<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" version="2.0">

<channel>
	<title>Artrite Reumatóide</title>
	<atom:link href="http://artritereumatoide.blog.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/>
	<link>https://artritereumatoide.blog.br/</link>
	<description>Dor Compartilhada é Dor Diminuida</description>
	<lastBuildDate>Fri, 24 Apr 2026 14:19:28 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2015/10/favicon-70x70.png</url>
	<title>Artrite Reumatóide</title>
	<link>https://artritereumatoide.blog.br/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">100809849</site>	<xhtml:meta content="noindex" name="robots" xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml"/><item>
		<title>ANS analisa atualização do rol, tecnologias em saúde e cooperação institucional na 635ª Reunião da Diretoria Colegiada</title>
		<link>https://artritereumatoide.blog.br/ans-analisa-atualizacao-do-rol-tecnologias-em-saude-e-cooperacao-institucional-na-635a-reuniao-da-diretoria-colegiada/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=ans-analisa-atualizacao-do-rol-tecnologias-em-saude-e-cooperacao-institucional-na-635a-reuniao-da-diretoria-colegiada</link>
					<comments>https://artritereumatoide.blog.br/ans-analisa-atualizacao-do-rol-tecnologias-em-saude-e-cooperacao-institucional-na-635a-reuniao-da-diretoria-colegiada/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Priscila Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 21:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[análise]]></category>
		<category><![CDATA[ANS]]></category>
		<category><![CDATA[cancer]]></category>
		<category><![CDATA[cobertura]]></category>
		<category><![CDATA[Consulta Publica]]></category>
		<category><![CDATA[dermatite]]></category>
		<category><![CDATA[DICOL]]></category>
		<category><![CDATA[incorporação]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[regulação]]></category>
		<category><![CDATA[retocolite]]></category>
		<category><![CDATA[rol de procedimentos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde suplementar]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://artritereumatoide.blog.br/?p=79214</guid>

					<description><![CDATA[<p>NK Consultores – A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) realizou a 635ª Reunião Ordinária da Diretoria Colegiada (DICOL), na qual foram analisados temas relacionados à atualização do rol de procedimentos e eventos em saúde, incorporação de tecnologias, cooperação institucional e indução da qualidade assistencial. As deliberações envolveram recomendações preliminares e finais, favoráveis e desfavoráveis, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/ans-analisa-atualizacao-do-rol-tecnologias-em-saude-e-cooperacao-institucional-na-635a-reuniao-da-diretoria-colegiada/">ANS analisa atualização do rol, tecnologias em saúde e cooperação institucional na 635ª Reunião da Diretoria Colegiada</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
<p>O post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/ans-analisa-atualizacao-do-rol-tecnologias-em-saude-e-cooperacao-institucional-na-635a-reuniao-da-diretoria-colegiada/">ANS analisa atualização do rol, tecnologias em saúde e cooperação institucional na 635ª Reunião da Diretoria Colegiada</a> apareceu primeiro em <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p id="m_8552086622993722059m_-3688762375981936399isPasted" style="text-align: justify;">NK Consultores – A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) realizou a 635ª Reunião Ordinária da Diretoria Colegiada (DICOL), na qual foram analisados temas relacionados à atualização do rol de procedimentos e eventos em saúde, incorporação de tecnologias, cooperação institucional e indução da qualidade assistencial.</p>
<p style="text-align: justify;">As deliberações envolveram recomendações preliminares e finais, favoráveis e desfavoráveis, bem como a definição de etapas de participação social, incluindo consultas públicas e audiências públicas, conforme aplicável.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Aprovação de atas e reabertura de edital do projeto Cuidado Integral à Gestante e ao Neonato</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Inicialmente, foram aprovadas, por unanimidade, as atas das reuniões anteriores da Diretoria Colegiada.</p>
<p style="text-align: justify;">No âmbito das ações de indução à qualidade, foi apresentado informe sobre a reabertura do edital do projeto Cuidado Integral à Gestante e ao Neonato – Parto Adequado, iniciativa conduzida em parceria com instituições de referência e voltada à qualificação da atenção materno-infantil no setor de saúde suplementar.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme exposto, embora tenha havido interesse inicial de operadoras no edital anterior, a adesão efetiva foi inferior ao necessário para viabilizar a execução da colaborativa. Dessa forma, a ANS deliberou pela publicação de edital complementar, com prazo entre 8 e 22 de abril de 2026, com o objetivo de ampliar a participação e garantir número mínimo de operadoras para implementação das ações previstas.</p>
<p style="text-align: justify;">A iniciativa busca fomentar a adoção de boas práticas assistenciais, com foco em cuidado preventivo, redução de intervenções desnecessárias e melhoria dos desfechos para gestantes e recém-nascidos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Próximos passos:</strong> publicação do edital complementar e estímulo à adesão das operadoras interessadas, com posterior início da execução da colaborativa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Acordo de cooperação técnica com o Tribunal de Justiça do Estado do Paraná no âmbito do Programa Parceiros da Cidadania</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No âmbito da articulação institucional, a Diretoria aprovou a celebração de acordo de cooperação técnica entre a ANS e o Tribunal de Justiça do Estado do Paraná.</p>
<p style="text-align: justify;">A proposta integra o Programa Parceiros da Cidadania e tem como objetivo fortalecer a interlocução entre o sistema de justiça e a regulação da saúde suplementar, por meio do intercâmbio de informações técnicas, alinhamento institucional e aprimoramento dos fluxos de comunicação.</p>
<p style="text-align: justify;">O acordo terá vigência de 36 meses e não envolve transferência de recursos financeiros, estando alinhado ao modelo já adotado pela Agência em iniciativas semelhantes. A minuta foi previamente analisada pela Procuradoria Federal junto à ANS, com adequações incorporadas ao processo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Próximos passos:</strong> formalização do acordo e início da execução das ações de cooperação técnica entre as instituições.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Incorporação do RT-PCR quantitativo para diagnóstico e monitoramento de leucemias</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No que se refere à atualização do rol, foi aprovada a incorporação do exame RT-PCR quantitativo para diagnóstico e monitoramento da leucemia mieloide crônica (LMC) e da leucemia linfoblástica aguda (LLA) com cromossomo Philadelphia positivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme apresentado pela área técnica, o rol já contemplava o exame RT-PCR qualitativo, que permite identificar a presença da alteração genética. A incorporação do exame quantitativo amplia a capacidade de acompanhamento clínico, permitindo mensurar a carga da doença e monitorar a resposta ao tratamento ao longo do tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">A decisão foi fundamentada em evidências de acurácia diagnóstica e na padronização internacional do uso da tecnologia, sendo considerada essencial para a condução terapêutica adequada desses pacientes. O impacto orçamentário estimado é de aproximadamente R$ 3 milhões ao ano.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Próximos passos:</strong> publicação de resolução normativa para atualização do rol e definição do prazo de início da cobertura obrigatória pelas operadoras.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Não incorporação do encorafenibe associado ao cetuximabe para câncer colorretal metastático em primeira linha</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Diretoria deliberou pela recomendação final desfavorável à incorporação do encorafenibe em combinação com cetuximabe para tratamento em primeira linha de pacientes com câncer colorretal metastático com mutação BRAF V600E.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora a tecnologia tenha demonstrado benefícios clínicos, como redução do risco de morte e progressão da doença, a análise identificou limitações relevantes, especialmente a ausência de dados consolidados sobre qualidade de vida, além de incertezas associadas à robustez das evidências disponíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Do ponto de vista econômico, destacou-se o elevado impacto orçamentário estimado em cerca de R$ 73,8 milhões anuais, considerando uma população elegível restrita. Nesse contexto, a Diretoria entendeu que as evidências não são suficientes para justificar a incorporação neste momento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Próximos passos: </strong>possibilidade de reavaliação em ciclos futuros, condicionada à apresentação de novas evidências clínicas e econômicas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Incorporação do osimertinibe em combinação com quimioterapia para câncer de pulmão de não pequenas células</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Foi aprovada a recomendação final favorável à incorporação do osimertinibe em combinação com quimioterapia para tratamento de primeira linha de pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células, com mutações específicas no gene EGFR.</p>
<p style="text-align: justify;">A decisão considerou resultados de ensaio clínico que demonstraram redução significativa do risco de morte e progressão da doença, além de ganho relevante em sobrevida global. Apesar da maior incidência de eventos adversos graves no grupo tratado com a combinação, o perfil de segurança foi considerado conhecido e manejável.</p>
<p style="text-align: justify;">A incorporação amplia as opções terapêuticas disponíveis e está alinhada às práticas clínicas internacionais para o manejo da doença.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Próximos passos: </strong>publicação de resolução normativa e inclusão da tecnologia no rol, com obrigatoriedade de cobertura pelas operadoras.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Não incorporação do talazoparibe associado à enzalutamida para câncer de próstata com mutação HRR</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Diretoria deliberou pela recomendação final desfavorável à incorporação do talazoparibe em combinação com enzalutamida para pacientes com câncer de próstata metastático resistente à castração com mutações em genes de reparo por recombinação homóloga.</p>
<p style="text-align: justify;">A decisão considerou a existência de incertezas quanto aos benefícios clínicos adicionais da combinação, especialmente em relação à qualidade de vida e resposta tumoral, além de limitações metodológicas nas evidências apresentadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Também foram observados aumentos na incidência de eventos adversos graves e incertezas relevantes quanto ao impacto orçamentário e à definição da população elegível.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Próximos passos:</strong> possibilidade de reapresentação da tecnologia com novas evidências que reduzam as incertezas identificadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Incorporação do risanquizumabe para tratamento de retocolite ulcerativa moderada a grave</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Foi aprovada a recomenda risanquizumabe para tratamento de pacientes com retocolite ulcerativa moderada a grave.</p>
<p style="text-align: justify;">A análise indicou benefícios clínicos relevantes, tanto na indução quanto na manutenção da resposta terapêutica, além de perfil de segurança adequado, com redução de eventos adversos gerais.</p>
<p style="text-align: justify;">Destaca-se que a recomendação inicial havia sido desfavorável, sendo posteriormente revisada após contribuições recebidas no âmbito da consulta pública e audiência pública, o que contribuiu para maior robustez da análise.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Próximos passos:</strong> publicação de resolução normativa e incorporação da tecnologia ao rol, com definição das diretrizes de utilização.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Suspensão da análise da inclisirana diante de incertezas técnicas e econômicas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Diretoria deliberou pela suspensão excepcional do prazo de análise da inclisirana, indicada para tratamento da hipercolesterolemia primária ou dislipidemia mista em pacientes com doença aterosclerótica.</p>
<p style="text-align: justify;">A decisão foi motivada por incertezas relevantes identificadas ao longo do processo, incluindo divergências metodológicas, inconsistências na estimativa da população elegível e elevado grau de incerteza no impacto orçamentário.</p>
<p style="text-align: justify;">Adicionalmente, contribuições apresentadas durante a participação social trouxeram novos elementos que demandam aprofundamento técnico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Próximos passos: </strong>continuidade da instrução processual com reavaliação da tecnologia após consolidação das evidências e esclarecimento das incertezas identificadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Recomendação preliminar desfavorável ao evolocumabe para prevenção secundária de eventos cardiovasculares</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Foi apresentada recomendação preliminar desfavorável à incorporação do evolocumabe para prevenção secundária de eventos cardiovasculares.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora a tecnologia tenha demonstrado redução na ocorrência de eventos cardiovasculares, não foi evidenciado benefício significativo na redução da mortalidade. Além disso, o impacto orçamentário estimado é elevado, podendo alcançar cerca de R$ 937 milhões ao ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Persistem incertezas quanto à população elegível e à magnitude do benefício clínico no contexto analisado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Próximos passos: </strong>realização de consulta pública para coleta de contribuições da sociedade e posterior deliberação final pela Diretoria Colegiada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Recomendação preliminar favorável ao acalabrutinibe associado ao venetoclax para leucemia linfocítica crônica</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Foi apresentada recomendação preliminar favorável à incorporação do acalabrutinibe em combinação com venetoclax para tratamento de pacientes com leucemia linfocítica crônica.</p>
<p style="text-align: justify;">A análise evidenciou benefícios clínicos relevantes em desfechos como sobrevida global e controle da progressão da doença, além de perfil de segurança considerado adequado.</p>
<p style="text-align: justify;">Do ponto de vista econômico, a tecnologia apresentou potencial de economia para o sistema ao longo do horizonte de análise.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Próximos passos:</strong> submissão à consulta pública e, se aplicável, audiência pública, com posterior apreciação final pela Diretoria.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Incorporação do lebrikizumabe para tratamento de dermatite atópica grave</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Diretoria aprovou a recomendação final favorável à incorporação do lebrikizumabe para tratamento de pacientes adultos com dermatite atópica grave.</p>
<p style="text-align: justify;">A decisão foi baseada em evidências clínicas robustas, incluindo melhora significativa em desfechos como gravidade da doença e qualidade de vida. A análise econômica, especialmente após ajustes decorrentes de negociação de preços, indicou potencial redução de custos em comparação a alternativas terapêuticas já disponíveis no rol.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Próximos passos:</strong> publicação de resolução normativa e inclusão da tecnologia no rol, com definição de critérios de utilização.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Abertura de consultas públicas e continuidade do rito regulatório</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No âmbito do processo regulatório, foram aprovadas aberturas de consultas públicas e audiências públicas para as tecnologias com recomendação preliminar, assegurando a participação social na tomada de decisão</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Próximos passos:</strong> realização das consultas e audiências públicas nos prazos estabelecidos, com posterior consolidação das contribuições.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Próximos passos regulatórios</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As contribuições recebidas nas etapas de participação social serão analisadas pelas áreas técnicas da Agência, subsidiando a elaboração das recomendações finais.</p>
<p style="text-align: justify;">As deliberações aprovadas resultarão na publicação de resoluções normativas no Diário Oficial da União, com vigência prevista a partir de maio de 2026, conforme aplicável.</p>
<p><strong>Fonte: NK Consultores.</strong></p><p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/ans-analisa-atualizacao-do-rol-tecnologias-em-saude-e-cooperacao-institucional-na-635a-reuniao-da-diretoria-colegiada/">ANS analisa atualização do rol, tecnologias em saúde e cooperação institucional na 635ª Reunião da Diretoria Colegiada</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p><p>O post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/ans-analisa-atualizacao-do-rol-tecnologias-em-saude-e-cooperacao-institucional-na-635a-reuniao-da-diretoria-colegiada/">ANS analisa atualização do rol, tecnologias em saúde e cooperação institucional na 635ª Reunião da Diretoria Colegiada</a> apareceu primeiro em <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://artritereumatoide.blog.br/ans-analisa-atualizacao-do-rol-tecnologias-em-saude-e-cooperacao-institucional-na-635a-reuniao-da-diretoria-colegiada/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">79214</post-id>	</item>
		<item>
		<title>CNS realizou reunião sobre os avanços e desafios na organização das Conferências Nacionais de Saúde e na implementação de Políticas do SUS</title>
		<link>https://artritereumatoide.blog.br/cns-realizou-reuniao-sobre-os-avancos-e-desafios-na-organizacao-das-conferencias-nacionais-de-saude-e-na-implementacao-de-politicas-do-sus/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=cns-realizou-reuniao-sobre-os-avancos-e-desafios-na-organizacao-das-conferencias-nacionais-de-saude-e-na-implementacao-de-politicas-do-sus</link>
					<comments>https://artritereumatoide.blog.br/cns-realizou-reuniao-sobre-os-avancos-e-desafios-na-organizacao-das-conferencias-nacionais-de-saude-e-na-implementacao-de-politicas-do-sus/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Priscila Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 18:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[articulação]]></category>
		<category><![CDATA[conferência]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[diretrizes]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[monitoramento]]></category>
		<category><![CDATA[participação]]></category>
		<category><![CDATA[políticas]]></category>
		<category><![CDATA[propostas]]></category>
		<category><![CDATA[relatorio]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://artritereumatoide.blog.br/?p=79217</guid>

					<description><![CDATA[<p>A reunião do Conselho Nacional de saúde tratou da organização da 18ª Conferência Nacional de Saúde, com ajustes na comissão organizadora, definição de etapas preparatórias e desafios como a participação nas conferências livres, além da aprovação das comissões temáticas. Também abordou a formação em saúde, com preocupações sobre diretrizes curriculares e ensino a distância, e [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/cns-realizou-reuniao-sobre-os-avancos-e-desafios-na-organizacao-das-conferencias-nacionais-de-saude-e-na-implementacao-de-politicas-do-sus/">CNS realizou reunião sobre os avanços e desafios na organização das Conferências Nacionais de Saúde e na implementação de Políticas do SUS</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
<p>O post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/cns-realizou-reuniao-sobre-os-avancos-e-desafios-na-organizacao-das-conferencias-nacionais-de-saude-e-na-implementacao-de-politicas-do-sus/">CNS realizou reunião sobre os avanços e desafios na organização das Conferências Nacionais de Saúde e na implementação de Políticas do SUS</a> apareceu primeiro em <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A reunião do Conselho Nacional de saúde tratou da organização da 18ª Conferência Nacional de Saúde, com ajustes na comissão organizadora, definição de etapas preparatórias e desafios como a participação nas conferências livres, além da aprovação das comissões temáticas. Também abordou a formação em saúde, com preocupações sobre diretrizes curriculares e ensino a distância, e apresentou o relatório da 5ª Conferência de Saúde do Trabalhador, destacando seu caráter coletivo e os desafios para implementar suas propostas. Foram ainda ressaltadas as contribuições da 4ª Conferência de Gestão do Trabalho, com foco na valorização dos trabalhadores e na democracia participativa. Ao final, reforçou-se a necessidade de articulação institucional, monitoramento das deliberações e fortalecimento do SUS como política pública.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>18ª Conferência Nacional de Saúde</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A presidente do Conselho Nacional de Saúde, Fernanda Lou Sans Magano, apresentou informes sobre a organização da 18ª Conferência Nacional de Saúde, destacando ajustes na comissão organizadora, como a substituição de representantes e a necessidade de nova resolução para formalizar as mudanças, respeitando os trâmites regimentais e garantindo transparência no processo.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela também detalhou o andamento das etapas preparatórias, incluindo os prazos das conferências municipais, estaduais e nacional, além da realização de encontros estaduais para fortalecer o controle social e debater temas como financiamento, modelos de atenção à saúde e defesa da democracia.</p>
<p style="text-align: justify;">Fernanda enfatizou desafios organizacionais, especialmente quanto às conferências livres, alertando para a necessidade de estabelecer critérios claros de participação diante do limite de vagas, evitando frustrações. Também mencionou a próxima reunião da comissão organizadora e a leitura de novas resoluções sobre a composição das comissões temáticas, reforçando a importância do cumprimento dos prazos e regras do processo conferencial.</p>
<p style="text-align: justify;">Heliana Hemetério, conselheira nacional de saúde, realizou a leitura da minuta de resolução, aprovada por unanimidade, que dispõe sobre a composição das comissões temáticas da Comissão Organizadora da 18ª Conferência Nacional de Saúde. A conselheira destacou a importância da participação dos coordenadores de plenária, reforçando sua conexão com os conselhos estaduais e evidenciando o amadurecimento das decisões no processo organizativo.</p>
<p style="text-align: justify;">A resolução detalha a estrutura e a composição das comissões temáticas, assegurando a participação paritária entre usuários, trabalhadores da saúde e gestores, além de definir suas atribuições no apoio à organização da conferência. O texto também reafirma o papel do Conselho Nacional de Saúde na condução do processo conferencial e estabelece diretrizes para garantir uma atuação democrática, transparente e eficiente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Confederação Nacional de Trabalhadores em Seguridade Social</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mauri Bezerra, representante da Confederação Nacional de Trabalhadores em Seguridade Social, destacou o sucesso dos encontros estaduais, ressaltando sua relevância para fortalecer e impulsionar a realização da 18ª Conferência Nacional de Saúde, especialmente no estímulo à realização das etapas municipais.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele também enfatizou a importância da participação dos coordenadores de plenários estaduais, devido ao seu papel na articulação com os municípios, e mencionou as oficinas macroregionais da Cofin, que têm debatido eixos temáticos da conferência, contribuindo para a mobilização e qualificação das discussões preparatórias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Comissão Intersetorial de Relação de Trabalho e Educação na Saúde (CIRTES)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Francisca Valda da Silva, representante da Associação Brasileira de Enfermagem (Aben) e conselheira nacional de saúde, apresentou o relatório mensal sobre a análise de processos relacionados à abertura e reconhecimento de cursos da área da saúde, destacando que, no período, foram avaliados 17 processos, sendo 16 considerados insatisfatórios e apenas um satisfatório com recomendações. Ressaltou o papel do Conselho Nacional de Saúde na regulação desses cursos, em articulação com o Ministério da Educação, e a importância de ampliar a avaliação para outras profissões da saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">A conselheira também trouxe informes sobre a implementação das diretrizes curriculares nacionais, com avanços em áreas como medicina e enfermagem, além de iniciativas de formação e qualificação profissional no SUS. Destacou ainda a atuação do Conselho em pautas relacionadas ao trabalho e à formação em saúde, incluindo políticas de residência, programas de indução, defesa de direitos dos trabalhadores e discussões sobre mudanças legislativas que impactam o serviço público e a organização da força de trabalho no sistema de saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Valda reconheceu as preocupações apresentadas e afirmou que o Conselho Nacional de Saúde compartilha da defesa do ensino presencial na área da saúde, destacando que já tem se posicionado por meio de notas, moções e resoluções. Apontou, no entanto, dificuldades no avanço das diretrizes curriculares, mesmo após diversas tentativas de diálogo com o Ministério da Educação e o Conselho Nacional de Educação, agravadas por mudanças na gestão e pela demora nos processos.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante disso, sugeriu intensificar a articulação institucional, incluindo a realização de uma audiência com o novo ministro da Educação, como forma de destravar as pautas. Também foi ressaltada a necessidade de atualizar diretrizes antigas, frente às mudanças no cenário educacional e à expansão de cursos privados e a distância, que podem impactar a qualidade da formação e, consequentemente, o atendimento à população.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conselho Federal de Fonoaudiologia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Helenice Nakamura representante do Conselho Federal de Fonoaudiologia, manifestou preocupação com a demora na aprovação das diretrizes curriculares nacionais, destacando que áreas como fonoaudiologia, fisioterapia e terapia ocupacional ainda aguardam avanços, apesar de processos iniciados há anos. Questionou como o Conselho Nacional de Saúde pretende atuar para acelerar essas aprovações e se haverá apoio do Ministério da Saúde, como a realização de oficinas, para implementação das diretrizes nas demais categorias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Derivan Brito da Silv, conselheiro do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, manifestou preocupação com alterações feitas pelo MEC nas diretrizes curriculares aprovadas pelo Conselho Nacional de Saúde, especialmente ao substituir a exigência de ensino presencial por “de acordo com a legislação vigente”, o que pode permitir ensino a distância. Também criticou a demora na tramitação, apontando que os textos já estão defasados, e questionou se haverá apoio para implementação, como oficinas, além de cobrar uma atuação do CNS para garantir que as diretrizes aprovadas sejam respeitadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Abem Físio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Maria Alice, representante da Abem Físio, reforçou as preocupações já apresentadas sobre a demora na aprovação das diretrizes curriculares, destacando que o processo vem se arrastando desde iniciativas realizadas em 2016 e 2017. Também relembrou experiências anteriores de implementação, como as oficinas realizadas após as diretrizes de 2002, e questionou se haverá novamente esse tipo de apoio para a implementação das novas normas.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, manifestou preocupação com o crescimento de cursos não presenciais na área da saúde, ressaltando os impactos negativos na formação profissional e defendendo a importância do ensino presencial. Por fim, destacou a necessidade de união entre as entidades para acelerar a revisão e aprovação das diretrizes e garantir a qualidade da formação na área da saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, Cristiane Santos, chefe da assessoria de participação social e diversidade do Ministério da Saúde propôs como encaminhamento a solicitação de uma audiência com o novo Ministro da Educação, com o objetivo de retomar o diálogo sobre as diretrizes curriculares e demais questões em debate. Também sugeriu ampliar a discussão no âmbito das CITES, envolvendo mais membros do Conselho Nacional de Saúde para fortalecer o debate.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Apresentação do Relatório da 5ª Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Madalena Margarida da Silva Teixeira, coordenadora da Comissão de Relatoria da 5ª Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, destacou que o relatório final da 5ª Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora representa não apenas um registro técnico, mas o resultado político de um amplo processo coletivo, que recolocou a saúde do trabalhador no centro do debate do SUS e da democracia. Ressaltou que o relatório complementa a Resolução nº 802, organizando a memória da conferência, interpretando seus significados e apontando desafios e perspectivas, com ênfase na consolidação da saúde do trabalhador como um direito humano e elemento estruturante das políticas públicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela também abordou os principais eixos do processo, como a importância da pesquisa para compreender o perfil dos participantes, a inovação da relatoria afetiva, que captou dimensões subjetivas da conferência, e o papel das atividades autogestionadas e das moções, apontando avanços e limitações. Por fim, destacou que o grande desafio é transformar as deliberações em políticas concretas, levando os resultados da conferência para os territórios e fortalecendo a organização e a participação dos trabalhadores na construção de uma agenda efetiva de proteção e promoção da saúde no país.</p>
<p style="text-align: justify;">Eduardo Bonfim da Silva, coordenador adjunto da Comissão de Relatoria da 5ª Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, apresentou a estrutura e o conteúdo do relatório da 5ª Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, destacando que o documento reúne análises, registros históricos e contribuições de diversas comissões, refletindo as transformações no mundo do trabalho e sua relação com o SUS. Explicou que o relatório organiza o processo conferencial em diferentes etapas, inclui dados de participação, sistematiza propostas e incorpora elementos inovadores, como a relatoria afetiva e a análise detalhada dos eixos temáticos.</p>
<p style="text-align: justify;">Também ressaltou os principais achados da pesquisa realizada durante a conferência, evidenciando desafios como a baixa participação de jovens, a predominância de trabalhadores do setor público e da saúde, além da necessidade de ampliar o alcance para outros segmentos. Apontou ainda problemas como desinformação, precarização do trabalho e impactos na saúde mental, reforçando que o grande desafio é transformar as propostas em políticas efetivas nos territórios e fortalecer o controle social na área da saúde do trabalhador.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ministério da Saúde</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Luiz Henrique da Costa Leão, coordenador-geral de Vigilância em Saúde do Trabalhador da SVSA do Ministério da Saúde, destacou o compromisso do Ministério da Saúde com a implementação das propostas da 5ª Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, ressaltando a parceria com o Conselho Nacional de Saúde e a importância do relatório como instrumento para orientar ações concretas no SUS. Enfatizou que a gestão não apenas realizou a conferência, mas segue empenhada em transformar seus resultados em políticas públicas efetivas, citando iniciativas como o Pacto pela Vida do Trabalhador, diretrizes de saúde mental e ações voltadas ao enfrentamento do trabalho escravo e à redução de mortes relacionadas ao trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, reforçou que o relatório deve ser amplamente utilizado como ferramenta de mobilização, debate e implementação nos territórios, convocando gestores e o controle social a assumirem esse processo. Destacou ainda que a conferência representa um marco de fortalecimento da política de saúde do trabalhador, exigindo continuidade da mobilização, enfrentamento de interesses contrários e união de esforços para promover transformações estruturais na sociedade, no SUS e no mundo do trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conselho Nacional de Saúde</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Marcia Bandini, representante do CNS, destacou que a Relatoria Afetiva, adotada na conferência, foi um instrumento político-pedagógico voltado à escuta sensível das emoções, experiências e interações dos participantes, registrando aspectos que vão além das propostas formais. Ressaltou os desafios do processo, que exigiu preparo, acompanhamento e criatividade da equipe, além de apontar recomendações para futuras conferências, como o fortalecimento da metodologia, melhor organização da sistematização e garantia de espaços de acolhimento para os relatores, enfatizando o caráter coletivo e emocional do trabalho realizado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contraf Brasil</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Jacildo Siqueira Pinho representante da Contraf Brasil e coordenador da CISN Nacional, destacou a importância e o impacto do relatório da 5ª Conferência, ressaltando que sua entrega representa apenas o início do trabalho, que deve continuar com a leitura, análise e utilização prática do conteúdo. Enfatizou que o documento reúne as demandas reais dos trabalhadores e trabalhadoras de todo o país e deve servir como subsídio para as comissões do Conselho Nacional de Saúde e para a preparação da 18ª Conferência, defendendo que não se torne um “relatório de gaveta”, mas sim um instrumento amplamente divulgado e aplicado, garantindo que as vozes da população sejam efetivamente consideradas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Federação Nacional dos Assistentes Sociais</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Maria Laura Carvalho, representante da Federação Nacional dos Assistentes Sociais destacou importância de incluir a pauta de migrantes, refugiados e apátridas, que ganhou espaço na conferência e evidenciou desafios e experiências relevantes, como ações em Roraima e na saúde de fronteiras. Defendeu a continuidade desse debate no âmbito do Conselho Nacional de Saúde, articulando-o às deliberações da 5ª Conferência, e enfatizou a necessidade de ampliar o conhecimento e a integração dessas populações nas políticas públicas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Central Única dos Trabalhadores</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Carmem Silva Ferreira, representante da Central Única dos Trabalhadores (CUT), destacou sua atuação como representante da entidade, integrante da Relatoria Afetiva e membro da CISTE, ressaltando a importância das contribuições coletivas no processo. Enfatizou o chamado do relatório para que trabalhadores e entidades ampliem o engajamento na execução das ações propostas, destacando que há muitas tarefas a serem cumpridas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Federação Nacional dos Farmacêuticos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Débora Melek, representante da Federação Nacional dos Farmacêuticos, destacou a importância de sua participação na comissão de relatoria, ressaltando o caráter coletivo do processo e o resultado expressivo consolidado no relatório. Enfatizou que o documento fortalece o exercício da cidadania, a democracia participativa e o controle social, além de refletir a centralidade da classe trabalhadora na promoção de mudanças. Por fim, defendeu a ampla divulgação e debate do relatório, especialmente no contexto do Abril Verde, como forma de garantir capilaridade às deliberações e fortalecer a mobilização rumo à próxima Conferência Nacional de Saúde.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ACBG</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Melissa do Amaral Ribeiro, representante da Associação Brasileira de Câncer de Cabeça e Pescoço, destacou os avanços na responsabilização das empresas na promoção e prevenção em saúde, mencionando a atualização da legislação que obriga ações informativas sobre riscos como o HPV. Defendeu que o relatório não permaneça sem aplicação prática, sugerindo a priorização de temas estratégicos e a articulação com ministérios e comissões intersetoriais para garantir a implementação das medidas, reforçando a necessidade de cobrança e acompanhamento contínuo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Associação Brasileira de Nutrição</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ruth Guilherme, representante da Associação Brasileira de Nutrição, destacou seus 10 anos de dedicação à CISN Nacional, marcados por construção coletiva, desafios, aprendizados e conquistas, ressaltando o papel fundamental das parcerias ao longo desse período. Ao encerrar seu ciclo na coordenação, enfatizou que a conferência simboliza o compromisso com a saúde, os trabalhadores e a democracia participativa, e afirmou que, apesar de deixar a função, segue na luta por um SUS mais justo e fortalecido. Por fim, agradeceu às equipes, parceiros e colegas de trajetória, reafirmando seu compromisso contínuo com a defesa da vida, do trabalho digno e da saúde como direito de todos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Biored Brasil</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Priscila Torre, representante da Biored Brasil, reconheceu o trabalho da conselheira Ana na organização da equipe e na valorização de trabalhadores informais, como motoristas de aplicativo e entregadores. Por fim, ressaltou que a luta continua, com foco na implementação das propostas do relatório no âmbito do Conselho Nacional de Saúde e do controle social.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4ª Conferência Nacional de Gestão do Trabalho e Educação em Saúde (4ª CNGTES)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Elaine Pelaez, coordenadora-adjunta da 4ª Conferência de Gestão do Trabalho e Educação em Saúde, destacou o caráter mobilizador e coletivo das conferências, ressaltando que o processo expressa as lutas por saúde, dignidade, melhores condições de vida e fortalecimento do SUS. Enfatizou que a construção do relatório é resultado de um amplo movimento nacional, envolvendo milhares de participantes em diferentes etapas, consolidado em diretrizes, propostas e moções que refletem a história das conferências e reafirmam princípios como a democracia participativa, o controle social, a valorização do trabalho e a compreensão ampliada de saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Também destacou avanços e desafios nos eixos de democracia, trabalho e educação, como a valorização dos trabalhadores, o combate à precarização, a defesa da educação presencial na saúde, o fortalecimento de políticas de equidade e a ampliação da participação social. Por fim, reforçou que o relatório deve ser incorporado à prática cotidiana e aos planos de gestão, ressaltando a importância da participação popular, da diversidade de saberes e da continuidade da mobilização, com foco na implementação das propostas e na preparação para a próxima Conferência Nacional de Saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Elaine Pelaez destacou a importância da 4ª Conferência como espaço de síntese e continuidade das pautas da saúde, ressaltando o fortalecimento do SUS a partir do debate democrático e do contraditório entre diferentes atores. Apontou como principais desafios a ampliação da intersetorialidade, integrando outras políticas públicas como assistência social, educação, previdência e trabalho, além da necessidade de aprimorar o monitoramento e a implementação das deliberações das conferências. Também enfatizou a centralidade do trabalho e a importância de reconhecer usuários, trabalhadores e gestores do SUS como parte da classe trabalhadora, reafirmando a conferência como espaço de luta social em defesa do sistema público de saúde.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Associação Rede Unida</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Alcindo Antônio Ferla, coordenador-geral da Associação Rede Unida, destacou o caráter inovador do relatório da conferência, enfatizando que ele deve não apenas registrar as deliberações, mas também produzir conhecimento e contribuir para a construção contínua do SUS. Ressaltou a incorporação de pesquisas participativas iniciadas em conferências anteriores, com envolvimento direto dos participantes como pesquisadores, valorizando saberes diversos e ampliando a compreensão sobre a participação social e o controle democrático.</p>
<p style="text-align: justify;">Também apresentou a estrutura do relatório, que contará com versões resumida e completa, além de diferentes tomos que aprofundam análises, narrativas e dados do processo. Destacou ainda o papel formativo da pesquisa, especialmente com a participação de jovens monitores, e defendeu a continuidade das análises comparativas entre conferências, incentivando a produção de estudos e publicações. Por fim, reforçou a importância de preservar a memória do processo e convidou à continuidade do engajamento nas próximas iniciativas e espaços de debate.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ministério da Saúde</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Lívia Milena Melo, assessora da SGTES do Ministério da Saúde, destacou que a conferência ocorreu em um contexto de retomada democrática e de fortalecimento dos espaços de participação social, ressaltando a importância de defender essas agendas também no campo eleitoral e orçamentário. Enfatizou que o eixo de democracia e controle social reafirmou a diversidade de instâncias participativas, o compromisso com a equidade e a defesa de uma sociedade sem discriminações, além da necessidade de enfrentar a privatização e a precarização do trabalho no SUS.</p>
<p style="text-align: justify;">Também ressaltou avanços nos eixos de trabalho e educação, como a valorização da força de trabalho, a retomada de políticas de gestão estratégica, a defesa de carreira no SUS, ações afirmativas e melhores condições de trabalho. Destacou ainda a integração entre trabalho e educação, a importância da formação presencial, da saúde mental e da avaliação das políticas, além de apontar lacunas, como a baixa participação de trabalhadores de nível médio e a necessidade de aprofundar debates sobre regulação profissional e provimento. Por fim, reforçou o papel do SUS na indução de políticas e na redução de desigualdades regionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Lívia destacou que a Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) segue alinhada às diretrizes da 4ª Conferência, utilizando seu relatório como base para ações voltadas à equidade na formação e ao fortalecimento do SUS. Ressaltou iniciativas como programas de educação voltados ao enfrentamento das desigualdades, às mudanças climáticas e à saúde digital, além da ampliação de vivências práticas para estudantes e do fortalecimento da educação popular em saúde. Também enfatizou avanços recentes, como a sanção da lei das doulas, vinculada às pautas da conferência, e apontou a continuidade das discussões nos encontros estaduais e na preparação para a próxima Conferência Nacional de Saúde.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Associação Brasileira de Enfermagem (Aben)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Francisca Valda da Silva, representante da Associação Brasileira de Enfermagem e conselheira nacional de saúde, destacou os desafios enfrentados pelo controle social do SUS desde 2019, com o desmonte de conselhos, e a retomada a partir de 2023 com a realização da 17ª Conferência Nacional de Saúde, que orientou políticas e orçamento. Ressaltou o esforço de mobilização para a 4ª Conferência de Gestão do Trabalho e a construção da 5ª Conferência de Saúde do Trabalhador, que envolveram centenas de etapas em todo o país e mais de 10 mil participantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela enfatizou o papel central dos trabalhadores da saúde como força motriz do sistema, criticando a precarização e a exploração do trabalho, e defendendo medidas como carreira única, concurso público e jornada de 30 horas. Por fim, reforçou que a luta pela valorização do trabalho em saúde é essencial para o desenvolvimento do país e para a efetivação do SUS, destacando a importância da participação social e da implementação das propostas aprovadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Federação Nacional dos Farmacêuticos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Débora Melek, representante da Federação Nacional dos Farmacêuticos, destacou sua participação na coordenação da mobilização da 4ª Conferência, ressaltando o forte engajamento da juventude e a centralidade do trabalho e da educação nas discussões. Enfatizou a relevância da conferência no contexto de reconstrução das políticas públicas após a pandemia de Covid-19 e o período de desmonte institucional, contribuindo para um projeto de desenvolvimento que priorize saúde, educação e trabalho. Também valorizou a retomada da Mesa Nacional de Negociação do SUS no atual governo, destacando seu papel nas relações de trabalho e no enfrentamento de temas como adoecimento mental e emergências climáticas. Por fim, reforçou a importância de concretizar as deliberações da conferência e convocou reunião do FENTAS após a atividade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Federação Nacional dos Enfermeiros</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Shirley Marshal Diaz Morales, representante da Federação Nacional dos Enfermeiros, destacou que a 4ª Conferência trouxe como diferencial a ampla participação democrática nos territórios, com diversidade e forte presença da juventude, promovendo o debate sobre a dignidade dos trabalhadores da saúde. Ressaltou a importância do resgate histórico das lutas da categoria e da valorização da formação e da educação como instrumentos de transformação. Enfatizou ainda o papel dos conselhos de saúde como representantes das demandas da população e a necessidade de garantir a continuidade e implementação das decisões construídas coletivamente. Por fim, defendeu o SUS como um sistema que entende a saúde como direito e não como mercadoria, valorizando o registro histórico e a participação de todos os envolvidos nesse processo.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, a presidente do Conselho Nacional de Saúde, Fernanda Lou Sans Magano, destacou como encaminhamentos o recebimento da versão final do relatório e o acompanhamento de sua implementação, em articulação com o Congresso Nacional, a CEGETS e a Mesa de Negociação. Também ressaltou a importância do diálogo com os conselhos estaduais de saúde e do fortalecimento das instâncias de gestão do trabalho em cada estado, visando garantir a efetivação das propostas discutidas.</p>
<p>Fonte: NK Consultores.</p><p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/cns-realizou-reuniao-sobre-os-avancos-e-desafios-na-organizacao-das-conferencias-nacionais-de-saude-e-na-implementacao-de-politicas-do-sus/">CNS realizou reunião sobre os avanços e desafios na organização das Conferências Nacionais de Saúde e na implementação de Políticas do SUS</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p><p>O post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/cns-realizou-reuniao-sobre-os-avancos-e-desafios-na-organizacao-das-conferencias-nacionais-de-saude-e-na-implementacao-de-politicas-do-sus/">CNS realizou reunião sobre os avanços e desafios na organização das Conferências Nacionais de Saúde e na implementação de Políticas do SUS</a> apareceu primeiro em <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://artritereumatoide.blog.br/cns-realizou-reuniao-sobre-os-avancos-e-desafios-na-organizacao-das-conferencias-nacionais-de-saude-e-na-implementacao-de-politicas-do-sus/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">79217</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Novo tratamento para câncer de pulmão chega aos planos de saúde</title>
		<link>https://artritereumatoide.blog.br/novo-tratamento-para-cancer-de-pulmao-chega-aos-planos-de-saude/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=novo-tratamento-para-cancer-de-pulmao-chega-aos-planos-de-saude</link>
					<comments>https://artritereumatoide.blog.br/novo-tratamento-para-cancer-de-pulmao-chega-aos-planos-de-saude/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Priscila Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 21:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ANS]]></category>
		<category><![CDATA[COSAUDE]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de pulmão]]></category>
		<category><![CDATA[osimertinibe]]></category>
		<category><![CDATA[planos de saude]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://artritereumatoide.blog.br/?p=79201</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou a incorporação do mesilato de osimertinibe no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, garantindo o acesso, pelos planos de saúde, a uma nova opção terapêutica para o tratamento em primeira linha do câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC) em estágio localmente avançado ou metastático. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/novo-tratamento-para-cancer-de-pulmao-chega-aos-planos-de-saude/">Novo tratamento para câncer de pulmão chega aos planos de saúde</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
<p>O post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/novo-tratamento-para-cancer-de-pulmao-chega-aos-planos-de-saude/">Novo tratamento para câncer de pulmão chega aos planos de saúde</a> apareceu primeiro em <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) <strong>aprovou a incorporação do mesilato de osimertinibe no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde</strong>, garantindo o acesso, pelos planos de saúde, a uma nova opção terapêutica para o tratamento em primeira linha do câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC) em estágio localmente avançado ou metastático.</p>
<p style="text-align: justify;">A decisão foi tomada por unanimidade durante a 635ª Reunião Ordinária da Diretoria Colegiada (DICOL), realizada em 6 de abril de 2026, e <strong>prevê o uso do osimertinibe em combinação com pemetrexede e quimioterapia à base de platina</strong>. A indicação é voltada a pacientes cujos tumores apresentem mutações específicas no gene EGFR, como deleções no éxon 19 ou substituição no éxon 21 (L858R).</p>
<p style="text-align: justify;">Dados apresentados no ensaio clínico analisado pela agência apontam benefícios relevantes em desfechos clínicos. Entre os resultados, destacam-se a<strong> redução de 23% no risco de morte</strong>, ganho mediano de 9,9 meses na sobrevida global e<strong> diminuição de 38% no risco de progressão da doença</strong>. Embora a terapia combinada apresente maior toxicidade em comparação ao uso isolado do medicamento, os especialistas consideraram que os efeitos adversos são conhecidos e manejáveis na prática clínica.</p>
<p style="text-align: justify;">A incorporação foi precedida pela Consulta Pública nº 167/2026, que recebeu 116 contribuições, todas favoráveis à inclusão da tecnologia. A estimativa de impacto orçamentário para o setor de saúde suplementar é de cerca de 67 milhões de reais por ano, com uma população potencial de aproximadamente 467 pacientes beneficiados anualmente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A resolução foi publicada no Diário Oficial da União e passa a valer a partir de 4 de maio de 2026.</strong> A medida representa mais um avanço para pacientes com câncer de pulmão, ao ampliar o acesso a terapias inovadoras no sistema de saúde suplementar, com base em evidências científicas e no compromisso com a transparência e a participação social.</p>
<a href="http://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/RESOLUCAO-NORMATIVA-ANS-No-669-DE-6-DE-ABRIL-DE-2026.pdf" class="pdfemb-viewer" style="" data-width="max" data-height="max" data-toolbar="bottom" data-toolbar-fixed="on">RESOLUÇÃO NORMATIVA ANS Nº 669, DE 6 DE ABRIL DE 2026</a><p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/novo-tratamento-para-cancer-de-pulmao-chega-aos-planos-de-saude/">Novo tratamento para câncer de pulmão chega aos planos de saúde</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p><p>O post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/novo-tratamento-para-cancer-de-pulmao-chega-aos-planos-de-saude/">Novo tratamento para câncer de pulmão chega aos planos de saúde</a> apareceu primeiro em <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://artritereumatoide.blog.br/novo-tratamento-para-cancer-de-pulmao-chega-aos-planos-de-saude/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">79201</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Falta de quimioterapia essencial leva hospitais a adaptar tratamentos e deixa pacientes sem opção ideal</title>
		<link>https://artritereumatoide.blog.br/falta-de-quimioterapia-essencial-leva-hospitais-a-adaptar-tratamentos-e-deixa-pacientes-sem-opcao-ideal/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=falta-de-quimioterapia-essencial-leva-hospitais-a-adaptar-tratamentos-e-deixa-pacientes-sem-opcao-ideal</link>
					<comments>https://artritereumatoide.blog.br/falta-de-quimioterapia-essencial-leva-hospitais-a-adaptar-tratamentos-e-deixa-pacientes-sem-opcao-ideal/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Priscila Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 19:12:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamentos]]></category>
		<category><![CDATA[acesso]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
		<category><![CDATA[cancer]]></category>
		<category><![CDATA[Ciclofosfamida]]></category>
		<category><![CDATA[desabastecimento]]></category>
		<category><![CDATA[imunossupressores]]></category>
		<category><![CDATA[lúpus]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[pacientes]]></category>
		<category><![CDATA[protocolos]]></category>
		<category><![CDATA[quimioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[vasculites]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://artritereumatoide.blog.br/?p=79208</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um remédio antigo, mas ainda central no tratamento A ciclofosfamida endovenosa, usada há décadas na oncologia e na reumatologia, está em desabastecimento no Brasil. A falta atinge desde esquemas clássicos de quimioterapia, como os utilizados no câncer de mama, até terapias para lúpus, vasculites e transplantes de medula óssea.  Enquanto o Ministério da Saúde tenta recompor estoques [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/falta-de-quimioterapia-essencial-leva-hospitais-a-adaptar-tratamentos-e-deixa-pacientes-sem-opcao-ideal/">Falta de quimioterapia essencial leva hospitais a adaptar tratamentos e deixa pacientes sem opção ideal</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
<p>O post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/falta-de-quimioterapia-essencial-leva-hospitais-a-adaptar-tratamentos-e-deixa-pacientes-sem-opcao-ideal/">Falta de quimioterapia essencial leva hospitais a adaptar tratamentos e deixa pacientes sem opção ideal</a> apareceu primeiro em <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="chunk-dfp9j">
<div id="chunk-dfp9j">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="3">
<div id="chunk-dfp9j">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="3">
<div id="chunk-dfp9j">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="3">
<div id="chunk-dfp9j">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="3">
<div id="chunk-dfp9j">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="3">
<div id="chunk-dfp9j">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="3">
<h6 style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #1d1f20; font-size: 1.953em;">Um remédio antigo, mas ainda central no tratamento</span></strong></h6>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">A ciclofosfamida endovenosa, usada há décadas na oncologia e na reumatologia, está em desabastecimento no Brasil. A falta atinge desde esquemas clássicos de quimioterapia, como os utilizados no câncer de mama, até terapias para lúpus, vasculites e transplantes de medula óssea.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Enquanto o Ministério da Saúde tenta recompor estoques com compras emergenciais, sociedades médicas alertam: há alternativas, mas nem sempre equivalentes e, em alguns casos, simplesmente não há substituto ideal.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">A ciclofosfamida pertence a um grupo de quimioterápicos chamados agentes alquilantes.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">De forma simplificada, ela atua danificando o DNA das células —especialmente as que se multiplicam rapidamente, como as células tumorais ou as células do sistema imune em doenças autoimunes.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Mesmo sendo um medicamento desenvolvido há décadas, continua presente em protocolos considerados padrão.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Na oncologia, integra esquemas amplamente usados no câncer de mama, além de tumores pediátricos e doenças hematológicas.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Na reumatologia, é considerada fundamental em quadros graves, como lúpus com comprometimento renal ou neurológico, vasculites sistêmicas e doenças com risco de falência de órgãos.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Por isso, sua ausência não é facilmente contornável.</span></p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #1d1f20; font-size: 1.25em;">Impacto direto: de ajustes de protocolo a risco de interrupção</span></strong></h4>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content" style="text-align: justify;">
<div id="chunk-2fif5">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="6">
<div id="chunk-blsch">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="8" data-block-id="15"><main class="mc-body theme"></p>
<div class="mc-article-body">
<article>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-7bmu1">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="16">
<div id="chunk-bh04e" style="text-align: justify;">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="14" data-block-id="19">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Diante da falta da formulação intravenosa, médicos têm recorrido a adaptações —quando elas existem.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2tn95" style="text-align: justify;">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Um dos caminhos é substituir a versão endovenosa pela forma oral, que ainda está disponível no país. Essa estratégia já foi usada em estudos clínicos e pode funcionar em alguns cenários, mas não resolve todos os casos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-djslf" style="text-align: justify;">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="21">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Também há protocolos alternativos que dispensam a droga, especialmente em alguns tipos de câncer. Ainda assim, esses esquemas não são universais e podem ter diferenças de eficácia, toxicidade ou indicação clínica.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9po39" style="text-align: justify;">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="22">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Na prática clínica, isso levou à criação de recomendações emergenciais por sociedades médicas para orientar oncologistas sobre como reorganizar tratamentos durante a escassez.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-fkjpg" style="text-align: justify;">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Na reumatologia, o cenário é ainda mais delicado: há situações em que a droga é parte essencial da indução de remissão da doença, e a troca exige avaliação caso a caso, com risco de piora clínica se não for bem indicada</p>
<h6 class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong><span style="color: #1d1f20; font-size: 1.953em;">Médicos reorganizam tratamentos com base em protocolos adaptados</span></strong></h6>
</div>
</div>
<div id="chunk-1onae" style="text-align: justify;">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="25">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Para lidar com a falta da ciclofosfamida endovenosa, sociedades médicas passaram a orientar adaptações formais nos esquemas terapêuticos, com base em evidências já existentes.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3d5j2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="26">
<p class=" content-text__container " style="text-align: justify;" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">No câncer de mama, por exemplo, uma das estratégias é inverter a ordem de tratamentos quando possível. Em esquemas que combinam diferentes drogas, os especialistas recomendam iniciar pela etapa que não depende da ciclofosfamida e adiar o uso da medicação até a normalização do estoque.</p>
<div id="chunk-4h874" style="text-align: justify;">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="28">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Outra alternativa é substituir a formulação intravenosa pela versão oral em protocolos já conhecidos, como o esquema CMF (ciclofosfamida, metotrexato e fluorouracil) ou o CAF (ciclofosfamida, doxorrubicina e fluorouracil), que utilizam a droga por via oral e têm respaldo em estudos clínicos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-12ks8" style="text-align: justify;">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="29">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Há ainda situações em que os médicos podem trocar completamente o esquema de tratamento e usar outras combinações de quimioterapia que não incluem a ciclofosfamida.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5ddj3" style="text-align: justify;">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="30">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Isso envolve, por exemplo, substituir o medicamento por outras drogas já usadas contra o câncer, que atuam de formas diferentes para destruir as células tumorais.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-f165r" style="text-align: justify;">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="31">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Em alguns casos específicos —como um tipo mais agressivo de câncer de mama, chamado triplo-negativo— também pode ser usada uma medicação chamada carboplatina, que entra como alternativa quando a droga principal não está disponível.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-673fk" style="text-align: justify;">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="32">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Mesmo assim, as orientações deixam claro que essas adaptações devem ser feitas com critério, já que nem todos os esquemas são equivalentes em todos os contextos clínicos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9439j" style="text-align: justify;">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="33">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Nos casos mais sensíveis, como alguns tumores pediátricos, transplantes de medula óssea ou determinadas doenças hematológicas, a recomendação é priorizar o uso dos estoques disponíveis, já que não há substitutos considerados plenamente equivalentes.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-859p" style="text-align: justify;">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="14" data-block-id="34">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Em doenças autoimunes, as orientações também incluem alternativas, mas com maior grau de incerteza.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-bnbj8">
<div class="tag-manager-publicidade-container tag-manager-publicidade-banner_materia__03b5037d-fb96-409c-bda9-e895b2c730ec tag-manager-publicidade-container--carregado tag-manager-publicidade-container--visivel" data-google-query-id="CIu62pLIhJQDFbw2HgAdx7kUOQ">
<div id="chunk-e2vtt" style="text-align: justify;">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="36">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">No lúpus com comprometimento dos rins, por exemplo, os médicos podem usar outro imunossupressor chamado micofenolato mofetil, que ajuda a controlar a inflamação e, em alguns casos, tem eficácia semelhante à ciclofosfamida.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7j2cp" style="text-align: justify;">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="37">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Já em um grupo de doenças chamado vasculites —em que o próprio sistema imunológico ataca os vasos sanguíneos— uma opção é o rituximabe, um medicamento que atua reduzindo a atividade de células de defesa envolvidas na doença.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-f6l73" style="text-align: justify;">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="38">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Também podem ser usados outros remédios que diminuem a ação do sistema imune, como azatioprina, tacrolimo e ciclosporina. A escolha depende do tipo de doença, da gravidade e das condições do paciente.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-aa7ib" style="text-align: justify;">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="39">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Ainda assim, a própria Sociedade Brasileira de Reumatologia ressalta que essas substituições não são universalmente equivalentes e devem ser avaliadas individualmente, considerando riscos, benefícios e disponibilidade no sistema de saúde.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-c7i5g">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="40">
<div class=" mc-column  content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box" style="text-align: justify;">
<figure class="content-media-figure"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content aligncenter" src="https://s2-g1.glbimg.com/jGUgZLwuoyiphu0KbH96-8HCM6M=/0x0:4096x2732/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/8/x/MuNmSWQ5GHaGUDbPDRPA/adobestock-681483710.jpeg" sizes="(max-width: 1440px) 648px, 100vw" srcset="https://s2-g1.glbimg.com/7xtSVf7Zj1MS6rpKtpTV5mGk0Wg=/0x0:4096x2732/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/8/x/MuNmSWQ5GHaGUDbPDRPA/adobestock-681483710.jpeg 1000w, https://s2-g1.glbimg.com/jGUgZLwuoyiphu0KbH96-8HCM6M=/0x0:4096x2732/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/8/x/MuNmSWQ5GHaGUDbPDRPA/adobestock-681483710.jpeg 984w, https://s2-g1.glbimg.com/UEK1db94H2p5X2ucjluXoxyJaK0=/0x0:4096x2732/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/8/x/MuNmSWQ5GHaGUDbPDRPA/adobestock-681483710.jpeg 640w, https://s2-g1.glbimg.com/cztqvpr2iEXyTmSw-hGUkfrBnBU=/0x0:4096x2732/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/8/x/MuNmSWQ5GHaGUDbPDRPA/adobestock-681483710.jpeg 600w" alt=" — Foto: AdobeStock" width="458" height="305" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description  " style="text-align: center;">— Foto: AdobeStock</p>
<div id="chunk-6tea3">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="6" data-block-id="42">
<div class="content-intertitle">
<h3><strong>Um problema que não começou agora</strong></h3>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-7e0bo">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="43">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Segundo especialistas ouvidos pela reportagem, a falta da ciclofosfamida não é um evento isolado. Ela faz parte de um movimento mais amplo: a escassez de medicamentos antigos, já fora de patente e com menor interesse comercial.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-f3ate">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="44">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A oncologista Clarissa Baldotto, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), explica que esse tipo de desabastecimento tem ocorrido também com outros quimioterápicos clássicos, no Brasil e no exterior.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-88nad">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="45">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Ela aponta que são medicamentos de baixo custo, com poucos fabricantes no mundo —o que torna a cadeia mais vulnerável a interrupções, como problemas na produção ou na obtenção de matéria-prima.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5motf">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55" data-block-id="46">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A farmacêutica Baxter, responsável pelo medicamento no Brasil, afirma ao <strong>g1</strong> que a restrição atual está ligada a uma interrupção técnica em uma fábrica parceira, o que afetou a produção e a liberação do produto. Segundo a empresa, a fabricação já foi retomada, mas ainda opera com capacidade reduzida, insuficiente para atender à demanda global.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-d38ib">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="47">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A companhia diz que trabalha com autoridades brasileiras, como o Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para normalizar o fornecimento, com expectativa de melhora gradual ao longo de 2026.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-a7a0f">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="7" data-block-id="48">
<div class="content-intertitle">
<h3><strong>Falta expõe risco sistêmico no tratamento oncológico</strong></h3>
</div>
<p>Para o oncologista Stephen Stefani, da Americas Health Foundation, <strong>o problema vai além de um medicamento específico e revela uma vulnerabilidade estrutural.</strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2q9vp">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="51">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><span class="TextRun SCXW38238581 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW38238581 BCX0">Segundo ele, quando um fármaco clássico desaparece do sistema, o impacto não se limita à troca de esquema.</span></span><span class="EOP Selected SCXW38238581 BCX0" data-ccp-props="{}"> </span></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-e370t">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="33" data-block-id="52">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>“Essas drogas são a espinha dorsal de muitos tratamentos. Quando faltam, você não está apenas substituindo um remédio —está alterando toda a lógica terapêutica, com possíveis efeitos em eficácia, toxicidade e custo”, afirma.</p></blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-cnrl6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="53">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Ele destaca ainda que, em muitos casos, as alternativas disponíveis são mais caras ou menos estudadas naquele contexto específico, o que pode ampliar desigualdades de acesso, especialmente no sistema público.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-e6r97">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="9" data-block-id="54">
<h6 class="content-text__container" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong><span style="color: #1d1f20; font-size: 1.953em;">Governo recorre a compra emergencial e tenta acelerar importação</span></strong></h6>
</div>
</div>
<div id="chunk-loek">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="55">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Diante do cenário, o Ministério da Saúde afirma ter realizado uma aquisição emergencial de 140 mil comprimidos e 80 mil frascos-ampola do medicamento, com distribuição prevista para centros de referência em todo o país.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-dva1m">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="56">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A pasta também solicitou à Anvisa a priorização de processos para ampliar a oferta, incluindo importação excepcional e liberação mais rápida de lotes.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2316o">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="57">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A expectativa oficial é de normalização do abastecimento a partir de junho, após a retomada da produção pela fabricante.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-a7a0f" style="text-align: justify;">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="7" data-block-id="48">
<div id="chunk-cg7gp">
<div data-block-type="ads" data-block-id="50">
<div id="chunk-cnrl6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="53">
<div id="chunk-2316o">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="57">
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>Fonte: <a href="https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/04/20/falta-de-quimioterapia-essencial-leva-hospitais-a-adaptar-tratamentos-e-deixa-pacientes-sem-opcao-ideal.ghtml">G1</a></strong></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</article>
</div>
<p></main></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-2fif5">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="6">
<div id="chunk-blsch">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="8" data-block-id="15"><main class="mc-body theme"></p>
<div class="mc-article-body">
<article>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-7bmu1">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="16">
<div id="chunk-3d5j2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="26">
<div id="chunk-bnbj8">
<div class="tag-manager-publicidade-container tag-manager-publicidade-banner_materia__03b5037d-fb96-409c-bda9-e895b2c730ec tag-manager-publicidade-container--carregado tag-manager-publicidade-container--visivel" data-google-query-id="CIu62pLIhJQDFbw2HgAdx7kUOQ">
<div id="chunk-c7i5g">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="40">
<div class=" mc-column  content-media__container">
<div id="chunk-a7a0f" style="text-align: justify;">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="7" data-block-id="48">
<div id="chunk-cg7gp">
<div data-block-type="ads" data-block-id="50">
<div id="chunk-cnrl6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="53">
<div id="chunk-2316o">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="57"></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</article>
</div>
<p></main></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-2fif5">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="6">
<div id="chunk-blsch">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="8" data-block-id="15"><main class="mc-body theme"></p>
<div class="mc-article-body">
<article>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-7bmu1">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="16">
<div id="chunk-3d5j2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="26">
<div id="chunk-bnbj8">
<div class="tag-manager-publicidade-container tag-manager-publicidade-banner_materia__03b5037d-fb96-409c-bda9-e895b2c730ec tag-manager-publicidade-container--carregado tag-manager-publicidade-container--visivel" data-google-query-id="CIu62pLIhJQDFbw2HgAdx7kUOQ">
<div id="chunk-c7i5g">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="40">
<div class=" mc-column  content-media__container">
<div id="chunk-a7a0f" style="text-align: justify;">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="7" data-block-id="48">
<div id="chunk-cg7gp">
<div data-block-type="ads" data-block-id="50">
<div id="chunk-cnrl6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="53">
<div id="chunk-2316o">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="57"></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</article>
</div>
<p></main></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-2fif5">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="6">
<div id="chunk-blsch">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="8" data-block-id="15"><main class="mc-body theme"></p>
<div class="mc-article-body">
<article>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-7bmu1">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="16">
<div id="chunk-3d5j2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="26">
<div id="chunk-bnbj8">
<div class="tag-manager-publicidade-container tag-manager-publicidade-banner_materia__03b5037d-fb96-409c-bda9-e895b2c730ec tag-manager-publicidade-container--carregado tag-manager-publicidade-container--visivel" data-google-query-id="CIu62pLIhJQDFbw2HgAdx7kUOQ">
<div id="chunk-c7i5g">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="40">
<div class=" mc-column  content-media__container">
<div id="chunk-a7a0f" style="text-align: justify;">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="7" data-block-id="48">
<div id="chunk-cg7gp">
<div data-block-type="ads" data-block-id="50">
<div id="chunk-cnrl6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="53">
<div id="chunk-2316o">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="57"></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</article>
</div>
<p></main></div>
</div>
</div>
</div>
</div><p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/falta-de-quimioterapia-essencial-leva-hospitais-a-adaptar-tratamentos-e-deixa-pacientes-sem-opcao-ideal/">Falta de quimioterapia essencial leva hospitais a adaptar tratamentos e deixa pacientes sem opção ideal</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p><p>O post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/falta-de-quimioterapia-essencial-leva-hospitais-a-adaptar-tratamentos-e-deixa-pacientes-sem-opcao-ideal/">Falta de quimioterapia essencial leva hospitais a adaptar tratamentos e deixa pacientes sem opção ideal</a> apareceu primeiro em <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://artritereumatoide.blog.br/falta-de-quimioterapia-essencial-leva-hospitais-a-adaptar-tratamentos-e-deixa-pacientes-sem-opcao-ideal/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">79208</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Maio Roxo, São Paulo, doenças reumáticas, pacientes, associações, conscientização, Câmara Municipal, Luana Alves, encontro, saúde, acesso, cuidado, direitos, Estatuto, SUS</title>
		<link>https://artritereumatoide.blog.br/maio-roxo-sao-paulo-doencas-reumaticas-pacientes-associacoes-conscientizacao-camara-municipal-luana-alves-encontro-saude-acesso-cuidado-direitos-estatuto-sus/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=maio-roxo-sao-paulo-doencas-reumaticas-pacientes-associacoes-conscientizacao-camara-municipal-luana-alves-encontro-saude-acesso-cuidado-direitos-estatuto-sus</link>
					<comments>https://artritereumatoide.blog.br/maio-roxo-sao-paulo-doencas-reumaticas-pacientes-associacoes-conscientizacao-camara-municipal-luana-alves-encontro-saude-acesso-cuidado-direitos-estatuto-sus/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Priscila Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 17:50:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acesso]]></category>
		<category><![CDATA[associações]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara Municipal]]></category>
		<category><![CDATA[conscientização]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado]]></category>
		<category><![CDATA[direitos]]></category>
		<category><![CDATA[doenças reumáticas]]></category>
		<category><![CDATA[encontro]]></category>
		<category><![CDATA[Estatuto]]></category>
		<category><![CDATA[Luana Alves]]></category>
		<category><![CDATA[maio roxo]]></category>
		<category><![CDATA[pacientes]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://artritereumatoide.blog.br/?p=79205</guid>

					<description><![CDATA[<p>A cidade de São Paulo se prepara para fortalecer a conscientização sobre as doenças reumáticas com a realização das atividades do Maio Roxo na Câmara Municipal. A iniciativa foi consolidada após reunião entre a Rede Paulista de Associações de Pacientes Reumáticos e a vereadora Luana Alves (PSOL), que passa a acolher e apoiar ações socioeducativas [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/maio-roxo-sao-paulo-doencas-reumaticas-pacientes-associacoes-conscientizacao-camara-municipal-luana-alves-encontro-saude-acesso-cuidado-direitos-estatuto-sus/">Maio Roxo, São Paulo, doenças reumáticas, pacientes, associações, conscientização, Câmara Municipal, Luana Alves, encontro, saúde, acesso, cuidado, direitos, Estatuto, SUS</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
<p>O post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/maio-roxo-sao-paulo-doencas-reumaticas-pacientes-associacoes-conscientizacao-camara-municipal-luana-alves-encontro-saude-acesso-cuidado-direitos-estatuto-sus/">Maio Roxo, São Paulo, doenças reumáticas, pacientes, associações, conscientização, Câmara Municipal, Luana Alves, encontro, saúde, acesso, cuidado, direitos, Estatuto, SUS</a> apareceu primeiro em <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A cidade de São Paulo se prepara para fortalecer a conscientização sobre as doenças reumáticas com a realização das atividades do Maio Roxo na Câmara Municipal. A iniciativa foi consolidada após reunião entre a Rede Paulista de Associações de Pacientes Reumáticos e a vereadora Luana Alves (PSOL), que passa a acolher e apoiar ações socioeducativas voltadas a pacientes e familiares.</p>
<p style="text-align: justify;">A Rede Paulista é composta por importantes organizações da sociedade civil: Associação Brasileira Superando o Lúpus, Grupo de Apoio ao Paciente Reumático Brasil (Grupar-BR), Grupo de Apoio ao Paciente Reumático de São Paulo (Grupasp), Grupo EncontrAR, Blog Artrite Reumatoide e o Instituto Nacional de Apoio às Pessoas com Espondiloartrite (INAPE). A reunião contou com a representação de Priscila Torres e Clara Nunes.</p>
<p style="text-align: justify;">Como desdobramento, será realizado um grande encontro no dia 30 de maio de 2026, das 13h às 17h, reunindo pacientes, especialistas, gestores e sociedade civil para debater acesso, cuidado e direitos na saúde das pessoas que vivem com espondiloartrites, lúpus e fibromialgia.</p>
<p style="text-align: justify;">A agenda ganha ainda mais relevância com a recente instituição do Estatuto dos Direitos do Paciente (Lei nº 15.378, de 6 de abril de 2026), que consolida direitos fundamentais como autonomia, acesso à informação clara, sigilo, dignidade, direito a acompanhante e acesso ao prontuário, promovendo a superação do modelo paternalista e fortalecendo a relação de parceria entre pacientes e profissionais de saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a reunião, a vereadora Luana Alves comprometeu-se a protocolar um projeto de lei municipal para garantir a implementação e ampla divulgação do Estatuto nas unidades de saúde da capital, incluindo sua exposição em locais visíveis, como estratégia de fortalecimento da humanização da assistência.</p>
<p style="text-align: justify;">A Rede Paulista destaca a importância da parceria institucional e reforça que novas atividades e mobilizações serão divulgadas em breve.</p><p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/maio-roxo-sao-paulo-doencas-reumaticas-pacientes-associacoes-conscientizacao-camara-municipal-luana-alves-encontro-saude-acesso-cuidado-direitos-estatuto-sus/">Maio Roxo, São Paulo, doenças reumáticas, pacientes, associações, conscientização, Câmara Municipal, Luana Alves, encontro, saúde, acesso, cuidado, direitos, Estatuto, SUS</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p><p>O post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/maio-roxo-sao-paulo-doencas-reumaticas-pacientes-associacoes-conscientizacao-camara-municipal-luana-alves-encontro-saude-acesso-cuidado-direitos-estatuto-sus/">Maio Roxo, São Paulo, doenças reumáticas, pacientes, associações, conscientização, Câmara Municipal, Luana Alves, encontro, saúde, acesso, cuidado, direitos, Estatuto, SUS</a> apareceu primeiro em <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://artritereumatoide.blog.br/maio-roxo-sao-paulo-doencas-reumaticas-pacientes-associacoes-conscientizacao-camara-municipal-luana-alves-encontro-saude-acesso-cuidado-direitos-estatuto-sus/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">79205</post-id>	</item>
		<item>
		<title>ANS discute incorporação de tecnologias em oncologia, genética e diagnóstico na 49ª reunião da Cosaúde</title>
		<link>https://artritereumatoide.blog.br/ans-discute-incorporacao-de-tecnologias-em-oncologia-genetica-e-diagnostico-na-49a-reuniao-da-cosaude/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=ans-discute-incorporacao-de-tecnologias-em-oncologia-genetica-e-diagnostico-na-49a-reuniao-da-cosaude</link>
					<comments>https://artritereumatoide.blog.br/ans-discute-incorporacao-de-tecnologias-em-oncologia-genetica-e-diagnostico-na-49a-reuniao-da-cosaude/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Priscila Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ANS]]></category>
		<category><![CDATA[COSAUDE]]></category>
		<category><![CDATA[Cosaúde]]></category>
		<category><![CDATA[oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[planos de saude]]></category>
		<category><![CDATA[saúde suplementar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://artritereumatoide.blog.br/?p=79198</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) realizou, em 24 de março, a 49ª reunião técnica da Comissão de Atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde Suplementar (Cosaúde). Os representantes debateram sobre a incorporação de terapias para câncer de próstata e leucemia, a ampliação do uso de exames genéticos para diagnóstico de deficiência intelectual [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/ans-discute-incorporacao-de-tecnologias-em-oncologia-genetica-e-diagnostico-na-49a-reuniao-da-cosaude/">ANS discute incorporação de tecnologias em oncologia, genética e diagnóstico na 49ª reunião da Cosaúde</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
<p>O post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/ans-discute-incorporacao-de-tecnologias-em-oncologia-genetica-e-diagnostico-na-49a-reuniao-da-cosaude/">ANS discute incorporação de tecnologias em oncologia, genética e diagnóstico na 49ª reunião da Cosaúde</a> apareceu primeiro em <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p id="m_3274221118362544359isPasted" style="text-align: justify;">A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) realizou, em 24 de março, a 49ª reunião técnica da Comissão de Atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde Suplementar (Cosaúde). Os representantes debateram sobre a incorporação de terapias para câncer de próstata e leucemia, a ampliação do uso de exames genéticos para diagnóstico de deficiência intelectual e o uso de testes moleculares para monitoramento de doenças hematológicas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>UAT 190 – Talazoparibe</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os membros da Cosaúde analisaram as contribuições recebidas na Consulta Pública sobre a UAT 190, que avalia a incorporação do talazoparibe associado à enzalutamida, submetido pela Pfizer, para o tratamento de primeira linha do câncer de próstata metastático resistente à castração em pacientes com mutações em genes de recombinação homóloga (HRR).</p>
<p style="text-align: justify;">A representante da ANS, Karina Barreira Sobrinho, informou que o tratamento recebeu recomendação preliminar desfavorável. Embora as evidências indiquem benefícios como aumento da sobrevida e redução da progressão da doença, a decisão foi baseada em incertezas relacionadas à segurança, à qualidade de vida dos pacientes, à relação custo-efetividade e ao impacto orçamentário.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ela, foram apresentadas 78 contribuições na consulta pública, sendo 65 favoráveis à incorporação do tratamento, 11 contrárias, 1 parcialmente favorável e 1 considerada não aplicável. As manifestações destacaram, de um lado, os benefícios clínicos, o avanço da medicina personalizada e a importância de ampliar as opções terapêuticas. Por outro lado, também foram levantadas preocupações sobre a real magnitude dos benefícios em todos os grupos de pacientes, os possíveis eventos adversos e os impactos financeiros para o sistema. Apesar das contribuições, não foram apresentadas novas evidências capazes de alterar a avaliação inicial.</p>
<p style="text-align: justify;">Na sequência, Anne Karim Borges, também representante da ANS, apresentou a análise econômica das contribuições. Ela explicou que a empresa responsável pelo medicamento propôs ajustes no modelo, incluindo um desconto de 10%. Ainda assim, os resultados indicaram custos elevados, com estimativas de cerca de R$ 261 mil por ano de vida ganho e até R$ 331 mil por ano de vida ajustado pela qualidade (QALY), mantendo um cenário de maior custo associado a maior efetividade. A análise também apontou incertezas importantes, especialmente em relação às estimativas de qualidade de vida e à robustez dos dados utilizados. Representantes das operadoras reforçaram preocupações com o alto custo do tratamento e o risco à sustentabilidade financeira, além de questionarem o formato do desconto, que não foi formalizado pela CMED.</p>
<p style="text-align: justify;">No que se refere ao impacto orçamentário, a ANS revisou o número de pacientes elegíveis, que passou de 124 para 615 por ano, elevando significativamente os custos estimados. O impacto anual pode variar entre aproximadamente R$ 165 milhões e R$ 203 milhões, a depender do cenário analisado e da inclusão de testes genéticos. Por fim, a ANS informou que manteve a abiraterona como comparador na análise, por considerar que esse medicamento reflete a prática clínica atual, mesmo sem evidências específicas estratificadas por biomarcadores.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Instituto Oncoguia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Helena Esteves, do Instituto Oncoguia, destacou a importância de ampliar a participação de pacientes nas consultas públicas e audiências, ressaltando que suas contribuições enriquecem o processo decisório, embora ainda haja dificuldades de engajamento e prazos curtos para mobilização. Também sugeriu esforços conjuntos entre instituições para fortalecer essa participação. Além disso, defendeu uma análise mais integrada das tecnologias, propondo a avaliação conjunta de inibidores de PARP, a fim de qualificar o debate e ampliar as opções terapêuticas para pacientes com câncer de próstata em estágio avançado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Suelen Martins, representante da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, manifestou-se favorável à incorporação do tratamento, destacando que o comparador utilizado no estudo é adequado e já faz parte da prática clínica. Ressaltou que a combinação terapêutica traz ganhos relevantes de sobrevida para pacientes com mutações em genes de recombinação homóloga, mesmo sendo um subgrupo raro, além de apresentar manejo clínico viável e sem impacto significativo na qualidade de vida. Defendeu, portanto, a ampliação do acesso à terapia como uma opção importante para esses pacientes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pfizer</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Rodrigo Alexandre, representante da Pfizer, destacou divergências técnicas da empresa em relação à avaliação da ANS, especialmente quanto ao método utilizado para análise de risco de viés e certeza das evidências, que consideram inadequado frente a diretrizes internacionais. Defendeu que os resultados clínicos estão alinhados com avaliações de outras agências internacionais que recomendaram a tecnologia. No campo econômico, criticou a revisão do impacto orçamentário feita pela ANS, questionando o uso de uma estimativa de população maior (16%) baseada em dados estrangeiros, diferente dos dados nacionais apresentados pela empresa. Também contestou a inclusão da abiraterona como comparador, por não refletir o perfil dos pacientes com mutação HRR. Por fim, apontou que o cálculo do impacto orçamentário considerou apenas custos diretos dos medicamentos, desconsiderando outros custos assistenciais, o que, segundo a empresa, não segue as diretrizes metodológicas recomendadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ANS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ana Cecília, representante da ANS, destacou a diferença nas estimativas de população, apontando que, mesmo após o recálculo da empresa, houve aumento no número de pacientes (cerca de 437), questionando a discrepância em relação à estimativa inicial.</p>
<p style="text-align: justify;">Anne Karim Borges, representante da ANS, explicou que a empresa inicialmente considerava casos prevalentes e incidentes, mas depois ajustou para apenas incidentes, reduzindo sua estimativa. Já a ANS aumentou sua projeção ao adotar um estudo mais robusto baseado em incidência, considerado metodologicamente mais adequado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong><strong>Após as apresentações, manifestaram-se favoráveis à incorporação: </strong>AMB, SBOC, COFFITO, CNI, MTE, NUDECON, Abrale, COFEN, CNS e Biored Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Foram desfavoráveis:</strong> FenaSaúde, UNIDAS, ABRAMGE, Sinog e Unimed do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong><strong>UAT 189 – Osimertinibe</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os membros da Cosaúde também analisaram uma demanda interna da ANS relacionada à atualização da Diretriz de Utilização (DUT) nº 184, que trata do uso do sequenciamento completo do exoma no diagnóstico de deficiência intelectual.</p>
<p style="text-align: justify;">A representante da ANS, Flávia Cristina Cordeiro, explicou que a incorporação anterior dessa tecnologia ao rol de cobertura foi baseada em informações que não consideraram integralmente o protocolo do SUS, publicado posteriormente. Essa diferença gerou dúvidas sobre a cobertura do exame e dificuldades no acesso pelos pacientes, o que motivou a necessidade de revisão da diretriz para garantir maior alinhamento com o SUS.</p>
<p style="text-align: justify;">A análise envolveu a comparação com o protocolo do SUS, além de uma revisão de diretrizes clínicas nacionais e internacionais. Os resultados indicaram que tanto o sequenciamento completo do exoma quanto o exame de microarray podem ser utilizados como testes de primeira linha na investigação de deficiência intelectual sem causa definida, cabendo ao médico escolher o método mais adequado para cada caso. Também foi identificado que a diretriz atual da ANS apresenta critérios mais restritivos, como a exigência de etapas prévias e condicionantes que acabam dificultando o acesso ao exame.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante disso, a proposta de atualização prevê mudanças importantes. Entre elas, estabelece que a deficiência intelectual ou o atraso do desenvolvimento sem causa definida passa a ser suficiente para indicar a realização de testes genéticos. Além disso, elimina a obrigatoriedade de uma sequência rígida entre os exames e retira a exigência de testes prévios nos pais como condição para a realização do sequenciamento do exoma. Por fim, a nova redação também separa de forma mais clara a investigação diagnóstica do aconselhamento genético, corrigindo ambiguidades da norma atual. O objetivo é facilitar o acesso aos exames, alinhar a diretriz com o SUS e evitar interpretações que possam ampliar indevidamente a cobertura.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Gustavo Guida, diretor da Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica (SBGM), manifestou apoio à proposta de atualização da DUT 184, destacando seu alinhamento com as evidências científicas mais recentes. Segundo ele, o sequenciamento do exoma como teste de primeira linha pode aumentar significativamente a taxa de diagnóstico, reduzir o tempo até a identificação da causa da doença e gerar economia ao sistema, especialmente diante da queda de custos e do avanço tecnológico. Apontou, contudo, a necessidade de aprimoramentos, como maior detalhamento clínico para orientar a solicitação do exame, garantia de qualidade técnica dos laboratórios e revisão de exigências consideradas desnecessárias, como o uso prévio obrigatório do cariótipo. Defendeu ainda a definição de critérios claros para solicitação por profissionais qualificados, a fim de evitar uso inadequado e melhorar a efetividade dos resultados. Por fim, mencionou iniciativas do Ministério da Saúde para ampliar o uso do exoma no SUS, mas avaliou que a implementação ainda enfrenta desafios e pode não atender plenamente à demanda existente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>FenaSaúde</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Carolina Muga Eduardo, representante da FenaSaúde, elogiou a revisão da DUT 110.39, mas apresentou ressalvas quanto à ampliação do acesso ao sequenciamento do exoma sem critérios clínicos mais bem definidos. Segundo ela, o uso indiscriminado pode aumentar resultados inconclusivos, como variantes de significado incerto (VUS), além de gerar custos elevados sem ganho proporcional no diagnóstico. Defendeu a manutenção de exames mais simples e custo-efetivos, como o cariótipo, como etapa inicial da investigação, em linha com diretrizes internacionais que recomendam abordagem escalonada. Também questionou o impacto clínico de alguns diagnósticos genéticos, destacando que nem sempre alteram a conduta terapêutica e podem competir com recursos destinados a cuidados mais efetivos. Por fim, sugeriu aprimoramentos na proposta, como a definição de critérios clínicos mais rigorosos, a manutenção de exames prévios obrigatórios e o uso de testes mais direcionados em familiares, visando maior racionalidade no uso dos recursos e redução de riscos clínicos e éticos.</p>
<p style="text-align: justify;">Também pela FenaSaúde, Tatiana Cali de Oliveira, destacou preocupações das operadoras quanto ao uso inadequado do sequenciamento de exoma, especialmente em casos com síndromes já reconhecíveis, como síndrome de Down, onde exames mais complexos são solicitados sem necessidade. Alertou que a diretriz proposta pode dificultar a verificação clínica, já que o diagnóstico descrito em relatório médico poderia ser suficiente para autorizar o exame, aumentando custos. Também questionou a ampliação de profissionais aptos a solicitar testes genéticos, sugerindo a importância do especialista em genética para melhor interpretação, especialmente em casos de variantes de significado incerto (VUS), que exigem análise mais complexa para evitar conclusões equivocadas e garantir real benefício clínico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>AMB</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Miyuki Goto, representante da Associação Médica Brasileira, elogiou a iniciativa da ANS em retomar o debate sobre genética, destacando a evolução do tema ao longo dos últimos anos, inclusive com a redução de custos do sequenciamento de exoma. Ressaltou a necessidade de ampliar a discussão para além da DUT 110, especialmente no campo da oncogenética, apontando desafios na classificação entre testes somáticos e germinativos, como no caso do BRCA. Sugeriu que o tema seja aprofundado em outros fóruns, dada sua relevância crescente no sistema de saúde.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Unimed do Brasil</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Clarice Petramale, da Unimed do Brasil, resgatou a experiência do SUS na incorporação de exames genéticos por meio de “pacotes”, que exigiam atuação qualificada do médico para escolha adequada dos testes, equilibrando benefício clínico e custo. Sugeriu que a ANS avalie como o SUS estruturou essa incorporação e considere esse modelo na análise atual. Também mencionou iniciativas recentes, como o projeto Genomas Raros, voltadas à ampliação do diagnóstico precoce, e ressaltou a importância de discutir, na consulta pública, questões como capacitação profissional, qualidade dos prestadores e diferenças entre os modelos de financiamento público e da saúde suplementar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Após as apresentações, manifestaram-se favoráveis à incorporação: </strong>AMB, SBGM, CONFEN, Abrale, MTE, CNS, ABRASCO, Biored Brasil e ABRAMGE.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>UAT 77 – Teste de Reação em cadeia da polimerase RT-PCR quantitativo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Também foram analisadas as contribuições recebidas na Consulta Pública 164/2025, que trata da proposta de incorporação do teste de RT-PCR quantitativo para diagnóstico e monitoramento da leucemia mieloide crônica e da leucemia linfoblástica aguda. A representante da ANS, Jeane Machado Brandão de Souza, explicou que o exame integra um conjunto de tecnologias já recomendadas pela Conitec entre 2019 e 2021 e que, embora ainda não esteja disponível na saúde suplementar, apresenta alta acurácia e é considerado essencial para o acompanhamento da resposta ao tratamento, detecção de doença residual mínima e apoio à tomada de decisões terapêuticas.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela informou que a consulta pública recebeu 21 contribuições, todas favoráveis à incorporação, destacando a relevância clínica do exame e seu alinhamento com diretrizes nacionais e internacionais. A análise da ANS indicou que o teste é fundamental não apenas para o diagnóstico, mas também para o seguimento dos pacientes, contribuindo para melhores desfechos clínicos. O impacto orçamentário estimado é de aproximadamente R$ 15 milhões em cinco anos, com média anual de cerca de R$ 3 milhões, considerando uma população de cerca de 5.530 pacientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Na análise econômica, apresentada por Suriêtte dos Santos, foram registradas duas contribuições, ambas favoráveis à incorporação. A ANS considerou parâmetros semelhantes aos utilizados pela Conitec, como custos da tabela SIGTAP, mas adotou um modelo de participação de mercado progressiva, iniciando em 60%, o que resultou em menor impacto incremental. Ao final, a agência concluiu que a metodologia aplicada foi adequada e que não foram apresentados novos elementos que justificassem alterações na estimativa de impacto orçamentário.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Associação Brasileira de Câncer do Sangue</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nina Melo, representante da Associação Brasileira de Câncer do Sangue (ABRALE), defendeu a incorporação do RT-PCR quantitativo, destacando que a disponibilização de novos tratamentos, como inibidores de tirosina quinase para LMC, deve ser acompanhada de exames adequados para monitorar a evolução da doença. Ressaltou que o teste é essencial para avaliar a resposta terapêutica e que sua incorporação está alinhada às evidências científicas e às recomendações já reconhecidas pelo Ministério da Saúde e pela Conitec, sendo atualmente o melhor exame disponível para esses pacientes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong><strong>Após as apresentações, manifestaram-se favoráveis à incorporação: </strong>AMB, CNI, COFEN, ABRAMGE, UNIDAS, Abrale, FenaSaúde, COFFITO, CMB, NUDECON, CNS, MTE, Unimed do Brasil e Biored Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>UAT 196 – Acalabrutinibe em associação ao Venetoclax no tratamento inicial de LLC/LLPC sem del(17p) ou mutação em TP53</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, os representantes da Cosaúde realizaram a análise inicial da proposta de incorporação do acalabrutinibe em associação ao venetoclax para o tratamento inicial da leucemia linfocítica crônica/linfoma linfocítico de pequenas células (LLC/LLPC), em pacientes sem deleção 17p ou mutação em TP53. O Dr. Jorge Vaz, representante da AstraZeneca, proponente da tecnologia, destacou que a combinação representa uma alternativa de duração fixa, com potencial de maior previsibilidade orçamentária e melhor perfil de segurança em relação às terapias contínuas. Segundo ele, evidências clínicas indicam redução do risco de progressão da doença e de morte, além de menor incidência de eventos adversos e manutenção do controle da doença na maioria dos pacientes, com reconhecimento em diretrizes internacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Na análise econômica, Marília Hernani, também representante da AstraZeneca, destacou que a combinação pode gerar economia em comparação aos tratamentos disponíveis, com redução relevante de custos ao longo do tempo. O impacto orçamentário considera cerca de 426 novos pacientes por ano e aponta potencial de economia para a saúde suplementar, que pode chegar a dezenas de milhões de reais em cinco anos, a depender do cenário. Por fim, defendeu a análise de custo-minimização, com base em evidências de eficácia equivalente, indicando que a tecnologia pode oferecer benefícios clínicos e maior eficiência no uso dos recursos em saúde.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ANS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Jeane Machado Brandão de Souza, representante da ANS, apresentou a análise clínica da combinação de acalabrutinibe com venetoclax em comparação às terapias já disponíveis para leucemia linfocítica crônica, destacando que a avaliação se baseou principalmente no estudo Amplify, que apresenta limitações, especialmente quanto aos comparadores. Embora os resultados indiquem benefícios, como redução de 35% no risco de progressão da doença e de 67% no risco de morte, além de maior resposta ao tratamento, foram identificadas incertezas relacionadas ao desenho aberto do estudo, à comparação indireta com terapias relevantes e ao aumento de eventos cardiovasculares.</p>
<p style="text-align: justify;">Na análise econômica, apresentada por Cláudia Soares Zouaim, o proponente estimou economia de cerca de R$ 639 mil por paciente em cinco anos. No entanto, a ANS apontou limitações na metodologia, especialmente pelo uso de custo-minimização sem comprovação de equivalência entre os tratamentos e inconsistências nos parâmetros utilizados. Em recálculo mais conservador, a economia estimada foi significativamente reduzida, para cerca de R$ 4 milhões em cinco anos. Assim, embora haja indicação de possível economia para o sistema, a avaliação concluiu que ainda existem incertezas clínicas e fragilidades metodológicas que limitam a tomada de decisão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong><strong>FenaSaúde</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Luiza Leal do Nascimento, representante da FenaSaúde, se posicionou contrária à incorporação da combinação de acalabrutinibe com venetoclax para o tratamento inicial da leucemia linfocítica crônica, argumentando que já existem alternativas terapêuticas disponíveis no Rol que atendem às necessidades dos pacientes. Questionou aspectos metodológicos do estudo apresentado, como a escolha do comparador e o desenho aberto, além de apontar incertezas nos dados de sobrevida. Na avaliação econômica, criticou o uso de análise de custo-minimização sem comprovação de equivalência entre as tecnologias, a exclusão de comparadores relevantes e possíveis distorções nas estimativas de impacto orçamentário. Por fim, destacou a ausência de consenso em agências internacionais e recomendou a não incorporação da tecnologia, diante das incertezas clínicas e econômicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Hellen Miyamoto, da FenaSaúde, destacou que, embora o comparador do estudo seja compatível com a época em que foi realizado, isso gera incertezas para a avaliação atual na saúde suplementar. Levantou dúvidas sobre a reexposição de pacientes às terapias, ressaltando que parte deles poderá necessitar de novos tratamentos ao longo do tempo. Questionou se essa dinâmica foi adequadamente considerada na análise de impacto orçamentário, apontando que a possibilidade de reutilização ou adição de terapias pode aumentar os custos do sistema além do inicialmente estimado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Wolney Barreto, representante da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular destacou que os dados de sobrevida global do estudo permanecem robustos, mesmo considerando o contexto da pandemia, e criticou interpretações que minimizam esses resultados. Ressaltou que o desfecho principal é a sobrevida livre de progressão, coerente com terapias combinadas voltadas ao controle prolongado da doença. Também apontou que o uso de comparadores deve considerar o contexto histórico dos estudos, já que a prática atual já superou a imunoquimioterapia. Defendeu que o objetivo dessas terapias não é resposta completa, mas controle duradouro da doença, destacando vantagens das terapias combinadas, como menor incidência de eventos adversos relevantes em comparação a tratamentos contínuos. Por fim, afirmou que o risco de viés é mitigado pela avaliação por comitê independente nos estudos clínicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Renato Tavares, representante da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular, defendeu a incorporação da combinação de acalabrutinibe com venetoclax para tratamento da LLC, destacando sua eficácia e segurança. Ressaltou que o acalabrutinibe já é amplamente utilizado, com menor toxicidade e eficácia semelhante ao ibrutinibe, além de custo mais baixo. Criticou o uso da imunoquimioterapia como comparador, por não refletir mais a prática clínica atual. Destacou que terapias de duração fixa, como a proposta, reduzem custos e toxicidade em comparação às terapias contínuas, mesmo considerando a possibilidade de retratamento futuro. Concluiu que a incorporação pode trazer benefícios clínicos e econômicos, contribuindo para a sustentabilidade do sistema.</p>
<p style="text-align: justify;">Glaciano Nogueira, representante da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular, disse que o cenário atual já conta com terapias eficazes para leucemia linfocítica crônica, incluindo tratamentos contínuos e combinações já aprovadas, e que a proposta é incorporar mais uma opção combinada (acalabrutinibe + venetoclax), que tende a ser mais barata e igualmente eficaz. Ressaltou que estudos demonstram eficácia semelhante entre acalabrutinibe e ibrutinibe, com diferenças pontuais em efeitos adversos, e defendeu que não há incerteza relevante em desfechos como sobrevida global. Argumentou ainda que estudos abertos são adequados nesse contexto devido às diferenças evidentes entre terapias, e que a nova combinação não aumenta linhas de tratamento, apenas otimiza a estratégia, permitindo maior tempo livre de terapia sem impacto adicional no cuidado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Associação Brasileira de Câncer do Sangue (ABRALE)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nina Melo, da Associação Brasileira de Câncer do Sangue (ABRALE), destacou a importância de considerar a jornada do paciente com LLC, ressaltando que muitos necessitam de múltiplas linhas de tratamento, o que evidencia a necessidade de novas opções terapêuticas. Apontou impactos significativos na qualidade de vida, como ansiedade, frequência de idas ao hospital e efeitos colaterais. Defendeu a incorporação da tecnologia por oferecer tratamento oral, menor toxicidade, maior comodidade e melhor qualidade de vida, além de benefícios econômicos, como previsibilidade de custos e menor impacto orçamentário devido à baixa prevalência da doença. Também citou a adoção da tecnologia em outros países como reforço à sua relevância.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Após as apresentações, manifestaram-se favoráveis à incorporação: </strong>AMB, ABHH, Abrale, NUDECON, COFEN, CNS, COFFITO e MTE.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Foram desfavoráveis:</strong> FenaSaúde, UNIDAS, CNI, CMB, ABRAMGE e Unimed do Brasil.</p>
<p>Fonte: NK Consultores</p><p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/ans-discute-incorporacao-de-tecnologias-em-oncologia-genetica-e-diagnostico-na-49a-reuniao-da-cosaude/">ANS discute incorporação de tecnologias em oncologia, genética e diagnóstico na 49ª reunião da Cosaúde</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p><p>O post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/ans-discute-incorporacao-de-tecnologias-em-oncologia-genetica-e-diagnostico-na-49a-reuniao-da-cosaude/">ANS discute incorporação de tecnologias em oncologia, genética e diagnóstico na 49ª reunião da Cosaúde</a> apareceu primeiro em <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://artritereumatoide.blog.br/ans-discute-incorporacao-de-tecnologias-em-oncologia-genetica-e-diagnostico-na-49a-reuniao-da-cosaude/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">79198</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Falta de medicamentos nas farmácias de alto custo expõe crise no acesso a tratamentos no SUS no início de 2026</title>
		<link>https://artritereumatoide.blog.br/falta-de-medicamentos-nas-farmacias-de-alto-custo-expoe-crise-no-acesso-a-tratamentos-no-sus-no-inicio-de-2026/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=falta-de-medicamentos-nas-farmacias-de-alto-custo-expoe-crise-no-acesso-a-tratamentos-no-sus-no-inicio-de-2026</link>
					<comments>https://artritereumatoide.blog.br/falta-de-medicamentos-nas-farmacias-de-alto-custo-expoe-crise-no-acesso-a-tratamentos-no-sus-no-inicio-de-2026/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Priscila Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 14:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Falta de Medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[biored brasil]]></category>
		<category><![CDATA[desabastecimento no SUS]]></category>
		<category><![CDATA[falta de medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[movimento medicamento no tempo certo]]></category>
		<category><![CDATA[MTC]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://artritereumatoide.blog.br/?p=79190</guid>

					<description><![CDATA[<p>O primeiro trimestre de 2026 revelou um cenário alarmante para os pacientes que dependem do Sistema Único de Saúde (SUS). O Movimento Medicamento no Tempo Certo (#MTC) registrou 33.104 relatos de irregularidades e desabastecimento envolvendo 58 componentes da assistência farmacêutica. O número representa um agravamento crítico no acesso, deixando pacientes com doenças crônicas, imunomediadas, raras [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/falta-de-medicamentos-nas-farmacias-de-alto-custo-expoe-crise-no-acesso-a-tratamentos-no-sus-no-inicio-de-2026/">Falta de medicamentos nas farmácias de alto custo expõe crise no acesso a tratamentos no SUS no início de 2026</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
<p>O post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/falta-de-medicamentos-nas-farmacias-de-alto-custo-expoe-crise-no-acesso-a-tratamentos-no-sus-no-inicio-de-2026/">Falta de medicamentos nas farmácias de alto custo expõe crise no acesso a tratamentos no SUS no início de 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O primeiro trimestre de 2026 revelou um cenário alarmante para os pacientes que dependem do Sistema Único de Saúde (SUS). O Movimento Medicamento no Tempo Certo (#MTC) registrou </span><b>33.104 relatos de irregularidades e desabastecimento</b><span style="font-weight: 400;"> envolvendo 58 componentes da assistência farmacêutica. O número representa um agravamento crítico no acesso, deixando pacientes com doenças crônicas, imunomediadas, raras e oncológicas à deriva.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A crise é aprofundada pelo silêncio governamental. Desde a primeira semana de janeiro de 2026, a Biored Brasil aguarda informações do Departamento de Assistência Farmacêutica (DAF/MS) sobre a falta de medicamentos do componente especializado. Todos os fármacos em falta estão garantidos nas políticas públicas por meio dos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDTs) do Ministério da Saúde. Parte substancial dos itens em falta integra o próprio Complexo Econômico-Industrial da Saúde, criado justamente para garantir a soberania nacional e o abastecimento interno.</span></p>
<h4 style="text-align: justify;"><b>Diálogo sem Respostas Práticas</b></h4>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Em 8 de janeiro, a Biored Brasil solicitou esclarecimentos oficiais. No dia 27 de março de 2026, uma reunião foi realizada entre a nova diretoria do DAF/MS e diversos representantes de sociedades médicas e associações de pacientes. Durante o encontro, foram expostos os dados alarmantes: </span><b>32% dos pacientes enfrentam interrupções superiores a 60 dias</b><span style="font-weight: 400;">. Geograficamente, o Estado de São Paulo lidera as queixas, seguido por Minas Gerais e Ceará.</span></p>
<figure id="attachment_80317" aria-describedby="caption-attachment-80317" style="width: 768px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-80317 size-large" src="http://www.bioredbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/4d4bef97-943e-48d7-8375-b58c37447781-768x1024.jpg" alt="" width="768" height="1024" /><figcaption id="caption-attachment-80317" class="wp-caption-text">Priscila Torres, atual conselheira nacional de saúde, com Dr. Nélio Cezar de Aquino, diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos (DAF/MS).</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Apesar da gravidade dos relatos — que incluem progressão de doenças, risco de falência renal e cirurgias mutilantes —, até o presente momento, o DAF/MS não emitiu respostas ou diretrizes para orientar a navegação dos pacientes. Em abril, durante a reunião ordinária do Conselho Nacional de Saúde, os documentos com pedidos de informações e o relatório completo foram entregues em mãos ao diretor do DAF, Dr. Nélio Cezar de Aquino.</span></p>
<h4 style="text-align: justify;"><b>O Mapa do Desabastecimento: Impacto por Especialidade</b></h4>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Abaixo, o raio-x das áreas mais afetadas pelas falhas no fornecimento, segundo o relatório do 1º trimestre de 2026:</span></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><b>Especialidade</b></td>
<td><b>Situação Clínica e Gargalos</b></td>
<td><b>Principais Medicamentos em Falta</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Doença de Fabry</b></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Migração forçada por falta da enzima Beta-agalsidase  tem causado piora severa na Doença de Fabry (evolução para diálise e fila de transplante). Medicamentos aprovados há anos.</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Beta-agalsidase para doença de fabry. </span></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Hemoglobinúria Paroxística Noturna (HPN)</b></td>
<td><span style="font-weight: 400;">A demora na disponibilização do ravulizumabe no SUS expõe pacientes com HPN a riscos evitáveis e graves, especialmente eventos trombóticos potencialmente fatais, além de comprometer a função de múltiplos órgãos e a qualidade de vida. </span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Ravulizumabe foi incorporado no SUS para HPN e há mais de 2 anos aguarda publicação do PCDT para fornecimento.</span></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Oncologia</b></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Atraso de até 4.185 dias na atualização de diretrizes (Câncer de Pulmão). Tecnologias aprovadas não chegam aos pacientes por falta de pactuação e fluxo interfederativo.</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Durvalumabe, Olaparibe, Erlotinibe, Gefitinibe</span></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Gastroenterologia</b></td>
<td><span style="font-weight: 400;">PCDT de Doença de Crohn desatualizado na prática desde 2017. Pacientes dependem de terapias antigas, levando a agravamentos, nutrição parenteral e ostomias definitivas.</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Ustequinumabe, Vedolizumabe, Infliximabe SC</span></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Dermatologia</b></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Falta crônica de tratamentos únicos para ictioses congênitas em crianças e atrasos massivos na entrega de biológicos para Psoríase e Dermatite Atópica.</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Acitretina, Secuquinumabe, Dupilumabe</span></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Reumatologia</b></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Faltas constantes de tratamentos de base forçam a migração precoce para linhas biológicas (mais caras ao SUS). O Abatacepte sofre desabastecimento histórico de 5 anos, teve a população alvo redefinida no PCDT e há mais de 1 ano aguarda regularização no fornecimento.</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Falta severa de medicamentos de PDP: Adalimumabe,Golimumabe, Leflunomida,Rituximabe, Upadacitinibe</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Sem previsibilidade de regularização, entidades médicas e associações de pacientes reiteram o pedido por transparência e pela criação de estoques de segurança, evitando que burocracias administrativas custem a vida de milhares de brasileiros. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A Biored Brasil alerta que a ausência de informações oficiais compromete não apenas o acesso ao tratamento, mas também o direito à saúde e à vida. A falta de previsibilidade impede que pacientes e profissionais se organizem, aumenta a judicialização e sobrecarrega ainda mais o sistema público de saúde.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Diante deste cenário, a Biored Brasil e o Movimento Medicamento no Tempo Certo reforçam a necessidade urgente de:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Transparência ativa sobre o abastecimento nacional de medicamentos do CEAF;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Divulgação de cronogramas de compra, distribuição e regularização;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Comunicação prévia sobre desabastecimentos e problemas produtivos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Implementação efetiva dos PCDTs já aprovados;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Criação de estratégias estruturantes para evitar interrupções de tratamento.</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O acesso ao medicamento no tempo certo não é apenas uma demanda da sociedade civil — é um direito garantido pelas políticas públicas de saúde e um compromisso do Estado brasileiro com a vida de milhões de cidadãos.Confira na íntegra os documentos entregues ao DAF/MS e o cenário de desabastecimento de medicamentos nas farmácias de alto custo dos SUS:</span></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><b>Posição</b></td>
<td><b>Medicamento</b></td>
<td><b>Grupo da Assistência Farmacêutica</b></td>
<td><b>Financiamento</b></td>
<td><b>Total 1º trimestre</b></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">1</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Leflunomida</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">9020</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">2</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Golimumabe</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">1409</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">3</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Rituximabe</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">1396</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">4</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Risanquizumabe</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">1357</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">5</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Ustequinumabe</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">1065</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">6</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Secuquinumabe</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">1059</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">7</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Adalimumabe</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">1044</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">8</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Upadacitinibe</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">937</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">9</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Insulina análoga (prolongada)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">805</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">10</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Sildenafila</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">789</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">11</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Bosentana</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1B</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">759</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">12</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Metotrexato (comp)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">720</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">13</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Insulina análoga (rápida)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">603</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">14</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Baricitinibe</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">554</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">15</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Sulfassalazina</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 2</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Estados</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">536</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">16</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Ambrisentana</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1B</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">520</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">17</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Infliximabe 100mg</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">517</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">18</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Tocilizumabe</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">505</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">19</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Mesalazina (supositórios)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 2</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Estados</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">493</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">20</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Micofenolato de mofetila</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">486</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">21</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Mesalazina (comp)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 2</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Estados</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">483</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">22</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Teriflunomida</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">459</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">23</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Fingolimode</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">394</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">24</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Fumarato de Dimetila</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">376</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">25</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Risperidona 2 mg</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1B</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">367</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">26</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Gabapentina</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 2</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Estados</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">340</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">27</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Natalizumabe</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">333</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">28</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Naproxeno</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 2</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Estados</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">318</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">29</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Somatropina</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">314</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">30</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Tofacitinibe</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">306</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">31</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Eltrombopague Olamina</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1B</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">287</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">32</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Acetato de Glatirâmer</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">285</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">33</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Beta-agalsidase</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">284</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">34</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Omeprazol</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Básico</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Compartilhada</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">276</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">35</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Acitretina</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1B</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">265</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">36</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Ácido Fólico</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Básico</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Compartilhada</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">260</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">37</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Certolizumabe pegol</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">257</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">38</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Betainterferon</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">254</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">39</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Vedolizumabe</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">214</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">40</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Alentuzumabe</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">199</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">41</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Etanercepte 50 mg</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">183</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">42</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Metotrexato (injetável)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">177</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">43</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Omalizumabe</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1B</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">167</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">44</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Donepezila</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">161</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">45</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Dapagliflozina 10 mg</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 2</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Estados</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">153</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">46</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Abatacepte SC</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">150</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">47</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Etanercepte 25 mg</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">147</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">48</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Riluzol</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">123</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">49</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Alfaglicosidase</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">119</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">50</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Cladribina</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">113</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">51</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Imiglucerase</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">110</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">52</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Latanoprosta</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">107</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">53</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Enoxaparina</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">107</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">54</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">olanzapina</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">98</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">55</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Imunoglobulina humana</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A/B</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">96</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">56</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Natalizumabe</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">96</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">57</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">romosozumabe</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">81</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">58</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Ziprasidona</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Grupo 1A</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">União</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">71</span></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="4"><b>Total de relatos no 1º trimestre da Assistência Farmacêutica de 2026</b></td>
<td><b>33104</b></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;"><b>Participaram da reunião com o DAF/MS, realizada no dia 27 de março de 2026: </b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400; text-align: justify;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Priscila Torres: Conselheira Nacional de Saúde – Biored Brasil I Movimento Medicamento no Tempo Certo Contato: (11) 94758-4001 &#8211; Email: bioredbrasil@gmail.com</span></li>
<li style="font-weight: 400; text-align: justify;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ana Lucia Paduello &#8211; Conselheira nacional de saúde pela Associação Brasileira Superando o Lpus</span></li>
<li style="font-weight: 400; text-align: justify;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Gustavo San Martin &#8211; Presidente da AME/CDD</span></li>
<li style="font-weight: 400; text-align: justify;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Maria Cecília Jorge Branco Martiniano de Oliveira &#8211; Presidente da AFAG</span></li>
<li style="font-weight: 400; text-align: justify;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Dr.Gustavo Braga Hallais Franca &#8211; Sociedade Brasileira de Reumatologia e Sociedade Mineira de Reumatologia</span></li>
<li style="font-weight: 400; text-align: justify;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Dr. André Shinjo Hayata &#8211; Coordenador da Comissão de Políticas Públicas da Sociedade Brasileira de Reumatologia,</span></li>
<li style="font-weight: 400; text-align: justify;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Dra. Sandra Marques e Silva &#8211; Médica cardiologista, Hospital de Base – DF, representante da Sociedade Brasileira de Cardiologia e do grupo de doenças raras</span></li>
<li style="font-weight: 400; text-align: justify;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Dra. Marta Machado Brenner &#8211; Presidente da ABCD Chron</span></li>
<li style="font-weight: 400; text-align: justify;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Shirley de Fátima &#8211; presidente da Psorierj e Dra. Paula (SBD/SBD-RJ),</span></li>
<li style="font-weight: 400; text-align: justify;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Juliana Lima dos Santos &#8211; Assistente Administrativa do Grupar BR/Biored Brasil</span></li>
<li style="font-weight: 400; text-align: justify;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Julia Assis &#8211; Presidente da ALEMDII &#8211; Associação do Leste Mineiro de Doenças Inflamatórias Intestinais, e coordenadora no GRUPAR BR &#8211; Biored Brasil</span></li>
</ul>
<a href="http://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/MTC-1o-Trimestre-de-2026.pdf" class="pdfemb-viewer" style="" data-width="max" data-height="max" data-toolbar="bottom" data-toolbar-fixed="on">MTC - 1º Trimestre de 2026</a>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira as solicitações da Biored Brasil para o Departamento de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde que aguardam esclarecimentos desde janeiro de 2026.</span></p>
<p><a href="http://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/Fabry_Min_Saude_sociedades-cientificas.pdf" class="pdfemb-viewer" style="" data-width="max" data-height="max" data-toolbar="bottom" data-toolbar-fixed="on">Fabry_Min_Saude_sociedades cientificas</a> <a href="http://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/Biored-Solicitacao-ao-DAF-abril-de-2026.pdf" class="pdfemb-viewer" style="" data-width="max" data-height="max" data-toolbar="bottom" data-toolbar-fixed="on">Biored Solicitacao ao DAF abril de 2026</a></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-80318 size-full" src="http://www.bioredbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/info-2.png" alt="" width="1600" height="1600" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="79196" data-permalink="https://artritereumatoide.blog.br/falta-de-medicamentos-nas-farmacias-de-alto-custo-expoe-crise-no-acesso-a-tratamentos-no-sus-no-inicio-de-2026/info-3/" data-orig-file="https://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/info-3.png" data-orig-size="1600,1600" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="info 3" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/info-3-1024x1024.png" class="aligncenter wp-image-79196 size-full" src="https://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/info-3.png" alt="" width="1600" height="1600" srcset="https://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/info-3.png 1600w, https://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/info-3-300x300.png 300w, https://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/info-3-1024x1024.png 1024w, https://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/info-3-150x150.png 150w, https://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/info-3-768x768.png 768w, https://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/info-3-1536x1536.png 1536w, https://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/info-3-600x600.png 600w, https://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/info-3-100x100.png 100w, https://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/info-3-75x75.png 75w, https://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/info-3-350x350.png 350w, https://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/info-3-750x750.png 750w, https://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/info-3-1140x1140.png 1140w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/falta-de-medicamentos-nas-farmacias-de-alto-custo-expoe-crise-no-acesso-a-tratamentos-no-sus-no-inicio-de-2026/">Falta de medicamentos nas farmácias de alto custo expõe crise no acesso a tratamentos no SUS no início de 2026</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p><p>O post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/falta-de-medicamentos-nas-farmacias-de-alto-custo-expoe-crise-no-acesso-a-tratamentos-no-sus-no-inicio-de-2026/">Falta de medicamentos nas farmácias de alto custo expõe crise no acesso a tratamentos no SUS no início de 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://artritereumatoide.blog.br/falta-de-medicamentos-nas-farmacias-de-alto-custo-expoe-crise-no-acesso-a-tratamentos-no-sus-no-inicio-de-2026/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">79190</post-id>	</item>
		<item>
		<title>“O tratamento da artrite reumatoide evoluiu nas últimas décadas”. Médica fala de terapêuticas além da medicação</title>
		<link>https://artritereumatoide.blog.br/o-tratamento-da-artrite-reumatoide-evoluiu-nas-ultimas-decadas-medica-fala-de-terapeuticas-alem-da-medicacao/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=o-tratamento-da-artrite-reumatoide-evoluiu-nas-ultimas-decadas-medica-fala-de-terapeuticas-alem-da-medicacao</link>
					<comments>https://artritereumatoide.blog.br/o-tratamento-da-artrite-reumatoide-evoluiu-nas-ultimas-decadas-medica-fala-de-terapeuticas-alem-da-medicacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Priscila Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 13:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[articulações]]></category>
		<category><![CDATA[artrite reumatoide]]></category>
		<category><![CDATA[autoimune]]></category>
		<category><![CDATA[diagnostico precoce]]></category>
		<category><![CDATA[Dmards]]></category>
		<category><![CDATA[doença crônica]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[fisioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[inflamação]]></category>
		<category><![CDATA[Metotrexato]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[remissão]]></category>
		<category><![CDATA[rigidez]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://artritereumatoide.blog.br/?p=79113</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Artrite Reumatoide (AR) é uma doença reumática, inflamatória, crónica, de causa desconhecida, na qual ocorre desregulação do sistema imunitário. Este processo provoca inflamação persistente, que pode levar à destruição das estruturas articulares e, em alguns casos, afetar outros órgãos. A sua prevalência nos países industrializados varia de 0,5-1,5% e estima-se que em Portugal afete [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/o-tratamento-da-artrite-reumatoide-evoluiu-nas-ultimas-decadas-medica-fala-de-terapeuticas-alem-da-medicacao/">“O tratamento da artrite reumatoide evoluiu nas últimas décadas”. Médica fala de terapêuticas além da medicação</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
<p>O post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/o-tratamento-da-artrite-reumatoide-evoluiu-nas-ultimas-decadas-medica-fala-de-terapeuticas-alem-da-medicacao/">&#8220;O tratamento da artrite reumatoide evoluiu nas últimas décadas&#8221;. Médica fala de terapêuticas além da medicação</a> apareceu primeiro em <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Artrite Reumatoide (AR) é uma doença reumática, inflamatória, crónica, de causa desconhecida, na qual ocorre desregulação do sistema imunitário. Este processo provoca inflamação persistente, que pode levar à destruição das estruturas articulares e, em alguns casos, afetar outros órgãos.</p>
<p style="text-align: justify;">A sua prevalência nos países industrializados varia de 0,5-1,5% e estima-se que em Portugal afete 0,8-1,5% da população. Estima-se que a AR afete cerca de 0,7% da população portuguesa, sendo duas a quatro vezes mais frequente nas mulheres.</p>
<div style="text-align: justify;">
<figure class="image"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://img.iol.pt/image/id/69d3ca6ad34edcee7c62b5d7/" alt="" width="337" height="369" /><figcaption>Dr.ª Cátia Duarte</figcaption></figure>
</div>
<p style="text-align: justify;">Apesar de poder surgir em qualquer idade, é mais comum na idade adulta entre os 40-50 anos. A AR manifesta-se tipicamente por dor, inchaço e rigidez articular. Apesar de qualquer articulação poder ser afetada, as pequenas articulações das mãos e dos pés são as mais acometidas.</p>
<p style="text-align: justify;">A rigidez matinal prolongada, frequentemente superior a 30 minutos, é um sintoma característico. Em alguns casos, podem surgir manifestações fora das articulações, envolvendo, por exemplo, a pele, os olhos, os pulmões ou o sistema cardiovascular.</p>
<p style="text-align: justify;">Tem por isso um impacto significativo na vida dos doentes, podendo causar fadiga, limitação funcional, redução da qualidade de vida e repercussões sociais e económicas relevantes.</p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento da artrite reumatoide evoluiu de forma muito significativa nas últimas décadas, alterando de forma clara o curso da doença. Atualmente, assenta numa estratégia de controlo rigoroso da inflamação, o chamado<em> treat-to-target</em>, que implica monitorização regular e ajuste da terapêutica até se atingir remissão ou, pelo menos, uma baixa atividade da doença.</p>
<p style="text-align: justify;">Dispomos hoje de várias opções eficazes, incluindo os fármacos modificadores da doença (DMARDs), incluindo os <em>convencional synthetic</em> DMARDs como o metotrexato, as terapêuticas biotecnológicas e, mais recentemente, terapêuticas orais dirigidas. O objetivo é claro: controlar a inflamação, aliviar a dor, reduzir a rigidez e o inchaço das articulações e, idealmente, prevenir o dano estrutural e as deformações articulares.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o tratamento não se esgota na medicação. A adoção de hábitos de vida saudáveis, como deixar de fumar, manter atividade física regular e adaptada, bem como o apoio de áreas como a fisioterapia, a terapia ocupacional e a psicologia, desempenham um papel fundamental na redução do impacto global da doença.</p>
<div class="pub-outer-wrapper mpu2 width-0-1589 mcd-hidden-block">
<p style="text-align: justify;">A abordagem da artrite reumatoide deve, por isso, ser sempre individualizada e integrada, combinando estratégias farmacológicas e não farmacológicas, com o objetivo de devolver qualidade de vida e funcionalidade aos doentes.</p>
<p style="text-align: justify;">O prognóstico atual da AR é hoje muito mais favorável do que no passado. Com tratamento adequado, muitos doentes conseguem manter uma vida ativa e funcional.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, este sucesso depende criticamente do diagnóstico precoce. Sabe-se que uma parte importante do dano articular ocorre nos primeiros anos de doença, tornando essencial reconhecer sinais de alerta e referenciar atempadamente para consulta de Reumatologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, a artrite reumatoide é uma doença potencialmente grave, mas tratável. O diagnóstico precoce e o acesso a cuidados especializados fazem toda a diferença no controlo da doença e na qualidade de vida dos doentes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="https://versa.iol.pt/artrite-reumatoide/saude/o-tratamento-da-artrite-reumatoide-evoluiu-nas-ultimas-decadas-medica-fala-de-terapeuticas-alem-da-medicacao/20260406/69d3ce8cd34e28842c8295a5#goog_rewarded">Versa.</a></strong></p>
</div><p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/o-tratamento-da-artrite-reumatoide-evoluiu-nas-ultimas-decadas-medica-fala-de-terapeuticas-alem-da-medicacao/">“O tratamento da artrite reumatoide evoluiu nas últimas décadas”. Médica fala de terapêuticas além da medicação</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p><p>O post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/o-tratamento-da-artrite-reumatoide-evoluiu-nas-ultimas-decadas-medica-fala-de-terapeuticas-alem-da-medicacao/">&#8220;O tratamento da artrite reumatoide evoluiu nas últimas décadas&#8221;. Médica fala de terapêuticas além da medicação</a> apareceu primeiro em <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://artritereumatoide.blog.br/o-tratamento-da-artrite-reumatoide-evoluiu-nas-ultimas-decadas-medica-fala-de-terapeuticas-alem-da-medicacao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">79113</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Especialista reforça importância do cuidado multidisciplinar na fibromialgia!</title>
		<link>https://artritereumatoide.blog.br/especialista-reforca-importancia-do-cuidado-multidisciplinar-na-fibromialgia/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=especialista-reforca-importancia-do-cuidado-multidisciplinar-na-fibromialgia</link>
					<comments>https://artritereumatoide.blog.br/especialista-reforca-importancia-do-cuidado-multidisciplinar-na-fibromialgia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Priscila Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 13:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[apoio psicológico]]></category>
		<category><![CDATA[atividade fisica]]></category>
		<category><![CDATA[autonomia]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[diagnostico precoce]]></category>
		<category><![CDATA[Dor Crônica]]></category>
		<category><![CDATA[fadiga]]></category>
		<category><![CDATA[Fibro360]]></category>
		<category><![CDATA[Fibromialgia]]></category>
		<category><![CDATA[multidisciplinar]]></category>
		<category><![CDATA[pacientes]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[saude mental]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://artritereumatoide.blog.br/?p=79110</guid>

					<description><![CDATA[<p>Celebrado em 7 de abril, o Dia Mundial da Saúde é um convite à reflexão sobre a importância do cuidado integral com o corpo e a mente. Entre as doenças que exigem atenção contínua está a fibromialgia, condição crônica marcada por dores generalizadas, fadiga persistente e distúrbios do sono. Reumatologista da clínica Ceder, a Dra. Emanuela Pimenta [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/especialista-reforca-importancia-do-cuidado-multidisciplinar-na-fibromialgia/">Especialista reforça importância do cuidado multidisciplinar na fibromialgia!</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
<p>O post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/especialista-reforca-importancia-do-cuidado-multidisciplinar-na-fibromialgia/">Especialista reforça importância do cuidado multidisciplinar na fibromialgia!</a> apareceu primeiro em <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Celebrado em 7 de abril, o Dia Mundial da Saúde é um convite à reflexão sobre a importância do cuidado integral com o corpo e a mente. Entre as doenças que exigem atenção contínua está a fibromialgia, condição crônica marcada por dores generalizadas, fadiga persistente e distúrbios do sono.</p>
<p style="text-align: justify;">Reumatologista da clínica Ceder, a Dra. Emanuela Pimenta alerta que o diagnóstico precoce e o acompanhamento adequado são fundamentais para o controle dos sintomas da fibromialgia. Porém, o tratamento para essa síndrome vai além do uso de medicamentos. Estratégias como prática de atividade física, acompanhamento psicológico e mudanças no estilo de vida fazem parte das abordagens recomendadas pelos médicos para enfrentamento da doença.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse contexto, o tratamento multidisciplinar ganha destaque como uma das formas mais eficazes de promover bem-estar e funcionalidade aos pacientes. A atuação integrada de diferentes profissionais de saúde permite um olhar mais amplo sobre a condição, considerando não apenas os sintomas físicos, mas também os aspectos emocionais e sociais envolvidos.</p>
<p style="text-align: justify;">“A fibromialgia é uma condição que exige um cuidado contínuo e individualizado. O tratamento multidisciplinar é fundamental porque conseguimos atuar em diferentes frentes da doença, combinando medicamento, atividade física orientada e suporte psicológico. Isso contribui diretamente para a melhora da qualidade de vida e para uma melhor autonomia do paciente”, afirma a Dra. Emanuela Pimenta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento multidisciplinar</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Com o objetivo de ampliar o acesso a um cuidado mais completo para pessoas que convivem com fibromialgia, a Clínica Ceder lançou o programa Fibro360, que propõe um modelo de tratamento multidisciplinar, com acompanhamento conjunto de reumatologista, médico da dor e psiquiatra.</p>
<p style="text-align: justify;">O Fibro360 foi desenvolvido a partir da experiência clínica dos médicos Emanuela Pimenta (reumatologista), Luiz Maurício (médico da dor) e Luana Cordeiro (psiquiatra), com base na constatação de que o tratamento da fibromialgia precisa ir além da prescrição medicamentosa. O programa propõe uma condução integrada e centrada no paciente, considerando os múltiplos fatores que influenciam a dor crônica, em que cada especialidade contribui para um plano terapêutico coerente com a vida real do paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">“Ampliar a visão sobre o tratamento da fibromialgia é fundamental para garantir mais qualidade de vida ao paciente. Esse cuidado precisa ir além da medicação, incluindo a saúde mental e o bem-estar físico como pilares do processo. Não tratamos apenas a dor, mas também os impactos emocionais e sociais associados à condição. O Fibrio360 foi estruturado justamente para atender, de forma integrada, todas essas necessidades”, explica a Dra. Emanuela Pimenta.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="https://www.faroldabahia.com.br/noticia/especialista-reforca-importancia-do-cuidado-multidisciplinar-na-fibromialgia">Farol da Bahia.</a></strong></p><p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/especialista-reforca-importancia-do-cuidado-multidisciplinar-na-fibromialgia/">Especialista reforça importância do cuidado multidisciplinar na fibromialgia!</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p><p>O post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/especialista-reforca-importancia-do-cuidado-multidisciplinar-na-fibromialgia/">Especialista reforça importância do cuidado multidisciplinar na fibromialgia!</a> apareceu primeiro em <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://artritereumatoide.blog.br/especialista-reforca-importancia-do-cuidado-multidisciplinar-na-fibromialgia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">79110</post-id>	</item>
		<item>
		<title>7 mitos e verdades sobre o Mieloma Múltiplo</title>
		<link>https://artritereumatoide.blog.br/7-mitos-e-verdades-sobre-o-mieloma-multiplo/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=7-mitos-e-verdades-sobre-o-mieloma-multiplo</link>
					<comments>https://artritereumatoide.blog.br/7-mitos-e-verdades-sobre-o-mieloma-multiplo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Priscila Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 13:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[anemia]]></category>
		<category><![CDATA[biópsia]]></category>
		<category><![CDATA[câncer hematológico]]></category>
		<category><![CDATA[células plasmáticas]]></category>
		<category><![CDATA[diagnostico tardio]]></category>
		<category><![CDATA[dor ossea]]></category>
		<category><![CDATA[exames]]></category>
		<category><![CDATA[hipercalcemia]]></category>
		<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[imunoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[insuficiência renal]]></category>
		<category><![CDATA[medula ossea]]></category>
		<category><![CDATA[mieloma múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[remissão]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://artritereumatoide.blog.br/?p=79091</guid>

					<description><![CDATA[<p>Apesar de ser um tipo de câncer hematológico, o mieloma múltiplo ainda é pouco conhecido pela população. Por conta disso, pode até mesmo ser confundido com outras doenças. Marcado por sintomas muitas vezes inespecíficos, o diagnóstico costuma ser tardio, o que reforça a importância da informação. Para esclarecer os principais pontos sobre a condição, a [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/7-mitos-e-verdades-sobre-o-mieloma-multiplo/">7 mitos e verdades sobre o Mieloma Múltiplo</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
<p>O post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/7-mitos-e-verdades-sobre-o-mieloma-multiplo/">7 mitos e verdades sobre o Mieloma Múltiplo</a> apareceu primeiro em <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Apesar de ser um tipo de câncer hematológico, o mieloma múltiplo ainda é pouco conhecido pela população. Por conta disso, pode até mesmo ser confundido com outras doenças. Marcado por sintomas muitas vezes inespecíficos, o diagnóstico costuma ser tardio, o que reforça a importância da informação.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Para esclarecer os principais pontos sobre a condição, a hematologista Camila Gonzaga, médica do Instituto de Oncologia de Sorocaba (IOS), explica o que é mito e o que é verdade quando o assunto é Mieloma Múltiplo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1. Mieloma Múltiplo é um tipo de leucemia.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mito. “O mieloma múltiplo é uma doença diferente da leucemia, embora ambos sejam cânceres hematológicos (do sangue)”, explica a médica. Segundo ela, o Mieloma é um câncer de células plasmáticas — células B maduras responsáveis pela produção de anticorpos — que se proliferam na medula óssea e podem causar complicações como hipercalcemia, insuficiência renal, anemia e lesões ósseas líticas.</p>
<p style="text-align: justify;">Já as leucemias envolvem células sanguíneas em diferentes estágios de desenvolvimento, que também se proliferam na medula óssea, mas circulam no sangue periférico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. O mieloma múltiplo costuma ser diagnosticado precocemente.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mito. De acordo com a especialista, o diagnóstico tardio é comum justamente por conta dos sintomas pouco específicos. “O diagnóstico tardio acontece devido a sintomas inespecíficos e vagos que se assemelham a condições benignas comuns, levando tanto pacientes quanto médicos a não suspeitarem inicialmente da doença”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">A dor óssea, especialmente na região lombar, é o sintoma inicial mais comum, presente em 47% dos pacientes, mas frequentemente confundida com osteoporose, artrose ou outros problemas musculoesqueléticos. “Em um estudo, 52% dos pacientes receberam outros diagnósticos antes do mieloma, sendo distúrbios musculoesqueléticos os mais comuns (47,8%)”, destaca.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro fator é a investigação incompleta, sem a verificação dos critérios CRAB — hipercalcemia, insuficiência renal, anemia e lesões ósseas — fundamentais para o diagnóstico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3. Existe um perfil mais comum de paciente com mieloma múltiplo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Verdade. “O perfil mais comum de paciente acometido pelo Mieloma Múltiplo é de indivíduos idosos, com idade mediana ao diagnóstico de 69-70 anos”, explica Dra. Camila. Cerca de 63% dos pacientes têm mais de 65 anos no momento do diagnóstico. A doença também é mais frequente em homens e apresenta incidência significativamente maior em pessoas negras.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4. Dor óssea pode ser um sinal de alerta para a doença.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Verdade. A dor óssea é um dos principais sinais de atenção. “A dor óssea esteve presente em 58% dos pacientes de um estudo clínico e é um sinal de alerta”, afirma a hematologista. Além disso, o Mieloma Múltiplo pode se manifestar com sintomas inespecíficos como náusea, vômito, mal-estar, fraqueza, infecções recorrentes e perda de peso. Em alguns casos, o paciente pode ser assintomático, com diagnóstico feito incidentalmente por exames laboratoriais alterados.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as manifestações mais frequentes estão anemia (73%), lesões ósseas líticas (79%), elevação da creatinina sérica (19%), hipercalcemia (13%), leucopenia (20%) e trombocitopenia (5%).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5. O diagnóstico depende de exames específicos.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Verdade. Segundo a especialista, a confirmação da doença exige uma investigação detalhada. “Para confirmação diagnóstica é fundamental a avaliação laboratorial, com presença de proteína monoclonal e critérios do CRAB, além de biópsia de medula óssea com análise citogenética e exames de imagem de corpo inteiro, como tomografia, PET-CT ou ressonância magnética”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>6. O tratamento evoluiu nos últimos anos.</strong><br />
Verdade. “O tratamento do Mieloma Múltiplo evoluiu significativamente”, afirma a hematologista. Os pacientes são inicialmente avaliados quanto à possibilidade de transplante de medula óssea para consolidação de resposta. A partir disso, são definidos protocolos que incluem terapia-alvo, agentes imunomoduladores, imunoterapia e corticoides, sendo que a maioria dos esquemas de indução já não envolve quimioterapia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>7. O mieloma múltiplo tem cura.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mito (mas pode entrar em remissão). Embora ainda não se fale em cura na maioria dos casos, a doença pode ser controlada de forma eficaz. “O mieloma múltiplo pode entrar em remissão, incluindo remissão completa e até mesmo negatividade de doença residual mínima (MRD)”, destaca a médica. Com as terapias modernas, uma parcela significativa dos pacientes alcança respostas profundas e duradouras. “Mais de 60-70% dos pacientes recém-diagnosticados alcançam resposta completa e negatividade de MRD”, finaliza.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="77786" data-permalink="https://artritereumatoide.blog.br/sus-faz-mutirao-com-61-mil-cirurgias-e-exames-neste-fim-de-semana/cris_posts-blogar_dez-21/" data-orig-file="https://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/CRIS_POSTS-BlogAR_DEZ-21.png" data-orig-size="1080,1350" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="CRIS_POSTS BlogAR_DEZ (21)" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/CRIS_POSTS-BlogAR_DEZ-21-819x1024.png" class="wp-image-77786 aligncenter" src="http://encontrar.org.br/wp-content/uploads/2026/04/unnamed-300x223.png" alt="" width="402" height="299" /></p>
<p style="text-align: justify;">O Mieloma Múltiplo é um câncer que afeta os plasmócitos, células responsáveis pela produção de anticorpos</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-77785 aligncenter" src="http://encontrar.org.br/wp-content/uploads/2026/04/unnamed-300x200.jpg" alt="" width="368" height="245" /></p>
<p style="text-align: center;">Dra. Camila Gonzaga</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre o Instituto de Oncologia de Sorocaba</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Referência há 30 anos em quimioterapias e infusões oncológicas e não oncológicas, o Instituto de Oncologia de Sorocaba (IOS), junto com o Hospital Evangélico de Sorocaba, integra o hub Sorocaba da Hospital Care, uma das maiores administradoras de serviços de saúde do país.<br />
O Instituto possui uma equipe multidisciplinar altamente capacitada formada por médicos, farmacêuticos, nutricionista, psicóloga e enfermeiros. Com estrutura completa, conta com quartos individuais e acolhedores e atendimento humanizado. Atende mais de 20 convênios, entre eles, Funserv, Amil, Bradesco Saúde e SulAmérica.<br />
O IOS tem acreditação internacional de qualidade pela ACSA (Agencia de Calidad Sanitaria de Andalucía) desde 2021. Foi a segunda instituição de oncologia no país a obter esta certificação.</p>
<p style="text-align: justify;">Contatos para imprensa</p>
<p style="text-align: justify;">OS2 Comunicação</p>
<p style="text-align: justify;">Jornalista responsável: Thaís da Silveira</p>
<p style="text-align: justify;">Contato: Juliana Moreno</p>
<p style="text-align: justify;">(15) 99778-5528</p>
<p style="text-align: justify;"><p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/7-mitos-e-verdades-sobre-o-mieloma-multiplo/">7 mitos e verdades sobre o Mieloma Múltiplo</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p><p>O post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/7-mitos-e-verdades-sobre-o-mieloma-multiplo/">7 mitos e verdades sobre o Mieloma Múltiplo</a> apareceu primeiro em <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://artritereumatoide.blog.br/7-mitos-e-verdades-sobre-o-mieloma-multiplo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">79091</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>