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	<title>Blog Ventania.org</title>
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	<description>Blog Católico</description>
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		<title>Novo governo da Espanha irá contra o aborto</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Dec 2011 11:43:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contra o Aborto]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa da Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[A lei do partido comunista do ex-primeiro ministro Zapatero, liberou o aborto em seu pais, onde jovens de 16 anos poderiam abortar sem pedir autorização para os pais. Abortar na Espanha estava quase como que ir ao cabelereiro ou à lanchonete. Os comunistas rompem de forma virulenta e patogência os sagrados laços familiares e não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A lei do partido comunista do ex-primeiro ministro Zapatero, liberou o aborto em seu pais, onde jovens de 16 anos poderiam abortar sem pedir autorização para os pais. Abortar na Espanha estava quase como que ir ao cabelereiro ou à lanchonete. Os comunistas rompem de forma virulenta e patogência os sagrados laços familiares e não se importam com a vida humana, esta é um mero fator químico-fisico. Todas as pessoas, crentes ou não são chamadas a viverem a sua grandiosidade e por isso mesmo, o direito a vida é natural a todos e ninguém, absolutamente ninguém tem o direito de tolhê-la.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A matéria saiu hoje na Folha de São Paulo, segue os trechos:</p>
<p><em>&#8220;O novo governo espanhol modificará a Lei do Aborto para &#8220;preservar o direito à vida e garantir a situação das adolescentes&#8221;, anunciou nesta sexta-feira a vice-presidente, Soraya Sáenz de Santamaría.&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Em sua primeira declaração como porta-voz do governo, após a primeira reunião do Conselho de Ministros, Soraya ressaltou que a modificação é um compromisso eleitoral de seu partido, o conservador PP (Partido Popular).&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Representantes da organização <a href="http://hastezoir.orf">HazteOir</a> se concentraram nesta sexta-feira na entrada do Palácio da Moncloa, sede do governo espanhol, para pedir a extinção da Lei do Aborto &#8220;o mais rápido possível&#8221;.</em></p>
<p><em>O presidente da organização, Ignacio Arsuaga, entregou uma carta dirigida ao primeiro-ministro, Mariano Rajoy, na qual afirma que durante os últimos quatro anos &#8220;centenas de milhares&#8221; de espanhóis saíram às ruas &#8220;para <span style="text-decoration: underline;">reivindicar a proteção do direito de todos os seres humanos à vida e o fim do aborto</span>&#8220;.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma ótima notícia as vésperas do Natal, onde o menino que iria mudar o mundo para sempre, nasceu.</p>
<p><strong>Pro Catholica Societate</strong></p>
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		<title>O modus operandi dos anti-católicos</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 20:59:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Defesa da Fé]]></category>

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		<description><![CDATA[Os inimigos da Igreja agem por meio de ongs ou associações, geralmente com orientações marxistas e tem a simples missão de  criar situações divergentes da Doutrina Católica e depois atacá-la como sendo preconceituosa, racista, odiosa. Só hoje li duas notícias que tiveram opiniões muito semelhantes de representantes destas ongs, um do Brasil e outro da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os inimigos da Igreja agem por meio de ongs ou associações, geralmente com orientações marxistas e tem a simples missão de  criar situações divergentes da Doutrina Católica e depois atacá-la como sendo preconceituosa, racista, odiosa. Só hoje li duas notícias que tiveram opiniões muito semelhantes de representantes destas ongs, um do Brasil e outro da Espanha.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A ação deles é expor os católicos, sobretudo os Padres e Bispos em situações constrangedoras. Estas situações só atingem aos que pouco conhecem da Doutrina Católica, porque na verdade, as duas situações mostraram  que os religiosos católicos expostos em situação de constrangimento, somente defenderam o que se devotaram a defender,a Fé em Cristo Jesus.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Após o Bispo de Corumbá proibir que pessoas de religiões afro participacem em grupo da celebração da Santa Missa, com o zelo de não criar confusões entre os católicos, li isto:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para o presidente da Associação Corumbaense das Religiões de Matrizes Africanas do Pantanal e Região (Acorema) e delegado das religiões de matrizes sul-africanas do Centro Oeste, Clemílson Pereira Medina, a decisão vai contra a unificação das religiões.</p>
<p>Ele diz: <em>“Nosso objetivo não é só lavar as escadarias, e sim, participar da missa e passar uma mensagem de união e paz para todos. <span style="text-decoration: underline;">Vamos conversar e evitar que essa regressão pela luta do preconceito seja feita</span>”.</em></p>
<p>E veja mais esta opinião de sociólogo: O sociólogo Paulo Cabral afirma que a igreja católica iniciou o diálogo entre as religiões no final do século XX e que a tradição da lavagem das escadarias faz parte da cultura brasileira. <em>“Essa  postura da igreja católica <span style="text-decoration: underline;">é uma medida que revela um viés altamente conservador</span> e que nega a dimensão do diálogo entre as religiões”.</em> Fonte G1.</p>
<p><strong>Eu:</strong> A Igreja é essencialmente conservadora pelo princípio de que a mensagem que ela anuncia não lhe pertence e que cabe a ela somente manter uma heróica e intransigente fidelidade.  Se alguém na Igreja dizer o contrário não é conservador, porém, não cre e não ama a Fé professada pela Igreja.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um pouco antes, li a notícia que um Sacerdote espanhol proibiu que um homossexual unido a outro homem fosse o padrinho de uma criança. O Padre agiu assim devido ao que pede a Igreja que os padrinhos devem ser pessoas que garantam a formação católico de seus afilhados. A Igreja somente aceita a união entre um homem e uma mulher e como um homem que se diz &#8220;casado&#8221; com outro poderia espelhar o que a Igreja ensina? Motivo justo e justificado, vamos ler o que uma ong lá da Espanha disse:</p>
<p>Para a Associação Colega &#8211; Coletivo de Gays, Lésbicas e Transexuais &#8211; a decisão da igreja é &#8220;uma homofobia sacerdotal&#8221;.</p>
<p>O grupo, que apoiará a família num processo contra o arcebispado, também se manifestou numa nota pública, afirmando que <em>&#8220;custa entender <span style="text-decoration: underline;">que um sacerdote persista no discurso de discriminação e ódio</span>, em vez de propagar as mensagens de amor e respeito que anuncia o Evangelho&#8221;.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Eu:</strong> Portanto, é claro o modus operandi destas pessoas que maquinam o mal para serem vítimas. Sabem o que crê a Igreja e ao mesmo tempo vão lá como inocentes almas para expô-la em situações desagradáveis. Não sejamos inocentes, saibamos compreender as formas como aquelas pessoas que agem de maneira desonesta apenas para denegrir a Igreja e a denigrem por um único motivo, estas pessoas não creem em Deus, estas pessoas não creem na revelação cristã, estas pessoas pretendem abalar o esteio mais glorioso da Fé que é justamente a Igreja Católica. Cuidado com os cordeiros que se fazem de vítimas&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Pro Catholica Societate</strong></p>
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		<title>Desfile de 7 de Setembro de 2011 &#8211; Alpinópolis M.G.</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Sep 2011 22:34:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Locais]]></category>

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		<description><![CDATA[Clique na foto para passar para a próxima&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="display:none"><a href="http://1plugin.com/galleries/airion" title="Flash Gallery">Flash Gallery</a></h2><h2 style="display:none"><a href="http://1plugin.com/galleries/airion" title="Flash Gallery">Flash Gallery</a></h2><p><span style="color: #ffffff;"><div style="width:450px;margin:0px;" class="fgallery_2">
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<p>Clique na foto para passar para a próxima&#8230;</p>
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		<item>
		<title>O príncipio da igualdade</title>
		<link>http://blog.ventania.org/?p=318</link>
		<comments>http://blog.ventania.org/?p=318#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 02 Jul 2011 12:23:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Por João Batista Passos Por estes dias, conversando com um advogado e professor de direito, questionei a legalidade da decisão do STF sobre as uniões homoafetivas, que para mim, como lhe apresentei, é de uma ingerência absurda em país democraticamente organizado, pois há aqui poderes distintos do Estado de Direito, que acredito não precisar citá-los. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por João Batista Passos</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p>Por estes dias, conversando com um advogado e professor de direito, questionei a legalidade da decisão do STF sobre as uniões homoafetivas, que para mim, como lhe apresentei, é de uma ingerência absurda em país democraticamente organizado, pois há aqui poderes distintos do Estado de Direito, que acredito não precisar citá-los.</p>
<p>Ele com toda a sua experiência adquirida na lida com as leis, me disse que o STF fez correto, pois a constituição brasileira não possui uma leitura estrita de seus artigos e que subjetivamente, um direito possa ser interpretado de forma a expandir isso a todos e baseou-se no principio da igualdade para defender a validade da decisão do STF.</p>
<p>Questionei-lhe sobre a objetividade do artigo da CF, na qual reza que “para a proteção do Estado, reconhece-se a união estável entre um homem e uma mulher” e que a lei além de ser clara, cristalina, objetiva e restritiva, mesmo assim um poder, que não seja aquele que legisla, poderia ocorrer em tamanha fraude da leitura de uma artigo que mais direto impossível.</p>
<p>Ele retornou  que o principio da igualdade supera a lei, que não pode ser lida de maneira pétrea (olha o relativismo aqui). Ele disse também que as leis mudam conforme a sociedade muda e que este direito deve sim ser reconhecido pelo principio da igualdade e disse que o que não é proibido é permitido.</p>
<p>Concordei com ele, pois não conheço ninguém que atiram pedras em pessoas do mesmo sexo por conviverem juntas, podem não contar naturalmente com o apoio de grande parte da sociedade, mas que a mesma sociedade que não apóia também não se opõe a isso por ser decisões pessoais de outros e isso caracteriza claramente que o Brasil não possui em si uma natureza homofóbica como tentam pintar, pelo contrário, o brasileiro desde séculos passados é um exemplo para todo o ocidente, onde reconhecendo valores morais são capazes de reconhecer o valor das pessoas em diversos estados que se encontram.</p>
<p>Continuamos a conversa e voltei a questionar sobre a objetividade do artigo da CF, que defende a união heterossexual, não era demasiadamente objetiva para propor princípios de igualdade e reafirmando que esta lei tão absurdamente límpida, não deveria ser tratada apenas pelo poder legislativo, defendendo aqui as ordem das instituições nas quais este país se organiza e citei que o mesmo assunto havia sido tratado na Corte Francesa e que lá a resposta foi que o poder judiciário não tem competência para tratar deste direito e que isto era de competência do poder legislativo da França.</p>
<p>O advogado concordou comigo que este assunto deveria sim ser tratado na Câmara e Senado, mas que isso já estava lá por muitos anos e que o processo lá não se desenrolaria muito fácil, que estas decisões lá são muito agarradas. Ele também me disse que devemos colocar a compreensão moral dos fatos de lado e partir apenas para a questão do direito. Resumindo,  a questão foi decidida no STF pela carteirada dos Ministros do Supremo, de maneira parcial e apressada, consolidando os riscos de  um precedente perigoso para a democracia.</p>
<p>A opinião dele de que “se deve colocar a moral de lado” e partir de uma leitura direta das leis é um tanto quanto inaceitável, pois as leis são boas na medida em que reconhecem os direitos naturais e o espírito moral das coisas, se isto simplesmente é colocado de lado a lei pode se tornar perniciosa, errada e seus resultados serão maléficos a todos aqueles que as leis deveriam proteger. Ou seja, o conceito moral pelo jeito não deve fazer parte do processo das discussões das leis neste país, conforme o STF e o advogado, mesmo assim, conhecendo a tática de quem defende o indefensável, eu aceitei a proposta de colocarmos a moral de lado.</p>
<p>E continuamos a nossa conversa, muito saudável e respeitosa por sinal, mas a decisão do STF continuou baseada no principio da igualdade. Nestas condições um conhecedor do direito ganha milhas de vantagens sobre um leigo, porém, como em um jogo de xadrez, onde adversários elegantemente se enfrentam, resolvi um último lance naquela conversa, questionei ao advogado se a natureza da união entre homem e mulher não era substancialmente e em essência diferente da união entre pessoas do mesmo sexo, continuei questionando sobre a finalidade e repeti mais de uma vez sobre as diferenças essenciais entre os dois tipos de união não seria suficiente para argumentar que não se aplica a esta questão o principio da igualdade pregado pela mesma constituição.</p>
<p>Ele olhou para os lados, como que querendo olhar para esta possibilidade, mexeu a cabeça e disse “é&#8230;!?”. A conversa acabou por ali, como em um jogo de xadrez.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Pro Catholica Societate</strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>São Josemaria Escrivá</title>
		<link>http://blog.ventania.org/?p=316</link>
		<comments>http://blog.ventania.org/?p=316#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 26 Jun 2011 20:19:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Igreja Católica]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>

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		<description><![CDATA[www.youtube.com/watch?v=E-cO1TrmUyI HOMILIA DO PAPA JOÃO PAULO II DURANTE A CANONIZAÇÃO DO BEATO JOSÉ MARIA ESCRIVÁ FUNDADOR DO OPUS DEI Domingo, 6 de Outubro de 2002 &#160; 1. &#8220;Todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus&#8221; (Rm 8, 14). Estas palavras do Apóstolo Paulo, que acabaram de ressoar na nossa assembleia, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=E-cO1TrmUyI&#038;fmt=18">www.youtube.com/watch?v=E-cO1TrmUyI</a></p>
</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong><span style="font-size: medium;">HOMILIA DO PAPA JOÃO PAULO II<br />
DURANTE A CANONIZAÇÃO<br />
DO BEATO JOSÉ MARIA ESCRIVÁ<br />
FUNDADOR DO OPUS DEI</span></strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><em> Domingo, 6 de Outubro de 2002</em></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><em> </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
</em>1. <em>&#8220;Todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus&#8221; </em>(<em>Rm</em> 8, 14). Estas palavras do Apóstolo Paulo, que acabaram de ressoar na nossa assembleia, ajudam-nos a compreender melhor a significativa mensagem da Canonização de José Maria Escrivá de Balaguer. Ele deixou-se orientar pelo Espírito, convencido de que só assim se pode cumprir plenamente a vontade de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta verdade cristã fundamental era um tema frequente da sua pregação. Com efeito, ele não cessava de convidar os seus filhos espirituais a invocar o Espírito Santo, para fazer com que a vida interior, ou seja, a vida de relação com Deus, e a vida familiar, profissional e social, totalmente feita de pequenas coisas terrestres, não fossem separadas, mas constituíssem uma única existência &#8220;santa e plena de Deus&#8221;. &#8220;Encontramos Deus invisível escrevia nas coisas mais visíveis e materiais&#8221; (<em>Colóquios com Mons. Escrivá, </em>n. 114).</p>
<p style="text-align: justify;">Este seu ensinamento é actual e urgente também nos dias de hoje. Em virtude do Baptismo que o insere em Cristo, o fiel é chamado a ter uma relação incessante e vital com o Senhor. É chamado a ser santo e a colaborar para a salvação da humanidade.</p>
<p style="text-align: justify;">2. <em>&#8220;O Senhor Deus tomou o homem e colocou-o no Jardim do Éden, para que o cultivasse e guardasse&#8221; </em>(<em>Gn</em> 2, 15). O Livro do Génesis, que escutámos na primeira Leitura, recorda-nos que o Criador confiou a terra ao homem, para que a &#8220;cultivasse&#8221; e &#8220;guardasse&#8221;. Trabalhando nas várias realidades deste mundo, os fiéis contribuem para realizar este projecto divino universal. O trabalho e qualquer outra actividade que se leva a cabo, com a ajuda da Graça, transformam-se  em  meios  de  santificação quotidiana.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A vida habitual do cristão que tem fé costumava afirmar José Maria Escrivá quer trabalhe quer descanse, quer reze quer durma, em todos os momentos, é uma vida em que Deus está sempre presente&#8221; (<em>Meditações, </em>3 de Março de 1954). Esta visão sobrenatural da existência abre um horizonte extraordinariamente rico de perspectivas salvíficas, porque também no contexto, só aparentemente monótono das normais vicissitudes terrestres, Deus se torna próximo de nós, enquanto nós podemos contribuir para o seu desígnio de salvação. Assim, é mais fácil compreender aquilo que afirma o Concílio Vaticano II, ou seja, que &#8220;a mensagem cristã não afasta os homens da construção do mundo [...] impõe-lhes, ao contrário, um dever&#8221; (<em>Gaudium et spes, </em>34).</p>
<p style="text-align: justify;">Elevar o mundo a Deus e transformá-lo a partir de dentro:  eis o ideal que o Santo Fundador vos indica, queridos Irmãos e Irmãs, que hoje vos alegrais com a sua elevação à glória dos altares. Ele continua a recordar-vos a necessidade de não vos deixar amedrontar por uma cultura materialista, que ameaça dissolver a identidade mais genuína dos discípulos de Cristo. Ele gostava de repetir, com determinação, que a fé cristã se  opõe  ao  conformismo  e  à  inércia interior.</p>
<p style="text-align: justify;">Seguindo os seus passos difundi na sociedade, sem distinção de raça, de classe, de cultura ou de idade, a consciência de que todos nós somos chamados à santidade. Esforçai-vos por ser santos, em primeiro lugar vós mesmos, cultivando um estilo evangélico de humildade, de serviço, de abandono na Providência e de escuta constante da voz do Espírito. Desta forma, sereis o &#8220;sal da terra&#8221; (cf. <em>Mt</em> 5, 13) e &#8220;a vossa luz brilhará diante dos homens, para que eles vejam as boas obras que fazeis e louvem o vosso Pai que está nos céus&#8221;<em> </em>(<em>Ibid., </em>v. 16).</p>
<p style="text-align: justify;">4. Sem dúvida, para quem procura servir a causa do Evangelho com fidelidade, não faltam incompreensões nem dificuldades. Com a força misteriosa da Cruz, o Senhor purifica e modela quantos Ele chama a segui-lo; porém, na Cruz o Santo gostava de repetir encontramos luz, paz e alegria:  <em>Lux in Cruce, requies in Cruce, gaudium in Cruce!</em></p>
<p style="text-align: justify;">Desde que, no dia 7 de Agosto de 1931, durante a celebração da Santa Missa, ressoaram na sua alma as palavras de Jesus:  &#8220;Quando Eu for levantado da terra, atrairei todos a mim&#8221;<em> </em>(<em>Jo</em> 12, 32), José Maria Escrivá compreendeu mais claramente que a missão dos baptizados consiste em elevar a Cruz acima de toda a realidade humana, e sentiu surgir no seu interior a apaixonante vocação a evangelizar todos os ambientes. Assim, foi sem hesitação que acolheu o convite dirigido por Jesus ao Apóstolo Pedro, e que acaba de ressoar nesta Praça:  <em>&#8220;Duc in altum!&#8221;. </em>Transmitiu-o a toda a sua Família espiritual, para que oferecesse à Igreja uma válida contribuição de comunhão e de serviço apostólico. No dia de hoje, este convite alarga-se a todos nós:  <em>&#8220;Avança para águas mais profundas </em>diz-nos o Mestre divino <em>e lança as redes para a pesca&#8221; </em>(<em>Lc</em> 5, 4).</p>
<p style="text-align: justify;">5. Porém, para desempenhar uma missão tão comprometedora, é necessário um incessante crescimento interior, alimentado pela oração. São José Maria Escrivá foi um mestre no exercício da oração, que ele considerava como uma &#8220;arma&#8221; extraordinária para redimir o mundo. Assim, recomendava sempre:  &#8220;Em primeiro lugar, a oração; depois, a expiação; e em terceiro lugar, mas somente &#8220;em terceiro lugar&#8221;, a acção&#8221; (<em>Caminho,</em> n. 82). Não se trata de um paradoxo, mas de uma verdade perene:  a fecundidade do apostolado depende sobretudo da oração e de uma vida sacramental intensa e constante. Em última análise, este é o segredo da santidade e do verdadeiro êxito dos Santos.</p>
<p style="text-align: justify;">Caríssimos Irmãos e Irmãs, o Senhor vos ajude a viver esta exigente herança ascética e missionária. Sustente-vos Maria, que o Santo Fundador invocava como <em>Spes nostra, Sedes Sapientiae, Ancilla Domini!</em></p>
<p style="text-align: justify;">Nossa Senhora faça de cada um de nós uma autêntica testemunha do Evangelho, pronto a oferecer em todo o lugar uma generosa contribuição para a edificação do Reino de Cristo. Sirvam-nos de estímulo o exemplo e o ensinamento de São José Maria a fim de podermos também nós, no termo da nossa peregrinação terrestre, participar na ditosa herança celestial. No Céu, juntamente com os Anjos e com todos os Santos, havemos de contemplar o rosto de Deus e de cantar a sua glória por toda a eternidade!</p>
<p>Fonte Homilia: <a href="http://www.vatican.va">Santa Sé</a></p>
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		<title>Come as you are</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Jun 2011 16:32:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fé]]></category>
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		<description><![CDATA[Por João Batista Passos Evangelizar é um processo contínuo, de pura dedicação, é o vencer primeiramente, de maneira íntima e pessoal, a si mesmo, pois o Evangelho não é um modo de vida, é um molde que transforma a realidade, que nos faz cair em contradições pessoais, muitas vezes severa demais, mas que ao tempo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por João Batista Passos</strong></p>
<p>Evangelizar é um processo contínuo, de pura dedicação, é o vencer primeiramente, de maneira íntima e pessoal, a si mesmo, pois o Evangelho não é um modo de vida, é um molde que transforma a realidade, que nos faz cair em contradições pessoais, muitas vezes severa demais, mas que ao tempo se percebe que há instrumentos para superar as derrotas e incoerências cotidianas. Aos que se sentem fracos, cansados, aos que vivem de maneira incoerente, saibam que o caminho da santidade não é uma simples mostra de perfeição e sim um exercício constante de superação, que muitas vezes, muitos se cansam e abandonam o caminho e  que fica apenas a observar que a caravana passa e já não se acham dignos ou competentes para acompanhá-la.</p>
<p>As vezes, abandonar a Igreja parece a forma mais coerente de pessoas que se desviaram do caminho de Cristo, pelo sentimento de inaptidão de vencer os erros, parece ser o certo abandonar todos os princípios tomados pela razão para justificar  o posicionamento que a limitação humana àqueles que se sentem derrotados. Porém, o óbvio as vezes não se mostra, que para aqueles que se perderam e conscientemente sabem disso, aqueles que se sentem não merecedores da Graça, que se sentem pecadores inveterados, tidos por si próprios ou por outras pessoas como derrotados, vencidos, incapazes e impossíveis de retomarem o caminho, a verdade e a vida, devem compreender que são os mais queridos por Cristo, são por Ele os mais buscados.</p>
<p>Em seu anúncio, Cristo se refere as suas ovelhas perdidas, se refere a moeda perdida, mostra o desejo que nenhum de seus se perca e mostra que há mais alegria no céu por um pecador que volta a crer e a confiar e com Ele cria uma nova e forte amizade, baseado na confiança de um verdadeiro e insistente amigo, que sempre está a espera. Cristo não quer um, quer a todos, porém, mesmo se Ele já houvesse conquistado todos e apenas um se perdera pelo caminho, Ele se sentiria solitário, pois por Amor, quer aquela ovelha desgarrada próxima, protegida, alegre e jamais perdida por caminhos cheio de perigos.</p>
<p>É preciso restabelecer a confiança perdida no Amor que Cristo tem por cada pessoa, por cada um de nós. Confiança restabelecida é o primeiro passo para ir em frente, para sair da condição do pecado, para sentir com alegria tudo o que nos é acrescentado quando com o Amor de Deus nos relacionamos. Voltar a ir nas Santas Missas, mesmo que não se sinta preparado para isso, vá, confiante, tranquilo, voltando sempre o seu pensamento no Sacríficio que Jesus fez para que naquele momento de sua vida lhe seja útil, lhe seja favorável.</p>
<p>Fazer um amplo exame de consciência, no silêncio descobrir a si mesmo, indo fundo  aos passos que foram dados que lhe fizeram distancear de Deus, nas alegrias perdidas, no tempo que perdemos pelo simples fato de não confiarmos em nós mesmos e aquilo que nos fez perder a confiança que Deus tem em nós. Mais grave do que perder a confiança em si mesmo, é perder a confiança em Deus, pois Deus é realmente insistente e leva tudo as últimas consequencias para nos resgatar, Ele deseja, anseia que voltemos a Ele, que Nele confiemos com especial alegria, com fé  e esperança ardorosas.</p>
<p>Confesse os seus pecados ao Sacerdote com firme propósito de nunca mais pecar contra Deus, contra a Igreja e contra o próximo. Confesse abertamente, estabeleça novas metas, planeje a sua vida baseada na intimidade com Deus, intimidade fortemente alimentada pela simples oração, seja pela oração convicta ou por aquele oração em que nos pomos em sinal de espera. Confie e ame.</p>
<p>Não pense que  por ter pecados ou por retirar-se do caminho de Deus você não possa nunca mais voltar para a Igreja. Pelo contrário, volte, volte como está.</p>
<p>Kurt Cobain, rock star que tinha uma vida polêmica e desregrada, escreveu uma música que parece mostrar a necessidade de renovar a esperança além de todos os resultados que a vida sugere, seja o sucesso do estrelato ou as derrotas que provém dos caminhos errados que seguimos. Jesus é o Amigo, que espera, que quer cada um de nós. Segue linhas da letra de Come as you are (Venha como você estiver):</p>
<p><em>&#8220;Venha como está, venha como você já foi, como eu quero, como eu quero que você seja como um amigo,venha no seu tempo, se apresse, a escolha é sua, não se atrase, pegue o resto, resta você amigo, como uma antiga lembrança.Venha afundado na lama, com suas roupas alvejadas, como eu quero que você seja. Como uma tendência, como um amigo, como uma antiga lembrança.&#8221;</em></p>
<p><strong>Acredite em Jesus Cristo</strong><strong>, acredite na Igreja Católica, acredite em si mesmo!</strong><em><br />
</em></p>
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		<title>Em torno da causa gay</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Jun 2011 13:42:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Política]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa da Vida]]></category>
		<category><![CDATA[moral]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Ruy Fabiano &#160; Toda a campanha em favor da causa gay, e que orienta a aprovação do projeto de lei 122, em tramitação no Senado, parte de uma mesma premissa: haveria, no Brasil, um surto de homofobia – isto é, hostilidade e ameaça física aos gays. A premissa não se sustenta estatisticamente. Os números, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Ruy Fabiano</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Toda a campanha em favor da causa gay, e que orienta a  aprovação do projeto de lei 122, em tramitação no Senado, parte de uma  mesma premissa: haveria, no Brasil, um surto de homofobia – isto é,  hostilidade e ameaça física aos gays.</p>
<p>A premissa não se sustenta  estatisticamente. Os números, comparativamente aos casos gerais de  homicídios anuais no país – cerca de 50 mil! -, são irrelevantes.</p>
<p>Segundo  o Grupo Gay da Bahia, de 1980 a 2009, foram documentados 3.196  homicídios de homossexuais no Brasil, média de 110 por ano.</p>
<p>Mais:  não se sabe se essas pessoas foram mortas por essa razão específica ou  se o crime se deu entre elas próprias, por razões passionais, ou pelas  razões gerais que vitimam os outros 49 mil e tantos infelizes, vítimas  do surto de insegurança que abala há décadas o país.</p>
<p>Se a lógica  for a dos números, então o que há é o contrário: um surto de  heterofobia, já que a quase totalidade dos assassinatos se dá contra  pessoas de conduta hetero.</p>
<p>O que se constata é que há duas coisas  distintas em pauta, que se confundem propositalmente e geram toda a  confusão que envolve o tema.</p>
<p>Uma coisa é o movimento gay, que  busca criar espaço político, com suas ONGs e verbas públicas, ocupando  áreas de influência, com o objetivo de obter estatuto próprio, como se  opção de conduta sexual representasse uma categoria social.</p>
<p>Outra é o homossexualismo propriamente dito, que não acrescenta nem retira direitos de cidadania de ninguém.</p>
<p>Se  alguém é agredido ou ameaçado, já há legislação específica para tratar  do assunto, independentemente dos motivos alegados pelo agressor. Não  seria, pois, necessário criar legislação própria.</p>
<p>Comparar essa  questão com o racismo, como tem sido feito, é absolutamente impróprio.  Não se escolhe a raça que se tem e ver-se privado de algum direito por  essa razão, ou previamente classificado numa categoria humana inferior, é  uma barbárie.</p>
<p>Não é o que se dá com o homossexualismo. As  condutas sexuais podem, sim, ser objeto de avaliação de ordem moral e  existencial, tarefa inerente, por exemplo (mas não apenas), às  religiões.</p>
<p>Elas – e segue-as quem quer – avaliam, desde que  existem, não apenas condutas sexuais (aí incluída inclusive a dos  heterossexuais), mas diversas outras, que envolvem questões como usura,  intemperança, promiscuidade, infidelidade, honestidade etc.</p>
<p>E não é  um direito apenas delas continuar sua pregação em torno do  comportamento moral humano, mas de todos os que, mesmo agnósticos, se  ocupam do tema, que é também filosófico, político e existencial.</p>
<p>Assim  como o indivíduo, dentro de seu livre arbítrio, tem a liberdade de  opções de conduta íntima, há também o direito de que essa prática seja  avaliada à luz de outros valores, sem que importe em crime ou  discriminação. A filosofia faz isso há milênios.</p>
<p>Crime seria  incitar a violência contra aqueles que são objeto dessa crítica. E isso  inexiste como fenômeno social no Brasil. Ninguém discute o direito legal  de o homossexual exercer sua opção. E a lei lhe garante esse direito,  que é exercido amplamente.</p>
<p>O que não é possível é querer dar-lhe  dimensão que não tem: de portador de direitos diferenciados, delírio que  chega ao extremo de se cogitar da criação de cotas nas empresas,  universidades e partidos políticos a quem fez tal opção de vida.</p>
<p>Mesmo  a nomenclatura que se pretende estabelecer é falsa. A união de dois  homossexuais não cria uma família, entendida esta como uma unidade  social estabelecida para gerar descendência e permitir a continuidade da  vida humana no planeta.</p>
<p>Casamento é instituição concebida para  organizar socialmente, mediante estatuto próprio, com compromissos  recíprocos, a geração e criação de filhos.</p>
<p>Como aplicá-lo a outro  tipo de união que não possibilita o que está na essência do matrimônio?  Que se busque então outro nome, não apenas para evitar confusões  conceituais, mas até para que se permita estabelecer uma legislação que  garanta direitos e estabeleça deveres específicos às partes.</p>
<p>Há  dias, num artigo na Folha de S. Paulo, um líder de uma das muitas ONGs  gays do país chegou a afirmar que a heterossexualidade não resultaria da  natureza, mas de mero (e, pelo que entendi, nefasto) condicionamento  cultural, que começaria já com a criança no ventre materno.</p>
<p>Esqueceu-se  de observar que, para que haja uma criança no ventre materno, foi  necessária uma relação heterossexual, sem a qual nem ele mesmo, que  escrevia o artigo, existiria.</p>
<p>Portanto, a defesa de um direito que  não está sendo contestado – a opção pelo homossexualismo – chegou ao  paroxismo de questionar a normalidade (e o próprio mérito moral) da  relação heterossexual, origem única e insubstituível da vida. Não há  dúvida de que está em cena um capítulo psicótico da história.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ruy Fabiano</strong> <em>é jornalista</em></p>
<p>Fonte: Blog do Noblat &#8211; Via Grupo Católicos (Facebook &#8211; post de Chesterton Brasil)</p>
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		<title>&#8220;&#8230;todo amor não decorre de Deus?&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 01:41:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Defesa da Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa da Vida]]></category>
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		<description><![CDATA[A pergunta acima foi perguntada pelo Frei Beto, contradizente Frei. Ele vem citar a I Carta de São João, porém esquece que na mesma Bíblia está I Corintios 6, 9. Bom, o Contradizente Frei não quer que não sejamos homofóbicos, o que naturalmente não somos, pois o respeito as pessoas é base de nossa Fé, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A pergunta acima foi perguntada pelo Frei Beto, contradizente Frei. Ele vem citar a I Carta de São João, porém esquece que na mesma Bíblia está I Corintios 6, 9. Bom, o Contradizente Frei não quer que não sejamos homofóbicos, o que naturalmente não somos, pois o respeito as pessoas é base de nossa Fé, ou será que ele como Frei esqueceu-se deste detalhe tão fundamental, se esqueceu, deixa de ser um bom Frei e passa a deixar dúvidas de que seus estudos e convicções sejam sérios. Podemos confiar no deus-amor pregado por Frei Beto? Será que realmente ele respeita a natureza humana ou apenas quer fazer onda com seus ideologismos de menino colegial? Ele diz que a homofobia deve ser atacada, mas em algum momento o frei disse que os Católicos devem ser respeitados em sua crença e que esta crença está longe de ser homofóbica, como ele insiste em afirmar. Será que Frei Beto não sabe mesmo que o respeito a natureza do ser é a melhor forma de se respeitar o próprio ser. Assim, sugerimos que ao invés de começar respeitando pelas escolhas pessoais é necessário que cada um se respeite pela sua ordem natural. Sabemos que há pessoas com problemas em relação as suas escolhas sexuais e que isto o mergulha em um infinito mar de tristeza, por saber que as suas escolhas contrapõe a sua própria natureza. A luta não é contra homossexuais, isso está cansadamente explicado, o problema é a imposição da cultura gay no mundo. São Paulo já nos ensinara que a nossa luta  &#8220;não é contra homens de carne e sangue que temos de lutar, mas  contra os principados e potestades, contra os príncipes deste mundo  tenebroso, contra as forças espirituais do mal (espalhadas) nos ares.&#8221; Isto está no livro de Efésios, que faz parte da mesma Bíblia que frei rebelde pergunta se Deus é amor. Então, desde as origens, o problema é o mal e não as pessoas. Isso eu não vi o frei dizer, estas qualidades de nossa Fé ele não diz, se omite e ataca, de forma virulenta. Custaria muito ao frei Beto demonstrar simpatia pelo que realmente a Igreja prega em seus ensinamentos morais?</p>
<p>Certa vez, um dito seminarista me questionou com o mesmo questionamento, todo o amor não vem de Deus, então logo o amor entre dois homens é &#8220;coisa de Deus&#8221;. Eu o respondi que o egoísmo não corresponde ao amor que vem de Deus. Sugeri que pensasse em um homem que cansado de sua mulher que por muitos anos se desgastara nos trabalhos domésticos em prol do esposo e da Família seja, em algum tempo trocada por uma outra mulher, mais nova na qual ele alimentara uma forte atração. Seria esta atração por uma mulher mais vistosa amor? O abandono da esposa dedicada era em nome do amor de Deus? Fiquei sem respostas. O mesmo perguntaria eu ao Frei Beto, ou Betto, não sei até hoje se é com um ou dois t´s.</p>
<p>Quem assim nos ensina é o Papa Bento XVI, que diz que  o homem não pode se reduzir aos seus instintos, que tudo possui uma ordem. Eu penso que o homossexualismo, assim como a infidelidade são males relativamente iguais, inclusive designaria tais como atos &#8220;egossexuais&#8221;, onde o egoísmo age de maneira superior ao verdadeiro amor nos revelado por Cristo e por toda a Bíblia, da qual, Frei Beto só parece conhecer em parte e querer mudar conforme a sua conveniência.</p>
<p>Para terminar, gostaria de sugerir a leitura de um artigo meu, já antigo, com o título <a href="http://www.sociedadecatolica.com.br/modules/smartsection/item.php?itemid=519" target="_blank">&#8220;Eu tenho medo do deus-amor&#8221;</a>, publicado no <a href="http://www.sociedadecatolica.com.br" target="_blank">Apostolado Sociedade Católica</a>.</p>
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		<title>Homenagem ao Beato João Paulo II</title>
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		<pubDate>Sun, 08 May 2011 02:03:12 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Igreja Católica]]></category>

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		<title>Conclaves &#8211; Bento XVI</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Jan 2011 17:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Conclaves]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Papas]]></category>
		<category><![CDATA[Video]]></category>

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		<description><![CDATA[www.youtube.com/watch?v=qrQf3SgoIm0 Papa Bento XVI &#8211; Joseph Alois Ratzinger Eleito em 19 de abril de 2005. Deus seja louvado pela S.S. Papa Bento XVI, Pastor Universal da Igreja de Cristo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=qrQf3SgoIm0&#038;fmt=18">www.youtube.com/watch?v=qrQf3SgoIm0</a></p>
</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Papa Bento XVI &#8211; Joseph Alois Ratzinger</strong></p>
<p style="text-align: center;">Eleito em 19 de abril de 2005.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Deus seja louvado pela S.S. Papa Bento XVI, </em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Pastor Universal da Igreja de Cristo.</em></p>
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