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	<title>Broseghini</title>
	
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	<description>Jogando conversa fora sobre marketing, internet, bike e etc</description>
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		<title>A TV do futuro</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 20:22:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Broseghini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa história de final de super bowl já deu pano pra manga, mas eu vou compartilhar com vocês uma coisa que me ocorreu. Por conta desse evento, ficou muito claro que a TV e a internet não são mutuamente excludentes, muito pelo contrário. Alguns anos atrás falava-se que uma ia tomar o lugar da outra, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa história de final de super bowl já deu pano pra manga, mas eu vou compartilhar com vocês uma coisa que me ocorreu.</p>
<p>Por conta desse evento, ficou muito claro que a TV e a internet não são mutuamente excludentes, muito pelo contrário. Alguns anos atrás falava-se que uma ia tomar o lugar da outra, mas aos poucos vemos que não existe essa possibilidade, sabe porque? Porque a TV foi parar na internet e a internet foi parar na TV, ou seja, assistimos nosso programa favorito no computador ou no celular e ao mesmo tempo podemos acessar vídeos do Youtube na nossa TV. (se a sua ainda não faz isso, você vai acabar comprando uma com essa capacidade em breve)</p>
<p>Nessa final do super bowl, registrou-se que grande parte da audiência estava assistindo a partida pela TV e ao mesmo tempo, tuitando pelo celular e acompanhando comentários e estatísticas por um tablet, na maioria das vezes um iPad. <strong>Detalhe: milhares de pessoas, cada uma delas, usando três devices</strong>.</p>
<p>A quantidade de views, visitas, hits, sobre o evento na web foi tão absurda, que as empresas já perceberam que o retorno do investimento em mídia televisiva deve contemplar também todo o movimento online que acontece, como interações, engajamentos e conversações, tanto na hora, ao vivo, como dias depois inclusive.<br />
No passado, as pessoas desligavam a TV após a final da partida e no máximo, ficavam falando entre a família e com amigos do trabalho no dia seguinte. Coisa de grupos pequenos e isolados. E o assunto morria logo.</p>
<p>Além disso, o jogo, o show de abertura e os comerciais estão todos bombando e sendo visualizados milhares de vezes todos os dias. Ao que tudo indica, existe a tendência de adotarmos a linguagem áudio visual como um modelo definitivo para transmissão de mensagens. Sim, a linguagem em video sobreviveu ao tsunami da internet textual e está se consolidando como a forma mais eficiente de comunicação também no meio digital.</p>
<p>Rede social e vídeo, essa é a TV do futuro.</p>
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		<title>Anestesiou? Tem que operar</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Sep 2011 02:02:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Broseghini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a recaída da violência no Rio de Janeiro, nos últimos meses, em especial com o fato ocorrido no Morro do Alemão nesse final de semana, vem à tona o questionamento sobre a eficácia das UPP. Natural que isso aconteça, principalmente porque somos um país &#8220;sob anestesia, mas sem cirugia&#8221;, como bem disse uma vez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a recaída da violência no Rio de Janeiro, nos últimos meses, em especial com o fato ocorrido no Morro do Alemão nesse final de semana, vem à tona o questionamento sobre a eficácia das UPP.</p>
<p>Natural que isso aconteça, principalmente porque somos um país &#8220;sob anestesia, mas sem cirugia&#8221;, como bem disse uma vez o economista Mário Henrique Simonsen.</p>
<p>Para quem está fora do Rio de Janeiro é ainda mais comum questionar, pois nunca souberam o que de fato houve aqui com a famosa pacificação. Para os longínquos, a única janela de observação é a imprensa, que com suas lentes e filtros, apresentam a realidade conforme a sua visão, ora imparcial, ora tendenciosa.</p>
<p>Independente da politicagem, despreparo ou desinteresse dos poderosos, o movimento de ocupação dos morros dominados pelo tráfico e o policiamento mais presente, ao longo da cidade, trouxe sim um novo ar de esperança na solução do problema da violência no Rio de Janeiro. Longe dizer que a questão está resolvida. Mas é notório que a cidade ficou mais segura após as UPP.</p>
<p>Se a questão do tráfico de drogas foi solucionado, essa é outra questão. Claro que não. Continua acontecendo, com novos modelos de negócio e sem as armas em punho. Por mais que tenhamos visto na TV balas traçantes e tiros pra todo o lado, não podemos ser ingênuos de achar que um milagre aconteceu no Rio. Por que não aconteceu.</p>
<p>O que nos cabe é reconhecer que estamos vivendo uma realidade nova, mais tranquila sim, e pedimos que o governo seja responsável e assuma o seu papel de manter a ordem e a paz, sem esmorecer, para não dar espaço novamente aos bandidos de plantão.</p>
<p>Voltando e parafraseando o célebre Simonsen: já que o paciente foi anestesiado, que comecem logo essa cirurgia então.</p>
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		<title>A bicicleta é a culpada</title>
		<link>http://www.broseghini.com/2011/07/06/a-bicicleta-e-a-culpada/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Jul 2011 20:18:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Broseghini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bike]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[Surpreso e indignado. Foi como eu me senti hoje, quando tive que ir a Niterói. Tinha ido trabalhar de bike, no centro do Rio. Lembrei-me que a Barcas S/A foi proibida recentemente, pela justiça, de cobrar pelo transporte da bicicleta e pensei: ótimo! vou a Niterói de bike para minha reunião, tranquilamente. Tranquilamente? Engano total. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Surpreso e indignado. Foi como eu me senti hoje, quando tive que ir a Niterói.</p>
<p>Tinha ido trabalhar de bike, no centro do Rio. Lembrei-me que a Barcas S/A foi proibida recentemente, pela justiça, de cobrar pelo transporte da bicicleta e pensei: ótimo! vou a Niterói de bike para minha reunião, tranquilamente. Tranquilamente? Engano total.</p>
<p>Ao chegar na bilheteria, fui informado que estavam cobrando para transportar a magrela. Reclamei e argumentei que a justiça havia determinado que a cobrança era indevida. Mas por conta de um recurso, a Barcas S/A manteve a cobrança. Com uma sensação mista de otário, palhaço e impotente, paguei 2,80 (passagem) + 4,70 (taxa de bagagem) = 7,50&#8230; só pra ir. Com o retorno, o custo total ficou em 15 reais.</p>
<p>A questão aqui vai além do valor absurdo que é cobrado. Estamos falando da postura da empresa Barcas S/A.</p>
<p>Ficou claro, na minha triste experiência, que a Barcas S/A pratica tal valor com um objetivo simples: desestimular o uso da bicicleta.</p>
<p>Não compreendi o porque disso e comecei a imaginar seus executivos discutindo, em suas reuniões:</p>
<p><em>&#8220;&#8230; já imaginaram se um grande número de pessoas passarem a levar suas bicicletas em nossas embarcações? teríamos que nos adaptar e isso geraria um alto custo!&#8221;</em><br />
ou ainda:<br />
<em>&#8220;&#8230;se eles usarem bicicletas! deixarão de pegar ônibus para chegar nas Barcas! inclusive aqueles ônibus das empresas que nós somos sócios! pederemos dinheiro!&#8221;</em><br />
ou ainda:<br />
<em>&#8220;&#8230;se o uso da bicicleta pegar! o trânsito ficará muito mais aliviado! menos combustível será consumido! e isso causará um profundo impacto nas empresas de petróleo! que são grandes clientes em outros negócios que temos!&#8221;</em><br />
ou ainda:<br />
<em>&#8220;&#8230;com mais bikes cruzando a baía de barcas! significa que menos veículos atravessarão a ponte Rio Niterói! a qual detemos a concessão do pedágio e isso vai reduzir muito nosso faturamento no outro negócio!&#8221;</em><br />
ou ainda:<br />
<em>&#8220;&#8230;se tudo isso acontecer por conta dessas famigeradas bikes! iremos a falência! como vamos explicar isso para nossos acionistas nas Bermudas e em Londres! nossas ações listadas em Londres vão despencar!<br />
</em>e pra finalizar&#8230;<br />
&#8220;&#8230;se as pessoas pedalarem mais! vão ficar saudáveis! e imagino que isso deva ameaçar nossa empresa em algum momento! &#8221;</p>
<p>Pode parecer ficção, mas com exceção do último, os scripts acima tem uma boa dose de verdade. As Barcas S/A é controlada por um grupo composto pela Viação 1001, Andrade Gutierrez e Ocean Wilson Holdings Limited e a RJ Participações. Essas empresas controlam negócios de energia, construções, empreiteiras, transporte rodoviários, transportes marítimos, em outros diversos segmentos. Além disso, estão listados em bolsas de valores no Brasil e Europa e América Central.</p>
<p>Estima-se que a Barcas S/A tenha um volume de 100mil passageiros por dia útil. Fazendo uma conta de padeiro: 100.000 x 2,80=280mil x 22 (dias úteis)= 6.160.000! <strong>São mais de 6 milhões por mês de faturamento!</strong></p>
<p>Será que a cobrança da taxa de bagagem de 4,70 para transportar nossas bicicletas representa alguma grande oportunidade de negócio para incrementar os números acima? Não creio. E não entendo também, porque uma empresa deixa de aproveitar a oportunidade de usar o tema da sustentabilidade que a bicicleta naturalmente carrega sobre duas rodas.</p>
<p>Se a Barcas S/A incentivasse o uso da bike, poderia explorar isso nos seus relatórios de RI (Relação com Investidores) sob o tema sustentabilidade, nas sua ações de marketing e nas suas negociações com o governo, já que seu negócio é em regime de concessão. Definitivamente não entendo. É difícil pensar assim?<br />
Ou essa tal de bicicleta é a culpada de tudo mesmo?</p>
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		<title>Exposição de bicicletas antigas</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 22:06:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Broseghini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bike]]></category>
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		<category><![CDATA[cicloativismo]]></category>
		<category><![CDATA[historia]]></category>
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		<description><![CDATA[Esse final de semana aconteceu no SESC do Flamengo, no Rio, uma exposição muito bacana com bikes antigas. Além disso, rolou um bike papo com Mulher de Ciclos (Thais Lima), Juliana DeCastro, Milla Scramignon e muitas outras bikers que também se apaixonaram pela bicicleta. A palestra foi oportuna e incentivou o uso da bike. Veja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse final de semana aconteceu no SESC do Flamengo, no Rio, uma exposição muito bacana com bikes antigas. Além disso, rolou um bike papo com <a href="http://mulherdeciclos.com" target="_blank">Mulher de Ciclos</a> (Thais Lima), Juliana DeCastro, Milla Scramignon e muitas outras bikers que também se apaixonaram pela bicicleta.</p>
<p>A palestra foi oportuna e incentivou o uso da bike. <a href="http://www.flickr.com//photos/velimobi/sets/72157626985700201/show/" target="_blank">Veja fotos da palestra</a>. Foram ouvidas algumas experiências de mulheres que superaram suas dificuldades e fizeram o mundo girar sobre duas rodas. Muito inspirador em uma sociedade que ainda mantém resíduos de preconceito e discriminação da mulher.</p>
<p>Com certeza, muitas alí sentiram-se mais confiantes. Imagino que em breve estarão girando por aí e curtindo a felicidade de pedalar.</p>
<p>Confira abaixo as fotos da exposição.</p>
<p><a href="http://www.broseghini.com/wp-content/uploads/2011/07/Veli_Mobi31.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-70" title="Veli_Mobi3" src="http://www.broseghini.com/wp-content/uploads/2011/07/Veli_Mobi31.jpg" alt="" width="385" height="545" /></a></p>
<p>Design: Milla Scramignon (<a href="http://millascramignon.com/" target="_blank">www.millascramignon.com</a>)</p>
<p><a href="http://www.broseghini.com/wp-content/uploads/2011/07/IMG_3220-Small.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-56" title="IMG_3220 (Small)" src="http://www.broseghini.com/wp-content/uploads/2011/07/IMG_3220-Small-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-57" title="IMG_3163 (Small)" src="http://www.broseghini.com/wp-content/uploads/2011/07/IMG_3163-Small.jpg" alt="" width="285" height="381" /></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-58" title="IMG_3209 (Small)" src="http://www.broseghini.com/wp-content/uploads/2011/07/IMG_3209-Small-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-59" title="IMG_3149 (Small)" src="http://www.broseghini.com/wp-content/uploads/2011/07/IMG_3149-Small-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-60" title="IMG_3218 (Small)" src="http://www.broseghini.com/wp-content/uploads/2011/07/IMG_3218-Small.jpg" alt="" width="288" height="384" /></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-61" title="IMG_3154 (Small)" src="http://www.broseghini.com/wp-content/uploads/2011/07/IMG_3154-Small-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-62" title="IMG_3159 (Small)" src="http://www.broseghini.com/wp-content/uploads/2011/07/IMG_3159-Small-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p><a href="http://www.broseghini.com/wp-content/uploads/2011/07/IMG_3217-Small.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-63" title="IMG_3217 (Small)" src="http://www.broseghini.com/wp-content/uploads/2011/07/IMG_3217-Small.jpg" alt="" width="288" height="384" /></a></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-64" title="IMG_3147 (Small)" src="http://www.broseghini.com/wp-content/uploads/2011/07/IMG_3147-Small-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-65" title="IMG_3146 (Small)" src="http://www.broseghini.com/wp-content/uploads/2011/07/IMG_3146-Small-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
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		<title>Que tal uma ciclofaixa Tijuca – Praça XV?</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Jun 2011 01:08:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Broseghini</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[Costumo fazer esse trajeto de bike para ir ao trabalho. Para muitos pode parecer difícil, mas não é. Basta ganhar um pouco de forma e qualquer um pode fazer o mesmo. A maior dificuldade é a inexistência de uma ciclofaixa que dê condições mais seguras para o ciclista. Apresento aqui então, uma proposta de rota [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Costumo fazer esse trajeto de bike para ir ao trabalho. Para muitos pode parecer difícil, mas não é. Basta ganhar um pouco de forma e qualquer um pode fazer o mesmo. A maior dificuldade é a inexistência de uma ciclofaixa que dê condições mais seguras para o ciclista. Apresento aqui então, uma proposta de rota para criação da via ciclística da Tijuca até a Praça XV, no centro da cidade, no Rio de Janeiro . Toda ela percorre o mesmo sentido do trânsito. Seria apenas fazer a implementação através de sinalização e determinação da ciclofaixa. E aí Sr. Marcelo Paes? Topa?</p>
<p><iframe width="480" height="350" frameborder="0" scrolling="no" marginheight="0" marginwidth="0" src="http://maps.google.com.br/maps/ms?msa=0&amp;msid=213954304433651985209.0004a661d98bdf7b3bff5&amp;hl=pt-BR&amp;ie=UTF8&amp;ll=-22.921718,-43.214722&amp;spn=0.055337,0.082397&amp;z=13&amp;output=embed"></iframe><br /><small>Visualizar <a href="http://maps.google.com.br/maps/ms?msa=0&amp;msid=213954304433651985209.0004a661d98bdf7b3bff5&amp;hl=pt-BR&amp;ie=UTF8&amp;ll=-22.921718,-43.214722&amp;spn=0.055337,0.082397&amp;z=13&amp;source=embed" style="color:#0000FF;text-align:left">Sugestão de Ciclovia Tijuca-Centro &#8211; Rio de Janeiro</a> em um mapa maior</small></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Desabafo sobre duas rodas</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jun 2011 16:43:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Broseghini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em tempos de busca por economia de recursos, qualidade de vida, saúde, menos stress e diminuição da poluição a bicicleta &#8211; ou a bike &#8211; passa a ter um papel fundamental no desenvolvimento e futuro da nossa sociedade. Como pode, um meio de transporte tão simples, carregar sobre si tanta responsabilidade? A resposta está justamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempos de busca por economia de recursos, qualidade de vida, saúde, menos stress e diminuição da poluição a bicicleta &#8211; ou a bike &#8211; passa a ter um papel fundamental no desenvolvimento e futuro da nossa sociedade. Como pode, um meio de transporte tão simples, carregar sobre si tanta responsabilidade? A resposta está justamente aí: simplicidade e eficiência.</p>
<p>Quando a bike ganhou motor e se tornou uma motocicleta, sua vocação simplista prevaleceu. Criou-se naquele momento um novo produto motorizado, mas a bicicleta não deixou de existir ou foi substituída, ela permaneceu e continuou a nos encantar desde a nossa infância pela sua facilidade de uso, baixo custo e pela simples emoção de desafiar a gravidade sob duas rodas com nossa própria força.</p>
<p>A bike é simples e também democrática: atinge todos os públicos, seja para a prática do esporte, do lazer ou pra o transporte do dia a dia.</p>
<p>Sua importância para a saúde e colaboração com o meio ambiente já foi testada e comprovada em diversos países. Na europa, é muito comum ver pessoas trajadas de paletó ou <em>tailer</em> se locomovendo de bicicleta para o trabalho.</p>
<p>Nos anos 90, iniciei minha tentativa de usar a bike para ir ao trabalho, de Icaraí ao Centro do Rio de Janeiro. Era uma delícia. Continuo hoje, mas saindo da Tijuca, percorrendo 10km até o Centro do Rio. Além de rápido, prático e econômico, o prazer de pedalar durante a semana dá sensação real de se unir trabalho e lazer. Faço isso principalmente no inverno, para não suar muito. Mas como tudo é uma questão de prática, mesmo no verão, se você estiver com preparo físico razoável, pedalar tranquilo e levar um lenço de papel é absolutamente possível ir para o trabalho de bike, se você estiver num raio médio de 15km de distância entre a sua casa e o trabalho.</p>
<p>Porém nem tudo é perfeito. No Brasil eu diria que quase nada é perfeito.</p>
<p>Recentemente vimos o caso do empresário Antônio Bertolucci que tristemente morreu atropelado por um ônibus em São Paulo. Um homem de 68 anos, que amava o ciclismo e o uso da bicicleta no seu dia a dia. Outros tantos casos fatais de bikers foram levantados nessas últimas semanas e a mídia deu ampla cobertura ao fato de que o ciclista está absolutamente desprotegido por governantes e  autoridades e suas leis impraticáveis.</p>
<p>Nossa sociedade é curiosa. Ao mesmo tempo que defendemos o meio ambiente, buscamos uma vida saudável e queremos que sobre mais dinheiro no final do mês, somos incapazes de enxergar no uso da bicicleta um meio para atingir esses anseios. Me refiro principalmente aos motoristas de carros, caminhões e ônibus. A intolerância e o desrespeito a vida é notória. Porquê? Por que a pressa, meu amigo? Porque a raiva, meu jovem motorista? Porque não abre espaço na via pública para a bicicleta, caro caminhoneiro? Aos governos&#8230; Por que os senhores não criaram as condições necessárias para o convívio pacífico entre ciclistas e motoristas? Por que as leis não são cumpridas? Por que condutores assassinos estão soltos, e prontos para matar o próximo com suas armas motorizadas?</p>
<p>São muitos porquês, eu sei. E sei também que a maioria de vocês não sabem nem por onde começar a responder.</p>
<p>Lamentavelmente, uma dessas respostas está na falta de cultura política e bom senso da sociedade (já fazendo o <em>mea culpa</em>), que elege incompetentes, inescrupulosos e descompromissados com os próprios eleitores inclusive, vejam só! Somos um país maravilhoso, mas doente. Um país bipolar, que leva o filho para passear de bike no parque no domingo e na segunda-feira, atropela ciclistas, a revelia das leis e do sentimento mínimo de amor ao semelhante.</p>
<p>Pois bem, muita coisa ainda deve ser dita, mas vou parar por aqui para não ficar um texto chato. E para encerrar, uma coisa me ocorreu essa semana: um ciclista que pedala há anos, acaba de virar um ativista.</p>
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		<title>Cesare Battisti está no lugar certo</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jun 2011 23:18:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Broseghini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acabou em pizza mesmo. Para quem acompanhou o caso de Cesare Battisti e tiver o mínimo de bom senso, verá que estamos diante de um caso sério de ingerência. O Supremo decidiu em 2009 extraditar o terrorista e teve sua decisão atropelada na sequência pelo ex-presidente Lula, que decidiu então, ele próprio, segurar o carcamano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabou em pizza mesmo. Para quem acompanhou o caso de Cesare Battisti e tiver o mínimo de bom senso, verá que estamos diante de um caso sério de ingerência. O Supremo decidiu em 2009 extraditar o terrorista e teve sua decisão atropelada na sequência pelo ex-presidente Lula, que decidiu então, ele próprio, segurar o carcamano aqui no paraíso dos criminosos.</p>
<p>Essa semana saiu novo julgamento para decidir se o ex-presidente realizou ou não ato de descumprimento às leis internacionais e ao tratado com a Itália, pedido pelo próprio governo italiano. Isso definiria se Battisti pegaria o voo de volta para o seu lindo país de origem, aonde familiares dos mortos assasinados por Battisti o esperam anciosamente para vê-lo atrás das grades.</p>
<p>Aí começa a confusão. Alegando a soberania nacional os ministros do Superemo garantiram por 6 votos a 3 que Lula estava legítimo na sua decisão. <em>Ma che cazzo!</em> Um presidente revoga uma decisão do STF e o próprio STF passados 2 anos a avaliza!?</p>
<p>A verdade é que vivenciamos um episódio emblemático de autoritarismo lulopetista, que amassou e jogou fora a decisão de uma das esferas de poder que deveriam ser (como em países democráticos) isentas e livres para decidir tecnicamente sobre as questões judiciais, sem deixar manchar-se pelas tintas vermelhas do camaradismo esquerdista. <em>Dai nonno!!!!</em></p>
<p>Resta-nos aplaudir a sobriedade dos juízes Ellen Gracie, Gilmar Mendes e Cezar Peluzo, que votaram na manutenção da decisão de 2009 do STF, de devolver o lixo para que fosse compostado em ambiente fechado perpetuamente. E ainda de entender que mesmo sob a bandeira da &#8220;soberania&#8221; não se rompe tratados internacionais! Pois estes certamente já foram elaborados considerando os limites soberanos de cada estado.</p>
<p>Falhas graves como essa só nos atrasam: o Brasil acaba desferir um golpe contra o próprio peito ao descumprir o tratado internacional que tem com a Itália e assim dificulta, por exemplo, o pleito de ter uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da Onu.</p>
<p>País estranho esse que elege governo estranho. Talvez seja justamente isso que tenha encantado Cesare Battisti a se aposentar aqui.</p>
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		<title>Ela não é Devassa</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Mar 2011 20:49:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Broseghini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje foi o dia em que a Devassa entrou nos TTs (trending topics) com os milhares de comentários sobre a nova campanha, estrelada pela Sandy. Sim, a Sandy, da dupla semi-sertaneja Sandy &#38; Junior fazendo a campanha para a marca cerveja Devassa. Os comentários no twitter vão desde os elogios, pela escolha e brilhantismo, até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje foi o dia em que a Devassa entrou nos TTs (trending topics) com os milhares de comentários sobre a nova campanha, estrelada pela Sandy. Sim, a Sandy, da dupla semi-sertaneja Sandy &amp; Junior fazendo a campanha para a marca cerveja Devassa.</p>
<p>Os comentários no twitter vão desde os elogios, pela escolha e brilhantismo, até os jocosos, pelo ridículo e impertinência. Obviamente que a maioria dos tuítes são de pessoas que não sabem do que estão falando, mas no meio deles dá para pescar alguns especialistas no assunto.</p>
<p>Os meus tuítes refletiram a minha perplexidade pela opção da atriz almofadinha. Explico: A idéia da campanha e a escolha da Sandy partiu de um fato ocorrido no ano passado, quando a própria artista mencionou numa entrevista que &#8220;todo mundo tem seu lado devassa&#8221;. Pronto, estava aí a grande sacada: pegaram a menina, formularam um roteiro e colocaram ela pra reproduzir esse conceito em 30 segundos.</p>
<p>Faz um tempo que a Sandy tenta se livrar da pecha de menina recatada e puritana. Aliás, esse é um problema que muitas atrizes, ao começarem ainda crianças, enfrentam ao se tornarem mulheres: &#8220;perder a virgindade&#8221; na percepção do público. O fato é que, por mais que ela se esforce, até agora, a Sandy nunca conseguiu parecer mulher, não no sentido sensual.</p>
<p>A idéia da campanha da Devassa não é ruim: pegar uma menina que virou mulher e desabrochou sua sensualidade é bacana. Não é disso que falamos aqui, mas sim, de essa idéia ser protagonizada pela pessoa errada. Pelo visto, o fato da menina ter citado a tal frase e vir no último ano tentando emplacar na mídia seu novo lado &#8220;impuro&#8221;, foi determinante para a idéia de usá-la na campanha.</p>
<p>Boa idéia? Não acho.</p>
<p>Essa história que andam falando que o negócio é gerar &#8220;buzz&#8221; está totalmente furada. Em comunicação deve-se ter muito cuidado para que o tiro não saia pela culatra. Acho que foi exatamente isso o que aconteceu no caso da campanha da Devassa.</p>
<p>Muitos defendem que propaganda de cerveja é assim, quanto mais na boca do povo, falação, melhor. Será mesmo? É possível até que a cerveja comece a vender mais durante esse período e provavelmente vão associar ao sucesso da campanha. Natural.</p>
<p>Mas existe um perigo velado que é o posicionamento da marca. Só pra lembrar, a garota propaganda anterior foi Paris Hilton, a louraça americana que é conhecida pelo atributo homônimo à marca do produto que lhe contratara. A campanha foi tão ousada e instigante que o Conar suspendeu o filme do ar, mas virou um hit na internet com mais de 500 mil visualizações.</p>
<p>A marca Devassa sempre se posicionou com ousadia sensual, a &#8220;baixaria elegante&#8221; e elitizada. Mas os ventos parecem ter mudado para esse produto e sua equipe de marketing resolveu guinar o timão para outros horizontes. Horizontes mais populares, inclusive. Quando a cerveja começou a ser comercializada em garrafas de 600ml, já se pôde perceber isso.</p>
<p>Apesar de não concordar com essa estratégia de popularização para essa marca, também acho que a Sandy tão pouco possa criar qualquer apelo sensual. Tanto que o comercial teve que usar de recursos de edição para tentar dar mais clímax na dancinha da menina. Reparem como os cortes de menos de 1 segundo tentam mascarar a falta de tempero, charme e sensualidade da mocinha.</p>
<p>Se você não viu o comercial, aqui vai:<iframe title="YouTube video player" width="460" height="289" src="http://www.youtube.com/embed/ItG13WojR4g" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Enfim, vamos ver no que vai dar. Esperar um pouco para ver o desdobramento ou realinhamento da campanha por conta da reação do público. Mas uma coisa é certa: a Sandy não é loura como a Paris Hilton e a Devassa, que costumávamos beber por aí.</p>
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		<title>Ofuscou a festa de Zuckerberg</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jan 2011 20:53:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Broseghini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mark Zuckerberg virou notícia unânime em 2010. Dono da proeza de desbancar gigantes da internet como Google, seu nome foi amplamente citado durante o ano e no segundo semestre teve até filme sobre sua grande sacada, o Facebook. Para coroar todo esse feito foi eleito pela revista Time a personalidade do ano ou &#8220;Person of [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mark Zuckerberg virou notícia unânime em 2010. Dono da proeza de desbancar gigantes da internet como Google, seu nome foi amplamente citado durante o ano e no segundo semestre teve até filme sobre sua grande sacada, o Facebook. Para coroar todo esse feito foi eleito pela revista Time a personalidade do ano ou &#8220;Person of the Year&#8221;. O curioso desse evento é que ao final do ano passado, as páginas de jornais e noticiários de TV redirecionaram seu foco para outra figura, Julian Assange, criador do WikiLeaks e considerado um dos maiores criadores de caso com governos do mundo inteiro, principalmente os Estados Unidos.</p>
<p>Ao apagar das luzes, Assange foi eleito também &#8220;Person of the Year&#8221; pelos leitores da mesma revista, numa enquete no site da Time.</p>
<p>São de fato duas personalidades marcantes no ano de 2010 e certamente já tem seus nomes cunhados na história moderna, sobretudo da comunicação na internet. Porém, a revista causou uma questão no mínimo curiosa: seus editores não tem a mesma opinião dos leitores. Até aí tudo bem, normal, mas penso, quais são os critérios por trás dessas escolhas, tanto de um lado quanto do outro? Podemos considerar que o corporativismo americano mais uma vez prevaleceu? ou será que juntar 500 milhões de pessoas numa comunidade ou rede social é um feito maior do que expor as feridas hipodérmicas da política mundial? O que você acha?</p>
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		<title>O sucesso de Tropa de Elite 2, segundo alguns conceitos de marketing</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Jan 2011 01:23:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Broseghini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Incrível, mas aconteceu. Um filme nacional é o recordista de bilheteria no Brasil. Tropa de Elite 2 supera Avatar e alcançou o posto de filme mais visto no país em todos os tempos. No dia 8 de dezembro, a renda acumulada do longa de José Padilha chegou a 102,6 milhões, superando os 102,3 de Avatar, [...]]]></description>
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<p>Incrível, mas aconteceu. Um filme nacional é o recordista de bilheteria no Brasil. Tropa de Elite 2 supera Avatar e alcançou o posto de filme mais visto no país em todos os tempos. No dia 8 de dezembro, a renda acumulada do longa de José Padilha chegou a 102,6 milhões, superando os 102,3 de Avatar, de James Cameron e se tornou o filme mais visto da história do cinema brasileiro, atingindo a marca de 10.736.995 espectadores após nove semanas de exibição.</p>
<p>É surpreendente que um filme nacional possa chegar a esse nível, superando até as milionárias produções de hollywood. Até porque, poucos anos atrás a indústria do cinema nacional estava quebrada, sem investimentos e poucos incentivos. As escolas de cinema, em sua maioria nas Universidades Federais, estão sucateadas e entregues ao descaso dos governantes.</p>
<p>Dentro desse cenário, como entender o ótimo desempenho de Tropa de Elite 2? Certamente, o segredo do sucesso não está disponível para baixar na internet como uma receita de bolo, mas como qualquer produto, alguns ingredientes presentes nesse &#8220;case de marketing&#8221; podem ser analisados.</p>
<p>Necessidade do consumidor</p>
<p>A primeira coisa que podemos avaliar é a expectativa do mercado em relação ao produto. O filme atende à grande ansiedade da população sobre as questões da violência e do crime organizado. Tropa de Elite oferece ao consumidor brasileiro um herói para seus problemas cotidianos. Com um personagem firme e determinado, mas com toques de pessoa comum, com crises familiar e profissional, o Cap. Nascimento surge como o mocinho do bang-bang real da vida da maioria da população brasileira.</p>
<p>Oportunidade de mercado</p>
<p>O enredo do filme se passa no Rio de Janeiro, cidade admirada nacional e internacionalmente, mas também uma cidade de sérios contrastes sócio-econômicos que propiciam o tema da violência urbana. Outro ponto em destaque é a oportunidade inédita de levar ao público o dia-a-dia do Batalhão de Operações Policiais Especias, o BOPE. Considerada a elite da polícia especializada e altamente tereinada para situações de guerrilha urbana, o BOPE era até então uma caixa preta, que foi revelada pelo livro Elite da Tropa e que serviu de inspiração para o filme.</p>
<p>Momento econômico</p>
<p>Tanto pelo lado da produção como do consumo, Tropa de Elite 2 se beneficiou dos recursos financeiros disponíveis pelo momento econômico do país. A produção teve capital e investimento necessários para uma realização impecável, utilizando-se de recursos humanos e tecnológicos de alto nível, que permitiram a criação de um excelente produto. Por outro lado, mais consumidores agora com maior poder de compra puderam assistir o filme amplamente distribuído por salas e cinemas em todo o país.</p>
<p>Extensão de linha</p>
<p>Tropa de Elite 2 é &#8211; numa licença poética da visão de marketing &#8211; uma extensão de linha dos filmes Ônibus 174 e Tropa de Elite. O primeiro filme, um documentário premiado do mesmo diretor, José Padilha, já retratava a violência urbana através de fatos reais, também com a presença do BOPE. A partir daí então veio Tropa de Elite e Tropa de Elite 2, uma evolução natural em processo de desenvolvimento de produto, chamada &#8220;extensão de linha&#8221;. Essa estratégia visa a criação de novos produtos a partir de um primeiro bem sucedido. Com isso, é possível aproveitar &#8220;novamente&#8221; a boa aceitação e percepção do consumidor sobre um produto ou serviço anterior que se encontra em declínio em seu ciclo de vida (CVP).</p>
<p>Análise da concorrência</p>
<p>O filme Tropa de Elite 2 foi lançado em agosto e não teve grandes produções que o ameaçasse desde então. Após Avatar, no final de 2009, nenhum filme expressivo foi lançado em 2010 até a chegada do longa de Padilha, que preencheu essa lacuna com grande competência. Mais importante e diferentemente do primeiro Tropa de Elite, &#8220;Tropa 2&#8243; teve um forte esquema de combate a pirataria. Não foram produzidas cópias digitais, somente em película e a sessão première contou com detectores de metais e revista nas bolsas, aonde ficavam retidos câmeras e aparelhos celulares de convidados. Tantos cuidados foram necessários por conta do primeiro Tropa de Elite, lançado em 2007, quando o filme foi amplamente pirateado e se transformou em um fenômeno nos camelôs em todo o país. Estima-se que aproximadamente 11 milhões de pessoas assistiram um dvd pirata do primeiro filme em 2007.</p>
<p>Promoção</p>
<p>Promover ou comunicar o lançamento de um filme não tem mistério, muitas produtoras e distribuidoras fazem isso muito bem. Tropa de Elite 2 teve, três meses antes do lançamento, divulgação na internet de trailer, cartaz e website. Além disso, sendo um segundo filme, o mesmo já conta com o &#8220;awareness&#8221; do primeiro, o que facilita bastante o processo de comunicação.</p>
<p>Poderia listar aqui outras análises e conclusões para entendermos o sucesso por trás de Tropa de Elite como case de marketing, porém, prefiro para por aqui e deixar para que você leitor, também colabore com esse artigo. Se você concluir que algum outro conceito de marketing explica o sucxesso do filme, escreva abaixo nos comentários e vamos terminar de escrever esse artigo juntos. Que tal? Topa?</p>
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