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 <title>DÁ FALA</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/taxonomy/term/33/0</link>
 <description>Blogue de cultura contemporânea africana</description>
 <language>pt-pt</language>
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 <title>Não são águas passadas </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/nao-sao-aguas-passadas</link>
 <description>&lt;p&gt;Neste sábado, 07/03/2026, a partir das 16h, acontece uma sessão super especial do Cineclube da Linha de Sintra. Será exibido NÃO SÃO ÁGUAS PASSADAS, filme da realizadora Viviane Rodrigues, em parceria com o produtor Brunno Constante, que aborda a ausência de reconhecimento do papel português no tráfico transatlântico.&lt;br /&gt;A programação contará também com debate, livros, Black City Krew e Falas Afrikanas.&lt;br /&gt;Esperamos por&amp;nbsp;vocês!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Espaço Cultural Mbongi_67Praceta António Sérgio, 4AMonte Abraão,&amp;nbsp;Queluz&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/03/nsap_cartaz-basico.jpg" alt="" width="590" height="835" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/colonialismo">colonialismo</category>
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 <content:encoded>&lt;p&gt;Neste sábado, 07/03/2026, a partir das 16h, acontece uma sessão super especial do Cineclube da Linha de Sintra. Será exibido NÃO SÃO ÁGUAS PASSADAS, filme da realizadora Viviane Rodrigues, em parceria com o produtor Brunno Constante, que aborda a ausência de reconhecimento do papel português no tráfico transatlântico.&lt;br /&gt;A programação contará também com debate, livros, Black City Krew e Falas Afrikanas.&lt;br /&gt;Esperamos por&amp;nbsp;vocês!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Espaço Cultural Mbongi_67Praceta António Sérgio, 4AMonte Abraão,&amp;nbsp;Queluz&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/03/nsap_cartaz-basico.jpg" alt="" width="590" height="835" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Fri, 06 Mar 2026 16:22:30 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Seis décadas de Revolução Cubana e da Tricontinental,</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/seis-decadas-de-revolucao-cubana-e-da-tricontinental</link>
 <description>&lt;p&gt;Seis décadas de Revolução Cubana e da Tricontinental, revisitamos o seu legado político e simbólico; a resistência e ameaças a Cuba. Conversa com Raquel Ribeiro. Dia 7 março, às 15h, na Boutique da Cultura, em Carnide, no contexto das atividades do ATRIUM.moderação de Marta&amp;nbsp;Lança&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/03/whatsapp_image_2026-03-02_at_19.41.22.jpeg" alt="" width="590" height="957" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/cuba">Cuba</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/tricontinental">tricontinental</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;Seis décadas de Revolução Cubana e da Tricontinental, revisitamos o seu legado político e simbólico; a resistência e ameaças a Cuba. Conversa com Raquel Ribeiro. Dia 7 março, às 15h, na Boutique da Cultura, em Carnide, no contexto das atividades do ATRIUM.moderação de Marta&amp;nbsp;Lança&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/03/whatsapp_image_2026-03-02_at_19.41.22.jpeg" alt="" width="590" height="957" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Fri, 06 Mar 2026 14:41:50 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>As Fugas de Hannah, NowHere Lisboa</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/as-fugas-de-hannah-nowhere-lisboa-1</link>
 <description>&lt;p&gt;07 de março, 19:00, Entrada livre&lt;br /&gt;As Fugas de Hannah (2026, 12’), de Bárbara Bergamaschi e Nathalia Rech.&lt;br /&gt;A partir de imagens de arquivo, o filme-ensaio imagina os três meses em que Hannah Arendt viveu em Lisboa antes de partir para o exílio nos Estados Unidos. Inspirado no poema “W.B.”, dedicado a Walter Benjamin, o filme cruza memória e fabulação para pensar a condição do imigrante, o deslocamento e os limites entre fronteiras e nação.&lt;br /&gt;Lisboa surge como cidade de passagem, ontem e hoje, lugar de suspensão para quem vive a experiência do exílio e do “não-lugar”, onde um mundo se desfaz, mas pode sempre recomeçar.&lt;br /&gt;A sessão contará com a presença da realizadora Bárbara Bergamaschi, cineasta, professora e crítica de cinema, cujos filmes foram exibidos em festivais no Brasil, Portugal, Índia e França. Doutorada em Literatura pela PUC-Rio, é associada da ABRACCINE e da FIPRESCI e integra a equipa de programação do Festival Internacional de Curtas de Vila do Conde, qualificado para os Óscares. Após a exibição, terá lugar uma conversa com Pedro Duarte, Professor de Filosofia da PUC-Rio, investigador do CNPq, da Faperj e da FCT, tradutor de Hannah Arendt no Brasil e autor de diversos livros.&lt;br /&gt;A apresentação conta ainda com a parceria dos vinhos Fictício e das comidinhas Delícias Valim, que acompanharão o encontro.&lt;br /&gt;Entrada livre, sem restrição de idade.&lt;br /&gt;NowHere Lisba / Estrada de Chelas 41A,&amp;nbsp;Lisboa&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/whatsapp_image_2026-03-04_at_23.11.44.jpeg" alt="" width="590" height="591" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/hannah-arendt">Hannah Arendt</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/walter-benjamin">Walter Benjamin</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;07 de março, 19:00, Entrada livre&lt;br /&gt;As Fugas de Hannah (2026, 12’), de Bárbara Bergamaschi e Nathalia Rech.&lt;br /&gt;A partir de imagens de arquivo, o filme-ensaio imagina os três meses em que Hannah Arendt viveu em Lisboa antes de partir para o exílio nos Estados Unidos. Inspirado no poema “W.B.”, dedicado a Walter Benjamin, o filme cruza memória e fabulação para pensar a condição do imigrante, o deslocamento e os limites entre fronteiras e nação.&lt;br /&gt;Lisboa surge como cidade de passagem, ontem e hoje, lugar de suspensão para quem vive a experiência do exílio e do “não-lugar”, onde um mundo se desfaz, mas pode sempre recomeçar.&lt;br /&gt;A sessão contará com a presença da realizadora Bárbara Bergamaschi, cineasta, professora e crítica de cinema, cujos filmes foram exibidos em festivais no Brasil, Portugal, Índia e França. Doutorada em Literatura pela PUC-Rio, é associada da ABRACCINE e da FIPRESCI e integra a equipa de programação do Festival Internacional de Curtas de Vila do Conde, qualificado para os Óscares. Após a exibição, terá lugar uma conversa com Pedro Duarte, Professor de Filosofia da PUC-Rio, investigador do CNPq, da Faperj e da FCT, tradutor de Hannah Arendt no Brasil e autor de diversos livros.&lt;br /&gt;A apresentação conta ainda com a parceria dos vinhos Fictício e das comidinhas Delícias Valim, que acompanharão o encontro.&lt;br /&gt;Entrada livre, sem restrição de idade.&lt;br /&gt;NowHere Lisba / Estrada de Chelas 41A,&amp;nbsp;Lisboa&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/whatsapp_image_2026-03-04_at_23.11.44.jpeg" alt="" width="590" height="591" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Fri, 06 Mar 2026 10:03:50 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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</item>
<item>
 <title>Afro-Sul: feira do livro de África e sul global </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/afro-sul-feira-do-livro-de-africa-e-sul-global-0</link>
 <description>&lt;p&gt;Dia 24 de janeiro, dia mundial da cultura africana e afro descendentes, a Lulendo &amp;amp; Fábrica Braço de Prata lançaram &amp;#8220;AFRO-SUL&amp;#8221;, uma feira de livros de África e o Sul Global. Foi um pré-lançamento bem sucedido.&lt;br /&gt;No 07 de março, em homenagem às mulheres, vamos oficialmente arrancar o projecto &amp;#8221; Afro-Sul&amp;#8221; com uma feira de livros exclusivamente de mulheres.Vamos igualmente ter um concerto com a &amp;#8221; BANDA LULENDO&amp;#8221; onde as vocalistas principais serão mulheres super talentosas. DJ SET, com uma mulher incrível.&lt;br /&gt;A AFRO-SUL é um projecto que terá lugar uma vez por mês, ao longo do ano, na fábrica braço de prata. O foco são os livros, mas, teremos outras atividades culturais paralelas e complementares.&lt;br /&gt;Vamos juntos construir um projeto sólido e duradouro. UBUNTU&lt;br /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/whatsapp_image_2026-03-02_at_18.21.06.jpeg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/whatsapp_image_2026-03-02_at_18.21.06_1.jpeg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/whatsapp_image_2026-03-02_at_18.21.06_2.jpeg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/whatsapp_image_2026-03-02_at_18.21.06_4.jpeg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/whatsapp_image_2026-03-02_at_18.21.06_3.jpeg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Programa 07 de&amp;nbsp;Março&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abertura para montagem:&amp;nbsp;11h&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;•⁠&amp;nbsp; ⁠Feira do&amp;nbsp;livro&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;•&amp;nbsp; Feira de artesanato e&amp;nbsp;design.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;•⁠&amp;nbsp; ⁠Delícias da gastronomia&amp;nbsp;local.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abertura ao público:&amp;nbsp;12h00.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;12h00-14h00: Delícias da ⁠gastronomia local : Moamba, Cachupa, Calulu, Kitutes e outras iguarias. A refeição será vendida até mais&amp;nbsp;tarde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Painel I: 14h00 - 15h00 História de mulheres e&amp;nbsp;empoderamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conversas, leituras e declamação de poemas com: Antonieta Rosa Gomes, Isabel Ferreira,&amp;nbsp; Mabel Cavalcante e Cida&amp;nbsp;Barbosa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Painel II: 15h00-16h00&amp;nbsp;&amp;nbsp; Feminismos do Sul Global - práticas, narrativas e produções culturais de mulheres de contextos colonizados e&amp;nbsp;pós-coloniais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Inocência Mata, Luzia Moniz e Sandra&amp;nbsp;Poulson&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;16h-16h30:&amp;nbsp;pausa&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Painel III: 16h30-17h30 Bárbara Veiga e Roselyn com&amp;nbsp;Catarina&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Painel IV: 17h30 -18h00 A questão da mulher no Islão - África e Sul&amp;nbsp;Global&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conversa : Farhana Akter e&amp;nbsp; Catarina Pombo&amp;nbsp;Nabais&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Painel V: 18h00-18h30 Leitura e declamação de poemas com Regina Correia, Luísa Fresta e Alda&amp;nbsp;Barros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;18h30: Inauguração da exposição com artista N’taluma e Dilia&amp;nbsp;Fraguito&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Painel VI: 19h-19h30 : “Eco-Elas”- Ouvir palavras de mulheres, leitura coletiva em voz alta. Com Déa&amp;nbsp;Paulino&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Painel VII: 19h30-20h30 Raízes e Rotas: Narrativas de Identidade e Memória na&amp;nbsp;Diáspora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;●&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Casas e Raízes - O Poder dos Espaços na Formação da&amp;nbsp;Identidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;●&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Exploração do simbolismo do espaço físico e emocional, a Casa em &amp;#8220;Casa 75&amp;#8221; e Pousaflores como pontos de encontro entre passado e&amp;nbsp;presente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conversa com Aida Gomes, Branca Clara das Neves com moderação de Marta&amp;nbsp;Lança&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;21h30: Concerto BANDA LULENDO - Pry Antunes, Mukongo, Queen Suh , Ricardo Campos, Jery Bidan, Luís Vasco e Star no&amp;nbsp;Beat.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;23h00: DJ Set - INDI&amp;nbsp;MATETA&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/afro-sul">AFRO-SUL</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;Dia 24 de janeiro, dia mundial da cultura africana e afro descendentes, a Lulendo &amp;amp; Fábrica Braço de Prata lançaram &amp;#8220;AFRO-SUL&amp;#8221;, uma feira de livros de África e o Sul Global. Foi um pré-lançamento bem sucedido.&lt;br /&gt;No 07 de março, em homenagem às mulheres, vamos oficialmente arrancar o projecto &amp;#8221; Afro-Sul&amp;#8221; com uma feira de livros exclusivamente de mulheres.Vamos igualmente ter um concerto com a &amp;#8221; BANDA LULENDO&amp;#8221; onde as vocalistas principais serão mulheres super talentosas. DJ SET, com uma mulher incrível.&lt;br /&gt;A AFRO-SUL é um projecto que terá lugar uma vez por mês, ao longo do ano, na fábrica braço de prata. O foco são os livros, mas, teremos outras atividades culturais paralelas e complementares.&lt;br /&gt;Vamos juntos construir um projeto sólido e duradouro. UBUNTU&lt;br /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/whatsapp_image_2026-03-02_at_18.21.06.jpeg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/whatsapp_image_2026-03-02_at_18.21.06_1.jpeg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/whatsapp_image_2026-03-02_at_18.21.06_2.jpeg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/whatsapp_image_2026-03-02_at_18.21.06_4.jpeg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/whatsapp_image_2026-03-02_at_18.21.06_3.jpeg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Programa 07 de&amp;nbsp;Março&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abertura para montagem:&amp;nbsp;11h&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;•⁠&amp;nbsp; ⁠Feira do&amp;nbsp;livro&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;•&amp;nbsp; Feira de artesanato e&amp;nbsp;design.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;•⁠&amp;nbsp; ⁠Delícias da gastronomia&amp;nbsp;local.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abertura ao público:&amp;nbsp;12h00.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;12h00-14h00: Delícias da ⁠gastronomia local : Moamba, Cachupa, Calulu, Kitutes e outras iguarias. A refeição será vendida até mais&amp;nbsp;tarde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Painel I: 14h00 - 15h00 História de mulheres e&amp;nbsp;empoderamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conversas, leituras e declamação de poemas com: Antonieta Rosa Gomes, Isabel Ferreira,&amp;nbsp; Mabel Cavalcante e Cida&amp;nbsp;Barbosa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Painel II: 15h00-16h00&amp;nbsp;&amp;nbsp; Feminismos do Sul Global - práticas, narrativas e produções culturais de mulheres de contextos colonizados e&amp;nbsp;pós-coloniais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Inocência Mata, Luzia Moniz e Sandra&amp;nbsp;Poulson&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;16h-16h30:&amp;nbsp;pausa&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Painel III: 16h30-17h30 Bárbara Veiga e Roselyn com&amp;nbsp;Catarina&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Painel IV: 17h30 -18h00 A questão da mulher no Islão - África e Sul&amp;nbsp;Global&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conversa : Farhana Akter e&amp;nbsp; Catarina Pombo&amp;nbsp;Nabais&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Painel V: 18h00-18h30 Leitura e declamação de poemas com Regina Correia, Luísa Fresta e Alda&amp;nbsp;Barros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;18h30: Inauguração da exposição com artista N’taluma e Dilia&amp;nbsp;Fraguito&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Painel VI: 19h-19h30 : “Eco-Elas”- Ouvir palavras de mulheres, leitura coletiva em voz alta. Com Déa&amp;nbsp;Paulino&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Painel VII: 19h30-20h30 Raízes e Rotas: Narrativas de Identidade e Memória na&amp;nbsp;Diáspora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;●&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Casas e Raízes - O Poder dos Espaços na Formação da&amp;nbsp;Identidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;●&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Exploração do simbolismo do espaço físico e emocional, a Casa em &amp;#8220;Casa 75&amp;#8221; e Pousaflores como pontos de encontro entre passado e&amp;nbsp;presente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conversa com Aida Gomes, Branca Clara das Neves com moderação de Marta&amp;nbsp;Lança&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;21h30: Concerto BANDA LULENDO - Pry Antunes, Mukongo, Queen Suh , Ricardo Campos, Jery Bidan, Luís Vasco e Star no&amp;nbsp;Beat.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;23h00: DJ Set - INDI&amp;nbsp;MATETA&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Tue, 03 Mar 2026 22:24:40 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">10796 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title> A Maldição do Açúcar </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/a-maldicao-do-acucar</link>
 <description>&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/02/2026_03_04_documentario_igp.jpg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Sessão pública do primeiro episódio da série com a presença da realizadora Mathilde Damoisiel e do Historiador Miguel Bandeira Jerónimo, na Quarta-Feira dia 4 de Março às 18h no Museu do Aljube, em&amp;nbsp;Lisboa.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;A série conta com 2 episódios de 52 mins é uma coprodução Wonder Maria Filmes (Portugal), Inicia Filmes (Espanha) e Hauteville (França), para a ARTE, RTP, Movistar+, RTS e está disponível no RTP&amp;nbsp;Play.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;SINOPSE&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Conhecemos os seus malefícios, mas não a sua história… Em cinco séculos, o açúcar construiu um império e moldou o nosso mundo. Escravatura, trabalho forçado, exploração da terra: nos lugares sacrificados à sua monocultura, ontem como hoje, esta investigação histórica revela o amargo preço da nossa dependência coletiva da sua&amp;nbsp;doçura.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/acucar">açúcar</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/escravatura">escravatura</category>
 <content:encoded>&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/02/2026_03_04_documentario_igp.jpg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Sessão pública do primeiro episódio da série com a presença da realizadora Mathilde Damoisiel e do Historiador Miguel Bandeira Jerónimo, na Quarta-Feira dia 4 de Março às 18h no Museu do Aljube, em&amp;nbsp;Lisboa.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;A série conta com 2 episódios de 52 mins é uma coprodução Wonder Maria Filmes (Portugal), Inicia Filmes (Espanha) e Hauteville (França), para a ARTE, RTP, Movistar+, RTS e está disponível no RTP&amp;nbsp;Play.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;SINOPSE&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Conhecemos os seus malefícios, mas não a sua história… Em cinco séculos, o açúcar construiu um império e moldou o nosso mundo. Escravatura, trabalho forçado, exploração da terra: nos lugares sacrificados à sua monocultura, ontem como hoje, esta investigação histórica revela o amargo preço da nossa dependência coletiva da sua&amp;nbsp;doçura.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Wed, 25 Feb 2026 17:55:51 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">10786 at https://www.buala.org</guid>
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 <title>Mafolofolo</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/mafolofolo</link>
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&lt;p&gt;Artistas:&amp;nbsp;&lt;strong&gt;MADEYOULOOK&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Curadoria:&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Margarida&amp;nbsp;Mendes&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Abertura: 26 de fevereiro às&amp;nbsp;18h&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Conversa com os artistas dia 26 de fevereiro às 17h&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Patente até 23 de maio de 2026&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Horário: de quarta a sábado das 15h às&amp;nbsp;19h&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/02/hangar_mafolofolo_invite.png" alt="" width="590" height="443" /&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;Inaugura a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;26 de fevereiro&lt;/strong&gt;, no&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Hangar - Centro de Investigação Artística&lt;/strong&gt;, a exposição &amp;#8220;&lt;strong&gt;Mafolofolo&amp;#8221;,&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;do colectivo&amp;nbsp;&lt;strong&gt;MADEYOULOOK&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;(Molemo Moiloa e Nare Mokgotho) oriundo de África do Sul, com curadoria de&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Margarida Mendes&lt;/strong&gt;. A inauguração é precedida por uma conversa entre os artistas e a&amp;nbsp;curadora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;#8220;Mafolofolo&amp;#8221;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;é uma instalação sonora, que surge após sete anos de investigação no Norte da África do Sul. O colectivo procurou compreender os múltiplos ciclos de perda e retorno relacionados com a terra, interessando-se pelas relações profundas e duradouras com o território que permanecem, apesar da longa duração da existência turbulenta e desestabilizadora da África do Sul. Narram a história particular deste lugar e o seu potencial procurando a intimidade, espiritualidade e a interdependência com a terra e a vida não humana. Através disto, descobrem um trajecto de cura que poderá salvaguardar as terras das quais encontramos&amp;nbsp;sustento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;#8220;Mafolofolo&amp;#8221; oferece estratégias para a reparação, através do rastreio histórico da instalação sonora que faz referência a canções populares africanas de resistência pela libertação. Desta forma traça uma história de violência, racismo, exploração e desapropriação contínua, com urgências contemporâneas prementes, ao mesmo tempo que propõe uma oportunidade para fomentar diferentes imaginários de relação com o&amp;nbsp;território.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O coletivo artístico MADEYOULOOK tem exposto, publicado e organizado programas em diversos contextos, incluindo como artistas representantes do Pavilhão da África do Sul na Bienal de Veneza em 2024. A instalação &amp;#8220;Mafolofolo&amp;#8221; exibida no Hangar &amp;nbsp;é uma iteração de uma comissão da documenta fifteen, &amp;nbsp;que contou com a curadoria de&amp;nbsp;ruangrupa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Esta exposição estará patente no espaço expositivo do Hangar até ao dia 23 de maio de 2026. A entrada é&amp;nbsp;livre.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sobre o&amp;nbsp;coletivo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/02/mooooo.jpg" alt="" width="590" height="787" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;MADEYOULOOK&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;é um coletivo artístico interdisciplinar sediado em Joanesburgo, formado por Molemo Moiloa e Nare Mokgotho. As obras de MADEYOULOOK partem de práticas quotidianas negras que foram historicamente negligenciadas ou consideradas inconsequentes. Estes trabalhos incentivam uma reobservação e um processo de desfamiliarização do quotidiano da vida urbana sul-africana. Ao retrabalhar e interromper as formas como observamos as experiências vividas negras e o quotidiano, somos &amp;#8220;levados a olhar novamente&amp;#8221; e a questionar as relações&amp;nbsp;sociais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde 2009, o trabalho de MADEYOULOOK tem abordado temas como modelos de memorialização de histórias e tradições orais, o amor negro e o espaço público urbano, as formas e hierarquias de criação e disseminação do conhecimento, bem como as socialidades da terra e as relações com a vida vegetal. O coletivo desenvolve diferentes abordagens centradas sobretudo em instalações intertextuais, encontros, programas discursivos, investigação e edição/publicação. Embora a prática de MADEYOULOOK esteja significativamente orientada para dinâmicas de sociabilidade e relacionalidade fora do espaço expositivo, estes projetos culminam frequentemente em&amp;nbsp;exposições.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;MADEYOULOOK tem exposto, publicado e organizado programas em diversos contextos, incluindo como artistas representantes do Pavilhão da África do Sul na Bienal de Veneza, como artistas do lumbung na documenta fifteen, bem como em colaboração com Njelele (Zimbabué), Frac Pays de la Loire (França), KAdE (Países Baixos), Primary (Reino Unido) e várias iniciativas na África do Sul. Em 2022, foram bolseiros do programa DAAD Artists-in-Berlin. Foram também nomeados para o Vera List Centre Prize for Art and Politics, da The New School, Nova Iorque, em 2017, e para o prémio MTN New Contemporaries, em&amp;nbsp;2012.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sobre a curadora&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Margarida Mendes integrou na equipa curatorial da 11ª Gwangju Biennale, 4ª Istanbul Design Biennial, 11ª Liverpool Biennale, e 3ª Porto Design Biennale. Dirigiu diversas plataformas educacionais, como escuelita, uma escola informal do Centro de Arte Dos de Mayo - CA2M, Madrid; O espaço de projectos artísticos The Barber Shop em Lisboa dedicado à pesquisa transdisciplinar; e a plataforma de pesquisa ecológica Matter in Flux. Foi membro fundador do Laboratório da Torre, um laboratório de cinema independente dedicado ao cinema analógico realizado por artistas no Porto; e participou em vários coletivos artísticos, como o canal online de vídeo exploratório e reportagem documental Inhabitants-tv.org; e Natural Contract Lab, um coletivo que trabalha com justiça restaurativa e direitos fluviais em toda a&amp;nbsp;Europa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Margarida Mendes é Doutorada pelo Centre for Research Architecture, Goldsmiths University of London, Professora Convidada no Mestrado de Geo-Design na Design Academy Eindhoven, e investigadora afiliada ao ICNOVA. Programa no Hangar o laboratório de investigação artística ‘No Rasto do Lobo’ (2023-2026), e fez a curadoria da exposição &amp;#8216;A Sphere Of Water Orbiting A Star&amp;#8217; de The Otolith Group&amp;nbsp;(2023).&lt;/p&gt;
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 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/africa-do-sul">África do Sul</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/mafolofolo">Mafolofolo</category>
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&lt;p&gt;&lt;span&gt;Abertura: 26 de fevereiro às&amp;nbsp;18h&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Conversa com os artistas dia 26 de fevereiro às 17h&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Patente até 23 de maio de 2026&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Horário: de quarta a sábado das 15h às&amp;nbsp;19h&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/02/hangar_mafolofolo_invite.png" alt="" width="590" height="443" /&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;#8220;Mafolofolo&amp;#8221;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;é uma instalação sonora, que surge após sete anos de investigação no Norte da África do Sul. O colectivo procurou compreender os múltiplos ciclos de perda e retorno relacionados com a terra, interessando-se pelas relações profundas e duradouras com o território que permanecem, apesar da longa duração da existência turbulenta e desestabilizadora da África do Sul. Narram a história particular deste lugar e o seu potencial procurando a intimidade, espiritualidade e a interdependência com a terra e a vida não humana. Através disto, descobrem um trajecto de cura que poderá salvaguardar as terras das quais encontramos&amp;nbsp;sustento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;#8220;Mafolofolo&amp;#8221; oferece estratégias para a reparação, através do rastreio histórico da instalação sonora que faz referência a canções populares africanas de resistência pela libertação. Desta forma traça uma história de violência, racismo, exploração e desapropriação contínua, com urgências contemporâneas prementes, ao mesmo tempo que propõe uma oportunidade para fomentar diferentes imaginários de relação com o&amp;nbsp;território.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O coletivo artístico MADEYOULOOK tem exposto, publicado e organizado programas em diversos contextos, incluindo como artistas representantes do Pavilhão da África do Sul na Bienal de Veneza em 2024. A instalação &amp;#8220;Mafolofolo&amp;#8221; exibida no Hangar &amp;nbsp;é uma iteração de uma comissão da documenta fifteen, &amp;nbsp;que contou com a curadoria de&amp;nbsp;ruangrupa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Esta exposição estará patente no espaço expositivo do Hangar até ao dia 23 de maio de 2026. A entrada é&amp;nbsp;livre.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/02/mooooo.jpg" alt="" width="590" height="787" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;Desde 2009, o trabalho de MADEYOULOOK tem abordado temas como modelos de memorialização de histórias e tradições orais, o amor negro e o espaço público urbano, as formas e hierarquias de criação e disseminação do conhecimento, bem como as socialidades da terra e as relações com a vida vegetal. O coletivo desenvolve diferentes abordagens centradas sobretudo em instalações intertextuais, encontros, programas discursivos, investigação e edição/publicação. Embora a prática de MADEYOULOOK esteja significativamente orientada para dinâmicas de sociabilidade e relacionalidade fora do espaço expositivo, estes projetos culminam frequentemente em&amp;nbsp;exposições.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;MADEYOULOOK tem exposto, publicado e organizado programas em diversos contextos, incluindo como artistas representantes do Pavilhão da África do Sul na Bienal de Veneza, como artistas do lumbung na documenta fifteen, bem como em colaboração com Njelele (Zimbabué), Frac Pays de la Loire (França), KAdE (Países Baixos), Primary (Reino Unido) e várias iniciativas na África do Sul. Em 2022, foram bolseiros do programa DAAD Artists-in-Berlin. Foram também nomeados para o Vera List Centre Prize for Art and Politics, da The New School, Nova Iorque, em 2017, e para o prémio MTN New Contemporaries, em&amp;nbsp;2012.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sobre a curadora&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Margarida Mendes integrou na equipa curatorial da 11ª Gwangju Biennale, 4ª Istanbul Design Biennial, 11ª Liverpool Biennale, e 3ª Porto Design Biennale. Dirigiu diversas plataformas educacionais, como escuelita, uma escola informal do Centro de Arte Dos de Mayo - CA2M, Madrid; O espaço de projectos artísticos The Barber Shop em Lisboa dedicado à pesquisa transdisciplinar; e a plataforma de pesquisa ecológica Matter in Flux. Foi membro fundador do Laboratório da Torre, um laboratório de cinema independente dedicado ao cinema analógico realizado por artistas no Porto; e participou em vários coletivos artísticos, como o canal online de vídeo exploratório e reportagem documental Inhabitants-tv.org; e Natural Contract Lab, um coletivo que trabalha com justiça restaurativa e direitos fluviais em toda a&amp;nbsp;Europa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Margarida Mendes é Doutorada pelo Centre for Research Architecture, Goldsmiths University of London, Professora Convidada no Mestrado de Geo-Design na Design Academy Eindhoven, e investigadora afiliada ao ICNOVA. Programa no Hangar o laboratório de investigação artística ‘No Rasto do Lobo’ (2023-2026), e fez a curadoria da exposição &amp;#8216;A Sphere Of Water Orbiting A Star&amp;#8217; de The Otolith Group&amp;nbsp;(2023).&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
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 <pubDate>Tue, 24 Feb 2026 15:22:05 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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<item>
 <title>"Aqueçam-me para que eu possa partir para casa", Terra Batida 2025</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/aquecam-me-para-que-eu-possa-partir-para-casa-terra-batida-2025-0</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;iframe src="https://www.youtube.com/embed/jXm8OHNZqXo?rel=0&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;wmode=opaque" width="590" height="357" class="video-filter video-youtube vf-jxm8ohnzqxo" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Filme documental produzido pela plataforma Terra Batida com Lilly Baniwa, Olinda Yawar Tupinambá, Ziel Karapotó, Brisa Flow e Denilson Baniwa, 2025. Realização coletiva com imagens de Violena Ampudia e edição de Ian Capillé. Vídeo-documentário. Aprox. 6 min.  Obra apresentada no contexto da exposição &amp;#8220;Contra-feitiço&amp;#8221;, de Denilson Baniwa, nas Galerias Municipais de Lisboa - Galeria Quadrum, instalada a partir do ciclo de performances &amp;#8220;Nosso Wayuri&amp;#8221;, em 15 de novembro de 2025. Todos os direitos&amp;nbsp;reservados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/terra-batida">Terra batida</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;&lt;iframe src="https://www.youtube.com/embed/jXm8OHNZqXo?rel=0&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;wmode=opaque" width="590" height="357" class="video-filter video-youtube vf-jxm8ohnzqxo" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Filme documental produzido pela plataforma Terra Batida com Lilly Baniwa, Olinda Yawar Tupinambá, Ziel Karapotó, Brisa Flow e Denilson Baniwa, 2025. Realização coletiva com imagens de Violena Ampudia e edição de Ian Capillé. Vídeo-documentário. Aprox. 6 min.  Obra apresentada no contexto da exposição &amp;#8220;Contra-feitiço&amp;#8221;, de Denilson Baniwa, nas Galerias Municipais de Lisboa - Galeria Quadrum, instalada a partir do ciclo de performances &amp;#8220;Nosso Wayuri&amp;#8221;, em 15 de novembro de 2025. Todos os direitos&amp;nbsp;reservados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Tue, 24 Feb 2026 14:12:10 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>"Aqueçam-me para que eu possa partir para casa", Terra Batida 2025</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/aquecam-me-para-que-eu-possa-partir-para-casa-terra-batida-2025</link>
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&lt;p&gt;&lt;span&gt;Filme documental produzido pela plataforma Terra Batida com Lilly Baniwa, Olinda Yawar Tupinambá, Ziel Karapotó, Brisa Flow e Denilson Baniwa, 2025. Realização coletiva com imagens de Violena Ampudia e edição de Ian Capillé. Vídeo-documentário. Aprox. 6 min.  Obra apresentada no contexto da exposição &amp;#8220;Contra-feitiço&amp;#8221;, de Denilson Baniwa, nas Galerias Municipais de Lisboa - Galeria Quadrum, instalada a partir do ciclo de performances &amp;#8220;Nosso Wayuri&amp;#8221;, em 15 de novembro de 2025. Todos os direitos&amp;nbsp;reservados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
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&lt;p&gt;&lt;span&gt;Filme documental produzido pela plataforma Terra Batida com Lilly Baniwa, Olinda Yawar Tupinambá, Ziel Karapotó, Brisa Flow e Denilson Baniwa, 2025. Realização coletiva com imagens de Violena Ampudia e edição de Ian Capillé. Vídeo-documentário. Aprox. 6 min.  Obra apresentada no contexto da exposição &amp;#8220;Contra-feitiço&amp;#8221;, de Denilson Baniwa, nas Galerias Municipais de Lisboa - Galeria Quadrum, instalada a partir do ciclo de performances &amp;#8220;Nosso Wayuri&amp;#8221;, em 15 de novembro de 2025. Todos os direitos&amp;nbsp;reservados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Tue, 24 Feb 2026 14:12:05 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Episódios de fantasia e violência, p. feijó</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/episodios-de-fantasia-e-violencia-p-feijo</link>
 <description>&lt;p&gt;A&amp;nbsp;&lt;a href="https://orfeunegro.acemlnb.com/lt.php?x=4lZy~GE2JqLP75Ktz_5OVOB016FWv_D2lxYvkHU5VaTL6HV_0Ey7wuhy3O3m-NFfx2cwXHfHMnGZ6XCKyN6YUeFx3X6" target="_blank"&gt;Livraria Aberta&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;as edições&amp;nbsp;Orfeu Negro&amp;nbsp;convidam para a&amp;nbsp;apresentação do livro&amp;nbsp;&lt;a href="https://orfeunegro.acemlnb.com/lt.php?x=4lZy~GE2JqLP75Ktz_5OVOB016FWv_D2lxYvkHU5VaTL6HV_0Ey7wuhy3O3m-NFfx2cwXHfHMnGZ6XCKyN6YUeFx3X2" target="_blank"&gt;EPISÓDIOS DE FANTASIA &amp;amp; VIOLÊNCIA&lt;/a&gt;, de&amp;nbsp;p. feijó,&amp;nbsp;no dia&amp;nbsp;27&amp;nbsp;de Fevereiro,&amp;nbsp;sexta-feira, às&amp;nbsp;18h00, na Livraria Aberta, Porto. A autora p. feijó estará à conversa com Paulo Brás, livreiro e investigador em Literatura&amp;nbsp;Comparada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Os trovões lá fora tremem cá dentro. O retumbar está comigo, é eu.&lt;br /&gt;Por um momento, o tempo pára na escuridão.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;— p.&amp;nbsp;feijó&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ensaio-poema autoteórico,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;EPISÓDIOS DE FANTASIA &amp;amp; VIOLÊNCIA&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;estreou-se como leitura-performance em várias salas intimistas, entre Lisboa e Porto, e ganha nesta edição nova materialidade enquanto objecto-livro.&amp;nbsp;&lt;strong&gt;p. feijó&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;fala-nos de um mundo violento para com o que não é binário ou, em geral, não encaixa na experiência masculina dominante. Rememorando alguns episódios, tenta entender o papel e a natureza da fantasia pornográfica violenta, obscena, errada, e presta atenção ao corpo em metamorfose que incita a fantasia e a transformação noutros corpos. Esse processo contagioso de experimentação somática voluntária e involuntária é também uma monstruosidade que anuncia o fim deste mundo.&lt;br /&gt;Sexta-feira,&amp;nbsp;27 de Fevereiro,&amp;nbsp;apresentação&amp;nbsp;de EPISÓDIOS DE FANTASIA &amp;amp; VIOLÊNCIA com&amp;nbsp;p. feijó e Paulo Brás, às&amp;nbsp;18h, na&amp;nbsp;Livraria Aberta,&amp;nbsp;Porto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;**&lt;br /&gt;Sábado,&amp;nbsp;28 de Fevereiro, p.&amp;nbsp;feijó volta a apresentar a sua&amp;nbsp;leitura-performance,&lt;br /&gt;às&amp;nbsp;18h, no espaço do&amp;nbsp;&lt;a href="https://orfeunegro.acemlnb.com/lt.php?x=4lZy~GE2JqLP75Ktz_5OVOB016FWv_D2lxYvkHU5VaTL6HV_0Ey7wuhy3O3m-NFfx2cwXHfHMnGZ6XCKyN6YUeFx3X-" target="_blank"&gt;colectivo Asterisco&lt;/a&gt;, Rua de Pinto Bessa 409,&amp;nbsp;Porto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.orfeunegro.org/cdn/shop/files/Episodios_de_Fantasia_e_Violencia_Excerto.pdf?v=2101413975038312168" target="_blank"&gt;Ler um excerto do&amp;nbsp;livro.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/02/captura_de_ecra_2026-02-23_as_14.30.14.png" alt="" width="470" height="860" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/livro">livro</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/p-feijo">p. feijó</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;A&amp;nbsp;&lt;a href="https://orfeunegro.acemlnb.com/lt.php?x=4lZy~GE2JqLP75Ktz_5OVOB016FWv_D2lxYvkHU5VaTL6HV_0Ey7wuhy3O3m-NFfx2cwXHfHMnGZ6XCKyN6YUeFx3X6" target="_blank"&gt;Livraria Aberta&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;as edições&amp;nbsp;Orfeu Negro&amp;nbsp;convidam para a&amp;nbsp;apresentação do livro&amp;nbsp;&lt;a href="https://orfeunegro.acemlnb.com/lt.php?x=4lZy~GE2JqLP75Ktz_5OVOB016FWv_D2lxYvkHU5VaTL6HV_0Ey7wuhy3O3m-NFfx2cwXHfHMnGZ6XCKyN6YUeFx3X2" target="_blank"&gt;EPISÓDIOS DE FANTASIA &amp;amp; VIOLÊNCIA&lt;/a&gt;, de&amp;nbsp;p. feijó,&amp;nbsp;no dia&amp;nbsp;27&amp;nbsp;de Fevereiro,&amp;nbsp;sexta-feira, às&amp;nbsp;18h00, na Livraria Aberta, Porto. A autora p. feijó estará à conversa com Paulo Brás, livreiro e investigador em Literatura&amp;nbsp;Comparada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Os trovões lá fora tremem cá dentro. O retumbar está comigo, é eu.&lt;br /&gt;Por um momento, o tempo pára na escuridão.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;— p.&amp;nbsp;feijó&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ensaio-poema autoteórico,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;EPISÓDIOS DE FANTASIA &amp;amp; VIOLÊNCIA&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;estreou-se como leitura-performance em várias salas intimistas, entre Lisboa e Porto, e ganha nesta edição nova materialidade enquanto objecto-livro.&amp;nbsp;&lt;strong&gt;p. feijó&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;fala-nos de um mundo violento para com o que não é binário ou, em geral, não encaixa na experiência masculina dominante. Rememorando alguns episódios, tenta entender o papel e a natureza da fantasia pornográfica violenta, obscena, errada, e presta atenção ao corpo em metamorfose que incita a fantasia e a transformação noutros corpos. Esse processo contagioso de experimentação somática voluntária e involuntária é também uma monstruosidade que anuncia o fim deste mundo.&lt;br /&gt;Sexta-feira,&amp;nbsp;27 de Fevereiro,&amp;nbsp;apresentação&amp;nbsp;de EPISÓDIOS DE FANTASIA &amp;amp; VIOLÊNCIA com&amp;nbsp;p. feijó e Paulo Brás, às&amp;nbsp;18h, na&amp;nbsp;Livraria Aberta,&amp;nbsp;Porto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;**&lt;br /&gt;Sábado,&amp;nbsp;28 de Fevereiro, p.&amp;nbsp;feijó volta a apresentar a sua&amp;nbsp;leitura-performance,&lt;br /&gt;às&amp;nbsp;18h, no espaço do&amp;nbsp;&lt;a href="https://orfeunegro.acemlnb.com/lt.php?x=4lZy~GE2JqLP75Ktz_5OVOB016FWv_D2lxYvkHU5VaTL6HV_0Ey7wuhy3O3m-NFfx2cwXHfHMnGZ6XCKyN6YUeFx3X-" target="_blank"&gt;colectivo Asterisco&lt;/a&gt;, Rua de Pinto Bessa 409,&amp;nbsp;Porto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.orfeunegro.org/cdn/shop/files/Episodios_de_Fantasia_e_Violencia_Excerto.pdf?v=2101413975038312168" target="_blank"&gt;Ler um excerto do&amp;nbsp;livro.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/02/captura_de_ecra_2026-02-23_as_14.30.14.png" alt="" width="470" height="860" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Mon, 23 Feb 2026 14:31:53 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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</item>
<item>
 <title>Era das Repressões</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/era-das-repressoes</link>
 <description>&lt;p&gt;Ciclo de conversas | Maneiras de Ver #11&lt;br /&gt;Sexta-feira, 20 de Fevereiro, às 18h00&lt;br /&gt;Conversa com António Brito Guterres, António Avelãs e Maria Grazia Rossi, com moderação de Fernando Ramalho&lt;br /&gt;Livraria Tigre de Papel&lt;br /&gt;&lt;a rel="external" href="https://osm.org/go/b5eBEOHfo?m=" target="_blank"&gt;Rua de Arroios, n.º 25&amp;nbsp;(Lisboa)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Liberdades de associação ou de reunião, sindicais ou universitárias, de consciência ou de expressão: há vários meses que o poder passou à ofensiva em toda a Europa. Em França, tem como alvo os habitantes dos bairros populares, que já lutam para fazer valer os seus direitos mais básicos. As autoridades britânicas prendem os defensores da Palestina, enquanto, na Nova Caledónia, Paris criminaliza qualquer forma de contestação. A exceção torna-se regra, o estado de emergência torna-se normal, sem que qualquer contrapoder realmente o impeça. Tudo isso em nome de uma segurança erigida como imperativo, mas reduzida às suas aceções militar e&amp;nbsp;policial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta sessão partimos do dossiê «Era das Repressões», um conjunto de artigos publicados no&amp;nbsp;&lt;a href="https://pt.mondediplo.com/2026/01/" target="_blank"&gt;número de janeiro&lt;/a&gt;&amp;nbsp;da edição portuguesa do&amp;nbsp;&lt;em&gt;Le Monde diplomatique&amp;nbsp;&lt;/em&gt;que procuram dar conta dessa ofensiva repressiva e autoritária contra movimentos políticos, sindicatos, ação coletiva, liberdades de associação, pensamento e expressão. Contaremos com a participação de António Brito Guterres, assistente social e militante da Vida Justa, António Avelãs, professor e dirigente sindical do SPGL – Sindicato dos Professores da Grande Lisboa, e Maria Grazia Rossi, académica e ativista da PUSP – Plataforma Unitária de Solidariedade com a Palestina. A moderação ficará a cargo de Fernando&amp;nbsp;Ramalho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/02/mance.jpg" alt="" width="590" height="311" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/le-monde-diplomatique">Le Monde diplomatique</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/repressao">repressão</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;Ciclo de conversas | Maneiras de Ver #11&lt;br /&gt;Sexta-feira, 20 de Fevereiro, às 18h00&lt;br /&gt;Conversa com António Brito Guterres, António Avelãs e Maria Grazia Rossi, com moderação de Fernando Ramalho&lt;br /&gt;Livraria Tigre de Papel&lt;br /&gt;&lt;a rel="external" href="https://osm.org/go/b5eBEOHfo?m=" target="_blank"&gt;Rua de Arroios, n.º 25&amp;nbsp;(Lisboa)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Liberdades de associação ou de reunião, sindicais ou universitárias, de consciência ou de expressão: há vários meses que o poder passou à ofensiva em toda a Europa. Em França, tem como alvo os habitantes dos bairros populares, que já lutam para fazer valer os seus direitos mais básicos. As autoridades britânicas prendem os defensores da Palestina, enquanto, na Nova Caledónia, Paris criminaliza qualquer forma de contestação. A exceção torna-se regra, o estado de emergência torna-se normal, sem que qualquer contrapoder realmente o impeça. Tudo isso em nome de uma segurança erigida como imperativo, mas reduzida às suas aceções militar e&amp;nbsp;policial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta sessão partimos do dossiê «Era das Repressões», um conjunto de artigos publicados no&amp;nbsp;&lt;a href="https://pt.mondediplo.com/2026/01/" target="_blank"&gt;número de janeiro&lt;/a&gt;&amp;nbsp;da edição portuguesa do&amp;nbsp;&lt;em&gt;Le Monde diplomatique&amp;nbsp;&lt;/em&gt;que procuram dar conta dessa ofensiva repressiva e autoritária contra movimentos políticos, sindicatos, ação coletiva, liberdades de associação, pensamento e expressão. Contaremos com a participação de António Brito Guterres, assistente social e militante da Vida Justa, António Avelãs, professor e dirigente sindical do SPGL – Sindicato dos Professores da Grande Lisboa, e Maria Grazia Rossi, académica e ativista da PUSP – Plataforma Unitária de Solidariedade com a Palestina. A moderação ficará a cargo de Fernando&amp;nbsp;Ramalho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/02/mance.jpg" alt="" width="590" height="311" /&gt;&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Thu, 19 Feb 2026 13:21:02 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">10775 at https://www.buala.org</guid>
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