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	<title>Olho-de-Corvo »</title>
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	<description>filosofia, poéticas e políticas da existência</description>
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	<title>Olho-de-Corvo »</title>
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		<title>Potências do Tempo, por Lapoujade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Carlos Garrocho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2024 20:46:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Mais profundamente existe, existe uma emoção que está ligada à passagem do tempo propriamente dita, ao fato de sentirmos o tempo fluindo em nós e &#8216;vibrando interiormente&#8217;. David Lapoujade escreve sobre as Potências do Tempo, um livro sobre Bergson. Na abertura, Tempo e Afeto começa colocando a questão da duração. E para tanto, aborda o [&#8230;]]]></description>
		
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		<title>Indícios Flutuantes: Marina Tsvetáieva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Carlos Garrocho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Feb 2024 14:45:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Tsvietáieva]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia russa]]></category>
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					<description><![CDATA[“Para meus versos, escritos num repente,Quando eu nem sabia que era poeta,Jorrando como pingos de nascente, Como cintilas de um foguete,Irrompendo como pequenos diabos,No santuário, onde há sono e incenso,Para meus versos de mocidade e morte,- Versos que ler ninguém pensa! –Jogados em sebos poeirentos(Onde ninguém os pega ou pegará)Para meus versos, como os vinhos [&#8230;]]]></description>
		
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		<title>Do tempo dos corpos e do espaço mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Carlos Garrocho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2022 12:59:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Performatividade]]></category>
		<category><![CDATA[corpo poético]]></category>
		<category><![CDATA[Joseph Beuys]]></category>
		<category><![CDATA[perfomatividade]]></category>
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					<description><![CDATA[O tempo dos corpos nos escapa quase sempre. São raras as vezes em que nos permitimos ou sustentamos, um pouco mais, mais um pouco, viver o tempo como duração, num fluxo contínuo em variações de si. A imagem de Joseph Beuys, performando o que chamou de Ação no Pântano, me faz pensar essa travessia de [&#8230;]]]></description>
		
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		<title>Porosidades de uma poética do urbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Carlos Garrocho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2020 15:43:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Iluminações avulsas]]></category>
		<category><![CDATA[Urbano]]></category>
		<category><![CDATA[Ações efêmeras]]></category>
		<category><![CDATA[Intervenção urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Poro]]></category>
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					<description><![CDATA[O novo site do Poro &#8211; intervenções e ações efêmeras &#8211; está um primor. Não só devido à elegância do visual, mas também às funcionalidades &#8211; nele você encontra tudo sobre os traçados e repertórios da dupla de artistas que o formam. Além de referências que desdobram e conectam esse plano de porosidades poéticas que [&#8230;]]]></description>
		
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		<title>56 anos do golpe militar de 1964</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Carlos Garrocho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2020 16:02:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ativismo e Análise Política]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe militar de 64]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Bolsonaro]]></category>
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					<description><![CDATA[A entrevista coletiva do Ministro da Saúde, em meio ao avanço da pandemia do Corona Vírus no Brasil, no dia que antecede os 56 anos do golpe militar de 1964 foi sintomática. Cercado por ministros, coordenado agora por um militar, o ministro da saúde não teve liberdade para conduzir a reunião com a imprensa e [&#8230;]]]></description>
		
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		<title>A sede das areias quentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Carlos Garrocho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Feb 2020 15:05:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Iluminações avulsas]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
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					<description><![CDATA[Os braços são esponjas. O coração. A veia torta. A nau enfim descoberta, Nos olhos se faz sinistra presença. Que tempo e nó serão esses? A porta estava aberta e o sofrimento entrou. Injeção letal Pendurando na parede seu vestido Líquido vítreo. Quem escreve a sentença? Eu? Você? As sombras ou as sobras? As cotidianas [&#8230;]]]></description>
		
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		<title>O sorriso iluminado de um condutor de ônibus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Carlos Garrocho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Dec 2019 23:20:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crônica]]></category>
		<category><![CDATA[Iluminações avulsas]]></category>
		<category><![CDATA[Urbano]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Horizonte - MG]]></category>
		<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando piso no primeiro degrau do ônibus, deparo-me com a frase “seja bem-vindo”. Curti aquilo e cumprimentei o motorista: &#8211; Bom dia! E ele me devolve outro “bom dia” com um sorriso impressionante, muito raro de se ver nas paisagens que habitamos, nas quais o mau-humor, quando não a ironia corrosiva, tem sido um afeto [&#8230;]]]></description>
		
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		<title>É só mais um dia que vai</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Carlos Garrocho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Nov 2019 00:51:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Iluminações avulsas]]></category>
		<category><![CDATA[Urbano]]></category>
		<category><![CDATA[poéticas do urbano]]></category>
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					<description><![CDATA[A parte da frente do ônibus, anterior à roleta e onde fica o motorista, começa a encher sem parar. Ali se juntam algumas pessoas idosas que não têm o cartão de passe livre e devem descer pela porta da frente, e mais alguns e algumas jovens que provavelmente não pretendem pagar passagem. Tarde de um [&#8230;]]]></description>
		
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		<title>55 anos do golpe militar de 1964: tragédia e farsa</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Mar 2019 15:50:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ativismo e Análise Política]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[1964]]></category>
		<category><![CDATA[Ditadura Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Revisionismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Do terror e do medo em 1964 à comemoração, em 2019, do regime que perseguiu, torturou e matou Passei parte da minha infância, adolescência e juventude sob a sombra temida do regime de ditatura militar, deflagrada nos seus termos em 1 de Abril de 1964, mas registrada como ocorrendo em 31 de Março (para não [&#8230;]]]></description>
		
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		<title>A última vez</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jan 2019 10:48:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
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					<description><![CDATA[Refugiado no instante dou de cara com um antigo sonho&#160; rasurado, colado no ponto de ônibus. Inventaram meus olhos, (mais uma vez) a palavra Saudade. Esquecida de si, que alguém achou de encontrar mas não conseguiu ler. Pois de um papel gasto e um pouco rasgado, sobrevive enquanto se apaga seu testemunho inacabado. Com o [&#8230;]]]></description>
		
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