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		<title>Hope: a busca por um &#8216;cinema primitivo&#8217;</title>
		<link>https://c7nema.net/producoes/item/144635-hope-a-busca-por-um-cinema-primitivo.html</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 20:38:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Odiado por uns, amado por muitos, Hope levou a controvérsia que serve de base à sua narrativa sci-fi à sala de conferências do 79.º Festival de Cannes, defendendo a opção do realizador sul-coreano Na Hong-jin de fazer um filme de 160 minutos em constante aceleração, sem tempo para respirar. A maior surpresa é perceber onde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Odiado por uns, amado por muitos, Hope levou a controvérsia que serve de base à sua narrativa sci-fi à sala de conferências do 79.º Festival de Cannes, defendendo a opção do realizador sul-coreano Na Hong-jin de fazer um filme de 160 minutos em constante aceleração, sem tempo para respirar. A maior surpresa é perceber onde entram as estrelas ocidentais Alicia Vikander e Michael Fassbender numa…</p>
<p><a href="https://c7nema.net/producoes/item/144635-hope-a-busca-por-um-cinema-primitivo.html" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Fjord: Cristian Mungiu explora o choque entre a crença e a lei</title>
		<link>https://c7nema.net/critica/item/144662-fjord-cristian-mungiu-explora-o-choque-entre-a-crenca-e-a-lei.html</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jorge Pereira Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 19:55:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[cannes2026cri]]></category>
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					<description><![CDATA[A religião sempre teve algo a dizer nos filmes do romeno Cristian Mungiu, como se viu em Beyond the Hills (2012), o exemplo mais flagrante, centrado num convento ortodoxo e numa tragédia moldada pela fé e repressão. Também aparece, de forma menos frontal, mas importante, em 4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias (2007), pelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A religião sempre teve algo a dizer nos filmes do romeno Cristian Mungiu, como se viu em Beyond the Hills (2012), o exemplo mais flagrante, centrado num convento ortodoxo e numa tragédia moldada pela fé e repressão. Também aparece, de forma menos frontal, mas importante, em 4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias (2007), pelo peso moral e social sobre o corpo feminino, e em R.M.N. (2022)…</p>
<p><a href="https://c7nema.net/critica/item/144662-fjord-cristian-mungiu-explora-o-choque-entre-a-crenca-e-a-lei.html" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>&#8220;13 Dias, 13 Noites&#8221;: o caos de Cabul visto por Martin Bourboulon</title>
		<link>https://c7nema.net/entrevistas/item/144648-13-dias-13-noites-o-caos-de-cabul-visto-por-martin-bourboulon.html</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jorge Pereira Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:50:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[Martin Bourboulon é um cineasta que tem vindo a construir uma carreira muito ligada ao grande cinema popular francês, começando com a comédia com Papa ou Maman e a sua sequela, passando ao filme histórico de grande escala com Eiffel, e depois com dois capítulos de Os Três Mosqueteiros, D’Artagnan e Milady.&#160; Trocando as capas, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Martin Bourboulon é um cineasta que tem vindo a construir uma carreira muito ligada ao grande cinema popular francês, começando com a comédia com Papa ou Maman e a sua sequela, passando ao filme histórico de grande escala com Eiffel, e depois com dois capítulos de Os Três Mosqueteiros, D’Artagnan e Milady. Trocando as capas, as espadas e o romantismo histórico por uma tensão mais recente e…</p>
<p><a href="https://c7nema.net/entrevistas/item/144648-13-dias-13-noites-o-caos-de-cabul-visto-por-martin-bourboulon.html" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Marine Atlan: “Acho que o verdadeiro tema de &#8216;La Gradiva&#8217; é o tempo”</title>
		<link>https://c7nema.net/critica/item/144550-marine-atlan-acho-que-o-verdadeiro-tema-de-la-gradiva-e-o-tempo.html</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jorge Pereira Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:12:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[cannes2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Diretora de fotografia de filmes como Jessica Forever, de Jonathan Vinel e Caroline Poggi, Le Ravissement, de Iris Kaltenbäck, e L’Engloutie, de Louise Hémon, Marine Atlan chega à Semana da Crítica com La Gradiva, a sua primeira longa-metragem. No filme, seguimos um grupo de jovens que parte em viagem escolar para Nápoles, para descobrir as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Diretora de fotografia de filmes como Jessica Forever, de Jonathan Vinel e Caroline Poggi, Le Ravissement, de Iris Kaltenbäck, e L’Engloutie, de Louise Hémon, Marine Atlan chega à Semana da Crítica com La Gradiva, a sua primeira longa-metragem. No filme, seguimos um grupo de jovens que parte em viagem escolar para Nápoles, para descobrir as ruínas de Pompeia e os corpos petrificados pelo…</p>
<p><a href="https://c7nema.net/critica/item/144550-marine-atlan-acho-que-o-verdadeiro-tema-de-la-gradiva-e-o-tempo.html" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Hope: A esperança de um novo culto para o cinema fantástico</title>
		<link>https://c7nema.net/critica/item/144612-hope-a-esperanca-de-um-novo-culto-para-o-cinema-fantastico.html</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2026 23:39:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[cannes2026cri]]></category>
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					<description><![CDATA[Há exatamente 20 anos, a decisão da Quinzena dos Cineastas de servir de montra de estreia para um “filme de monstros”, nos códigos da sci-fi, chamado The Host (2006), lançado em Portugal como O Hospedeiro, foi tratada como uma vergonha. “Onde já se viu um peixe assassino gerado por CGI a saltar pelos ecrãs do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há exatamente 20 anos, a decisão da Quinzena dos Cineastas de servir de montra de estreia para um “filme de monstros”, nos códigos da sci-fi, chamado The Host (2006), lançado em Portugal como O Hospedeiro, foi tratada como uma vergonha. “Onde já se viu um peixe assassino gerado por CGI a saltar pelos ecrãs do mais prestigiado festival do planeta?”, dizia-se na altura. Pouco se sabia então acerca…</p>
<p><a href="https://c7nema.net/critica/item/144612-hope-a-esperanca-de-um-novo-culto-para-o-cinema-fantastico.html" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>60 anos de chabadabada</title>
		<link>https://c7nema.net/producoes/item/144482-60-anos-de-chabadabada.html</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2026 22:15:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cannes2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos pilares do romantismo cinematográfico francês, Un homme et une femme (Um Homem e uma Mulher, 1966) vendeu cerca de 4,2 milhões de bilhetes em França na sua estreia, tornando-se um fenómeno de bilheteira e um clássico absoluto da história do cinema. Realizado por Claude Lelouch, o filme arrecadou dois Óscares — Melhor Filme [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos pilares do romantismo cinematográfico francês, Un homme et une femme (Um Homem e uma Mulher, 1966) vendeu cerca de 4,2 milhões de bilhetes em França na sua estreia, tornando-se um fenómeno de bilheteira e um clássico absoluto da história do cinema. Realizado por Claude Lelouch, o filme arrecadou dois Óscares — Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Argumento Original — além da Palma de Ouro em…</p>
<p><a href="https://c7nema.net/producoes/item/144482-60-anos-de-chabadabada.html" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Barbra Streisand falha cerimónia de homenagem em Cannes</title>
		<link>https://c7nema.net/producoes/item/144602-barbra-streisand-falha-cerimonia-de-homenagem-em-cannes.html</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jorge Pereira Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2026 20:52:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cannes2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Barbra Streisand não vai estar presente na cerimónia de encerramento da 79.ª edição do Festival de Cannes, onde será distinguida com a Palma de Ouro honorária. A homenagem mantém-se marcada para sábado, 23 de maio, no Grand Théâtre Lumière. Segundo o festival, a atriz, realizadora, produtora, argumentista, cantora e compositora norte-americana não poderá viajar para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Barbra Streisand não vai estar presente na cerimónia de encerramento da 79.ª edição do Festival de Cannes, onde será distinguida com a Palma de Ouro honorária. A homenagem mantém-se marcada para sábado, 23 de maio, no Grand Théâtre Lumière. Segundo o festival, a atriz, realizadora, produtora, argumentista, cantora e compositora norte-americana não poderá viajar para Cannes por indicação…</p>
<p><a href="https://c7nema.net/producoes/item/144602-barbra-streisand-falha-cerimonia-de-homenagem-em-cannes.html" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Full Phil: a estética do desconforto</title>
		<link>https://c7nema.net/critica/item/144589-full-phil-a-estetica-do-desconforto.html</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2026 20:10:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
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					<description><![CDATA[Woody Harrelson ganhou os holofotes da cultura pop ainda na década de 1980, através da televisão, na série Cheers (1982), e, assim que passou ao cinema, soube conciliar as exigências de Hollywood com uma presença contínua na ala indie do cinema norte-americano. Aí, somou três nomeações aos Óscares, a começar por The People vs. Larry [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Woody Harrelson ganhou os holofotes da cultura pop ainda na década de 1980, através da televisão, na série Cheers (1982), e, assim que passou ao cinema, soube conciliar as exigências de Hollywood com uma presença contínua na ala indie do cinema norte-americano. Aí, somou três nomeações aos Óscares, a começar por The People vs. Larry Flynt (1996), vencedor do Urso de Ouro em 1997.</p>
<p><a href="https://c7nema.net/critica/item/144589-full-phil-a-estetica-do-desconforto.html" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Moulin: entre monstros e heróis, nasce um espetáculo de fervor</title>
		<link>https://c7nema.net/critica/item/144593-moulin-entre-monstros-e-herois-nasce-um-espetaculo-de-fervor.html</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2026 20:06:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[cannes2026cri]]></category>
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					<description><![CDATA[Arrebatador mesmo nos momentos em que fita a tortura sem meios-tons, reproduzindo-a num dispositivo quase pornográfico na sua crueza, Moulin não pede licença aos padrões de comportamento da correção política vigente e ousa redesenhar a História como se fosse um “filme de monstros”. A criatura em jogo chama-se Klaus Barbie (1913-1991). Para fazer uma analogia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Arrebatador mesmo nos momentos em que fita a tortura sem meios-tons, reproduzindo-a num dispositivo quase pornográfico na sua crueza, Moulin não pede licença aos padrões de comportamento da correção política vigente e ousa redesenhar a História como se fosse um “filme de monstros”. A criatura em jogo chama-se Klaus Barbie (1913-1991). Para fazer uma analogia com o cinema mais comercial…</p>
<p><a href="https://c7nema.net/critica/item/144593-moulin-entre-monstros-e-herois-nasce-um-espetaculo-de-fervor.html" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Vittorio De Sica – La Vita in Scena: “Vittorio De Sica é um tesouro nacional” — Francesco Zippel</title>
		<link>https://c7nema.net/entrevistas/item/144579-vittorio-de-sica-la-vita-in-scena-vittorio-de-sica-e-um-tesouro-nacional-francesco-zippel.html</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jorge Pereira Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2026 15:52:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[cannes2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Regressando à secção Cannes Classics depois do retrato dedicado a Oscar Micheaux, em 2021, Francesco Zippel reencontra uma das figuras centrais da história do cinema italiano em Vittorio De Sica – La Vita in Scena. O documentário revisita o percurso do pai do neorrealismo italiano, mas também de um artista que foi ator, cantor, realizador [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Regressando à secção Cannes Classics depois do retrato dedicado a Oscar Micheaux, em 2021, Francesco Zippel reencontra uma das figuras centrais da história do cinema italiano em Vittorio De Sica – La Vita in Scena. O documentário revisita o percurso do pai do neorrealismo italiano, mas também de um artista que foi ator, cantor, realizador socialmente comprometido, cineasta popular e figura…</p>
<p><a href="https://c7nema.net/entrevistas/item/144579-vittorio-de-sica-la-vita-in-scena-vittorio-de-sica-e-um-tesouro-nacional-francesco-zippel.html" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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