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	<title>Farmnews</title>
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	<description>O agro em números</description>
	<lastBuildDate>Mon, 08 Jun 2026 21:24:43 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Farmnews</title>
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	<item>
		<title>Alerta no campo: produtor paga até 57% a mais pelo mesmo insumo na mesma região!</title>
		<link>https://www.farmnews.com.br/inovacao/alerta-no-campo-produtor-paga-ate-57-a-mais-pelo-mesmo-insumo-na-mesma-regiao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ivan Formigoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 21:24:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[aegro]]></category>
		<category><![CDATA[aegro insights]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
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		<category><![CDATA[produtor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Análise feita pelo Aegro Insights com base em 270 mil notas fiscais aponta que a falta de dados de referência na hora da negociação penaliza a rentabilidade das propriedades na compra do insumo. A compra de insumos é um dos momentos mais críticos para a composição dos custos e da margem de lucro de uma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.farmnews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/template-261.jpg" alt="insumo" title="Alerta no campo: produtor paga até 57% a mais pelo mesmo insumo na mesma região!" width="543" height="313" author="Ivan Formigoni" /><h1><strong>Análise feita pelo <a href="https://conhecimento.aegro.com.br/contato-demonstracao-aegro-compare-precos-premium?utm_campaign=45359631-Portal%20Farmnews&amp;utm_source=portal-farmnews&amp;utm_medium=portal-farmnews-publieditorial&amp;utm_term=portal-farmnews-publieditorial&amp;utm_content=portal-farmnews-publieditorial-compare-pre%C3%A7os-premium">Aegro Insights</a> com base em 270 mil notas fiscais aponta que a falta de dados de referência na hora da negociação penaliza a rentabilidade das propriedades na compra do insumo.</strong></h1>
<p>A compra de insumos é um dos momentos mais críticos para a composição dos custos e da margem de lucro de uma safra. No entanto, um levantamento inédito realizado pela vertical de inteligência de dados <a href="https://hubs.ly/Q04ky55W0">Aegro Insights</a> revela que o mercado de defensivos agrícolas opera sob uma forte assimetria de informações, fazendo com que produtores rurais da mesma região paguem valores brutalmente diferentes pelo exato mesmo produto.</p>
<p>O estudo analisou 270 mil notas fiscais de transações de compra de insumos nos últimos 12 meses, distribuídas nos cinco estados com maior volume de movimentação agrícola do país: Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás e São Paulo. O recorte avaliou 47 dos principais produtos das classes de herbicidas, inseticidas, fungicidas, biológicos e adjuvantes.</p>
<h2><strong>Os resultados põem em xeque a ideia de que o mercado de insumo agrícola é padronizado. Em todas as categorias avaliadas, a diferença real de preços entre o grupo dos 10% que compram mais barato (P10) e os 10% que pagam mais caro (P90) ficou sempre acima de 16%, superando a marca dos 30% em diversos cenários.</strong></h2>
<h3>Diferença de R$ 222 mil em fazendas vizinhas</h3>
<p>Para ilustrar o cenário de distorção, a pesquisa identificou um caso real ocorrido no estado de Mato Grosso. Duas propriedades vizinhas adquiriram o fungicida Fox Xpro no mesmo volume (cerca de 1.800 a 1.940 litros), no mesmo mês, sob a mesma forma e prazo de pagamento. Enquanto a primeira fazenda fechou o negócio a R$215,34 por litro, a segunda desembolsou R$339,17 pelo mesmo produto — uma amplitude de 57,5%. Na ponta do lápis, o produtor que negociou sem referências gastou R$222.891,00 a mais desnecessariamente.</p>
<p>De acordo com os analistas responsáveis pelo levantamento, a disparidade constatada não se deve a flutuações sazonais, marcas comerciais ou prazos de financiamento distintos, mas sim ao nível de informação disponível no momento da barganha. Quem não possui referências de preço locais acaba negociando &#8220;no escuro&#8221; com os canais de distribuição e revendas.</p>
<h3>Como blindar a propriedade rural</h3>
<p>O levantamento ressalta duas alavancas primordiais para blindar a rentabilidade das propriedades: a realização constante de cotações múltiplas (no mínimo com três fornecedores para os insumos mais pesados) e o acesso a históricos e médias de valores praticados por região.</p>
<p>Em um cenário de margens cada vez mais estreitas para commodities como soja e milho, a consistência nas compras passa a ser um diferencial competitivo obrigatório. O levantamento indica que o controle rigoroso de custos e ferramentas tecnológicas de comparação de mercado são os caminhos mais eficientes para retirar o fator &#8220;sorte&#8221; da gestão financeira e garantir a sustentabilidade do negócio no campo.</p>
<p>Nesse contexto, a Aegro lançou o Compare Preços Premium, um painel de inteligência de preços de insumos agrícolas construído sobre 1,7 milhão de notas fiscais eletrônicas em 28 estados.</p>
<p><strong>Com atualização diária, o produto permite ao produtor comparar cada compra de insumo contra a distribuição real de preços da sua região: uma referência que, até agora, só o fornecedor tinha quando ligava para fechar o pedido.</strong></p>
<p><strong>Compare Preços Premium: negocie melhor com o preço do mercado real.</strong><br />
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			</item>
		<item>
		<title>Exportação de carne bovina: dados da primeira parcial de junho de 2026</title>
		<link>https://www.farmnews.com.br/mercado/exportacao-de-carne-bovina-dados-da-primeira-parcial-de-junho-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ivan Formigoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 18:46:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A exportação de carne bovina do Brasil iniciou junho de 2026 em patamares muito acima do praticado em junho de 2025, quando as vendas foram recorde para o período do ano. A primeira parcial de junho de 2026, no acumulado da primeira semana do mês, o que incluiu 4 dias úteis, a média diária de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.farmnews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/modelo-109.jpg" alt="exportação de carne bovina" title="Exportação de carne bovina: dados da primeira parcial de junho de 2026" width="502" height="284" author="Ivan Formigoni" /><h1><strong>A exportação de carne bovina do Brasil iniciou junho de 2026 em patamares muito acima do praticado em junho de 2025, quando as vendas foram recorde para o período do ano.</strong></h1>
<p>A primeira parcial de junho de 2026, no acumulado da primeira semana do mês, o que incluiu 4 dias úteis, a média diária de embarque de carne bovina in natura do Brasil foi de 15,64 mil toneladas, valor 29,8% acima da média diária de junho de 2025, de 12,05 mil toneladas (considerando 20 dias úteis).</p>
<h2><strong>A exportação de carne bovina do Brasil em junho de 2026 caminha para novo recorde para o período do ano. Além das vendas, o preço do produto brasileiro no mercado internacional também subiu.</strong></h2>
<p>Em valores absolutos, a exportação de carne bovina in natura do Brasil na primeira semana de junho somou 62,58 mil toneladas, valor xx% do total observado em junho de 2025, de 241,10 mil toneladas. O valor de 2025 foi o recorde de vendas para um mês de junho.</p>
<p>O peço médio da carne bovina exportada do Brasil nos primeiros dias de junho de 2026 foi de US$6,58 por kg, o maior valor para o período do ano desde 2022, quando a média ficou em US$6,83 por kg.</p>
<p>Além do maior valor para um mês de junho desde 2022, o preço em 2026 foi 20,9% da média praticada em maio de 2025 (US$5,45 por kg) e também acima do observado no mês anterior (US$6,50).</p>
<p>A receita de exportação na primeira parcial de junho de 2026 foi de US$103,53 mil ao dia, valor 56,9% acima da média diária de faturamento de junho de 2025 (US$65,66 mil).</p>
<p>Vale lembrar que a<a href="https://farmnews.com.br/mercado/exportacao-de-carne-bovina-em-maio-2026/"> exportação de carne bovina</a> in natura do Brasil somou 261,94 mil toneladas métricas em maio de 2026, valor 20,1% acima do recorde anterior para o período do ano, de 2025 (218,07 mil toneladas). No acumulado entre janeiro e maio de 2026, os embarques de carne bovina in natura do Brasil somaram 1,21 milhão de toneladas métricas, valor 16,2% acima do recorde anterior para o período do ano, de 2025 (1,04 milhão de toneladas).</p>
<p>E além do recorde de venda de carne bovina, a <a href="https://farmnews.com.br/mercado/valorizacao-dos-animais-impulsiona-exportacao-de-bovinos-vivos-a-novo-recorde/">exportação de bovinos vivos</a> do Brasil também foi recorde para um mês de maio, em 2026, com destaque a alta do preço dos animais.</p>
<p><strong>A <a href="https://farmnews.com.br/mercado/importacao-de-carne-bovina-do-brasil-pela-china-em-maio-de-2026/">importação de carne bovina do Brasil pela China</a> somou o equivalente a US$1,04 bilhão em maio de 2026, alta de mais de 80,0% frente ao mesmo período de 2025 (US$0,58 bilhão) e foi o destaque no mês anterior.</strong></p>
<p>O fato é que além da alta no embarque de carne bovina para o país asiático, o preço médio de venda também aumentou, alcançando o maior patamar para o período do ano desde 2022, quando inclusive ficou acima de US$7,00 por kg.</p>
<p>No acumulado do ano, até maio, a exportação de carne bovina para a China também segue descolada do mesmo período dos anos anteriores, mostrando que ao longo de todo ano de 2026, pelo menos até o momento, a demanda chinesa foi maior.</p>
<p>As vendas em alta do mercado chinês aumentam o receio que o limite de venda para o país asiático seja alcançado nos próximos meses. A questão está relacionada a incerteza com relação ao impacto no preço do boi gordo ao longo da segunda metade de 2026. Como temos comentado, a carne bovina brasileira segue cada vez mais disputada no mercado internacional. No entanto, a China ainda é, de longe, nosso principal comprador.</p>
<p><strong>Saiba também que o <a href="https://www.farmnews.com.br/mercado/preco-da-carne-bovina-exportada-do-brasil-para-a-ue-proximo-da-maxima-historica/">preço da carne bovina exportada do Brasil</a> para a UE em maio de 2026 voltou a se aproximar da máxima histórica, pouco abaixo de US$10,0 por kg, em média.</strong></p>
<p><strong>O Farmnews também comparou o preço médio anual do boi gordo, bezerro, milho e soja nos meses de maio, entre os anos de 2018 e 2026, em moeda nacional (<a href="https://farmnews.com.br/mercado/preco-do-bezerro-37/">clique aqui</a>) e em dólares (<a href="https://farmnews.com.br/mercado/preco-em-dolares-do-boi-gordo-bezerro-milho-e-soja-em-maio-de-2026/">clique aqui</a>).</strong></p>
<p><strong>O Farmnews disponibiliza, diariamente, seus estudos de forma gratuita pelo whatsapp. <a href="https://chat.whatsapp.com/C9wRtzcVAbZ0MgMSGXshKa">Clique aqui</a>!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Mercado de fertilizantes: junho começa com preços em queda!</title>
		<link>https://www.farmnews.com.br/mercado/mercado-de-fertilizantes-junho-comeca-com-precos-em-queda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Cardoso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 13:25:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[adubo]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
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		<category><![CDATA[insumos]]></category>
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		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[poder de compra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado de fertilizantes mostra uma queda mais significativa no preço dos nitrogenados no início de junho, ao contrário do que vinha acontecendo ao longo das últimas semanas. Isso porque nas últimas semanas a queda no preço dos nitrogenados, embora presente ao longo das últimas semanas, aconteceu de modo comedido. NITROGENADOS                                                                                                                             A Tabela abaixo, mostra [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.farmnews.com.br/mercado/mercado-de-fertilizantes-junho-comeca-com-precos-em-queda/">Mercado de fertilizantes: junho começa com preços em queda!</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.farmnews.com.br">Farmnews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.farmnews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/fertilizantes-fernando-14052026.jpg" alt="mercado de fertilizantes" title="Mercado de fertilizantes: junho começa com preços em queda!" width="543" height="313" author="Fernando Cardoso" /><h1><strong>O mercado de fertilizantes mostra uma queda mais significativa no preço dos nitrogenados no início de junho, ao contrário do que vinha acontecendo ao longo das últimas semanas.</strong></h1>
<p>Isso porque nas últimas semanas a queda no preço dos nitrogenados, embora presente ao longo das últimas semanas, aconteceu de modo comedido.</p>
<p><strong>NITROGENADOS                                                                                                                             </strong></p>
<p>A Tabela abaixo, mostra o comportamento dos preços nas duas últimas semanas no porto de Paranaguá.</p>
<p><img author="Fernando Cardoso"    src="https://www.farmnews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/fertilizante-08062026-3.jpg" alt="mercado de fertilizantes" width="654" height="178"   /></p>
<p>Os preços em Reais, mostram quedas bem relevantes, a Ureia reduziu em uma semana R$335,00 seguido pelo Sulfato de Amônio com queda de R$82,00/ton.</p>
<p>A fraca demanda a nível mundial e a volta da China nas exportações de Ureia, fizeram com que os compradores se mantivessem em modo de espera.</p>
<p>Como as relações de troca ainda estão em níveis elevados ao produtor, as cotações continuam frias. O cliente final percebeu que a pressão de não comprar, está forçando os preços para baixo.</p>
<h2><strong>As quedas só não são maiores no mercado de fertilizantes, especialmente dos nitrogenados, em função dos problemas que estamos relatando há algumas semanas, com relação à navegação no estreito de Ormuz.</strong></h2>
<p>O Irã continua com bloqueios e isso impede um acesso mais rápido ao produto.</p>
<p>Houve também uma pequena redução no valor do câmbio, saindo de R$5,04 para R$5,02</p>
<p><strong>Os preços CFR em dólar tiveram reduções significativas</strong></p>
<p><img alt="Mercado de fertilizantes: junho começa com preços em queda!" author="Fernando Cardoso"   src="https://www.farmnews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/fertilizante-08062026-7.jpg"  width="654" height="169"   /></p>
<p>O Nitrato de Amônio, praticamente se manteve, houve um pequeno aumento de US$1,00 que está  ligado as restrições da Rússia em exportar o produto.</p>
<p>O gráfico abaixo mostra os preços nas últimas 8 semanas</p>
<p><img author="Fernando Cardoso"   src="https://www.farmnews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/fertilizante-08062026.jpg" alt="mercado de fertilizantes" width="590" height="297"   /></p>
<p><strong>FOSFATADOS              </strong></p>
<p>Nos produtos fosfatados, observamos quedas nos preços, porém, muito inferiores ao que vimos nos nitrogenados.</p>
<p><img author="Fernando Cardoso"   src="https://www.farmnews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/fertilizante-08062026-5.jpg" alt="mercado de fertilizantes" width="654" height="174"   /></p>
<p>A oferta dos fosfatados de alta concentração continuam restrita, a China ainda segurando as exportações e a as incertezas em relação a guerra no Oriente médio, estão estabilizando os preços em alta.</p>
<p>Existem diversas especulações sobre o percentual de compra para a próxima safra, sendo que, em alguns estados já estão mais adiantados e outros menos.</p>
<p>Uma coisa ficou clara, o produtor que não tomou posição ainda, vai esperar ao máximo para se posicionar, mesmo que, sabendo que pode no momento da compra, não conseguir comprar o produto preferido e até mesmo, enfrentar problemas logísticos.</p>
<p>Muitos negócios estão pendentes no departamento de crédito das empresas.</p>
<p>Com isso, poderemos ter o que chamamos “destruição de demanda” onde o produtor aplique menos produto do que é necessário.</p>
<p>Aqui é importante dizer que, as matérias primas Amônia e Enxofre, são fundamentais para a produção dos fosfatados e essas duas MP estão com seus preços muito acima do normal, sendo que, grande parte desses produtos estão direcionados para outros segmentos e como não houve aumento na produção, a oferta fica restrita.</p>
<p>O gráfico abaixo mostra os preços nas últimas 8 semanas</p>
<p><img author="Fernando Cardoso"   src="https://www.farmnews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/fertilizante-08062026-2.jpg" alt="mercado de fertilizantes" width="654" height="319"   /></p>
<p><strong>CLORETO DE POTÁSSIO (KCL 60%)            </strong><strong>              </strong></p>
<p>O KCL continua muito estável, uma pequena redução de R$10,00 que está ligado a queda no valor do câmbio que sai de R$5,04 para R$5,02</p>
<p>É observado no Brasil que a demanda por KCL ficou mais aquecida nas últimas semanas.</p>
<p><img alt="Mercado de fertilizantes: junho começa com preços em queda!" author="Fernando Cardoso"   src="https://www.farmnews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/fertilizante-08062026-5-1.jpg"  width="654" height="128"   /></p>
<p>O Brasil tem mantido em linha as importações deste produto, e não tem escassez de oferta, portanto, já algumas semanas vemos o produto com preço muito estável.</p>
<p><strong>E mudando de assunto, vale destacar que o preço do milho segue pressionado e no início de junho renovou a mínima do ano, tanto no mercado físico como futuro. <a href="https://www.farmnews.com.br/mercado/preco-do-milho-renova-minima-no-inicio-de-junho-de-2026-no-fisico-e-futuro/">Clique aqui</a> e confira os dados!</strong></p>
<p><strong>Se você tem dúvida, precisa de auxílio em sua decisão de compra, procure a nossa empresa, fale com a gente, vamos te mostrar todos os indicadores para que você tome sua decisão pautada em dados atuais do mercado.</strong></p>
<p><strong>Fernando Cardoso 19 99758 6650</strong></p>
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		<item>
		<title>O futuro papel dos gestores agrícolas!</title>
		<link>https://www.farmnews.com.br/gestao/o-futuro-papel-dos-gestores-agricolas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vagner Cianci]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 12:26:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[gestores agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[rentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[resultado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os futuros gestores agrícolas precisarão entender não apenas como cultivar, mas também como melhorar a rentabilidade. As propriedades agrícolas estão se tornando maiores. As operações estão se tornando mais complexas. A tecnologia está gerando mais informações do que nunca. Os mercados estão cada vez mais interconectados, e a volatilidade tornou-se uma realidade constante. Nesse contexto, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.farmnews.com.br/gestao/o-futuro-papel-dos-gestores-agricolas/">O futuro papel dos gestores agrícolas!</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.farmnews.com.br">Farmnews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.farmnews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/template-260.jpg" alt="O futuro papel dos gestores agrícolas!" title="O futuro papel dos gestores agrícolas!" width="543" height="313" author="Vagner Cianci" /><h1><strong>Os futuros gestores agrícolas precisarão entender não apenas como cultivar, mas também como melhorar a rentabilidade.</strong></h1>
<p>As propriedades agrícolas estão se tornando maiores. As operações estão se tornando mais complexas. A tecnologia está gerando mais informações do que nunca. Os mercados estão cada vez mais interconectados, e a volatilidade tornou-se uma realidade constante.</p>
<p>Nesse contexto, o papel do gerente agrícola está evoluindo.</p>
<p>Historicamente, o sucesso de um gerente agrícola era avaliado principalmente pela execução operacional. O foco estava no plantio, na proteção das culturas, na colheita, na utilização de máquinas e na coordenação do dia a dia.</p>
<p>Essas responsabilidades continuam sendo fundamentais.</p>
<p>Mas elas não são mais suficientes por si só.</p>
<p>O gerente agrícola do futuro precisará combinar excelência operacional com liderança empresarial.</p>
<h3>De gerente de operações a gerente empresarial</h3>
<p>Muitos gerentes agrícolas construíram suas carreiras com base em sólida expertise técnica e operacional.</p>
<p>Eles entendem de agronomia.</p>
<p>Eles entendem de maquinário.</p>
<p>Eles sabem como agir sob pressão.</p>
<p>Essas habilidades continuarão sendo importantes.</p>
<p>No entanto, a agricultura moderna exige cada vez mais que os gerentes pensem além das operações.</p>
<p>As decisões de hoje influenciam:</p>
<p>• Desempenho financeiro<br />
• Exposição a riscos<br />
• Alocação de capital<br />
• Produtividade da equipe<br />
• Competitividade de longo prazo</p>
<p><strong>Como resultado, a gestão agrícola está se tornando menos uma questão de supervisão de atividades e mais uma questão de gestão de um sistema empresarial.</strong></p>
<h3>A qualidade das decisões está se tornando uma vantagem competitiva</h3>
<p>A agricultura nunca teve acesso a tanta informação.</p>
<p>Os gestores podem monitorar:</p>
<p>• Condições meteorológicas<br />
• Desenvolvimento das culturas<br />
• Desempenho dos equipamentos<br />
• Utilização de insumos<br />
• Tendências de mercado</p>
<p>O desafio não é mais obter informações.</p>
<p>O desafio é tomar melhores decisões.</p>
<p>Os gestores mais eficazes distinguem-se cada vez mais pela sua capacidade de:</p>
<p>• Priorizar informações<br />
• Filtrar ruídos<br />
• Avaliar compromissos<br />
• Agir com determinação em situações de incerteza</p>
<p>Em muitos casos, a qualidade das decisões é mais importante do que a quantidade de informações disponíveis.</p>
<h3>A gestão de pessoas está se tornando mais importante</h3>
<p>Uma das mudanças mais significativas na agricultura é a crescente importância da gestão de pessoas.</p>
<p>À medida que as operações se expandem, nenhum gestor consegue supervisionar pessoalmente todas as atividades.</p>
<p>O sucesso depende cada vez mais da capacidade de:</p>
<p>• Formar equipes competentes<br />
• Delegar com eficácia<br />
• Criar responsabilidade<br />
• Desenvolver futuros líderes</p>
<p>As fazendas mais sólidas são frequentemente aquelas em que o desempenho não depende de um único indivíduo.</p>
<p>Em vez disso, elas constroem sistemas e equipes capazes de entregar resultados consistentes.</p>
<p>Isso requer liderança, comunicação e disciplina organizacional.</p>
<h3>A tecnologia vai transformar o trabalho — não substituí-lo</h3>
<p>Costuma-se discutir se a tecnologia reduzirá a necessidade de gestores.</p>
<p>A realidade provavelmente é o contrário.</p>
<p>À medida que a adoção da tecnologia aumenta, os gestores se tornarão ainda mais importantes.</p>
<p>A tecnologia pode:</p>
<p>• Melhorar a visibilidade<br />
• Automatizar processos<br />
• Gerar insights</p>
<p>Mas a tecnologia não pode substituir:</p>
<p>• O julgamento<br />
• A priorização<br />
• A liderança<br />
• A responsabilidade</p>
<p>Na verdade, à medida que as ferramentas digitais se tornam mais comuns, a capacidade de integrá-las de forma eficaz se tornará uma competência essencial da gestão.</p>
<h3>O conhecimento financeiro não é mais opcional</h3>
<p>Os gestores agrícolas modernos influenciam cada vez mais os resultados econômicos.</p>
<p>Decisões relacionadas a:</p>
<p>• Investimentos em insumos<br />
• Alocação de recursos<br />
• Tempo de operação<br />
• Gestão de riscos</p>
<p>Todas têm consequências financeiras diretas.</p>
<h2><strong>Os futuros gestores agrícolas precisarão entender não apenas como cultivar, mas também como melhorar a rentabilidade.</strong></h2>
<p>Isso não significa tornar-se um contador.</p>
<p>Significa compreender como as decisões operacionais se traduzem em desempenho econômico.</p>
<h3>Uma nova definição de liderança agrícola</h3>
<p><strong>Os gestores agrícolas do futuro provavelmente dedicarão menos tempo a dirigir atividades individuais e mais tempo a criar sistemas que permitam às equipes atuar com eficácia.</strong></p>
<p>O papel está mudando de:</p>
<p>• Supervisor → Líder<br />
• Executor → Tomador de decisões<br />
• Operador → Gestor de negócios</p>
<p>Essa evolução já é visível em muitas das empresas agrícolas de maior sucesso em todo o mundo.</p>
<h3>Consideração final</h3>
<p>A agricultura sempre exigirá sólidos conhecimentos técnicos e disciplina operacional.</p>
<p>Mas as exigências impostas aos gestores agrícolas estão se ampliando.</p>
<p>O futuro pertencerá aos gestores capazes de combinar:</p>
<p>• Conhecimento agronômico<br />
• Excelência operacional<br />
• Consciência financeira<br />
• Integração tecnológica<br />
• Capacidade de liderança</p>
<p>Pois, à medida que a agricultura se torna mais complexa, o papel do gestor agrícola está deixando de se concentrar na gestão dos campos para se dedicar cada vez mais à gestão de todo o sistema empresarial que os sustenta.</p>
<p>Essa mudança pode ser uma das transformações mais importantes que moldam o futuro da agricultura.</p>
<p><strong>E mudando de assunto, você sabia que fazendas produtivas tendem a se concentrar em um pequeno número de prioridades que têm o maior impacto nos resultados? <a href="https://farmnews.com.br/gestao/a-diferenca-entre-fazendas-ocupadas-e-fazendas-produtivas/">Clique aqui</a> e saiba mais!</strong></p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.farmnews.com.br/gestao/o-futuro-papel-dos-gestores-agricolas/">O futuro papel dos gestores agrícolas!</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.farmnews.com.br">Farmnews</a>.</p>
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		<title>Preço do bezerro: após recorde em maio, sinais de estabilidade em junho</title>
		<link>https://www.farmnews.com.br/mercado/preco-do-bezerro-apos-recorde-em-maio-sinais-de-estabilidade-em-junho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ivan Formigoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 11:27:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[poder de compra]]></category>
		<category><![CDATA[preço do bezerro]]></category>
		<category><![CDATA[preço do bezerro em cabeça]]></category>
		<category><![CDATA[preço do boi gordo]]></category>
		<category><![CDATA[relação de troca]]></category>
		<category><![CDATA[tendência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O preço do bezerro iniciou o mês de junho oscilando entre a estabilidade e leve queda, após renovar a máxima em maio. Isso porque na primeira semana de junho, o preço do bezerro (Cepea, Mato Grosso do Sul), avaliado em Reais por cabeça, caiu 0,5% frente ao valor que encerrou maio. Uma queda pequena, mas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.farmnews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/bz-08062026-3.jpg" alt="preço do bezerro" title="Preço do bezerro: após recorde em maio, sinais de estabilidade em junho" width="543" height="313" author="Ivan Formigoni" /><h1><strong>O preço do bezerro iniciou o mês de junho oscilando entre a estabilidade e leve queda, após renovar a máxima em maio.</strong></h1>
<p>Isso porque na primeira semana de junho, o preço do bezerro (Cepea, Mato Grosso do Sul), avaliado em Reais por cabeça, caiu 0,5% frente ao valor que encerrou maio. Uma queda pequena, mas mostra que ao longo dos próximos meses, o valor da categoria de reposição tende a apresentar um comportamento de preço mais estável, como tradicionalmente acontece no período de safra (primeira Figura).</p>
<p>A Figura ilustra a evolução diária do preço do bezerro (Cepea, Mato Grosso do Sul), em Reais por cabeça, desde 2024</p>
<figure  aria-describedby="caption-attachment-112982"  ><img author="Ivan Formigoni"   src="https://www.farmnews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/bz-08062026-2.jpg" alt="preço do bezerro" width="1011" height="640"   /><figcaption  >Fonte: Dados do Cepea (elaborado por Farmnews)</figcaption></figure>
<h2><strong>O preço do bezerro apresentou leve queda nos primeiros dias de junho, sugerindo um período de relativa estabilidade ao longo dos próximos meses, como geralmente acontece no período de safra.</strong></h2>
<p>Isso porque as condições das pastagens menos favoráveis contribuem para um cenário de menor procura da reposição. No entanto, uma recuperação no preço do boi gordo e a consequente melhora no poder de compra do pecuarista que depende da reposição do rebanho no mercado pode manter o mercado mais aquecido. Vamos acompanhar.</p>
<p>Em maio de 2026, a <a href="https://farmnews.com.br/mercado/relacao-de-troca-boi-gordo-compra-menos-bezerro-em-quase-5-anos/">relação de troca</a> voltou a cair, com a alta no preço do bezerro e a queda no preço do boi gordo no mês. <strong>Lembrando que o poder de compra do pecuarista no momento de repor o rebanho, caiu em maio de 2026 para o menor patamar desde outubro de 2021.</strong></p>
<p><strong>E por falar no boi gordo, apesar da gradativa recuperação no preço da arroba no físico, o <a href="https://farmnews.com.br/mercado/preco-futuro-do-boi-gordo-18/">mercado futuro</a> segue mais pressionado, especialmente para os contratos mais próximos do vencimento.</strong></p>
<p>E vale destacar que após o recorde de preço em maio, o valor do bezerro deve andar mais de lado no curto prazo, mas oscilando em patamares próximos da máxima nominal histórica, como mostram os dados da segunda Figura.</p>
<p>A Figura apresenta a evolução mensal do preço médio nomina do bezerro (Cepea, Mato Grosso do Sul), avaliado em Reais por cabeça, entre janeiro de 2020 e a parcial de junho de 2026 (até o dia 5).</p>
<figure  aria-describedby="caption-attachment-112984"  ><img author="Ivan Formigoni"   src="https://www.farmnews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/bz-08062026.jpg" alt="preço do bezerro" width="1011" height="640"   /><figcaption  >Fonte: Dados do Cepea (elaborado por Farmnews)</figcaption></figure>
<p>E mudando de assunto, a<a href="https://farmnews.com.br/mercado/exportacao-de-carne-bovina-em-maio-2026/"> exportação de carne bovina</a> in natura do Brasil somou 261,94 mil toneladas métricas em maio de 2026, valor 20,1% acima do recorde anterior para o período do ano, de 2025 (218,07 mil toneladas). No acumulado entre janeiro e maio de 2026, os embarques de carne bovina in natura do Brasil somaram 1,21 milhão de toneladas métricas, valor 16,2% acima do recorde anterior para o período do ano, de 2025 (1,04 milhão de toneladas).</p>
<p>E além do recorde de venda de carne bovina, a <a href="https://farmnews.com.br/mercado/valorizacao-dos-animais-impulsiona-exportacao-de-bovinos-vivos-a-novo-recorde/">exportação de bovinos vivos</a> do Brasil também foi recorde para um mês de maio, em 2026, com destaque a alta do preço dos animais.</p>
<p><strong>Saiba também que a <a href="https://farmnews.com.br/mercado/importacao-de-carne-bovina-do-brasil-pela-china-em-maio-de-2026/">importação de carne bovina do Brasil pela China</a> somou o equivalente a US$1,04 bilhão em maio de 2026, alta de mais de 80,0% frente ao mesmo período de 2025 (US$0,58 bilhão).</strong></p>
<p>O fato é que além da alta no embarque de carne bovina para o país asiático, o preço médio de venda também aumentou, alcançando o maior patamar para o período do ano desde 2022, quando inclusive ficou acima de US$7,00 por kg.</p>
<p>No acumulado do ano, até maio, a exportação de carne bovina para a China também segue descolada do mesmo período dos anos anteriores, mostrando que ao longo de todo ano de 2026, pelo menos até o momento, a demanda chinesa foi maior.</p>
<p><strong>O Farmnews também comparou o preço médio anual do boi gordo, bezerro, milho e soja nos meses de maio, entre os anos de 2018 e 2026, em moeda nacional (<a href="https://farmnews.com.br/mercado/preco-do-bezerro-37/">clique aqui</a>) e em dólares (<a href="https://farmnews.com.br/mercado/preco-em-dolares-do-boi-gordo-bezerro-milho-e-soja-em-maio-de-2026/">clique aqui</a>).</strong></p>
<p><strong>O Farmnews disponibiliza, diariamente, seus estudos de forma gratuita pelo whatsapp. <a href="https://chat.whatsapp.com/C9wRtzcVAbZ0MgMSGXshKa">Clique aqui</a>!</strong></p>
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		<title>Preço da carne bovina exportada do Brasil para a UE próximo da máxima histórica</title>
		<link>https://www.farmnews.com.br/mercado/preco-da-carne-bovina-exportada-do-brasil-para-a-ue-proximo-da-maxima-historica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ivan Formigoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 22:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[carne]]></category>
		<category><![CDATA[EXPORTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[preço da carne bovina exportada]]></category>
		<category><![CDATA[preço da carne bovina exportada do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[recorde]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O preço da carne bovina exportada do Brasil para a UE em maio de 2026 voltou a se aproximar da máxima histórica, pouco abaixo de US$10,0 por kg, em média. Além do preço, os embarques de carne bovina do Brasil para os países da UE seguem aumentando em 2026 e em maio renovaram a máxima [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.farmnews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/modelo-51.jpg" alt="Preço da carne bovina exportada do Brasil para a UE próximo da máxima hist..." title="Preço da carne bovina exportada do Brasil para a UE próximo da máxima histórica" width="446" height="271" author="Ivan Formigoni" /><h1><strong>O preço da carne bovina exportada do Brasil para a UE em maio de 2026 voltou a se aproximar da máxima histórica, pouco abaixo de US$10,0 por kg, em média.</strong></h1>
<p>Além do preço, os embarques de carne bovina do Brasil para os países da UE seguem aumentando em 2026 e em maio renovaram a máxima para o período do ano.</p>
<p>Aliás, a<a href="https://farmnews.com.br/mercado/exportacao-de-carne-bovina-em-maio-2026/"> exportação de carne bovina</a> in natura do Brasil somou 261,94 mil toneladas métricas em maio de 2026, valor 20,1% acima do recorde anterior para o período do ano, de 2025 (218,07 mil toneladas). No acumulado entre janeiro e maio de 2026, os embarques de carne bovina in natura do Brasil somaram 1,21 milhão de toneladas métricas, valor 16,2% acima do recorde anterior para o período do ano, de 2025 (1,04 milhão de toneladas).</p>
<p>E além do recorde de venda de carne bovina, a <a href="https://farmnews.com.br/mercado/valorizacao-dos-animais-impulsiona-exportacao-de-bovinos-vivos-a-novo-recorde/">exportação de bovinos vivos</a> do Brasil também foi recorde para um mês de maio, em 2026, com destaque a alta do preço dos animais.</p>
<p>E assim como aconteceu para as vendas totais, a exportação de carne bovina do Brasil para a UE tem alcançado patamares recordes em 2026. Isso porque até maio, as vendas somaram 35,60 mil toneladas métricas, valor acima do praticado no mesmo período de 2025 e dos anos anteriores (primeira Figura).</p>
<p>A Figura apresenta os dados de embarque de carne bovina do Brasil para a UE, em mil toneladas métricas, no acumulado até maio, entre 2018 e 2026, segundo dados da COMEX.</p>
<figure  aria-describedby="caption-attachment-112972"  ><img alt="Preço da carne bovina exportada do Brasil para a UE próximo da máxima hist..." author="Ivan Formigoni"   src="https://www.farmnews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/ue-carne-bovina-07062026-2.jpg"  width="1011" height="640"   /><figcaption  >Fonte: Dados da COMEX (elaborado por Farmnews)</figcaption></figure>
<h2><strong>O preço da carne bovina exportada do Brasil para a UE também foi destaque em maio, com o preço alcançando o patamar de 2026 (US$9,85 por kg) e também muito próximo de renovar a máxima histórica de junho de 2022 (segunda Figura), quando foi cotado a US$9,98 por kg.</strong></h2>
<p>O preço de US$9,85 por kg em maio de 2026 foi 23,4% maior que o valor nominal praticado em maio de 2025 (US$7,98) e novo recorde para um mês de maio, de 2022 (US$8,94).</p>
<p>A Figura apresenta os dados do preço médio da carne bovina do Brasil exportada para a UE, em dólares por kg entre janeiro de 2020 e maio de 2026, segundo dados da COMEX.</p>
<figure  aria-describedby="caption-attachment-112974"  ><img alt="Preço da carne bovina exportada do Brasil para a UE próximo da máxima hist..." author="Ivan Formigoni"   src="https://www.farmnews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/ue-carne-bovina-07062026.jpg"  width="1011" height="640"   /><figcaption  >Fonte: Dados da COMEX (elaborado por Farmnews)</figcaption></figure>
<p><strong>Saiba também que a <a href="https://farmnews.com.br/mercado/importacao-de-carne-bovina-do-brasil-pela-china-em-maio-de-2026/">importação de carne bovina do Brasil pela China</a> somou o equivalente a US$1,04 bilhão em maio de 2026, alta de mais de 80,0% frente ao mesmo período de 2025 (US$0,58 bilhão).</strong></p>
<p>O fato é que além da alta no embarque de carne bovina para o país asiático, o preço médio de venda também aumentou, alcançando o maior patamar para o período do ano desde 2022, quando inclusive ficou acima de US$7,00 por kg.</p>
<p>No acumulado do ano, até maio, a exportação de carne bovina para a China também segue descolada do mesmo período dos anos anteriores, mostrando que ao longo de todo ano de 2026, pelo menos até o momento, a demanda chinesa foi maior.</p>
<p><strong>O Farmnews também comparou o preço médio anual do boi gordo, bezerro, milho e soja nos meses de maio, entre os anos de 2018 e 2026, em moeda nacional (<a href="https://farmnews.com.br/mercado/preco-do-bezerro-37/">clique aqui</a>) e em dólares (<a href="https://farmnews.com.br/mercado/preco-em-dolares-do-boi-gordo-bezerro-milho-e-soja-em-maio-de-2026/">clique aqui</a>).</strong></p>
<p><strong>O Farmnews disponibiliza, diariamente, seus estudos de forma gratuita pelo whatsapp. <a href="https://chat.whatsapp.com/C9wRtzcVAbZ0MgMSGXshKa">Clique aqui</a>!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.farmnews.com.br/mercado/preco-da-carne-bovina-exportada-do-brasil-para-a-ue-proximo-da-maxima-historica/">Preço da carne bovina exportada do Brasil para a UE próximo da máxima histórica</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.farmnews.com.br">Farmnews</a>.</p>
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		<title>Risco tributário dos insumos agrícolas: o que muda com a Reforma?</title>
		<link>https://www.farmnews.com.br/gestao/risco-tributario-dos-insumos-agricolas-o-que-muda-com-a-reforma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thiago Moreira - Advogado, Save Co. Inteligência Tributária]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 19:24:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[imposto]]></category>
		<category><![CDATA[insumo]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
		<category><![CDATA[risco tributário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://farmnews.com.br/?p=112961</guid>

					<description><![CDATA[<p>Hoje, comprar insumo ou vender produção sem saber a procedência não é mais só risco tributário ou de prejuízo financeiro, é risco de entrar, sem querer, num problema muito maior. as mudanças trazidas pela Reforma Tributária começarão a cobrar também, a conta do fornecedor pelos erros do comprador. A lei pune o fornecedor pelos erros [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.farmnews.com.br/gestao/risco-tributario-dos-insumos-agricolas-o-que-muda-com-a-reforma/">Risco tributário dos insumos agrícolas: o que muda com a Reforma?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.farmnews.com.br">Farmnews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.farmnews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/template-259.jpg" alt="risco tributário" title="Risco tributário dos insumos agrícolas: o que muda com a Reforma?" width="543" height="313" author="Thiago Moreira - Advogado, Save Co. Inteligência Tributária" /><h2><strong>Hoje, comprar insumo ou vender produção sem saber a procedência não é mais só risco tributário ou de prejuízo financeiro, é risco de entrar, sem querer, num problema muito maior.</strong></h2>
<p>as mudanças trazidas pela Reforma Tributária começarão a cobrar também, a conta do fornecedor pelos erros do comprador.</p>
<p><strong>A lei pune o fornecedor pelos erros do comprador – e vice versa! Afinal, v</strong><strong>ocê sabe de quem compra e para quem você vende?</strong></p>
<p><em>“A responsabilidade hoje não para mais na porteira de cada fazenda ou empresa: quem compra e quem vende passa a responder também pelo que acontece ao longo de toda a cadeia.”</em></p>
<p>Atualmente, fornecedor e comprador hoje têm <strong>responsabilidade compartilhada</strong> em relação a toda a cadeia.</p>
<p>Se um fornecedor usa mão de obra análoga à escrava, importa mercadoria ilegal ou tem ligação com crime organizado, o risco já não é só dele; o comprador pode ser chamado para a mesma mesa de investigação, ainda que alegue boa-fé.</p>
<p>O entendimento que vem ganhando força é simples e duro: <strong><u>não basta dizer “eu não sabia”,</u></strong> <strong><u>é preciso mostrar que você tomou cuidado, que foi diligente</u></strong> para saber com quem estava se relacionando.</p>
<p>Os juízes, o Ministério Público, o MPT, a Receita, órgãos ambientais, o Cade e até a política norte americana do presidente Donald Trump contra o Brasil demonstram como o mundo passou a enxergar a cadeia como um “sistema”: quem compra, quem vende, quem transporta, quem financia.</p>
<p>Isso significa que não basta “eu não sabia” ou “eu só comprei”. Em vários temas – trabalho análogo à escravidão, meio ambiente, importação ilegal, crime organizado, concorrência desleal – o comprador pode ser responsabilizado junto com o fornecedor</p>
<p>Neste mesmo sentido, as mudanças trazidas pela Reforma Tributária começarão a cobrar também, a conta do fornecedor pelos erros do comprador.</p>
<p>Você tem certeza que sabe para quem está vendendo?</p>
<p>Os riscos tributários para quem vende insumos que servem “pra tudo” ficaram bem maiores, porque agora a tal da “finalidade” – ou seja, o uso que o cliente dá ao produto – é condição para ter o benefício fiscal.</p>
<p>A Reforma Tributária, feita pela Emenda Constitucional 132/2023 e detalhada na Lei Complementar 214/2025, mexeu forte no mercado. Não foi só trocar imposto de nome. No agro, o recado é este:</p>
<p>&#8211; “O governo quer cobrar menos impostos de comida e insumos agrícola, e mais impostos de coisas supérfluas e serviços”.</p>
<p>Por isso apareceram as alíquotas reduzidas de IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), com redução de 60% para produtos do campo, como está lá nos artigos 137 e 138 da LC 214/2025.</p>
<p>Só que esse desconto de imposto <strong>não vale para todo mundo nem para qualquer uso</strong>.</p>
<p>Muita gente ainda não percebeu, mas o texto da lei estabeleceu que haverá alíquota (percentual do imposto) menor em algumas situações, vejamos como o exemplo o artigo 128 da LC 214/2025:</p>
<p>“(&#8230;) <strong>ficam reduzidas em 60% </strong>(sessenta por cento) as alíquotas do IBS e da CBS incidentes sobre operações com:</p>
<p><strong>VI &#8211; alimentos destinados ao consumo humano;</strong></p>
<p><strong>IX &#8211; insumos agropecuários e aquícolas;</strong></p>
<p>Em uma primeira leitura do texto legal, parece não haver nenhuma divergência ou risco sobre a situação tratada na lei. Se for comercializado ou fornecido alimentos como uma simples “laranja”, ou minha loja revender “fertilizante” para um produtor rural, eu serei taxado conforme uma alíquota reduzida em 60%. Isso por que vendi alimento ou insumo, certo?</p>
<p>A resposta é: Não!</p>
<p>A interpretação da lei diz que fica reduzida a alíquota em 60%, ou seja, é um benefício fiscal, <strong><u>condicionado ao destino e uso do produto</u></strong>, se for destinado a alimentação humana ou material para ser aplicado como insumo no campo, na produção agrícola, o benefício fiscal se confirma.</p>
<p>Por outro lado, trago uma situação e pergunto:</p>
<ul>
<li>E se a “laranja” comercializada não for revendida para consumo humano, mas sim para extração de óleos essenciais para produção de cosméticos?</li>
<li>E se o fertilizante comercializado não for aplicado no campo, na produção de alimentos, mas sim para aplicação urbana em paisagismo ou utilização de equipamentos agrícolas em obras de construção civil nas cidades, em meio urbano?</li>
</ul>
<p>Estariam nas situações acima, sendo os produtos utilizados da forma que a lei estabeleceu para justificar o benefício fiscal? Evidentemente que não!</p>
<p>Agora outra pergunta:</p>
<ul>
<li>60% de benefício fiscal fará com que a alíquota nos casos descritos acima cai de 28% para 11,20% (redução de 16,8% em tributos), isso se mostra muito atrativo para o mercado, certo? Agora, na sua opinião, conhecendo o Brasil, qual a chance de que ao longo da cadeia este benefício fiscal que exige condições de aplicação e uso, seja desvirtuado com o intuito de pagar menos tributos?</li>
</ul>
<p>Por fim, a última pergunta:</p>
<ul>
<li>O que o produtor rural e o fornecedor de insumos tem a ver com o que o comprador direto ou indireto vai fazer e destinar o produto ou insumo?</li>
</ul>
<p>A resposta a estas perguntas é que, o vendedor, produtor, distribuidor, que se valer da alíquota reduzida vai se beneficiar fiscalmente, e que por isso, tem a corresponsabilidade pela devida e correta aplicação do produto ou insumo conforme condição disposta na lei!</p>
<p>E se não o fizer, poderá ser obrigado a recolher a diferença do imposto que não recolheu, com multa, juros, correção e estando sujeito, inclusive, a sofrer sanções criminais a depender da forma que agir.</p>
<p>Em muitos casos, a alíquota menor só entra se o produto for usado de verdade na atividade rural. Não adianta estar escrito “fertilizante” na nota se, na prática, isso vai parar em outra finalidade.</p>
<p>A lei quer saber: comprou para quê? Usou onde? Se foi para lavoura, para o gado, para a produção rural, ótimo, entra no benefício. Se foi para outra coisa, cai na regra geral, com imposto cheio.</p>
<p>É aí que entram os tais “insumos de duplo uso”: produtos que podem servir para o agro e para outros ramos. Combustível é um exemplo; um certo tipo de químico também. Se o químico entra na produção de fertilizante, o benefício faz sentido. Se esse mesmo químico vai ser usado para fabricar explosivo ou cosmético, não tem direito à alíquota reduzida. O problema: essa análise não acontece só no papel. Ela depende de acompanhar o destino do produto na vida real.</p>
<p>E é aqui que o fornecedor entra na linha de tiro!</p>
<p>Ele emite a nota com imposto reduzido confiando na palavra do comprador. Se depois o Fisco descobre que aquela mercadoria foi usada em atividade que <strong>não tem direito ao benefício</strong>, entende que houve desvio de finalidade. Resultado? Cobrança da diferença de imposto, multa, juros – e, muitas vezes, essa conta vem primeiro em cima de quem emitiu a nota.</p>
<p>Aquele velho jeito de trabalhar – “vende o insumo, emite a nota, guarda a via e pronto” – não dá mais. O nível de cuidado tem que subir. Os fornecedores vão precisar pedir do cliente <strong>declaração assinada</strong> dizendo para que vai usar o insumo, colocar no contrato qual é a finalidade permitida e, em alguns casos, até limitar a venda para quem não é do agro. Do lado do produtor, também muda: não adianta só dizer que foi “uso agrícola”; precisa ter mínima organização para provar isso numa fiscalização.</p>
<p>Isso não é frescura de advogado, no caso, minha. É questão de proteção. Situações que já acompanhei muito em minha carreira e sempre que a comprovação lastreada em <strong>documentos foi possível,</strong> juntamente com a comprovação da boa-fé do envolvido (fornecedor ou comprador), o resultado foi deixar de gastar milhões em multas, impostos, e ficar fora de denúncias criminais e até ser absolvido diante de acusações por conta de culpa de terceiros.</p>
<p>A própria LC 214/2025 fala de operações com diferimento, crédito presumido, manutenção ou perda de crédito (por exemplo, nos artigos 49, 52, 137 e 138). Se a Receita entender que a finalidade não foi a que dá direito ao benefício, ela pode recalcular tudo com a alíquota cheia e com encargos legais. E o que era para ser desconto vira autuação pesada.</p>
<p>Por isso, hoje eu bato muito na tecla de <strong>compliance jurídico e tributário</strong> – traduzindo: organização, conhecimento e prova.</p>
<h3><strong>COMO SE PROTEGER?</strong></h3>
<p>Do lado do fornecedor, o risco é grande. Se ele vende com alíquota reduzida e o Fisco entende que o cliente usou o insumo fora do agro, pode cobrar a diferença de imposto com juros e multa <strong>em cima de quem emitiu a nota</strong>.</p>
<p>Como o fornecedor depende da informação que o cliente dá, ele precisa se proteger: <strong>auditoria de cadastro de clientes, check de geo-localização,</strong> <strong>pedir declaração do comprador dizendo qual será o uso, colocar em contrato que, se o cliente usar errado, paga o prejuízo (direito de regresso), conferir se o CNPJ tem atividade compatível com o produto e uso e manter rastreio de lotes e cargas. </strong></p>
<p>Isso tudo faz parte do que o STJ chama, em outras situações, de “kit de boa-fé”: provas de que você pesquisou o fornecedor ou o cliente, guardou notas, comprovou pagamento e entrega.</p>
<p>No fim, o recado é simples: quem trabalha com insumo beneficiado ou de duplo uso precisa de advogado e contador montando esse “escudo” documental, porque hoje não basta estar certo – é preciso conseguir provar que está certo.</p>
<p>A empresa do agro, pequena ou grande, vai ter que se organizar melhor para mostrar o que faz. Nota fiscal continua sendo o coração da história, mas não resolve sozinha. Passam a valer também: laudo, relatório simples de produção, controle de estoque separado por tipo de uso, registro básico de onde foi aplicado cada lote de insumo e empresa terceirizada e reconhecida em “compliance”.</p>
<p>Se você não prova que usou do jeito que a lei manda, a Receita tende a tratar como se você não tivesse direito ao benefício. Aí vem diferença de imposto, multa, juros e dor de cabeça.</p>
<p>Tem ainda o lado dos créditos. A LC 214/2025 foi pensada pra IBS e CBS funcionarem como um grande “vai e volta” de crédito ao longo da cadeia. Tudo que se paga na compra vira crédito na venda. Só que, quando tem benefício condicionado à finalidade, esse crédito também fica condicionado. Se você comprou com alíquota reduzida porque era para uso rural, o crédito é menor, o que é normal.</p>
<p>O problema é quando o uso muda depois: insumo que entra como “agro” e termina em outro lugar. A cadeia de crédito e débito fica torta, e o sistema manda ajustar: estornar crédito, pagar imposto a mais, refazer conta. No agro isso é ainda mais delicado, porque a gente fala de exportação, operação com alíquota zero, crédito acumulado, tudo isso já previsto na LC 214/2025.</p>
<p>Quando a lei passa a olhar para “para que foi usado?” e “qual era a intenção?”, abre muito espaço para interpretação.</p>
<p>O Fisco olha o histórico da empresa, os números, o tipo de operação e pode dizer assim: “na nota está escrito uma coisa, mas eu acho que na prática foi usado para outra coisa”. E o contribuinte vai dizer que fez tudo certo. Esse é o cenário perfeito para briga administrativa e judicial. É aqui que entra o <strong>planejamento tributário sério</strong>, não aquele monte de promessa de “paga zero imposto”, mas o trabalho de mapear: quais insumos são de duplo uso, onde a finalidade é gatilho de benefício, quais contratos precisam ser ajustados, que tipo de prova a empresa já tem e qual ainda precisa organizar.</p>
<p>E onde entra o advogado tributarista especializado no agro nisso tudo? Entra justamente para <strong>não deixar você apanhar </strong>desse sistema novo. Nosso trabalho é pegar a lei (CTN, CRFB/88, Lei nº 4.504/1964, EC 132/2023, LC 214, LC 227, Decreto nº 12.955/2026, Resolução CGIBS nº 6/2026, etc<strong>)</strong>, traduzir para o seu dia a dia, olhar do portão da fazenda até o contrato com a indústria e montar um plano:</p>
<ul>
<li>como faturar mais e pagar menos impostos dentro da lei?;</li>
<li>que declaração pedir do cliente?;</li>
<li>que cláusula colocar no contrato?;</li>
<li>que documento guardar?;</li>
<li>como se defender se a fiscalização chegar?</li>
<li>como proteger meu patrimônio?;</li>
</ul>
<p>Sozinho, o produtor ou o fornecedor tende a só “ir indo” e descobrir o problema quando a multa já chegou. Com acompanhamento especializado, você trabalha protegido: aproveita o que a lei oferece (alíquota reduzida, crédito, benefício para o agro) e, ao mesmo tempo, fecha as portas que o Fisco usaria para te autuar.</p>
<p>Vou citar um exemplo clássico, que vai além das consequências tributárias, mas que é capaz de pegar qualquer produtor de boa-fé que esteja em busca de reduzir seus custos, ou seja, quase todo mundo:</p>
<p>&#8211; O produtor compra um lote de fertilizante de uma empresa desconhecida, só porque o preço está muito abaixo do mercado e não exige nota fiscal. Sem nota, ele não consegue comprovar a compra para o banco se precisar de crédito, nem para o contador se precisar declarar despesa. Se depois descobrirem que esse fertilizante era importado ilegalmente ou que a empresa vendia produto contrabandeado, o produtor pode ser investigado junto, mesmo sem saber. Se a Receita entender que ele se beneficiou de um produto irregular, pode cobrar imposto retroativo, multa e ainda bloquear parte do patrimônio. Se a polícia entender que se beneficiou do esquema, se era carga roubada por exemplo, é também denunciado criminalmente por crime de receptação. No fim, a “economia” vira prejuízo muito maior.</p>
<p>Se você vende ou compra insumo de duplo uso (pense e pergunte-se se esse produto pode ser usado para outros fins), este é o recado: <strong>não é hora de economizar justamente na orientação tributária</strong>. Um erro aqui não é uma multa pequena; é risco de pagar imposto que não estava na conta, perder cliente grande e ainda ficar com o nome marcado na Receita.</p>
<p>Um advogado tributarista que conhece a realidade do campo não é custo, é seguro: ele entra antes do problema, organiza a casa e te ajuda a jogar o novo jogo da Reforma com as regras na mão.</p>
<h3><strong>CONCLUSÃO</strong></h3>
<h2><strong>Hoje, comprar insumo ou vender produção sem saber a procedência não é mais só risco tributário ou de prejuízo financeiro, é risco de entrar, sem querer, num problema muito maior.</strong></h2>
<p>Fornecedor que usa mão de obra análoga à escrava, que importa irregularmente ou que está ligado a esquema de lavagem de dinheiro e crime organizado, mesmo sem o seu conhecimento, pode colocar o produtor rural na mesma investigação, como se fizesse parte do esquema.</p>
<p>O Ministério Público tem adotado cada vez mais essa visão: se você está na cadeia sem cuidado, sem registros que te permitiam saber com quem negociava, começa a ser visto não como vítima, mas como integrante que contribuiu para manter uma estrutura criminosa. O dano não é só na lavoura — pode chegar ao bloqueio de bens, à perda da propriedade e ao nome sujo numa acusação penal pesada.</p>
<p>Por isso, a gestão da cadeia de fornecedores e de clientes deixou de ser assunto só de grandes empresas.</p>
<p>O produtor que compra insumo de um CNPJ que nunca viu, que paga por fora, que não exige nota, que não sabe a origem da mercadoria, está abrindo porteira para risco fiscal, penal e da sua reputação.</p>
<p>Existem consultorias que fazem esse rastreamento: checam CNPJ, quadro societário, vínculos, ações judiciais, certidões e até conexão com áreas geográficas de risco. O que antes parecia exagero hoje é proteção de patrimônio e de liberdade, porque o agro está na lente da Receita, do Ministério Público e das forças de segurança.</p>
<p><strong>Ter uma dúvida não resolve — quem não tem controle de com quem compra e para quem vende pode pagar um preço altíssimo, inclusive pessoal, mesmo sem ter cometido crime nenhum.</strong></p>
<p>A SAVE ONE, uma “start up” da SAVE Co., grupo que faço parte, possui experiência para te livrar desses problemas.</p>
<p>Confie em quem confia no Agro, estamos aqui para te ajudar!</p>
<p><strong>Saiba também que <a href="https://www.farmnews.com.br/gestao/debitos-tributarios-no-agro-como-revisar-reduzir-e-negocias-dividas/">débitos tributários no agro</a> no agro podem ser revisados. Veja como revisar, reduzir e negociar dívidas com a PGFN (e até zerá-las com créditos)!</strong></p>
<p><strong>E mudando de assunto, você sabe quanto custa uma holding familiar – e onde está o verdadeiro custo dessa decisão? <a href="https://www.farmnews.com.br/gestao/quanto-custa-uma-holding-familiar/">Clique aqui</a> e confira!</strong></p>
<p><strong><u>Thiago Moreira de Sousa – Advogado | Save Co. Inteligência Tributária</u></strong></p>
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<p>O post <a href="https://www.farmnews.com.br/gestao/risco-tributario-dos-insumos-agricolas-o-que-muda-com-a-reforma/">Risco tributário dos insumos agrícolas: o que muda com a Reforma?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.farmnews.com.br">Farmnews</a>.</p>
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		<title>Demanda por carne bovina mais lenta, mas preço no varejo segue firme</title>
		<link>https://www.farmnews.com.br/mercado/demanda-por-carne-bovina-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ivan Formigoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 12:13:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[carne bovina]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[demanda]]></category>
		<category><![CDATA[demanda por carne bovina]]></category>
		<category><![CDATA[oferta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O final de maio foi marcado por uma menor demanda por carne bovina, comum ao período do mês. Mas o preço para o consumidor final segue firme.  A última semana de maio foi marcada por vendas mais lentas no setor, cenário comum neste período, quando o consumidor costuma priorizar proteínas mais baratas. No atacado com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.farmnews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/modelo-47.jpg" alt="demanda por carne bovina" title="Demanda por carne bovina mais lenta, mas preço no varejo segue firme" width="476" height="280" author="Ivan Formigoni" /><h1><strong>O final de maio foi marcado por uma menor demanda por carne bovina, comum ao período do mês. Mas o preço para o consumidor final segue firme. </strong><em><br />
</em></h1>
<p>A última semana de maio foi marcada por vendas mais lentas no setor, cenário comum neste período, quando o consumidor costuma priorizar proteínas mais baratas.</p>
<p>No atacado com osso, apesar da reposição de estoques mais fraca, a oferta disponível para distribuição também esteve menor, equilibrando o mercado. Com isso, a cotação das carcaças casadas permaneceu estável.</p>
<p>A carcaça casada do boi capão está cotada em R$23,90/kg, enquanto a do boi inteiro está negociada em R$22,75/kg. Entre as fêmeas, a cotação da carcaça casada da vaca está em R$21,70/kg e a da novilha em R$22,00/kg.</p>
<p>No atacado de carne desossada, a média das cotações dos cortes recuou 0,3%.</p>
<p>Nos cortes do traseiro, a média caiu 0,2%, influenciada pela queda em oito dos 16 cortes, enquanto cinco apresentaram alta e três permaneceram estáveis. O destaque foi o miolo de alcatra, com recuo de 1,1% no período.</p>
<p>Para os cortes do dianteiro, a média registrou queda de 0,7%, com quatro cortes em baixa e dois em alta. A paleta com músculo apresentou a maior variação, com desvalorização de 2,8%.</p>
<p>No varejo, as cotações estão em alta na maior parte das praças analisadas, com exceção do Rio de Janeiro, onde houve retração.</p>
<p>Em São Paulo, a cotação média subiu 0,1%, com nove cortes em alta, sete em queda e cinco estáveis. O destaque foi o cupim, que subiu 2,5%.</p>
<p>No Paraná, a alta média foi de 0,4%, com 14 cortes valorizados, cinco em queda e dois sem alteração. O músculo foi o corte com maior variação, com alta de 5,2%.</p>
<p>Em Minas Gerais, a cotação média subiu 0,6%, com 11 cortes em alta, sete em queda e três estáveis. A maior variação foi a valorização de 5,5%, para a alcatra com maminha.</p>
<p>No Rio de Janeiro, a média recuou 0,8%, com 13 dos 21 cortes em queda, ante quatro em alta e quatro estáveis. O lagarto foi o corte que mais variou, com retração de 4,9%.</p>
<h2><strong>No curto prazo, a demanda por carne bovina tende a ganhar algum fôlego com o pagamento das bonificações, embora a recuperação do ritmo deva ficar mais consistente apenas após o recebimento dos salários, no quinto dia útil de junho.</strong></h2>
<p><strong>Tabela 1. </strong>Preços médios dos cortes sem osso no mercado atacadista de São Paulo, em R$/kg.</p>
<p><img author="Ivan Formigoni"   src="https://www.farmnews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/corte-scot-06062026.jpg" alt="demanda por carne bovina" width="594" height="825"   /></p>
<p>Vale destacar também que a<a href="https://farmnews.com.br/mercado/exportacao-de-carne-bovina-em-maio-2026/"> exportação de carne bovina</a> in natura do Brasil somou 261,94 mil toneladas métricas em maio de 2026, valor 20,1% acima do recorde anterior para o período do ano, de 2025 (218,07 mil toneladas). No acumulado entre janeiro e maio de 2026, os embarques de carne bovina in natura do Brasil somaram 1,21 milhão de toneladas métricas, valor 16,2% acima do recorde anterior para o período do ano, de 2025 (1,04 milhão de toneladas).</p>
<p>E além do recorde de venda de carne bovina, a <a href="https://farmnews.com.br/mercado/valorizacao-dos-animais-impulsiona-exportacao-de-bovinos-vivos-a-novo-recorde/">exportação de bovinos vivos do Brasil</a> também foi recorde para um mês de maio, em 2026, com destaque a alta do preço dos animais.</p>
<p><strong>Tabela 2. </strong>Preços médios dos cortes no mercado varejista na semana*, em R$/kg.</p>
<p><img author="Ivan Formigoni"   src="https://www.farmnews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/corte-scot-06062026-2.jpg" alt="demanda por carne bovina" width="589" height="705"   /></p>
<p><strong>Saiba também que a <a href="https://farmnews.com.br/mercado/importacao-de-carne-bovina-do-brasil-pela-china-em-maio-de-2026/">importação de carne bovina do Brasil pela China</a> somou o equivalente a US$1,04 bilhão em maio de 2026, alta de mais de 80,0% frente ao mesmo período de 2025 (US$0,58 bilhão).</strong></p>
<p>O fato é que além da alta no embarque de carne bovina para o país asiático, o preço médio de venda também aumentou, alcançando o maior patamar para o período do ano desde 2022, quando inclusive ficou acima de US$7,00 por kg.</p>
<p>No acumulado do ano, até maio, a exportação de carne bovina para a China também segue descolada do mesmo período dos anos anteriores, mostrando que ao longo de todo ano de 2026, pelo menos até o momento, a demanda chinesa foi maior.</p>
<p ><strong>O Farmnews atualizou os dados da variação acumulada do preço do bezerro, boi gordo, dólar e do indicador de inflação (IGP-M) entre janeiro de 2020 e maio de 2026 e também ao longo dos últimos 12 meses.</strong></p>
<p>Afinal, como se comportou, nos últimos 12 meses, ou seja, entre maio de 2025 e maio de 2026 e também desde 2020, o preço de bezerro e do boi gordo comparado ao indicador de inflação, medido pelo IGP-M e o dólar? <a href="https://farmnews.com.br/mercado/preco-do-bezerro-boi-gordo-dolar-e-inflacao-entre-maio-de-2025-e-2026/">Clique aqui</a> e confira!</p>
<p><strong>O Farmnews também comparou o preço médio anual do boi gordo, bezerro, milho e soja nos meses de maio, entre os anos de 2018 e 2026, em moeda nacional (<a href="https://farmnews.com.br/mercado/preco-do-bezerro-37/">clique aqui</a>) e em dólares (<a href="https://farmnews.com.br/mercado/preco-em-dolares-do-boi-gordo-bezerro-milho-e-soja-em-maio-de-2026/">clique aqui</a>).</strong></p>
<p><strong>O Farmnews disponibiliza, diariamente, seus estudos de forma gratuita pelo whatsapp. <a href="https://chat.whatsapp.com/C9wRtzcVAbZ0MgMSGXshKa">Clique aqui</a>!</strong></p>
<p>O post <a href="https://www.farmnews.com.br/mercado/demanda-por-carne-bovina-2/">Demanda por carne bovina mais lenta, mas preço no varejo segue firme</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.farmnews.com.br">Farmnews</a>.</p>
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		<title>Valorização dos animais impulsiona exportação de bovinos vivos a novo recorde</title>
		<link>https://www.farmnews.com.br/mercado/valorizacao-dos-animais-impulsiona-exportacao-de-bovinos-vivos-a-novo-recorde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ivan Formigoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 10:46:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos vivos]]></category>
		<category><![CDATA[EXPORTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[exportação de bovinos vivos]]></category>
		<category><![CDATA[preço]]></category>
		<category><![CDATA[recorde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A exportação de bovinos vivos do Brasil renovou o recorde de vendas, em faturamento, para um mês de maio, em 2026. Pois é, além do recorde de exportação de carne bovina, o Brasil tem renovado a máxima também quando o assunto é a comercialização de bovinos vivos para o mercado internacional. Val lembrar que, a exportação [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.farmnews.com.br/mercado/valorizacao-dos-animais-impulsiona-exportacao-de-bovinos-vivos-a-novo-recorde/">Valorização dos animais impulsiona exportação de bovinos vivos a novo recorde</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.farmnews.com.br">Farmnews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.farmnews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/modelo-farmnews-10.jpg" alt="exportação de bovinos vivos" title="Valorização dos animais impulsiona exportação de bovinos vivos a novo recorde" width="468" height="272" author="Ivan Formigoni" /><h1><strong>A exportação de bovinos vivos do Brasil renovou o recorde de vendas, em faturamento, para um mês de maio, em 2026.</strong></h1>
<p>Pois é, além do recorde de exportação de carne bovina, o Brasil tem renovado a máxima também quando o assunto é a comercialização de bovinos vivos para o mercado internacional.</p>
<p><strong>Val lembrar que, a<a href="https://farmnews.com.br/mercado/exportacao-de-carne-bovina-em-maio-2026/"> exportação de carne bovina</a> in natura do Brasil somou 261,94 mil toneladas métricas em maio de 2026, valor 20,1% acima do recorde anterior para o período do ano, de 2025 (218,07 mil toneladas). No acumulado entre janeiro e maio de 2026, os embarques de carne bovina in natura do Brasil somaram 1,21 milhão de toneladas métricas, valor 16,2% acima do recorde anterior para o período do ano, de 2025 (1,04 milhão de toneladas).</strong></p>
<p>E voltando ao mercado de bovinos vivos, a receita com a venda de animais somou o equivalente a US$105,67 milhões, o patamar mais alto para um mês de maio, em 2026, mas pouco acima do recorde anterior para o período do ano, de 2025 (104,82 milhões), como mostram os dados da primeira Figura.</p>
<p>A Figura apresenta os dados de receita com a exportação de bovinos vivos do Brasil, nos meses de maio, em milhões de dólares, entre 2005 e 2026, segundo dados da COMEX.</p>
<figure  aria-describedby="caption-attachment-112949"  ><img author="Ivan Formigoni"   src="https://www.farmnews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/bov-vivos-06062026.jpg" alt="exportação de bovinos vivos" width="1011" height="629"   /><figcaption  >Fonte: Dados da COMEX (elaborado por Farmnws)</figcaption></figure>
<h2><strong>O destaque da exportação de bovinos vivos em maio ficou com o preço médio de venda que, além de recorde para o período do ano, foi muito acima dos valores praticados nos anos anteriores.</strong></h2>
<p>O preço médio dos bovinos vivos exportados do Brasil em maio de 2026 foi de US$2,95 por kg, valor 16,8% acima do praticado em maio de 2025 (US$2,56) e 12,7% acima do recorde nominal para um mês de maio, de 2018, quando o valor ficou em US$2,62 por kg.</p>
<p>É importante destacar que os embarques de bovinos vivos caíram em maio de 2026 em relação ao mesmo período de 2025. Em maio de 2026 foram comercializadas 35,77 mil toneladas em animais vivos, valor abaixo do recorde para um mês de maio, de 2025 (41,46 mil toneladas).</p>
<p>No acumulado de 2026, até maio, o Brasil exportou o equivalente a US$648,81 milhões em bovinos vivos, valor mais de 65,0% acima do recorde anterior para o período do ano, de 2025 (US$391,37 milhões).</p>
<p>A Figura apresenta os dados de receita de exportação de bovinos vivos do Brasil, em milhões de dólares, no acumulado até maio, entre 2005 e 2026, segundo dados da COMEX.</p>
<figure  aria-describedby="caption-attachment-112950"  ><img author="Ivan Formigoni"   src="https://www.farmnews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/bov-vivos-06062026-2.jpg" alt="exportação de bovinos vivos" width="1011" height="629"   /><figcaption  >Fonte: Dados da COMEX (elaborado por Farmnews)</figcaption></figure>
<p>A venda de bovinos vivos do Brasil em 2026, até maio, de 227,51 mil toneladas ficou 42,4% acima do praticado no acumulado até maio de 2025 (159,68 mil toneladas) e acima do recorde anterior para o período do ano, de 2014 (175,52 mil toneladas).</p>
<p>E como destacamos acima, o preço médio de venda dos animais vivos tem sido o destacado ao lado do aumento do ritmo de embarque de bovinos vivos do Brasil para o mercado internacional.</p>
<p>O preço médio de venda dos bovinos vivos exportados do Brasil em 2026, até maio, foi de US$2,85 por kg, valor muito acima de 2025 (US$2,45) e do recorde para anterior para o período do ano, de 2018 (US$2,49).</p>
<p ><strong>Saiba também que o Farmnews atualizou os dados da variação acumulada do preço do bezerro, boi gordo, dólar e do indicador de inflação (IGP-M) entre janeiro de 2020 e maio de 2026 e também ao longo dos últimos 12 meses.</strong></p>
<p>Afinal, como se comportou, nos últimos 12 meses, ou seja, entre maio de 2025 e maio de 2026 e também desde 2020, o preço de bezerro e do boi gordo comparado ao indicador de inflação, medido pelo IGP-M e o dólar? <a href="https://farmnews.com.br/mercado/preco-do-bezerro-boi-gordo-dolar-e-inflacao-entre-maio-de-2025-e-2026/">Clique aqui</a> e confira!</p>
<p><strong>O Farmnews também comparou o preço médio anual do boi gordo, bezerro, milho e soja nos meses de maio, entre os anos de 2018 e 2026, em moeda nacional (<a href="https://farmnews.com.br/mercado/preco-do-bezerro-37/">clique aqui</a>) e em dólares (<a href="https://farmnews.com.br/mercado/preco-em-dolares-do-boi-gordo-bezerro-milho-e-soja-em-maio-de-2026/">clique aqui</a>).</strong></p>
<p><strong>O Farmnews disponibiliza, diariamente, seus estudos de forma gratuita pelo whatsapp. <a href="https://chat.whatsapp.com/C9wRtzcVAbZ0MgMSGXshKa">Clique aqui</a>!</strong></p>
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		<title>Aplicação da Nanotecnologia: Como Funciona a Engenharia Molecular no Campo?</title>
		<link>https://www.farmnews.com.br/inovacao/aplicacao-da-nanotecnologia-no-campo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ivan Formigoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 19:28:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Alfa nano Brazil]]></category>
		<category><![CDATA[aplicação da nanotecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[lucro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aplicação da nanotecnologia no campo é algo relativamente novo e desconhecido para muitos. E afinal, você sabe como funciona a engenharia molecular no campo? Desde maio estamos apresentando a nanotecnologia de uma forma simples e aplicada. Nós entendemos a dimensão da escala nanométrica e seus principais conceitos (clique aqui), como ela funciona (clique aqui) [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.farmnews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/alfa-nano-4.jpg" alt="aplicação da nanotecnologia" title="Aplicação da Nanotecnologia: Como Funciona a Engenharia Molecular no Campo?" width="543" height="313" author="Ivan Formigoni" /><h1><strong>A aplicação da nanotecnologia no campo é algo relativamente novo e desconhecido para muitos. E afinal, você sabe como funciona a engenharia molecular no campo?</strong></h1>
<p>Desde maio estamos apresentando a nanotecnologia de uma forma simples e aplicada. Nós entendemos a dimensão da escala nanométrica e seus principais conceitos (<a href="https://farmnews.com.br/inovacao/nanotecnologia-por-que-sera-o-diferencial-competitivo-do-agro-parte-1/">clique aqui</a>), como ela funciona (<a href="https://www.farmnews.com.br/inovacao/o-que-e-nanotecnologia-a-revolucao-invisivel-que-transforma-o-campo/">clique aqui</a>) e vimos como ela é a chave para recuperar as margens de lucro que o modelo tradicional acabou reduzindo (<a href="https://www.farmnews.com.br/inovacao/nanotecnologia/">clique aqui</a>). <strong>Mas como essa tecnologia atua na prática, no dia a dia da lavoura? Como ela consegue, ao mesmo tempo, nutrir melhor a planta e proteger o investimento do produtor?</strong></p>
<p><strong>E não podemos esquecer que também apresentamos dados de resultados de campo do uso da nanotecnologia, em um estudo conduzido pela Fundação Bahia, com a soja. <a href="https://farmnews.com.br/inovacao/nanotecnologia-na-pratica-resultados-de-pesquisa-com-a-soja/">Clique aqui</a> e confira os dados!</strong></p>
<h2>Mas voltando ao assunto aqui, a aplicação da nanotecnologia e como ela funciona na prática está fundamentada em 3 pilares fundamentais que a nanotecnologia traz para o campo: a <strong>liberação controlada</strong>, a <strong>alta taxa de absorção</strong> e a <strong>prevenção contra perdas por lixiviação.</strong></h2>
<h2><strong>1. Liberação Controlada: Nutrição Sob Demanda para a Planta</strong></h2>
<p>No método tradicional, quando se aplica um fertilizante comum, todo o nutriente fica disponível no ambiente de uma só vez. O problema é que a planta não possui capacidade metabólica para absorver tudo instantaneamente. O excesso que sobra acaba evaporando ou se perdendo na terra antes de ser aproveitado.</p>
<ul>
<li><strong>A Solução Nanotecnológica:</strong> Os nutrientes são revestidos em estruturas microscópicas.</li>
<li><strong>Na Prática:</strong> Essas partículas liberam os elementos de forma gradual e contínua. Algumas são programadas para fazer essa liberação apenas quando a planta emite sinais químicos de necessidade, causados por variações de temperatura ou acidez. Assim, a cultura permanece nutrida de maneira equilibrada por muito mais tempo.</li>
</ul>
<h2><strong>2. Maior Absorção: Superando as Barreiras Vegetais</strong></h2>
<p>A superfície das folhas possui uma camada protetora natural, chamada cutícula cerosa. Os fertilizantes comuns enfrentam grande dificuldade para transpor essa barreira porque suas macropartículas são grandes demais, o que faz com que boa parte do produto escorra e seja desperdiçada.</p>
<ul>
<li><strong>A Solução Nanotecnológica:</strong> As partículas desenvolvidas pela <a href="https://alfananobrazil.com/"><strong>Alfa Nano Brazil</strong></a> são reduzidas a uma escala tão minúscula que são significativamente menores do que os estômatos e poros das folhas.</li>
<li><strong>Na Prática:</strong> O nutriente penetra a estrutura foliar de forma direta e sem barreiras, acessando o sistema circulatório do vegetal quase instantaneamente. O aproveitamento do produto beira os <strong>100%</strong>, gerando uma resposta fisiológica imediata. A planta ganha vigor e energia com doses muito menores aplicadas no pulverizador.</li>
</ul>
<h2><strong>3. Redução de Lixiviação: Proteção Contra a Lavagem das Chuvas</strong></h2>
<p>A lixiviação ocorre quando a água da chuva ou da irrigação arrasta os fertilizantes do solo para as camadas mais profundas, longe do alcance das raízes. Esse processo gera um duplo prejuízo: contamina os lençóis freáticos e joga o dinheiro do produtor ralo abaixo.</p>
<ul>
<li><strong>A Solução Nanotecnológica:</strong> Como as formulações nanotecnológicas possuem alta aderência e são focadas na aplicação foliar, elas não dependem da dinâmica do solo para entregar resultados.</li>
<li><strong>Na Prática:</strong> O produto é fixado e absorvido rapidamente pelas folhas. Mesmo que ocorra uma chuva poucas horas após a aplicação, o nutriente já foi assimilado pela planta. Ao reduzir a necessidade de adubações pesadas via solo, evita-se a salinização e o desgaste da terra, mantendo o solo biologicamente ativo e o investimento protegido dentro da lavoura.</li>
</ul>
<h2><strong>A Nanotecnologia no Pulverizador: Soluções <a href="https://alfananobrazil.com/">Alfa Nano Brazil</a></strong></h2>
<p>A <a href="https://alfananobrazil.com/">Alfa Nano Brazil</a> transformou essa engenharia molecular em ferramentas práticas e eficientes para o manejo diário:</p>
<ul>
<li><strong>ALFA 1/137:</strong> Desenvolvido para fornecer nitrogênio diretamente via foliar. Como não sofre com a volatilização causada pelo sol e resiste à lavagem pelas chuvas, ele entrega energia imediata para o arranque da cultura com zero desperdício.</li>
<li><strong>Linha ALFA 2:</strong> Um complexo equilibrado com 14 elementos essenciais e Fitohormônios que atuam em sinergia. O produto estimula o desenvolvimento radicular profundo e aumenta a tolerância dos cultivos a períodos de estiagem, sem causar estresse fitotóxico.</li>
</ul>
<p>Utilizar a Nanotecnologia da <a href="https://alfananobrazil.com/"><strong>Alfa Nano Brazil</strong></a> significa migrar para um modelo de precisão cirúrgica. É a alternativa científica necessária para produzir mais, otimizando os recursos, preservando o patrimônio natural da fazenda e garantindo que cada centavo investido se converta em produtividade real na colheita.</p>
<p><strong>O Farmnews disponibiliza, diariamente, seus estudos de forma gratuita pelo whatsapp. </strong><a href="https://chat.whatsapp.com/C9wRtzcVAbZ0MgMSGXshKa"><strong>Clique aqu</strong>i</a>!</p>
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