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	<title>Blog do Bruno Gall De Blasi</title>
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		<title>Testando o Things 3</title>
		<link>https://blog.brunogdb.com.br/2021/04/testando-o-things-3-1003/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Gall De Blasi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Apr 2021 19:45:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dia a dia]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
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					<description><![CDATA[Buscar aplicativos para dar um empurrão na produtividade, às vezes, parece mais complicado do que parece. Se não pelo preço, há sempre um pequeno detalhe que torna-o imperfeito. E é nessa saga incessante que me esbarrei no Things 3. Já testei diversos aplicativos para lista de tarefas, mas até agora nenhum me agradou tanto como [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Buscar aplicativos para dar um empurrão na produtividade, às vezes, parece mais complicado do que parece. Se não pelo preço, há sempre um pequeno detalhe que torna-o imperfeito. E é nessa saga incessante que me esbarrei no Things 3.</p>



<span id="more-1003"></span>



<p>Já testei diversos aplicativos para lista de tarefas, mas até agora nenhum me agradou tanto como o Things 3. O primeiro ponto que me chama a atenção é a sua simplicidade. Pelo Mac, você sequer precisa de mouse: basta usar os atalhos de teclado. Em seguida, vem a possibilidade de visualizar somente o que importa. Sem poluições visuais, nada. Apenas o que precisa ser feito no dia.</p>



<p>Outro ponto que tornou o Things 3 mais atrativo tem a ver com a forma como ele lida com os projetos. Na barra lateral, é possível abrigar tanto listas permanentes quanto &#8220;temporárias&#8221;, e com um prazo para cada uma. Ponto positivo para o que eu tanto questionei no Microsoft To Do e Lembretes da Apple: se eu estiver planejando uma viagem, basta eu abrir um projeto novo com prazo. Ao terminar, é só concluir a tarefa e fim.</p>



<p>Apesar disso tudo, há alguns contras no aplicativo. A começar pelo preço, pois cada dispositivo precisa de uma compra individual, sendo R$ 279,90 para o macOS, R$ 109,90 para o iPad e R$ 54,90 para o iPhone. Total de R$ 444,70. Mesmo que seja pagamento único, sem precisar recorrer a uma assinatura anual ou mensal, o valor é bem salgado para um aplicativo de anotações.</p>



<p>Depois, e não menos importante, tem a ver com a compatibilidade. Aderir ao Things 3 significa que você estará preso ao ecossistema da Apple, caso queira mantê-lo em seu dia a dia. Do ano passado para cá,&nbsp;<a href="https://blog.brunogdb.com.br/2020/12/entre-android-e-iphone-885/">este ponto vem se tornando uma questão bem cara (literalmente) para mim</a>, o que já me lançou em inúmeras reflexões e tentativas de migrar para o Android. Daí, fica algumas perguntas que são bem importantes: e se eu parar de usar iPhone no futuro, como fica? Terei de largá-lo em outros dispositivos, como iPhone e iPad, só porque troquei de celular?</p>



<p>Mantenho minha saga para buscar o app para listas de tarefas que mais se adeque ao meu dia a dia. Por enquanto, há duas alternativas: aderir em peso ao Things 3 ou fazer uma dobradinha entre Trello e Lembretes da Apple ou Microsoft To Do. A ver o que será decidido no futuro.</p>
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		<title>Me dê um pouco de privacidade, por favor!</title>
		<link>https://blog.brunogdb.com.br/2021/01/me-de-um-pouco-de-privacidade-por-favor-907/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Gall De Blasi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jan 2021 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dia a dia]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A internet e a tecnologia são legais, mas pensar e revisar a privacidade no meio digital sai na frente]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Acho que comecei a me preocupar mais com privacidade no meio digital em 2018. Lembro de quando puxei meus dados do Facebook depois do escândalo do Cambridge Analytica: quase não havia informações dos períodos em que eu usei iPhone. Mas, dos meses em que usei Android, tinha muita coisa. Inclusive, registros de ligações e mensagens de texto. Coisas que eu jamais imaginaria em uma rede social.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img data-attachment-id="910" data-permalink="https://blog.brunogdb.com.br/2021/01/me-de-um-pouco-de-privacidade-por-favor-907/privacidade-tobias-tullius-unsplash/" data-orig-file="https://i0.wp.com/blog.brunogdb.com.br/wp-content/uploads/2021/01/privacidade-tobias-tullius-unsplash.jpg?fit=1920%2C1276&amp;ssl=1" data-orig-size="1920,1276" data-comments-opened="0" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="privacidade-tobias-tullius-unsplash" data-image-description="" data-medium-file="https://i0.wp.com/blog.brunogdb.com.br/wp-content/uploads/2021/01/privacidade-tobias-tullius-unsplash.jpg?fit=300%2C199&amp;ssl=1" data-large-file="https://i0.wp.com/blog.brunogdb.com.br/wp-content/uploads/2021/01/privacidade-tobias-tullius-unsplash.jpg?fit=640%2C426&amp;ssl=1" loading="lazy" width="640" height="426" src="https://i0.wp.com/blog.brunogdb.com.br/wp-content/uploads/2021/01/privacidade-tobias-tullius-unsplash.jpg?resize=640%2C426&#038;ssl=1" alt="Privacidade (Foto: Tobias Tullius/Unsplash)" class="wp-image-910" srcset="https://i0.wp.com/blog.brunogdb.com.br/wp-content/uploads/2021/01/privacidade-tobias-tullius-unsplash.jpg?resize=1024%2C681&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/blog.brunogdb.com.br/wp-content/uploads/2021/01/privacidade-tobias-tullius-unsplash.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/blog.brunogdb.com.br/wp-content/uploads/2021/01/privacidade-tobias-tullius-unsplash.jpg?resize=768%2C510&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/blog.brunogdb.com.br/wp-content/uploads/2021/01/privacidade-tobias-tullius-unsplash.jpg?resize=1536%2C1021&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/blog.brunogdb.com.br/wp-content/uploads/2021/01/privacidade-tobias-tullius-unsplash.jpg?resize=640%2C425&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/blog.brunogdb.com.br/wp-content/uploads/2021/01/privacidade-tobias-tullius-unsplash.jpg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/blog.brunogdb.com.br/wp-content/uploads/2021/01/privacidade-tobias-tullius-unsplash.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Privacidade (<a href="Tobias Tullius/Unsplash)" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Foto: Tobias Tullius/Unsplash)</a></figcaption></figure>



<span id="more-907"></span>



<p>De lá para cá, busco meios para me resguardar. Não demorou muito e, no mesmo ano, iniciei uma experiência com o ProtonMail. Gostei do serviço, mas abandonei devido ao valor: US$ 5 ao mês era caro na época e agora é mais ainda. Além disso, o serviço não é lá muito vantajoso em termos de praticidade, pois os aplicativos não são muito bons. </p>



<p>Tudo voltou quase ao que era antes no começo de 2019. Naquela época, ingressei em um projeto e precisava de serviços de colaboração do Google. Retomar a assinatura do GSuite (atual Google Workspace) era necessidade, àquela altura.</p>



<p>Entretanto, voltei à questão em setembro de 2020. O primeiro motivo envolveu uma dúvida: se deveria continuar no iPhone ou não devido aos valores da Apple com o lançamento de seus novos relógios. Depois, ao cancelar minha assinatura, puxar meus arquivos do GSuite e ver o quanto o Google sabia (sabe e saberá) de mim, mesmo com uma conta que era só e-mail e Google Drive.</p>



<p>De início, é assustador ver o quanto de informação foi repassado a pessoas que sequer conheço de um jeito totalmente passivo. Também é difícil cair na real de que aquilo tudo fazia com que empresas lucrassem mais, em cima de algo que eu sequer paguei pelo produto ou serviço. Não à toa, peguei meu iPhone XR de volta em dezembro e coloquei tudo nele. Mas, dessa vez, abandonei o Google de vez. Incluindo, Gmail e buscador.</p>



<p>É claro que a Apple não é uma santa, mas não só a privacidade é uma &#8220;feature&#8221; ofertada em suas campanhas publicitárias, como os dados não são prioridades para a empresa. Aliás, cansei de participar de rodas de conversa que apontavam o atraso da Siri à falta de dados em sua base. Coisa que, sabemos bem, Amazon e Google têm até demais.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Privacy. That’s iPhone. – Over Sharing" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/-l61NE0eqkw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Esta decisão, porém, não me agrada muito. Pensei em ir além: deixar o macOS de lado e aderir ao Linux, como fazia até 2017. Queria, inclusive, retornar ao Android por questões financeiras e porque gostei mais da câmera do Galaxy S10+,&nbsp;<a href="https://blog.brunogdb.com.br/2020/12/entre-android-e-iphone-885/">como relatei anteriormente</a>. Mas isto iria me condicionar a recorrer ao ProtonMail, que pouco mudou desde que abandonei em 2019, e ao Dropbox, cuja combinação me levaria quase R$ 100 ao mês.</p>



<p>Demais detalhes ficam pelas dificuldades do Linux em relação a coisas simples, como aplicativos de anotação: ou iria recorrer a um que dependesse de internet ou a um que sequer sincronizasse com o celular. Da mesma maneira, não encontrei um editor de fotos legal, o que impediria um hobbie que é quase uma meditação, para mim.</p>



<p>Nessa história toda, encontrei&nbsp;<a href="https://blog.brunogdb.com.br/2020/12/entre-android-e-iphone-885/">mais um motivo para me manter no ecossistema da Apple</a>: privacidade e segurança. No entanto, novamente: entendo que a Apple não é santa. Mas confio em&nbsp;<a href="https://www.apple.com/br/legal/privacy/br/">seus termos</a>. Afinal,&nbsp;<a href="https://tecnoblog.net/386617/apple-critica-facebook-e-defende-funcao-de-privacidade-no-ios-14/">ninguém briga com outra empresa bilionária por isso à toa</a>.</p>



<p>De toda forma, fiz algumas alterações. Dei adeus ao smartwatch, apaguei todos os dados de saúde, intensifiquei as barreiras dos meus dispositivos, descartei alguns apps e pretendo permanecer assim. Ainda voltei a fazer anotações de papel. Aliás, recomendo a leitura de uma <a href="https://www1.folha.uol.com.br/tec/2021/01/e-preciso-acabar-com-o-modelo-digital-baseado-nos-dados-pessoais-diz-professora.shtml">entrevista da professora Carissa Véliz à <em>Folha de São Paulo</em> sobre seu livro &#8220;Privacy is Power&#8221;</a>.</p>



<p><em>Saquarema, 14 de janeiro de 2021</em></p>
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		<title>Livros lidos em 2020</title>
		<link>https://blog.brunogdb.com.br/2020/12/livros-lidos-em-2020-892/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Gall De Blasi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Dec 2020 14:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dia a dia]]></category>
		<category><![CDATA[2020]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de cinquenta livros foram lidos em 2020. Entre os assuntos que mais se destacaram foram comunicação e política.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Iniciei 2020 com uma meta pessoal de ler sessenta livros ao longo dos últimos doze meses. Motivo? Uma pitada de loucura misturada com o sangue quente depois de entregar a monografia e participar de um projeto de pesquisa que teria continuidade no ano seguinte. Até então, nunca li tanto como em 2019 (ao todo, no ano passado, foram 57). Então, por que não seguir adiante?</p>



<p>No meio desse turbilhão todo, não alcancei. Mas cheguei perto: ao todo, 57 títulos foram apreciados ao longo dos últimos doze meses. A maioria tem a ver com comunicação e política. Também teve algumas releituras necessárias. Todavia, parei para ler um pouco de literatura, ainda que não da maneira como gostaria. A exceção fica para poesia, infelizmente.</p>



<p>Aqui vai a lista:</p>



<ol><li>Apocalípticos e integrados – Umberto Eco</li><li>Uma breve história do tempo – Stephen Hawking</li><li>Mídia e Deliberação – Rousiley C. M. Maia (Coord.)</li><li>Comunicação &amp; pesquisa – Lúcia Santaella</li><li>Democracia digital, comunicação política e redes: teoria e prática – Sivaldo Pereira da Silva et al. (org.)</li><li>A nova razão do mundo – Pierre Dardot e Christian Laval</li><li>Redes de indignação e esperança &#8211; Manuel Castells</li><li>Democracia – Charles Tilly (23/03/2020-29/03/2020)</li><li>Tecnopolíticas da Vigilância – Fernanda Bruno et al. (org)</li><li>O futuro da democracia – Norberto Bobbio</li><li>Resgate emocional – Dzogchen Ponlop</li><li>Carne e pedra – Richard Sennett</li><li>A corrosão do caráter – Richard Sennett</li><li>O circuito dos afetos – Vladimir Safatle</li><li>Um encontro com o pai João – Wanderley Oliveira</li><li>A mente serena – S. Ema. Gyalwa Dokhampa</li><li>A cidade inteligente – Evgeny Morozov e Francesca Bria</li><li>The Filter Bubble – Eli Pariser</li><li>Como as democracias morrem – Steven Levitsky &amp; Daniel Ziblatt</li><li>A República – Platão</li><li>The cultural politics of emotion &#8211; Sara Ahmed</li><li>O poder da comunicação – Manuel Castells</li><li>Os Engenheiros do Caos – Giuliano Da Empoli</li><li>No tempo das catástrofes – Isabelle Stengers</li><li>O manifesto do partido comunista – Karl Marx e Friedrich Engels</li><li>Haiku – Hart Larrabee (tradutor)</li><li>O ódio à democracia – Jacques Rancière</li><li>Contra o ódio — Carolin Emcke</li><li>A nova idade das pedras – James Bridle</li><li>Trêfego e peralta: 50 textos deliciosamente incorretos – Ruy Castro</li><li>A partilha do sensível – Jacques Rancière</li><li>A transfiguração do político – Michel Maffesoli</li><li>Dias perfeitos – Raphael Montes</li><li>A construção da política – Alessandra Aldé</li><li>Post-Broadcast Democracy – Markus Prior</li><li>Helena – Machado de Assis</li><li>Ética e Vergonha na Cara &#8211; Mario Sérgio Cortella e Clovis de Barros Filho</li><li>Biografia involuntária dos amantes – João Tordo</li><li>Tim Cook – Leander Kahney</li><li>A Metamorfose &#8211; Franz Kafka</li><li>Orlando – Virgínia Woolf</li><li>A visita cruel do tempo – Jeniffer Egan</li><li>Educação e liberdade: a perspectiva das mulheres negras</li><li>The new childhood: Raising Kids to Thrive in a Connected World &#8211; Jordan Shapiro</li><li>You Are Not a Gadget &#8211; Jaron Lanier</li><li>The myth of digital democracy – Matthew Scott Hindman</li><li>Freakonomics – Steven Levitt e Stephen J. Dubner</li><li>Sistemas Eleitorais – Jairo Nicolau</li><li>Diários da Presidência: 1995-1996 – Fernando Henrique Cardoso</li><li>Representantes de quem – Jairo Nicolau</li><li>A máquina do ódio – Patricia Campos Mello</li><li>O nome do vento – Patrick Rothfuss</li><li>O temor do sábio – Patrick Rothfuss</li><li>Crises da Democracia – Adam Przeworski</li><li>Mataram Marielle – Chico Otávio e Vera Araújo</li><li>Escravidão: volume 1 – Laurentino Gomes</li><li>Asfixia – Franco Berardi</li></ol>



<p>Não estipulei meta para 2021, depois da loucura que foi 2020. Ainda assim, pretendo pegar mais leve&#8230; ou não.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Xiaomi Mi 11 tem carregador opcional</title>
		<link>https://blog.brunogdb.com.br/2020/12/xiaomi-mi-11-tem-carregador-opcional-894/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Gall De Blasi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Dec 2020 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Links]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Celular]]></category>
		<category><![CDATA[Xiaomi]]></category>
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					<description><![CDATA[Não demorou muito para outra empresa alterar como os carregadores são distribuídos em seus celulares. Depois da Apple, a Xiaomi seguiu seu passos. Mas a estratégia é diferente: o adaptador de tomada tornou-se opcional no Xiaomi Mi 11. Só leva para casa quem quer ou, nas palavras da empresa, &#8220;com base em suas necessidades&#8221;. Observo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Não demorou muito para outra empresa alterar como os carregadores são distribuídos em seus celulares. <a href="https://blog.brunogdb.com.br/2020/10/sem-fone-sem-carregador-798/">Depois da Apple</a>, a Xiaomi seguiu seu  passos. Mas a estratégia é diferente: o adaptador de tomada tornou-se opcional no Xiaomi Mi 11. Só leva para casa quem quer ou, nas palavras da empresa, &#8220;com base em suas necessidades&#8221;.</p>



<p>Observo a iniciativa da Xiaomi com bons olhos, especialmente em relação aos iPhones, cujo cabo Lightning agora é USB-C enquanto a tomadinha que vinha na caixa, antes, é compatível somente com USB-A. Além disso, a decisão de manter o mesmo preço com ou sem acessório também me deixa com uma sensação de que a companhia chinesa, com o Xiaomi Mi 11, quer verificar a aderência por parte dos consumidores para tomar uma decisão em relação a essa nova tendência.</p>



<p>Entretanto, não é preciso especular muito para conhecer o desfecho dessa história por parte de todas as fabricantes, que ainda irá longe – seja nas adoções, seja no campo político. Aliás, a Samsung tende a ser a próxima companhia a fazer o mesmo movimento com a linha Galaxy S21, conforme relatado por <a href="https://tecnoblog.net/391432/exclusivo-samsung-vai-vender-galaxy-s21-sem-fone-e-carregador-na-caixa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">documentos da Anatel</a> e por rumores recentes. Depois, quem mais seguirá o caminho?</p>



<p>Cenas para os próximos capítulos. </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>2020</title>
		<link>https://blog.brunogdb.com.br/2020/12/2020-889/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Gall De Blasi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Dec 2020 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dia a dia]]></category>
		<category><![CDATA[2020]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma passagem geral sobre 2020, possivelmente o pior ano da minha, da sua e da nossa história]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Muito se falou sobre 2020. Afinal, não faltou motivo. Enquanto escrevo este texto, por exemplo, o Brasil caminha para a marca dos 200 mil mortos por COVID-19. É um indicador triste e que aperta o peito só de lembrar. E que vá para o inferno quem vem com o papo de &#8220;é menos 1% da população&#8221;!</p>



<p>Tenho pouco a dizer a respeito. Porém, é tradição anual minha falar sobre como foram os meus últimos dozes meses a cada fim de dezembro. O principal motivo para o quase-silêncio gira em torno de algo que não sai da minha cabeça: teve muita morte, inclusive de duas pessoas queridas na minha família, além de outras próximas. Este é, sem dúvidas, um dos anos mais dolorosos da vida de todos.</p>



<span id="more-889"></span>



<p>Entretanto, já que falo sobre minha vida neste momento, seria injusto comigo mesmo dizer que o ano, em si, seja somente de momentos horripilantes. Amei e fui amado, como nunca imaginei que seria. Permaneci ao lado de amigos incríveis. Comecei a trabalhar onde sonhava desde a adolescência, o Tecnoblog, e ainda tive o prazer de receber menção honrosa na XVII Semana de Iniciação Científica e IV Seminário de Pesquisa da Universidade Veiga de Almeida ao projeto de pesquisa&nbsp;<em>&#8220;Política e Democracia: como os jovens de 16 a 18 anos compreendem o processo eleitoral a partir das notícias&#8221;</em>, ao lado de meus colegas Christinie Thomson e João Gabriel Lira e da professora Cecília Seabra.</p>



<p>Infelizmente, não consegui ingressar em um programa de mestrado como tanto queria; as confusões foram tantas que sequer tive cabeça para pensar nisso. Também não aprendi a programar, como era objetivo para este ano. Mas só de saber que estou bem, vivo, é uma satisfação. Agora, é correr atrás para resgatar aquilo que não pude fazer.</p>



<p>Um passo de cada vez.</p>



<p><em>Saquarema, 27 de dezembro de 2020</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Entre Android e iPhone</title>
		<link>https://blog.brunogdb.com.br/2020/12/entre-android-e-iphone-885/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Gall De Blasi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Dec 2020 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dia a dia]]></category>
		<category><![CDATA[Android]]></category>
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		<category><![CDATA[iOS]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
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					<description><![CDATA[Relatos da experiência de usar Android e iPhone durante um mês e algumas considerações sobre integrações e ecossistemas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Dois sistemas dominaram o mercado de celulares. Depois que BlackBerry OS, Symbian e Windows Phone saíram do páreo, o consumidor praticamente só tem duas opções: Android e iPhone. Entre ambos, vejo pouca diferença, especialmente pela vasta gama de aplicativos quase semelhantes. Mas a experiência entre dispositivos pesa nessa conta.</p>



<span id="more-885"></span>



<p>Me mantenho em uma corda bamba entre os dois sistemas desde setembro. Quando a Apple&nbsp;<a href="https://tecnoblog.net/367218/novo-ipad-air-watch-barato-e-mais-tudo-o-que-a-apple-anunciou-hoje/">anunciou os novos Apple Watches e iPads</a>, os valores me assustaram um pouco. Pensei em abandonar tudo da marca, incluindo o macOS em prol do Linux. Cheguei a migrar para o Android, porém, essa experiência não durou muito.</p>



<p>Ainda que tenha permanecido com o Android por mais de um mês, e gostado bastante, senti falta de comodidades que possuo há alguns anos. É o caso da organização de fotos, pois, mesmo com a galeria da Samsung, que é ótima, as inúmeras pastas para armazenar fotos era incômoda perto do iCloud. Todavia, a questão da integração entre dispositivos foi o que me marcou mais.</p>



<p>Antes de seguir, é importante deixar claro que não esperava uma integração perfeita entre o Android e macOS. No entanto, é notável como, após três anos usando somente dispositivos da Apple, fiquei preso neste ambiente justamente pela facilidade. A exemplo, vira e mexe guardava o iPad ou o Mac e tentava retomar o que estava fazendo pelo celular, coisa que, obviamente, não é possível no Android.</p>



<p>Houve mais ausências, inclusive algumas que me atiçaram uma pequena irritação. É o caso de copiar um trecho de um texto em um dispositivo e colar em outro. Também me incomodou o fato de que, como não usava mais o iPhone, não pude mais desbloquear meu computador com o Apple Watch. Resumindo: por causa de um celular diferente, precisei me readaptar completamente ao usar outros aparelhos.</p>



<p>Após a experiência de trocas incessantes entre sistemas, não há como negar que tanto Samsung quanto Apple criam celulares poderosos. Aqui, vale exaltar o modo DeX, pois trata-se de uma tecnologia fenomenal e que me ajudou bastante. Além disso, senti que as câmeras do Galaxy me satisfizeram mais do que as do iPhone – e não pela maior quantidade de sensores –, assim como achei que a tela e pegada são muito mais confortáveis. De toda forma, todo esse conjunto não é suficiente para me fazer abandonar um ecossistema que, com ou sem conexão de internet, me possibilita uma usabilidade extremamente simples. Infelizmente.</p>



<p><em>Saquarema, 19 de dezembro de 2020</em></p>
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		<title>Sem fone, sem carregador</title>
		<link>https://blog.brunogdb.com.br/2020/10/sem-fone-sem-carregador-798/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Gall De Blasi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2020 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Links]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
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					<description><![CDATA[Apple iPhone 12, 11, XR e SE (2020) agora são comercializados sem o fone de ouvido e carregador na caixa]]></description>
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<p>O esperado aconteceu: a linha iPhone 12, o iPhone 11, iPhone XR e iPhone SE (2020) vêm sem fone de ouvido e carregador. Ou seja, agora, a caixa traz somente o celular (ufa!) e o cabo Lightning para USB-C. Para obter os itens, é preciso comprá-los separadamente.</p>



<p>Há justificativas para a decisão. Segundo a Apple, é para preservar o meio ambiente. E até que faz sentido, pois, quanto mais carregadores no mundo, mais lixo eletrônico. Além disso, sempre encontramos algum carregador antigo perdido pela casa. Pegue como exemplo quem troca de celular todos os anos. Se o adaptador de tomada não for para o lixo, fica jogado em algum canto. E esse é o ponto da empresa.</p>



<p>O discurso, porém, não é tão benéfico quanto aparenta ser. Primeiro, porque a Apple adotou uma modificação necessária: agora, os telefones embarcam com o cabo USB-C, mas todos os carregadores que acompanharam os smartphones da Apple no passado, exceto o iPhone 11 Pro, são USB-A.</p>



<p>De fato, a Apple tem razão: quase todo mundo tem um carregador perdido pela casa. Mas quantos vão abrir uma gaveta aleatória e encontrar um carregador para cabo USB-C? Resta a obrigação de adquirir o celular já com uma tomadinha nova, e rezar para ela não se perder ou durar para&#8230; sempre.</p>



<p>Mas aí vem o segundo problema: os preços dos acessórios. Como retratei&nbsp;<a href="https://tecnoblog.net/374127/apple-vende-iphone-12-sem-fone-e-adaptador-de-tomada-na-caixa/">lá no&nbsp;<em>Tecnoblog</em></a>, o carregador USB-C de 20 W custa R$ 219 no Brasil. Se levar os fones de ouvido com fio, sem o adaptador, a dupla chega a R$ 438.&nbsp;<a href="https://tecnoblog.net/374198/apple-aumenta-precos-do-iphone-se-xr-11-e-airpods-no-brasil/">Lembrando que o iPhone 11 agora custa R$ 5.699</a>.&nbsp;</p>



<p>Resumindo: o que já era caro, ficou (muito) mais caro.</p>
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		<title>Mediation</title>
		<link>https://blog.brunogdb.com.br/2020/06/mediation-750/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Gall De Blasi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Análises e Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Communicatio&#8221; é uma das primeiras palavras que um aluno de comunicação escuta. Assim como qualquer disciplina, a etimologia da palavra que define seu objeto de estudo é marco-zero para entender o que será observado. No caso de &#8220;communicatio&#8221;, observa-se logo duas palavrinhas: &#8220;partilhar&#8221; e &#8220;dividir&#8221;. Dois verbos sintetizam um termo complexo. Ao mergulhar na palavra, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>&#8220;Communicatio&#8221; é uma das primeiras palavras que um aluno de comunicação escuta. Assim como qualquer disciplina, a etimologia da palavra que define seu objeto de estudo é marco-zero para entender o que será observado. No caso de &#8220;communicatio&#8221;, observa-se logo duas palavrinhas: &#8220;partilhar&#8221; e &#8220;dividir&#8221;. Dois verbos sintetizam um termo complexo.</p>



<span id="more-750"></span>



<p>Ao mergulhar na palavra, chegamos a um consenso. Diz-se que &#8220;quem comunica, torna algo comum&#8221;. Ou seja, eu, como emissor, compartilho uma mensagem ao(s) meu(s) receptor(es). Mas isso em um contexto simples e sem mediador físico ou técnico. Estou de frente para o meu receptor. Não há nada entre nós, a não ser a voz.</p>



<p>Este fluxo, porém, tornou-se raro em 2020. A crise do coronavírus ascendeu ainda mais a presença de mídias técnicas em diálogos. Hoje, mais do que nunca, os mediadores integralmente estão entre nós. Eles carregam discursos, mas também levam afetos.</p>



<p>A tecnologia possui um papel fundamental na mediação. Já em Flusser, observamos como os instrumentos reconfiguraram o pertencimento do homem no espaço físico. A partir dessas ferramentas, que agiam como extensões de seu corpo, o homem pôde remodelar a natureza conforme suas necessidades. O mesmo é dito para a comunicação, que ganhou novos meios com o passar dos anos.</p>



<p>&#8220;Tornar comum&#8221; é fácil, na atualidade. Na era mediada por bits e bytes, o corpo humano se tornou um instrumento de <em>input</em> e <em>output</em> em ambientes semi-digitais. A socialização, durante a pandemia, tornou-se maquínica. E até mesmo o sexo, que busca, sobretudo, o contato, conectou-se através de sons e imagens. Signos.</p>



<p>É o império das imagens técnicas, onde um &#8220;oi&#8221; pode ser mediado até mesmo entre pessoas na mesma casa. Um planeta que, da noite para o dia, tornou-se completamente mediado. E ainda há quem se pergunte quando a era dos ciborgues chegará.</p>



<p><em>Rio de Janeiro, 28 de maio de 2020</em></p>
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		<title>Pela democracia</title>
		<link>https://blog.brunogdb.com.br/2020/06/pela-democracia-757/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Gall De Blasi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2020 13:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Links]]></category>
		<category><![CDATA[ABI]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
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					<description><![CDATA[É sempre bom se lembrar do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros: Art. 9° – É dever do jornalista: – Divulgar todos os fatos que sejam de interesse público;– Lutar pela liberdade de pensamento e expressão;– Defender o livre exercício da profissão;– Valorizar, honrar e dignificar a profissão;– Opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>É sempre bom se lembrar do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros:</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>Art. 9° – É dever do jornalista:</p><p>– Divulgar todos os fatos que sejam de interesse público;<br><strong>– Lutar pela liberdade de pensamento e expressão;</strong><br>– Defender o livre exercício da profissão;<br>– Valorizar, honrar e dignificar a profissão;<br><strong>– Opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defender os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos do Homem;<br></strong>– Combater e denunciar todas as formas de corrupção, em especial quando exercida com o objetivo de controlar a informação;<br>– Respeitar o direito à privacidade do cidadão;<br>– Prestigiar as entidades representativas e democráticas da categoria;</p><cite>Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, da ABI (grifos meus)</cite></blockquote>



<p>Pela defesa da vida e da democracia!</p>
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		<title>Melhorias no blog #1</title>
		<link>https://blog.brunogdb.com.br/2020/05/melhorias-no-blog-1-753/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Gall De Blasi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2020 22:20:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Melhorias no blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Aproveitei o sábado para mexer no servidor. Além de limpar todo o cache e melhorar o desempenho – consegui liberar mais de 20% da memória RAM –, ainda implementei algumas coisinhas que, há um tempo, quero incluir no blog. Aqui vai o changelong: Otimização do carregamento das páginas para consumir menos dados e garantir (ainda) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Aproveitei o sábado para mexer no servidor. Além de limpar todo o cache e melhorar o desempenho – consegui liberar mais de 20% da memória RAM –, ainda implementei algumas coisinhas que, há um tempo, quero incluir no blog.</p>



<p>Aqui vai o changelong:</p>



<ul><li>Otimização do carregamento das páginas para consumir menos dados e garantir (ainda) mais agilidade em redes móveis;</li><li>Inclusão de informações do post, como data de publicação, categorias e tags;</li><li>Suporte a publicações em formato de links;</li><li>Informações do blog no footer;</li><li>Licença CC BY-SA 4.0.</li></ul>
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