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	<title>Café com Sociologia</title>
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	<description>Blog destinado à conteúdo de ciências sociais com foco em sociologia e direcionado à professores e alunos.</description>
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	<title>Café com Sociologia</title>
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		<title>Gig Economy: 5 Dilemas do Trabalho por Demanda no Brasil</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Oct 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 4 de setembro de 2026, o IBGE divulgou que 2 milhões de brasileiros trabalhavam por meio de aplicativos de serviços em 2025, como ocupação principal ou como segundo trabalho. Motoristas, entregadores, diaristas, eletricistas, professores particulares e designers organizam o dia pelo ritmo das notificações do celular. É esse arranjo que ficou conhecido como gig economy: uma economia de tarefas avulsas, os velhos &#8220;bicos&#8221;, agora distribuídas e cobradas por plataformas digitais. Diante dos mais de 100 milhões de ocupados do país, o número parece pequeno. Só que cresceu 36,8% desde 2022 entre quem tem o aplicativo como trabalho principal, e</p>
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		<title>Sindicalismo no Brasil: guia das 5 fases e dados essenciais</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1858, os tipógrafos que imprimiam três jornais do Rio de Janeiro, entre eles o Jornal do Commercio, pediram um aumento pequeno. Os patrões enrolaram durante um mês e depois disseram não. Os gráficos pararam o trabalho e, para contar a própria versão da briga, lançaram um jornal deles, o Jornal dos Tipógrafos (PEREIRA, 1947). O episódio costuma abrir os capítulos sobre o sindicalismo no Brasil como a primeira greve registrada no país. Eu começo por ele nas aulas, mas com uma ressalva. Um ano antes, em 1857, os ganhadores de Salvador, africanos escravizados, libertos e livres, pararam o transporte</p>
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		<title>Renda Básica Universal: 7 Dilemas e o Debate no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em abril de 2020, cerca de 68 milhões de brasileiros passaram a receber R$ 600 por mês do governo federal. Era um terço da população. Em agosto daquele ano, a extrema pobreza caiu para 2,3%, a menor taxa já registrada no país, segundo estimativa do pesquisador Daniel Duque, do Ibre/FGV (IHU, 2021). Quando o valor foi cortado pela metade, o índice mais que dobrou em três meses. O auxílio emergencial não era uma renda básica universal: tinha filtro de renda e prazo para acabar. Mesmo assim, foi o mais perto que o Brasil chegou da ideia, e muita gente passou</p>
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		<title>Origem do Dia dos Professores: a história real, da lei de 1827 a 1963</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 23:30:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 15 de outubro de 1827, Dom Pedro I sancionou uma lei curta, de 17 artigos, mandando abrir escolas de primeiras letras &#8220;em todas as cidades, vilas e lugares populosos&#8221; do Império. A ideia era ambiciosa para um país recém-independente, de maioria analfabeta e escravista. Quase cem anos depois, professores do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Norte foram buscar essa data nos arquivos para dar nome a uma festa que ainda não existia. É daí que vem a origem do Dia dos Professores. Todo ano repetimos a mesma explicação nas escolas: &#8220;o dia 15 é por causa</p>
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		<title>Violência doméstica: guia sociológico das 6 formas da lei</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[patriarcado]]></category>
		<category><![CDATA[violência doméstica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 23 de julho de 2026, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgou o 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública com uma contradição difícil de ignorar. O Brasil teve em 2025 o menor número de mortes violentas intencionais desde 2012 e, no mesmo ano, o maior número de feminicídios já registrado: 1.571 mulheres. A violência doméstica ajuda a explicar esse descompasso. A rua ficou um pouco menos perigosa, mas a casa continuou sendo o lugar onde muitas mulheres correm mais risco. A Sociologia trata a violência doméstica como um padrão de controle que se apoia em hierarquias de gênero, em</p>
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		<title>Funcionalismo sociológico: guia, autores e 4 críticas essenciais</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teoria]]></category>
		<category><![CDATA[Durkheim]]></category>
		<category><![CDATA[estrutura social]]></category>
		<category><![CDATA[funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Merton]]></category>
		<category><![CDATA[Talcott Parsons]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria Sociológica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os Hopis, povo indígena do Arizona, dançavam para pedir chuva. Quem olhava de fora podia concluir que a cerimônia simplesmente não funcionava, já que a chuva caía quando bem entendia. Robert K. Merton usou esse caso, em 1949, para mostrar que a pergunta estava mal feita. O ritual podia falhar no objetivo declarado e, mesmo assim, cumprir outra tarefa: reunir periodicamente membros dispersos do grupo numa atividade comum e reforçar a identidade coletiva (MERTON, 1970). Nessa cena cabe o raciocínio inteiro do funcionalismo sociológico. O funcionalismo sociológico é a corrente que analisa a sociedade como um sistema de partes interdependentes</p>
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		<title>Fenomenologia social: 7 conceitos essenciais e autores</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teoria]]></category>
		<category><![CDATA[Alfred Schutz]]></category>
		<category><![CDATA[Berger e Luckmann]]></category>
		<category><![CDATA[fenomenologia social]]></category>
		<category><![CDATA[intersubjetividade]]></category>
		<category><![CDATA[mundo da vida]]></category>
		<category><![CDATA[sociologia compreensiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Edmund Husserl tinha um apelido para Alfred Schutz: banqueiro de dia, filósofo à noite. Não era exagero. A partir de 1927, Schutz ocupou um cargo executivo no Reitler and Company, banco vienense com negócios em vários países, e escrevia nas horas que sobravam. Foi nesse regime que ele publicou, em 1932, o livro que deu origem à fenomenologia social (BARBER, 2021). A fenomenologia social estuda como pessoas comuns dão sentido ao mundo em que vivem. Em vez de começar pelas grandes estruturas, ela faz uma pergunta mais rente ao chão: como a sociedade aparece para quem está dentro dela? Por</p>
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		<title>Lobby e grupos de pressão: 7 chaves para entender</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Oct 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Discussões sobre a realidade social]]></category>
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		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[grupos de pressão]]></category>
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		<category><![CDATA[transparência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 29 de novembro de 2022, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto que regulamenta o lobby no Brasil. A proposta tinha sido apresentada em 2007 pelo deputado Carlos Zarattini (PT-SP) e chegou ao plenário como substitutivo do relator Lafayette de Andrada (Republicanos-MG). Quase quatro anos depois, em outubro de 2026, o texto continua parado na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. No mesmo mês, a Frente Parlamentar da Agropecuária contava 345 parlamentares entre seus integrantes. Esses dois fatos resumem a situação de lobby e grupos de pressão no país. Interesses organizados disputam o Estado o tempo todo, com</p>
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		<title>Cotas raciais: 6 pontos para entender a política no Brasil</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Oct 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[ações afirmativas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No vestibular de 2003, a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) aplicou uma lei estadual que reservava vagas para candidatos negros e pardos, numa das primeiras experiências de cotas raciais do país. Choveram ações na Justiça e o assunto ocupou os jornais por meses. Mais de vinte anos depois, as cotas raciais viraram lei federal, passaram duas vezes pelo Supremo Tribunal Federal e chegaram aos concursos públicos. A discussão, porém, segue acesa em sala de aula. Cotas raciais são reservas de vagas para pessoas pretas, pardas, indígenas e quilombolas em universidades, institutos federais e concursos. Elas existem porque</p>
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		<title>Poder Judiciário: 7 funções e desafios no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conceitos Sociológicos]]></category>
		<category><![CDATA[acesso à justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Estado de direito]]></category>
		<category><![CDATA[poder judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[sistema judicial]]></category>
		<category><![CDATA[Sociologia jurídica]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O poder judiciário brasileiro terminou 2025 com 75,5 milhões de processos à espera de solução, segundo o Justiça em Números 2026, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Em 2025 entraram 40,9 milhões de ações novas, recorde desde 2009. Atrás desses números há trabalhadores, mães que pedem pensão e partidos que contestam leis. Na escola, aprendemos que o Judiciário aplica a lei. A definição está certa, mas curta. Em 1748, Montesquieu chamou o poder de julgar de quase nulo. Em 2018, Maria Tereza Sadek et al  notou que ministros do STF eram mais conhecidos que muitos deputados. Como o poder judiciário</p>
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		<item>
		<title>Soberania popular: 4 fundamentos e desafios no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conceitos Sociológicos]]></category>
		<category><![CDATA[cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[constituição]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[participação política]]></category>
		<category><![CDATA[soberania popular]]></category>
		<category><![CDATA[teoria democrática]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A soberania popular é o princípio segundo o qual o poder político pertence ao povo, e não a um rei, a uma igreja ou a uma elite. A Constituição de 1988 resume a ideia numa frase: todo o poder emana do povo. A frase esconde três séculos de disputa sobre quem é o povo e como ele manda. Para quem estuda para o ENEM, a soberania popular aparece em questões sobre cidadania, democracia e direitos políticos. Para o professor, abre caminho para discutir plebiscitos e participação. Para qualquer cidadão, ajuda a perceber quando alguém fala em nome do povo sem</p>
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		<title>Governo local: 7 funções essenciais no Brasil de 2026</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Discussões sobre a realidade social]]></category>
		<category><![CDATA[descentralização]]></category>
		<category><![CDATA[gestão municipal]]></category>
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		<category><![CDATA[Políticas Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Sociologia urbana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Governo local é a expressão que a ciência política usa para nomear a autoridade pública mais próxima do cidadão, a que decide por onde passa o ônibus e qual rua recebe asfalto. No Brasil, a Constituição de 1988 resumiu a ideia numa frase do artigo 30: compete aos municípios legislar sobre assuntos de interesse local. A frase esconde um problema antigo. Segundo o Índice Firjan de Gestão Fiscal 2025, 1.282 prefeituras, ou 25% das 5.129 analisadas com dados de 2024, não geraram receita local suficiente para pagar a própria Câmara e a estrutura administrativa. Que governo local é esse, cujo</p>
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		<title>Direitos e Movimentos Sociais: 7 Autores Essenciais</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 00:15:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Apoio Didático]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A relação entre direitos e movimentos sociais cabe inteira em um episódio de 1987. A Assembleia Nacional Constituinte recebeu 122 emendas populares, apresentadas por iniciativa de movimentos sociais, segundo a Agência Senado (2024). Várias foram aprovadas, entre elas a que criou a iniciativa popular de lei, o plebiscito e o referendo. O episódio de 1987 mostra que direito não cai do céu. Alguém precisa pedir, organizar, recolher assinaturas e insistir quando a resposta demora. A Sociologia estuda esse caminho, e por isso direitos e movimentos sociais aparecem juntos em quase toda discussão séria sobre cidadania e democracia. Este texto apresenta</p>
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		<title>Cultura e identidade: 7 autores essenciais para entender</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 13:06:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conceitos Sociológicos]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cultura e identidade se encontram até numa pergunta de recenseamento. No Censo 2022, o IBGE registrou que 45,3% dos brasileiros se declararam pardos, a primeira vez desde 1991 em que esse grupo superou os brancos. O instituto pesquisa cor ou raça por autodeclaração, isto é, pelo modo como cada pessoa se enxerga. Mas o que chamamos de cultura, e o que chamamos de identidade? A pergunta parece de prova e esconde uma disputa de mais de um século. Para alguns autores, cultura é herança que forma o indivíduo; para outros, identidade é construção que nunca termina. No meio dessa disputa</p>
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		<title>Tribunal Superior Eleitoral: o que é, 7 funções e importância</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Oct 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Discussões sobre a realidade social]]></category>
		<category><![CDATA[cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[democracia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[direito eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[justiça eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[processo eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tribunal Superior Eleitoral registra candidaturas, regulamenta a propaganda, julga quem contestou a eleição e diploma o presidente eleito. Administra, edita normas e decide conflitos, tarefas que a teoria política costuma separar em poderes distintos. Para a Sociologia, o Tribunal Superior Eleitoral acumula funções e precisa, ainda assim, parecer imparcial. O texto define o órgão, percorre sua história desde 1932 e apresenta as 7 funções que a lei lhe atribui. Depois reúne autores que o interpretam, compara-o com órgãos vizinhos, examina a urna e a desinformação e chega às críticas. Cada parte fecha com uma atividade para a sala de aula.</p>
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		<title>Parlamentarismo e presidencialismo: 6 diferenças essenciais</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Oct 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conceitos Sociológicos]]></category>
		<category><![CDATA[ciência política]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[parlamentarismo]]></category>
		<category><![CDATA[presidencialismo]]></category>
		<category><![CDATA[sistemas de governo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 21 de abril de 1993, mais de 66 milhões de brasileiros foram às urnas para escolher entre parlamentarismo e presidencialismo. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, 36.685.630 eleitores (55,41%) optaram pelo presidencialismo e 16.415.585 (24,79%) pelo parlamentarismo. O resultado encerrou uma disputa que vinha da Constituinte de 1987 e 1988. Cada crise política reabre o debate sobre parlamentarismo e presidencialismo, e quase sempre aparece a mesma promessa: trocar o sistema resolveria o impasse. Para quem ensina Sociologia ou prepara estudantes para o ENEM, a promessa é um problema, porque mistura forma, sistema e regime de governo. Este texto organiza a</p>
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		<title>Educação Popular: Paulo Freire e outros em 6 princípios</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conceitos Sociológicos]]></category>
		<category><![CDATA[conscientização]]></category>
		<category><![CDATA[educação informal]]></category>
		<category><![CDATA[educação popular]]></category>
		<category><![CDATA[movimentos sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Freire]]></category>
		<category><![CDATA[pedagogia da libertação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A educação popular começou, no Brasil, como resposta a um número. No início dos anos 1960, milhões de adultos não sabiam ler, e quem não lia não votava. Em 2025, segundo o IBGE, ainda eram 8,4 milhões de pessoas com 15 anos ou mais nessa condição, e 58% delas tinham 60 anos ou mais. O problema encolheu sem sumir. Tratar esse campo como sinônimo de alfabetização de adultos é um erro comum. A expressão nomeia uma tradição pedagógica e política latino-americana, sistematizada por Paulo Freire e discutida por Carlos Rodrigues Brandão, Moacir Gadotti e Maria da Glória Gohn. Ela muda</p>
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		<title>Direitos civis: 7 garantias essenciais</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conceitos Sociológicos]]></category>
		<category><![CDATA[cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Constituição de 1988]]></category>
		<category><![CDATA[direitos civis]]></category>
		<category><![CDATA[Estado de direito]]></category>
		<category><![CDATA[Sociologia jurídica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os direitos civis entraram na Constituição de 5 de outubro de 1988 por uma porta larga: o artigo 5º, que nasceu com 77 incisos e hoje tem 79. Ali estão a vida, a liberdade de expressão, a igualdade perante a lei e a proibição da tortura. No papel, poucas cartas são tão generosas. Na rua, o retrato muda. Em 2024, segundo o Atlas da Violência 2026, do Ipea e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 32.820 pessoas negras foram assassinadas no país, 77% de todos os homicídios. O número mostra que o direito à vida, o primeiro dos direitos civis,</p>
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		<title>Sistema Eleitoral Brasileiro: como funciona em 7 regras essenciais</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Apoio Didático]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[representação proporcional]]></category>
		<category><![CDATA[sistema eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[urna eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[voto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No domingo, 4 de outubro de 2026, 158.745.463 eleitores estão aptos a votar, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Cinco dias antes, em 29 de setembro, a lei que autorizou o voto informatizado completou 30 anos. É uma boa hora para entender como o sistema eleitoral brasileiro transforma votos em cargos. A resposta muda conforme o cargo. Presidente e senador são escolhidos por uma lógica; deputados e vereadores, por outra, em que o voto dado a um candidato pode ajudar a eleger outro. Quem entende o sistema eleitoral brasileiro entende também por que o mais votado às vezes fica fora</p>
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		<title>Neofascismo: 7 Características e Desafios no Brasil Atual</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conceitos Sociológicos]]></category>
		<category><![CDATA[autoritarismo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[extrema-direita]]></category>
		<category><![CDATA[intolerância]]></category>
		<category><![CDATA[neofascismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neofascismo é o nome que as ciências sociais dão aos movimentos surgidos depois de 1945 que retomam ideias centrais do fascismo histórico. A diferença está na roupa. Em vez de camisas negras e partido único, esses grupos disputam eleições, falam em nome da liberdade e usam as redes sociais como palanque. O termo saiu dos livros de história e entrou no noticiário. Aparece em aulas de Sociologia, em questões de vestibular e em discussões de família. Nem sempre, porém, com precisão. Há quem chame qualquer adversário de fascista. Há também quem negue que o fenômeno exista. Este guia foi escrito</p>
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		<item>
		<title>Reforma tributária: o que é e impactos na desigualdade</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Discussões sobre a realidade social]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade econômica]]></category>
		<category><![CDATA[imposto de renda]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
		<category><![CDATA[sistema tributário brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[sociologia fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[tributação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A reforma tributária deixou de ser promessa de campanha e virou rotina fiscal. Desde 1º de janeiro de 2026, notas fiscais emitidas no Brasil já trazem dois tributos novos em fase de teste. Para a sociologia, o assunto interessa por um motivo simples: o modo como um país cobra impostos revela quem ele protege e quem ele sobrecarrega. O Brasil arrecada muito e arrecada mal. Quase metade da receita vem do consumo, base que pesa igual no carrinho de supermercado do professor e no do empresário. Dados do Ministério da Fazenda mostram que a alíquota efetiva de Imposto de Renda</p>
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		<item>
		<title>Segurança no Trânsito: Fenômeno Social, Violência e Cidadania</title>
		<link>https://cafecomsociologia.com/seguranca-no-transito-sociologia/</link>
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		<pubDate>Sun, 27 Sep 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Discussões sobre a realidade social]]></category>
		<category><![CDATA[educação para o trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade urbana]]></category>
		<category><![CDATA[mortalidade no trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[segurança viária]]></category>
		<category><![CDATA[Sociologia urbana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Trânsito como Instituição Social e Espaço de Conflito A segurança no trânsito transcende o domínio técnico ou individual. É uma instituição social que regula comportamentos, distribui riscos de forma desigual e expressa valores culturais profundos. Quando Roberto DaMatta analisou a sociedade brasileira, identificou uma tensão persistente entre a aplicação impessoal das leis e práticas personalistas que permeiam a vida pública. No trânsito, essa tensão materializa-se diariamente. O motorista que desrespeita a faixa de pedestres evoca a &#8220;Lei do Gerson&#8221;: &#8220;você sabe com quem está falando?&#8221;. Essa lógica não é folclore urbano; ela mata. A segurança no trânsito não pode</p>
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		<title>Transparência Pública no Brasil: Lei de Acesso à Informação e Controle Social</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Discussões sobre a realidade social]]></category>
		<category><![CDATA[accountability]]></category>
		<category><![CDATA[controle social]]></category>
		<category><![CDATA[democracia participativa]]></category>
		<category><![CDATA[lei de acesso à informação]]></category>
		<category><![CDATA[participação cidadã]]></category>
		<category><![CDATA[transparência pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A transparência pública deixou de ser assunto restrito a auditores e juristas e virou vocabulário corrente entre professores, estudantes e movimentos sociais. Quando um cidadão consulta o Portal da Transparência para saber quanto o município gastou com merenda escolar, ele exerce um direito conquistado depois de décadas de luta contra o sigilo imposto pelo Estado brasileiro. Esse gesto simples carrega uma história de disputas políticas e uma promessa democrática que ainda está longe de se cumprir plenamente. Este artigo examina o que é transparência pública, como a Lei de Acesso à Informação (LAI) reorganizou a relação entre Estado e sociedade,</p>
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		<item>
		<title>Desmatamento e mudanças climáticas no Brasil: 4 causas, impactos e soluções</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Discussões sobre a realidade social]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[COP]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[justiça climática]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[sociologia ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Área de floresta amazônica destruída por queimadas. O desmatamento responde por parcela significativa das emissões de gases de efeito estufa no Brasil. O Brasil abriga a maior floresta tropical do mundo e, ao mesmo tempo, está entre os maiores emissores de gases de efeito estufa do planeta. Essa contradição não é acidental. Ela decorre de um modelo de ocupação territorial que, desde meados do século XX, trata a floresta como obstáculo ao progresso. Para entender o que está em jogo, é preciso olhar para as relações sociais, as disputas por terra e as decisões políticas que moldaram o uso do</p>
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		<title>Achille Mbembe: quem é, necropolítica e 3 obras principais</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teóricos]]></category>
		<category><![CDATA[Achille Mbembe]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[biopoder]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia africana]]></category>
		<category><![CDATA[necropolítica]]></category>
		<category><![CDATA[pós-colonialismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Achille Mbembe ocupa hoje um lugar central nos debates sobre poder, violência e colonialidade. Nascido em 1957 em Otélé, Camarões, e formado em história e ciência política em Paris, ele construiu uma trajetória que atravessa a filosofia política, a teoria pós-colonial e a crítica da modernidade. Seus conceitos circulam em cursos de sociologia, em programas de direitos humanos e em análises sobre racismo e soberania. Este artigo apresenta as principais ideias de Achille Mbembe, com atenção ao contexto africano e às leituras possíveis no Brasil. Se você já ouviu falar em necropolítica, é quase certo que o nome dele aparece</p>
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		<title>Imunidade Parlamentar: Conceito, Críticas e Democracia no Brasil + 5 FAQs</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conceitos Sociológicos]]></category>
		<category><![CDATA[ciência política]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[direito constitucional]]></category>
		<category><![CDATA[foro privilegiado]]></category>
		<category><![CDATA[imunidade parlamentar]]></category>
		<category><![CDATA[poder legislativo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A imunidade parlamentar protege o mandato, não a pessoa — distinção central para compreender o instituto. Quando um deputado ou senador é acusado de crime, a notícia dispara reações imediatas. Uma parte da opinião pública pede punição rápida; outra lembra que o cargo exige proteção contra perseguições políticas. A imunidade parlamentar está no centro desse impasse. O instituto é antigo: suas raízes chegam ao parlamentarismo inglês do século XVII e ganhou forma própria na Constituição de 1988. Para entender por que ela existe, como funciona e por que gera tanta controvérsia, é preciso ir além do noticiário. Este artigo analisa</p>
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		<title>Economia Sustentável: Conceito, Críticas e Desafios no Brasil + 6 FAQs</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conceitos Sociológicos]]></category>
		<category><![CDATA[capitalismo verde]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[economia sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[ODS]]></category>
		<category><![CDATA[sociologia ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando o Clube de Roma publicou Os Limites do Crescimento, em 1972, a ideia de que produção e consumo poderiam destruir as bases da própria vida econômica soou como alarmismo. Mais de cinquenta anos depois, incêndios florestais recordes, secas que desabastam cidades e a perda acelerada de biodiversidade tornaram o debate urgente. A economia sustentável é, hoje, muito mais do que um conceito académico: é um campo de forças onde se disputam projetos de sociedade, interesses econômicos e o futuro de populações inteiras. Este post examina o que o termo realmente significa, por que a sociologia tem algo essencial a</p>
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		<title>Poder Executivo: o que é, funções e limites no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conceitos Sociológicos]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[Montesquieu]]></category>
		<category><![CDATA[poder executivo]]></category>
		<category><![CDATA[presidencialismo]]></category>
		<category><![CDATA[separação de poderes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O poder executivo é a parte do Estado com que qualquer pessoa esbarra todos os dias. Ele está no posto de saúde do bairro, na rodovia federal, no reajuste do salário mínimo e na fila do cartório de um programa social. No Brasil, quem o comanda são o presidente da República, os governadores e os prefeitos, todos eleitos pelo voto direto para mandatos de quatro anos. Descrever esse poder apenas pela letra da Constituição explica pouco. A sociologia política faz outras perguntas: quem ocupa esses cargos, a que interesses responde quem os ocupa e quais freios realmente funcionam. Este texto</p>
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		<title>Neoliberalismo: conceito, história e 7 características</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conceitos Sociológicos]]></category>
		<category><![CDATA[Consenso de Washington]]></category>
		<category><![CDATA[Milton Friedman]]></category>
		<category><![CDATA[neoliberalismo]]></category>
		<category><![CDATA[privatizações]]></category>
		<category><![CDATA[Sociologia Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O neoliberalismo costuma ser explicado com expressões abstratas, como Estado mínimo, mas aparece em números concretos. Em 2024, cerca de 1,7 milhão de brasileiros tinham num aplicativo o seu trabalho principal, segundo o IBGE. Em média, essas pessoas trabalhavam 5,5 horas a mais por semana que os demais ocupados. O que isso tem a ver com um encontro de intelectuais em Paris, em agosto de 1938? Mais do que parece. Foi ali, no Colóquio Walter Lippmann, que a palavra neoliberalismo ganhou circulação. Hoje o termo é disputa acadêmica, bandeira de críticos e uma palavra que quase nenhum defensor usa para</p>
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		<title>Favelização: Conceito, Causas e Consequências no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conceitos Sociológicos]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade social]]></category>
		<category><![CDATA[direito à cidade]]></category>
		<category><![CDATA[favelização]]></category>
		<category><![CDATA[habitação precária]]></category>
		<category><![CDATA[segregação socioespacial]]></category>
		<category><![CDATA[urbanização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A favelização é um processo social que produz formas precárias de moradia nas cidades brasileiras. Ela envolve especulação imobiliária, ausência de políticas habitacionais e desigualdade estrutural que atravessa gerações. Este post examina o conceito de favelização, suas raízes históricas e os desdobramentos contemporâneos no Brasil. O que é favelização? Favelização designa o crescimento e a consolidação de assentamentos informais nas cidades, conhecidos como favelas. Esses espaços se caracterizam por habitação precária, ausência de infraestrutura básica e insegurança jurídica da posse da terra. O fenômeno descreve um histórico de exclusão urbana que empurra parcelas da população para áreas desvalorizadas, de risco</p>
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