir, que a escola é muito rigorosa ou que a criança está passando por um momento difícil. Ou, ainda, culpam os professores, dizendo que eles não são capazes de ensinar a matéria. Mas nunca culpam seus próprios filhos. É muito frustrante para os professores ver que os pais não querem assumir suas responsabilidades.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Problemas com notas são bastante frequentes?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Sim. Certa vez tive uma aluna que estava indo mal em matemática. A mãe dela justificou-se dizendo que, na escola em que a filha estudara antes, ela só tirava boas notas, sugerindo, assim, que o problema éramos nós, os novos professores. Infelizmente, essa ideia se instalou na nossa sociedade. Se a nota é boa, o mérito é do aluno; se é baixa, o problema está com o professor. E quando as notas ruins surgem, os pais ficam furiosos com os professores. O resultado disso é que muitos profissionais estão evitando dar nota baixa para não entrar em rota de colisão com os pais, que nos Estados Unidos chegam a levar advogados para intimidar a escola.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Os pais poupam os filhos de lidar com fracassos?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Hoje, existe uma preocupação grande com a autoestima da criança. Por isso, muitas pessoas se veem obrigadas a dizer aos pequenos que eles fizeram um ótimo trabalho e que são brilhantes, mesmo quando isso não é verdade. Essas crianças deixam de aprender que é preciso se esforçar muito para conseguir bons resultados. No futuro, elas não terão sucesso porque, em nenhum momento, exigiu-se excelência delas. Precisamos estar mais atentos à excelência acadêmica e menos preocupados com a autoestima das crianças.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Que conselho o senhor dá aos professores?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
É possível evitar que os pais surtem diante de notas ruins e do mau comportamento dos filhos se for construída uma relação de confiança. Em vez  de só procurar os pais quando as crianças vão mal na escola, oriento que os professores conversem com os responsáveis também quando a criança vai bem. Na minha escola, procuro conhecer os pais de todos os meus alunos. Procuro encontrá-los com frequência e envio cartas a eles com boas notícias. Assim, quando tenho que dizer que a criança não está rendendo o esperado, eles me darão credibilidade e confiarão na minha avaliação.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;É possível determinar quando termina a responsabilidade dos pais e começa a da escola?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
As duas partes precisam trabalhar em conjunto. Os pais precisam da escola e a escola precisa do apoio da família para realizar um bom trabalho. Um conselho que sempre dou aos pais é que nunca falem mal da instituição de ensino ou do professor na frente dos filhos. Se a criança ouve os próprios pais desmerecerem seus mestres, perde o respeito por eles. O contrário também é verdadeiro. Os professores precisam respeitar os pais, porque eles são parte fundamental na educação de uma criança.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Em algumas situações a discussão sobre responsabilidades da família e da escola surge com muita força. Em casos de bullying, por exemplo, pais e professores trocam acusações. Sobre quem recai a maior parte da responsabilidade nesses casos?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A minha resposta novamente é que precisamos trabalhar em conjunto. Quando o bullying acontece na escola, é obrigação dos professores intervir imediatamente. Mas muitos não agem assim porque querem evitar conflitos com os pais. E isso é muito grave. O bullying está devastando nossas crianças. Precisamos combatê-lo. Para que os professores tenham liberdade para agir, precisam do apoio dos pais. Mas você sabe o que acontece? Muitas vezes, quando os pais são chamados na escola para serem alertados de que seu filho está praticando bullying contra um colega de classe, o que ouvimos é: "Mas qual o problema disso? Tenho certeza de que outros colegas também zombam do meu filho e ele não se sente mal por isso." Mais uma vez, vemos os pais se esquivando da responsabilidade.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;A que o senhor atribui o sucesso do artigo que estourou no Facebook?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Eu escrevi o que todos os professores tinham vontade de dizer aos pais, mas não podiam dizer, porque isso os enfureceria. O que eu fiz foi dar voz a milhões de profissionais. Fiquei sabendo que muitas escolas imprimiram o texto e enviaram uma cópia a cada família. Na internet, pessoas de outros países também compartilharam a minha mensagem.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;O senhor criou uma escola modelo, a Ron Clark Academy. Como é a relação de seus professores com os pais?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Procuramos estabelecer uma relação próxima. Como eu disse, estamos constantemente em contato com os pais, nos bons e nos maus momentos. Também promovemos encontros semanalmente, nos quais ofereço aos pais a oportunidade de assistir a uma aula na escola, destinada exclusivamente a eles, para que acompanhem o que está sendo ensinado a seus filhos. Ou seja, trabalhamos muito para conquistar uma relação harmônica. Não estou dizendo que é fácil lidar com os pais. Alguns deles podem ser bem malucos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;O senhor, na sua escola, recebe professores de diversas partes dos Estados Unidos e tambem de outros países, como o Brasil. Além dos problemas de relacionamento com os pais, do que mais professores de todo o mundo reclamam?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
As avaliações tiram o sono dos professores. Não sei exatamente como funciona no Brasil, mas nos Estados Unidos os professores são constantemente cobrados a melhorar o desempenho de suas escolas em testes padronizados. E todo o processo educacional passa a girar em torno de algumas provas. Isso é massacrante, para os alunos e para os professores. Os professores precisam de mais diversão na sala de aula.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Gostou? Reverbere!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6106439965750052062-3523140882440981435?l=neotefilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://neotefilo.blogspot.com/2012/01/professores-sao-educadores-nao-babas.html</link><author>noreply@blogger.com (J. Braga - Neotéfilo, Na raça e na paz Dele)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6106439965750052062.post-167373812926134493</guid><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 01:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-29T23:26:50.947-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Trabalho</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Divulgação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Educação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Relacionamentos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Li e gostei</category><title>Pais e professores, uma relação difícil</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;São comuns os conflitos acerca da responsabilidade de cada um na formação das crianças. A solução está na aproximação entre as partes&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;img src="http://veja.abril.com.br/assets/pictures/63980/pais-e-professores-size-598.jpg?1327702339" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A relação entre pais e professores inclui, já faz algum tempo, boa dose de tensão. O assunto voltou à tona com força no fim do ano passado, quando um professor americano chamado &lt;a href="http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/pais-e-professores"&gt;Ron Clark&lt;/a&gt; resumiu as reclamações de boa parte dos mestres da seguinte maneira: professores não são babás de alunos, ao contrário do que pensam seus pais. Ele acusa os pais de repassar à escola suas responsabilidades, recusando, contudo, as regras impostas pela instituição educadora. Seu artigo, chamado "&lt;a href="http://edition.cnn.com/2011/09/06/living/teachers-want-to-tell-parents/index.html"&gt;O que os professores realmente querem dizer aos país&lt;/a&gt;", tornou-se o segundo mais compartilhado no Facebook em 2011 (o primeiro trata do desastre da usina de Fukushima, no Japão), trocado mais de 630.000 vezes – prova de que a discussão é, no mínimo, pertinente. O texto ecoou em outros países e também no Brasil. "Por aqui, os pais perderam a habilidade de impor limites a seus filhos. Agora, tentam impor limites à escola, interferindo na atividade dos professores", diz a educadora Tânia Zagury, autora do livro Escola sem Conflito: Parceria com os Pais. De acordo com uma pesquisa realizada pela escritora, 44% dos professores apontam a ausência de limites como causa principal da indisciplina em sala de aula: um quinto dos profissionais responsabiliza a família pelo problema.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Do outro lado da linha, os pais também reclamam de intromissões da escola em disposições que acreditam justas. É o que vive a empresária Marcela Ulian, de 34 anos, mãe de um garoto de 6 anos – o nome dele, assim como o da instituição, um renomado colégio privado paulistano, serão omitidos a pedido da empresária. Há alguns meses, Marcela contesta uma determinação da escola que proíbe alunos de portar dispositivos eletrônicos, como celular ou tablet, no interior da instituição. "As crianças não podem ficar alheias às novas tecnologias. Acho inclusive que os professores podem ensinar que aqueles aparelhos podem servir como material educativo", diz Marcela. Não houve acordo. Para a escola, é em casa que as crianças devem aprender a fazer uso dos aparelhos. "Continuo não concordando com a escola e seguirei tentando provar que estou certa."&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Não raro, as queixas de um lado e de outro são mais severas; outras revelam exageros flagrantes. Há, por exemplo, relatos de professores contestados por pais porque atribuíram uma nota baixa a um aluno, ou por tê-lo repreendido por comportamento inadequado. Preocupados com as reclamações de parte a parte, educadores se debruçaram sobre a questão. Descobriram duas razões principais para os desentendimentos. A primeira é uma transformação sofrida pela engrenagem familiar, fruto das mudanças sociais dos últimos 50 anos. Um exemplo disso: nesse período, as mulheres, tradicionalmente encarregadas de acompanhar o crescimento das crianças em casa, ganharam definitivamente o mercado de trabalho, distanciando-se da antiga função. "A consequência disso é que as escolas passaram a ser responsáveis também pela educação moral das crianças. A família moderna demandou isso delas", diz Maria Alice Nogueira, educadora e especialista em sociologia da educação.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A segunda razão envolve um movimento em sentido oposto: a intromissão dos pais em assuntos sobre os quais as escolas antes mantinham monopólio. À medida que as famílias perceberam que a ascensão nos bancos escolares é sinônimo de ascensão social e econômica, passaram a cobrar mais de instituições e professores, que antes davam as cartas na sala de aula – não por acaso, "mestre" é uma designação que quase não se aplica mais a professores. "O êxito proveniente da educação formal levou a família a interferir nos assuntos escolares", diz Maria Alice.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Excetuados os exageros, os educadores de olho na questão alertam que a nova realidade exige nova atitude. "O que ouço dos docentes em momentos como esse é aquela velha história de que, antigamente, eles eram mais respeitados", diz a educadora Elaine Bueno. "Esse é um discurso velho, pois os tempos mudaram: os pais não enxergam mais o professor e a escola como autoridades inquestionáveis. Eles precisam aceitar isso e prestar contas de seu trabalho."&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O caminho da convivência harmoniosa exige trabalho intenso de pais e professores, garantem escolas que já o perseguem. Entre as lições aos professores (confira o quadro abaixo), estão orientações como jamais desqualificar ações dos pais diante dos filhos. É o que prega Sylvia Figueiredo, sócia-fundadora do colégio Castanho Lourenço, de São Paulo. Certa vez, ela descobriu que uma mãe fazia o dever de casa do filho. "Em nenhum momento, desmereci a atitude da mãe diante do menino, apesar de estar certa de que a conduta dela interferia negativamente no desempenho dele", conta. O assunto foi tratado em uma conversa a portas fechadas, cara a cara, entre a educadora e a mãe. "É preciso muito treinamento para lidar com os pais. A relação é uma bomba-relógio e pode explodir a qualquer momento se você puxa o fio errado na hora de desarmá-la." Aos pais, em situações como essa, cabe a lição de ao menos ouvir atentamente a posição do educador.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O esforço vale a pena. A harmonia entre as partes é valiosa para a educação – é o que apontam estudos na área. Uma pesquisa encabeçada pela Fundação Getulio Vargas, por exemplo, mostra que os efeitos da presença dos pais na vida escolar se fazem notar por toda a vida adulta. Na infância e na adolescência, a participação da família está associada a notas até 20% mais altas e riscos de evasão até 64% inferiores. "Gostamos de deixar claro aos pais que a interferência deles no processo educativo é saudável. Mas ambas as partes precisam estar abertas ao diálogo", diz Celina Cattini, diretora geral do Colégio Visconde de Porto Seguro. "Muitos professores sentem saudade do tempo em que os pais respeitavam a autoridade da escola. Mas é preciso lembrar que aqueles eram tempos em que havia respeito, mas não havia interação entre escola e família: isso não é bom para as crianças." Celina tem razão.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Com reportagem de Renata Honorato&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;img src="http://veja.abril.com.br/assets/pictures/63908/quadro-escola-pais-original.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/pais-e-professores-uma-relacao-dificil"&gt;http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/pais-e-professores-uma-relacao-dificil&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Gostou? Reverbere!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6106439965750052062-167373812926134493?l=neotefilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://neotefilo.blogspot.com/2012/01/pais-e-professores-uma-relacao-dificil.html</link><author>noreply@blogger.com (J. Braga - Neotéfilo, Na raça e na paz Dele)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6106439965750052062.post-3384864827428471130</guid><pubDate>Sun, 29 Jan 2012 22:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-29T20:33:56.589-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Religião</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mitos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filosóficas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Li e gostei</category><title>A partícula Divina - Alfredo Roberto Marins Júnior</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;
&lt;i&gt;“A Física moderna leva-nos necessariamente a Deus”&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;
&lt;b&gt;Arthur Eddington&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_h92F2a-n9aY/SVl_CgvqusI/AAAAAAAAC0o/y9LiO3KEbs4/s400/experimento1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://4.bp.blogspot.com/_h92F2a-n9aY/SVl_CgvqusI/AAAAAAAAC0o/y9LiO3KEbs4/s320/experimento1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;
CERN, o laboratório da Organização Europeia&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
para a Pesquisa Nuclear&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
No dia 13 de dezembro de 2011, pesquisadores anunciaram que experimentos realizados no Grande Colisor de Hádrons, o mais potente acelerador de partículas já construído, deixavam a ciência mais perto de confirmar a existência do Bóson de Higgs, apelidada de "partícula de Deus".&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Tais experimentos foram realizados no do CERN, o laboratório da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear, que fica na Suíça e visavam provar a existência de uma partícula subatômica, que até agora só existe nas equações dos físicos e que seria a responsável por todas as outras partículas terem massa.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A idéia de uma partícula divina, não subatômica, mas um fragmento do corpo da divindade, está presente em diversas mitologias, ligando a criação ao criador. Ela pode ser o contato físico, como no caso do mito hindu de Purusha, de cuja cabeça nasceram os sacerdotes, dos braços os soldados, das pernas os homens da terra e dos pés os trabalhadores.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Pode ser o sopro, como no mito nórdico em que Odin sopra a vida e a alma em dois troncos e eles passam a ser o primeiro casal da Terra Média. Note-se que o mesmo processo é apresentado nos textos Judaico-Cristãos, onde Deus, depois de formar Adão do pó da terra, soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Há outras origens menos nobres, como a do mito sérvio que narra que Deus deu a volta por todo o universo e ao voltar à Terra, uma gota de suor escorreu de Sua testa e caiu no chão. Esta gota gerou o primeiro ser humano, que nascido do suor foi atrelado a uma vida de labores. Pode não ser uma imagem de beleza lírica, mas a partícula está lá.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Para os mitos egípcios, o criador supremo é Rá (também chamado Rê). Ele deu à luz si mesmo no princípio do tempo e todos outros deuses nasceram a partir de sua saliva.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Sentindo-se muito solitário, Rá cuspiu e da saliva dele nasceram Shu, o ar e Tefnut, a umidade. Da união destes dois, nasceram Geb, o deus da terra e Nut, a deusa dos céus.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Após criar outros deuses, Rá continuou a perambular pelo mundo, mas a Terra estava vazia e sua ainda não sanada solidão lhe causava profunda tristeza. Então ele chorou e das suas lágrimas caídas na terra nasceram os primeiros ser humanos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Rá buscou fazê-los felizes, não deixando que lhes faltasse vento fresco, nem calor do sol, nem enchentes ou vazantes do Nilo, razão pela qual os egípcios denominavam a si mesmos de rebanho de Rá.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Algo interessante nos mitos, é que não há como ouvir a outra versão. Toda mitologia é um modelo humano para explicar o que parecia inexplicável. No antigo Egito não havia aceleradores de partículas ou como consultar Rá para perguntar-lhe sobre as tais lágrimas de solidão. Mitos não podem ser validados.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
E nem precisam ser validados. O modelo proposto na criação egípcia não esclarece nada, não justifica com cálculos quanto de água seria preciso para gerar um ser humano, nem busca onde esta gota caiu. Mas ele cria certa empatia pela experiência humana de sofrimento e solidão.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Na física vigora o chamado modelo padrão, algo que nem me arrisco tentar comentar porque me falta conhecimento, mas que pressupõe a existência do Bóson de Higgs.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Caso esta partícula não seja localizada, ou realmente não exista, o universo não vai desmoronar. Somente será constatado que o tal modelo padrão não está totalmente correto, o que realmente não é fim do mundo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Uma nova teoria surgirá em seu lugar e os físicos continuarão indefinidamente tentando explicar a origem da matéria e do universo através da esperança de que testes validem as hipóteses.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Talvez o maior requisito de um cientista não seja a pesquisa, mas a fé.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Gostou? Reverbere!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6106439965750052062-3384864827428471130?l=neotefilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://neotefilo.blogspot.com/2012/01/particula-divina-alfredo-roberto-marins.html</link><author>noreply@blogger.com (J. Braga - Neotéfilo, Na raça e na paz Dele)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_h92F2a-n9aY/SVl_CgvqusI/AAAAAAAAC0o/y9LiO3KEbs4/s72-c/experimento1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6106439965750052062.post-8829200827963412842</guid><pubDate>Sun, 29 Jan 2012 18:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-29T16:21:51.621-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Trabalho</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Política</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mitos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filosóficas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Educação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Relacionamentos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Li e gostei</category><title>A tragédia das más decisões - Alfredo Roberto Marins Junior</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;
&lt;i&gt;“Justificar tragédias como "vontade divina" tira da gente&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;
&lt;i&gt;a responsabilidade por nossas escolhas.”&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;
&lt;b&gt;Umberto Eco&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Frequentemente associamos a palavra tragédia a algum acontecimento desafortunado ou acidente de grandes proporções. Historicamente, tragédia é um gênero teatral que relata a queda de um herói, geralmente um nobre (rei ou fidalgo) e está associada, na maioria das vezes à uma decisão precipitada.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Conta-se que o jogo de xadrez foi inventado por um jovem chamado Dahir al-Hindi para agradar um rei hindu desanimado. Ao ver o tabuleiro, as peças e toda a lógica de combate do passatempo, animou-se e permitiu que o inventor escolhesse sua gratificação. Não escolheu nem ouro, nem prata, mas trigo. Trigo na seguinte proporção: 1 grão na primeira casa do tabuleiro, 2 na segunda, 4 na terceira e sucessivamente o valor deveria dobrar a cada casa até a 64ª e última.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-8ORn5vd-RhQ/TwtH0D21Y1I/AAAAAAAACks/oeyJ1J6TmWs/s1600/xadrez+essa.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="212" src="http://3.bp.blogspot.com/-8ORn5vd-RhQ/TwtH0D21Y1I/AAAAAAAACks/oeyJ1J6TmWs/s320/xadrez+essa.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;
18.446.744.073.709.551.615 de grãos de trigo&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
seriam necessários. Em peso, equivaleria a 97 bilhões de toneladas.  &amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O rei, pensando que num punhado de trigo haveria um número incontável de grãos, deduziu que com duas ou três medidas pagaria com folga a solicitação do rapaz. Mandou que seus hábeis matemáticos calculassem a quantia e quase caiu de costas quando soube do absurdo volume de trigo que teria de pagar. Ainda que vendesse todos os seus bens, não bastaria. Sorte que o rapaz não exigiu o pagamento, ele só queria demonstrar ao rei o poder de uma má decisão.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Na mitologia hindu há a história do rei Mahabali, que por ser muito generoso tinha a devoção de seus súditos, o que fazia seu reino prosperar grandemente. O único problema é que ele era um Asura, um dos inimigos dos deuses.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Prevendo que este reino cresceria demais e se tornaria demasiado poderoso, Vishnu, o conservador do universo, encarnou-se no ventre de Aditi, que era esposa do brâmane Kashyapa. Ao nascer nesta casta, ele foi considerado também um brâmane, mas com uma peculiaridade: nascera como um anão, de nome Vamana.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Quando se tornou adulto, Vamana pediu uma audiência com Mahabali para solicitar-lhe um pedaço de terra para viver. O Asura não viu problema algum em atender tal pedido, afinal, que tamanho teriam três passos de um anão?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Ele atendeu ao pedido do pequeno brâmane e, para sua surpresa, Vishnu tornou-se enorme. Seu primeiro passo abarcou metade da terra, o segundo o fez voltar ao lugar de partida ( o que lhe garantia o mundo todo) restava ainda o terceiro passo, que Vishnu indagava onde pisaria. Mahabali então, respondeu que o terceiro passo seria sobre sua própria cabeça.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Ainda que esta resposta pareça estranha, era a única forma de não morrer. Aceitando o pedido do brâmane, ele não tinha como voltar atrás. Perdido seu reino, sua única saída foi permitir que o conquistador colocasse a sola do pé sobre sua cabeça, aceitando a derrota e ficando sob sua proteção. Uma saída estratégica para um rei que não avaliou bem a extensão de sua decisão.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Mas de todas as tragédias ficcionais, a que mais se adéqua à realidade é a do Rei Lear de Shakespeare. Recomendo uma criteriosa leitura desta obra, caso não tenha feito. É a meu ver, a melhor do bardo inglês.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Tudo começa quando Lear decide dividir seu reino entre suas três filhas, Goneril, Regan e Cordélia. Sua queda trágica começa com a decisão de deixar de ser rei, mas não deixar o prestígio de rei. Lear não queria mais ter os encargos ou as responsabilidades do trono, mas não abria mão das regalias.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Ele divide seu reino, mas quer manter para si cem servos e o título de rei. Dá as frações de terra para seus genros governarem, mas ainda espera que suas ordens valham mais do que as ordens deles. Em suma, ele queria uma vida livre do fardo que sua posição exigia, mas queria continuar com os benefícios que ela concedia.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
E, honestamente, nada mais atual que esta obra. Basta olhar ao nosso redor: políticos que querem ter altos salários e benefícios, mas só trabalham (quando vão) três dias por semana. Trabalhadores que reclamam de seus baixos salários em comparação aos salários de outros, sem observar que estes “outros” falam idiomas estrangeiros fluentemente, fizeram especializações, pós-graduações, enquanto que o reclamante está sempre postergando a conclusão de um curso qualquer.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
E por aí afora. King Lear é a tragédia que representa fielmente um dos mais profundos desejos do ser humano: ganhar na loteria. Não tornar-se culto ou melhorar a vida de seu semelhante, mas tornar-se repentinamente milionário sem empenho, alcançar a glória sem luta, conseguir status sem arriscar-se e viver uma vida sem responsabilidades.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
É claro que esta escolha só pode terminar em tragédia!&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;P.S.: A lenda do jogo de xadrez, contada por Malba Tahan diz que para que o tabuleiro fosse coberto na proporção que seu inventor pedira, seriam necessários 18.446.744.073.709.551.615 de grãos de trigo. Se empilhado, formaria uma montanha 100 vezes mais alta que o Himalaia. Em peso, equivaleria a 97 bilhões de toneladas. Considerando que a produção de trigo mundial do ano passado foi de 657 milhões de toneladas, o rei precisaria, utilizando todo o trigo do mundo, de 147 anos para pagar a dívida.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Gostou? Reverbere!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6106439965750052062-8829200827963412842?l=neotefilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://neotefilo.blogspot.com/2012/01/tragedia-das-mas-decisoes-alfredo.html</link><author>noreply@blogger.com (J. Braga - Neotéfilo, Na raça e na paz Dele)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-8ORn5vd-RhQ/TwtH0D21Y1I/AAAAAAAACks/oeyJ1J6TmWs/s72-c/xadrez+essa.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6106439965750052062.post-3024700722188017628</guid><pubDate>Sun, 29 Jan 2012 18:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-29T16:03:38.459-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mitos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filosóficas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Espiritualidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Relacionamentos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Li e gostei</category><title>Muita pressa! - Alfredo Roberto Marins Júnior</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_tYWRu0kwNwo/TM71HOOap3I/AAAAAAAABZ4/-FcnO7iH6OY/s1600/pressa+(1).jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="218" src="http://4.bp.blogspot.com/_tYWRu0kwNwo/TM71HOOap3I/AAAAAAAABZ4/-FcnO7iH6OY/s320/pressa+(1).jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A locomoção diária da minha casa ao trabalho e de lá às aulas, e por fim à casa de volta cobra-me cem quilômetros diários. Como estou longe das capitais, este percurso pode ser feito em pouco mais de uma hora, tempo que aproveito (já que não é prudente ler ao dirigir) para ouvir notícias ou algum audiobook no rádio do carro.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Mas algumas vezes, tenho que focar toda minha atenção no trânsito. Não porque seja intenso, mas caótico no pior estado da palavra: um verdadeiro caos. Quase ninguém respeita os limites de velocidade das vias e os poucos que se atrevem a fazê-lo, são “empurrados” por faróis altos dos apressados.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Outros, cruzam alucinadamente entre as faixas das estradas sempre querendo estar à frente de todos. Ainda há os que ultrapassam pelos acostamentos, retornam na contra-mão porque erraram a saída e não querem fazer o retorno à diante. Isto a qualquer hora do dia ou da noite, o que me leva a constatação de que todo mundo tem pressa o tempo todo!&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
E o exemplo não para por aí. O primeiro computador que comprei, lá pelos anos 90, tinha apenas 16MB de memória RAM e levava por volta de dois minutos para chegar ao prompt. Aí eu tinha de digitar um comando para que o sistema operacional carregasse (mais quatro minutos). Anos depois, comprei outro, que poderia ser o topo da cadeia alimentar dos computadores, com incríveis 512MB de memória RAM.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Hoje, é possível colocar num notebook 8GB de memória RAM acoplado a um processador com sete núcleos de processamento e ainda assim há quem reclame da baixa velocidade. E a Internet então? Planos de 100 Mbps. E pensar que houve um tempo (sim acredite) que eu ficava feliz quando minha conexão discada chegava a 13kbps. E agora, parece que o download não termina nunca.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Recordo-me de ler lido há alguns anos, que estava para ser leiloada uma página do rascunho do que viria a ser o livro Ulisses, de James Joyce. Fiquei imaginando o capricho de Joyce ao transcrever o rascunho para a versão definitiva de uma das maiores (em tamanho e complexidade) obras da humanidade e me perguntei: quem hoje em dia ainda escreve rascunhos para depois passá-los a limpo?&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A evolução tecnológica nos permite realizar ações de forma rápida, descobrir em tempo real o que acontece do outro lado do globo, coletar, armazenar, editar, armazenar tudo instantaneamente, mas nos cobra esta praticidade na única moeda que não podemos reaver: tempo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A mitologia hindu narra que Gautama, o avatar humano de Vishnu que se tornou Buda, só conseguiu alcançar o estado mais elevado depois de meditar por 49 dias consecutivos.&amp;nbsp;É claro que avaliando superficialmente, podemos dizer que nenhum homem agüentaria realizar tal proeza. Tudo bem, concordo. Mas avaliando o mito de forma mais abrangente, podemos considerar que esta cifra não seja um número exato, mas uma metáfora para o tempo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Os processos naturais não podem ser acelerados. Não há como plantar a semente hoje e colher o fruto amanhã. Leva tempo para que ela brote, cresça, torne-se planta, floresça e dê frutos. E nenhuma tecnologia, por mais sofisticada pode acelerar este processo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Nós é que distorcemos esses eventos e aceleramos o que deveria transcorrer naturalmente. E quando nos damos conta, percebemos que este já é o último dia do undécimo mês de um ano que está evaporando. Amanhã começa Dezembro e em mais alguns dias chegam as festas e outro ano termina, e outro começa e termina e começa e termina num ciclo de aceleração contínua.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
É por isto que eu passei a dirigir admirando a paisagem. A mesma, todo dia, e a cada dia descubro coisas que eu não tinha visto antes. Enquanto isto os motoristas passam buzinando e ultrapassando pelo acostamento.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Lamento. Aprendi que não adianta ter pressa.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Gostou? Reverbere!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6106439965750052062-3024700722188017628?l=neotefilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://neotefilo.blogspot.com/2012/01/muita-pressa-alfredo-roberto-marins.html</link><author>noreply@blogger.com (J. Braga - Neotéfilo, Na raça e na paz Dele)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_tYWRu0kwNwo/TM71HOOap3I/AAAAAAAABZ4/-FcnO7iH6OY/s72-c/pressa+(1).jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6106439965750052062.post-15724923893966490</guid><pubDate>Sun, 29 Jan 2012 17:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-29T15:46:36.163-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Religião</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Frases e Imagens</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Juventudes</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mitos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filosóficas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Divulgação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Humor</category><title>A morte do quati - Tirinha do Calvin</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;img src="http://pensarenlouquece.com/wp-content/uploads/CalvinHaroldoQuati1.gif" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;img src="http://pensarenlouquece.com/wp-content/uploads/CalvinHaroldoQuati2.gif" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
De todas as histórias criadas por Bill Watterson entre 1985 a 1995 estreladas por Calvin, um garoto hiperativo de seis anos de idade, com imaginação fértil, e Hobbes, seu tigre de pelúcia com nome de filósofo inglês que foi rebatizado como Haroldo aqui no Brasil, a minha predileta é aquela que ficou conhecida como “The Raccoon Story” (a “história do quati”).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;img src="http://pensarenlouquece.com/wp-content/uploads/CalvinHaroldoQuati3.gif" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;img src="http://pensarenlouquece.com/wp-content/uploads/CalvinHaroldoQuati4.gif" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;img src="http://pensarenlouquece.com/wp-content/uploads/CalvinHaroldoQuati5.gif" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Esta seqüência de tirinhas, publicada originalmente em março de 1987, é a maior prova da capacidade que Bill Watterson possui de transformar uma HQ cômica em um veículo capaz de invocar emoções e pensamentos filosóficos de uma maneira comovente e inesperada. Não foram poucas as pessoas que conheço que me disseram que choraram ao acompanhar esta história do quatizinho.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;img src="http://pensarenlouquece.com/wp-content/uploads/CalvinHaroldoQuati6.gif" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
“Eu estou chorando porque aqui fora ele se foi, mas ainda continua dentro de mim”. A frase com a qual Calvin resume sua compreensão intuitiva acerca do maior mistério de todos é para mim uma das grandes frases da literatura de todos os tempos. É uma pena que &lt;a href="http://depositodocalvin.blogspot.com/2008/10/mini-biografia-de-bill-watterson-por.html"&gt;Bill Watterson&lt;/a&gt;, após ter deixado de fazer as tiras de Calvin &amp;amp; Haroldo em 1995, não tenha publicado mais nada desde então.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;img src="http://pensarenlouquece.com/wp-content/uploads/CalvinHaroldoQuati7.gif" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;img src="http://pensarenlouquece.com/wp-content/uploads/CalvinHaroldoQuati8.gif" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;img src="http://pensarenlouquece.com/wp-content/uploads/CalvinHaroldoQuati9.gif" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Esta seqüência de tiras está disponível, em seu formato original, no post &lt;a href="http://progressiveboink.com/archive/calvinhobbes.htm"&gt;“25 Great Calvin and Hobbes Strips”&lt;/a&gt;, do blog Progressive Boink, e em tamanho maior no blog &lt;a href="http://depositodocalvin.blogspot.com/2008_10_01_archive.html"&gt;Depósito do Calvin&lt;/a&gt;. Não deixe de visitar ainda o &lt;a href="http://www.gocomics.com/calvinandhobbes/"&gt;site oficial&lt;/a&gt; dos personagens, e de adquirir os livros de Bill Watterson, publicados no Brasil pela editora Conrad.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Fonte: &lt;a href="http://pensarenlouquece.com/as-mais-belas-tiras-de-calvin-e-haroldo/"&gt;pensarenlouquece.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Gostou? Reverbere!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6106439965750052062-15724923893966490?l=neotefilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://neotefilo.blogspot.com/2012/01/morte-do-quati-tirinha-do-calvin.html</link><author>noreply@blogger.com (J. Braga - Neotéfilo, Na raça e na paz Dele)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6106439965750052062.post-8146467502843281108</guid><pubDate>Sun, 29 Jan 2012 17:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-29T15:06:40.909-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Religião</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mitos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filosóficas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Espiritualidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Relacionamentos</category><title>Imagens Digitais - Alfredo Roberto Marins Júnior</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;
&lt;i&gt;“Dominar-se a si próprio é uma vitória maior do que vencer a milhares em uma batalha.”&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;
&lt;b&gt;Sidarta&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Certa vez ouvi (ou li, não sei ao certo), que os gráficos são as formas mais eficazes de mostrar valores para completa compreensão de quem os lê. Não discordo, mas creio em certas limitações. É claro que é simples entender que colunas menores significam redução de algum índice e uma “fatia” maior num gráfico de pizza demonstra que aquele candidato tem mais intenções de voto.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Mas quando a complexidade matemática aumenta, o gráfico confunde mais que ajuda. Digo isto ao lembrar das aulas de cálculo, quando o professor olhava para uma função que acabara de escrever e para nosso desespero perguntava: “não é óbvio para vocês que o gráfico desta função é um parabolóide hiperbólico?”&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Não. Para nós não era óbvio.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Se você alguma vez ouviu falar da “Teoria do caos”, deve ter visto um fractal, aqueles desenhos de aparência psicodélica onde qualquer parte é uma representação em miniatura do todo. Abaixo, temos um zoom seqüencial num fractal denominado Conjunto de Mandelbrot. Eu não saberia explicar a relação entre a função matemática e o fractal, então me limito a contemplá-lo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://www.portalcafebrasil.com.br/media/kunena/attachments/78/Mandelzoom.jpg"&gt;&lt;img src="http://www.portalcafebrasil.com.br/media/kunena/attachments/78/Mandelzoom.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Existe uma variação específica do Conjunto de Mandelbrot que eu gostaria de apresentar, mas antes creio que deva continuar a narrativa que deixei inconclusa no artigo anterior.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Após ter vivido 29 anos como um príncipe, Sidarta resolveu sair do palácio onde o pai o havia enclausurado para que não visse as verdades da vida. Foi quando pela primeira vez ele viu um velho. Seu cocheiro explicou-lhe que todas as pessoas envelheciam, e a partir deste dia, ele começou a afastar-se cada vez mais do palácio.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Nestes passeios, o príncipe viu também doentes e mortos. Para tentar superar a doença, velhice e a morte, deixou o palácio do seu pai e foi viver uma vida mendicante acreditando que o ascetismo (exercício espiritual) fosse a única forma.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Encontrou alguns mestres que lhes ensinaram técnicas de meditação, mas por diversas vezes ele os abandonou em busca de uma vida liberta de tudo. Formou um grupo com outros quatro ascetas que tentavam encontrar a iluminação por meio da renúncia de bens materiais, inclusive alimentação, e pela prática da auto-mortificação.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Beirando a morte por falta de alimentação, Sidarta caiu num rio durante o banho e quase se afogou. Fraco, reconsiderou seu caminho, afinal morrer de fome não seria uma forma adequada de vencer a morte.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Ouvindo um músico a ensinar o discípulo, que um instrumento não tocaria se a corda estivesse frouxa e que esta se arrebentaria se estivesse demasiadamente esticada, ele enveredou pelo “caminho do meio”, uma alternativa de moderação afastado dos extremismos. Nem auto-indulgência, nem auto-mortificação.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Extremamente fraco de fome, aceitou leite e pudim de arroz de uma garota chamada Sujata. Ao ver isto, seus companheiros o abandonaram, acreditando que ele tinha desistido de sua busca e se tornado um indisciplinado.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Depois disto, Gautama sentou-se sob um Fícus (um tipo de figueira) e jurou não levantar-se mais enquanto não tivesse encontrado a verdade e, segundo a tradição budista isto ocorreu após 49 dias de meditação.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Sidarta passou a ser chamado Buda, o iluminado, por ter mergulhado na verdade da existência, ter compreendido as causas do sofrimento e os caminhos necessários para eliminá-lo: são as chamadas "Quatro Nobres Verdades". Práticas que levariam o indivíduo a um estado de suprema liberação, o Nirvana.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Há muitas imagens que ilustram esta iluminação. Inclusive imagens digitais como o Buddhabrot, a variação específica do Conjunto de Mandelbrot que citei no início do artigo e que pode ser vista abaixo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O iluminado Buda dos velhos mitos recodificado numa imagem digital.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.portalcafebrasil.com.br/media/kunena/attachments/78/Buddhabrot11.jpg"&gt;&lt;img src="http://www.portalcafebrasil.com.br/media/kunena/attachments/78/Buddhabrot11.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.portalcafebrasil.com.br/media/kunena/attachments/78/Nebulabrot.jpg"&gt;&lt;img src="http://www.portalcafebrasil.com.br/media/kunena/attachments/78/Nebulabrot.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Gostou? Reverbere!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6106439965750052062-8146467502843281108?l=neotefilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://neotefilo.blogspot.com/2012/01/imagens-digitais-alfredo-roberto-marins.html</link><author>noreply@blogger.com (J. Braga - Neotéfilo, Na raça e na paz Dele)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6106439965750052062.post-2785916219672289338</guid><pubDate>Sun, 29 Jan 2012 16:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-29T14:51:52.840-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Trabalho</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Desabafos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mitos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mídia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Educação</category><title>Para des-anestesiar qualquer professor</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_G2znYCsh8ew/TH5W09j5-YI/AAAAAAAAA4Y/31Pw7ptBRD8/s1600/enjoy_capitalism.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://1.bp.blogspot.com/_G2znYCsh8ew/TH5W09j5-YI/AAAAAAAAA4Y/31Pw7ptBRD8/s200/enjoy_capitalism.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Essa foi des-anestesiadora! Bela reflexão. É revoltante um professor ser tão humilhantemente tratado pelo "Mercado" quando comparado a esse perfil de "trabalhador". Dizem que ele (Mercado) paga melhor a quem se situa em posição mais estratégica para seu próprio desenvolvimento. Dito isso, nada mais a declarar.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
------------------&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;
&lt;i&gt;“Se as portas da percepção estivessem limpas,&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;
&lt;i&gt;tudo apareceria para o homem tal como é: infinito..”&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;
&lt;b&gt;William Blake&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;Quando a anestesia acaba&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;i&gt;Alfredo Roberto Marins Junior&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Ao atingir o grau máximo de sua reflexão, Sidarta tornou-se Buda, o iluminado. Sua maior realização, segundo a narrativa, foi alcançar a completa libertação, superando o apego aos sentidos, derrotando a ignorância e ultrapassando a existência física, que é pura ilusão.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Há quem diga que todo escritor tem suas obsessões. Não sei se posso ser considerado um escritor pelo parco material que aqui produzo, mas quando um dia o for efetivamente, as obsessões eu já terei.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A primeira foi o mito de Ahasverus, o judeu errante. Segundo narra a lenda, era um sapateiro que acompanhava a via-crúcis. Quando Jesus tentou descansar na soleira de sua porta enquanto carregava a cruz, Ahasverus o enxotou, por medo dos soldados. O Senhor teria lhe dito então: “Eu vou, mas tu permanecerás até que Eu volte.” Ele tornou-se então precito e desterrado, imortal e condenado a vagar sem lugar de repouso. Li as variantes diversas desta história e memorizei o poema de Castro Alves que leva este nome.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Depois disto, passei à outra: a ilusão da percepção de realidade. A possibilidade da distorção, porque afinal de contas, nossa percepção da realidade é filtrada pelos nossos sentidos. Se eles forem enganados, acreditaremos numa “falsa realidade”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Algumas pessoas já tentaram alterar esta percepção. Alguma vez em sua vida, você já deve ter ao menos ouvido falar da banda “The Doors”, cujo vocalista era Jim Morrison. Pois este nome veio do livro de Aldous Huxley “The doors of perception” (As portas da percepção). Narra-se que Huxley teria escrito o livro sob influência da mescalina, um alucinógeno natural presente num cacto chamado peiote. Ele dizia que o peiote lhe abria as portas da percepção e tudo lhe parecia diferente.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Devo dizer que isto acontece comigo às vezes. Não consumir peiote, mas a alteração da percepção. E nem é preciso muito. Basta que a minha cota de sono esteja muito abaixo do normal e as minhas portas da percepção se abrem. Ocorre que dormi somente três ou quatro horas neste fim de semana. Some-se a isto a mudança para o horário de verão e na segunda-feira a realidade pareceu-me insuportável.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Senti por um dia inteiro a suspensão da anestesia cerebral causada pela rotina e pela monotonia dos dias iguais. Passei a reconsiderar meus objetivos pessoais, minhas metas, relacionamentos, comportamentos e, para meu artigo não parecer um capítulo arrancado de um livro de auto-ajuda, não descreverei maiores detalhes.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Somente citarei o caso mais insuportável.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Quase no fim do dia, resolvi folhear uma revista na sala de espera de um consultório médico. Uma matéria chamada “Tudo por dinheiro” atraiu minha atenção. Ela apontava e valorizava a participação de artista em ascensão em eventos diversos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Foi assim que descobri, que um ator da finada novela das 8, dissimulou numa festa de música eletrônica uma participação como disc-jóquei. Dissimulou, porque ele não tinha a habilidade necessária e portanto, não fez nada. O equipamento que manipulava estava desligado. Quem realmente conduziu a festa foi um disc-jóquei profissional oculto numa cabine.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A presença do ator cujo personagem estava em ascensão na novela era somente um chamariz, um apelo, um engodo pelo qual ele embolsou R$10.000,00 (segundo a revista) por 90 minutos de dissimulação.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Um valor (se verdadeiro) superior ao salário mensal de um Professor iniciante, com Doutorado de uma universidade pública. Foi o ápice da realidade distorcida que eu pude perceber. Um ator que usa da sua aparência para praticar uma ato falso é mais bem remunerado que um especialista que dedicou a sua vida inteira ao estudo e pesquisa.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Uma farsa que não produz nada de significativo ou útil à sociedade é mais valorizado que um educador que forma mentes pensantes. (Obs.:15 de outubro foi o dia dos professores. Quem lembrou-se disto?)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
É ou não uma realidade insuportável? Acho que o tempo está agravando os meus já acentuados mau-humor e pessimismo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Ou então é só o sono.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Gostou? Reverbere!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6106439965750052062-2785916219672289338?l=neotefilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://neotefilo.blogspot.com/2012/01/para-des-anestesiar-qualquer-professor.html</link><author>noreply@blogger.com (J. Braga - Neotéfilo, Na raça e na paz Dele)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_G2znYCsh8ew/TH5W09j5-YI/AAAAAAAAA4Y/31Pw7ptBRD8/s72-c/enjoy_capitalism.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6106439965750052062.post-5394276539820532774</guid><pubDate>Sun, 29 Jan 2012 14:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-29T12:33:08.315-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Política</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Desabafos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Divulgação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Luciano Pires</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Educação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Relacionamentos</category><title>Educação no Brasil: antigos entraves</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;Antigos Problemas - Luciano Pires&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;“Quem assegurará que, daqui a cinqüenta anos, ou mesmo no segundo centenário de nossa independência (2022), a situação da educação popular brasileira não seja ainda parecida com a de hoje? Mas, se tal acontecer, esperemos, para lisonjear a nossa vaidade e recompensar o nosso esforço, que as nossas memórias e as nossas campanhas sejam lembradas... por outros sonhadores... (que) irão, como nós, agora, revolver a poeira dos arquivos, os livros, os folhetos, e os jornais...”*&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Quem disse isso foi Antonio Carneiro Leão, educador, professor e escritor brasileiro, imortal da Academia Brasileira de Letras, preocupado com a melhoria do ensino no Brasil.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Recorro a esse texto após receber por e-mail o relato de uma professora de música de um colégio carioca de porte:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;“Para o ano de 2007, recebi de meu patrão a incumbência de dar aulas de Teatro e Artes Plásticas para a classe de alfabetização, além das de música. Diante de minha afirmação de que havia me formado em música, e não em teatro e artes plásticas, ouvi, por parte do diretor:´A gente confia em você!´, ´A gente sabe que você é capaz!´, ´É simples, faz uma colagenzinha ou dramatizaçãozinha com eles, nada demais´. Tentei negociar, mas não foi possível. Falei de minha formação, de minha falta de preparo para tal, mas parece que isso não importa muito. Não querem contratar outro, se há um que pode dar conta do serviço de três... Infelizmente, preciso do emprego, do dinheiro e sou obrigada a agir de forma um tanto desonesta com os profissionais das artes, com os próprios alunos e pais (que, sinceramente, não estão nem aí) e comigo mesma... De acordo com minhas possibilidades, estou correndo atrás de material que me dê uma base mínima e que me deixe um pouco menos insegura ao longo do ano. Fico imaginando até quando vou conseguir levar essa "mentira"... Já andei consultando amigos advogados que me disseram que a resposta a estes casos não costuma ser favorável, ou seja, dificilmente teríamos razão perante a lei. Fica difícil...”.&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Pois é. O relato da professora mostra uma das faces do descaso com que a questão da educação é tratada no Brasil.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Quando entrei no ginásio, no Instituto de Educação Ernesto Monte, no final dos anos 1960 em Bauru, fui da primeira turma de uma mudança importante. Era a introdução do conceito “pluricurricular”, uma tentativa de revolução na educação. Eu tinha aulas de marcenaria. Economia doméstica (numa cozinha!). Artes. Educação Sexual em salas de aula mistas! Uma loucura para aqueles anos de chumbo. Tão louca que acabou sucumbindo, entre outros problemas, ao viés ideológico que tomou conta do país em todos os setores. Mas aquelas matérias foram excelentes para a minha formação, derrubando paradigmas sobre meninos e meninas e mostrando àquela garotada que o mundo tem possibilidades diversas. Mas ao longo do tempo e da discussão ideológica, aquela grade “pluricurricular” perdeu a força. Voltou um currículo tradicional, concentrado nos conhecimentos técnicos e reforçado por uma sociedade cada vez mais competitiva, em que os temas “humanos” valem cada vez menos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Depois de mais de 40 anos dessa visão torta, não é de se estranhar que os problemas brasileiros (e não apenas brasileiros) não sejam de matemática, história, geografia, física ou ciências. São problemas das áreas humanas. São problemas éticos. Sociais. Comportamentais. São problemas que a matemática não resolve, a economia não entende e a ciência não explica. Problemas cujas raízes talvez tenham sido discutidas naquela aula babaca que você matou, lembra? E repentinamente descobrimos que os alunos estão saindo das escolas formados pela metade. Se tanto. Sem qualquer preparo para as “coisas da vida”, mas capazes de recitar o “pi” de trás pra frente... Pois é. Sorte da professora de música do início deste texto. A visão curta dos dirigentes do tal colégio carioca a está obrigando a estudar. A ampliar seus horizontes. A aprender sobre temas que ela desconhece. Exatamente o que se devia proporcionar aos alunos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Ah, a propósito. O texto que abre este artigo foi escrito em 1923...&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O Brasil não tem problemas novos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Citação retirada do artigo O "VELHO" E O "BOM" ENSINO SECUNDÁRIO: MOMENTOS DECISIVOS, de autoria de Clarice Nunes, publicado na Revista Brasileira da Educação, nr 14, maio-agosto de 2000.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Gostou? Reverbere!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6106439965750052062-5394276539820532774?l=neotefilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://neotefilo.blogspot.com/2012/01/educacao-no-brasil-antigos-entraves.html</link><author>noreply@blogger.com (J. Braga - Neotéfilo, Na raça e na paz Dele)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>

