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	<title>Bibliotecários Sem Fronteiras - Biblioteconomia Pop</title>
	
	<link>http://bsf.org.br</link>
	<description>Blog direcionado aos profissionais e estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência e Gestão da Informação</description>
	<lastBuildDate>Tue, 29 May 2012 00:35:28 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Diga adeus às folksonomias</title>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2012 00:35:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Murakami</dc:creator>
				<category><![CDATA[Critica da informacao]]></category>
		<category><![CDATA[Organizacao da informacao]]></category>

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		<description><![CDATA[Houve tempos que eu ia no delicious.com que ainda se chamava del.icio.us e incluía meus links que queria guardar e ainda por cima adicionava Tags para uma organização pessoal. Muitas outras pessoas faziam isso também e com isso era possível estabelecer um mínimo de organização por pessoas da Internet e ainda, estabelecer confiabilidade em um [...]
em posts relacionados. Visite o blog e faça sua busca manual.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10150813190141833&#038;set=a.10150127788646833.314637.370212551832&#038;type=1&#038;theater"><img src="http://bsf.org.br/wp-content/uploads/2012/05/559587_10150813190141833_1026318459_n-550x550.jpg" alt="" title="559587_10150813190141833_1026318459_n" width="550" height="550" class="aligncenter size-large wp-image-5950" /></a></p>
<p>Houve tempos que eu ia no <a href="http://delicious.com/">delicious.com</a> que ainda se chamava del.icio.us e incluía meus links que queria guardar e ainda por cima adicionava Tags para uma organização pessoal. Muitas outras pessoas faziam isso também e com isso era possível estabelecer um mínimo de organização por pessoas da Internet e ainda, estabelecer confiabilidade em um conteúdo, uma vez que esse conteúdo foi guardado por uma quantidade de pessoas, era possível deduzir que era confiável ou bom.<br />
Trocamos as nossas tags pela facilidade do &#8220;Like&#8221; ou &#8220;Curtir&#8221; do facebook. Ou sua cópia, o &#8220;+1&#8243; do Google. Ainda compartilhamos links, que hoje é mais usado para divulgar o que queremos mostrar do que uma forma de organização pessoal. Mesmo as tão faladas tags do twitter estão sendo abandonadas, assim como o twitter.<br />
Demos a oportunidade do Google e do Facebook de conhecer tudo o que fazemos na Internet. Todos os links do Facebook são monitorados, assim como todos os acessos do google também são. As tags foram substituídas pelo uso na organização da informação. E ainda, trocamos a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Deep_Web">Deep Web</a> pela <a href="http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/larry-page-critica-facebook-por-manter-controle-dos-dados-dos-usuarios">Internet dos Apps</a>. A Web continuará, assim como a bibliotecas continuam vivas. Mas a <a href="http://www.wired.com/magazine/2010/08/ff_webrip/all/1">Internet e Web</a> deixaram de ser sinônimos.<br />
Ah, mas o mais bacana é que voltaremos a falar de tesauros. Sim, os <a href="http://bsf.org.br/2006/12/18/tesauros-e-internet/">desacreditados tesauros</a> voltarão com as buscas do <a href="http://info.abril.com.br/noticias/internet/google-prepara-nova-reforma-para-as-buscas-15032012-1.shl">google se tornando mais semânticas</a>. É claro que a busca semântica não se restringe ao controle de vocabulário como usamos, mas será uma forma mais pragmática de uso das relações semânticas, como se pode observar na site <a href="http://www.google.com/insidesearch/features/search/knowledge.html">Knowledge Graph</a>. Ainda estamos longe da Internet das coisas por falta de um padrão e muita manipulação da Internet. Mas o caminho está sendo popularizado.<br />
E ainda é necessário mencionar que começamos a ganhar assistentes pessoais: <a href="http://www.apple.com/iphone/features/siri.html">Siri</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/S_Voice">S-Voice</a> ganham cada vez mais popularidade e cada vez estarão mais presentes na nossa vida. A tendência é cada vez menos fazermos esforços para pesquisar, pensar&#8230; Que venha o futuro&#8230;</p>
<p>em posts relacionados. Visite o blog e faça sua busca manual.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Servidor Z39.50 aberto – Um futuro catálogo coletivo?</title>
		<link>http://bsf.org.br/2012/05/26/servidor-z39-50-aberto-um-futuro-catalogo-coletivo/</link>
		<comments>http://bsf.org.br/2012/05/26/servidor-z39-50-aberto-um-futuro-catalogo-coletivo/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 26 May 2012 19:25:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Murakami</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte da imagem Acho interessante a idéia de usar o sistema do Koha que está instalado como demonstração como um servidor Z39.50 que possa efetivamente ser utilizado pelos colegas bibliotecários com sistemas que possuam um cliente Z39.50. A idéia inicial é a criação de um catálogo coletivo que possa ser usado por todos. Os dados [...]
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.txmike.com/Presentations/Z3950/"><img src="http://bsf.org.br/wp-content/uploads/2012/05/Z3950Model-550x412.gif" alt="" title="Z3950Model" width="550" height="412" class="aligncenter size-large wp-image-5945" /></a><br />
<a href="http://www.txmike.com/Presentations/Z3950/">Fonte da imagem</a></p>
<p>Acho interessante a idéia de usar o sistema do Koha que está instalado como demonstração como um servidor Z39.50 que possa efetivamente ser utilizado pelos colegas bibliotecários com sistemas que possuam um cliente Z39.50. A idéia inicial é a criação de um catálogo coletivo que possa ser usado por todos. Os dados que estão no servidor hoje provem da migração de dados que fiz de um software em Mainframe, por isso não tem acentuação e pode ser que tenham erros. Se quiserem colaborar, aceito registros em formato MARC21.</p>
<p>Quer testar?</p>
<p>IP: 109.123.87.60<br />
Porta: 9998<br />
Base de dados: biblios<br />
Sintaxe: USMARC/MARC21<br />
Codificação: UTF-8</p>
<p>. </p>
<p>em posts relacionados. Visite o blog e faça sua busca manual.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Técnico em biblioteconomia EAD – excelentes vídeos produzidos pela UFPE</title>
		<link>http://bsf.org.br/2012/05/23/tecnico-biblioteconomia-ead-ufpe-videos-youtube/</link>
		<comments>http://bsf.org.br/2012/05/23/tecnico-biblioteconomia-ead-ufpe-videos-youtube/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 May 2012 14:50:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Moreno Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos os dias recebo trocentos emails pedindo informações sobre cursos de técnicos em biblioteconomia e cursos EAD em biblioteconomia. A UFPE juntou as duas coisas. Não sei se o conteúdo dos vídeos é o suficiente para a formação de técnico em biblioteconomia, mas gostei demais da iniciativa, a produção tá de alto nível, então acho [...]
em posts relacionados. Visite o blog e faça sua busca manual.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os dias recebo trocentos emails pedindo informações sobre cursos de técnicos em biblioteconomia e cursos EAD em biblioteconomia. A UFPE juntou as duas coisas.</p>
<p>Não sei se o conteúdo dos vídeos é o suficiente para a formação de técnico em biblioteconomia, mas gostei demais da iniciativa, a produção tá de alto nível, então acho que de qualquer maneira, serve como uma excelente introdução ao público leigo sobre a profissão do bibliotecário e do técnico em biblioteconomia. E o melhor, os vídeos são grátis, disponíveis no YouTube. </p>
<p>Uma salva de palmas para UFPE e Vildiane, além de bibliotecária, ótima atriz. Parabéns!</p>
<p>E semana que vem quero ver uma entrevista com Ród, o maior bibliotecário da UFPE.</p>
<p><iframe width="550" height="309" src="http://www.youtube.com/embed/J_7S_P6DEXg" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe width="550" height="309" src="http://www.youtube.com/embed/37gfdXYeGoU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>veja os <a href="http://www.youtube.com/user/EADPernambuco/videos?query=biblioteconomia" title="EAD biblioteconomia" target="_blank">outros vídeos no canal da UFPE</a></p>
<p>em posts relacionados. Visite o blog e faça sua busca manual.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Bibliotecários no Brasil: Quantos somos? (Atualizado)</title>
		<link>http://bsf.org.br/2012/05/22/bibliotecarios-no-brasil-quantos-somos-atualizado/</link>
		<comments>http://bsf.org.br/2012/05/22/bibliotecarios-no-brasil-quantos-somos-atualizado/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 May 2012 13:58:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Murakami</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Quadro postado no Grupo Associação Brasileira pelo Progresso da Biblioteconomia/Ciência da Inf. no Facebook pelo Briquet de Lemos com dados fornecidos pelo CFB. Posts relacionados: Bibliotecários no Brasil: Quantos somos?
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<li><a href='http://bsf.org.br/2011/11/20/bibliotecarios-no-brasil-quantos-somos/' rel='bookmark' title='Bibliotecários no Brasil: Quantos somos?'>Bibliotecários no Brasil: Quantos somos?</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quadro postado no Grupo <a href="http://www.facebook.com/groups/372349109452045/">Associação Brasileira pelo Progresso da Biblioteconomia/Ciência da Inf.</a> no Facebook pelo Briquet de Lemos com dados fornecidos pelo CFB.</p>
<p><a href="http://bsf.org.br/wp-content/uploads/2012/05/CFB.png"><img src="http://bsf.org.br/wp-content/uploads/2012/05/CFB-550x561.png" alt="" title="CFB" width="550" height="561" class="aligncenter size-large wp-image-5932" /></a></p>
<p>Posts relacionados:<ol>
<li><a href='http://bsf.org.br/2011/11/20/bibliotecarios-no-brasil-quantos-somos/' rel='bookmark' title='Bibliotecários no Brasil: Quantos somos?'>Bibliotecários no Brasil: Quantos somos?</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Papel marmorizado</title>
		<link>http://bsf.org.br/2012/05/21/tecnica-papel-marmorizado-curso-oficina/</link>
		<comments>http://bsf.org.br/2012/05/21/tecnica-papel-marmorizado-curso-oficina/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 May 2012 15:33:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Moreno Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebi por email a divulgação desse curso e confesso que nunca soube como eram feitos essas capas. cosamálindadimeudeuzo Marmorização de papel é um método de design de superfície aquosa, que pode produzir padrões semelhantes ao mármore liso ou outra pedra. Os padrões são o resultado da cor flutuante tanto na água pura ou em uma [...]
em posts relacionados. Visite o blog e faça sua busca manual.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi por email a divulgação desse <a href="http://www.opapelmarmorizado.blogspot.com.br/" title="curso papel marmorizado" target="_blank">curso</a> e confesso que nunca soube como eram feitos essas capas. cosamálindadimeudeuzo</p>
<p>Marmorização de papel é um método de design de superfície aquosa, que pode produzir padrões semelhantes ao mármore liso ou outra pedra. Os padrões são o resultado da cor flutuante tanto na água pura ou em uma solução viscosa conhecida como size, e em seguida cuidadosamente transferida para uma superfície absorvente, tal como papel ou tecido. Através de vários séculos, as pessoas têm aplicado materiais de mármore para uma variedade de superfícies. Muitas vezes, é empregada como uma superfície de escrita para a caligrafia, e especialmente capas de livros e guardas em encadernações e papelaria. Parte do seu apelo é que cada impressão é um original único. (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Paper_marbling" title="paper marbling" target="_blank">wikipedia</a>)</p>
<p>O curso deve ser <a href="http://henryhebert.wordpress.com/2011/04/01/paper-marbling-workshop/" title="marble paper workshop" target="_blank">mais ou menos isso aqui</a>.</p>
<p><a href="http://bsf.org.br/wp-content/uploads/2012/05/02.jpg"><img src="http://bsf.org.br/wp-content/uploads/2012/05/02.jpg" alt="" title="02" width="550" height="419" class="alignnone size-full wp-image-5926" /></a></p>
<p>E não deixem de visitar a <a href="http://content.lib.washington.edu/dpweb/patterns.html" title="papel marmorizado" target="_blank">coleção de papeis decorados e decorativos da Universidade de Washington</a>.</p>
<p><a href="http://bsf.org.br/wp-content/uploads/2012/05/papers16.jpg"><img src="http://bsf.org.br/wp-content/uploads/2012/05/papers16.jpg" alt="" title="papers16" width="550" height="413" class="alignnone size-full wp-image-5922" /></a></p>
<p><a href="http://bsf.org.br/wp-content/uploads/2012/05/marbled-paper-1302966520FPQ.jpg"><img src="http://bsf.org.br/wp-content/uploads/2012/05/marbled-paper-1302966520FPQ.jpg" alt="" title="marbled-paper-1302966520FPQ" width="550" height="713" class="alignnone size-full wp-image-5921" /></a></p>
<p><a href="http://bsf.org.br/wp-content/uploads/2012/05/Marbled_paper5.jpg"><img src="http://bsf.org.br/wp-content/uploads/2012/05/Marbled_paper5.jpg" alt="" title="Marbled_paper5" width="550" height="801" class="alignnone size-full wp-image-5919" /></a></p>
<p><a href="http://bsf.org.br/wp-content/uploads/2012/05/Marbled_paper4.jpg"><img src="http://bsf.org.br/wp-content/uploads/2012/05/Marbled_paper4.jpg" alt="" title="Marbled_paper4" width="550" height="643" class="alignnone size-full wp-image-5918" /></a></p>
<p><a href="http://bsf.org.br/wp-content/uploads/2012/05/il_fullxfull.202397632.jpg"><img src="http://bsf.org.br/wp-content/uploads/2012/05/il_fullxfull.202397632.jpg" alt="" title="il_fullxfull.202397632" width="550" height="567" class="alignnone size-full wp-image-5916" /></a></p>
<p><a href="http://bsf.org.br/wp-content/uploads/2012/05/getimage.exe.jpg"><img src="http://bsf.org.br/wp-content/uploads/2012/05/getimage.exe.jpg" alt="" title="getimage.exe" width="550" height="737" class="alignnone size-full wp-image-5915" /></a></p>
<p><a href="http://bsf.org.br/wp-content/uploads/2012/05/Marbled_paper.jpg"><img src="http://bsf.org.br/wp-content/uploads/2012/05/Marbled_paper.jpg" alt="" title="Marbled_paper" width="550" height="919" class="alignnone size-full wp-image-5917" /></a></p>
<p><a href="http://bsf.org.br/wp-content/uploads/2012/05/marbled-paper-1302966317Vnc.jpg"><img src="http://bsf.org.br/wp-content/uploads/2012/05/marbled-paper-1302966317Vnc.jpg" alt="" title="marbled-paper-1302966317Vnc" width="550" height="713" class="alignnone size-full wp-image-5920" /></a></p>
<p>em posts relacionados. Visite o blog e faça sua busca manual.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A cultura da crítica</title>
		<link>http://bsf.org.br/2012/05/18/a-cultura-da-critica/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 18:56:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Moreno Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu acredito que só critica quem tem boa auto-estima. E prezo muito quem sabe exercitar a crítica direcionada ao mesmo tempo em que aceita ser criticado. Quem não aprendeu isso bulinando ou sendo bulinado no jardim da infância, vai aprender tarde. E daí, pode ser tarde demais para lidar com a cultura da crítica. O [...]
Posts relacionados:<ol>
<li><a href='http://bsf.org.br/2011/06/21/biblioteca-nacional-volta-a-comandar-politicas-do-livro-e-da-leitura-cultura-e-mercado/' rel='bookmark' title='Biblioteca Nacional volta a comandar políticas do livro e da leitura (Cultura e Mercado)'>Biblioteca Nacional volta a comandar políticas do livro e da leitura (Cultura e Mercado)</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu acredito que só critica quem tem boa auto-estima. E prezo muito quem sabe exercitar a crítica direcionada ao mesmo tempo em que aceita ser criticado. Quem não aprendeu isso bulinando ou sendo bulinado no jardim da infância, vai aprender tarde. E daí, pode ser tarde demais para lidar com a cultura da crítica.</p>
<p>O xilique mais recente no mundo bibliotecário gira em torno do artigo &#8220;<a href="http://revistaepoca.globo.com/cultura/luis-antonio-giron/noticia/2012/05/de-adeus-bibliotecas.html" title="adeus as bibliotecas" target="_blank">Dê adeus às bibliotecas</a>&#8220;, que eu pessoalmente acho que contêm nada além de verdade quanto ao seu relato. No caso particular deste texto, me parece que a controvérsia gira em torno da confusão bibliotecária entre o público e privado (típico do brasileiro cordial, para bem ou para mal) e de interpretação do texto.</p>
<p>Um dos problemas essenciais da crítica é que ela exige uma carga de comparação. Só é capaz de criticar algo com consistência quem tem a habilidade de avaliar o melhor e o pior em uma escala de criticismo. </p>
<p>Sempre me pareceu que aos bibliotecários falta um pouco do senso de comparação (ou em termos técnicos, de benchmarketing) para entender que muitas vezes o teor da crítica diz muito mais a respeito do que se deseja e o que poderia ser, do que uma crítica aberta descompromissada. </p>
<p>Eu que eu sou notoriamente reconhecido por críticas ácidas direcionadas às bibliotecas (e consequentemente aos profissionais que nelas se encontram) procuro sempre me posicionar de forma participativa na resolução da própria crítica, quando negativa, e evidenciar as boas práticas, quando a crítica é construtiva. O mundo não funciona assim?</p>
<p>Mas as critícias sempre aparecem (a propósito, recentemente fui criticado em uma mensagem privada pelo pesquisador do IBICT Miguel Angel Arellano por eu ter criticado o SEER, comparando-o a um outro modelo de editoração acadêmica, com dizeres do tipo &#8220;que tipo de cientista você é? que comentário mais besta&#8221;) e temos que saber lidar com elas. E mais ainda, quando nós formos os alvos da crítica, saber ouvir e nos preocupar em atender.</p>
<p>Por que não há crítica realmente fundamentada que seja inconsistente. Eu nunca vi. </p>
<p>Para todos os outros casos, leiam esse texto, <a href="http://informalidades.com/2012/05/18/zen-e-arte-da-critica-construtiva/" title="zen e arte da critica" target="_blank">Zen e Arte da crítica construtiva</a>, que eu fiz questão de traduzir como a minha contribuição à todo o bate-cabelo do artigo da Época.</p>
<p>Quem busca o melhor não vai se dar por satisfeito. <a href="http://indexadora.wordpress.com/2012/05/16/you-say-goodbye-and-i-say-hello/" title="adeus as bibliotecas" target="_blank">E tô com a Dora e não abro</a>.</p>
<p>Posts relacionados:<ol>
<li><a href='http://bsf.org.br/2011/06/21/biblioteca-nacional-volta-a-comandar-politicas-do-livro-e-da-leitura-cultura-e-mercado/' rel='bookmark' title='Biblioteca Nacional volta a comandar políticas do livro e da leitura (Cultura e Mercado)'>Biblioteca Nacional volta a comandar políticas do livro e da leitura (Cultura e Mercado)</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://bsf.org.br/2012/05/18/a-cultura-da-critica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lei de Acesso à Informação</title>
		<link>http://bsf.org.br/2012/05/16/lei-de-acesso-a-informacao/</link>
		<comments>http://bsf.org.br/2012/05/16/lei-de-acesso-a-informacao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 May 2012 18:06:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Viviane Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[informação pública]]></category>
		<category><![CDATA[Lei de Acesso à Informação]]></category>
		<category><![CDATA[sigilo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://bsf.org.br/?p=5890</guid>
		<description><![CDATA[Começou a vigorar hoje a Lei de Acesso à Informação (nº 12.527/2011) com o objetivo de garantir o acesso a informações públicas. Segundo a Cartilha &#8220; Acesso à Informação Pública ”, a Lei 12.527 representa uma mudança de paradigma em matéria de transparência pública, pois estabelece que o acesso é a regra e o sigilo, [...]
em posts relacionados. Visite o blog e faça sua busca manual.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começou a vigorar hoje a <a target="_blank" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12527.htm"> Lei de Acesso à Informação</a> (nº 12.527/2011) com o objetivo de garantir o acesso a informações públicas.</p>
<p>Segundo a Cartilha  &#8220;<a target="_blank" href="http://www.cgu.gov.br/Publicacoes/CartilhaAcessoaInformacao/CartilhaAcessoaInformacao.pdf"> Acesso à Informação Pública </a>”, a Lei 12.527 representa uma mudança de paradigma em matéria de transparência pública, pois estabelece que <em>o acesso é a regra e o sigilo, a exceção.</em></p>
<p>Em outro trecho da cartilha, é citado que para garantir a observância do que dispõe a Lei, serão necessários recursos financeiros e humanos &#8211; estes, <strong>devidamente capacitados</strong>.</p>
<p>Ao meu ver, a lei deverá demandar bastante trabalho para arquivistas e bibliotecários que já atuam em instituições públicas e torço para que novas contratações sejam realizadas para que realmente a Lei se faça cumprir de forma efetiva.</p>
<p>em posts relacionados. Visite o blog e faça sua busca manual.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Koha – Software livre para o gerenciamento de bibliotecas</title>
		<link>http://bsf.org.br/2012/05/16/koha-software-livre-para-o-gerenciamento-de-bibliotecas/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 17:29:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Murakami</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuando o post anterior, agora falo um pouco sobre o Koha. Software livre criado na Nova Zelândia e posteriormente tornado livre, o que possibilitou um desenvolvimento mais rápido e uma grande adoção por bibliotecas de diversos tamanhos no mundo. Hoje é desenvolvido por uma Comunidade aberta em que participam diversas empresas de suporte. Dentre seus [...]
em posts relacionados. Visite o blog e faça sua busca manual.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando o post anterior, agora falo um pouco sobre o Koha. </p>
<p><a href="http://compartirweb.com:81/"><img src="http://koha-community.org/files/2010/02/kohalogo-g.png" /></a></p>
<p>Software livre criado na Nova Zelândia e posteriormente tornado livre, o que possibilitou um desenvolvimento mais rápido e uma grande adoção por bibliotecas de diversos tamanhos no mundo. Hoje é desenvolvido por uma Comunidade aberta em que participam diversas empresas de suporte. Dentre seus diferenciais, podemos destacar:</p>
<p>- Robustez. O Koha é um sistema robusto, capaz de suportar grandes redes de biblioteca. Utiliza o mesmo principio de indexação que o Google, pois cria uma indexação prévia da base, permitindo consultas mais rápidas e menos uso do processamento.<br />
- Flexibilidade. Tudo no Koha é customizável. Exige bons conhecimento de MARC (para a customização do formulário da catalogação &#8211; possibilita o uso do MARC21 e do UNIMARC) e de CSS para a customização da interface.<br />
- Servidor Z39.50. É possível configurá-lo como um servidor Z39.50. </p>
<p>Quer testar o Koha?</p>
<p>OPAC: <a href="http://compartirweb.com:81/">http://compartirweb.com:81/</a></p>
<p>Administração: <a href="http://compartirweb.com:8080/">http://compartirweb.com:8080/</a> // usuário: compartir e senha: compartir</p>
<p>ATENÇÃO: O Koha mantido pela Comunidade é o <a href="http://koha-community.org/">Koha-Community</a>. O outro é um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Fork_%28software_development%29">fork</a> de uma empresa que única, o que descaracteriza a idéia de um software aberto.</p>
<p> Se puderem ajudar a traduzir, todos ganham: <a href="http://translate.koha-community.org/">http://translate.koha-community.org/</a></p>
<p>em posts relacionados. Visite o blog e faça sua busca manual.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>PMB – Software Livre para Gerenciamento de Bibliotecas</title>
		<link>http://bsf.org.br/2012/05/15/pmb-software-livre-para-gerenciamento-de-bibliotecas/</link>
		<comments>http://bsf.org.br/2012/05/15/pmb-software-livre-para-gerenciamento-de-bibliotecas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 May 2012 17:43:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Murakami</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Dos softwares livres para Bibliotecas, escolhi 2: PMB e Koha. Nos próximos posts vou escrever o porque deles, começando pelo PMB. PMB (ou PHPMyBiblio) O PMB é um software livre criado na França que roda em qualquer servidor Web (Arquitetura AMP) e ainda assim é um dos mais completos sistemas de gerenciamento de bibliotecas existentes. [...]
em posts relacionados. Visite o blog e faça sua busca manual.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dos softwares livres para Bibliotecas, escolhi 2: PMB e Koha. Nos próximos posts vou escrever o porque deles, começando pelo PMB.</p>
<p><strong>PMB (ou PHPMyBiblio)</strong></p>
<p><a href="http://compartirweb.com/pmbdemo/opac_css/"><img src="http://bsf.org.br/wp-content/uploads/2012/04/Captura-de-tela-de-2012-04-28-231603-550x400.png" alt="" title="PMB | Compartir" width="550" height="400" class="aligncenter size-thumbnail wp-image-5799" /></a></p>
<p>O PMB é um software livre criado na França que roda em qualquer servidor Web (Arquitetura AMP) e ainda assim é um dos mais completos sistemas de gerenciamento de bibliotecas existentes. Tem suporte completo para UNIMARC, mas principalmente, e por que a grande maioria dos softwares tem as principais caracteristicas, listarei as caracteristicas diferenciais:</p>
<p>- Cliente Z39.50<br />
- Gestão avançada de periódicos<br />
- Gestão avançada de registros, podendo incluir sub-registros<br />
- Documentos eletrônicos (permite o upload e a consulta no conteúdo)<br />
- Interface customizável (tanto OPAC como a área administrativa)<br />
- Indexado pelo Google (pesquise no <a href="https://www.google.com.br/webhp?hl=pt-BR&#038;tab=ww&#038;authuser=0#hl=pt-BR&#038;safe=off&#038;authuser=0&#038;output=search&#038;sclient=psy-ab&#038;q=site:http%3A%2F%2Fcompartirweb.com%2Fpmbdemo%2F&#038;oq=site:http%3A%2F%2Fcompartirweb.com%2Fpmbdemo%2F&#038;aq=f&#038;aqi=&#038;aql=&#038;gs_l=hp.12...1233.1233.0.3800.1.1.0.0.0.0.188.188.0j1.1.0...0.0.3rmsooDEpR0&#038;pbx=1&#038;bav=on.2,or.r_gc.r_pw.r_cp.r_qf.,cf.osb&#038;fp=ab09625962db4485&#038;biw=1535&#038;bih=781">google por site:http://compartirweb.com/pmbdemo/</a> )</p>
<p>Conheça uma versão demo da versão 3.5 (lançada em abril/2012) em: <a href="http://compartirweb.com/pmbdemo/opac_css">http://compartirweb.com/pmbdemo/opac_css<br />
</a><br />
E a área administrativa: <a href="http://compartirweb.com/pmbdemo/">http://compartirweb.com/pmbdemo/</a>  (usuário: compartirweb / senha: demo)</p>
<p>Em breve, posto sobre o Koha.</p>
<p>Donwload do PMB em: <a href="http://www.sigb.net">PMB Services &#8211; http://www.sigb.net</a></p>
<p>em posts relacionados. Visite o blog e faça sua busca manual.</p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://bsf.org.br/2012/05/15/pmb-software-livre-para-gerenciamento-de-bibliotecas/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Descobrindo os tesouros escondidos nas bibliotecas por meio de Search Engine Optimization</title>
		<link>http://bsf.org.br/2012/05/14/search-engine-optimization-google-biblioteca/</link>
		<comments>http://bsf.org.br/2012/05/14/search-engine-optimization-google-biblioteca/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 May 2012 13:20:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Moreno Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://bsf.org.br/?p=5866</guid>
		<description><![CDATA[Aposto com quem quiser R$2 que o Google é método número 1 de descobertas de fontes primárias na internet. Aposto com quem quiser R$5 que os catálogo de bibliotecas e repositórios institucionais mal aparecem entre os primeiros 5 métodos de busca/descoberta de fontes primárias e secundárias na internet. De todas as oportunidades que as bibliotecas [...]
em posts relacionados. Visite o blog e faça sua busca manual.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aposto com quem quiser R$2 que o Google é método número 1 de descobertas de fontes primárias na internet.</p>
<p>Aposto com quem quiser R$5 que os catálogo de bibliotecas e repositórios institucionais mal aparecem entre os primeiros 5 métodos de busca/descoberta de fontes primárias e secundárias na internet.</p>
<p>De todas as oportunidades que as bibliotecas perdem na oferta de melhores serviços e produtos online, essa é uma que nós somos perfeitamente capazes de não perder.</p>
<p>Que tal tornar nossos catálogos de biblioteca e registros bibliográficos rastreáveis pelo Google?</p>
<p>Pra que? Para que na próxima vez que alguém pesquisar por &#8220;Jogos Vorazes&#8221; no Google, que na primeira página de resultados ela seja capaz de ver não apenas sites de livrarias, mas também a biblioteca mais próxima de sua casa que possui esse título disponível para empréstimo.</p>
<p>Pra isso acontecer, basta pouco: permitir rastreamento dos web crawlers nas bases de dados bibliográficas (nenhuma biblioteca que eu conheço tem uma objeção legal convincente para impedir indexação dos robôs de busca); URLs persistentes (e abolir de uma vez por todas o uso de javascript em softwares de biblioteca); melhorar os metadados dos objetos digitais (porque é pra isso que os bibliotecários passam 8 horas por dia sentados na frente de um computador); começar cedendo os dados para a OCLC até a gente criar uma versão brasileira do WorldCat (porque é inadmissível estar em 2012 e ainda não termos um real catálogo coletivo nacional, não nos moldes do CCN, mas nos moldes da Estante Virtual e do próprio WorldCat).</p>
<p>Como o Diego disse esses dias no Facebook, <a href="http://www.facebook.com/moreno/posts/303157929765623" target="_blank">no Brasil as bibliotecas são anti-internet </a> <img src='http://bsf.org.br/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Se ainda não deu pra entender a minha súplica, talvez agora com legendas dê:</p>
<p><iframe width="550" height="309" src="http://www.youtube.com/embed/DmJKgZW5jbk" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>em posts relacionados. Visite o blog e faça sua busca manual.</p>]]></content:encoded>
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