<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-1642820154871609758</atom:id><lastBuildDate>Sun, 01 Sep 2024 12:17:27 +0000</lastBuildDate><category>ansiedade</category><category>depressão</category><category>terapia cognitivo comportamental</category><category>terapia comportamental</category><category>TOC</category><category>terapia cognitiva</category><category>ACT</category><category>TCC</category><category>felicidade</category><category>mania</category><category>maníaco</category><category>morte</category><category>psiquiatria</category><category>sofrimento</category><category>sorocaba</category><category>suicídio</category><category>tratamento</category><category>Hayes</category><category>Steven</category><category>apoio</category><category>auto confiança</category><category>auto controle</category><category>auto estima</category><category>biológico</category><category>bipolar</category><category>birra</category><category>cancer</category><category>casamento</category><category>cigarro</category><category>ciência</category><category>comida</category><category>compulsao</category><category>corpo</category><category>depressao</category><category>depressivo</category><category>desobediência</category><category>dieta</category><category>divórcio</category><category>doenças</category><category>dor</category><category>estudos</category><category>fisiologia</category><category>fobia</category><category>fumantes</category><category>fumar</category><category>fumaça</category><category>grupo</category><category>horas</category><category>infantil</category><category>mama</category><category>manha</category><category>manias</category><category>mudança</category><category>mães</category><category>nervosismo</category><category>obsessao</category><category>obsessão</category><category>operação</category><category>otimismo</category><category>pais</category><category>parar</category><category>pessimismo</category><category>psicologia</category><category>psicoterapia</category><category>psicóloga</category><category>psicólogo</category><category>pânico</category><category>quimioterapia</category><category>radioterapia</category><category>raiva</category><category>relógio</category><category>rituais</category><category>ritual</category><category>roberto carlos</category><category>satisfação</category><category>terapia</category><category>terapia da aceitação e do comprometimento</category><category>timidez</category><category>trasntorno</category><category>trauma</category><category>traumas</category><category>tristeza</category><category>tumor</category><title>VidaPlena</title><description>&quot;Somos o que&#xa;fazemos, mas somos, principalmente, o que fazemos para mudar o que somos&quot;&#xa;(Galeano).</description><link>http://vidaplena-sorocaba.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Desirée C. Cassado)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>14</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1642820154871609758.post-1658057382781245498</guid><pubDate>Mon, 01 Jun 2009 18:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-01T11:54:35.719-07:00</atom:updated><title>Rivalidade entre Irmãos</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEijhn1Wxzpwyx8KUCzPtl1xvavahUIzwFeXppo6b5xeOZQUIjGzEIrmmtEZcuGafZ408Qq9CFcT0pLBaVZgYnw7BW3ImfNYYK0Mp3_LvApeKZv7eGR6_Gflci5pCTw4OAVhDhp7TlKi_R-T/s1600-h/irmaos_ciumes.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 200px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEijhn1Wxzpwyx8KUCzPtl1xvavahUIzwFeXppo6b5xeOZQUIjGzEIrmmtEZcuGafZ408Qq9CFcT0pLBaVZgYnw7BW3ImfNYYK0Mp3_LvApeKZv7eGR6_Gflci5pCTw4OAVhDhp7TlKi_R-T/s200/irmaos_ciumes.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5342434505194917090&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Mesmo se entendendo e se amando, é normal que exista certa dose de rivalidade entre irmãos, afinal, eles dividem e disputam muitas coisas: casa, quarto, computador, amigos e, principalmente, a atenção dos pais.&lt;br /&gt; Ciúmes e competição são sentimentos primitivos e inevitáveis encontrados em todas as espécies. A competição permeia as relações humanas tanto no trabalho e escola, quanto na família. Os problemas aparecem quando o indivíduo não possui habilidades para lidar com esse tipo de conflito. Imagine um adulto que não suporta ver um colega ganhando uma promoção ou que não tolera que a namorada dê atenção aos amigos. Não precisamos de muito esforço para perceber que este adulto sofre por não ter adquirido, ao longo do seu desenvolvimento, formas de lidar com este sentimento de maneira adequada.&lt;br /&gt; Os pais têm enorme influência na forma como os filhos se relacionam. Portanto, é importante que os mesmos evitem comparações entre os irmãos. Frases do tipo: “por que você não é tão responsável quanto o seu irmão?” fortalecem sentimentos de baixa auto-estima e autoconfiança na criança que não tem essas aptidões.&lt;br /&gt; Os pais devem conhecer seus filhos profundamente e saber distinguir e valorizar as qualidades de cada um. Só assim todos se sentirão amados e especiais, independente das qualidades e virtudes dos irmãos.&lt;br /&gt; É importante que os pais entendam e validem os sentimentos de ciúmes dos filhos, pois, como já dissemos, ele é inevitável, mas que não permitam que tal sentimento leve a comportamentos agressivos e desrespeitosos. Quando esses episódios acontecerem cabe aos pais ouvir ambos os lados com cuidado para não tomar partidos ou sair em defesa de um dos filhos. Uma boa idéia é deixar que os filhos negociem sozinhos e cheguem as suas conclusões, cabendo aos pais intervir apenas se houver abusos. Os pais devem deixar claro que acreditam que os filhos saberão chegar num acordo. Negociar e resolver conflitos são comportamentos complexos e importantíssimos para uma vida adulta saudável. Portanto, é importante que os filhos tenham a oportunidade de aprender logo cedo com as pessoas que o cercam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.terapiacc.com.br/quem_somos.html&quot;&gt;Giovanna Vasconcelos e Desirée Cassado&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Terapia Cognitivo-Comportamental, Grupo de Estudos e Supervisão.
Rua Emydgia Campolim, 67 Sorocaba/SP. Tel. (15) 3211 5961
www.terapiacc.com.br&lt;/div&gt;</description><link>http://vidaplena-sorocaba.blogspot.com/2009/06/rivalidade-entre-irmaos.html</link><author>noreply@blogger.com (Desirée C. Cassado)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEijhn1Wxzpwyx8KUCzPtl1xvavahUIzwFeXppo6b5xeOZQUIjGzEIrmmtEZcuGafZ408Qq9CFcT0pLBaVZgYnw7BW3ImfNYYK0Mp3_LvApeKZv7eGR6_Gflci5pCTw4OAVhDhp7TlKi_R-T/s72-c/irmaos_ciumes.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1642820154871609758.post-4294854774121347288</guid><pubDate>Mon, 27 Apr 2009 04:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-26T21:52:31.583-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">bipolar</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">depressao</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">depressivo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">mania</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">maníaco</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">psiquiatria</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">TCC</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">terapia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">tratamento</category><title>Entre o Céu e o Inferno – Convivendo  com o Transtorno Bipolar (Maníaco-Depressivo)</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgo8ucL8IpXajQ1FdAbaZyxL9crYMhwhFScLpHpE5E3W6xntlvzsCXOdk7-FvFX2CApDj8v5vkijAI7Bws4I6R7U4UbBi1ciKvbrfRLlnocZxpgaxq9jk1TkEqwk5Ry8HNJlGlN4-R4G_tH/s1600-h/bipolar2.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 164px; height: 200px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgo8ucL8IpXajQ1FdAbaZyxL9crYMhwhFScLpHpE5E3W6xntlvzsCXOdk7-FvFX2CApDj8v5vkijAI7Bws4I6R7U4UbBi1ciKvbrfRLlnocZxpgaxq9jk1TkEqwk5Ry8HNJlGlN4-R4G_tH/s200/bipolar2.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5329229340989575778&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;   Da felicidade à tristeza. Da mania à depressão. Da imprudência à apatia. Uma montanha russa de emoções pode representar os sentimentos do portador do Transtorno Bipolar: um transtorno psicológico caracterizada por uma grave instabilidade de humor. &lt;br /&gt;   O Transtorno Bipolar, também conhecido como Transtorno Maníaco-Depressivo, leva os indivíduos acometidos a ter graves variações de humor chamadas de episódios de mania (caracterizados por exaltação do humor, euforia, hiperatividade, diminuição da necessidade de sono, exacerbação da sexualidade e dificuldades de julgamento), alternados com períodos de depressão (apatia, tristeza, culpa, idéias suicidas, desesperança, entre outros) e de normalidade. &lt;br /&gt;   As variações de humor do Transtorno Bipolar podem durar semanas ou meses, trazendo grandes problemas na vida afetiva, profissional e familiar dos indivíduos acometidos pelo transtorno.&lt;br /&gt;   Geralmente os primeiros sintomas dão-se em torno dos 20 a 30 anos de idade, mas isso não é a regra: há evidências de que os primeiros episódios podem ocorrer mesmo após os 70 anos. O início pode ser tanto pela fase depressiva como pela fase maníaca, iniciando gradualmente ao longo de semanas, meses ou abruptamente em poucos dias. Além dos quadros depressivos e maníacos, há também os quadros mistos (sintomas depressivos simultâneos aos maníacos que se alternam em poucas horas) que muitas vezes confundem os médicos, psicólogos e dificultam ainda mais o diagnóstico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Fase maníaca do transtorno bipolar&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style:italic;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;As fases maníacas, quando em seu quadro típico, prejudicam ou impedem o desempenho profissional e as atividades sociais, não raramente expondo os pacientes a situações embaraçosas e a riscos variados (dirigir sem cuidado, fazer gastos excessivos, indiscrições sexuais, entre outros riscos). Em casos mais graves, o paciente pode apresentar delírios (de grandeza ou de poder, acompanhando a exaltação do humor, ou delírios de perseguição, entre outros) e alucinações, embora mais raramente.&lt;br /&gt;Infelizmente, a grande maioria dos indivíduos com Transtorno Bipolar não percebem seus episódios maníacos como prejudiciais. Na verdade, a maioria dos pacientes relata sentimentos muito bons durante o começo de um episódio maníaco e não desejam que o mesmo acabe. Este é um problema sério de julgamento. Enquanto o episódio maníaco progride, os sintomas que o acompanham têm conseqüências dolorosas significativas tais como a perda de um trabalho ou de um relacionamento. &lt;br /&gt;Muitos indivíduos com Transtorno Bipolar abusam drogas ou álcool durante episódios maníacos, e alguns destes desenvolvem problemas secundários de abuso de substância. &lt;br /&gt;Os sinais e sintomas da fase maníaca do Transtorno Bipolar podem incluir:&lt;br /&gt;• Euforia&lt;br /&gt;• Otimismo extremo&lt;br /&gt;• Aumento de auto-estima&lt;br /&gt;• Mau julgamento – decisões precipitadas&lt;br /&gt;• Fala rápida&lt;br /&gt;• Pensamentos rápidos e confusos&lt;br /&gt;• Comportamento agressivo&lt;br /&gt;• Agitação&lt;br /&gt;• Aumento da atividade física&lt;br /&gt;• Comportamento de risco (andar com carro em alta velocidade, brigar, etc.)&lt;br /&gt;• Gastos descontrolados&lt;br /&gt;• Maior vontade de executar ou atingir metas&lt;br /&gt;• Aumento do apetite sexual&lt;br /&gt;• Diminuição da necessidade de sono&lt;br /&gt;• Falta de Concentração&lt;br /&gt;• Consumo de drogas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Fase depressiva do transtorno bipolar&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style:italic;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;A depressão seguida a um episódio maníaco pode ser grave quando é acompanhada de sentimentos de culpa e remorso pelas ações realizadas durante a mania. Pacientes com Transtorno Bipolar em fase depressiva ficam extremamente vulneráveis em relação a pensamentos desesperansosos e idéias suicidas. Este é o momento onde a família deve ficar atenta para oferecer apoio e encaminhamento médico/psicológico.&lt;br /&gt;Os sinais e sintomas da fase depressiva do transtorno bipolar podem incluir:&lt;br /&gt;• Tristeza&lt;br /&gt;• Desesperança&lt;br /&gt;• Pensamentos e comportamentos suicidas&lt;br /&gt;• Ansiedade&lt;br /&gt;• Culpa&lt;br /&gt;• Problemas para dormir&lt;br /&gt;• Problemas no apetite&lt;br /&gt;• Fadiga&lt;br /&gt;• Perda de interesse nas atividades diárias&lt;br /&gt;• Problemas de concentração&lt;br /&gt;• Irritabilidade&lt;br /&gt;• Dor crônica sem uma causa conhecida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Tratamento&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style:italic;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;O Tratamento do Transtorno Bipolar começa com o correto diagnóstico feito pelo Psicólogo e Psiquiatra. Felizmente, existem tratamentos efetivos para o Transtorno Bipolar: geralmente os sintomas podem ser minimizados ou mesmo eliminados com a utilização de medicamentos e de acompanhamento psicológico.&lt;br /&gt;   A abordagem terapêutica mais indicada para o tratamento do Transtorno Bipolar é a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Os pacientes com Transtorno Bipolar tratados com a terapia Cognitivo-Comportamental apresentam melhoras significativas em um período relativamente curto de tratamento.&lt;br /&gt;   A TCC é uma abordagem terapêutica baseada na filosofia da Análise do Comportamento e do Cognitivismo. Ambas preconizam a pesquisa científica e uma intervenção baseada em evidências. Isto significa que o trabalho do terapeuta cognitivo-comportamental é diagnosticar, pesquisar e intervir com o paciente, durante a terapia, com métodos que foram validados e que tiveram sua eficácia comprovada em estudos e pesquisas ao redor do mundo, sempre respeitando a individualidade, o amadurecimento e o tempo do paciente.&lt;br /&gt;   Existem dois principais objetivos no tratamento da TCC para transtorno bipolar. O primeiro é reconhecer os episódios maníacos antes que eles se tornem incontroláveis e elaborar com o cliente formas de lidar/prever/cessar o episódio.&lt;br /&gt;O segundo objetivo é o de compreender os gatilhos para os episódios depressivos, prevê-los e trabalhar com seus pensamentos e comportamentos de forma diminuir a intensidade e a duração da depressão.&lt;br /&gt;   Uma boa relação terapêutica é essencial para que juntos, terapeuta e cliente, possam superar os altos e baixos do Transtorno Bipolar, comprometidos simplesmente com a melhora da qualidade de vida e resgate de uma vida voltada para a satisfação pessoal e felicidade.&lt;br /&gt;                                                                     &lt;br /&gt;                                                                      &lt;a href=&quot;http://www.terapiacc.com.br&quot;&gt;Desirée Cassado&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Terapia Cognitivo-Comportamental, Grupo de Estudos e Supervisão.
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www.terapiacc.com.br&lt;/div&gt;</description><link>http://vidaplena-sorocaba.blogspot.com/2009/04/entre-o-ceu-e-o-inferno-convivendo-com.html</link><author>noreply@blogger.com (Desirée C. Cassado)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgo8ucL8IpXajQ1FdAbaZyxL9crYMhwhFScLpHpE5E3W6xntlvzsCXOdk7-FvFX2CApDj8v5vkijAI7Bws4I6R7U4UbBi1ciKvbrfRLlnocZxpgaxq9jk1TkEqwk5Ry8HNJlGlN4-R4G_tH/s72-c/bipolar2.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1642820154871609758.post-6803306835018474776</guid><pubDate>Tue, 17 Mar 2009 20:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-17T13:29:18.870-07:00</atom:updated><title>Sonhos e Interpretação</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEho7XnDv4p6EVOCUW1Ene23wxL6L1Gfyzw8YWFCm2ZTi6P4x2CrCZbq6w3TqmTXQ5bPPeji4Kia0Ae4ZeoYbZjXkgsyTBpkvJxlVcUBdx6cqmjMOwSeCsfVn5PnihHy7JTXFEQn-NKJ5-Xh/s1600-h/two_types_of_dream_by_desexign-full.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEho7XnDv4p6EVOCUW1Ene23wxL6L1Gfyzw8YWFCm2ZTi6P4x2CrCZbq6w3TqmTXQ5bPPeji4Kia0Ae4ZeoYbZjXkgsyTBpkvJxlVcUBdx6cqmjMOwSeCsfVn5PnihHy7JTXFEQn-NKJ5-Xh/s200/two_types_of_dream_by_desexign-full.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5314256415361733618&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;JC e-mail 3718, de 11 de Março de 2009.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;A matéria dos sonhos:&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Estudo mostra que pessoas interpretam em causa própria sinais aleatórios da mente&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagine que na noite passada você teve dois sonhos. Em um deles, Deus aparecia e ordenava que você tirasse um ano de folga e viajasse pelo mundo. No outro, Deus dizia que você deveria tirar um ano, sim, mas para trabalhar numa colônia de pessoas com hanseníase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual desses dois sonhos, se é que algum, você consideraria mais significativo? Ou, então, suponha que você teve um sonho no qual um amigo te defende contra inimigos e um outro, em que o seu amigo, pelas suas costas, tenta seduzir sua cara-metade. Qual deles você levaria mais a sério?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perguntas complicadas, para as quais, agora, surgem respostas, graças a uma série de estudos com mais de mil pessoas feita pelos psicólogos Carey Morewedge, da Universidade Carnegie Mellon, e Michael Norton, de Harvard.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com as mais recentes pesquisas, sonhos são tão somente uma resposta do cérebro a impulsos aleatórios ou, no máximo, um mecanismo para selecionar e descartar informações — ou seja, para promover uma faxina mental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao tentar conferir significado às imagens desordenadas criadas pelo cérebro, interpretando-as como emoções inconscientes ou mesmo presságios, as pessoas tendem, na verdade, a advogar em causa própria. Ou seja, a fazer interpretações que atendam a seus interesses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os psicólogos começaram seu trabalho perguntando a estudantes em três países — Índia, Coréia do Sul e Estados Unidos — o quanto de significado eles atribuíam a seus sonhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relativamente poucos acreditam nas modernas teorias sobre os sonhos. A maioria acredita, como dizia Freud, que os sonhos revelam importantes emoções inconscientes. Mas quando os pesquisadores pediram às pessoas que interpretassem seus sonhos, algumas correlações convenientes demais começaram a surgir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tendência é de dar mais significado a um sonho negativo se ele incluiu um desafeto e, de forma similar, dar mais importância a um sonho bom quando ele envolve um amigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os que acreditam em Deus se revelaram mais propensos a serem influenciados por aparições divinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas mesmo os agnósticos revelaram uma fraqueza por sonhos no paraíso, como aquele em que Deus ordena um ano de férias para viajar pelo mundo. Agnósticos classificaram esse sonho como mais significativo do que o outro, em que Deus os ordena a trabalhar numa colônia de pessoas com hanseníase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em busca de um caminho imparcial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A propensão a achar mais significativos os sonhos em causa própria é definida, de forma elegante, de “abordagem interessada na interpretação de sonhos”, por Morewedge e Norton, na “Journal of Personality and Social Psychology”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa “abordagem interessada” afetaria também os pesquisadores, afirmou Morewedge, citando a tendência de Freud de achar sempre o que estava buscando — sexo — no seu “A interpretação dos sonhos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez que se percebe o quão flexível a interpretação dos sonhos pode ser, dá para adivinhar por que ela tem sido um instrumento tão popular na hora de tomar decisões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contar com nossos sonhos para indicar um caminho é como, na política, adotar um painel independente para resolver uma questão. É possível se esquivar de responsabilidade pessoal ao contar com um processo supostamente imparcial, mesmo quando o painel é formado por seus amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalho voluntário, não. Margaritas, sim! Mesmo se você não acredita em seus próprios sonhos, os novos estudos sugerem que é possível aprender alguma coisa com os sonhos dos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora duvidem que os sonhos apresentem percepções ocultas ou profecias, Morewedge e Norton dizem que eles podem ser indicadores do estado emocional das pessoas, como mostram outras pesquisas que relacionaram estresse a pesadelos.&lt;br /&gt;(John Tierney, do The New York Times)&lt;br /&gt;(O Globo, 11/3)&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Terapia Cognitivo-Comportamental, Grupo de Estudos e Supervisão.
Rua Emydgia Campolim, 67 Sorocaba/SP. Tel. (15) 3211 5961
www.terapiacc.com.br&lt;/div&gt;</description><link>http://vidaplena-sorocaba.blogspot.com/2009/03/sonhos-e-interpretacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Desirée C. Cassado)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEho7XnDv4p6EVOCUW1Ene23wxL6L1Gfyzw8YWFCm2ZTi6P4x2CrCZbq6w3TqmTXQ5bPPeji4Kia0Ae4ZeoYbZjXkgsyTBpkvJxlVcUBdx6cqmjMOwSeCsfVn5PnihHy7JTXFEQn-NKJ5-Xh/s72-c/two_types_of_dream_by_desexign-full.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1642820154871609758.post-1542645738938869369</guid><pubDate>Sun, 08 Feb 2009 17:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-08T10:21:26.495-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ansiedade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">compulsao</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">depressão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">mania</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">manias</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">maníaco</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">obsessao</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">obsessão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">rituais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ritual</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">roberto carlos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">TOC</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">trasntorno</category><title>Reféns do pensamento: compreendendo e superando o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;meta equiv=&quot;Content-Type&quot; 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Este famoso cantor considerava suas muitas manias ap&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;enas como superstições até que as mesmas começara&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;m a incomodá-lo.&lt;/span&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhlP22bxKtEG74HDwrDrDY31hAdvPbDXE4mLqJrnpzU-aTh0Laxtdpozwdu0Gj2thfbTbEogdjA6Tt2AMJoTQE9U7thKHT00BbsbMmiW3vMlj9XEYj7eKL-dxKnDklYTeBl792bUvYakL8P/s1600-h/Arte.TOC.jpeg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 102px; height: 116px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhlP22bxKtEG74HDwrDrDY31hAdvPbDXE4mLqJrnpzU-aTh0Laxtdpozwdu0Gj2thfbTbEogdjA6Tt2AMJoTQE9U7thKHT00BbsbMmiW3vMlj9XEYj7eKL-dxKnDklYTeBl792bUvYakL8P/s200/Arte.TOC.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5300492811352857858&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;i style=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;                      “Teve uma época da minha vida em que eu não queria cantar certo tipo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;i style=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot;&gt; de música nem falar algumas palavras. Eu pensava que era sup&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;i style=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;erstição. Hoje,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;i style=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot;&gt; graças à ciência, descobri que não sou tão supersticioso, eu tenho TOC. Agora estou fazendo tratamento e pode ser que volte a cantar essa música.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 29.2pt 0.0001pt 36pt; text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;i style=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;Quando afinal uma mania pode ser considerada doença? Todos nós temos nossas pequenas manias e superstições e elas nos ajudam a lidar melhor com nosso cotidiano.&lt;span style=&quot;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;Verificar se o gás está fechado antes de viajar, trancar as portas antes de sair de casa, desligar o celular para ir ao cinema e lavar a mão antes de comer são &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;exemplos de comp&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;ortamentos que ajudam a nos organizar e a prevenir problemas. A verdade é que ser um pouco preocupado e ansioso é perfeitamente normal.&lt;/span&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEimlsVPXMITOYX_ybyKf1BtmbjjwGHMhUHaqmsic_v9p1GpKwnUaZlGg_q2m1-XqP73xPeMjq9feAEIWl4D7wlOttcpb9GSMuRD7Aflu2nAsSj1IbeGyNNcHuGdj7Dq8fcec0bIj3Ho8Q_6/s1600-h/lavando+as+maos.jpeg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 121px; height: 121px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEimlsVPXMITOYX_ybyKf1BtmbjjwGHMhUHaqmsic_v9p1GpKwnUaZlGg_q2m1-XqP73xPeMjq9feAEIWl4D7wlOttcpb9GSMuRD7Aflu2nAsSj1IbeGyNNcHuGdj7Dq8fcec0bIj3Ho8Q_6/s200/lavando+as+maos.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5300489468087887794&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;A história muda quando esses comportamentos se tornam repetitivos e acomp&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;a&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;nhados de pensamentos intrusivos e obsessivos que impedem a pessoa de viver plenamente sua vida. Estes sintomas são característicos do Transtorno obsessivo‑compulsivo (TOC), e com&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;o o próprio nome diz, o TOC é caracterizado pela presença de &lt;i style=&quot;&quot;&gt;obsessões&lt;/i&gt; e &lt;i style=&quot;&quot;&gt;compulsões&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;Chamamos de &lt;i style=&quot;&quot;&gt;obsessões&lt;/i&gt; pensamentos repetitivos, de conteúdo aversivo, que surgem de forma insistente e indesejada (intrusivos) e são acompanhados de grande aflição e an&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;gústia.&lt;span style=&quot;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;Os pensamentos obsessivos, na grande maioria das vezes, parecem absurdos e irreais, porém são incontroláveis.&lt;span style=&quot;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;Quem sofre com esses pensamentos obsessivos sabe o quanto eles são desproporcionais à realidade, mas ainda assim desenvolvem comportamentos repetitivos (compulsões) na tentativa de evitar que as con&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;seqüências descritas pelos pensamentos de fato ocorram, e de aliviar o estado ansioso em que se encontram.&lt;span style=&quot;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;A realização das compulsões, também conhecidas como &lt;i style=&quot;&quot;&gt;manias&lt;/i&gt;, “anula” a angústia e a ansiedade trazida pelos pensamentos obsessivos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;color:black;&quot;   lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;color:black;&quot;   lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;Infelizmente, os rituais a que os pacientes se submetem como forma de afastar as obsessões estimulam ainda mais esses pensamentos. O contrário também acontece e se o paciente tenta resistir e não executar suas compulsões, as obsessões ficam mais fortes. É um círculo vicioso: as obsessões desencadeiam compulsões que reforça&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;color:black;&quot;   lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;m as &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;color:black;&quot;   lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;obsessões. Frequentemente os pacientes relatam que os rituais compulsivos não guardam nenhuma relação lógica com a obsessão que os origina.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;Algumas pesquisas revelam que o TOC atinge cerca de 3% da população, e aflige homens, mulheres e até mesmo crianças. Muitas vezes o transtorno evolui de forma grave, a ponto do individuo não conseguir desempenhar bem suas funções no trabalho e na escola, acompanhado de sérios prejuízos em sua vida afetiva e familiar. &lt;span style=&quot;color:black;&quot;&gt;Os efeitos do TOC podem ser devastadores. A grande maioria dos obsessivo-compulsivos sofrem de baixa auto-estima e baix&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;&lt;span style=&quot;color:black;&quot;&gt;a autoconfiança. É muito freqüente o transtorno vir acompanhado de outros distúrbios psiq&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;&lt;span style=&quot;color:black;&quot;&gt;uiátricos, como a depressão, dependência do álcool e fobias específicas. Os pacientes com TOC não carreguem apenas a angústia provocada pela doença em si: muitos sofrem com a vergonha que sentem da família e dos amigos. Este é um dos motivos que levam os doentes a camuflar os sintomas e demorar a procurar ajuda. &lt;/span&gt;Estudos indicam que os pacientes de TOC levam cerca de &lt;st1:metricconverter productid=&quot;8 a&quot; st=&quot;on&quot;&gt;8 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 10 anos após o surgimento dos primeiros sintomas para procurar ajuda profiss&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;ional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 36pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Arial;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;Causas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 36pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;As causas do TO&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;C ainda não são claras. Existe um equilíbrio delicado e&lt;/span&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhj05syoc-F37mn4f1Ht2T01kR0N6_KzkOS-YYOEpcQFM1vBOsGjUkMovLNJQcMLzOybevPw_2qqs4ctJ88RfS3Fobn7vtnSwkWQK6WtXhbSGwhvcVpuxiszmXszRq4j8lkblZA9EWdlbXs/s1600-h/c%C3%A9rebroTOC.jpeg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 140px; height: 117px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhj05syoc-F37mn4f1Ht2T01kR0N6_KzkOS-YYOEpcQFM1vBOsGjUkMovLNJQcMLzOybevPw_2qqs4ctJ88RfS3Fobn7vtnSwkWQK6WtXhbSGwhvcVpuxiszmXszRq4j8lkblZA9EWdlbXs/s200/c%C3%A9rebroTOC.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5300489695551947906&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;nt&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;re c&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;omponente hereditário, bioquímica cerebral, história de vida e traços de personalidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;Pesquisas indicam que fatores genéticos podem alterar a bioquímica &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;cereb&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;ral. No cérebro do paciente de TOC há um desequilíbrio neuroquímico envolvendo &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;principalmente o neurotransmissor serotonina. A&lt;span style=&quot;color:black;&quot;&gt; serotonina está associada às se&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;&lt;span style=&quot;color:black;&quot;&gt;nsações de prazer e bem-estar. &lt;span style=&quot;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Por isso o tratamento medicamentoso do TOC&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;&lt;span style=&quot;color:black;&quot;&gt; com antidepressivos, receitados por um psiquiatra, ajuda a manter um nível saudável de serotonina no cérebro e é extremamente importante no tratamento do TOC.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;Existe ainda um componente hereditário importante já que é freqüente a incidência do TOC em &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;mem&lt;/span&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwpxLBQ-XJVxfIMZINdHjA27is0cazxcdv6d1Mig5crgLtZRL3wtkq9dJ0VmJgjxXwyn6L8AfOzljp0CAwgyvwh-GoSPEkmluNO4SjepoZj14AeVIlxPD1Fc1-sHOkP4Z2mCnFjV-mzq0k/s1600-h/foto_toc.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px; height: 158px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwpxLBQ-XJVxfIMZINdHjA27is0cazxcdv6d1Mig5crgLtZRL3wtkq9dJ0VmJgjxXwyn6L8AfOzljp0CAwgyvwh-GoSPEkmluNO4SjepoZj14AeVIlxPD1Fc1-sHOkP4Z2mCnFjV-mzq0k/s200/foto_toc.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5300487697715344610&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;bros de uma mesma família. Por outro lado, a história de vida e de aprendizagem do indivídu&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;o&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt; co&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;m&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt; TOC tem um papel importante no desenvolvimento do transtorno: pessoas ansiosas, pe&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;r&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;feccionistas, que têm o desejo de ter tudo sob controle e um senso exagerado de &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;responsabilidade e de dever possuem os traços de personalidade que colocam uma pessoa sob o risco d&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;e des&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;envolver TOC.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;Tratamento&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 27pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;A&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt; Terapia Comportamental para o TOC inicia-se &lt;span style=&quot;color: rgb(51, 51, 51);&quot;&gt;com a instrução e a educação do paciente acerca de seu problema. A clareza dos sintomas, a explicação psicológica para o TOC e o conhecimento sobre as etapas de tratamento, motivam o paciente a persistir pelos momentos mais difíceis da terapia. &lt;/span&gt;Durante o processo o paciente com TOC, junto com seu terapeuta, compreenderá a função dos seus pensamentos obsessivos e aprenderá a lidar com suas compulsões. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 27pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 27pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;Atualmente, a opção de tratamento para o TOC que traz os melhores e mais duradouros resultados são aqueles que combinam&lt;span style=&quot;color: rgb(51, 51, 51);&quot;&gt; o uso de medicamentos e a Terapia Comportamental. Sabe-se que a combinação de antidepressivos e ansiolíticos com Terapia Comportamental podem reduzir os sintomas em até 80%.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 27pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%; color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 27pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%; color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;Portanto, d&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;eve existir, para um tratamento de sucesso, a parceria entre o médico Psiquiatra e o Psicólogo Comportamental. O uso de medicamento é extremamente importante, pois visa, junto com a psicoterapia Comportamental, corrigir a carência de serotonina no cérebro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 27pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 27pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;Felizmente, as mudanças alcançadas através da Terapia Comportamental são profundas e duradouras: os benefícios&lt;span style=&quot;color: rgb(51, 51, 51);&quot;&gt; mantêm-se por um longo tempo, mesmo após a retirada dos medicamentos.&lt;/span&gt; Os pacientes acometidos com o TOC aprendem ao longo do processo terapêutico a lidar melhor com situações que geram ansiedade e que desencadeiam crises obsessiva, assim como aprendem a entender e lidar com a ansiedade como um sentimento normal, saudável e essencial para o equilíbrio emocional.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 27pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: right; text-indent: 36pt; line-height: 150%;&quot; align=&quot;right&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.terapiacc.com.br/quem_somos.html&quot;&gt;&lt;b style=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:11;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Desirée Cassado&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: right; text-indent: 36pt; line-height: 150%;&quot; align=&quot;right&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.americanas.com.br/AcomProd/1472/507482#features&quot;&gt;Fonte: Ana Beatriz Barbosa Silva. &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Mentes com Medo. &lt;/span&gt;Ed. Intergrare. São Paulo, SP.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: left; text-indent: 36pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:11;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 27pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;font-family:Arial;font-size:11;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Terapia Cognitivo-Comportamental, Grupo de Estudos e Supervisão.
Rua Emydgia Campolim, 67 Sorocaba/SP. Tel. (15) 3211 5961
www.terapiacc.com.br&lt;/div&gt;</description><link>http://vidaplena-sorocaba.blogspot.com/2009/02/refens-do-pensamento-compreendendo-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Desirée C. Cassado)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhlP22bxKtEG74HDwrDrDY31hAdvPbDXE4mLqJrnpzU-aTh0Laxtdpozwdu0Gj2thfbTbEogdjA6Tt2AMJoTQE9U7thKHT00BbsbMmiW3vMlj9XEYj7eKL-dxKnDklYTeBl792bUvYakL8P/s72-c/Arte.TOC.jpeg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1642820154871609758.post-7335484707025691379</guid><pubDate>Fri, 31 Oct 2008 00:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-30T18:02:10.114-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ansiedade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">birra</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">depressão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">desobediência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">infantil</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">manha</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">morte</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">mudança</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">mães</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">pais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">terapia cognitiva</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">terapia cognitivo comportamental</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">terapia comportamental</category><title>Meu Filho Precisa de Terapia?</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhZ-F4GJOew30ZAlSesLVbGz8DbFf_698LixgLLJKbd_W6qUL49b4MkD8SyPl2z-QQ0RB7DyVMdXT79Kb8z5q7IP-rTt2FhKtite6RMJzCWtPZWuB2ustO3GCMVS-9py3c48z8fzsZvr2zZ/s1600-h/crian%C3%A7a_chorando.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px; height: 200px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhZ-F4GJOew30ZAlSesLVbGz8DbFf_698LixgLLJKbd_W6qUL49b4MkD8SyPl2z-QQ0RB7DyVMdXT79Kb8z5q7IP-rTt2FhKtite6RMJzCWtPZWuB2ustO3GCMVS-9py3c48z8fzsZvr2zZ/s200/crian%C3%A7a_chorando.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5263105734504095346&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;         &lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt; &lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt; Nem sempre infância significa um período livre de preocupações e sofrimento. Não raramente os pequenos chegam aos consultórios de psicologia quando apresentam problemas que ultrapassam o entendimento dos pais e da escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;           Sabe-se que dificuldades são desafios inerentes ao crescimento, mas é necessário atenção aos sinais que indicam que os problemas podem estar prejudicando o desenvolvimento normal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;      &lt;br /&gt;Muitas vezes a morte de um familiar querido, a separação dos pais, mudança de cidade, chegada do irmãozinho, são suficientes para provocar sofrimento na criança. Brigas constantes, desobediência e agressividade podem corroer as relações entre pais e filhos e criar um círculo vicioso de agressão e culpa. Dentro deste contexto, muitos pais procuram a Terapia Comportamental Infantil.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;      &lt;br /&gt;A Psicoterapia Cognitivo-Comportamental Infantil visa desenvolver, na criança, meios para que ela possa lidar com o mundo a sua volta de forma saudável. Com o compromisso de ajudar a família a interagir e a participar de todos os processos de aprendizagem pelos qual a criança passará e promover o bom relacionamento entre pais e filhos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;Durante a terapia o atendimento é feito de maneira delicada e lúdica onde a criança pode sentir-se à vontade com atividades adaptadas para sua faixa etária tais como pinturas, desenhos, jogos e histórias, com o objetivo de criar uma relação de afeto e confiança entre a criança e o terapeuta. As sessões são oportunidades para que ela fale de seus medos, seus desejos, pensamentos e sentimentos, assim como torna possível que o terapeuta observe seus comportamentos e desenvolva na criança novas habilidades comportamentais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;    &lt;br /&gt;O trabalho do terapeuta na psicoterapia cognitivo-comportamental infantil estende-se aos familiares e à escola. As relações que a criança estabelece com as pessoas próximas em sua vida são extremamente importantes no processo de aprendizagem. Isto significa que para haver mudanças comportamentais na criança, a família e as pessoas que a cercam também precisam mudar. Durante este processo os pais fazem parte do foco de intervenção e é sua tarefa observar as circunstâncias nas quais os comportamentos dos filhos ocorrem e as conseqüências dos mesmos, tentando fazer relações funcionais que serão discutidas com o terapeuta, assim como observar seu próprio comportamento e entender de que forma os pais podem estar contribuindo para a manutenção do problema.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div  style=&quot;text-align: center;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;   &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;A participação dos pais é fundamental na&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;       Terapia Cognitivo-Comportamental Infantil&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;         Uma infância saudável é essencial para o desenvolvimento pleno do adulto. Perante tantas mudanças sociais e familiares que temos enfrentado atualmente, é essencial que o adulto esteja atento às necessidades psicológicas das crianças. Diante das dificuldades, o processo terapêutico pode ser um grande aliado no resgate da saúde mental das crianças e das relações de afeto entre pais e filhos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;                                                                                                                                      &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                         &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;a style=&quot;font-style: italic; font-family: arial;&quot; href=&quot;http://www.terapiacc.com.br/&quot;&gt;Desirée Cassado&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Terapia Cognitivo-Comportamental, Grupo de Estudos e Supervisão.
Rua Emydgia Campolim, 67 Sorocaba/SP. Tel. (15) 3211 5961
www.terapiacc.com.br&lt;/div&gt;</description><link>http://vidaplena-sorocaba.blogspot.com/2008/10/terapia-cognitivo-comportamental-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Desirée C. Cassado)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhZ-F4GJOew30ZAlSesLVbGz8DbFf_698LixgLLJKbd_W6qUL49b4MkD8SyPl2z-QQ0RB7DyVMdXT79Kb8z5q7IP-rTt2FhKtite6RMJzCWtPZWuB2ustO3GCMVS-9py3c48z8fzsZvr2zZ/s72-c/crian%C3%A7a_chorando.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1642820154871609758.post-3723137854860429339</guid><pubDate>Mon, 15 Sep 2008 21:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-15T16:03:58.495-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">apoio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">auto confiança</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">auto controle</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">auto estima</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cigarro</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">doenças</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">fumantes</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">fumar</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">fumaça</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">grupo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">parar</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sorocaba</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">terapia cognitiva</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">terapia cognitivo comportamental</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">terapia comportamental</category><title>Pare de Fumar!</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKrS_DNpmgl6LEsAuClmDuQOdyZ0q4_3JTthH8aZqz4v-xSzJDOUa4uJ37e1c1JXOQYuRS49fdkNXC92wa__bU8j-2-DfR-ZvXwWOQr8PsBAler0GU2bJ83gcou2f6coz-B5verR3wyhfG/s1600-h/fumantes.gif&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKrS_DNpmgl6LEsAuClmDuQOdyZ0q4_3JTthH8aZqz4v-xSzJDOUa4uJ37e1c1JXOQYuRS49fdkNXC92wa__bU8j-2-DfR-ZvXwWOQr8PsBAler0GU2bJ83gcou2f6coz-B5verR3wyhfG/s200/fumantes.gif&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5246373875708024786&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;link rel=&quot;File-List&quot; href=&quot;file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CDesiree%5CLOCALS%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml&quot;&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt; 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Por ser aceito socialmente, o uso do tabaco está consolidado na vida cotidiana, sendo reforçado psicologicamente. Estima-se que no Brasil, cerca de um terço da população adulta fuma.&lt;/span&gt;&lt;o:p style=&quot;font-family: arial;&quot;&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoBodyText2&quot;  style=&quot;margin-right: 31.9pt;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot; lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;           &lt;/span&gt;Fumar expões o organismo a um numero enorme de substancias tóxicas, dentre as principais, a nicotina, o monóxido de carbono e o alcatrão. Ao ser tragada, a nicotina é absorvida pelos pulmões, chegando ao cérebro geralmente em 9 segundos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoBodyText2&quot;  style=&quot;margin-right: 31.9pt;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot; lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;                        &lt;/span&gt;Os principais efeitos da nicotina no sistema nervoso central são: elevação do humor (estimulação) e diminuição do apetite. A nicotina é considerada um estimulante leve, apesar, de um grande numero de fumantes relatar que se sentem relaxados quando fumam. Essa sensação de relaxamento é provocada pela diminuição do tônus muscular.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoBodyText2&quot;  style=&quot;margin-right: 31.9pt;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot; lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;           &lt;/span&gt;Ao longo do tempo, o cigarro pode provocar o desenvolvimento de tolerância, ou seja, a pessoa tende a consumir um numero cada vez maior para obter os mesmos efeitos. Alem disso, o cigarro é considerado porta de entrada para outros vícios. Muitas pessoas que fumam acabam procurando álcool, maconha e outras drogas tidas como mais “pesadas”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoBodyText2&quot;  style=&quot;margin-right: 31.9pt;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot; lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Alguns fumantes, quando suspendem repentinamente o consumo de cigarros, podem sentir fissura (desejo incontrolável), irritabilidade, agitação, dificuldade de concentração, sudorese, insônia e dores de cabeça. Esses sintomas caracterizam a síndrome de abstinência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoBodyText2&quot;  style=&quot;margin-right: 31.9pt;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot; lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;                       &lt;/span&gt;A tolerância e a síndrome de abstinência são alguns dos sinais que caracterizam o quadro de dependência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoBodyText2&quot;  style=&quot;margin-right: 31.9pt;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot; lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;                       &lt;/span&gt;O uso intenso e constante de cigarros aumenta a probabilidade de ocorrência de algumas doenças, como por exemplo: pneumonia, câncer (pulmão, laringe, faringe, esôfago, boca, estomago, entre outros), infarto do miocárdio, bronquite crônica, enfisema pulmonar, derrame cerebral, ulcera digestiva, etc.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoBodyText2&quot;  style=&quot;margin-right: 31.9pt;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot; lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoBodyText2&quot;  style=&quot;margin-right: 31.9pt;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot; lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;O que significa parar de fumar:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoBodyText2&quot;  style=&quot;margin-right: 31.9pt;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;&quot; lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;          &lt;p class=&quot;MsoBodyText2&quot;  style=&quot;margin-right: 31.9pt; text-indent: 35.4pt; text-align: left;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot; lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;                       &lt;/span&gt;- melhora da capacidade física;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoBodyText2&quot;  style=&quot;margin-right: 31.9pt; text-indent: 35.4pt; text-align: left;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot; lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;- melhora do gosto pelos alimentos;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoBodyText2&quot;  style=&quot;margin-right: 31.9pt; text-indent: 35.4pt; text-align: left;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot; lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;- melhora do olfato;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoBodyText2&quot;  style=&quot;margin-right: 31.9pt; text-indent: 35.4pt; text-align: left;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot; lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;- redução dos riscos de câncer;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoBodyText2&quot;  style=&quot;margin-right: 31.9pt; text-indent: 35.4pt; text-align: left;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot; lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;- redução dos riscos de doenças cardiovasculares e respiratórias;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoBodyText2&quot;  style=&quot;margin-right: 31.9pt; text-indent: 35.4pt; text-align: left;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot; lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;- aumento da expectativa de vida;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoBodyText2&quot;  style=&quot;margin-right: 31.9pt; text-indent: 35.4pt; text-align: left;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot; lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;- termino do hálito de tabaco;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoBodyText2&quot;  style=&quot;margin-right: 31.9pt; text-indent: 35.4pt; text-align: left;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot; lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;- redução dos gastos com saúde;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoBodyText2&quot;  style=&quot;margin-right: 31.9pt; text-indent: 35.4pt;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot; lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;- um grande exemplo para filhos, amigos e familiares.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoBodyText2&quot;  style=&quot;margin-right: 31.9pt; text-indent: 35.4pt;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot; lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoBodyText2&quot;  style=&quot;margin-right: 31.9pt; text-indent: 35.4pt;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot; lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;Vontade própria de parar é o começo de tudo, mas muitas vezes não basta. O mais adequado é aliar a sua vontade de deixar o vicio com o apoio de profissionais qualificados. Em torno de 60% das pessoas que participam de &lt;a href=&quot;http://www.terapiacc.com.br/&quot;&gt;psicoterapia comportamental&lt;/a&gt; param de fumar e se abstém do cigarro.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoBodyText2&quot;  style=&quot;margin-right: 31.9pt; text-indent: 35.4pt;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot; lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;As modalidades de tratamento existentes podem ser aliadas, oferecendo ao fumante: orientações sobre o tabagismo; terapia cognitivo-comportamental; reposição de nicotina com emplasto ou goma de mascar para reduzir os sintomas de abstinência; uso de medicamentos que reduzem a vontade de fumar; apoio dos amigos, familiares e profissionais da saúde.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoBodyText2&quot; style=&quot;margin-right: 31.9pt; text-indent: 35.4pt; text-align: right; font-family: arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.terapiacc.com.br/&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Giovanna Vasconcelos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;&quot; lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;  style=&quot;text-align: right;font-family:arial;&quot; align=&quot;right&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.terapiacc.com.br/&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.terapiacc.com.br/&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.terapiacc.com.br/&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;Para Parar de Fumar&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span   lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;font-family:Arial;font-size:130%;&quot;&gt;Grupo Terapêutico  - Informaçoes pelo telefone (15) 3211 5961&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span   lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;font-family:Arial;font-size:130%;&quot;&gt;Rua Emydgia Campolim, 67 – Sorocaba/SP&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;  &lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.terapiacc.com.br/&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;span  lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;font-family:Arial;&quot;&gt;www.terapiacc.com.br&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Terapia Cognitivo-Comportamental, Grupo de Estudos e Supervisão.
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www.terapiacc.com.br&lt;/div&gt;</description><link>http://vidaplena-sorocaba.blogspot.com/2008/09/pare-de-fumar.html</link><author>noreply@blogger.com (Desirée C. Cassado)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKrS_DNpmgl6LEsAuClmDuQOdyZ0q4_3JTthH8aZqz4v-xSzJDOUa4uJ37e1c1JXOQYuRS49fdkNXC92wa__bU8j-2-DfR-ZvXwWOQr8PsBAler0GU2bJ83gcou2f6coz-B5verR3wyhfG/s72-c/fumantes.gif" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1642820154871609758.post-3040073707520459883</guid><pubDate>Tue, 26 Aug 2008 08:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-27T03:04:02.498-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ACT</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">casamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">divórcio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sofrimento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">terapia cognitiva</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">terapia comportamental</category><title>Sofrimento é chave para casamento feliz, diz pesquisa</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhH7K7rtdNEC8OvjLRPYCRFGtSiZbQ-cjS-KALAxwcm0hEa-Y40pvzS_UfpCxzYC3XdxNpbNlTODknQgV_eAF4T0rnvQNXUn4a_-Qiyt1f3Bb-8vDMN09GOiBisi1JEdad_WKSUXby_zf32/s1600-h/casal.gif&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhH7K7rtdNEC8OvjLRPYCRFGtSiZbQ-cjS-KALAxwcm0hEa-Y40pvzS_UfpCxzYC3XdxNpbNlTODknQgV_eAF4T0rnvQNXUn4a_-Qiyt1f3Bb-8vDMN09GOiBisi1JEdad_WKSUXby_zf32/s200/casal.gif&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5238741117372768834&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;Aceitar que relacionamentos sempre incluem dor e sofrimento é a chave para um casamento feliz, segundo um estudo publicado na Revista de Terapia de Casal e de Família, nos Estados Unidos.&lt;/span&gt;  &lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;Os professores da Universidade do Estado da Califórnia Diane Gehart e Eric McCollum dizem que os contos de fada e histórias de amor atuais criam uma ilusão de que é possível viver um &quot;relacionamento perfeito&quot;, o que torna ainda mais difícil lidar com os problemas do dia-a-dia.&lt;/span&gt;  &lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&quot;Nossa cultura perpetua o mito de que, com esforço suficiente, podemos atingir um estado sem sofrimento&quot;, diz a pesquisa.&lt;/span&gt;  &lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&quot;Nos Estados Unidos, o valor que é dado à atitude pró-ativa e ao triunfo sobre a adversidade cria um ambiente onde o sofrimento pode ser visto como um sintoma da derrota pessoal.&quot;&lt;/span&gt;  &lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;Budismo&lt;/span&gt;  &lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;Os autores do estudo criticam psicólogos que usam o termo &quot;saúde mental&quot; como sinônimo de um estado em que as pessoas não sofrem e defendem o uso de uma técnica de meditação budista para lidar com os problemas de família: em vez de eliminar o sofrimento, os budistas buscam entender as mágoas de forma tranqüila e compreensiva.&lt;/span&gt;  &lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;Segundo os pesquisadores, para alcançar um casamento bem-sucedido, é preciso que as pessoas se afastem da busca pela perfeição, aceitando a existência de &quot;maus momentos&quot;, e cheguem a um estado que eles chamam de &quot;aceitação atenta&quot;.&lt;/span&gt;  &lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&quot;A &#39;aceitação atenta&#39; é a compreensão de que enquanto alguma dor é inevitável, o sofrimento de lutar contra o que não podemos mudar não é&quot;, dizem eles.&lt;/span&gt;  &lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;A técnica já foi transformada numa terapia cognitiva, usada para tratar a depressão, e agora deve servir de instrumento para ajudar as pessoas a lidarem com o abuso, o divórcio e a rejeição.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style=&quot;font-style: italic;&quot; href=&quot;http://vidaplena-sorocaba.blogspot.com/2008/08/no-fuja-da-dor.html&quot;&gt;Saiba mais sobre essa terapia. &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                    &lt;a href=&quot;http://www.bbc.co.uk/portuguese/&quot;&gt;Fonte BBCBrasil&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.terapiacc.com.br/&quot;&gt;www.terapiacc.com.br&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Terapia Cognitivo-Comportamental, Grupo de Estudos e Supervisão.
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www.terapiacc.com.br&lt;/div&gt;</description><link>http://vidaplena-sorocaba.blogspot.com/2008/08/sofrimento-chave-para-casamento-feliz.html</link><author>noreply@blogger.com (Desirée C. Cassado)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhH7K7rtdNEC8OvjLRPYCRFGtSiZbQ-cjS-KALAxwcm0hEa-Y40pvzS_UfpCxzYC3XdxNpbNlTODknQgV_eAF4T0rnvQNXUn4a_-Qiyt1f3Bb-8vDMN09GOiBisi1JEdad_WKSUXby_zf32/s72-c/casal.gif" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1642820154871609758.post-6863840135351611423</guid><pubDate>Tue, 26 Aug 2008 08:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-26T01:13:34.971-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cancer</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ciência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">estudos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">felicidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">mama</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">morte</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">operação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">otimismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">pessimismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">quimioterapia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">radioterapia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">satisfação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">tratamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">trauma</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">traumas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">tristeza</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">tumor</category><title>Felicidade diminui risco de câncer de mama</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhhggqu6frg5IPasuQxFDittSSbLzP-oCe0uOtqKRILhUdvkMDaQ08jyMs0Endyb8vLuh50jFOt8oQ-R7I2q60dOm73OKy72WVlnSJhw-EfRxiIp26NE9B8fGhvEO3H_MEYuuZZ1JAAypcD/s1600-h/mama.htm&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhhggqu6frg5IPasuQxFDittSSbLzP-oCe0uOtqKRILhUdvkMDaQ08jyMs0Endyb8vLuh50jFOt8oQ-R7I2q60dOm73OKy72WVlnSJhw-EfRxiIp26NE9B8fGhvEO3H_MEYuuZZ1JAAypcD/s200/mama.htm&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5238735170499311314&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Especialistas querem investigar ligação entre estado emocional e câncer&lt;br /&gt;Uma pesquisa realizada por especialistas israelenses sugere que se sentir feliz e ter uma atitude positiva diante da vida pode ser uma arma eficaz na prevenção contra o câncer de mama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A equipe, da Universidade de Ben-Gurion, afirma que mulheres que se dizem felizes têm menos chances de desenvolver a doença, enquanto as que viveram eventos traumáticos estão mais vulneráveis a desenvolver o tumor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os especialistas entrevistaram mais de 250 mulheres com idades entre 25 e 45 anos, diagnosticadas com câncer de mama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pacientes responderam a perguntas sobre sua atitude em relação à vida e se tinham passado por episódios tristes, como a morte de um membro da família ou outro acontecimento traumático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados foram comparados com as de um outro grupo de voluntárias saudáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cientistas observaram que as mulheres que se declararam mais otimistas tinham 25% menos chances de apresentar câncer de mama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Descobrirmos que o sentimento de felicidade e otimismo tem um efeito de proteção”, disseram os pesquisadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda segundo eles, um único evento traumático não influencia no desenvolvimento da doença, mais duas ou mais crises pessoais aumentam os riscos da doença em dois terços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cientistas esclareceram que o fato de as entrevistas terem ocorrido pouco depois do diagnóstico pode ter levado as pacientes a darem respostas “mais nostálgicas e negativas sobre o seu passado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas insistiram que vivenciar mais de um evento traumático é um fator de risco para o câncer de mama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os especialistas disseram, entretanto, que a ligação entre o estado mental e os sistemas imunológico e hormonal ainda não é clara e que outros estudos são necessários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisas anteriores sugeriram que o estresse pode aumentar os níveis de estrogênio em mulheres, um hormônio que pode desencadear e alimentar o câncer.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Fonte &lt;a href=&quot;http://www.bbc.co.uk/portuguese/&quot;&gt;BBCBrasil&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.terapiacc.com.br&quot;&gt;www.terapiacc.com.br&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Terapia Cognitivo-Comportamental, Grupo de Estudos e Supervisão.
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www.terapiacc.com.br&lt;/div&gt;</description><link>http://vidaplena-sorocaba.blogspot.com/2008/08/felicidade-diminui-risco-de-cncer-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Desirée C. Cassado)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhhggqu6frg5IPasuQxFDittSSbLzP-oCe0uOtqKRILhUdvkMDaQ08jyMs0Endyb8vLuh50jFOt8oQ-R7I2q60dOm73OKy72WVlnSJhw-EfRxiIp26NE9B8fGhvEO3H_MEYuuZZ1JAAypcD/s72-c/mama.htm" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1642820154871609758.post-8945088692945958102</guid><pubDate>Mon, 11 Aug 2008 23:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-16T12:22:57.037-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ansiedade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">depressão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">psiquiatria</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">suicídio</category><title>Suicídio - Fique atento!</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh6_2lQqyXVM64CAlvKPg_JVhyphenhyphen0oq48T2vP7F0FwHOl7C2C0essU0gZrxjxXph5IOC5CaRdAIqZR_oC50DJ_7HMjARexSCtqgPYrw6cgQGILI9WGFDzKIbKFVQB-XkX-r0T3yyulIpfiIeh/s1600-h/depressao.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh6_2lQqyXVM64CAlvKPg_JVhyphenhyphen0oq48T2vP7F0FwHOl7C2C0essU0gZrxjxXph5IOC5CaRdAIqZR_oC50DJ_7HMjARexSCtqgPYrw6cgQGILI9WGFDzKIbKFVQB-XkX-r0T3yyulIpfiIeh/s200/depressao.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5233419856415695410&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;FATOS E MITOS SOBRE O SUICÍDIO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;MITO:&lt;/span&gt; Pessoas que ameaçam se suicidar, não se matam. &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;FATO:&lt;/span&gt; A cada 10 pessoas que cometem suicídio, 8 avisaram  família/amigos/parentes.&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;MITO&lt;/span&gt;: Pessoas suicidas têm realmente a intenção de morrer.&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;FATO:&lt;/span&gt; A maiorias dos suicidas estão indecisos sobre viver ou morrer e, frequentemente, “brincam com a morte”. Confiando que outras pessoas vão salva-lo (a). Raríssimas vezes pessoas cometem suicídio sem avisar amigos e parentes.&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;MITO:&lt;/span&gt; Uma vez que a pessoa é suicida. Nunca mais voltará a ser normal.&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;FATO:&lt;/span&gt; A vontade de se matar passa. O indivíduo, com tratamento adequado, pode voltar a ter uma vida normal.&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;MITO:&lt;/span&gt; Melhoras depois de uma tentativa de suicídio significam que não há mais riscos.&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;FATO:&lt;/span&gt; A maioria dos suicídios ocorre quando o indivíduo começa a melhorar. Menos deprimido e com mais energia, o suicida consegue dar vazão aos seus pensamentos e sentimentos mais mórbidos.&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;MITO:&lt;/span&gt; Tentativas de suicídio servem pra chamar atenção.&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;FATO:&lt;/span&gt; A morte por suicídio geralmente acontece depois de 5 ou 6 tentativas mal sucedidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;COMO AJUDAR&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;• Não tente resolver a situação sozinho; &lt;br /&gt;• Seja direto, fale abertamente sobre o suicídio; o que você tem observado e quais são as suas preocupações;&lt;br /&gt;• Esteja disposto a ouvir – permita a expressão de sentimentos, os aceite e seja paciente;&lt;br /&gt;• Não julgue – não discuta se o suicídio é certo ou errado ou se os sentimentos da pessoa são bons ou ruins; não dê sermão sobre os valores da vida, a importância da família, etc;&lt;br /&gt;• Esteja disponível – demonstre interesse e compreensão.  &lt;br /&gt;• Não duvide que ele/ela se suicide; &lt;br /&gt;• Não aja como se estivesse chocado;&lt;br /&gt;• Não pergunte por quê;&lt;br /&gt;• Não prometa que guardará segredo; &lt;br /&gt;• Ofereça a esperança de outras alternativas; &lt;br /&gt;• Tome uma atitude – remova da casa remédios, álcool, drogas, cordas, fios, facas e armas;&lt;br /&gt;• Busque ajuda: Seja enfático ao encorajar a pessoa a buscar um profissional da área de saúde mental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.cvv.com.br/c_campanha.htm&quot;&gt;http://www.cvv.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.terapiacc.com.br&quot;&gt;Desirée Cassado&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Terapia Cognitivo-Comportamental, Grupo de Estudos e Supervisão.
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www.terapiacc.com.br&lt;/div&gt;</description><link>http://vidaplena-sorocaba.blogspot.com/2008/08/suicdio-fique-atento.html</link><author>noreply@blogger.com (Desirée C. Cassado)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh6_2lQqyXVM64CAlvKPg_JVhyphenhyphen0oq48T2vP7F0FwHOl7C2C0essU0gZrxjxXph5IOC5CaRdAIqZR_oC50DJ_7HMjARexSCtqgPYrw6cgQGILI9WGFDzKIbKFVQB-XkX-r0T3yyulIpfiIeh/s72-c/depressao.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1642820154871609758.post-1405698219250353058</guid><pubDate>Sat, 09 Aug 2008 14:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-09T08:27:18.168-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">biológico</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">corpo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">fisiologia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">horas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">psicologia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">relógio</category><title>As horas e as necessidades do nosso corpo</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjh4BYgzb9YPUPnQ-I0JFzjGhYsKejg2dFGbbLln-8zub8YgEX6oY5DwOHotbxFdkrDTpfr7vEJwufdOhMlZ2L9kz2keDsgE7OGBdlTZCtByFkdBqNFWjZOVvWP8VNq04lMf7tk3wrQUc_u/s1600-h/Relogio_da_vida.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjh4BYgzb9YPUPnQ-I0JFzjGhYsKejg2dFGbbLln-8zub8YgEX6oY5DwOHotbxFdkrDTpfr7vEJwufdOhMlZ2L9kz2keDsgE7OGBdlTZCtByFkdBqNFWjZOVvWP8VNq04lMf7tk3wrQUc_u/s200/Relogio_da_vida.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5232537586719829970&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Despertar das 7h00 às 8h00&lt;br /&gt;Quem gosta de acordar tarde já começa o dia em desvantagem. À partir das 6h00 o corpo produz um hormônio que faz acordar, o cortisol. Entre 7h00 e 8h00 a taxa de cortisol  atinge a concentração máxima. Essa faixa de horário é ideal para cordar com facilidade e  com o pé direito.&lt;br /&gt;Atenção: voltar a dormir é um erro, pois as 9h00 o corpo começa a produzir endorfinas (analgésicos naturais) que encorajam um sono pesado, do qual será difícil sair sem dor de cabeça ou mau-humor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prazer das 9h00 às 10h00&lt;br /&gt;A hora certa para as folias amorosas já que a taxa de serotonina (neurotransmissor ligado ao prazer) está em seu apogeu. O prazer experimentado só será aumentado. Por outro lado, também é hora de marcar consulta ao dentista, as endorfinas, que também estão em alta nesse horário funcionam como anestésicos naturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalho das 10h00 às 12h00&lt;br /&gt;O estado de vigilância atinge seu pico e a memória de curto prazo está mais ativa. Depois que as endorfinas presentes entre 9h00 e 10h00 desaparecem, o organismo atinge sua velocidade ideal. É o momento certo para refletir, discutir idéias e encontrar inspiração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descanso das 13h00 às 14h00&lt;br /&gt;A moleza que dá depois do almoço não se deve somente à digestão, mas a uma queda de adrenalina, que aumenta o ritmo cardíaco. Pra retornar à disposição basta uma cesta de 20 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Movimento das 15h00 às 16h00&lt;br /&gt;A forma física encontra seu apogeu no meio da tarde, ao mesmo tempo em que a capacidade intelectual diminui. Como não há liberação de hormônios específicos nesse horário, os cronobiologistas ainda não encontraram uma explicação para o fato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rush das 18h00 às 19h00&lt;br /&gt;À partir das 18h00 o organismo fica particularmente vulnerável à poluição e ao monóxido de carbono. Convém então limitar o consumo de cigarros, e evitar, se possível, engarrafamentos. Também é nesse horário que a atividade intelectual e o estado de vigilância atingem um novo pico. Hora certa para mandar as crianças fazerem lição de casa, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Risco de pileque das 20h00 às 21h00&lt;br /&gt;Se esse horário costuma coincidir com o aperitivo antes do jantar, é bom que saiba que é também o momento em que as enzimas do fígado estão bem menos ativas, o que faz com que fique bêbado mais rápido. Evite bebidas alcoólicas nesse horário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sono à partir das 20h00&lt;br /&gt;A melanina (hormônio do sono) invade progressivamente o corpo à partir das 18h00, mas é a partir das 20h00 que  aparece o primeiro momento ideal para dormir, sucedido por outros iguais a cada 2 horas. Para ajudar a cair no sono, fazer amor é uma excelente idéia, o prazer sexual desencadeia secreção de endorfinas no cérebro que induz ao adormecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regeneração 21h00 à 1h00&lt;br /&gt;Essa fase do sono é muito importante, pois coincide com o pico da produção do hormônio do crescimento, indispensável para a renovação das células e a recuperação física. Esse hormônio permite que os conhecimentos adquiridos na véspera sejam memorizados.&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Terapia Cognitivo-Comportamental, Grupo de Estudos e Supervisão.
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www.terapiacc.com.br&lt;/div&gt;</description><link>http://vidaplena-sorocaba.blogspot.com/2008/08/as-horas-e-as-necessidades-do-nosso.html</link><author>noreply@blogger.com (Desirée C. Cassado)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjh4BYgzb9YPUPnQ-I0JFzjGhYsKejg2dFGbbLln-8zub8YgEX6oY5DwOHotbxFdkrDTpfr7vEJwufdOhMlZ2L9kz2keDsgE7OGBdlTZCtByFkdBqNFWjZOVvWP8VNq04lMf7tk3wrQUc_u/s72-c/Relogio_da_vida.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1642820154871609758.post-4081694422755565790</guid><pubDate>Tue, 05 Aug 2008 19:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-05T12:47:22.869-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ACT</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">depressão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">dor</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Hayes</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">pânico</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sofrimento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Steven</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">suicídio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">terapia comportamental</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">terapia da aceitação e do comprometimento</category><title>Não Fuja da Dor - Nova Vertentes daTerapia Comprtamental</title><description>Entrevista com o Psicólogo Americano Stevem Hayes sobre a Terapia da Aceitação e do Comprometimento - uma nova vertente da terapia comportamental. Revista Veja, 1o,. de Março de 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O psicólogo americano Steven Hayes, de 57 anos, está causando alvoroço entre seus colegas de profissão. Em seu novo livro, Saia de Sua Mente e Entre em Sua Vida, publicado no fim do ano passado nos Estados Unidos, ele rompe com um método em voga na psicologia há trinta anos: a terapia cognitiva, que instrui pacientes a se livrar de seus pensamentos e sentimentos negativos. Hayes diz que, ao contrário, é preciso aceitar a dor e o sofrimento como parte da vida. Suas teorias causam especial impacto no tratamento de distúrbios como a depressão e os transtornos de ansiedade. Autor de 27 livros e centenas de artigos científicos, nos últimos dez anos Hayes recebeu mais de 5 milhões de dólares do governo americano para avançar em seus estudos. Ex-presidente da Associação de Terapias Cognitivas Comportamentais, ele está há onze anos sem ter um ataque de síndrome do pânico, que o aflige desde os 29 anos. Hayes concedeu a seguinte entrevista a VEJA de sua casa no estado de Nevada, onde mora com a mulher, a psicóloga gaúcha Jacqueline Pistorello, e três de seus quatro filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Veja – Por que o senhor diz que felicidade não é normal?&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Hayes –&lt;/span&gt; Muita gente tem um conceito distorcido de felicidade. O mais comum é vê-la como ausência completa de dor e como uma seqüência de momentos nos quais a pessoa se sente bem. É fácil preencher a vida com uma série de episódios efêmeros de bem-estar, como sair com os amigos ou beber um bom vinho. São diversões que podem trazer satisfação momentânea, mas na manhã seguinte a vida não estará melhor e não haverá como evitar que aconteçam coisas ruins. Todos sabemos que um dia vamos morrer, todos nós lembramos da perda de um amigo querido, de algum erro que cometemos, de dramas, traições ou doenças. A diferença entre o homem e outras criaturas está na capacidade que ele tem de usar suas habilidades cognitivas para remoer os erros e infortúnios do passado e temer as incertezas do futuro. Por isso o normal é sentir dor e sofrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Veja – Qual o problema em tentar evitar a dor?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Hayes –&lt;/span&gt; Ao fazermos isso, acabamos criando uma série de medos e fobias, que aumentam ainda mais o sofrimento. O conceito de que felicidade é como a ausência de sentimentos ruins nos leva a reagir à dor de uma maneira que limita nossa vida. Ou seja, que só piora as coisas. Isso nos deixa menos abertos a estabelecer novos relacionamentos, leva-nos a evitar lugares que tragam lembranças do passado ou situações desagradáveis. Dessa forma, perdemos a oportunidade de um envolvimento real com o que acontece a nossa volta. Isso também nos impede de ir atrás do que realmente queremos. Em casos extremos, como na depressão, quem tenta a todo custo evitar a dor começa a ficar entorpecido. Passa a não sentir nada, apenas um vazio profundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Veja – O suicídio é uma dessas formas de fuga da dor ou essa idéia é apenas um lugar-comum?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Hayes –&lt;/span&gt; Trata-se da explicação mais plausível na maior parte dos casos. Muitos suicídios são um último esforço para acabar com a própria dor. Em seis de cada dez casos os suicidas deixam escrito, em bilhetes, que não agüentavam mais sofrer. Há uma mensagem nisso tudo: evitar os sentimentos dolorosos é rejeitar a própria vida. Aceitá-los como parte da existência é a melhor atitude. Até onde sabemos, depois de mortos não sentimos mais nada. E não há vantagem nisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Veja – Quando encostamos a mão numa panela quente, o reflexo natural é afastá-la imediatamente. Não está na natureza humana evitar a dor?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Hayes –&lt;/span&gt; Em termos. O problema é que estamos vivendo uma espécie de ditadura da felicidade. Aceitar a dor sempre fez parte dos costumes e tradições humanas. Hoje, pela primeira vez na história da humanidade, existem tecnologia, remédios e terapias para acabar com a dor. Isso não é lá muito sábio. Ao buscar um desses recursos, corre-se o risco de cometer um erro que tornará aquela dor inevitável, transformando a vida em uma espiral infinita de sofrimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Veja – O senhor pode dar um exemplo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Hayes –&lt;/span&gt; Imagine alguém que tenha sido traído pelo parceiro no passado e, por isso, só consegue ter relacionamentos superficiais, em que o risco de se magoar é pequeno. Esses relacionamentos servirão para distrair ou para aplacar a solidão, mas nunca atingirão o nível de envolvimento e intimidade desejado. Nesse caso, a persistência do medo de sentir dor acaba tendo um efeito permanente na vida do indivíduo. É como se sua mente sabotasse sua própria vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Veja – Que tipo de felicidade se deve buscar?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Hayes – A pessoa deve definir o que realmente quer da vida a longo prazo, descobrir quais são seus próprios valores e viver de acordo com eles. Isso é ser feliz. Para alguns, significa ajudar os outros e sentir-se útil para a sociedade. De nada adianta querer se sentir feliz o tempo todo. Vamos imaginar uma situação de dor extrema: a morte iminente da mãe. O filho está a seu lado para dizer quanto a ama e ouvir o que ela tem a lhe falar. É óbvio que esse não é um momento feliz. Tem, no entanto, um significado valioso para a vida daquele filho. Imaginemos uma outra cena, de aparente felicidade: um homem rindo, dançando, tomando um bom drinque e, no fim da festa, indo para casa com uma loira escultural. À primeira vista, ele está feliz. E se eu disser que essa é a décima vez que ele se embebeda neste mês? E se disser que ele está bebendo para esquecer os problemas em casa, que acabou de conhecer a mulher com quem saiu e não vai se lembrar de nada no dia seguinte? Uma situação aparentemente prazerosa pode ser destrutiva e não acrescentar nada, em termos emocionais, a seus protagonistas. Nosso conceito de felicidade está ligado a emoções de curto prazo. Essa correlação nunca foi verdadeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Veja – Como essa idéia pode ser transformada em tratamento psicológico?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Hayes – Uma etapa da terapia de aceitação e comprometimento, que defendo no meu último livro, consiste em ajudar os pacientes a encontrar seus valores e objetivos. Um dos exercícios que proponho é que eles escrevam seu próprio epitáfio, uma frase que considerem digna de ser colocada em seu túmulo. O resultado em geral é algo próximo de &quot;aqui jaz Sally, que amava muito seus filhos&quot;, não &quot;aqui jaz Sally, que tinha uma casa enorme&quot; ou &quot;aqui jaz Sally, que sofria de ansiedade&quot;. Ou seja, queremos que nossa vida seja lembrada pelos valores que seguimos. As artimanhas que usamos para não sentir dor nos desviam de nossos objetivos. E é por eles que vale a pena viver. Nosso trabalho é ir na direção oposta à de nossos medos. Tentamos conseguir, com muito cuidado, fazer o paciente explorar a tristeza, a depressão e a ansiedade que ele sente, para percebê-las e observá-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Veja – Não é um processo muito arriscado?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Hayes – O que nós propomos não é tentar mudar os pensamentos ruins, mas que eles sejam aceitos e deixem de influenciar o comportamento do paciente. O processo consiste em se distanciar aos poucos de todos os pensamentos, tantos os negativos como os positivos. O resultado é que as obsessões vão se diluindo. Em um caso grave, obtém-se sucesso quando o paciente começa a ter consciência do que o aflige. Um paciente psicótico dá sinais de melhora quando muda o pensamento &quot;eu sou a rainha de Sabá&quot; para &quot;eu estou pensando que sou a rainha de Sabá&quot;. O segundo passo é o paciente descobrir que tipo de vida quer ter e tentar conquistá-lo, sem permitir que o medo de sentir dor o desvie de seus objetivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Veja – Que técnicas o senhor utiliza?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Hayes – Eu ensino os pacientes a identificar seus sentimentos e a tratá-los como se fossem objetos. Uma das técnicas consiste em resumir os pensamentos ruins em uma única palavra e dizê-la alto e rápido por 45 segundos. Aos poucos, a palavra perde seu sentido e o paciente começa a ouvir apenas um ruído. Com isso, ele se dá conta de que não vale a pena se estressar ou acabar com sua vida por causa daquela palavra, daquele ruído. Outras vezes, pedimos para o paciente cantar seus pensamentos negativos ou repeti-los imitando a voz de um personagem de desenho animado. Funciona também na voz de um político impopular. O propósito não é ridicularizar o paciente, mas fazê-lo notar que se trata apenas de um pensamento. Essa técnica vale para todo tipo de problema, desde memórias desagradáveis, medos, traições, culpa até dependência de substâncias químicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Veja – Em quanto tempo os resultados aparecem?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Hayes – Em alguns casos, em poucas horas. Certa vez obtive bons resultados com psicóticos em apenas três dias. Com pessoas que sofrem de alcoolismo ou dependência química são necessárias ao menos 25 sessões. Muitas vezes, a mente insiste em não cooperar. Quando pensamos em algo, a tendência é julgarmos o pensamento como certo ou errado. O que eu tento fazer é sair desse caminho óbvio. Por isso a mente protesta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Veja – Quase 20% da população mundial terá depressão em algum momento da vida. Por que essa doença se tornou tão comum?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Hayes – Não é só a depressão. Nas últimas décadas assistimos ao rápido crescimento de uma série de doenças psicológicas. Isso inclui desde os transtornos de humor, como a depressão e o distúrbio bipolar, até os de ansiedade, como a síndrome do pânico, o transtorno obsessivo-compulsivo e o stress pós-traumático. A explicação é que não sabemos mais lidar com nossas experiências negativas. Muitos depressivos pioram em decorrência de um processo que chamamos de rejeição dos sentimentos: você tenta não sentir o que está sentindo, e o resultado é que sente mais ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Veja – Por que isso ocorre com mais freqüência na atualidade?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Hayes – No mundo moderno esse processo é intensificado por dois motivos. O primeiro é que, com a tecnologia fazendo tudo mais fácil, somos pressionados a acertar sempre e a conseguir tudo o que queremos. Com isso, temos dificuldade em lidar com nossos limites e com os percalços do cotidiano. No passado, as pessoas aprendiam a se decepcionar e a aceitar suas fraquezas de maneira mais saudável. Basta olhar para as tradições religiosas que antes tinham grande aceitação: os fiéis jejuavam porque essa era uma forma de simular a dor dos antepassados ou de um salvador. O segundo motivo é a ditadura da felicidade superficial, que nada tem a ver com uma vida repleta de sentidos. Hoje você diz às crianças que elas devem se sentir bem de dia e de noite, e se elas não conseguem é porque há algo errado. O resultado é que elas se tornam incapazes de lidar com o desconforto de uma maneira saudável. No futuro, essas crianças serão mais vulneráveis a problemas de saúde mental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Veja – O senhor está dizendo que a tendência para querer evitar o sofrimento a qualquer custo é o único fator de risco para a depressão?&lt;br /&gt;Hayes&lt;/span&gt; – Não. O histórico familiar conta muito. A propensão à doença é maior quando há casos de depressão, transtornos de ansiedade ou alcoolismo na família. Esses três distúrbios andam juntos, e na raiz de todos eles está a dificuldade em lidar com a dor. Em geral as mulheres tendem a ter mais depressão que os homens. Por uma questão cultural e educacional, elas são estimuladas a agir passivamente ao lidar com emoções negativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Veja – Como distinguir depressão de tristeza?&lt;br /&gt;Hayes –&lt;/span&gt; Os sintomas da depressão avançam por um período maior, no mínimo por semanas. Quando está deprimido, o paciente não quer sentir mais nada. A metáfora usada é a de um buraco que se abre no chão e suga todas as suas emoções e energias. Um dos principais sintomas é a falta total de interesse na vida. O indivíduo não quer mais saber de comida, sexo ou qualquer atividade que costumava lhe interessar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Veja – O que o senhor acha do uso de remédios antidepressivos em combinação com a terapia?&lt;br /&gt;Hayes –&lt;/span&gt; Tenho algumas ressalvas aos remédios que não tiveram sua eficácia comprovada, como alguns antidepressivos. A indústria faz bilhões de dólares com esses remédios, e seus resultados muitas vezes são pífios. O Prozac, por exemplo, foi anunciado como uma revolução no tratamento da depressão. Em uma pesquisa recente, ele teve nos voluntários um efeito apenas um pouco melhor do que o de placebo. Com resultados como esses, o melhor seria tomar pílulas de açúcar em vez de antidepressivos. Outras vezes, combinar remédio e terapia é improdutivo, porque a droga, além de causar dependência, interfere no que o paciente faz no consultório. Tranqüilizantes contra a ansiedade, por exemplo, prejudicam os efeitos das terapias de exposição, aquelas em que o paciente enfrenta situações nas quais é obrigado a vencer os próprios medos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Veja – O senhor teve seu primeiro ataque de pânico aos 29 anos. Como isso mudou a sua vida?&lt;br /&gt;Hayes –&lt;/span&gt; Eu tive síndrome do pânico e agorafobia. Tinha medo de lugares e situações em que não poderia ser socorrido caso passasse mal. Cheguei a um ponto em que não podia entrar em um elevador, participar de reuniões ou mesmo falar ao telefone. Foi algo realmente doloroso, porque não podia seguir plenamente a vida que tinha escolhido. Dar aulas era um suplício. Meu primeiro ataque aconteceu logo depois de me divorciar e, por isso, não pude ser o pai que gostaria de ter sido para meu filho mais velho. Eu estava empenhado em uma guerra dentro da minha própria cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Veja – Como o senhor se curou?&lt;br /&gt;Hayes –&lt;/span&gt; Durante dois anos, eu não podia entrar em lugares pequenos nem muito abertos. Tudo o que eu fazia girava em torno da doença. Foi quando me dei conta de que, se não reagisse, ela acabaria enterrando minha carreira. Aos poucos, comecei a aprender a aceitar a dor e a ver meu problema com certo distanciamento. Ter passado por essa experiência hoje me ajuda a compreender meus pacientes. Faz onze anos que não tenho uma crise. Quando a última ocorreu, aprendi a nunca dizer nunca. Sempre digo que ainda não estou curado. Nunca estarei. Sou uma pessoa com síndrome do pânico em recuperação. É o mesmo que ser um ex-alcoólatra.&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Terapia Cognitivo-Comportamental, Grupo de Estudos e Supervisão.
Rua Emydgia Campolim, 67 Sorocaba/SP. Tel. (15) 3211 5961
www.terapiacc.com.br&lt;/div&gt;</description><link>http://vidaplena-sorocaba.blogspot.com/2008/08/no-fuja-da-dor.html</link><author>noreply@blogger.com (Desirée C. Cassado)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1642820154871609758.post-2112515905430250977</guid><pubDate>Fri, 01 Aug 2008 23:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-01T16:20:33.340-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ansiedade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">depressão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">felicidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sorocaba</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">TCC</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">terapia cognitivo comportamental</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">timidez</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">TOC</category><title>O que é terapia cognitivo-comportamental?</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhjNhUeAlHsjnKyK86IzwA7ay6RjhDahW4yMnwZsTZeMHqOGCFVg7PLWg6DruuTSpvEa2e6PU0A8I0oiZA3o03CWGGtXUadtUFVptdJkzEGwbZhhyQ29bhp1yZcCl0vJCOq-fmLGmxqrEFY/s1600-h/buscando_felicidade.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhjNhUeAlHsjnKyK86IzwA7ay6RjhDahW4yMnwZsTZeMHqOGCFVg7PLWg6DruuTSpvEa2e6PU0A8I0oiZA3o03CWGGtXUadtUFVptdJkzEGwbZhhyQ29bhp1yZcCl0vJCOq-fmLGmxqrEFY/s200/buscando_felicidade.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5229693151087592866&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é um tipo de psicoterapia que se destaca por ser breve, estruturada, educativa e orientada para os problemas atuais da vida do cliente. Tal abordagem está embasada em uma série de estudos científicos que comprovam sua eficácia.&lt;br /&gt;A terapia é um processo de aprendizagem onde terapeuta e cliente propõe-se a analisar a função dos pensamentos e comportamentos inadequados (que trazem sofrimento e angústia) com o objetivo de promover mudanças emocionais e comportamentais duradouras.&lt;br /&gt;Durante este processo o terapeuta irá analisar e compreender os seus pensamentos, crenças e comportamentos, os contextos nos quais eles ocorrem e as suas consequências. Nesta jornada de auto-conhecimento, você será desafiado a questionar suas crenças, seus pensamentos e a sua forma de interagir com o mundo ao seu redor. Junto ao seu terapeuta, você irá explorar seu mundo de uma maneira diferente, com o objetivo de redefinir seus valores e de assumir uma postura ativa em busca dos seus ideais de felicidade e auto-realização.&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Terapia Cognitivo-Comportamental, Grupo de Estudos e Supervisão.
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www.terapiacc.com.br&lt;/div&gt;</description><link>http://vidaplena-sorocaba.blogspot.com/2008/08/o-que-terapia-cognitivo-comportamental.html</link><author>noreply@blogger.com (Desirée C. Cassado)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhjNhUeAlHsjnKyK86IzwA7ay6RjhDahW4yMnwZsTZeMHqOGCFVg7PLWg6DruuTSpvEa2e6PU0A8I0oiZA3o03CWGGtXUadtUFVptdJkzEGwbZhhyQ29bhp1yZcCl0vJCOq-fmLGmxqrEFY/s72-c/buscando_felicidade.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1642820154871609758.post-4401530280941416433</guid><pubDate>Fri, 01 Aug 2008 21:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-01T17:17:39.766-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ansiedade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">comida</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">dieta</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">nervosismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">raiva</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">terapia cognitivo comportamental</category><title>Alimentação e Ansiedade</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi8922bkBEVoWuteLsC6fSwsbITVjak79rjZvXijodP0LqugTiAAToAiN69V0sXosIYZpmGjtLiFH36zCxtmUIBtWNsLSnvfq1nRE9WKABEkVJKk_LK_hI4x25NyLc4bvaq2FHUaZylztAy/s1600-h/morango.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi8922bkBEVoWuteLsC6fSwsbITVjak79rjZvXijodP0LqugTiAAToAiN69V0sXosIYZpmGjtLiFH36zCxtmUIBtWNsLSnvfq1nRE9WKABEkVJKk_LK_hI4x25NyLc4bvaq2FHUaZylztAy/s200/morango.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5229707644164572642&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; Princípios dietéticos&lt;br /&gt; Muitas pessoas não se dão conta do importante papel que a seleção de alimentos pode desempenhar na intensificação ou na redução de sintomas de ansiedade, pânico e estresse excessivo. As pesquisas médicas nas áreas de dieta e nutrição, nos últimos trinta anos, demonstraram que muitos alimentos, bebidas e suplementos alimentares podem agravar ou desencadear sentimentos de ansiedade. Em contrapartida, outros estudos concluíram que certos alimentos são benéficos por suas propriedades calmantes e estabilizadoras do estado de ânimo ou humor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Alimentos a serem evitados&lt;br /&gt; Cafeína (café, chá preto, refrigerante à base de cola, etc.)&lt;br /&gt; A cafeína deflagra ansiedade e até sintomas de pânico porque exercita diretamente vários mecanismos de estimulação do corpo. Eleva o nível de noradrenalina do cérebro, um neurotransmissor que aumenta a vivacidade. Além disso, a cafeína estimula a descarga de hormônios do estresse, principalmente o cortisol, a partir da estimulação das glândulas supra-renais, intensificando ainda mais os sintomas de nervosismo e agitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Açúcar&lt;br /&gt; Com o predomínio do açúcar simples em muitos alimentos, nossa sociedade acaba por produzir milhares de viciados em açúcar em todas as faixas etárias. A excessiva ingestão de açúcares pode ser um importante fator no surgimento de sintomas de ansiedade. A questão ocorre da seguinte forma: em vez de carboidratos complexos, os alimentos baseados em açúcares e farinha branca decompõem-se facilmente no tubo digestivo, assim, a glicose é liberada rapidamente na corrente sanguínea e daí absorvida pelas células do corpo a fim de satisfazer suas necessidades energéticas. Para dar conta dessa repentina sobrecarga, o pâncreas libera grandes quantidades de insulina – uma substância que realiza o transporte da glicose do sangue para dentro das células do corpo.&lt;br /&gt; A pessoa pode se sentir inicialmente eufórica, após ingerir açúcar, e depois sentir um rápido choque e um mergulho profundo em seu nível de energia. Quando o nível de açúcar no sangue fica demasiadamente baixo, a pessoa sente-se ansiosa, agitada e confusa porque o cérebro é privado do seu combustível maior. Para tentar remediar essa situação, as glândulas supra-renais liberam cortisol e outros hormônios que estimulam o fígado a liberar o açúcar que ele tem armazenado, de modo que o açúcar no sangue possa voltar aos níveis normais. O problema é que o cortisol, além de estimular a elevação dos níveis de açúcar no sangue, também aumenta, infelizmente, os sintomas de axcitação e ansiedade.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Álcool&lt;br /&gt; O álcool é também um açúcar simples, por isso é rapidamente absorvido pelo organismo. Tal como os açúcares o álcool aumenta os sintomas de hipoglicemia, e o seu uso excessivo pode aumentar a ansiedade e as oscilações de humor.&lt;br /&gt;  O sistema nervoso é particularmente suscetível aos efeitos deletérios do álcool, uma vez que esse atravessa facilmente a barreira de irrigação sanguinea do cérebro e destrói as células cerebrais. Em função disso, o álcool pode causar profundas mudanças comportamentais quando consumido em excesso. Os principais sintomas incluem a ansiedade, a depressão, os acessos irracionais de cólera, a baixa capacidade de julgamento, a perda de memória, vertigens e a coordenação motora deficiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Laticínios e Carnes Vermelhas&lt;br /&gt; Devem fazer parte da dieta de forma moderada, uma vez que ambos os tipos alimentares são de digestão extremamente difícil para o organismo. Por essa razão podem agravar a depressão e a fadiga que coexistem em muitas pessoas com sintomas de ansiedade.&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Terapia Cognitivo-Comportamental, Grupo de Estudos e Supervisão.
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www.terapiacc.com.br&lt;/div&gt;</description><link>http://vidaplena-sorocaba.blogspot.com/2008/08/alimentos-que-causam-ansiedade.html</link><author>noreply@blogger.com (Desirée C. Cassado)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi8922bkBEVoWuteLsC6fSwsbITVjak79rjZvXijodP0LqugTiAAToAiN69V0sXosIYZpmGjtLiFH36zCxtmUIBtWNsLSnvfq1nRE9WKABEkVJKk_LK_hI4x25NyLc4bvaq2FHUaZylztAy/s72-c/morango.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1642820154871609758.post-7816731740159367803</guid><pubDate>Wed, 23 Jul 2008 16:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-26T00:58:02.121-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ansiedade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">depressão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">fobia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">psicoterapia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">psicóloga</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">psicólogo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">terapia cognitivo comportamental</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">TOC</category><title>Você é ansioso?</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjKA-z1BaVHfVeIfs6mnFlMN19Aw7mq_SXzRxaqlnTysF1GXOWFQQeRqS7zvX1FUOtFCftai0NslBdMIkFwANodOsMbmZw8MYAs19eKQSRxTomp3PU0vz2sw6MY_HDLZ1kaFBXFVynLP0La/s1600-h/medo-100308.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjKA-z1BaVHfVeIfs6mnFlMN19Aw7mq_SXzRxaqlnTysF1GXOWFQQeRqS7zvX1FUOtFCftai0NslBdMIkFwANodOsMbmZw8MYAs19eKQSRxTomp3PU0vz2sw6MY_HDLZ1kaFBXFVynLP0La/s200/medo-100308.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5229697164756878754&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Todos nós já sentimos em algum momento, medo, insegurança, desconforto, sensação de que algo desagradável vai acontecer. E como se não bastasse a ansiedade vem acompanhada de sintomas físicos como sensação de falta de ar, respiração curta, aperto no peito, calafrios, tremores, náuseas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ansiedade está presente em todas as fases da vida; é um acompanhamento normal do crescimento, das mudanças, das experiências novas, da busca pela identidade. Esta ansiedade é adaptativa e até necessária, pois nos leva a ações de prevenção de perigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consideramos ansiedade patológica uma resposta exacerbada (em intensidade e duração) a determinados estímulos. Tais respostas podem, para algumas pessoas, parecer incontroláveis, interferindo em vários aspectos de sua vida, abrangendo seu funcionamento psicológico, social e ocupacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento inclui psicoterapia e intervenção medicamentosa, quando necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As teorias comportamentais-cognitivas têm gerado os tratamentos mais efetivos para os transtornos de ansiedade. Exige menos tempo que as demais terapias e seu objetivo terapêutico é claro e concreto: a aprendizagem de novas formas de se relacionar com o mundo de modo a lidar de forma efetiva com a ansiedade.  &lt;br /&gt;A pessoa que se submete a terapia comportamental-cognitiva não é paciente ou aquele que recebe a ação de um agente, mas ao contrário é participativo, uma vez que aprende a entender a maneira como seu pensamento e estado emocional contribuem para o aparecimento destes sintomas e como muda-los, passando a agir assertivamente frente a uma situação em que poderia surgir a ansiedade, conseguindo, finalmente, manter o controle.&lt;br /&gt;                                                                 &lt;a href=&quot;http://www.terapiacc.com.br/quem_somos.html&quot;&gt;Giovanna Vasconcelos&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Terapia Cognitivo-Comportamental, Grupo de Estudos e Supervisão.
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www.terapiacc.com.br&lt;/div&gt;</description><link>http://vidaplena-sorocaba.blogspot.com/2008/07/todos-ns-j-sentimos-em-algum-momento.html</link><author>noreply@blogger.com (Desirée C. Cassado)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjKA-z1BaVHfVeIfs6mnFlMN19Aw7mq_SXzRxaqlnTysF1GXOWFQQeRqS7zvX1FUOtFCftai0NslBdMIkFwANodOsMbmZw8MYAs19eKQSRxTomp3PU0vz2sw6MY_HDLZ1kaFBXFVynLP0La/s72-c/medo-100308.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>