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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;CUYFRXY8fCp7ImA9WhRVE0U.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7616284229363662906</id><updated>2012-01-12T07:45:14.874-08:00</updated><category term="relações associativas" /><category term="linguistica" /><category term="arbitrarideade relativa" /><category term="in presentia" /><category term="forma" /><category term="pensamentos saussurianos" /><category term="in absentia" /><category term="Lingüstica Moderna" /><category term="sígno" /><category term="diacronia" /><category term="desmotivado" /><category term="entidade psíquica" /><category term="imagístico" /><category term="Ferdinand de Saussure" /><category term="Lingüística" /><category term="unidades lingüísticas" /><category term="fala lingua" /><category term="teorias do Signo" /><category term="valor" /><category term="sincronia" /><category term="significante e significado" /><category term="organização do pensamento através dos signos da fala" /><category term="linguistica saussuriana" /><category term="Relação língua/realidade/pesamento/" /><category term="arbitrariedade absoluta" /><category term="função" /><category term="linguistica evolutiva" /><category term="linguistica estática" /><category term="sincronia e diacronia" /><category term="linguagem" /><category term="símbolo" /><category term="dicotomia" /><category term="figura vocal" /><category term="norma" /><category term="relações paradigmáticas" /><category term="arbitrariedade do signo" /><category term="ícone" /><category term="Estruturalismo" /><category term="Saussure" /><category term="entidade linguistica" /><category term="dicotomias saussurianas" /><title>lingüístic@.com</title><subtitle type="html" /><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://linguisticacom.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://linguisticacom.blogspot.com/" /><author><name>Chris Cunha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06737388706358499886</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="15" height="32" src="http://bp1.blogger.com/_2jqRJ-Jj7-Y/R6J1qUrsX5I/AAAAAAAAAiM/eCS70c1X7PM/S220/20071110101232_262859.png" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>10</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/blogspot/whBcb" /><feedburner:info uri="blogspot/whbcb" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;CkIFRn48eip7ImA9WxdREkk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7616284229363662906.post-74587303917100042</id><published>2008-02-12T11:50:00.000-08:00</published><updated>2008-05-31T06:28:37.072-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-05-31T06:28:37.072-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="unidades lingüísticas" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="in absentia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="in presentia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="relações associativas" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="relações paradigmáticas" /><title>Relações sintagmáticas e relações associativas (ou paradigmáticas).</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/as0J4rR78ymxvnIeMytAENJABU0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/as0J4rR78ymxvnIeMytAENJABU0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/as0J4rR78ymxvnIeMytAENJABU0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/as0J4rR78ymxvnIeMytAENJABU0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;Deste duplo ponto de vista, uma unidade lingüística é comparável a uma parte determinada de um edifício, uma coluna, por exemplo; a coluna se acha, de um lado, numa certa relação com a arquitrave que a sustém; essa disposição de duas unidades igualmente presentes no espaço faz pensar na relação sintagmática; de outro lado, se a coluna é de ordem dórica, ela evoca a comparação mental com outras ordens (jônica, corintia, etc.), que são elementos não presentes no espaço: a relação é associativa.(CLG, p. 143).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 198pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ao comparar as duas naturezas de relações das unidades lingüísticas com uma &lt;i style=""&gt;coluna que sustém uma arquitrave de uma determinada parte de um edifício &lt;/i&gt;Saussure nos deu elementos analógicos para facilitar a compreensão de como estas relações ocorrem num dado momento de fala.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ao referir coluna e arquitrave ele nos faz pensar em dois eixos; um vertical e outro horizontal, onde o primeiro eixo representa as relações associativas, ou paradigmáticas, e o segundo, as relações sintagmáticas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Quando afirma que&lt;i style=""&gt; essa disposição de duas unidades igualmente presentes no espaço faz pensar na relação sintagmática, &lt;/i&gt;ele expõe a natureza das relações no eixo sintagmático, uma vez que nos faz pensar que, para que ocorram tais relações, se faz necessária a intervenção de um eixo sobre o outro; o eixo sintagmático acontece, se realiza, em função &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;linear do tempo e com base no eixo paradigmático que o sustém.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Por último, com a afirmativa de que &lt;i style=""&gt;se a coluna é de ordem dórica, ela evoca a comparação mental com outras ordens (jônica, corintia, etc), &lt;/i&gt;o mestre revela o caráter associativo das relações paradigmáticas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Saussure imaginou que esses dois eixos, coluna e arquitrave, funcionariam na mente do falante. A coluna – eixo paradigmático - corresponderia ao arquivo ou acervo lingüístico que cada falante trás de sua língua e que se relacionam, por associação, na memória. A arquitrave corresponderia às regras de uso da língua, que nos faz buscar um elemento no eixo associativo e lançá-lo ao eixo dos sintagmas de forma opositiva. Logo, se percebe que, ao escolher, por exemplo, entre todos os verbos apenas um que melhor se encaixe com a proposta semântica da mensagem, descarta-se, automaticamente, a utilização de todos os outros verbos com potencialidade para ser aplicado na situação de fala. A essa exclusão Saussure chamou: &lt;i style=""&gt;in absentia.&lt;/i&gt; Porém, ao se lançar este mesmo verbo na arquitrave – eixo sintagmático; das relações opositivas – faz-se necessária a observação de sua relação com os demais elementos da oração; é na presença dos demais elementos que se consolidará a escolha e se dará a aplicação do mesmo. A essa verificação com compromisso semântico o mestre chamou: &lt;i style=""&gt;in presentia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;No eixo associativo as unidades lingüísticas são organizadas mnemonicamente a partir de um ou mais elementos comuns. Essas associações se verificam no nível de signo, significado e significante.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;No eixo sintagmático as unidades lingüísticas se relacionam de forma opositiva após terem sido escolhidas do eixo das associações e mantêm, umas com as outras, um compromisso global com a semântica textual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7616284229363662906-74587303917100042?l=linguisticacom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/whBcb/~4/CKMq-RVjqDk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://linguisticacom.blogspot.com/feeds/74587303917100042/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7616284229363662906&amp;postID=74587303917100042&amp;isPopup=true" title="19 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7616284229363662906/posts/default/74587303917100042?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7616284229363662906/posts/default/74587303917100042?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/whBcb/~3/CKMq-RVjqDk/relaes-sintagmticas-e-relaes.html" title="Relações sintagmáticas e relações associativas (ou paradigmáticas)." /><author><name>Chris Cunha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06737388706358499886</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="15" height="32" src="http://bp1.blogger.com/_2jqRJ-Jj7-Y/R6J1qUrsX5I/AAAAAAAAAiM/eCS70c1X7PM/S220/20071110101232_262859.png" /></author><thr:total>19</thr:total><feedburner:origLink>http://linguisticacom.blogspot.com/2008/02/relaes-sintagmticas-e-relaes.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0ACQHc4cSp7ImA9WxZTFk8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7616284229363662906.post-8217460860131105891</id><published>2008-01-17T20:11:00.001-08:00</published><updated>2008-01-17T20:16:01.939-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-01-17T20:16:01.939-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="diacronia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="linguistica evolutiva" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="linguistica saussuriana" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sincronia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="linguistica estática" /><title>Sincronia e Diacronia: aspectos estático e evolutivo da língua.</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DILgZMFE4wKQRKfYhrUczpzwb0k/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DILgZMFE4wKQRKfYhrUczpzwb0k/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DILgZMFE4wKQRKfYhrUczpzwb0k/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DILgZMFE4wKQRKfYhrUczpzwb0k/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Bom, após um “curto” período de “férias”, estamos aqui, novamente, para retomarmos os nossos assuntos lingüísticos. E assim, sem mais delongas, vamos aos conceitos saussurianos de sincronia e diacronia...&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Para Saussure, havia duas formas da ciência lingüística observar a língua: &lt;i style=""&gt;em sua época &lt;/i&gt;e &lt;i style=""&gt;através do tempo. &lt;/i&gt;O único problema da Lingüística, com relação a este ponto, seria justamente o fato da língua ocorrer, ao mesmo tempo, &lt;i style=""&gt;em seu tempo&lt;/i&gt; e &lt;i style=""&gt;ao longo dele&lt;/i&gt;. O fato é que, se houvesse a possibilidade de se considerar cada coisa da língua em seu tempo e através do tempo, de forma que, de nenhum ponto de vista, uma coisa tivesse proeminência sobre a outra, a lingüística teria sido considerada uma ciência simples para o mestre de Genebra (ELG p. 79).&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Porém, não é o que acontece. A língua, ao mesmo tempo em que ocorre no presente relacionando idéias e formas de modo aparentemente estático, atualiza-se, passando do presente ao passado. Sua ocorrência se dá numa série de sucessões de estados lingüísticos, através do tempo. Desta forma, a lingüística se obriga a empregar dois pontos de vista, aparentemente dissociáveis, para analisar um mesmo objeto.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Saussure comparou a situação da língua e do lingüista diante do fator tempo com uma partida de xadrez (CLG p. 104/105), e desta forma, ilustrou qual poderia ser a melhor saída para o aparente impasse. &lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Considerando o jogo no momento exato em que chega um observador, pode-se daí fazer algumas considerações elucidativas a respeito do estudo da linguagem. Para tal observador, a posição atual assumida pelas peças, no tabuleiro, lhes dá uma noção exata da situação do jogo. Sua percepção de tal situação independe da forma como uma peça ou outra evoluiu dentro da partida até que assumisse a posição atual. Da mesma forma, para o cientista lingüístico compreender a língua e sua relação com o sistema é dispensável que se dedique a investigar o modo e os motivos pelos quais a língua observada alcançou a forma em uso no momento de sua observação. Essa visão estática, desvinculada das ocorrências anteriores que se deram ao longo do tempo é uma visão sincrônica. Uma abordagem diacrônica, retomando o jogo de xadrez, seria aquela que permitiria ao observador conhecer cada lance da partida até que as peças assumissem a posição atual. Tal observação o daria informações sobre as ocorrências. Sobre como um movimento de uma peça levou a outro sucessivamente e não mais sobre a situação atual do jogo. O objeto, forçosamente, deixaria de ser a situação para ser a evolução; funcionamento e processo histórico.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Desta forma, definiu o mestre que seria mais pertinente observar a língua sob o aspecto sincrônico do seu funcionamento, que do aspecto diacrônico para se obter como efeito uma melhor compreensão do mecanismo lingüístico.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Bom, é isso aí! Em breve estaremos pensando sobre os eixos sintagmático e paradigmático. Até lá!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7616284229363662906-8217460860131105891?l=linguisticacom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/whBcb/~4/qKAXGwkZ6e0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://linguisticacom.blogspot.com/feeds/8217460860131105891/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7616284229363662906&amp;postID=8217460860131105891&amp;isPopup=true" title="20 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7616284229363662906/posts/default/8217460860131105891?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7616284229363662906/posts/default/8217460860131105891?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/whBcb/~3/qKAXGwkZ6e0/sincronia-e-diacronia-aspectos-esttico.html" title="Sincronia e Diacronia: aspectos estático e evolutivo da língua." /><author><name>Chris Cunha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06737388706358499886</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="15" height="32" src="http://bp1.blogger.com/_2jqRJ-Jj7-Y/R6J1qUrsX5I/AAAAAAAAAiM/eCS70c1X7PM/S220/20071110101232_262859.png" /></author><thr:total>20</thr:total><feedburner:origLink>http://linguisticacom.blogspot.com/2008/01/sincronia-e-diacronia-aspectos-esttico.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUADQ3Y8fip7ImA9WxZSFUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7616284229363662906.post-3224491878256722337</id><published>2007-11-17T08:08:00.000-08:00</published><updated>2008-01-28T19:36:12.876-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-01-28T19:36:12.876-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="organização do pensamento através dos signos da fala" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="fala lingua" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="figura vocal" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="norma" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="dicotomias saussurianas" /><title>Língua x Fala</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jPnfItlEgrfpFT5l5Ek06RnCn0Y/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jPnfItlEgrfpFT5l5Ek06RnCn0Y/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jPnfItlEgrfpFT5l5Ek06RnCn0Y/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jPnfItlEgrfpFT5l5Ek06RnCn0Y/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Bom, agora já temos subsídios suficientes para compreendermos as &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;dicotomias saussurianas&lt;/span&gt;, que impressionaram mais pela sua complexidade que pela novidade no método de abordagem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;O pensamento do mestre à cerca de &lt;span style="color: rgb(102, 102, 102); font-style: italic;"&gt;língua&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;fala&lt;/span&gt; não é simplesmente de que ambos são, juntos, os componentes da linguagem. Seu pensamento vai além, porque aborda a &lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;l&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102); font-style: italic;"&gt;inguagem como algo que se divide em língua e fala, ao mesmo tempo, onde língua e fala se interligam&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt; &lt;/span&gt;(&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;CLG&lt;/span&gt;, 17 e &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;ELG&lt;/span&gt;, 24 e 60). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Uma coisa é tomarmos á língua, de forma autônoma, como ponto de partida - e nos formamos ouvindo que essa teria sido a opção saussuriana de abordagem - ou, ainda, investigarmos os fatos da fala isoladamente da língua, outra, é nos obrigarmos a admitir que a língua social, mental, não se perfaz sem a fala de forma que nem a alcançaríamos acaso fossemos uma sociedade áfona. Por isso, acreditou Saussure que a fala, através do signo, organiza o pensamento para a linguagem (&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;CLG&lt;/span&gt;, 130/131 e &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;ELG&lt;/span&gt;, 45). E fala individual - fenômeno acústico e psíquico - também não pode ser considerada sem a língua. Considerar apenas uma seqüência de ondas sonora - figura vocal - é possível, mas dirá respeito apenas às abordagens da Física. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Fica fácil perceber onde o lingüista amarrou seu burro, afinal, foi justamente diante de um objeto a ser analisado a partir de sua ligação com um outro objeto que, no momento de análise, estão forçosamente amalgamados (&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;ELG&lt;/span&gt;, 21/22).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Quem fala emite um som sobre o qual já considerou mentalmente. O som do que se fala, antes de ser físico, buscou uma impressão mental com valor lingüístico; buscou o signo. Só irá falar quem já tem em sua mente uma organização de significados unidos aos significantes de forma arbitrária, e que, apesar disso, não poderiam facilmente se desunir dentro do cérebro. Significado e significante ficam assim, armazenados, esperando a hora de entrarem na ciranda do discurso através da fala. Assim é que se pode afirmar que a língua, nos fatos da linguagem, se encontra na mente do falante; onde estão associados os conceitos às imagens acústicas (&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;CLG&lt;/span&gt;, 19/20 e &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;ELG&lt;/span&gt;, 22).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Fica assim entendido: &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Linguagem&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102); font-style: italic;"&gt;é o resultado da interação entre língua e fala&lt;/span&gt; e não simplesmente da associação, e muito menos da união, entre ambos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;É através da fala que a língua se atualiza e se transmite através do tempo e das pessoas, das comunidades de fala, e que os pensamentos são organizados em signos dentro da mente. E é pela língua que a fala se programa e acontece, ao mesmo tempo, no presente e no passado. A fala projetaria a língua para os fatos da fala; para a comunicação. A língua, por sua vez, resultaria das impressões da fala sobre o exercício mental, do esforço mental em traduzir os pensamentos em signos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;À realização individual da língua através da fala &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Coseriu&lt;/span&gt; (1973:97) chamou &lt;i style=""&gt;norma&lt;/i&gt;, que nada mais é que a fala como, de fato, ela é. (&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Carvalho&lt;/span&gt;, 82).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;E é isso! Espero você para pensarmos, juntos, a próxima dicotomia saussuriana: Sincronia e Diacronia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Bibliografia Consult&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;ada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;b style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:Georgia;" &gt;*&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Georgia;" &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;Além das sugeridas pelo&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);font-family:Georgia;" &gt;Lingüístic@.com&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Georgia;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;CARVALHO&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;, Castelar. Para compreender Saussure. Petrópolis-RJ, Vozes, 2002.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7616284229363662906-3224491878256722337?l=linguisticacom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/whBcb/~4/ndV5KPIImlg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://linguisticacom.blogspot.com/feeds/3224491878256722337/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7616284229363662906&amp;postID=3224491878256722337&amp;isPopup=true" title="6 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7616284229363662906/posts/default/3224491878256722337?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7616284229363662906/posts/default/3224491878256722337?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/whBcb/~3/ndV5KPIImlg/bom-agora-j-temos-subsdios-suficientes.html" title="Língua x Fala" /><author><name>Chris Cunha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06737388706358499886</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="15" height="32" src="http://bp1.blogger.com/_2jqRJ-Jj7-Y/R6J1qUrsX5I/AAAAAAAAAiM/eCS70c1X7PM/S220/20071110101232_262859.png" /></author><thr:total>6</thr:total><feedburner:origLink>http://linguisticacom.blogspot.com/2007/11/bom-agora-j-temos-subsdios-suficientes.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUEFRH05fCp7ImA9WxZSFUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7616284229363662906.post-6104356715532566345</id><published>2007-11-16T15:08:00.001-08:00</published><updated>2008-01-28T19:33:35.324-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-01-28T19:33:35.324-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="linguistica" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="fala lingua" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="linguagem" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="entidade linguistica" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="dicotomias saussurianas" /><title>Linguagem...</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_anK0NpPD7jLXqKEBVA6FcKjOPA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_anK0NpPD7jLXqKEBVA6FcKjOPA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_anK0NpPD7jLXqKEBVA6FcKjOPA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_anK0NpPD7jLXqKEBVA6FcKjOPA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;Retomando o nosso bate-papo sobre lingüística saussuriana, é bom relembrar o conceito de linguagem para Saussure, bem como o quanto considerou desafiante para a lingüística a determinação de uma &lt;/span&gt;&lt;i&gt;entidade lingüística&lt;/i&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;devido à própria situação de complexidade da linguagem e, de como surge a necessidade de “dividir” os elementos formadores da linguagem numa tentativa de se compreender o elo forçosamente existente entre eles.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;Segundo o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;CLG&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;, para Saussure, a linguagem possui um lado individual, a fala, e um lado social, a língua. Desta forma, a linguagem implicaria num sistema estabelecido e numa evolução; isto porque é uma instituição atual, ao mesmo tempo em que é, também, um produto do passado (&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;CLG&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;,16 e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;ELG&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;, 40).&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;De fato, é na situação de fala que a linguagem existe completamente. Porém, neste dado momento, todos os falantes colocam em prática uma língua dada; conhecida por todos e que é falada por sua comunidade desde sempre. Essa mesma língua é reinventada e atualizada no exato momento de sua execução através da fala, entretanto, no momento justo em que são pronunciados seus enunciados eles vão, na medida em que são articulados, ficando no passado.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;A&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;complexidade da linguagem não reside apenas no fato de ser uma entidade do presente e do passado, ao mesmo tempo. Sua condição dual também contribui para isso, o que dificulta para o lingüista a tarefa de determinar uma &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;entidade lingüística&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt; (&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;ELG&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;, 21).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;A dificuldade está justamente no elo entre os elementos constituintes da linguagem, que, separadamente, jamais pederiam ser representados por uma simples soma de fatores isolados e autônomos, e, sim, pela divisão de um só elemento em dois fatores autônomos e interdependentes. O que impossibilita ao pesquisador analisá-los separadamente como faria um químico ao analisar os elementos formadores do ar, por exemplo. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;O fato, é que, de um lado tem-se um fenômeno vocal como tal; o som ou a figura vocal, e do outro um fenômeno vocal como signo. O primeiro; um fato físico e objetivo, o segundo; um fato mental e subjetivo. (&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;ELG&lt;/span&gt;, 24/25).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;Se, como se pensava mesmo no tempo de Saussure – e ainda pensam alguns na atualidade, a dualidade bifurcasse som e idéia, a lingüística estaria diante de um elemento simples, uma vez que sua tarefa consistiria em determinar o que é de ordem física e o que é de ordem psíquica na linguagem.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;Porém, o que a lingüística tem a determinar, não está, para o mestre genebrino, num ou noutro elemento formador da linguagem, mas na ligação entre eles.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;E é justamente na complicação que se estabelece, ao se buscar compreender em que momento e de que forma, exatamente, uma seqüência de ondas sonoras se torna capaz de representar uma idéia, um conceito mentalmente unido a uma imagem acústica, que parece ter surgido a necessidade saussuriana de separar e dicotomizar os conceitos já existentes.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;E, assim, o fez Saussure: Dividiu o objeto de sua investigação sem, no entanto, desconsiderar o elo que faz com que cada elemento, abordado a partir de um dado ponto de vista, seja encarado como apenas um lado de uma mesma moeda.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;A mesma lógica de investigação foi aplicada ao signo. O que torna mais fácil a compreensão da dicotomia &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Língua/Fala&lt;/span&gt; da qual trataremos na postagem à seguir.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;Até&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;breve!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7616284229363662906-6104356715532566345?l=linguisticacom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/whBcb/~4/sTlEsdnL8No" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://linguisticacom.blogspot.com/feeds/6104356715532566345/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7616284229363662906&amp;postID=6104356715532566345&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7616284229363662906/posts/default/6104356715532566345?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7616284229363662906/posts/default/6104356715532566345?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/whBcb/~3/sTlEsdnL8No/linguagem.html" title="Linguagem..." /><author><name>Chris Cunha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06737388706358499886</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="15" height="32" src="http://bp1.blogger.com/_2jqRJ-Jj7-Y/R6J1qUrsX5I/AAAAAAAAAiM/eCS70c1X7PM/S220/20071110101232_262859.png" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://linguisticacom.blogspot.com/2007/11/linguagem.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkQARnY7cSp7ImA9WxZSFUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7616284229363662906.post-2769050051766735011</id><published>2007-10-25T08:39:00.000-07:00</published><updated>2008-01-28T19:45:47.809-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-01-28T19:45:47.809-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="símbolo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="arbitrariedade do signo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="imagístico" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="desmotivado" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="arbitrarideade relativa" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ícone" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="arbitrariedade absoluta" /><title>Arbitrariedade absoluta e arbitrariedade relativa do signo.</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/B7MMpy-hQMzIwVtR_kInZXyZ9x4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/B7MMpy-hQMzIwVtR_kInZXyZ9x4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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Mais de 80% delas advêm de pesquisas&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;google&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt; &lt;/span&gt;feitas no &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Brasil&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt; e em &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Portugal&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;, pelas quais sou muito agradecida. Tal análise me permitiu verificar quais os temas que mais freqüentemente motivaram essas buscas, e no que se refere aos assuntos já tratados, pude perceber que, sobre os signos, faltou esclarecer um pouco mais sobre a &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;arbitrariedade&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;, uma vez que não se falou sobre &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;arbitrariedade absoluta&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;a&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;rbitrariedade relativa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;Bem, condição de arbitrariedade, como vimos, está diretamente ligada ao fato de o signo ser ou não &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;motivado&lt;/span&gt;. Quando se fala arbitrariedade absoluta diz-se total falta de motivação, e, quando se diz arbitrariedade relativa, diz-se, também, motivação relativa ou, considera-se ter havido aí alguma ligação motivada entre significado e significante.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;Mas, para que fiquem bem claros estes conceitos, e sobre eles não paire a menor dúvida, faz-se necessária à compreensão precisa do termo motivação dentro da perspectiva saussuriana. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;Nós temos alguns elementos que nos servem de sinal; de representatividade de algo mais que não está explícito totalmente no elemento que o representa. Estes elementos representativos; sinais, tanto podem ser de caráter natural, quanto convencional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;Os sinais de caráter natural são aqueles que nos servem de indícios dos fenômenos naturais, como, por exemplo, a fumaça, que nos indica a presença do fogo, ou o trovão, que nos aponta para a possibilidade de chuva.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;Os sinais de caráter convencional são aqueles que a sociedade contratou, concordou, a partir de algum momento, que seria o que melhor representaria, dentro daquela realidade de fala, uma idéia tal. O &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;ícone&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;, o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;símbolo&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt; e o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;signo&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt; são esses sinais criados dentro da coletividade de fala.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;Por ser totalmente imagístico, o ícone é totalmente motivado, isto porque só se faz uma imagem a partir de um dado elemento. A foto de Maria deve consistir na impressão da imagem de Maria. O mesmo ocorre com a estatueta de um pássaro, ela deve consistir num conjunto de características inerentes àquele pássaro que pretende &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;representar. O ícone deve impressionar os sentidos de forma tal que não permita confusão alguma no momento de identificá-lo e saber o que ele representa. Ele é motivado por aquilo que representa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;O símbolo é menos motivado, isto porque não tem que representar uma idéia exclusiva, mas uma idéia genérica. Dessa forma, uma pomba branca pode trazer a idéia de paz, seja lá o que for que a paz signifique para quem a percebe. De igual modo têm-se uma balança para representar a justiça, independente do conceito que cada indivíduo tenha deste termo. Assim, qualquer balança serve para trazer a idéia de justiça, mas, nem toda imagem de ave serve para representar um falcão. Por isso diz-se do símbolo que é relativamente motivado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;O signo não possui motivação nenhuma, por isso é totalmente arbitrário, porque o nome em nada está ligado ao objeto nomeado.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;Uma criança pode ser, ao mesmo tempo, um menino, uma garota, um guri ou um piá. Todos esses signos representam bem a idéia de infante. E, poderíamos, ainda, considerar que, cada idioma tem seu conjunto próprio de signos para designar a mesma idéia. Isto prova que o signo não está ligado ao que representa de forma motivada, mas imotivada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;Porém, quando temos o numeral dez e o numeral nove, temos dois signos absolutamente arbitrários. Mas, quando temos o numeral dezenove, a arbitrariedade torna-se relativa, isto porque dezenove é a junção de dois conceitos distintos que são representados por signos diferentes. O signo que surge dessa junção é fiel às idéias contidas nos signos anteriormente separados, e aí está a motivação&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;No próximo post abordaremos a dicotomia langue/parole a partir do conceito saussuriano de linguagem. Até breve!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7616284229363662906-2769050051766735011?l=linguisticacom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/whBcb/~4/xJxCzMFQ7Cc" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=7616284229363662906" title="Arbitrariedade absoluta e arbitrariedade relativa do signo." /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://linguisticacom.blogspot.com/feeds/2769050051766735011/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7616284229363662906&amp;postID=2769050051766735011&amp;isPopup=true" title="6 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7616284229363662906/posts/default/2769050051766735011?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7616284229363662906/posts/default/2769050051766735011?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/whBcb/~3/xJxCzMFQ7Cc/arbitrariedade-absoluta-e.html" title="Arbitrariedade absoluta e arbitrariedade relativa do signo." /><author><name>Chris Cunha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06737388706358499886</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="15" height="32" src="http://bp1.blogger.com/_2jqRJ-Jj7-Y/R6J1qUrsX5I/AAAAAAAAAiM/eCS70c1X7PM/S220/20071110101232_262859.png" /></author><thr:total>6</thr:total><feedburner:origLink>http://linguisticacom.blogspot.com/2007/10/arbitrariedade-absoluta-e.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEIAQn0yeip7ImA9WxZREUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7616284229363662906.post-3913049007586527748</id><published>2007-09-21T06:35:00.000-07:00</published><updated>2008-02-04T16:49:03.392-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-02-04T16:49:03.392-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="teorias do Signo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="arbitrariedade do signo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="forma" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="figura vocal" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="dicotomia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="entidade psíquica" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="valor" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="significante e significado" /><title>O signo saussuriano.</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jIfNuT9nk0lnpXP7LP81yZjdFgY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jIfNuT9nk0lnpXP7LP81yZjdFgY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jIfNuT9nk0lnpXP7LP81yZjdFgY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jIfNuT9nk0lnpXP7LP81yZjdFgY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;                                      &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A análise dos principais aspectos do &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;signo saussuriano&lt;/i&gt; será feita a partir das colocações &lt;b style=""&gt;CLG&lt;/b&gt; e dos &lt;b style=""&gt;ELG&lt;/b&gt;. Apesar de considerar o fato de o primeiro livro ter vindo à tona desde o início do século passado e definido os fundamentos da &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;lingüística saussuriana&lt;/i&gt; até o presente momento, tomaremos as considerações do livro atual, elucidando de forma mais profunda os seus pensamentos a cerca da lingüística e seu objeto. Dessa forma, não seria de mais solicitar do leitor a atenção devida quanto a esta fusão de conteúdos porque, provavelmente, em muitos cursos de Letras, as considerações sobre os &lt;b style=""&gt;ELG&lt;/b&gt; não estão, ainda, sendo consideradas e, portanto, essas informações não são vigentes para a fundamentação teórica do curso. Porém, que fique claro que, o objetivo maior desse blog é buscar esclarecer um pouco sobre o &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;pensamento saussuriano&lt;/i&gt; no que diz respeito à &lt;span style="color: rgb(51, 0, 0); font-style: italic;"&gt;linguagem&lt;/span&gt;, e para isso estaremos sempre abordando o &lt;b style=""&gt;CLG&lt;/b&gt;, os &lt;b style=""&gt;ELG&lt;/b&gt; e seus &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;ensaios sobre fonética do indo europeu&lt;/i&gt;. Espera-se, a partir de tal abordagem, que possamos fornecer elementos que auxiliem na compreensão dos fundamentos lingüísticos e da genialidade do &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;mestre de Genebra&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;É importante, antes de tudo, compreender que considerou &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;Saussure&lt;/i&gt; o signo como uma &lt;i style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;entidade &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;dicotômica &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;e&lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt; psicológica&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; . Dicotômica por dividir-se em &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(51, 0, 0);"&gt;duas faces&lt;/span&gt;; &lt;span style="color: rgb(51, 0, 0); font-style: italic;"&gt;significado&lt;/span&gt; e &lt;span style="color: rgb(51, 0, 0); font-style: italic;"&gt;significante&lt;/span&gt;. Psicolígica por unir essas duas faces mentalmente. O termo &lt;i style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;dicotômico&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; advém do grego &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;dichotomía&lt;/i&gt; que significa &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;divisão em duas partes&lt;/i&gt;, o que desfaz as concepções anteriores para as quais o signo era diático ou triádico. O signo, a partir de Saussure, deixou de ser uma soma de dois ou três termos para se tornar &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;uma divisão de um único e mesmo termo &lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;em dois&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Quando postulou o signo como uma &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;entidade puramente psicológica&lt;/i&gt; (&lt;b style=""&gt;CLG&lt;/b&gt;, 40 e &lt;b style=""&gt;ELG&lt;/b&gt;, 24 e 117) que &lt;i style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;só&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;existe dentro de nossa cabeça&lt;/span&gt; &lt;/i&gt;(&lt;b style=""&gt;ELG&lt;/b&gt;, 117) sendo ele &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;uma operação de ordem psicológica simples&lt;/i&gt; (&lt;b style=""&gt;ELG&lt;/b&gt;, 117) e, ainda, que &lt;i style=""&gt;n&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;ão é o pensamento quem cria o signo, mas o signo que determina, primordialmente, o pensamento&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; (&lt;b style=""&gt;ELG&lt;/b&gt;, 45), foi além, o gênio de Genebra porque rompeu com o que havia de vigente, a esse respeito, até então e lançou novas bases que redefiniram os pensamentos &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;filosófico&lt;/i&gt; e &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;psicológico&lt;/i&gt; de seu tempo.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A compreensão do signo como uma &lt;i style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;entidade psíquica&lt;/span&gt;,&lt;/i&gt; cuja existência é &lt;i style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;mental&lt;/span&gt;,&lt;/i&gt; trouxe a conclusão de que o mesmo deixou de ser &lt;span style="color: rgb(51, 0, 0); font-style: italic;"&gt;nominalista&lt;/span&gt;, como pretendia &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;Platão&lt;/i&gt;, porque passa a inexistir na essência do objeto nomeado. O signo também perdeu sua motivação no objeto dado tornando-se &lt;span style="color: rgb(51, 0, 0); font-style: italic;"&gt;arbitrário&lt;/span&gt;. A própria condição de existir apenas na mente humana implica numa condição desvinculada do compromisso ou não com a verdade discursiva de representatividade do universo circundante, como postulavam, respectivamente, &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;Aristóteles&lt;/i&gt; e os &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;Sofistas&lt;/i&gt;, porque, uma vez &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;mentalista&lt;/i&gt;, seu compromisso parece ser com a &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;organização do pensamento em signos para traduzir a idéia do emissor&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Neste ponto, se faz importante destacar que &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;significado&lt;/i&gt;; o &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;conceito&lt;/i&gt; que se tem do signo e &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;significante&lt;/i&gt;; a &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;impressão acústica&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;são &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;fenômenos de&lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt; ordem psíquica&lt;/span&gt; &lt;/i&gt;que estão ligados por associação dentro do cérebro e que essa ligação entre ambos é, também, de &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;natureza desmotivada&lt;/i&gt;; &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;arbitrária&lt;/i&gt;. Inexiste uma &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;motivação&lt;/i&gt; no significante para que se ligue ao significado, a não ser pelo convencionalismo social.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;É importante estar consiente também de que&lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt; Significado&lt;/span&gt; &lt;/i&gt;e &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;s&lt;/i&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;ignificante&lt;/i&gt; não podem ser tomados um dissociado do outro. O signo é esta &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;associação indissolúvel&lt;/i&gt; entre ambos. O &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;s&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;ignificante&lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt; &lt;/i&gt;diz respeito à &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;imagem mental&lt;/i&gt; que se faz quando o ouvido recebe as &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;impressões de uma sucessão de ondas sonoras&lt;/i&gt;. Quanto à &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;produção articulatória &lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;dos sons &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;é&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;de ordem fonológica ou acústica&lt;/span&gt;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Uma vez &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;mental&lt;/i&gt; e &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;arbitrário&lt;/i&gt;, o signo pressupõe compartilhamento coletivo, &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;generalidade&lt;/i&gt;, exterioridade &lt;i style=""&gt;e &lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;coercividade&lt;/span&gt;.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A generalidade signica ocorre quando indivíduos de uma mesma &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;comunidade de fala  &lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;o&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;compartilham&lt;/i&gt;. Ele é externo no que diz respeito ao seu &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;uso corrente&lt;/i&gt;; um idioma é compartilhado por seus falantes e sua existência já não depende deles. O fato de falarmos o português no Brasil, e de nossos filhos aprenderem o mesmo idioma, em pouco tempo após terem nascidos, se dá pelo poder de coercividade do signo lingüístico, uma vez que &lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;não está ao alcance do indivíduo trocar coisa alguma num signo, uma vez esteja ele estabelecido num grupo lingüístico”&lt;/i&gt; (&lt;b style=""&gt;CLG, &lt;/b&gt;41).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Esse conjunto de características – generalidade, exterioridade e coercividade – fazem do signo um&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;fato social&lt;/i&gt; no rigor da &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;Sociologia positivo-funcionalista&lt;/i&gt; de &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;Durkheim&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Outra característica fundamental do signo é a &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(51, 0, 0);"&gt;linearidade&lt;/span&gt;. Esta se dá em &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;função do tempo&lt;/i&gt; de produção das &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;ondas acústicas&lt;/i&gt; que o projetarão no &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;espaço físico&lt;/i&gt;. Quando pronunciamos uma palavra, ela surge no vazio do tempo e preenche um determinado espaço de tempo que corresponde à duração de sua emissão. Após sua produção tudo é vazio novamente, o que pode ser representado por um &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;sistema fechado&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt; que ocorre de &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;um ponto ao outro na linha do tempo&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não poderíamos deixar de mensionar algo sobre &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;figura vocal&lt;/i&gt;, &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;forma&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;valor&lt;/i&gt;. Até mesmo porque muitas confusões são feitas acerca destes conceitos.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Há quem confunda &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;significante&lt;/i&gt; com &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;figura vocal&lt;/i&gt;, o que seria um equívoco. O primeiro, como já pudemos observar, é parte indissolúvel do signo psíquico, e só tem existência na mente humana. O segundo diz respeito à &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;produção fonológica&lt;/i&gt; ou à &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;representação gráfica&lt;/i&gt; do signo quando este é tomado &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;isoladamente&lt;/i&gt;; uma palavra fora da frase ou oração, por exemplo. Isto porque, &lt;i style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;no&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;instante em que o signo perde a totalidade de suas significações, ele nada mais é do que uma figura vocal&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;(&lt;b style=""&gt;ELG&lt;/b&gt;, 44).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;forma&lt;/i&gt; é a &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;figura voca&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;l&lt;/span&gt; no dado instante em que é introduzida no &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;jogo de signos&lt;/i&gt; ao qual chamou-se &lt;i style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;língua&lt;/span&gt; &lt;/i&gt;(&lt;b style=""&gt;ELG&lt;/b&gt;, 38); é a &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;palavra em uso&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Neste ponto, é bastante interessante saber que, para o gênio genebrino &lt;i style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;a palavra&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;é o signo da idéia e a idéia o signo da palavra&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; (&lt;b style=""&gt;ELG&lt;/b&gt;, 44), e, portanto, um signo &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 0, 0); font-style: italic;"&gt;só é&lt;/span&gt; numa situação comunicativa, seja ela mental ou social.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Saussure&lt;/span&gt; considerou que &lt;i style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;uma forma não significa, mas vale&lt;/span&gt; (...)&lt;/i&gt; e, &lt;i style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;por conseguinte ela implica a existência de outros valores&lt;/span&gt;.&lt;/i&gt; (&lt;b style=""&gt;ELG&lt;/b&gt;, 30)&lt;i style=""&gt;.&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Entenderemos melhor o sentido de &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;valor da forma&lt;/i&gt; a partir do seguinte exemplo:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Tomemos uma moeda de R$ 1,00 (Hum real). O seu valor não é calculado pela quantidade de metal gasta em sua fundição, tão pouco pelo trabalho empregado para desenhá-la e fabricá-la. O seu valor é encontrado nas relações sociais de troca. Hoje, talvez, se consiga trocá-la por cinco pães franceses, e esse será o seu valor. Talvez, amanhã, devido a uma possível alta no preço do trigo no mercado interno, o seu valor seja o de apenas dois pães, ou, por conta de uma baixa do trigo, venha a ser de sete pães. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Tudo é muito relativo nas relações sociais de troca, assim como é relativo o valor lingüístico da forma. Uma forma, então, valerá, (significará) o que nenhuma outra significa dentro de uma mesma relação. E seu &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;significado&lt;/i&gt; resultará da &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;diferença de valor das formas&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Em suma, uma palavra é o resultado significativo de sua relação com as demais dentro de um enunciado. E apenas nessa situação, e em nenhuma outra mais, poderemos encontrar o seu valor (significado); dentro do contexto em que foi empregada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;O nosso próximo tema tratará da dicotomia&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;Langue/Parole&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7616284229363662906-3913049007586527748?l=linguisticacom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/whBcb/~4/HdS_FX2cj9U" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://linguisticacom.blogspot.com/feeds/3913049007586527748/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7616284229363662906&amp;postID=3913049007586527748&amp;isPopup=true" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7616284229363662906/posts/default/3913049007586527748?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7616284229363662906/posts/default/3913049007586527748?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/whBcb/~3/HdS_FX2cj9U/o-signo-saussuriano.html" title="O signo saussuriano." /><author><name>Chris Cunha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06737388706358499886</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="15" height="32" src="http://bp1.blogger.com/_2jqRJ-Jj7-Y/R6J1qUrsX5I/AAAAAAAAAiM/eCS70c1X7PM/S220/20071110101232_262859.png" /></author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://linguisticacom.blogspot.com/2007/09/o-signo-saussuriano.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUAHSHs5fCp7ImA9WB9QFkQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7616284229363662906.post-6483152551130377994</id><published>2007-09-15T08:17:00.000-07:00</published><updated>2007-10-29T15:42:19.524-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2007-10-29T15:42:19.524-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="teorias do Signo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Relação língua/realidade/pesamento/" /><title>O signo pré-saussuriano...</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AKiBwrm_3ZBm9UCIfqpuVDAZvPI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AKiBwrm_3ZBm9UCIfqpuVDAZvPI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AKiBwrm_3ZBm9UCIfqpuVDAZvPI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AKiBwrm_3ZBm9UCIfqpuVDAZvPI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 21.3pt; text-indent: -21.3pt;"&gt;  &lt;/p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(51, 51, 51);font-family:georgia;"&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(51, 51, 51);font-family:georgia;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="georgia" style="text-align: justify; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;Compreender as &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;teorias dicotômicas&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;de Saussure é tão importante quanto o entendimento do que significaram e que contribuições trouxeram não só para o estudo científico da linguagem como, também, para redefinir os pensamentos filosóficos e científicos vigentes até então.&lt;br /&gt;Buscaremos tal compreensão a partir da teoria do signo saussuriano. Porém, se faz necessário saber que, desde a &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;Grécia antiga&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;,&lt;/span&gt; o signo vinha sendo motivo de especulações numa tentativa de desvendar a relação &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(51, 0, 0);"&gt;língua/pensamento/realidade&lt;/span&gt;, e, por isso mesmo, trouxe consigo uma sucessão de conceitos até atualidade.&lt;br /&gt;Inicialmente, entre os gregos&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;pré-socráticos&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;se destacaram as considerações dos panteístas, da Escola de Eléas e Demócrito e seus seguidores:&lt;br /&gt;Os &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;panteístas&lt;/i&gt; concebiam o &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;logos&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;como uma inteligência divina que governava o universo. Para eles a palavra possuía uma função &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;divina&lt;/i&gt; e também &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;humana&lt;/i&gt;. Entendiam que linguagem, pensamento e saber eram inerentes ao homem.&lt;br /&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;Parmênides&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;,&lt;/span&gt; membro da &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;Escola Eleática&lt;/i&gt;, fundadora dos princípios básicos da &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;Lógica&lt;/i&gt;, levou tal discussão além, afirmando serem &lt;i style=""&gt;o ser&lt;/i&gt; e &lt;i style=""&gt;o pensar&lt;/i&gt; a mesma coisa. Isto implica em que, &lt;i style=""&gt;ao &lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;pensar&lt;/span&gt;, o &lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;ser&lt;/span&gt; é e se &lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;manifesta pela linguagem&lt;/span&gt;, &lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;segundo princípios lógicos&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;Demócrito&lt;/i&gt; e seus seguidores, a partir de sua &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;teoria do atomismo&lt;/i&gt;, mudou o curso da discussão ao supor que a linguagem possuísse &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;caráter convencional&lt;/i&gt;, uma vez que fora criada pelo homem para descrever as coisas ao seu redor, porém, considerou que os nomes surgiam da impressão que tinha a alma humana dos átomos da superfície das coisas.&lt;br /&gt;Entre os&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;pós-socráticos&lt;/i&gt; as considerações de destaque acerca do signo são de Platão e Aristóteles.&lt;br /&gt;&lt;i style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Platão&lt;/i&gt;, para quem o mundo real era uma pálida imitação do mundo das idéias, considerou, através, principalmente, do &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;Diálogo de Crátilo&lt;/i&gt;, que a linguagem vem da natureza das coisas. E que essas mesmas coisas deverias ser nomeadas, imperfeitamente, por um legislador, dialético, dotado do dom de apreender, de tudo, sua &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;natureza essencial&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;i style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Aristóteles&lt;/i&gt;, em oposição aos ideais platônicos, acreditava num mundo perceptível sensorial. Defendia que as funções intelectuais do homem possuíam caráter político, e deveriam ser desenvolvidas em sociedade. Dessa forma, a linguagem era fruto do convencionalismo - em que as categorias do pensamento coincidiam com as categorias da linguagem - e representaria a realidade na qual os homens se inseriam.&lt;br /&gt;Para os &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;sofistas&lt;/i&gt; o signo exercia uma &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;função representativa&lt;/i&gt; sim, mas não a de representar a realidade ao redor, isto, porque, para eles, a linguagem não possuía compromisso algum com a verdade ou realidade circundante. No entanto, foram os &lt;i style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Estóicos&lt;/i&gt; os primeiros a oferecer ao mundo uma teoria que considera três componentes integrantes do signo: o &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;significante&lt;/i&gt;, o &lt;i style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;significado&lt;/span&gt; &lt;/i&gt;(ou sentido) e o &lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;objeto externo&lt;/span&gt; &lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt;(referido)&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Na &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;Idade Média&lt;/i&gt;, &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;Santo Agostinho&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;retoma o&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;caráter triádico&lt;/i&gt; do signico estóico.&lt;br /&gt;Nessa mesma época, algumas teorias ganharam relevância: no período da &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;escolástica&lt;/i&gt;, houve, por parte das autoridades clericais, uma tentativa de conciliar os pensamentos cristãos com a filosofia grega, principalmente a aristotélica. Inicialmente, a discussão se deu em torno dos &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;universais&lt;/i&gt; e dizia respeito à questão do status ontológico e da relação entre os signos para conceitos genéricos e sua referência. O termo &lt;i style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;universal&lt;/span&gt; &lt;/i&gt;designava conceitos (idéias) de caráter geral. As correntes do &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;realismo&lt;/i&gt;&lt;i style=""&gt; &lt;/i&gt;e &lt;i style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;nominalismo&lt;/span&gt; &lt;/i&gt;surgiram daí. A primeira afirmava serem os universais &lt;i style=""&gt;coisas reais&lt;/i&gt;, cuja existência estaria na pluralidade dos objetos individuais. A segunda, ao contrário, afirmava que só os indivíduos existiam na natureza, e que os universais seria &lt;i style=""&gt;apenas os nomes&lt;/i&gt;; as emissões vocais.&lt;br /&gt;No séc. XVI, após o rompimento do pensamento filosófico com as doutrinas escolásticas, surgiu, na &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(51, 0, 0);"&gt;Península Ibérica&lt;/span&gt;, um discípulo de São Tomás de Aquino, &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;João Poinsot&lt;/i&gt; (1589-1644), conhecido como &lt;b style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;João de São Tomás&lt;/b&gt;, que lecionara na &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;Universidade de Salamanca&lt;/i&gt; e deixara um &lt;i&gt;Tratado sobre os &lt;/i&gt;signos no qual fazia uma síntese filosófica entre a escolástica e a filosofia grega. Nele, propôs que a relação entre o signo e a &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;capacidade cognitiva&lt;/i&gt; pode ser tanto &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;forma&lt;/span&gt;l&lt;/i&gt; quanto &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;instrumental&lt;/i&gt;. Na primeira, o signo representa a si mesmo, na segunda, representa outra coisa, podendo fazê-lo por&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;convenção&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;ou &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;costume&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;Para o &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;racionalismo&lt;/i&gt; francês de&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;Descartes&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;(século XVII) a estrutura do pensamento e da razão é comum a todos os homens, enquanto que a diversidade das línguas é apenas um fenômeno superficial porque os sons variam e as idéias são invariáveis. Ao priorizar o conhecimento intelectual sobre a experiência perceptiva, sobrepôs o&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;sentido&lt;/i&gt; (conceito) à &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;referência&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;(coisa).&lt;br /&gt;A escola francesa de Port-Royal desenvolveu uma semiologia que teve grande influência sobre o pensamento racionalista.&lt;span class="grame"&gt; Foram seus principais representantes: &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;Antoine Arnauld&lt;/i&gt; (1612-1694), &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;Claude Lancelot&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;(1616-1695) e &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;Pierre Nicole&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;(1625-1695) que nos legaram dois textos fundamentais: a &lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;Grammaire générale et raisonnée&lt;/span&gt; &lt;/i&gt;(por Arnauld e Lancelot, em 1660) e &lt;i&gt;La &lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;logique ou l’art &lt;/span&gt;de penser&lt;/i&gt; (por Arnauld]&lt;/span&gt; e Nicole, em 1662). Tal semiologia está fundamentada no modelo diático e mental do signo. Nele, estão combinadas a &lt;i style=""&gt;idéia da coisa que este representa&lt;/i&gt; e a &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;idéia da coisa representada&lt;/i&gt;; ou, &lt;i style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;u&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;m par de entidades conceituais&lt;/span&gt;, &lt;/i&gt;em que, o &lt;i style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;significante&lt;/span&gt; &lt;/i&gt;é uma&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;imagem do som&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;Considerado um dos fundadores da &lt;i style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;lógica simbólica&lt;/span&gt;, &lt;/i&gt;o alemão &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(51, 0, 0);"&gt;Gottfried Wilhelm Leibniz&lt;/span&gt; (1646-1716) se concentrou nos &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;signos visuais&lt;/i&gt; e &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;escritos&lt;/i&gt; por tomá-los como &lt;i style=""&gt;caracteres&lt;/i&gt; que seriam representações mentalmente visíveis dos conceitos, antecipando em dois séculos as considerações signicas a serem feitas por &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;Peirce&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;Por fim, para &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(51, 0, 0);"&gt;Charles Sanders Peirce&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;(1839-1914), o signo, seria uma combinação &lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;triádica&lt;/i&gt;, em que um dos elementos é o &lt;i style=""&gt;objeto&lt;/i&gt;, cujo sentido é construído por meio do &lt;i style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;representamen&lt;/span&gt; &lt;/i&gt;(a própria palavra) e do&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;interpretante&lt;/i&gt; (idéia mental do intérprete).&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(51, 51, 51); font-family: georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Seguiremos com o signo saussuriano.&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-family: georgia;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;Bibliografia Consultada.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: georgia;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;*&lt;/b&gt; Além das sugeridas pelo &lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;Lingüístic@.com&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: georgia;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(51, 51, 51); font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);font-size:11;" &gt;ARISTÓTELES&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;.&lt;/span&gt; &lt;i&gt;Arte Retórica e Arte Poética.&lt;/i&gt; Trad. Antônio Pinto de Carvalho. São Paulo: Difusão Européia do Livro, 1964.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" face="georgia" style="text-align: justify; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:11;"&gt;BARTHES&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;,&lt;/span&gt; Roland. &lt;i&gt;Elementos de semiologia. &lt;/i&gt;Trad. Izidoro Blikstein. 11 .ed. São Paulo : Cultrix, 1996.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" face="georgia" style="text-align: justify; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:11;"&gt;Filosofia da Linguagem&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;.&lt;/span&gt; Tradução Álvaro Cabral. Zahar editores, Rio de Janeiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(51, 51, 51); font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:11;"&gt;PEIRCE&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;,&lt;/span&gt; Charles Sanders. &lt;i&gt;Semiótica e Filosofia&lt;/i&gt;. Trad. Octanny Silveira da Mota e Leonidas Hegenberg. 2. ed. São Paulo : Cultrix/ EdUSP, 1975.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(51, 51, 51); font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:11;"&gt;PLATÃO&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;.&lt;/span&gt; &lt;i&gt;Teeteto&lt;/i&gt;. Trad. C. A. Nunes. Belém : Univ. do Pará.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; color: rgb(51, 51, 51);font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:11;"&gt;SILVA&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;,&lt;/span&gt; Deonísio. &lt;i&gt;De onde vêm as palavras&lt;/i&gt;. 5. ed. São Paulo : Mandarim, 1997. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 21.3pt; text-indent: -21.3pt;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);font-family:georgia;" &gt;&lt;span style="font-size:11;"&gt;SOUSA&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:georgia;" &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;,&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt; &lt;/span&gt;Maurício de. Mensagem de &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: georgia;"&gt;Paz&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:georgia;" &gt;. &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: georgia;"&gt;In&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:georgia;" &gt;: ––. &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: georgia;"&gt;Mônica&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:georgia;" &gt;. São Paulo: Globo, abril 1999, p. 53-62.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7616284229363662906-6483152551130377994?l=linguisticacom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/whBcb/~4/LZiumlM0UAc" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=7616284229363662906" title="O signo pré-saussuriano..." /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://linguisticacom.blogspot.com/feeds/6483152551130377994/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7616284229363662906&amp;postID=6483152551130377994&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7616284229363662906/posts/default/6483152551130377994?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7616284229363662906/posts/default/6483152551130377994?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/whBcb/~3/LZiumlM0UAc/o-signo-pr-saussuriano.html" title="O signo pré-saussuriano..." /><author><name>Chris Cunha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06737388706358499886</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="15" height="32" src="http://bp1.blogger.com/_2jqRJ-Jj7-Y/R6J1qUrsX5I/AAAAAAAAAiM/eCS70c1X7PM/S220/20071110101232_262859.png" /></author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://linguisticacom.blogspot.com/2007/09/o-signo-pr-saussuriano.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUEMR3kyfCp7ImA9WB9QFkQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7616284229363662906.post-7955181289534163930</id><published>2007-08-29T07:09:00.000-07:00</published><updated>2007-10-29T15:41:26.794-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2007-10-29T15:41:26.794-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ferdinand de Saussure" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Estruturalismo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sincronia e diacronia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sígno" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Lingüstica Moderna" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="função" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="entidade psíquica" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="valor" /><title>Definições de uma ciência moderna da linguagem</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/uq4GtTA-7vunyXY7Yhhzn265OVY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/uq4GtTA-7vunyXY7Yhhzn265OVY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/uq4GtTA-7vunyXY7Yhhzn265OVY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/uq4GtTA-7vunyXY7Yhhzn265OVY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;O &lt;em&gt;Cours de Linguistique Générale&lt;/em&gt; de 1916 consiste na leitura que alguns dos alunos de Saussure fizeram daquilo que fora por ele postulado. Já os Escritos de Lingüística Geral são compostos por anotações feitas pelo próprio mestre e que, aparentemente, comporiam um esboço do que poderia vir a ser a sua própria publicação de um Curso de lingüística geral e, ainda, por textos contemporâneos de outros discípulos seus. Tanto em um quanto outro, está retratada sua grande preocupação em definir qual seria, exatamente, o objeto de estudo da Lingüística, e qual o melhor método de abordagem deveria ser adotado pela nova ciência.&lt;br /&gt;Como um membro da corrente histórico-comparatista, Saussure acompanhou o desenvolvimento do estudo da linguagem de seu tempo. Foram de suma importância os estudos realizados até então. Elucidou-se muito a cerca da pluralidade dos idiomas e da semelhança entre alguns deles. A descoberta das semelhanças fonológicas apontou para comunidades de fala que poderiam ter sido uma só no passado, e que, posteriormente, se espalhariam pelos continentes europeu e asiático. Porém, tais descobertas mostraram-se mais significativas para os estudos antropológicos que para os estudos lingüísticos. Aliás, esse era um dos problemas da Lingüística de então, servir-se de condutor informativo para ciências paralelas. Para Saussure a razão para a existência autônoma da Lingüística ainda estava por ser apresentada. Enquanto questionava sobre os possíveis porquês de ainda não se haver determinado objeto e metodologia da ciência da linguagem até então, lançava, aos alicerces dos estudos contemporâneos da linguagem, sua pedra angular. Ocupou-se com a necessidade de se separar os fenômenos interno e externo da língua, definindo seu caráter dual; psicológico e físico. Defendeu a análise do fenômeno lingüístico a partir de um instante específico de ocorrência de fala (sincrônico); de um dado estático, e não mais do ponto de vista de sua evolução no tempo (diacrônico), como faziam os comparatistas. Considerou as ocorrências dos fatos lingüísticos de forma encadeada, funcional e estrutural, como em um sistema, em que um elemento é interdepende do outro para realizar sua própria função e colaborar na função de todo o sistema. Afirmando, ainda, que cada “peça” ou elemento dessa cadeia de relações só é igual si mesma em função e posição e a nenhum outro elemento nesta relação. Teorizou sobre a arbitrariedade e a dupla face psicológica do signo - em que um signo e sua significação fazem parte do domínio psíquico interno e um signo (uma sucessão de ondas sonoras), ou uma figura vocal, configura o domínio psicológico de ordem externa-. E, assim, mesmo sem trazer à luz o livro que intencionara publicar e que traria novas diretrizes dos estudos lingüísticos, como teria confessado através de epístola ao seu amigo parisiense Antoine Meillet (ELG, 15), conseguiu tirar os estudos da linguagem do campo das especulações das mais variadas áreas afins para dar-lhes caráter cientifico próprio e autônomo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7616284229363662906-7955181289534163930?l=linguisticacom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/whBcb/~4/5oc2E-AWuSI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=7616284229363662906&amp;postID=7955181289534163930" title="Definições de uma ciência moderna da linguagem" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://linguisticacom.blogspot.com/feeds/7955181289534163930/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7616284229363662906&amp;postID=7955181289534163930&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7616284229363662906/posts/default/7955181289534163930?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7616284229363662906/posts/default/7955181289534163930?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/whBcb/~3/5oc2E-AWuSI/definies-de-uma-cincia-moderna-da.html" title="Definições de uma ciência moderna da linguagem" /><author><name>Chris Cunha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06737388706358499886</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="15" height="32" src="http://bp1.blogger.com/_2jqRJ-Jj7-Y/R6J1qUrsX5I/AAAAAAAAAiM/eCS70c1X7PM/S220/20071110101232_262859.png" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://linguisticacom.blogspot.com/2007/08/definies-de-uma-cincia-moderna-da.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUEHRX4yfip7ImA9WB9QFkQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7616284229363662906.post-6308748183489355245</id><published>2007-08-22T05:42:00.000-07:00</published><updated>2007-10-29T15:40:34.096-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2007-10-29T15:40:34.096-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="pensamentos saussurianos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Estruturalismo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="diacronia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Lingüística" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sincronia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Saussure" /><title>Lingüística, a ciência das oposições inta-sistêmicas.</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/immepKSVcMWNk1VQ9f__WJbcJ64/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/immepKSVcMWNk1VQ9f__WJbcJ64/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/immepKSVcMWNk1VQ9f__WJbcJ64/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/immepKSVcMWNk1VQ9f__WJbcJ64/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Saussure pensou sobre os fenômenos da linguagem durante o período em que manteve a cátedra de gramática comparada, ou de Lingüística Geral, como era corrente rotularem, na época, os estudos lingüísticos na França, Alemanha e Inglaterra. Antes de tudo, ele foi um filósofo da linguagem, buscando entender seu funcionamento, sua função, sua origem e essência. Suas reflexões abrangem efetivamente três campos do saber; a epistemologia – analisando a possibilidade de uma prática científica; a especulação analítica ou filosofia da linguagem e a reflexão prospectiva sobre a disciplina ou epistemologia programática em que apostava numa ciência futura. Seus pensamentos acerca da linguagem estavam fundamentados na epistemologia da gramática comparada (épistémè do séc XIX) e na epistemologia da filosofia da linguagem da segunda metade do séc XVIII. Assim, houve uma reorganização da ciência lingüística que passa a tratar sincronicamente da semântica e diacronicamente, da fonologia.&lt;br /&gt;Acreditou o mestre de Genebra que a lingüística futura deveria recuperar os objetos tradicionais da morfologia, lexicologia e da sintaxe bem como os da retórica e estilística. Propôs um estudo unificado desses objetos com base no princípio de opositividade intra-sistêmica, em que cada elemento encontra seu valor na relação de oposição que estabelece com os demais elementos dentro do sistema lingüístico.&lt;br /&gt;Apesar do &lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 51);"&gt;Cours de Linguistique Générale&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; de 1916, é nos seus manuscritos que seus pensamentos fluirão de forma mais límpida e profunda à cerca dos critérios a serem adotados para que se fundamente um estudo científico da linguagem. Saussure, de próprio punho, apesar das notas fragmentárias, mostrou-se menos categórico quando revela suas dúvidas e pensamentos sobre os pontos fundamentais do estudo lingüístico, e mais radical ao tecer críticas à falta de reflexões epistemológicas que caracterizavam a Lingüística de seu tempo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7616284229363662906-6308748183489355245?l=linguisticacom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/whBcb/~4/-k5R2fMfsFA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=7616284229363662906&amp;postID=6308748183489355245" title="Lingüística, a ciência das oposições inta-sistêmicas." /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://linguisticacom.blogspot.com/feeds/6308748183489355245/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7616284229363662906&amp;postID=6308748183489355245&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7616284229363662906/posts/default/6308748183489355245?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7616284229363662906/posts/default/6308748183489355245?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/whBcb/~3/-k5R2fMfsFA/lingstica-cincia-das-oposies-inta.html" title="Lingüística, a ciência das oposições inta-sistêmicas." /><author><name>Chris Cunha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06737388706358499886</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="15" height="32" src="http://bp1.blogger.com/_2jqRJ-Jj7-Y/R6J1qUrsX5I/AAAAAAAAAiM/eCS70c1X7PM/S220/20071110101232_262859.png" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://linguisticacom.blogspot.com/2007/08/lingstica-cincia-das-oposies-inta.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkACSHkzfip7ImA9WxRaEEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7616284229363662906.post-7972678704247131443</id><published>2007-08-11T09:42:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T23:59:29.786-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-11T23:59:29.786-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Estruturalismo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Lingüística" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Saussure" /><title>O gênio genebrino</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3aTxQXRsmeb_cAZPnV3EGRg4AIQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3aTxQXRsmeb_cAZPnV3EGRg4AIQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3aTxQXRsmeb_cAZPnV3EGRg4AIQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3aTxQXRsmeb_cAZPnV3EGRg4AIQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 51);"&gt;Ferdinand de Saussure, 26 de novembro de 1857 (1857-1913)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 51);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_2jqRJ-Jj7-Y/Rtw3VS-PauI/AAAAAAAAAGk/fQ_kPPLjCfE/s1600-h/saussure_peinture.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_2jqRJ-Jj7-Y/Rtw3VS-PauI/AAAAAAAAAGk/fQ_kPPLjCfE/s320/saussure_peinture.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5106016916540975842" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_2jqRJ-Jj7-Y/Rr4OkUWFkGI/AAAAAAAAACo/hrw8FjQLjuY/s1600-h/Ferdinand+Saussure.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;Nasceu em Genebra, proveniente&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;de uma família francesa que contava com cientistas como geólogos, naturalistas e gramáticos. Ainda jovem, aprendeu latim, alemão, inglês, grego e sânscrito. Em Genebra, deu início aos estudos de Química e Física logo abandonados para que pudesse dedicar seu tempo aos estudos da linguagem. Foi a Leipzig e a Berlin, onde estudou o antigo persa. Em 1878 publicou sua fundamental&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 51);"&gt; &lt;em&gt;Memória sul sistema il persiano delle vocalli nelle lingue indoeuropee&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;na qual postula a existência das entidades vocálicas sob o ponto de vista estrutural e não simplesmente vocálico - com exceção desta, quase nada mais foi publicado por ele -. Em Paris, lhe ofertaram a cátedra de gramática comparada, que manteve entre os anos de 1906 e 1911. Durante esse período, a partir de anotações feitas no decorrer de suas aulas, seus discúpulos &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 51);"&gt;Charle Bally&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;e&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 51);"&gt;A&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 51);"&gt;. Sechehaye&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;com a colaboração de&lt;/span&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 51);"&gt;A. Reindlinger, Payot, Lausanne-Paris&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;publicaram postumamente o &lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 51);"&gt;Cours de Linguistique Générale&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;, obra fundadora das ciências humanas do século XX.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;Em 1996, num anexo da residência de Saussure, em Genebra, foram descobertos textos de sua própria autoria que deveriam compor um livro sobre lingüística geral. Tais textos encontram-se depositados na&lt;/span&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 51);"&gt;Biblioteca pública e universitária de Genebra&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;e publicados nos&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 51);"&gt;Escritos de Lingüística Geral, de Ferdinand de Saussure, organizados e editados por Simon Bouquet e Rudolf Engler, editora Cultrix&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;O&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;Lingüística.com&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;deverá trabalhar e analisar os conceitos lingüísticos à partir do diálogo entre as duas obras supra citadas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7616284229363662906-7972678704247131443?l=linguisticacom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/blogspot/whBcb/~4/SrOKNCydeek" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=7616284229363662906&amp;postID=7972678704247131443" title="O gênio genebrino" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://linguisticacom.blogspot.com/feeds/7972678704247131443/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7616284229363662906&amp;postID=7972678704247131443&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7616284229363662906/posts/default/7972678704247131443?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7616284229363662906/posts/default/7972678704247131443?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/whBcb/~3/SrOKNCydeek/o-gnio-genebrino.html" title="O gênio genebrino" /><author><name>Chris Cunha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06737388706358499886</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="15" height="32" src="http://bp1.blogger.com/_2jqRJ-Jj7-Y/R6J1qUrsX5I/AAAAAAAAAiM/eCS70c1X7PM/S220/20071110101232_262859.png" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_2jqRJ-Jj7-Y/Rtw3VS-PauI/AAAAAAAAAGk/fQ_kPPLjCfE/s72-c/saussure_peinture.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://linguisticacom.blogspot.com/2007/08/o-gnio-genebrino.html</feedburner:origLink></entry></feed>

