<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" version="2.0"><channel><title>Tempo  Kairós</title><description></description><managingEditor>noreply@blogger.com (Tati Dias)</managingEditor><pubDate>Wed, 29 Apr 2026 16:02:50 -0300</pubDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">493</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">25</openSearch:itemsPerPage><link>http://tempo-kairos.blogspot.com/</link><language>en-us</language><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle/><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><item><title>Posso todas as coisas naquele que me fortalec. … Será?</title><link>http://tempo-kairos.blogspot.com/2013/01/posso-todas-as-coisas-naquele-que-me.html</link><category>Luiz Sayão</category><category>Reflexão</category><author>noreply@blogger.com (Tati Dias)</author><pubDate>Wed, 30 Jan 2013 01:53:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4310188946507219194.post-8103408875663983841</guid><description>&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;img src="http://direitoemdestaque.files.wordpress.com/2011/05/prisao.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;
Por Luiz Sayão&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; border: 0px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;"&gt;Não é difícil andar pelo trânsito das grandes cidades brasileiras e ver diversos adesivos no vidro dos veículos de evangélicos com o&amp;nbsp;&lt;i style="background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;"&gt;slogan&lt;/i&gt;&amp;nbsp;tirado de Filipenses 4.13. A pergunta surge espontaneamente: Por que tanta gente divulga tal mensagem bíblica? Qual é o seu significado? Por que tornou-se tão popular?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText" style="background-color: white; border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline: 0px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;Infelizmente, este é um dos versículos mais&amp;nbsp;mal compreendidos&amp;nbsp;das Escrituras nos dias de hoje. Por incrível que pareça, neste artigo veremos que o texto paulino é entendido exatamente no sentido contrário ao pretendido pelo autor. A grande maioria dos testemunhos e mensagens que citam o referido no texto nos meios de comunicação atuais estão atrelados à teologia popular triunfalista de nossos dias. Portanto, acredita-se que “posso todas as coisas naquele que me fortalece” significa “vencerei todos os obstáculos que estão à minha frente” ou “posso alcançar tudo o que quiser”, ou ainda, “comigo ninguém pode”. Muitos pensam que podem comprar aquilo que não têm como&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #145077; font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;paga&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.prazerdapalavra.com.br/colunistas/luiz-sayao/2715-posso-todas-as-coisas-naquele-que-me-fortalece--sera-luiz-sayao.html#" in_rurl="http://i.trkjmp.com/click?v=QlI6MjU1MDY6MTQxNzpwYWdhcjplYjQ4NTQ2OTIzZGFlOWY0NWZmN2E1NGM5YmMxYTMxMDp6LTEwNjMtMjAzODU6d3d3LnByYXplcmRhcGFsYXZyYS5jb20uYnI6MjczMjk6OTVmY2U5MDc1MmU0MzRlY2Y5YzdiMmU1MWVkMTFiMGI" style="background-color: transparent; border: 0px; color: #145077; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;" title="Click to Continue &amp;gt; by Browse to Save"&gt;r&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;, outros acham que podem fazer aquilo para o qual não têm dom ou preparo, sem falar em absurdos ainda maiores sugeridos (posso dever, deixar a queda do meu inimigo, etc) por quem nem faz&amp;nbsp;ideia&amp;nbsp;do que Deus quer nos ensinar neste versículo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; border: 0px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;"&gt;Todo leitor da Bíblia tem a responsabilidade de buscar o sentido correto do texto sagrado. Não há dúvida de que este sentido é aquele que o autor original quis transmitir quando escreveu o texto. A idéia de que se pode “descobrir” algo especial, “escondido” no texto é falsa e deve ser abandonada. O que Paulo tinha em mente quando registrou tais palavras? Qual foi sua intenção, ao escrever para os irmãos filipenses?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; border: 0px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;"&gt;A leitura das palavras gregas do texto não trazem tanta luz à interpretação neste caso específico. A tradução quase que literal da maioria das versões em português expressa com suficiência o conteúdo do verso em grego. Vale mencionar que “fortalece” vem de&amp;nbsp;&lt;i style="background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;"&gt;dynamis&lt;/i&gt;&amp;nbsp;que significa poder, força, o que intensifica o fortalecimento dado por Cristo no versículo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; border: 0px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;"&gt;Antes de tudo, é necessário observar que Filipenses é uma das epístolas da prisão. Juntamente com Efésios, Colossenses e Filemom, trata-se de uma carta escrita quando Paulo estava preso por causa do Evangelho. Os textos de 1.7, 13, 14 e 17 deixam muito claro o contexto de encarceramento do apóstolo. Todavia, não se sabe com certeza onde Paulo está. Tradicionalmente, os intérpretes clássicos sugeriam que Paulo está preso em Roma, por volta de 60-61, principalmente por causa de 1.13 que cita “a guarda do palácio”, isto é o Pretório. Tal percepção colocaria a carta no mesmo contexto das demais “cartas da prisão”. Outros intérpretes sugeriram que Paulo poderia estar preso em Éfeso (1Coríntios 15.32); outros entendem que a prisão em Cesaréia (57-59) seria o cenário ideal para a elaboração da epístola. Independemente das minúcias cronológicas, o importante é que Paulo está “em cadeias”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; border: 0px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;"&gt;Surpreendemente, Filipenses é uma das epístolas mais pacíficas do Novo Testamento. Paulo quase não apresenta nenhuma censura à igreja nova da Macedônia. Além disso, um dos temas de encorajamento que marca a epístola é “alegria”. O verbo “alegrar-se” (&lt;i style="background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;"&gt;chairo&lt;/i&gt;) aparece em 1.18, 2.17, 18, 28, 3.1, 4.4 e 4.10; “regozijar” (&lt;i style="background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;"&gt;synkairo&lt;/i&gt;) está em 2.17 e 18. O imperativo plural é contundente, aparecendo em 2.18 e 4.4, o famoso texto que diz (NVI) “Alegrem-se no Senhor. Novamente direi: Alegrem-se!” É impressionante ver um preso exortando os demais à alegria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; border: 0px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;"&gt;É neste contexto de alegria, particularmente por uma oferta dos filipenses em favor de Paulo, que o texto de 4.13 está inserido. A perícope no versículo dez e tem como desfecho o verso treze. Não será tão difícil entender o versículo final se prestarmos atenção ao texto imediatamente anterior. Os versículos 11 e 12 dizem: “Sei o que é passar necessidade e sei o que é ter fartura. Aprendi o segredo de viver contente com toda e qualquer situação, seja bem alimentado, seja com fome, tendo muito, ou passando necessidade (NVI). Depois de afirmar isso, Paulo diz que “tudo pode em Cristo”. Afinal, o que Paulo pode (no sentido de ser capaz de suportar)? É muito simples: Pode passar necessidade, pode passar fome, pode ser preso. Isto quer dizer que Paulo pode enfrentar qualquer situação difícil, pois Cristo lhe dá força suficiente para suportar as agruras do seu ministério. Todavia, deve ficar claro que Paulo também diz que pode estar bem alimentado, pode ter muito e pode ter fartura. No entanto, “pode” aqui não significa “tenho capacidade para conseguir”, muito menos quer dizer “tenho direito a isso”. Ao contrário, “poder” aqui significa que a fartura também não permite que Paulo sirva menos a Deus. A essência de tudo é “aprendi o segredo de viver contente com toda e qualquer situação”. Se tenho fartura, louvado seja Deus. Que ela não me impeça de servir ao Senhor. Se enfrento problemas, louvado seja Deus. Que eles não me desanimem no ministério cristão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; border: 0px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;"&gt;É muito importante ler a Palavra de Deus e entendê-la corretamente. Até o histórico personagem da literatura brasileira, o Padre Vieira, mesmo sem ser evangélico disse com muita razão, ao mencionar a citação que o Diabo faz do Salmo 91 no episódio da tentação de Jesus (Mateus 4): “As palavra de Deus, ditas no sentido em que Deus não as disse, são palavras do Diabo”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; border: 0px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; border: 0px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.prazerdapalavra.com.br/" target="_blank"&gt;Prazer da Palava&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; border: 0px; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Para não dizer que não falei das flores </title><link>http://tempo-kairos.blogspot.com/2013/01/para-nao-dizer-que-nao-falei-das-flores.html</link><category>Pr.Ed René Kivitz</category><category>Reflexão</category><author>noreply@blogger.com (Tati Dias)</author><pubDate>Fri, 25 Jan 2013 14:34:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4310188946507219194.post-7726240937710358102</guid><description>&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;img border="0" height="213" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi12_isGM5F5Yj90cZ6IE_N9D7Cs5dTRRMweetT4LjF9WM_Srq-vfhF566vz-ENbZrVYnjce65I9xyvtsOEYETXtHdKOFYoUQW9A_lvzGLR8LZ9wVwUwbV9THYDZB9hzGo3YE9RLmso2iI/s320/flores.jpg" width="320" /&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Por&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; Ed René Kivitz &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;strong&gt;Não se preocupem com o que 
comer, beber ou vestir, mas busquem em primeiro lugar o reino de Deus e a
 sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas&lt;/strong&gt;.&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Esta recomendação de Jesus aos discípulos é geralmente interpretada como
 uma declaração de Deus prometendo que os que cristãos fiéis jamais 
passarão fome, sede ou frio, isto é, terão suas necessidades físicas e 
materiais absolutamente supridas. Mas parece que não é só isso.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Não foram poucos os cristãos que ao 
longo da história sofreram privações extremas, alguns deles justamente 
porque buscaram o reino de Deus e sua justiça em primeiro lugar. Ainda 
hoje, temos à nossa volta centenas de milhares de cristãos vivendo na 
pobreza, em condições desumanas. Muitos são perseguidos e mortos por sua
 fidelidade a Jesus e ao reino de Deus. Será que todos são infiéis? Será
 que Deus se esqueceu ou desistiu de cuidar deles? Há algo errado com 
Deus, com os nossos irmãos, ou com a maneira como interpretamos a 
promessa de Jesus? Prefiro a terceira hipótese.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Jesus quis dizer pelo menos três coisas 
com sua palavra a respeito da primazia do reino de Deus. Primeiro, 
deixou claro que, caso viéssemos a passar por privações, não faria 
sentido imaginarmos que Deus se esqueceu de nós, pois se Ele cuida das 
flores e dos passarinhos, como deixaria de cuidar dos seus filhos? A 
privação se explica por outro motivo que não o abandono ou descuido de 
Deus. Em segundo lugar, Jesus quis deixar claro que os cristãos não mais
 se preocupam com comida, bebida e roupas, mas com o reino de Deus. Na 
verdade, Jesus disse que deveríamos escolher viver para o nosso reino ou
 o reino de Deus.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Finalmente, Jesus quis dizer que Deus 
jamais sonegaria todas as coisas necessárias para a sobrevivência dos 
seus filhos. Acontece que a promessa não é para cada cristão 
individualmente, mas para os cristãos como corpo, como família, como 
unidade espiritual, de modo que o não passar privações depende da 
capacidade da comunidade dos discípulos repartir tudo quanto já recebeu 
de Deus. O fato de um cristão passar por privação não diz nada a 
respeito de Deus, mas tudo a respeito da comunidade cristã. Entre os 
discípulos de Jesus “ninguém considera seu o que possui”, de modo que 
“quem colhe demais não tem sobrando e quem colhe de menos não tem 
faltando”, e nesse caso, quando um cristão passa fome, a comunidade está
 em débito.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A questão é a seguinte: quanto mais 
vivemos determinados pelo conforto material, mais indiferentes seremos 
às necessidades dos outros. Quanto mais vivemos para o reino de Deus e 
sua justiça, menos privações haverá ao nosso redor. Resta saber como 
queremos viver: preocupados com comer, beber e vestir, ou dedicados a 
promover a justiça do reino de Deus.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
***&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;Fonte: &lt;a href="http://edvaldotome.blogspot.com.br/2012/11/para-nao-dizer-que-nao-falei-das-flores.html" target="_blank"&gt;BLog do Ed&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi12_isGM5F5Yj90cZ6IE_N9D7Cs5dTRRMweetT4LjF9WM_Srq-vfhF566vz-ENbZrVYnjce65I9xyvtsOEYETXtHdKOFYoUQW9A_lvzGLR8LZ9wVwUwbV9THYDZB9hzGo3YE9RLmso2iI/s72-c/flores.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Fé é também obedecer</title><link>http://tempo-kairos.blogspot.com/2013/01/fe-e-tambem-obedecer.html</link><category>Reflexão</category><category>Ronaldo Lidório</category><author>noreply@blogger.com (Tati Dias)</author><pubDate>Wed, 23 Jan 2013 11:44:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4310188946507219194.post-2050847927383297894</guid><description>&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;img alt="" class="rg_hi uh_hi" data-height="187" data-width="270" height="187" id="rg_hi" src="https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRc_cH87piNCZmBBlmjR4I08jmJkrIBCOHWcrypQttXcbQPnIUfIg" style="height: 187px; width: 270px;" width="270" /&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Por Ronaldo Lidório&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Hebreus é um dos 
livros mais fascinantes de toda a Bíblia e nos conduz a crer que a 
missão da Igreja está fundamentada em Cristo. Este livro fortemente 
cristocêntrico apresenta Jesus logo no primeiro capítulo como O 
resplendor da glória, Herdeiro de todas as coisas, Sustentador do 
universo, Purificador de pecados, Majestoso e Superior aos anjos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Inicia com dois 
versos que falam que Deus havia outrora falado e que hoje o faz através 
do seu Filho, Jesus Cristo, expondo que a fé cristã não é apenas um 
aglomerado de informações históricas mas é para hoje, nossos dias, nosso
 tempo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Um dos principais
 temas deste livro é a fé. Enquanto a fé crê no invisível a superstição 
crê no inexistente. No capítulo 11 encontramos a galeria dos heróis da 
fé, aqueles que traduziram o conhecimento de Deus para a vida com Deus.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Se estamos sem 
direção nos lembramos de Abraão que saiu sem saber para onde ir, mas na 
dependência de Deus seguiu para a terra prometida. Se estamos no fim da 
vida nos lembramos de Jacó, que terminou seus dias prostrado em seu 
cajado, adorando ao Senhor. Se temos grande responsabilidade sobre nós 
lembramos de Moisés conduzindo uma nação inteira durante 40 anos de 
peregrinação por um deserto. Se somos discriminados lembramos de Raabe 
que era uma prostituta mas foi escolhida por Deus para ser da linhagem 
de Davi. A fé é transformadora e consoladora, fundamentada em um Deus 
que controla o incontrolável.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Hebreus afirma 
que eles creram, portanto, obedeceram. Assim nos apresenta uma fé não 
utilitária, fundamentada nos desejos humanos, mas sim obediente, 
fundamentada nos desejos de Deus. Não é manipulada pelo homem mas sim um
 instrumento para que o homem seja usado por Deus. Desta forma Hebreus 
nos fala que &lt;em&gt;pela fé&lt;/em&gt; ruíram as muralhas de Jericó, subjugaram 
reinos, obtiveram promessas, fecharam bocas de leões, mulheres receberam
 pela ressurreição os seus mortos. Esta fé nos ensina que o impossível 
pode, a qualquer momento, acontecer, se o Senhor assim desejar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Há, porém, o 
outro lado das ações fundamentadas na fé, pois Hebreus nos diz que estes
 que creram, possuidores de fé,foram torturados, passaram pela prova de 
açoites, foram apedrejados, provados, serrados pelo meio, mortos ao fio 
da espada, andaram peregrinos. É a fé que nos prepara para continuar 
crendo mesmo no vale da sombra da morte. Uma fé que não apenas produz 
resultados mas prepara o cristão para passar pelo vale do sofrimento sem
 deixar de crer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Hebreus nos diz 
também que somos estrangeiros e peregrinos. Refere-se àqueles que estão 
de passagem pela terra e nos lembra que não é aqui que devemos guardar 
nossos mais preciosos investimentos, que os bens desta terra são 
transitórios, que a eternidade nos aguarda. Ajuntemos tesouros nos céus.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Fé e fidelidade 
não são apenas termos etimologicamente próximos. Seus conceitos na 
Palavra caminham de mãos dadas. Devemos, portanto, crer para a 
fidelidade e não apenas para nosso contentamento. Abraão, que creu, saiu
 de sua terra sem saber para onde ir . Obedeceu. Uma igreja que crê é 
uma igreja que sai para mostrar Jesus ao mundo, que nega a si mesma, 
seus interesses e tesouros transitórios para investir na eternidade, que
 não deseja ser honrada na terra mas sim ser sal da terra. Crer é 
confiar, mas não apenas isto. É também permanecer no caminho e obedecer.
 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&amp;nbsp;   
  
    

  &lt;span class="article_seperator"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="article_seperator"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>O Evangelho é Jesus</title><link>http://tempo-kairos.blogspot.com/2013/01/o-evangelho-e-jesus.html</link><category>Reflexão</category><category>Ronaldo Lidório</category><author>noreply@blogger.com (Tati Dias)</author><pubDate>Tue, 22 Jan 2013 11:41:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4310188946507219194.post-6906104568738514172</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span&gt;&lt;span style="color: grey; font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="line-height: 13px;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;img alt="" class="rg_hi uh_hi" data-height="211" data-width="239" height="211" id="rg_hi" src="https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcS8CqgvqyU7CcRAoGJdMDs4FaPLOqCPDvqnYQgeDOo0IhEBG0DFew" style="height: 211px; width: 239px;" width="239" /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span&gt;&lt;span style="color: grey; font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="line-height: 13px;"&gt;Por Ronaldo Lidório&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 9pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;Uma
 das principais barreiras para a evangelização não é o ambiente, muitas 
vezes árido para a comunicação da mensagem, mas o entendimento, por 
parte da própria Igreja, quanto ao Evangelho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;Devido
 a uma influência secularista, liberal e reducionista na missiologia das
 últimas décadas, houve uma humanização de conceitos que necessitam de 
revisão bíblica. Talvez o principal seja o próprio Evangelho. Não é 
incomum lermos que “&lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;o Evangelho está sendo atacado no Egito&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;” ou que “&lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;o Evangelho está entrando nos lugares distantes da Amazônia&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;”.
 O que se quer dizer é que a Igreja está sendo atacada e entrando na 
Amazônia, manifestando que, em nossos dias, passamos a crer que a Igreja
 é o Evangelho. Essa equivocada compreensão cristã que iguala o 
Evangelho à Igreja - a nós mesmos - é ampla e popular, mas tem suas 
raízes em distorções bíblicas e teológicas que podem nos levar a 
caminhos erráticos na vida e prática cristã.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;Paulo escreve aos Romanos no capítulo 1 sobre o “&lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;Evangelho de Deus&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;” (v.1) que Deus havia prometido “&lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;pelos seus profetas nas Sagradas Escrituras&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;” (v.2), o qual, quanto ao conteúdo, é “&lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;acerca do Seu Filho&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;” (v.3), que é “&lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;declarado Filho de Deus em poder... Jesus Cristo, nosso Senhor&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;” (v.4). Portanto fica claro: Jesus é o Evangelho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;Assim,
 se nos envergonharmos do Evangelho, estamos nos envergonhando de Jesus.
 Se deixarmos de pregar o Evangelho, deixamos de pregar Jesus. Se não 
crermos no Evangelho, não cremos em Jesus. Se passarmos a questionar o 
Evangelho, seus efeitos perante outras culturas e sua relevância hoje, 
nós não estamos questionando uma doutrina, um movimento ou a Igreja, 
estamos questionando Jesus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;O
 que Paulo expressa nesse primeiro capítulo é que, apesar do pecado, do 
diabo, da carne e do mundo, não estamos perdidos no universo. Há um 
plano de redenção e Ele se chama Jesus. O poder de Deus se convergiu 
nEle e Ele está entre nós.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;Quando
 compreendemos mal o Evangelho, e o igualamos à Igreja, corremos o risco
 de proclamarmos denominações, igrejas locais, logomarcas e pregadores, 
pensando que com isso estamos evangelizando. Não há verdadeira 
evangelização sem a apresentação de Jesus Cristo, Sua vida, morte, 
ressurreição e paixão por nos salvar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;Um dos textos que mais sintética e profundamente expõe o Evangelho foi escrito por Paulo quando afirmou: &lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;“Pois
 não me envergonho do Evangelho, porque é o poder de Deus para a 
salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego”. &lt;/em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;(Rm 1.16)&lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;Em
 primeiro lugar, esta afirmação deixa bem claro que o Evangelho jamais 
será derrotado, pois o Evangelho é Cristo. Sofrerá oposição e seus 
pregadores serão perseguidos. Será questionado e deixarão de crer nEle. 
Porém, nunca será vencido, pois o Evangelho vivo, que é Cristo, é o 
poder de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;Em
 segundo lugar, o Evangelho não é o plano da Igreja para a salvação do 
mundo, mas o plano de Deus para a salvação da Igreja. O que valida a 
Igreja é o Evangelho, não o contrário. Se a Igreja deixa de seguir o 
Evangelho, de seguir a Cristo, deixa de ser Igreja, ou Igreja de Cristo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;Em terceiro lugar, o Evangelho não deve ser apenas compreendido e vivido. Ele se manifestou entre nós para ser &lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;pregado&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;
 pelo povo de Deus. Paulo usa essa expressão diversas vezes. Aos 
Romanos, ele diz que se esforça para pregar o Evangelho (Rm 15.20). Aos 
Coríntios, ele diz que não foi chamado para batizar, mas para pregar o 
Evangelho (1 Co 1.17). Diz também que pregar o Evangelho é sua obrigação
 (1 Co 9.16).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;Devemos proclamar o Evangelho – lançar as sementes – a tempo e fora de tempo&lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;.&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt; Provérbios 11 nos encoraja a lançar todas as nossas sementes, &lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;“... pela manhã, e ainda à tarde não repouses a sua mão”.&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;
 Essa expressão de intensidade e constância nos ensina que devemos 
trabalhar logo cedinho – quando animados e dispostos – e quando a noite 
se aproximar, o cansaço e as limitações chegarem, ainda assim não deixar
 de semear. Fala-nos sobre a perseverança na caminhada e no serviço. É 
preciso obedecer mesmo quando o sol se põe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;Jim Elliot, missionário entre os Auca do Equador na década de 50, afirmou que &lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;“ao chegar o dia da nossa morte, nada mais devemos ter a fazer, a não ser morrer”.&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;&amp;nbsp; Observemos nossa vida e lancemos a semente, cumprindo a missão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;Não
 importa mais o que façamos em nossas iniciativas missionárias, é 
preciso pregar o Evangelho. A pregação abundante do Evangelho, portanto,
 não é apenas o cumprimento de uma ordem ou uma estratégia missionária, 
mas o reconhecimento do poder de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;Somos
 lembrados por Paulo a jamais nos envergonharmos do Evangelho que um dia
 nos abraçou, pois não é uma ideia ou um movimento, mas uma Pessoa, o 
Evangelho é Jesus.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;span style="color: grey;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Alimentando as ovelhas ou divertindo os bodes</title><link>http://tempo-kairos.blogspot.com/2013/01/alimentando-as-ovelhas-ou-divertindo-os.html</link><category>C. H. Spurgeon</category><category>Reflexão</category><author>noreply@blogger.com (Tati Dias)</author><pubDate>Wed, 16 Jan 2013 04:00:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4310188946507219194.post-6753034903497675906</guid><description>&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;img alt="" class="rg_hi uh_hi" data-height="138" data-width="240" height="230" id="rg_hi" src="https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcT0e0ujcZtEd-hFP6gBHbsWaVb4ZgqqwByVzoou3G8evu-m4d6S" style="height: 138px; width: 240px;" width="400" /&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por Charles Haddon Spurgeon&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
C.H. Spurgeon (1834-1892) era pregador, autor e editor britânico. Foi 
pastor do Tabernáculo Batista Metropolitano, em Londres, desde 1861 até a
 data de sua morte. Fundou um seminário, um orfanato e editou uma 
revista mensal chamada “Sword na Trowel”. Conhecido como “Príncipe dos 
Pregadores”, Spurgeon escreveu muitos livros e artigos, particularmente 
na área devocional. Deixou um legado de vida piedosa, marcada por um 
profundo amor ao Senhor Jesus Cristo e por dedicados esforços ara alcançar almas perdidas.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
"Existe um mal entre
 os que professam pertencer aos arraiais de Cristo, um mal tão grosseiro
 em sua imprudência, que a maioria dos que possuem pouca visão 
espiritual dificilmente deixará de perceber. Durante as últimas décadas,
 esse mal tem se desenvolvido em proporções anormais. Tem agido como o 
fermento, até que toda a massa fique levedada. O diabo raramente criou 
algo mais perspicaz do que sugerir à igreja que sua missão consiste em 
prover entretenimento para as pessoas, tendo em vista ganhá-las para 
Cristo. A igreja abandonou a pregação ousada, como a dos puritanos; em 
seguida, ela gradualmente amenizou seu testemunho; depois, passou a 
aceitar e justificar as frivolidades que estavam em voga no mundo, e no 
passo seguinte, começou a tolerá-las em suas fronteiras; agora, a igreja
 as adotou sob o pretexto de ganhar as multidões.Minha primeira 
contenção é esta: as Escrituras não afirmam, em nenhuma de suas 
passagens, que prover entretenimento para as pessoas é uma função da 
igreja. Se esta é uma obra cristã, por que o Senhor Jesus não falou 
sobre ela? .Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. 
(Mc 16.15) . isso é bastante claro. Se Ele tivesse acrescentado: .E 
oferecei entretenimento para aqueles que não gostam do evangelho., assim
 teria acontecido. No entanto, tais palavras não se encontram na Bíblia.
 Sequer ocorreram à mente do Senhor Jesus. E mais: .Ele mesmo concedeu 
uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e 
outros para pastores e mestres. (Ef 4.11). Onde aparecem nesse versículo
 os que providenciariam entretenimento? O Espírito Santo silenciou a 
respeito deles. Os profetas foram perseguidos porque divertiam as 
pessoas ou porque recusavam-se a fazê-lo? Os concertos de música não têm
 um rol de mártires.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Novamente, prover entretenimento está em direto antagonismo ao ensino
 e à vida de Cristo e de seus apóstolos. Qual era a atitude da igreja em
 relação ao mundo? .Vós sois o sal., não o .docinho., algo que o mundo 
desprezará. Pungente e curta foi a afirmação de nosso Senhor: .Deixa aos
 mortos o sepultar os seus próprios mortos. (Lc 9.60). Ele estava 
falando com terrível seriedade!&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Se Cristo houvesse introduzido mais elementos brilhantes e agradáveis
 em seu ministério, teria sido mais popular em seus resultados, porque 
seus ensinos eram perscrutadores. Não O vejo dizendo: .Pedro, vá atrás 
do povo e diga-lhe que teremos um culto diferente amanhã, algo atraente e
 breve, com pouca pregação. Teremos uma noite agradável para as pessoas.
 Diga-lhes que com certeza realizaremos esse tipo de culto. Vá logo, 
Pedro, temos de ganhar as pessoas de alguma maneira! . Jesus teve 
compaixão dos pecadores, lamentou e chorou por eles, mas nunca procurou 
diverti-los. Em vão, pesquisaremos as cartas do Novo Testamento a fim de
 encontrar qualquer indício de um evangelho de entretenimento. A 
mensagem das cartas é: .Retirai-vos, separai-vos e purificai-vos!. 
Qualquer coisa que tinha a aparência de brincadeira evidentemente foi 
deixado fora das cartas. Os apóstolos tinham confiança irrestrita no 
evangelho e não utilizavam outros instrumentos. Depois que Pedro e João 
foram encarcerados por pregarem o evangelho, a igreja se reuniu para 
orar, mas não suplicaram: .Senhor, concede aos teus servos que, por meio
 do prudente e discriminado uso da recreação legítima, mostremos a essas
 pessoas quão felizes nós somos.. Eles não pararam de pregar a Cristo, 
por isso não tinham tempo para arranjar entretenimento para seus 
ouvintes. Espalhados por causa da perseguição, foram a muitos lugares 
pregando o evangelho. Eles .transtornaram o mundo.. Essa é a única 
diferença! Senhor, limpe a igreja de todo o lixo e baboseira que o diabo
 impôs sobre ela e traga-nos de volta aos métodos dos apóstolos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Por último, a missão de prover entretenimento falha em conseguir os 
resultados desejados. Causa danos entre os novos convertidos. Permitam 
que falem os negligentes e zombadores, que foram alcançados por um 
evangelho parcial; que falem os cansados e oprimidos que buscaram paz 
através de um concerto musical. Levante-se e fale o alcoólatra para quem
 o entretenimento na forma de drama foi um elo no processo de sua 
conversão! A resposta é óbvia: a missão de prover entretenimento não 
produz convertidos verdadeiros. A necessidade atual para o ministro do 
evangelho é uma instrução bíblica fiel, bem como ardente 
espiritualidade; uma resulta da outra, assim como o fruto procede da 
raiz. A necessidade de nossa época é a doutrina bíblica, entendida e 
experimentada de tal modo, que produz devoção verdadeira no íntimo dos 
convertidos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Por último, a missão de prover entretenimento falha em conseguir os 
resultados desejados. Causa danos entre os novos convertidos. Permitam 
que falem os negligentes e zombadores, que foram alcançados por um 
evangelho parcial; que falem os cansados e oprimidos que buscaram paz 
através de um concerto musical. Levante-se e fale o alcoólatra para quem
 o entretenimento na forma de drama foi um elo no processo de sua 
conversão! A resposta é óbvia: a missão de prover entretenimento não 
produz convertidos verdadeiros. A necessidade atual para o ministro do 
evangelho é uma instrução bíblica fiel, bem como ardente 
espiritualidade; uma resulta da outra, assim como o fruto procede da 
raiz. A necessidade de nossa época é a doutrina bíblica, entendida e 
experimentada de tal modo, que produz devoção verdadeira no íntimo dos 
convertidos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://sostenesmendes.wordpress.com/category/palavra/" target="_blank"&gt;Fonte: Blog do Pr. Sóstenes Mendes &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Vamos rir um pouco?</title><link>http://tempo-kairos.blogspot.com/2013/01/vamos-rir-um-pouco.html</link><category>humor</category><author>noreply@blogger.com (Tati Dias)</author><pubDate>Tue, 15 Jan 2013 17:03:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4310188946507219194.post-8289923112512348827</guid><description>&lt;img alt="" class="aligncenter" height="230" src="http://mocidadep1.files.wordpress.com/2011/06/guitarheroextra.jpg?w=640&amp;amp;h=230" width="640" /&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Quero anunciar as obras do Senhor!</title><link>http://tempo-kairos.blogspot.com/2013/01/quero-anunciar-as-obras-do-senhor.html</link><category>devocional</category><author>noreply@blogger.com (Tati Dias)</author><pubDate>Mon, 14 Jan 2013 11:39:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4310188946507219194.post-4188781944033918484</guid><description>&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;b style="font-weight: normal;"&gt;&lt;img height="225" id="il_fi" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjLvf44nFYMztmhuSQxgSLWY3mcSY2PJOJOShN2I3yfZ0uVVLkYzMhzidw5xdpZTGsit1mGhnZQhiKWWr7e9AkhX3zDFo7tHqjSyfWsw5z5K9Pc4KrqMH8Do2-2SBoEXOMylwYyW38QI8U/s320/Credit-River,-Ontario,-Canada.jpg" style="padding-bottom: 8px; padding-right: 8px; padding-top: 8px;" width="320" /&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;b style="font-weight: normal;"&gt;“Falarei  dos teus feitos poderosos, ó Soberano Senhor;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;b style="font-weight: normal;"&gt;proclamarei a tua  justiça, unicamente a tua justiça”&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;b style="font-weight: normal;"&gt;(Salmo 71.16)&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;b style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;CONTEXTO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Na
 velhice, repassando sua biografia, o  salmista busca refúgio em Deus, 
louva-o pela demonstração de  misericórdia para com ele, reafirma a 
plena confiança na graça divina e  testemunha acerca da providência e do
 cuidado do Senhor em diversos  momentos da vida.   &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=4310188946507219194" name="more"&gt;&lt;/a&gt;ANÁLISE&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;O
 grande  propósito do salmista é anunciar as obras do Senhor. Ele deixa 
isso  muito claro logo de início: “A minha boca falará sem cessar da tua
  justiça e dos teus incontáveis atos de salvação” (15). Depois de  
experimentar, nos momentos de perseguição e provação, as justas ações do
  Senhor, o salmista declara: “proclamarei a tua justiça, unicamente a  
tua justiça” (16). Aliás, prossegue o poeta, “desde a minha juventude, ó
  Deus, tens me ensinado e até hoje eu anuncio as tuas maravilhas” (17).
  Mesmo “de cabelos brancos”, o salmista quer continuar a falar a 
respeito  do Senhor e de sua obra aos filhos e “às futuras gerações” 
(18).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;PARALELO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;A
  figura do salmista, já idoso e enfraquecido, referindo-se ao seu 
desejo  de proclamar as maravilhas de Deus lembra uma outra figura, 
também  enfraquecida e idosa, na Ilha de Patmos: o apóstolo João. Usado 
como  instrumento, no final da vida, o apóstolo anunciou aos cristãos da
  época, perseguidos pelo poderio romano, a mensagem de conforto e  
encorajamento que Jesus Cristo revelou: “Eu sou o Alfa e o Ômega, o que 
 é, o que era e o que há de vir, o Todo-poderoso” (Apocalipse 1.8). Aos 
 que nele confiam, o Senhor promete: “Nunca mais terão fome, nunca mais 
 terão sede. Não os afligirá o sol, nem qualquer calor abrasador, pois o
  Cordeiro que está no centro do trono será o seu Pastor; ele os guiará 
às  fontes de água viva. E Deus enxugará dos seus olhos toda lágrima”  
(Apocalipse 7.16-17).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;REFLEXÃO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Vi&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;e vivi&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;a  misericórdia de Deus.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Sei o que é estar aflito&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;e ser confortado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Fiquei  sozinho&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;e o senti bem junto a mim. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Tive medo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;e deu-me sua  mão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Não recito um credo, apenas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Nem somente repito um dogma.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Mais  do que um discurso, mais do que um rito,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;é vida.  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;b style="font-weight: normal;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;/span&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjLvf44nFYMztmhuSQxgSLWY3mcSY2PJOJOShN2I3yfZ0uVVLkYzMhzidw5xdpZTGsit1mGhnZQhiKWWr7e9AkhX3zDFo7tHqjSyfWsw5z5K9Pc4KrqMH8Do2-2SBoEXOMylwYyW38QI8U/s72-c/Credit-River,-Ontario,-Canada.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Sobrecarregados</title><link>http://tempo-kairos.blogspot.com/2013/01/sobrecarregados.html</link><category>devocional</category><category>Wanda Assumpção</category><author>noreply@blogger.com (Tati Dias)</author><pubDate>Sun, 13 Jan 2013 13:59:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4310188946507219194.post-6796337377540739395</guid><description>Por Wanda Assumpção&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img alt="" class="rg_hi uh_hi" data-height="164" data-width="306" height="164" id="rg_hi" src="https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQGCxkp7lPX3MM5eLT3QAw2xp5I0RqKr3SCG6h2t-U5JbvBCVk7Ng" style="height: 164px; width: 306px;" width="306" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
              "&lt;i&gt;Ai daquele que acumula o que não é seu (até quando?), e daquele que a si mesmo se carrega de
              penhores" (Habacuque 2:6-7)&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
              Sempre pensamos em penhores como dívidas de dinheiro. 
Entretanto, todo compromisso que assumimos passa também a ser um penhor.
 Muitos de nós vivemos tensos, irritados porque comprometemos o nosso 
tempo além das 24 horas por dia que Deus nos dá.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
              Eu estava vivendo assim quando certa manhã, ao ler a 
Palavra de Deus, acabei sendo dirigida ao livro de Habacuque. Na 
mensagem do profeta aos caldeus, ele apontou um dedo para mim quando 
começou falando de penhores. Essa era eu! Sobrecarregada de penhores! 
Não de dinheiro, mas de compromissos.  Eu realmente havia penhorado mais
 tempo do que dispunha. A qualidade do meu serviço estava ficando aquém 
do que poderia ser. O versículo 7 deixou bem claro qual seria o meu fim,
 se eu persistisse nesse caminho: "Não se levantarão de repente os teus 
credores? . . . Tu lhes servirás de despojo." As próprias pessoas a quem
 eu buscava servir podiam, com todo o direito, vir a queixar-se por eu 
não corresponder às suas expectativas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
              Jesus conhece as minhas forças e a minha capacidade e 
quando me pede que vá além delas, ele próprio supre as minhas 
deficiências. Se não está suprindo, então estou agindo por conta 
própria, e não a mandado dele. "Vinde a mim, todos  os que estais 
cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. . .porque. . . o meu 
fardo é leve" (Mat. 11:28-30). Se meu fardo está pesado, ou não é o que 
Deus tem para mim ou eu o estou carregando por minhas próprias forças.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;
              Publicada pela Editora Ultimato no livro Pastorais para o ano 2000
              &lt;/div&gt;
&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;/span&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Crer para ver</title><link>http://tempo-kairos.blogspot.com/2013/01/crer-para-ver.html</link><category>devocional</category><category>Wanda Assumpção</category><author>noreply@blogger.com (Tati Dias)</author><pubDate>Sat, 12 Jan 2013 07:00:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4310188946507219194.post-611070686592941036</guid><description>&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;img height="142" id="il_fi" src="http://www.arcauniversal.com/comportamento/reflexao/noticias/imagens/84461071.JPG" style="padding-bottom: 8px; padding-right: 8px; padding-top: 8px;" width="200" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por Wanda Assumpção&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
              &lt;i&gt;
              "Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem" (Heb.
              11:1)&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
              O homem está parado à beira de um abismo, as costas 
premidas contra o paredão do túnel de onde saiu. No outro lado do 
abismo, ele vê a estrada que deve trilhar para chegar ao cobiçado 
tesouro. Pelas indicações do mapa, sabe que deve dar o passo da fé para 
transpor a salvo o abismo. Ele suspira fundo, fecha os olhos, murmura a 
definição de fé acima, e estende o pé sobre... o nada. Criando coragem, 
ele se inclina de leve e apoia o peso sobre aquele pé. Toda a platéia (é
 um filme) prende a respiração. Naquele exato momento, uma ponte se 
estende sob os pés do aventureiro e ele a atravessa lépido e feliz até 
seu destino.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
              Sempre pensei naquele primeiro passo como a prova da fé - 
pisar o invisível, apostar a vida em algo que não vejo com os olhos 
naturais mas em que deposito toda a minha confiança. Só que, na 
caminhada da fé, nenhuma ponte sólida e visível se estende sob meus pés 
até o outro lado. Meus passos são sustentados, mas um de cada vez.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
              Ah, quantas vezes olho à minha frente e me apavoro porque 
nada vejo de concreto. Quero ver para crer e não há nada visível. Posso,
 entretanto, volver os olhos para trás e constatar a realidade concreta 
da ponte que já atravessei. Vejo os marcos sólidos que a sustentam e 
sinto-me encorajada a dar o próximo passo...ainda que a ponte continue 
invisível sob meus pés.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
              Se eu não crer naquilo que não vejo, não poderei trilhar o
 caminho da fé, que leva à vida sobrenatural, "visto que andamos por fé,
 e não pelo que vemos" (2 Cor. 5:7)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;
              Publicada pela Editora Ultimato no livro Pastorais para o ano 2000
              &lt;/div&gt;
&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;/span&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Jesus, o nome sobre todo nome</title><link>http://tempo-kairos.blogspot.com/2013/01/jesus-o-nome-sobre-todo-nome.html</link><category>Rev. Hernandes Dias   Reflexão</category><author>noreply@blogger.com (Tati Dias)</author><pubDate>Fri, 11 Jan 2013 07:00:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4310188946507219194.post-7503020928936885329</guid><description>&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;img alt="Papel de Parede de Nome de Jesus" border="0" height="150" src="http://www.downloadswallpapers.com/wallpapers/2012/abril/wallpaper-nome-de-jesus-4536.jpg" width="200" /&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pelo Rev. Hernandes Dias Lopes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O nome de uma pessoa é sua maior identidade. O nome representa a 
personalidade, o caráter e a missão de uma pessoa. Recebe-se um grande 
nome por herança, doação e conquista. Jesus tem o nome sobre todo o nome
 por essas três razões. O nome de Jesus é conhecido no céu, na terra e 
no inferno. Anjos, homens e demônios se curvam diante de sua majestade. 
Ele é o Senhor dos senhores, o Rei dos reis, o Soberano dos reis da 
terra. Nele vivemos, nos movemos e existimos. Ele é a nossa vida, a 
nossa paz, a nossa alegria, a nossa herança, a nossa justiça, a nossa 
salvação.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em primeiro lugar, &lt;strong&gt;Jesus herdou o maior de todos os nomes (Hb 1.4).&lt;/strong&gt;
 Jesus é a exata expressão do ser de Deus, o resplendor máximo da sua 
glória, o herdeiro de todas as coisas. Por isso, herdou mais excelente 
nome do que os anjos e foi exaltado acima de todos os seres celestiais. 
Ele está entronizado acima dos querubins. Diante dele até os serafins 
cobrem o rosto. Ele é o Rei da glória e diante de sua majestade todo o 
universo se curva. Jesus é tudo em todos. Ele é o centro da eternidade e
 da história. Ele é o agente da criação, o sustentador do universo, o 
regente que governa os destinos da história e faz todas as coisas 
conforme o conselho de sua vontade. Não há nenhum nome que se compare ao
 nome de Jesus. Nenhum nome que esteja acima do nome de Jesus. Esse nome
 ele herdou do Pai.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em segundo lugar, &lt;strong&gt;Jesus recebeu por doação o maior de todos os nomes (Fp 2.9-11).&lt;/strong&gt;
 Pelo fato do Rei da glória ter se tornado servo e se humilhado até à 
morte e morte de cruz, Deus Pai o exaltou sobremaneira, acima de todo 
nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho no céu, na terra e 
debaixo da terra e toda língua confesse que Jesus é o Senhor para a 
glória de Deus Pai. Não há salvação fora do nome de Jesus. Ele recebeu 
esse porque é o Salvador do seu povo (Mt 1.21). Não há nenhum outro nome
 dado entre os homens pelo qual importa que sejamos salvos (At 4.12). Há
 poder no nome de Jesus para curar os enfermos (At 3.6). Há poder no 
nome de Jesus para libertar os cativos (Lc 10.17). Há poder no nome de 
Jesus para termos nossas orações respondidas (Jo 16.23). O nome de Jesus
 é o centro das Escrituras. Jesus é o Alfa e o Ômega. Ele é o 
Maravilhoso Conselheiro, o Deus forte, o Pai da eternidade e o Príncipe 
da paz. Jesus é Verbo eterno, o Emanuel, o Pão da vida, a Luz do mundo, a
 Videira verdadeira. Ele é o bom Pastor, a Porta das ovelhas, o Caminho,
 e a Verdade e a Vida. Ele é a Ressurreição e a vida, Aquele que esteve 
morto, mas está vivo pelos séculos dos séculos. Ele é o Salvador, o 
Messias e o Senhor. Diante de seu nome reis e vassalos, ateus e 
religiosos, ricos e pobres, doutores e analfabetos, anjos, homens e 
demônios precisam se curvar. Seu nome está acima de todo nome que se 
possa referir no céu e na terra!&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em terceiro lugar, &lt;strong&gt;Jesus recebeu o maior de todos os nomes por conquista (Cl 2.15).&lt;/strong&gt;
 Jesus triunfou sobre os principados e potestades na cruz, despojando-os
 e decretando sua consumada derrota. Foi na cruz que Jesus esmagou a 
cabeça da serpente. Foi na cruz que Jesus arrancou a armadura do valente
 e o expôs ao desprezo. Jesus venceu o diabo, a morte e o pecado. 
Ressuscitou triunfantemente, ascendeu ao céu e foi entronizado com 
glória e majestade, acima de todo principado e potestade. Ele tem as 
chaves da morte e do inferno. Jesus tem todo o poder e toda autoridade 
no céu e na terra. Ele tem o livro da história em suas onipotentes mãos.
 Em breve, ele voltará com grande poder e glória para julgar as nações. 
Então, ele calcará aos pés todos os seus inimigos e todos os reinos do 
mundo serão do Senhor e do seu Cristo e ele reinará pelos séculos dos 
séculos. O universo inteiro se ajoelhará para dizer: “Ao que está 
sentado no trono e ao Cordeiro seja o louvor, e a honra, e a glória e o 
domínio pelos séculos dos séculos”. Então, depositaremos aos seus pés 
nossas coroas e o serviremos por toda a eternidade!&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Água no deserto</title><link>http://tempo-kairos.blogspot.com/2013/01/agua-no-deserto.html</link><category>Reflexão</category><category>Ronaldo Lidório</category><author>noreply@blogger.com (Tati Dias)</author><pubDate>Thu, 10 Jan 2013 04:30:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4310188946507219194.post-5497674597873444925</guid><description>&lt;img height="150" id="il_fi" src="http://www.pucturismo.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/08/lencois.jpg" style="padding-bottom: 8px; padding-right: 8px; padding-top: 8px;" width="200" /&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por Ronaldo Lidório&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-top: 12pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;O
 deserto é possivelmente uma das mais claras representações da ausência 
de vida e esperança. Beduínos e Tuaregues - povos do deserto - 
desenvolveram milenares técnicas de sobrevivência para resistirem à 
angustiante mistura de sol, calor e areia. Anos atrás, atravessei a 
parte ocidental do Saara e, apesar de estar acostumado com as 
temperaturas tropicais, nada me preparou para os 54 graus à sombra 
durante aquelas tardes. Lembro-me que o pensamento mais obsessivo e 
recorrente era simplesmente água, o elemento mais desejado em terras 
áridas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-top: 12pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Davi
 escreveu o Salmo 63 no deserto de Judá, enquanto fugia de Saul. 
Encontrava-se em um dos momentos mais constrangedores de sua vida. Além 
de estar no deserto, tomado pelo desconforto e temores natos ao 
ambiente, seu povo e rei o perseguiam. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-top: 12pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Contrariando
 a natural tendência do descontentamento de coração perante as 
caminhadas desérticas, Davi revela, ali mesmo na areia, que a sua alma 
tinha “sede de Deus”. Este parece ter sido o pensamento mais paradoxal 
que passou pela mente do salmista: a sede de Deus era maior que a sede 
de água. A busca pela presença de Deus era mais forte que qualquer outra
 carência humana. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-top: 12pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Quando
 em caminhadas solitárias e perseguidos pelos que antes eram mais 
chegados que irmãos, devemos nos conscientizar desta verdade 
transformadora: precisamos mais de Deus em nossas vidas do que água no 
deserto. C.S. Lewis nos diz que “&lt;i&gt;o amor é o princípio da existência, e seu único fim”&lt;/i&gt;.
 Com isto nos incita a pensar que o amor não é apenas o meio, mas também
 o propósito final. Somos convidados, em toda a caminhada cristã, a 
andar de forma paradoxal em expressões de amor: perder a vida para 
ganhá-la; oferecer a outra face a quem nos fere; esperar contra a 
esperança; amar, e não odiar, os inimigos; perdoar, mesmo perante óbvias
 razões para a amargura; desejar mais a Deus do que a água, mesmo quando
 se vagueia, foragido, por entre terras mais secas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-top: 12pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;É
 nessa caminhada que encontramos descanso verdadeiro. Davi não apenas 
fala da possibilidade de descanso em Deus, mas o experimenta. Os 
principais verbos nos versos 6 a 8 estão no presente. Davi se lembra, 
pensa e canta o descanso em Deus enquanto caminha - não apenas o planeja
 fazê-lo amanhã. Reconhecer que a presença de Deus é melhor que a vida 
parece ser o exercício mais transformador – de mente, coração e visão de
 mundo - que qualquer pessoa possa experimentar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-top: 12pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Somos
 amados por Deus e esse fato deveria definir a forma pela qual vemos a 
vida e o mundo ao nosso redor. Ser amado por Deus é entender que somos 
convidados a um relacionamento eterno, é perceber que estamos em lugar 
seguro e saber que não há nada melhor. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-top: 12pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;A
 construção desta canção do deserto revela a alma de Davi. No verso 1, 
ele expressa que tinha sede de Deus. Nos versos 2 a 5, ele louva a Deus 
pelo Seu amor que é melhor que sua própria existência. Nos versos 6 a 8,
 Davi descansa no Senhor e, finalmente, nos versos 9 a 11, ele declara 
sua confiança na vitória sobre os inimigos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-top: 12pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Encontro-me
 rotineiramente com pessoas as quais, à semelhança de Davi, experimentam
 a solidão do deserto, o constrangimento da fuga e a incerteza dos que 
não sabem para onde vão. A vida, nesses momentos, torna-se mais lenta, 
opaca e pesada. Porém, justamente em ocasiões assim, a presença de Deus 
nos convida a crer um pouco mais e nos encoraja a continuar caminhando. 
Em um relance olhamos para trás e percebemos que no passado o Senhor foi
 fiel, mesmo no dia mais escuro. Amanhã não será diferente. A presença 
de Deus sempre traz à memória o que pode nos dar esperança.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 12pt 0cm 0.0001pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Lutero, citado por Mahaney em seu livro “Glory do Glory”, diz-nos que: “&lt;i&gt;esta
 vida, portanto, não é justiça, mas crescimento em justiça. Não é saúde,
 mas cura. Não é ser, mas se tornar. Não é descansar, mas exercitar. 
Ainda não somos o que seremos, mas estamos crescendo nesta direção. O 
processo ainda não está terminado, mas vai prosseguindo. Não é o final, 
mas é a estrada. Todas as coisas ainda não brilham em glória, mas todas 
as coisas vão sendo purificadas&lt;/i&gt;”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 12pt 0cm 0.0001pt;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-top: 12pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Que o Senhor se mostre presente em nossas vidas. Nestes dias o deserto se tornará lugar de alegria e descanso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>O Senhor luta por nós</title><link>http://tempo-kairos.blogspot.com/2013/01/o-senhor-luta-por-nos.html</link><category>Reflexão</category><category>Ronaldo Lidório</category><author>noreply@blogger.com (Tati Dias)</author><pubDate>Wed, 9 Jan 2013 04:00:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4310188946507219194.post-6803578528898999341</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-top: 12.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;img height="133" id="il_fi" src="http://www.adcriciuma.com.br/novo/wp-content/themes/goodnews/framework/scripts/timthumb.php?src=http://www.adcriciuma.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/06/it20120620_batalhaespi1.png&amp;amp;h=200&amp;amp;w=300&amp;amp;zc=1" style="padding-bottom: 8px; padding-right: 8px; padding-top: 8px;" width="200" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-top: 12.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-top: 12.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;Por Ronaldo Lidório &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-top: 12.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-top: 12.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;O
 Senhor luta por nós! &amp;nbsp;Ele conhece os nossos corações, o tempo de nossa 
vida, os sentimentos não explicados e o ambiente incerto ao redor. E Ele
 luta por nós.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-top: 12.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;Ele,
 que luta por nós, não é um mero valente do seu povo, um guerreiro de 
grandes vitórias ou um rei amado pela nação. É o Senhor todo poderoso, 
Criador dos céus e da terra, Governante absoluto de tudo o que existe, 
Feitor da luz e da vida, Rei dos reis, Controlador do universo, Salvador
 da humanidade, Resgatador&amp;nbsp; dos perdidos e Pai de seus filhos. E Ele 
luta por nós.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-top: 12.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;A convicção de que o Senhor dos Senhores luta por nós produz dois efeitos sobre nossos corações. O primeiro é de &lt;i&gt;descanso&lt;/i&gt;,
 pois aquele que controla todas as coisas controla também a nossa vida. 
Aquele que rege o universo tem poder sobre nossos corações, 
relacionamentos, corpos, provisões e futuro. Descansemos no Senhor que 
luta por nós. Coloquemos perante Ele nossas aflições e peçamos o retorno
 das noites bem dormidas e do riso aliviado. Ele cuida de nós. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-top: 12.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;O segundo efeito é de &lt;i&gt;expectativa&lt;/i&gt;
 no Senhor. Se Ele luta por nós qualquer coisa nova pode acontecer! 
Qualquer coisa pode mudar, qualquer situação pode ser consertada, 
qualquer pessoa pode ser quebrantada, qualquer pecado pode ser perdoado.
 Se Ele luta por nós podemos, a qualquer momento, ser curados da 
enfermidade mais profunda que amedronta o corpo e a alma. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-top: 12.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;Descansar em Deus e esperar em Deus, porque Ele luta por nós. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-top: 12.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;Encontramos
 esta palavra de encorajamento à nossa fé em Deuteronômio: O Senhor luta
 por nós! Moisés a proferiu ao povo de Israel em um momento emblemático 
de sua jornada. Após 40 anos peregrinando no deserto o povo se vê 
próximo ao rio Jordão, prestes a entrar na terra prometida.&amp;nbsp; Vivia, 
assim, o momento de pesado cansaço pela peregrinação longa e árida e, 
por outro lado, profunda esperança para entrar na terra tão esperada. 
Moisés, usado por Deus, encoraja o povo lembrando como o Senhor foi fiel
 no passado. Amanhã não seria diferente. Moisés declara que o povo ainda
 passará por muitas provações e que aquele não é, enfim, o momento final
 de descanso. Porém, falando sobre reis e reinos que ainda os 
confrontarão ele lhes diz: “&lt;i&gt;não os temais, pois o Senhor luta por vós&lt;/i&gt;” (Dt 3:22). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;A
 caminhada é longa e ainda não cruzamos o Jordão, mas esta verdade nos 
levará até o final, na paz de Deus. O Senhor luta por nós!&lt;/span&gt;&amp;nbsp;

&amp;nbsp;&amp;nbsp;   
  
    

  &lt;span class="article_seperator"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;/span&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Acordo</title><link>http://tempo-kairos.blogspot.com/2013/01/acordo.html</link><category>Música</category><category>poesia</category><author>noreply@blogger.com (Tati Dias)</author><pubDate>Tue, 8 Jan 2013 07:30:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4310188946507219194.post-5911957957774010608</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Uma verdade que acalma a nossa alma: lembrar-se de que Deus cuida de nós até quando dormimos, por isso podemos descansar Nele, sempre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;img height="149" id="il_fi" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiKe-iGy5dNKUSNHHLIlMiNrCT9oWb89YfNc79hWm0M79VmDOoB42AaIlprw0ViEnoNLIPbv2zGDPHqhInhaIps6RiJ-U4I_JsSr-aJn1zclkxPHdkUKetH5t2cFnzy2W5jGfkpYQMf9xo/s200/andorinha.jpg" style="padding-bottom: 8px; padding-right: 8px; padding-top: 8px;" width="200" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="cor_2" id="cabecalho"&gt;
&lt;div style="font-size: 127.7%; text-align: justify;"&gt;
&lt;h2 id="identificador_musica"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Acordo&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;
        &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h3 style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;a href="http://letras.mus.br/stenio-marcius/" id="identificador_artista"&gt;Stênio Március&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;            
         
                          
                                                              &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id="div_letra"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;
        &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Me diga, andorinha, você que já voou o mundo inteiro&lt;br /&gt; 
Se houve um momento só, por cima de um continente,&lt;br /&gt; 
Por sobre qualquer cidade, em que te faltou o céu?&lt;br /&gt; 
Será que o infinito espaço a teu redor é suficiente&lt;br /&gt; 
Pra voares livre e viver feliz?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Me diga, peixinho dourado, senhor do vasto oceano&lt;br /&gt; 
Que brinca nas correntezas, se esconde em velhos navios&lt;br /&gt; 
Mergulha nas profundezas, sem nunca chegar ao fim&lt;br /&gt; 
Será que os 7 mares que são teus têm bastante água&lt;br /&gt; 
Pra nadares livre e viver feliz?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Puxa uma cadeira, minh'alma, que eu quero te perguntar&lt;br /&gt; 
Porque me roubas a calma, me botas tristeza no olhar?&lt;br /&gt; 
Vamos entrar num acordo, vida tranquila viver&lt;br /&gt; 
Lembra daquilo que o Mestre falou:&lt;br /&gt; 
"A minha Graça te basta!"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiKe-iGy5dNKUSNHHLIlMiNrCT9oWb89YfNc79hWm0M79VmDOoB42AaIlprw0ViEnoNLIPbv2zGDPHqhInhaIps6RiJ-U4I_JsSr-aJn1zclkxPHdkUKetH5t2cFnzy2W5jGfkpYQMf9xo/s72-c/andorinha.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Não desista nunca</title><link>http://tempo-kairos.blogspot.com/2013/01/nao-desista-nunca.html</link><category>Reflexão</category><author>noreply@blogger.com (Tati Dias)</author><pubDate>Mon, 7 Jan 2013 10:49:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4310188946507219194.post-2078718183680313073</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjf7rSzkH4cxwJ1UJ-h4D6sbpRlPyC17qAmV5gItzKlfu7S-P199ODWVZefYZL3klKfnTQqxu95wvJaoBvj7Ik6E0XJbC32eN8IBR4I3DeLt9k4mXCr_ANLQbnVFyGbEd3xptbBVGUY8hMN/s1600/n%C3%A3o+desista.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjf7rSzkH4cxwJ1UJ-h4D6sbpRlPyC17qAmV5gItzKlfu7S-P199ODWVZefYZL3klKfnTQqxu95wvJaoBvj7Ik6E0XJbC32eN8IBR4I3DeLt9k4mXCr_ANLQbnVFyGbEd3xptbBVGUY8hMN/s320/n%C3%A3o+desista.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Por Pr. Carlito Paes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;Gosto muito do livro Salmos na Bíblia. Lá, entre tantas pérolas de sabedoria poética, há um verso que diz: “O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã” (Salmos 30.5b). Veja que declaração maravilhosa e real! Isso se chama perspectiva. A vida precisa ser vivida assim. O único lugar onde não haverá perspectiva é no inferno – lugar de tormentos – e a sua vida não é um inferno, ela pode estar atravessando um, mas, como disse o grande estadista britânico Windsor Churchill, “Se sua vida estiver atravessando um inferno, marche!”.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Você não foi criado para passar por um inferno e muito menos para ir para lá.&lt;span id="fullpost"&gt;Na Terra e na eternidade com Deus, a perspectiva e a esperança precisam dominar nossas mentes e corações, isso nos instiga a não desistir, a tentar novamente e seguir em frente. Se está ruim é porque não terminou. São Paulo, o apóstolo, disse: “As aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada!” (Romanos 8.18).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span id="fullpost"&gt;&amp;nbsp;Sou otimista, penso que tudo pode melhorar e que o amanhã será melhor do que hoje. Mesmo vivendo cercado por pessoas negativas e fatalistas, que acreditam sempre que o pior está por vir e que as coisas vão piorar.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span id="fullpost"&gt;Claro que não podemos ser alienados e ignorar a realidade que vivemos: a injustiça, a miséria, o desequilíbrio social, a corrupção, a decadência da família e até a perda de um ente querido.

Pensando nessas situações, desejo aplicar uma metáfora à luz dos acontecimentos em nossa vida cotidiana para assim continuarmos a viver com fé e nunca desistir. Precisamos continuar lidando com os acontecimentos diários, as perdas e as derrotas da vida quando acontecerem. Vamos refletir sobre tudo, focando dois fatos muito reais, o terapêutico e o didático.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span id="fullpost"&gt;&amp;nbsp;O terapêutico: Toda dor gerada pelos acontecimentos da vida passará! Eu não sei exatamente o que ocorreu ou acontece com você, mas creia, vai passar… Mesmo que seja a dor do luto! Quando falo passar, não é que vá se esquecer. Esquecimento seria uma amnésia, estou falando de conforto. Como já citei anteriormente, existe um Salmo que diz: “O choro pode persistir uma noite, mas de manhã vem a alegria” (Salmos 30.5). Decida ter uma perspectiva de fé, acredite que com Jesus no coração tudo vai muito bem.

Esses dias, uma viúva me contou uma história que aconteceu com ela quando seu esposo faleceu. Ela recebeu uma ligação de pêsames e disse: “É… ele partiu…” E ouviu alguém dizer do outro lado: “Não! Na verdade, ‘ele acabou de chegar!’”. Mude a perspectiva de vista sobre sua dor e fatos negativos. No caso da morte, existe a eternidade, e aquele que tem fé em Deus nunca morre.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span id="fullpost"&gt;&amp;nbsp;O didático: Sempre aprendemos e precisamos entender os acontecimentos em nossa vida. A carta do apóstolo Paulo aos Romanos 8.28 diz: “Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam”. Como continuamos a viver a vida, os acontecimentos fazem parte do ensinamento para a vitória de amanhã. Certamente se mantivermos um coração bom e aprendiz, sem revolta e rebelião, vamos crescer e nos tornar mais fortes.

Creio que podemos ser pessoas positivas, em um mundo negativo. Resposta num ambiente de questionamentos e solução em um mundo de aflições. Como? Como Jesus nos ensinou no evangelho de Mateus 14.12-33 quando aconteceu uma tempestade terrível. As tempestades podem nos apanhar de surpresa como pegou Jesus e seus companheiros. Entraram no barco por ordem de Jesus e, mesmo o obedecendo, a tempestade foi assoladora. Creia! Jesus vem para acalmar o nosso próprio coração. Ele disse aos discípulos: “Tende bom ânimo, Sou Eu. Não tenham medo”. Acredite: com Jesus, a tempestade vai passar e dias melhores virão! Vença o pessimismo, o fatalismo. Decida crer e viver pela fé em Jesus.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span id="fullpost"&gt;Quem tem fé, vive melhor!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjf7rSzkH4cxwJ1UJ-h4D6sbpRlPyC17qAmV5gItzKlfu7S-P199ODWVZefYZL3klKfnTQqxu95wvJaoBvj7Ik6E0XJbC32eN8IBR4I3DeLt9k4mXCr_ANLQbnVFyGbEd3xptbBVGUY8hMN/s72-c/n%C3%A3o+desista.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Deus é o mesmo ontem, hoje e será eternamente</title><link>http://tempo-kairos.blogspot.com/2013/01/deus-e-o-mesmo-ontem-hoje-e-sera.html</link><author>noreply@blogger.com (Tati Dias)</author><pubDate>Sun, 6 Jan 2013 20:12:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4310188946507219194.post-8515183298328049668</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Meus queridos, depois de tanto tempo de ausência e muita saudade, quero hoje, no comecinho deste novo ano, trazer um testemunho que li no site da Igreja da Lagoinha e me edificou muito; por isso o reproduzo aqui na certeza de que você também será edificado. Um abração como todo o carinho.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjIO2RSWXlPjMFSvuUeOIbUH65pSE1_eGAOSjvMuUjjKBpyUpWffKzBBLkpRww1TY1K1JAiwkM4BAu_qpmVdYFNMB8pabt-gqmg8PeVcq2x20IntsqUyknW5d_o0gy0Fr8_Je_RlMB5Y5H1/s1600/eyshila.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjIO2RSWXlPjMFSvuUeOIbUH65pSE1_eGAOSjvMuUjjKBpyUpWffKzBBLkpRww1TY1K1JAiwkM4BAu_qpmVdYFNMB8pabt-gqmg8PeVcq2x20IntsqUyknW5d_o0gy0Fr8_Je_RlMB5Y5H1/s200/eyshila.jpg" width="153" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&amp;nbsp;::Eyshila Santos-

Adaptação: Érica Fernandes&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&amp;nbsp;Confira a emocionante história de libertação das drogas na vida de Odilon Santos, contada pela cantora Eyshila

“Aos 17 anos conheci meu marido. Ele era filho do então pastor presidente da igreja, José Santos, e vinha de uma família muito querida. Depois de um tempo, decidimos começar um namoro. Para mim era um sonho se concretizando, mal sabia o que me aguardava. Com o passar do tempo fui percebendo algumas atitudes diferentes. Ele faltava a alguns compromissos, chegava atrasado, e às vezes percebia um cheiro diferente na sua roupa, como de cigarro. Foi então que após um ano de relacionamento descobri que ele era viciado em drogas.

Como não sabia muito sobre esse assunto, jamais imaginei que ele fosse usuário. Ele vinha de uma família muito respeitada e acreditava que drogados fossem ladrões das quais a gente precisava se afastar. Entrei em crise! Sua irmã veio até mim me contar todo seu caso. Disse que quando ele desaparecia era por que estava no “morro” (local onde são vendidas as drogas) e, às vezes, ficava por lá, durante três dias. Contou que ele era viciado em cocaína e como eu era muito nova, deveria pensar se realmente valia a pena namorá-lo. Mesmo com a minha decepção achei que poderia ajudá-lo a “sair” dessa. Não contei nada a ninguém e fui suportando a situação, mas com o passar do tempo as pessoas foram percebendo.&lt;span id="fullpost"&gt;Depois ele se internou em uma clínica, nessa altura da história meus pais já haviam ficado sabendo do caso dele. Ao sair do centro de recuperação, teve uma melhora sensível e decidimos noivar. Meus pais apoiaram porque ele era uma pessoa muito boa. No entanto, passados algum tempo teve uma recaída (retorno ao uso de drogas). Não suportei e acabei terminando o noivado.

Ficamos dois anos separados, e foi um tempo em que eu me afastei da presença de Deus e me rebelei. Fui conhecer o “mundo” mesmo cantando no grupo Altos Louvores. Passei a ter uma vida dupla. Era como se a minha revolta estivesse superado o meu temor a Deus. Cantava na igreja e depois dançava na boate (É triste porque isso acontece muito hoje na Igreja).
E então, um dia estava ministrando em Curitiba e Fernanda Brum bateu na porta do quarto durante uma apresentação e disse: “Gente, vocês devem me achar uma mulher louca, mas Deus me pediu para bater aqui e pedir para ser amiga de vocês.” Quando ela fez isso fiquei com “cara de paisagem” juntamente com minha irmã Liz Lanne, mas eu conhecia a Fernanda de longe e sabia que ela era uma mulher de Deus.

Uma vez a ouvi dizer assim: “Eu amo muito o Espírito Santo e tenho muito medo de decepcioná-lo, porque só eu sei de onde Ele me tirou.” Ao ouvi-la, pensei comigo mesma: “Quem é o Espírito Santo afinal de contas?”, “Onde estava ele quando eu passei por tudo aquilo?”, “ Por que ela tem toda essa intimidade com Deus e eu com tantos anos de crente não tenho?”

Então Deus nos uniu em uma amizade muita bonita e nunca mais nos separamos. Passamos a fazer reuniões de oração e comecei a me envolver mesmo com Deus. Foi quando realmente me posicionei em fé. Orávamos no “quarto rosa” da Fernanda. Lá era realmente tudo rosa, as cortinas, a cama, as paredes (lembra sorrindo). Clamávamos a Deus pela vida dos nossos futuros maridos. Éramos solteiras, mas toda jovem sempre sonha em se casar e ora por esses motivos.

Já havia passado dois anos desde que tinha me separado do Odilon, quando numa tarde ele passou de carro em frente a minha casa e entrou para me cumprimentar. Quando o vi entrando pela porta, com o coração acelerado, percebi que não o havia esquecido. Depois ele me ligou convidando para jantar.

Ele me disse que estava à procura de uma esposa e decidimos orar para saber a direção de Deus. Enquanto orava pelo nosso relacionamento, Deus me orientou a pedir perdão a uma mulher que havia profetizado na minha vida e na época não havia crido. Fui a casa dela durante a reunião de oração e pedi desculpas.Quando estava saindo, ela me disse que tinha um recado de Deus para mim: “Você não precisa temer em relação ao homem que você está orando. Fique confiante, porque Deus tem grandes planos para vida de vocês”. Fiquei gelada da cabeça aos pés, porque não havia contado nada a ninguém. Odilon e eu estávamos orando secretamente.

Esperei que Deus confirmasse também no coração dele sem contá-lo da profecia. Quando ele recebeu a resposta de Deus, resolvemos nos casar. Faltavam dois meses para unirmos as alianças, quando ele teve novamente outra recaída. A pior de todas. Não contei nada a ninguém e me casei acreditando na promessa que Deus estaria conosco.

Então, no dia 9 de dezembro de 1995, nos casamos. Desta data até completar um ano de casada, chorei todas as noites. Logo quando nos casamos ele disse: “Já tentei sair das drogas, tentei, e não vou conseguir sair nunca. Então você decide ficar casada com um viciado ou se separa. Não vou largar as drogas. Eu gosto e me sinto bem. Tanta gente no meio artístico consegue continuar vivendo assim, então, vamos conseguir.”

Ouvir isso foi a pior afronta que já recebi na minha vida! Era como se o diabo estivesse falando comigo. Então, percebi que a minha luta não era contra o meu marido, mas contra o diabo. Precisava usar armas mais poderosas do que brigar e argumentar, precisava fazer uso da oração.
Também tomei a decisão de ser a mulher mais amorosa do mundo. Pensei comigo mesma: “Vou ser disponível, vou fechar todas as brechas, vou orar e jejuar.” Então deixei de ouvir música secular e assistir novelas. Quebrei todos os meus CDs não cristãos. Deus colocou no meu coração que eu precisava encher a minha casa de adoração.

Passei a limpar a casa orando e consagrando tudo a Deus. Peguei inúmeras vezes trouxas de drogas e jogava no vaso sanitário. Com o passar do tempo deixei de jogar fora e pedi a ele que usasse dentro de casa. Achava mais seguro, ele usar em casa do que ser pego na rua. Então, enquanto ele usava drogas, eu ficava no quarto orando e intercedendo pela vida dele.

Às vezes, acordava de madrugada e Deus pedia para eu orar por ele ou buscá-lo na rua. Eram livramentos de morte que o Senhor estava dando ao meu marido. Decidi que não compartilharia nada do que estava vivendo com ninguém. Porque o Senhor havia dito ao meu coração que eu perdoaria meu marido quando ele fosse liberto, mas as pessoas de fora continuariam com raiva. Não queria expô-lo, por isso me calei.

As pessoas percebiam que algo estava errado, mas não comentavam nada sobre o assunto. A Fernanda Brum sempre me enviava cartas de consolo, sem saber o que acontecia de fato. Com todas essas coisas que estava vivendo, passei a me dedicar na obra. Servia incansavelmente nos ministérios. Queria encontrar forças na casa de Deus para vencer as lutas que estava vivendo. Sentia-me cuidada e amada na igreja. Percebia que Deus estava me preparando para o meu ministério.
No meio de tudo isso, recebi o convite de gravar meu primeiro CD pela MK Music. Uma das músicas que estaria no novo CD seria a canção “Tira-me do vale”. Então fui ao banheiro da gravadora e disse a Deus: “Como eu vou cantar essa música se ela ainda não é verdade na minha vida? Como vou cantar essa canção se eu tenho vivido no vale desde o início do meu casamento? Dá-me um sinal de que há esperança. Eu não aguento mais!”

Depois de ter cantado a música, senti que Deus faria algo. Então cheguei em casa de madrugada e ele novamente não estava (geralmente estava no morro neste horário). Mesmo não o vendo no nosso lar, senti uma confiança no coração. Deus havia me consolado de uma forma especial durante a minha oração. O Espírito Santo me tocou para orar pela vida dele.

Fiquei em oração por ele. Quando deu três horas da manhã, ouvi o barulho do carro chegando no estacionamento. Ele havia chegado totalmente atordoado. Havia tido um problema no “morro” e estava decidido a morrer. Saiu de lá com o carro em alta velocidade. Então, ele entrou no quarto e ajoelhou ao lado da minha cama e disse: “Eyshila, é para você orar pedindo a Deus para me levar ou me libertar, porque do jeito que estou eu não aguento mais.”

Então, fiz essa oração de entrega. Foi horrível porque eu não queria que Deus o levasse, mas fiz como ele havia pedido. Depois desse incidente, ele foi para um retiro espiritual e eu fiz uma viagem para Macapá. O local onde meu marido estava não tinha telefone, então não tinha como me comunicar com ele, sendo assim, ficamos quatro dias sem nos falar. Fiquei todo esse tempo em oração. Fiquei receosa se no momento em que chegasse o encontraria morto porque ele poderia fugir do sítio e voltar para o morro.

Em uma das noites do congresso em Macapá, uma mulher se levantou colocou as mãos na minha cabeça e disse: “Por que se preocupa com quem você deixou em casa? Quando você voltar terá uma grande surpresa e Deus os usará muito!” Naquele momento percebi que realmente era Deus que estava no controle e que não podia fazer nada.

Quando voltei para casa, vi que o Odilon não estava em casa. Meu coração estava acelerado, porque mesmo tendo uma palavra de Deus, tinha receios dele estar no morro. Fui até a casa de sua mãe, e vi que estavam todos reunidos. Havia muita alegria e presença de Deus na casa. Olhei para o Odilon e vi que ele era uma outra pessoa. Havia sido renovado no Espírito Santo e liberto de tudo.
Desde aquele dia, ele nunca mais usou drogas, já faz 16 anos. Em seguida foi consagrado a diácono e depois a pastor. Nossa vida foi transformada e tivemos dois filhos. Hoje dirige uma filial da nossa igreja e o ajudo com o trabalho ministerial.

Gravei recentemente a música “Profetiza”, do CD “Jesus, o Brasil te adora” como homenagem aos pais do Odilon que sofreram tudo isso durante o período em que ele usava drogas. Faz referência também a todas as famílias que têm sofrido esse dilema diariamente.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjIO2RSWXlPjMFSvuUeOIbUH65pSE1_eGAOSjvMuUjjKBpyUpWffKzBBLkpRww1TY1K1JAiwkM4BAu_qpmVdYFNMB8pabt-gqmg8PeVcq2x20IntsqUyknW5d_o0gy0Fr8_Je_RlMB5Y5H1/s72-c/eyshila.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>A noiva estava linda</title><link>http://tempo-kairos.blogspot.com/2012/02/noiva-estava-linda.html</link><category>Reflexão</category><category>Ronaldo Lidório</category><author>noreply@blogger.com (Tati Dias)</author><pubDate>Thu, 2 Feb 2012 00:00:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4310188946507219194.post-2906756248309208729</guid><description>&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_-08U6dUBCE4/SsnCZZkMSeI/AAAAAAAAA0A/t1asbjz6eNw/s400/noiva.bmp" /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;Há um ar de desapontamento com a Igreja em nosso país.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;Ouço vozes esmorecidas e vejo olhares que não brilham mais. É o desencanto com a Noiva.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Noto que a desilusão vem pela tristeza ao ver cenários onde o louvor e a pregação se transformam em fonte de lucro e não conseqüência de corações transbordantes. Pela proliferação de igrejas cada vez mais cheias, porém aparentemente tão vazias, menos comprometidas com a Palavra, sem sêde de santidade e paixão pelos perdidos. Segue pela tênue linha que por vezes parece não distinguir muito bem Igreja e mundo, especialmente quando o binômio interesse e finanças se apresenta,  e ainda pela dificuldade em identificar a Igreja de Cristo em meio aos movimentos religiosos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O desencanto faz o povo  olhar para o passado e relembrar os velhos tempos. Comenta-se sobre os pastores à antiga  e  dias  quando a Igreja ainda via simplesmente na Palavra razão suficiente para o santo ajuntamento. Tempos quando o constrangimento por ser crente era resultado da discriminação, porém jamais identificação com o injusto e o desonesto.  Por fim suspira-se desanimado.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;Em momentos assim é preciso lembrar que Jesus jamais perdeu o absoluto controle sobre a história da Igreja. Jamais foi surpreendido por coisa alguma em todos estes anos. Jamais deixou de ser Senhor. Apesar das fortes cores de desalento a Noiva está sendo conduzida ao altar e o dia de brilho há de chegar.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Um amigo fez recentemente uma comparação entre a Igreja, a Noiva, e nossas noivas, nossas esposas. Levou-me a pensar no dia de meu casamento. Foi em 9 de dezembro de 1989. Já namorava Rossana há 4 anos e, apaixonados, chegamos ao grande dia. Apesar do amor e alegria pelo dia chegado tudo parecia fadado ao fracasso absoluto. As flores foram encomendadas erroneamente, a ornamentação do templo parecia jamais ter fim, o vestido apresentou defeitos de última hora, a maquilagem transcorria em um quarto apertado e com incrível agitação. A noiva chorou pelos desencontros do dia. O andar de cima da casa de meu sogro onde ela se arrumava tornou-se, aos meus olhos, em um pátio de guerra. Pessoas entrando e saindo apressadas, faces carregadas de ansiedade e um tom sempre apocalíptico a cada nova notícia. Ao longo dos anos percebi que os casamentos são parecidos neste ponto. A balbúrdia que cerca a noiva antecedendo seu momento de brilho é emblemática. Aos olhos do passante que vê a agitação sem fim, nada parece ter esperança.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Fui para a  cerimônia esperando o pior. Jamais seria possível contornar todos os imprevistos, e  o impensado  poderia acontecer: a noiva não estaria pronta! Enquanto pensava nisto, ali no altar, eis que ela chega. Estava linda, uma verdadeira princesa. O rosto sorridente, o caminhar lento e seguro, o vestido alvo como a neve, simplesmente perfeita . A música, a ornamentação, as palavras, tudo se encaixava. Que milagre poderia transformar um dia de caos em um momento de brilho tão belo?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
As horas de luta, as lágrimas derramadas, os desencontros e desalento foram rapidamente esquecidos e um só pensamento pairava naquele saguão: a Noiva estava linda.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Talvez vivamos hoje dias melancólicos ao visualizar a Igreja quando manchas e mazelas tentam levar nossa esperança para o cativeiro da desilusão crônica. A casa está desarrumada, o vestido da Noiva não nos parece branco, há graves rumores de que ela não ficará pronta.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
É, porém, em momentos assim que Deus intervém. Lava as vestes do Seu povo, levanta o caído, renova o profeta, purifica  a Igreja  e nos dá sonhos de alegria.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Chegará o dia, e não tarda, que seremos tomados por Jesus. Neste dia há de se dizer: Eis o Noivo, é o Senhor que conduz a Igreja. Jamais a deixou só.&amp;nbsp;Como é fiel!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
E creio que todos nós  também pensaremos, extremamente admirados: Eis a Noiva, como está linda!
“&lt;i&gt;Regozijemo-nos, e exultemos, e demos-lhe a glória;
porque são chegadas as bodas do Cordeiro,
e já a sua noiva se preparou.” &lt;/i&gt;(Apocalipse 19:7)&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="http://1.bp.blogspot.com/_-08U6dUBCE4/SsnCZZkMSeI/AAAAAAAAA0A/t1asbjz6eNw/s72-c/noiva.bmp" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Verdades apresentadas em metáforas</title><link>http://tempo-kairos.blogspot.com/2012/02/verdades-apresentadas-em-metaforas.html</link><category>Pr. Ed Kivitz</category><category>Reflexão</category><author>noreply@blogger.com (Tati Dias)</author><pubDate>Wed, 1 Feb 2012 06:59:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4310188946507219194.post-4235610510555385940</guid><description>&lt;h5 class="cat-colunistas" style="background-color: white; color: #969495; font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-variant: small-caps; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center;"&gt;

&lt;img src="http://static.guiame.com.br/nimg/crops/2010/12/x_3616.jpg" /&gt;
&lt;/h5&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Por Ed Kivitz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;Qualquer mente razoável é capaz de discernir que as verdades espirituais expressas na Bíblia Sagrada são apresentadas na forma de metáforas. Ou você acredita mesmo que o céu é um lugar com ruas de ouro e peças cravejadas de diamantes, e que no céu todo mundo vai ter uma coroa descansando numa almofada vermelha exposta na sala de jantar?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Para falar da salvação, a Bíblia usa diversas metáforas apontando para várias categorias de linguagem. Na linguagem econômica, Deus é um senhor de escravos; na jurídica, Deus é o juiz que preside o tribunal em que comparecem o réu pecador, o acusador e o advogado de defesa; na agrícola, Deus é o agricultor, seu Filho a videira verdadeira, e os homens ramos da videira; na militar, Deus é um general de exército em guerra santa; na religiosa, Jesus é ao mesmo tempo sacerdote e sacrifício; e na familiar, Deus é o Pai que tem um Filho unigênito e muitos filhos por adoção. Para falar do que hoje entendemos ser o inferno, Jesus se vale da figura do Geena, o vale de Hinom, mais precisamente o lixão de Jerusalém, que consumia no fogo de enxofre cadáveres dos indigentes, restos de animais, e todo tipo de detrito imundo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span id="fullpost"&gt;Para além das metáforas bíblicas a respeito da salvação, a que me faz mais sentido é a relação Pai e Filho/filhos entre Deus e os homens. Quando penso em ser salvo por Jesus não tenho de imediato a imagem de um Deus irado, ou um juiz prestes a bater o martelo após um veredicto de condenação, nem tampouco me imagino sendo resgatado de um monturo de lixo que arde em fogo perpétuo. A primeira coisa que me vem à mente é a figura de dois seres humanos: Adão e Jesus de Nazaré, o Cristo de Deus. Ao falar sobre perdição e salvação, a Bíblia fala, por exemplo, de morte e vida, trevas e luz, inimizade e reconciliação.&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Adão aponta para o humano que ao comer da árvore do conhecimento do bem e do mal está dizendo a Deus: seja feita a minha vontade acima de todas as vontades – um ego com pretensões de ser absoluto. Jesus de Nazaré é o homem que se ajoelha diante de seu Pai Celestial de diz: seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu – um ego em absoluta submissão ao Pai, obediente até a morte e morte de cruz.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;Creio que o propósito eterno de Deus é formar uma humanidade à imagem seu do Filho, para que Jesus, o Cristo, seja não apenas o unigênito [João 3.16], mas também o primogênito dentre muitos irmãos [Romanos 8.28-30]. Percebo claramente a Bíblia ensinando que há dois paradigmas de humanidade, a saber, Adão e Cristo: “o primeiro homem, Adão, foi feito em alma vivente; o último Adão em espírito vivificante. Mas não é primeiro o espiritual, senão o natural; depois o espiritual. O primeiro homem, da terra, é terreno; o segundo homem, o Senhor, é do céu. Qual o terreno, tais são também os terrestres; e, qual o celestial, tais também os celestiais. E, assim como trouxemos a imagem do terreno, assim traremos também a imagem do celestial” [1Coríntios 15.45-49].&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;A teologia do Ocidente, desde Tertuliano e Agostinho, confirmada pela Reforma protestante, fez prevalecer a perspectiva juridicista – justificação pela fé. Por essa razão, respeito todos aqueles que escolhem pregar o evangelho carregando a tinta nos conceitos “ira de Deus – condenação – perdição eterna” em oposição à “graça de Deus – redenção – céu”.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;A teologia do Oriente, desde o século II, enfatiza a salvação como theosis ou deificação – a participação humana na natureza divina [2Pedro 1.4]: “Deus se fez homem a fim de que o homem se torne Deus” [Irineu de Lyon], pois “o Verbo e Filho de Deus que se uniu à carne, torna-se carne, homem perfeito, a fim de que os homens se unissem num só Espírito. Ele é então Deus que porta a carne e nós, os homens, aqueles que portam o Espírito” [Atanásio de Alexandria].&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;O grande problema do homem é ele mesmo: Adão. A salvação de Deus é oferta da graça no seu Cristo, que nos torna participantes da natureza divina – theosis/deificação, de modo que, como ensinaram os pais orientais, “o homem se torna pela graça aquilo que Deus é por natureza”.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;Ed René Kivitz   é mestre em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo, escritor, conferencista e pastor da Igreja Batista de Água Branca, na Zona Oeste de São Paulo, tendo obras e pastorais publicados neste site:   http://edrenekivitz.com/blog/ . &lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Deixando para trás o que me impede de crescer</title><link>http://tempo-kairos.blogspot.com/2012/01/deixando-para-tras-o-que-me-impede-de.html</link><category>Pr. Luciano Subirá</category><category>Reflexão</category><author>noreply@blogger.com (Tati Dias)</author><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 18:53:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4310188946507219194.post-5649068682060208127</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;img src="http://static.guiame.com.br/nimg/crops/2010/12/j_11914.jpg" /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Por Luciano Subirá&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;“Despojando-vos, portanto, de toda maldade e dolo, de hipocrisias e invejas e de toda sorte de maledicências, desejai ardentemente, como crianças recém-nascidas, o genuíno leite espiritual, para que, por ele, vos seja dado crescimento para salvação” &lt;/i&gt;(1 Pedro 2.1,2)&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;Este texto fala sobre o crescimento para a salvação, fala sobre o crescimento espiritual. E o apóstolo Pedro, usando uma figura, diz que quando nascemos de novo, somos semelhantes a uma criança recém nascida. E assim como essa criança precisa de alimento para se desenvolver, ele diz que nós também precisamos de crescimento. Só que, diferente da criança que precisa apenas do acréscimo do alimento, ele está aqui dizendo que nós não apenas precisamos desejar o alimento, mas também que algumas coisas na nossa vida precisam ser tiradas, alguns impedimentos que precisam ser removidos para que então busquemos o leite e cresçamos.
E Deus tem me guiado de uma maneira muito clara a reconhecer nestes dias que há um grande impedimento para o nosso crescimento. Há um grande impedimento para o crescimento da igreja de uma forma coletiva, que nos impede de provar mais a graça de Deus e esse impedimento precisa ser arrancado da nossa vida; ele precisa ser deixado de lado, ele precisa ser abandonado.
Embora o apóstolo Pedro fale sobre vários impedimentos, o tempo e a nossa necessidade nos leva tratar de um só deles: a maledicência. A palavra maledicência significa dizer mal ou falar mal. Como crentes em Jesus, somos advertidos a abandonar esta prática:&lt;span id="fullpost"&gt;“Agora, porém, despojai-vos, igualmente, de tudo isto: ira, indignação, maldade, maledicência, linguagem obscena do vosso falar”. (Colossenses 3.8)
“Lembra-lhes que se sujeitem aos que governam, às autoridades; sejam obedientes, estejam prontos para toda boa obra, não difamem a ninguém; nem sejam altercadores, mas cordatos, dando provas de toda cortesia, para com todos os homens.” (Tito 3.1-2)
Os crentes daquela época não eram diferentes de nós; sabiam muito bem o que é esse problema, de você emitir opinião, fazer julgamentos, interpretar à sua maneira, ou levar à frente algo que alguém já te trouxe... Isto era um problema que eles também tinham, que eles também enfrentavam, e que a Bíblia nos exorta a tomar um posicionamento firme quanto a ele.
Eu quero falar sobre algumas coisas ligadas à maledicência e tentar te ajudar a ver com mais clareza o quanto Deus leva a sério este assunto.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
UMA QUESTÃO DE CARÁTER&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em primeiro lugar, quero afirmar para você que do ponto de vista de Deus, deixar a maledicência é uma questão de caráter. Em 1 Timóteo 3.11, há uma lista ali onde o apóstolo Paulo cita alguns critérios que os líderes devem ter em suas vidas. Ele começa falando dos presbíteros e suas esposas, depois ele fala dos diáconos e das suas esposas. E entre estas muitas características, Paulo diz o seguinte: “da mesma sorte, as mulheres sejam sérias, não maldizentes, temperantes e fiéis em tudo”. Ele diz que elas não devem ser maldizentes. Ele estabelece isto como um traço de caráter, um requisito de Deus para que alguém seja estabelecido em uma posição de liderança.
Muitas vezes, o nosso posicionamento é de separar o que é um “pecadão” e o que é um “pecadinho”; e acabamos tolerando algumas coisas que não deveriam ser toleradas. E não estou falando só sobre falar mal de pessoas; muitas vezes falamos mal de uma circunstância, falamos mal de um momento, alguns chegam a falar mal de si mesmo.
Deus me levou a um texto que mostra que esta questão de não ter na nossa vida a maledicência é algo que Deus olha como um traço de caráter que Ele não negocia. Veja o caso de José. Nós não temos muitas porções bíblicas sobre a pessoa de José, que se casou com Maria, e que foi o pai de Jesus, mas nós sabemos que Deus precisava escolher uma pessoa decente, honrada, que pudesse ser um exemplo e um espelho para o Senhor Jesus na sua criação. Se fosse alguém com o caráter deturpado, se fosse alguém cheio de desvios de comportamento, ele não seria um bom espelho para o Senhor Jesus (E mesmo ele não sendo o pai biológico, ele seria o espelho dentro de casa).
A Bíblia não fala muito sobre a pessoa dele, de suas virtudes, mas praticamente uma das únicas que é mencionada, foi uma das coisas que Deus usou mais fortemente para impactar meu coração nesse assunto.
“Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: estando Maria, sua mãe, desposada com José, sem que tivessem antes coabitado, achou-se grávida pelo Espírito Santo. Mas José, seu esposo, sendo justo e não a querendo infamar, resolveu deixá-la secretamente. Enquanto ponderava nestas coisas, eis que lhe apareceu, em sonho, um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber Maria, tua mulher, porque o que nela foi gerado é do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles”. (Mateus 1.18-21)
Quero que você pare e pense um pouco comigo. A Bíblia diz que quando José ouve a notícia de que Maria está grávida, eles eram noivos. A palavra desposado significa comprometido antes do casamento. Um estava comprometido ao outro; ele estava aguardando o casamento e como um homem de Deus, ele espera o casamento antes de se envolver com sua mulher. Mas, de repente, ele ouve a notícia: Maria está grávida! Sabe que não foi ele e, nunca se ouviu falar nem antes, nem depois, de alguém ter concebido do Espírito Santo… Então tente imaginar José cogitando, qual a probabilidade do que possa ter acontecido. Na mente dele era uma coisa só que se passava: Maria o tinha traído, o tinha rejeitado, tinha quebrado a aliança antes mesmo dela ser definitivamente estabelecida. É lógico que isto não aconteceu de fato, mas até que José recebesse um esclarecimento de Deus, foi o que pensou.
Se ele abrisse a boca dizendo que ela estava grávida, pela lei de Moisés ela poderia até ser apedrejada. José poderia ceder ao espírito vingativo, ao rancor, ao ciúme. Ele podia no mínimo ter defendido seu lado, mas a Bíblia diz que José era homem justo, e porque ele era justo, não queria difama-la, então ele intenta deixa-la secretamente. Em sua mente ele estava dizendo: acabou. Só que preferia sair de fininho, para não complicar a vida dela. Ela ainda estava pensando isso, quando o anjo do Senhor apareceu a ele explicando o que estava de fato acontecendo.
Agora responda com sinceridade: você acha que José tinha motivos para falar de Maria ou não? Na mente dele antes que ele soubesse o que aconteceu, era esta a interpretação. Ele poderia ter se achado no direito de falar. A maioria de nós não perderia uma chance dessas para acabar com a outra pessoa! Ele poderia no mínimo ter buscado o direito de se explicar, mas a Bíblia diz que havia nele um traço de caráter, que ao meu entender foi uma das coisas que levou Deus a escolhe-lo para exercer o papel que exerceu.
Imagino Deus vasculhando a terra atrás de um homem decente para ser exemplo ao seu Filho... e me pergunto: o que levou Deus a colocar seus olhos em José e dizer: “é de alguém assim que Eu preciso, alguém que tinha a oportunidade e a possibilidade de destruir a vida de alguém, mas decide fechar os seus lábios, e diz simplesmente que se recusa a difamar”.
Difamar (ou infamar) significa espalhar má fama, falar mal. Então, quando a Palavra de Deus está tocando em um assunto como este, eu acredito que nós precisamos considerar e dizer: “isso é uma coisa mais séria do que a gente normalmente acha que é”. O pecado da maledicência tem ferido muito a Igreja do Senhor, uma vez que Deus se move muito na unanimidade. O Novo Testamento mostra que quando havia unanimidade o Espírito Santo vinha com tudo, mas quando a maledicência, a fofoca, o mexerico e o diz-que-me-diz começam a correr solto no nosso meio, não há como se manter a unidade. E quando a unidade vai embora, vai-se com ela a grande possibilidade de estarmos debaixo de uma grande visitação de Deus.
Se nós queremos ver Deus agir, nós vamos precisar que Deus trabalhe esse traço de caráter na nossa vida. O Senhor Jesus também foi muito enfático no sermão do monte:
“Bendizei aos que vos maldizem, orai pelos que vos caluniam”. (Lucas 6.28)
Bendizer significa falar bem. Esta foi a ordem do Senhor: fale bem dos que te maldizem, dos que falam mal de você. E ore pelos que te caluniam, pelos que estão inventando histórias sobre você. O Senhor Jesus nos advertiu a não jogar o mesmo jogo!
“Ah! mas fulano também está falando”, diriam muitos. Mas Jesus está dizendo para você não jogar o mesmo jogo! Se alguém falou mal de você, fale bem dele! “Ah! mas ele está me caluniando”… Então ore por ele!
A grande verdade é que quando Deus diz para não falar mal dos outros, Ele não está pensando nos outros, Ele está pensando em você. Porque falar mal de quem quer que seja, prejudica a você e não necessariamente a outra pessoa. Praticar a maledicência é acionar uma lei espiritual que vai te colocar em desvantagem, que vai te trazer prejuízo. Então, quando Ele diz, “não fale mal”, Ele não está tentando proteger a outra pessoa de quem você falaria, Ele está tentando proteger você. Esta é uma ordem e é um mandamento do Senhor Jesus, e Ele espera que nós sigamos aquilo que Ele mandou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
QUEM ESTÁ POR TRÁS&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Talvez o grande problema da maledicência é quem está por trás dela. Nós falamos em primeiro lugar sobre traço de caráter, e agora eu quero mostrar o que está por trás dela. Quando o apóstolo Paulo estava dando instrução sobre quais viúvas deveriam ser socorridas, faz uma afirmação sobre o comportamento de algumas que ele não aprovava:
“Além do mais, aprendem também a viver ociosas, andando de casa em casa; e não somente ociosas, mas ainda tagarelas e intrigantes, falando o que não devem. Quero, portanto, que as viúvas mais novas se casem, criem filhos, sejam boas donas de casa e não dêem ao adversário ocasião favorável de maledicência. Pois, com efeito, já algumas se desviaram, seguindo a Satanás”. (1 Timóteo 5.13-15)
Ele diz: Timóteo, tome cuidado com as que estão nesta posição, porque elas vão se tornar ociosas, andando de casa em casa, falando o que não convém… E a expressão que ele usa é “algumas já se desviaram, seguindo após Satanás”. A Bíblia está dizendo que quem instiga maledicência é Satanás e os seus demônios, ele é quem está por trás disto! Quando a Bíblia diz que elas se tornam intrigantes, está chamando elas de promotoras de intrigas. Trata-se de gente que está gerando contenda, confusão no meio do povo de Deus. E Paulo é muito taxativo e diz: “elas estão seguindo a Satanás”!
Você não pode dar outro nome a isso. E ainda tem gente que diz: “Ah, pastor, foi só uma falhazinha, afinal de contas eu também sou humano”. Pois é querido, os humanos são a preferência de Satanás, para disseminar a semente e o mal dele, ele escolhe pessoas como você e eu, porque ele sabe que muitas vezes nós somos susceptíveis à instigação dele…
“Ora, a língua é fogo; é mundo de iniqüidade; a língua está situada entre os membros de nosso corpo, e contamina o corpo inteiro, e não só põe em chamas toda a carreira da existência humana, como também é posta ela mesma em chamas pelo inferno”. (Tiago 3.6)
A Bíblia diz que nossa língua é posta em chamas pelo inferno, ou seja, pelos poderes das trevas! Quando falamos mal uns dos outros, estamos dando lugar ao Diabo. Não há meio termo nem outra explicação para isto. Esta é umas das razões pelas quais mais devemos correr deste pecado. Mas além disto, ainda há as conseqüências…&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
ALGUMAS CONSEQUÊNCIAS&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;Em certa ocasião, o apóstolo Paulo comentou que algumas pessoas o estavam acusando de ter falado algumas coisas que ele não tinha de fato falado, e afirma:
“E por que não dizemos, como alguns, caluniosamente, afirmam que o fazemos: Pratiquemos males para que venham bens? A condenação destes é justa”. (Romanos 3.8)
Ele estava dizendo: “Eu nunca falei isso, eles colocaram estas palavras na minha boca, e porque eles estão me difamando, dizendo que eu disse algo (mesmo não tendo dito), a condenação deles é justa”. O texto fala de condenação, e isto não pode ser visto como coisa boa! E quantos de nós já não fizemos isso? Muitas vezes ouço crentes dizendo: “fulano falou isto”! E pergunto: “você ouviu dele”? Normalmente a resposta é: “Não! Mas ouvi de uma fonte segura”… Então acrescento: “sim, que também ouviu de outra fonte segura, que ouviu de outra fonte segura, e sabe-se lá quantas fontes seguras tem no meio disto tudo”!
Provavelmente você já tenha brincado de telefone sem fio, e sabe que cada conto aumenta um ponto. Sabe, é assim que nós vamos promovendo o mal. E eu acredito que a maioria de nós, os crentes, não falamos mal só pelo gosto de falar mal. Não inventamos o que estamos falando de mal; normalmente são interpretações e equívocos, mas só o fato de estarmos espalhando, se não estamos falando o que devia, pode nos colocar sob condenação!
Além disto, a maledicência nos rouba bênçãos de Deus. O Salmo 140.11 diz que o maldizente não se estabelecerá na Terra. Essa era uma das maiores promessas de Deus desde o início: “você vai se estabelecer na terra que o Senhor Deus te dá, você vai prosperar, você vai ter isso e aquilo”, mas o texto diz que os maldizentes não terão esta bênção. E o pior é que isto é como uma bola de neve, quanto mais rola, mais cresce!
“Evita, igualmente, os falatórios inúteis e profanos, pois os que deles usam passarão a impiedade ainda maior. Além disso, a linguagem deles corrói como câncer; entre os quais se incluem Himeneu e Fileto”. (2 Timóteo 2.16-17)
A Bíblia diz que os que estão nisto passarão a uma impiedade ainda maior. Não há como interromper esse processo depois que você começa. A Bíblia diz que isso corrói, cresce como câncer, são células mortas, cancerígenas, crescendo no corpo e estragando aquilo que Deus projetou para funcionar de forma adequada.
A Escritura nos mostra que as conseqüências são sérias, que se trata de um pecado grave. Quando o apóstolo Paulo fala de alguns pecados que impedem as pessoas de herdar o reino de Deus, inclui os maldizentes na lista:
“Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus”. (1 Coríntios 6.9-10)
Jesus também afirmou que do coração do homem procede muitos dos pecados e incluiu a blasfêmia na lista:
“Porque de dentro, do coração dos homens, é que procedem os maus desígnios, a prostituição, os furtos, os homicídios, os adultérios, a avareza, as malícias, o dolo, a lascívia, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura. Ora, todos estes males vêm de dentro e contaminam o homem”. (Marcos 7.21-23)
Blasfemar significa falar mal, infamar. Jesus colocou a blasfêmia junto com a prostituição, o homicídio e o furto. Mas em nossa mente tentamos desassociar tais pecados e nos convencer que não é assim tão sério. Não podemos negar. A Palavra de Deus nos mostra que a maledicência causa um estrago muito grande no meio da igreja de Cristo, é por isso que nós precisamos abandoná-la, é por isso que nós precisamos deixa-la de lado, se queremos experimentar o que Deus prometeu e o que Ele disse que faria, nós temos que deixar de lado o que impede o nosso crescimento e impede o crescimento dos outros.
“O homem perverso espalha contendas, e o difamador separa os maiores amigos”. (Provérbios 16.28)
Criamos tantos problemas com a nossa língua! Se a domássemos, a maior parte deles acabaria:
“Sem lenha, o fogo se apaga; e, não havendo maldizente, cessa a contenda”. (Provérbios 26.20)
Uma das conseqüências mais graves em nossa vida é que a maledicência abre espaço para que o diabo tenha autoridade de ferir nossas vidas. A maledicência é uma brecha, uma legalidade para Satanás nos ferir. Falando de Israel no deserto e que essas coisas nos servem de exemplo, Deus diz:
“Nem murmureis, como alguns deles murmuraram e pereceram pelo destruidor”. (1 Coríntios 10.10)
Tem muito crente sendo ferido pelo diabo. Não porque a proteção de Deus não seja eficaz, mas porque abre brechas com sua própria língua bifurcada. Se você não tem conseguido deter os ataques do diabo contra sua vida, sugiro re-examinar seu comportamento nesta área, pois a probabilidade de falharmos nela é grande!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
PRIVADOS DA PRESENÇA DIVINA&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;Quando tratava comigo nesta área, o Senhor falou ao meu coração que a maledicência, além de fazer de nós um canal de Satanás, ainda nos rouba a presença de Deus.
“Quem, SENHOR, habitará no teu tabernáculo? Quem há de morar no teu santo monte? O que vive com integridade, e pratica a justiça, e, de coração, fala a verdade; o que não difama com sua língua, não faz mal ao próximo, nem lança injúria contra o seu vizinho”. (Salmo 15.1-3)
Este texto não só nos revela que para estar na presença do Senhor precisamos vencer este pecado, como também traz um pouco mais de luz sobre este tipo de erro. O texto fala de dois tipos de pecado da maledicência: ativo e passivo. O que difama com a língua é o ativo, e o passivo é o que ouve. Porque quando você ouve o maldizente (mesmo se você não fala nada) também está pecando por cumplicidade (Lv 19.16,17). Logo, quando emprestamos o ouvido a um maldizente estamos participando do mesmo pecado. E isto nos priva da presença de Deus.
Se você observar Efésios 4.29 que fala sobre não entristecer o Espírito Santo, vai perceber que o versículo anterior e o posterior retratam pecados cometidos com a língua. Logo, se queremos uma vida cheia do Espírito, é preciso corrigir isto. Portanto, evite a maledicência. Você faz isso de duas formas: evitando a maledicência e também evitando o maldizente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
EVITANDO FALATÓRIOS E FALADORES&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;“E tu, ó Timóteo, guarda o que te foi confiado, evitando os falatórios inúteis e profanos e as contradições do saber, como falsamente lhe chamam, pois alguns, professando-o, se desviaram da fé”. (1 Timóteo 6.20)
Assim como o justo não se assenta na roda dos escarnecedores, precisamos também cuidar para que não nos enredemos por este pecado. Mas eu não só evito pecar com minha boca, como também evito pecar cedendo meus ouvidos à maledicência. As Sagradas Escrituras nos ensinam a evitar os maldizentes:
“Mas, agora, vos escrevo que não vos associeis com alguém que, dizendo-se irmão, for impuro, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com esse tal, nem ainda comais”. (1 Coríntios 5.11)
Desta forma, venceremos e continuaremos a crescer no Senhor.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>A tragédia não é o fim</title><link>http://tempo-kairos.blogspot.com/2012/01/tragedia-nao-e-o-fim.html</link><category>Pr. Silmar Coelho</category><category>Reflexão</category><author>noreply@blogger.com (Tati Dias)</author><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 17:59:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4310188946507219194.post-5677958265625488017</guid><description>&lt;div style="text-align: right;"&gt;
Por Pr. Silmar Coelho&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;img src="http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQUSnrvCdrqCB7n_GkeKfb_xHnQOU564mh11AMIALrW2HpFovmX" /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;A Bíblia conta em II Samuel 9 a história de Mefibosete. Sua vida foi cheia de tragédias. Quando ele tinha cinco anos, mataram seu avô; no mesmo dia, mataram seu pai. Como se não bastasse, a babá, querendo protegê-lo, o pegou nos braços e saiu correndo para escondê-lo. Ao fazer isto, ela tropeçou e deixou o menino cair no chão. Ele quebrou as duas pernas e nunca mais andou. Mefibosete foi então escondido. Quem o escondeu pensava estar protegendo-o do novo rei, Davi. Pois pensava que Davi queria matá-lo por ser Mefibosete o herdeiro do trono. Mefibosete, que nascera para ser um príncipe, morar no palácio, e desfrutar de uma vida formidável, vivia escondido numa casa emprestada, que não era sua, solitário e sem comunicação. No entanto, Davi, o rei, fizera uma aliança com o pai de Mefibosete, Jônatas, e prometera cuidar e proteger todos os seus descendentes. Mefibosete, por pensar que Davi o procurava para o mal, mais se escondia. Quando Davi o descobriu, mandou um dos seus servos buscá-lo. Ziba foi ao encontro de Mefibosete e o carregou nos braços de volta ao palácio. Davi restaurou a vida de Mefibosete e lhe devolveu tudo o que ele tinha direito. Mefibosete passou a viver lado a lado com o rei.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;Todas as nossas tragédias fazem com que nos escondamos também. Pensamos que o Supremo Rei nos abandonou e ficamos com medo ou raiva, não entendendo porque este Rei amoroso permite que coisas horrendas nos aconteçam. O grande Rei fez uma aliança com seu filho Jesus. Ele também prometeu cuidar de você. Ele enviou o Espírito Santo para nos achar, buscar e trazer para o seu palácio. Em sua presença todas as nossas dores são curadas, nossos sonhos são realizados, nossas amarguras dissipadas, e nossas lágrimas enxugadas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&amp;nbsp;Não posso explicar porque tragédias acontecem com gente boa. Alguns dizem que é o destino, não creio; outros dizem que é castigo, mas que mal fez Jesus para morrer na cruz? Ainda outros dizem que estamos sendo purificados. A verdade é que muitos de nossos sofrimentos não têm explicação plausível.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&amp;nbsp;O que posso afirmar com segurança é que o Rei está a sua procura. Ele quer abraçar-lhe, cuidar de você, realizar seus sonhos, e mudar sua história. Nenhuma tragédia é final. Tudo pode ser mudado. Quando cremos nisto, quando mantemos a esperança viva, quando não desistimos da vida, quando aceitamos o amor de Deus, temos as forças renovadas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&amp;nbsp;Como ministrar a outros se nos sentimos feridos? Do mesmo modo que Jesus salvou o mundo através de suas chagas. Pois se o grão de trigo não morrer fica ele só, mas ao morrer o grão de trigo produz muitos grãos.

Assim podemos consolar os outros com as mesmas consolações com que fomos consolados. O poder de Deus se aperfeiçoa na fraqueza. Creia! A partir de você uma história de paz, amor, vida, e esperança começa a ser escrita.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&amp;nbsp;A tragédia não é o fim.

 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>A beleza dos joelhos dobrados</title><link>http://tempo-kairos.blogspot.com/2012/01/beleza-dos-joelhos-dobrados.html</link><category>Reflexão</category><author>noreply@blogger.com (Tati Dias)</author><pubDate>Thu, 12 Jan 2012 00:00:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4310188946507219194.post-5030020337825176275</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;
&lt;img height="240" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj1xAIhUp64Q-hE9_eAsV6EJeq6vXLBC-KyoTIC6EUzpHlNTipuXYjIRg9VflYriUTZkLPwzvGppV6jQv3BDNyFpNj0chq7RhXgQk7jltC6XruVGmX5q7oPOtiWhf9041w-Wri80wLN2EY/s320/em-oracao4.jpg" width="320" /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Deus criou o ser humano ereto, mas ele precisa aprender a se curvar, sobretudo, diante do Criador e diante de seu semelhante. Ele não tem facilidade para fazer isso. Em vez disso, ele é naturalmente resistente a qualquer curvatura. Uma das acusações feitas por Deus a Israel era a de que “os tendões de seu pescoço eram de ferro, a sua testa era de bronze” (Is 48.4; Êx 32.9). Essa criatura incurvável não se dobra, não se ajoelha, não coloca o rosto no mesmo lugar onde estão os seus pés. Ela é dura, teimosa, orgulhosa e obstinada.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;O ser humano precisa descobrir a beleza dos joelhos. Eles substituem os pés na prática da oração. Quando dobrados, os joelhos diminuem a altura do que ora e aumenta a altura daquele a quem se ora. É uma reverência aceita por Deus que pode facilitar a oração e a comunhão com ele, desde que o espírito também esteja dobrado.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span id="fullpost"&gt;Pessoas extremamente necessitadas aproximavam-se de Jesus e punham-se de joelhos diante dele para suplicar a graça desejada. É o caso do leproso que pediu ao Senhor: “Se quiseres, podes purificar-me” (Mc 1.40); do pai do garoto epilético que suplicou: “Senhor, tem misericórdia do meu filho [pois] ele tem ataques e está sofrendo muito” (Mt 17.14-15); e também do jovem rico que se ajoelhou em plena rua e perguntou: “Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna?” (Mc 10.17).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;Precisamos voltar aos joelhos. Para orar, vários personagens da Bíblia punham-se de joelhos. Na dedicação do templo de Jerusalém, “Salomão ficou em pé na plataforma e depois ajoelhou-se diante de toda a assembleia de Israel, levantou as mãos para o céu e orou” (2Cr 6.13). O escriba Esdras nos conta que “na hora do sacrifício da tarde, eu saí do meu abatimento, com a túnica e o manto rasgados, e caí de joelhos com as mãos estendidas para o Senhor, o meu Deus, e orei” (Ed 9.5). No caso do profeta Daniel, lê-se que a mão de alguém o colocou sobre as suas próprias mãos e joelhos, indicando uma curvatura maior (Dn 10.10). Pouco antes de morrer apedrejado, Estêvão caiu de joelhos e bradou: “Senhor não os considere culpados deste pecado” (At 7.60).

Em Mileto, Paulo mandou chamar os presbíteros da igreja de Éfeso e, depois de os entregar a Deus, “ajoelhou-se com todos eles e orou” (At 20.36).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Cena ainda mais bela aconteceu pouco depois, na cidade de Tiro, a caminho de Jerusalém. Os cristãos da cidade, suas esposas e seus filhos acompanharam Paulo até a praia e todos se ajoelharam para orar, antes de o apóstolo embarcar no navio (At 21.5). Na Epístola escrita aos efésios, o mesmo Paulo revela: “Por essa razão, ajoelho-me diante do Pai” e oro para que “ele os fortaleça com poder, por meio do seu Espírito” (Ef 3.14-16).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;Passagem curiosa é quando Elias “subiu o alto do Carmelo, dobrou-se até o chão e pôs o rosto entre os joelhos”. Com a cabeça, o peito e o ventre totalmente dobrados em cima dos joelhos, o profeta pediu chuva e ela veio (1Rs 18.42; Tg 5.18).

Na agonia do Getsêmani, Jesus “se afastou [dos discípulos] a uma pequena distância [de mais ou menos trinta metros], ajoelhou-se e começou a orar” (Lc 22.41). Na versão de Mateus, o Senhor “prostrou-se com o rosto em terra e orou” (Mt 26.39).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;No que diz respeito à arte da oração e da adoração, os joelhos estão ociosos. Eles foram feitos também para se dobrarem diante do Todo-poderoso. Daí o convite: “Venham! Adoremos prostrados e ajoelhemos diante do Senhor, o nosso Criador” (Sl 95.6).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Precisamos aprender a fazer isso para que, na plenitude da salvação, “ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai” (Fp 2.10-11).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;Fonte: Revista Ultimato&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj1xAIhUp64Q-hE9_eAsV6EJeq6vXLBC-KyoTIC6EUzpHlNTipuXYjIRg9VflYriUTZkLPwzvGppV6jQv3BDNyFpNj0chq7RhXgQk7jltC6XruVGmX5q7oPOtiWhf9041w-Wri80wLN2EY/s72-c/em-oracao4.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total></item><item><title>Graça não é nem negação do pecado nem a negação da culpa</title><link>http://tempo-kairos.blogspot.com/2012/01/graca-nao-e-nem-negacao-do-pecado-nem.html</link><category>Reflexão</category><author>noreply@blogger.com (Tati Dias)</author><pubDate>Wed, 11 Jan 2012 20:08:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4310188946507219194.post-3587354862720008385</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;img height="240" src="http://www.caiofabio.net/Arquivo/Image/sonho1.jpg" width="320" /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Graça é a palavra mais importante do vocabulário teológico. Cristianismo desprovido de graça não existe. Só no Novo Testamento, a palavra graça aparece 155 vezes. Quem mais desenvolve a teologia da graça é o apóstolo Paulo, que em suas Epístolas menciona o vocábulo pouco mais de cem vezes, especialmente quando se dirige aos coríntios.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Antes de ser teólogo e pregador da graça por excelência, Paulo é um dos mais notáveis pecadores alcançados por ela. Em sua conduta anterior, quando ainda se chamava Saulo, esse judeu era um feroz perseguidor dos cristãos, homens e mulheres, tanto em Jerusalém como no exterior. Ele localizava, perseguia, castigava, algemava, torturava e levava os cristãos para serem encarcerados em Jerusalém. E ainda dava seu aval quando eles eram mortos, como no caso de Estêvão, o primeiro mártir da igreja primitiva (At 9.21; 22.3-5; 26.9-11). Sem a graça, Paulo estava distanciado de Deus e condenado para sempre. Apesar de ser blasfemo, perseguidor e arrogante, “nosso Senhor derramou a “sua imensa graça” sobre mim e me deu a fé e o amor que temos por estarmos unidos com Cristo” (1Tm 1.14, NTLH). A mais conhecida declaração sobre a riqueza da surpreendente e maravilhosa graça é da lavra de Paulo: “Pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós, é dom de Deus” (Ef 2.8).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;A graça não é algo complicado. Não demanda especulações filosóficas nem teológicas -- é o favor imerecido da parte de Deus em benefício do pecador culpado e nada mais. Não é nem a negação do pecado nem a negação da culpa, mas a remoção de um e de outro, graças ao extremo amor de Deus. O favor realizado não é em função de algum merecimento ou obra positiva por parte do receptor. Ele é sempre imerecido aos olhos de Deus, o credor, e aos olhos do pecador, o devedor. O que produz a salvação definitivamente não é qualquer realização moral ou ato religioso da parte dos devedores. É a graça de Deus, e nada mais, que “se manifestou salvadora a todos os homens” (Tt 2.11).

Onde o pecado aumenta por causa da clareza e da força da lei, por causa do volume, da gravidade e da frequência das transgressões, “a graça de Deus aumenta muito mais” (Rm 5.20, NTLH). A abundância do pecado provoca a superabundância da graça. É o caso daquelas três mulheres sem nome (a samaritana, a pecadora e a adúltera) envolvidas em escândalos ligados ao comportamento sexual (Jo 4.1-30; Lc 7.36-50; Jo 8.1-11). É o caso daquele criminoso condenado à pena máxima por seus crimes e que, momentos antes de morrer, arrepende-se de seus pecados e obtém a promessa da vida eterna (Lc 23.39-43). É o caso do mavioso salmista de Israel que se descuidou e veio a se enchafurdar na lama do pecado, de onde foi graciosamente içado (Sl 40.2).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&amp;nbsp;O salvo nada mais é do que “um inimigo que Deus escolhe, um condenado que ele agracia”, nas palavras do jesuíta Jacques Guillet.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&amp;nbsp;Fonte: &lt;a href="http://www.ultimato.com.br/"&gt;Revista Ultimato&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Realizando grandes conquistas</title><link>http://tempo-kairos.blogspot.com/2011/12/realizando-grandes-conquistas.html</link><category>Vídeo</category><author>noreply@blogger.com (Tati Dias)</author><pubDate>Thu, 29 Dec 2011 18:05:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4310188946507219194.post-775671196982622063</guid><description>&lt;center&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/FQFIguvOaho?fs=1" width="459"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://img.youtube.com/vi/FQFIguvOaho/default.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Ludmila Ferber - Nunca pare de lutar 2011</title><link>http://tempo-kairos.blogspot.com/2011/12/ludmila-ferber-nunca-pare-de-lutar-2011.html</link><category>Vídeo</category><author>noreply@blogger.com (Tati Dias)</author><pubDate>Thu, 29 Dec 2011 16:54:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4310188946507219194.post-5931921587443229760</guid><description>&lt;center&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/cZHU9lmGF3M?fs=1" width="459"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://img.youtube.com/vi/cZHU9lmGF3M/default.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Nunca pare de lutar</title><link>http://tempo-kairos.blogspot.com/2011/12/nunca-pare-de-lutar.html</link><category>Mensagem</category><author>noreply@blogger.com (Tati Dias)</author><pubDate>Thu, 29 Dec 2011 16:53:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4310188946507219194.post-2189109283775800085</guid><description>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Minha mensagem para todos vocês é esta: &lt;u&gt;NÃO PAREM DE LUTAR!&lt;/u&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mais um novo ano está às portas e, a despeito de tudo o que vocês tenham vivido neste 2011, não desistam dos seus planos, sonhos, amores, família... Tudo tem o seu tempo certo - o Kairós de Deus. Portanto, continuem lutando, sabendo que resta um repouso para todos nós e que Papaizinho estará sempre conosco, sempre...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Feliz 2012! Viva-o todo na presença de Deus. Abraços.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tati Dias&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="cor_2" id="cabecalho" style="background-color: white; line-height: 20px; padding-bottom: 10px; padding-left: 140px; padding-right: 295px; padding-top: 5px;"&gt;&lt;div&gt;&lt;h1 id="identificador_musica" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #ff6600; font-style: italic; font-weight: 400; line-height: 26px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none; text-shadow: rgb(236, 236, 236) 0px 1px 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 id="identificador_musica" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #ff6600; font-style: italic; font-weight: 400; line-height: 26px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none; text-shadow: rgb(236, 236, 236) 0px 1px 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: small;"&gt;Nunca Pare de Lutar&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #b7b700; font-weight: 400; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px; text-decoration: none;"&gt;&lt;a href="http://letras.terra.com.br/ludmila-ferber/" id="identificador_artista" style="color: #b7b700; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: small;"&gt;Ludmila Ferber&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="main_cnt" style="background-color: white; height: auto !important; line-height: 20px; margin-left: 140px; min-height: 619px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 10px; padding-top: 10px; position: relative; width: 834px; z-index: 3;"&gt;&lt;div id="div_letra" style="height: auto !important; line-height: 1.5; min-height: 260px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; padding-right: 446px;"&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #666666; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;O que vem pra tentar ferir&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;O valente de Deus&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Em meio às suas guerras?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #666666; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Que ataque é capaz&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;De fazê-lo olhar pra trás&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;E querer desistir?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #666666; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Que terrível arma é&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Usada pra tentar paralisar sua fé?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #666666; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Cansaço, desânimo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Logo após uma vitória&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;A mistura de um desgaste com um contra-ataque do mal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;A dor de uma perda, ou a dor da traição&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Uma quebra de aliança, que é raiz da ingratidão&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #666666; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Se alguém está assim, preste muita atenção&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Ouça o que vem do coração de Deus:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #666666; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Em tempos de guerra, nunca pare de lutar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Não baixe a guarda, nunca pare de lutar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Em tempos de guerra, nunca pare de adorar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Libera a Palavra, profetiza sem parar&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #666666; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;O escape, o descanso, a cura&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;A recompensa vem sem demora&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Para que Jesus nasceu?</title><link>http://tempo-kairos.blogspot.com/2011/12/para-que-jesus-nasceu.html</link><category>Mensagem</category><category>Natal</category><author>noreply@blogger.com (Tati Dias)</author><pubDate>Sat, 24 Dec 2011 13:28:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4310188946507219194.post-4402115827699538954</guid><description>&lt;div style="text-align: right;"&gt;Por Rev. Fernando de Almeida&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;“Por esta razão nasci e para isto vim ao mundo: para testemunhar da verdade. Todos os que são da verdade me ouvem". (Jo 18.37)&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Jesus Cristo&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;Talvez fosse melhor começarmos dizendo para que Jesus não nasceu:&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;1. Ele não nasceu para que eu tivesse o recesso de final de ano.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;2. Ele não nasceu para que eu pudesse saciar minha sede por consumo.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;3. Ele não nasceu para que, em uma noite, pudesse afrouxar meus freios morais e sociais.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;4. Ele não nasceu para que eu pudesse reunir a família em uma refeição.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;5. Ele não nasceu para que eu enfeitar minha casa com luzes e um pinheiro com bolas coloridas.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;6. Ele não nasceu para eu trocar presentes no amigo secreto.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;Não há nada de errado em reunir a família ou trocar presentes. O problema é quando deixamos o sentido mais importante do natal, que é o nascimento do Deus-homem, por coisas secundárias. Seria como uma criança pequena ao receber um presente caro. Ela abre o embrulho e despreza o conteúdo, ficando com a brincar com a embalagem e as fitas. São coloridas, chamam a atenção, mas não tem valor em si; o valor estava no conteúdo menosprezado. Para muitos, a comemoração do natal é assim. Perdem a oportunidade de se voltarem para Cristo se esquecendo que diante dele, tudo mais é fita e enfeite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus disse que veio a esse mundo com objetivos bem específicos. Ele teve como missão testemunhar a verdade. Em outro lugar, ele já havia asseverado: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim.” (Jo 14.6)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine tudo o que está envolvido na encarnação do Filho de Deus: o nascimento virginal, os milagres que realizou, a pregação que toca o coração humano... Isso é a verdade. Seu ministério entre nós apontou a falência da natureza humana, bem como a necessidade e a possibilidade de redenção; Jesus mostrou-se como sendo o único capaz de trazer o ser humano para seu propósito criacional; restaurar aquela medida de santidade sobre a qual o Pai testificou: “viu Deus tudo quanto fez e viu que era muito bom”!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de saber o sentido original do Natal, Jesus nos incentiva também a um relacionamento profundo com ele. É importante ser dito isso pois são poucos os que desconhecem o fato da festa do Natal ter sua razão no nascimento de Jesus. Esse conhecimento, mesmo sendo quase universal em nossa sociedade, para nada serve. A Verdade, quando aplicada à mente, precisa mudar o coração e, conseqüentemente, os atos. Nossa vida revela o quanto conhecemos a Verdade. Por essa razão Jesus disse: “Todos os que são da verdade me ouvem". Ouvir é muito mais do que a capacidade da audição; é andar de acordo. É o mesmo sentido que uma mãe fala ao filho desobediente: “Se você tivesse ouvido a mamãe...”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ouvir é prestar atenção e obedecer.  Talvez, seja por ocasião desse Natal, que você perceba a necessidade de ter Cristo de fato por mestre e assentar-se aos seus pés, como os apóstolos faziam. É para isso que o Natal serve. É uma oportunidade de escutarmos de maneira ainda mais clara a respeito do testemunho, da prova irrefutável do amor de Deus manifesto em Jesus. Isso é a verdade. Não abra mão dela. (Pv 23.23)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: Igreja Presbiteriana do Brasil&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item></channel></rss>