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 <title>DÁ FALA</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/taxonomy/term/33/0</link>
 <description>Blogue de cultura contemporânea africana</description>
 <language>pt-pt</language>
<item>
 <title>Intimate Distance, Uncaptured City, Edson Chagas </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/intimate-distance-uncaptured-city-edson-chagas</link>
 <description>&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;Curadoria de Ana Balona de&amp;nbsp;Oliveira&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/09/whatsapp_image_2026-09-09_at_11.37.33.jpeg" alt="" width="290" height="512" /&gt;Em &lt;em&gt;Intimate Distance, Uncaptured City&lt;/em&gt;, Edson Chagas apresenta vários corpos de trabalho desenvolvidos ao longo das duas últimas décadas: &lt;em&gt;Found Not Taken&lt;/em&gt; (2008-2014, Londres, Newport, Luanda), &lt;em&gt;Archives of Absence: Involuntary Images&lt;/em&gt; (2019, Namibe), e &lt;em&gt;Common Walls&lt;/em&gt; (2022-2024, Lisboa, Brescia). A exposição coloca em diálogo séries fotográficas formalmente muito distintas que, contudo, se aproximam conceptualmente. Através delas, o fotógrafo tem refletido não só sobre o próprio meio fotográfico, as possibilidades imaginativas e afetivas da fotografia e os limites do documental, mas também sobre a experiência corpórea e emocional, física e psíquica, de habitar os espaços urbanos que têm marcado a sua biografia. Através de várias estratégias de abstração, as obras evocam diferentes modos de habitar Luanda (onde nasceu, viveu e aonde continua a regressar), Lisboa, Londres e Newport (cidades onde viveu e estudou fotografia), assim como frequentes passagens pela cidade do Namibe, no sul de Angola, e pela cidade de Brescia, no norte de&amp;nbsp;Itália.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;Tais modos de habitar e se deslocar entre cidades a Norte e a Sul implicaram, ao longo do tempo, experiências múltiplas de partida, chegada, permanência e regresso, e processos de construção e desconstrução de novas e antigas familiaridades. A experiência diaspórica e migratória com frequência tornou distante o que era íntimo (sem, contudo, apagar a intimidade), transformando em íntimo o que era distante (sem, contudo, anular a inescapável distância). Consequentemente, o olhar fotográfico de Chagas e, em particular, das séries que compõem esta exposição evidencia a complexidade afetiva de tais experiências, da sua memória, e da sua representação visual e fotográfica. A exposição revela a opacidade inerente à recusa da cidade em deixar-se capturar e à recusa do fotógrafo em procurar tal captura.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&lt;span class="imagecache-full" style="width: 590px"&gt;&lt;img  title="Edson Chagas, Found Not Taken, London, 2014" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/09/whatsapp_image_2026-09-09_at_12.31.13.jpeg" alt="Edson Chagas, Found Not Taken, London, 2014" width="590" height="393" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;Edson Chagas, Found Not Taken, London,&amp;nbsp;2014&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;EN&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;In &lt;em&gt;Intimate Distance, Uncaptured City&lt;/em&gt;, Edson Chagas presents several bodies of work developed over the last two decades: &lt;em&gt;Found Not Taken&lt;/em&gt; (2008–2014, London, Newport, Luanda), &lt;em&gt;Archives of Absence: Involuntary Images&lt;/em&gt; (2019, Namibe), and &lt;em&gt;Common Walls&lt;/em&gt; (2022–2024, Lisbon, Brescia). The exhibition brings into dialogue photographic series that are formally very distinct yet closely related conceptually. Through them, the photographer has reflected not only on the medium of photography itself, its imaginative and affective possibilities and the limits of the documentary, but also on the bodily and emotional, physical and psychic experience of inhabiting the urban spaces that have shaped his life. Through various strategies of abstraction, the works evoke different ways of inhabiting Luanda (the city where he was born, lived and to which he continues to return), Lisbon, London and Newport (cities where he lived and studied photography), as well as frequent visits to the city of Namibe, in southern Angola, and the city of Brescia, in northern&amp;nbsp;Italy.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;Over time, such ways of living and moving between cities in the North and South have entailed multiple experiences of departure, arrival, permanence and return, as well as the construction and deconstruction of new and old forms of familiarity. The diasporic and migratory experience has frequently distanced what was once intimate (without, however, erasing that intimacy), while making intimate what was once distant (without, however, negating the inescapable distance). Consequently, Chagas’ photographic gaze – particularly the one shaping the series in this exhibition – highlights the emotional complexity of such experiences, of their memory, and of their visual and photographic representation. The exhibition reveals the opacity inherent in the city’s refusal to allow itself to be captured and in the photographer’s refusal to seek such&amp;nbsp;capture.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/ana-balona-de-oliveira">Ana balona de oliveira</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/arte-contemporanea-angolana">arte contemporânea angolana</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/edson-chagas">Edson Chagas</category>
 <content:encoded>&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;Curadoria de Ana Balona de&amp;nbsp;Oliveira&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/09/whatsapp_image_2026-09-09_at_11.37.33.jpeg" alt="" width="290" height="512" /&gt;Em &lt;em&gt;Intimate Distance, Uncaptured City&lt;/em&gt;, Edson Chagas apresenta vários corpos de trabalho desenvolvidos ao longo das duas últimas décadas: &lt;em&gt;Found Not Taken&lt;/em&gt; (2008-2014, Londres, Newport, Luanda), &lt;em&gt;Archives of Absence: Involuntary Images&lt;/em&gt; (2019, Namibe), e &lt;em&gt;Common Walls&lt;/em&gt; (2022-2024, Lisboa, Brescia). A exposição coloca em diálogo séries fotográficas formalmente muito distintas que, contudo, se aproximam conceptualmente. Através delas, o fotógrafo tem refletido não só sobre o próprio meio fotográfico, as possibilidades imaginativas e afetivas da fotografia e os limites do documental, mas também sobre a experiência corpórea e emocional, física e psíquica, de habitar os espaços urbanos que têm marcado a sua biografia. Através de várias estratégias de abstração, as obras evocam diferentes modos de habitar Luanda (onde nasceu, viveu e aonde continua a regressar), Lisboa, Londres e Newport (cidades onde viveu e estudou fotografia), assim como frequentes passagens pela cidade do Namibe, no sul de Angola, e pela cidade de Brescia, no norte de&amp;nbsp;Itália.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;Tais modos de habitar e se deslocar entre cidades a Norte e a Sul implicaram, ao longo do tempo, experiências múltiplas de partida, chegada, permanência e regresso, e processos de construção e desconstrução de novas e antigas familiaridades. A experiência diaspórica e migratória com frequência tornou distante o que era íntimo (sem, contudo, apagar a intimidade), transformando em íntimo o que era distante (sem, contudo, anular a inescapável distância). Consequentemente, o olhar fotográfico de Chagas e, em particular, das séries que compõem esta exposição evidencia a complexidade afetiva de tais experiências, da sua memória, e da sua representação visual e fotográfica. A exposição revela a opacidade inerente à recusa da cidade em deixar-se capturar e à recusa do fotógrafo em procurar tal captura.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&lt;span class="imagecache-full" style="width: 590px"&gt;&lt;img  title="Edson Chagas, Found Not Taken, London, 2014" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/09/whatsapp_image_2026-09-09_at_12.31.13.jpeg" alt="Edson Chagas, Found Not Taken, London, 2014" width="590" height="393" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;Edson Chagas, Found Not Taken, London,&amp;nbsp;2014&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;EN&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;In &lt;em&gt;Intimate Distance, Uncaptured City&lt;/em&gt;, Edson Chagas presents several bodies of work developed over the last two decades: &lt;em&gt;Found Not Taken&lt;/em&gt; (2008–2014, London, Newport, Luanda), &lt;em&gt;Archives of Absence: Involuntary Images&lt;/em&gt; (2019, Namibe), and &lt;em&gt;Common Walls&lt;/em&gt; (2022–2024, Lisbon, Brescia). The exhibition brings into dialogue photographic series that are formally very distinct yet closely related conceptually. Through them, the photographer has reflected not only on the medium of photography itself, its imaginative and affective possibilities and the limits of the documentary, but also on the bodily and emotional, physical and psychic experience of inhabiting the urban spaces that have shaped his life. Through various strategies of abstraction, the works evoke different ways of inhabiting Luanda (the city where he was born, lived and to which he continues to return), Lisbon, London and Newport (cities where he lived and studied photography), as well as frequent visits to the city of Namibe, in southern Angola, and the city of Brescia, in northern&amp;nbsp;Italy.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;Over time, such ways of living and moving between cities in the North and South have entailed multiple experiences of departure, arrival, permanence and return, as well as the construction and deconstruction of new and old forms of familiarity. The diasporic and migratory experience has frequently distanced what was once intimate (without, however, erasing that intimacy), while making intimate what was once distant (without, however, negating the inescapable distance). Consequently, Chagas’ photographic gaze – particularly the one shaping the series in this exhibition – highlights the emotional complexity of such experiences, of their memory, and of their visual and photographic representation. The exhibition reveals the opacity inherent in the city’s refusal to allow itself to be captured and in the photographer’s refusal to seek such&amp;nbsp;capture.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Wed, 09 Sep 2026 11:45:23 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">11120 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>Novela gráfica «Caderno de Memórias Coloniais»</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/novela-grafica-caderno-de-memorias-coloniais</link>
 <description>&lt;p class="p1"&gt;Novela Gráfica&amp;nbsp;&lt;span&gt;de Isabela Figueiredo e ilustrações de Júlia Barata volta a trazer para o centro do debate temas como colonialismo, o racismo e a memória histórica. Já nas&amp;nbsp;livrarias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Dez anos após a sua publicação pela Editorial Caminho, em 2015, «Caderno de Memórias Coloniais» regressa ao centro do debate, com uma nova versão ilustrada, fiel à sua vocação de expor cruamente o colonialismo português em Moçambique. Nesta novela gráfica, ilustrada por Júlia Barata, Isabela Figueiredo revisita o seu texto, aprofundando a reflexão sobre a sua infância e relação com o pai, enquanto reabre uma ferida da nossa história ainda em processo de cicatrização. Num tempo em que factos e vivências individuais são frequentemente questionados ou silenciados ao serviço de determinadas narrativas, esta obra interpela de forma direta a maneira como abordamos temas tão essenciais quanto o colonialismo, o racismo e a memória histórica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Várias apresentações com a presença das autoras&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Isabela Figueiredo (texto) e Júlia Barata (ilustração)&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/09/captura_de_ecra_2026-09-08_as_17.35.08.png" alt="" width="474" height="804" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/09/captura_de_ecra_2026-09-08_as_17.33.33.png" alt="" width="528" height="803" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;ISABELA FIGUEIREDO &lt;/strong&gt;nasceu em Lourenço Marques, Moçambique, hoje Maputo, em 1963, filha de portugueses oriundos da zona Centro-Oeste de Portugal. Após a independência de Moçambique, em 1975, rumou a Portugal. Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas, variante de Estudos Portugueses, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Especializou-se em Estudos sobre as Mulheres na Universidade Aberta. Trabalhou como jornalista no Diário de Notícias entre 1988 e 1994, onde foi também coordenadora do suplemento DN Jovem. Foi professora de português no ensino secundário. Escreveu &lt;em&gt;Conto É Como Quem Diz&lt;/em&gt;, novela que recebeu o primeiro prémio da Mostra Portuguesa de Artes e Ideias, &lt;em&gt;Caderno de Memórias Coloniais&lt;/em&gt;, cuja edição francesa foi finalista do Prémio Femina Estrangeiro, e &lt;em&gt;A Gorda&lt;/em&gt;, obra que recebeu o Prémio Literário Urbano Tavares Rodrigues. Os seus livros estão publicados em França, Itália, Alemanha, Espanha e Brasil e alcançaram grande êxito junto do público e da crítica, especialmente em Portugal e no Brasil, sendo constantemente reimpressas. Em 2022 publicou &lt;em&gt;Um Cão no meio do Caminho&lt;/em&gt;, o seu mais recente romance que é também um sucesso de&amp;nbsp;vendas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&lt;strong&gt;JÚLIA BARATA &lt;/strong&gt;nasceu em Portugal, cresceu em Moçambique até 1988 e vive atualmente em Buenos Aires. É arquiteta e autora de banda desenhada. Publicou novelas gráficas em Portugal, Argentina e&amp;nbsp;Espanha.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/caderno-de-memorias-coloniais">Caderno de Memórias Coloniais</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/isabela-figueiredo">Isabela Figueiredo</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/julia-barata">Júlia Barata</category>
 <content:encoded>&lt;p class="p1"&gt;Novela Gráfica&amp;nbsp;&lt;span&gt;de Isabela Figueiredo e ilustrações de Júlia Barata volta a trazer para o centro do debate temas como colonialismo, o racismo e a memória histórica. Já nas&amp;nbsp;livrarias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Dez anos após a sua publicação pela Editorial Caminho, em 2015, «Caderno de Memórias Coloniais» regressa ao centro do debate, com uma nova versão ilustrada, fiel à sua vocação de expor cruamente o colonialismo português em Moçambique. Nesta novela gráfica, ilustrada por Júlia Barata, Isabela Figueiredo revisita o seu texto, aprofundando a reflexão sobre a sua infância e relação com o pai, enquanto reabre uma ferida da nossa história ainda em processo de cicatrização. Num tempo em que factos e vivências individuais são frequentemente questionados ou silenciados ao serviço de determinadas narrativas, esta obra interpela de forma direta a maneira como abordamos temas tão essenciais quanto o colonialismo, o racismo e a memória histórica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Várias apresentações com a presença das autoras&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Isabela Figueiredo (texto) e Júlia Barata (ilustração)&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/09/captura_de_ecra_2026-09-08_as_17.35.08.png" alt="" width="474" height="804" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/09/captura_de_ecra_2026-09-08_as_17.33.33.png" alt="" width="528" height="803" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;ISABELA FIGUEIREDO &lt;/strong&gt;nasceu em Lourenço Marques, Moçambique, hoje Maputo, em 1963, filha de portugueses oriundos da zona Centro-Oeste de Portugal. Após a independência de Moçambique, em 1975, rumou a Portugal. Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas, variante de Estudos Portugueses, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Especializou-se em Estudos sobre as Mulheres na Universidade Aberta. Trabalhou como jornalista no Diário de Notícias entre 1988 e 1994, onde foi também coordenadora do suplemento DN Jovem. Foi professora de português no ensino secundário. Escreveu &lt;em&gt;Conto É Como Quem Diz&lt;/em&gt;, novela que recebeu o primeiro prémio da Mostra Portuguesa de Artes e Ideias, &lt;em&gt;Caderno de Memórias Coloniais&lt;/em&gt;, cuja edição francesa foi finalista do Prémio Femina Estrangeiro, e &lt;em&gt;A Gorda&lt;/em&gt;, obra que recebeu o Prémio Literário Urbano Tavares Rodrigues. Os seus livros estão publicados em França, Itália, Alemanha, Espanha e Brasil e alcançaram grande êxito junto do público e da crítica, especialmente em Portugal e no Brasil, sendo constantemente reimpressas. Em 2022 publicou &lt;em&gt;Um Cão no meio do Caminho&lt;/em&gt;, o seu mais recente romance que é também um sucesso de&amp;nbsp;vendas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&lt;strong&gt;JÚLIA BARATA &lt;/strong&gt;nasceu em Portugal, cresceu em Moçambique até 1988 e vive atualmente em Buenos Aires. É arquiteta e autora de banda desenhada. Publicou novelas gráficas em Portugal, Argentina e&amp;nbsp;Espanha.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Fri, 04 Sep 2026 14:05:35 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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</item>
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 <title>ROOFTALK Conversa, Música e Artes</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/rooftalk-conversa-musica-e-artes</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/09/captura_de_ecra_2026-09-02_as_23.09.51.png" alt="" width="290" height="328" /&gt;ROOFTALK é o encontro da LULENDO no Rooftop do DESTINATION: um espaço onde livros, ideias, música e artes sobem ao terraço para criar conversas que aproximam pessoas e culturas.&lt;br /&gt;Em cada edição, um autor, artista ou criador é o ponto de partida para uma experiência que combina conversa, descoberta e música, num ambiente descontraído e contemporâneo.&lt;br /&gt;ROOFTALK — livros que geram conversa, música que cria ambiente, arte que aproxima.&lt;br /&gt;DESTINATION — Cais do Sodré Uma iniciativa&amp;nbsp;LULENDO&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/09/whatsapp_image_2026-08-25_at_22.49.07.jpeg" alt="" width="290" height="516" /&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/09/whatsapp_image_2026-08-25_at_22.49.14.jpeg" alt="" width="290" height="516" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/09/whatsapp_image_2026-08-24_at_20.27.51.jpeg" alt="" width="590" height="1112" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/conversas">conversas</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/09/captura_de_ecra_2026-09-02_as_23.09.51.png" alt="" width="290" height="328" /&gt;ROOFTALK é o encontro da LULENDO no Rooftop do DESTINATION: um espaço onde livros, ideias, música e artes sobem ao terraço para criar conversas que aproximam pessoas e culturas.&lt;br /&gt;Em cada edição, um autor, artista ou criador é o ponto de partida para uma experiência que combina conversa, descoberta e música, num ambiente descontraído e contemporâneo.&lt;br /&gt;ROOFTALK — livros que geram conversa, música que cria ambiente, arte que aproxima.&lt;br /&gt;DESTINATION — Cais do Sodré Uma iniciativa&amp;nbsp;LULENDO&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/09/whatsapp_image_2026-08-25_at_22.49.07.jpeg" alt="" width="290" height="516" /&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/09/whatsapp_image_2026-08-25_at_22.49.14.jpeg" alt="" width="290" height="516" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/09/whatsapp_image_2026-08-24_at_20.27.51.jpeg" alt="" width="590" height="1112" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Wed, 02 Sep 2026 16:02:22 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">11103 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>Mário Lúcio de Sousa à conversa</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/mario-lucio-de-sousa-a-conversa</link>
 <description>&lt;p&gt;A Livraria Lulendo, livraria africana, apresenta mais uma edição da sua rubrica MUSITERATURA, um encontro onde a literatura e a música se unem para celebrar a criação artística africana.&amp;nbsp;No dia 17 de setembro, o Cine Turim recebe o escritor, compositor e músico Mário Lúcio de Sousa, que apresentará o seu mais recente livro, “Afrocalipse”, numa conversa com a jornalista Marta Lança. No final, haverá venda de livros e sessão de autógrafos com o autor.&amp;nbsp;A noite prossegue com um concerto da BANDA LULENDO, com a participação especial de Mário Lúcio De Sousa, num espetáculo que celebra o diálogo entre a palavra e a&amp;nbsp;música.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/09/cartazlucia.jpg" alt="" width="590" height="856" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/mario-lucio-de-sousa">Mário Lúcio de Sousa</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;A Livraria Lulendo, livraria africana, apresenta mais uma edição da sua rubrica MUSITERATURA, um encontro onde a literatura e a música se unem para celebrar a criação artística africana.&amp;nbsp;No dia 17 de setembro, o Cine Turim recebe o escritor, compositor e músico Mário Lúcio de Sousa, que apresentará o seu mais recente livro, “Afrocalipse”, numa conversa com a jornalista Marta Lança. No final, haverá venda de livros e sessão de autógrafos com o autor.&amp;nbsp;A noite prossegue com um concerto da BANDA LULENDO, com a participação especial de Mário Lúcio De Sousa, num espetáculo que celebra o diálogo entre a palavra e a&amp;nbsp;música.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/09/cartazlucia.jpg" alt="" width="590" height="856" /&gt;&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Wed, 02 Sep 2026 12:05:58 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">11102 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>ILUMINAÇÕES DA ALA OCIDENTAL DA RELAÇÃO DE LISBOA, de Sancho Silva</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/iluminacoes-da-ala-ocidental-da-relacao-de-lisboa-de-sancho-silva</link>
 <description>&lt;p&gt;Inaugura dia 3, pelas 17h e fica a&lt;span&gt;té 9 de outubro!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;“ Quando em outubro a cidade se rendeu e a fúria mortífera da espera nela entrou, os cruzados degolaram o Bispo de Lisboa, pela cor, talvez dos olhos.” Eduardo Petersen&lt;br /&gt;2ª e 6ª 9h30 - 15h30&lt;br /&gt;restantes dias úteis por marcação&lt;br /&gt;&lt;a href="&amp;#109;&amp;#97;&amp;#105;&amp;#108;&amp;#116;&amp;#111;&amp;#58;&amp;#105;&amp;#110;&amp;#102;&amp;#111;&amp;#46;&amp;#114;&amp;#101;&amp;#108;&amp;#97;&amp;#99;&amp;#97;&amp;#111;&amp;#64;&amp;#103;&amp;#109;&amp;#97;&amp;#105;&amp;#108;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#109;" target="_blank"&gt;&amp;#105;&amp;#110;&amp;#102;&amp;#111;&amp;#46;&amp;#114;&amp;#101;&amp;#108;&amp;#97;&amp;#99;&amp;#97;&amp;#111;&amp;#64;&amp;#103;&amp;#109;&amp;#97;&amp;#105;&amp;#108;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#109;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Rua do Arsenal, Letra G 1100v-038 Lisboa&lt;br /&gt;Tribunal da Relação de Lisboa&lt;br /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/09/img-20260828-wa0004.jpg" alt="" width="590" height="417" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/exposicao">exposição</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;Inaugura dia 3, pelas 17h e fica a&lt;span&gt;té 9 de outubro!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;“ Quando em outubro a cidade se rendeu e a fúria mortífera da espera nela entrou, os cruzados degolaram o Bispo de Lisboa, pela cor, talvez dos olhos.” Eduardo Petersen&lt;br /&gt;2ª e 6ª 9h30 - 15h30&lt;br /&gt;restantes dias úteis por marcação&lt;br /&gt;&lt;a href="&amp;#109;&amp;#97;&amp;#105;&amp;#108;&amp;#116;&amp;#111;&amp;#58;&amp;#105;&amp;#110;&amp;#102;&amp;#111;&amp;#46;&amp;#114;&amp;#101;&amp;#108;&amp;#97;&amp;#99;&amp;#97;&amp;#111;&amp;#64;&amp;#103;&amp;#109;&amp;#97;&amp;#105;&amp;#108;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#109;" target="_blank"&gt;&amp;#105;&amp;#110;&amp;#102;&amp;#111;&amp;#46;&amp;#114;&amp;#101;&amp;#108;&amp;#97;&amp;#99;&amp;#97;&amp;#111;&amp;#64;&amp;#103;&amp;#109;&amp;#97;&amp;#105;&amp;#108;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#109;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Rua do Arsenal, Letra G 1100v-038 Lisboa&lt;br /&gt;Tribunal da Relação de Lisboa&lt;br /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/09/img-20260828-wa0004.jpg" alt="" width="590" height="417" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Wed, 02 Sep 2026 11:06:06 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>FIC Luanda 2026 apresenta primeiros filmes da Competição Internacional e reforça ambição de Angola no circuito africano de cinema</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/fic-luanda-2026-apresenta-primeiros-filmes-da-competicao-internacional-e-reforca-ambicao-de-</link>
 <description>&lt;p class="p1"&gt;A Competição Internacional de Ficção do Festival Internacional de Cinema de Luanda (FIC Luanda) 2026 apresentou hoje os primeiros filmes da sua selecção, com obras provenientes de Portugal, Brasil, África do Sul, Nigéria, República Democrática do Congo, Espanha, entre outros. A decorrer de 28 de Outubro a 2 de Novembro, em Luanda, o festival assume-se como uma nova plataforma de descoberta, circulação e intercâmbio para o cinema africano e&amp;nbsp;internacional.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;Luanda, Angola, 28 de Agosto de 2026&lt;/strong&gt; – O FIC Luanda regressa 11 anos depois da última edição, num momento de renovação do cinema angolano e de reforço do intercâmbio com outras cinematografias. A Competição Internacional de Ficção integra esta nova etapa do festival, reunindo uma selecção de documentários e de longas e curtas-metragens de realizadores africanos, europeus e sul-americanos, produzidos entre 2025 e&amp;nbsp;2026.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Entre as obras confirmadas estão “Variations on a theme”, dirigido por Devon Delmar e Jason Jacobs (África do Sul), premiado como o Melhor Filme do Festival Internacional de Cinema de Roterdão 2026; “Sirat”, do realizador Oliver Laxe (Espanha), vencedor do Prémio do Júri do Festival de Cannes, no ano passado; ou “Congo Boy”, do realizador Rafiki Fariala (República Democrática do Congo), estreado este ano na secção “Un Certain Regard” do Festival de Cannes, categoria na qual foi distinguido com o prémio de Melhor&amp;nbsp;Actor.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;A lista preliminar já divulgada inclui ainda títulos como “Time to Change”, da realizadora angolana Pocas Pascoal (Portugal); “O Riso e a Faca”, de Pedro Pinho (Portugal); “Amilcar”, de Miguel Eek (Espanha), “Narciso”, de Jeferson De (Brasil) ou “The Odds”, do realizador Kewa Oni&amp;nbsp;(Nigéria).&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Em conjunto, as obras estabelecem um diálogo entre diferentes culturas, experiências e formas de contar histórias, com histórias que exploram temas universais como identidade, sobrevivência, sonhos e transformação, revelando a diversidade de vozes que marcam o cinema&amp;nbsp;contemporâneo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;“A selecção destes primeiros filmes reflecte por uma parte a ambição do FIC Luanda de criar uma plataforma capaz de aproximar diferentes cinematografias, colocando Angola em diálogo com o circuito internacional de festivais e promovendo maior circulação de histórias e talentos entre África e o mundo; e por outra a intenção de trazer títulos que refletem o grande momento do cinema africano contemporâneo”, considerou Lara Sousa, programadora do&amp;nbsp;festival.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;O FIC Luanda 2026 prevê a apresentação de aproximadamente 120 filmes provenientes de mais de 18 países, distribuídos por secções competitivas nacionais e internacionais e mostras paralelas. A programação inclui ainda actividades complementares destinadas a promover formação e o intercâmbio entre criadores, profissionais da indústria e públicos&amp;nbsp;diversos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;O regresso do FIC Luanda integra um movimento mais amplo de revitalização do sector audiovisual angolano promovido pela Agência Nacional das Indústrias Culturais e Criativas (ANICC) de Angola. A reabilitação de salas de cinema, a aposta na formação e o reforço das condições para produção, circulação e exibição de obras no âmbito do FIC Luanda 2026 fazem parte desta estratégia para reconstruir uma ligação sustentável entre criadores, indústria e&amp;nbsp;públicos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Nos próximos anos, o FIC Luanda ambiciona afirmar-se entre os eventos cinematográficos de referência no continente, contribuindo para fortalecer as redes de produção, distribuição e exibição cinematográfica na África&amp;nbsp;Subsaariana.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/09/whatsapp_image_2026-08-28_at_10.56.43_2.jpeg" alt="" width="590" height="393" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/cinema-africano">cinema africano</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/fic-luanda">FIC Luanda</category>
 <content:encoded>&lt;p class="p1"&gt;A Competição Internacional de Ficção do Festival Internacional de Cinema de Luanda (FIC Luanda) 2026 apresentou hoje os primeiros filmes da sua selecção, com obras provenientes de Portugal, Brasil, África do Sul, Nigéria, República Democrática do Congo, Espanha, entre outros. A decorrer de 28 de Outubro a 2 de Novembro, em Luanda, o festival assume-se como uma nova plataforma de descoberta, circulação e intercâmbio para o cinema africano e&amp;nbsp;internacional.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;Luanda, Angola, 28 de Agosto de 2026&lt;/strong&gt; – O FIC Luanda regressa 11 anos depois da última edição, num momento de renovação do cinema angolano e de reforço do intercâmbio com outras cinematografias. A Competição Internacional de Ficção integra esta nova etapa do festival, reunindo uma selecção de documentários e de longas e curtas-metragens de realizadores africanos, europeus e sul-americanos, produzidos entre 2025 e&amp;nbsp;2026.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Entre as obras confirmadas estão “Variations on a theme”, dirigido por Devon Delmar e Jason Jacobs (África do Sul), premiado como o Melhor Filme do Festival Internacional de Cinema de Roterdão 2026; “Sirat”, do realizador Oliver Laxe (Espanha), vencedor do Prémio do Júri do Festival de Cannes, no ano passado; ou “Congo Boy”, do realizador Rafiki Fariala (República Democrática do Congo), estreado este ano na secção “Un Certain Regard” do Festival de Cannes, categoria na qual foi distinguido com o prémio de Melhor&amp;nbsp;Actor.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;A lista preliminar já divulgada inclui ainda títulos como “Time to Change”, da realizadora angolana Pocas Pascoal (Portugal); “O Riso e a Faca”, de Pedro Pinho (Portugal); “Amilcar”, de Miguel Eek (Espanha), “Narciso”, de Jeferson De (Brasil) ou “The Odds”, do realizador Kewa Oni&amp;nbsp;(Nigéria).&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Em conjunto, as obras estabelecem um diálogo entre diferentes culturas, experiências e formas de contar histórias, com histórias que exploram temas universais como identidade, sobrevivência, sonhos e transformação, revelando a diversidade de vozes que marcam o cinema&amp;nbsp;contemporâneo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;“A selecção destes primeiros filmes reflecte por uma parte a ambição do FIC Luanda de criar uma plataforma capaz de aproximar diferentes cinematografias, colocando Angola em diálogo com o circuito internacional de festivais e promovendo maior circulação de histórias e talentos entre África e o mundo; e por outra a intenção de trazer títulos que refletem o grande momento do cinema africano contemporâneo”, considerou Lara Sousa, programadora do&amp;nbsp;festival.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;O FIC Luanda 2026 prevê a apresentação de aproximadamente 120 filmes provenientes de mais de 18 países, distribuídos por secções competitivas nacionais e internacionais e mostras paralelas. A programação inclui ainda actividades complementares destinadas a promover formação e o intercâmbio entre criadores, profissionais da indústria e públicos&amp;nbsp;diversos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;O regresso do FIC Luanda integra um movimento mais amplo de revitalização do sector audiovisual angolano promovido pela Agência Nacional das Indústrias Culturais e Criativas (ANICC) de Angola. A reabilitação de salas de cinema, a aposta na formação e o reforço das condições para produção, circulação e exibição de obras no âmbito do FIC Luanda 2026 fazem parte desta estratégia para reconstruir uma ligação sustentável entre criadores, indústria e&amp;nbsp;públicos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Nos próximos anos, o FIC Luanda ambiciona afirmar-se entre os eventos cinematográficos de referência no continente, contribuindo para fortalecer as redes de produção, distribuição e exibição cinematográfica na África&amp;nbsp;Subsaariana.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/09/whatsapp_image_2026-08-28_at_10.56.43_2.jpeg" alt="" width="590" height="393" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Tue, 01 Sep 2026 14:22:56 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>O Cinema por Dentro, em Monsanto</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/o-cinema-por-dentro-em-monsanto</link>
 <description>&lt;p&gt;O Cinema por dentro, em Monsanto (2ª edição)&amp;nbsp;Descubra o Cinema de uma forma totalmente nova. Neste curso, em quatro sábados à tarde, convidamos os participantes a explorar o mundo do Cinema Europeu através do projeto CINED – Educação Europeia de Cinema para a Juventude.Cada sessão é uma viagem por fotogramas, sons, cadernos pedagógicos e filmes, desafiando todos a sentir, observar, escutar, comparar e criar ligações. É uma experiência pensada e dinamizada, em parceria com a associação Os Filhos de Lumière, para despertar os sentidos e abrir horizontes cinematográficos, proporcionando momentos de partilha, aprendizagem e criação.E quem sabe se não se descobrem novos pequenos e grandes potenciais realizadores!Inscreva-se no curso e deixe o cinema transformar os seus&amp;nbsp;sentidos!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/09/captura_de_ecra_2026-09-01_as_12.13.15.png" alt="" width="590" height="398" /&gt;&lt;br /&gt;19 set | 10 out | 24 out | 7 nov, das 15h às 18h, no auditório do Centro de Interpretação de Monsanto, Lisboa 4 sábados &amp;gt; 10&amp;nbsp;anos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final há entrega de certificado de&amp;nbsp;participação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://informacao.lisboa.pt/agenda/o-que-fazer/o-cinema-por-dentro-em-monsanto" target="_blank"&gt;mais&amp;nbsp;informação&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
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&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/09/captura_de_ecra_2026-09-01_as_12.13.15.png" alt="" width="590" height="398" /&gt;&lt;br /&gt;19 set | 10 out | 24 out | 7 nov, das 15h às 18h, no auditório do Centro de Interpretação de Monsanto, Lisboa 4 sábados &amp;gt; 10&amp;nbsp;anos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final há entrega de certificado de&amp;nbsp;participação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://informacao.lisboa.pt/agenda/o-que-fazer/o-cinema-por-dentro-em-monsanto" target="_blank"&gt;mais&amp;nbsp;informação&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Tue, 01 Sep 2026 11:14:52 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">11095 at https://www.buala.org</guid>
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 <title>FilmLab Moçambique</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/filmlab-mocambique-0</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;LABORATÓRIO DE DESENVOLVIMENTO DE PROJECTOS&amp;nbsp;CINEMATOGRÁFICOS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;24 AGOSTO a 5 SETEMBRO I MAPUTO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A primeira edição do FilmLab Moçambique arranca no próximo dia 24 de Agosto, em Maputo, para dar força ao desenvolvimento de novos projectos cinematográficos de jovens realizadores dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa e Timor-Leste (PALOP-TL), com formação intensiva em plano de financiamento, pitch e distribuição.A iniciativa é promovida pela REDE de Cinema e Audiovisual PALOP+TL, em colaboração com o KUGOMA 2026. As actividades terão lugar no Campus da Universidade Pedagógica de Maputo, e no Centro Cultural&amp;nbsp;Franco-Moçambicano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre os seleccionados estão os moçambicanos Assane Ramadane João, Mateus Francisco Nhamuche, Melissa Babil Samate Lemos, Américo Júnior e Janado Nazaré Lubrino Cher, e a santomense Jéssica Adelaide Lombá Da Silva e Lima.Segundo Samira Vera-Cruz, Coordenadora de Formação da REDE,, os dois programas terão um plano curricular semelhante, embora adaptado às especificidades de cada contexto cinematográfico. “Há muita coisa em comum” entre os dois países, explica, destacando também a participação de formadores que estarão envolvidos nas duas iniciativas e a presença de participantes de diferentes países dos PALOP e Timor-Leste.&amp;nbsp;A coordenadora destaca ainda que a ligação entre os dois Labs permitirá reforçar a interacção entre profissionais e projectos da região, que teve candidaturas abertas a participantes dos seis países.&amp;nbsp;Em Maputo, a formação será orientada por cinco formadores principais, com experiência no desenvolvimento de projectos cinematográficos nos PALOP. São eles os moçambicanos João Ribeiro e Fábio Ribeiro, as cabo-verdianas Samira Vera-Cruz e Emília Wojciechowska, e Katya Aragão, de São Tomé e Príncipe.Aos orientadores caberá acompanhar os projectos em sessões de grupo e individuais, presenciais, em Maputo, e posteriormente através de sessões individuais à distância, de acordo com as necessidades concretas de cada&amp;nbsp;projecto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O FilmLab contará igualmente com a participação de convidados, profissionais do cinema de diferentes origens e experiências, que participarão presencialmente e/ou online, abordando temáticas concretas e transversais e, quando necessário, acompanhando projectos específicos após a capacitação.Entre os convidados estão Welket Bungué, da Guiné-Bissau; Natasha Craveiro, de Cabo Verde; Ery Claver, de Angola; P.J. Marcelino, luso-cabo-verdiano-canadiano; Lorna Zitha, de Moçambique; MUTIM – Mulheres Trabalhadoras das Imagens em Movimento, de Portugal; Mohamed S. Ouma, director executivo da DocA – Documentary Africa; Miki Redelinghuys e Pragna Parsotam-Kok, da África do Sul; Ana Marques, de Portugal; Rodrigo Diaz Diaz, do Brasil; Nina Tedesco, do Brasil e Erin Ranney, dos Estados Unidos.O plano de formação está estruturado em dois eixos principais: Plano de Financiamento e Plano de Distribuição, com dois momentos públicos de interação entre os participantes e o sector - o Pitch e a Hackathon – Campanha de Impacto.O Pitch Training compreende sessões de preparação, formação e partilha de experiências sobre o desenvolvimento de pitches, culminando numa sessão pública de apresentação dos projectos.O Hackathon – Campanha de Impacto prevê uma sessão pública de desenvolvimento de campanhas de impacto, adaptadas às temáticas e características de cada projecto ou filme. A actividade terá igualmente uma edição em Cabo Verde, sob coordenação de Samira&amp;nbsp;Vera-Cruz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/filmlab_8.jpg" alt="" width="590" height="459" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/filmlab_day3-9364.jpg" alt="" width="590" height="393" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Integram ainda o programa, três sessões temáticas abertas, nas quais todos os interessados podem participar presencialmente (CCFM) ou online (Zoom). Os temas destas sessões, cruzam o cinema com áreas transversais temáticas que orientam, a REDE no seu trabalho: Conservação e Ambiente (31.08), Género e Representação (01.09) e Cinema de Impacto (02.09). As sessões terão lugar no auditório do CCFM entre as 15h00 e as 18h00 (horário de Moçambique)Em Moçambique, o FilmLab integra a programação da REDE de Cinema e Audiovisual PALOP+TL, contribuindo para o desenvolvimento de competências, a circulação de projectos e a criação de novas ligações entre jovens profissionais do espaço PALOP+TL e a indústria cinematográfica internacional.A REDE de Cinema e Audiovisual PALOP + TL é uma iniciativa coordenada pela Associação dos Amigos do Museu do Cinema em Moçambique (AAMCM), associação cultural moçambicana sem fins lucrativos, implementada com parceiros em Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, e com apoio financeiro do Camões, I.P., através do Programa PROCERIS – Programa Cultura e Empreendedorismo com Responsabilidade e Inclusão Social.O FilmLab Moçambique é dirigido a jovens realizadores e profissionais do audiovisual dos PALOP e Timor-Leste, com especial enfoque em Moçambique, que estejam a desenvolver uma curta-metragem e pretendam fortalecer a sua visão autoral, preparar os seus projectos para mercados internacionais e consolidar competências nas áreas de escrita, produção, pitch e distribuição.A iniciativa pretende desenvolver talentos emergentes do espaço PALOP+TL, reforçar a qualidade artística e a viabilidade dos projectos, criar pontes entre criadores e a indústria internacional e promover uma prática cinematográfica ética, inclusiva e sustentável, valorizando vozes diversas, com especial atenção a mulheres e pessoas não-binárias.O projecto arrancou com uma chamada de propostas, tendo sido seleccionados seis projectos cinematográficos. Os projectos abordam, preferencialmente, temáticas relacionadas com direitos fundamentais, sustentabilidade ambiental e questões sociais relevantes.&lt;br /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/filmlab_25.jpg" alt="" width="474" height="339" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/filmlab_53.jpg" alt="" width="590" height="413" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/filme">filme</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/mocambique">Moçambique</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;LABORATÓRIO DE DESENVOLVIMENTO DE PROJECTOS&amp;nbsp;CINEMATOGRÁFICOS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;24 AGOSTO a 5 SETEMBRO I MAPUTO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A primeira edição do FilmLab Moçambique arranca no próximo dia 24 de Agosto, em Maputo, para dar força ao desenvolvimento de novos projectos cinematográficos de jovens realizadores dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa e Timor-Leste (PALOP-TL), com formação intensiva em plano de financiamento, pitch e distribuição.A iniciativa é promovida pela REDE de Cinema e Audiovisual PALOP+TL, em colaboração com o KUGOMA 2026. As actividades terão lugar no Campus da Universidade Pedagógica de Maputo, e no Centro Cultural&amp;nbsp;Franco-Moçambicano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre os seleccionados estão os moçambicanos Assane Ramadane João, Mateus Francisco Nhamuche, Melissa Babil Samate Lemos, Américo Júnior e Janado Nazaré Lubrino Cher, e a santomense Jéssica Adelaide Lombá Da Silva e Lima.Segundo Samira Vera-Cruz, Coordenadora de Formação da REDE,, os dois programas terão um plano curricular semelhante, embora adaptado às especificidades de cada contexto cinematográfico. “Há muita coisa em comum” entre os dois países, explica, destacando também a participação de formadores que estarão envolvidos nas duas iniciativas e a presença de participantes de diferentes países dos PALOP e Timor-Leste.&amp;nbsp;A coordenadora destaca ainda que a ligação entre os dois Labs permitirá reforçar a interacção entre profissionais e projectos da região, que teve candidaturas abertas a participantes dos seis países.&amp;nbsp;Em Maputo, a formação será orientada por cinco formadores principais, com experiência no desenvolvimento de projectos cinematográficos nos PALOP. São eles os moçambicanos João Ribeiro e Fábio Ribeiro, as cabo-verdianas Samira Vera-Cruz e Emília Wojciechowska, e Katya Aragão, de São Tomé e Príncipe.Aos orientadores caberá acompanhar os projectos em sessões de grupo e individuais, presenciais, em Maputo, e posteriormente através de sessões individuais à distância, de acordo com as necessidades concretas de cada&amp;nbsp;projecto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O FilmLab contará igualmente com a participação de convidados, profissionais do cinema de diferentes origens e experiências, que participarão presencialmente e/ou online, abordando temáticas concretas e transversais e, quando necessário, acompanhando projectos específicos após a capacitação.Entre os convidados estão Welket Bungué, da Guiné-Bissau; Natasha Craveiro, de Cabo Verde; Ery Claver, de Angola; P.J. Marcelino, luso-cabo-verdiano-canadiano; Lorna Zitha, de Moçambique; MUTIM – Mulheres Trabalhadoras das Imagens em Movimento, de Portugal; Mohamed S. Ouma, director executivo da DocA – Documentary Africa; Miki Redelinghuys e Pragna Parsotam-Kok, da África do Sul; Ana Marques, de Portugal; Rodrigo Diaz Diaz, do Brasil; Nina Tedesco, do Brasil e Erin Ranney, dos Estados Unidos.O plano de formação está estruturado em dois eixos principais: Plano de Financiamento e Plano de Distribuição, com dois momentos públicos de interação entre os participantes e o sector - o Pitch e a Hackathon – Campanha de Impacto.O Pitch Training compreende sessões de preparação, formação e partilha de experiências sobre o desenvolvimento de pitches, culminando numa sessão pública de apresentação dos projectos.O Hackathon – Campanha de Impacto prevê uma sessão pública de desenvolvimento de campanhas de impacto, adaptadas às temáticas e características de cada projecto ou filme. A actividade terá igualmente uma edição em Cabo Verde, sob coordenação de Samira&amp;nbsp;Vera-Cruz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/filmlab_8.jpg" alt="" width="590" height="459" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/filmlab_day3-9364.jpg" alt="" width="590" height="393" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Integram ainda o programa, três sessões temáticas abertas, nas quais todos os interessados podem participar presencialmente (CCFM) ou online (Zoom). Os temas destas sessões, cruzam o cinema com áreas transversais temáticas que orientam, a REDE no seu trabalho: Conservação e Ambiente (31.08), Género e Representação (01.09) e Cinema de Impacto (02.09). As sessões terão lugar no auditório do CCFM entre as 15h00 e as 18h00 (horário de Moçambique)Em Moçambique, o FilmLab integra a programação da REDE de Cinema e Audiovisual PALOP+TL, contribuindo para o desenvolvimento de competências, a circulação de projectos e a criação de novas ligações entre jovens profissionais do espaço PALOP+TL e a indústria cinematográfica internacional.A REDE de Cinema e Audiovisual PALOP + TL é uma iniciativa coordenada pela Associação dos Amigos do Museu do Cinema em Moçambique (AAMCM), associação cultural moçambicana sem fins lucrativos, implementada com parceiros em Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, e com apoio financeiro do Camões, I.P., através do Programa PROCERIS – Programa Cultura e Empreendedorismo com Responsabilidade e Inclusão Social.O FilmLab Moçambique é dirigido a jovens realizadores e profissionais do audiovisual dos PALOP e Timor-Leste, com especial enfoque em Moçambique, que estejam a desenvolver uma curta-metragem e pretendam fortalecer a sua visão autoral, preparar os seus projectos para mercados internacionais e consolidar competências nas áreas de escrita, produção, pitch e distribuição.A iniciativa pretende desenvolver talentos emergentes do espaço PALOP+TL, reforçar a qualidade artística e a viabilidade dos projectos, criar pontes entre criadores e a indústria internacional e promover uma prática cinematográfica ética, inclusiva e sustentável, valorizando vozes diversas, com especial atenção a mulheres e pessoas não-binárias.O projecto arrancou com uma chamada de propostas, tendo sido seleccionados seis projectos cinematográficos. Os projectos abordam, preferencialmente, temáticas relacionadas com direitos fundamentais, sustentabilidade ambiental e questões sociais relevantes.&lt;br /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/filmlab_25.jpg" alt="" width="474" height="339" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/filmlab_53.jpg" alt="" width="590" height="413" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 21:05:34 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">11094 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>Intérprete - Please, love me! </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/interprete-please-love-me-0</link>
 <description>&lt;p class="p1"&gt;Procuramos um intérprete que se identifique com o género masculino, entre os 20 e os 45 anos, para integrar a nova criação de &lt;a href="https://new.teatrodobairroalto.pt/en/event/please-love-me"&gt;Cléo Diára: PLEASE, LOVE&amp;nbsp;ME!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;CONDIÇÕES&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Contrato de trabalho a termo&amp;nbsp;certo;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Salário bruto total: aprox. &lt;strong&gt;3.400 €&lt;/strong&gt;;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Subsídio de&amp;nbsp;alimentação;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Ajudas de custo nos períodos de trabalho fora da cidade de&amp;nbsp;Lisboa;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;A produção assegura o alojamento, alimentação e deslocações durante os períodos de trabalho fora de&amp;nbsp;Lisboa.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;CALENDÁRIO PREVISTO&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&lt;strong&gt;1 a 9 de outubro&lt;/strong&gt; — Espaço Alkantara, Lisboa&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;14 a 22 de outubro&lt;/strong&gt; — AJIDANHA, Idanha-a-Nova&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;2 a 13 de novembro&lt;/strong&gt; — Sala de Ensaios TBA, Lisboa&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;12 a 22 de novembro&lt;/strong&gt; — Teatro Constantino Nery, Matosinhos&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;em&gt;Estreia absoluta: 21 de novembro&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;24 a 29 de novembro&lt;/strong&gt; — TBA, Lisboa&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;em&gt;Apresentações: 27, 28 e 29 de novembro&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;6 a 10 de janeiro de 2027&lt;/strong&gt; — Centro Cultural de Lagos &lt;em&gt;(datas a confirmar)&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;CANDIDATURAS&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;As pessoas interessadas deverão enviar o seu CV e/ou portefólio, acompanhado de fotografias recentes e/ou links para trabalhos anteriores (showreel, espetáculos, curtas-metragens ou outros registos relevantes). Através do link: &lt;a href="https://forms.gle/EWct53Db7BbhT5LN8"&gt;https://forms.gle/EW&amp;nbsp;ct53Db7BbhT5LN8&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Após análise das candidaturas, será realizada uma pré-seleção. Apenas as pessoas selecionadas serão contatadas para a fase seguinte do processo de&amp;nbsp;casting.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Prazo para apresentação de candidaturas:&lt;/strong&gt; 30 de&amp;nbsp;agosto;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Datas Audição:&lt;/strong&gt; 3 a 6 setembro, local a&amp;nbsp;anunciar.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Comunicação dos resultados:&lt;/strong&gt; 18&amp;nbsp;setembro.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span class="imagecache-full" style="width: 590px"&gt;&lt;img  title="foto de Carolina Maia" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/ccarolina_maia_2_1.jpg" alt="foto de Carolina Maia" width="590" height="332" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;foto de Carolina&amp;nbsp;Maia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Candidaturas, condições de contratação, calendário completo e restantes informações no formulário: &lt;a href="https://forms.gle/EWct53Db7BbhT5LN8"&gt;&lt;strong&gt;https://forms.gle/EWct53Db7BbhT5LN8&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/audicao">audição</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/cleo-diara">cleo diára</category>
 <content:encoded>&lt;p class="p1"&gt;Procuramos um intérprete que se identifique com o género masculino, entre os 20 e os 45 anos, para integrar a nova criação de &lt;a href="https://new.teatrodobairroalto.pt/en/event/please-love-me"&gt;Cléo Diára: PLEASE, LOVE&amp;nbsp;ME!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;CONDIÇÕES&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Contrato de trabalho a termo&amp;nbsp;certo;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Salário bruto total: aprox. &lt;strong&gt;3.400 €&lt;/strong&gt;;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Subsídio de&amp;nbsp;alimentação;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Ajudas de custo nos períodos de trabalho fora da cidade de&amp;nbsp;Lisboa;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;A produção assegura o alojamento, alimentação e deslocações durante os períodos de trabalho fora de&amp;nbsp;Lisboa.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;CALENDÁRIO PREVISTO&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&lt;strong&gt;1 a 9 de outubro&lt;/strong&gt; — Espaço Alkantara, Lisboa&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;14 a 22 de outubro&lt;/strong&gt; — AJIDANHA, Idanha-a-Nova&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;2 a 13 de novembro&lt;/strong&gt; — Sala de Ensaios TBA, Lisboa&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;12 a 22 de novembro&lt;/strong&gt; — Teatro Constantino Nery, Matosinhos&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;em&gt;Estreia absoluta: 21 de novembro&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;24 a 29 de novembro&lt;/strong&gt; — TBA, Lisboa&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;em&gt;Apresentações: 27, 28 e 29 de novembro&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;6 a 10 de janeiro de 2027&lt;/strong&gt; — Centro Cultural de Lagos &lt;em&gt;(datas a confirmar)&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;CANDIDATURAS&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;As pessoas interessadas deverão enviar o seu CV e/ou portefólio, acompanhado de fotografias recentes e/ou links para trabalhos anteriores (showreel, espetáculos, curtas-metragens ou outros registos relevantes). Através do link: &lt;a href="https://forms.gle/EWct53Db7BbhT5LN8"&gt;https://forms.gle/EW&amp;nbsp;ct53Db7BbhT5LN8&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Após análise das candidaturas, será realizada uma pré-seleção. Apenas as pessoas selecionadas serão contatadas para a fase seguinte do processo de&amp;nbsp;casting.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Prazo para apresentação de candidaturas:&lt;/strong&gt; 30 de&amp;nbsp;agosto;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Datas Audição:&lt;/strong&gt; 3 a 6 setembro, local a&amp;nbsp;anunciar.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Comunicação dos resultados:&lt;/strong&gt; 18&amp;nbsp;setembro.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span class="imagecache-full" style="width: 590px"&gt;&lt;img  title="foto de Carolina Maia" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/ccarolina_maia_2_1.jpg" alt="foto de Carolina Maia" width="590" height="332" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;foto de Carolina&amp;nbsp;Maia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Candidaturas, condições de contratação, calendário completo e restantes informações no formulário: &lt;a href="https://forms.gle/EWct53Db7BbhT5LN8"&gt;&lt;strong&gt;https://forms.gle/EWct53Db7BbhT5LN8&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Thu, 20 Aug 2026 19:11:25 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>A Banalidade da Luz</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/a-banalidade-da-luz</link>
 <description>&lt;p&gt;A&lt;em&gt;&amp;nbsp;Fotografia&lt;/em&gt; faz com que o &lt;em&gt;Objecto&lt;/em&gt; se desprenda do ordenamento da matériae se transforme na aura do real. Há uma sublimação incutida pela fotografia ao objecto que o impregna de uma profundeza onírica, própria da luz negra de uma visão subtractiva que reduz o mundo a uma mancha imaculada na superfície imponderável do olhar. Como se fosse uma epiderme fronteiriça transfigurada, ou até apocalíptica. É essa a magnitude da &lt;em&gt;banalidade&lt;/em&gt; da Fotografia. O seu magnetismo&amp;nbsp;inexplicável, e irresistível. O objecto é corroído por uma espécie de irrepetibilidade mesmo sendo repetível, e por uma espécie de impossibilidade mesmo sendo comprovável. Atrai para uma cratera de gravidade em que o voo do testemunhobate asas de fogo atiçado pelo líquido combustível de uma memória abrupta, inventada pelo poder evocativo de um sonho que decerto sucedera algures alguma vez. Essa urgência do real, do reconhecimento imediato do impossível, é o principal traço da &lt;em&gt;Banalidade da Luz&lt;/em&gt;&amp;nbsp;fotográfica.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Brassalano&amp;nbsp;Graça&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/08/chinelos.jpg" alt="" width="290" height="438" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/dscn1036busyelou.png" alt="" width="291" height="289" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/08/expo_5.jpg" alt="" width="290" height="387" /&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/08/folha_risca_amarela_1.jpg" alt="" width="290" height="386" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/fotografia">fotografia</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;A&lt;em&gt;&amp;nbsp;Fotografia&lt;/em&gt; faz com que o &lt;em&gt;Objecto&lt;/em&gt; se desprenda do ordenamento da matériae se transforme na aura do real. Há uma sublimação incutida pela fotografia ao objecto que o impregna de uma profundeza onírica, própria da luz negra de uma visão subtractiva que reduz o mundo a uma mancha imaculada na superfície imponderável do olhar. Como se fosse uma epiderme fronteiriça transfigurada, ou até apocalíptica. É essa a magnitude da &lt;em&gt;banalidade&lt;/em&gt; da Fotografia. O seu magnetismo&amp;nbsp;inexplicável, e irresistível. O objecto é corroído por uma espécie de irrepetibilidade mesmo sendo repetível, e por uma espécie de impossibilidade mesmo sendo comprovável. Atrai para uma cratera de gravidade em que o voo do testemunhobate asas de fogo atiçado pelo líquido combustível de uma memória abrupta, inventada pelo poder evocativo de um sonho que decerto sucedera algures alguma vez. Essa urgência do real, do reconhecimento imediato do impossível, é o principal traço da &lt;em&gt;Banalidade da Luz&lt;/em&gt;&amp;nbsp;fotográfica.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Brassalano&amp;nbsp;Graça&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/08/chinelos.jpg" alt="" width="290" height="438" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/dscn1036busyelou.png" alt="" width="291" height="289" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/08/expo_5.jpg" alt="" width="290" height="387" /&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/08/folha_risca_amarela_1.jpg" alt="" width="290" height="386" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Tue, 18 Aug 2026 00:05:39 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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