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	<title>Artrite Reumatóide</title>
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	<description>Dor Compartilhada é Dor Diminuida</description>
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		<title>Campanha reforça a importância do diagnóstico precoce do glaucoma, que não apresenta sintomas nas fases iniciaisO mês de maio ganhou um tom de alerta na área da saúde ocular com a campanha Maio Verde, dedicada à conscientização sobre o glaucoma, uma das principais causas de cegueira irreversível no mundo. A mobilização está diretamente ligada ao Dia Nacional de Combate ao Glaucoma, celebrado em 26 de maio desde 2002, marco que consolidou a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento contínuo da doença no país.   A campanha surgiu com o objetivo de ampliar o acesso à informação e incentivar a população a realizar exames oftalmológicos regularmente, diante de um cenário preocupante. Estima-se que milhões de pessoas convivam com o glaucoma sem saber, justamente pelo caráter silencioso da doença. Ao longo dos anos, a iniciativa passou a mobilizar entidades médicas, instituições públicas e privadas em ações educativas, eventos e campanhas de orientação.   Silenciosa e progressiva, a doença costuma avançar sem sinais perceptíveis, o que torna o diagnóstico precoce decisivo para preservar a visão. De acordo com o oftalmologista Dr. Rodrigo Carvalho, o glaucoma afeta diretamente o nervo óptico e tem como principal fator de risco o aumento da pressão intraocular. “Na maioria dos casos o paciente não sente nada no início. A perda visual começa pela periferia e evolui de forma lenta, o que dificulta a percepção. Quando há sintomas, a doença já pode estar em estágio avançado”, explica.    Sem reversão  A campanha Maio Verde buscou justamente chamar a atenção para esse comportamento silencioso. Sem acompanhamento adequado, o glaucoma pode evoluir para a cegueira, sem possibilidade de reversão. “A visão perdida não pode ser recuperada. Por isso, identificar precocemente e iniciar o tratamento o quanto antes é fundamental para evitar a progressão”, destaca o especialista.    Entre os principais fatores de risco estão a pressão intraocular elevada, histórico familiar, idade acima de 40 anos, diabetes, miopia alta e o uso prolongado de corticoides. Embora seja mais comum após os 40 anos, o glaucoma também pode atingir jovens, crianças e até bebês, dependendo do tipo.  O diagnóstico é feito por meio de uma avaliação oftalmológica completa, que inclui a medição da pressão intraocular e a análise detalhada do nervo óptico. Exames como tomografia de coerência óptica, campimetria e gonioscopia ajudam a identificar alterações e são fundamentais para o correto acompanhamento.   Com controle   O tratamento pode envolver o uso de colírios, procedimentos a laser ou cirurgia, sempre com o objetivo de controlar a doença e preservar a visão existente. “Os colírios ainda são a primeira linha, mas o laser tem ganhado espaço por sua eficácia e segurança. A cirurgia é indicada em casos mais avançados ou quando não há resposta adequada às outras abordagens”, enfatiza.  Mesmo sem sintomas, a recomendação do Dr. Rodrigo Carvalho é que a população mantenha consultas regulares com o oftalmologista. Para pessoas sem fatores de risco, a avaliação anual é suficiente. Já aqueles com maior predisposição devem seguir um acompanhamento individualizado.   Sobre o Dr. Rodrigo Carvalho  Rodrigo T. de Campos Carvalho (CRM-SP107.838, RQE 37070) é médico formado pela Faculdade de Medicina de Botucatu da Unesp, com residência em Oftalmologia pela Unicamp. Possui título de especialista pelo CNRM/MEC e pela Associação Médica Brasileira/Conselho Brasileiro de Oftalmologia, além de especialização em cirurgia refrativa pela USP. Atua há mais de duas décadas na área, com experiência clínica e cirúrgica, e é proprietário da Alpha Oftalmologia Avançada, em Campinas. Também desenvolve doutorado na área de cirurgia refrativa pela USP.    Sobre a Alpha Oftalmologia Avançada    A Alpha Oftalmologia Avançada é uma clínica especializada em diagnóstico e tratamento oftalmológico, que reúne tecnologia de ponta e atendimento personalizado em um único espaço. Com estrutura moderna, realiza desde consultas e exames até cirurgias como catarata, refrativa, ceratocone e blefaroplastia, com acompanhamento completo em todas as etapas do cuidado. Está localizada na Av. José de Souza Campos (Norte-Sul), 550, conjunto 91, Campinas. </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Priscila Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 17:00:11 +0000</pubDate>
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<p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/campanha-reforca-a-importancia-do-diagnostico-precoce-do-glaucoma-que-nao-apresenta-sintomas-nas-fases-iniciaiso-mes-de-maio-ganhou-um-tom-de-alerta-na-area-da-saude-ocular-com-a-campanha-maio-verde/">Campanha reforça a importância do diagnóstico precoce do glaucoma, que não apresenta sintomas nas fases iniciaisO mês de maio ganhou um tom de alerta na área da saúde ocular com a campanha Maio Verde, dedicada à conscientização sobre o glaucoma, uma das principais causas de cegueira irreversível no mundo. A mobilização está diretamente ligada ao Dia Nacional de Combate ao Glaucoma, celebrado em 26 de maio desde 2002, marco que consolidou a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento contínuo da doença no país.   A campanha surgiu com o objetivo de ampliar o acesso à informação e incentivar a população a realizar exames oftalmológicos regularmente, diante de um cenário preocupante. Estima-se que milhões de pessoas convivam com o glaucoma sem saber, justamente pelo caráter silencioso da doença. Ao longo dos anos, a iniciativa passou a mobilizar entidades médicas, instituições públicas e privadas em ações educativas, eventos e campanhas de orientação.   Silenciosa e progressiva, a doença costuma avançar sem sinais perceptíveis, o que torna o diagnóstico precoce decisivo para preservar a visão. De acordo com o oftalmologista Dr. Rodrigo Carvalho, o glaucoma afeta diretamente o nervo óptico e tem como principal fator de risco o aumento da pressão intraocular. “Na maioria dos casos o paciente não sente nada no início. A perda visual começa pela periferia e evolui de forma lenta, o que dificulta a percepção. Quando há sintomas, a doença já pode estar em estágio avançado”, explica.    Sem reversão  A campanha Maio Verde buscou justamente chamar a atenção para esse comportamento silencioso. Sem acompanhamento adequado, o glaucoma pode evoluir para a cegueira, sem possibilidade de reversão. “A visão perdida não pode ser recuperada. Por isso, identificar precocemente e iniciar o tratamento o quanto antes é fundamental para evitar a progressão”, destaca o especialista.    Entre os principais fatores de risco estão a pressão intraocular elevada, histórico familiar, idade acima de 40 anos, diabetes, miopia alta e o uso prolongado de corticoides. Embora seja mais comum após os 40 anos, o glaucoma também pode atingir jovens, crianças e até bebês, dependendo do tipo.  O diagnóstico é feito por meio de uma avaliação oftalmológica completa, que inclui a medição da pressão intraocular e a análise detalhada do nervo óptico. Exames como tomografia de coerência óptica, campimetria e gonioscopia ajudam a identificar alterações e são fundamentais para o correto acompanhamento.   Com controle   O tratamento pode envolver o uso de colírios, procedimentos a laser ou cirurgia, sempre com o objetivo de controlar a doença e preservar a visão existente. “Os colírios ainda são a primeira linha, mas o laser tem ganhado espaço por sua eficácia e segurança. A cirurgia é indicada em casos mais avançados ou quando não há resposta adequada às outras abordagens”, enfatiza.  Mesmo sem sintomas, a recomendação do Dr. Rodrigo Carvalho é que a população mantenha consultas regulares com o oftalmologista. Para pessoas sem fatores de risco, a avaliação anual é suficiente. Já aqueles com maior predisposição devem seguir um acompanhamento individualizado.   Sobre o Dr. Rodrigo Carvalho  Rodrigo T. de Campos Carvalho (CRM-SP107.838, RQE 37070) é médico formado pela Faculdade de Medicina de Botucatu da Unesp, com residência em Oftalmologia pela Unicamp. Possui título de especialista pelo CNRM/MEC e pela Associação Médica Brasileira/Conselho Brasileiro de Oftalmologia, além de especialização em cirurgia refrativa pela USP. Atua há mais de duas décadas na área, com experiência clínica e cirúrgica, e é proprietário da Alpha Oftalmologia Avançada, em Campinas. Também desenvolve doutorado na área de cirurgia refrativa pela USP.    Sobre a Alpha Oftalmologia Avançada    A Alpha Oftalmologia Avançada é uma clínica especializada em diagnóstico e tratamento oftalmológico, que reúne tecnologia de ponta e atendimento personalizado em um único espaço. Com estrutura moderna, realiza desde consultas e exames até cirurgias como catarata, refrativa, ceratocone e blefaroplastia, com acompanhamento completo em todas as etapas do cuidado. Está localizada na Av. José de Souza Campos (Norte-Sul), 550, conjunto 91, Campinas. </a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">O mês de maio ganhou um tom de alerta na área da saúde ocular com a campanha Maio Verde, dedicada à conscientização sobre o glaucoma, uma das principais causas de cegueira irreversível no mundo. A mobilização está diretamente ligada ao Dia Nacional de Combate ao Glaucoma, celebrado em 26 de maio desde 2002, marco que consolidou a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento contínuo da doença no país.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
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<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto"> </span><b><span data-contrast="auto">Sem reversão</span></b></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">A campanha Maio Verde buscou justamente chamar a atenção para esse comportamento silencioso. Sem acompanhamento adequado, o glaucoma pode evoluir para a cegueira, sem possibilidade de reversão. “A visão perdida não pode ser recuperada. Por isso, identificar precocemente e iniciar o tratamento o quanto antes é fundamental para evitar a progressão”, destaca o especialista.</span> <span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
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<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">O diagnóstico é feito por meio de uma avaliação oftalmológica completa, que inclui a medição da pressão intraocular e a análise detalhada do nervo óptico. Exames como tomografia de coerência óptica, campimetria e gonioscopia ajudam a identificar alterações e são fundamentais para o correto acompanhamento.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span data-contrast="auto">Com controle</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
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<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Mesmo sem sintomas, a recomendação do Dr. Rodrigo Carvalho é que a população mantenha consultas regulares com o oftalmologista. Para pessoas sem fatores de risco, a avaliação anual é suficiente. Já aqueles com maior predisposição devem seguir um acompanhamento individualizado.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span data-contrast="auto">Sobre o Dr. Rodrigo Carvalho</span></b></p>
<p style="text-align: justify;"><span data-contrast="auto">Rodrigo T. de Campos Carvalho (CRM-SP107.838, RQE 37070) é médico formado pela Faculdade de Medicina de Botucatu da Unesp, com residência em Oftalmologia pela Unicamp. Possui título de especialista pelo CNRM/MEC e pela Associação Médica Brasileira/Conselho Brasileiro de Oftalmologia, além de especialização em cirurgia refrativa pela USP. Atua há mais de duas décadas na área, com experiência clínica e cirúrgica, e é proprietário da Alpha Oftalmologia Avançada, em Campinas. Também desenvolve doutorado na área de cirurgia refrativa pela USP.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
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<p><span data-contrast="auto">A Alpha Oftalmologia Avançada é uma clínica especializada em diagnóstico e tratamento oftalmológico, que reúne tecnologia de ponta e atendimento personalizado em um único espaço. Com estrutura moderna, realiza desde consultas e exames até cirurgias como catarata, refrativa, ceratocone e blefaroplastia, com acompanhamento completo em todas as etapas do cuidado. Está localizada na Av. José de Souza Campos (Norte-Sul), 550, conjunto 91, Campinas.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p><p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/campanha-reforca-a-importancia-do-diagnostico-precoce-do-glaucoma-que-nao-apresenta-sintomas-nas-fases-iniciaiso-mes-de-maio-ganhou-um-tom-de-alerta-na-area-da-saude-ocular-com-a-campanha-maio-verde/">Campanha reforça a importância do diagnóstico precoce do glaucoma, que não apresenta sintomas nas fases iniciaisO mês de maio ganhou um tom de alerta na área da saúde ocular com a campanha Maio Verde, dedicada à conscientização sobre o glaucoma, uma das principais causas de cegueira irreversível no mundo. A mobilização está diretamente ligada ao Dia Nacional de Combate ao Glaucoma, celebrado em 26 de maio desde 2002, marco que consolidou a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento contínuo da doença no país.   A campanha surgiu com o objetivo de ampliar o acesso à informação e incentivar a população a realizar exames oftalmológicos regularmente, diante de um cenário preocupante. Estima-se que milhões de pessoas convivam com o glaucoma sem saber, justamente pelo caráter silencioso da doença. Ao longo dos anos, a iniciativa passou a mobilizar entidades médicas, instituições públicas e privadas em ações educativas, eventos e campanhas de orientação.   Silenciosa e progressiva, a doença costuma avançar sem sinais perceptíveis, o que torna o diagnóstico precoce decisivo para preservar a visão. De acordo com o oftalmologista Dr. Rodrigo Carvalho, o glaucoma afeta diretamente o nervo óptico e tem como principal fator de risco o aumento da pressão intraocular. “Na maioria dos casos o paciente não sente nada no início. A perda visual começa pela periferia e evolui de forma lenta, o que dificulta a percepção. Quando há sintomas, a doença já pode estar em estágio avançado”, explica.    Sem reversão  A campanha Maio Verde buscou justamente chamar a atenção para esse comportamento silencioso. Sem acompanhamento adequado, o glaucoma pode evoluir para a cegueira, sem possibilidade de reversão. “A visão perdida não pode ser recuperada. Por isso, identificar precocemente e iniciar o tratamento o quanto antes é fundamental para evitar a progressão”, destaca o especialista.    Entre os principais fatores de risco estão a pressão intraocular elevada, histórico familiar, idade acima de 40 anos, diabetes, miopia alta e o uso prolongado de corticoides. Embora seja mais comum após os 40 anos, o glaucoma também pode atingir jovens, crianças e até bebês, dependendo do tipo.  O diagnóstico é feito por meio de uma avaliação oftalmológica completa, que inclui a medição da pressão intraocular e a análise detalhada do nervo óptico. Exames como tomografia de coerência óptica, campimetria e gonioscopia ajudam a identificar alterações e são fundamentais para o correto acompanhamento.   Com controle   O tratamento pode envolver o uso de colírios, procedimentos a laser ou cirurgia, sempre com o objetivo de controlar a doença e preservar a visão existente. “Os colírios ainda são a primeira linha, mas o laser tem ganhado espaço por sua eficácia e segurança. A cirurgia é indicada em casos mais avançados ou quando não há resposta adequada às outras abordagens”, enfatiza.  Mesmo sem sintomas, a recomendação do Dr. Rodrigo Carvalho é que a população mantenha consultas regulares com o oftalmologista. Para pessoas sem fatores de risco, a avaliação anual é suficiente. Já aqueles com maior predisposição devem seguir um acompanhamento individualizado.   Sobre o Dr. Rodrigo Carvalho  Rodrigo T. de Campos Carvalho (CRM-SP107.838, RQE 37070) é médico formado pela Faculdade de Medicina de Botucatu da Unesp, com residência em Oftalmologia pela Unicamp. Possui título de especialista pelo CNRM/MEC e pela Associação Médica Brasileira/Conselho Brasileiro de Oftalmologia, além de especialização em cirurgia refrativa pela USP. Atua há mais de duas décadas na área, com experiência clínica e cirúrgica, e é proprietário da Alpha Oftalmologia Avançada, em Campinas. Também desenvolve doutorado na área de cirurgia refrativa pela USP.    Sobre a Alpha Oftalmologia Avançada    A Alpha Oftalmologia Avançada é uma clínica especializada em diagnóstico e tratamento oftalmológico, que reúne tecnologia de ponta e atendimento personalizado em um único espaço. Com estrutura moderna, realiza desde consultas e exames até cirurgias como catarata, refrativa, ceratocone e blefaroplastia, com acompanhamento completo em todas as etapas do cuidado. Está localizada na Av. José de Souza Campos (Norte-Sul), 550, conjunto 91, Campinas. </a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Anvisa aprova nova opção de tratamento para psoríase e doença de Crohn</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Priscila Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 21:00:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Artrite Psoriásica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta segunda-feira (11/5), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou o registro do medicamento Yesintek (Ustequinumabe), indicado para o tratamento d as seguintes doenças inflamatórias crônicas e autoimunes: psoríase, artrite psoriásica , doença de Crohn e colite ulcerativa. O produto foi avaliado pela via de desenvolvimento por comparabilidade , tendo com comparador o medicamento Stelara. Yesintek é biossimilar, ou seja, demonstra semelhança em termos de qualidade, segurança e eficácia em relação a um produto biológico de referência [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/anvisa-aprova-nova-opcao-de-tratamento-para-psoriase-e-doenca-de-crohn/">Anvisa aprova nova opção de tratamento para psoríase e doença de Crohn</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 600; text-align: justify;">Nesta segunda-feira (11/5), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou o registro do medicamento Yesintek (Ustequinumabe), indicado para o tratamento d as seguintes doenças inflamatórias crônicas e autoimunes: psoríase, artrite psoriásica , doença de Crohn e colite ulcerativa.</p>
<p style="font-weight: 600; text-align: justify;">O produto foi avaliado pela via de desenvolvimento por comparabilidade , tendo com comparador o medicamento Stelara. Yesintek é biossimilar, ou seja, demonstra semelhança em termos de qualidade, segurança e eficácia em relação a um produto biológico de referência previamente registrado na Anvisa , conforme os critérios estabelecidos na <a href="https://anvisalegis.datalegis.net/action/ActionDatalegis.php?acao=abrirTextoAto&amp;tipo=RDC&amp;numeroAto=00000055&amp;seqAto=000&amp;valorAno=2010&amp;orgao=RDC/DC/ANVISA/MS&amp;codTipo=&amp;desItem=&amp;desItemFim=&amp;cod_menu=1696&amp;cod_modulo=134&amp;pesquisa=true">Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 55/2010</a>.</p>
<p style="font-weight: 600; text-align: justify;">O produto é apresentado como uma solução injetável pronta p ara administração subcutân ea e para infusão intravenosa.</p>
<h4 style="font-weight: 400; text-align: justify;"><strong>Doenças</strong></h4>
<p style="font-weight: 600; text-align: justify;">O medicamento aprovado é uma nova alternativa terapêutica para pacientes adultos e crianças acima de 6 anos com psoríase em placa de grau moderado a grave. O tratamento é direcionado especificamente para casos em que as terapias convencionais — como o uso de ciclosporina, metotrexato ou sessões de fototerapia (PUVA) — não apresentaram resultados satisfatórios, foram contraindicadas ou causaram intolerância.</p>
<p style="font-weight: 600; text-align: justify;">Pacientes adultos com artrite psoriásica ativa também podem fazer uso do produto , de forma isolada ou e m combinação com metotrexato , quando a resposta ao tratamento com drogas antirreumáticas modificadoras da doença (DMARD) fo i inadequad a . O medicamento é indicado ainda para crianças com mais de 6 anos com a doença ativa.</p>
<p style="font-weight: 600; text-align: justify;">No caso da doença de Crohn, Yesintek é indicado para pacientes adultos com quadro ativo de moderado a grave , que tiveram resposta inadequada ou perda de resposta . Pessoas intolerantes à terapia convencional ou ao anti &#8211; TNF-alfa ou que t enham contraindicações médicas para essas terapias também pode m fazer uso do medicamento.</p>
<p style="font-weight: 600; text-align: justify;">Por fim, também podem usar o produto pacientes adultos com colite u lcerativa ativa moderada a grave nas seguintes condições :</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li data-aria-level="1" data-aria-posinset="1" data-font="Symbol" data-leveltext="" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;hybridMultilevel&quot;}" data-listid="1">Resposta inadequada</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li data-aria-level="1" data-aria-posinset="2" data-font="Symbol" data-leveltext="" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;hybridMultilevel&quot;}" data-listid="1">Perda de resposta</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li data-aria-level="1" data-aria-posinset="3" data-font="Symbol" data-leveltext="" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;hybridMultilevel&quot;}" data-listid="1">Intolerância à terapia convencional</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li data-aria-level="1" data-aria-posinset="4" data-font="Symbol" data-leveltext="" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;hybridMultilevel&quot;}" data-listid="1">Intolerância à t erapia com medicamentos biológicos</li>
</ul>
<p style="font-weight: 600; text-align: justify;">Confira a <a href="https://in.gov.br/web/dou/-/resolucao-re-n-1.896-de-7-de-maio-de-2026-704392605">Resolução 1.896 /2026 </a>no Diário Oficial da União.</p>
<p style="text-align: justify;"><a style="font-weight: 500;" href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2026/anvisa-aprova-nova-opcao-para-tratamento-de-doencas-inflamatorias-cronicas">Link: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2026/anvisa-aprova-nova-opcao-para-tratamento-de-doencas-inflamatorias-cronicas</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202605/anvisa-aprova-nova-opcao-para-tratamento-de-doencas-inflamatorias-cronicas">Agencia Gov.</a></strong></p><p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/anvisa-aprova-nova-opcao-de-tratamento-para-psoriase-e-doenca-de-crohn/">Anvisa aprova nova opção de tratamento para psoríase e doença de Crohn</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Fabricante do Mounjaro divulga resultados de nva caneta emagrecedora que chega perto da bariátrica</title>
		<link>https://artritereumatoide.blog.br/eli-lilly-fabricante-do-mounjaro-divulga-resultados-de-nova-caneta-emagrecedora-que-chega-perto-da-bariatrica/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=eli-lilly-fabricante-do-mounjaro-divulga-resultados-de-nova-caneta-emagrecedora-que-chega-perto-da-bariatrica</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Priscila Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 17:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[canetas emagrecedoras]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia bariatrica]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
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		<category><![CDATA[metabolismo]]></category>
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		<category><![CDATA[pesquisa cientifica]]></category>
		<category><![CDATA[retatrutida]]></category>
		<category><![CDATA[saúde metabólica]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento da obesidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A retatrutida, um novo medicamento da classe de fármacos para obesidade conhecida como “canetas emagrecedoras”, levou 45,3% dos pacientes que receberam a dose mais alta em um novo estudo a alcançarem uma redução de 30% ou mais do peso, nível associado à cirurgia bariátrica. A molécula foi desenvolvida pela Eli Lilly, mesma farmacêutica do Mounjaro, e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="row content-head featured ">
<div class="medium-centered subtitle">
<p class="content-head__subtitle" style="text-align: justify;">A retatrutida, um novo medicamento da classe de fármacos para obesidade conhecida como “canetas emagrecedoras”, levou 45,3% dos pacientes que receberam a dose mais alta em um novo estudo a alcançarem uma redução de 30% ou mais do peso, nível associado à cirurgia bariátrica.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" style="text-align: justify;" data-block-type="raw" data-block-weight="33" data-block-id="3">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="68" data-block-id="4">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A molécula foi desenvolvida pela Eli Lilly, mesma farmacêutica do Mounjaro, e ainda é considerada experimental. Isso porque os estudos de fase três, a última dos testes clínicos e que comprova eficácia e segurança, ainda estão sendo publicados, e o remédio não foi submetido para análise das agências reguladoras. Não há previsão para que o pedido seja feito no Brasil. Somente após aprovação, será permitida a venda.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55" data-block-id="5">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Os novos dados, divulgados nesta quinta-feira pela Eli Lilly, são referentes ao estudo TRIUMPH-1, um dos testes de fase três conduzidos pela farmacêutica que englobou 2.239 participantes com sobrepeso e uma comorbidade associada ao peso ou obesidade. Os voluntários foram divididos em quatro grupos e acompanhados por 80 semanas, cerca de um ano e meio.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="53" data-block-id="6">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Três grupos receberam doses diferentes do medicamento, injetado semanalmente: de 4 mg, de 9 mg e a mais alta, de 12 mg. O quarto grupo recebeu um placebo para comparação. Os participantes foram alocados aleatoriamente e não sabiam se estavam recebendo o remédio ou placebo, para evitar uma influência sobre os resultados.</p>
<div class="cropped-block">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="87" data-block-id="8">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Após o período de 80 semanas, o grupo que recebeu a dose de 4 mg perdeu, em média, 19% do peso, o que no estudo foi o equivalente a 21,4 kg. Já o de 9 mg viu o número na balança cair 25,9%, o que representou 29,2 kg. O da dosagem mais alta, de 12 mg, perdeu 28,3% do peso, 31,9 kg. Para comparação, a dose mais alta do Mounjaro, de 15 mg, proporciona uma queda de, em média, 25,3% após 88 semanas, segundo o estudo SURMOUNT-4.</p>
</div>
</div>
<div class="cropped-block">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="74" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">“Da dose de 4 mg, alcançando quase 20% de perda de peso com um passo de escalonamento (ampliação da dose inicial de 2 mg para a final), até a dose de 12 mg, que proporcionou um nível de perda de peso há muito associado à cirurgia bariátrica, a retatrutida oferece o potencial de uma abordagem centrada no paciente para a obesidade”, afirma Kenneth Custer, vice-presidente executivo e presidente da Lilly Cardiometabolic Health, em nota.</p>
<h6 class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-mrf-recirculation="Article links"><strong><span style="color: #1d1f20; font-size: 1.953em;">O que é a retatrutida?</span></strong></h6>
<div class="cropped-block">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="66" data-block-id="11">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A retatrutida é considerada uma nova geração dos fármacos antiobesidade por ter mais alvos do que os anteriores. A molécula faz parte dos análogos de GLP-1, classe de medicamentos que simula a ação do hormônio GLP-1 no corpo. No pâncreas, essa interação estimula a produção de insulina. Já no estômago, reduz a velocidade da digestão da comida e, no cérebro, ativa a sensação de saciedade.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="cropped-block">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Um dos remédios mais famosos desse grupo é a semaglutida, do Ozempic e do Wegovy, desenvolvido pela farmacêutica Novo Nordisk. Em seguida, veio a tirzepatida, do Mounjaro, que tinha o diferencial de ser um duplo análogo, simulando não só o GLP-1, como também um outro hormônio intestinal chamado GIP.</p>
</div>
</div>
<div class="cropped-block">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="76" data-block-id="14">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Agora, a retatrutida é uma geração ainda mais nova por ser um triplo agonista: além do GLP-1 e do GIP, simula também o hormônio glucagon. Com isso, o efeito na perda de peso é maior do que o de seus antecessores. 45,3% dos participantes que receberam a maior dose atingiram perdas de 30% ou mais, equivalente a uma cirurgia bariátrica, e 27,2% chegaram a uma redução de 35% ou mais do peso após as 80 semanas.</p>
<div class="cropped-block">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55" data-block-id="15">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Além disso, entre o grupo que recebeu a maior dose no novo estudo, 65,3% alcançaram um índice de massa corporal (IMC) inferior a 30 no fim dos testes, ou seja, saíram da classificação de obesidade. Incluindo 37,5% que, no início do estudo, eram enquadrados como obesidade classe 3, com um IMC maior que 40.</p>
</div>
</div>
<div class="cropped-block">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="16">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Os pesquisadores conduziram ainda uma extensão do estudo por até 104 semanas com aqueles que tinham um IMC maior ou igual a 35. Os participantes que continuaram recebendo a retatrutida 12 mg alcançaram uma média de redução de 30,3% do peso, o equivalente a 38,5 kg.</p>
</div>
</div>
<div class="cropped-block">
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<div class="cropped-block">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="53" data-block-id="17">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">O tratamento com o remédio também promoveu melhorias em outras medidas, como circunferência da cintura, colesterol não-HDL, triglicerídeos, pressão arterial sistólica e proteína C reativa de alta sensibilidade (hsCRP). Os resultados do estudo serão apresentados na 86ª Sessão Científica Anual da Associação Americana de Diabetes e publicados em revista científica revisada por pares.</p>
</div>
</div>
<div class="cropped-block">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="76" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">“A obesidade é uma doença crônica, e as pessoas que vivem com obesidade merecem opções de tratamento que correspondam à biologia complexa de sua doença neurometabólica. Foi impressionante ver que todas as doses de retatrutida resultaram em redução de peso clinicamente significativa para quase todos os participantes”, diz Ania Jastreboff, professora da Escola de Medicina da Universidade de Yale, onde dirige o Centro de Pesquisa para Obesidade de Yale, e principal pesquisadora do estudo, em nota.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="65" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">O medicamento também foi considerado seguro, com efeitos adversos semelhantes aos de outras canetas emagrecedoras. Os mais comuns foram náuseas, que chegaram a acometer 42,4% dos tratados com a maior dose, e diarreia (32%). Participantes também relataram constipação (26,1%) e vômitos (25,3%). Outros eventos adversos frequentes foram infecções e disestesia (sensações incomuns ao toque, como formigamento e queimação), normalmente leves a moderados e passageiros.</p>
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<section id="passador-materia" class="passador-materia" data-mrf-recirculation="Passador de Matéria"></section>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="65" data-block-id="20"><strong>Fonte: <a href="https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/05/22/eli-lilly-fabricante-do-mounjaro-divulga-resultados-de-nova-caneta-emagrecedora-que-chega-perto-da-bariatrica.ghtml">O Globo.</a></strong></div>
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<div class="content__signature">
<div class="content-publication-data" style="text-align: justify;" data-mrf-recirculation="Autor da matéria"></div>
</div>
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		<title>Invisível e dolorosa: fibromialgia impossibilita pessoas de executarem tarefas, exige tratamento contínuo e redes de apoio</title>
		<link>https://artritereumatoide.blog.br/invisivel-e-dolorosa-fibromialgia-impossibilita-pessoas-de-executarem-tarefas-exige-tratamento-continuo-e-redes-de-apoio/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=invisivel-e-dolorosa-fibromialgia-impossibilita-pessoas-de-executarem-tarefas-exige-tratamento-continuo-e-redes-de-apoio</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Priscila Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 13:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<guid isPermaLink="false">https://artritereumatoide.blog.br/?p=79564</guid>

					<description><![CDATA[<p>Síndrome crônica é conhecida por lei recente; Foram registrados 57.509 atendimentos ambulatoriais de fibromialgia no estado do Rio de Janeiro em 2025 Quem vê e conversa com Fernanda Chagas, logo enxerga em seu sorriso a vivacidade de uma moça de 32 anos. Gaúcha de Porto Alegre, ela trocou o frio do Rio Grande do Sul [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="ds-markdown-paragraph" style="text-align: justify;"><span class="">Síndrome crônica é conhecida por lei recente; Foram registrados 57.509 atendimentos ambulatoriais de fibromialgia no estado do Rio de Janeiro em 2025</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph" style="text-align: justify;"><span class="">Quem vê e conversa com Fernanda Chagas, logo enxerga em seu sorriso a vivacidade de uma moça de 32 anos. Gaúcha de Porto Alegre, ela trocou o frio do Rio Grande do Sul pelo clima carioca e pelas oportunidades de trabalho que a cidade oferece. Morando há sete anos no Morro Pereira da Silva, comunidade localizada em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio, ela consegue ver a Praia do Flamengo da janela de casa. E mesmo com a praia à vista e com acesso rápido (bastando descer de moto ou até a pé), muitas das vezes esse percurso não pode ser feito nos momentos de lazer, pois as dores despertadas pelo corpo a impede até de sair da cama.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph" style="text-align: justify;"><span class="">“Meu cotidiano é, literalmente, eu cuidando e analisando tudo o que vou fazer. Tem dias que acordo bem, tem dias que não acordo tão bem, e tenho que ir analisando até onde posso ir. Em dias de crise, minha ansiedade dispara. Fico com dores dos pés à cabeça. Tendões, articulações, pernas, braços, ombros… Tudo fica dolorido”, desabafa.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph" style="text-align: justify;"><span class="">O que Fernanda tem é fibromialgia, uma síndrome crônica que provoca dor generalizada por todo o corpo. Além do desconforto físico constante, o cansaço extremo e a dificuldade de concentração também são sintomas dessa condição, que afeta principalmente mulheres entre 30 e 50 anos de idade. A fibromialgia não é uma dor passageira e não se resolve tomando um simples relaxante muscular. Ela é intermitente e impacta diretamente as atividades diárias da pessoa, podendo impossibilitar a realização de ações simples, como espremer uma laranja, até às mais complexas.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph" style="text-align: justify;"><span class="">A síndrome não tem cura, mas tem tratamento. O cuidado consiste no uso de medicação aliado à prática de atividade física e acompanhamento multidisciplinar, com terapia assistida por psicólogo, fisioterapeuta e, em alguns casos, psiquiatra. No município do Rio de Janeiro, segundo informações da Prefeitura, o tratamento é oferecido gratuitamente nas Clínicas da Família, em um programa que inclui médicos, fisioterapeutas e psicólogos. O Super Centro Carioca de Saúde, na Zona Oeste, é a unidade de referência para esses cuidados.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph" style="text-align: justify;"><span class="">Além disso, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) disponibiliza a Carteira de Identificação da Pessoa com Fibromialgia (CIPFIBRO). O documento tem como objetivo identificar o paciente diagnosticado com a doença, facilitando o atendimento preferencial em órgãos da administração pública e também em instituições privadas.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph" style="text-align: justify;"><span class="">Já a nível estadual, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ) esclarece que, em casos específicos, pode haver encaminhamento do paciente para um médico reumatologista. Nessas situações, a pessoa é inserida no Sistema Estadual de Regulação (SER). De acordo com o órgão:</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph" style="text-align: justify;"><span class="">Segundo a Secretaria de Estado da Saúde do Rio de Janeiro:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Em 2025, foram registrados 57.509 atendimentos ambulatoriais de fibromialgia no estado do Rio de Janeiro, com 9 internações;</span></p>
</li>
<li>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Em 2024, foram 98.837 atendimentos e 14 internações;</span></p>
</li>
<li>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">E em 2023, houve 70.855 atendimentos e 10 internações.</span></p>
</li>
</ul>
<p class="ds-markdown-paragraph" style="text-align: justify;"><span class="">A nota da SES-RJ ressalta, ainda, que “as notificações da doença não são consideradas obrigatórias por parte do Ministério da Saúde”.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph" style="text-align: justify;"><span class="">Preconceito, validação e as iniciativas de apoio</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph" style="text-align: justify;"><span class="">Sancionada em 2025, mas em vigor desde no início deste ano, a Lei 15.176/2025 reconhece a fibromialgia como deficiência. No entanto, mesmo com a legislação a favor, um grande vilão a ser enfrentado é o preconceito, principalmente no ambiente de trabalho.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph" style="text-align: justify;"><span class="">“Muitas vezes a gente precisa validar a nossa condição. Como as pessoas não enxergam a dor que estamos sentindo, acham que estamos fazendo corpo mole ou com preguiça. Não é nada disso. É dor mesmo”, relata Fernanda.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph" style="text-align: justify;"><span class="">Kaká Freitas, representante da Associação dos Fibromiálgicos, Amigos e Parentes de Niterói (Fapnit), detalha que o número de pessoas com a síndrome fora do mercado de trabalho é grande. Para contornar essa realidade, a associação organiza grupos e atividades com parceiros para levar um pouco mais de confiança a quem convive com a doença.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph" style="text-align: justify;"><span class="">“Trabalhamos em rede. Apesar de a Fapnit estar em Niterói, temos relação com o município do Rio e com pessoas de todo o estado através da RJ Fibromialgias e outras organizações. Isso ajuda muito, principalmente na parte jurídica e no acesso a medicamentos”, explica.</span></p>
<p><strong>Fonte: <a href="https://vozdascomunidades.com.br/destaques/invisivel-e-dolorosa-fibromialgia-impossibilita-pessoas-de-executarem-tarefas-exige-tratamento-continuo-e-redes-de-apoio/">Voz das Comunicações.</a></strong></p><p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/invisivel-e-dolorosa-fibromialgia-impossibilita-pessoas-de-executarem-tarefas-exige-tratamento-continuo-e-redes-de-apoio/">Invisível e dolorosa: fibromialgia impossibilita pessoas de executarem tarefas, exige tratamento contínuo e redes de apoio</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Novo exame de sangue com IA mostra o risco de 6 doenças cardiovasculares até 15 anos antes do sintomas</title>
		<link>https://artritereumatoide.blog.br/novo-exame-de-sangue-com-ia-mostra-o-risco-de-6-doencas-cardiovasculares-ate-15-anos-antes-do-sintomas/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=novo-exame-de-sangue-com-ia-mostra-o-risco-de-6-doencas-cardiovasculares-ate-15-anos-antes-do-sintomas</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Priscila Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 21:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado profundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo exame de sangue interpretado por inteligência artificial (IA) é capaz de estimar a probabilidade de seis importantes doenças cardiovasculare até 15 anos antes de elas serem percebidas clinicamente. O teste, chamado de CardiOmicScore, foi desenvolvido por uma equipe de pesquisadores do Departamento de Farmacologia e Farmácia da Faculdade de Medicina LKS da University [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um novo exame de sangue interpretado por inteligência artificial (IA) é capaz de estimar a probabilidade de seis importantes doenças cardiovasculare até 15 anos antes de elas serem percebidas clinicamente.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="3">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">O teste, chamado de CardiOmicScore, foi desenvolvido por uma equipe de pesquisadores do Departamento de Farmacologia e Farmácia da Faculdade de Medicina LKS da University of Hong Kong (HKUMed) a partir de biomarcadores no sangue de dados populacionais em larga escala do UK Biobank.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="4">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A equipe partiu da análise de 2.920 proteínas circulantes e 168 metabólitos medidos em amostras de sangue. Esses sinais moleculares funcionam como “gravadores em tempo real” do organismo, capturando alterações sutis no sistema imunológico, no metabolismo e na saúde vascular.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="5">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Os pesquisadores da HKUMed utilizaram aprendizado profundo para combinar dados multiômicos — incluindo genômica, metabolômica e proteômica — no desenvolvimento do CardiOmicScore.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="6">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Com um único exame de sangue, o índice é capaz de estimar o risco de doença arterial coronariana, AVC, insuficiência cardíaca, fibrilação atrial, doença arterial periférica e tromboembolismo venoso.</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="cropped-block" style="text-align: justify;">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="7">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo, associadadas a cerca de 20 milhões de mortes, segundo dados de 2022. Em exames de rotina, os médicos normalmente estimam o risco cardiovascular observando fatores como idade, pressão arterial, tabagismo e outros indicadores clínicos convencionais.</p>
</div>
</div>
<div class="cropped-block" style="text-align: justify;">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="8">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Essas medidas, porém, podem deixar passar alterações biológicas iniciais e sutis que surgem antes que a doença possa ser diagnosticada. As pontuações de risco poligênico são outros método de estimar riscos, mas não dão conta do quadro completo, porque a genética não muda ao longo do tempo.</p>
</div>
</div>
<div class="cropped-block" style="text-align: justify;">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Por isso, pontuações como a CardiOmicScore são um retrato mais apurado (e atualizado) dos efeitos do ambiente e das mudanças no estilo de vida na saúde.</p>
</div>
</div>
<div class="cropped-block" style="text-align: justify;">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="88" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">“Os genes determinam de onde começamos, definem nosso risco básico de saúde. No entanto, proteínas e metabólitos refletem nosso estado físico atual. Nossa ferramenta de IA foi projetada para decodificar esses sinais moleculares complexos, permitindo que médicos e pacientes identifiquem riscos muito mais cedo, o que pode potencialmente mudar o curso da doença por meio de modificações oportunas no estilo de vida e prevenção precoce”, afirmou o professor Zhang Qingpeng, professor associado do Departamento de Farmacologia e Farmácia da HKUMed e um dos autores do trabalho, ao SciTechDaily.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="9" data-block-id="11">
<p class=" content-text__container " style="text-align: justify;" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">O estudo foi publicado na revista científica Nature Communications.</p>
<p style="text-align: justify;" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"><strong>Fonte: <a href="https://www.tuasaude.com/news/2026/04/20/uma-planta-medicinal-utilizada-comumente-no-brasil-demonstrou-ser-eficaz-contra-a-artrite-em-pesquisas-cientificas/">O Globo.</a></strong></p>
</div>
</div>
</div>
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</div><p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/novo-exame-de-sangue-com-ia-mostra-o-risco-de-6-doencas-cardiovasculares-ate-15-anos-antes-do-sintomas/">Novo exame de sangue com IA mostra o risco de 6 doenças cardiovasculares até 15 anos antes do sintomas</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Uma planta medicinal utilizada comumente no Brasil demonstrou ser eficaz contra a artrite em pesquisas científicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Priscila Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 17:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alternanthera littoralis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Usada há gerações nas comunidades litorâneas do Brasil para tratar inflamações e infecções, a planta conhecida como periquito da praia ou túnica de São José acaba de receber respaldo científico importante. Um estudo experimental conduzido por três universidades brasileiras demonstrou que o extrato etanólico da espécie reduz inflamação, dor e danos nas articulações em modelos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/uma-planta-medicinal-utilizada-comumente-no-brasil-demonstrou-ser-eficaz-contra-a-artrite-em-pesquisas-cientificas/">Uma planta medicinal utilizada comumente no Brasil demonstrou ser eficaz contra a artrite em pesquisas científicas</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph" style="text-align: justify;">Usada há gerações nas comunidades litorâneas do Brasil para tratar inflamações e infecções, a planta conhecida como periquito da praia ou túnica de São José acaba de receber respaldo científico importante. Um estudo experimental conduzido por três universidades brasileiras demonstrou que o extrato etanólico da espécie reduz inflamação, dor e danos nas articulações em modelos animais de artrite, aproximando o saber popular da evidência farmacológica moderna.</p>
<h4 class="wp-block-heading" style="text-align: justify;">O que é o periquito da praia?</h4>
<p class="wp-block-paragraph" style="text-align: justify;">O periquito da praia, de nome científico Alternanthera littoralis, é uma planta herbácea nativa do litoral arenoso brasileiro. Pertence à mesma família de folhas populares como a bredo e a amaranto, e cresce de forma silvestre em áreas de restinga, especialmente no Sudeste e no Nordeste.</p>
<p class="wp-block-paragraph" style="text-align: justify;">Nas comunidades costeiras, suas partes aéreas são preparadas em infusões e decocções para aliviar processos inflamatórios, infecções microbianas e doenças parasitárias. Também é consumida como verdura silvestre e tempero, o que a coloca no grupo dos alimentos bioativos com potencial medicinal.</p>
<h4 class="wp-block-heading" style="text-align: justify;">O que o estudo encontrou na planta?</h4>
<p class="wp-block-paragraph" style="text-align: justify;">Pesquisadores identificaram uma concentração importante de flavonoides bioativos nas partes aéreas da planta, compostos conhecidos por suas ações antioxidantes e anti-inflamatórias. Entre as substâncias detectadas estão vitexina, isovitexina, quercetina e glicosídeos de isoramnetina.</p>
<p class="wp-block-paragraph" style="text-align: justify;">Esses flavonoides já aparecem em outros alimentos funcionais e ajudam a explicar os efeitos observados nos experimentos, já que atuam em vias celulares envolvidas na resposta inflamatória e na proteção dos tecidos contra o estresse oxidativo. A ação é semelhante à descrita em outras fontes de antioxidantes naturais.</p>
<h4 class="wp-block-heading" style="text-align: justify;">Quais efeitos foram observados nos testes?</h4>
<p class="wp-block-paragraph" style="text-align: justify;">Os experimentos usaram modelos animais de inflamação articular para testar a ação do extrato etanólico. Os resultados mostraram melhora em vários parâmetros ligados à artrite experimental, com efeitos comparáveis, em alguns aspectos, aos da prednisolona, um corticoide usado como referência no tratamento de doenças inflamatórias.</p>
<p class="wp-block-paragraph" style="text-align: justify;">Entre os achados do estudo estão:</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://cdnnewsimg.tuasaude.com/wp-content/uploads/2026/04/convertido-59-5-1024x402.jpg" alt="Quais efeitos foram observados nos testes?" /></p>
<p class="wp-block-paragraph" style="text-align: justify;">Esses efeitos sugerem um potencial terapêutico relevante para quadros como artrite reumatoide e outras condições inflamatórias crônicas, que hoje dependem de medicamentos com efeitos colaterais importantes.</p>
<h4 class="wp-block-heading" style="text-align: justify;">O que diz a publicação científica?</h4>
<p class="wp-block-paragraph" style="text-align: justify;">A pesquisa foi conduzida por equipes da Universidade Federal da Grande Dourados, da Universidade Estadual de Campinas e da Universidade Estadual Paulista, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. Os cientistas avaliaram tanto a eficácia quanto a segurança do extrato.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o estudo <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41061911/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ethanolic extract of Alternanthera littoralis aerial parts Safety assessment and efficacy in experimental models of articular</a>, publicado no Journal of Ethnopharmacology, o extrato etanólico apresentou atividade anti-inflamatória, analgésica e antiartrítica significativa, sem causar mortalidade em doses orais de até 2000 mg/kg, o que indica ampla margem de tolerância nos testes toxicológicos agudos e subagudos conduzidos segundo protocolos internacionais.</p>
<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" data-attachment-id="79558" data-permalink="https://artritereumatoide.blog.br/uma-planta-medicinal-utilizada-comumente-no-brasil-demonstrou-ser-eficaz-contra-a-artrite-em-pesquisas-cientificas/freepik_illustration-nonphotoreal_2818603887-1024x571/" data-orig-file="https://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2026/05/freepik_illustration-nonphotoreal_2818603887-1024x571-1.webp" data-orig-size="1024,571" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;,&quot;alt&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="freepik_illustration-nonphotoreal_2818603887-1024&amp;#215;571" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2026/05/freepik_illustration-nonphotoreal_2818603887-1024x571-1.webp" class="size-medium wp-image-79558 aligncenter" src="https://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2026/05/freepik_illustration-nonphotoreal_2818603887-1024x571-1-300x167.webp" alt="" width="300" height="167" srcset="https://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2026/05/freepik_illustration-nonphotoreal_2818603887-1024x571-1-300x167.webp 300w, https://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2026/05/freepik_illustration-nonphotoreal_2818603887-1024x571-1-768x428.webp 768w, https://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2026/05/freepik_illustration-nonphotoreal_2818603887-1024x571-1-600x335.webp 600w, https://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2026/05/freepik_illustration-nonphotoreal_2818603887-1024x571-1-750x418.webp 750w, https://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2026/05/freepik_illustration-nonphotoreal_2818603887-1024x571-1.webp 1024w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<div class="wp-block-image" style="text-align: justify;">
<figure class="aligncenter size-large"><figcaption class="wp-element-caption">Planta tradicional do litoral brasileiro mostra potencial anti-inflamatório em estudo científico.</figcaption></figure>
</div>
<h4 class="wp-block-heading" style="text-align: justify;">O extrato já pode ser usado em humanos?</h4>
<p class="wp-block-paragraph" style="text-align: justify;">Apesar dos resultados animadores, os próprios pesquisadores alertam que ainda não é possível recomendar o uso clínico da planta em pessoas. Os experimentos foram realizados em laboratório, com modelos animais, e os achados não podem ser transpostos diretamente para a realidade humana sem etapas adicionais de pesquisa.</p>
<p class="wp-block-paragraph" style="text-align: justify;">Para avançar, serão necessários estudos de toxicidade crônica, isolamento dos compostos ativos, análises farmacocinéticas e, futuramente, ensaios clínicos controlados, além da aprovação de órgãos reguladores. Por isso, o uso caseiro de chás ou extratos da planta para tratar dor nas articulações pode oferecer riscos e não substitui o acompanhamento médico adequado.</p>
<p class="wp-block-paragraph" style="text-align: justify;"><em>Este conteúdo tem caráter apenas informativo e não substitui a avaliação de um médico, reumatologista ou outro profissional de saúde qualificado. Nenhuma planta medicinal deve ser usada como tratamento para artrite sem orientação profissional. Diante de dores articulares persistentes, procure avaliação médica individualizada.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:<a href="https://www.tuasaude.com/news/2026/04/20/uma-planta-medicinal-utilizada-comumente-no-brasil-demonstrou-ser-eficaz-contra-a-artrite-em-pesquisas-cientificas/"> Tua Saúde.</a></strong></p><p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/uma-planta-medicinal-utilizada-comumente-no-brasil-demonstrou-ser-eficaz-contra-a-artrite-em-pesquisas-cientificas/">Uma planta medicinal utilizada comumente no Brasil demonstrou ser eficaz contra a artrite em pesquisas científicas</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Alimentação influencia o avanço da artrite nos joelhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Priscila Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 17:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação saudável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dor no joelho costuma ser atribuída ao envelhecimento ou ao excesso de peso. No entanto, um novo estudo indica que o problema pode estar muito mais ligado ao que você coloca no prato do que se imaginava. Pesquisas recentes mostram que a qualidade da alimentação pode impactar diretamente a saúde muscular e articular, especialmente no [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/alimentacao-influencia-o-avanco-da-artrite-nos-joelhos/">Alimentação influencia o avanço da artrite nos joelhos</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A dor no joelho costuma ser atribuída ao envelhecimento ou ao excesso de peso. No entanto, um novo estudo indica que o problema pode estar muito mais ligado ao que você coloca no prato do que se imaginava. Pesquisas recentes mostram que <strong>a qualidade da alimentação pode impactar diretamente a saúde muscular e articular</strong>, especialmente no desenvolvimento da <strong>osteoartrite</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Publicado na revista <strong>Radiology</strong>, com autoria principal da pesquisadora Zehra Akkaya, o estudo analisou mais de 600 pessoas com sobrepeso e trouxe um alerta importante sobre o consumo de <strong>alimentos ultraprocessados</strong>.</p>
<h3 style="text-align: justify;">O que acontece dentro do músculo sem você perceber</h3>
<p style="text-align: justify;">Os pesquisadores observaram algo preocupante: indivíduos que consumiam mais alimentos ultraprocessados apresentavam <strong>maior acúmulo de gordura nos músculos da coxa</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse tipo de alteração é conhecido como <strong>degeneração gordurosa muscular</strong>, e pode comprometer diretamente a função das articulações.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, o mais surpreendente foi que esse efeito ocorreu <strong>independentemente da quantidade de calorias consumidas</strong>. Ou seja, não é apenas “comer muito” que importa, mas sim <strong>o tipo de alimento ingerido</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os principais impactos observados:</p>
<ul class="wp-block-list" style="text-align: justify;">
<li>Redução da qualidade muscular</li>
<li>Maior fragilidade nas articulações</li>
<li>Aumento do risco de <strong>osteoartrite no joelho</strong></li>
<li>Possível agravamento da dor e da limitação de movimento</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Ultraprocessados são um problema real</strong></h3>
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<div id="R7_texto_3" class="ad-spacing" data-google-query-id="CMi9payc3JQDFZEUHgAddAoATQ">
<p style="text-align: justify;">Os chamados <strong>alimentos ultraprocessados</strong> são produtos industriais ricos em aditivos, conservantes e ingredientes artificiais. Eles incluem:</p>
<ul class="wp-block-list" style="text-align: justify;">
<li>Refrigerantes e bebidas adoçadas</li>
<li>Salgadinhos e biscoitos industrializados</li>
<li>Fast food como hambúrguer e batata frita</li>
<li>Produtos prontos congelados</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Esses alimentos costumam ter <strong>baixo valor nutricional</strong> e podem favorecer processos inflamatórios no organismo. Com o tempo, isso contribui para o desgaste das articulações.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o estudo, o consumo frequente desses produtos está associado a mudanças estruturais nos músculos que sustentam o joelho, aumentando o risco de dor e limitação funcional.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>Osteoartrite: um problema crescente e silencioso</strong></h4>
<div id="" class="image-wrapper"><img decoding="async" class="c-image" src="https://newr7-r7-prod.web.arc-cdn.net/resizer/v2/AXVLXVYRQ5DFVJLEWJY3HRT6VA.jpeg?auth=d538962d269d9ea17a3b8e32fc2e9df07cf9acac4a2f1f85dc1d7dba259bd805&amp;width=1024&amp;height=576" srcset="https://newr7-r7-prod.web.arc-cdn.net/resizer/v2/AXVLXVYRQ5DFVJLEWJY3HRT6VA.jpeg?auth=d538962d269d9ea17a3b8e32fc2e9df07cf9acac4a2f1f85dc1d7dba259bd805&amp;width=390&amp;height=219 390w, https://newr7-r7-prod.web.arc-cdn.net/resizer/v2/AXVLXVYRQ5DFVJLEWJY3HRT6VA.jpeg?auth=d538962d269d9ea17a3b8e32fc2e9df07cf9acac4a2f1f85dc1d7dba259bd805&amp;width=460&amp;height=258 460w, https://newr7-r7-prod.web.arc-cdn.net/resizer/v2/AXVLXVYRQ5DFVJLEWJY3HRT6VA.jpeg?auth=d538962d269d9ea17a3b8e32fc2e9df07cf9acac4a2f1f85dc1d7dba259bd805&amp;width=660&amp;height=371 660w, https://newr7-r7-prod.web.arc-cdn.net/resizer/v2/AXVLXVYRQ5DFVJLEWJY3HRT6VA.jpeg?auth=d538962d269d9ea17a3b8e32fc2e9df07cf9acac4a2f1f85dc1d7dba259bd805&amp;width=770&amp;height=433 770w, https://newr7-r7-prod.web.arc-cdn.net/resizer/v2/AXVLXVYRQ5DFVJLEWJY3HRT6VA.jpeg?auth=d538962d269d9ea17a3b8e32fc2e9df07cf9acac4a2f1f85dc1d7dba259bd805&amp;width=1600&amp;height=900 1600w" alt="" width="1024" height="576" data-chromatic="ignore" /></div>
<h5 class="c-media-item b-article-body__image" style="text-align: justify;"><span class="c-media-item__caption">Alimentação ruim agrava artrite nos joelhos. (Foto: Pamai&#8217;s Images via Canva)</span><span class="c-media-item__credit">Fala Ciência</span></h5>
<p style="text-align: justify;">A <strong>osteoartrite</strong> é uma doença degenerativa que ocorre quando a cartilagem das articulações se desgasta. Isso provoca:</p>
<ul class="wp-block-list" style="text-align: justify;">
<li>Dor constante</li>
<li>Inchaço</li>
<li>Rigidez</li>
<li>Dificuldade de movimentação</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Com o avanço da condição, o atrito entre os ossos aumenta, o que pode levar à perda de mobilidade e, em casos mais graves, à necessidade de cirurgia.</p>
<p style="text-align: justify;">O cenário é preocupante: estimativas indicam que a doença pode atingir <strong>até 1 bilhão de pessoas no mundo até 2050</strong>.</p>
<h3 class="wp-block-heading" style="text-align: justify;">A mudança simples que pode fazer diferença</h3>
<p style="text-align: justify;">Embora fatores como idade e genética sejam importantes, o estudo reforça que <strong>a alimentação é um fator modificável e essencial</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Pequenas mudanças já podem trazer benefícios relevantes:</p>
<ul class="wp-block-list" style="text-align: justify;">
<li>Priorizar alimentos naturais ou minimamente processados</li>
<li>Reduzir o consumo de produtos industrializados</li>
<li>Incluir frutas, legumes e proteínas de qualidade</li>
<li>Evitar excesso de açúcares e gorduras artificiais</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Além disso, os resultados destacam que estratégias de saúde não devem focar apenas na perda de peso, mas também na <strong>qualidade da dieta</strong>.</p>
<h3 class="wp-block-heading" style="text-align: justify;">Mais do que calorias: a qualidade importa</h3>
<p style="text-align: justify;">Durante muito tempo, o foco esteve apenas na quantidade de calorias. No entanto, a ciência atual mostra que <strong>nem todas as calorias têm o mesmo efeito no corpo</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Alimentos ultraprocessados podem alterar a composição muscular e favorecer inflamações, enquanto alimentos naturais contribuem para a manutenção da saúde das articulações.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, cuidar da alimentação vai muito além da balança. Trata-se de proteger estruturas essenciais do corpo, como músculos e articulações, garantindo mais qualidade de vida ao longo dos anos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="https://noticias.r7.com/fala-ciencia/alimentacao-influencia-o-avanco-da-artrite-nos-joelhos-19042026/">R7.</a></strong></p>
</div>
</div>
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		<title>Gestores do SUS pactuam normativas da assistência farmacêutica oncológica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Priscila Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 13:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma reunião extraordinária da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), realizada ontem (18), marcou um avanço importante para a assistência farmacêutica oncológica no Sistema Único de Saúde (SUS). O encontro pactuou normativas relacionadas ao acesso a medicamentos oncológicos por meio do Componente da Assistência Farmacêutica em Oncologia (AF-Onco), com destaque para a definição das modalidades de aquisição [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="wp-image-56825 size-large" src="https://www.conass.org.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.51.51-1-1024x576.jpeg" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" srcset="https://www.conass.org.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.51.51-1-1024x576.jpeg 1024w, https://www.conass.org.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.51.51-1-533x300.jpeg 533w, https://www.conass.org.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.51.51-1-1536x864.jpeg 1536w, https://www.conass.org.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-15.51.51-1.jpeg 1600w" alt="" width="800" height="450" /><img loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="56828" data-permalink="https://artritereumatoide.blog.br/acido-urico-e-a-artrite/301903ad3d1f9f81d3b76258fc6d8e086e96d8f9/" data-orig-file="https://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/301903ad3d1f9f81d3b76258fc6d8e086e96d8f9.jpg" data-orig-size="800,800" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="301903ad3d1f9f81d3b76258fc6d8e086e96d8f9" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://artritereumatoide.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/301903ad3d1f9f81d3b76258fc6d8e086e96d8f9.jpg" class="wp-image-56828 size-large" src="https://www.conass.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-Tela-2026-05-19-as-14.32.55-1024x641.png" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" srcset="https://www.conass.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-Tela-2026-05-19-as-14.32.55-1024x641.png 1024w, https://www.conass.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-Tela-2026-05-19-as-14.32.55-479x300.png 479w, https://www.conass.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-Tela-2026-05-19-as-14.32.55-145x90.png 145w, https://www.conass.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-Tela-2026-05-19-as-14.32.55.png 1390w" alt="" width="800" height="501" /></p>
<p style="text-align: justify;">Uma reunião extraordinária da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), realizada ontem (18), marcou um avanço importante para a assistência farmacêutica oncológica no Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p style="text-align: justify;">O encontro pactuou normativas relacionadas ao acesso a medicamentos oncológicos por meio do Componente da Assistência Farmacêutica em Oncologia (AF-Onco), com destaque para a definição das modalidades de aquisição dos medicamentos incorporados e ainda não disponibilizados no sistema.</p>
<p style="text-align: justify;">Também foram pactuadas normativas voltadas à negociação nacional de medicamentos e à definição do rol de medicamentos oncológicos de altíssimo custo do Ministério da Saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Na prática, isso significa criar condições para que terapias com potencial de mudar prognóstico, muitas delas representando o que há de mais moderno incorporado ao SUS,  deixem de existir apenas no papel e passem, de fato, a chegar aos pacientes que necessitam delas, de forma mais equânime em todo o país.</p>
<p style="text-align: justify;">As pactuações resultam de um amplo processo de construção interfederativa, envolvendo intensas discussões técnicas e negociações entre estados, municípios e o Ministério da Saúde, com foco na ampliação do acesso, na sustentabilidade do financiamento e no fortalecimento da organização da assistência oncológica no SUS.</p>
<p style="text-align: justify;">A agenda de regulamentação do AF-Onco seguirá nos próximos meses, com previsão de pactuação, na CIT de junho de 2026, de normativas relacionadas à autorização prévia, APAC exclusiva e centrais de diluição.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:<a href="https://www.conass.org.br/gestores-do-sus-pactuam-normativas-da-assistencia-farmaceutica-oncologica/"> Conass.</a></strong></p><p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/gestores-do-sus-pactuam-normativas-da-assistencia-farmaceutica-oncologica/">Gestores do SUS pactuam normativas da assistência farmacêutica oncológica</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Diálogos Conass debate impacto da obesidade e desafios para o SUS</title>
		<link>https://artritereumatoide.blog.br/dialogos-conass-debate-impacto-da-obesidade-e-desafios-para-o-sus/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=dialogos-conass-debate-impacto-da-obesidade-e-desafios-para-o-sus</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Priscila Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 17:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A obesidade avança em ritmo acelerado no Brasil e já acende um alerta para a saúde pública. Em menos de duas décadas, o número de adultos brasileiros com obesidade cresceu 118%, passando de 11,8% em 2006 para 25,7% em 2024, segundo dados da pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/dialogos-conass-debate-impacto-da-obesidade-e-desafios-para-o-sus/">Diálogos Conass debate impacto da obesidade e desafios para o SUS</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A obesidade avança em ritmo acelerado no Brasil e já acende um alerta para a saúde pública. Em menos de duas décadas, o número de adultos brasileiros com obesidade cresceu 118%, passando de 11,8% em 2006 para 25,7% em 2024, segundo dados da pesquisa Vigilância de Fatores</p>
<p style="text-align: justify;">de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) 2025, divulgada pelo Ministério da Saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">O levantamento também mostra o crescimento expressivo de outras doenças crônicas no mesmo período, como diabetes (135%), excesso de peso (47%) e hipertensão arterial (31%). Os dados revelam um cenário preocupante e reforçam a necessidade de ampliar políticas públicas voltadas à promoção da saúde, prevenção de doenças e incentivo a hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada e prática regular de atividades físicas.</p>
<p style="text-align: justify;">O tema foi debatido hoje (15), durante o <i>Diálogos Conass</i>, realizado na sede do Conass. O encontro reuniu especialistas, gestores e representantes de instituições de saúde para discutir estratégias de enfrentamento da obesidade e das doenças crônicas no país.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o secretário executivo do Conass, Jurandi Frutuoso, o <i>Diálogos Conass</i> se consolidou como um espaço estratégico para aprofundar discussões sobre temas prioritários da saúde pública brasileira e construir encaminhamentos concretos para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). “O avanço dessas condições crônicas representa um desafio importante para o SUS, especialmente diante do impacto na qualidade de vida da população e na crescente demanda por serviços de saúde”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">Jurandi destacou ainda que o debate sobre obesidade exige uma abordagem ampla e integrada, envolvendo prevenção, assistência, organização da rede de atenção e atualização das políticas públicas voltadas ao tema. Ele  citou um debate promovido pelo colegiado sobre câncer, que contribuiu para a pactuação de quatro portarias junto ao Ministério da Saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Jurandi chamou a atenção para os dados apresentados sobre obesidade no Brasil, classificando o cenário como preocupante e ressaltou a desigualdade no acesso às cirurgias bariátricas entre os sistemas público e privado. “Enquanto a rede privada realizou pouco mais de 100 mil procedimentos em 2024 e 2025, o SUS respondeu por apenas um décimo desse total”, comentou sobre os dados do Vigitel.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Frutuoso, o debate sobre obesidade é urgente por sua relação direta com outras doenças crônicas que impactam fortemente a saúde pública brasileira, como diabetes, hipertensão e infarto. Ele lembrou ainda que cerca de 20 milhões de brasileiros convivem atualmente com diabetes.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto destacado foi a necessidade de atualização da política nacional de obesidade, cuja portaria vigente foi criada em 2013. Segundo ele, as transformações ocorridas nos processos de gestão, atenção à saúde e programas estratégicos ao longo dos últimos anos reforçam a necessidade de revisão e modernização das políticas públicas voltadas ao tema.</p>
<h6 id="attachment_56790" class="wp-caption aligncenter" style="text-align: justify; width: 516px;" aria-describedby="caption-attachment-56790"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-56790 " src="https://www.conass.org.br/wp-content/uploads/2026/05/55271758241_7011a4a4b3_c-450x300.jpg" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" srcset="https://www.conass.org.br/wp-content/uploads/2026/05/55271758241_7011a4a4b3_c-450x300.jpg 450w, https://www.conass.org.br/wp-content/uploads/2026/05/55271758241_7011a4a4b3_c.jpg 799w" alt="" width="516" height="344" />           Juliano Canavarros é presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica</h6>
<p style="text-align: justify;">O presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), Juliano Canavarros, defendeu durante o debate que a obesidade precisa ser tratada como uma doença crônica e multifatorial, e não como uma simples questão de escolha individual. “A obesidade é uma doença de causa multifatorial e crônica. Não podemos tratar essa condição apenas como uma escolha individual do paciente”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">Juliano chamou atenção para o vazio assistencial existente no País e para a desigualdade no acesso ao tratamento cirúrgico da obesidade pelo SUS. Segundo estudo apresentado pela SBCBM, com base em dados públicos, a taxa de realização de cirurgia bariátrica nas capitais e no Distrito Federal corresponde a cerca de 1% dos pacientes potencialmente elegíveis para o procedimento. “O que vemos hoje é um grande vazio assistencial. Temos milhares de pacientes elegíveis para cirurgia bariátrica e uma capacidade muito pequena de resposta no SUS”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente destacou ainda que algumas capitais sequer possuem programas estruturados de atenção aos pacientes com obesidade grave. “Existem capitais brasileiras que não têm nenhum programa organizado para atender pacientes com obesidade grave. Isso evidencia uma desigualdade regional muito importante no acesso ao tratamento”, ressaltou.</p>
<p style="text-align: justify;">Daniela Moreira, coordenadora de Atenção às Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde, destacou a necessidade de atualização das diretrizes da política de obesidade, vigentes desde 2013. Segundo ela, o atual cenário exige inovação e construção de políticas públicas mais conectadas às necessidades da população. “Esse é um momento importante para inovar e pensar em políticas que façam sentido para as pessoas”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">A coordenadora ressaltou ainda que a obesidade é uma condição complexa, que demanda uma abordagem ampla e articulada entre diferentes setores. “O enfrentamento do problema não deve se restringir apenas à área da saúde, mas envolver também temas como segurança alimentar, promoção da alimentação saudável e prevenção de doenças crônicas”, falou.</p>
<p style="text-align: justify;">Daniela reforçou ainda que a obesidade é um fator de risco para diversas outras condições de saúde, como diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares, o que amplia a necessidade de estratégias integradas e ações em rede dentro do SUS.</p>
<p style="text-align: justify;">O técnico do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Rodrigo Lacerda, também falou da relevância do debate sobre obesidade e doenças crônicas no Brasil. Segundo ele, o Conasems acompanha com preocupação o avanço dessas condições e os impactos sobre o SUS. “É importante fortalecer ações integradas de prevenção, cuidado e organização da rede de atenção à saúde para enfrentar o crescimento das doenças crônicas, especialmente nos municípios, onde grande parte da assistência à população é realizada”, enfatizou.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Diagnóstico da Obesidade no Brasil</b></p>
<p style="text-align: justify;">O cirurgião do aparelho digestivo e representante da SBCBM, Luiz Moura, reforçou a importância da criação dos Centros de Tratamento da Obesidade como estratégia para organizar a assistência e reduzir o tempo de espera por atendimento no SUS.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ele, a ausência de integração entre os serviços acaba dificultando o acesso dos pacientes ao tratamento. “Muitos pacientes são tratados apenas como diabéticos ou hipertensos, quando, na verdade, a obesidade é a protagonista dessas doenças associadas”, destacou.</p>
<p style="text-align: justify;">O especialista também comentou da necessidade de ampliar o reconhecimento da obesidade como causa de morte e não apenas como condição associada em prontuários e atestados de óbito. “Precisamos incluir a obesidade nos atestados de óbito para demonstrar que ela não é apenas uma doença associada, mas muitas vezes a principal causa do agravamento clínico dos pacientes”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o ex-presidente da SBCBM, Fábio Viegas, enfatizou que a obesidade deve ser compreendida como uma doença hormonal e neuroendócrina, afastando a ideia de que a condição esteja relacionada apenas a hábitos alimentares inadequados ou falta de disciplina. “A obesidade é uma doença hormonal, provocada por alterações neuroendócrinas. Não é preguiça, não é falta de vontade e não pode ser tratada apenas como erro alimentar”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">As discussões realizadas durante o encontro reforçaram a necessidade de atualização das políticas públicas voltadas ao enfrentamento da obesidade no Brasil, com foco na ampliação do acesso ao cuidado, fortalecimento da atenção em rede e redução das desigualdades regionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Os participantes também destacaram a importância de reconhecer a obesidade como uma doença crônica complexa e multifatorial, que exige respostas estruturadas e sustentáveis do sistema público de saúde.</p>
<p>Jurandi Frutuoso destacou que o evento oportunizou conhecer as propostas de instituições e especialistas e que os técnicos do Conass irão debater as oportunidades apresentadas. “Agradeço aos convidados, especialmente porque não trouxeram apenas o problema, mas apontaram caminhos para avançarmos nas discussões e no planejamento sobre o tema”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="https://www.conass.org.br/dialogos-conass-debate-impacto-da-obesidade-e-desafios-para-o-sus/">Conass.</a></strong></p><p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/dialogos-conass-debate-impacto-da-obesidade-e-desafios-para-o-sus/">Diálogos Conass debate impacto da obesidade e desafios para o SUS</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Justiça autoriza importação de canetas paraguaias para que pacientes não suspendam tratamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Priscila Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 16:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sentença alega que país vizinho não integra tratado de patentes, o que permitiria fabricar versão do Mounjaro. A morte da mãe por complicações associadas à obesidade foi um dos fatores que levaram o engenheiro agrônomo Henrique Matos, 44, a buscar uma alternativa para tratar o excesso de peso. &#8220;Ela teve diabetes, perdeu parte da visão, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sentença alega que país vizinho não integra tratado de patentes, o que permitiria fabricar versão do Mounjaro.</p>
<p style="text-align: justify;">A morte da mãe por complicações associadas à obesidade foi um dos fatores que levaram o engenheiro agrônomo Henrique Matos, 44, a buscar uma alternativa para tratar o excesso de peso. &#8220;Ela teve diabetes, perdeu parte da visão, desenvolveu cirrose e acabou não resistindo a uma pneumonia. Eu vi de perto o que a obesidade pode causar.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Morador de Fortaleza, ele obteve na Justiça Federal uma liminar que autoriza a importação, para uso próprio, de medicamentos à base de tirzepatida (princípio ativo do Mounjaro) fabricados no Paraguai e proibidos pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).</p>
<p style="text-align: justify;">Decisões recentes da Justiça Federal têm aberto brechas para que brasileiros consigam esses produtos, apesar do veto imposto pela Anvisa. Sentenças e liminares concedidas em Alagoas, Rio Grande do Sul e Pernambuco reconheceram o direito de pacientes importarem as canetas para uso pessoal, desde que haja prescrição médica, quantidade compatível com o tratamento e ausência de finalidade comercial.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi esse o entendimento no caso de Matos, que convive há anos com problemas relacionados à obesidade. Em 2025, chegou aos 115 kg, com 1,70 m de altura. Vieram dores nas costas, bursite, ansiedade e depressão, agravadas pela morte da mãe, em 2022.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele iniciou tratamento no ano passado com Mounjaro, mas o abandonou após dois meses. O custo pesou. &#8220;Quando você chega às doses maiores, o gasto pode passar de R$ 3.000 por mês. Não teria como manter.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">A saída encontrada foram as versões paraguaias da tirzepatida, indicadas pelo médico que o acompanha. Primeiro, comprou informalmente no Brasil. Depois, decidiu tentar a importação legal. Com ajuda da esposa, advogada, preparou a ação judicial que lhe garantiu autorização temporária para trazer os medicamentos do Paraguai. &#8220;Meu médico e o juiz que concedeu a liminar salvaram a minha vida.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">A liminar foi concedida no fim de abril. Henrique atravessou a fronteira munido de receita médica, laudos e decisão judicial. Mesmo assim, enfrentou dificuldades na aduana brasileira. &#8220;Você consegue autorização judicial, mas ainda encontra interpretações diferentes da Receita. Existe insegurança até para quem está tentando fazer tudo legalmente&#8221;, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde o início do tratamento, Henrique afirma ter perdido 22 kg. Hoje pesa 89 kg. Diz também que houve melhora da ansiedade e das dores físicas. &#8220;Pela primeira vez em muito tempo, sinto que consegui retomar o controle da minha saúde.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">As decisões judiciais colocam em xeque normas da Anvisa que já proibiram sete versões de tirzepatidas paraguaias. A última delas vetou um produto que ainda estava em fase de lançamento. Com a medida, nenhum emagrecedor registrado pela Dinavisa, a agência reguladora paraguaia, pode entrar no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas ações, a Anvisa sustenta que a proibição busca proteger a população contra produtos sem registro sanitário e sem garantias de boas práticas de fabricação. A agência também afirma que importações irregulares dificultam o controle de qualidade e ampliam os riscos de falsificação e armazenamento inadequado.</p>
<p style="text-align: justify;">Na prática, porém, juízes federais têm entendido que a restrição extrapolou os limites legais ao atingir também pacientes que recorrem à medicação para uso próprio. Também sustentam que, nesses casos, o risco sanitário coletivo não se configura quando não há finalidade comercial.</p>
<p style="text-align: justify;">Em algumas ações há menção a uma nota técnica interna da Anvisa —posteriormente revogada— que reconhecia a necessidade de revisar normas restritivas para evitar que ações de fiscalização contra o comércio irregular atingissem o &#8220;direito regular do cidadão de importar medicamentos para uso pessoal&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Em uma das decisões mais recentes, da 6ª Vara Federal de Alagoas, o juiz federal Aloysio Cavalcanti Lima autorizou uma paciente oncológica a importar o equivalente a três meses de tratamento com Tirzec adquirido no Paraguai. A autora alegou risco de agravamento clínico caso interrompesse o uso da medicação.</p>
<p style="text-align: justify;">O juiz também determinou que Anvisa e Receita Federal se abstivessem de apreender o medicamento apenas pela ausência de registro nacional, desde que fossem apresentados receita médica e documentos de importação. &#8220;A interrupção abrupta do tratamento gera risco real de retrocesso clínico&#8221;, afirmou o magistrado ao justificar a concessão da tutela de urgência.</p>
<p style="text-align: justify;">Entendimento semelhante foi adotado pela Justiça Federal em Erechim (RS). Em decisão liminar, a juíza responsável pelo caso autorizou uma paciente com obesidade crônica a ingressar no Brasil com tirzepatida comprada no Paraguai para até seis meses de tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;">A autora relatou que passou a recorrer ao medicamento paraguaio após enfrentar dificuldades financeiras para manter o tratamento contínuo. Segundo a ação, o custo da terapia no mercado brasileiro ultrapassaria R$ 46 mil em dois anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto citado nas ações é a diferença regulatória entre Brasil e Paraguai. Em uma das sentenças, a Justiça menciona que o país vizinho não integra o Tratado de Cooperação em Matéria de Patentes (PCT), o que permite a fabricação local da substância sem as mesmas restrições patentárias vigentes no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um caso julgado em Alagoas, a Justiça levou em conta que a paciente já havia conseguido importar anteriormente o medicamento de forma regular, sem impedimentos da Receita ou da Anvisa. Para o juiz, isso reforça a ausência de intenção comercial e cria expectativa legítima de continuidade do tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Questionada pela Folha sobre as liminares que têm permitido a importação das canetas paraguaias, a Anvisa afirmou que essas ações tramitam na Procuradoria-Geral Federal e que não teria acesso a elas em tempo hábil, nem mesmo um prazo estimado para responder aos questionamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em nota, a Eli Lilly, fabricante do Mounjaro, disse que produtos que alegam conter tirzepatida e que não são fabricados pela Lilly não são Mounjaro, nem equivalentes a ele.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Esses produtos não foram avaliados nem aprovados pela Anvisa, tampouco passaram pelos estudos clínicos e pelos rigorosos controles exigidos pela legislação brasileira para a comprovação de eficácia e segurança. Sua comercialização no Brasil é ilegal, e seu uso pode representar um sério risco à saúde pública.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Em outra esfera, a Justiça Federal reconheceu o direito de importação de tirzepatida para familiares. Em Pernambuco, a 12ª Vara Federal determinou a liberação de 12 canetas de Mounjaro retidas no Aeroporto do Recife. Os medicamentos haviam sido comprados no Reino Unido por uma mulher que trouxe metade das unidades para a mãe, também usuária da medicação.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2026/05/justica-autoriza-importacao-de-canetas-paraguaias-para-que-pacientes-nao-suspendam-tratamento.shtml">Folha de São Paulo.</a></strong></p><p>The post <a href="https://artritereumatoide.blog.br/justica-autoriza-importacao-de-canetas-paraguaias-para-que-pacientes-nao-suspendam-tratamento/">Justiça autoriza importação de canetas paraguaias para que pacientes não suspendam tratamento</a> first appeared on <a href="https://artritereumatoide.blog.br">Artrite Reumatóide</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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