<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' gd:etag='W/&quot;DEQCRHw9eip7ImA9WxRTGUw.&quot;'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4540671335331880346</id><updated>2008-09-09T00:26:05.262+01:00</updated><title>Conversas com lobos</title><subtitle type='html'>No silêncio do meu olhar encontrarás respostas às perguntas que sempre soube calar...</subtitle><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zekeskreve-zeterezo.blogspot.com/'/><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://zekeskreve-zeterezo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4540671335331880346/posts/default?redirect=false&amp;v=2'/><author><name>Zeke Skreve</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15908015490163869133</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>7</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry gd:etag='W/&quot;DEQCRHw8cCp7ImA9WxRTGUw.&quot;'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4540671335331880346.post-2611765629922913147</id><published>2008-09-09T00:08:00.004+01:00</published><updated>2008-09-09T00:26:05.278+01:00</updated><app:edited xmlns:app='http://www.w3.org/2007/app'>2008-09-09T00:26:05.278+01:00</app:edited><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poética'/><title>Poema rasurado...</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt; &lt;span style="color:#339999;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;©de Zeke Skreve&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:78%;color:#339999;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_g5yZbg5Gakg/SMWzDAzwXaI/AAAAAAAAACY/lQRR_fM9pyQ/s1600-h/borracha.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5243794205480869282" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_g5yZbg5Gakg/SMWzDAzwXaI/AAAAAAAAACY/lQRR_fM9pyQ/s320/borracha.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;�?�&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt; como se uma borracha pudesse travar um poema!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a nossa loucura&lt;br /&gt;travasse a razão&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;                        seríamos poema&lt;br /&gt;                                               louco, certamente&lt;br /&gt;                                               livre, seguramente&lt;br /&gt;sempre, eternamente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                       nem somos razão&lt;br /&gt;                       nem loucura&lt;br /&gt;                                         somos�?� rasura&lt;br /&gt;                                         apenas rasura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rasura de um poema que eu queria&lt;br /&gt;e que tu és�?�&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;color:#339999;"&gt;&lt;em&gt;imagem de: purl.pt&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zekeskreve-zeterezo.blogspot.com/2008/09/poema-rasurado.html' title='Poema rasurado...'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4540671335331880346&amp;postID=2611765629922913147' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zekeskreve-zeterezo.blogspot.com/feeds/2611765629922913147/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4540671335331880346/posts/default/2611765629922913147?v=2'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4540671335331880346/posts/default/2611765629922913147?v=2'/><author><name>Zeke Skreve</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15908015490163869133</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry gd:etag='W/&quot;DkYDQXc5eip7ImA9WxRTGEo.&quot;'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4540671335331880346.post-3879982466569998560</id><published>2008-09-08T12:04:00.004+01:00</published><updated>2008-09-08T12:42:50.922+01:00</updated><app:edited xmlns:app='http://www.w3.org/2007/app'>2008-09-08T12:42:50.922+01:00</app:edited><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crónicas'/><title>Por um naco de céu...</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#339999;"&gt;&lt;em&gt;©de Zeke Skreve&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_g5yZbg5Gakg/SMUJSM6t1aI/AAAAAAAAACQ/BMdK_EsCGDU/s1600-h/c%C3%A3o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5243607549452604834" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_g5yZbg5Gakg/SMUJSM6t1aI/AAAAAAAAACQ/BMdK_EsCGDU/s320/c%C3%A3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:78%;color:#339999;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A manhã nasceu de soslaio... cheia de dúvidas.&lt;br /&gt;Borrada, de má vontade, a cinzentos e a prometer chuva.&lt;br /&gt;Como se o acto de nascer fosse já uma contrariedade�?�&lt;br /&gt;As ruas, ainda desertas àquela hora da manhã, deixavam perceber o sábado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu, que gosto destes sábados de preguiça... percorri, milimétrica e friamente, o pouco tempo e o pouco espaço que me separava de mais um dia de piquete...&lt;br /&gt;Com o passo estudado e lento�?� como se pudesse adiar as oito e meia.&lt;br /&gt;Uma ventania, ainda frescota e atrevida, lambia as ruas - para gáudio do arvoredo, papéis velhos e restos de jornais que, inebriados pela irreverência própria do que é esquecido, ensaiavam estranhos bailados na calçada e, às vezes, até no ar.&lt;br /&gt;Incomodado mas aconchegado no blusão, agradecia �?? sem grande convicção �?? aquele ventinho bom que me agredia a cara e me purgava do hepático-esquecimento de mais uma noite de sexta feira...&lt;br /&gt;Malditas sextas�?� maldito fígado.&lt;br /&gt;A cerveja anda estragada... (reconciliava-me eu - diga-se, sem grande sucesso, perante os ouvidos surdos da vesícula e da figadeira).&lt;br /&gt;Nem sempre será assim, concluí... agora já mais convicto e depositando todas as minhas expectativas na regeneração da cerveja.&lt;br /&gt;Sim�?� porque o fígado recusava-se a colaborar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhei para o outro lado da rua e com o passo mais determinado preparava-me para atravessar para o outro lado da alameda: não seguindo pela calçada, preferindo vandalizar um recorte de relva, também ela vítima de todos quantos acreditam que a recta é o caminho mais curto entre dois pontos...&lt;br /&gt;Por momentos, parecendo temer alguma ausência, relembrei o que precisava de fazer nos cinco minutos que me separavam do serviço: atravessar a rua, entrar na pastelaria, dar os bons dias ao António �?? sempre em mangas de camisa, e o frio que se fosse embora, (que um homem da serra é mesmo assim!.. bolas.) �?? engolir a bica e demorar-me nalgum bolo, pagar, dar os bons dias, um �??até já�?? e, já em desespero e esforço, guardar o último minuto para a compra do Expresso e - ala que se faz tarde! - serviço com ele...&lt;br /&gt;Preparava-me para abandonar a minha margem e fazer-me à relva quando, lá do fundo da rua, ganhou forma, muito depressa, um borrão encarnado: um �??chasso�?? que, pelo barulho que fazia e pelos �??arrotos�?? que lhe saíam do escape, poucas mais vezes me toldaria o passo e a vontade.&lt;br /&gt;O bolo, a bica e o Expresso bem podiam esperar e dar passagem àquela �??lata�?? vaidosa que tão estrondosamente agonizava e anunciava a sua existência...&lt;br /&gt;O mesmo não pensou o companheiro que, solenemente e sem alarido, se abeirou da berma do passeio...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Por mais anos que viva, não mais vou esquecê-lo�?�)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era castanho: de um castanho revolto e sujo, com �??madeixas e nuances�?? de tom mais claro e a deixar perceber os gastos do tempo e da intempérie. Aqui e ali, naquele corpo magro e hisurto, percebiam-se, cicatrizadas, estórias de lutas territoriais e de outras teimosias - ou nem isso - muitas �??brancas�?? no fato coçado, como se dormisse mal e sempre para o mesmo lado. A cauda e as orelhas, já sem o vigor de outros tempos, caíam-lhe pelo corpo como se há muito quisessem sair dali e aguardassem um outono. Os olhos... nos olhos envergonhados, escuros e longínquos não havia nada: só ausências. E a suportar todo aquele peso, toda aquela história de vida, quedavam-se quatro �??estacas�?? trémulas, gastas e impelidas por um alento que não podia ser físico...&lt;br /&gt;não podia...&lt;br /&gt;Trocámos um fortuito olhar... (percebeu-se observado) alternado.&lt;br /&gt;Um olhar cúmplice... mas sem cedências.&lt;br /&gt;Como se há muito fossemos parceiros de margem�?� sem vistos nem credenciais.&lt;br /&gt;Como se houvesse uma inevitabilidade metafísica na nossa rota�?�&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Intimidado pelo ronco do chasso, permaneci quieto e perfilado como se de uma parada militar se tratasse mas o meu companheiro�?� alheado de cerimónias ou protocolos e ávido de um tempo que não queria conceder, fez-se à estrada de olhos fixos no longe e na margem verde e fofa que lhe dourava o outro lado...&lt;br /&gt;Crente na fatalidade das coisas e na irreversabilidade trágica dos destinos, tentei, em vão, chamá-lo de volta...&lt;br /&gt;Como é que se chama alguém de quem não se sabe o nome?&lt;br /&gt;Ocorreu-me um �??Bobi�??, um �??Farrusco�?? mas temi ofendê-lo... em ambos.&lt;br /&gt;Como é que se trava o tempo? �?� e as coisas?&lt;br /&gt;Poque somos sempre tão frágeis, tão impotentes, tão espectadores atentos, vigilantes�?� mas egoisticamente inúteis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lata encarnada, ainda que gaguejante, avançou implacável e barulhenta sobre aquele lazarento borrão castanho�?�&lt;br /&gt;Num último momento, o meu companheiro de margem levantou a cabeça, olhou o �??chasso�?? que se aprontava para lhe alisar o pêlo hisurto e tempestuoso, e com a dignidade de uma vida, simulou um balanço e flanqueou a roda com a serenidade dos que, com a fatalidade espelhada nos olhos (há muito, secos), vão flanqueando o destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ei-lo do lado de lá�?� de costas para mim, para a minha margem, para o destino�?� para o tempo e, sobretudo, para a lata.&lt;br /&gt;O �??chasso�?? passou: imponentemente velho, porco, barulhento e insensível.&lt;br /&gt;Do outro lado, o meu companheiro parou por momentos para alongar o olhar para o �??chasso�?? e, sem comentários, sem um gesto, sem um olhar para o céu, fez-se à relva e deixou que o corpo tombasse no fofo verde e húmido.&lt;br /&gt;Passei por ele... e a mesma cumplicidade na troca tímida de olhares.&lt;br /&gt;Deitara-se e, durante alguns momentos, ofegante, deixou que a língua embandeirasse a boca e colorisse a relva, como se fosse uma imensa colcha a emoldurar a janela de uma qualquer aldeia em dia de festa.&lt;br /&gt;Atravessei a alameda, pelo caminho mais curto, e por um ou dois momentos, voltei-me para trás: para o olhar, para o perceber, para o sentir, para me identificar�?�&lt;br /&gt;Lá estava ele: deitado, ainda ofegante mas deleitado com qualquer coisa que descobrira na relva e que provavelmente lhe devolvera a�?� alegria, o tempo, o�?� não sei dizer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrei no café, traguei a bica, demorei-me no bolo �?? quente, como só o António sabia fazer �?? e com um até �??até já�?? fiz-me ao quiosque.&lt;br /&gt;Comprei o �??Expresso�?? e, fazendo o caminho inverso, demorei-me nas �??gordas�??...&lt;br /&gt;Afinal, tinha o tempo todo para ler o resto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meu parceiro de margem lá estava... ocupado.&lt;br /&gt;Cruzei-me com ele e, finalmente, percebi aquela azáfama: um naco de pão com memórias de manteiga ou qualquer coisa do género... tão pouco, afinal...&lt;br /&gt;Arranjei coragem para parar... descarado.&lt;br /&gt;Olhou-me�?� e agora olhei-o também, sem alternâncias.&lt;br /&gt;Nos olhos�?� na húmida lonjura de ambos.&lt;br /&gt;Na furtiva e salgada aceitação das diferenças e das solidariedades.&lt;br /&gt;Por momentos senti vergonha do aconchego da bica, do bolo, do blusão, das cautelas, da minha condição... de tudo!&lt;br /&gt;Pedem-se, ou aceitam-se, desculpa por isto ou por aquilo�?�&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, por tudo?!�?�&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certamente incomodado com os meus incómodos, levantou-se, sacudiu o mesmo pêlo, as mesmas misérias, a mesma magra figura e, com a dignidade com que flanqueou a roda do carro, me flanqueou a mim...&lt;br /&gt;E foi-se... alameda acima.&lt;br /&gt;Sem mais concessões de tempo�?�&lt;br /&gt;Para que o tempo não me incomodasse.&lt;br /&gt;Concedeu-me um último olhar, já lá mais à frente:&lt;br /&gt;parou e, com aquele mesmo olhar longínquo e cúmplice, lambeu-me a figura, de alto a baixo, e foi-se à vida... à luta... com o mesmo fato castanho (revolto, coçado e hisurto), com a mesma trágica dignidade: parecendo carregar, num alento que não podia ser físico, um estranho fardo... no flanquear das rodas, dos chassos, dos destinos, das vivências, das... solidariedades contidas.&lt;br /&gt;Cheguei tarde ao piquete... são oito e quarenta!&lt;br /&gt;Nunca mais nos cruzámos.&lt;br /&gt;Fiquei sem saber o seu nome... ficou-me um naco de céu.&lt;br /&gt;Mas, nestas coisas, que importa o nome.&lt;br /&gt;Ficam as margens, as memórias, o sal das ausências e uma tremenda vontade de num dia, numa manhã que acorde de carranca, borrada a tons de cinzento, nesta cidade (ou noutra) eu me volte a encontrar...&lt;br /&gt;Mesmo que não me possas ajudar�?�&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o piquete que se �?� adie.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;color:#339999;"&gt;&lt;em&gt;imagem de: www.veludonet.net&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_g5yZbg5Gakg/SMUJSM6t1aI/AAAAAAAAACQ/BMdK_EsCGDU/s1600-h/c%C3%A3o.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zekeskreve-zeterezo.blogspot.com/2008/09/por-um-naco-de-cu.html' title='Por um naco de céu...'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4540671335331880346&amp;postID=3879982466569998560' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zekeskreve-zeterezo.blogspot.com/feeds/3879982466569998560/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4540671335331880346/posts/default/3879982466569998560?v=2'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4540671335331880346/posts/default/3879982466569998560?v=2'/><author><name>Zeke Skreve</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15908015490163869133</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry gd:etag='W/&quot;DkUERnk9fSp7ImA9WxRTGEo.&quot;'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4540671335331880346.post-5663236983519028314</id><published>2008-09-07T17:10:00.007+01:00</published><updated>2008-09-08T12:43:27.765+01:00</updated><app:edited xmlns:app='http://www.w3.org/2007/app'>2008-09-08T12:43:27.765+01:00</app:edited><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Monólogos'/><title>Recomeçar... Como no princípio.</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#339999;"&gt;&lt;em&gt;©de Zeke Skreve&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:78%;color:#339999;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_g5yZbg5Gakg/SMP9tubFiDI/AAAAAAAAACI/9mr_zlA6WdY/s1600-h/Caminhos+-+I.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5243313353186969650" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_g5yZbg5Gakg/SMP9tubFiDI/AAAAAAAAACI/9mr_zlA6WdY/s320/Caminhos+-+I.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Quase está tudo feito... &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Quase. Agora poderá ser tarde para mudar o que quer que seja. Resta voltar ao início e vasculhar no que foi feito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Bem ou mal, está feito. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Esteve feito. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;No início e no fim...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;E disso, não me arrependo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Fazer bem ou mal não é apenas isso: é o resultado dos momentos e daquilo que se vive em determinado momento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Se não, se assim não fosse: nem o bem nem o mal que fazemos teriam sentido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Há só que ir em frente e evitar os momentos maus. Aqueles que, no passado, nos levaram a estar menos bem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;�? só voltar ao início das coisas, escolher os caminhos que nos levem ao fim e este que complete o que falta: sossegar-nos os sonos e os fantasmas.&lt;br /&gt;Como no princípio...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#339999;"&gt;&lt;em&gt;imagem de: &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.acaoja.wordpress.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#339999;"&gt;&lt;em&gt;www.acaoja.wordpress.com&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zekeskreve-zeterezo.blogspot.com/2008/09/de-zeke-skrev-quase-est-tudo-feito.html' title='Recomeçar... Como no princípio.'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4540671335331880346&amp;postID=5663236983519028314' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zekeskreve-zeterezo.blogspot.com/feeds/5663236983519028314/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4540671335331880346/posts/default/5663236983519028314?v=2'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4540671335331880346/posts/default/5663236983519028314?v=2'/><author><name>Zeke Skreve</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15908015490163869133</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry gd:etag='W/&quot;DkUHSXkzcCp7ImA9WxRTGEo.&quot;'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4540671335331880346.post-8003841494547719003</id><published>2008-09-07T02:10:00.012+01:00</published><updated>2008-09-08T12:43:58.788+01:00</updated><app:edited xmlns:app='http://www.w3.org/2007/app'>2008-09-08T12:43:58.788+01:00</app:edited><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crime'/><title>Haja seriedade... Há quem leve as coisas à letra...</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#336666;"&gt;&lt;em&gt;©de Zeke Skreve&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_g5yZbg5Gakg/SMMrLHDuqZI/AAAAAAAAACA/GRMB2e4KqCY/s1600-h/banco.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5243081861062633874" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_g5yZbg5Gakg/SMMrLHDuqZI/AAAAAAAAACA/GRMB2e4KqCY/s320/banco.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Pois é!...&lt;br /&gt;A banca está em crise...&lt;br /&gt;Pois... Pois... Pois...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_g5yZbg5Gakg/SMMrLHDuqZI/AAAAAAAAACA/GRMB2e4KqCY/s1600-h/banco.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Pura ingratidão desta gente que, de cara destapada ou coberta, sem grandes burocracias e salamaleques, vai entrando pelas agências bancárias e, de arma na mão, lança ali uma OPA. Sem espiga... Sem espinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só por pura ingratidão se faz isto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não querem saber das facilidades, dos prazos alargados até à quinta geração, dos spreads tentadores, dos seguros de saúde e de tantos outros "produtos de cosmética" que, graciosamente, os bancos oferecem até "entalarem" o incauto.&lt;br /&gt;Sim, até o entalarem... porque depois, começam as más caras, o sobrolho franzido, os abanares de cabeça e todos aqueles mimos que a grande maioria dos portugueses vai experimentando na pele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca tanto, como hoje, e sobretudo à velocidade de hoje, nos confrontámos com este cenário "de favela". E este país começa a parecer uma enorme e triste favela�?�&lt;br /&gt;Caminhamos para aí... Seguramente.&lt;br /&gt;Os portugueses há muito sofrem na pele os superiores interesses das economias, das negociatas e dos interesses ditos "de mercado".&lt;br /&gt;Os portugueses �?? uma esmagadora maioria - há muito que deixaram de ter acesso ao crédito porque também já não conseguem acompanhar "tanto crescimento económico" e pagar, com dignidade, o contraído... &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nem sequer são alvos apetecíveis para a criminalidade que desponta. Esta chega tarde porque já quase todos, de uma forma ou outra, foram espoliados, explorados, enganados e roubados. Não são já roubáveis. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Restam os bancos e uma minoria de bons e velhos clientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto mais as diferenças se agudizarem, maior será a hemorragia...&lt;br /&gt;Quando as margens apertam... o rio tem de saltar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta vaga de assaltos é preocupante, sem dúvida. �? condenável.&lt;br /&gt;Mas preocupante e condenável também é o que a motiva e potencia... E isso parece não preocupar quem tinha obrigação de o fazer.&lt;br /&gt;Armar, por empreitada, as polícias, polvilhar o país de �??sorria, está a ser filmado�??, resguardar os �??poderes�??, os �??interesses�??, uma minoria de �??favorecidos�?? com �??legislação adequada�?? e carradas de guarda-costas, não me parece, que alguma vez, possam impedir o que quer que seja. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muito menos o crescimento da favela�?�&lt;br /&gt;E isso é o que os assusta�?� Mas a vergonha tarda a chegar! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tenho pena dos inocentes e das vítimas porque terão de, mais uma vez, pagar a factura das más políticas dos políticos de pacotilha e sofrer na pele o desvario de todos os que vêm na ponta de uma caçadeira de canos serrados a solução dos seus problemas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas o pior - e isso é que me dói - é que inocentes nem todos o serão, mas vítimas seremos, certamente, todos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todos, sem excepção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No país das "Novas Oportunidades" - e também de oportunistas de longa data - vai havendo quem, da pior forma e de arma na mão, leve a coisa à letra. Lamentavelmente. Inaceitável, simplesmente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#336666;"&gt;imagem de: badaueonline.bra&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_g5yZbg5Gakg/SMMrLHDuqZI/AAAAAAAAACA/GRMB2e4KqCY/s1600-h/banco.jpg"&gt;&lt;/a&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zekeskreve-zeterezo.blogspot.com/2008/09/haja-seriedade-h-quem-leve-as-coisas.html' title='Haja seriedade... Há quem leve as coisas à letra...'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4540671335331880346&amp;postID=8003841494547719003' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zekeskreve-zeterezo.blogspot.com/feeds/8003841494547719003/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4540671335331880346/posts/default/8003841494547719003?v=2'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4540671335331880346/posts/default/8003841494547719003?v=2'/><author><name>Zeke Skreve</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15908015490163869133</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry gd:etag='W/&quot;CEcMQXcyeyp7ImA9WxRTF0g.&quot;'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4540671335331880346.post-1994624769638776679</id><published>2008-09-06T14:41:00.004+01:00</published><updated>2008-09-07T02:48:00.993+01:00</updated><app:edited xmlns:app='http://www.w3.org/2007/app'>2008-09-07T02:48:00.993+01:00</app:edited><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ambiente'/><title>O triunfo dos porcos...</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#336666;"&gt;©de Zeke Skrev&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_g5yZbg5Gakg/SMKJD3u825I/AAAAAAAAAB4/gUoDSBsb7yo/s1600-h/Porcos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5242903615806167954" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_g5yZbg5Gakg/SMKJD3u825I/AAAAAAAAAB4/gUoDSBsb7yo/s320/Porcos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A Comissão de Defesa e Ambiente da Ribeira dos Milagres (Leiria) vem hoje denunciar, mais uma vez, nova descarga poluente - de dimensão considerável - das suiniculturas que pululam na região. A descarga terá ocorrido na noite de sexta feira, coincidindo - como vai sendo hábito - com uma noite chuvosa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por esta altura, as águas da Praia de Vieira - e estamos ainda na época balnear - devem estar apetecíveis e a convidar a uns bons mergulhos com sabor a leitão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A chuva continua a servir para lavar as consciências e tudo quanto vai poluindo este país onde é urgente a colocação de uma placa "Reservado o direito de admissão e permanência". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;�? que isto está mesmo muito mal frequentado...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Alertada a GNR, nada terá sido feito no imediato. Só 09H15 de sábado aquela Orgão de Polícia Criminal teria disponibilidade para acorrer a eventos tão boémios, noctívagos e madrugadores.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Desta feita, e tanto quanto era perceptível, os suíno-magnatas terão acompanhado a descarga com detergente. Uma questão de higiene...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;�? neste país, sem rei nem roque, que vamos vivendo.&lt;br /&gt;Isto acontece há anos.&lt;br /&gt;Ninguém quer saber...&lt;br /&gt;Ninguém é responsável nem responsabilizado...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Até os porcos vão sendo poderosos e intocáveis.&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#336666;"&gt;imagem de:www.agroportal.pt&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zekeskreve-zeterezo.blogspot.com/2008/09/o-triunfo-dos-porcos.html' title='O triunfo dos porcos...'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4540671335331880346&amp;postID=1994624769638776679' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zekeskreve-zeterezo.blogspot.com/feeds/1994624769638776679/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4540671335331880346/posts/default/1994624769638776679?v=2'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4540671335331880346/posts/default/1994624769638776679?v=2'/><author><name>Zeke Skreve</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15908015490163869133</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry gd:etag='W/&quot;DkUMRHo-fCp7ImA9WxRTGEo.&quot;'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4540671335331880346.post-3339464657074642070</id><published>2008-09-06T01:05:00.015+01:00</published><updated>2008-09-08T12:44:45.454+01:00</updated><app:edited xmlns:app='http://www.w3.org/2007/app'>2008-09-08T12:44:45.454+01:00</app:edited><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estilos de vida'/><title>�?s armas! Tudo ao molho e fé em Deus...</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;color:#336666;"&gt;&lt;em&gt;©de Zeke Skreve&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_g5yZbg5Gakg/SMHJ0Ig0HCI/AAAAAAAAABY/dgBejvRYpO0/s1600-h/I+Kill+you.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5242693338711464994" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_g5yZbg5Gakg/SMHJ0Ig0HCI/AAAAAAAAABY/dgBejvRYpO0/s200/I+Kill+you.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Decididamente, dando crédito aos números divulgados e adivinhando os números que ninguém controla, Portugal está armado até aos dentes...&lt;br /&gt;Curioso... &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Estranho, num povo reconhecidamente pacífico e amante da paz e do sossego. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Só que as armas, e o modo como o português lida com elas, são sempre perigosas, no mínimo, para dois: o utente e o alvo.&lt;br /&gt;As armas que fazem a delícia do português são, preferencialmente: as de fogo, o carro e o voto.&lt;br /&gt;Nenhuma das entidades que regulam a detenção e uso destas ( PSP, DGV e CNE) atina com o o número de utentes e com um melhor desempenho destes.&lt;br /&gt;Somos assim: calmos e ordeiros, mas armados até aos dentes.&lt;br /&gt;Penso que apenas gostamos de andar armados... Com alguma coisa. Nalguma coisa, às vezes.&lt;br /&gt;E que figurinhas alguns vão fazendo quando se armam... Ou os armam.&lt;br /&gt;E o problema reside aí: é que continuamos a não atinar com a melhor forma de usar as armas de que, legalmente, dispomos.&lt;br /&gt;Também por isso, continuo a preferir as armas brancas: ajudam-me a cortar o bife... &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Não as uso para limpar as unhas porque os dentes antecipam-se.&lt;br /&gt;Mas nos restaurantes há cada espadachim!... Há cada mosqueteiro!&lt;br /&gt;�? preciso é calma... Mesmo armado. Sobretudo, se em parvo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#336666;"&gt;imagem de: &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.community.eu.playstation.com/"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#336666;"&gt;www.community.eu.playstation.com&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zekeskreve-zeterezo.blogspot.com/2008/09/s-armas-tudo-ao-molho-e-f-em-deus.html' title='�?s armas! Tudo ao molho e fé em Deus...'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4540671335331880346&amp;postID=3339464657074642070' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zekeskreve-zeterezo.blogspot.com/feeds/3339464657074642070/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4540671335331880346/posts/default/3339464657074642070?v=2'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4540671335331880346/posts/default/3339464657074642070?v=2'/><author><name>Zeke Skreve</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15908015490163869133</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry gd:etag='W/&quot;DkQESXs7eip7ImA9WxRTGEo.&quot;'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4540671335331880346.post-4474176397268646190</id><published>2008-09-05T19:26:00.010+01:00</published><updated>2008-09-08T12:45:08.502+01:00</updated><app:edited xmlns:app='http://www.w3.org/2007/app'>2008-09-08T12:45:08.502+01:00</app:edited><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Monólogos'/><title>Uma vez guardador de lobos... Guardador de lobos, sempre!</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#336666;"&gt;&lt;em&gt;©de Zeke Skreve&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_g5yZbg5Gakg/SMF7ZKNsrEI/AAAAAAAAABQ/ckHPFBpcagM/s1600-h/Guardi%C3%A3o+Lobos+-+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5242607113404722242" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_g5yZbg5Gakg/SMF7ZKNsrEI/AAAAAAAAABQ/ckHPFBpcagM/s200/Guardi%C3%A3o+Lobos+-+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Eu sabia que um dia teria de voltar. Tinha de voltar.&lt;br /&gt;Nómada entre isto e aquilo, vagabundo de caminhos e trilhos, um dia pensamos ter já feito tudo e que nada mais há a acrescentar. Tudo está consumado. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um amanhecer qualquer deixa-nos irremediavelmente varridos por uma tempestade de mudança que afinal nos vem lembrar que não somos donos do tempo e das coisas: o que parecia acabado, explicado, entendido e dominado, deixa de estar.&lt;br /&gt;Mas pior ainda: quando pensamos que tudo voltará depressa a ser como dantes porque já sabemos escolher os caminhos, deparamo-nos perdidos a olhar um mapa desactualizado e onde tudo está onde antes não estava.&lt;br /&gt;Só então caímos na nossa pequenez, impotência e ignorância perante as voltas do destino. E resta apenas uma saída: começar de novo. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um estranho sentimento de que tudo haveria de se passar assim, assaltava-me o sono e enchia-me os sonhos de suores gélidos. Não fui, pois, apanhado desprevenido. Eu sabia que um dia teria de voltar a refazer-me nos caminhos e trilhos, a levantar a poeira das memórias e, num solitário e salgado regresso ao início da despedida, aprender a viver de novo. Não só por mim. Não só para mim... Mas para te proteger e proteger-te. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E voltar a guardar-te dos lobos. Em silêncio... Nem todas as conversas e palavras conseguirão explicar o vazio que separa o silêncio do meu olhar da alcateia que te vigia e de que me arredei há muito.&lt;br /&gt;Para te proteger... E só por isso.&lt;br /&gt;Vou continuar a guardar lobos, então. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Uma vez guardador de lobos... Guardador de lobos, sempre.&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;imagem de &lt;a href="http://www.wolftracker.com/"&gt;http://www.wolftracker.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zekeskreve-zeterezo.blogspot.com/2008/09/uma-vez-guardador-de-lobos-guardador-de.html' title='Uma vez guardador de lobos... Guardador de lobos, sempre!'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4540671335331880346&amp;postID=4474176397268646190' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zekeskreve-zeterezo.blogspot.com/feeds/4474176397268646190/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4540671335331880346/posts/default/4474176397268646190?v=2'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4540671335331880346/posts/default/4474176397268646190?v=2'/><author><name>Zeke Skreve</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15908015490163869133</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry></feed>