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	<title>Artrite Reumatóide</title>
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	<title>Artrite Reumatóide</title>
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		<title>Conitec abre consultas públicas sobre medicamentos, exames e diretrizes no SUS; contribuições vão até 27 de abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Priscila Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 16:05:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Conitec está com nove consultas públicas abertas para receber contribuições da sociedade sobre a incorporação, uso e atualização de tecnologias em saúde no Sistema Único de Saúde (SUS). As consultas são um dos principais mecanismos de participação social no processo de avaliação de tecnologias em saúde, permitindo que cidadãos, profissionais, pesquisadores e pacientes compartilhem experiências, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" data-start="265" data-end="482">A <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Conitec</span></span> está com nove consultas públicas abertas para receber contribuições da sociedade sobre a incorporação, uso e atualização de tecnologias em saúde no Sistema Único de Saúde (SUS). As consultas são um dos principais mecanismos de participação social no processo de avaliação de tecnologias em saúde, permitindo que cidadãos, profissionais, pesquisadores e pacientes compartilhem experiências, opiniões e evidências técnico-científicas.</p>
<h3 style="text-align: justify;" data-section-id="1anfb2y" data-start="778" data-end="805">O que está em avaliação</h3>
<p style="text-align: justify;" data-start="807" data-end="960">Entre os temas atualmente em consulta pública, estão medicamentos, exames diagnósticos e diretrizes clínicas para diferentes condições de saúde. Confira:</p>
<ul style="text-align: justify;" data-start="962" data-end="1566">
<li data-section-id="16ywc7s" data-start="962" data-end="1033">Protocolo de uso do blinatumomabe para leucemia linfoblástica aguda</li>
<li data-section-id="1b1kk1v" data-start="1034" data-end="1080">Bezafibrato para colangite biliar primária</li>
<li data-section-id="kizyc2" data-start="1081" data-end="1120">Marstacimabe para hemofilia B grave</li>
<li data-section-id="1f4fhqx" data-start="1121" data-end="1192">Metotrexato e micofenolato de mofetila para uveítes não infecciosas</li>
<li data-section-id="1c7ozlh" data-start="1193" data-end="1273">Elastografia hepática para avaliação de fibrose em colangite biliar primária</li>
<li data-section-id="10vutad" data-start="1274" data-end="1345">Adalimumabe para uveítes não infecciosas em crianças e adolescentes</li>
<li data-section-id="1c9bh68" data-start="1346" data-end="1408">Concizumabe para profilaxia de sangramentos em hemofilia B</li>
<li data-section-id="12p1uvf" data-start="1409" data-end="1459">Teste molecular para diagnóstico de hanseníase</li>
<li data-section-id="2nirhb" data-start="1460" data-end="1566">Diretrizes brasileiras para rastreamento do câncer de cólon e reto</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;" data-section-id="ebhrl8" data-start="1568" data-end="1595">Prazo e como participar</h3>
<p style="text-align: justify;" data-start="1597" data-end="1833">Todas as consultas estão abertas até <strong data-start="1634" data-end="1657">27 de abril de 2026</strong>. As contribuições devem ser enviadas por meio da plataforma Brasil Participativo, com preenchimento obrigatório de formulário eletrônico. Acesse: <a href="https://www.gov.br/conitec/pt-br/assuntos/participacao-social/consultas-publicas/vigentes">Consultas Públicas — Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde &#8211; CONITEC</a></p>
<p style="text-align: justify;" data-start="1835" data-end="2022">Os participantes também podem anexar documentos que complementem suas contribuições, desde que não contenham dados pessoais ou informações sensíveis.</p>
<h3 style="text-align: justify;" data-section-id="1y4a34t" data-start="2024" data-end="2046">Por que participar</h3>
<p style="text-align: justify;" data-start="2048" data-end="2282">A participação social é considerada etapa essencial no processo decisório da Conitec, contribuindo para tornar as recomendações mais alinhadas às necessidades reais da população e à experiência de quem vive com as condições avaliadas. As contribuições recebidas são analisadas antes da recomendação final sobre a incorporação ou não das tecnologias no SUS.</p>
<p data-start="2048" data-end="2282"><p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/conitec-abre-consultas-publicas-sobre-medicamentos-exames-e-diretrizes-no-sus-contribuicoes-vao-ate-27-de-abril/">Conitec abre consultas públicas sobre medicamentos, exames e diretrizes no SUS; contribuições vão até 27 de abril</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p><p>O post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/conitec-abre-consultas-publicas-sobre-medicamentos-exames-e-diretrizes-no-sus-contribuicoes-vao-ate-27-de-abril/">Conitec abre consultas públicas sobre medicamentos, exames e diretrizes no SUS; contribuições vão até 27 de abril</a> apareceu primeiro em <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
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		<title>Novas chamadas públicas para a Perspectiva do Paciente estão abertas até o dia 23 de abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Priscila Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 14:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Participação Social]]></category>
		<category><![CDATA[Conitec]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As inscrições são feitas via site da Conitec por meio da Plataforma Brasil Participativo (sendo necessário ingressar com o login GOV.BR). Saiba mais aqui. A Perspectiva do Paciente é um espaço destinado à apresentação de relatos de experiência com a condição de saúde e a tecnologia em avaliação durante a reunião da Conitec. Prazo até 23 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As inscrições são feitas via site da Conitec por meio da Plataforma Brasil Participativo (sendo necessário ingressar com o login GOV.BR).<br />
Saiba mais <a class="internal-link" title="" href="https://www.gov.br/conitec/pt-br/assuntos/participacao-social/perspectiva-do-paciente-1" target="_self" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview-enabled="false">aqui</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">A Perspectiva do Paciente é um espaço destinado à apresentação de relatos de experiência com a condição de saúde e a tecnologia em avaliação durante a reunião da Conitec.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Prazo até 23 de abril:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Chamada Pública nº 37/2026 &#8211; Rituximabe para tratamento de pacientes adultos com Pênfigo Vulgar (PV) de moderado a grave<br />
Nesta chamada, serão priorizadas as inscrições de pessoas com a condição de saúde e que utilizam ou já utilizaram medicamento em avaliação.</p>
<p style="text-align: justify;">Chamada Pública nº 38/2026 &#8211; Sotatercepte em adição à terapia de base para tratamento de pacientes adultos com hipertensão arterial pulmonar em classe funcionais III ou IV, risco intermediário a alto, em uso de terapias dupla (intolerantes às prostaciclinas) ou terapia tripla<br />
Nesta chamada, serão priorizadas as inscrições de pessoas com a condição de saúde e que utilizam ou já utilizaram o medicamento em avaliação.</p>
<p style="text-align: justify;">Chamada Pública nº 39/2026 &#8211; Ressecção retal assistida por robô para tratamento de pacientes adultos com câncer de reto localizado ou localmente avançado (estádios I a III)<br />
Nesta chamada, serão priorizadas as inscrições de pessoas com a condição de saúde e que realizaram o procedimento em avaliação.</p>
<p style="text-align: justify;">Chamada Pública nº 40/2026 &#8211; Rituximabe para tratamento de pacientes com linfoma difuso de grandes células B refratário ou recidivante ao tratamento de primeira linha (tratamento de resgate, 2ª linha e subsequente) ou para tratamento de manutenção após a primeira linha<br />
Nesta chamada, serão priorizadas as inscrições de pessoas com a condição de saúde e que utilizam ou já utilizaram o medicamento em avaliação.</p>
<p style="text-align: justify;">Chamada Pública nº 41/2026 &#8211; Transplante de células progenitoras hematopoiéticas (TCPH) alogênico para tratamento de pacientes com Linfoma Difuso de Grandes Células B (LDGCB) recidivado após transplante autólogo (TCTH)<br />
Nesta chamada, serão priorizadas as inscrições de pessoas com a condição de saúde e que realizaram o procedimento em avaliação.”</p>
<p style="text-align: justify;">Chamada Pública nº 42/2026 &#8211; Tomografia computadorizada por emissão de pósitrons (PET-CT) para confirmação de recorrência de neoplasia maligna epitelial de ovário, após resultado de tomografia computadorizada inconclusivo<br />
Nesta chamada, serão priorizadas as inscrições de pessoas com a condição de saúde e que realizaram o procedimento em avaliação.</p>
<p style="text-align: justify;">Chamada Pública nº 43/2026 &#8211; Tomografia de coerência óptica para confirmação diagnóstica de pacientes com glaucoma primário de ângulo aberto<br />
Nesta chamada, serão priorizadas as inscrições de pessoas com a condição de saúde e que realizaram o procedimento em avaliação.</p>
<p style="text-align: justify;">Chamada Pública nº 44/2026 &#8211; Cirurgia antiglaucomatosa por via angular com goniotomia excisional ou com trabeculotomia transluminal durante a cirurgia de facectomia com implante de lente intraocular com facoemulsificação para pacientes diagnosticados com catarata e glaucoma primário de ângulo aberto com dano inicial ou moderado controlado com colírios<br />
Nesta chamada, serão priorizadas as inscrições de pessoas com a condição de saúde e que realizaram o procedimento em avaliação.</p>
<p style="text-align: justify;">Chamada Pública nº 45/2026 &#8211; Tomografia de coerência óptica para o monitoramento de pacientes com glaucoma primário de ângulo aberto e de ângulo fechado<br />
Nesta chamada, serão priorizadas as inscrições de pessoas com a condição de saúde e que realizaram o procedimento em avaliação.</p>
<p style="text-align: justify;">Chamada Pública nº 46/2026 &#8211; Toxina botulínica A para tratamento profilático de migrânea crônica em pacientes adultos que apresentaram resposta inadequada, intolerância ou são contra-indicados a pelo menos 3 medicamentos profiláticos<br />
Nesta chamada, serão priorizadas as inscrições de pessoas com a condição de saúde e que utilizam ou já utilizaram o medicamento em avaliação.</p>
<p style="text-align: justify;">Chamada Pública nº 47/2026 &#8211; Cabotegravir para profilaxia pré-exposição da infecção pelo HIV-1<br />
Nesta chamada, serão priorizadas as inscrições de pessoas com a condição de saúde e que utilizam ou já utilizaram o medicamento em avaliação.</p>
<p>Fonte: Conitec</p><p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/novas-chamadas-publicas-para-a-perspectiva-do-paciente-estao-abertas-ate-o-dia-23-de-abril/">Novas chamadas públicas para a Perspectiva do Paciente estão abertas até o dia 23 de abril</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p><p>O post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/novas-chamadas-publicas-para-a-perspectiva-do-paciente-estao-abertas-ate-o-dia-23-de-abril/">Novas chamadas públicas para a Perspectiva do Paciente estão abertas até o dia 23 de abril</a> apareceu primeiro em <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
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		<title>Ministério da Saúde fortalece presença nos territórios durante Encontro Nacional de Periferias, em São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Priscila Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 13:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acesso a saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde participou do Encontro Nacional de Periferias, realizado em 21 de março, em São Paulo, com um conjunto de ações voltadas à promoção da equidade, ampliação do acesso e fortalecimento do cuidado nos territórios periféricos. Ao longo do dia, a Pasta esteve presente com um estande institucional e contribuiu ativamente com a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Ministério da Saúde participou do Encontro Nacional de Periferias, realizado em 21 de março, em São Paulo, com um conjunto de ações voltadas à promoção da equidade, ampliação do acesso e fortalecimento do cuidado nos territórios periféricos. Ao longo do dia, a Pasta esteve presente com um estande institucional e contribuiu ativamente com a programação oficial do evento.</p>
<p style="text-align: justify;">As ações de prevenção tiveram destaque com a distribuição de preservativos internos e externos, insumos com diferentes características para ampliar a adesão, além de autotestes de HIV. Ao mesmo tempo, equipes orientaram o público sobre prevenção, cuidado e acesso aos serviços de saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">O estande também reuniu materiais educativos com linguagem acessível e foco na inclusão, como os cadernos voltados à saúde da população trans, que orientam profissionais e usuários sobre cuidado integral, acolhimento e respeito às diversidades. Também foram apresentados programas como o Saúde da Família, o Consultório na Rua, o Brasil Sorridente e o Programa Saúde na Escola, que estruturam o atendimento no território e acompanham as necessidades da população ao longo do tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro eixo central foi a saúde digital, com destaque para o uso da telessaúde, seus benefícios e modalidade de serviços assistenciais. Houve, também, explicação de como um município pode solicitar a adesão à Oferta Nacional de Telediagnóstico por meio da Rede Brasileira de Telessaúde.</p>
<p style="text-align: justify;">“A transformação digital precisa considerar as diferenças dos territórios para ampliar o acesso e reduzir desigualdades”, afirmou a secretária adjunta de Informação e Saúde Digital, Maria Aparecida Cina da Silva. Segundo ela, o uso qualificado da informação em saúde está diretamente associado à escuta da população. A secretária citou como exemplo o trabalho desenvolvido no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro, onde as ações vêm sendo construídas com forte participação popular. “Não é possível construir política pública sem a participação da população”, destacou. A partir desse diálogo, têm sido identificadas demandas concretas, como a necessidade de ampliar o atendimento em saúde mental e fortalecer as ações voltadas à saúde da mulher.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que apresentar políticas públicas, a participação do Ministério foi marcada pela escuta, pelo diálogo e pela interação direta com a população. O espaço reuniu representantes de movimentos sociais, gestores públicos e cidadãos de diferentes regiões do país, consolidando-se como um ambiente de troca e construção coletiva.</p>
<p class=" " style="text-align: justify;"><strong>Parceria, território e participação social</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Durante a programação, representantes do Governo Federal e de instituições parceiras destacaram o papel das periferias na construção de políticas públicas e a importância da atuação conjunta entre Estado e sociedade civil.</p>
<p style="text-align: justify;">O secretário nacional de Periferias do Ministério das Cidades, Guilherme Simões, ressaltou o protagonismo dos territórios e o esforço coletivo das populações periféricas, destacando também a centralidade da saúde nesse processo. “Só vocês sabem o caminho que percorreram até chegar aqui. E o recado que viemos dar hoje é claro: não vamos recuar”, afirmou. Ao comentar a presença do Ministério da Saúde no evento, Simões destacou a importância das ações concretas nos territórios. “Periferia viva é periferia vacinada. Periferia viva é periferia com saúde”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">O vice-presidente de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde da Fiocruz, Valcler Rangel, destacou a importância da articulação entre diferentes territórios. “É fundamental aproximar a saúde das periferias, do campo, das florestas e das águas”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">No âmbito do Ministério da Saúde, o diretor do Departamento de Gestão Interfederativa e Participativa, André Luis Bonifácio de Carvalho, enfatizou o caráter ampliado do SUS. “Não é apenas o SUS da vacina ou da consulta. É o SUS da democracia, do antirracismo e da dignidade do povo brasileiro”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">A participação social também foi apontada como elemento central para o fortalecimento das políticas públicas. O coordenador-geral de Participação e Articulação com os Movimentos Sociais, Rodrigo Leite, destacou a importância da escuta ativa da população. “A participação social é fundamental para qualificar e fortalecer o SUS nos territórios”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o evento, também foi divulgada uma pesquisa para avaliação dos serviços de saúde, com o objetivo de reunir percepções da população e orientar melhorias nas ações do SUS.  A participação do Ministério da Saúde reforça o compromisso com a ampliação do acesso ao cuidado, a escuta da população e o fortalecimento das ações do SUS nos territórios.</p>
<p style="text-align: justify;"><i>Patrícia Rodrigues<br />
</i><i>Ministério da Saúde</i></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2026/marco/ministerio-da-saude-fortalece-presenca-nos-territorios-durante-encontro-nacional-de-periferias-em-sao-paulo">GOV.</a></p><p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/ministerio-da-saude-fortalece-presenca-nos-territorios-durante-encontro-nacional-de-periferias-em-sao-paulo/">Ministério da Saúde fortalece presença nos territórios durante Encontro Nacional de Periferias, em São Paulo</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p><p>O post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/ministerio-da-saude-fortalece-presenca-nos-territorios-durante-encontro-nacional-de-periferias-em-sao-paulo/">Ministério da Saúde fortalece presença nos territórios durante Encontro Nacional de Periferias, em São Paulo</a> apareceu primeiro em <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
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		<title>Inscrições abertas para representantes de Organizações da Sociedade Civil (OSC) participarem das reuniões da Conitec</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Priscila Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 18:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Conitec]]></category>
		<category><![CDATA[organizações da sociedade civil]]></category>
		<category><![CDATA[OSC]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria-Executiva da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) está com inscrições abertas para que Organizações da Sociedade Civil (OSC) se inscrevam como representantes nos temas em análise no processo de avaliação de tecnologias em saúde. As inscrições poderão ser realizadas até às 18h da próxima sexta-feira (17/04) diretamente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="content-core">
<div id="parent-fieldname-text" class="">
<div>
<p class="elementtoproof" style="text-align: justify;">A Secretaria-Executiva da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) está com inscrições abertas para que Organizações da Sociedade Civil (OSC) se inscrevam como representantes nos temas em análise no processo de avaliação de tecnologias em saúde. As inscrições poderão ser realizadas até às 18h da próxima sexta-feira (17/04) diretamente no site da Conitec, na seção específica de “<a id="OWA7b19e001-375e-6067-f3e9-d6d41f924a16" title="https://www.gov.br/conitec/pt-br/assuntos/reunioes-da-conitec/osc/pagina-inicial-osc" href="https://www.gov.br/conitec/pt-br/assuntos/reunioes-da-conitec/osc/pagina-inicial-osc" target="_blank" rel="noopener" data-auth="NotApplicable" data-linkindex="1">Organização da Sociedade Civil</a>”.</p>
<p class="elementtoproof" style="text-align: justify;">No total, são 11 temas em análise nos três comitês técnicos da Conitec: Medicamentos; Produtos e Procedimentos; e Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT).</p>
<p>Para participar, as OSCs interessadas devem acessar o formulário de inscrição. A inscrição deve ser feita por pessoa física representante da organização, e cada OSC pode se inscrever em cada tema para o qual possui atuação correspondente. O seguinte documento apresenta instruções sobre como preencher o formulário de inscrição na <a id="OWA646fc2b9-64fa-5c67-270f-71b9a73f1163" title="https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/pdf/2026-2/plataforma-brasil-participativo" href="https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/pdf/2026-2/plataforma-brasil-participativo" target="_blank" rel="noopener" data-auth="NotApplicable" data-linkindex="2">Plataforma Brasil Participativo</a>.</p>
<p><b>Documentação necessária: </b>As orientações completas sobre os documentos a anexar — incluindo estatuto social e suas alterações, devidamente registrados em cartório, que confirme sua atuação na área específica do tema em avaliação pela Conitec há pelo menos dois anos, ata de assembleia que comprove atuação dos representantes indicados como membros da OSC e certidões de regularidade — estão disponíveis na página de <a id="OWA225aa3f2-0c49-49e5-b510-5d5503efead2" title="https://www.gov.br/conitec/pt-br/assuntos/reunioes-da-conitec/osc/orientacoes-para-inscricao-de-organizacao-da-sociedade-civil-na-conitec" href="https://www.gov.br/conitec/pt-br/assuntos/reunioes-da-conitec/osc/orientacoes-para-inscricao-de-organizacao-da-sociedade-civil-na-conitec" target="_blank" rel="noopener" data-auth="NotApplicable" data-linkindex="3">orientações para inscrição de OSC</a> na Conitec.</p>
<p style="text-align: justify;">A fim de facilitar o envio de documentos enviados por OSCs que recorrentemente se inscrevem nas seleções abertas para participação na cadeira rotativa da Conitec, a SE- Conitec elaborou um painel que contém os documentos já validados de OSCs que já tenham sido <b>selecionadas </b>em alguma seleção anterior. Isso significa que, se uma OSC já se inscreveu em uma seleção, foi sorteada, teve sua documentação analisada e está em conformidade com os critérios estabelecidos, ela terá algumas informações disponibilizadas no <b><a class="external-link" title="" href="https://www.gov.br/conitec/pt-br/assuntos/reunioes-da-conitec/osc/painel-oscs" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">Painel de documentos validados de OSCs já selecionadas</a>.</b> Dessa forma, ao realizar a inscrição em uma nova seleção, poderá verificar no painel disponibilizado quais documentos já foram enviados anteriormente e está isenta do reenvio.</p>
<p>As OSC inscritas em cada seleção concorrerão a uma cadeira rotativa nas reuniões da Conitec, com direito a voz e voto nos temas em que forem selecionadas, mediante sorteio público conduzido pela Secretaria-Executiva da Comissão.</p>
<p class="elementtoproof" style="text-align: justify;">A participação das OSCs representa um avanço na democratização e na participação social nos processos de Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS), permitindo que experiências e perspectivas da sociedade organizada contribuam diretamente nas discussões sobre incorporação de medicamentos, produtos, procedimentos e diretrizes no SUS.</p>
<p class="elementtoproof" style="text-align: justify;">Desde novembro de 2025, as Organizações da Sociedade Civil passaram a integrar formalmente os Comitês da Conitec, em cumprimento à Lei nº 15.120/2025 e à sua regulamentação pelo Decreto nº 12.716/2025 e Portaria GM/MS nº 8.817/2025 — marco que fortalece a participação social com representação em cadeira rotativa e direito a voto nos processos decisórios da comissão.</p>
<p><b>Inscrições abertas:</b></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Seleção &#8211; 31/2026 &#8211; Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Leucemia Mieloide Crônica do Adulto</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Seleção &#8211; 32/2026 &#8211; Ressecção retal assistida por robô em pacientes com câncer de reto localizado ou localmente avançado &#8211; estádios I a III</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Seleção &#8211; 33/2026 &#8211; Transplante de células progenitoras hematopoéticas (TCPH) alogênico para tratamento de pacientes com Linfoma Difuso de Grandes Células B (LDGCB) recidivado após TCTH autólogo.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Seleção &#8211; 34/2026 &#8211; Tomografia computadorizada por emissão de pósitrons (PET-CT) para tratamento de neoplasia maligna epitelial de ovário</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Seleção &#8211; 35/2026 &#8211; Toxina botulínica A para tratamento profilático de migrânea crônica em adultos que apresentaram resposta inadequada, intolerância ou são contra-indicados a pelo menos 3 medicamentos profiláticos</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Seleção &#8211; 36/2026 &#8211; Sotatercepte para tratamento de adultos com hipertensão arterial pulmonar em Classes Funcionais OMS III e IV, risco intermediário a alto de morte, em uso de terapias dupla (intolerantes às prostaciclinas) ou tripla</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Seleção &#8211; 37/2026 &#8211; Cabotegravir para profilaxia pré-exposição da infecção pelo HIV-1</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Seleção &#8211; 38/2026 &#8211; Rituximabe para tratamento de pacientes com linfoma difuso de grandes células B: 1) refratário ou recidivante ao tratamento de primeira linha (tratamento de resgate, 2ª linha e subsequente); 2) em tratamento de manutenção após a primeira linha6: Sistema de monitoramento contínuo para o monitoramento de glicose em pessoas com diabetes mellitus tipo 1</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Seleção &#8211; 39/2026 &#8211; Tomografia de coerência óptica para confirmação diagnóstica do glaucoma primário de ângulo aberto</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Seleções &#8211; 40/2026 &#8211; Tomografia de coerência óptica para monitoramento de pacientes com glaucoma primário de ângulo aberto e de ângulo fechado</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Seleções &#8211;  41/2026 &#8211; Cirurgia antiglaucomatosa para pacientes diagnosticados com catarata e glaucoma primário de ângulo aberto com dano inicial ou moderado controlado com colírios</li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
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<p><label class="horizontal">Categoria</label></p>
<div id="form-widgets-categoria" class="contenttree-widget relationchoice-field" style="text-align: justify;">Saúde e Vigilância Sanitária</div>
<div></div>
<div>Fonte: Conitec</div>
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		<title>Anvisa atualiza lista de medicamentos de referência no Brasil</title>
		<link>https://artritereumatoide.blog.br/anvisa-atualiza-lista-de-medicamentos-de-referencia-no-brasil/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=anvisa-atualiza-lista-de-medicamentos-de-referencia-no-brasil</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Priscila Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 17:23:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[lista de medicamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou no Diário Oficial da União a Instrução Normativa nº 428 da Anvisa, de 4 de março de 2026, que atualiza a Lista de Medicamentos de Referência (LMR) no país. A lista reúne os medicamentos considerados referência para o registro de genéricos e similares, ou seja, aqueles que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou no Diário Oficial da União a Instrução Normativa nº 428 da Anvisa, de 4 de março de 2026, que atualiza a Lista de Medicamentos de Referência (LMR) no país.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A lista reúne os medicamentos considerados </span><b>referência para o registro de genéricos e similares</b><span style="font-weight: 400;">, ou seja, aqueles que servem de base para estudos de bioequivalência e comprovação de eficácia e segurança exigidos pela agência reguladora.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Com a nova norma, a Anvisa promove </span><b>inclusões, exclusões e alterações de medicamentos</b><span style="font-weight: 400;"> na lista oficial. As mudanças passam a valer a partir da data de publicação da instrução normativa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A atualização periódica da lista é um procedimento regulatório da agência e tem como objetivo </span><b>manter alinhado o processo de avaliação e registro de medicamentos no Brasil</b><span style="font-weight: 400;">, acompanhando a disponibilidade de produtos no mercado e a evolução do setor farmacêutico.</span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><b>Medicamentos incluídos na lista</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Entre os medicamentos que passam a integrar a lista de referência estão:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">aciclovir – Zovirax</span>&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">berotralstate (dicloridrato) – Orladeyo</span>&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">ibuprofeno – Buprovil</span>&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">maralixibate (cloreto) – Livmarli</span>&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">metotrexato de sódio – Metrexato</span>&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">noretisterona (acetato) – Primolut-Nor</span>&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">osilodrostate (fosfato) – Isturisa (1 mg e 5 mg)</span>&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">polimixina B (sulfato) – Polycid</span>&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">prometazina (cloridrato) – Prometazol</span>&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">ropivacaína (cloridrato) – Ropi</span>&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">silodosina – Sil-HP (4 mg e 8 mg)</span>&nbsp;</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;"><b>Medicamentos excluídos da lista</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A norma também retira alguns medicamentos da lista de referência, entre eles:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">ciclopentolato (cloridrato) – Cicloplégico</span>&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">cloranfenicol (levógiro) – Quemicetina</span>&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">clotrimazol – Canesten</span>&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">colchicina – Colchis (0,5 mg e 1 mg)</span>&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">dactinomicina – Cosmegen</span>&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">darunavir – Prezista</span>&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">dimenidrato – Dramin</span>&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">doxazosina – Carduran</span>&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">alginato de sódio + bicarbonato de potássio – Luftagastro</span>&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">calamina + difenidramina + cânfora – Solardril</span>&nbsp;</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;"><b>Medicamentos com alteração de registro</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Também houve ajustes administrativos relacionados ao número de registro, como nos medicamentos:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">ácido tióctico – Thioctacid</span>&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">alprazolam – Frontal (0,25 mg; 0,5 mg; 1 mg; 2 mg)</span>&nbsp;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">alprazolam – Frontal XR (liberação prolongada)</span>&nbsp;</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Segundo a Anvisa, a atualização da Lista de Medicamentos de Referência ocorre periodicamente para acompanhar mudanças no mercado farmacêutico e garantir parâmetros atualizados para o registro de genéricos e similares no país. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Para ler a lista na íntegra acesse: </span><a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/instrucao-normativa-anvisa-n-428-de-04-de-marco-de-2026-690851257"><span style="font-weight: 400;">INSTRUÇÃO NORMATIVA ANVISA N° 428, DE 04 DE MARÇO DE 2026 &#8211; INSTRUÇÃO NORMATIVA ANVISA N° 428, DE 04 DE MARÇO DE 2026 &#8211; DOU &#8211; Imprensa Nacional</span></a><span style="font-weight: 400;"> </span></p><p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/anvisa-atualiza-lista-de-medicamentos-de-referencia-no-brasil/">Anvisa atualiza lista de medicamentos de referência no Brasil</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p><p>O post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/anvisa-atualiza-lista-de-medicamentos-de-referencia-no-brasil/">Anvisa atualiza lista de medicamentos de referência no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
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		<title>Controle social do SUS ganha protagonismo global e avança como agenda estratégica internacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Priscila Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cns]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Participação Social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O fortalecimento da participação social na saúde ultrapassou as fronteiras nacionais e se consolidou como uma agenda estratégica global durante a 79ª Reunião Extraordinária do Conselho Nacional de Saúde (CNS). O debate reuniu representantes de organismos internacionais, governo e sociedade civil para analisar os desafios e oportunidades da incidência internacional do controle social em saúde. A [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O fortalecimento da participação social na saúde ultrapassou as fronteiras nacionais e se consolidou como uma agenda estratégica global durante a </span><b>79ª Reunião Extraordinária do Conselho Nacional de Saúde (CNS)</b><span style="font-weight: 400;">. O debate reuniu representantes de organismos internacionais, governo e sociedade civil para analisar os desafios e oportunidades da incidência internacional do controle social em saúde. </span><span style="font-weight: 400;">A mesa destacou o papel do Brasil como referência mundial, especialmente após a aprovação, em 2024, da primeira resolução da Organização Mundial da Saúde (OMS) dedicada exclusivamente à participação social — um marco histórico impulsionado pelo protagonismo brasileiro.</span></p>
<h4 style="text-align: justify;"><b>Brasil como referência global em participação social</b></h4>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A representante adjunta da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), </span><b>Elisa Prieto</b><span style="font-weight: 400;">, destacou que o </span><b>Conselho Nacional de Saúde é uma das experiências mais robustas de participação social no mundo</b><span style="font-weight: 400;">, servindo como modelo para outros países. </span><span style="font-weight: 400;">Segundo ela, a resolução da OMS representa um divisor de águas ao estabelecer um </span><b>mandato internacional para que os países avancem na institucionalização da participação social</b><span style="font-weight: 400;">, além de orientar a cooperação técnica entre nações.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">“Sem confiança social, não há confiança na ciência. A participação social é essencial para traduzir o conhecimento científico em impacto real nos territórios.” </span><span style="font-weight: 400;">A OPAS tem atuado na sistematização das experiências brasileiras e na promoção de intercâmbio entre países, incluindo iniciativas como laboratórios de inovação e propostas de observatórios internacionais de participação social.</span></p>
<h4 style="text-align: justify;"><b>Desafios da governança global e assimetrias de poder</b></h4>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O assessor da Assessoria Especial de Assuntos Internacionais do Ministério da Saúde (AISA), </span><b>Sérgio Gaudêncio</b><span style="font-weight: 400;">, apresentou uma análise do cenário internacional, marcado por:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Assimetria de poder entre países</b></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Fragmentação do financiamento global</b></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Participação social muitas vezes simbólica (tokenismo)</b></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Déficit de evidências científicas sobre impacto da participação</b></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Ele ressaltou que a recente resolução da OMS fortalece a agenda ao criar base normativa para avanços futuros, ainda que não seja vinculante. </span><span style="font-weight: 400;">“Agora temos um referencial internacional que permite avançar e cobrar compromissos dos países.” </span><span style="font-weight: 400;">Entre as estratégias apontadas estão:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Produção de evidências científicas</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Articulação com a academia</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Fortalecimento da cooperação Sul-Sul (BRICS, G20)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Integração com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)</span></li>
</ul>
<h4 style="text-align: justify;"><b>Crise do multilateralismo e necessidade de reconstrução</b></h4>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O representante do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), </span><b>Paulo César Carbonari</b><span style="font-weight: 400;">, trouxe uma análise crítica do cenário global, destacando o enfraquecimento do multilateralismo e o avanço de um mundo multipolar com conflitos e desigualdades. </span><span style="font-weight: 400;">Segundo ele, há um </span><b>déficit democrático nas instâncias internacionais</b><span style="font-weight: 400;">, onde a sociedade civil tem participação limitada frente aos Estados. </span><span style="font-weight: 400;">“Os organismos internacionais são formados pelos Estados, mas os Estados nem sempre representam os povos.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Carbonari defendeu a necessidade de:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Recriar a governança global com maior participação dos povos</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Enfrentar práticas neocolonialistas na saúde global</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Garantir equidade no acesso a tecnologias e conhecimento</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Ele também alertou para desafios atuais, como as negociações do acordo de pandemias, marcadas por disputas geopolíticas e interesses econômicos.</span></p>
<h4 style="text-align: justify;"><b>Avanços da incidência internacional do CNS</b></h4>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A presidenta do CNS, </span><b>Fernanda Lou Sans Magano</b><span style="font-weight: 400;">, apresentou um panorama dos avanços recentes, destacando:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aprovação da resolução da OMS sobre participação social (2024)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Formação de um </span><b>core group internacional</b><span style="font-weight: 400;"> (Brasil, Tailândia, Eslovênia, França, Noruega e Tunísia)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Participação ativa nas Assembleias Mundiais da Saúde</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ampliação da presença brasileira em fóruns globais</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Realização de eventos paralelos e articulações multilaterais</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A estratégia inclui ainda:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Produção de relatórios internacionais</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Criação de observatório global de participação social</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Cooperação com países africanos e de língua portuguesa</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Inserção em agendas como BRICS, G20 e COP30</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">“A incidência internacional do controle social é um caminho sem volta.”</span></p>
<h4 style="text-align: justify;"><b>Sociedade civil reforça protagonismo brasileiro</b></h4>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Durante o debate, conselheiros e representantes destacaram que o Brasil vem sendo </span><b>procurado internacionalmente como modelo de controle social</b><span style="font-weight: 400;">, com experiências do SUS influenciando reformas em outros países.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Também foi ressaltada a importância de:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ampliar a presença da sociedade civil brasileira nos fóruns internacionais</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Fortalecer a produção de evidências</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Integrar participação social às agendas globais de desenvolvimento</span></li>
</ul>
<h4 style="text-align: justify;"><b>Encaminhamentos estratégicos</b></h4>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Ao final, o debate consolidou diretrizes para fortalecer a incidência internacional do controle social em saúde:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> </span><b>Acompanhar a avaliação da resolução da OMS na 79ª Assembleia Mundial da Saúde</b></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> </span><b>Ampliar a participação do CNS em fóruns internacionais</b></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> </span><b>Produzir evidências científicas sobre impacto da participação social</b></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> </span><b>Fortalecer cooperação Sul-Sul e articulação com países parceiros</b></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> </span><b>Avançar na criação de um observatório internacional de participação social</b></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> </span><b>Estimular presença ativa da sociedade civil brasileira em eventos globais</b></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> </span><b>Integrar participação social às agendas globais (ODS, pandemias, saúde digital)</b></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> </span><b>Defender a soberania em saúde e a governança democrática global</b></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A discussão reafirmou que o controle social do SUS deixou de ser apenas uma política nacional para se tornar um </span><b>instrumento estratégico de influência global</b><span style="font-weight: 400;">, com potencial de transformar a governança da saúde internacional. </span><span style="font-weight: 400;">Entre desafios geopolíticos e avanços institucionais, o Brasil consolida sua posição como referência mundial, levando ao cenário internacional um modelo baseado em </span><b>democracia participativa, equidade e direito à saúde</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/controle-social-do-sus-ganha-protagonismo-global-e-avanca-como-agenda-estrategica-internacional/">Controle social do SUS ganha protagonismo global e avança como agenda estratégica internacional</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p><p>O post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/controle-social-do-sus-ganha-protagonismo-global-e-avanca-como-agenda-estrategica-internacional/">Controle social do SUS ganha protagonismo global e avança como agenda estratégica internacional</a> apareceu primeiro em <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
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		<title>Conitec avalia tecnologias para doenças infecciosas e emite parecer preliminar desfavorável a terapias oncológicas na 150ª reunião</title>
		<link>https://artritereumatoide.blog.br/conitec-avalia-tecnologias-para-doencas-infecciosas-e-emite-parecer-preliminar-desfavoravel-a-terapias-oncologicas-na-150a-reuniao/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=conitec-avalia-tecnologias-para-doencas-infecciosas-e-emite-parecer-preliminar-desfavoravel-a-terapias-oncologicas-na-150a-reuniao</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Priscila Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 14:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Participação Social]]></category>
		<category><![CDATA[Conitec]]></category>
		<category><![CDATA[doenças negligenciadas]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<category><![CDATA[terapias oncológicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 150ª reunião ordinária da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), realizada entre os dias 8 e 10 de abril de 2026, foi marcada pela análise de medicamentos, protocolos clínicos e tecnologias, com diferentes encaminhamentos para consulta pública e decisões preliminares sobre incorporação no SUS. No Comitê de Medicamentos, houve predominância de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" data-start="0" data-end="296">A 150ª reunião ordinária da <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec)</span></span>, realizada entre os dias 8 e 10 de abril de 2026, foi marcada pela análise de medicamentos, protocolos clínicos e tecnologias, com diferentes encaminhamentos para consulta pública e decisões preliminares sobre incorporação no SUS.</p>
<p style="text-align: justify;" data-start="298" data-end="891">No <strong data-start="301" data-end="327">Comitê de Medicamentos</strong>, houve predominância de pareceres favoráveis para doenças negligenciadas. Tecnologias como a anfotericina B (em diferentes formulações) associada à miltefosina para leishmaniose visceral e o praziquantel para esquistossomose em crianças foram encaminhadas para consulta pública com recomendação favorável. Por outro lado, todas as análises envolvendo o imunoterápico pembrolizumabe para diferentes tipos de câncer (pulmão, mama, colo do útero e esôfago) receberam recomendação inicial desfavorável para incorporação no SUS.</p>
<p style="text-align: justify;" data-start="893" data-end="1326">Já no <strong data-start="899" data-end="965">Comitê de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT)</strong>, todos os temas avaliados avançaram com parecer favorável para consulta pública. Entre eles estão novos ou atualizados protocolos para leiomioma uterino, hemangioma infantil, hepatite C (e coinfecções) e o uso de iodeto de potássio em emergências nucleares, além da discussão sobre a priorização de diretrizes para 2026.</p>
<p style="text-align: justify;" data-start="1328" data-end="1655">No <strong data-start="1331" data-end="1369">Comitê de Produtos e Procedimentos</strong>, foi deliberada a recomendação final de incorporação do sequenciamento de nova geração (NGS) para detecção de mutações nos genes BRCA1 e BRCA2 em mulheres com câncer de mama não metastático, indicando avanço na oferta de testes genéticos no SUS.</p>
<p style="text-align: justify;" data-start="1657" data-end="1941">De forma geral, a reunião evidenciou dois movimentos importantes: o avanço de tecnologias voltadas a doenças infecciosas e protocolos clínicos, e maior restrição inicial à incorporação de terapias oncológicas de alto custo, que seguem agora para debate público antes da decisão final.</p>
<p data-start="1657" data-end="1941"><a href="http://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/pauta-da-150a-reuniao-ordinaria-da-conitec-comite-de-produtos-e-procedimentos.pdf" class="pdfemb-viewer" style="" data-width="max" data-height="max" data-toolbar="bottom" data-toolbar-fixed="on">pauta-da-150a-reuniao-ordinaria-da-conitec-comite-de-produtos-e-procedimentos</a> <a href="http://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/pauta-da-150a-reuniao-ordinaria-da-conitec-comite-de-pcdt.pdf" class="pdfemb-viewer" style="" data-width="max" data-height="max" data-toolbar="bottom" data-toolbar-fixed="on">pauta-da-150a-reuniao-ordinaria-da-conitec-comite-de-pcdt</a> <a href="http://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/pauta-da-150a-reuniao-da-conitec-comite-de-medicamentos.pdf" class="pdfemb-viewer" style="" data-width="max" data-height="max" data-toolbar="bottom" data-toolbar-fixed="on">pauta-da-150a-reuniao-da-conitec-comite-de-medicamentos</a></p><p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/conitec-avalia-tecnologias-para-doencas-infecciosas-e-emite-parecer-preliminar-desfavoravel-a-terapias-oncologicas-na-150a-reuniao/">Conitec avalia tecnologias para doenças infecciosas e emite parecer preliminar desfavorável a terapias oncológicas na 150ª reunião</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p><p>O post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/conitec-avalia-tecnologias-para-doencas-infecciosas-e-emite-parecer-preliminar-desfavoravel-a-terapias-oncologicas-na-150a-reuniao/">Conitec avalia tecnologias para doenças infecciosas e emite parecer preliminar desfavorável a terapias oncológicas na 150ª reunião</a> apareceu primeiro em <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
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		<title>CNS aponta urgência do Programa Nacional de Saneamento Indígena (PNSI)</title>
		<link>https://artritereumatoide.blog.br/cns-aponta-urgencia-do-programa-nacional-de-saneamento-indigena-pnsi/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=cns-aponta-urgencia-do-programa-nacional-de-saneamento-indigena-pnsi</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Priscila Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 14:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cns]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Participação Social]]></category>
		<category><![CDATA[CNS]]></category>
		<category><![CDATA[conselho nacional de saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante a 377ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Saúde (CNS), o plenário dedicou espaço ao debate sobre o Programa Nacional de Saneamento Indígena (PNSI), pauta tratada como estratégica para a garantia do direito à saúde, à água, ao esgotamento sanitário, ao manejo de resíduos e à dignidade dos povos originários. A mesa foi coordenada [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/cns-aponta-urgencia-do-programa-nacional-de-saneamento-indigena-pnsi/">CNS aponta urgência do Programa Nacional de Saneamento Indígena (PNSI)</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Durante a 377ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Saúde (CNS), o plenário dedicou espaço ao debate sobre o </span><b>Programa Nacional de Saneamento Indígena (PNSI)</b><span style="font-weight: 400;">, pauta tratada como estratégica para a garantia do direito à saúde, à água, ao esgotamento sanitário, ao manejo de resíduos e à dignidade dos povos originários. A mesa foi coordenada pelas conselheiras nacionais </span><b>Vânia Lúcia Ferreira Leite</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>Heliana Neves Hemetério dos Santos</b><span style="font-weight: 400;">, com exposições de </span><b>Leandro Pereira Nepomuceno</b><span style="font-weight: 400;">, coordenador-geral de Infraestrutura e Saneamento para Saúde Indígena da SESAI/MS, da engenheira ambiental </span><b>Camila</b><span style="font-weight: 400;"> pela área de Saúde Ambiental da secretaria, e do pesquisador </span><b>Bernardo Aleixo</b><span style="font-weight: 400;">, do Instituto René Rachou/Fiocruz Minas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Logo na abertura, foi reforçado o apelo para que o saneamento nas terras indígenas seja efetivamente melhorado, sintetizando o tom de urgência que marcou toda a discussão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Leandro Pereira Nepomuceno destacou que ainda há pouco conhecimento, inclusive dentro do próprio setor saúde e do campo do saneamento, sobre o fato de a </span><b>Secretaria de Saúde Indígena (SESAI)</b><span style="font-weight: 400;"> também executar ações de saneamento em territórios indígenas, e não apenas ações assistenciais e de atenção básica. Segundo ele, enquanto o Ministério das Cidades concentra políticas urbanas e ações voltadas ao saneamento rural, a SESAI mantém uma atuação específica nas terras indígenas, embora historicamente com baixa visibilidade e orçamento insuficiente. Ele ressaltou que, apesar de avanços recentes e da ampliação dos investimentos, o déficit ainda é expressivo e está diretamente relacionado a agravos evitáveis, incluindo doenças associadas ao saneamento inadequado, com repercussões graves sobre a mortalidade infantil indígena.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Na apresentação técnica, Camila contextualizou o surgimento do PNSI como resposta à ausência de um desenho nacional específico para a realidade indígena. Ela lembrou que o Brasil possui cerca de </span><b>1,6 milhão de indígenas</b><span style="font-weight: 400;">, distribuídos em mais de </span><b>300 povos</b><span style="font-weight: 400;">, e que a SESAI atende aproximadamente </span><b>7.500 aldeias</b><span style="font-weight: 400;">. Ressaltou que essa diversidade territorial, cultural e social exige uma abordagem própria, já que os instrumentos nacionais de saneamento, em geral, não foram estruturados a partir das necessidades dos povos indígenas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Camila explicou que o programa nasce no contexto de políticas mais amplas, como a Lei de Saneamento, o Plano Nacional de Saneamento Básico e o Programa Nacional de Saneamento Rural, mas sublinhou que esses marcos não contemplaram adequadamente a especificidade indígena. Segundo ela, o Programa Nacional de Saneamento Rural, lançado em 2019, já apontava a necessidade de um programa próprio para povos indígenas, por reconhecer que um modelo genérico para o meio rural não seria suficiente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A representante da SESAI afirmou que a construção do PNSI, iniciada em 2023, ocorreu de forma participativa e cuidadosa, com quatro níveis de colaboração. No plano interinstitucional, houve articulação com Fiocruz, Ministério do Meio Ambiente, Ministério do Desenvolvimento Social, Ministério do Desenvolvimento Regional, Funasa e Agência Nacional de Águas, entre outros atores. Também foram contratados </span><b>34 pesquisadores</b><span style="font-weight: 400;">, um para cada Distrito Sanitário Especial Indígena, para realizar escutas em aldeias, com profissionais, lideranças e comunidades. O processo incluiu ainda oficinas regionais e diálogo com organizações do movimento indígena, como </span><b>APIB</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>COIAB</b><span style="font-weight: 400;"> e outras representações regionais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Um dos pontos centrais apresentados por Camila foi a formulação de um </span><b>conceito próprio de acesso ao saneamento indígena</b><span style="font-weight: 400;">, diferente daquele tradicionalmente usado nas políticas públicas. Ela afirmou que não basta considerar a existência física de uma estrutura: é preciso verificar se houve </span><b>consulta prévia</b><span style="font-weight: 400;">, se a solução foi validada pela comunidade e se respeita sua organização social e territorial. Esse reposicionamento conceitual, segundo ela, busca enfrentar a lógica que mede acesso sem considerar a realidade dos povos originários.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A partir desse novo olhar, foi apresentado um diagnóstico alarmante: </span><b>metade da população indígena não tem acesso à água potável em seus domicílios</b><span style="font-weight: 400;">; no esgotamento sanitário, apenas </span><b>10% dos domicílios indígenas</b><span style="font-weight: 400;"> têm acesso adequado; e, em resíduos sólidos, somente </span><b>2%</b><span style="font-weight: 400;"> contam com manejo adequado. Diante desse quadro, Camila afirmou que o PNSI surge como resposta estruturada para reverter um cenário que classificou como devastador.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Na sequência, ela detalhou os </span><b>cinco eixos do programa</b><span style="font-weight: 400;">:</span></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Infraestrutura e tecnologia</b><span style="font-weight: 400;">, voltado à ampliação de soluções físicas e tecnológicas de saneamento;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Gestão do saneamento</b><span style="font-weight: 400;">, para garantir funcionamento, manutenção e eficiência das estruturas implantadas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Educação</b><span style="font-weight: 400;">, com foco na formação das equipes e no fortalecimento do acesso comunitário ao conhecimento em saneamento;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Cooperações, parcerias e articulação</b><span style="font-weight: 400;">, para ampliar a corresponsabilização e mobilizar mais atores;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Participação e controle social</b><span style="font-weight: 400;">, assegurando protagonismo indígena em todo o ciclo do programa.</span></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Camila destacou como inovação o uso de </span><b>novos modelos de execução</b><span style="font-weight: 400;">, incluindo o credenciamento de organizações da sociedade civil, inclusive indígenas, para implementação de soluções, inspirando-se em experiências como a do Programa Cisternas. Também mencionou a criação de um </span><b>sistema de informação de saneamento indígena</b><span style="font-weight: 400;">, destinado a substituir o atual levantamento fragmentado em planilhas, permitindo atualização em tempo real a partir das aldeias e maior apoio ao planejamento, manutenção e logística. Outro destaque foi o fortalecimento do papel dos </span><b>AISAM</b><span style="font-weight: 400;"> e a valorização da educação permanente, com materiais em língua materna e em português, produção de currículo pedagógico e formação de multiplicadores nos territórios.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Ainda em sua fala, Camila informou que a SESAI estruturou a </span><b>Rede Nacional de Saneamento Indígena</b><span style="font-weight: 400;">, já com mais de </span><b>200 organizações cadastradas</b><span style="font-weight: 400;">, para apoiar a articulação das ações. Citou também parcerias com </span><b>UNICEF</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>OPAS</b><span style="font-weight: 400;">, além da busca de recursos internacionais e fundos climáticos. Segundo ela, essas articulações já resultaram em mais de </span><b>900 soluções de abastecimento de água</b><span style="font-weight: 400;">. No eixo de participação e controle social, anunciou a criação de um </span><b>fórum consultivo</b><span style="font-weight: 400;"> para acompanhamento do PNSI, com participação de conselhos distritais, movimento indígena e instâncias de controle social, incluindo o CNS e a CISI.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Na segunda exposição, </span><b>Bernardo Aleixo</b><span style="font-weight: 400;">, da Fiocruz Minas, abordou o tema em perspectiva mais ampla, relacionando o PNSI à agenda internacional de direitos humanos. Ele lembrou que a Fiocruz participou da construção do programa, especialmente na elaboração de diagnóstico, monitoramento e outros elementos técnicos, e elogiou a qualidade e a rapidez com que o PNSI foi estruturado, considerando a complexidade do tema.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Bernardo destacou o relatório da ONU sobre o </span><b>direito humano à água e ao saneamento dos povos indígenas</b><span style="font-weight: 400;">, ressaltando que ele identifica falhas históricas dos Estados no enfrentamento da exclusão estrutural dos povos originários, em um processo vinculado ao colonialismo e à persistente desigualdade de acesso. Em sua avaliação, o programa brasileiro dialoga com várias dessas recomendações ao reconhecer cosmovisões indígenas, valorizar o protagonismo comunitário e enfatizar a participação das mulheres indígenas na gestão da água e do saneamento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O pesquisador também apresentou dados preliminares de uma revisão de literatura em andamento sobre saneamento indígena no Brasil, que identificou apenas </span><b>93 trabalhos científicos</b><span style="font-weight: 400;"> sobre o tema, sendo somente </span><b>dois com coautoria indígena</b><span style="font-weight: 400;">. Para ele, isso evidencia a necessidade de ampliar a produção de conhecimento e enfrentar uma lacuna histórica na pesquisa. Segundo Bernardo, a literatura mostra a precariedade das estruturas, a persistência de </span><b>parasitismo intestinal</b><span style="font-weight: 400;">, poliparasitismo, anemia, desnutrição e outros agravos ligados à contaminação da água e à ausência de serviços adequados, com forte impacto sobre a saúde infantil.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Outro ponto destacado por Bernardo foi um </span><b>estudo de avaliabilidade</b><span style="font-weight: 400;"> das ações de saneamento indígena, realizado em parceria com o Ministério da Saúde e o CNPq. O estudo identificou entraves como </span><b>alta rotatividade das equipes</b><span style="font-weight: 400;">, contingente técnico reduzido, dificuldades logísticas, fragilidade na capacitação e no acompanhamento dos AISAM, ausência de sistema informatizado e subfinanciamento. Para ele, o PNSI é relevante justamente porque organiza esses desafios, propõe metas, estrutura planejamento e ajuda a materializar uma noção de </span><b>atenção diferenciada ao saneamento indígena</b><span style="font-weight: 400;">, semelhante à já debatida no campo da saúde indígena.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Bernardo ainda alertou para novos desafios, especialmente os efeitos das </span><b>mudanças climáticas</b><span style="font-weight: 400;">, do desmatamento e da degradação dos territórios, que exigem soluções cada vez mais adaptadas às realidades locais. Também chamou atenção para o avanço da </span><b>privatização do saneamento</b><span style="font-weight: 400;"> no país e o risco de aprofundamento das desigualdades, uma vez que populações rurais, indígenas e quilombolas tendem a permanecer fora dos blocos de investimento e planejamento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Na fase de intervenções do plenário, </span><b>Claudemir</b><span style="font-weight: 400;">, professor ligado à região Sul, trouxe observações a partir de conversas com aldeias e lembrou que a histórica separação entre saúde indígena e saneamento, herdada do período da Funasa, ainda produz barreiras institucionais. Segundo ele, faltam insumos básicos nas aldeias, como conexões, canos e pequenas peças, além de capacitação dos AISAM, higienização regular de reservatórios e maior diálogo entre saneamento e equipes de saúde. Também apontou a ausência de articulação com estados e municípios, o que afeta serviços como a coleta de lixo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Em seguida, uma conselheira manifestou reconhecimento pelo esforço técnico apresentado, reforçou a importância do controle social e cobrou que o futuro sistema de informação previsto no PNSI seja </span><b>público e transparente</b><span style="font-weight: 400;">, permitindo ao conselho acompanhar a execução e a garantia de direitos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Vânia Lúcia Ferreira Leite</b><span style="font-weight: 400;">, coordenadora da mesa, relacionou o debate à experiência vivida em visita recente a povos indígenas, relatando que a ausência de banheiros adequados e as condições precárias das unidades básicas de saúde a impactaram profundamente. Ela afirmou que o tema não é de conforto, mas de </span><b>dignidade, saúde e segurança</b><span style="font-weight: 400;">, especialmente para idosos que já não conseguem percorrer longas distâncias para fazer suas necessidades. Vânia questionou a mesa sobre os mecanismos de </span><b>financiamento, manutenção, monitoramento e avaliação</b><span style="font-weight: 400;"> previstos no PNSI, incluindo indicadores capazes de medir impactos na redução de doenças de veiculação hídrica e na melhoria da qualidade de vida.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b>José</b><span style="font-weight: 400;">, da Comissão Pastoral da Terra, lembrou ter participado de processos anteriores de construção de políticas de saneamento e disse esperar que, desta vez, o programa saia do papel. Para ele, “saneamento é saúde”, e onde ele não existe, a atenção à saúde também não se consolida adequadamente. José valorizou a participação das comunidades na elaboração do PNSI e afirmou torcer por sua implementação efetiva.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Amauri</b><span style="font-weight: 400;">, da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social e da Cofin, concentrou sua fala na execução orçamentária. Ele criticou a baixa capacidade de execução da Funasa, mencionando cortes, restos a pagar e emendas não executadas, e argumentou que os números orçamentários refletem diretamente a ausência de serviços na ponta. Defendeu a presença da Funasa no debate para explicar os motivos da baixa execução e dos passivos acumulados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Haroldo Pontes</b><span style="font-weight: 400;">, do Conass e da Comissão Intersetorial de Saúde Indígena, lembrou que o programa já havia sido debatido em profundidade na CISI e informou que o colegiado indicou representantes para participar do fórum consultivo. Embora tenha reconhecido a relevância e a qualidade do PNSI, fez a principal cobrança política da mesa: o programa é bom, é participativo, é necessário, mas </span><b>ainda não está sendo executado</b><span style="font-weight: 400;">. Para Haroldo, a pergunta central não é mais sobre sua importância, mas sobre o que está faltando para o lançamento e início da implementação. Ele defendeu que o CNS saísse dali com uma posição firme pela </span><b>implementação imediata</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Lúcia Xavier</b><span style="font-weight: 400;"> reforçou que o tema precisa se tornar uma </span><b>pauta permanente</b><span style="font-weight: 400;"> de acompanhamento pelo conselho. A conselheira afirmou que falar de saneamento em territórios indígenas é falar de governança, adequação cultural, sustentabilidade, monitoramento e integração com a saúde. Destacou que não basta replicar modelos urbanos em contextos distintos e lembrou que o saneamento deve ser pensado como cuidado, prevenção e direito. Também relacionou o tema à incidência de diabetes e amputações em populações indígenas, evidenciando o elo entre condições de vida e agravos crônicos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Anselmo</b><span style="font-weight: 400;">, da Comissão de Saúde Bucal, acrescentou ao debate a dimensão da </span><b>justiça sanitária</b><span style="font-weight: 400;"> e da saúde bucal, lembrando que muitas crianças indígenas seguem privadas de um recurso clássico de saúde pública, o </span><b>flúor na água</b><span style="font-weight: 400;">. Também levantou preocupação sobre o impacto do novo marco regulatório do saneamento e da privatização, questionando como se dará o atendimento às comunidades indígenas próximas às cidades.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Francisca Valda</b><span style="font-weight: 400;">, da Associação Brasileira de Enfermagem, associou-se às falas anteriores e reforçou que o saneamento é direito constitucional e dever do Estado. Ela destacou que o PNSI envolve abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos e águas pluviais, e cobrou esclarecimentos sobre a expectativa anterior de lançamento na </span><b>COP30</b><span style="font-weight: 400;">, bem como a definição de </span><b>metas de universalização até 2030</b><span style="font-weight: 400;">, em consonância com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Em tom enfático, afirmou que “a vida tem pressa”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Nas respostas finais, </span><b>Leandro Pereira Nepomuceno</b><span style="font-weight: 400;"> tratou primeiro da questão mais cobrada pelo plenário: o lançamento do programa. Ele informou que a estratégia inicial era lançar o PNSI na COP, devido à visibilidade internacional e à possibilidade de mobilizar parceiros e financiamento. Disse que a SESAI participou de cerca de </span><b>20 painéis</b><span style="font-weight: 400;"> sobre o tema e apresentou o programa em diversos espaços. No momento da reunião, porém, informou que a secretária </span><b>Lucinha Tremembé</b><span style="font-weight: 400;"> estava em reunião com o gabinete do ministro para tratar da possibilidade de </span><b>lançamento já no dia seguinte</b><span style="font-weight: 400;">, dentro da agenda do </span><b>Abril Indígena</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Leandro explicou que o PNSI é um programa “pesado” do ponto de vista orçamentário, o que ajuda a explicar a cautela institucional, mas enfatizou que a SESAI já executa saneamento nas terras indígenas e que o programa não parte do zero: ele organiza, dá metas e transforma uma cobrança histórica em documento estruturado de reivindicação e planejamento. Segundo ele, a portaria já estava na mesa do ministro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O gestor respondeu ainda às observações sobre insumos, capacitação e manutenção, afirmando que essas demandas estão contempladas sobretudo nos eixos 2 e 3 do programa. Destacou o aumento da execução da SESAI, com expansão significativa do número de sistemas de abastecimento de água entregues: entre 2016 e 2022, a média era de cerca de </span><b>80 sistemas por ano</b><span style="font-weight: 400;">; atualmente, segundo ele, a média chega a aproximadamente </span><b>370 sistemas</b><span style="font-weight: 400;">. A execução financeira também cresceu, passando de </span><b>R$ 79 milhões em 2022</b><span style="font-weight: 400;"> para </span><b>R$ 192 milhões em 2023</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>R$ 204 milhões em 2024</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>R$ 260 milhões em 2025</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Leandro ponderou, contudo, que a ampliação orçamentária, sozinha, não resolve o problema. Segundo ele, é preciso aumentar as </span><b>equipes de saneamento na ponta</b><span style="font-weight: 400;">, já que, enquanto um distrito sanitário pode ter milhares de profissionais de saúde, o núcleo de saneamento costuma contar com apenas três ou quatro engenheiros e poucos técnicos para dar conta de manutenção, logística, coleta de lixo, monitoramento da água, análise laboratorial e reparos. Mencionou ainda a necessidade de veículos, embarcações e estrutura própria para o saneamento, e não apenas o compartilhamento com equipes assistenciais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Ao responder sobre territórios próximos a centros urbanos, Leandro relatou o caso de </span><b>Dourados (MS)</b><span style="font-weight: 400;">, citando as comunidades de </span><b>Aguapiru e Bororó</b><span style="font-weight: 400;">, com cerca de </span><b>20 mil habitantes</b><span style="font-weight: 400;">. Segundo ele, nesses casos, a SESAI não consegue assumir sozinha sistemas de grande porte, semelhantes aos urbanos, sendo necessária corresponsabilização de estados, municípios e empresas de saneamento, como a </span><b>Sanesul</b><span style="font-weight: 400;">. Para ele, esse é um exemplo concreto da necessidade de atuação compartilhada prevista no PNSI.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Leandro também respondeu à questão da regulamentação profissional dos agentes indígenas, lembrando que o projeto de lei da deputada </span><b>Joênia Wapichana</b><span style="font-weight: 400;">, que trata da regulamentação das categorias de </span><b>Agente Indígena de Saúde (AIS)</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>Agente Indígena de Saneamento (AISAM)</b><span style="font-weight: 400;">, segue em tramitação na Câmara. Informou que a pauta vem sendo cobrada junto a lideranças indígenas e parlamentares, inclusive à ministra Sônia Guajajara.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Em sua fala final, </span><b>Camila</b><span style="font-weight: 400;"> disse que a cobrança do conselho pelo lançamento do programa é, na verdade, positiva, por demonstrar que a pauta ganhou densidade política e apoio social. Afirmou esperar retornar à próxima reunião já com o PNSI lançado e em fase de execução.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Já </span><b>Bernardo Aleixo</b><span style="font-weight: 400;"> retomou o alerta sobre a necessidade de o tema permanecer no centro das discussões do controle social. Ele valorizou o fato de o saneamento ter chegado ao plenário do CNS, algo que historicamente nem sempre ocorreu, e defendeu que o conselho avance também no debate sobre política de saneamento, financiamento público e efeitos da privatização sobre populações com piores indicadores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Ao final, </span><b>Leandro Pereira Nepomuceno</b><span style="font-weight: 400;"> ainda sugeriu, como encaminhamento adicional, que o CNS encaminhasse à Câmara dos Deputados recomendação de apoio à aprovação do projeto de lei que regulamenta as profissões de AIS e AISAM, medida considerada estratégica para consolidar a política de saneamento indígena.</span></p>
<h4 style="text-align: justify;"><b>Encaminhamentos listados ao final do debate</b></h4>
<ol style="text-align: justify;">
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Disponibilizar informações públicas e transparentes</b><span style="font-weight: 400;"> sobre o PNSI e sua execução.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Fortalecer o diálogo entre as equipes de saúde e saneamento</b><span style="font-weight: 400;">, com ampliação de parcerias com estados e municípios.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Convidar a Funasa</b><span style="font-weight: 400;"> para participar do debate sobre execução orçamentária.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Reforçar que o </span><b>Conselho Nacional de Saúde defende a implementação imediata do PNSI</b><span style="font-weight: 400;">, em consonância com a </span><b>Recomendação nº 004, de 29 de janeiro de 2026</b><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Manter o </span><b>PNSI como pauta permanente de acompanhamento pelo plenário do CNS</b><span style="font-weight: 400;">, dada sua relevância e complexidade.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Definir que o programa tenha </span><b>metas de universalização até 2030</b><span style="font-weight: 400;">, alinhadas aos </span><b>Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)</b><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Reconhecer a </span><b>necessidade de aumentar as equipes de saneamento na ponta</b><span style="font-weight: 400;"> para viabilizar a execução das ações.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Solicitar o </span><b>lançamento imediato do Programa Nacional de Saneamento Indígena</b><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Recomendar à </span><b>Câmara dos Deputados</b><span style="font-weight: 400;"> a aprovação da regulamentação das categorias </span><b>AIS e AISAM</b><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Colocar o </span><b>CNS à disposição para participar e apoiar o lançamento</b><span style="font-weight: 400;"> do programa, caso confirmado.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Encaminhar ao ministro, de forma imediata, manifestação do plenário reforçando a urgência do </span><b>início da implementação do PNSI</b><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
</ol>
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		<title>Doença renal crônica atinge milhões de brasileiros e pode começar ainda na infância</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Priscila Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 13:00:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com a organização internacional World Kidney Day, 1 em cada 10 pessoas no mundo vive com doença renal crônica (DRC). A condição afeta mais de dez milhões de brasileiros e cerca de 850 milhões de pessoas globalmente, além de causar 2,4 milhões de mortes todos os anos, segundo dados da Sociedade Brasileira de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">De acordo com a organização internacional World Kidney Day, 1 em cada 10 pessoas no mundo vive com doença renal crônica (DRC). A condição afeta mais de dez milhões de brasileiros e cerca de 850 milhões de pessoas globalmente, além de causar 2,4 milhões de mortes todos os anos, segundo dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia e da Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p style="text-align: justify;">Embora seja mais comum na vida adulta, a doença renal crônica também pode afetar crianças e adolescentes. Estima-se que ocorram cerca de 20 casos para cada um milhão de crianças, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria. Por isso, durante o mês de conscientização sobre a saúde renal, o Hospital Pequeno Príncipe, maior e mais completo hospital pediátrico do país, reforça a importância do cuidado com a saúde dos rins desde a infância.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da produção de urina, os rins exercem funções essenciais para o organismo, como filtrar impurezas do sangue, controlar a pressão arterial e produzir hormônios importantes para o metabolismo, crescimento e desenvolvimento do corpo. “Muitas pessoas pensam que os rins são responsáveis apenas pela produção de urina, mas eles têm um papel fundamental no equilíbrio do organismo. Eles atuam no controle da pressão arterial, do metabolismo e do crescimento das crianças. Por isso, o cuidado com a saúde renal e os hábitos saudáveis devem começar ainda na infância”, explica a nefrologista pediátrica Lucimary Sylvestre, do Hospital Pequeno Príncipe.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sinais de alerta</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Existem diferentes doenças renais na infância e muitas delas não se limitam apenas aos rins, podendo envolver todo o trato urinário. Elas podem estar associadas a malformações congênitas, condições hereditárias ou doenças adquiridas, como infecções urinárias de repetição, cálculos renais e síndromes que causam perda de proteína pela urina.</p>
<p style="text-align: justify;">“Algumas doenças renais se manifestam com sinais como infecção urinária de repetição, dor ou dificuldade para urinar, perda de urina, presença de sangue ou espuma na urina e inchaço no corpo. No entanto, outras condições podem evoluir de forma silenciosa até estágios mais avançados, o que reforça a importância da avaliação médica”, explica a especialista.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é importante estar atento a sinais como alterações na pressão arterial, cansaço excessivo, anemia persistente, inchaço no rosto ou nas pernas e histórico familiar de doenças renais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Hipertensão também pode ocorrer na infância</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A hipertensão arterial é outro fator que merece atenção na infância. Embora muitas vezes seja associada apenas aos adultos, crianças e adolescentes também podem apresentar pressão alta e, na maioria das vezes, sem sintomas evidentes.</p>
<p style="text-align: justify;">“A hipertensão nem sempre provoca sinais claros nas crianças, por isso a aferição da pressão arterial é fundamental. A recomendação é que ela seja medida rotineiramente a partir dos três anos de idade, especialmente em crianças com fatores de risco, como prematuridade, baixo peso ao nascer, doenças renais ou sobrepeso”, ressalta Lucimary.</p>
<p style="text-align: justify;">Em alguns casos, a hipertensão pode estar relacionada a doenças renais ou a alterações em outros órgãos, como o coração ou o sistema endocrinológico. Em outras situações, pode estar associada ao estilo de vida, principalmente ao excesso de peso, alimentação rica em sódio e baixo nível de atividade física.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Estilo de vida influencia a saúde dos rins</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Hábitos saudáveis desempenham papel importante tanto na prevenção quanto no controle de diversas doenças renais. Entre as recomendações estão a ingestão adequada de líquidos, alimentação equilibrada e prática regular de atividades físicas.</p>
<p style="text-align: justify;">“Uma dieta rica em alimentos industrializados e com excesso de sal pode contribuir para o aumento da pressão arterial e também para o desenvolvimento de cálculos renais. Já uma alimentação mais equilibrada e a prática de atividades físicas ajudam a proteger a saúde dos rins e do organismo como um todo”, afirma a nefrologista.</p>
<p style="text-align: justify;">Manter o peso adequado e reduzir o consumo de ultraprocessados também são medidas importantes para prevenir doenças como hipertensão e obesidade, que podem comprometer a função renal ao longo da vida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamentos variam conforme a doença</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento das doenças renais depende da causa e do estágio. Em alguns casos, mudanças no estilo de vida e na alimentação já são suficientes para controlar o problema. Em outras situações, pode ser necessário o uso de medicamentos específicos ou acompanhamento com especialistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando ocorre perda progressiva da função dos rins, a criança pode evoluir para doença renal crônica avançada, situação em que são necessárias terapias de substituição da função renal. Entre elas estão:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Diálise peritoneal:</strong>pode ser realizada em casa após treinamento da família;</li>
<li><strong>Hemodiálise:</strong>feita no hospital algumas vezes por semana;</li>
<li><strong>Transplante renal:</strong>considerado o tratamento que oferece melhor qualidade de vida a longo prazo.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">“Mesmo nos casos mais graves, existem tratamentos que permitem controlar a doença e melhorar a qualidade de vida das crianças. O acompanhamento especializado é essencial para definir a melhor abordagem em cada caso”, destaca a especialista.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referência nacional</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Há mais de 40 anos, o Serviço de Nefrologia do Hospital Pequeno Príncipe disponibiliza toda a estrutura necessária para os pacientes em um único local, com diversos exames e profissionais especializados. É o único serviço exclusivamente pediátrico do Paraná e também é considerado um dos mais completos do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">A instituição oferece todas as modalidades de terapia renal substitutiva para pacientes com lesão renal aguda e doença renal crônica: hemodiafiltração, hemodiálise, diálise peritoneal e transplante renal. Além de ambulatório geral de nefrologia e atendimentos especializados para pacientes com doença renal crônica em tratamento conservador, litíase, tubulopatias, glomerulopatias, bexiga neurogênica e hipertensão arterial. O serviço conta ainda com uma equipe multiprofissional formada por médicos, enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas e assistentes sociais. E também contribui na formação de especialistas com residência em nefrologia pediátrica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre o Pequeno Príncipe</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Com sede em Curitiba (PR), o Hospital Pequeno Príncipe é o maior e mais completo hospital pediátrico do Brasil. Há mais de cem anos, a instituição filantrópica e sem fins lucrativos oferece assistência hospitalar humanizada e de alta qualidade a crianças e adolescentes de todo o país. Referência nacional em tratamentos de média e alta complexidade, realiza transplantes de rim, fígado, coração, ossos e medula óssea, além de atuar em 47 especialidades e áreas de assistência em pediatria, com equipes multiprofissionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Com 369 leitos, sendo 76 de UTI, o Hospital promove 76% dos atendimentos via Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2025, realizou 258 mil atendimentos ambulatoriais, 20 mil procedimentos cirúrgicos e 308 transplantes. Reconhecido como hospital de ensino desde a década de 1970, já formou mais de dois mil especialistas em diferentes áreas da pediatria.</p>
<p style="text-align: justify;">Junto com a Faculdades Pequeno Príncipe e com o Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, compõe o Complexo Pequeno Príncipe. Essa atuação em assistência, ensino e pesquisa — conforme o conceito Children’s Hospital, adotado por grandes centros pediátricos do mundo — tem transformado milhares de vidas anualmente, garantindo-lhe reconhecimento internacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Ano passado, o Pequeno Príncipe foi listado como um dos 70 melhores hospitais do mundo que atuam com pediatria (ou que atendem crianças) no ranking elaborado pela revista norte-americana Newsweek, o que o colocou, pelo quinto ano consecutivo, como o melhor hospital exclusivamente pediátrico da América Latina. Também em 2025, foi reconhecido como Hospital de Excelência pelo Ministério da Saúde por meio de certificação concedida a instituições que cumprem critérios técnicos rigorosos na assistência.</p>
<p><strong>Fonte</strong>:<strong> Hospital Pequeno Principe</strong></p><p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/doenca-renal-cronica-atinge-milhoes-de-brasileiros-e-pode-comecar-ainda-na-infancia/">Doença renal crônica atinge milhões de brasileiros e pode começar ainda na infância</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p><p>O post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/doenca-renal-cronica-atinge-milhoes-de-brasileiros-e-pode-comecar-ainda-na-infancia/">Doença renal crônica atinge milhões de brasileiros e pode começar ainda na infância</a> apareceu primeiro em <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
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		<title>Siga o tratamento direitinho que o médico receitar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Priscila Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 23:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Depoimentos]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Tenho artrite reumatoide há 33 anos. O diagnóstico demorou alguns meses para ser descoberto. Nesse período, cheguei a ficar três meses deitada, completamente rígida — eu só conseguia mexer o pescoço.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Foi então que uma reumatologista entrou no quarto, me avaliou, pediu exames e mudou a medicação. Em apenas três dias, voltei a andar. A Dra. Elaine Azevedo foi um verdadeiro anjo na minha vida.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A partir daí, iniciei o tratamento com diversas medicações, mas, infelizmente, as deformidades começaram a surgir com o tempo. Já passei por várias cirurgias: três na mão e no punho direito, onde hoje tenho próteses; três na mão esquerda, com próteses de silicone; e também no pé esquerdo, onde coloquei prótese.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Além disso, tive comprometimento da articulação da mandíbula (ATM). Durante dez anos, usei aparelho e uma estrutura metálica no céu da boca. Para isso, precisei extrair dentes, e por meses só consegui me alimentar com canudo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Ao longo da vida, também fiz uso de diversos medicamentos biológicos. Tive várias pneumonias e, durante a pandemia, fui infectada pela COVID-19 três vezes, o que me deixou com sequelas pulmonares. Hoje, faço uso de bombinha e inalações frequentes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Há dois anos, passei por uma cirurgia cervical bastante complexa, na qual foram colocados 37 pinos de fixação, além de dois pinos laterais na cabeça para estabilizar o pescoço, que estava comprometido. Fiquei seis meses internada, reaprendendo tudo — até mesmo a comer.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Atualmente, tenho limitações na visão e na mobilidade. Caminhar exige muito cuidado, pois não tenho firmeza e posso cair com facilidade. Ainda assim, sigo em uma luta diária. Todos os dias aprendo algo novo e busco me adaptar às minhas condições.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Apesar de tudo, mantenho minha fé. Acredito que Deus terá misericórdia de nós e que, um dia, haverá uma cura.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Meu nome é Clarice Aparecida da Silva, tenho 53 anos, convivo com o diagnóstico de artrite reumatoide há 33 anos, sou recepcionista e moro em Guarulhos, São Paulo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">“Dor Compartilhada é Dor Diminuída”, entenda que ao escrever praticamos uma autoterapia e sua história pode ajudar alguém a viver melhor com a doença!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">É simples, preencha o formulário no link </span><a href="https://forms.gle/BdGhzv1pQj58MiVv9"><span style="font-weight: 400;">https://forms.gle/BdGhzv1pQj58MiVv9</span></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Doe a sua história!<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2764.png" alt="❤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></p><p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/siga-o-tratamento-direitinho-que-o-medico-receitar/">Siga o tratamento direitinho que o médico receitar</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p><p>O post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/siga-o-tratamento-direitinho-que-o-medico-receitar/">Siga o tratamento direitinho que o médico receitar</a> apareceu primeiro em <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
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