<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-2854828073071338666</atom:id><lastBuildDate>Sat, 05 Oct 2024 03:08:02 +0000</lastBuildDate><category>Claudio Luis</category><category>João Calvino</category><category>C.H. Spurgeon</category><category>Pastoral</category><category>R.C. Sproul</category><category>Artigos Mackenzie</category><category>John Piper</category><category>Batismo Infantil</category><category>Hernandes Dias Lopes</category><category>J. I. Packer</category><category>John Stott</category><category>Dons Espirituais</category><category>Franklin Ferreira</category><category>Hermisten Maia P. da Costa</category><category>Lloyd Jones</category><category>Mark Driscoll</category><category>Martinho Lutero</category><category>Augustus Nicodemos</category><category>Batismo</category><category>Culto Cristão</category><category>Mark Dever</category><category>A Cruz de Cristo</category><category>Escritura</category><category>Evangelismo</category><category>Igreja</category><category>Liturgia</category><category>Martyn Lloyd-Jones</category><category>Pregação Expositiva</category><category>Ricardo Agreste</category><category>Ronaldo Lindório</category><category>Russel Shedd</category><category>Willian Hendriksen</category><category>A.W. Pink</category><category>A.W. Tozer</category><category>Alderi S. Matos</category><category>Arrependimento</category><category>Artigos Missionários</category><category>Boice</category><category>Boyce</category><category>Calvinismo</category><category>Comunhão</category><category>Discipulado</category><category>Eleição</category><category>Espírito Santo</category><category>Heber Carlos Campos</category><category>John MacArthur</category><category>John Newton</category><category>JohnPiper</category><category>Jonh Knox</category><category>Kevin DeYoung</category><category>Mauro Renato</category><category>Michael Horton</category><category>Oração</category><category>Pergunta 01</category><category>Pergunta 02</category><category>Pergunta 03</category><category>Pergunta 04</category><category>Pergunta 05</category><category>Phillip Schaff</category><category>Queda</category><category>Reforma Protestante</category><category>Salvação</category><category>Santidade de Deus</category><category>Santificação</category><category>Solano Portela</category><category>Solano Portela Neto</category><category>Thomas Watson</category><category>Tom Ascol</category><category>Wayne Grudem</category><title>Fé Reformada</title><description>Teologia Reformada: uma teologia centralizada na Soberania de Deus</description><link>http://teologandoreforma.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Anonymous)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>321</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2854828073071338666.post-3823640571270709729</guid><pubDate>Thu, 14 Nov 2013 14:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-11-14T06:18:04.632-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Discipulado</category><title>Em princípio, como funciona o discipulado.</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
Em Princípio, Como Funciona o Discipulado?&lt;br /&gt;
Essencialmente, o discipulado funciona através de instrução e imitação. Porém, o discipulado funciona melhor através do amor. À medida que nós amorosamente instruímos crentes mais novos no caminho da piedade e vivemos de maneira recomendável, eles crescem em semelhança a Cristo por imitarem nossa vida e doutrina (ver 1Timóteo 4.16).&lt;br /&gt;
Instrução: A Bíblia chama pastores e pais para instruírem aqueles que foram confiados aos seus cuidados (Provérbios; Gl 6.6; Ef 6.4; 1Ts 4.8; 1Tm 1.18; 6.3; 2Tm 2.25; 4.2). Ela também chama todos os crentes a instruírem uns aos outros (Rm 15.14).&lt;br /&gt;
Imitação: Cristãos são imitadores, primeiro de Deus, depois uns dos outros. Nós crescemos na graça de Deus por ouvirmos e imitarmos. Considere as seguintes passagens:&lt;br /&gt;
• “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo” (1Co 11.1);&lt;br /&gt;
• “Lembrai-vos dos vossos guias, os quais vos pregaram a palavra de Deus; e, considerando atentamente o fim da sua vida, imitai a fé que tiveram” (Hb 13.7);&lt;br /&gt;
• “O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso praticai; e o Deus da paz será convosco” (Fp 4.9);&lt;br /&gt;
• “Tu, porém, tens seguido, de perto, o meu ensino, procedimento, propósito, fé, longanimidade, amor, perseverança” (2Tm 3.10);&lt;br /&gt;
• “Amado, não imites o que é mau, senão o que é bom” (3Jo 11).&lt;br /&gt;
Amor: As pessoas imitarão a sua vida mesmo quando você não as ama. Mas um líder que lidera com amor apresenta a melhor imagem de Cristo, e as pessoas irão segui-lo melhor quando você as ama.&lt;br /&gt;
Amizade: Em um certo sentido, discipulado é simplesmente amizade, mas amizade com uma direção Cristocêntrica. O que amigos fazem? Eles imitam uns aos outros. No discipulado, nós nos aproximamos de outros para crescermos em semelhança a Cristo e para ajudá-los a crescerem em semelhança a Cristo.&lt;br /&gt;
Como ser um discípulo? (i) Ouça e veja como cristãos mais maduros trabalham, descansam, constroem uma família, lidam com conflitos, evangelizam seus vizinhos, perseveram nas aflições, servem na igreja, ou lutam contra o pecado. (ii) Imite-os!&lt;br /&gt;
Na Prática, Como Posso Discipular Outros Cristãos?&lt;br /&gt;
• Faça parte de uma igreja.&lt;br /&gt;
• Chegue cedo aos encontros da igreja e fique até tarde.&lt;br /&gt;
• Pratique a hospitalidade para com os membros de sua igreja.&lt;br /&gt;
• Peça a Deus por amizades estratégicas.&lt;br /&gt;
• Se possível, inclua um item em seu orçamento familiar ou pastoral para um tempo semanal com companheiros cristãos. Discuta esse assunto com sua esposa. Se possível, estipule no orçamento um item semelhante para a sua esposa também.&lt;br /&gt;
• Agende regularmente cafés-da-manhã, almoços, ou algum outro compromisso social culturalmente aceitável com indivíduos ensináveis (do mesmo sexo). Dependendo da pessoa, você pode decidir encontrá-la uma vez, ou indefinidamente, ou por um número preestabelecido de vezes (cinco, por exemplo). Se você e o indivíduo têm algum passatempo em comum, pense em maneiras de fazerem isso juntos.&lt;br /&gt;
• Pergunte-lhes sobre suas vidas. Pergunte-lhes sobre seus pais, esposa, filhos, testemunho, trabalho, caminhada com Cristo, e assim por diante. Ao fazer essas perguntas, porém, faça-o de uma maneira que seja apropriada ao seu contexto cultural (não os assuste!).&lt;br /&gt;
• Compartilhe sobre sua própria vida.&lt;br /&gt;
• Procure maneiras de ter conversas espirituais. Talvez vocês decidam ler a Bíblia ou algum outro livro cristão juntos.&lt;br /&gt;
• Considere as necessidades físicas ou materiais deles. Eles se beneficiariam da sua ajuda?&lt;br /&gt;
• Ore com eles.&lt;br /&gt;
• Dependendo da situação no seu lar, convide a pessoa para visitar sua casa ou passar tempo com sua família. Deixe que ela veja como você vive.&lt;br /&gt;
• Procure maneiras de orar pela pessoa durante a semana, individualmente e/ou com sua esposa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Siga-me no twitter: @Revclaudioluis
http://feeds.feedburner.com/blogspot/wJJVp&lt;/div&gt;</description><link>http://teologandoreforma.blogspot.com/2013/11/em-principio-como-funciona-o-discipulado.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2854828073071338666.post-8805802268883391885</guid><pubDate>Tue, 22 Oct 2013 10:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-10-22T03:23:31.472-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">John Piper</category><title>As Duas Vontades de Deus - John Piper</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-HJs4jZeM2Y4/UkQs_8LMhFI/AAAAAAAABU0/L0NZCEHG1E0/s320/deus_soberano.jpg&quot; /&gt;&lt;b style=&quot;background-color: whitesmoke; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;; font-size: small; line-height: 24px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;O pastor John Piper explica a diferença entre a vontade moral e a vontade soberana de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br style=&quot;background-color: whitesmoke; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;; font-size: small; line-height: 24px;&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: whitesmoke; border: 0px; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;; font-size: small; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Eu gostaria de ajudá-lo a distinguir entre a vontade moral de Deus e sua vontade soberana. Isso lhe ajudará a entender a aparente contradição entre essas duas declarações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Deus faz todas as coisas de acordo com sua vontade (vontade soberana).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot; style=&quot;border: 0px; color: #59666f; font-family: Georgia; font-style: italic; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; quotes: &#39;&#39;; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;“[Deus] segundo a sua vontade ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem possa estorvar a sua mão (…)&quot; (Daniel 4:35).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&quot;Mas o nosso Deus está nos céus; fez tudo o que lhe agradou.&quot; (Salmo 115:3).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;br /&gt;2. Algumas coisas acontecem que não são a vontade de Deus (vontade moral).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot; style=&quot;border: 0px; color: #59666f; font-family: Georgia; font-style: italic; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; quotes: &#39;&#39;; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&quot;Mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.&quot; (1 João 2:17), o que implica que alguns não fazem a vontade de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&quot;[O Senhor] não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se.&quot; (2 Pedro 3:9), mas alguns perecem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Em outras palavras, a Bíblia faz uma distinção entre a vontade de Deus, entendida como o seu propósito que nunca é frustrado em nenhuma circunstância, e da vontade de Deus, entendida como sua ordem moral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das evidências mais claras da diferença entre a vontade soberana de Deus e sua vontade moral é o fato de que Deus moralmente proíbe o assassinato:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote style=&quot;border: 0px; color: #59666f; font-family: Georgia; font-style: italic; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; quotes: &#39;&#39;; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&quot;Não matarás o inocente&quot; (Êxodo 23:07).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;br /&gt;E ainda assim Ele quis o assassinato de seu filho:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot; style=&quot;border: 0px; color: #59666f; font-family: Georgia; font-style: italic; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; quotes: &#39;&#39;; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&quot;Porque verdadeiramente contra o teu santo Filho Jesus, que tu ungiste, se ajuntaram, não só Herodes, mas Pôncio Pilatos, com os gentios e os povos de Israel; Para fazerem tudo o que a tua mão e o teu conselho tinham anteriormente determinado que se havia de fazer.” (atos 4:27-28).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Uma das verdades mais elevadas e santas sobre Deus que nós aceitamos quando nos submetemos a verdade bíblica é que Deus não peca quando determina que o pecado exista. Isso é fundamental, porque o projeto de Deus na cruz depende disso.&lt;br /&gt;Os caminhos de Deus e sua vontade são puros. Ele tem seus propósitos santos em ordenar que as coisas aconteçam.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote style=&quot;border: 0px; color: #59666f; font-family: Georgia; font-style: italic; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; quotes: &#39;&#39;; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&quot;Ele faz todas as coisas segundo o conselho da sua vontade&quot; (Efésios 1:11).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&quot;(…) todas as suas obras são verdade, e os seus caminhos juízo certo.&quot; (Daniel 4:37).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Siga-me no twitter: @Revclaudioluis
http://feeds.feedburner.com/blogspot/wJJVp&lt;/div&gt;</description><link>http://teologandoreforma.blogspot.com/2013/10/as-duas-vontades-de-deus-john-piper.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-HJs4jZeM2Y4/UkQs_8LMhFI/AAAAAAAABU0/L0NZCEHG1E0/s72-c/deus_soberano.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2854828073071338666.post-4755608476067650571</guid><pubDate>Mon, 21 Oct 2013 15:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-10-21T08:54:31.770-07:00</atom:updated><title>Sola Fide</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;line-height: 1.4;&quot;&gt;&lt;i&gt;Por J. V. Fesko&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiFIBVLQ3rG6XOWA2xZTomH68aZKl_ICk_wghj71iVc0lM6Vm9X1VMrdthFbYTJVdJWzExj8ceSMRRsnhRKodZDvGGCtq0REEvw_JRuyatep69TQxC4pnOnZwGnPfaNd_ghB0FyCPGXCKyv/s1600/solafide480px.jpg&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px; text-align: justify;&quot;&gt;
Em 1647, um grupo de pastores e teólogos reformados reunidos na Abadia de Westminster, em Londres, elaborou um conjunto de documentos que hoje conhecemos como os Padrões de Westminster, que incluem a Confissão de Fé, o Catecismo Maior e o Breve Catecismo. Os teólogos procuraram sistematizar o ensino reformado a fim de criar uma igreja Reformada unificada nas Ilhas Britânicas. Na pergunta e resposta 33 do Breve Catecismo, eles resumem um dos principais pilares da tradição reformada:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;O que é a justificação? Justificação é um ato da livre graça de Deus, através da qual ele perdoa todos os nossos pecados e nos aceita como justos diante de si, somente pela justiça&amp;nbsp;de Cristo a nós imputada e recebida pela fé somente.&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px; text-align: justify;&quot;&gt;
Incluída nesta breve declaração está a ideia de que os pecadores são justificados&amp;nbsp;&lt;i&gt;sola fide&lt;/i&gt;- somente pela fé. Mas o que significa sola fide? Antes de mergulhar em seu significado, um pouco de contexto histórico é essencial para entender a sua importância. Uma pessoa só pode apreciar verdadeiramente uma luz brilhante contra o pano de fundo da escuridão.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;line-height: 1.4;&quot;&gt;Um Pano de Fundo das Trevas&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px; text-align: justify;&quot;&gt;
Quando Martinho Lutero pregou suas Noventa e Cinco Teses na porta da Igreja do Castelo em Wittenberg, em 1517, demorou algum tempo para que as implicações da sua ação reverberassem ao longo da história. O fruto de seu trabalho emergiu em algumas confissões luteranas e reformadas, as quais afirmaram que os pecadores são declarados justos aos olhos de Deus, não com base em suas próprias boas obras, mas somente pela fé, somente em Cristo e pela graça de Deus somente -&amp;nbsp;&lt;i&gt;sola fide, solus Christus&lt;/i&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&lt;i&gt;sola gratia&lt;/i&gt;. A Igreja Católica Romana foi compelida a responder, e o fez no famoso Concílio de Trento, quando realizou uma série de pronunciamentos sobre a doutrina da justificação em sua sexta sessão, em 13 de janeiro de 1547.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px; text-align: justify;&quot;&gt;
Dentre os muitos pontos que Roma apresentou, vários deles reivindicações-chave, os principais foram: (1) que os pecadores são justificados pelo seu batismo, (2) que a justificação é pela fé em Cristo e pelas boas obras de uma pessoa, (3) que os pecadores não são justificados unicamente pela justiça imputada de Jesus Cristo, e (4) que uma pessoa pode perder sua posição de justificação. Todos esses pontos se fundem na seguinte declaração:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;Se alguém disser que o pecador é justificado somente pela fé, ou seja, que não é necessária nenhuma outra forma de cooperação para que ele obtenha a graça da justificação e que, em nenhum sentido, é necessário que ele faça a preparação e seja eliminado por um movimento de sua própria vontade: seja anátema. (Canon IX)&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px; text-align: justify;&quot;&gt;
A Igreja Católica Romana claramente condenou a sola fide - não confessou que os pecadores são justificados somente pela fé.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;line-height: 1.4;&quot;&gt;Uma Luz na Escuridão&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px; text-align: justify;&quot;&gt;
Em contraste com esse pano de fundo, podemos apreciar como o Breve Catecismo define biblicamente a doutrina da justificação e explica o que é&amp;nbsp;&lt;i&gt;sola fide&lt;/i&gt;. Para Roma, os pecadores são justificados pela fé e obras. Sua doutrina da fé é introspectiva - uma pessoa deve olhar para dentro de suas próprias boas obras, a fim de ser justificado. O Breve Catecismo, por outro lado, argumenta que a fé é extrospectiva - os pecadores olham para fora de si, para a obra perfeita e completa de Cristo para a sua justificação. Mas o que, especificamente, os pecadores recebem somente pela fé?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px; text-align: justify;&quot;&gt;
O primeiro benefício da justificação é que Deus perdoa todos os nossos pecados passados, presentes e futuros. Os teólogos mencionam a citação que Paulo fez do Salmo 32:&amp;nbsp;&lt;i&gt;“Bem-aventurado aquele cuja iniquidade é perdoada, cujo pecado é coberto”&lt;/i&gt;(Romanos 4:7, &amp;nbsp;Salmo 32:1). O segundo benefício da justificação é a aceitação do pecador como justo aos olhos de Deus &quot;apenas pela justiça de Cristo imputada a nós&quot;. Ter o status de “justo” conferido a si mesmo é bastante surpreendente. Quando um juiz declara uma pessoa inocente, isso simplesmente significa que ele não é culpado de ter quebrado a lei. Mas, se um juiz declara uma pessoa justa, significa que não somente ela é inocente de violar a lei, mas também que ela cumpriu a exigência da lei. Tomemos como exemplo o roubo. Para uma pessoa ser justa nesse caso, ela deve abster-se de roubar. Mas, além disso, ela também deve proteger os bens dos outros. Ela deve atender as demandas negativas e positivas da lei contra o roubo. Por justificação, um pecador é aceito como justo, não por uma parte da lei, mas por toda a lei - cada mandamento, cada jota e til. Ele é contado como aquele que guardou todas as dimensões de toda a lei. De onde surge essa justiça?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px; text-align: justify;&quot;&gt;
A justiça, ou obediência, pertence a Cristo. Os teólogos citam duas passagens-chave das Escrituras para fundamentar a imputação, ou confirmação, da justiça de Cristo para o crente. Primeiro, eles citam 2 Coríntios 5:21:&lt;i&gt;“Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus”&lt;/i&gt;. De acordo com as Escrituras, Cristo era o Cordeiro imaculado, perfeito e sem pecado (1 Pedro 1:19; Hebreus 4:15). Ainda, Cristo carregou o pecado do seu povo - foi imputado a ele e ele o carregou. A maneira pela qual Cristo foi imputado com o nosso pecado para que ele pudesse suportar a maldição da lei (imputação) é a mesma maneira pela qual recebemos a perfeita obediência de Cristo - seu cumprimento de todas as exigências da lei. Os teólogos citam Romanos 5:19 para este efeito:&amp;nbsp;&lt;i&gt;“Porque, como pela desobediência de um só homem muitos foram constituídos pecadores, assim, pela obediência de um só homem muitos serão constituídos justos”&amp;nbsp;&lt;/i&gt;(versão do autor). A desobediência de Adão foi imputada a todos os que estão unidos a ele, e a obediência de Cristo, o último Adão, é imputada a todos aqueles unidos a Jesus (1 Coríntios. 15:45).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;line-height: 1.4;&quot;&gt;Nunca os dois devem se encontrar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px; text-align: justify;&quot;&gt;
Se já não estiver aparente, a visão dos teólogos de Westminster sobre a justificação é diametralmente oposta à visão da Igreja Católica Romana. Para Roma, a justificação do pecador é uma tentativa de alquimia doutrinária, tentando misturar as obras de Cristo com as do crente, a fim de produzir o ouro da justificação. A teologia reformada, por outro lado, sistematizada no Breve Catecismo Menor e refletindo o ensino das Escrituras, repousa a justificação do pecador somente sobre a obra de Cristo. O único meio pelo qual a perfeita obra de Cristo é recebida é pela fé somente -&amp;nbsp;&lt;i&gt;sola fide&lt;/i&gt;. Nós não temos outra embaixada de paz para encontrar abrigo da justa ira de Deus, a não ser na perfeita justiça e sofrimento de Cristo, e não há outra ponte entre o homem e Cristo, somente a fé.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px; text-align: justify;&quot;&gt;
***&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px;&quot;&gt;
- Sobre o autor:&amp;nbsp;Dr. J. V. Fesko é reitor acadêmico e professor de Teologia Sistemática e Teologia Histórica no Westminster Seminary California. Ele é autor do livro&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.wtsbooks.com/word-water-and-spirit-j-v-fesko-9781601781017&quot; style=&quot;color: #f76837; text-decoration: none;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Word, Water and Spirit: A Reformed Perspective on Baptism&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #404040; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 23px;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;line-height: 1.4;&quot;&gt;Fonte:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.ministeriofiel.com.br/artigos/detalhes/606/Sola_Fide&quot; style=&quot;color: #f76837; text-decoration: none;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Editora Fiel&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Siga-me no twitter: @Revclaudioluis
http://feeds.feedburner.com/blogspot/wJJVp&lt;/div&gt;</description><link>http://teologandoreforma.blogspot.com/2013/10/sola-fide.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiFIBVLQ3rG6XOWA2xZTomH68aZKl_ICk_wghj71iVc0lM6Vm9X1VMrdthFbYTJVdJWzExj8ceSMRRsnhRKodZDvGGCtq0REEvw_JRuyatep69TQxC4pnOnZwGnPfaNd_ghB0FyCPGXCKyv/s72-c/solafide480px.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2854828073071338666.post-7379806342427279603</guid><pubDate>Mon, 16 Sep 2013 15:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-09-16T08:12:56.900-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">John Piper</category><title>O Temor faz parte da vida cristã</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #f8f8f8; border: 0px; color: #231f20; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 12px; margin-top: 12px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Frequentemente é dito que o temor não tem lugar na vida do Cristão porque: &quot;No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor; porque o temor tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor.&quot; (1 João 4:18).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #f8f8f8; border: 0px; color: #231f20; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 12px; margin-top: 12px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Mas no Novo Testamento há várias ordens para temer; por exemplo, Romanos 11:20: &quot;pela sua incredulidade [os Judeus] foram quebrados, e tu estás em pé pela&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;fé&lt;/em&gt;. Então não te ensoberbeças, mas&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;teme&lt;/em&gt;.&quot; Semelhantemente, Hebreus 3:12 alerta contra a incredulidade (apesar de que a palavra &quot;temer&quot; não é usada): &quot;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Tende cuidado&lt;/em&gt;, irmãos, jamais aconteça haver em qualquer de vós perverso coração de incredulidade que vos afaste do Deus vivo&quot;. (Outros textos aconselhando a temer: 1 Pedro 1:17; 2:17; Filipenses 2:12-13; Lucas 12:5; Isaías 66:2; Atos 9:31; 2 Coríntios 5:11; 7:1 etc).&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: #f8f8f8; border: 0px; color: #231f20; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; margin: 1em 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-shadow: rgb(255, 255, 255) 0px 1px 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Juntando as Peças&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #f8f8f8; border: 0px; color: #231f20; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 12px; margin-top: 12px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Nós não devemos achar que os escritores do Novo Testamentos estão tomando lados, uns em favor do temor (Paulo, o autor aos Hebreus) e outros contra (João). Porque apesar de Romanos 11:20 recomendar o temor, Romanos 8:15 diz: &quot;Porque&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;não&lt;/em&gt;&amp;nbsp;recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;temor&lt;/em&gt;, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos&quot;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #f8f8f8; border: 0px; color: #231f20; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 12px; margin-top: 12px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
E apesar de Hebreus 3:12 recomendar temor de um coração incrédulo (que é o mesmo que dizer o temor do Deus que retribui incredulidade com castigo), Hebreus 4:16 diz: &quot;Cheguemos, pois,&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;com confiança&lt;/em&gt;&amp;nbsp;ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.&quot;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #f8f8f8; border: 0px; color: #231f20; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 12px; margin-top: 12px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Portanto, o problema não é uma contradição entre os autores dos livros do Novo Testamento, mas o problema é como pode o mesmo autor dizer &quot;Tema!&quot; e ao mesmo tempo, &quot;Não temas! Tenha confiança.&quot; A solução será encontrada, penso eu, na sugestão de que um temor sensato de Deus nos motivará a confiar em sua misericórdia demostrada em Cristo e essa &quot;confiança com tremor&quot; irá gradativamente remover o medo que nos levou a isso, conforme vemos mais claramente o que o Senhor tem feito por nós.&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: #f8f8f8; border: 0px; color: #231f20; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; margin: 1em 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-shadow: rgb(255, 255, 255) 0px 1px 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Como Somente o Perfeito Amor Lança Fora o Temor&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #f8f8f8; border: 0px; color: #231f20; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 12px; margin-top: 12px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Eu estava lendo a&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Antologia&lt;/em&gt;&amp;nbsp;de C. S. Lewis por George MacDonald e encontrei alguns comentários úteis. Ele observa que absolutamente nada menos que o amor perfeito (tanto de Deus pelo homem quanto do homem por Deus) deveria lançar fora o temor. Nós somos propensos a querer livrar-nos do temor a qualquer custo, de qualquer jeito. João diz que há e deveria haver apenas um jeito—amor perfeito por Deus lança fora o temor.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #f8f8f8; border: 0px; color: #231f20; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 12px; margin-top: 12px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Nós pensamos que seremos cristãos melhores quando pararmos de temer— o que pode ser completamente falso. Nós seremos cristãos melhores quando amarmos mais a Deus pelo Seu perfeito amor. O aperfeiçoamento do amor necessariamente afasta o temor, mas o afastamento do temor não necessariamente significa que o amor está sendo aperfeiçoado. Alguém pode desejar livrar-se do temor da mesma forma que quer livrar-se de uma consciência pesada, e ele pode usar a mesma forma enganosa para acabar com seu desconforto (por exemplo, álcool, drogas, ou mais comumente, a eliminação de todos os mandamentos na Bíblia de temer a Deus e amá-lO com todo o seu coração. Veja Deuteronômio 10:12).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #f8f8f8; border: 0px; color: #231f20; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 12px; margin-top: 12px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
MacDonald escreve (página 67):&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;background-color: #f8f8f8; border: 0px; color: #231f20; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin: 12px 0px 18px; outline: 0px; padding: 0px 30px; quotes: none; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin-bottom: 12px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Persuada os homens de que o temor é uma coisa vil, que é um insulto a Deus, que Ele não irá tolerar isso—enquanto eles ainda estão apaixonados pela própria vontade, escravos de todo movimento de impulso impetuoso — e qual será a consequência? Eles irão insultar a Deus como um ídolo descartado, uma superstição, algo para se jogar fora e cuspir em cima. Depois disso, quanto eles aprenderão sobre Ele?&lt;/div&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: #f8f8f8; border: 0px; color: #231f20; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; margin: 1em 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-shadow: rgb(255, 255, 255) 0px 1px 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Amor Superior ao Temor&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #f8f8f8; border: 0px; color: #231f20; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 12px; margin-top: 12px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
O temor é um vínculo imperfeito com Deus, mas é um vínculo que deveria ser substituído somente por um vínculo infinitamente mais profundo—o vínculo do amor (página 67). Nada mais deveria lançar fora o temor.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #f8f8f8; border: 0px; color: #231f20; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 12px; margin-top: 12px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Deveria, então, o medo ter um papel até um certo ponto e depois disso nunca mais na vida do Cristão? O ponto após o qual o medo não terá mais lugar na vida no Cristão é o ponto no qual o seu amor é perfeito. Mas nenhum de nós é perfeito em amor ainda, todos nós temos momentos nos quais nosso prazer em Deus esmorece e as &quot;coisas que se vêem&quot; tornam-se enganosamente atraentes.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #f8f8f8; border: 0px; color: #231f20; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 12px; margin-top: 12px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Nesses momentos, nós necessitamos de um alerta de Paulo (Romanos 11:20), ou de Hebreus (3:12), ou de Jesus (Lucas 12:5). Nesses momentos nós não podemos estar completamente livres do temor, porque nós não estamos completamente controlados pelo amor por Deus; isto é, nós não estamos vivendo completamente pela fé. Mas o temor que como Cristãos devemos sentir é por si só uma obra da graça. É um temor que nos leva de volta ao amor por Deus e à confiança em sua misericórdia e, desse modo, destrói a si mesmo. O temor é o servo apropriado do amor para os santos imperfeitos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #f8f8f8; border: 0px; color: #231f20; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 12px; margin-top: 12px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
O segundo verso do hino &quot;Preciosa Graça&quot; não é meramente uma experiência do tipo de-uma-vez-por-todas:&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;background-color: #f8f8f8; border: 0px; color: #231f20; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin: 12px 0px 18px; outline: 0px; padding: 0px 30px; quotes: none; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin-bottom: 12px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
A graça, então, meu coração&lt;br /&gt;do medo me libertou.&lt;br /&gt;Oh, quão preciosa salvação&lt;br /&gt;a graça me outorgou!&lt;/div&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: #f8f8f8; border: 0px; color: #231f20; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; margin: 1em 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-shadow: rgb(255, 255, 255) 0px 1px 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Jonathan Edwards Sobre Amor e Temor&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #f8f8f8; border: 0px; color: #231f20; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 12px; margin-top: 12px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
No dia 7 de Janeiro de 1974, eu encontrei a seguinte citação de Jonathan Edwards em seu&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Tratado Sobre Afeições Religiosas&lt;/em&gt;&amp;nbsp;(Londres, 1796), p. 102ff. Penso que ele expressa exatamente o que estou tentando dizer:&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;background-color: #f8f8f8; border: 0px; color: #231f20; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin: 12px 0px 18px; outline: 0px; padding: 0px 30px; quotes: none; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin-bottom: 12px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Deus, então, planejou e constituiu coisas em Seus desígnios para Seus próprios filhos de forma que quando o amor deles decair e o exercício do amor falhar ou se tornar fraco, o temor erga-se; porque então eles precisam dele para impedí-los de pecar e para animá-los a cuidar do bem de suas almas, e assim salvá-los para a vigilância e diligência na religião; mas Deus também ordenou que quando o amor crescer e estiver sendo exercitado vigorosamente, o temor deverá desaparecer e ser afastado porque já não precisarão mais dele, tendo um princípio superior e mais excelente para afastá-los do pecado e encorajá-los em sua responsabilidade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin-bottom: 12px; margin-top: 12px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Não há princípios que influenciem a natureza humana ou que conscientizem os homens tanto quanto um destes dois, temor ou amor. E, portanto, se um desses não prevalecer ao passo que o outro decai, o povo de Deus quando caído na morte e nas armações carnais, quando o amor estiver adormecido, estaria lamentavelmente exposto, de fato. E, portanto, Deus sabiamente ordenou que esses dois princípios opostos de amor e temor devem crescer e diminuir como dois lados opostos em uma balança; quando um levanta o outro abaixa...&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin-bottom: 12px; margin-top: 12px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
O temor é lançado fora pelo Espírito de Deus somente quando o amor prevalece: e é mantido por Seu Espírito somente quando o amor adormece...&lt;/div&gt;
&lt;footer class=&quot;copyright&quot; lang=&quot;pt&quot; role=&quot;contentinfo&quot; style=&quot;border-top-color: rgb(230, 230, 225); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; clear: both; font-size: 11px; margin-top: 36px; padding-top: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin-bottom: 14px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
© Desiring God | Satisfação em Deus&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin-bottom: 14px; margin-top: 12px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Permissões:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Você tem permissão e nosso incentivo para reproduzir e distribuir este material em qualquer formato contanto que não altere de maneira alguma as palavras e não cobre valor algum além do custo de reprodução. Para postar na internet, preferimos um link para este documento no nosso site. Quaisquer exceções às regras ditas devem ser aprovadas pelo Desiring God.&lt;/div&gt;
&lt;/footer&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;h2 style=&quot;background-color: white; font-family: Amaranth; font-size: 36px; margin: 0px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #b68b15; font-size: 22px;&quot;&gt;por Albert Mohler Jr.&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class=&quot;post-meta&quot; style=&quot;background-color: #2e8eba; color: white; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 15px; padding: 0px 0px 0px 5px;&quot;&gt;
Postado por&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://iprodigo.com/author/fschulz&quot; rel=&quot;author&quot; style=&quot;color: white; text-decoration: none;&quot; title=&quot;Posts de Filipe Schulz&quot;&gt;Filipe Schulz&lt;/a&gt;&amp;nbsp;em 28 de agosto de 2013 em&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://iprodigo.com/categoria/textos&quot; rel=&quot;category tag&quot; style=&quot;color: white; text-decoration: none;&quot; title=&quot;Ver todos os posts em Textos&quot;&gt;Textos&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://iprodigo.com/categoria/traducoes&quot; rel=&quot;category tag&quot; style=&quot;color: white; text-decoration: none;&quot; title=&quot;Ver todos os posts em Traduções&quot;&gt;Traduções&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;wp-caption alignleft&quot; id=&quot;attachment_448&quot; style=&quot;background-color: #eeeeee; border: 1px solid rgb(221, 221, 221); color: #333333; float: left; font-family: arial; font-size: 12px; margin: 10px 20px 8px 0px; padding: 4px 0px 5px; text-align: center; width: 203px;&quot;&gt;
&lt;img alt=&quot;Albert Mohler&quot; class=&quot; wp-image-448 &quot; height=&quot;193&quot; src=&quot;http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2009/11/almohler.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; title=&quot;Albert Mohler&quot; width=&quot;193&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;wp-caption-text&quot; style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 3px 0px 0px;&quot;&gt;
Albert Mohler&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
Se&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://iprodigo.com/traducoes/pregacao-expositiva-o-antidoto-para-a-adoracao-anemica.html&quot; style=&quot;color: #909090; text-decoration: none;&quot;&gt;a pregação é central na adoração cristã&lt;/a&gt;, de que tipo de pregação estamos falando? A pura irrelevância de muito da pregação contemporânea é um sintoma severo de nosso Cristianismo superficial. Quando o ministério do púlpito não tem conteúdo, a igreja fica desprovida a palavra de Deus, e sua saúde fidelidade são imediatamente diminuídas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
Muitos evangélicos são seduzidos pelos proponentes de pregações tópicas ou narrativas. A força declarativa da Escritura é suavizada pela demanda por histórias e a forma textual da Bíblia é suplantada por considerações tópicas. Em muitos púlpitos, a Bíblia, se sequer for citada, se transforma em uma mera fonte de curtos aforismos ou narrativas convenientes.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
As preocupações terapêuticas da cultura muitas vezes definem a agenda da pregação evangelical. As questões do “eu” predominam, e a congregação espera ouvir respostas simples para problemas complexos. Além disso, o pós-modernismo clama para si a primazia intelectual na cultura, e mesmo que não se renda completamente ao relativismo doutrinário, o congregante comum espera tomar suas decisões finais sobre as questões importantes da vida, desde a cosmovisão ao estilo de vida.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
A pregação cristã autêntica possuí um senso de autoridade e uma demanda por decisões que não são encontrados em qualquer outro lugar na sociedade. A verdade sólida do Cristianismo contrasta fortemente com as pretensões instáveis da pós-modernidade. Infelizmente, o apetite pela pregação séria virtualmente desapareceu entre muitos cristãos que estão satisfeitos em terem sua fascinação por si mesmos encorajada pelo púlpito.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
Um dos primeiros passos na recuperação da pregação cristã autêntica é definir exatamente o que queremos dizer quando discutimos pregação autêntica como “exposição”. Muitos pregadores afirmam ser expositores. Mas em muitos casos, isso significa meramente que o pregador tem um texto bíblico em mente, não importa o quão tênue seja a relação desse texto com o sermão.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
Eu ofereço a seguinte definição de pregação expositiva como uma base para reflexão:&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;background-color: white; color: #676659; font-family: arial; font-size: 12px; font-style: italic; margin: 15px auto -20px; overflow: hidden; padding: 0px 50px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #eaeaea; border-bottom-left-radius: 20px; border-bottom-right-radius: 20px; border-top-left-radius: 20px; border-top-right-radius: 20px; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 35px 45px 35px 40px;&quot;&gt;
Pregação expositiva é o modo da pregação cristã que toma como seu propósito central a apresentação e aplicação do texto da Bíblia. Todas as outras questões e preocupações são subordinadas à tarefa central de apresentar o texto bíblico. Como a palavra de Deus, o texto da Escritura tem o direito de estabelecer tanto o conteúdo quanto a estrutura do sermão. Exposição genuína acontece quando o pregador avança no significado e na mensagem do texto bíblico e deixa claro como a palavra de Deus estabelece a identidade e a cosmovisão da igreja como o povo de Deus.&lt;/div&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
A pregação expositiva começa com a determinação do pregador de apresentar e explicar o texto da Bíblia para sua congregação. Esse simples ponto de partida é uma grande questão divisora na homilética contemporânea, pois muitos pregadores partem do pressuposto que precisam começar com um problema questão humana e então caminhar rumo ao texto. De forma contrária, a pregação expositiva&amp;nbsp;&lt;i&gt;começa no texto&lt;/i&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&lt;i&gt;trabalha a partir do texto&lt;/i&gt;&amp;nbsp;para aplicar sua verdade às vidas dos crentes. Se essa determinação e compromisso não estiverem claras desde o início, algo diferente de pregação expositiva vai acontecer.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
O pregador sempre vem ao texto e à pregação com muitas preocupações e prioridades em mente, muitas das quais são inegavelmente legítimas e importantes em si mesmas. Entretanto, se é para haver genuína exposição da palavra de Deus, essas outras preocupações devem estar subordinadas à tarefa central e irredutível de explicar e apresentar o texto bíblico.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
A pregação expositiva está inescapavelmente ligada à séria tarefa da exegese. Se o pregador vai explicar o texto, ele precisa, primeiro, estudar o texto. Ele deve dedicar as hora de estudo e preparação necessárias para entender o texto. Durante esse tempo, o pastor deve investir a maior porção de sua energia e intelecto nessa tarefa de “manejar bem a palavra da verdade” (2 Timóteo 2.15). Não há atalhos para a exposição fiel. O expositor não é um explorador que retorna para contar as aventuras da jornada. Ele é um guia que lidera o povo ao texto e ensina a arte do estudo e da interpretação bíblica, demonstrando essas disciplinas essenciais em sua pregação.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
O pregador expositivo, além disso, se submete tanto ao conteúdo quando à forma do texto bíblico como a palavra inerrante e infalível de Deus, divinamente planejada e dirigida. Deus falou por meio dos autores inspirados da Escritura, e cada gênero da literatura bíblica demanda que o pregador dê cuidadosa atenção ao texto, permitindo que o próprio dê forma à mensagem. Muitos pregadores vêm ao texto com uma forma de sermão em mente e um conjunto limitado de ferramentas para trabalhar. Certamente, a forma do sermão pode ser diferente de pregador para pregador e de texto para texto. Mas a exposição fiel demanda que o texto estabeleça tanto a forma quanto o conteúdo do sermão.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
O pregador sobe ao púlpito para realizar um propósito central: anunciar a mensagem e o significado do texto bíblico. Isso requer investigação histórica, discernimento literário e a aplicação fiel da&amp;nbsp;&lt;i&gt;analogia fidei&lt;/i&gt;&amp;nbsp;para interpretar a Escritura pela Escritura. Isso também requer que o expositor rejeite o conceito moderno de que o texto não significa necessariamente o que o texto significava. Se a Bíblia é verdadeiramente a palavra eterna e permanente de Deus, ela significa o que significava e é aplicada de forma renovada a cada geração.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
Uma vez que o significa do texto é anunciado, o pregador parte para a aplicação. Aplicação da verdade bíblica é uma tarefa necessária da pregação expositiva. Mas a aplicação deve seguir a tarefa diligente e disciplinada da explicação do próprio texto. T. H. L. Parker descreve a pregação assim: “Pregação expositiva consiste na explicação e aplicação de uma passagem da Escritura. Sem explicação, não é expositiva; sem aplicação, não é pregação”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
A aplicação é absolutamente necessária, mas é cercada de perigos. O principal deles talvez seja a tentação de crer que o pregador pode, ou deve, manipular o coração humano. O pregador é responsável por proclamar a palavra eterna da Escritura. Apenas o Espírito Santo pode aplicar essa palavra aos corações humanos ou mesmo abrir os olhos e ouvidos para entender e receber o significado do texto.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
Cada sermão apresenta ao ouvinte uma decisão a ser tomada. Ou iremos obedecer, ou iremos desobedecer, a palavra de Deus. A autoridade soberana de Deus opera por meio da pregação de sua palavra para demandar obediência de seu povo e fazê-los regozijar nela. Pregação é a instrumentalidade essencial pela qual Deus molda seu povo, conforme o Espírito Santo acompanha a palavra. Como os reformadores nos lembram, é por meio da pregação que Cristo está presente entre seu povo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
&lt;em&gt;Traduzido por Filipe Schulz | iPródigo.com | Original&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.albertmohler.com/2013/08/21/the-sheer-weightlessness-of-so-many-sermons-why-expository-preaching-matters/&quot; style=&quot;color: #909090; text-decoration: none;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Texto original aqui&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
&lt;em&gt;Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Siga-me no twitter: @Revclaudioluis
http://feeds.feedburner.com/blogspot/wJJVp&lt;/div&gt;</description><link>http://teologandoreforma.blogspot.com/2013/09/a-irrelevancia-de-tantos-sermoes-por.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2854828073071338666.post-659043763622348291</guid><pubDate>Fri, 13 Sep 2013 10:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-09-13T03:44:46.765-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Pregação Expositiva</category><title>3 características da pregação expositiva</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;h2 style=&quot;background-color: white; font-family: Amaranth; font-size: 36px; margin: 0px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #b68b15; font-size: 22px;&quot;&gt;por Albert Mohler Jr.&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class=&quot;post-meta&quot; style=&quot;background-color: #2e8eba; color: white; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 15px; padding: 0px 0px 0px 5px;&quot;&gt;
Postado por&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://iprodigo.com/author/fschulz&quot; rel=&quot;author&quot; style=&quot;color: white; text-decoration: none;&quot; title=&quot;Posts de Filipe Schulz&quot;&gt;Filipe Schulz&lt;/a&gt;&amp;nbsp;em 13 de setembro de 2013 em&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://iprodigo.com/categoria/textos&quot; rel=&quot;category tag&quot; style=&quot;color: white; text-decoration: none;&quot; title=&quot;Ver todos os posts em Textos&quot;&gt;Textos&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://iprodigo.com/categoria/traducoes&quot; rel=&quot;category tag&quot; style=&quot;color: white; text-decoration: none;&quot; title=&quot;Ver todos os posts em Traduções&quot;&gt;Traduções&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;wp-caption alignleft&quot; id=&quot;attachment_448&quot; style=&quot;background-color: #eeeeee; border: 1px solid rgb(221, 221, 221); color: #333333; float: left; font-family: arial; font-size: 12px; margin: 10px 20px 8px 0px; padding: 4px 0px 5px; text-align: center; width: 203px;&quot;&gt;
&lt;img alt=&quot;Albert Mohler&quot; class=&quot; wp-image-448 &quot; height=&quot;193&quot; src=&quot;http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2009/11/almohler.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; title=&quot;Albert Mohler&quot; width=&quot;193&quot; /&gt;&lt;div class=&quot;wp-caption-text&quot; style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 3px 0px 0px;&quot;&gt;
Albert Mohler&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A pregação expositiva autêntica é marcada por três características distintas:&lt;b&gt;autoridade&lt;/b&gt;,&amp;nbsp;&lt;b&gt;reverência&lt;/b&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&lt;b&gt;centralidade&lt;/b&gt;. A pregação expositiva é autoritativa porque se firma sobre a própria autoridade da Bíblia como a palavra de Deus. Tal pregação requer e reforça um senso de expectativa reverente por parte do povo de Deus. Por fim, a pregação expositiva demanda uma posição central na adoração cristã e é respeitada como o evento pelo qual a palavra viva de Deus fala com Seu povo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Uma análise cuidadosa de nossa era contemporânea foi feita pelo sociólogo Richard Sennet, da Universidade de New York. Sennet nota que, em tempos passados, uma grande ansiedade da maioria das pessoas era a perda da autoridade governamental. Hoje a mesa virou, e as pessoas modernas ficam ansiosas por conta de qualquer autoridade sobre elas: “Agora tememos a influência da autoridade como uma ameaça a nossas liberdades, na família e na sociedade em geral”. Se as gerações anteriores temiam a ausência de autoridade, hoje vemos “um medo da autoridade, quando ela existe”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Alguns especialistas em homilética sugerem que os pregadores deveriam simplesmente abraçar essa nova cosmovisão e desistir de afirmar terem uma mensagem autoritativa. Aqueles que perderam a confiança na autoridade da Bíblia como a palavra de Deus tem pouco a dizer e nenhuma autoridade em sua mensagem. Fred Craddock, uma das figuras mais influentes no pensamento homilético recente, descreve de forma pontual o pregador atual como “alguém sem autoridade”. O retrato que ele pinta dos predicados do pregador é assustador: “O velhos pregos e parafusos enferrujam no casco enquanto o ministro tenta guiar seu povo pelas águas pantanosas das relatividades e possibilidades”. “Não é mais possível ao pregador pressupor o reconhecimento geral de sua autoridade como clérigo, ou a autoridade de sua instituição, ou a autoridade da Escritura”, Craddock argumenta. Resumindo a situação do pregador pós-moderno, ele relata que o pregador “se questiona seriamente se deveria continuar provendo monólogos em um mundo dialógico”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A questão óbvia a se fazer à análise de Craddock é essa: se não temos qualquer mensagem autoritativa, por que pregar? Sem autoridade, o pregador e a congregação estão envolvidos em uma perda de tempo massiva. A própria ideia de que a pregação pode ser transformada em um diálogo entre o púlpito e os bancos indica a confusão de nossa era.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Em contraste com isso está o tom de autoridade encontrado em qualquer pregação expositiva. Como Martyn Lloyd-Jones nota:&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;background-color: white; color: #676659; font-family: arial; font-size: 12px; font-style: italic; margin: 15px auto -20px; overflow: hidden; padding: 0px 50px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #eaeaea; border-bottom-left-radius: 20px; border-bottom-right-radius: 20px; border-top-left-radius: 20px; border-top-right-radius: 20px; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 35px 45px 35px 40px; text-align: justify;&quot;&gt;
Qualquer estudo da história da igreja, e particularmente qualquer estudo dos grandes períodos de reavivamento, demonstra acima de tudo esse único fato: que a igreja cristã durante todos esses períodos falou com autoridade. A grande característica de todos os reavivamento tem sido a autoridade do pregador. Parecia haver algo novo, extra e irresistível naquilo que ele declarava em nome de Deus.&lt;/div&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O pregador se atreve a falar em nome de Deus. Ele sobe ao púlpito como um mordomo “dos mistérios de Deus” (1 Coríntios 4.1) e declara a verdade da palavra de Deus, proclama o poder dessa palavra, e aplica a palavra à vida. Esse é certamente um ato audacioso. Ninguém deveria sequer contemplar tal empreitada sem ter confiança absoluta em um chamado divino para pregar e na autoridade imaculada das Escrituras.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Em última análise, a autoridade suprema da pregação é a autoridade da Bíblia como palavra de Deus. Sem essa autoridade, o pregador está nu e calado perante a congregação e o mundo que o assiste. Se a Bíblia não é a palavra de Deus,&amp;nbsp; pregador está envolto em um ato de auto-ilusão ou pretensão profissional.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Permanecendo na autoridade da Escritura, o pregador declara uma verdade recebida, não uma mensagem inventada. O ofício do ensino não é um papel de aconselhamento baseado em experiência religiosa, mas uma função profética na qual Deus fala com seu povo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A pregação expositiva também é marcada pela reverência. A congregação reunida perante Esdras e os outros pregadores demonstravam amor e reverência pela palavra de Deus (Neemias 8). Quando o livro era lido, o povo se levantava. Esse ato de se levantar revela o coração do povo e seu senso de expectativa conforme a palavra era lida e pregada.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A pregação expositiva requer uma atitude de reverência por parte da congregação. Pregação não é um diálogo, mas envolve pelo menos duas partes – o pregador e a congregação. O papel da congregação na pregação é de ouvir, receber e obedecer a palavra de Deus. Ao fazê-lo, a igreja demonstra reverência pela pregação e ensino da Bíblia e entende que o sermão traz a palavra de Cristo para perto da congregação. Isso é verdadeira adoração.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Por falta de reverência pela palavra de Deus, muitas congregações se veem em uma busca frenética por significado em sua adoração. Cristãos saem do culto perguntando uns aos outros: “você entendeu alguma coisa daquilo?”. Igrejas realizam pesquisas para medir as expectativas: vocês gostariam de mais música? De que tipo? E teatro? Nosso pregador é criativo o suficiente?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A pregação expositiva requer um conjunto de questões bem diferente. Eu vou obedecer a palavra de Deus? Como eu preciso moldar meu pensamento à Escritura? Como eu devo mudar meu comportamento para ser plenamente obediente à palavra? Essas questões revelam submissão à autoridade de Deus e reverência pela Bíblia como sua palavra.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
De forma semelhante, o pregador deve demonstrar sua própria reverência pela palavra de Deus ao lidar de forma fiel e responsável com o texto. Ele não deve ser irreverente ou casual, muito menos desrespeitoso ou arrogante. Disso estamos certos, nenhuma congregação reverencia mais a Bíblia do que seu pregador.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Se a pregação expositiva é autoritativa, e se demanda reverência, ela também deve estar no centro da adoração cristã. Um culto propriamente direcionado para a honra e glória de Deus encontrará seu centro na leitura e pregação da palavra de Deus. A pregação expositiva não pode receber um papel secundário no ato da adoração – ela deve ser central.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Durante a Reforma, o propósito que movia Lutero era o de restaurar a pregação ao lugar apropriado na adoração cristã. Se referindo ao incidente entre Maria e Marta em Lucas 10, Lutero lembrou sua congregação e os estudantes sob ele que Jesus Cristo declarou que “mesmo uma só coisa” é necessária, a pregação da palavra (Lucas 10.42). Assim, a preocupação central de Lutero era de reformar a adoração nas igrejas ao reestabelecer nelas a centralidade da leitura e pregação da palavra.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A mesma reforma é necessária no evangelicalismo atual. A pregação expositiva deve mais uma vez ser central na vida da igreja e central na adoração cristã. No fim, a igreja não será julgada pelo Senhor pela qualidade de sua música, mas pela fidelidade de sua pregação.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Quando os evangélicos de hoje falam casualmente da distinção entre adoração e pregação (dizendo que a igreja vai desfrutar de uma oferta de música antes de acrescentar um pouquinho de pregação), estão acusando o golpe de sua falta de entendimento tanto de adoração quanto do ato da pregação. Adoração não é algo que fazemos antes de nos sentarmos para ouvir a palavra de Deu; é o ato pelo qual o povo de Deus dirige toda sua atenção para o único vivo e verdadeiro Deus que fala com eles e recebe seu louvor. Deus é louvado da forma mais bela quando seu povo ouve sua palavra, ama sua palavra e obedece sua palavra.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Assim como na Reforma, o corretivo mais importante para nossa deturpação da adoração (e defesa contra as demandas consumistas correntes) é o retorno correto da pregação expositiva e da leitura pública da palavra de Deus à primazia e centralidade na adoração. Apenas assim a “joia perdida” será verdadeiramente redescoberta.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
&lt;em&gt;Traduzido por Filipe Schulz | iPródigo.com | Original&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.albertmohler.com/2013/09/06/preaching-with-authority-three-characteristics-of-expository-preaching/&quot; style=&quot;color: #909090; text-decoration: none;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Texto original aqui&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
&lt;em&gt;Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Siga-me no twitter: @Revclaudioluis
http://feeds.feedburner.com/blogspot/wJJVp&lt;/div&gt;</description><link>http://teologandoreforma.blogspot.com/2013/09/3-caracteristicas-da-pregacao-expositiva.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2854828073071338666.post-8097605559600337780</guid><pubDate>Thu, 12 Sep 2013 09:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-09-12T02:21:05.028-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mark Driscoll</category><title>Glorificando a Deus em tudo o que você fizer</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;h2 style=&quot;background-color: white; font-family: Amaranth; font-size: 36px; margin: 0px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #b68b15; font-size: 22px;&quot;&gt;por Mark Driscoll&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class=&quot;post-meta&quot; style=&quot;background-color: #2e8eba; color: white; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 15px; padding: 0px 0px 0px 5px;&quot;&gt;
Postado por&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://iprodigo.com/author/josaias&quot; rel=&quot;author&quot; style=&quot;color: white; text-decoration: none;&quot; title=&quot;Posts de Josaías Jr&quot;&gt;Josaías Jr&lt;/a&gt;&amp;nbsp;em 26 de maio de 2011 em&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://iprodigo.com/categoria/textos&quot; rel=&quot;category tag&quot; style=&quot;color: white; text-decoration: none;&quot; title=&quot;Ver todos os posts em Textos&quot;&gt;Textos&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://iprodigo.com/categoria/traducoes&quot; rel=&quot;category tag&quot; style=&quot;color: white; text-decoration: none;&quot; title=&quot;Ver todos os posts em Traduções&quot;&gt;Traduções&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;wp-caption alignleft&quot; id=&quot;attachment_352&quot; style=&quot;background-color: #eeeeee; border: 1px solid rgb(221, 221, 221); color: #333333; float: left; font-family: arial; font-size: 12px; margin: 10px 20px 8px 0px; padding: 4px 0px 5px; text-align: center; width: 201px;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2009/11/Mark_Driscoll.jpg&quot; style=&quot;color: #909090; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Mark Driscoll&quot; class=&quot;size-medium wp-image-352&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2009/11/Mark_Driscoll-191x300.jpg&quot; style=&quot;border: none; margin: 0px; padding: 0px;&quot; title=&quot;Mark Driscoll&quot; width=&quot;191&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;wp-caption-text&quot; style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 3px 0px 0px;&quot;&gt;
por Mark Driscoll&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
“Viva para a glória de Deus!”. Cristãos gostam de usar isso porque somos preguiçosos e porque adoramos um bom bordão de para-choque de caminhão. Há sempre um cara que está dizendo: “Glorifique a Deus, irmão!” Mas o que isso significa? “Glorifique a Deus”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
Deus é um Deus de Glória. Deus é glorioso.&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Deus existe para ser glorificado&lt;/strong&gt;. A Bíblia fala da glória de Deus como um mega-tema que aparece aproximadamente 275 vezes na tradução para Inglês, 50 vezes só no livro de Salmos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
Quando as pessoas encontram a glória de Deus, eles respondem em forma de medo, espanto, admiração, adoração, temor, respeito, convicção, arrependimento, humildade. Deus é grande, somos pequenos. Deus é bom, somos maus. Nós existimos para Deus, Deus não existe para nós. Nosso eterno Deus, Jesus, vem na história humana como um ser humano e vive uma vida que é completa, total e consistentemente para glorificar a Deus sem qualquer pecado, como nosso exemplo de como uma vida de glória a Deus deve ser vivida.&lt;/div&gt;
&lt;h3 style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Amaranth; font-size: 30px; margin: 0px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;A Questão&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
Paulo diz que se você quiser ser um bom missionário, se você quer amar a sua cidade, se você quiser ver as pessoas sendo salvas, se você quiser ver vidas sendo mudadas, se você se encontrar em amizades e relações de trabalho com pessoas que discordam totalmente de você, e a sexualidade, espiritualidade e vida deles não está em Jesus e a Bíblia, então a pergunta que você tem que continuar fazendo é: “&lt;strong&gt;Será que isto vai ou não vai trazer mais glória a Deus&lt;/strong&gt;? Será que isso glorifica a Deus?”. E se você não souber qual é a resposta, então olhe para Jesus.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
Sem Jesus, francamente não teríamos nenhuma ideia de como glorificar a Deus porque todos nós teríamos princípios abstratos. Temos de olhar para Jesus, caso contrário, não saberemos como glorificar a Deus.&lt;/div&gt;
&lt;h3 style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Amaranth; font-size: 30px; margin: 0px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Olhando para Jesus&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
Então, a questão é&amp;nbsp;&lt;strong&gt;como glorificar a Deus no seu dia-a-dia?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Como glorificar a Deus com a sua Coca Zero, seu Sucrilhos, e quando der a seta no trânsito? Olhe para Jesus:&lt;/div&gt;
&lt;ul style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; list-style: none; margin: 0px; padding: 10px 0px 10px 20px;&quot;&gt;
&lt;li style=&quot;list-style: circle inside; margin: 0px 5px 0px 0px; padding: 3px 5px 0px 0px;&quot;&gt;“Devo ter relações sexuais com meu namorado ou namorada?” Não, Jesus era um rapaz solteiro que era virgem, mesmo até no seu momento de morte.&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;list-style: circle inside; margin: 0px 5px 0px 0px; padding: 3px 5px 0px 0px;&quot;&gt;“Então devo ficar bêbado?” Não, não, não. Jesus não ficava bêbado. Isso não glorifica a Deus.&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;list-style: circle inside; margin: 0px 5px 0px 0px; padding: 3px 5px 0px 0px;&quot;&gt;Jesus mentia para as pessoas? Jesus não mentiu, não devo mentir.&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;list-style: circle inside; margin: 0px 5px 0px 0px; padding: 3px 5px 0px 0px;&quot;&gt;Jesus roubou? Ele não roubou. Não devo roubar.&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;list-style: circle inside; margin: 0px 5px 0px 0px; padding: 3px 5px 0px 0px;&quot;&gt;Se eu pretendo ser um cristão, como estiver vivendo minha vida, vivo para a glória de Deus, seguindo o exemplo de Jesus, que glorificou a Deus em todo tempo e de todas as maneiras.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
Isso significa que você tem que ler muito a sua Bíblia e realmente estar amando e aprendendo sobre Jesus para saber como ser um bom missionário que vive em uma cultura que não é sobre Jesus. Viva nessa cultura de uma maneira que honre e glorifique a Deus em todas as coisas, inclusive comida, sexo, bebida, trabalho, amizade, poder, dinheiro e tudo isso.&lt;/div&gt;
&lt;h3 style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Amaranth; font-size: 30px; margin: 0px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Você e eu fomos feitos para glorificar a Deus&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
Os próximos pontos vieram do meu amigo&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://iprodigo.com/autor/john-piper&quot; style=&quot;color: #909090; text-decoration: none;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;John Piper&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
1.&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Você e eu fomos feitos para o propósito expresso de glorificar a Deus em todo tempo, lugares e circunstâncias.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Fomos feitos para glorificar a Deus. Os pássaros foram feitos para voar, os peixes foram feitos para nadar; fomos feitos para glorificar a Deus.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
2.&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Tudo em nossa vida é uma oportunidade para glorificar ou não a Deus.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Paulo simplesmente disse em 1 Coríntios 10.31: “Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa,” tudo, todas as coisas da vida, “fazei tudo para glória de Deus”. Assim, cada momento de cada dia você e eu tomamos decisões que glorificam ou não a Deus. Isso significa que tudo em nossa vida é uma oportunidade de glorificar a Deus.&lt;/div&gt;
&lt;h3 style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Amaranth; font-size: 30px; margin: 0px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;“Glória” ≠ “Felicidade”&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
Alguns de vocês, então, vão dizer: “Bem, esse cristianismo simplesmente não está funcionando. Não sou saudável, rico e sábio. Não está funcionando. Como eu deveria glorificar a Deus? Como eu deveria louvar a Deus? Como eu deveria agradecer a Deus por meu câncer? Meu comportamento desinteressante, meu desemprego, minha vida falida? Como eu deveria ser feliz, louvar a Deus em todas as circunstâncias? Você está louco? ‘Glorificai a Deus em todos os momentos.’ Falido. Desinteressante. Solteiro. Desempregado. Doente. Morrendo. Glorificar a Deus. Ah sim, isso é ótimo. Isso parece ótimo em para-choque de caminhão. Tente fazer isso. Isso não funciona”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
Na verdade, funciona. Se a sua religião é sobre glorificar a Deus quando você está rico, então quando você perder seu dinheiro, amaldiçoará a Deus. Se a sua religião é sobre glorificar a Deus quando você estiver saudável, então se ficar doente, você amaldiçoará a Deus.&lt;/div&gt;
&lt;h3 style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Amaranth; font-size: 30px; margin: 0px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Jesus foi assassinado e glorificou a Deus.&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
“Vinde a Jesus, e ele vai tirar todo o seu sofrimento”, eles dizem. Você está&amp;nbsp;&lt;em&gt;brincando&lt;/em&gt;&amp;nbsp;comigo? Você não viu o que fizeram com o cara? Ele foi espancado. Ele foi executado. Eles o&amp;nbsp;&lt;em&gt;assassinaram&lt;/em&gt;. Isso não pode ser para o nosso bem. Eles podem tratá-lo como fizeram com Jesus. E pode ser que isso não seja tão bom. Nós adoramos um cara que morreu por volta de seus 30 anos. Podemos não ter uma vida longa. Podemos não fazer uma montanha de dinheiro. Podemos não ter um cônjuge sexy. Podemos não ter alguns filhos bonitos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
Pode não ser bom. Pode ser muito difícil. Você pode fracassar. Você pode se divorciar.&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=OIahCHRSRjI&quot; style=&quot;color: #909090; text-decoration: none;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Você pode ter câncer&lt;/a&gt;. Você pode ser demitido, eu não sei. Você diz: “Bem, como eu poderia glorificar a Deus?” É possível, porque Jesus o fez.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
Agora, alguns de vocês estão dizendo, “Eu não quero glorificar a Deus, eu quero ser feliz. Não quero ficar crucificado. Não quero falir. Não quero ter câncer. Não quero me divorciar. Não quero ser virgem. Fazem filmes sobre pessoas que são virgens, e são comédias. Não quero isso. Não é esse é o meu alvo.”&lt;/div&gt;
&lt;h3 style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Amaranth; font-size: 30px; margin: 0px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Somos satisfeitos muito facilmente – e por muito pouco.&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
Quando se trata de viver para a glória de Deus ou para nossa felicidade, tendemos a buscar a felicidade e é aí que pecamos. O pecado é quando olhamos para as nossas opções e dizemos: “posso glorificar a Deus ou escolher o que acho que preciso para ser feliz. Vou comer um bolo de chocolate inteiro. Vou beber cerveja e vou ficar nu. Eu vou ser feliz. Não vou glorificar a Deus. Eu vou ser feliz com um bolo de chocolate, um engradado e com pessoas nuas. Isso vai me fazer feliz”. É por isso que escolhemos o pecado.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
C.S. Lewis, em&amp;nbsp;&lt;em&gt;O Peso de Glória&lt;/em&gt;, fala sobre isso,&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;background-color: white; color: #676659; font-family: arial; font-size: 12px; font-style: italic; margin: 15px auto -20px; overflow: hidden; padding: 0px 50px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #eaeaea; border-bottom-left-radius: 20px; border-bottom-right-radius: 20px; border-top-left-radius: 20px; border-top-right-radius: 20px; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 35px 45px 35px 40px;&quot;&gt;
Nosso Senhor não acha que nossos desejos são muito forte, mas muito fracos. Somos criaturas que se entregam pela metade, perdendo nosso tempo com bebidas, sexo e ambições terrenas, quando nos é ofertada a alegria infinita. Somos como crianças ignorantes que querem persistir na brincadeira de fazer bolos de lama numa favela, porque não podem imaginar o significado de terem recebido o convite para passar uma temporada num maravilhoso hotel á beira mar. Nós nos satisfazemos com muito pouco.&lt;/div&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
Essa é a verdade. Jesus Cristo tira nossos pecados e nos dá Deus.&lt;/div&gt;
&lt;ul style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; list-style: none; margin: 0px; padding: 10px 0px 10px 20px;&quot;&gt;
&lt;li style=&quot;list-style: circle inside; margin: 0px 5px 0px 0px; padding: 3px 5px 0px 0px;&quot;&gt;Você poderia ter Deus! Mas escolheu cerveja sem álcool?&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;list-style: circle inside; margin: 0px 5px 0px 0px; padding: 3px 5px 0px 0px;&quot;&gt;Você poderia ter Deus! Mas escolheu a nudez?&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;list-style: circle inside; margin: 0px 5px 0px 0px; padding: 3px 5px 0px 0px;&quot;&gt;Você poderia ter Deus! Mas escolheu glutonaria, loucura e revolta?&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
Lewis diz que nos satisfazemos com muito pouco. Somos como Esaú, que trocou seu direito de primogenitura por um prato de lentilhas.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;tweet-text&quot; style=&quot;background-color: white; background-image: url(http://iprodigo.com/wp-content/themes/iprodigo2/images/caixa-tweet.jpg); color: #ab3c4c; float: left; font-family: arial; font-size: 20pt; font-style: italic; height: 121px; margin: 0px 0px 0px 40px; width: 586px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 16px !important;&quot;&gt;
Pecado é quando vemos nossas opções e dizemos: posso glorificar a Deus ou escolher o que acho que preciso para ser feliz&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;a class=&quot;tweet-link&quot; href=&quot;http://twitter.com/?status=Pecado%20%C3%A9%20quando%20vemos%20nossas%20op%C3%A7%C3%B5es%20e%20dizemos:%20posso%20glorificar%20a%20Deus%20ou%20escolher%20o%20que%20acho%20que%20preciso%20para%20ser%20feliz%20http://is.gd/zSMwzt&quot; style=&quot;background-color: white; background-image: url(http://iprodigo.com/wp-content/themes/iprodigo2/images/tweet-frase.png); background-position: 0px 0px; color: #909090; display: block; float: right; font-family: arial; font-size: 12px; height: 34px; margin: 40px 60px 0px 0px; text-decoration: none; width: 34px;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; clear: both; color: #333333; font-family: arial; font-size: 12px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;h3 style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Amaranth; font-size: 30px; margin: 0px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Esta é a nossa mais profunda alegria&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
Sei que alguns de vocês estão pensando, “Mas eu quero que ele me dê um carro!” Não é um pecado ter um carro, e espero que ele te dê um carro. Espero que ele te dê um carro com rodas de liga leve. Mas eu tenho algo melhor do que um carro: Jesus vai te dar Deus. Outros dizem: “Mas eu queria que Jesus me desse um cônjuge”. Espero que ele te dê um cônjuge. Eu adoraria vê-lo se casar. Mas se ele te der ou não um cônjuge, eu tenho algo melhor do que isso: Deus.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
Jesus nos dá Deus. Deus é o nosso maior tesouro, o nosso maior prazer, a nossa mais profunda alegria. A nossa felicidade mais profunda é que Deus nos ama, que Deus nos conhece, que Deus cuida de nós, que Deus se entregou por nós e que começamos a viver para sua glória. Não é o que nós temos, mas o que nós conseguimos.&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Nós conseguimos, finalmente, fazer a única coisa para a qual fomos feitos: para glorificar a Deus.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
&lt;em&gt;Traduzido e gentilmente cedido por Josie Lima | iPródigo | Original&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://theresurgence.com/2011/05/23/glorifying-god-in-all-you-do&quot; style=&quot;color: #909090; text-decoration: none;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
&lt;em&gt;Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Siga-me no twitter: @Revclaudioluis
http://feeds.feedburner.com/blogspot/wJJVp&lt;/div&gt;</description><link>http://teologandoreforma.blogspot.com/2013/09/glorificando-deus-em-tudo-o-que-voce.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2854828073071338666.post-8180166889956897273</guid><pubDate>Thu, 12 Sep 2013 09:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-09-12T02:08:49.828-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Kevin DeYoung</category><title>Lidando com a Decepção na Igreja</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: left;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://iprodigo.com/wp-content/themes/iprodigo2/thumb.php?src=http://iprodigo.com/wp-content/woo_custom/242-3713326329_c504618e58.jpg&amp;amp;h=125&amp;amp;w=125&amp;amp;zc=1&amp;amp;q=90&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;http://iprodigo.com/wp-content/themes/iprodigo2/thumb.php?src=http://iprodigo.com/wp-content/woo_custom/242-3713326329_c504618e58.jpg&amp;amp;h=125&amp;amp;w=125&amp;amp;zc=1&amp;amp;q=90&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #b68b15; font-family: Amaranth; font-size: 22px; line-height: normal; text-align: start;&quot;&gt;por Kevin DeYoung&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Ninguém me apoiou.”&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
“Eu não era importante para ninguém.”&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
“Você não estava nem aí.”&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Essas são algumas das coisas mais difíceis que um pastor pode ouvir de sua congregação, estejam elas se referindo diretamente a ele ou não. Essas situações também são algumas das mais agressivas que um membro pode acusar a igreja e, sem dúvida, das mais doloridas que um membro da igreja pode sentir. Mesmo assim, esses sentimentos acontecem, e esses pensamentos são verbalizados, muito freqüentemente na vida da igreja.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;É fácil imaginar o que leva as pessoas a não sentirem amadas.&lt;/div&gt;
&lt;ul style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; list-style: none; margin: 0px; padding: 10px 0px 10px 20px;&quot;&gt;
&lt;li style=&quot;list-style: circle inside; margin: 0px 5px 0px 0px; padding: 3px 5px 0px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;Um pastor que não visita uma família que perdeu de forma trágica uma filha em um acidente de carro.&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;list-style: circle inside; margin: 0px 5px 0px 0px; padding: 3px 5px 0px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;Um casal visita igreja por seis meses. Eles nunca são convidados para almoçar na casa do pastor. Então começam a procurar por outra igreja.&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;list-style: circle inside; margin: 0px 5px 0px 0px; padding: 3px 5px 0px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;Um estudante recém formado se sente invisível porque é solteiro e tímido. Ninguém se esforça para conhecê-lo. Após alguns meses saindo rapidamente da igreja após o culto para não ficar lá isolado, ele desiste da sua igreja, e talvez de qualquer igreja.&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;list-style: circle inside; margin: 0px 5px 0px 0px; padding: 3px 5px 0px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;Um jovem rapaz é chamado ao conselho da igreja porque engravidou a namorada. Ele nunca se encontrou com o conselho assim, e se sente enfrentando a inquisição. Ele não nega que pecou, mas o cuidado pastoral que está recebendo não parece muito amoroso.&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;list-style: circle inside; margin: 0px 5px 0px 0px; padding: 3px 5px 0px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;Uma das famílias mais tradicionais da igreja começa a faltar alguns cultos. Eventualmente, eles não aparecem mais. Quando você finalmente nota, já faz uns seis meses que eles sumiram. Quando você telefona para saber o que aconteceu, já é tarde demais.&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;list-style: circle inside; margin: 0px 5px 0px 0px; padding: 3px 5px 0px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;Uma jovem que acabou se tornar mãe percebe que não foi convidada para o estudo bíblico das mães. Ela não sabe o porquê ao certo, mas imagina que tem algo a ver com seu passado. Após um ano se sentindo isolada, sua família deixa a igreja por causa de seus grupos fechados.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Existem muito mais situações desse tipo, todas muito doloridas, para as ovelhas e para os pastores. Como devem responder então os membros da igreja quando eles não se sentem amados, apoiados, ou se sentem como estrangeiros em sua própria igreja? E como devem responder os líderes da igreja quando são criticados por não se preocuparem com os membros ou a igreja falha por não ser muito amável?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A resposta mais fácil é assumir que o outro lado está sempre errado. Eu já conversei com cristãos (não necessariamente os da minha igreja) que mantém uma extensa lista de mágoas com a sua igreja. Eles nunca consideram que talvez sejam mais do que apenas vítimas indefesas. Eles talvez sejam parte do problema. Por outro lado, eu já estive em reuniões de pastores onde a grande afirmação por trás das conversas, piadas e reclamações é que eles têm servido fielmente, mas a igreja simplesmente não percebe.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os dois lados seriam mais bem servidos se questionassem alguns pontos antes de baterem o pé e tirarem conclusões precipitadas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Pastores e líderes, na próxima vez que forem criticados por não serem amáveis ou cuidadosos, se perguntem:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;1. Nós temos algum mecanismo para conhecer pessoalmente nossas ovelhas?&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Como líderes, nós prestaremos contas pela forma como cuidamos das almas das outras pessoas (Hebreus 13.7). A Bíblia não ordena apenas uma forma única de cuidar da membresia, nós devemos trabalhar para ter algum processo que funcione. Se nunca perguntarmos “como a congregação está?”, ou ainda melhor, “como&amp;nbsp;&lt;em&gt;você&lt;/em&gt;, meu irmão, está?”, não podemos ficar surpresos ao acharmos muitas pessoas desapontadas.&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;2. Nós temos alguma forma de descobrir quando as pessoas não estão freqüentando culto?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Você pode dar uma olhada, perguntar para os amigos ou se informar na recepção, mas nós precisamos ter uma idéia geral de quem não está sendo fiel à membresia do culto. No Livro de Ordem da minha Igreja estipula que sempre falemos sobre isso nas reuniões do conselho de líderes. O primeiro passo para descobrir quem está sumido é começar a procurar e começar a falar sobre isso.&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;3. Estamos confrontando os grupos fechados na nossa igreja?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;A linha que separa uma comunidade de uma elite é tênue. Mas se há uma diferença central, é a abertura. Uma comunidade saudável recebe bem as pessoas novas. Uma elite procura formas de manter as pessoas novas do lado de fora. Pastores precisam confrontar o problema dos círculos fechados de forma direta – na pregação, nas decisões da igreja, e nas conversas pessoais. Os líderes também deve se assegurar de não estarem em grupos fechados. É bom ter bons amigos. Mas os amigos que excluem todos os outros são muito ruins.&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;4. Há maneiras fáceis e identificáveis de os tímidos e mais reservados se envolverem e serem conhecidos pelos outros?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Os mais enturmantes e extrovertidos se sentirão em casa, na igreja, rapidamente. Mas ‘pontos de entrada’ bem divulgados e convites pessoas são necessários para muitos outros.&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;5. É possível que estejamos mais em falta do que imaginamos?&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Liderar não significa dizer que está errado toda vez que o Senhor Sensível se sente ofendido. Mas significa estar sempre aberto para a possibilidade que você errou mais do imagina.&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;6. Temos feito promessas que não cumprimos?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Não há nada mais perigoso do que boas intenções bem divulgadas e mal executadas. A liderança cria um programa de visitação às famílias, mas só visitam metade. Um pastor promete continuar uma conversa ali no hall de entrada da igreja após atender o celular, mas acaba esquecendo. A igreja promete que todos os membros terão um mentor, mas no fim das contas não há mentores o suficiente. Não crie expectativas tão altas que você fatalmente não alcançará.&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;7. Os críticos são sempre críticos?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Pastores podem perder tempo com murmuradores. Quando o fazem, eles geralmente estão muito cansados para prestar atenção quando membros leais oferecem críticas bem fundamentadas. Não devemos gastar muito tempo ouvindo as reclamações de sempre, exceto aquelas que vêm de um novo reclamão. Em outras palavras, considere a fonte das críticas, e lembre-se que “Quem fere por amor mostra lealdade.” (Provérbios 27.6)&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Quanto aos feridos e desapontados, antes de criticar seus líderes, se pergunte:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;1. Eu pedi ajuda?&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Pastores e líderes não são oniscientes. Mesmo com as melhores estratégias de pastoreio, as pessoas cometem falhas. Se você realmente precisa de ajuda, não deixe de pedir. Eu sei que todos querem ser notados. Mas é difícil para uma dúzia de pessoas notarem cinco mil, ou vinte e poucos notarem dois mil. Ajude os seus líderes a te ajudarem.&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;2. Eu deixei de lado as oportunidades de me encaixar e conhecer pessoas?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Antes de reclamar que você esteve na igreja por seis meses e não conheceu ninguém, pense nas maneiras que você pode fazê-lo nos próximos seis. Há algum pequeno grupo que você pode freqüentar? Há um culto mais informal que você pode comparecer? Que tal se oferecer para ajudar no berçário na próxima vez que precisarem? Você tentou aparecer nas reuniões de esportes ou de oração? 90% de “amar e ser amado” é comparecer.&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;3. É realista imaginar que os líderes podem dar tanta atenção pessoal para todos os membros da igreja quanto eu imagino que deveriam?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;É fácil pensar “tudo o que eu queria era uma visita. Não me diga que eles estavam tão ocupados que não poderiam reservar apenas uma noite para a minha família”. Mas lembre-se que você não é o único membro da igreja. Se a quantidade de carinho que você espera de seus líderes não pode ser multiplicada pelo número de pessoas da igreja, talvez você esteja esperando além da conta. Se você quer tudo, sempre estará desapontado.&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;4. Se eu realmente queria ser amado e notado, porque deixei de aparecer?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;De um lado, líderes da igreja deveriam saber quando os membros da igreja se desviaram. Bons pastores mantêm os olhos nas suas ovelhas. Por outro lado, se as ovelhas querem ser cuidadas pelo rebanho, elas não devem se afastar dele. As pessoas se magoam quando sua ausência na igreja não é notada. Mas eu tenho dificuldade em sentir muita simpatia nesse caso, a não ser que você esteja lidando com alguém com problemas de reclusão ou alguém cuja ausência não é voluntária. Não fuja se você quer ser achado.&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;5. Estou disposto a considerar que eu esteja mais em falta do acredito estar?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Se parece que seus líderes nunca fazem nada certo, talvez seja você que está dificultando a vida – a sua e as deles.&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;6. É possível que eu tenha deixado de lado as maneiras que o corpo de cristo cuidou de mim porque eu esperava que uma parte diferente do corpo fosse atrás de mim?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Algumas vezes os membros da igreja vão dizer “Tudo bem, meu pequeno grupo me mandou cartas, mas o pastor nunca telefonou”. Ou “Sim, os pastores sempre foram muito amigáveis comigo após o culto, mas ninguém da minha idade falou comigo”. Ou “Eu sei que os líderes se importam comigo, mas isso é o trabalho deles”. Ou, ao contrário, “Certo, meus amigos oraram por mim, mas eu nunca soube que os líderes o fizeram”. Antes de se preocupar com isso, lembre-se que o objetivo do corpo é cuidar do corpo, e não que o ombro sempre receba uma massagem especial da sua mão favorita.&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;7. Em geral, eu acho essa igreja e esses líderes pouco amáveis e cuidadosos?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Se a resposta é sim, e você lida bem com a Questão 5, então talvez você precise de uma igreja diferente. Mas se a resposta é não, pense em dar uma segunda chance para seus líderes. Talvez eles tenham apenas dado uma mancada. Todos nós erramos de vez em quando. Eu sei que eu erro. Talvez eles estivessem muito ocupados e deram bobeira. Ou talvez você não saiba da história toda. De qualquer forma, não deixe que um equívoco afete a impressão que você tem da igreja.&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Tanto para ovelhas como para pastores, os ingredientes indispensáveis para viver juntos são amor e humildade. Amor para cuidarmos dos outros como queremos ser cuidados. Humildade para considerarmos que talvez estamos em falta. É inevitável nos decepcionarmos com a igreja. Mas isso não precisa destruir a unidade do corpo de Cristo. O Senhor pode usar nossas mágoas para nos fazer lentos para falar e prontos para ouvir.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
&lt;em&gt;Traduzido por Filipe Schulz | iPródigo&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://iprodigo.com/traducoes/lidando-com-a-decepcao-na-igreja.html&quot;&gt;http://iprodigo.com/traducoes/lidando-com-a-decepcao-na-igreja.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14px; line-height: 22px; padding: 10px 0px;&quot;&gt;
&lt;em&gt;Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Siga-me no twitter: @Revclaudioluis
http://feeds.feedburner.com/blogspot/wJJVp&lt;/div&gt;</description><link>http://teologandoreforma.blogspot.com/2013/09/lidando-com-decepcao-na-igreja.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2854828073071338666.post-8708053604515303390</guid><pubDate>Wed, 12 Jun 2013 01:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-09-12T02:09:09.632-07:00</atom:updated><title>O Exemplo dos Puritanos Ingleses</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;h3 align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj0453wGcPqATdJ-VA7v-BnNDqQr9JeAhEZHg340aYh5Ncy5jJtTFzCWxTOBiLUKv2PApdsDDi0NdZDZ2hjLxhk9YLEl4i-jLtjNcpWUfhvCNY8JCg4PW0nVQycVN9uQdh_k4-oB54CNBo/s1600-h/puritanos%25255B5%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;puritanos&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;270&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgAimd2gIpf6s44Hdxrpwp73GOwilTP7a0KPkV71Vv85oJ-mpxPKbyPnKFBPCGb2Vhn9H0BZO-VWPSdGW3RNjt_eyQHgg6zvaM4NJxAkrMRVBRR1L8UW_aHhctqe3OTO7e7_0KlrWSV2qE/?imgmax=800&quot; style=&quot;background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot; title=&quot;puritanos&quot; width=&quot;362&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;b&gt;Errol Hulse&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Por que deveriam os cristãos de hoje ter algum interesse pelos Puritanos ingleses? A resposta para isso é que os Puritanos ingleses deixaram para a Igreja Cristã uma das mais valiosas bibliotecas de livros expositivos. Em anos recentes tem havido um redescobrimento desta herança literária.  &lt;/div&gt;
&lt;h4 align=&quot;justify&quot;&gt;
Quem eram os Puritanos ingleses? &lt;/h4&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Quando ocorreu a Reforma do século XVI três focos distintos de reforma se desenvolveram: o alemão, o suíço (incluindo a França) e o inglês. Destes três o mais fraco e menos auspicioso era o inglês. No princípio a oposição era feroz. Foram queimados até a morte na estaca 277 líderes cristãos durante o reinado da Rainha Maria. Ela chegou a ganhar o título de “Maria a Sanguinária’ durante o seu reinado de 1553 a 1558. Felizmente o reinado dela foi curto. No entanto, foi pelo sangue derramado e pelas cinzas queimadas dos mártires que a causa de Cristo cresceu e prosperou. Foi durante o reinado da Rainha Elizabeth (1558-1603) que o movimento Puritano nasceu. Ministros piedosos multiplicaram-se pela nação.  &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Esses ministros apoiaram um ao outro em uma fraternidade religiosa. No início os Puritanos receberam o nome Puritano porque eles buscaram purificar a Igreja Nacional de Inglaterra. Em tempos posteriores, porém, eles foram chamados de Puritanos por causa da pureza de vida que eles buscaram. Eles tinham a intenção de reformar a Igreja da Inglaterra. O seu anseio era conformar a Igreja nacional à Palavra de Deus em seu governo, adoração e prática.  &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;em&gt;&quot;Na exposição de Baxter da Vida Cristã vemos a idéia Puritana de que a graça deve permear a natureza.&quot;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;A Rainha Elizabeth era a cabeça da Igreja nacional e ela se opôs e bloqueou o avanço da reforma. Quando James I (que reinou entre 1603 a 1625) subiu ao trono havia a esperança de que finalmente a reforma progredisse. Ao invés disso a luta se intensificou. Nada melhorou quando Charles I subiu ao trono em 1625. Os ministros começaram a desacreditar de que haveria alguma melhora e alguns partiram para a América onde uma nova estirpe de Puritanos se desenvolveu. A situação chegou a um clímax quando a guerra civil começou durante a década de 1640. Naquele tempo Oliver Cromwell tornou-se o governador supremo em lugar do Rei. Quando Cromwell morreu não havia ninguém satisfatório para substituí-lo. A nação voltou à monarquia. Charles II subiu ao trono.  &lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
A luta na Igreja renovou-se com conflitos ainda mais árduos do que antes. Um ato do Parlamento foi aprovado, o qual exigia plena conformidade com regras que os Puritanos simplesmente não poderiam seguir. Em 1662 mais de 2000 ministros e líderes da Igreja de Inglaterra foram forçados a sair. Em lugar de comprometer suas consciências eles optaram por renunciar. Os historiadores consideram que o período Puritano encerrou-se naquele ano, 1662. Porém foi depois de 1662 que os Puritanos escreveram algumas de suas melhores obras. John Bunyan ficou preso durante doze anos depois de 1662. Foi na prisão que ele escreveu O Peregrino.  &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Dois Puritanos que viveram neste período posterior merecem especial atenção.  &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
John Owen (1616-1683) é chamado “O Príncipe dos Puritanos’. Ele foi capelão no exército de Oliver Cromwell e vice-chanceler da Universidade de Oxford, mas a maior parte da sua vida ele serviu como pastor de uma igreja. Suas obras escritas somam 24 volumes e representam o que há de melhor em termos de teologia no idioma inglês. Em vários assuntos importantes como o Espírito Santo, Mortificação do Pecado e Apostasia, ele é insuperável.  &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Richard Baxter (1615-1691) foi um prolífico escritor e incluído em seus trabalhos está O Manual Cristão (The Christian Directory) que consiste em uma aplicação prática detalhada do evangelho a todos os aspectos da vida. Esta provavelmente é a exposição desse tipo mais abrangente que já foi escrita.  &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Na exposição de Baxter da Vida Cristã vemos a idéia Puritana de que a graça deve permear a natureza.  &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;em&gt;&quot;É fácil ver quão próximos os batistas reformados estão dos presbiterianos (os filhos de João Calvino) quando comparamos a 2ª Confissão de Fé Batista de Londres de 1689 com a Confissão de Fé de Westminster. Vinte e oito dos trinta e dois capítulos são virtualmente idênticos. Estas Confissões de Fé representam o ponto alto do Puritanismo.&quot;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Durante o período pré-reforma a graça e a natureza ficavam separadas. Este é o conceito do Universo em dois pavimentos. Escada acima está o espiritual e santo. Escada abaixo fica o pecaminoso, carnal e profano. Por exemplo, o clero foi proibido de se casar já que o matrimônio era considerado terrestre e, portanto, pecaminoso. Lutero reformou isso em parte e trouxe a graça para ficar lado a lado com a natureza. Por exemplo, ele se casou com uma ex-freira, Catarina. João Calvino foi mais adiante e ensinou que a graça deve permear a natureza. O que é terreno deve ser santificado pelo divino. Os Puritanos foram mais adiante ainda e ensinaram com maior detalhamento do que Calvino que os princípios bíblicos devem ser aplicados a todos os aspectos da vida. Há princípios bíblicos ou ética bíblica para o matrimônio, a educação de crianças e condução do lar, para os professores e professores universitários, médicos, advogados, arquitetos e artistas, para os fazendeiros e jardineiros, políticos e magistrados, para os homens de negócios e lojistas, para os militares e para os banqueiros. Para os Puritanos a dicotomia (divisão) entre natureza e graça, que era a visão prevalecente entre os teólogos medievais, estava essencialmente errada. Eles negaram qualquer ensino do tipo em que as coisas divinas são coisas santas e as terrestres são malditas e maculadas. Para os Puritanos a graça tem que penetrar e permear toda a vida terrestre e tem que santificá-la. Até mesmo os sinos dos cavalos são santificados para Deus (Zac 14:20).  &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Em contraste com isso os Anabatistas se retiraram da sociedade com base no argumento de que esta era pecadora e corrupta. Os Anabatistas desencorajavam os homens de tornarem-se políticos ou magistrados. Com respeito à guerra tanto Calvino quanto os Puritanos ensinaram que a defesa era permitida. Os Anabatistas eram pacifistas e não queriam ter nenhuma relação com assuntos militares. É importante que lembremos que há tipos diferentes de batistas. Por exemplo, John Bunyan era um batista firmemente arraigado na tradição Puritana assim como os batistas reformados de hoje. É fácil ver quão próximos os batistas reformados estão dos presbiterianos (os filhos de João Calvino) quando comparamos a 2ª Confissão de Fé Batista de Londres de 1689 com a Confissão de Fé de Westminster. Vinte e oito dos trinta e dois capítulos são virtualmente idênticos. Estas Confissões de Fé representam o ponto alto do Puritanismo. Os Puritanos ingleses seguiram o exemplo de Calvino ao se envolverem com todos os aspectos da vida.  &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Por exemplo, Calvino era muito ativo na promoção da educação. Em 1559 ele fundou a Academia de Genebra com o intuito de construir uma Comunidade Cristã. Esta Academia atraiu estudantes de todas as partes da Europa e ao tempo da morte de Calvino, em 1564, contava com 1200 estudantes. Os Puritanos estavam igualmente preocupados de forma apaixonada com a educação e com os altos padrões acadêmicos. Quase todos os Puritanos eram formados em Oxford e Cambridge. Sidney Sussex College e Emmanuel College, em Cambridge, eram famosas instituições de ensino puritanas.  &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Calvino também preocupava-se com o sustento das 5000 famílias de refugiados que afluíram para Genebra entre 1542 e 1560. Ele foi fundamental no estabelecimento de dois hospitais e em um deles havia uma indústria de tecidos bem como uma tecelagem e uma fábrica de potes. (cf Building a Christian World View, vol 2, p 242, edited by W. Andrew Hoffecker, Presbyterian and Reformed, 1988). Até aqui eu descrevi Calvino em termos positivos. Como Lutero e como todos os demais líderes ele também teve pés de barro. Havia tendências autoritárias em Genebra que desfiguraram em parte o ministério de Calvino. Recomendo os ensaios no volume editado por Hoffecker por apresentarem uma visão equilibrada de Calvino em detrimento daqueles que idolatram aquele reformador.  &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;em&gt;&quot;Quando olhamos atrás para aquele período deveríamos notar que pressões e provações podem extrair o que há de melhor nos cristãos. A alta qualidade da exposição bíblica, equilibrada entre doutrina, experiência e aplicação prática foram frutos da tribulação.&quot;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Esse interesse universal no bem-estar humano e essa preocupação social estão amplamente refletidos nas vidas dos Puritanos. Quando olhamos atrás para aquele período deveríamos notar que pressões e provações podem extrair o que há de melhor nos cristãos. A alta qualidade da exposição bíblica, equilibrada entre doutrina, experiência e aplicação prática foram frutos da tribulação. Em nossa geração a republicação deste material pela Banner of Truth na Inglaterra, e posteriormente pela editora americana Soli Deo Gloria tornou disponíveis muitos livros Puritanos preciosos.  &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
A pergunta fica no ar: Por que os Puritanos são tão eficientes ensinando a teologia reformada levando-se em consideração que tantos outros falharam? A resposta é que o gênio espiritual dos Puritanos sempre repousou no fato deles serem homens de oração. Para eles a teologia não era somente um exercício acadêmico ou intelectual. A teologia reformada foi projetada para transformar vidas e inspirar ação. Este gênio era um gênio espiritual no qual os Puritanos cultivavam a oração, a doutrina, a experiência e a aplicação prática em equilíbrio e harmonia. Hoje costumamos ouvir o clamor de que Cristo une, mas a doutrina desune! Dêem-nos Cristo, não doutrina, é o lema! Para os Puritanos isso não passava de tolice superficial. Cristo vem a nós envolto no ensino bíblico, ou seja, na doutrina. Além disso, é a doutrina que dirige a vida. Doutrina é essencial. Ela é fundamental para tudo, mas deve ser aplicada de maneira amorosa e persuasiva.  &lt;/div&gt;
&lt;h4 align=&quot;justify&quot;&gt;
O exemplo Puritano em aplicar a doutrina Cristã e o mandato cultural &lt;/h4&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
As cartas neotestamentárias de Romanos, Efésios e 1 Pedro ilustram o princípio de uma aplicação tripartite do evangelho: primeiro nossa posição na igreja, segundo no matrimônio e na família, e terceiro a nossa posição no mundo.  &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Primeiro a vida deve ser mudada e deve ser trazida sob o domínio de Cristo. A partir da Igreja como o centro onde o crente deveria ser inspirado pela pregação ele sai para o mundo. Lá, no mundo, ele deve ser o sal da terra e a luz do mundo (Mat 5:13-16).  &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Como vemos na Confissão de Westminster e na Confissão Batista de 1689 os Puritanos acreditavam nas doutrinas da graça como a eleição e a redenção particular (Rom 8:28-30). Eles seguiram Calvino, resistindo a falsas racionalizações humanas. Por exemplo, eles resistiram à idéia de que Deus só ama os eleitos e odeia os não-eleitos. Esse erro é chamado de hiper-calvinismo. É um erro muito sério que está ocorrendo repetidas vezes nos dias de hoje. Os Puritanos eram peritos no seu entendimento do conceito de graça comum embora eles não tenham usado esse termo. O seu ensino está completamente de acordo com o modo pelo qual a doutrina da Graça Comum é exposta pelo Professor John Murray (cf. Works). Eles acreditavam que o Espírito Santo está constantemente em atividade, refreando o mal e promovendo o bem por toda a sociedade. Os Puritanos acreditavam no amor universal de Deus por todo o gênero humano (1 Tim 2:1-6; 2 Ped 3:9). Eles acreditavam na provisão universal de Deus para todo o gênero humano de acordo com a aliança feita com Noé como representante do mundo inteiro (Gen 8:20-22 e Sal 145).  &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Os Puritanos sustentavam que o mandato cultural de explorar e desenvolver toda a criação baseia-se em Gênesis 1:28-30. O Cristão deve esforçar-se para ser perfeito em toda boa obra e assim ele se esforça, sabendo que só Deus pode torná-lo perfeito em toda boa obra (veja Heb 13:21 KJV). Incluídos nas boas obras estão todos os aspectos do trabalho e da pesquisa. Toda vocação lícita deve ser perseguida usando princípios bíblicos como guia. O princípio importante é que os Puritanos trabalharam de dentro para fora, ou seja, da Igreja para fora, para o mundo. É correto os cristãos encorajarem a reforma de sociedade em todas as áreas: educação, política, economia, medicina, ciência. Porém é possível tornar-se tão absorto em nossa chamada secular com todas as suas elevadas exigências a ponto de acabarmos perdendo o equilíbrio da Igreja e da família. Equilíbrio é essencial. Os Puritanos personificaram esse equilíbrio.  &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;em&gt;&quot;O princípio importante é que os Puritanos trabalharam de dentro para fora, ou seja, da Igreja para fora, para o mundo.&quot;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Sermões foram pregados em temas como o cuidado universal quanto aos detalhes no trabalho o que incluía a necessidade de ser probo, digno de confiança e honesto; cumprindo os contratos ou acordos. Os Puritanos eram rígidos em opor-se à corrupção e ao nepotismo na vida dos negócios. Eles não hesitaram em pregar em textos do tipo: “Balança enganosa é abominação para o SENHOR, mas o peso justo é o seu prazer.’ (Prov 11:1).  &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Quase todos os Puritanos pregaram sermões seqüenciais e expositivos cobrindo, desta forma, todos os assuntos contidos na Bíblia. Mas eles estavam preparados para romper com esse método sempre que fosse necessário. Durante a guerra civil na década de 1640 uma cidade foi invadida por soldados leais ao rei. Estes soldados se comportaram muito mal. Parte do seu mau comportamento estava em jurar e praguejar. O ministro daquela cidade era um Puritano chamado Robert Harris. Ele pregou um sermão em Tiago 5:12: Acima de tudo, porém, meus irmãos, não jureis nem pelo céu, nem pela terra, nem por qualquer outro voto; antes, seja o vosso sim sim, e o vosso não não, para não cairdes em juízo. Isso foi tão efetivo e tão condenatório para aqueles rudes soldados que eles ameaçaram atirar em Harris se ele pregasse novamente naquele texto. Destemidamente, no domingo seguinte ele anunciou como seu texto Tiago 5:12 e começou a expor! Ele chegou a ver um dos soldados preparar sua arma para atirar. Mas o soldado foi contido e não teve coragem de atirar no pastor. A convicção em seguir a ética bíblica em todos os assuntos custou caro aos Puritanos. Na adoração a Deus eles não estavam preparados para ceder, submetendo-se a regras feitas por homens ou criadas através da tradição.  &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
O mesmo era verdade quanto à vida nos negócios ou no comércio. A ética Puritana do trabalho tornou-se famosa. É chamada de ética protestante do trabalho. Ela significa que o trabalhador sempre dá honestamente o seu melhor serviço. Ele nunca rouba tempo ou bens do seu empregador. Por outro lado o empregador Cristão deve ser justo com seus empregados e tratá-los bem (Tiago 5:1-6).  &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
O cuidado escrupuloso quanto a detalhes está refletido no documento Puritano conhecido como Catecismo Maior de Westminster.  &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Qual é o oitavo mandamento? Resposta: O oitavo mandamento é: “Não furtarás.’ &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Quais são os deveres exigidos no oitavo mandamento? Resposta: Os deveres exigidos no oitavo mandamento são: a verdade, a fidelidade e a justiça nos contratos e no comércio entre os homens, dando a cada um o que lhe é devido, a restituição de bens ilicitamente tirados de seus legítimos donos; a doação e a concessão de empréstimo, livremente, conforme as nossas forças e as necessidades de outrem; a moderação de nossos juízos, vontades e afetos, em relação às riquezas deste mundo; o cuidado e empenho providentes em adquirir, guardar, usar e distribuir aquelas coisas que são necessárias e convenientes para o sustento de nossa natureza, e que condizem com a nossa condição; o meio lícito de vida e a diligência no mesmo; a frugalidade; o impedimento de demandas forenses desnecessárias e fianças, ou outros compromissos semelhantes; e o esforço por todos os modos justos e lícitos para adquirir, preservar e adiantar a riqueza e o estado exterior, tanto de outros como o nosso próprio.  &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Os Puritanos sobressaíram-se na pregação de um modo prático e muitos dos seus sermões refletem claramente esta preocupação em ser prático. Aqui estão alguns exemplos de títulos de sermões extraídos dos famosos sermões de Cripplegate que foram pregados em Londres e recentemente republicados em seis grandes volumes:  &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;i&gt;Que luz deve brilhar em nosso trabalho? (Richard Baxter) &lt;br /&gt;Como devem ser encorajadas e apoiadas as mulheres que deram à luz? (Richard Adams) &lt;br /&gt;Como devemos perguntar por notícias não como atenienses, mas como cristãos? (Henry Hurst)&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 align=&quot;justify&quot;&gt;
A esperança Puritana e o futuro&lt;/h4&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Em relação à segunda petição da Oração que o Senhor nos ensinou, Venha o Teu Reino, o Catecismo de Westminster sugere que deveríamos orar para que o reino do pecado e de Satanás seja destruído, o evangelho seja propagado por todo o mundo, os Judeus sejam chamados, a plenitude dos Gentios seja trazida, a Igreja seja plenamente equipada com todos os ministros do evangelho e as ordenanças, purificada da corrupção e aprovada e mantida pelos magistrados civis.  &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Os Puritanos acreditavam no reino de Cristo no presente. Eles ensinaram que não devemos ser desencorajados pelas trevas que prevalecem. Nós sempre podemos esperar a oposição feroz e o ódio de Satanás. No entanto, devemos sempre observar a soberania de Deus. Devemos lembrar a promessa de que Cristo reinará até que todos Seus inimigos se tornem estrado dos seus pés. Quando o Seu plano de evangelização mundial estiver completo ele virá e conquistará o último inimigo que é a morte (Sal 110:1; 1 Cor 15:25). Os Puritanos sustentavam que nós estamos nos últimos dias, isto é, a última e definitiva dispensação. É durante esse tempo que o monte da casa do SENHOR será estabelecido como principal entre os montes (Isa 2:2). É por esse tempo que a pedra citada por Daniel na interpretação do sonho de Nabucodonosor tornar-se-á uma montanha enorme e encherá a terra inteira (Dan 2:35 e 44). De acordo com os Puritanos esse é o tempo em que teremos que interceder para que as nações se tornem a herança de Cristo e os confins da terra venham a ser sua possessão (Sal 2:8). A Confissão Puritana de Westminster não é pré-milenista em seu ensino.  &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;em&gt;&quot;A Confissão Puritana de Westminster não é pré-milenista em seu ensino.&quot;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
A visão Puritana dá lugar à esperança quando declara que a grande apostasia predita em 2 Tessalonicenses 2 é cumprida no papado (veja o cap. 25 parágrafo 6). Isso é importante porque significa que nós precisamos resistir a uma atitude negativa de derrotismo como se Satanás fosse ter a vitória final. Nós devemos cumprir a grande comissão de ensinar todas as nações. Como Iain Murray mostra em seu livro A Esperança Puritana (The Puritan Hope), a escatologia dos Puritanos ingleses está no coração do grande movimento missionário mundial do século XIX. Esta visão positiva do futuro conhecida como escatologia da vitória tem tremendas implicações porque inspira visão. Motiva o esforço e o empreendimento. Se nós acreditarmos que o mal superará tudo, estaremos sujeitos ao temor e ao desespero. Assim não estaremos inclinados a nos esforçar muito. Já se o Evangelho for destinado a prevalecer em todas as nações então seremos inspirados a tentar grandes coisas para Deus. Buscaremos ganhar as nações para Cristo. E ganhar as nações para Cristo significa dizer que os corações de homens e mulheres serão renovados e trazidos à obediência ao Evangelho. O reino de Deus está dentro de nós. É daquela posição de estar “em Cristo’ que nós aplicamos os ensinos da Bíblia a todas as esferas da vida como Calvino e os Puritanos ingleses procuraram fazer.  &lt;/div&gt;
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Com respeito à cultura nós temos um mandato para desenvolver todas as esferas e trazer todas as áreas da vida humana sob as ordens e o domínio do Príncipe da Paz (Sal 8). Devemos orar sempre para que a Sua justiça prevaleça. Devemos orar a oração do Salmo 72. Precisamos declarar que o Príncipe da Paz prevalecerá. Nossa expectativa é de que ele defenda os aflitos dentre as pessoas e que salve os filhos dos necessitados. Precisamos orar para que a terra inteira seja cheia da Sua glória assim como as águas cobrem o mar (Sal 72). Os Puritanos creram nessas perspectivas como tendo cumprimento certo. O futuro era tão glorioso quanto as promessas de Deus. Essas promessas têm um efeito radical em nossas vidas de oração. Que todos nós sejamos incitados a não dar nenhum descanso ao SENHOR até que ele estabeleça a Sua Igreja e faça dela um objeto de louvor na terra (Isa 62:6,7). &lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; Extraído do site &lt;a href=&quot;http://www.puritansermons.com/banner/hulse1.htm&quot;&gt;Fire And Ice&lt;/a&gt;. Originalmente publicado na revista &lt;i&gt;Reformation Today&lt;/i&gt; - n. 153 de setembro de 1996 - da qual Erroll Hulse é o editor. &lt;/div&gt;
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Tradução: centurio   &lt;/div&gt;
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Paulo faz distinção entre a justiça conferida por Deus e a justiça que vem me diante a observância da lei. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O &quot;livre-arbítrio&quot; só poderia ser uma realidade se o homem pudesse ser salvo mediante a observância da lei. Não obstante, Paulo demonstra claramente que somos salvos sem dependermos, em absoluto, das obras da lei. Sem importar o quanto possamos imaginar um suposto &quot;livre-arbítrio&quot;, como capaz de praticar boas obras ou de tornar-nos bons cidadãos, Paulo continua asseverando que a justiça dada por Deus é de natureza inteiramente diferente. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;É impossível que o &quot;livre-arbítrio&quot; consiga resistir a assaltos de versículos como esses. Esses versículos desfecham ainda outro raio contra o &quot;livre-arbítrio&quot;. Neles, Paulo traça uma linha distintiva entre os crentes e os incrédulos (Rm 3.22). Ninguém pode negar que o suposto poder do &quot;livre-arbítrio&quot; é bem diferente da fé em Jesus Cristo. Mas sem fé em Cristo, conforme Paulo esclarece, ninguém pode ser aceito por Deus. E se alguma coisa é inaceitável para Deus, então é pecado. Não pode ser algo neutro. Por conseguinte, o &quot;livre-arbítrio&quot;, se existe, é pecado, visto que se opõe à fé e não redunda em glória a Deus. O trecho de Romanos 3.23 constitui-se em mais outro raio. Paulo não diz que todos pecaram, exceto aqueles que praticam boas obras mediante seu próprio &quot;livre-arbítrio&quot;. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Não há exceções. Se fosse possível nos tornarmos aceitáveis diante de Deus através do &quot;livre-arbítrio&quot;, então Paulo seria um mentiroso. Ele deveria ter dado margem a exceções. No entanto, Paulo afirma, categoricamente, que em face do pecado ninguém pode realmente glorificar e agradar a Deus. Todo aquele que agrada ao Senhor deve saber que Deus está satisfeito com ele. Porém, a nossa experiência ensina-nos que coisa alguma em nós agrada a Deus. Pergunte àqueles que defendem o &quot;livre-arbítrio&quot; se existe neles alguma coisa que agrada a Deus. Eles serão forçados a admitir que não existe. E é isto que Paulo claramente afirma. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Até mesmo aqueles que acreditam no &quot;livre-arbítrio&quot; precisam concordar comigo que não podem glorificar a Deus, contando apenas com os seus próprios recursos. A despeito do seu &quot;livre-arbítrio&quot;, eles têm dúvida se podem agradar a Deus. Assim, eu provo, com base no testemunho da própria consciência deles, que o &quot;livre-arbítrio&quot; não agrada a Deus. Apesar de todos os seus esforços e de seu empenho, o &quot;livre-arbítrio&quot; é culpado do pecado de incredulidade. Portanto, vemos que a doutrina da salvação pela fé é completamente contrária a qualquer ideia de &quot;livre-arbítrio&quot;. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; citação de NASCIDO ESCRAVO Martinho Lutero, argumento 05, capitulo 01 - Traduzido do original em inglês: BORN SLAVES. EDITORA FIEL da Missão Evangélica Literária.   &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Siga-me no twitter: @Revclaudioluis
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&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Consolas; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;200&quot; src=&quot;http://www.e-cristianismo.com.br/images/Gustavo/cristo_no_deserto-full.jpg&quot; width=&quot;161&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Dizem que o paganismo é uma religião de alegria e o cristianismo é de tristeza. Seria igualmente fácil provar que o paganismo é pura tristeza e o cristianismo pura alegria. Esses conflitos nada significam e não levam a lugar algum. Tudo o que é humano deve conter em si alegria e tristeza; a única questão que interessa é como os dois ingredientes são equilibrados e divididos. E a coisa realmente interessante é a seguinte, que o pagão sentia-se em geral cada vez mais feliz à medida que se aproximava da terra, mas cada vez mais triste à medida que se aproximava dos céus.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
 &lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A alegria do melhor paganismo, como na jocosidade de Catulo ou Teócrito, é, de fato, uma alegria eterna que nunca deve ser esquecida por uma humanidade grata. Mas é uma alegria totalmente voltada para os fatos da vida, não envolvendo a origem dela. Para o pagão, as menores coisas são doces como os menores riachos que irrompem da montanha; mas as coisas maiores são amargas como o mar. Quando o pagão olha para o verdadeiro âmago do cosmos, ele de súbito se sente gelado. Por trás dos deuses, que são meramente despóticos, sentam-se as parcas, que são mortais. Melhor dizendo, as parcas são piores que mortais; elas estão mortas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;E quando os racionalistas dizem que o mundo antigo era mais esclarecido que o mundo cristão, do seu ponto de vista eles estão certos. Pois quando dizem &quot;esclarecido&quot; querem dizer &quot;obscurecido&quot; por um incurável desespero. E profundamente verdadeiro que o mundo antigo era mais moderno do que o cristão. O vínculo comum está no fato de que os antigos e os modernos sentiram-se infelizes acerca da existência, acerca de todos os fatos da vida, ao passo que os medievais sentiam-se felizes pelo menos a respeito disso. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Admito francamente que os pagãos, assim como os modernos, eram apenas infelizes acerca da totalidade dos fatos da vida - eles eram muito alegres acerca de tudo o mais. Concedo que os cristãos da Idade Média viviam em paz com a totalidade dos fatos da vida - estavam em guerra com tudo o mais. Mas se a questão girar em torno do primeiro pivô do cosmos, então havia mais contentamento cósmico nas estreitas e sangrentas ruas de Florença do que no teatro de Atenas ou no jardim aberto de Epicuro. Giotto viveu numa cidade mais sombria do que Eurípides, mas ele viveu num universo mais alegre. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A massa humana tem sido forçada a sentir-se alegre acerca de coisas pequenas, mas a entristecer-se acerca de coisas grandes. Apesar disso (apresento o meu último dogma como uma provocação), não é natural para o homem ser assim. O homem se identifica mais consigo mesmo, é mais parecido com o homem quando a alegria é a coisa fundamental dentro dele e a dor é superficial. A melancolia deveria ser um inocente interlúdio, um estado de espírito delicado e fugaz; a pulsação permanente da alma deveria ser o louvor. O pessimismo é, na melhor das hipóteses, um meio-feriado emocional; a alegria é a ruidosa labuta pela qual vivem todas as coisas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;No entanto, de acordo com a aparente condição do homem na ótica do pagão ou do agnóstico, essa primeira necessidade da natureza humana nunca pode ser satisfeita. A alegria deveria ser expansiva; mas, para o agnóstico, ela deve ser contraída, deve restringir-se a alguém bem-sucedido neste mundo. A dor deveria ser uma concentração; mas, para o agnóstico, a desolação dela se espalha por uma eternidade inimaginável. Isso é o que chamo de nascer de cabeça para baixo. Pode-se na verdade dizer que o cético está de pernas para o ar, pois seus pés vão dançando virados para cima em vãos frenesis, enquanto o cérebro está no abismo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Para o homem moderno, os céus estão realmente embaixo da terra. A explicação é simples: ele está de ponta-cabeça, o que constitui um pedestal pouco resistente para apoiar-se. Mas quando ele houver novamente descoberto os próprios pés, saberá disso. O cristianismo satisfaz de repente e à perfeição o instinto ancestral do homem de estar virado para cima; e o satisfaz plenamente neste sentido: com seu credo a alegria se torna algo gigantesco e a tristeza algo especial e pequeno. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A abóbada acima de nós não é surda porque o universo é um idiota: seu silêncio não é o silêncio sem piedade de um mundo sem fim e sem destino. O silêncio que nos cerca é antes uma pequena e compassiva quietude como a súbita quietude no quarto de um enfermo. Talvez a tragédia nos seja permitida como uma espécie de comédia benigna: porque a frenética energia das coisas divinas nos derrubaria como uma farsa de bêbados. Podemos aceitar as próprias lágrimas mais facilmente do que poderíamos aceitar a tremenda leveza dos anjos. Assim ficamos sentados talvez num quarto estrelado e silencioso, enquanto a risada dos céus é forte demais para os nossos ouvidos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A alegria, que foi a pequena publicidade do pagão, é o gigantesco segredo do cristão. E no fechamento deste caótico volume torno a abrir o estranho livrinho do qual proveio o cristianismo; e novamente sinto-me assombrado por uma espécie de confirmação. A tremenda figura que enche os evangelhos ergue-se altaneira nesse respeito, como em todos os outros, acima de todos os pensadores que jamais se consideraram elevados. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A compaixão dele era natural, quase casual. Os estóicos, antigos e modernos, orgulhavam-se de ocultar as próprias lágrimas. Ele nunca ocultou as suas; mostrou-as claramente no rosto aberto ante qualquer visão do dia-a-dia, como a visão distante de sua cidade natal. No entanto,alguma coisa ele ocultou. Solenes superhomens e diplomatas imperiais orgulham-se de conter a própria ira. Ele nunca a conteve. Arremessou móveis pela escadaria frontal do Templo e perguntou aos homens como eles esperavam escapar da danação do inferno. No entanto, alguma coisa ele ocultou. Digo-o com reverência; havia naquela chocante personalidade um fio que deve ser chamado de timidez. Havia algo que ele encobriaconstantemente por meio de um abrupto silêncio ou um súbito isolamento. Havia uma certa coisa que era demasiado grande para Deus nos mostrar quando ele pisou sobre esta nossa terra. As vezes imagino que era a sua alegria. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Fonte: &lt;em&gt;G. K. Chesterton, Ortodoxia, Editora Mundo Cristão, páginas 260 a 263&lt;/em&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgYtcGxwPsWM0Io68I0eC1Zy36U3TMild0AXM-aPjXFfoZB9O0CS-dBaQHNe9vTWw9brMkt2KBOXEZSRMrqen4NMObOJq3lMrfCrI0rRtqylWzXl-h8zksF4etS3iE-N956Gp5FkKLDv7c/s1600-h/planta%25255B5%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;planta&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;239&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgopE6vHMfpXpG9aUMa0SpuH43uJSeM8M3ZhBoRneSz_M1WADDgk9LE88uL0xrKvCEYbaqJBYTkupWeIOhiraOvEqr2tmg352Oa7Y0gC2OxVTRoDt_njZpyuUOlvHZ90VceYEXA90Q6wLM/?imgmax=800&quot; style=&quot;background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot; title=&quot;planta&quot; width=&quot;535&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Uma palavra importante do Novo Testamento é &quot;permanecer&quot;. Jesus disse que devemos &quot;permanecer em Sua palavra&quot;, se quisermos ser um dos seus discípulos (Jo 8:31). É possível &quot;acreditar em Jesus&quot; (Jo 8 : 31a), mas não &quot;permanecer em Sua palavra (Jo 08:13 b). &lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Permanecei&lt;/i&gt; pode ter sentidos diferentes no Novo Testamento. Pode se referir a &lt;i&gt;permanência&lt;/i&gt; em um determinado lugar (Atos 27:31) ou&lt;i&gt;duradouro&lt;/i&gt; algo (Atos 20:23). O uso em Atos 27:31 é especialmente importante para aqueles que professam ser cristãos. menos que &quot;permanecer na palavra de Deus,&quot; não seremos salvos. Permanecendo nas escrituras significa que todas as facetas da nossa vida é controlada pela palavra de Deus. Os lugares que vamos, as decisões que tomamos, a maneira de pensar e agir são todas governadas pela palavra de Deus (a Bíblia). Jesus fez questão similar em Jo. 15: &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; João 15:4: Permanecei em mim e eu em ti. Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira, assim também vós, se não permanecerdes em mim. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; João 15:5 Eu sou a videira, vós sois os ramos: Aquele que permanece em mim, e eu nele, esse dá muito fruto, pois sem mim nada podeis fazer. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; João 15:6: Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora, como um ramo, e seca, e eles colhem e lançam no fogo, e ardem. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; João 15:7: Se vós permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito a ti. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; João 15:9: Assim como o Pai me amou, também eu vos amei; ficai no meu amor. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; João 15:10: Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A palavra de Deus nos dá tudo o que precisamos (2 Tm. 3:16-17). Você permanente na palavra de Deus e, assim, permanecer em Cristo? &lt;br /&gt;
Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.abiblecommentary.com/AbidinginChrist&quot;&gt;http://www.abiblecommentary.com/AbidinginChrist&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
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http://feeds.feedburner.com/blogspot/wJJVp&lt;/div&gt;</description><link>http://teologandoreforma.blogspot.com/2013/04/em-cristo.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgopE6vHMfpXpG9aUMa0SpuH43uJSeM8M3ZhBoRneSz_M1WADDgk9LE88uL0xrKvCEYbaqJBYTkupWeIOhiraOvEqr2tmg352Oa7Y0gC2OxVTRoDt_njZpyuUOlvHZ90VceYEXA90Q6wLM/s72-c?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2854828073071338666.post-5090645611786917966</guid><pubDate>Thu, 18 Apr 2013 10:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-09-12T02:10:26.055-07:00</atom:updated><title>Daniela Mercury, obrigado...</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;h4&gt;
&amp;nbsp;&lt;/h4&gt;
Um artigo que vale muito a ler.&lt;img height=&quot;193&quot; src=&quot;http://new.pippaod.com/accounts/54/283/3C505E08-836C-4D69-9D0463FDC6415CAE.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt; &lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Por :&amp;nbsp; Rev. Ageu Magalhães&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;
Na semana passada a cantora Daniela Mercury atraiu a atenção da imprensa, que é, digamos, bem simpática ao homossexualismo, ao publicar fotos de seu namoro com uma mulher. O que achei muito interessante (e por isso meu agradecimento no título do post) foi que Daniela, sem querer, mostrou que homossexualismo não é predeterminação genética, mas opção de comportamento. Explico melhor: Daniela casou-se aos 19 anos de idade com um homem e, com ele, teve dois filhos. Ficou casada com este homem durante 12 anos. Tempos depois, casou-se com outro homem, nove anos mais novo que ela, com quem ficou casada por 3 anos. &lt;br /&gt;
A questão é: Se Daniela Mercury nasceu homossexual, por que insistiu tanto na heterossexualidade, vivendo durante 15 anos com homens? Teria ela agido contra a própria natureza, violentando seus desejos homossexuais e submetendo-se a uma união infeliz? Certamente não. &lt;br /&gt;
Quando olhamos para o homossexualismo do ponto de vista bíblico entendemos melhor o que acontece. Homossexualismo é prática pecaminosa. E para aderir a uma prática pecaminosa, não é necessário ter propensão genética. Basta ter propensão ao pecado. E isso todo o ser humano tem! De modo que é completamente possível a um heterossexual ter práticas homossexuais e, a um homossexual ter práticas heterossexuais. A natureza caída potencializa o ser humano à prática pecaminosa sexual. Daniela Mercury é um exemplo claro disso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;O anúncio de Daniela coincide com o lançamento do livro do psiquiatra Flávio Gikovate &quot;Sexualidade Sem Fronteiras&quot;. Gikovate não é cristão e não advoga os padrões morais bíblicos, todavia, o bom senso o leva a algumas perspectivas. Ele diz em uma &lt;a href=&quot;http://www.alagoas24horas.com.br/conteudo/?vCod=145403&quot;&gt;entrevista &lt;/a&gt;que, no futuro, &quot;as pessoas não precisarão mais se definir como portadoras de uma orientação sexual definitiva, que nunca muda ao longo da vida. A derrubada do muro permite aos habitantes de um lado migrar para o outro - e vice-versa - quantas vezes isso lhes parecer razoável e adequado&quot;. &lt;br /&gt;
É claro que a perspectiva deste psiquiatra é totalmente pecaminosa, mas concorda com ponto que estamos defendendo: Homossexualismo é escolha. Aliás, do ponto de vista bíblico, é mais que escolha. É condenação, por consequência do afastamento de Deus. Em Romanos 1.26,27 nós lemos: &quot;Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro.&quot; Pessoas distantes de Deus terão propensão maior a uma vida pecaminosa, tanto na área sexual quanto em qualquer outra. &lt;br /&gt;
Mas, e aqueles indivíduos que nascem com certa propensão ao homossexualismo? Meninos com preferências mais femininas e meninas com jeito masculinizado? A resposta é que propensão ao pecado, todos nós temos. O fato de um garoto nascer com uma propensão maior à mentira, não o justifica para ser um mentiroso. Uma garota que nasça com propensão maior à violência, não a torna, automaticamente, uma assassina. A natureza caída nos tornará propensos a determinados pecados, mas nem por isso devemos nos render a eles. A comunhão com Deus nos liberta destas propensões e nos dá uma vida de castidade e santificação. Neste sentido, veja abaixo alguns versículos libertadores: &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&quot;&lt;/b&gt;Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;nem ofereçais cada um os membros do seu corpo ao pecado, como instrumentos de iniqüidade; mas oferecei-vos a Deus, como ressurretos dentre os mortos, e os vossos membros, a Deus, como instrumentos de justiça.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça.&quot; Romanos 6.12-14 &lt;br /&gt;
&quot;Mas graças a Deus porque, outrora, escravos do pecado, contudo, viestes a obedecer de coração à forma de doutrina a que fostes entregues;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;e, uma vez libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Falo como homem, por causa da fraqueza da vossa carne. Assim como oferecestes os vossos membros para a escravidão da impureza e da maldade para a maldade, assim oferecei, agora, os vossos membros para servirem à justiça para a santificação.&quot; Romanos 6.17-19 &lt;br /&gt;
&quot;Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, vós também sereis manifestados com ele, em glória. Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria; por estas coisas é que vem a ira de Deus [sobre os filhos da desobediência]. Ora, nessas mesmas coisas andastes vós também, noutro tempo, quando vivíeis nelas.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Agora, porém, despojai-vos, igualmente, de tudo isto: ira, indignação, maldade, maledicência, linguagem obscena do vosso falar.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Não mintais uns aos outros, uma vez que vos despistes do velho homem com os seus feitos&lt;b&gt; &lt;/b&gt;e vos revestistes do novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou...&quot; Colossenses 3.1-11 &lt;br /&gt;
&quot;Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo em santificação e honra,&lt;b&gt; &lt;/b&gt;não com o desejo de lascívia como os gentios que não conhecem a Deus;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;e que, nesta matéria, ninguém ofenda nem defraude a seu irmão; porque o Senhor, contra todas estas coisas, como antes vos avisamos e testificamos claramente, é o vingador,&lt;b&gt; &lt;/b&gt;porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Dessarte, quem rejeita estas coisas não rejeita o homem, e sim a Deus, que também vos dá o seu Espírito Santo.&quot; 1 Tessalonicenses 4.3-8 &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&quot;&lt;/b&gt;Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas,&lt;b&gt; &lt;/b&gt;nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.&quot; 1 Coríntios 6.9-11 &lt;br /&gt;
&quot;Fugi da impureza. Qualquer outro pecado que uma pessoa cometer é fora do corpo; mas aquele que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo.&quot; 1 Coríntios 6.18-20 &lt;br /&gt;
&quot;Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;e ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro.&quot; 1 João 2.1,2   &lt;br /&gt;
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&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;D. M. Lloyd Jones&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;
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&lt;i&gt;&quot;Ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus; para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus&quot;&lt;/i&gt; (Romanos 3:25-26). &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Com o fim de dirigir sua atenção às grandes palavras que se encontram no capítulo 3, versículos 25 e 26, da epístola de Paulo aos Romanos, gostaria de lembrar novamente que, em muitos sentidos, não existem versículos mais importantes que estes dois em tudo o alcance e esfera das Escrituras. Neles temos a afirmação clássica da grande doutrina central da expiação. Eis o motivo pelo que os consideraremos muito cuidadosa e detalhadamente. Alguns os descreveram como &quot;A acrópole da fé cristã&quot;. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Podemos ter a certeza de que não há nada que a mente humana pudesse jamais considerar, que seja de forma alguma mais importante q estes dois versículos. A história da igreja mostra muito claramente que estes têm sido o médio que Deus o Espírito Santo tem utilizado para atrair muitas almas das trevas à luz, e para dar a muitos pobres pecadores o primeiro conhecimento salvador e sua primeira certeza de salvação. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Permitam-me dar um bem conhecido e notável exemplo e ilustração fora da história. Estou me referindo ao poeta William Cowper. Ele nos diz que estava em seu quarto, em grande agonia da alma, e sob uma profunda e terrível convicção. Ele não podia encontrar a paz, e andou caminhando de um lado para outro, quase até o ponto da desesperação, sentindo-se completamente sem esperança, não sabendo o que fazer de si mesmo. Repentinamente, em completo desespero, sentou-se numa cadeira frente à janela da habitação. Havia uma Bíblia ali, então ele a tomou e a abriu, e assim chegou a esta passagem e isto é o que ele nos diz: &quot;A passagem que acharam meus olhos foi o versículo 25 do terceiro capítulo de Romanos. Ao lê-lo, de imediato recebi poder para crer. Os raios do Sol de Justiça caíram sobre mim em toda a plenitude. Eu vi a completa suficiência da expiação, na qual Cristo forjou para mim perdão e inteira justificação. Num instante acreditei e recebi a paz do Evangelho. Se o braço do Deus Todo Poderoso não me tivesse sustentado, eu acredito que teria sido esmagado de gratidão e gozo. Meus olhos estavam cheios de lágrimas; este encanto afogou as minhas palavras. Eu somente podia olhar para o céu em silencioso temor, surpreendido com amor e assombro&quot;. Isto foi o que este versículo 25 do capítulo 3 da epístola aos Romanos fez pelo famoso poeta William Cowper, e tem feito a mesma coisa por muitos outros. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Permitam lembrar outra vez o que diz a passagem. É a continuação do que o apóstolo tem estado falando no versículo 24. É a grande boa nova de que agora é possível para nós sermos &quot;justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus&quot;. Em outras palavras, agora existe um caminho de salvação fora da lei, o qual não depende de nossa observação à mesma. Este é o caminho gratuito que é em Cristo. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;Deus nos resgatou em Cristo, e estes versículos 25 e 26 explicam como este resgate foi realizado. Mas, por que teve que suceder algo como isto? Como aconteceu algo assim? &lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Neste capítulo, o apóstolo já tem considerado duas das grandes palavras que explicam isto. Elas são as palavras &quot;propiciação&quot; e &quot;sangue&quot;. Já tem falado que a redenção adquirida desta forma vem a nós através da instrumentalidade da fé. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Porém o apóstolo não se detém aqui, ele diz muito mais. Vejamos novamente a afirmação: &lt;i&gt;&quot;Ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus; para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus&quot;&lt;/i&gt; (Romanos 3:25-26). Por que o apóstolo continuou até dizer tudo isto? Por que não ficou em sua primeira afirmação? Qual o significado desta asseveração adicional? &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Para descobrir a resposta devemos considerar mais uma vez estes termos. O primeiro é o termo &quot;propôs&quot;. Isto significa &quot;manifestar&quot;, &quot;fazer claro&quot;. Eis aqui, obviamente, algo que é de vital interesse para nós, o diz de uma vez; que a morte do Senhor Jesus Cristo no calvário não foi um acidente, senão que foi a obra de Deus. foi Deus que &quot;propôs a Cristo&quot; ali. Quão amiúde a glória completa da cruz é perdida quando os homens a sentimentalizam de alguma maneira e dizem: &quot;Oh, Ele foi tão bom com o mundo, Ele era tão puro. Seus ensinos foram tão maravilhosos, e os homens cruéis o crucificaram&quot;. O resultado disto é que as pessoas começam a ter pena dEle, esquecendo que Ele mesmo se voltou para as filhas de Jerusalém, quem começavam a sentir pena dEle, para lhes dizer: &lt;i&gt;&quot;não choreis por mim; chorai antes por vós mesmas&quot; &lt;/i&gt;(Lucas 23:28). Se a nossa opinião da cruz de Cristo é tal que nos faz sentir dor dEle, isto significa que nunca a vimos verdadeiramente. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
É Deus quem o &quot;propôs&quot;. Não foi um acidente, senão Aldo deliberado. De fato, o apóstolo Pedro, predicando no dia de Pentecoste, disse que tudo tinha passado &lt;i&gt;&quot;pelo determinado conselho e presciência de Deus&quot;&lt;/i&gt; (Atos 2:23). Deus o &quot;propôs&quot;. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Este termo também enfatiza o caráter público da ação. É um grande ato público de Deus. Deus fez aqui algo em público, na cena da história do mundo, com a finalidade de que isto pudesse ser visto, que pudesse ser apreciado e ser lembrado de uma vez e para sempre. Esta foi a ação mais pública que jamais tenha existido. Deste modo Deus propôs Jesus Cristo publicamente, como uma propiciação pela fé em seu sangue. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Isto nos leva a uma pergunta vital: Por que Deus fez isto? Por que aconteceu? Que foi (se me é permitido perguntar com reverência) o que conduziu Deus a realizar isto? Porventura teve algum propósito para fazê-lo? a melhor resposta pode achar-se vendo os termos um a um. Depois os consideraremos como um todo e veremos exatamente por que o apóstolo sentiu que era vital e essencial agregar isto ao que já tinha falado. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Em primeiro lugar aparece o termo &quot;demonstrar&quot;, &quot;&lt;i&gt;para demonstrar a sua justiça&quot;.&lt;/i&gt; Isto significa &quot;mostrar&quot;, &quot;manifestar&quot;, &quot;ensinar&quot;, &quot;dar uma mostra evidente&quot;, provar&quot;. Deus disse isto, explica Paulo, com o fim de que Cristo, deste modo, pudesse nos regatar, através de entregar uma oferenda propiciatória. Sim, mas em adição a isto, Deus está &quot;demonstrando&quot; algo aqui, está manifestando algo, está ensinando e dando uma mostra evidente de algo. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
De quê? &quot;De sua justiça&quot;. Devemos ter cuidado com esta expressão, porque este termo é utilizado também no versículo 21. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
É um tanto desafortunado que o mesmo termo seja utilizado para se referir a duas idéias ligeiramente diferentes. No versículo 21 esta palavra significa simplesmente &quot;um caminho de justiça&quot;. &lt;i&gt;&quot;Mas agora se manifestou sem a lei a justiça de Deus&quot; &lt;/i&gt;(Romanos 3:21). &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Em outras palavras, o que significa é que foi manifesto o caminho de Deus para fazer justos os homens, o caminho de Deus para dar aos homens justiça. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Porém no versículo 25 não significa isto. Neste versículo diz que Deus fez algo através do qual Ele manifesta sua justiça; não a justiça que Ele nos dá a nós, mas a justiça como um dos seus atributos gloriosos. Esta significa a equidade de Deus, significa a retidão judicial de Deus, significa a essência moral, santa, justa e reta do caráter de Deus. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Ele diz novamente no seguinte versículo 26: &lt;i&gt;&quot;para que ele seja justo e justificador daquele que tem fé &lt;/i&gt;(o que crê) &lt;i&gt;em Jesus&quot;. &lt;/i&gt;Ou seja, na cruz Deus está declarando sua própria retidão, seu próprio caráter justo, sua própria essencial e inerente retidão e justiça. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
A seguinte frase é &quot;atento a ter passado por alto&quot;. Deus está declarando a sua justiça &quot;com respeito a&quot;, &quot;a conta da&quot; remissão dos pecados passados. (Nota do Tradutor ao espanhol: Na versão em inglês aparecem no versículo 25 as palavras &lt;i&gt;&quot;for&quot;&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;&quot;remission&quot;, &quot;To declare his righteousness for the remission of sins that are past&quot;&lt;/i&gt;, que se traduziria como &quot;para manifestar sua justiça pela remissão dos pecados passados&quot;. Este é o motivo pelo qual o autor realiza os comentários a respeito destas palavras, e as mesmas não coincidem com as versões em espanhol [e também não com as versões em português, N. do T. ao português], as quais traduzem &quot;atento a ter passado por alto, em sua paciência, os pecados passados&quot;). Veja a palavra &quot;remissão&quot; em sua Versão Autorizada e achará que esta palavra é utilizada várias vezes; mas se você se incomoda em buscar a palavra utilizada no grego, fará um muito interessante descobrimento acerca da palavra que o apóstolo usou aqui (a qual é traduzida como &quot;remissão&quot; na versão em inglês), descobrirá que este é o único lugar onde foi utilizada em todo o Novo Testamento. O apóstolo Paulo não a usou em nenhum outro lugar e mais ninguém a empregou. Existe outra palavra que é traduzida também como &quot;remissão&quot;, e em suas várias formas podemos achá-la 17 vezes no Novo Testamento; porém esta palavra que temos aqui no versículo 25 é usada somente uma vez e na realidade não significa &quot;remissão&quot;, senão &quot;pretermisão&quot;. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Esta é uma palavra importante e devemos examiná-la. O que significa &quot;pretermisão&quot;? O que significa &quot;pretermitir pecados&quot;, diferentemente de &quot;remitir pecados&quot;? Esta é uma palavra que foi usada na Lei Romana. Quando a encontramos na Lei Romana, geralmente é usada neste sentido: refere-se a uma pessoa que fez um testamento e deixou a alguém fora dele. Imagine um homem fazendo seu testamento e deixando algo a vários amigos. Mas há um amigo ao qual não deixou nada, isto é &quot;pretermisão&quot;. Ele deixou seu amigo fora do testamento, não o considerou. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Isto significa, se você prefere, &quot;passar por alto&quot;. Aquele homem deu algo a todos seus parentes e amigos, mas passou por alto a um deles; isto é pretermitir. Esta é a palavra que é usada aqui no versículo 25, &quot;passar por alto&quot;, &quot;escusar&quot;, &quot;não fazer caso de&quot;, &quot;permitir que passe sem notá-lo&quot;, &quot;ignorar intencionalmente&quot;. Estes são os significados que foram dados a esta importante palavra que o apóstolo deliberadamente escolheu neste versículo &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
(Nota do Tradutor ao espanhol: o dicionário Larousse, por Ramón García-Pelayo e Gross, define a palavra &quot;pretermisão&quot; como: Omitir, passar em silencio alguma coisa).  &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Agora, quando o apóstolo faz uma coisa como esta, ele deve ter tido uma boa razão para fazê-lo, não o fez acidentalmente. Por que não usou a palavra que tinha utilizado em outras partes? Por que esta palavra aqui e somente aqui? E por que esta palavra particular que significa &quot;passar por alto&quot;? Com certeza, devido a que obviamente o significado expressa a idéia de &quot;passar por alto&quot;. Assim sendo, em vez de traduzir &quot;pela remissão dos pecados passados&quot;, deveríamos ler: &quot;atento a ter passado por alto, em sua paciência, os pecados passados&quot;; &quot;por não ter feito caso intencionalmente, em sua paciência, dos pecados passados&quot;. Podemos dizê-lo de outra forma. A diferença entre &quot;remissão&quot; e &quot;pretermisão&quot; é a diferença entre &quot;perdoar&quot; e &quot;não castigar&quot;. Você pode dizer que isto seja uma exageração, que esta é uma distinção sem diferença. Porém não é assim. Obviamente, no fim resulta a mesma coisa. Se eu não castigo um homem, num sentido o perdoei, porém, ainda não o fiz completamente. Se eu perdôo, certamente não castiguei; mas perdoar significa mais que não castigar. Então, este termo &quot;pretermisão&quot;, &quot;passar por alto&quot;, fica curto com a palavra &quot;remissão&quot;; e este é o motivo pelo que é uma pena que a Versão Atualizada tenha &quot;remissão&quot; aqui, devendo ser &quot;passar por alto&quot; ou &quot;não fazer caso intencionalmente&quot;. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
A seguinte frase que veremos é &quot;os pecados passados&quot;. &quot;Atento a ter passado por alto os pecados passados&quot;. Outra vez a Versão Autorizada não é tão boa como deveria. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Tomando a Versão Autorizada você poderia chegar à conclusão que o apóstolo está dizendo que Deus passa por alto os pecados &quot;passados&quot;, os pecados passados de qualquer um; por exemplo, meus pecados passados, seus pecados passados, &quot;os pecados passados&quot; em geral. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Mas isto não é o que o apóstolo estava dizendo, isto não é o que ele queria dizer. Uma melhor tradução aqui poderia ser: &quot;pecados que foram cometidos antigamente&quot;. Ele está se referindo a um tempo muito definido. Este é um tempo que ele contrasta no seguinte versículo, com um &quot;neste tempo&quot; (versículo 26). Houve aquele tempo, depois este tempo. Ele diz: &quot;Deus propôs Cristo em propiciação pela fé em seu sangue, para manifestação de sua justiça, atento a ter passado por alto, em sua paciência, os pecados que foram cometidos antigamente, com vistas a manifestar sua justiça neste tempo...&quot; O que é que está olhando para trás? Ele está olhando para a Antiga Dispensação. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Ele está dizendo que Deus passou por alto pecados sob a antiga dispensação, sob o pacto antigo, nos tempos do Antigo Testamento. Seu ponto é que Deus fez isto, e agora propôs Cristo para realizar algo, acerca do que Ele fez naquele tempo. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Isto nos leva à última palavra que devemos considerar, a qual é a palavra &quot;paciência&quot; ou &quot;indulgência&quot;. O que é a paciência ou a indulgência? Paciência significa &quot;auto-refreamento&quot; (autocontrole), significa &quot;discrepância permitida&quot;, &quot;tolerância&quot;. O que exatamente está dizendo aqui o apóstolo? Diz: &quot;A quem Deus propôs, em propiciação pela fé em seu sangue, para manifestação de sua justiça, atento a ter passado por alto, em seu auto-refreamento ou paciência, os pecados que foram cometidos antigamente...&quot; &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
O que significa isto? O que Paulo está nos dizendo é que este ato público que Deus decretou e consumou no Calvário tem relação também com as ações de Deus sob a dispensação do Antigo Testamento, quando Deus intencionalmente não fez caso, quando Deus passou por alto, pelo seu auto-refreamento e paciência, os pecados de seu povo daquele tempo. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Mas, o que significa tudo isto? Podemos responder de uma maneira muito interessante a esta pergunta, vendo a mesma classe de afirmação em outros dois lugares no Novo Testamento. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Você se lembra de como falou o apóstolo Paulo à congregação dos estóicos, os epicúreos e outros, em Atenas? O informe nos é dado no capítulo 17 do livro dos Atos dos Apóstolos, começando particularmente no versículo 30. O apóstolo, elaborando seu argumento, diz: &lt;i&gt;&quot;Mas Deus, não levando em conta os tempos da ignorância, manda agora que todos os homens em todo lugar se arrependam&quot; &lt;/i&gt;(Atos 17:30). &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Observe como ele elabora seu grande argumento. Ele diz que Deus não se deixou a Si mesmo sem testemunho através de todas estas gerações e séculos. Deus deixou suas evidências e sinais. E o propósito foi que as pessoas pudessem buscar o Senhor, &lt;i&gt;&quot;para que buscassem a Deus, se porventura, tateando, o pudessem achar, o qual, todavia, não está longe de cada um de nós; porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos; como também alguns dos vossos poetas disseram: Pois dele também somos geração. Sendo nós, pois, geração de Deus, não devemos pensar que a divindade seja semelhante ao ouro, ou à prata, ou à pedra esculpida pela arte e imaginação do homem. Mas Deus, não levando em conta os tempos da ignorância, manda agora que todos os homens em todo lugar se arrependam; porquanto determinou um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do varão que para isso ordenou; e disso tem dado certeza a todos, ressuscitando-o dentre os mortos&quot;&lt;/i&gt; (Atos 17:27-31). &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
A outra passagem é o versículo 15 do capítulo 9 da Epístola aos Hebreus: &lt;i&gt;&quot;E por isso é mediador &lt;/i&gt;(Cristo) &lt;i&gt;de um novo pacto, para que, intervindo a morte para remissão das transgressões cometidas debaixo do primeiro pacto, os chamados recebam a promessa da herança eterna&quot;.&lt;/i&gt; Agora, isto é precisamente a mesma coisa. Hebreus 9:15 diz exatamente a mesma coisa que o apóstolo está mencionando em Romanos 3. então, o verdadeiro comentário de nosso versículo se encontra na afirmação de Hebreus, onde vemos que o autor estava ansioso de que seus leitores pudessem entender claramente acerca do antigo pacto e dos sacrifícios e ofertas que as pessoas entregavam a Deus sob esta antiga aliança. Eles deviam compreender e ter mui em claro em suas mentes, que estes sacrifícios nunca foram capazes de produzir um perdão completo de pecados; e que não podiam expiar o pecado. Estes sacrifícios podiam fazer algo, diz o apóstolo, eles foram de valor para &quot;a purificação da carne&quot;. &lt;i&gt;&quot;...a aspersão do sangue de bodes e de touros, e das cinzas duma novilha santifica os contaminados, quanto à purificação da carne...&quot;&lt;/i&gt; (Hebreus 9:13). &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Mas estes sacrifícios não podiam realizar mais nada. Eles não podiam tratar com a consciência. Esta era a dificuldade, e ainda todo o problema trata a respeito da consciência.  &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Porém, se o sangue de bodes e touros podia purificar a carne, &lt;i&gt;&quot;quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará das obras mortas a vossa consciência, para servirdes ao Deus vivo?&quot;&lt;/i&gt; (Hebreus 9:14). O qual &lt;i&gt;&quot;é uma parábola para o tempo presente, conforme a qual se oferecem tanto dons como sacrifícios que, quanto à consciência, não podem aperfeiçoar aquele que presta o culto; sendo somente, no tocante a comidas, e bebidas, e várias abluções, umas ordenanças da carne, impostas ATÉ um tempo de reforma. Mas &lt;/i&gt;(agora)&lt;i&gt; Cristo, tendo vindo como sumo sacerdote dos bens já realizados...&quot; &lt;/i&gt;(Hebreus 9:9-11), e assim continua. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Compreende o argumento? O que o apóstolo está dizendo é que sob a antiga aliança, sob a antiga dispensação, não houve provisão para tratar com os pecados num sentido radical. Eram simplesmente meios passageiros, como o foram, que duraram até o tempo assinalado. Estes antigos sacrifícios e ofertas davam uma certa classe de purificação da carne, proporcionavam uma profecia cerimonial, rendiam a pessoa apta para acudir a Deus em oração. Mas não havia sacrifício no Antigo Testamento que tratasse verdadeiramente com o pecado. Todo o que estes sacrifícios faziam era indicar para o futuro, para o sacrifício que haveria de vir, o qual realmente trataria com o pecado, limpando as consciências das obras mortas e reconciliando verdadeiramente o homem com Deus. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&quot;O que você quer dizer com isto&quot; alguém pode perguntar, &quot;é, por acaso, que os santos do Antigo Testamento não eram perdoados?&quot;. Naturalmente que não. Eles eram obviamente perdoados e eles agradeceram a Deus seu perdão. Você não pode dizer nem por um momento que pessoas como Davi, Abraão, Isaque e Jacó não foram perdoadas. Porém, eles não foram perdoados devido a estes sacrifícios que foram oferecidos naquele tempo. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Eles foram perdoados devido a que eles olhavam para Cristo. Eles não viram isto claramente, e ainda assim acreditaram no ensino, e realizaram estas ofertas movidos pela fé. Eles creram nas promessas de Deus, que um dia Ele ia prover um sacrifício, e por meio da fé eles se sustentaram nisto. Mas foi a sua fé em Cristo o que os salvou, igualmente como é a fé em Cristo o que nos salva agora. Este é o argumento. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Entretanto, num sentido isto nos deixa com um problema. Deus sempre tem se revelado a si mesmo como um Deus que aborrece o pecado. Ele anunciou que castigaria o pecado, e que o castigo pelo pecado é a morte. Ele anunciou que derramaria sua ira sobre o pecado e sobre os pecadores. E contudo, aqui estava Deus por séculos, aparentemente, retrocedendo de suas próprias afirmações e de sua própria Palavra. Ele parecia não estar castigando o pecado. Estava passando-o por alto de vez. Acaso Deus deixou de se preocupar por estas coisas? Talvez Deus veio ser indiferente com o mal moral? Como pode Deus passar por alto o pecado desta forma? Este foi o problema. E foi um verdadeiro problema. É óbvio que o sangue dos bodes e dos touros, e as cinzas da novilha não podiam realmente perdoar o pecado. E ainda assim, Deus deixava de lado estes pecados. Como podia Ele agir assim? O que justifica esta &quot;paciência de Deus&quot;? &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Agora, diz o apóstolo, Deus realmente nos explicou o que realizou em público diante do mundo inteiro, na cena e teatro do mundo todo, com Cristo no Calvário. Ele reteve sua ira através dos séculos e não a revelou totalmente então; porém agora Ele a revelou completamente. Ele o declarou agora. Paulo diz &lt;i&gt;&quot;para demonstração&quot;&lt;/i&gt; (Romanos 3:26), e repetirei que esta era uma das coisas que estavam acontecendo na cruz. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Na cruz, no monte Calvário, Deus estava dando uma explicação pública do que Ele tinha estado realizando através dos séculos. E por meio disso, ao mesmo tempo, Ele estava vindicando seu próprio eterno caráter de justiça e santidade.  &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Como Deus realizou exatamente isto? Como Deus fez isto no Calvário? Como Ele vindicou seu caráter? Como Deus explicou seu &quot;ter passado por alto&quot; os pecados no tempo antigo, seu auto-refreamento e tolerância? Existe uma única maneira na qual Ele poderia fazer isto. Deus afirmou que aborrece o pecado, que Ele castigará o pecado, que derramará sua ira sobre o pecado, e sobre todos aqueles culpáveis de pecado. Portanto, a menos que Deus possa provar que tem feito isso, então Ele não é justo. E o que o apóstolo está dizendo é que, precisamente no Calvário Deus realizou isto. Ele mostrou que ainda aborrece o pecado, que vai castigá-lo, que Ele deve castigá-lo, que derramará sua ira sobre ele. Como mostrou isto no Calvário? O que Deus fez ali foi derramar sobre seu unigênito e amado Filho sua ira contra o pecado. A ira de Deus que devia ter caído sobre você e sobre mim foi derramada sobre Cristo, devido a que os nossos pecados estavam sobre Ele. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Deus sempre soube que Ele ia fazer isto. Lemos nas Escrituras acerca do &quot;Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo&quot; (Apocalipse 13:8). Foi um plano que teve sua origem na eternidade. Foi devido a que Deus sabia o que ia fazer, que Ele foi capaz de passar por alto o pecado durante todos esses séculos que transcorreram. Desta forma você pode ver, diz o apóstolo, que Deus é ao mesmo tempo o Justo que o que justifica o ímpio que acredita em Cristo. Este era um tremendo problema, como podia Deus permanecer como Santo e Justo, e tratar com o pecado tal como Ele disse que ia fazer, e ainda perdoar o pecador? A resposta só pode ser encontrada na cruz do Calvário. Isto é uma parte essencial do que é declarado através da cruz. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Deus tinha que vindicar o que tinha estado fazendo no passado sob a antiga aliança. Mas Ele tinha que fazer algo a mais, segundo nos diz o versículo 26: &quot;com vistas a manifestar sua justiça NESTE TEMPO&quot;. Ele já nos explicou como é que Deus pode passar por alto todos esses pecados no passado. Como trata com o pecado agora? Como tratará com os pecados no futuro? A resposta está também ali na cruz do monte Calvário. O ensino em outras palavras é este: a cruz no Calvário, a morte do Senhor Jesus Cristo, tal como o apóstolo João indica em sua Primeira Epístola (1 João 2:2), &lt;i&gt;&quot;E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo&quot;.&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
(Nota do Tradutor ao espanhol: Neste versículo a palavra &quot;mundo&quot; significa que Cristo morreu pelos pecados não só dos judeus, senão também dos gentios. Como disse a samaritana, Ele é o &quot;Salvador do mundo&quot;, e não somente do povo israelita. Note o paralelo do versículo na Primeira Epístola de João e a passagem de João 11:51-52. Veja também o uso paralelo da palavra &quot;gentios&quot; e &quot;mundo&quot; feito pelo apóstolo Paulo em Romanos 11:11-12. este uso foi muito necessário devido ao recalcitrante prejuízo judeu para com os gentios, o qual era tão grande que só ouvir a palavra &quot;gentil&quot; os incomodava enormemente (veja Atos 22:21-22). Este é o significado da palavra &quot;mundo&quot; aqui; de outra forma, se se argumentasse que a morte de Cristo abrangeu a todos e cada um dos membros da raça humana, então, estaríamos dizendo que os incrédulos vão para o inferno &quot;com a conta paga&quot;, ou que Deus castiga o pecado duas vezes, ou seja, em seu próprio Filho e no pecador. Além disso, é necessário ter em mente que Cristo não sofreu pelos pecados de nenhuma pessoa que já estivesse no inferno quando Ele morreu. Se o leitor está interessado em compreender o propósito e alcance da expiação de Cristo, recomendamos a leitura do livro de &quot;Vida pela sua morte&quot;, do Dr. John Owen). &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Os pecados foram tratados de uma vez para sempre na cruz. É na cruz que foram providos os médios para que todos os pecados sob a antiga dispensação, os pecados que Ele tinha perdoado a Abraão, Isaque, Jacó e todos os crentes do Antigo Testamento, pudessem ser desta forma &quot;passados por alto&quot;. Seus pecados estavam incluídos no monte Calvário. Sim, diz Paulo, e os pecados que estão sendo perdoados agora também foram ali tratados. E todos os pecados que serão cometidos também já foram tratados ali.  &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Este é o assombroso assunto acerca do Cristo do Calvário, que Ele morreu &quot;de uma vez por todas&quot;. Este é o grande argumento da Epístola aos Hebreus, você se lembra. Os outros sacrifícios tinham que ser oferecidos dia após dia. Havia uma sucessão de sacerdotes e eles deviam oferecer seus sacrifícios frescos cada vez. Porém este homem (Jesus Cristo) ofereceu pelos pecados &lt;i&gt;&quot;um único sacrifício&quot;&lt;/i&gt; (Hebreus 10:12). Ele tratou com todos os pecados de seu povo ali. Não é necessário nem um único sacrifício a mais, este foi realizado uma única vez e para sempre (veja Hebreus 7:27). Deus os colocou todos sobre Ele ali na cruz; os pecados que você ainda não tinha cometido já foram tratados ali. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Este é o significado do perdão e somente isto. Tempo passado, pecados cometidos antes, pecados cometidos agora e em todo tempo; esta é a justificação provida por Deus para perdoar qualquer pecado onde quer que se tenha cometido. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Isto é o que o apóstolo está dizendo aqui. Todo pecado é perdoado sobre estas bases e somente sobre estas. A cruz declara que Deus é o &lt;i&gt;&quot;justo e também justificador daquele que tem fé em Jesus&quot; &lt;/i&gt;(Romanos 3:26). Permitam-me colocá-lo de outra forma. A cruz do Calvário não manifesta meramente que Deus nos perdoa. Faz isso, mas graças a Deus não pára ali. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Se a cruz somente deixasse isto de manifesto, o apóstolo poderia ter terminado o versículo com a palavra &quot;sangue&quot; (versículo 26), e não haveria necessidade de mais. Porém ele não se detém ali, senão que continua adiante. Continua no versículo 25 e além agrega o versículo 26. Por quê? Porque a cruz não é somente a manifestação de que Deus está pronto para perdoar-nos. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Outra forma em que posso explicá-lo é a seguinte: a cruz não foi colocada simplesmente para influenciar-nos. Embora isto seja o que o ensino popular diz. Nos diz que o problema com a raça humana é que eles não conhecem o amor de Deus, não conhecem que Deus está já pronto para perdoar a todo o mundo. Qual é então o significado da cruz? Bem, eles nos dizem que é Deus nos dizendo que nos tem perdoado; e depois, quando vemos a Cristo morrendo na cruz, isso quebrantará os nossos corações e nos conduzirá a ver isto. A cruz, de acordo com eles, está dirigida somente a nós e fala a nós. Porém, a cruz tem um propósito maior que esse e consegue essa outra coisa também. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Nosso perdão é somente uma coisa; mas há algo que é infinitamente mais importante. O que é? É o caráter de Deus. Então, a cruz, além de nos dizer que este é o caminho de Deus para efetivar o perdão, nos diz que o perdão não é uma coisa fácil para Deus. falo com reverência. Por que o perdão não é uma coisa fácil para Deus? Simplesmente porque Deus não é somente amor, Deus também é justo e santo e reto. Ele é Luz, e nEle não há trevas (1 João 1:5). Ele é tão reto e justo, como também é amor. Não estou colocando estes atributos um contra outros. Estou dizendo que Deus é todas essas coisas juntas, e você não deve deixar de lado uma em favor da outra. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Então, a cruz não nos diz somente que Deus perdoa, nos diz que esta é a forma em que dez faz possível o perdão. Esta é a maneira na qual compreendemos como Deus nos perdoa. Irei além: como pode Deus perdoar e permanecer ainda como Deus? (Nota do Tradutor ao espanhol: ou seja, como um Deus justo e santo, que não terá por inocente ao malvado). Esta é a questão, e a resposta é que a cruz é a vindicação de Deus. a cruz é a reivindicação do caráter de Deus. ela não somente mostra o amor de Deus mais gloriosamente que nenhuma outra coisa, mas também nos mostra Sua retidão, Sua justiça, Sua santidade e toda a glória de seus eternos atributos. Todos eles podem ver-se brilhando juntos ali na cruz. Se você não os vê, você não viu a cruz. Eis o motivo pelo que devemos rejeitar totalmente a assim chamada &quot;teoria da influência moral&quot; da expiação, a qual descrevi. Essa teoria nos diz que todo o que a cruz deve fazer é quebrantar os nossos corações e depois conduzir-nos a ver o amor de Deus. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Por cima e além disto, diz Paulo, Deus está manifestando sua &quot;justiça, atento a ter passado por alto, em sua paciência, os pecados passados&quot;. Se a cruz não é mais que a manifestação de seu amor, então, por que diz isso? Não, diz Paulo, a cruz é mais do que isso. Se a cruz está proclamando somente Seu perdão, então nós teríamos o direito de perguntar se ainda podemos depender da Palavra de Deus e se Ele é justo e reto. Esta seria uma boa pergunta devido a que, repetidamente no Antigo Testamento, Deus afirmou que Ele aborrece o pecado, e que o castigará, e que o salário do pecado é a morte. O caráter de Deus está envolvido nisso tudo, Deus não é homem. Algumas vezes nós pensamos que é algo maravilhoso para as pessoas dizer uma coisa e depois fazer outra. Os pais dizem aos seus filhos: &quot;Se você fizer tal coisa, não darei dinheiro para comprar doces&quot;. Então a criança faz aquilo, mas o pai diz: &quot;Bom, está bem&quot;, e logo dá o dinheiro para gastar. Isto, chegamos a pensar, é amor e perdão verdadeiros. Mas Deus não se conduz desta forma. Deus, se Possi dizê-lo deste modo, é eternamente consistente com Ele mesmo. Não há contradição nEle. Ele é o &quot;Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação&quot; (Tiago 1:17). &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Todos estes atributos estão e devem ser vistos brilhando como diamantes em seu caráter eterno, e todos devem ser mostrados. Na cruz todos eles são manifestos. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Como pode Deus ser justo e justificar o ímpio? A resposta é que Ele pode, devido a que na cruz castigou os pecados dos pecadores ímpios em seu próprio Filho. Ele derramou sua ira sobre Ele,&lt;i&gt; &quot;o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados&quot; &lt;/i&gt;(Isaias 53:5). Deus fez o que disse que faria; Ele castigou o pecado. Ele proclamou isto por todas partes através de todo o Antigo Testamento, e Ele fez o que disse que faria. Mostrou que Ele é justo e reto. Fez na cruz uma declaração pública disto. Ele é justo e pode justificar, devido a que tendo castigado a outro em nosso lugar, pode perdoar-nos gratuitamente. E assim Ele o faz. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Esta é a mensagem do versículo 24: &lt;i&gt;&quot;sendo justificados &lt;/i&gt;(considerados, declarados, pronunciados &quot;justos&quot;)&lt;i&gt; gratuitamente pela sua graça, mediante a redenção&lt;/i&gt; (resgate) &lt;i&gt;que há em Cristo Jesus, ao qual Deus propôs como propiciação, pela fé, no seu sangue&quot;&lt;/i&gt; (Romanos 3:24-25). Deste modo Ele declara sua justiça por ter passado por alto estes pecados em seu tempo de auto-refreamento. &quot;Com o objeto de manifestar&quot; sua justiça então, e agora, e sempre, ao perdoar pecados. Desta forma Ele é o único e ao mesmo tempo, o justo e o que justifica ao que é da fé em Jesus. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Tal é a grande, gloriosa e maravilhosa afirmação. Assegure-se de que este seja seu ponto de vista, e de que seu entendimento da cruz inclua a totalidade dela. Examine seu ponto de vista acerca da cruz. Onde está a afirmação acerca de &quot;manifestar sua justiça&quot;, e mais adiante, coloque-o em seu pensamento: É isto algo que você simplesmente &quot;pula&quot; e diz: &quot;Bem, não sei o que isto quer dizer; tudo quanto eu sei é que Deus é amor e que Ele perdoa&quot;? Porém você deveria conhecer o santificado disso, porque é uma parte essencial do glorioso Evangelho. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
No Calvário Deus estava fazendo um caminho de salvação para que você e eu pudéssemos ser perdoados. Mas Ele deve fazê-lo de forma tal que seu caráter ficasse inviolado, que Sua eterna consistência permanecesse absoluta e inquebrantável. Uma vez que começamos a contemplar um assunto como este, percebemos que essa é a mais tremenda, a mais gloriosa, a mais assombrosa coisa no universo e em toda a história humana. Deus está declarando na cruz o que Ele fez por nós. E ao mesmo tempo está mostrando sua própria grandeza eterna e glória, declarando que Ele &lt;i&gt;&quot;é luz, e nele não há trevas nenhumas&quot;&lt;/i&gt; (1 João 1:5). &quot;Quando contemplo a maravilhosa cruz...&quot; diz Isaac Watts, mas você não poderá ver o maravilhoso dela, até que não a contemple realmente à luz desta grande afirmação do apóstolo. Deus estava mostrando publicamente na cruz de uma vez e para sempre sua eterna justiça e seu eterno amor. Nunca devemos separar a uma do outro, porque sempre permanecem juntos e pertencem ambos atributos ao glorioso caráter de Deus. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;i&gt;Iglesia Bautista de la Gracia &lt;/i&gt;AR &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;b&gt;INDEPENDIENTE Y PARTICULAR&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Calle Álamos No.351 &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Colonia Ampliación Vicente Villada &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
CD. Netzahualcóyotl, Estado de México &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
CP 57710 &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Teléfono: (5) 793-0216 &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Tradução realizada por Omar Ibáñez Negrete y Thomas R. Montgomery. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Este sermão foi tomado do Tomo #3 da famosa série de D. M. Lloyd Jones sobre Romanos, publicado por &quot;El Estandarte de la Verdad&quot;, © Copyright, Directos Reservados para a tradução ao espanhol. Impresso em Mexido em 2000. &lt;/div&gt;
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Tradução realizada do espanhol para o português por Daniela Raffo, em quinta-feira, 27 de dezembro de 2007, 12:00:39.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;h1 style=&quot;color: #5482b0; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 2.2em; font-weight: normal;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20.46875px; text-align: justify;&quot;&gt;Mark Dever&lt;/b&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;div style=&quot;color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20.46875px; text-align: justify;&quot;&gt;
A pregação expositiva é importante para a saúde de uma igreja. Entretanto, todo método, por melhor que seja, está sujeito a abuso e, portanto deve estar aberto a ser testado. Em nossas igrejas, deveríamos nos preocupar não só em como somos ensinados, mas com o que somos ensinados. Deveríamos apreciar o caráter são, particularmente em nossa compreensão do Deus bíblico e dos seus caminhos para conosco.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20.46875px; text-align: justify;&quot;&gt;
&quot;Sanidade&quot; é uma palavra antiquada. Nas cartas pastorais de Paulo a Timóteo e a Tito, &quot;são&quot; significa confiável, preciso ou fiel. Em sua raiz etimológica é uma figura do mundo médico que significa inteiro ou saudável. Lemos em 1 Timóteo 1 que a sã doutrina é amoldada pelo evangelho e que ela se opõe à impiedade e ao pecado. Ainda mais claramente, em 1 Timóteo 6:3, Paulo contrasta as &quot;falsas doutrinas&quot; com as &quot;sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo e. . . o ensino segundo a piedade&quot;. Assim, na sua segunda carta a Timóteo, Paulo exorta Timóteo a manter “o padrão das sãs palavras que de mim ouviste” (II Timóteo 1:13). Paulo adverte Timóteo de que &quot;haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos” (II Timóteo 4:3).&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;destaque-e&quot; style=&quot;background-color: #f2f2f2; border-bottom-color: rgb(84, 130, 176); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 3px; border-top-color: rgb(84, 130, 176); border-top-style: solid; border-top-width: 3px; color: #999999; float: left; font-family: Georgia, sans-serif; font-size: 1.3em; font-style: italic; height: auto; line-height: 20.46875px; margin: 0.5em 1em 0.5em 0.5em; padding: 0.5em; width: 200px;&quot;&gt;
&lt;em&gt;&quot;Se nós fôssemos expor aqui tudo o que constitui sã doutrina, teríamos que reproduzir a Bíblia inteira.&quot;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20.46875px; text-align: justify;&quot;&gt;
Quando Paulo escreveu a outro jovem pastor – Tito - ele tinha preocupações semelhantes. Quem quer que Tito designasse como um presbítero, diz Paulo, teria que ser “apegado à palavra fiel, que é segundo a doutrina, de modo que tenha poder tanto para exortar pelo reto ensino como para convencer os que o contradizem” (Tito 1:9). Paulo insta Tito a reprovar falsos mestres “para que sejam sadios na fé” (Tito 1:13). E também ordena a Tito: &quot;Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina&quot; (Tito 2:1).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20.46875px; text-align: justify;&quot;&gt;
Se nós fôssemos expor aqui tudo o que constitui sã doutrina, teríamos que reproduzir a Bíblia inteira. Mas, na prática, toda igreja decide quais são os assuntos em que precisa haver total acordo, quais admitem limitada discordância, e em quais pode haver total liberdade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20.46875px; text-align: justify;&quot;&gt;
Na igreja em que ministro, em Washington DC, nós definimos que qualquer pessoa que deseje ser membro deve acreditar na salvação pela obra de Jesus Cristo apenas. Também confessamos as mesmas (ou bastante parecidas) convicções quanto ao batismo do crente e ao governo da igreja. Uniformidade nestes dois pontos não é essencial à salvação, mas acordo neles é útil na prática e saudável para a vida da igreja.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;destaque-d&quot; style=&quot;background-color: #f2f2f2; border-bottom-color: rgb(84, 130, 176); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 3px; border-top-color: rgb(84, 130, 176); border-top-style: solid; border-top-width: 3px; color: #999999; float: right; font-family: Georgia, sans-serif; font-size: 1.3em; font-style: italic; height: auto; line-height: 20.46875px; margin: 0.5em 1em 0.5em 0.5em; padding: 0.5em; width: 200px;&quot;&gt;
&lt;em&gt;&quot;Para que possamos aprender a sã doutrina da Bíblia, nós precisamos encarar doutrinas que podem ser difíceis, ou até mesmo potencialmente divisionistas, mas que são fundamentais para compreendermos o trabalho de Deus entre nós.&quot;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20.46875px; text-align: justify;&quot;&gt;
Pode-se permitir alguma discordância sobre assuntos que não parecem ser necessários à salvação, nem à vida prática da igreja. Assim, por exemplo, apesar de todos nós concordamos que Cristo voltará, não ficamos surpresos ao perceber que há discordância entre nós quanto ao momento certo do Seu retorno. Pode-se desfrutar de total liberdade em assuntos ainda menos centrais ou de pouca clareza, como a validade da resistência armada, ou a autoria do livro de Hebreus.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20.46875px; text-align: justify;&quot;&gt;
Em tudo isso, o princípio deve estar claro: quanto mais próximos chegarmos ao coração da nossa fé, mais devemos esperar ver nossa unidade expressa em um entendimento compartilhado dessa fé. A igreja primitiva colocou este princípio da seguinte forma: no essencial, unidade; no não essencial, diversidade; e em tudo amor.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20.46875px; text-align: justify;&quot;&gt;
O ensino saudável inclui um compromisso claro com doutrinas freqüentemente negligenciadas, porém claramente bíblicas. Para que possamos aprender a sã doutrina da Bíblia, nós precisamos encarar doutrinas que podem ser difíceis, ou até mesmo potencialmente divisionistas, mas que são fundamentais para compreendermos o trabalho de Deus entre nós. Por exemplo, a doutrina bíblica da eleição é freqüentemente evitada por ser considerada muito complexa, ou muito confusa. Seja como for, é inegável que esta doutrina é bíblica, e que é importante. Enquanto possa ter implicações que nós não entendemos plenamente, não é algo pequeno considerar que nossa salvação no final das contas procede de Deus em vez de nós mesmos. Outras perguntas importantes cujas respostas bíblicas também vêm sendo negligenciadas:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20.46875px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;• Pessoas são basicamente ruins ou boas? Elas precisam tão somente de encorajamento e de um aumento de auto-estima, ou elas precisam de perdão e nova vida?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20.46875px; text-align: justify;&quot;&gt;
• O que Jesus Cristo fez morrendo na cruz? Ele tornou possível uma opção, ou Ele foi nosso substituto?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20.46875px; text-align: justify;&quot;&gt;
• O que acontece quando alguém se torna um cristão?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20.46875px; text-align: justify;&quot;&gt;
• Se nós somos cristãos, podemos estar seguros de que Deus continuará cuidando de nós? Neste caso, o Seu cuidado contínuo baseia-se em nossa fidelidade, ou na dEle?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20.46875px; text-align: justify;&quot;&gt;
Todas estas perguntas não são simplesmente questões para teólogos eruditos ou para jovens estudantes de seminário. Elas são importantes para todo cristão. Aqueles de nós que são pastores sabem quão diferentemente nós pastorearíamos nosso povo se nossa resposta a qualquer uma destas perguntas fosse alterada. Fidelidade às Escrituras exige que nós falemos sobre estes assuntos com clareza e autoridade.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;destaque-e&quot; style=&quot;background-color: #f2f2f2; border-bottom-color: rgb(84, 130, 176); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 3px; border-top-color: rgb(84, 130, 176); border-top-style: solid; border-top-width: 3px; color: #999999; float: left; font-family: Georgia, sans-serif; font-size: 1.3em; font-style: italic; height: auto; line-height: 20.46875px; margin: 0.5em 1em 0.5em 0.5em; padding: 0.5em; width: 200px;&quot;&gt;
&lt;em&gt;&quot;Designar como líder uma pessoa que duvida da soberania de Deus ou que entende mal o ensino bíblico sobre esses assuntos é colocar como exemplo uma pessoa que pode estar muito pouco disposta a confiar em Deus.&quot;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20.46875px; text-align: justify;&quot;&gt;
Nosso entendimento do que a Bíblia ensina a respeito de Deus é crucial. O Deus Bíblico é Criador e Senhor; e ainda assim Sua soberania às vezes é negada até mesmo dentro da igreja. Cristãos confessos que resistem à idéia da soberania de Deus na criação ou na salvação estão, na verdade, brincando com um paganismo piedoso. Muitos cristãos têm questionamentos honestos sobre a soberania de Deus, mas uma negação contínua, tenaz, da soberania de Deus deveria nos deixar preocupados. Batizar uma pessoa assim, pode significar o batismo de um coração que ainda é de algum modo incrédulo. Admitir tal pessoa na membresia significa tratá-la como se ela confiasse em Deus, quando na verdade ela não confia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20.46875px; text-align: justify;&quot;&gt;
Por mais perigosa que tal resistência seja em um cristão qualquer, ela é ainda mais perigosa no líder de uma congregação. Designar como líder uma pessoa que duvida da soberania de Deus ou que entende mal o ensino bíblico sobre esses assuntos é colocar como exemplo uma pessoa que pode estar muito pouco disposta a confiar em Deus. Tal indicação está fadada a ser um forte obstáculo para a igreja.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20.46875px; text-align: justify;&quot;&gt;
Atualmente a nossa cultura freqüentemente nos encoraja a transformarmos o evangelismo em propaganda e explica a obra do Espírito em termos de marketing. O próprio Deus às vezes é moldado à imagem do homem. Em tempos assim, uma igreja saudável deve ter um cuidado especial em orar por líderes que tenham uma compreensão bíblica e experimental da soberania de Deus e um compromisso com a sã doutrina, em sua absoluta glória bíblica. Uma igreja saudável é marcada pela pregação expositiva e por uma teologia bíblica.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Siga-me no twitter: @Revclaudioluis
http://feeds.feedburner.com/blogspot/wJJVp&lt;/div&gt;</description><link>http://teologandoreforma.blogspot.com/2013/03/marcas-de-uma-igreja-saudavel-marca-2.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2854828073071338666.post-2984072355072769635</guid><pubDate>Wed, 27 Mar 2013 16:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-03-27T09:17:40.511-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mark Dever</category><title>Marcas de uma igreja saudável: Marca 1 - Pregação Expositiva</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1 style=&quot;color: #5482b0; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 2.2em; font-weight: normal;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20.46875px; text-align: justify;&quot;&gt;Mark Dever&lt;/b&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;div style=&quot;color: #222222; float: right; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20.46875px; padding-left: 16px;&quot;&gt;
&lt;img alt=&quot;md003paulopregando.jpg (23K) - Paulo pregando em Tessalônica&quot; height=&quot;289&quot; src=&quot;http://www.bomcaminho.com/img/md003paulopregando.jpg&quot; style=&quot;border-width: 0px;&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20.46875px; text-align: justify;&quot;&gt;
O ponto para começar a falar sobre as marcas da igreja saudável é onde Deus começa conosco – o modo como Ele fala conosco. Foi por aí que a nossa própria saúde espiritual veio, e é por esse caminho que a saúde de nossas igrejas virá também. Especialmente importante para qualquer um que esteja na liderança de uma igreja, mas particularmente para o pastor, é um compromisso com a pregação expositiva, um dos mais antigos métodos de pregação. Trata-se da pregação cujo objetivo é expor o que é dito em uma passagem particular da Bíblia, explicando cuidadosamente seu significado e aplicando-o à congregação (veja Neemias 8:8). Existem, evidentemente, muitos outros tipos de pregação. Sermões tópicos, por exemplo, coletam tudo o que a Bíblia ensina sobre um único assunto, como a oração ou a contribuição. A pregação biográfica aborda a vida de alguém na Bíblia e retrata-a como uma demonstração da graça de Deus e como um exemplo de esperança e fidelidade. Mas a pregação expositiva é algo diferente - uma explicação e aplicação de uma porção particular da Palavra de Deus.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;destaque-e&quot; style=&quot;background-color: #f2f2f2; border-bottom-color: rgb(84, 130, 176); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 3px; border-top-color: rgb(84, 130, 176); border-top-style: solid; border-top-width: 3px; color: #999999; float: left; font-family: Georgia, sans-serif; font-size: 1.3em; font-style: italic; height: auto; line-height: 20.46875px; margin: 0.5em 1em 0.5em 0.5em; padding: 0.5em; width: 200px;&quot;&gt;
&lt;em&gt;&quot;(...) os pregadores cristãos de hoje têm autoridade para falar da parte de Deus somente se proclamarem as palavras dEle.&quot;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20.46875px; text-align: justify;&quot;&gt;
A pregação expositiva presume uma convicção na autoridade da Bíblia, mas é algo mais. Um compromisso com a pregação expositiva é um compromisso de ouvir a Palavra de Deus. Assim como os profetas do Antigo Testamento e os apóstolos do Novo Testamento não receberam apenas uma ordem para ir e falar, mas uma mensagem específica, os pregadores cristãos de hoje têm autoridade para falar da parte de Deus somente se proclamarem as palavras dEle. Assim, a autoridade do pregador expositivo começa e termina com as Escrituras. Às vezes as pessoas podem confundir pregação expositiva com o estilo de um pregador expositivo predileto, mas não é fundamentalmente uma questão de estilo. Como outros já observaram a pregação expositiva não é tanto sobre como nós dizemos o que dizemos, mas sobre como nós decidimos o que dizer. Não é marcada por uma forma particular, mas por um conteúdo bíblico.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20.46875px; text-align: justify;&quot;&gt;
Pode-se aceitar alegremente a autoridade da Palavra de Deus e até mesmo professar a convicção na inerrância da Bíblia; ainda assim se na prática (propositalmente ou não) alguém não prega expositivamente, nunca pregará além do que já sabe. Um pregador pode tomar um trecho das Escrituras e exortar a congregação em um tópico que é importante sem que ele realmente pregue o ponto abordado na passagem. Quando isso acontece, o pregador e a congregação só ouvem nas Escrituras o que eles já sabiam.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;destaque-d&quot; style=&quot;background-color: #f2f2f2; border-bottom-color: rgb(84, 130, 176); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 3px; border-top-color: rgb(84, 130, 176); border-top-style: solid; border-top-width: 3px; color: #999999; float: right; font-family: Georgia, sans-serif; font-size: 1.3em; font-style: italic; height: auto; line-height: 20.46875px; margin: 0.5em 1em 0.5em 0.5em; padding: 0.5em; width: 200px;&quot;&gt;
&lt;em&gt;&quot;Como outros já observaram a pregação expositiva não é tanto sobre como nós dizemos o que dizemos, mas sobre como nós decidimos o que dizer.&quot;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20.46875px; text-align: justify;&quot;&gt;
Em contrapartida, quando pregamos uma passagem das Escrituras no contexto, expositivamente - tomando o ponto da passagem como o ponto da mensagem - nós ouvimos de Deus coisas que nós não pretendíamos ouvir quando começamos. Desde a chamada inicial ao arrependimento até a área de nossas vidas em que o Espírito nos condenou recentemente, a nossa salvação inteira consiste em ouvir a Deus de modos que nós, antes de ouvi-lO, nunca teríamos adivinhado. Esta submissão extremamente prática à Palavra de Deus deve ser evidente no ministério de um pregador. Não se deixe enganar: em última instância, é responsabilidade da congregação assegurar que as coisas sejam assim (observe a responsabilidade que Jesus põe sobre a congregação em Mateus 18, ou Paulo em 2 Timóteo 4). Uma igreja jamais pode colocar como supervisor espiritual do rebanho uma pessoa que não demonstra na prática um compromisso claro em ouvir e ensinar a Palavra de Deus. Agir assim é impedir inevitavelmente o crescimento da igreja, praticamente encorajando-a a só crescer até o nível do pastor. Se assim for, a igreja será conformada lentamente à mente dele, em vez de ser conformada à mente de Deus.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20.46875px; text-align: justify;&quot;&gt;
O povo de Deus sempre foi criado pela Palavra de Deus. Da criação em Gênesis 1 até a chamada de Abraão em Gênesis 12, da visão do vale dos ossos secos em Ezequiel 37 até a vinda da Palavra Viva, Deus sempre criou o Seu povo através da Sua Palavra. Como Paulo escreveu aos romanos, “a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo” (10:17). Ou, como ele escreveu aos coríntios, &quot;Visto como, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por sua própria sabedoria, aprouve a Deus salvar os que crêem pela loucura da pregação&quot; (1 Cor. 1:21).&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;destaque-e&quot; style=&quot;background-color: #f2f2f2; border-bottom-color: rgb(84, 130, 176); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 3px; border-top-color: rgb(84, 130, 176); border-top-style: solid; border-top-width: 3px; color: #999999; float: left; font-family: Georgia, sans-serif; font-size: 1.3em; font-style: italic; height: auto; line-height: 20.46875px; margin: 0.5em 1em 0.5em 0.5em; padding: 0.5em; width: 200px;&quot;&gt;
&lt;em&gt;&quot;Uma igreja construída sobre a música – seja qual for o estilo - é uma igreja construída sobre a areia.&quot;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20.46875px; text-align: justify;&quot;&gt;
A pregação expositiva sadia freqüentemente é o manancial de crescimento em uma igreja. Na experiência de Martinho Lutero, tal atenção cuidadosa para com a Palavra de Deus foi o princípio da reforma. Nós também precisamos estar comprometidos em sermos igrejas que sempre estão sendo reformadas de acordo com a Palavra de Deus.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20.46875px; text-align: justify;&quot;&gt;
Certa vez, quando eu estava ensinando em um seminário sobre puritanismo em uma igreja de Londres, eu mencionei que os sermões puritanos às vezes duravam duas horas. Diante disso, uma pessoa perguntou, &quot;Quanto tempo sobrava para a adoração?&quot; A suposição era de que ouvir a palavra de Deus pregada não constituía adoração. Eu respondi que muitos cristãos protestantes ingleses teriam considerado a possibilidade de ouvir a palavra de Deus no seu próprio idioma e de responder a ela nas suas vidas como a parte essencial da sua adoração. Se eles teriam tempo para cantar juntos seria comparativamente de pouca importância.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20.46875px; text-align: justify;&quot;&gt;
Nossas igrejas têm que recuperar a centralidade da Palavra na nossa adoração. Ouvir a Palavra de Deus e responder a ela pode incluir louvor e ações de graças, confissão e proclamação, e qualquer destas coisas pode vir na forma de canções, mas nenhuma delas precisa ter essa forma. Uma igreja construída sobre a música – seja qual for o estilo - é uma igreja construída sobre a areia. Pregar é o componente fundamental do pastorado. Ore por seu pastor, para que ele se dedique a estudar Bíblia rigorosa, cuidadosa e seriamente, e para que Deus o conduza na compreensão da Palavra, na aplicação dela à sua própria vida, e na aplicação dela à igreja (veja Lucas 24:27; Atos 6:4; Ef. 6:19-20). Se você é um pastor, ore por estas coisas para si mesmo. Ore também por outros que pregam e ensinam a Palavra de Deus. Finalmente, ore para que nossas igrejas assumam um compromisso de ouvir a Palavra de Deus pregada expositivamente, de forma que os rumos de cada igreja sejam crescentemente moldados pela agenda de Deus expressa nas Escrituras. O compromisso com a pregação expositiva é uma marca de uma igreja saudável.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Siga-me no twitter: @Revclaudioluis
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&lt;br /&gt;
&lt;div id=&quot;conteudo&quot; style=&quot;background-color: white; border-left-color: rgb(84, 130, 176); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(84, 130, 176); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 1.6em; padding: 5px 30px;&quot;&gt;
&lt;h1 style=&quot;color: #5482b0; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 2.2em; font-weight: normal; line-height: normal;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Mark Driscoll&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&quot;Pelo Espírito, a um é dada a palavra de sabedoria; a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra de conhecimento; a outro, fé, pelo mesmo Espírito; a outro, dons de curar, pelo único Espírito; a outro, poder para operar milagres; a outro, profecia; a outro, discernimento de espíritos; a outro, variedade de línguas; e ainda a outro, interpretação de línguas.&quot; (1 Co 12:8-10 NVI)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h3 style=&quot;color: #555555; font-family: Arial, Helvetica, Verdana, sans-serif; line-height: normal;&quot;&gt;
O Que é o Dom Espiritual de Discernimento?&lt;/h3&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O dom espiritual de discernimento é a capacidade de rapidamente perceber se tais coisas como pessoas, eventos, ou crenças são de Deus ou de Satanás. As pessoas com o dom de discernimento sabem que Satanás e seus demônios disfarçam-se como santos (1 Cor. 11:14-15). Também sabem que Satanás opera falsos milagres (Ex. 7:11-22; 8:7; Mt. 7:21-23; 2 Tim. 3:8) para enganar as pessoas (2 Tess. 2:9), e que ele capacita falsos mestres (2 Ped. 2:1), falsos profetas (Mt. 7:15), falsos apóstolos (2 Cor. 11:13) e falsas doutrinas (1 Tim. 1:3; 6:3).&lt;/div&gt;
&lt;h3 style=&quot;color: #555555; font-family: Arial, Helvetica, Verdana, sans-serif; line-height: normal;&quot;&gt;
Discernimento nas Escrituras&lt;/h3&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Jesus era capaz de perceber a presença de Satanás (Mt. 4:1-11), ver quando alguém era influenciado por Satanás (Lucas 22:31), e saber quando as palavras de alguém foram influenciadas por Satanás (Mt. 16:23). João (1 João 4:1), Paulo (Atos 16:16-18), Pedro (Atos 5:1-11), e os discípulos (Mt. 10:1), todos demostraram o dom de discernimento.&lt;/div&gt;
&lt;h3 style=&quot;color: #555555; font-family: Arial, Helvetica, Verdana, sans-serif; line-height: normal;&quot;&gt;
Você tem esse dom?&lt;/h3&gt;
&lt;ul class=&quot;lista&quot; style=&quot;margin-left: 25px; padding-left: 20px;&quot;&gt;
&lt;li style=&quot;padding-bottom: 16px;&quot;&gt;Você sente uma responsabilidade especial de proteger a verdade da Palavra de Deus mediante a exposição daquilo que está errado?&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;padding-bottom: 16px;&quot;&gt;Você faz frequentemente uma rápida avaliação de alguém ou de algo que foi dito, que outros não percebem, e que no entanto provou estar correto?&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;padding-bottom: 16px;&quot;&gt;Você tem uma sólida compreensão das Escrituras e uma sensibilidade à orientação de Deus, o Espírito Santo?&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;padding-bottom: 16px;&quot;&gt;Você está agudamente consciente do pecado moral e da heresia doutrinária?&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;padding-bottom: 16px;&quot;&gt;Pode ler um livro ou ouvir um mestre e quase imediatamente descobrir um falso ensino?&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;padding-bottom: 16px;&quot;&gt;Você tem uma consciência da presença demoníaca e de como ajudar as pessoas a serem libertas de demônios?&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div class=&quot;peq&quot; style=&quot;font-size: 0.8em; text-align: justify;&quot;&gt;
Nota do Editor: A publicação desta série não implica em plena concordância do site bomcaminho.com com a opinião do autor. Cremos que o assunto é controverso e não dispomos de abundantes informações nas Escrituras, principalmente a respeito das características peculiares de cada dom citado. A série é publicada aqui para reflexão e avaliação inteligente do leitor. &quot;julgai todas as coisas, retende o que é bom;&quot; (1 Ts 5:21 RA)&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;info&quot; style=&quot;background-color: #f6f6f6; border-left-color: rgb(84, 130, 176); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(84, 130, 176); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(185, 186, 188); border-top-style: solid; border-top-width: 3px; color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 0.8em; margin-top: 0px; padding: 8px;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;em&gt;Extraído do site&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://theresurgence.com/Spiritual_Gifts_Discernment&quot; style=&quot;border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; color: #333333; text-decoration: none;&quot;&gt;Resurgence&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Tradução: Juliano Heyse&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Siga-me no twitter: @Revclaudioluis
http://feeds.feedburner.com/blogspot/wJJVp&lt;/div&gt;</description><link>http://teologandoreforma.blogspot.com/2013/03/dons-espirituais-discernimento.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2854828073071338666.post-458409482972739953</guid><pubDate>Wed, 27 Mar 2013 16:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-03-27T09:13:09.160-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mark Driscoll</category><title>Por Que Dons Espirituais?</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div id=&quot;conteudo&quot; style=&quot;background-color: white; border-left-color: rgb(84, 130, 176); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(84, 130, 176); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 1.6em; padding: 5px 30px;&quot;&gt;
&lt;h1 style=&quot;color: #5482b0; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 2.2em; font-weight: normal; line-height: normal;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 1.6em; text-align: justify;&quot;&gt;Mark Driscoll&lt;/b&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;div style=&quot;font-style: italic; font-weight: bold; text-align: justify;&quot;&gt;
Irmãos, quanto aos dons espirituais não quero que vocês sejam ignorantes. (1 Cor. 12:1 NVI)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;img alt=&quot;DE3.jpg (16K) - Resurgence&quot; height=&quot;286&quot; src=&quot;http://www.bomcaminho.com/img/DE3.jpg&quot; style=&quot;border-width: 0px;&quot; width=&quot;463&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h3 style=&quot;color: #555555; font-family: Arial, Helvetica, Verdana, sans-serif; line-height: normal;&quot;&gt;
Os Dons Espirituais Servem ao Senhorio de Jesus&lt;/h3&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;font-style: italic; text-align: justify;&quot;&gt;
Vocês sabem que, quando eram pagãos, de uma forma ou de outra eram fortemente atraídos e levados para os ídolos mudos. Por isso, eu lhes afirmo que ninguém que fala pelo Espírito de Deus diz: &quot;Jesus seja amaldiçoado&quot;; e ninguém pode dizer: &quot;Jesus é Senhor&quot;, a não ser pelo Espírito Santo. (1 Cor. 12:2-3 NVI)&lt;/div&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O aspecto primordial do ministério e dos dons espirituais é revelar o senhorio de Jesus Cristo como Deus sobre todas as pessoas e coisas. Então, se alguém diz ser cristão ou quer exercer um ministério mas não afirma o senhorio de Jesus Cristo, essa pessoa não têm o Espírito Santo. A evidência primária de uma pessoa ter o Espírito santo é o seu amor e submissão a Jesus.&lt;/div&gt;
&lt;h3 style=&quot;color: #555555; font-family: Arial, Helvetica, Verdana, sans-serif; line-height: normal;&quot;&gt;
Os Dons espirituais são concedidos pela Trindade&lt;/h3&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;font-style: italic; text-align: justify;&quot;&gt;
Há diferentes tipos de dons, mas o Espírito é o mesmo. Há diferentes tipos de ministérios, mas o Senhor é o mesmo. Há diferentes formas de atuação, mas é o mesmo Deus quem efetua tudo em todos. (1 Cor. 12:4-6 NVI)&lt;/div&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Aqui nós vemos que toda a Trindade está envolvida em conceder dons à igreja para o ministério.&lt;/div&gt;
&lt;h3 style=&quot;color: #555555; font-family: Arial, Helvetica, Verdana, sans-serif; line-height: normal;&quot;&gt;
Cada dom espiritual existe para beneficiar a igreja inteira&lt;/h3&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;font-style: italic; text-align: justify;&quot;&gt;
A cada um, porém, é dada a manifestação do Espírito, visando ao bem comum. (1 Cor. 12:7 NVI)&lt;/div&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Qualquer que seja o dom de alguém, o propósito do dom é edificar e beneficiar toda a igreja, não só edificar o indivíduo que está utilizando o dom.&lt;/div&gt;
&lt;h3 style=&quot;color: #555555; font-family: Arial, Helvetica, Verdana, sans-serif; line-height: normal;&quot;&gt;
Dons espirituais são designados por Deus&lt;/h3&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;font-style: italic; text-align: justify;&quot;&gt;
Todas essas coisas, porém, são realizadas pelo mesmo e único Espírito, e ele as distribui individualmente, a cada um, como quer. (1 Cor. 12:11 NVI)&lt;/div&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Dons espirituais são determinados por escolha de Deus; nós não podemos escolher nosso dom. Portanto, qualquer pessoa que esteja insatisfeita com a forma como Deus a fez, está, na realidade, queixando-se por Deus não ter lhe dado o dom que queria. Isso é semelhante a uma criança mimada que desembrulha um presente somente para ficar reclamando dele.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;info&quot; style=&quot;background-color: #f6f6f6; border-left-color: rgb(84, 130, 176); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(84, 130, 176); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(185, 186, 188); border-top-style: solid; border-top-width: 3px; color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 0.8em; margin-top: 0px; padding: 8px;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;em&gt;Extraído do site&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://theresurgence.com/Spiritual_Gifts_The_Point&quot; style=&quot;border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; color: #333333; text-decoration: none;&quot;&gt;Resurgence&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Siga-me no twitter: @Revclaudioluis
http://feeds.feedburner.com/blogspot/wJJVp&lt;/div&gt;</description><link>http://teologandoreforma.blogspot.com/2013/03/por-que-dons-espirituais.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2854828073071338666.post-3787313010515139744</guid><pubDate>Wed, 27 Mar 2013 16:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-03-27T09:10:46.520-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mark Driscoll</category><title>Dons Espirituais são Comumente Mal Compreendidos</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div id=&quot;conteudo&quot; style=&quot;background-color: white; border-left-color: rgb(84, 130, 176); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(84, 130, 176); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 1.6em; padding: 5px 30px;&quot;&gt;
&lt;h1 style=&quot;color: #5482b0; font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 2.2em; font-weight: normal; line-height: normal;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 1.6em; text-align: justify;&quot;&gt;Mark Driscoll&lt;/b&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;div style=&quot;font-style: italic; font-weight: bold; text-align: justify;&quot;&gt;
Irmãos, quanto aos dons espirituais não quero que vocês sejam ignorantes. (1 Cor. 12:1 NVI)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;img alt=&quot;DE2.jpg (16K) - Resurgence&quot; height=&quot;286&quot; src=&quot;http://www.bomcaminho.com/img/DE2.jpg&quot; style=&quot;border-width: 0px;&quot; width=&quot;463&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Infelizmente, parece que a ignorância quanto aos dons espirituais persiste em nossos dias. É importante esclarecer alguns dos aspectos mais debatidos sobre os dons espirituais.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
* Os dons espirituais diferem dos talentos naturais (por exemplo: habilidade musical, criatividade, aptidão atlética, habilidades computacionais) já que aqueles são concedidos no novo nascimento e estes são concedidos no nascimento.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
* Como nenhuma lista de dons espirituais no Novo Testamento parece inteiramente completa, a compilação de todas as listas pode ainda não resultar em uma lista completa (1 Coríntios 12:8-10; 28; Romanos 12:6-8; Efésios 4:11 e 1 Pedro 4:11).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
* A cada um de nós é concedida uma porção distinta de um dom.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
* Devemos estar abertos a servir fora da nossa área de dons.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
* Deus também nos dará paixões e oportunidades além dos talentos naturais e dons espirituais.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
* Descobrir nosso(s) dom(ns) está relacionado a avaliar nossos desejos, alegrias e eficiência.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
* Todo dom deve ser cultivado de forma a nos tornarmos mais eficazes em nossa obra no ministério.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;info&quot; style=&quot;background-color: #f6f6f6; border-left-color: rgb(84, 130, 176); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(84, 130, 176); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(185, 186, 188); border-top-style: solid; border-top-width: 3px; color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 0.8em; margin-top: 0px; padding: 8px;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;em&gt;Extraído do site&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://theresurgence.com/Spiritual_Gifts_Misunderstood&quot; style=&quot;border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; color: #333333; text-decoration: none;&quot;&gt;Resurgence&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Tradução: Juliano Heyse&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Siga-me no twitter: @Revclaudioluis
http://feeds.feedburner.com/blogspot/wJJVp&lt;/div&gt;</description><link>http://teologandoreforma.blogspot.com/2013/03/dons-espirituais-sao-comumente-mal.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2854828073071338666.post-5514733957092955469</guid><pubDate>Tue, 05 Mar 2013 16:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-03-05T08:42:14.930-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">John Piper</category><title>A Felicidade De Deus: Fundamento para o Hedonismo Cristão</title><description>&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: xx-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Tradução: Satisfação em Deus&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;scripture_ref&quot; style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Jeremias 32:36–41&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote style=&quot;border: 0px; color: #59666f; font-family: Georgia; font-style: italic; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; quotes: &#39;&#39;; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot; style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; quotes: &#39;&#39;; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: xx-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Agora, pois, assim diz o SENHOR, o Deus de Israel, acerca desta cidade, da qual vós dizeis: Já está entregue nas mãos do rei da Babilônia, pela espada, pela fome e pela peste. 37 Eis que eu os congregarei de todas as terras, para onde os lancei na minha ira, no meu furor e na minha grande indignação; tornarei a trazê-los a este lugar e farei que nele habitem seguramente. 38 Eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus. 39 Dar-lhes-ei um só coração e um só caminho, para que me temam todos os dias, para seu bem e bem de seus filhos. 40 Farei com eles aliança eterna, segundo a qual não deixarei de lhes fazer o bem; e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim. 41 Alegrar-me-ei por causa deles e lhes farei bem; plantá-los-ei firmemente nesta terra, de todo o meu coração e de toda a minha alma.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Certa vez, fiz referência à idéia de Hedonismo Cristão num culto de domingo e um pai veio até mim mais tarde e disse: “Você sabia que uma menininha pensou que você estava dizendo&lt;i&gt;“Heathenism”&lt;/i&gt;&amp;nbsp;Cristão? [NT:&amp;nbsp;&lt;i&gt;“heathenism”&lt;/i&gt;, palavra com pronúncia em inglês similar à&lt;i&gt;“hedonism”&lt;/i&gt;, hedonismo, que deriva de&amp;nbsp;&lt;i&gt;“heathen”&lt;/i&gt;, pessoa não religiosa, aquele que desconhece a Bíblia ou Deus]. Eu sei que mesmo que eu faça uma pronúncia clara (Hedonismo Cristão), alguns de vocês provavelmente ainda pensarão em&amp;nbsp;&lt;i&gt;“heathenism”&lt;/i&gt;&amp;nbsp;[impiedade], porque acreditam que o hedonismo é uma filosofia de vida do descrente. E vocês estão, provavelmente, certos porque o significado popular de hedonismo é a busca pelo prazer e indiferença moral. Em 2 Timóteo 3:4 Paulo advertiu que nos últimos dias os homens seriam “mais amigos dos prazeres que amigos de Deus”. Certamente, estamos nestes dias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px 0px 20px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Impiedade Cristã?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Dois anos atrás, Daniel Yankelovitch publicou um livro entitulado&amp;nbsp;&lt;i&gt;New Rules: Searching for Self-Fulfillment in a World Turned Upside Down&lt;/i&gt;&amp;nbsp;(Novas Regras: Buscando Auto Realização num Mundo Virado de Cabeça para Baixo). Ele argumenta com base em amplas entrevistas e pesquisas nacionais que grandes mudanças têm ocorrido em nossa cultura e que a busca comum por auto-realização pessoal criou um novo conjunto de regras que governa o modo como pensamos e sentimos enquanto americanos. Ele diz, “Eu sua forma extrema, as novas regras simplesmente viraram as antigas de pernas para o ar e no lugar da antiga ética da autonegação, encontramos pessoas que não aceitam negar nada a si mesmas – não por conta de apetites sem fundamento, mas com base no estranho princípio moral de que “Eu tenho uma obrigação para comigo mesmo” (p. xviii). Ele conta de uma jovem na casa dos trinta anos que reclamou para seu psicoterapeuta que ela estava se tornando nervosa e irritadiça porque sua vida havia se tornado tão agitada – muitos finais de semana longos, muitas boates, muitas horas extras, muita conversa, muito vinho, muita maconha, muito sexo. “Por que você não pára?” perguntou o terapeuta suavemente. A paciente fixou um olhar sem expressão por alguns momentos e então seu rosto acendeu, maravilhada com uma iluminação: “Você quer dizer que eu não preciso fazer o que eu quero fazer?” ela extravasou em maravilhamento. A marca registrada dos buscadores da auto realização é que “eles operam sob a premissa de que desejos emocionais são objetos sagrados e que é um crime contra a natureza manter uma necessidade emocional não satisfeita” (p. 59). “A nossa é a primeira era onde milhares de milhões de pessoas oferecem como justificativas morais para seus atos a idéia de que um eu, supostamente mais profundo e ‘real’, não se encaixa bem com o papel social que lhe foi atribuído”.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Provavelmente, o relacionamento entre os buscadores de auto-realização e suas novas regras é a causa do grande caos no casamento. Yankelovitch mostra boa visão quando diz, “Casamentos bem sucedidos são construídos com muitas fibras de desejos inibidos – concessões aos desejos do outro; aceitação da violação de seus próprios desejos; decepções engolidas; confrontações evitadas; desvios de oportunidades para a raiva; chances para a auto-expressão emudecidas. Introduzir formas pesadas de auto-realização neste processo é o mesmo que tocar uma delicada teia de aranha com um cabo de vassoura. Freqüentemente, a única coisa que sobra é aquele negócio grudento na vassoura; a estrutura da teia é destruída” (p. 76).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Portanto, eu tenho grande empatia com aqueles que são livres o suficiente de nossa cultura para reagir contra a palavra hedonismo ao dizer, “Chega disso! Nossos lares, nossas escolas, nossos negócios, nossa sociedade estão sendo destruídos por buscadores hedonistas de auto-realização que não possuem nenhuma coragem moral ou autonegação ou compromisso firme ou parceria sacrificial, que mantém de pé as preciosas estruturas da vida que trazem nobreza à nossa cultura. Não precisamos de hedonismo; precisamos de um retorno à retidão, integridade, prudência, justiça, temperança, firmeza e autocontrole!” Acredite, estamos mais próximos do que se imagina. Tudo o que peço é que você me dê ouvidos abertos e discernidores por nove semanas, antes que você faça seu julgamento final sobre Hedonismo Cristão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px 0px 20px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Exemplos Bíblicos de Hedonismo Cristão&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Algumas vezes, uma ilustração vale mais que as mil palavras de uma definição abstrata. Então, ao invés de lhe dar uma definição precisa de Hedonismo Cristão, deixe-me começar oferecendo alguns exemplos bíblicos disso. Davi aconselha o Hedonismo Cristão quando ele ordena, “Deleita-te também no SENHOR, e te concederá os desejos do teu coração” (Salmo 37:4, ACRF). E ele demonstra a essência do Hedonismo Cristão quando ele clama, “Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando irei e me verei perante a face de Deus?” (Salmo 42:1-2). Moisés era um Hedonista Cristão (de acordo com Hebreus 11:24-27) porque ele rejeitou os “prazeres transitórios” do pecado, mas “considerou o opróbrio de Cristo por maiores riquezas do que os tesouros do Egito, porque contemplava o galardão”. Os santos em Hebreus 10:34 eram Hedonistas Cristãos porque eles escolheram arriscar suas vidas ao visitar prisioneiros cristãos e aceitaram alegremente a confiscação de suas propriedades, uma vez que sabiam que eles mesmos possuíam algo melhor e permanente. O apóstolo Paulo recomendou o Hedonismo Cristão quando ele disse em Romanos 12:8, “quem exerce misericórdia, com alegria”. E Jesus Cristo, o pioneiro e aperfeiçoador de nossa fé, estabeleceu o melhor padrão de Hedonismo Cristão porque Seu deleite estava “no temor do SENHOR” (Isaías 11:3), e pela alegria que Lhe estava proposta, suportou a cruz a despeito da vergonha e agora está assentado à destra do trono de Deus (Hebreus 12:2).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;O Hedonismo Cristão ensina que o desejo de ser feliz é dado por Deus e, portanto, não deve ser negado ou resistido, mas direcionado a Deus para sua satisfação. O Hedonismo Cristão&amp;nbsp;&lt;i&gt;não prega&lt;/i&gt;&amp;nbsp;que&amp;nbsp;&lt;i&gt;qualquer&lt;/i&gt;&amp;nbsp;coisa que você desejar será bom. Pelo contrário, que Deus lhe mostrou o que é bom e que está operando para lhe trazer alegria (Miquéias 6:8). E, uma vez que fazer a vontade de Deus lhe trará alegria, a busca da felicidade é uma parte essencial de todo esforço moral. Se você abandonar a busca por alegria (e assim se recusar a ser um hedonista, como uso o termo), você não poderá realizar a vontade de Deus. O Hedonismo Cristão afirma que os santos mais piedosos de cada era não descobriram &amp;nbsp;qualquer contradição ao dizer, por um lado, “Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos” (Filipenses 4:4). O Hedonismo Cristão não une a cultura da auto-gratificação que torna você um escravo de seus impulsos pecaminosos. O Hedonismo Cristão exige que não nos conformemos com este mundo, mas que sejamos transformados pela renovação de nossas mentes (Romanos 12:2), para que possamos desfrutar de fazer a vontade de nosso Pai Celestial. De acordo com o Hedonismo Cristão, alegria em Deus não é cereja opcional sobre o sorvete do cristianismo. Se você parar para pensar, verá que a alegria em Deus é uma parte essencial da fé salvadora.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Hoje, quero desvendar o fundamento do Hedonismo Cristão: a felicidade de Deus. Tentarei apoiar três observações das Escrituras: 1) Deus é feliz porque Ele Se deleita em Si mesmo. 2) Deus é feliz porque Ele é soberano. 3) A felicidade de Deus é o fundamento do Hedonismo Cristão porque ela transborda misericórdia sobre nós.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px 0px 20px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Deus Se Deleita Em Si Mesmo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Primeiro, Deus é feliz porque Ele Se deleita em Si mesmo. Deus seria injusto se Ele valorizasse qualquer coisa além daquilo que tem valor supremo. E Ele tem valor supremo. Se Ele não tivesse deleite infinito em Sua própria glória, Ele seria injusto porque o correto é deleitar-se numa pessoa em proporção à excelência de sua glória. As Escrituras estão saturadas de textos mostrando o quão inabalavelmente Deus age com base no amor por Sua própria glória. “Por amor de mim, por amor de mim, é que faço isto; porque como seria profanado o meu nome? A minha glória, não a dou a outrem” (Isaías 48:11).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;A mesma coisa acontece quando ponderamos o relacionamento de Deus Pai com Deus Filho. Existe um mistério aqui além da compreensão humana. E admito que nossos esforços teológicos para descrever a auto-consciência de Deus e seu relacionamento com a Trindade são como o balbuciar de uma criancinha sobre seu pai. Mas, mesmo da boca dos bebezinhos sai sabedoria se seguirmos as Escrituras. A Bíblia ensina que Jesus Cristo, o Filho de Deus, é Deus (João 1:1). Em Hebreus 1:3 lemos que Ele “é o resplendor da glória e a expressão exata de seu Ser”. Em 2 Coríntios 4:4 ouvimos da glória de Cristo que é a imagem de Deus. Aprendemos destas passagens que por toda a eternidade Deus Pai contemplou a imagem de Sua própria glória perfeitamente representada na pessoa de Seu Filho. Portanto, uma das melhores maneiras de pensar sobre a imensa felicidade de Deus em Sua própria glória é pensar nela como um deleite que Ele tem em Seu Filho, que é a imagem daquela glória. Quando Jesus entrou neste mundo, Deus Pai disse: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo” (Mateus 3:17). Quando Deus Pai contempla a glória de Sua própria essência na pessoa de Seu Filho, Ele fica infinitamente feliz. “Eis aqui o meu servo, a quem sustenho; o meu escolhido, em quem a minha alma se compraz” (Isaías 42:1). Então, a primeira observação é que Deus está feliz porque Ele Se deleita em Si mesmo, especialmente por Sua natureza ser refletida em Seu Filho amado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px 0px 20px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Deus é Soberano&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Segundo, Deus é feliz porque Ele é soberano. O Salmo 115:3 diz: “No céu está o nosso Deus e tudo faz como lhe agrada”. O que este verso implica é que a soberania de Deus é Seu direito e Seu poder para fazer o que O deixa feliz. Nosso Deus está no céu – Ele é sobre todos e todas as coisas Lhe estão sujeitas. Portanto, Ele faz aquilo que Lhe agrada – Ele sempre age para preservar Sua máxima felicidade. Deus é feliz porque Suas justas obras, que sempre são realizadas a partir de Seu amor por Sua própria glória, nunca podem ser frustradas além de Sua vontade. Isaías 43:13: “Ainda antes que houvesse dia, eu era; e nenhum há que possa livrar alguém das minhas mãos; agindo eu, quem o impedirá?” Isaías 46:10: “o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade”. Daniel 4:35: “segundo a sua vontade, ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes?”. Podemos estar certos, portanto, que Deus é infinitamente feliz porque Ele tem absolutos direito e poder como Criador para superar qualquer obstáculo à sua alegria.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Vale perguntar, como um parêntese, como Deus pode ser feliz quando o mundo todo é afligido com sofrimento e maldade. Esta é uma grande e difícil pergunta. Duas coisas me ajudam. Uma é que não adianta muito proteger a reputação de Deus ao dizer que Ele não está realmente no controle. Se alguém tentasse me consolar em dezembro de 1974, quando minha mãe foi morta num acidente de ônibus, ao dizer: “Deus não queria que isso acontecesse; você ainda pode confiar Nele, Ele é bom”, eu teria respondido assim: “Meu consolo não vem de pensar que Deus é tão fraco que Ele não pode desviar uma tora que cai de cima de uma Kombi”. Meu Deus é soberano.&amp;nbsp;&lt;i&gt;Ele&lt;/i&gt;&amp;nbsp;a levou em&amp;nbsp;&lt;i&gt;Seu&lt;/i&gt;&amp;nbsp;tempo determinado; e eu&amp;nbsp;&lt;i&gt;creio&lt;/i&gt;&amp;nbsp;agora e algum dia&amp;nbsp;&lt;i&gt;verei&lt;/i&gt;&amp;nbsp;que isso foi bom. Pois tenho aprendido em Jesus Cristo que&amp;nbsp;&lt;i&gt;Deus&lt;/i&gt;&amp;nbsp;é bom. A solução bíblica para o problema do mal não é roubar a Deus de Sua soberania.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;A outra observação que me ajuda com esta questão é que a atitude de Deus diante de eventos trágicos depende do foco da lente. Deus não tem deleite na dor e no mal considerados somente em si mesmos. Quando Sua lente é estreita e está focada somente naquilo, Ele fica cheio de aborrecimento e dor. Mas quando Sua lente se abre e Ele leva em consideração todas as conexões e efeitos de um evento, inclusive a eternidade, aquele evento toma parte de um padrão ou mosaico no qual Ele se deleita e o qual Ele deseja. Por exemplo, a morte de Cristo foi obra de Deus Pai. “nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido… ao SENHOR agradou moê-lo, fazendo-o enfermar” (Isaías 53:4, 10). Ainda assim, certamente Deus Pai viu a agonia de Seu Filho amado e a impiedade que Lhe trouxe sobre a cruz e Ele não Se deleitou nestas coisas em si mesmas. O pecado em si e o sofrimento de inocentes em si são abomináveis para Deus. Mas, de acordo com Hebreus 2:10, convinha a Deus Pai aperfeiçoar o Pioneiro de nossa salvação através do sofrimento. Deus quis o que Ele aborreceu na visão estreita porque, na visão ampla, à luz da eternidade, foi a forma apropriada de mostrar Sua justiça (Romanos 3:25 em diante) e trazer Seu povo para a glória (Hebreus 2:10). Quando Deus em Sua onisciência analisa a história da redenção do princípio ao fim, Ele se alegra com o que vê. Portanto, eu concluo que nada em todo este mundo pode frustrar a felicidade última de Deus. Ele Se deleita infinitamente em Sua própria glória; e em Sua soberania Ele faz aquilo que Lhe apraz.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px 0px 20px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;A Felicidade de Deus Transborda Misericórdia Sobre Nós&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;O que nos trás para uma observação final: a felicidade de Deus é o fundamento do Hedonismo Cristão porque Sua felicidade transborda misericórdia sobre nós. Você pode imaginar como seria se Deus, que governa o mundo, seria se Ele não fosse feliz? E se Deus fosse dado a resmungos e caretas e depressão como um gigante de “João e o Pé de Feijão” no céu? E se Deus fosse amuado e sombrio e tedioso e descontente e derrotado e frustrado? Poderíamos nos unir a Davi e dizer: “Ó Deus, tu és o meu Deus forte; eu te busco ansiosamente; a minha alma tem sede de ti; meu corpo te almeja, como terra árida, exausta, sem água” (Salmo 63:1). De jeito nenhum! Todos nos relacionaríamos com Deus como criancinhas que tem um pai tedioso, descontente e frustrado. Elas não podem ter prazer nele. Elas podem apenas tentar evitá-lo e, talvez, fazer alguma coisa para ajudá-lo a se sentir melhor. Portanto, o fundamento do Hedonismo Cristão é ser feliz em Deus, é deleitar-se em Deus, é valorizar e aproveitar da comunhão com Deus. Mas, crianças não podem aproveitar a companhia de seu pai se ele for sombrio e tedioso e frustrado. Então, a base do Hedonismo Cristão é que Deus é o mais feliz de todos os seres.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Eis outra forma de dizer isso. Para que um pecador busque alegria em Deus, ele deve estar confiante de que Deus não irá excluí-lo quando vier em busca de perdão e comunhão. Como podemos ser encorajados de que Deus nos tratará com misericórdia quando nos arrependermos de nossos pecados e viermos buscar alegria Nele? Considere este encorajamento de Jeremias 9:24, “eu sou o SENHOR e faço misericórdia, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o SENHOR”. Deus mostra misericórdia porque Ele tem prazer nisso. Deus não é constrangido a salvar por algum princípio formal ou regra. Ele é tão cheio de vida e alegria em Sua própria glória que o clímax de Seu prazer é transbordar em misericórdia sobre nós. A base de nossa confiança é a misericórdia de Deus e que Ele é um perfeito Hedonista Cristão. Ele Se deleita sobre todas as coisas em Sua divina excelência e Sua felicidade é tão completa que Ele expressa a Si mesmo no prazer que Ele tem de compartilhá-la com outros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Ouça o bater do coração de um perfeito Hedonista celestial em Jeremias 32:40-41. Por que Deus faz o bem? De que forma Ele lhe ama? Ouça:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote style=&quot;border: 0px; color: #59666f; font-family: Georgia; font-style: italic; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; quotes: &#39;&#39;; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Farei com eles aliança eterna, segundo a qual não deixarei de lhes fazer o bem; e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim. 41 Alegrar-me-ei por causa deles e lhes farei bem; plantá-los-ei firmemente nesta terra, de todo o meu coração e de toda a minha alma.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Deus faz o bem a você porque ele ama muito fazer isso! Ele insiste no ato de amar você com todo o Seu coração e com toda a Sua alma. A felicidade de Deus transbordando em amor alegre é o fundamento e o exemplo de Hedonismo Cristão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Eu fecho com um convite. Estas promessas preciosas e impressionantes não pertencem a todos. Existe uma condição. Não é uma condição de trabalho ou pagamento. Um Soberano infinitamente feliz não precisa de seu trabalho e já possui todos os recursos. A condição é que você se torne um Hedonista Cristão – que você pare de tentar pagar ou trabalhar para Ele ou de fugir Dele e, ao invés disso, comece a buscar com todo o seu coração a alegria incomparável da comunhão com o Deus Vivo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote style=&quot;border: 0px; color: #59666f; font-family: Georgia; font-style: italic; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; quotes: &#39;&#39;; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Não faz caso da força do cavalo, nem se compraz nos músculos do guerreiro. 11 Agrada-se o SENHOR dos que o temem e dos que esperam na sua misericórdia. (Salmo 147:10-11)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;A condição para herdar todas as promessas de Deus é que toda a esperança por felicidade que você tem posto sobre você, sua família, seu emprego e seu lazer seja transferida para Ele. “Agrada-te do SENHOR, e ele satisfará os desejos do teu coração” (Salmo 37:4).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;hr size=&quot;2&quot; style=&quot;background-color: white; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px;&quot; width=&quot;100%&quot; /&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 0px; font-size: x-small; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: 0px; font-family: Verdana, sans-serif; font-style: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Por John Piper. © Desiring God. Website: desiringGod.org&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Siga-me no twitter: @Revclaudioluis
http://feeds.feedburner.com/blogspot/wJJVp&lt;/div&gt;</description><link>http://teologandoreforma.blogspot.com/2013/03/a-felicidade-de-deus-fundamento-para-o.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2854828073071338666.post-5617153508156707676</guid><pubDate>Mon, 21 Jan 2013 13:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-01-21T05:11:21.820-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Liturgia</category><title>CARTA PASTORAL E TEOLÓGICA SOBRE LITURGIA NA IPB</title><description>&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
CARTA PASTORAL E TEOLÓGICA&amp;nbsp;SOBRE LITURGIA NA IPB&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&amp;nbsp;[Para melhor entender nossa teologia do culto, baixe a Confissão de Fé de Westminster em&lt;a href=&quot;http://www.ipb.org.br/quem_somos/pdf/confissao_fe.pdf&quot; style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; color: #990000; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;http://www.ipb.org.br/quem_somos/pdf/confissao_fe.pdf&lt;/a&gt;]&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
A Comissão Executiva do Supremo Concílio da IPB, por ocasião de sua reunião ordinária em março de 2008, entendeu que havia necessidade de um pronunciamento da denominação a seus concílios, igrejas e membros, que abordasse de maneira pastoral alguns aspectos do culto a Deus que recentemente haviam sido objeto de documentos oriundos de seus concílios.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Esses documentos expressavam o desejo dos concílios de receber uma orientação denominacional acerca da inclusão nos cultos da chamada dança litúrgica, coreografias e palmas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Com o objetivo de elaborar uma carta pastoral que tratasse destes itens, a Comissão Executiva de 2008 constituiu uma comissão especial e lhe deu a seguinte missão:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Elaborar texto de caráter pastoral e teológico quanto à liturgia, observando inclusive: danças, coreografias, expressões fortes e palmas, seguindo os princípios já estabelecidos pelos Símbolos de Fé e das decisões do SC e da sua CE, inclusa a decisão CLXXXVII – CE-SC/IPB-2007, prestando relatório ao Supremo Concílio em sua próxima reunião ordinária.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Conforme se percebe pela decisão acima, a comissão especial para elaborar a&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Carta Pastoral&amp;nbsp;&lt;/em&gt;não tem como objetivo propor ou estabelecer novos princípios ou normas litúrgicas no âmbito da IPB, uma vez que nossa denominação é confessional e sua Confissão, Catecismos e Princípios de Liturgia já tratam do culto a Deus em diversas partes. O alvo da&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Carta Pastoral&amp;nbsp;&lt;/em&gt;não poderia ser outro senão, partindo dos nossos Símbolos de Fé e das decisões que a IPB já tomou sobre culto e liturgia, tratar de maneira pastoral e teológica daquelas áreas referentes ao culto determinadas pela CE-SC/IPB, nas quais os Símbolos de Fé não se pronunciam, por não terem sido motivo de preocupação na época em que foram escritos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
O objetivo da presente&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Carta Pastoral,&amp;nbsp;&lt;/em&gt;portanto, uma vez aprovada pelo Supremo Concílio da IPB, é servir de orientação, instrução e direcionamento às igrejas federadas, aos oficiais e aos membros arrolados quanto às expressões físicas no culto, a saber, danças, coreografias, expressões fortes e palmas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Um texto denominacional dessa natureza se faz necessário pela confusão atual existente em diversas igrejas e concílios no que tange a tais assuntos. A Igreja Presbiteriana do Brasil é uma federação de igrejas relacionadas entre si hierarquicamente por meio de concílios e que adota os mesmos Símbolos de Fé. Embora não se busque a uniformidade absoluta nos cultos das igrejas locais, tendo em vista que as Escrituras nos dão princípios de culto e não uma ordem litúrgica pré-estabelecida, é desejável, todavia, a busca e a manutenção da unidade tão necessária para preservar a identidade bíblica e denominacional. Além do mais, existe a necessidade de se fundamentar bíblica e teologicamente as decisões nessa direção, bem como empregar-se um tom pastoral.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
É na expectativa de contribuir para um melhor entendimento destas questões e a busca constante de oferecer a Deus um culto que esteja em conformidade com sua Palavra que apresentamos esta&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Carta Pastoral.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
A COMISSÃO&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Rev. Augustus Nicodemus Gomes Lopes&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Rev. Arival Dias Casimiro&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Rev. Charles Melo de Oliveira&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Rev. Cleômines Anacleto Figueiredo&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Rev. Itamar Bezerra Santana&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Rev. Jeremias Pereira da Silva&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Rev. Roberto Brasileiro Silva&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Rev. Sirgisberto Queiroga da Costa&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Presb. Daniel Sacramento Presb. Flávio Heringer&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Presb. Flávio Monteiro de Melo&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Presb. Renato José Piragibe&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
São Paulo, 4 de janeiro de 2010&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
SUMÁRIO&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
1. CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Tipos de culto&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Vida cristã e culto público&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
O templo&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
A igreja como comunidade social&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Culto e cultura&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
2. O CULTO PÚBLICO&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
O princípio regulador do culto&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Elementos de culto&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
As circunstâncias do culto&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Mudanças históricas nos cultos&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Princípios do culto aceitável a Deus&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
A responsabilidade pela condução do culto&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
3. EXPRESSÕES CORPORAIS NO CULTO&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Danças litúrgicas e coreografias&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Fortes expressões corporais&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Palmas&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Aplausos&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
4. ORIENTAÇÕES PASTORAIS A SEREM SEGUIDAS PELAS IGREJAS LOCAIS&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
1. CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Em virtude da amplitude e complexidade dos temas propostos, se faz necessário abordar nesta parte preliminar da Carta alguns temas que provêem o fundamento para o tratamento dos pontos centrais.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
TIPOS DE CULTO&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Existe uma distinção entre a vida cristã como culto constante a Deus (Dt 6.6-7; Cl 3.17), o culto individual (Mt 6.6), o culto familiar (Jó 1.5) e o culto público solene (Is 56.7; Hb 10.25). A Confissão de Fé menciona que Deus deve ser adorado tanto em famílias, quanto em secreto, e mais solenemente em assembléias públicas.1&amp;nbsp;Os&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Princípios de Liturgia&lt;/em&gt;&amp;nbsp;seguem essa distinção, mencionando o culto público, em família e individual.2&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
1.&amp;nbsp;CFW,&amp;nbsp;XXI.6.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
2.&amp;nbsp;PL, artigos&amp;nbsp;7-10.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Em diversos aspectos estas modalidades de culto convergem. Em todas elas, buscamos servir a Deus de todo o coração, na mediação de Cristo e no poder do Espírito Santo (lTm 2.5; 1CO3.16;Jo 14.26; 1Jo2.27). Todavia, as mesmas diferem quanto às circunstâncias, local, participantes e elementos que as compõem.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
VIDA CRISTÃ E CULTO PÚBLICO&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
A vida cristã é um culto constante a Deus, que é oferecido individualmente, em qualquer tempo e lugar e no qual não é necessário que se exerçam os chamados elementos de culto, como por exemplo, oração, cânticos e leitura da Bíblia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
O culto público é o ajuntamento solene do povo de Deus, convocado para reunir-se em dia, hora e local estabelecidos, com o objetivo de prestar serviço espiritual a Deus sob a liderança de pessoas especialmente designadas para tal. Deste culto constam elementos que serão abordados mais adiante nesta Carta Pastoral, alguns dos quais não fazem parte da vida cristã como culto.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
É preciso que se entenda claramente que existe uma diferença fundamental entre nossa vida diária como culto a Deus e o culto que a ele prestamos publicamente, juntamente com os demais irmãos em Cristo. Determinadas atividades que seriam pertinentes&amp;nbsp;à nossa vida como culto não seriam próprias a este culto público.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
O&amp;nbsp;TEMPLO&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
O culto público a Deus pode ser prestado em qualquer local pelo seu povo (Jo 4.21; Ml 1.11), não havendo para isto local mais sagrado que outros, conforme ensina a&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Confissão:&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Agora, sob o evangelho, nem a oração, nem qualquer outro ato do culto religioso é restrito a certo lugar, nem se torna mais aceito por causa do lugar em que se ofereça ou para o qual se dirija, mas, Deus deve ser adorado em todo lugar, em espírito e verdade. 3&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
3&amp;nbsp;CFW,&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;XXI.6. Muito embora nossos&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;PRINCÍPIOS DE&amp;nbsp;LITURGIA&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;se refiram ao templo das igrejas como a casa de Deus&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;(PL,&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;artigo 5), entende-se que não estão com isto emprestando à edificação física onde se reúnem as igrejas locais qualquer conotação sagrada, à semelhança do templo de Jerusalém no Antigo Testamento, local específico da revelação divina e do oferecimento dos sacrifícios.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Apesar disso, as igrejas locais podem reservar determinados espaços exclusivamente para o culto público, em nome da conveniência e da propriedade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
O que caracteriza o culto público não é sua realização num templo, mas a sua convocação, seu caráter público, a presença dos elementos que o constituem como culto, bem como sua condução por lí-deres para isto separados. Assim, quer seja no templo das igrejas, quer em seus salões sociais ou acampamentos, ao ar livre ou em instalações quaisquer, onde o povo de Deus, para isto convocado, se reunir com o propósito específico de cultuar publicamente a Deus, ali temos um culto público e solene, o qual deve ser realizado conforme o ensino das Escrituras.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Ao se buscar um local para o culto público a Deus, deve-se levar em consideração a conveniência, propriedade, facilidade, e outras circunstâncias que devem ser analisadas sempre pelos princípios gerais da Bíblia e pelo bom senso. 4&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
4&amp;nbsp;CFW, I.6.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
A IGREJA COMO COMUNIDADE SOCIAL&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
As igrejas locais não são apenas uma expressão visível da Igreja de Cristo. Elas também são comu-nidades que se organizam socialmente. É admissível que atividades de cunho sociocultural façam parte da vida das igrejas locais, como festividades relativas às datas do calendário público, eventos de lazer e culturais, acampamentos, retiros, formação de grupos por interesse cultural, encontros que visam sim-plesmente a socialização dos membros, a discussão de temas da atualidade, ou até mesmo atividades que visam proporcionar oportunidades de melhora profissional, como cursos profissionalizantes e de línguas. Outro exemplo são as tradicionais “reuniões sociais”, onde ocorrem brincadeiras, danças de roda, encenações, etc.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Assim sendo, é preciso fazer uma distinção muito clara entre atividades de natureza social e cultural das igrejas locais e aquilo que se faz no culto público a Deus. Muitas atividades que são cabíveis, pertinentes e próprias à natureza social das igrejas locais não devem ter lugar no culto, pois nem são elementos deste e nem contribuem para que os referidos elementos sejam mais bem utilizados pelo povo de Deus.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Consequentemente, é preciso que os pastores e presbíteros das igrejas locais instruam as suas igrejas acerca desta diferença, de preferência ao início das atividades sociais, evitando denominar como culto aquelas atividades que não o são de direito.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
CULTO E CULTURA&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Entende-se como a cultura de um povo o conjunto de crenças, valores, costumes, práticas, tradições, religiões e símbolos de determinados grupos étnicos. Como tal, a cultura não deve ser percebida como algo moralmente neutro. A queda do homem afetou profundamente todas as dimensões de sua existência. As culturas, embora preservando valores morais e éticos bons por causa da graça comum de Deus, refletem o atual estado do mundo caído e sem Deus, morto em ofensas e pecados e, por natureza, debaixo de sua santa ira e condenação. Muitos aspectos culturais são distorções da revelação natural de Deus (Rm 1.18-31).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Por esse motivo, costumes e hábitos de um povo não devem ser tomados como critérios e referenciais daquele culto que Deus revelou e que lhe é agradável, como por exemplo, as danças religiosas que alguns povos incorporaram de longa data em suas tradições e expressões religiosas. A Palavra de Deus, e ela somente, é a única regra de fé e prática do seu povo, e é nela que devemos buscar os princípios e elementos que compõem o culto que Deus busca.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
A luz dos preliminares acima, voltamo-nos agora para a natureza do culto público cristão.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
2. O CULTO PÚBLICO&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
PRINCÍPIO REGULADOR DO CULTO&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
O culto público é alvo de diversas regulamentações, normas e princípios revelados nas Escrituras. Lembremos que os quatro primeiros mandamentos da lei de Deus, entre outras coisas, tratam do culto que devemos prestar a ele: o primeiro, que devemos cultuar somente a Deus (Ex 20.3); o segundo, que devemos cultuá-lo em espírito e verdade e não mediante imagens ou representações (Ex 20.4-6); o ter-ceiro, que devemos adorá-lo de todo o coração, sem tomar seu santo nome em vão (Ex 20.7); e o quarto, que devemos separar um dia em particular para que descansemos e cultuemos a Deus (Ex 20.8-11). O fato de que Deus reservou quatro dos dez mandamentos para tratar, também, do culto que a ele devemos, por si só é indicativo do zelo e cuidado que ele tem pelo mesmo.&amp;nbsp;Por esse motivo, ao tratar do culto público, a nossa&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Confissão de Fé&amp;nbsp;&lt;/em&gt;declara:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
A luz da natureza mostra que há um Deus que tem domínio e soberania sobre tudo, que é bom e faz bem a todos, e que, portanto, deve ser temido, amado, louvado, invocado, crido e servido de todo o coração, de toda a alma e de toda a força; mas o modo aceitável de adorar o verdadeiro Deus é instituído por ele mesmo e tão limitado pela sua vontade revelada que não deve ser adorado segundo as imaginações e invenções dos homens ou sugestões de Satanás nem sob qualquer representação visível ou de qualquer outro modo não prescrito nas Santas Escrituras.5&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
5&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;CFW,&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;XXI.1.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
O conceito refletido nesta seção da&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Confissão de Fé&amp;nbsp;&lt;/em&gt;tem sido chamado na tradição reformada de “princípio regulador do culto”. Em linhas gerais, o princípio regulador nos ensina que o culto que é aceitável a Deus é aquele oferecido de acordo com sua vontade revelada nas Escrituras (Dt 12.32; Mt 4.9-10; Jo 4.23-24), e que ele não tem prazer em um culto onde constam invenções humanas, por mais antigas, atraentes, bem intencionadas, contemporâneas e razoáveis que possam parecer (Mt 15.9).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
ELEMENTOS DE CULTO&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Do culto público a Deus constam os elementos, que são aquelas atividades determinadas pelas Escrituras nas quais o povo de Deus reunido se engaja com o propósito de adorá-lo (SI 96.9; 99.9), render-lhe graças e louvor (SI 100.4; 30.4; 33.2), dar a conhecer as suas petições (Is 56.7; Fp 4.6), edificar-se internamente (Rm 14.19; ICo 14.3; Ef4.l6), e anunciar o evangelho ao mundo (ICo 14.24-25).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Na determinação do culto e dos elementos que o compõem, devemos recorrer às Escrituras Sagra-das, nossa única regra de fé e prática, lembrando sempre que a essência do culto no Antigo e no Novo Testamento é a mesma. Ainda que sejam administrações diferentes, a aliança entre Deus e seu povo é uma só. Todavia, ao usar o culto do Antigo Testamento como base para o culto cristão, devemos empregar especial cuidado, tendo em vista que o mesmo contém diversas cerimonias, partes e elementos que eram prefigurações de Cristo, sua vida e obra, e que foram abolidos no Novo Testamento.6&amp;nbsp;Todos os princípios e elementos do culto público mencionados no Antigo Testamento e que são confirmados no culto público&amp;nbsp;revelado no Novo Testamento, quer por preceito, exemplo, ou inferência&amp;nbsp;legítima, podem e devem ser utilizados para o serviço a Deus (Hb 9.1-22; Cl 2.16-17).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
6CFW, XIX.3.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Nem todas as atividades realizadas pelos seres humanos são próprias, adequadas ou eficazes para estes fins elevados. Embora muitas dessas atividades não&amp;nbsp;sejam intrinsecamente erradas em si mesmas, elas não cabem no culto prescrito por Deus. Por este motivo, o próprio Deus nos revelou em sua Palavra quais os elementos apropriados para o seu culto, que são assim definidos por nossos símbolos de fé:7&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
- orações&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
- leitura da Palavra de Deus&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
- pregação da Palavra de Deus&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
- cantar salmos, hinos e cânticos espirituais ou sagrados&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
- celebração da Ceia (quando houver)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
- ministração do batismo (quando houver)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
- juramentos religiosos&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
- votos, jejuns solenes e ações de graças em ocasiões especiais&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
- ofertas.8&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
7&amp;nbsp;CFW,&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;XXI.5 e&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;PL,&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;artigo 8Q, parágrafo único. Ver ainda: Fp 4.6; lTm 2.1; Ef 5.19; SI 100.2; Cl 3.16; 2Co 8.1-9.15; 2Tm 4.2; Lc 4.16; At 15.21; 20.7; Dt 6.13; Ne 10.29; Ec 5.4-5; Jl 2.12; Mt 9.15; ICo 11.23-29; At 20.7.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
8&amp;nbsp;A bênção apostólica não consta da relação de elementos de culto, quer na&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;CFW&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;quer&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;no&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;PL&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Ela é prevista na CI/IPB, artigo 31, que diz apenas que sua impetração é prerrogativa exclusiva dos pastores. Sua não inclusão nas listas de elementos, portanto, não a torna obrigatória ao final dos cultos. A questão das línguas e profecias durante o culto já foi tratada pelo Supremo Concílio da IPB em sua&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;CARTA PASTORAL SOBRE O ESPÍRITO SANTO,&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;aprovada no SC-IPB/1998, doe. CXIX.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;A Confissão de Fé&amp;nbsp;&lt;/em&gt;declara que esses elementos são parte do “culto ordinário” a Deus,9&amp;nbsp;e os&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Princípios de Liturgia&amp;nbsp;&lt;/em&gt;que o culto a Deus consta “ordinariamente” desses elementos.10&amp;nbsp;Estas expressões não significam que existem “cultos extraordinários” e que “extraordinariamente” outros elementos, que não os antes mencionados, devam ser incluídos neles. As Escrituras não reconhecem dois tipos diferentes de culto público a Deus e nem duas categorias distintas de elementos, ordinários e extraordinários. A linguagem dos símbolos de fé visa tão somente dizer que esses elementos constituem o padrão do culto a Deus e que não há outro tipo de culto que devamos prestar-lhe.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
9&amp;nbsp;CFW, XXI.5.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
10&amp;nbsp;PL, artigo 8°.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
A&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Confissão de Fé&amp;nbsp;&lt;/em&gt;menciona&amp;nbsp;que em “ocasiões especiais” o culto a Deus pode incluir elementos como votos, jejuns e posteriormente ações de graças pelos livramentos. Estas “ocasiões especiais” são guerras, calamidades públicas e outros acontecimentos extraordinários que devem levar a igreja a buscar o favor de Deus de maneira mais intensa.11&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
11&amp;nbsp;CFW, XX1.5.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
As Escrituras nos ensinam claramente que Deus não se agrada de um culto onde elementos estranhos são apresentados, ainda que sob pretexto de boa intenção (Rm 10.2). Elas se pronunciam de maneira veemente contra inovações no culto (Dt 12.1-32). Essas inovações consistem em introduzirmos atividades que não fazem parte dos elementos do culto público. Os símbolos de fé declaram que Deus “… não deve ser adorado segundo as imaginações e invenções dos homens ou sugestões de Satanás…”.12&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
12&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;CFW&lt;/strong&gt;, XXI.1. Veja ainda as seguintes partes dos Símbolos de Fé que nos orientam a não inventar maneiras de se adorar a Deus, e que nos conclamam a nos opor aos cultos falsos: Catecismo Maior perguntas 108 e 109; Breve Catecismo perguntas 50 a 52.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Todavia, é possível, e mesmo desejável, que haja uma variedade saudável quanto à sequência, frequência e intensidade com que os elementos de culto são empregados. A razão é que as Escrituras não nos fornecem uma ordem litúrgica fixa e estabelecida, e a tradição reformada jamais adotou uma liturgia única para todas as suas igrejas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
AS CIRCUNSTÂNCIAS DO CULTO&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Enquanto que a igreja deva se restringir zelosamente aos elementos prescritos na Palavra de Deus, conforme entendidos pelos símbolos de fé, existem determinadas circunstâncias referentes ao bom anda-mento do culto público (ICo 11.13-14, 33-34) que foram deixadas a critério dos pastores e conselhos das igrejas locais, conforme estabelece a nossa&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Confissão&lt;/em&gt;:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
…há algumas circunstâncias, quanto ao culto de Deus e ao governo da igreja, comuns às açoes e sociedades humanas, as quais têm de ser ordenadas pela luz da natureza e pela prudência cristã, segundo as regras gerais da Palavra, que sempre devem ser observadas.13&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
13&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;CFW&lt;/strong&gt;,&amp;nbsp;1.6.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Algumas dessas circunstâncias estão relacionadas com o ambiente de culto, e envolvem decisões quanto à arrumação do salão, mobiliário adequado e sua disposição no local, a iluminação e decoração do ambiente, amplificação do som, uso de mídia, a determinação dos horários de culto, entre outros. Outras circunstâncias estão relacionadas com o culto propriamente dito, tais como o acompanhamento do cântico congregacional com instrumentos musicais e cântico através de coros e grupos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
O que diferencia estas circunstâncias dos elementos do culto é que os elementos são parte essencial do culto a Deus e foram por ele prescritos em sua Palavra, sendo meios pelos quais recebemos a sua graça e sua Palavra e lhe prestamos adoração e louvor. As circunstâncias, por sua vez, dizem respeito aos passos envolvidos na implementação e aplicação dos elementos e são dependentes destes. Destarte, as circunstâncias não são parte essencial e intrínseca do culto, podendo ou não estar presentes, de acordo com o julgamento dos pastores e conselhos das igrejas locais. A presença ou ausência de determinadas circunstâncias não torna um culto mais ou menos espiritual ou aceitável a Deus.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Algumas atividades exercidas historicamente durante o culto da IPB têm sido alvo de controvérsia mais recente dentro da denominação, como a participação de corais, o uso de instrumentos musicais, o entoar hinos e cânticos contemporâneos em vez de exclusivamente os salmos, e a participação de mu-lheres cristãs no culto público, orando ou lendo as Escrituras. A Comissão Executiva da IPB, respon-dendo consulta sobre o assunto, declarou que a proibição destas coisas não encontra amparo nos símbo-los de fé da Igreja e nem nos&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Princípios de Liturgia&amp;nbsp;&lt;/em&gt;que regem seu culto, e que, portanto, o cântico coral, o acompanhamento instrumental, os hinos e cânticos, bem como a participação das mulheres cristãs nas orações e leitura da Palavra podem fazer parte da liturgia presbiteriana.14&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
14CE/IPB – 2008-Doc. 193.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
MUDANÇAS HISTÓRICAS NOS CULTOS&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Ao longo da história das igrejas reformadas determinadas mudanças foram aceitas no culto público. Entre elas mencionamos a inclusão de instrumentos musicais como o piano, o violão e, mais recente-mente, a guitarra e a bateria. Também se incluíram o cântico coral e as orquestras. Outras coisas caíram no desuso, como o uso da peruca por parte dos pregadores. Também o uso do cálice comum foi abolido e substituído pelos cálices individuais, por motivos de saúde pública. O uso de saias pelas mulheres deu lugar às calças compridas e, em alguns lugares, deixou-se de usar o véu. Introduziram-se cânticos ao lado dos hinos tradicionais.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Todas estas mudanças, todavia, dizem respeito às circunstâncias do culto. Nenhuma delas tem a ver com acréscimo ou diminuição dos elementos do culto público. Assim, o fato de que mudanças têm ocorrido no culto ao longo da história da IPB não justifica a inclusão de novos elementos hoje, seja a título de modernidade, adaptação, contextualização e renovação.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Por causa de sua natureza circunstancial e secundária, as providências que atendem o culto não devem tornar-se um fim em si mesmas, nem assumir caráter religioso, tomar o lugar dos elementos ou impedir que os mesmos sejam utilizados de forma própria, eficaz e correta pelo povo de Deus. Apesar disto, elas são importantes e seu objetivo é permitir que o culto a Deus aconteça de maneira adequada, apropriada, facilitando a sua realização e maximizando o potencial dos elementos (ICo 14.40).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
PRINCÍPIOS DO CULTO ACEITÁVEL A DEUS&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
É preciso ressaltar que o culto aceitável a Deus, além da observância dos princípios e normas quanto aos seus elementos, inclui determinadas atitudes e características também preceituadas nas Escrituras e que não devem ser negligenciadas. O Senhor Jesus nos ensina que devemos adorar a Deus “em espírito e verdade” (Jo 4.23-24). No contexto em que o Senhor Jesus proferiu estas palavras, que é o encontro com a mulher samaritana e a discussão sobre o local da adoração a Deus (Jo 4.19-23), adorá-lo em espírito significa não adorá-lo em um único local sagrado e ex- clusivo, como era o templo de Jerusalém, mas em qualquer lugar, desde que a atitude esteja certa. O que importa não é “onde”, mas “como”. Por ser Espírito, Deus não estava contido naquele templo ou no monte Gerizim, sagrado para os samaritanos, e onde antes havia um templo (Jo 4.20). Os adoradores que ele busca são aqueles que o adoram com a atitude interior aceitável e de acordo com a verdade por ele revelada aos judeus, em contraste com o culto falso dos samaritanos (Jo 4.22). Portanto, a declaração “adorar a Deus em espírito” não pode ser usada para se justificar um culto “livre” e ao sabor dos sentimentos e imaginações do condutor no momento. Esta interpretação é uma distorção do sentido das palavras do Senhor Jesus.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Além da adoração em espírito e verdade, as Escrituras destacam a sinceridade de coração, a hu-mildade, o espírito quebrantado, uma santa alegria e gozo na presença do Senhor, a busca da edificação e o reconhecimento que o Deus Trino é o centro do culto. A solenidade diante do Senhor que caracteriza o culto público não é o oposto da alegria e da exultação em estarmos na presença do Pai. As duas coisas devem andar juntas, enriquecendo a nossa experiência de culto (Hb 12.28-29; SI 100.1; 84.3).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
As Escrituras também nos falam do culto que Deus não aceita. Este é marcado não somente pelos acréscimos e invenções humanos, mas pela hipocrisia (Is 1), pela inimizade nos corações dos adoradores (Mt 5.23-24), pelas divisões internas nas igrejas locais (ICo 1-4 e 11; Gl 5.14-15), pela falta de ordem e de inteligibilidade (ICo 14), pela entrega de ofertas que simbolizam a falta de amor e de consagração a Deus (Ml 1), pela vida imoral do povo e dos seus líderes (Ml 2) e servir ao Senhor de maneira displicente (Is 58.1-10; Mq 6.6-8; Gl 6.7).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Assim, ao mesmo tempo em que tratamos de questões relacionadas aos elementos e circunstâncias do culto público, não podemos esquecer que a vida, a conduta e a atitude do povo e de seus líderes são igualmente importantes para o culto que Deus aprova.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
RESPONSABILIDADE PELA CONDUÇÃO DO CULTO&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Embora todos os adoradores sejam responsáveis para que o culto a Deus seja oferecido de acordo com seus preceitos, a responsabilidade da condução do mesmo recai sobre o pastor da igreja local, de quem a liturgia do culto é função privativa, conforme a Constituição da nossa Igreja.15&amp;nbsp;Assim, devem os pastores zelar para que o culto a Deus oferecido nas igrejas onde pastoreiam transcorra não somente de acordo com os padrões bíblicos no que se refere aos seus elementos e circunstâncias, mas também quanto à vida e atitude dos adoradores.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
15CI/IPB, artigo 31, “d”.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
O ministro não é livre para inventar elementos ou conduzir o culto público em princípios con-trários às Escrituras interpretadas pelos símbolos de fé. Existem várias resoluções emitidas pelo Supre-mo Concílio e sua Comissão Executiva que colocam os limites apropriados à função litúrgica do pastor. De acordo com elas, a liturgia é prerrogativa do pastor da igreja local, podendo o presbitério ao qual a igreja é jurisdicionada supervisionar os cultos com vistas à conformidade com os padrões de fé da denominação. Isto significa que os presbitérios podem interferir quando a prática cúltica das igrejas jurisdicionadas fugir aos padrões e preceitos denominacionais. Da mesma forma, os conselhos das igrejas locais devem zelar juntamente com o pastor para que o culto seja realizado de acordo com estes padrões e preceitos.16&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
16&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;CE/IPB-95-124 – Doc. CVIII; SC/IPB-98 – Doc. CXIII; CE/IPB-1982 – Doc. 84; CE/IPB-2005 – Doc. XVIII.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Diante da seriedade do culto público, a sua natureza e a responsabilidade dos pastores em sua condução, o Supremo Concílio orienta seus ministros a que não abram mão de sua prerrogativa constitucional quanto à liturgia, entregando a elaboração e a condução do culto a outras pessoas, que por mais piedosas e sinceras que sejam, não foram preparadas nem ordenadas para tal. E que, sendo necessária esta delegação, que o pastor elabore e acompanhe a condução do culto, permanecendo o responsável final pelo mesmo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
3. EXPRESSÕES CORPORAIS NO CULTO&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Algumas expressões corporais encontram lugar no culto público, conforme nos ensinam as Escrituras, como uma maneira de expressão dos sentimentos que perpassam o coração da comunidade enquanto adora. Assim, encontramos referências no Antigo Testamento ao elevar as mãos a Deus e olhar para os céus durante a oração como expressão de enlevo e dependência de Deus (lRs 8.54), o ajoelhar-se diante dele, como sinal de contrição e quebrantamento (2Cr 6.13).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
No culto do Novo Testamento encontramos referências ao levantar as mãos (lTm 2.8) e ao ajoe-lhar-se (At 20.36) como expressões simbólicas dos sentimentos religiosos durante o culto.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
As Escrituras também mencionam outras expressões de natureza religiosa através do corpo, como danças, embora não no contexto do culto público de Israel a Deus ou do culto cristão. As danças são mencionadas mais de 25 vezes nas Escrituras, em contextos de festa popular (Jz 21.21, 23; Ct 6.13; Mt 11.17; Lc7.32; 15.25), vitórias militares (Êx 15.20; Jz 11.34; ISm 18.6; 21.11; 29.5; 2Sm 6.14, 16; lCr 15.29; Jr 31.4, 13; Lm 5.15), expressão de exultacão religiosa (SI 150.4) e de festividades pagãs (Êx 32.19; Mc 6.22). Note-se que tais ocorrências não se referem a danças no contexto do culto público oferecido a Deus, quer no Antigo Testamento ou no Novo Testamento. Além disto, a quase totalidade destas menções é encontrada em passagens histórico-descritivas, o que dificulta usá-las como norma para o culto do Novo Testamento. Considere-se a dificuldade de se fazer normas ou estabelecer princípios gerais para a vida da igreja simplesmente a partir de atos, ações, eventos e incidentes envolvendo as personagens da Bíblia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
DANÇAS LITÚRGICAS E COREOGRAFIAS&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
A expressão “danças litúrgicas” é geralmente aplicada às seguintes atividades: (1) às danças da congregação ao som de música durante o cântico; (2) às danças realizadas por indivíduos ou grupos à frente da igreja, em determinado momento da liturgia, e que pretendem transmitir a Palavra de Deus ao povo, ilustrando ou dramatizando uma mensagem musical durante o culto público. Estas últimas são também chamadas de coreografias, e denominadas pela IPB de “expressões corporais acentuadas”.17&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
17CE/IPB-2007 – Doe. CLXXXVII.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Antes de tratarmos delas, é preciso esclarecer que o dançar em si não é necessária e intrinsecamente errado e pecaminoso, a começar do fato que encontramos diversas ocasiões no Antigo Testamento em que membros individuais do povo de Deus dançaram. É nesse sentido que encontramos exemplos no Antigo Testamento de danças como expressão popular de alegria por vitórias militares dadas por Deus (Ex 15.20; Jz 11.34; ISm 18.6) ou expressão individual desta mesma alegria (2Sm 6.14). Mesmo que não encontremos no Novo Testamento qualquer referência a danças por parte de cristãos, entendemos que o ato de dançar em si não é intrinsecamente contrário ao cristianismo, a não ser quando dançar envolva e promova a impureza sexual e comprometa o testemunho cristão diante do mundo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
No que tange às danças litúrgicas, não é possível demonstrar pelas Escrituras que elas faziam parte do culto público a Deus, quer no período do Antigo Testamento ou do Novo Testamento e nem que elas são elementos do culto por ele ordenado. As passagens bíblicas geralmente mencionadas para defendê-las – como a dança de Miriã e das demais mulheres, a dança de Davi diante da arca, a dança da filha de Jefté – poderiam, no máximo, provar que cristãos individuais podem eventualmente se alegrar com os atos salvadores de Deus e espontaneamente dançar de alegria fora do ambiente de culto.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
A exortação do salmo 150, “Louvai a Deus no seu santuário; louvai-o no firmamento, obra do seu poder… louvai-o com adufes e danças” (v. 1 e 4) tem sido entendida pelos irmãos defensores das danças litúrgicas como prova de que as danças faziam parte do culto oferecido no santuário de Jerusalém. Toda-via, um exame mais acurado da passagem revelará que o “santuário” referido pelo salmista é o firmamento, de acordo com o paralelismo hebraico usado aqui, e não o templo de Jerusalém:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Louvai a Deus no seu&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;santuário;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Louvai-o no&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;firmamento,&amp;nbsp;&lt;/em&gt;obra de seu poder.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Percebe-se que o&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;santuário&amp;nbsp;&lt;/em&gt;mencionado na primeira linha do versículo é o&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;firmamento,&amp;nbsp;&lt;/em&gt;mencionado na segunda linha. Encontramos o mesmo paralelismo no salmo 11.4:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
O Senhor está no seu santo&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;templo,&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Nos&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;céus&amp;nbsp;&lt;/em&gt;tem o Senhor o seu trono.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Fica evidente que o santo&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;templo&amp;nbsp;&lt;/em&gt;de que fala o salmista são os&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;céus&amp;nbsp;&lt;/em&gt;onde Deus tem o seu trono. Outra passagem é o salmo 102.20:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
O Senhor observa do alto do seu&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;santuário,&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Lá do&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;céu&amp;nbsp;&lt;/em&gt;ele olha para a terra.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Aqui encontramos mais uma vez o paralelismo que estabelece que o santuário de onde Deus olha para a terra é o céu onde ele habita. Ou seja, estas passagens dos salmos não provam que havia danças no templo de Jerusalém durante os cultos a Deus. Elas simplesmente conclamam toda a criação a adorar o Deus que habita nos céus.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Assim, tais passagens e as outras antes mencionadas e analisadas, não podem servir de base para justificar práticas tais como danças durante o louvor por parte da congregação, a existência de um grupo de dança litúrgica para realizar coreografias durante o culto, a “criação” do dom da dança santa e a organização de ministérios de dança litúrgica nas igrejas locais. No caso das expressões corporais realizadas com as crianças nos departamentos infantis, nós as consideramos apropriadas para a instrução dos infantes, não devendo, todavia, ser incluídas como parte do culto público oferecido pela igreja.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
As danças litúrgicas e as coreografias não estão incluídas na relação dos elementos de culto citados nos nossos símbolos de fé. Também não se pode incluí-las nos cultos públicos a pretexto de serem meras circunstâncias. As danças não são circunstâncias ligadas à Palavra, pregada ou cantada, como se fossem uma encenação ou dramatização da mensagem de Deus, visto que não contribuem para que a Palavra seja mais bem compreendida pelo povo de Deus e têm a tendência, ao contrário, de obscurecer o seu significado e sua mensagem, desviando o foco e a atenção da comunidade.18&amp;nbsp;E, além disto, não encontramos nas Escrituras qualquer orientação para que transmitamos a mensagem de Deus ao seu povo mediante o ato de dançar, como se o mesmo fosse um meio eficaz para tal.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
18 SC-IPB/98 – Doe. CXIII, considerando 6.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Na realidade, os reformadores aboliram do culto público as dramatizações dos mistérios que eram populares durante a Idade Média, considerando que não existe um meio mais eficaz para se transmitir a Palavra do que a entrega da mesma mediante a pregação e o ensino.19&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
19 CFW,&amp;nbsp;XXI&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;, 5; CATECISMO&amp;nbsp;MAIOR,&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;pergunta 155.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Por estes motivos, o Supremo Concílio e sua Comissão Executiva vêm consistentemente orientan-do as igrejas federadas a que não incluam danças litúrgicas e coreografias no culto a Deus, conforme vemos nas decisões abaixo:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
…são inconvenientes todas as formas que possam distanciar os adoradores desses princípios, sendo que dentre essas formas inconvenientes, conforme já declarado pelo SCI1998, encontram-se as expressões corporais acentuadas, podendo ser incluídas entre as quais práticas tais como danças litúrgicas e coreografias…&amp;nbsp;(CE-SC/IPB-2007 – Doc. CLXXXVII)….reafirmar a resolução CLXXXVII – CE-SC/IPB-2007, que considera inconveniente nos cultos presbiterianos a prática de danças litúrgicas e coreografias.&amp;nbsp;(CE-SC/IPB – 2008 – Doc. CXXXII).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Todavia, existem diversos exemplos de expressões lúdicas dos sentimentos religiosos feitos diante de Deus em outras ocasiões. Dessa forma, enquanto não se podem admitir as danças no culto público, quer nos templos das igrejas ou em quaisquer outros locais onde o culto público é realizado, por outro lado é possível reconhecer que as danças são atividades legítimas quando realizadas fora do ambiente litúrgico, como atividades culturais das igrejas locais e, nestes casos, sempre a critério de seus conselhos e desde que não provoquem a sensualidade ou escândalos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
FORTES EXPRESSÕES CORPORAIS&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Determinados ritmos musicais tendem a provocar movimentos do corpo, tais como balanços, meneios e gingas, enquadrando-se naquilo que o Supremo Concílio classifica como expressões corporais acentuadas, as quais são inconvenientes por distanciarem os adoradores dos princípios que regem o culto bíblico.20&amp;nbsp;Cabe aos pastores das igrejas locais instruírem, ensinarem e orientarem a congregação quanto à natureza do culto a Deus, do louvor que a ele é devido, e do potencial que estes movimentos corpóreos têm para provocar a sensualidade e afastar a mente e o coração do propósito central do culto, que é adorar a Deus, sempre seguindo os princípios que revestem o culto a Deus de sobriedade, temor e bom senso.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
20 CE-SC/IPB-2007 – Doc. CLXXXVII.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
PALMAS&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
A expressão “bater palmas” ocorre apenas no Antigo Testamento. Para os judeus, bater palmas podia expressar ira (Nm 24.10; Ez 21.17; 22.13) e desprezo (Jó 34.37; Lm 2.15; Na 3.19). No Antigo Oriente, as palmas eram usadas para manifestar aprovação pela queda dos inimigos (Jó 27.23; Ez 6.11; 25.6), pela prosperidade do justo (Is 55.12) e como aplauso em cerimonias de aclamação dos reis (2Rs 11.12). Nenhuma das ocorrências sobre palmas no Antigo Testamento se refere à marcação rítmica de cânticos religiosos, quer no templo ou em outro lugar.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Este fato de imediato nos leva à conclusão que bater palmas durante os cânticos, ou deixar de fazê-lo, não torna tais cânticos mais ou menos aceitáveis diante de Deus. Também, que as palmas não devem ser usadas para aferir a espiritualidade e o fervor dos cultos de uma igreja e de seus participantes e que jamais devem ser vistas como expressão de espiritualidade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Apesar de o assunto ter sido enviado várias vezes ao Supremo Concílio e sua Comissão Executiva, a IPB não tomou até o presente uma decisão de proibir ou admitir as palmas nos cultos públicos das igrejas federadas. A única resolução sobre o assunto foi a de reconhecer como legítima a decisão de um presbitério que proibiu palmas nos cultos das igrejas sob sua jurisdição.21&amp;nbsp;Esta resolução não entrou no mérito da atitude do presbitério.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
21 CE-SC/IPB-2005 – Doc. 18.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
APLAUSOS&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Há duas passagens nos salmos em que se convida a aplaudir a Deus por seus atos majestosos e poderosos, como expressão de exultação, gratidão, honra e louvor&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;(Sl 47&lt;/em&gt;.1; cf.&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Sl 98.4).&amp;nbsp;&lt;/em&gt;No Antigo Oriente, era costume aplaudir os reis como forma de demonstração da sujeição, gratidão e respeito de seus súditos, em reconhecimento de suas vitórias e conquistas, ou durante a sua coroação (2Rs 11.12). A linguagem destes salmos é tirada da cerimonia de coroação dos reis de Israel e usada para se referir a Deus como o supremo Rei sobre toda a terra. Estas passagens não provam que aplaudir a Deus era uma das partes do culto público a ele prestado em Israel. Além disto, não há qualquer referência a isto no Novo Testamento. Desta forma, carece de fundamentação a prática de “palmas para Jesus!” equivocadamente introduzida em muitas igrejas evangélicas hoje.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
O aplauso a homens durante o culto se constitui numa violação de um dos princípios centrais do culto a Deus, que é a sua teocentricidade. “Não a nós,&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Senhor&lt;/em&gt;, não a nós, mas ao teu nome dá glória”&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;(Sl&amp;nbsp;&lt;/em&gt;115.1). Aplaudir corais, coros e grupos após terem participado da liturgia torna tais participações em espetáculo, show e apresentações, tornando estas circunstâncias em fins em si mesmas, desvirtuando o seu caráter secundário e tornando o culto a Deus em culto centrado no homem.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
4. ORIENTAÇÕES PASTORAIS A SEREM SEGUIDAS PELAS IGREJAS LOCAIS&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
O Supremo Concílio, diante das evidências bíblicas e confessionais relativas à importância do culto público, determina aos seus pastores, oficiais, igrejas e membros a que procurem congregar-se com frequência para prestar serviço espiritual a Deus, não substituindo o culto público pelo culto individual ou familiar (Hb 10.25). E que valorizem a sua presença no culto público, para ele se preparando em conformidade com o que determina os catecismos da IPB.22&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
22&amp;nbsp;CATECISMO MAIOR, pergunta 117.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
O Supremo Concílio entende que as danças não fazem parte do culto público revelado por Deus, e assim, determina a seus pastores, concílios e igrejas federadas a que não incluam no culto a Deus, inde-pendentemente do local onde este culto está sendo oferecido, as chamadas danças litúrgicas, coreografias, ministérios de danças, danças proféticas ou quaisquer outras variações afins, inclusive a pretexto de que são circunstâncias do culto.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
O Supremo Concílio reconhece que as danças são uma expressão cultural e que podem ser realizadas nas atividades culturais das igrejas locais, desde que não em ambiente de culto, e desde que não provoquem a lascívia, a sensualidade e escândalos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
O Supremo Concílio entende que fortes expressões corporais no culto, como meneios do corpo e gingas, mesmo não se constituindo em danças, tendem a distrair a atenção dos adoradores e em algun casos, a provocar a sensualidade. Destarte, o Supremo Concílio determina aos seus pastores, concílios e igrejas federadas que tais expressões sejam evitadas e que os pastores e presbíteros exerçam, pastoral-mente, a supervisão deste assunto, procurando, de maneira suasória, orientar e conduzir o rebanho sob sua jurisdição.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
O Supremo Concílio entende que compete aos conselhos e presbitérios orientarem e determinarem às igrejas sob sua jurisdição quanto ao bater palmas, ou não, durante os cultos. O Supremo Concílio de-termina aos seus pastores e concílios a que instruam essas igrejas que as palmas não indicam maior liber-dade espiritual no culto, resumindo-se a mero acompanhamento rítmico, onde couber. E que em todas as coisas, usem de sabedoria, bom senso e prudência para evitar conflitos, divisões e contendas no meio do povo de Deus.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
O Supremo Concílio suplica a Deus que a presente&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Carta Pastoral&amp;nbsp;&lt;/em&gt;seja usada por ele para que o culto que lhe prestamos esteja mais e mais de acordo com sua Palavra e para que nossa denominação goze de paz e harmonia em todos os recantos desta nação.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; margin-bottom: 23px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Fonte:&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Siga-me no twitter: @Revclaudioluis
http://feeds.feedburner.com/blogspot/wJJVp&lt;/div&gt;</description><link>http://teologandoreforma.blogspot.com/2013/01/carta-pastoral-e-teologica-sobre.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2854828073071338666.post-1500024981269460455</guid><pubDate>Wed, 07 Nov 2012 11:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-11-07T04:02:31.110-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Martinho Lutero</category><title>“Mas o justo viverá pela fé.” – Habacuque 2:4.</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;img height=&quot;262&quot; src=&quot;http://www.projetospurgeon.com.br/wp-content/uploads/2012/11/Lutero-Justifica%C3%A7%C3%A3o-pela-F%C3%A9.jpg&quot; width=&quot;208&quot; /&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Nº 1749 &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Pregado na manhã do dia do Senhor, 11 de novembro de 1883, &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;i&gt;por C.H. Spurgeon, &lt;/i&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
no Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.projetospurgeon.com.br/wp-content/uploads/2012/11/ebook_lutero_justificacao_fe_spurgeon.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;BAIXE EM PDF&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;b&gt;“Mas o justo viverá pela fé.” – Habacuque 2:4.&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Este texto é empregado três vezes pelo apóstolo Paulo como argumento. Leia Romanos 1:17, Gálatas 3:11 e Hebreus 10:30 – em cada um desses casos aparece, “&lt;i&gt;o justo viverá pela fé&lt;/i&gt;”. Este é o antigo texto original ao qual o apóstolo se referiu quando disse, “&lt;i&gt;Como está escrito, o justo viverá pela fé&lt;/i&gt;.” Nós não estamos errados em fazer da inspiração do Antigo Testamento tão importante quanto à do Novo, pois a verdade do Evangelho deve se manter em pé ou então cair com os profetas da antiga dispensação. A Bíblia é uma e indivisível – não se pode questionar o Antigo Testamento e reter o Novo. Ou Habacuque estava inspirado ou Paulo escrevia coisas sem sentido. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Ontem, há 400 anos, em 10 de Novembro de 1483, veio a este mundo fraco o filho de um mineiro refinador de metais, que não fez poucas coisas para eliminar o Papado e refinar a Igreja. O nome deste bebê era Martinho Lutero – um herói e um santo. Bendito foi este dia acima de todos os dias deste século, que honra, pois concedeu uma bênção sobre todos os séculos subsequentes por meio do “monge que abalou o mundo”. O seu espírito corajoso derrubou a tirania do erro que havia por tanto tempo envolvido as nações em sua escravidão. Toda a história da humanidade, desde então, tem sido mais ou menos afetada pelo nascimento deste maravilhoso garoto! Ele não era um homem absolutamente perfeito – nós também não endossamos tudo o que ele disse nem admiramos tudo o que fez – mas ele era um homem sobre o qual o olhar da maioria dos homens deveria repousar. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Ele foi um poderoso juiz em Israel, um servo real do Senhor. Nós devemos mais frequentemente orar a Deus pedindo por homens como este – homens de Deus, homens de poder. Deveríamos orar para que, de acordo com a infinita bondade do Senhor, Seus infinitos dons continuem e se multipliquem para a perfeição da sua igreja, pois quando Cristo ascendeu aos céus, ele levou cativo o cativeiro e entregou dons aos homens. E “&lt;i&gt;alguns ele fez apóstolos; e outros profetas; e outros evangelistas; e outros pastores e mestres&lt;/i&gt;” (Efésios 4:11). Ele continua a outorgar estes dons escolhidos de acordo com as necessidades da Igreja e Ele os dispensaria mais plenamente, talvez, se nossas orações mais intensamente subissem ao Senhor da messe que enviaria trabalhadores à sua messe. Mesmo quando acreditamos no Salvador crucificado como nosso salvador pessoal, nós devemos acreditar que o Senhor ascendeu para o perpétuo com os confessores e evangelistas que declararão a verdade de Deus. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Eu gostaria de fazer uma pequena homenagem a Lutero em seu aniversário e eu penso que eu não poderia fazer melhor coisa que usar a chave da verdade de Deus pela qual Lutero destravou as masmorras da mente humana e transformou corações escravos em livres. Esta chave dourada encontra-se na Verdade brevemente contida no texto diante de nós – “&lt;i&gt;O justo viverá pela fé&lt;/i&gt;”. Você não está um tanto surpreso de achar uma passagem tão Evangélica em Habacuque? Por descobrir em um antigo profeta uma afirmação tão explícita que Paulo pôde usar como argumento pronto contra os oponentes da justificação pela fé? Ele mostra que a doutrina cardial do evangelho não é uma nova noção! Claramente não é um novo dogma inventado por Lutero, nem mesmo uma verdade de Deus ensinada em primeira mão por Paulo! &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Este fato, Justificação pela Fé, foi estabelecido em todas as eras e, portanto, nós o encontramos aqui, entre as coisas antigas, uma lâmpada para iluminar as trevas que pairavam sobre Israel antes da vinda do Senhor! Isto também prova que não houve mudanças no evangelho. O evangelho de Habacuque é o evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo. Uma luz muito clara foi lançada sobre esta Verdade de Deus pelo dom do Espirito Santo, mas o caminho da salvação tem sido, em todos os tempos, o mesmo! Nenhum homem jamais foi salvo pelas suas boas obras. O modo pelo qual cada justo tem vivido sempre foi pelo caminho da fé. Não houve o menor desvio desta Verdade – foi estabelecido e instituído – sempre o mesmo, como Deus o proferiu.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Em todos os tempos e em todos os lugares, o evangelho é e continuará sendo o mesmo. “&lt;i&gt;Jesus Cristo, o mesmo ontem, hoje e eternamente&lt;/i&gt;”. Nós lemos “o evangelho” a partir de um – nunca dois ou três evangelhos – como muitos. Céus e terras passarão, mas a Palavra de Cristo nunca passará. Também é digno de nota que esta verdade de Deus é tão antiga e ainda assim continua tão imutável, e com tanta vitalidade. Esta sentença, “O justo viverá pela fé”, produziu a Reforma! Desta linha, a partir da abertura dos selos do apocalipse virão todos os sons das trombetas do evangelho e todas as canções evangélicas como o som de muitas águas. Esta única semente – esquecida e escondida nas trevas da era medieval – foi trazida de volta, colocada no coração dos homens, cresceu pelo Espírito Santo de Deus, para no final produzir grandes resultados. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Esta porção de semente no topo das montanhas foi multiplicada de tal forma que o fruto moveu o Líbano e suas cidades e floresceu como a erva do campo. Mesmo a menor parte da Verdade de Deus lançada em qualquer lugar viverá! Algumas plantas são tão cheias de vitalidade que apenas o fragmento de uma folha colocado no solo fará com que ela crie raízes e cresça. É completamente impossível que esta vegetação se extinga, e assim acontece com a Verdade de Deus – ela é viva e incorruptível – e, portanto, nada pode destruí-la. Desde que uma Bíblia reste, a religião da Graça Livre viverá! Não, se puderem queimar todas as escrituras, ainda que reste apenas uma criança que se lembre de um único texto da Palavra, a Verdade se levantará novamente! &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Mesmo nas cinzas da verdade o fogo ainda está vivo, e quando o sopro do Senhor vem sobre elas, a chama arde gloriosamente. Por isto, sejamos confortados nestes dias de blasfêmias e censura – confortados porque “&lt;i&gt;embora a erva embranqueça e a flor caia: mas a Palavra do Senhor dura para sempre&lt;/i&gt;.” E esta é a palavra pela qual o evangelho é pregado a você. Deixe-nos examinar este texto cujo sentido iluminou o coração de Lutero, enquanto o explico a você. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;b&gt;I.&lt;/b&gt; Eu devo, a princípio, fazer uma breve observação – UM HOMEM QUE TEM FÉ EM DEUS É JUSTO. “&lt;i&gt;O justo viverá pela fé&lt;/i&gt;.” O homem que possui fé em Deus é um homem justo – a sua fé é a sua vida como um homem justo. Ele ser “justo” sentido do Evangelho, isto é, ter a fé que Deus prescreve como caminho da salvação, ele é, por sua fé, justificado na visão de Deus. No Antigo Testamento é dito a nós, em referência a Abraão, que “&lt;i&gt;ele acreditou no Senhor; e o Senhor lhe contou isto por justiça&lt;/i&gt;” (Genesis 15:6). Este é o plano universal de justificação. A fé está abraçada à justiça de Deus em aceitar o plano de justificação de pecadores por meio do sacrifício de Cristo – e ela faz do pecador um justo. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
A fé aceita e apropria por ela mesma todo o sistema Divino de justiça que se desdobra na pessoa e no ministério de Jesus Cristo. A fé regozija em vê-Lo vindo ao mundo em nossa natureza, e nesta natureza, obedecendo a Lei de Deus em cada jota e til, mesmo que ele não estivesse sob a Lei Ele escolheu colocar-se lá em nosso lugar. A fé se compraz quando vê o Senhor, que veio sob a Lei, oferecendo-se como perfeita expiação e fazendo uma completa vindicação da justiça divina pelo Seu sofrimento e morte. A fé se encontra na pessoa, vida e morte do Senhor Jesus como a sua única esperança – e na justiça de Cristo ela se sustém. Ela grita “O castigo que me traz a paz estava sobre Ele e pelas Suas pisaduras fui curado”. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Agora, os homens que creem no método de Deus de transformar homens em justos através da justiça de Jesus, e aceitam Jesus e põem a sua fé Nele, estes são homens justos! Aquele que faz da vida e morte de Jesus a grande propiciação e nela crê como a sua única fonte de confiança é justificado aos olhos de Deus e tem seu nome escrito entre os justos pelo próprio Senhor. A sua fé é imputada pela justiça porque a sua fé se agarra à justiça de Deus em Cristo Jesus. “Todos os que creem são justificados de todas as coisas, daquilo que não podíeis ser justificados pela lei de Moisés”. Este é o testemunho da Palavra inspirada – quem o negará? &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Mas o crente também é justo em outro sentido, cujo mundo exterior aprecia melhor, embora não seja mais valoroso que o sentido formal. O homem crente em Deus torna-se, pela fé, movido para tudo o que é correto, bom e verdadeiro. Sua fé em Deus retifica sua mente e o faz justo. No julgar, no desejar, no aspirar, em seu coração, ele é justo. Seus pecados foram perdoados, na hora da tentação, ele clama: “como, agora, eu fraquejei e cometi este pecado contra Deus?”. Ele acredita no derramamento de sangue que Deus proveu para limpar o pecado e, para ser lavado em seu interior, ele não pode escolher se sujar novamente. O amor de Cristo o constrange a seguir o que é verdadeiro, correto, bom, amável e honroso aos olhos de Deus. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Tendo recebido pela fé, o privilégio da adoção, ele emprenha-se em viver como um filho de Deus. Tendo obtido, pela fé, uma nova vida, ele anda em novidade de vida. “Princípios imortais impedem os filhos de Deus de pecar”. Se muitos vivem em pecado e amam isso, eles não têm a fé dos eleitos de Deus, pois a fé verdadeira purifica a alma. A fé que operou em nós pelo Espírito Santo é a maior exterminadora de pecados debaixo do Céu. Pela graça de Deus ela afeta o íntimo do coração, modifica as vontades e emoções; e torna o homem em uma nova criatura em Cristo Jesus. Se há alguém na terra que pode, verdadeiramente, ser chamado de justo, estes são os que assim são transformados pela fé em Deus através de Jesus Cristo nosso Senhor. Deveras, nenhum outro homem é justo, salvo aqueles a quem o santo Deus deu o título de justos – e para estes o texto diz que o justo viverá pela fé. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
A fé crê em Deus e, portanto, O ama. E, portanto, O obedece. E, portanto, cresce como Ele. É a raiz da santidade, a primavera da justiça, a vida do justo! &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;b&gt;II.&lt;/b&gt; Acerca desta observação, que é vital para o texto, eu não mais me prolongarei, mas avançarei a outro ponto que dialoga com ele, a saber, O HOMEM JUSTO TEM FÉ EM DEUS. Ou então, deixe-me dizer, ele não é justo, pois Deus merece fé e aquele que O rouba, não é justo. Deus é tão justo que duvidar Dele é injustiça – Ele é tão leal que não confiar Nele é ofendê-Lo – e este que faz a Deus tamanha injustiça não é considerado justo. Um homem justo deve ser primeiramente justo com o maior dos seres. Seria inútil para ele ser justo com todas as outras criaturas se intencionalmente ele ofendesse a Deus. Eu digo que ele seria indigno do nome justo. Fé é o que o Senhor, justamente, merece receber das suas criaturas – é devido a isto que acreditamos no que Ele diz – e especialmente em referência ao Evangelho. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Quando o grande amor de Deus em Cristo Jesus é claramente estabelecido, ele será crido pelos de coração puro. Se o imenso amor de Cristo em morrer por nós for completamente entendido, então ele deve ser crido por toda a mente honesta. Duvidar do testemunho de Deus acerca do seu Filho Jesus é cometer a maior injustiça ao Seu infinito amor. Aquele que crê não rejeitou o testemunho de Deus ao dom indizível e o colocou naquele que merece adoração em gratidão dos homens, pois, sozinho, pode satisfazer a Justiça de Deus e dar paz à consciência dos homens. Um homem verdadeiramente justo, para a completude da sua justeza, crê em Deus e em tudo aquilo que Ele revelou. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Alguns sonham que essa questão de justiça apenas concerne à vida exterior e não toca nas crenças do homem. Eu digo, não é assim – a justiça diz respeito ao interior do homem, a parte central de sua humanidade – e o verdadeiro homem justo deseja ser limpo em partes secretas e, nas partes escondidas, eles conheceriam a sabedoria. Não é assim? Nós ouvimos isto continuamente: que nossas compreensões e crenças constituem uma província isenta da jurisdição de Deus. Então, deverás, eu posso acreditar no que eu quiser sem ter responsabilidade por isso diante de Deus? Não, meus irmãos e irmãs! Nenhuma parte de nossa humanidade está fora do alcance da divina lei! Nossa completa capacidade como homens repousa sobre a soberania d’Ele que nos criou e estamos obrigados a tanto acreditar como a agir corretamente! &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Na verdade, nossas ações e pensamentos estão tão entrelaçadas e emaranhadas que não há divisão entre um e outro. Dizer que a justiça da vida exterior é suficiente é ir contrariamente ao teor da Palavra de Deus. Eu estou mais voltado a servir a Deus com meu coração e minha mente! Estou tão sujeito a crer naquilo que Deus revela assim como estou sujeito a fazer aquilo em que Deus se regozija! Erros de julgamento são tão verdadeiramente pecados quanto erros da vida. É parte da nossa submissão para o nosso grande e Soberano Senhor que nós submetamos nossa compreensão, nossos pensamentos e nossas crenças ao Seu supremo controle. Nenhum homem é correto até que ele acredite nas coisas corretas. Um homem justo deverá ser justo através de Deus, por crer em Deus e confiando Nele em tudo o que Ele é, diz e faz. &lt;/div&gt;
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Eu também não vejo, meus caros amigos, que razão há para o homem ser justo com seus semelhantes quando ele desistiu da sua crença em Deus. Se se trata de uma pequena parte e um homem pode entregar-se por um pedaço de desonestidade, por que ele não deveria ser desonesto se não há uma lei maior do que a que seus companheiros fizeram? Se não há trono de justiça, nenhum julgamento a se seguir, porque ele deveria se preocupar? Há poucas semanas atrás um homem matou deliberadamente seu empregado, que o havia ofendido. E como ele se entregou à polícia, ele disse que não estava nem um pouco receoso ou envergonhado daquilo que havia feito. Ele admitiu o assassinato e reconheceu que sabia muito bem das consequências. Ele disse que esperava sofrer a dor por meio minuto e depois então viria o seu fim e estava pronto para aquilo. &lt;/div&gt;
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Ele falou e agiu em consistência com as suas crenças ou descrenças – e verdadeiramente não há forma de crime, mas o que se torna lógico e legítimo é se existe ou não fé em Deus e a vida após a morte para o homem. Sem isto, rompamos com a comunidade – não há nada que faça com que os humanos permaneçam juntos! Sem Deus, o governo moral do universo cessa e a anarquia é o estado natural das coisas. Se não há Deus e o julgamento no porvir, deixe-nos bebamos, porque amanhã morreremos. Se necessário, deixe-nos roubar, mentir e matar! &lt;/div&gt;
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Porque não? Se não há lei, julgamento ou punição para o pecado – nada pode ser pecaminoso! Se não há legislador, não há lei! E se não há lei, então não pode haver transgressão! A que tipo de caos chegaríamos se a fé em Deus fosse renunciada! Onde o justo será encontrado se a fé for banida? O homem justo é crente em uma medida ou outra – e ele que é digno de ser chamado de “justo” no sentido bíblico, é um crente no Senhor Jesus Cristo, que&amp;nbsp; foi feito justiça de Deus por nós! &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;b&gt;III.&lt;/b&gt; Mas agora vou para o ponto no qual eu pretendo me alongar. Em terceiro lugar, POR ESSA FÉ O JUSTO DEVERÁ VIVER. Isto é, a princípio, uma declaração estreita. Cortam-se muitas maneiras de viver fingindo, dizendo: “O justo viverá pela fé.” Esta sentença dá sinais da porta estreita que está à frente do caminho – o caminho estreito que leva à vida eterna. De um só golpe isso acaba todas as reivindicações de justiça, independentemente de um modo de vida. Os melhores homens do mundo só podem viver pela fé – não há outra forma de ser justo aos olhos de Deus! Nós não podemos viver em justiça própria, em hipocrisia. Se formos confiar em nós mesmos, ou em qualquer coisa que venha de nós mesmos, estamos mortos, enquanto confiamos – nós não temos conhecido a vida de Deus de acordos com os ensinamentos da Sagrada Escritura. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Você deve vir direto para fora da confiança em tudo o que você é ou esperar ser. Você deve arrancar as vestes de lepra da justiça legal e romper com toda e qualquer forma dela. Autossuficiência quanto às coisas da religião resultará em autodestruição! Você deve descansar em Deus como Ele é revelado em Seu Filho Jesus Cristo e Nele somente. O justo viverá pela fé. Aqueles que olham para as obras da lei estão debaixo da maldição e não podem viver diante de Deus. O mesmo também acontece com aqueles que se esforçam para viver de sensações ou sentimento. Eles julgam a Deus por aquilo que veem – se Ele é abundante para eles em providência, Ele é um Deus bom. Se eles são pobres, eles não têm nada de bom para dizer a Ele, porque eles O medem por aquilo que sentem, provam e veem. Se Deus trabalha continuamente para um propósito e eles podem ver o seu propósito, eles elogiam a Sua sabedoria. Mas quando eles ou não pode ver o fim, ou não conseguem entender o caminho pelo qual o Senhor está trabalhando, imediatamente O julgam imprudente. Viver pelos sentimentos acaba por ser um modo de vida sem sentido, trazendo morte a todo conforto e esperança - &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;“Não julgueis o Senhor pelo sentido fraco,&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;Mas confiar nele para a Sua Graça.” &lt;/i&gt;&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;
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Pois apenas nesta confiança um homem justo pode viver.&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;
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O texto também destrói toda a ideia de vida por mero intelecto. Muitos dizem: “Eu sou o meu próprio guia! Farei doutrinas para mim e vou transferí-las e moldá-las de acordo com meus próprios recursos”. Essa maneira é a morte para o espírito. Estar de acordo com os costumes das épocas é, por vezes, ser inimigo de Deus! O caminho da vida é acreditar no que Deus tem ensinado, especialmente a acreditar Naquele a quem Deus estabeleceu para ser Propiciação pelo pecado, por que está fazendo de Deus tudo e nós nada. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Descansando sobre uma revelação infalível e confiante em um Redentor Onipotente, temos descanso e paz. Mas, por outro princípio instável, tornamo-nos estrelas errantes, para quem é nomeado o negrume das trevas para sempre. Pela fé, a alma pode viver&amp;nbsp; – em todas as outras maneiras, temos um nome para viver e estamos mortos. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
O mesmo é igualmente verdade da fantasia. Que muitas vezes encontram-se com uma religião extravagante no qual as pessoas confiam aos impulsos, aos sonhos, a ruídos e coisas místicas que eles imaginam terem visto – tudo isso é conversa fiada! E ainda estão bastante envolvidos nisso. Eu oro para que você possa expulsar essas coisas sem valor – não há alimento para o espírito nelas. A vida de minha alma não está no que eu penso, ou no que imagino, ou no que eu fantasio, ou no que faz com que eu me sinta bem, mas apenas no que a fé apreende ser a Palavra de Deus! Vivemos diante de Deus, confiando em uma promessa, dependendo de uma pessoa, aceitando um sacrifício, vestindo uma justiça e cercando-nos com Deus Pai, Filho e Espírito Santo. Implícita confiança em Jesus, nosso Senhor, é o modo de vida e todos os outros levam à morte. É uma estrita declaração – deixem que aqueles que chamam de intolerância, dizerem o que quiserem – será verdade por mais que tentem execrá-lo, tanto quanto agora! &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Mas, em segundo lugar, essa é uma afirmação &lt;i&gt;muito ampla&lt;/i&gt;. Muito é compreendido no ditado “&lt;i&gt;O justo viverá pela fé&lt;/i&gt;”. Não diz que parte de sua vida paira sobre sua crença, ou que fase da sua vida melhor prova sua fé – compreende o início, continuidade, ampliação e aperfeiçoamento da vida espiritual como sendo tudo pela fé. Observe que o texto significa que no momento em que um homem crê, ele começa a viver à vista de Deus. Ele confia em seu Deus, ele aceita de Deus a revelação de si mesmo, ele confia, repousa, se inclina sobre o seu Salvador e naquele momento ele se torna um homem espiritualmente vivo, vivificado com a vida espiritual pelo Espírito Santo de Deus! &lt;/div&gt;
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Toda a sua existência antes da fé não era nada, a não ser uma forma de morte. Quando ele vem a confiar em Deus, ele entra na vida eterna e tem o nascimento vindo do alto. Sim, mas isso não é tudo, nem é a metade – para isto o homem continua a viver diante de Deus, se ele está tão apegado ao seu modo de santidade – sua perseverança deve ser o resultado de uma fé contínua. A fé que salva não é um único ato feito e acabado em um determinado dia, é um ato contínuo e persevera durante toda a vida do homem! O justo não só começa a viver sua fé, mas ele continua a viver por sua fé! Ele não começa no Espírito e termina na carne, nem vai tão longe pela graça e o resto do caminho pelas obras da lei. “&lt;i&gt;O justo viverá pela fé&lt;/i&gt;“,&lt;br /&gt;diz o texto de Hebreus, “&lt;i&gt;mas se alguém recuar, a minha alma não tem prazer nele. Mas nós não somos daqueles que recuam para a perdição, mas daqueles que creem para a conservação da alma&lt;/i&gt;”.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
A fé é essencial ao longo de todo e cada dia, em todas as coisas. Nossa vida natural começa pela respiração e deve ser continuada pela respiração. O que a respiração é para o corpo, a fé para a alma. Irmãos e Irmãs, se quisermos fazer avanços e progressos na vida divina, isto ainda deve ser da mesma maneira! Nossa raiz é a fé e somente através da raiz vem o crescimento. Progresso na graça não vem da sabedoria carnal, ou esforço legal, ou incredulidade. Não, a carne não traz crescimento à vida espiritual e os esforços feitos na incredulidade em vez de fazer a vida interior crescer, a diminuem. Não nos tornamos mais fortes por mortificações, lutos, obras, ou nos esforçando, se estes estiverem separados da simples fé na graça de Deus – pois somente por este canal o alimento pode entrar na vida de nosso espírito. A mesma porta pela qual a vida entrou em primeiro lugar é aquele pelo qual a vida continua a entrar. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Se alguém me diz: “Eu já vivi crendo em Cristo, mas agora eu me tornei espiritual e santificado e, portanto, eu não tenho mais necessidade de olhar como um pecador para o sangue e justiça de Cristo,” eu digo a este homem que ele tem necessidade de aprender os primeiros princípios da fé! Eu o adverti que ele tem de ser atraído de volta à fé, pois aquele que é justificado pela Lei, ou de qualquer outra forma que não a justiça de Cristo, tem caído em desgraça e deixou o único fundamento sobre o qual uma alma pode ser aceita por Deus. Sim, até ao portão do céu não há esteio para nós, a não ser a fé no sempre abençoado Salvador e Sua Expiação Divina! Entre este lugar e o céu nunca seremos capazes de viver por méritos, ou viver fantasias, ou pelo intelecto – temos ainda que ser como crianças ensinadas por Deus como Israel no deserto, dependendo inteiramente daquele grande Invisível. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Para sempre nosso, é olhar para todas as coisas e para nós mesmos e perceber, pois “&lt;i&gt;o justo viverá pela fé&lt;/i&gt;”. É uma frase muito ampla, um círculo que engloba toda a nossa vida que é digna desse nome. Se há alguma virtude, se há algum louvor, se existe alguma coisa que é bela ou de boa reputação, devemos recebê-la, exibi-la e aperfeiçoá-lo pelo exercício da fé. A vida na casa do Pai, a vida na Igreja, a vida em particular, a vida no mundo, devem ser todas realizadas e praticadas no poder da fé, se somos homens justos. O que é sem fé é sem vida! Obras mortas não podem satisfazer o Deus vivo! Sem fé é impossível agradar a Deus (Hebreus 11:6). &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Imploro-lhes a sua atenção, em terceiro lugar, que declaração desqualificada é esta. “O justo viverá pela sua fé.” Então, se um homem tem, mas um pouco de fé, viverá. E se ele é muito justo, ele ainda vive pela fé. Muitos homens não chegaram mais longe do que correr atrás santidade, mas ele é justificado pela sua fé – sua fé está tremendo e lutando e a sua oração frequente é: “&lt;i&gt;Senhor, eu creio, ajuda minha incredulidade&lt;/i&gt;“- ainda assim&amp;nbsp; a sua fé fez dele um homem justo!&amp;nbsp; Às vezes ele tem medo de não ter fé!&amp;nbsp; E quando ele cai em depressão profunda, este é o quanto ele pode fazer para manter sua cabeça acima da água.&amp;nbsp; Mas, mesmo assim sua fé o justifica. Ele é como um barco em um tempestuoso mar, às vezes ele é levantado ao céu, piscando ondas de misericórdia e outra ele afunda no abismo entre os vagalhões de aflição. O quê? É ele, então, um homem morto? Eu respondo: Este homem crê verdadeiramente em Deus? Ele não aceita o registro sobre o Filho de Deus? Ele pode verdadeiramente dizer: “Creio na remissão dos pecados”, e com fé, como ele tem, ele só se apega a Cristo e a ninguém mais? Então o homem deve viver! Ele viverá pela sua fé! &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Se a pequenez da nossa fé pode nos destruir, então quão poucos poderão ser numerados com os vivos? “&lt;i&gt;Quando o Filho do homem vier, porventura achará fé na terra?&lt;/i&gt;” Só aqui e ali e agora e depois, um Lutero parece que realmente acredita com todo seu coração. A maioria de nós é tão grande quanto o dedinho de Lutero – não temos tanta fé em nossa alma inteira como ele tinha a em um cabelo da sua cabeça! Mas ainda assim esta pequena fé nos deixa vivos. Eu não digo que pouca fé nos dará força, ou vigor de um leão como que Lutero tinha, mas viveremos. A declaração não faz distinção entre este e aquele grau de fé, mas ainda estabelece, como uma verdade inquestionável de Deus, “&lt;i&gt;o justo viverá pela fé&lt;/i&gt;“. Louvado seja Deus, então, eu viverei, pois acredito no Senhor Jesus como meu Salvador e meu Tudo! Você também não acredita nele? Sim, e não é singular que essa declaração não deve mencionar qualquer outra graça, como aquela que vai ajudar a construir o terreno em que os homens justos vivem? &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
“&lt;i&gt;O justo viverá pela fé&lt;/i&gt;.” Mas ele não tem amor? Ele não tem zelo? Ele não tem paciência? Ele não tem esperança? Ele não tem humildade? Ele não tem santidade? Oh, sim, ele tem tudo isso e vive nelas, mas ele não vive por elas, porque nada disto o liga tão intimamente a Cristo, como a sua fé faz! Atrevo-me a usar uma figura muito familiar porque é o melhor que posso pensar. Aqui está uma criança pequena, um bebê. Ele tem muitos membros necessários, tais como seus olhos, ouvidos, pernas, braços, coração e assim por diante. E todas são necessárias, mas o órgão pelo qual o bebê vive é a sua boca, pelo que ele suga de sua mãe todo o seu alimento. Nossa fé é a boca pela qual sugamos a vida nova a partir da promessa do Deus sempre abençoada. Assim, a fé é o que vivemos! Outras graças são necessárias, mas a fé é a vida de todas elas. Nós não subestimamos o amor, ou paciência, ou penitência, humildade ou depreciamos ou olhos ou pés do bebê. Ainda assim, o meio de vida do homem espiritual é a boca pela qual ele recebe alimento divino das verdades de Deus reveladas pelo Espírito Santo na Sagrada Escritura. Outras graças produzem resultados provindos da fé, mas a fé é o Receptor-Geral de graça para a ilha que é o homem. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Isto, caros amigos, para continuar um pouco mais adiante, é uma declaração muito sugestiva – “&lt;i&gt;O justo viverá pela fé&lt;/i&gt;” – porque nisto há muitos significados. Primeiro, o homem justo existe mesmo pela sua fé. Isto é, a forma mais baixa de Graça em um caráter justo é dependente da fé. Mas, irmãos e irmãs, eu espero que você não seja tão tolo para dizer “Se eu sou apenas uma criança viva de Deus, isto é tudo que eu preciso”. Não, nós não desejamos somente ter a vida, mas tê-la em abundância! Vê aquele homem salvo de um afogamento? Ele está vivo, mas se a única evidência disto é o fato de que um espelho fica orvalhado por sua respiração, você não estaria contente de estar vivo há anos nestes moldes pobres, iria? Você deve ser muito grato se você está espiritualmente vivo, mesmo dessa forma débil, mas ainda assim, não queremos ficar em um estado de desmaio. Nós queremos ser ativos e vigorosos! &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
No entanto, até mesmo para a menor vida você deve ter fé. Para o mais fraco tipo de existência espiritual que pode ser chamado de vida no todo, a fé é necessária. O justo que praticamente sobrevive, que é fraco na mente, que dificilmente se salva, é, no entanto, entregue pela fé. Sem fé não há vida celestial. Tomemos a palavra “vida”, em um sentido melhor, e o mesmo se aplica “&lt;i&gt;O justo viverá pela sua fé&lt;/i&gt;“. Às vezes encontro com pessoas muito pobres que nos dizem em tom patético: “Nosso salários são terrivelmente escassos”. Dizemos a eles: “Você realmente vive com tão pequena quantia?”. Eles respondem: “Bem, senhor, você pode dificilmente chamar de vida, mas nós existimos de alguma forma”. Nenhum de nós gostaria de viver em um estilo de vida tal se pudéssemos mudá-lo. Queremos dizer, então, por “vida”, alguma medida de alegria, felicidade e satisfação. O justo, quando tem o conforto, alegria e paz os têm pela fé. Graças a Deus, a paz do coração é o nosso estado normal, porque a fé é uma graça permanente. Cantamos com alegria de coração e nos regozijamos no Senhor e, bendizemos o Senhor, isso não é novidade para nós! Mas nós temos conhecido e ainda conhecemos esta bem-aventurança somente pela fé. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
O momento em que a fé chega, a música invade – como se fossem corujas gritando! Lutero pode cantar um Salmo apesar do diabo, mas ele não poderia ter feito se não tivesse sido um homem de fé. Ele poderia desafiar imperadores, reis, papas e bispos, enquanto ele segurou firme na força de Deus, mas só depois de tê-la segurado! A fé é a vida da vida e faz a vida valer a pena ser vivida. Ela coloca alegria na alma em acreditar no Pai e o Seu grande amor eterno; na Expiação eficaz do Filho e na habitação do Espírito, em ressurreição e glória eterna! Sem as quais, de todos os homens, nós somos os mais miseráveis. Acreditar nestas verdades gloriosas é viver – “&lt;i&gt;O justo viverá pela fé&lt;/i&gt;“. Vida também significa força. Dizemos de certo homem: “Que vida que ele tem em si! Ele é cheio de vida! Ele parece estar sempre vivo”. Sim, o justo obtém energia, força, vivacidade, vigor, poder pode, e a vida pela fé. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
A fé confere aos crentes uma majestade real. Quanto mais eles acreditam, mais poderosos se tornam. Esta é a cabeça que usa uma coroa! Esta é a mão que empunha um cetro! Este é o pé, cujo pisar real faz tremer as nações! Fé em Deus nos liga com o Rei, o Senhor Deus Onipotente! Pela fé o justo vive em quando os outros morrem. Eles não são superados&lt;br /&gt;pelo pecado prevalente, ou heresia da moda, ou a perseguição cruel, ou feroz aflição nada pode matar a vida espiritual enquanto a fé permanece “&lt;i&gt;O justo viverá pela fé&lt;/i&gt;“. Continuidade e perseverança vêm dessa forma. O homem justo, quando ele volta atrás, não é confundido. E quando ele é ferido pelos inimigos, ele não está morto. Onde outro homem é afogado, ele nada. Onde outro homem é pisado, ele se levanta e grita vitoriosamente “&lt;i&gt;Não se Alegre sobre mim, O meu inimigo! Se eu cair, mas hei de subir novamente&lt;/i&gt;!”.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Na fornalha ardente da aflição ele caminha ileso por meio da fé. Sim, e quando chega a sua vez de morrer e, com muitas lágrimas, seus irmãos e irmãs carregam suas cinzas ao túmulo: “&lt;i&gt;Ele, estando morto, ainda fala&lt;/i&gt;“. O sangue dos justos Abel gritou do chão para o Senhor e ele ainda está chorando ao longo dos séculos, mesmo nesta hora. Voz de Lutero, através de 400 anos, ainda soa nos ouvidos dos homens e estimula nossos pulsos, como a batida do tambor na música marcial, ele vive! Ele vive, porque ele era um homem de fé. Gostaria de resumir e ilustrar este ensino ao mencionar certos incidentes da vida de Lutero. Após o grande reformador, o Evangelho de Luz adentrou por lentos degraus. Foi no mosteiro que, em se virar para a Bíblia que esteve acorrentada a um pilar que esta passagem veio a ele – “&lt;i&gt;Esta passagem celeste ficara grudada a ele, mas ele não havia compreendido todos os seus aspectos&lt;/i&gt;“. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Ele não podia, no entanto, encontrar a paz em sua profissão religiosa e hábito monástico. Mesmo sem entender, ele perseverou em penitências e mortificações, muitas tão árduas, que às vezes ele foi encontrado desmaiado por exaustão. Elas o trouxeram às portas da morte.&amp;nbsp; Ele deveria fazer uma viagem a Roma&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Armando/Desktop/Projeto%20Spurgeon/serm%C3%B5es%20em%20Word%20completos/Lutero%20-%20Justifica%C3%A7%C3%A3o%20pela%20F%C3%A9.doc#_ftn1&quot;&gt;[1]&lt;/a&gt;, pois em Roma havia uma igreja nova para todos os dias e você podia estar certo de ganhar o perdão dos pecados e toda sorte de bênçãos nestes santuários sagrados. Ele sonhava em entrar em uma cidade de santidade, mas ele viu que era um refúgio de hipócritas e um covil de iniquidade! Para seu horror, ele ouviu os homens dizerem que se houvesse um inferno, Roma fora construída em cima dele, pois era a abordagem mais próxima a ele que poderia encontrar neste mundo! Mas ele ainda acreditava em seu papa e ele continuou com suas penitências, buscando repouso, mas não o encontrando. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Um dia ele foi subindo de joelhos a &lt;i&gt;Scala Sancta&lt;/i&gt;, que hoje ainda está em Roma. Eu fiquei espantado de, no fim desta escada, ver pobres criaturas irem para cima e para baixo em seus joelhos na crença de que é aquela a escada que o nosso Senhor desceu quando Ele deixou a casa de Pilatos!&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Armando/Desktop/Projeto%20Spurgeon/serm%C3%B5es%20em%20Word%20completos/Lutero%20-%20Justifica%C3%A7%C3%A3o%20pela%20F%C3%A9.doc#_ftn2&quot;&gt;[2]&lt;/a&gt; Diz-se que alguns degraus são marcados com gotas de sangue a essas pobres almas – eu quase disse tolas – as mais devotas as beijam. Bem, Lutero foi subindo estes degraus um dia, quando esse mesmo texto que ele havia encontrado antes, no mosteiro, soou como um trovão em seus ouvidos: “O &lt;i&gt;justo viverá pela sua fé.&lt;/i&gt;” Ele levantou-se da prostração e desceu os degraus para nunca mais rastejar sobre eles novamente. Naquele tempo o Senhor trabalhou nele uma libertação completa da superstição e ele viu que não por padres, nem sacerdócio, nem penitências, nem por qualquer coisa que ele podia fazer era para ele viver, mas que ele deve viver pela sua fé. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Nosso texto de hoje de manhã pôs o monge em liberdade e colocou a sua alma em chamas! Mal ele começou a acreditar nisso ele começou a viver no sentido de ser ativo. Neste momento um cavalheiro chamado Tetzel, estava marchando sobre toda a Alemanha vendendo o perdão dos pecados pelo dinheiro que pudesse ser pago. Não importa o seu crime, assim que o seu dinheiro tocar o fundo do caixa seus pecados irão embora! Lutero ouviu isso, ficou indignado e exclamou: “&lt;i&gt;Vou fazer um buraco em seu tambor&lt;/i&gt;“, que com certeza ele fez em vários outros tambores! A apregoação de suas teses na porta da igreja era de certa forma silenciar a música da indulgência! Lutero proclamou perdão do pecado pela fé em Cristo sem dinheiro e sem preço e as indulgências do papa foram logo objetos de escárnio. &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Lutero viveu pela sua fé e, portanto, aquele que de outra forma poderia ter vivido tranquilamente, denunciou o erro furiosamente como um leão ruge em cima de sua presa. A fé que havia nele o encheu de vida intensa e ele mergulhou em uma guerra com o inimigo. Depois de alguns anos, ele foi convocado para ir para Augsburg&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Armando/Desktop/Projeto%20Spurgeon/serm%C3%B5es%20em%20Word%20completos/Lutero%20-%20Justifica%C3%A7%C3%A3o%20pela%20F%C3%A9.doc#_ftn3&quot;&gt;[3]&lt;/a&gt;, apesar de seus amigos o aconselharam a não ir. Lá o chamaram de herege, para responder por si mesmo na Dieta de Worms&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Armando/Desktop/Projeto%20Spurgeon/serm%C3%B5es%20em%20Word%20completos/Lutero%20-%20Justifica%C3%A7%C3%A3o%20pela%20F%C3%A9.doc#_ftn4&quot;&gt;[4]&lt;/a&gt;. E todo mundo ordenou-lhe que ficasse longe, pois ele com certeza seria queimado, mas ele sentiu que era necessário testemunhar e, portanto, em um vagão, ele passou de vila em vila e cidade em cidade, pregando conforme seguia! As pessoas pobres saiam para agitar as mãos para o homem que estava de pé para Cristo e para o Evangelho com o risco de sua vida. Você se lembra de como ele se colocou diante daquela augusta assembleia e embora ele soubesse, tanto quanto o poder humano foi, que sua defesa lhe custaria a vida, para ela, provavelmente, ser comprometida com as chamas, como John Huss&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Armando/Desktop/Projeto%20Spurgeon/serm%C3%B5es%20em%20Word%20completos/Lutero%20-%20Justifica%C3%A7%C3%A3o%20pela%20F%C3%A9.doc#_ftn5&quot;&gt;[5]&lt;/a&gt;, mas ele se portou como homem para o Senhor, seu Deus? &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
Naquele dia na Dieta do Sacro Império Romano-Germânico, Lutero fez um trabalho para que dez mil vezes as mães de milhares de crianças tenham bendito seu nome e abençoado, ainda mais, o nome do Senhor seu Deus! Para colocá-lo fora de perigo por um tempo, um amigo prudente a mando do eleitor da Saxônia, Frederico II, o sábio, o levou prisioneiro e o manteve fora da contenda, no castelo de Wartburg&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Armando/Desktop/Projeto%20Spurgeon/serm%C3%B5es%20em%20Word%20completos/Lutero%20-%20Justifica%C3%A7%C3%A3o%20pela%20F%C3%A9.doc#_ftn6&quot;&gt;[6]&lt;/a&gt;. Lá ele teve bons dias, descansando, estudando, traduzindo, fazendo música e se preparando para o futuro, que seria muito agitado. Ele fez tudo que um homem pode fazer para estar fora da briga, mas, “&lt;i&gt;o justo viverá pela sua fé&lt;/i&gt;“, e Lutero não poderia ser enterrado vivo – ele precisa atingir o trabalho de sua vida! Ele manda dizer aos seus amigos que estava vindo e logo estaria com eles, e de repente ele apareceu em Wittenberg. O príncipe pretendia tê-lo mantido no exílio um pouco mais de tempo, mas Lutero deve viver e quanto Eleitor temia por não poder protegê-lo, Lutero escreveu a ele, “Eu venho com muito maior proteção do que o sua, não, eu mantenho que eu sou mais provável para proteger sua graça do que Vossa excelência me proteger! Ele que tem a fé mais forte é o melhor protetor”. &lt;/div&gt;
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Lutero aprendeu a ser independente de todos os homens, pois ele lançou-se sobre o seu Deus! Ele tinha todo o mundo contra ele e ainda viveu alegremente. Se o Papa excomungou, ele queimou a bula de excomunhão! Se o Imperador o ameaçou, ele alegrou-se porque se lembrou das palavras do Senhor: “&lt;i&gt;Os reis da terra se levantam, e os príncipes dos países juntos. Aquele que está sentado nos céus se rirá&lt;/i&gt;” (Salmo 2). Quando eles disseram-lhe: “Onde você vai encontrar abrigo se o Eleitor não protegê-lo?”. Ele respondeu: “Sob o escudo amplo de Deus”. Lutero não podia ficar parado. Ele tinha que escrever e falar! E oh, com que confiança ele falou! Dúvidas sobre Deus e as Escrituras ele abominava! Melancthon&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Armando/Desktop/Projeto%20Spurgeon/serm%C3%B5es%20em%20Word%20completos/Lutero%20-%20Justifica%C3%A7%C3%A3o%20pela%20F%C3%A9.doc#_ftn7&quot;&gt;[7]&lt;/a&gt; diz que ele não era dogmático. Prefiro diferenciar de Melanchton, e acho Lutero era o chefe dos dogmáticos! Ele chamou Melancthon chamado “aquele que pisa docemente”, e eu me pergunto o que teríamos feito se Lutero tivesse sido como Melancthon também? &lt;/div&gt;
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Os tempos precisavam de um líder firme com a certeza e fé que fizeram de Lutero o que ele é durante todos esses anos, apesar de suas muitas dores e enfermidades. Ele era um Titã, um gigante, um homem de calibre mental e físico esplendidamente forte, mas a sua vida e força principal estava em sua fé. Ele sofreu muito com os exercícios da mente e do corpo através de doenças. E estas poderiam muito bem ter ocasionado uma exibição de fraqueza, mas a fraqueza não aparece, pois quando ele acreditava, ele estava tão certo do que ele acreditava como se disso dependesse sua própria existência e, portanto, ele era forte. Se todos os anjos do céu tivessem passado por ele e cada um tivesse assegurado a Verdade de Deus, ele não teria agradecido por seu testemunho, pois ele creu em Deus, sem o testemunho de anjos ou homens! Ele pensou que a Palavra de testemunho divino é mais certa do que qualquer coisa que os serafins poderiam dizer! Este homem foi forçado a viver por sua fé, pois ele era um homem de alma tempestuosa e somente a fé poderia falar de paz a ele. &lt;/div&gt;
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As agitações trouxeram sobre ele, depois de tudo, depressões de espírito e, em seguida, ele precisava de fé em Deus. Se você ler a vida espiritual dele, você vai achar que foi um trabalho árduo, às vezes, para ele manter sua alma em vida. Sendo um homem de paixões como nós, e cheio de imperfeições&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Armando/Desktop/Projeto%20Spurgeon/serm%C3%B5es%20em%20Word%20completos/Lutero%20-%20Justifica%C3%A7%C3%A3o%20pela%20F%C3%A9.doc#_ftn8&quot;&gt;[8]&lt;/a&gt;, ele era, às vezes, como os mais desalentados e desesperados e fracos entre nós. Tamanha dor dentro dele ameaçou explodir o seu coração poderoso. Tanto ele quanto João Calvino frequentemente suspiraram pelo descanso do Céu, porque não amou a contenda em que habitava, mas teria sido feliz em pacificamente alimentar o rebanho de Deus na terra e depois de entrar em descanso. Estes homens habitaram com Deus na santa ousadia de viver em oração, ou então não poderiam ter vivido tudo o que viveram. A fé de Lutero se prendeu à cruz de nosso Senhor e não seria movida dele. Ele acreditava no perdão dos pecados e não podia se dar ao luxo de duvidar. &lt;/div&gt;
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Ele lançou âncora na Sagrada Escritura e rejeitou todas as invenções de clérigos e de todas as tradições dos pais. Ele assegurou a Verdade do Evangelho e nunca duvidou, mas o que iria prevalecer apesar da Terra e do Inferno foi jogado contra ele. Quando ele veio para morrer, seu velho inimigo atacou ferozmente, mas quando lhe perguntei se ele tinha a mesma fé, dele, “Sim”, foi positivo o suficiente! Eles não precisavam ter perguntado isso para ele, eles deveriam ter certeza disso. E agora, hoje, as verdades de Deus proclamadas por Lutero continuam a ser pregadas e serão até o nosso Senhor, Ele mesmo, vir! Então a Cidade Santa não precisará de vela ou da luz do sol, porque o Senhor, Ele mesmo, será a Luz de Suas pessoas! (Apocalipse 22) Mas até lá temos de brilhar com a luz do Evangelho para o nosso melhor. Irmãos e irmãs, vamos nos posicionar a Ele que, como Lutero, vivia pela fé, mesmo assim vamos e que Deus o Espírito Santo opere em nós mais do que fé. Amém e Amém! &lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;FONTE&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;
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Traduzido de &lt;a href=&quot;http://www.spurgeongems.org/vols28-30/chs1749.pdf&quot;&gt;http://www.spurgeongems.org/vols28-30/chs1749.pdf&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;
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&lt;i&gt;Todo direito de tradução protegido por lei internacional de domínio público e com permissão&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;
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&lt;i&gt;&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;
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Sermão nº 1749—Volume 29 do The &lt;i&gt;Metropolitan Tabernacle Pulpit&lt;/i&gt;, &lt;/div&gt;
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Original em inglês: &lt;i&gt;A Luther Sermon at the Tabernacle&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;
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Tradução: Kamilla Araujo &lt;/div&gt;
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Revisão: Helio Sales &lt;/div&gt;
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Prova e diagramação: Armando Marcos &lt;/div&gt;
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Capa: Beatriz Rustiguel &lt;/div&gt;
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&lt;i&gt;27 de Outubro de 2011 &lt;/i&gt; &lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;Projeto Spurgeon – Proclamando a CRISTO crucificado. &lt;/b&gt; &lt;/div&gt;
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Projeto de tradução de sermões, devocionais e livros do pregador batista reformado Charles Haddon Spurgeon (1834-1892) para glória de Deus em Cristo Jesus, pelo poder do Espírito Santo, para edificação da Igreja e salvação e conversão de incrédulos de seus pecados. &lt;/div&gt;
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&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Armando/Desktop/Download/www.projetospurgeon.com.br&quot;&gt;www.projetospurgeon.com.br&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;
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@ProjetoSpurgeon &lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Armando/Desktop/Projeto%20Spurgeon/serm%C3%B5es%20em%20Word%20completos/Lutero%20-%20Justifica%C3%A7%C3%A3o%20pela%20F%C3%A9.doc#_ftnref1&quot;&gt;&lt;b&gt;[1]&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt; Uma viagem que Lutero&lt;/b&gt; precisou fazer em nome de seu monastério para resolver uma questão eclesiástica &lt;/div&gt;
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&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Armando/Desktop/Projeto%20Spurgeon/serm%C3%B5es%20em%20Word%20completos/Lutero%20-%20Justifica%C3%A7%C3%A3o%20pela%20F%C3%A9.doc#_ftnref2&quot;&gt;&lt;b&gt;[2]&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt; Spurgeon&lt;/b&gt; visitou Roma em 1864; em uma viagem de férias, quando ainda eram Estados Pontifícios, antes da Unificação da Itália. A &lt;i&gt;Scala Santa&lt;/i&gt; é ainda no Vaticano centro de peregrinação e de turismo, em grande parte por conta realmente da superstição relatada por Spurgeon (N. Do revisor) &lt;/div&gt;
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&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Armando/Desktop/Projeto%20Spurgeon/serm%C3%B5es%20em%20Word%20completos/Lutero%20-%20Justifica%C3%A7%C3%A3o%20pela%20F%C3%A9.doc#_ftnref3&quot;&gt;[3]&lt;/a&gt; &lt;b&gt;Lutero &lt;/b&gt;foi convidado a ir a Roma para explicar-se de suas teses: recusou-se a fazê-lo, alegando razões de saúde; e pretendeu uma audiência em território alemão. O seu pedido baseava-se no argumento (Gravamina) da Nação Alemã. Seu pedido foi aceito, ele foi convidado para uma audiência com o cardeal Caetano de Vio (Tomás Caetano), durante a reunião das cortes (Reichstag) imperiais de Augsburg. Entre 12 e 14 de outubro de 1518, Lutero falou a Caetano. Este pediu-lhe que revogasse sua doutrina. Lutero recusou-se a fazê-lo. (Wikipédia) &lt;/div&gt;
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&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Armando/Desktop/Projeto%20Spurgeon/serm%C3%B5es%20em%20Word%20completos/Lutero%20-%20Justifica%C3%A7%C3%A3o%20pela%20F%C3%A9.doc#_ftnref4&quot;&gt;&lt;b&gt;[4]&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt; A Dieta de Worms&lt;/b&gt; (foi uma reunião de cúpula oficial, governamental e religiosa, chefiada pelo imperador Carlos V que teve lugar na cidade de Worms (Alemanha), entre os dias 28 de Janeiro e 25 de Maio de 1521, mais conhecida pelas decisões que dizem respeito a Martinho Lutero e os efeitos subsequentes na Reforma Protestante. Lutero foi convocado à Dieta para desmentir suas 95 teses, no entanto ele as defendeu e pediu a reforma da Igreja Católica, entre 16 e 18 de Abril de 1521., o qual ele não fez, sendo assim declarado herege e fugitivo (Fonte: Wikipédia) &lt;/div&gt;
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&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Armando/Desktop/Projeto%20Spurgeon/serm%C3%B5es%20em%20Word%20completos/Lutero%20-%20Justifica%C3%A7%C3%A3o%20pela%20F%C3%A9.doc#_ftnref5&quot;&gt;[5]&lt;/a&gt; &lt;b&gt;Jan Hus&lt;/b&gt; (Husinec, 1369 – Constança, 6 de Julho de 1415) foi um pensador e reformador religioso. Ele iniciou um movimento religioso baseado nas ideias de John Wycliffe. Os seus seguidores ficaram conhecidos como os hussitas. A Igreja Católica não perdoou tais rebeliões e ele foi excomungado em 1410. Condenado pelo Concílio de Constança, foi queimado vivo. (Wikipédia) &lt;/div&gt;
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&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Armando/Desktop/Projeto%20Spurgeon/serm%C3%B5es%20em%20Word%20completos/Lutero%20-%20Justifica%C3%A7%C3%A3o%20pela%20F%C3%A9.doc#_ftnref6&quot;&gt;[6]&lt;/a&gt; &lt;b&gt;Frederico, o sábio&lt;/b&gt; ordenou que Lutero fosse capturado por um grupo de homens mascarados a cavalo, que o levaram para o Castelo de Wartburg, em Eisenach, onde ele permaneceu por cerca de um ano. Deixou crescer a barba e tomou as vestes de um cavaleiro, assumindo o pseudônimo de Jörg. Durante esse período de retiro forçado, Lutero trabalhou na sua célebre tradução da Bíblia para o alemão. (Wikipédia) &lt;/div&gt;
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&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Armando/Desktop/Projeto%20Spurgeon/serm%C3%B5es%20em%20Word%20completos/Lutero%20-%20Justifica%C3%A7%C3%A3o%20pela%20F%C3%A9.doc#_ftnref7&quot;&gt;[7]&lt;/a&gt; &lt;b&gt;Philipp Melanchthon&lt;/b&gt; (em português Filipe Melâncton; Bretten, 16 de fevereiro de 1497 — Wittenberg, 29 de abril de 1560) foi um reformador alemão. Colaborador de Lutero, redigiu a Confissão de Augsburgo (1530) e converteu-se no principal líder do luteranismo após a morte do próprio Lutero. (Wikipédia) &lt;/div&gt;
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&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Armando/Desktop/Projeto%20Spurgeon/serm%C3%B5es%20em%20Word%20completos/Lutero%20-%20Justifica%C3%A7%C3%A3o%20pela%20F%C3%A9.doc#_ftnref8&quot;&gt;[8]&lt;/a&gt; Certamente, Lutero não foi perfeito, e é repudiável os escritos de Lutero que recomendavam a matança dos camponeses rebeldes de 1524 e seus escritos contra os judeus que hoje podem ser considerados anti-semitas (Nota do editor do Projeto Spurgeon) &lt;/div&gt;
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&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: &#39;comic sans ms&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;
Sem sombra de dúvidas vivemos em mundo extremamente agitado. De fato, temos tanta coisa para fazer que se pudéssemos transformaríamos as 24 horas do dia em 30.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: &#39;comic sans ms&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: &#39;comic sans ms&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;
Escola, faculdade, serviços domésticos, trânsito, trabalho, além de outras coisas mais entopem a nossa agenda de atividades. Quando chega o domingo então, é aquela correria! É almoço na casa da sogra, é botar a conversa em dia com cunhado, brincar com os filhos, dar assistência ao cônjuge, ir a igreja e outras coisas mais. No final do dia, quando o culto termina, lembramos que em algumas horas tudo começará de novo, e em virtude disso, tomado pelo senso de urgência &quot;metemos o pé&quot; saindo rapidamente da igreja.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: &#39;comic sans ms&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: &#39;comic sans ms&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;
Pois é, a correria é fogo não é verdade? Por causa dela não dedicamos mais tempo em comunhão com os nossos irmãos. A consequência disso é que não criamos vínculos afetivos com aqueles que conosco congregam, proporcionando por conseguinte uma enorme fragilidade relacional.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: &#39;comic sans ms&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: &#39;comic sans ms&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;
Ora, é claro que existem pessoas que não desejam se expor e em virtude disso, não se relacionam com ninguém. Todavia, os crentes em &amp;nbsp;Jesus são chamados pelo Senhor a desenvolverem relacionamentos saudáveis na &quot;Communion Sanctos&quot;.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: &#39;comic sans ms&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Isto, posto, gostaria de lhe dar algumas sugestões práticas:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: &#39;comic sans ms&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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1- Ao terminar o culto não vá embora imediatamente, antes pelo contrário, permaneça no hall de entrada, ou na cantina, ou nos pequenos círculos de comunhão compartilhando da graça de Deus.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: &#39;comic sans ms&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: &#39;comic sans ms&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;
2- Não se isole. O que adianta permanecer no local e se distanciar-se da comunhão? Ora, vença a timidez, deixe de lado a vergonha, comprimente as pessoas, faça novas amizades.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: &#39;comic sans ms&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: &#39;comic sans ms&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;
3- Celebre a vida! Ria com os amigos, compartilhe emoções.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: &#39;comic sans ms&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: &#39;comic sans ms&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;
4- Não se tranque no carro. Tem gente que basta ouvir a bênção apostólica que corre para o carro. Não faça isso! Abra-se para vida! Permita-se relacionar-se com outras pessoas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: &#39;comic sans ms&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: &#39;comic sans ms&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;
5- Compartilhe lutas, tristezas e dramas com seus irmãos em Cristo e peça oração.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: &#39;comic sans ms&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: &#39;comic sans ms&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;
6- Estabeleça alianças duradouras, chore com os que choram, alegre-se com os que se alegram.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: &#39;comic sans ms&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: &#39;comic sans ms&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;
7- E por fim tome muito cuidado com o isolamento, mesmo porque, o adversário de nossas almas é astuto, e sabe que a melhor forma de atingir um crente é isolando-o da comunhão.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: &#39;comic sans ms&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: &#39;comic sans ms&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;
Naquele que nos une!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: &#39;comic sans ms&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: &#39;comic sans ms&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;
Renato Vargens&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Siga-me no twitter: @Revclaudioluis
http://feeds.feedburner.com/blogspot/wJJVp&lt;/div&gt;</description><link>http://teologandoreforma.blogspot.com/2012/11/a-igreja-local-e-comunhao-ao-final-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2854828073071338666.post-5178158958209455809</guid><pubDate>Tue, 02 Oct 2012 10:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-10-02T03:45:20.862-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">João Calvino</category><title>A vida cristã não se reduz a mera profissão de lábios</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;&quot;&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj2j1Gqm_IBYut-IIhcA5V3FDSNVOUlOc2jvD6veZx7emZlb4FmF_4mgcjPG3mT8_lHxaCHqWwGGT5ssa3Txlmz8fMgEgvJD4E4RTmBE22S6I3cFVM33_tTDvZHTzmTZLMkqWWoEtFU8_4/s1600/Calvino.jpg&quot; style=&quot;clear: left; color: #1155cc; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj2j1Gqm_IBYut-IIhcA5V3FDSNVOUlOc2jvD6veZx7emZlb4FmF_4mgcjPG3mT8_lHxaCHqWwGGT5ssa3Txlmz8fMgEgvJD4E4RTmBE22S6I3cFVM33_tTDvZHTzmTZLMkqWWoEtFU8_4/s200/Calvino.jpg&quot; style=&quot;border: 0px;&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;por João Calvino&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;E este é o lugar apropriado para dirigir-me aos que não têm Cristo além de um título exterior, e com isso já pretendem ser &amp;nbsp;tidos como&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;i&gt;cristãos&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;. 130 Afinal, com que despropósito se gloriam de seu sagrado nome quando, na realidade, nada há de intercâmbio com Cristo, a não ser com aqueles que da palavra do evangelho atingiram o reto conhecimento dele! Com efeito, o Apóstolo nega que aprenderam corretamente a Cristo todos aqueles que não foram ensinados que, despido o homem velho, que se corrompe segundo os desejos do erro, têm de vestir-se de Cristo [Ef 4.22-24].&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #444444; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;&quot; /&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Portanto, por mais eloquente e fluentemente falam acerca do evangelho, são acusados de falsamente, e até com agravo, arrogar-se o conhecimento de Cristo.&amp;nbsp;&lt;b&gt;Ora, esta não é uma doutrina de língua, mas de vida; não é apreendida apenas pelo intelecto e pela memória, como as restantes disciplinas, mas, afinal, é recebida então quando possui toda a alma e acha assento e guarida no afeto íntimo do coração&lt;/b&gt;. Logo, ou deixem de jactar-se afrontosamente contra Deus, daquilo que não são, ou se mostrem discípulos não indignos de Cristo,&amp;nbsp;&lt;i&gt;seu&amp;nbsp;&lt;/i&gt;Mestre.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Temos dado o primeiro lugar à doutrina, na qual se contém nossa religião, uma vez que nossa salvação tem nela o ponto de partida. Mas, é necessário que ela nos seja penetrada no coração e&amp;nbsp;&lt;i&gt;nos&amp;nbsp;&lt;/i&gt;seja traduzida no modo de viver, e nos transforme a tal condição que não nos seja infrutífera. Se com razão os filósofos se inflamam contra aqueles que, em professando uma arte que deva ser-lhes a mestra da vida, a convertem em loquacidade sofística, e os eliminam ignominiosamente de sua clã, com quanto mais razão teremos de detestar esses sofistas fúteis que se contentam em tagarelar o evangelho com os lábios.&amp;nbsp;&lt;i&gt;Evangelho&amp;nbsp;&lt;/i&gt;cuja eficácia deveria penetrar nos mais profundos afetos do coração, arraigar-se na alma e afetar o homem por inteiro, cem vezes mais do que as frias exortações dos filósofos.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;João Calvino. Institutas da Religião Cristã.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;______________________________&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;______________________________&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;_______________&lt;br /&gt;130. Primeira edição: “E aqui é o lugar de trazer às falas aqueles que, nada tendo de Cristo senão o nome e a marca, querem, no entanto, ser chamados&amp;nbsp;&lt;i&gt;cristãos&lt;/i&gt;.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Siga-me no twitter: @Revclaudioluis
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&lt;br /&gt;
&lt;h2 style=&quot;background-color: white; color: #1155cc; font-family: arial, sans-serif; font-size: 18px; margin: 0px; max-width: 650px;&quot;&gt;
&lt;/h2&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; max-width: 650px; padding-top: 0.5em;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0px;&quot;&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;margin: 0px;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhMDyrZnZZ5Ff0TigjdxXFN4rI3rgrtXtYY70Ih_FxCBj0oo9rhH1AkAzMIUHFK96bXdTRrIU4Yok77xCm34iYTiPAH5lYwT6Ufs03RB0ueSfGkXItQ4YaYU720lm3DwUvILhh0YItJPzA/s1600/aagv001366_thumb.jpg&quot; style=&quot;color: #1155cc;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhMDyrZnZZ5Ff0TigjdxXFN4rI3rgrtXtYY70Ih_FxCBj0oo9rhH1AkAzMIUHFK96bXdTRrIU4Yok77xCm34iYTiPAH5lYwT6Ufs03RB0ueSfGkXItQ4YaYU720lm3DwUvILhh0YItJPzA/s400/aagv001366_thumb.jpg&quot; style=&quot;border-width: 0px; display: block; margin: 0px auto 10px; min-height: 399px; text-align: center; width: 500px;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;O reformador francês João Calvino via a pregação do evangelho como o centro da vida e obra da igreja. Ele cria que a pregação era central na igreja porque ela era o modo de Deus salvar o Seu povo, até o ponto dele se considerar também um ouvinte: &quot;Quando eu subo ao púlpito não é para ensinar os outros somente. Eu não me retiro aparte, visto que eu devo ser um estudante, e a Palavra que procede da minha boca deve servir para mim assim como para você, ou ela será o pior para mim. &quot;, dizia ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para Calvino a pregação da Palavra era um meio de graça para o povo de Deus - “Quando nos reunimos em nome de Deus”, ele dizia, “não é para ouvir meros cânticos&quot; (diferentemente da nossa geração que valoriza extravagantemente o momento de louvor). Para Calvino, os que desenvolviam tais práticas se alimentavam exclusivamente de vento. Além disso, Calvino cria que a pregação deveria ser “sem exibição”, para que o povo de Deus pudesse reconhecer nela a Palavra de Deus e para que o próprio Deus, e não o pregador pudesse ser honrado e obedecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A luz deste background gostaria de trazer 10 razões porque a pregação das Escrituras deve ocupar o centro do nosso culto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1- Cristo é exaltado.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;As Escrituras quando pregadas exaltam o nome do Senhor. É impossível expor a Bíblia sem que o nome do Eterno seja glorificado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2- O homem é humilhado.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;A Exposição das Escrituras aponta para o estado de miserabilidade do homem. A pregação da Bíblia revela quem somos, nossas incongruências, idiossincrasias e pecaminosidade, revelando-nos que fora de Cristo todos estão mortos em seus delitos e pecados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3- Somos reanimados no Senhor.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;As Escrituras quando pregadas trazem sobre a finitude humana, o poder infinito de um Deus Soberano proporcionando com isso o reascendimento da chama da esperança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4- Nossa psiquê é envolvida por graça.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;A Palavra de Deus quando pregada traz remédio para a alma cansada, refrigério para o abatido, alento para o desesperançoso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;5- A Igreja é edificada.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Quando a Bíblia é proclamada nossas igrejas são edificadas. A exposição das Escrituras, ao contrário dos movimentos vazios contemporâneos, fazem com que o povo de Cristo cresça no conhecimento do Senhor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;6- Somos protegidos dos erros doutrinários.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Calvino costumava dizer que as Escrituras Sagradas é o escudo que nos protege do erro. A Bíblia quando pregada nos traz orientações importantíssimas que se aplicadas em nosso cotidiano nos protegem das heresias e distorções teológicas propagadas pelos falsos profetas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;7- Nos tornamos pessoas mais comprometidas com Cristo.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;As Escrituras quando pregadas nos desafiam a viver como Cristo viveu. A Bíblia quando proclamada nos leva a desejarmos viver a vida cristã de forma santa, pura e abnegada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;8- Vivemos para a glória de Deus.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;A Bíblia quando pregada leva-nos a querer viver exclusivamente para a glória de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;9- Ansiamos pela volta do nosso Redentor.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;As Escrituras quando proclamadas nos levam a ima santa ansiedade pelo glorioso dia em que o Rei dos reis e Senhor dos Senhores voltará para a sua igreja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;10- Somos reavivados.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;A Bíblia quando pregada reaviva nossa alma, aquece os corações, desperta-nos para oração, desafia-nos a intercessão enchendo nossos corações com o santo desejo de estar continuamente em sua santa presença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pense nisso!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: Pr Renato Vargens em seu&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;color: #1155cc;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://renatovargens.blogspot.com/2011/12/10-razoes-porque-pregacao-da-palavra.html&quot; style=&quot;color: #1155cc;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;blog&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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