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	<title>Casa de Brunhosinho</title>
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		<title>Mês de agosto, o mês do folclore no Brasil</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Aug 2017 19:39:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O mês de agosto é de certa forma quase todo dedicado ao Folclore no Brasil, sendo que aqui se comemora, no próximo dia 22, a versão nacional da festa. Folclore é o conjunto de todas as tradições, lendas e crenças &#8230; <a href="http://www.brunhosinho.com.br/mes-de-agosto-o-mes-folclore-no-brasil/"><p>Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></p></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O mês de agosto é de certa forma quase todo dedicado ao Folclore no Brasil, sendo que aqui se comemora, no próximo dia 22, a versão nacional da festa.<br />
Folclore é o conjunto de todas as tradições, lendas e crenças de um país. O folclore pode ser percebido na alimentação, linguagem, artesanato, religiosidade e vestimentas de uma nação. Segundo a Carta do Folclore Brasileiro, aprovada pelo I Congresso Brasileiro de Folclore em 1951,</p>
<blockquote><p><strong>“constituem fato folclórico as maneiras de pensar, sentir e agir de um povo, preservadas pela tradição popular, ou pela imitação”, o que faz que sua definição também seja” o modo que um povo tem para compreender o mundo em que vive”.&nbsp;</strong></p></blockquote>
<p>Nós temos muito orgulho de divulgar o Folclore</p>
<p><img class="aligncenter  wp-image-274" src="http://www.brunhosinho.com.br/wp-cms/wp-content/uploads/2017/08/dia-do-folclore-212x300.jpg" alt="" width="322" height="455"> de Portugal, aqui no Brasil.</p>
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		<title>Show do Roberto Leal</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Nov 2013 04:21:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[@matofino]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[folclore]]></category>
		<category><![CDATA[lusa]]></category>
		<category><![CDATA[música portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Leal]]></category>

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		<description><![CDATA[Roberto Leal comemora 40 anos de carreira com show na Casa de Brunhosinho Os folcloristas e fãs de São Paulo poderão reverenciá-lo em show de comemoração ao descobrimento do Brasil e Comemoração dos 40 anos de carreira, regado de muita &#8230; <a href="http://www.brunhosinho.com.br/show-roberto-leal/"><p>Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></p></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="Show de 40 anos do Roberto Leal na Casa de Brunhosinho" src="http://www.brunhosinho.com.br/wp-cms/wp-content/uploads/2012/09/show-roberto-leal.jpg" width="100%" /></p>
<h2 style="text-transform: uppercase; font-family: arial; font-size: 20px;">Roberto Leal comemora 40 anos de carreira com show<br />
na Casa de Brunhosinho</h2>
<p>Os folcloristas e fãs de São Paulo poderão reverenciá-lo em <strong>show de comemoração ao descobrimento do Brasil e Comemoração dos 40 anos de carreira,</strong> regado de muita bebida e comidas típicas de Portugal.</p>
<blockquote><p>O cantor português homemageia seu país, resgata a tradição portuguesa e apresenta um repertório de sucessos. <strong>São apenas 400 lugares e todos os convites serão reservados antecipadamente.</strong></p></blockquote>
<h3>Informações e Reservas</h3>
<ul>
<li>Marcelo (11) 98640-1062</li>
<li>Carlos (11) 97413-0998</li>
</ul>
<h3>Serviço</h3>
<p><em>Roberto Leal Banda e Ballet &#8211; show de 40 anos</em></p>
<ul>
<li><strong>Preço do convite:</strong> R$90,00 /individual</li>
</ul>
<p><strong>Data:</strong> 25 de janeiro de 2014<br />
<strong>Local:</strong> Casa Brunhosinho<br />
<strong>Endereço:</strong> Rua Georgina Diniz Braghiroli, 30 &#8211; Vila Curuça &#8211; São Paulo, SP<br />
<strong>GPS:</strong> <a title="Como chegar no Rancho?" href="http://www.brunhosinho.com.br/como-chegar/" target="_blank">Rotas de como chegar</a> ou, se preferir, <a title="Localização" href="http://www.brunhosinho.com.br/localizacao/" target="_blank">mapa de localização</a></p>
<p>Esperamos vê-los novamente neste grande show!</p>
<h3>Para você relembrar o show de 2013</h3>
<p><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/AVDzoDSF2SE?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/ZdAy6VNGZOA?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/waVR--TdYgU?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Os Negros na Cultura Popular Portuguesa</title>
		<link>http://www.brunhosinho.com.br/os-negros-na-cultura-popular-portuguesa/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Oct 2012 17:25:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Carlos Cardoso No “Álbum de Costumes Portugueses”, de 1887, Júlio Cesar Machado e Fialho de Almeida descrevem três figuras “O Preto Caiador”, “Preta do Mexilhão” e o “Preto de S. Jorge”, perante estas figuras e conhecendo um pouco da &#8230; <a href="http://www.brunhosinho.com.br/os-negros-na-cultura-popular-portuguesa/"><p>Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></p></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.brunhosinho.com.br/os-negros-na-cultura-popular-portuguesa/cardoso/" rel="attachment wp-att-178"><img class="size-full wp-image-178 alignleft" title="cardoso" src="http://www.brunhosinho.com.br/wp-cms/wp-content/uploads/2012/10/cardoso.jpg" alt="" width="147" height="220" /></a><a title="Trajes de Portugal" href="http://trajesdeportugal.blogspot.com.br/" target="_blank">Por Carlos Cardoso</a></strong></p>
<p>No “Álbum de Costumes Portugueses”, de 1887, Júlio Cesar Machado e Fialho de Almeida descrevem três figuras “O Preto Caiador”, “Preta do Mexilhão” e o “Preto de S. Jorge”, perante estas figuras e conhecendo um pouco da história da escravatura em Portugal, questionei-me sobre a influência destes africanos arrancados às suas nações na nossa cultura popular.</p>
<p>Para entendermos se existem eventuais influencias, é necessário conhecer um pouco da história da escravatura, pois era essa a condição da maioria desses negros.</p>
<p>Desde as suas origens, Portugal conhecia o regime da escravidão, não apenas devido à norma de transformar os mouros vencidos na guerra em cativos ou servos, mas através de relações de comércio com mercadores árabes ou mesmo pela ação de pirataria realizada diretamente pelos seus navios na região do Mediterrâneo fronteira ao Norte de África.</p>
<p>Havia desde meados do século XIV postos de venda de cativos na Rua Nova de Lisboa, onde se comerciavam peças trazidas inclusive de Sevilha &#8211; que em Castela funcionava como entreposto &#8211; e, segundo um documento encontrado pelo pesquisador no Convento de Chelas, uma das freiras desta casa lá comprara por 150 libras em 1368 a um mercador sevilhano uma jovem moura de pele branca chamada Moreima.</p>
<p>Através das trocas comerciais os portugueses entraram em contacto mais íntimo com negros africanos das regiões denominadas pelos mouros de bailad-as-Sudan, o além-Sara para o sul, habitado pelos negros islamizados do Sudão, e das áreas ocidentais vizinhas dos rios Níger e Senegal, ao norte do Equador.</p>
<p>As primeiras remessas de negros da Guiné para Portugal na segunda metade do século XV.</p>
<p>As consecutivas tentativas de conquista resultam sempre no sequestro de numerosos “inimigos”, não fosse talvez esse o verdadeiro propósito. Foram escravos idos das Ilhas Canárias que proporcionaram um núcleo económico rentável na ilha da Madeira através da extração de madeira e produção de açúcar de cana.</p>
<p>De notar que as bulas Dum Diversus e Divino Amore Communiti, de 18 de Junho de 1452, que autorizavam o direito de filhar pagãos e reduzi-los à escravidão, haviam sido concedidas pelo papa Nicolau V em concordância com os argumentos dos portugueses que alegavam despesas com as navegações, assegurando a exploração tranquila da mão-de-obra escrava em esquemas de produção agrícola para exportação.</p>
<p>Uma das dificuldades de determinação do número de escravos negros africanos que entraram em Portugal desde o início do século XV é o facto ser empregado invariavelmente o termo negro para designar, de forma genérica, todos os tipos raciais de pele morena com quem se relacionavam.</p>
<p>Como resultado de um longo processo de observação, o povo passou a denominar o tipo de negro de pele mais escura com o nome da cor que por comparação lhe correspondia na linguagem comum, ou seja, a preta. A partir de então, um negro cuja pele fosse tão escura que lembrasse a cor preta começou a ser chamado homem preto e logo, por economia, preto. O termo negro continuaria a constituir, oficialmente, o nome genérico para a gente das mais variadas graduações de cor de pele, a partir do amorenado ou pardo até os tons mais fechados, mas, para o povo em geral, o negro mais caracteristicamente africano passaria a ser sempre o preto.</p>
<p>Ainda assim, estima-se que o número de escravos em Portugal era bastante elevado.</p>
<p>Em 1551 a capital lusitana teria cerca de 100.00 habitantes, dos quais 9.900 eram escravos, ou seja 9,9% da população. Ao longo dos sec. XVI e XVII a mão-de-obra escrava representava já 10% da população total do Algarve e Alentejo e também era visível no Norte de Portugal e em outras regiões.</p>
<p>O motivo da substituição do jornaleiro livre pelos escravos, não poderia ser a falta de gente em Portugal mas sim, o regime da grande propriedade, do latifúndio, que imperava no Alentejo e se arrastaria por centenas de anos.</p>
<p>A utilização incessante dessa mão-de-obra, de meados do século XV até à segunda metade do século XVII, fixou-se e estabilizou-se em certas áreas do mundo agrícola, declinando, porém, no século XVIII, em virtude da gradual redução no ritmo da substituição desse tipo específico de trabalho. Mas, mesmo em declínio, não cessou de existir, alimentada pela circunstância cruel de o filho de escravos herdar a condição dos pais, e, assim, quando em 1761 o Alvará de 19 de Setembro, providenciado pelo marquês de Pombal, determina o fim da entrada de escravos em Portugal, apenas nas províncias a sul do Tejo ainda trabalham nos campos 4.000 a 5.000 escravos.</p>
<p>O próprio texto do Alvará de Libertação demonstra que foram as razões de ordem econômica responsáveis pela extinção do trabalho escravo na agricultura portuguesa: com a exploração do ouro brasileiro das Minas Gerais a exigir cada vez maior número de escravos, o desvio desse tipo de mão-de-obra para território português constituía um desfalque na conquista da riqueza mais rápida, pela via colonial.</p>
<p>O poder real foi obrigado a reiterar o Alvará de 12 anos depois, porque muitos proprietários de escravos, não desejando perder o capital aplicado na compra das suas máquinas de produzir trabalho, continuavam a explorá-las clandestinamente.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-170 aligncenter" style="line-height: 18px;" title="Preta do Mexilhão" src="http://www.brunhosinho.com.br/wp-cms/wp-content/uploads/2012/10/preta-do-mexilhão1.jpg" alt="" width="500" height="782" srcset="http://www.brunhosinho.com.br/wp-cms/wp-content/uploads/2012/10/preta-do-mexilhão1.jpg 500w, http://www.brunhosinho.com.br/wp-cms/wp-content/uploads/2012/10/preta-do-mexilhão1-191x300.jpg 191w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" />“Preta do Mexilhão”</p>
<p>De facto os escravos foram usados pelos portugueses como fornecedores de força de trabalho em empresas agro-industriais (caso da fabricação de açúcar nas ilhas atlânticas); como trabalhadores em obras públicas (desbravamento de matas, aterro de pântanos e construção de prédios); em serviços de bordo em navios; trabalhos portuários de carga e descarga; como remadores de galés e barcos de transporte; vendedores de água (negras do pote) e de peixe; como vendedores ambulantes de carvão; em serviços públicos municipais (remoção dos dejetos domiciliares pelas chamadas negras de canastras); como artesãos (mesteirais); como negros de ganho nas ruas (ao serviço de senhores particulares); como trabalhadores em lagares de azeite (onde chegavam a mestres); e, ainda, «na cultivação do campo e no serviço ordinário», tal como informaria em 1655 o padre Manuel Severim de Faria nas suas Notícias de Portugal, admirado com o número de escravos empregados na «cultivação da terra» e nos serviços domésticos (atividade em que realmente predominavam e serviam em maior número nas cidades, principalmente em Lisboa).</p>
<p><a href="http://www.brunhosinho.com.br/os-negros-na-cultura-popular-portuguesa/preto-caiador/" rel="attachment wp-att-171"><img class="aligncenter size-full wp-image-171" title="Preto Caiador" src="http://www.brunhosinho.com.br/wp-cms/wp-content/uploads/2012/10/Preto-Caiador.jpg" alt="" width="500" height="751" srcset="http://www.brunhosinho.com.br/wp-cms/wp-content/uploads/2012/10/Preto-Caiador.jpg 500w, http://www.brunhosinho.com.br/wp-cms/wp-content/uploads/2012/10/Preto-Caiador-199x300.jpg 199w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a>                                                           “O Preto Caiador”</p>
<p>A partir do século XVI, surgiram em Lisboa e noutras cidades e vilas da província, principalmente no Alentejo, confrarias de negros africanos com propósitos religiosos dedicadas a São Jorge ou Nª Srª do Rosário, disfarçando em aparente conversão os seus cultos africanos.</p>
<p>O convento de São Domingos, dos dominicanos, em Lisboa, era frequentado por uma confraria de negros: &#8211; Confraria de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos de Lisboa. Dessa forma conseguiam preservar-se de acusações de heresia, a constituição de fundos destinados a compra de alforria e a participação na vida social paralelas às dos brancos, em vários aspetos da atividade comunitária.</p>
<p>Em “Álbum de Costumes Portugueses”, Fialho de Almeida descreve o “Preto de S. Jorge”, como membro de uma confraria que teria direito a incorporar a procissão do CORPUS CHRISTI, com os demais ofícios.</p>
<p>Descreve ainda a honra que estes homens tinham na sua pertença à confraria, sendo a cor da pele o principal ditame, teria de ser do mais retinto ébano e quando uma degenerada geração saia mulata engraxava-se a pele.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.brunhosinho.com.br/os-negros-na-cultura-popular-portuguesa/preto-sao-jorge/" rel="attachment wp-att-172"><img class="size-full wp-image-172 aligncenter" title="Preto-São-Jorge" src="http://www.brunhosinho.com.br/wp-cms/wp-content/uploads/2012/10/Preto-São-Jorge.jpg" alt="" width="500" height="725" srcset="http://www.brunhosinho.com.br/wp-cms/wp-content/uploads/2012/10/Preto-São-Jorge.jpg 500w, http://www.brunhosinho.com.br/wp-cms/wp-content/uploads/2012/10/Preto-São-Jorge-206x300.jpg 206w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<p align="center">“Preto de S.Jorge”</p>
<p>Como já foi referido anteriormente, esta mão-de-obra escrava foi muito utilizada na agricultura sobretudo a sul do Tejo.</p>
<p>Remanescências dessa presença foram relatados por José Leite de Vasconcelos em Etnografia Portuguesa, Livro II.</p>
<p>«Ultimamente tive ocasião de ver alguns exemplares dos mesmos Mulatos (&#8230;).  Eles próprios dizem que são atravessadiços, isto é, &#8220;mestiços&#8221;, em sentido geral. A cor varia: há indivíduos que são, por assim dizer, pálidos ou morenos, e outros muito foscos, quase pretos (&#8230;). Os vizinhos chamavam dantes a esta gente Pretos do Sado ou Pretos de São Romão, porque havia lá realmente muitos pretos. &#8220;São Romão era uma ilha de Pretos&#8221;, ouvi referir a vários mulatos; ou &#8220;algum tempo havia lá muito preto encarapinhado&#8221;. Ainda hoje se usa Preto como alcunha ou apelido: &#8220;Fulano Preto, Fulana José Preta&#8221;! Pouco a pouco a raça vai-se diluindo no grosso da população circunvizinha (&#8230;). Pena é que não se descobrisse ainda algum documento que nos esclarecesse acerca da data em que na Ribeira do Sado se fixou a raça africana (&#8220;raça negra&#8221;) cujos descendentes estão diante de nós.»</p>
<p>De facto, nas povoações das margens do rio Sado é fácil identificar traços negroides nalguns moradores: cabelo encarapinhado, pele morena, lábios grossos, nariz largo …</p>
<p>De facto, em Alcácer do Sal, nas povoações de São Romão de Sádão e Rio de Moinhos,  é bem conhecida a existência dos &#8220;Pretos de S. Romão&#8221; que, fruto da miscigenação, se misturaram com a população branca e foram gradualmente perdendo as suas características africanas. Tal como se perdeu a memória da razão da sua fixação desta população.</p>
<p>Julga-se que seria um colonato de escravos, ai estabelecido por serem supostamente imunes ao paludismo, localmente conhecido por febre terçã ou sezões, um mal endémico, pois a região, durante séculos um território desabitado, tinha a fama de insalubridade e era rodeada de charnecas e gândaras.</p>
<p>De qualquer modo, volvidos muitos séculos, a memória popular, sempre curta para guardar factos históricos, apenas fez perdurar a lenda da &#8220;Ilha de Pretos&#8221; e as cantigas que ainda hoje ecoam ao ritmo do Ladrão:</p>
<blockquote><p>Quem quezer ver moças<br />
Da cor do cravão,<br />
Vá dar um passeio<br />
Até S. Romão.</p>
<p>Veja o nosso Sado,<br />
Não tenha receio,<br />
Até São Romão<br />
Vá dar um passeio.</p>
<p>Quando eu chegui<br />
À Rebêra do Sado<br />
Vi lá uma preta<br />
De beco virado.</p>
<p>Se tiver resposta<br />
Responda-me à letra<br />
De beco virado<br />
Vi lá uma preta.</p>
<p>O Senhor dos Mártires<br />
Cá da Carvalheira<br />
É o pai dos pretos<br />
De toda a Ribeira.</p>
<p>Lavrador João<br />
Quem lho diz sou eu:<br />
Se ele é pai dos Pretos<br />
Também o é seu.</p></blockquote>
<p>Esta presença negro-africana também se verifica nos topónimos de muitas ruas, como por exemplo: Rua das Pretas, Rua do Poço dos Negros … ou no nome de muitas povoações como no concelho de Vinhais existe a freguesia de S.Bartolomeu de Negredo, no de Barcelos a de Santa Eulália de Negreiros e o lugar chamado do Preto e no de Santo Tirso encontram-se S. Mamede de Negrelos, S.Tomé de Negrelos, Santa Maria de Negrelos. Vale de Negros é o nome de um povoado do concelho de Ancião, Pero Negro o de um outro no concelho de Arruda dos Vinhos. Nos concelhos de Montalegre e de Óbidos temos, respetivamente, as freguesias de Santa Maria Madalena de Negrões e como já dissemos, a de Negros ou A dos Negros.</p>
<p>No concelho de Loulé há o lugar chamado Cerro dos Negros, no de Almeirim há uma povoação com o nome Paços de Cima ou dos Negros. Dois povoados dos concelhos de Albufeira e de</p>
<p>Silves chamam-se Guiné, no concelho de Alvito existe a povoação chamada Horta de Guiné. A dos Pretos, Monte dos Pretos e Quinta da Preta são os nomes de povoações dos concelhos de Leiria, Estremoz e Alcobaça, …, enfim, demonstra-se assim a importância que estas populações teriam em determinadas regiões para que servissem de referência a um determinado lugar.</p>
<p>Uma outra influência é na origem do fado, que parece despontar da imensa popularidade nos séculos XVIII e XIX da Modinha, e da sua síntese popular com outros géneros afins, como o Lundu, um género musical proveniente de angola.</p>
<p>Não conseguindo estabelecer maiores pontos de contacto entre a cultura africana e a portuguesa que subsistam e sejam detetado na nossa etnografia, fica aqui o nosso contributo para algo que nos parece importante, a presença dos Negros na nossa cultura. Certos ficamos de que nas nossas veias, circula um caldo de culturas e de povos, no qual certamente se encontra o africano.</p>
<h3>Bibliografia:</h3>
<p>Carlos Mário Alexandrino da Silva</p>
<p><a href="http://www.portugal-linha.pt/opiniao/CAlexandrino/cron5I.html">http://www.portugal-linha.pt/opiniao/CAlexandrino/cron5I.html</a></p>
<p>Maria Raquel R. Gomes, in &#8220;A Ilha de Pretos&#8221;: Análise da Fecundidade e Ilegitimidade na Freguesia de São Romão do Sádão entre 1679 &#8211; 1729 &#8211; parte I</p>
<p><a href="http://adpa.no.sapo.pt/neponlin.htm">http://adpa.no.sapo.pt/neponlin.htm</a></p>
<p>Álbum de Costumes Portugueses, 1887</p>
<p>&nbsp;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Malassadas</title>
		<link>http://www.brunhosinho.com.br/malassadas/</link>
		<comments>http://www.brunhosinho.com.br/malassadas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Sep 2012 03:41:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[@matofino]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Receitas]]></category>

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		<description><![CDATA[Receita da Ilha de São Miguel (Açores) Ingredientes 1 kg de farinha de trigo 100g de fermento de padeiro (fresco) 125g de manteiga com sal 4 colheres de sopa de açúcar 6 ovos raspas de uma laranja 1 xícara Leite &#8230; <a href="http://www.brunhosinho.com.br/malassadas/"><p>Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></p></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Receita da Ilha de São Miguel (Açores)</p>
<p><img class="size-medium wp-image-154 alignnone" title="Malassadas" src="http://www.brunhosinho.com.br/wp-cms/wp-content/uploads/2012/09/malassadas-300x225.jpg" alt="Malassadas - receita portuguesa" width="300" height="225" srcset="http://www.brunhosinho.com.br/wp-cms/wp-content/uploads/2012/09/malassadas-300x225.jpg 300w, http://www.brunhosinho.com.br/wp-cms/wp-content/uploads/2012/09/malassadas.jpg 500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<h3>Ingredientes</h3>
<ul>
<li>1 kg de farinha de trigo</li>
<li>100g de fermento de padeiro (fresco)</li>
<li>125g de manteiga com sal</li>
<li>4 colheres de sopa de açúcar</li>
<li>6 ovos</li>
<li>raspas de uma laranja</li>
<li>1 xícara Leite morno</li>
<li>100 ml de água morna</li>
<li>1 pitada de sal</li>
</ul>
<h3>Modo de preparar</h3>
<p>Se junta a farinha em uma tigela, com os ovos, o açúcar, o sal, o fermento previamente desfeito na água morna e a raspa de uma laranja, misture tudo.</p>
<p>Vai-se juntando o leite morno aos poucos até conseguir uma massa mole e homogênea.</p>
<p>Cobrir a massa com “cobertor” para descansar, pois assim leveda mais facilmente.  Deixe a massa crescer.</p>
<blockquote><p><strong>Dica:</strong> (Pode-se fazer uma pequena bolinha de massa e colocar em um copo com água em temperatura ambiente (28°C ou mais), quando a bolinha flutuar na água, a massa já esta no ponto de fritura).</p></blockquote>
<p>Passado este processo, vai-se modelando a massa a mão deixando um furo ao meio.</p>
<p>Esquente o óleo vegetal (soja de preferência), já quente se frita uma de cada vez.<br />
Escorrer as mesmas em folha de papel que obsorve facilmente a gordura e polvilha-se açúcar a gosto.</p>
<p><em><strong>Colaboração: </strong>Paulo Adan de Melo (Receita de minha avó).</em></p>
<blockquote><p>Abaixo, um vídeo muito descontraído de três jovens portugueses fazendo malassadas. A receita deles é um pouco diferente, mas mostram os passos direitinho <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/2.2.1/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p></blockquote>
<p><iframe width="640" height="480" src="http://www.youtube.com/embed/HIgNnbBYfM8?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Flash mob da comunidade portuguesa no Dia do Folclore</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Aug 2012 03:35:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[@matofino]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Flash mob realizado pela comunidade portuguesa no dia 22 de agosto de 2012, em comemoração ao dia do folclore. Avenida Paulista, em frente a Gazeta. &#160;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Flash mob realizado pela comunidade portuguesa no dia 22 de agosto de 2012, em comemoração ao dia do folclore.</p>
<p><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/rfIq6ouuyT4?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Avenida Paulista, em frente a Gazeta.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tasca do Aldeias</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Aug 2012 03:32:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[@matofino]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Apresentação do Grupo Folclórico da Casa de Brunhosinho durante evento mensal, Tasca do Aldeias, promovido pelo Centro Trasmontano de São Paulo, na noite de 11 DE ABRIL 2012.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Apresentação do Grupo Folclórico da Casa de Brunhosinho durante evento mensal, Tasca do Aldeias, promovido pelo Centro Trasmontano de São Paulo, na noite de 11 DE ABRIL 2012.</p>
<p><iframe width="640" height="480" src="http://www.youtube.com/embed/jl3IcAMagnk?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>8 de Março</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Mar 2012 02:24:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Mulher&#8230;  Que traz beleza e luz aos dias mais difíceis; Que divide sua alma em duas Para carregar tamanha sensibilidade e força; Que ganha o mundo com sua coragem; Que traz paixão no olhar; Mulher, Que luta pelos seus ideais; &#8230; <a href="http://www.brunhosinho.com.br/8-de-marco/"><p>Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></p></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Mulher&#8230; </strong></p>
<p style="text-align: center;">Que traz beleza e luz aos dias mais difíceis;</p>
<p style="text-align: center;">Que divide sua alma em duas</p>
<p style="text-align: center;">Para carregar tamanha sensibilidade e força;</p>
<p style="text-align: center;">Que ganha o mundo com sua coragem;</p>
<p style="text-align: center;">Que traz paixão no olhar;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Mulher,</strong></p>
<p style="text-align: center;">Que luta pelos seus ideais;</p>
<p style="text-align: center;">Que dá a vida pela sua família;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Mulher,</strong></p>
<p style="text-align: center;">Que ama incondicionalmente;</p>
<p style="text-align: center;">Que se arruma, se perfuma;</p>
<p style="text-align: center;">Que vende o cansaço;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Mulher,</strong></p>
<p style="text-align: center;">Que chora e que ri;</p>
<p style="text-align: center;">Mulher que sonha&#8230;</p>
<p style="text-align: center;">Tantas mulheres, belezas únicas e vivas;</p>
<p style="text-align: center;">Cheias de mistérios e encantos!!</p>
<p style="text-align: center;">Mulheres que deveriam ser lembradas, amadas e admiradas todos os dias&#8230;</p>
<p style="text-align: center;">Para você, Mulher tão especial&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Feliz Dia Internacional da Mulher!!</strong></p>
<p style="text-align: center;">Homenagem da &#8220;<em>Casa de Brunhosinho</em>&#8221; à todas as suas valorosas mulheres!!!!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>2012 será melhor!</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 03:35:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[@matofino]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um Natal se aproxima e mais um ano chega ao fim&#8230;É tempo de, mais uma vez, desejar ao próximo um Feliz Ano Novo. É tempo de renovar a esperança, de procurar ouvir os sons dos pássaros nos bosques, de &#8230; <a href="http://www.brunhosinho.com.br/2012-sera-melhor/"><p>Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></p></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone  wp-image-131" title="natal-portugal" src="http://www.brunhosinho.com.br/wp-cms/wp-content/uploads/2011/12/natal-portugal.jpg" alt="Natal em Portugal" width="525" height="393" srcset="http://www.brunhosinho.com.br/wp-cms/wp-content/uploads/2011/12/natal-portugal.jpg 750w, http://www.brunhosinho.com.br/wp-cms/wp-content/uploads/2011/12/natal-portugal-300x224.jpg 300w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /></p>
<p>Mais um Natal se aproxima e mais um ano chega ao fim&#8230;É tempo de, mais uma vez, desejar ao próximo um Feliz Ano Novo.</p>
<p>É tempo de renovar a esperança, de procurar ouvir os sons dos pássaros nos bosques, de agradecer a Deus cada um dos raios de sol que Ele envia para nos iluminar.</p>
<p>É tempo de acreditar no futuro e na Paz, apesar de tantas imagens tristes que fomos obrigados a assistir no ano que passou. Chegou a hora de acreditar num radiante amanhã, amigo!</p>
<p>Chegou a época de fazer um balanço de tudo o que aconteceu, de tudo o que nos acompanhou em 2011&#8230; Chegou o momento de lembrar das perspectivas que surgiram e, principalmente, das lições que pudemos aprender a partir de qualquer episódio que tenhamos presenciado.</p>
<p>2012 será melhor, certamente! Que as dificuldades passadas nos inspirem a caminhar com mais firmeza; que os problemas nos incentivem a procurar soluções e a lutar por bons ideais, sem nunca perder a ternura!</p>
<p>Que o amor prevaleça sobre todas as coisas&#8230; que as eventuais lágrimas expressem e reflitam apenas a alegria de viver e de poder brindar a cada momento de convívio, a cada momento de comunhão e solidariedade.</p>
<p><strong>Boas Festas! </strong>2012 será melhor!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Parabéns Ana Lúcia, coreógrafa da Casa de Brunhosinho</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 14:07:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta última sexta-feira (02/12), a Casa de Brunhosinho esteve em festa pelo aniversário de nossa coreógrafa, Ana Lúcia Martins Batista. Neste novo ano de vida que nasce, queremos desejar todas as melhores coisas do mundo e agradecer sua dedicação e &#8230; <a href="http://www.brunhosinho.com.br/parabens-ana-lucia-coreografa-da-casa-de-brunhosinho/"><p>Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></p></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.brunhosinho.com.br/parabens-ana-lucia-coreografa-da-casa-de-brunhosinho/lucia-2/" rel="attachment wp-att-122"><img class="size-medium wp-image-122" title="lúcia" src="http://www.brunhosinho.com.br/wp-cms/wp-content/uploads/2011/12/l%C3%BAcia1-300x204.jpg" alt="" width="300" height="204" /></a><p class="wp-caption-text">Lúcia e Junior</p></div>
<p style="text-align: left;">Nesta última sexta-feira (02/12), a Casa de Brunhosinho esteve em festa pelo aniversário de nossa coreógrafa, Ana Lúcia Martins Batista.</p>
<p style="text-align: left;">Neste novo ano de vida que nasce, queremos desejar todas as melhores coisas do mundo e agradecer sua dedicação e compreensão nos ensaios, nas festas, nas apresentações&#8230;</p>
<p style="text-align: left;">Muitas felicidades hoje e sempre em sua vida.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;">Obrigada por mais um ano conosco!</p>
</blockquote>
<p style="text-align: left;">Casa de Brunhosinho.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Comemoramos nosso 20° aniversário</title>
		<link>http://www.brunhosinho.com.br/comemoramos-nosso-aniversario/</link>
		<comments>http://www.brunhosinho.com.br/comemoramos-nosso-aniversario/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 18:06:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[@matofino]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.brunhosinho.com.br/?p=110</guid>
		<description><![CDATA[Vídeo especial de 20 anos da Casa de Brunhosinho. Veja como foi a noite. <a href="http://www.brunhosinho.com.br/comemoramos-nosso-aniversario/"><p>Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></p></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>http://www.youtube.com/watch?v=K6h9taxKubM</p>
<p><strong>Créditos:</strong> Programa &#8220;Portugal das Caravelas &#8211; Um país de descobridores&#8221; &#8211; NET 9/TVA 186.</p>
]]></content:encoded>
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