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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2enclosuresfull.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-37424711</atom:id><lastBuildDate>Tue, 10 Nov 2009 11:00:59 +0000</lastBuildDate><title>Caldeirão de Ideias</title><description>"Modernas devem ser as ideias e suas práticas libertárias e emancipadoras, e não apenas os equipamentos e máquinas controladores de tudo e de todos..." José Antônio Klaes Roig</description><link>http://nteitaperuna.blogspot.com/</link><managingEditor>robsongarciafreire@gmail.com (Robson Freire)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>749</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><media:category scheme="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd">Education/Educational Technology</media:category><itunes:owner><itunes:email>robsongarciafreire@gmail.com</itunes:email></itunes:owner><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>"Modernas devem ser as ideias e suas práticas libertárias e emancipadoras, e não apenas os equipamentos e máquinas controladores de tudo e de todos..." José Antônio Klaes Roig</itunes:subtitle><itunes:category text="Education"><itunes:category text="Educational Technology" /></itunes:category><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" href="http://feeds.feedburner.com/caldeiraodeideias" type="application/rss+xml" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com" /><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37424711.post-8755009686311004901</guid><pubDate>Mon, 09 Nov 2009 10:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-09T08:23:00.243-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">educação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ensino</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">qualidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">José Manuel Moran</category><title>Ensino e educação de qualidade (!?)</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_YIwUWdeEdU0/SrLeJ1RLluI/AAAAAAAAEHc/oacTCwWCpxA/s400/qualidade_ensino.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 371px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_YIwUWdeEdU0/SrLeJ1RLluI/AAAAAAAAEHc/oacTCwWCpxA/s400/qualidade_ensino.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;José Manuel Moran&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma preocupação com ensino de qualidade mais do que com a educação de qualidade. Ensino e educação são conceitos diferentes. No ensino se organizam uma série de atividades didáticas para ajudar os alunos a que compreendam áreas específicas do conhecimento (ciências, história, matemáticas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na educação o foco, além de ensinar, é ajudar a integrar ensino e vida, conhecimento e ética, reflexão e ação, a ter uma visão de totalidade. Fala-se muito de ensino de qualidade. Muitas escolas e universidades são colocadas no pedestal, como modelos de qualidade. Na verdade, em geral, não temos ensino de qualidade. Temos alguns cursos, faculdades, universidades com áreas de relativa excelência. Mas o conjunto das instituições de ensino está muito distante do conceito de qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ensino de qualidade envolve muitas variáveis:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;    Organização inovadora, aberta, dinâmica. Projeto pedagógico participativo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;    Docentes bem preparados intelectual, emocional, comunicacional e eticamente. Bem remunerados, motivados e com boas condições profissionais.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;    Relação efetiva entre professores e alunos que permita conhecê-los, acompanhá-los, orientá-los.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;    Infra-estrutura adequada, atualizada, confortável. Tecnologias acessíveis, rápidas e renovadas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;    Alunos motivados, preparados intelectual e emocionalmente, com capacidade de gerenciamento pessoal e grupal. &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;O ensino de qualidade é muito caro, por isso pode ser pago por poucos ou tem que ser amplamente subsidiado e patrocinado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderemos criar algumas instituições de excelência. Mas a grande maioria demorará décadas para evoluir até um padrão aceitável de excelência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos, no geral, um ensino muito mais problemático do que é divulgado. Mesmo as melhores universidades são bastante desiguais nos seus cursos, metodologias, forma de avaliar, projetos pedagógicos, infra-estrutura. Quando há uma área mais avançada em alguns pontos é colocada como modelo, divulgada externamente como se fosse o padrão de excelência de toda a universidade. Vende-se o todo pela parte e o que é fruto as vezes de alguns grupos, lideranças de pesquisa, como se fosse generalizado em todos os setores da escola, o que não é verdade. As instituições vendem externamente os seus sucessos - muitas vezes de forma exagerada - e escondem os insucessos, os problemas, as dificuldades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos um ensino em que predomina a fala massiva e massificante, um número excessivo de alunos por sala, professores mal preparados, mal pagos, pouco motivados e evoluídos como pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos bastantes alunos que ainda valorizam mais o diploma do que o aprender, que fazem o mínimo (em geral) para ser aprovados, que esperam ser conduzidos passivamente e não exploram todas as possibilidades que existem dentro e fora da instituição escolar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A infra-estrutura costuma ser inadequada. Salas barulhentas, pouco material escolar avançado, tecnologias pouco acessíveis à maioria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ensino está voltado, em boa parte, para o lucro fácil, aproveitando a grande demanda existe, com um discurso teórico (documentos) que não se confirma na prática.. Há um predomínio de metodologias pouco criativas; mais marketing do que real processo de mudança.&lt;br /&gt;É importante procurar o ensino de qualidade, mas conscientes de que é um processo longo, caro e menos lucrativo do que as instituições estão acostumadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso desafio maior é caminhar para uma educação de qualidade, que integre todas as dimensões do ser humano. Para isso precisamos de pessoas que façam essa integração em si mesmas do sensorial, intelectual, emocional, ético e tecnológico, que transitem de forma fácil entre o pessoal e o social. E até agora encontramos poucas pessoas que estejam prontas para a educação com qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;José Manuel Moran&lt;/span&gt; - Especialista em projetos inovadores na educação presencial e a distância&lt;br /&gt;Texto publicado no livro Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica, 12ª ed. Campinas: Papirus, p.12&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://www.eca.usp.br/prof/moran/qual.htm"&gt;http://www.eca.usp.br/prof/moran/qual.htm&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37424711-8755009686311004901?l=nteitaperuna.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/caldeiraodeideias/~4/T5enHNQi9zY" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/caldeiraodeideias/~3/T5enHNQi9zY/ensino-e-educacao-de-qualidade.html</link><author>robsongarciafreire@gmail.com (Robson Freire)</author><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_YIwUWdeEdU0/SrLeJ1RLluI/AAAAAAAAEHc/oacTCwWCpxA/s72-c/qualidade_ensino.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://nteitaperuna.blogspot.com/2009/11/ensino-e-educacao-de-qualidade.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37424711.post-5599040823282238422</guid><pubDate>Sun, 08 Nov 2009 10:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-08T08:23:00.812-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">pesquisa</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">educação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ensino</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">professor</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">liberdade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sala de aula</category><title>Liberdade de Ensinar</title><description>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Como garantir a liberdade de ensinar na escola?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Vicente Martins&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Que devemos entender por liberdade de ensinar?&lt;br /&gt;Qual a relação entre a liberdade de ensinar e a liberdade de aprender?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://lella.files.wordpress.com/2008/10/freedomwriters2.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 550px; height: 364px;" src="http://lella.files.wordpress.com/2008/10/freedomwriters2.gif" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Para responder a estas questões , tomaremos, como ponto de  referência, o inciso II, do artigo 206, da Constituição de 1988, que se volta ao princípio de liberdade. No primeiro instante, pode-se levantar a questão do sentido de liberdade atribuído ao artigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos deduzir, a partir da leitura do inciso II, do artigo 206, da Constituição Federal, que se trata do reconhecimento de que, no processo de formação escolar, cabe à escola, representada por professores, alunos, principalmente estes, a decisão e o agir segundo a sua proposta pedagógica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As instituições podem assegurar a ação pedagógica ou o agir educacional do professor, no âmbito da educação escolar, respeitando suas metodologias próprias e diretivas segundo a orientação de sua educação superior. O que garante a liberdade de ensinar do professor é o respeito da escola a atitude pedagógica, o discernimento, a exegese que o mesmo faz da pedagogia posta no fazer escolar. &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Quem define, pois, caminho a percorrer, em sala, para fazer a aprender, é o professor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São quatro formas de liberdades pedagógicas, a saber:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;a) a liberdade de aprender&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;b) a liberdade de ensinar&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;c) a liberdade de pesquisar&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;d) a liberdade de divulgar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabe às instituições de ensino o reconhecimento de que o processo de formação escolar se dá fundamentalmente com a liberdade de aprender. Nesse princípio, fica claro que aprender é mais importante do que ensinar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Aprender deve resultar de uma condição de liberdade de escolha e do reconhecimento das potencialidades que caracterizam as pessoas na sua essência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dar liberdade para aprender significa o reconhecimento do efetivo exercício da potencialidade do aluno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;A liberdade de aprender se manifesta pelo reconhecimento de que a aprendizagem resulta de condicionamentos, implicações e consequências individuais. Por isso, quem tem liberdade de liberdade tem o poder conservar condicionamentos ou transformá-lo em benefício de uma assimilação ativa, essência do aprender.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aprendizagem do aluno depende da liberdade de ensinar do professor. Assim a liberdade de ensinar reside fundamentalmente no liberdade de pensamento e do fazer aprender a prender, de modo a externar, sem qualquer inspeção policialesca da escola, os modelos pedagógicos mais adequados para o trabalho com o alunos. Agora, caberá ao professor conhecer as diferentes pedagogias e métodos para fazer, nas diferentes situações, a escolha do modelo mais apropriado para o ensino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Ter liberdade de ensinar é ter a liberdade de escolher o que considera melhor para seus educandos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A liberdade de ensinar pressupõe, também, que ao professor sejam asseguradas as condições objetivas para  ensinar, instruir, transmitir conhecimento, através de suas exposições dialogadas e dos recursos materiais e tecnológicos disponíveis nas instituições de ensino, mas o professor poderá reconhecer que ensinar é fundamentalmente levar o aluno a aprender por si. Enfim, o professor deve ter liberdade de ensinar para poder viabilizar a liberdade de aprender do aluno. Quem sabe, ensina. Quem ensina com liberdade, educa. &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Quem sabe ensinar com liberdade e amor, desenvolve integralmente o educando.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A liberdade de pesquisar, especialmente na educação superior, é um princípio que os profissionais de educação não podem abrir mão para assegurar sua autonomia universitária. Todo professor deve ter o compromisso com a investigação pedagógica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os docentes da educação básica também estar engajados na investigação do processo ensino-aprendizagem, desenvolvendo trabalhos científicos que oxigenem o processo pedagógico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Quem tem a liberdade de aprender, de ensinar e pesquisar acaba desenvolvendo estratégias e atividades originais no ambiente escolar, de tal modo significativo que deve a liberdade de divulgar seu pensamento, sua arte e seu saber. Quem tem liberdade de aprender descobre que a verdadeira liberdade reside em ter um pensamento próprio e que nada no meio escolar justifica enclausuramento de ideias ou de sua memória crítica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem tem liberdade de ensinar transforma suas aulas em muito mais do que lições, mas em artes de ensinar, de tal modo que a liberdade de ensinar revela-se, em muitos professores, como a liberdade de pôr em prática uma ideia, valendo-se, para tanto, de sua competência técnica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando os professores transformam suas aulas em artes revela-se, que sob a liberdade de ensinar, podem obter resultados, no processo escolar, de modos diferentes, de formas pedagógicas das mais diversas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A liberdade de divulgar a arte refere-se, também, as formas de criação de caráter estético resultantes da vivência pessoa dos alunos e professores, manifestas em obras de arte, artes visuais, artes religiosas, artes populares, arte poéticas e artes musicais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando respeitamos a liberdade dos agentes da escola de divulgarem suas artes, passamos a valorizar a capacidade criadora dos artistas emergentes na escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;A liberdade de pesquisar exige a garantia da liberdade de divulgar o saber.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem pesquisa, fundamenta-se, pedagogicamente, no conhecimento adquirido nos cursos de atualização ou pós-graduação, nas leituras, na formação científica e na captura de informações por meio de recursos tradicionais ou eletrônicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Pesquisar é um imperativo para os profissionais de educação escolar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vicente Martins&lt;/span&gt; é professor da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), de Sobral, Ceará, Brasil&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://www.centrorefeducacional.com.br/liberens.htm"&gt;http://www.centrorefeducacional.com.br/liberens.htm&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37424711-5599040823282238422?l=nteitaperuna.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/caldeiraodeideias/~4/LHiZCZT8TEk" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/caldeiraodeideias/~3/LHiZCZT8TEk/liberdade-de-ensinar.html</link><author>robsongarciafreire@gmail.com (Robson Freire)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://nteitaperuna.blogspot.com/2009/11/liberdade-de-ensinar.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37424711.post-3603935395088259824</guid><pubDate>Sat, 07 Nov 2009 10:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-07T08:23:00.595-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">aprender a aprender</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ensinar</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">professor</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sala de aula</category><title>Aprender a aprender</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://media.smithsonianmag.com/images/montessori_main.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 353px; height: 530px;" src="http://media.smithsonianmag.com/images/montessori_main.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;Prof Izaias Resplandes&lt;/span&gt;&lt;div class="tex"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;          &lt;div style="font-style: italic;" class="info"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Publicado no Recanto das Letras em 20/07/2008&lt;br /&gt;  Código do texto: T1088705&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;“Ser ou não ser: eis a questão”. Apesar de sua idade centenária, a enunciação shakesperiana continua atualíssima, em face da constatação fática de que a posse do mundo se dá numa ordem inversamente proporcional ao crescimento do conhecimento que se tem dele. Se por um lado ele se amplia, em virtude dos avanços científicos, por outro, ele possui a cada dia menos donos, em decorrência da inércia e do comodismo da maioria dos homens de hoje. A verdade é que, enquanto o conhecimento se multiplica em progressão geométrica, a sua apropriação coletiva caminha a cavaleiro, em progressão aritmética. Aquela sede de saber tudo que tinha o homem do passado, hoje se esvaece diante das dimensões do conhecimento. Substitui-a o mais vil senso comum: eu não sei, não quero saber e tenho raiva de quem sabe. Triste realidade egocêntrica. A constatação de um que não tem condições de saber tudo, leva-o a não querer saber de nada. Típica atitude da raposa de La Fontaine. Não conseguindo alcançar os lindos cachos de uvas que pendiam do parreiral, exclama a raposa: “também, quem quer uvas verdes!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destarte, a descoberta de um ou mais paradigmas, que possam tornar possível à apropriação do verdadeiro conhecimento que hoje se produz no mundo, é o grande desafio que afronta a genialidade do homem deste século. Se não é possível tudo, então devemos selecionar e nos apropriarmos apenas do melhor. A nossa missão será encontrar as agulhas perdidas no palheiro cósmico do conhecimento. Para tanto, devemos ser capazes de separar o joio do trigo, o conhecimento aparente do verdadeiro, o que presta do que não tem valor. Isso irá requerer de nós uma formação diferenciada e que seja adequada a essa realidade.&lt;br /&gt;Preocupada com isso, a UNESCO deu a Jacques Delors a missão de chefiar uma equipe que pesquisasse as possibilidades para uma educação efetiva no século vinte e um. Do trabalho resultou o documento intitulado “Os quatro pilares da educação”, publicado como parte do livro “Educação: um tesouro a descobrir”, da Editora Cortez, São Paulo, 1999, pp. 89-102.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os quatro pilares envolvem o aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser. Uma coisa leva à outra. Mas, aqui focalizo apenas o aprender a aprender, o qual é a base para as demais estruturas. Não conseguindo isso, não faremos, não conviveremos e não seremos ninguém além de mais um na multidão de quase sete bilhões de seres que hoje enche o planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa linha, é de destacar que, entre tanto conhecimento e ante a impossibilidade de se apreender tudo, faz-se necessário que cada um saiba encontrar na vastidão o que realmente interessa. Não há mais aquela necessidade de decorar o fragmento que lhe caía nas mãos. Naquele tempo de poucos livros, ficava-se muito feliz caso se encontrasse uma bula de remédio para ler. Não importava o que significavam aquelas estranhas palavras, tais como dilametilamenofenildimetilpirazolona. O importante é que se tinha algo para se ler e decorar. Recordo-me de ter que dar a lição para o mestre, de cor, vírgula por vírgula, ponto por ponto. Então, ficava orgulhoso por demais, quando conseguia passar para a lição seguinte. Hoje, os tempos são outros e me entristeço de ter perdido tanto tempo de minha vida decorando aquelas coisas que foi sem sentido e sem utilidade para minha vida e das quais tenho poucas recordações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje o conhecimento é produzido e reproduzido por mil formas e em grande quantidade. Com o avanço das comunicações, é possível acessá-lo, a qualquer hora e em qualquer lugar. O conhecer não é mais uma questão de internalização da informação. O conhecimento é volátil, muda a toda hora. Terá sua posse aquele que tiver a técnica para adquiri-lo com rapidez, antes que se torne defasado. Nesse sentido, à educação não compete mais a transmissão do conhecimento. Aliás, isso nunca competiu de verdade. Tinha-se a ilusão de que alguém ensinava e de que alguém aprendia. Mas tudo não passava de um mundo de faz-de-conta. E o pior é que, ainda hoje tem muita gente que pensa dessa forma. Todavia, já está provado que ninguém educa ninguém. O homem é sujeito de sua própria aprendizagem. Segundo Amaral Fontoura, “aprende-se o que interessa. O resto decora-se para passar nos exames e se esquece no dia seguinte”. Daí, a pergunta que não quer calar: Então, qual a finalidade de se decorar algo que hoje tem apenas um valor relativo e amanhã, não vale mais nada? Nenhuma! Essa é a resposta. O professor da decoreba comete um verdadeiro atentado contra os novos tempos, quando prende seus alunos em pequenos fragmentos do saber, ao invés de prepará-los para adquirir o domínio de tudo o que vierem a necessitar durante sua vida e que tem realmente valor para ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A orientação dos sábios da UNESCO é que o professor deve ensinar a aprender e não a decorar. Aquele que se formou na escola da decoreba precisa voltar urgentemente aos bancos escolares. Seus paradigmas de ensino/aprendizagem não correspondem mais aos tempos atuais. Já estão superados. Sabe-se hoje que a educação é processual e que, uma vez iniciada, só termina com a morte. É algo para a vida toda. Aquele que se prende ao trabalho da decoreba, ainda não entendeu que o mundo é dinâmico e que não se repete. Aliás, de acordo com a velha lição de mestre Heráclito de Éfeso, um homem não banha duas vezes no mesmo rio, porque as águas de hoje, já não são as mesma de ontem. Aquelas já estão no mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclui-se. Estamos no tempo de aprender a aprender. Aquele que souber isso estará verdadeiramente preparado para viver. Do contrário, vai morrer de decorar e não vai sair do lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Izaias Resplandes de Sousa&lt;/span&gt; é professor de Matemática, Pedagogo, acadêmico de Direito (9º. Semestre) da UNIC - Primavera do Leste (MT) e membro da Igreja Neotestamentária de Poxoréu, MT. Blog: &lt;a href="http://www.respland.blogspot.com/"&gt;http://www.respland.blogspot.com&lt;/a&gt;.  Fundador e membro da UPE – União Poxorense de Escritores, Poxoréu, MT.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://recantodasletras.uol.com.br/artigos/1088705"&gt;http://recantodasletras.uol.com.br/artigos/1088705&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37424711-3603935395088259824?l=nteitaperuna.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/caldeiraodeideias/~4/U2h0XT9stLs" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/caldeiraodeideias/~3/U2h0XT9stLs/aprender-aprender.html</link><author>robsongarciafreire@gmail.com (Robson Freire)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://nteitaperuna.blogspot.com/2009/11/aprender-aprender.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37424711.post-352336838438099735</guid><pubDate>Fri, 06 Nov 2009 10:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-06T08:23:00.693-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">educação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">moral</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">escola</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">professor</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">virtude</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">pública</category><title>Sobre a antinomia: liberalismo versus comunitarismo</title><description>&lt;p style="text-align: right;" class="autor"&gt;Publicado em 27 de outubro de 2009&lt;/p&gt;&lt;p class="autor"&gt;Kelin Valeirão&lt;/p&gt; &lt;p class="autorclass"&gt;Mestre em Educação. Professora temporária da UFPel&lt;/p&gt; &lt;span class="imgesq"&gt;&lt;img src="http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/cienciassociais/img/0021.jpg" alt="" /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p&gt;O antigo debate entre os representantes do liberalismo e do comunitarismo girava em torno do seguinte problema: a questão sobre o politicamente "justo" pode ser separada da questão sobre o moralmente "bom". Enquanto os representantes da posição liberal querem salvar a validade universal dos princípios justos, desvinculando-os da resposta à questão sobre o bem, os representantes do comunitarismo, ao contrário, vinculam as questões sobre a justiça política à questão sobre a "boa vida". Contudo, não se deve ignorar que ambos os partidos baseiam-se nas mesmas suposições centrais. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com relação ao liberalismo, há duas gerações: o liberalismo libertário e o liberalismo social-democrata. O primeiro apresenta concepção individualista de liberdade e de "Estado mínimo". Segundo os principais seguidores dessa corrente, Hayek e Nozick, o Estado deve intervir o mínimo possível; o indivíduo deve determinar sozinho o seu projeto de vida.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para Hayek, a propriedade privada deriva das escolhas individuais. Logo, a situação financeira de um indivíduo está ligada diretamente às escolhas que ele fez; contudo não leva em consideração que a repartição inicial dos bens, feita pelo Estado, não foi justa. Aqui cabe salientar que, para Hayek, a sociedade não é uma construção racional, mas resulta de uma cooperação humana que se dá ao longo das gerações.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nozick, partidário do modelo de Hayek, em sua obra &lt;em&gt;Anarquia, Estado e Utopia&lt;/em&gt; (1974) apresenta diversas teses em contraposição à redistribuição de renda, defendendo que cada indivíduo tem direito legal sobre seus bens e as repartições devem se dar perante a troca, sendo injusta a repartição feita pelo Estado. Nozick expõe três princípios: &lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;princípio de apropriação legítima – pode-se tomar para si algo que não possui dono (Nozick reafirma a ideia proposta por Hobbes de que a terra não é de ninguém, diferentemente de Locke, que defende que ela é um bem de todos); &lt;/li&gt;&lt;li&gt;princípio da transferência – pode-se vender, doar, trocar etc. aquilo que lhe pertence; e, finalmente, &lt;/li&gt;&lt;li&gt;princípio da compensação - deve-se indenizar casos de direito que foram infringidos.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Já o liberalismo social-democrata (liberalismo igualitário), sustentado por Rawls e Dworkin, apresenta um individualismo circunspecto, visando à cooperação social embasada em uma concepção de justiça como equidade. Para este autor, a sociedade deve garantir os meios mínimos que permitam aos indivíduos realizar seus projetos de vida. Tal corrente apresenta o desdobramento do pensamento liberal clássico, apoiando que é obrigação da sociedade permitir aos menos aquinhoados uma vida decente.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Rawls é considerado um neocontratualista. O seu conceito de "posição original" (estado de natureza), criticado por Ronald Dworkin, propõe que, a partir de uma situação hipotética, os indivíduos (partes contratantes) deliberem sob o "véu da ignorância" (desconhecimento das nossas particularidades) acerca dos princípios de justiça que deverão governar o alicerce da sociedade. Aqui acrescenta-se que, mesmo na posição original de máxima igualdade, são inevitáveis as desigualdades sociais e econômicas. Para Dworkin,&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt;mesmo sob o véu da ignorância, as pessoas não necessariamente contratariam [...]. Elas bem poderiam arriscar e assumir princípios de justiça não igualitários achando que estariam em posições de vantagem sobre os demais. Portanto, segundo Dworkin, a tentativa de Rawls de mostrar que as liberdades básicas são mais importantes do que as diferenças econômicas e sociais simplesmente é falha. &lt;div class="referencia"&gt;(Dworkin &lt;em&gt;apud&lt;/em&gt; Dall’Agnol, 2003, p. 3)&lt;/div&gt;.&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;O norte-americano Rawls, em sua obra &lt;em&gt;Uma Teoria da Justiça&lt;/em&gt; (1971),defende que a justiça só se realiza na vida social e quando todos os envolvidos pensam juntos as regras básicas desse convívio. O conceito de justiça é denominado justiça como equidade (em inglês, &lt;em&gt;justice as faimess&lt;/em&gt;),tratando das condições equitativas em que os participantes do acordo original escolhem os princípios: da justiça e da concepção liberal.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo Dworkin, as diferenças entre os indivíduos são reflexo de suas ambições e concepções acerca do que é o bem, sendo oriundas das livres escolhas feitas ao longo da existência. Dessa forma, o liberalismo igualitário demanda que todos os indivíduos possam usufruir de um conjunto de direitos e liberdades, exigindo que o governo amenize as desigualdades procedentes das distribuições naturais desiguais a partir de políticas de redistribuição.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Enquanto Rawls propõe a posição original, Dworkin apresenta o "leilão", uma estratégia mais desenvolvida que a rawlsiana. No leilão, inicialmente, todos precisam aceitar o princípio de que ninguém tem o direito prévio a nenhum recurso e que este deve ser repartido igualmente entre todos; depois, far-se-á o "teste de cobiça", pois, segundo Dworkin, deve-se garantir a distribuição ideal. Num segundo momento, são criadas instituições com vistas à garantia da equidade estabelecida no leilão.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ainda sobre o leilão, Dworkin admite que mesmo depois dele e do teste da cobiça surgirão desigualdades. Logo, percebe-se que uma distribuição inicial igualitária não é o bastante para corrigir outra fonte de desigualdade, que é a distribuição de talentos, pois, segundo Dworkin, as escolhas surgem também a partir dos talentos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Dworkin, numa crítica a Nozick, sustenta que se os indivíduos fossem dotados de talentos iguais haveria harmonia contínua de recursos. Cabe evidenciar que, enquanto Dworkin prioriza pela igualdade, Nozick vê a liberdade como elemento crucial, não se preocupando com a questão igualitária. Além disso, Dworkin não concorda com o "papel quase exclusivo dado ao direito à propriedade e, consequentemente, à concepção minimalista de Estado e das funções que ele deve cumprir" (Dall'Agnol, 2003, p. 3), havendo grande divergência entre o pensamento dos dois.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ainda sobre o pensamento de Dworkin, o professor Dall'Agnol coloca a questão problemática: "a filosofia política de Dworkin parece ser algum tipo de &lt;em&gt;liberalismo idealizado&lt;/em&gt;" eacrescenta: "autores como Rawls, ao dar prioridade para as liberdades e imediatamente reconhecer que elas produzem desigualdades sociais, parecem ser mais realistas" (idem, p. 11). Enquanto Dworkin,&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt;ao colocar a igualdade como fundamento do liberalismo, [...] é levado a aceitar, em primeiro lugar, um conceito meramente formal de igualdade (igual respeito e consideração) e, em segundo, tipos de igualdade mais substantivos (de recursos, de oportunidades etc.), mas que ainda estão longe de satisfazer uma versão mais radical de igualitarismo. &lt;div class="referencia"&gt;(idem, p. 11)&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;Os projetos de Rawls e Dworkin não têm pretensões universalistas, não objetivam acabar com a desigualdade, mas, sim, criar uma desigualdade justa; seus modelos liberais oferecem um conjunto de dispositivos procedimentais com o propósito de estabelecer um conceito de justiça que é executável numa sociedade democrática, enfatiza-se: somente numa sociedade onde não há grandes diferenças sociais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Opondo-se à obra de Rawls, alguns pensadores inspirados nas ideias de Aristóteles e Hegel – citam-se: Alasdair Maclntyre, Michael Sandel, Charles Taylor e Michael Walzer –, taxados como comunitaristas, criticam a teoria liberal, embora não se identifiquem expressamente com o comunitarismo. O debate travado entre o comunitarismo (particularismo) e o liberalismo (universalismo), para reanimar, tem como pano de fundo a tensa relação entre a tradição universalista da cultura ocidental moderna e a retomada da acentuação da identidade comunitária.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O termo &lt;em&gt;comunitarismo&lt;/em&gt; surgiu somente após a obra célebre: &lt;em&gt;Uma Teoria da Justiça&lt;/em&gt;,que foi publicada em plena Guerra do Vietnã. De forma simplificada, o comunitarismo (&lt;em&gt;communitarianism&lt;/em&gt;)deriva do pensamento aristotélico e hegeliano, enquanto o liberalismo deriva principalmente do pensamento de Locke, Rousseau e Kant. Contudo, alguns especialistas no assunto acreditam que nesta perspectiva ter-se-iam dois modelos contraditórios, formando um reducionismo que impediria observar semelhanças entre o pensamento aristotélico e as teorias liberais defendidas por Rawls, Dworkin etc.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A corrente comunitarista proclama o valor da comunidade, defendendo que não é preciso construir uma nova comunidade, mas, sim, preservar a já, existente. Essa corrente tem sua base na ideia hegeliana de reconciliar o homem ao seu mundo; a crítica dos comunitaristas aos liberais é a mesma dirigida por Hegel a Kant.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O movimento comunitarista reprova qualquer pensamento que dê prioridade ao indivíduo (individualista), assim como despreza toda ambição universalista das normas morais, afirmando que a política duradoura deve se fundar em recursos empíricos, psicológicos e sociológicos, abrindo espaço à História – apega-se à tradição, todavia não objetiva transformar a realidade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Cabe salientar que o comunitarismo não apresenta nenhuma ideia transformadora porque não está preocupado com a transformação social, mas, sim, em assumir os problemas sociais. Nessa corrente, o sujeito é o que a cultura defende, havendo uma busca não pela transformação, mas pelo reconhecimento social. A corrente comunitarista se aproxima do multiculturalismo, afirmando que os modelos liberais de Rawls e Dworkin ratificam que uma justiça liberal não deve permitir que o Estado promova uma cultura em detrimento de outras, declarando débil a antropologia da qual partem os liberais, pois estes enxergam os seres humanos como indivíduos abstratos, sem raízes, sem obrigações etc.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Pierre Aubenque, em seu artigo "Aristóteles era comunitarista?", deixa bastante claro que enquanto os liberais, em sua maioria, sustentam-se na filosofia política moderna, os chamados comunitaristas tentam recuperar a filosofia prática aristotélica, sendo também chamados de neoaristotélicos. Nas palavras de Aubenque:&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt;O comunitarismo é, de um modo geral, uma reação contra o liberalismo das teorias modernas dos direitos dos homens, ao que ele opõe os direitos específicos dos homens pertencendo, em primeiro lugar, a uma comunidade determinada, consistindo o primeiro destes direitos na afirmação de sua própria identidade cultural e a recusa de dissolvê-la numa universalidade, fosse ela racional.&lt;div class="referencia"&gt;(2004, p. 5)&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;Entendido isto, o professor Aubenque parte à análise de que lado Aristóteles se encontra, dos comunitaristas ou dos liberalistas; contudo, para conceituar o termo "comunitarismo" fundamenta-se no livro &lt;em&gt;Los limites de Ia comunidad,&lt;/em&gt; de Carlos Thiebault, que defende que os seguidores do movimento comunitarista apresentam alguns pressupostos em comum na crítica ao liberalismo. Cita-se: "a prioridade das noções de bem sobre os acordos de justiça"; "a crítica ao eu sem atributos do pensamento atomista liberal"; e, finalmente, "a inevitabilidade dos determinantes contextuais e históricos, na forma de valores comunitários e tradições" (Thiebault &lt;em&gt;apud&lt;/em&gt; Aubenque,2004, p. 6).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ancorado nas observações de Thiebault, Aubenque desenvolve os três pontos separadamente. Num primeiro momento, defende que, segundo Aristóteles, "a&lt;em&gt; polis&lt;/em&gt; não é uma agregação artificial de indivíduos naturalmente solitários, que somente ascenderiam à vida política por um contrato" e acrescenta que cada indivíduo "alienaria sua independência sob a condição da representação de uma utilidade mais elevada" (Aubenque, 2004, p. 8). Sem tardança, percebe-se que:&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt;Aristóteles não é liberal no sentido da modernidade. Não é a solidão (como em Rousseau), mas é a participa­ção na comunidade que é para ele "natural". Mas esta participação é ativa e voluntária: a prova disto é que o indivíduo pode escapar, seja por excesso, se ele é um ser quase divino, "um deus entre os homens", que seria ele mesmo a, Lei; seja por falta, caso no qual ele recai na bestialidade. No caso mais frequente, o homem, que é "por natureza" um animal comunitário, atualiza esta tendência natural; mas essa atualização tem necessidade de ser auxiliada e orientada pelo logos. &lt;div class="referencia"&gt;(idem, p. 9)&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;Num segundo momento, discorre sobre a comunidade que, segundo Aristóteles, é transitória. Além disso, a comunidade deve ser: nem excessivamente grande nem excessivamente pequena, pois, caso seja muito grande, haverá nos cidadãos a ausência de pertencer a uma única comunidade, podendo se tratar de um povo, contudo não de uma &lt;em&gt;polis&lt;/em&gt;. E, se for muito pequena, não terá uma economia autossuficiente. No entanto, há outra condição que não pode ser dispensada à vivência da cidade: a unidade étnica.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Aristóteles acredita que a cidadania é fundada na lei; as reflexões étnicas não constituem uma norma, adicionando que nada justifica "pela pluralidade das etnias e das características nacionais, uma pluralidade de comunidades aderindo a diferentes sistemas de valores" (idem, p. 11), pois, para o estagirita, são autênticos em sua diversidade. Nessa perspectiva, a questão primordial à problemática política é descobrir uma constituição (&lt;em&gt;politeia&lt;/em&gt;)sensata e executável em todas as comunidades. Aqui, cabe a reflexão de Aubenque:&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt;Para dizê-lo nos termos do debate contemporâneo entre liberais e comunitaristas, o bem da cidade é, para Aristóteles, um bem substancial, não procedural, e ele está, neste sentido, muito distante do liberalismo dos Modernos. &lt;div class="referencia"&gt;(idem, p. 13)&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;Finalmente, num terceiro momento, Aubenque discorre sobre a questão da justiça. Já no primeiro parágrafo, classifica suas ideias apresentadas anteriormente em oposição ao pensamento de Maclntyre; para Aubenque, "nada indica que as virtudes aristotélicas correspondem aos modelos ou paradigmas ligados a uma certa civilização", assim como, não são "suscetíveis de variar de uma comunidade a outra no espaço e no tempo" (idem, p. 15). Segundo Aubenque,&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt;é verdade que, contrariamente ao que afirmam os liberais modernos, a justiça é para Aristóteles uma virtude substancial, mais fundamental que os acordos que ela poderia ocasionar. As regras da justiça não são o resultado de um procedimento contratual, pelo qual os homens fixariam as regras de sua vida em comum. Essas regras não derivam da convenção, nem mesmo de um consenso espontâneo ou ainda de um contrato tácito, isto é, em todos estes casos não derivam de um procedimento que fundamentaria sua validade relativa, ela mesma revogável segundo o mesmo procedimento (por exemplo, o procedimento do voto). As regras de justiça são normas, os &lt;em&gt;nomoi&lt;/em&gt;, mas que derivam da &lt;em&gt;physis&lt;/em&gt;, quer dizer, da natureza das coisas e do homem. &lt;div class="referencia"&gt;(idem, p. 15)&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;Percebe-se que, segundo Aubenque, Aristóteles é um comunitarista no sentido de que, para ele, &lt;em&gt;a polis&lt;/em&gt; não pode ser um aglomerado artificializado de indivíduos solitários que somente suscitariam à vida política através de um acordo. No entanto, não é coerente classificá-lo em oposição ao liberalismo, haja vista que essa visão reducionista impediria estabelecer semelhanças entre o pensamento ético-político de Aristóteles e as teorias liberais. Nas palavras do autor:&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt;A filosofia política de Aristóteles é uma filosofia de inspiração naturalista, que se opõe claramente ao formalismo e ao proceduralismo dos modernos. Mas o naturalismo não conduz, necessariamente, ao relativismo. Pois a natureza não é somente um dado, que seria, de fato, diversificado, mas um &lt;em&gt;telos&lt;/em&gt;, que no homem, animal racional, toma a forma de um fim a atingir em comum, de uma tarefa coletiva a realizar. Esta tarefa e o &lt;em&gt;logos&lt;/em&gt; que é seu instrumento são os mesmos para todos os homens. &lt;div class="referencia"&gt;(idem, p. 19)&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;Com relação aos chamados comunitaristas, pensadores que se opõem ao liberalismo, avizinham-se ao "culturalismo" ao defender que a razão prática é histórica, havendo a impossibilidade da universalidade proposta pelos liberais. Entre eles encontram-se os já citados Maclntyre, Sandel, Taylor e Walzer; falar-se-á de forma sintetizada sobre algumas de suas principais ideias.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para Alasdair Maclntyre, "a moralidade contemporânea possui um pluralismo moral de forma superficial, no qual não se encontra um diálogo organizado de opiniões em interseção"; acrescenta que essa moralidade "possui uma mistura desarmônica de fragmentos mal organizados" (Maclntyre &lt;em&gt;apud&lt;/em&gt; Silveira, 2006, p. 8). Para ele, tal situação é fruto do pensamento iluminista do século XVIII, ao tentar demonstrar a moralidade fundamentada na separação da racionalidade com relação à tradição. Segundo Silveira,&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt;a proposta de Maclntyre visa a corrigir o projeto do iluminismo que rejeitou a tradição aristotélica, colocando novamente em pauta uma ética das virtudes com inspiração em Aristóteles, na qual regras e princípios possam ter significado no interior de uma definição socialmente compartilhada do bem último do homem, isto é, estabelecer uma retomada da ética aristotélica das virtudes como uma tradição moral de pesquisa racional. &lt;div class="referencia"&gt;(Silveira, 2006, p. 10)&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;Sobre o pensamento de Michael Sandel, evidencia-se que vê a justiça somente como uma virtude "curativa", tendo como função reparar as necessidades provenientes da falta de virtudes mais nobres como a boa vontade e a solidariedade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Enquanto Rawls atesta que é um exagero considerar o contexto social como requisito para definir os indivíduos, Sandel e Taylor reafirmam que o indivíduo somente desenvolve sua identidade no contexto social, e cultural. Nas palavras de Taylor:&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt;a objeção [dos multiculturalistas] é a de que o conjunto supostamente neutro de princípios cegos à diferença da política da dignidade igual de fato é o reflexo de uma cultura hegemônica. Do modo como isso se apresenta, então, somente as culturas minoritárias ou suprimidas são obrigadas a assumir uma forma que lhes é estrangeira. Em consequência, a sociedade supostamente equitativa e cega a diferenças não é somente desumana (porque suprime identidades) mas também, de uma forma inconsciente e sutil, altamente discriminatória. &lt;div class="referencia"&gt;(Taylor &lt;em&gt;apud&lt;/em&gt; Vita, 2002, p. 7)&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;Para Charles Taylor, tanto o comunitarismo quanto o liberalismo são dois modelos de cidadania. No entanto, o primeiro define a participação no governo tendo a liberdade como pré-requisito, componente essencial da cidadania. Já o segundo fundamenta-se nos direitos individuais e no tratamento igual. Taylor, com sua visão comunitarista, enfatiza a cultura e o grupo social que concedem identidades aos indivíduos "atomizados" pelas tendências sem raízes da sociedade liberal. Para ele, a sociedade é anterior ao indivíduo; este é constituído por fins que não escolhe, todavia descobre em função da sua existência em contextos culturais partilhados no convívio social.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O comunitarista Michael Walzer considera absurda a tentativa dos liberais de buscar uma teoria universal de justiça, pois defende que ela não reside fora da comunidade; logo, não pode se dar fora da história cultural. Ademais, uma sociedade justa deve agir conforme as compreensões individuais partilhadas pelos membros comunitários. Para Walzer, os princípios da justiça são mais da ordem cultural que da ordem filosófica.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Por fim, neste terceiro momento, pretende-se mostrar que do ponto de vista filosófico é prioritário ratificar o liberalismo igualitário, principalmente o pensamento sustentado por Ronald Dworkin, que tenta "mostrar que a liberdade e a igualdade não se contradizem, mas se completam". Ademais, cabe salientar que "sua compreensão do liberalismo &lt;em&gt;é sui generis&lt;/em&gt; na medida em que acredita que a igualdade é o seu fundamento" (Dall'Agnol, 2003, p. 2). Nas palavras do professor:&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt;Dworkin considera a igualdade o motor do liberalismo. Por subordinar os direitos individuais à ideia de igualdade de respeito e consideração, a teoria política de Dworkin precisa ser denominada "igualitarismo liberal", e não simplesmente ser conhecida como uma versão, entre outras, de liberalismo. &lt;div class="referencia"&gt;(idem, p. 4)&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;No entanto, finalizar-se-á este trabalho embasado na premissa que considera a separação entre liberalismo e comunitarismo um afastamento reducionista, pois, como já foi visto, segundo Aubenque, Aristóteles não é um comunitarista no sentido empregado pelos contemporâneos; apresenta também princípios universais em seu pensamento ético-político.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Defende-se que o reducionismo presente no &lt;em&gt;slogan&lt;/em&gt;: liberalismo &lt;em&gt;versus&lt;/em&gt; comunitarismo faz com que o rico pensamento de Aristóteles fique fadado a uma mera visão comunitarista, não levando em consideração a possível universalidade posta pelo estagirita. Segundo o professor Silveira:&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt;Aristóteles não subscreve a tese particularista da prioridade da percepção moral em casos particulares, pois, mesmo que o agente moral não possua uma lista completa de princípios éticos que possibilite a adequação do caso particular com o princípio acertado, os indivíduos são orientados por princípios gerais para a ação, o que estabelece, por conseguinte, que o indivíduo possui uma capacidade com conteúdo que é fornecida pelas generalizações, porém essas generalizações não se apresentam como suficientes para a decisão contingente acertada. &lt;div class="referencia"&gt;(Silveira, 2005, p. 316)&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;Aristóteles apresenta uma visão diferenciada já na constituição dos conceitos como o de comunidade, justiça etc., assim como utiliza-se também de princípios universais, porém reconhece que a ética é do âmbito da &lt;em&gt;praxis&lt;/em&gt; (racionalidade humana e ação humana). Logo, não é uma ciência exata como a matemática, pois cabe ao indivíduo (agente da ação) possuir o discernimento na aplicação de princípios generalizantes em situações particulares.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Contudo, a inexatidão da ética não pode ser vista nem como uma renúncia a universalidade nem como uma defesa ao relativismo, pois, para Aubenque, "a ação moral, que é particular, é um caso particular da ação humana em geral, isto é, da &lt;em&gt;práxis”&lt;/em&gt; (Aubenque &lt;em&gt;apud&lt;/em&gt; Silveira, 2005, p. 318).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Assim:&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt;Parece que este confronto contemporâneo entre os partidários de uma ética das virtudes e os defensores de uma ética dos princípios tem por base o estabelecimento de uma pretensa dicotomia. A ética das virtudes, que utiliza como critério de correção as ações (excelências) desejáveis socialmente, teria, assim, um modelo social, isto é, uma matriz comunitária [...]. A ética dos princípios que utiliza como critério de correção o dever moral que obriga todos os indivíduos que querem fazer parte da comunidade moral (hipotética), enquanto seres racionais e morais, a ter um modelo individual, isto é, uma matriz liberal, em que o indivíduo é considerado como responsável por sua escolha e ação, sendo autônomo quando se autoimpõe a norma moral que é universal. &lt;div class="referencia"&gt;(Silveira, 2006, p. 7)&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;h2&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Referências bibliográficas&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;AUBENQUE, Pierre. Aristóteles era comunitarista? Trad. Agemir Bavaresco (UCPel) e João Hobbus (UFPeI). &lt;em&gt;Dissertatio&lt;/em&gt;. Pelotas: Instituto de Ciências Humanas-Departamento de Filosofia, n. 19-20, 2004.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;BERTI, Enrico. &lt;em&gt;Aristóteles no século XX.&lt;/em&gt; São Paulo: Loyola, 1997.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;CREMASCHI, Sérgio. Tendências neo-aristotélicas na Ética Atual. &lt;em&gt;In&lt;/em&gt;: OLIVEIRA, Alfredo Araújo. &lt;em&gt;Correntes fundamentais da ética contemporânea.&lt;/em&gt; Petrópolis: Vozes, 2000.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;DALL'AGNOL, Darlei. &lt;em&gt;O igualitarismo liberal de Dworkin&lt;/em&gt;. Manuscrito, 2003.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;DWORKIN, Ronald. &lt;em&gt;Uma questão de princípio.&lt;/em&gt; São Paulo: Martins Fontes, 2005.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;IRWIN, T. H. A ética como uma ciência inexata: as ambições de Aristóteles para uma teoria moral. Trad. Sílvia Altmann. &lt;em&gt;Analytica,&lt;/em&gt; Rio de Janeiro, 1996, p. 13-73.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;MOREIRA, Luiz. A igualdade é importante? &lt;em&gt;In&lt;/em&gt;: DWORKIN, R. &lt;em&gt;A virtude soberana.&lt;/em&gt; São Paulo: Martins Fontes, 2005, p. 02-25.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;OLIVEIRA, Nythamar de. &lt;em&gt;Rawls.&lt;/em&gt; Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;SILVEIRA, Denis Coitinho. &lt;em&gt;A retomada da Ética das Virtudes,&lt;/em&gt; manuscrito, 2006.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;SILVEIRA, Denis Coitinho. A Ética Aristotélica das Virtudes e a Educação: complementaridade entre o universalismo e o particularismo. In: &lt;em&gt;Filosofia e Educação&lt;/em&gt;. Santa Maria: FAGS-UFSM, 2005, p. 315-338.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;SILVEIRA, Pablo da. Aristóteles y Ia filosofia política contemporánea: crónica de un reencuentro. &lt;em&gt;Dissertatio.&lt;/em&gt; Pelotas: Instituto de Ciências Humanas: Departamento de Filosofia, n. 8, 1998.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;VITA, Álvaro de. Liberalismo igualitário e Multiculturalismo. &lt;em&gt;Lua Nova: Revista de Cultura e Política&lt;/em&gt;, n. 55-56, São Paulo, 2002.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/cienciassociais/0021.html"&gt;http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/cienciassociais/0021.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37424711-352336838438099735?l=nteitaperuna.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/caldeiraodeideias/~4/Ovrd3WTF-k8" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/caldeiraodeideias/~3/Ovrd3WTF-k8/sobre-antinomia-liberalismo-versus.html</link><author>robsongarciafreire@gmail.com (Robson Freire)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://nteitaperuna.blogspot.com/2009/11/sobre-antinomia-liberalismo-versus.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37424711.post-2733455199337885358</guid><pubDate>Thu, 05 Nov 2009 10:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-05T13:20:08.814-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">educação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">recursos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">escola</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">professor</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sala de aula</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">twitter</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">tecnologico</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">comunicação</category><title>O Twitter na nova Educação</title><description>&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;Texto &lt;a href="http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/twitter-educacao-507544.shtml#"&gt;Luciana Maria Allan&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;Um olhar crítico sobre os recursos tecnológicos disponíveis deve ser uma prática permanente na nova Educação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;                                   &lt;div class="fotoMt_padrao_ml"&gt; &lt;/div&gt;                                         &lt;div class="fotoMt_padrao"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;                                         &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;img style="width: 309px; height: 217px;" src="http://educarparacrescer.abril.com.br/imagens/aprendizagem/twitter.jpg" alt="Foto: O @colband segue especialistas e repassa para os alunos as últimas tendências" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                                         &lt;/div&gt;                                  &lt;div class="fotoMt_padrao_mr"&gt; &lt;/div&gt;                                 &lt;/div&gt;                                 &lt;div&gt;                                     &lt;div class="fotoMt_padrao_bl"&gt; &lt;/div&gt;                                     &lt;div class="fotoMt_padrao_bc"&gt; &lt;/div&gt;                                     &lt;div class="fotoMt_padrao_br"&gt; &lt;/div&gt;                                 &lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;O @colband segue especialistas e repassa para os alunos as últimas tendências&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O &lt;a target="_blank" href="http://www.twitter.com/"&gt;Twitter&lt;/a&gt; é uma ferramenta de microblogging que permite a troca de mensagens, com até 140 caracteres. Provavelmente, você já leu esta definição em dezenas e dezenas de artigos. Muitos deles ensinando como redigir o conteúdo a ser compartilhado; outros questionando as funcionalidades desta rede social.&lt;br /&gt;&lt;p&gt;A nova Educação, calcada principalmente nos elementos humanos e na real troca de experiência, exige um planejamento preciso. Dessa forma, um olhar crítico sobre os recursos tecnológicos disponíveis deve ser uma prática permanente. Portanto, entender as funcionalidades e sua essência é requisito básico. Caso contrário, não se tem eficácia. Parece óbvio, mas poucos fazem desta forma!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na maioria das vezes, no Twitter, mensagens sem propósitos povoam as páginas; usuários seguem outros sem qualquer critério; e links são postados sem acrescentar conteúdo. Na área de Educação, por exemplo, é comum lermos mensagens questionando a qualidade do ensino ("O ensino no Brasil tem qualidade?") ou defendendo a sua importância ("Educação é fundamental"). Mas poucas apresentam soluções ou caminhos a serem seguidos para obter resultados significativos. Talvez isso ocorra porque poucos conhecem a verdadeira utilidade das ferramentas sociais: propagar discussões e, ao mesmo tempo, oferecer elementos para o aprimoramento contínuo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste contexto, as poucas ações sérias e de qualidade merecem destaque. O &lt;a target="_blank" href="http://twitter.com/colband"&gt;Colégio Bandeirantes&lt;/a&gt;, por exemplo, utiliza o Twitter para divulgar informações dos departamentos, curiosidades e convites. Com mais de 500 seguidores, o @colband, além de noticiar informações institucionais, segue especialistas e repassa para os alunos as últimas tendências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com uma proposta clara ("o nosso propósito de formação integrada valoriza o desenvolvimento de potencialidades intelectuais e afetivas dos nossos alunos"), o Twitter do Colégio Bandeirantes foi estruturado após muito planejamento e é decorrência de uma ampla pesquisa da instituição para a escolha do conteúdo a ser propagado. O resultado: alunos seguem, propagam as informações divulgadas pelo @colband e têm a oportunidade de enviar mensagens diretas para o Twitter, tirando dúvidas e fazendo considerações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras instituições de ensino também estão se relacionando de forma efetiva no Twitter – embora com mais timidez do que o @colband: &lt;a target="_blank" href="http://www.twitter.com/tparthenon"&gt;Parthenon&lt;/a&gt; (@tparthenon), com 157 seguidores; &lt;a target="_blank" href="http://www.twitter.com/colegiobilac"&gt;Bilac&lt;/a&gt; (@colegiobilac), com 90 seguidores; e &lt;a target="_blank" href="http://www.twitter.com/8DanteDigital"&gt;Dante Alighieri&lt;/a&gt; (@colegiodante), com 270 seguidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, ações eficazes como estas e do Colégio Bandeirantes são muito limitadas. Já no exterior, são mais evidentes. Além dos colégios aderirem à ferramenta para propagar informações, os próprios alunos estão sendo incentivados a utilizá-la. O The Guardian noticiou, recentemente, que &lt;a target="_blank" href="http://www.guardian.co.uk/education/2009/mar/25/primary-schools-twitter-curriculum"&gt;ensinamentos relacionados ao Twitter farão parte do currículo das escolas primárias do Reino Unido&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, essa revolução deve demorar para acontecer. Por aqui, começou, recentemente, o debate de estudos antigos, como, por exemplo, o "&lt;a target="_blank" href="http://www.scribd.com/doc/2286799/Can-we-use-Twitter-for-educational-activities"&gt;Can we use Twitter for educational activities?&lt;/a&gt;" ("Podemos usar o Twitter para atividades educacionais?", em português). Detalhe: o documento foi lançado pelas pesquisadoras Gabriela Grosseck e Carmen Holotescu em 2008, atestando, de certa forma, a falta de agilidade brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo defende, por exemplo, a necessidade de se twittar dentro das salas de aulas, promovendo a rápida discussão de temas, e reforça a necessidade do Twitter ser utilizado como ferramenta educacional. Outras dicas interessantes: compartilhamento de vídeos de aprendizagem; reenvio de tweets interessantes e divulgação de mensagens com os links do site, blog ou podcast da instituição de ensino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não esqueça: faça enquetes, abra discussões, troque experiências com os alunos e aproveite a oportunidade para despertar o senso crítico e o poder de síntese dos discentes – uma das competências mais privilegiadas hoje no mercado de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais importante do que divulgar informações é fazer com que a mensagem seja compreendida de forma clara, simples e sintética! No próximo artigo, falaremos sobre as outras ferramentas que discutem as novas tecnologias aplicadas à Educação. Enquanto isso, explore o &lt;a target="_blank" href="http://www.ning.com/"&gt;NING&lt;/a&gt;. Lá, há comunidades interessantes sobre Educação, novas tecnologia e inclusão digital. Aproveite!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;(*) &lt;a target="_blank" href="http://www.institutocrescer.org.br/novo/i_diretoria_2.asp?CodDiretor=%201"&gt;&lt;strong&gt;Luciana Maria Allan&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; é diretora do Instituto Crescer Para a Cidadania e doutoranda na Faculdade de Educação da USP. E-mail: &lt;a href="mailto:luciana@institutocrescer.org.br"&gt;luciana@institutocrescer.org.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;Fonte: &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/twitter-educacao-507544.shtml"&gt;http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/twitter-educacao-507544.shtml&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37424711-2733455199337885358?l=nteitaperuna.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/caldeiraodeideias/~4/_gHzUacq_Xs" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/caldeiraodeideias/~3/_gHzUacq_Xs/o-twitter-na-nova-educacao.html</link><author>robsongarciafreire@gmail.com (Robson Freire)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://nteitaperuna.blogspot.com/2009/11/o-twitter-na-nova-educacao.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37424711.post-4691705057041440612</guid><pubDate>Wed, 04 Nov 2009 10:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-04T08:23:00.269-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">educação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">livre</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">professor</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">mundo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">liberdade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sala de aula</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">TV Escola</category><title>O mundo livre e a liberdade na escola</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_lMn5IGR7Me4/SXiATm6mmQI/AAAAAAAAASw/bIDD0w_yhYM/s400/viva+a+liberdade.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lMn5IGR7Me4/SXiATm6mmQI/AAAAAAAAASw/bIDD0w_yhYM/s400/viva+a+liberdade.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Alberto Tornaghi1&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Liberdade - [Do lat. Libertate.]  S. f.  1. Faculdade de cada um se decidir ou agir segundo a própria determinação(...)  3. Faculdade de praticar tudo quanto não é proibido por lei.  4. Supressão ou ausência de toda a opressão considerada anormal, ilegítima, imoral (...)  6. Independência, autonomia (Dicionário Aurélio Eletrônico)2 .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Liberdade. Software livre. Mundo livre. Escola livre... O que significa essa liberdade a que nos referimos e o que isto tem a ver com a nossa realidade do dia-a-dia? O que é um software livre? O que existe em oposição a "Software Livre"?, "Software Preso"? Vamos discutir neste texto o que é "software livre" e como esse "software livre" mexe com nosso trabalho na escola, bem como quais as liberdades que ele pode trazer para a escola e para a comunidade em que esta está inserida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é software livre?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Software é a palavra da língua inglesa que designa programa de computador.  Alguns exemplos podem ser um editor de textos, um programa de cálculos, um jogo de computador, o Windows, o Linux...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Windows e Linux são dois programas de computador com finalidades semelhantes: são "sistemas operacionais", os programa básicos de que todo computador precisa para funcionar.  Os programas que usamos em computador, nós "pobres mortais - usuários", precisam de um sistema operacional para funcionar. Um sistema operacional é o programa que fica entre nós e o computador, como um tradutor que consegue entender nossas ordens e traduzi-las para a linguagem do computador, para os bits e bytes, aquela linguagem digital com a qual os computadores sabem operar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Linux é um sistema operacional livre, o Windows um sistema operacional proprietário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual a diferença fundamental que há entre eles?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expressão "software livre", que passarei a chamar de "programa livre" neste texto, é tradução da expressão em  inglês "free software".  Essa expressão, se traduzida literalmente, pode ser entendida como programa livre mesmo e não "programa gratuito" o que não é exatamente verdade, ainda que muitos programas livres possam ser conseguidos legalmente sem custos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expressão "programa livre" foi criada em oposição ao conceito de "programa proprietário". São chamados de "programas proprietários" os programas de computador que são propriedade de alguém, programas que têm dono e que não podem ser modificados, alterados, vendidos ou utilizados sem autorização expressa de seu dono. A maior parte dos programas que encontramos para vender nas prateleiras das lojas de computador é "programa proprietário".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que compramos na loja não é o programa em si, mas o direito de usá-lo. Por exemplo, quando compramos um CD de música, não compramos as músicas em si, mas adquirimos o direito de ouvi-las.  Quem compra um CD de música não tem o direito de fazer uma cópia dele e vender, nem de receber direitos a cada vez que o CD é tocado.  Estes são direitos do dono da música, que pode ser seu autor ou alguém que comprou os direitos sobre a música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já os "programas livres" podem ser utilizados, modificados, adaptados por qualquer um que tenha competência para tal, sem necessitar de autorização de quem quer que seja para fazê-lo. O programa não tem um dono que recebe direitos a cada vez que o programa é comercializado ou utilizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o mesmo ocorresse com as músicas, você poderia se "apropriar" de uma "música livre" qualquer de que gostasse, mudar algumas notas ou frases musicais e apresentá-la: "esta é a minha versão para a música x".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por trás destes conceitos, ou mais apropriado ainda seria dizer, junto com estes conceitos, está uma concepção de produto intelectual como produto de direito público.  Sabemos que os chamados produtos intelectuais trazem "direito autoral".  Em inglês, a expressão para direito autoral é "copy right" o que, numa tradução literal, pode ser entendido como "direito de cópia".  Esta é uma expressão interessante para nos ajudar a refletir sobre o tema: o dono do direito autoral é quem tem direito sobre as cópias daquele produto, só ele pode autorizar cópias, reprodução ou seu uso em qualquer contexto ou formato.  E pode cobrar por isso se quiser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em oposição à expressão "copy right", criou-se em inglês, a expressão "copy left".  É um trocadilho, bem-humorado mas muito sério.  A expressão poderia ser traduzida por "cópia à esquerda" (em oposição à cópia direita - copy right) mas pode (ou será que deve?)  ser traduzida como "cópia deixada" no sentido de que o direito de cópia, uso, modificação e adaptação é expressamente permitido a todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os programas livres têm "copy left" em lugar de copy right.  Sua apropriação é permitida a todos os que deles necessitarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a escola com isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O software Livre traz alguma novidade para a escola?  Acrescenta a ela algum tipo de liberdade, alguma possibilidade de autonomia? Podemos abordar a questão por diversos aspectos. Tentarei tratar pelo menos dos três que me parecem mais urgentes e pertinentes para nós que trabalhamos em escolas e que em breve teremos acesso a computadores equipados com programas livres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escola livre e a escola dependente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para entender o que o uso de programas livres pode trazer para a escola será útil entender como é o processo de desenvolvimento do Linux e o que podemos fazer com ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Linux é desenvolvido por um comunidade mundial de programadores (também chamados de "desenvolvedores" no jargão do mundo da computação), que trabalham cada um numa parte do programa. O que une estes programadores é o desejo e o compromisso de terem acesso a um programa que é livre, que pode ser modificado por cada um deles ao seu bel-prazer e conforme suas necessidades; que pode ser usado por todos e distribuído livremente.  Repare que esta é uma comunidade de livre acesso e não uma empresa que contrata desenvolvedores ainda que muitas empresas fomentem a comunidade com patrocínios e contribuições técnicas. Nenhum dos participantes é remunerado diretamente por suas contribuições. Boa parte delas são resultado do trabalho que desenvolveram por alguma necessidade e o oferecem para uso pela coletividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se alguma inovação é considerada útil para o sistema operacional (o Linux), ela é avaliada buscando saber se o faz mais poderoso, mais estável ou mais flexível. Só então esta contribuição é agregada ao programa principal. Para tal existe uma equipe de coordenação que avalia as contribuições enviadas pelos diversos desenvolvedores, as experimenta e decide se devem ser integradas ao código principal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, então isso quer dizer que existem centenas, talvez milhares de versões do Linux?  Exatamente isso.  Em cada local, em cada escola, em cada empresa o Linux pode ser modificado, adaptado às necessidades locais.  E freqüentemente o é. Talvez aí resida o que há de mais rico nesta interação entre a escola e o mundo dos programas livres: na possibilidade que se abre para que a tecnologia que é utilizada em cada escola, no que se refere à forma como ela é utilizada, seja mais amplamente determinada pelos freqüentadores da escola , pelas suas necessidades locais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usar programas livres é um convite a modificá-los, a fazer parte de uma comunidade, uma "trupe" mundial de desenvolvedores que se apóiam, ajudam, tiram dúvidas e auxiliam uns aos outros a usar os recursos que este universo oferece. Ao usar programas livres na escola, professores e alunos serão convidados a darem suas contribuições para a melhoria do sistema tanto criticando o que não funciona como sugerindo mudanças e melhorias. Serão também convidados a participar com o que puderem e quiserem do desenvolvimento do sistema.  É uma experiência de comunidade virtual de cooperação, de âmbito mundial como nenhuma outra de que se tenha notícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo que vem bem a calhar. Existe um pacote de programas chamado "Open Office" que reúne editores de texto, planilha de cálculo, programa para criar páginas para a internet e alguns outros recursos.  Os programas foram traduzidos para o Português, mas os manuais não.  Foi organizada entre os usuários do programa uma comunidade para escrever os arquivos de ajuda e os manuais em Português.  Cada parte do manual tinha um responsável que avaliava as contribuições dos usuários e validava as que estavam suficientemente claras e completas. Quem for ler arquivos de ajuda do Linux verá, ao final de cada texto, uma citação do gênero: "este texto é uma contribuição de Fulano de Tal".  A autoria é preservada, quem ofereceu sua força de trabalho para o desenvolvimento do projeto tem seu nome lá citado. Mas o resultado final, o produto, é um trabalho de muitos e pertence a todos que dele precisarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensemos sobre isso na escola.  Não cai como uma luva, para uma escola que busca ser contextualizada, que procura que a produção dos alunos tenha valor social, levá-los a participar de um tal programa de cooperação? A comunidade de desenvolvedores de programas livres é uma comunidade de aprendizes, que cria conhecimento (soluções, programas, manuais) na medida em que necessita deles.  É um belo modelo para aprendermos como construir uma escola que reflete sobre a realidade em que está inserida, e aprende e ensina cada uma das disciplinas de forma contextualizada, correlacionando com o mundo real em que está inserida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta tecnologia faz escola.  Uma escola que faz tecnologia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Linux está chegando às escolas.  O que podemos ou devemos fazer com ele?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um segundo fator importante é que o Linux está chegando às escolas. Os novos computadores que serão distribuídos para as escolas públicas virão com sistema operacional Linux. Há muitas razões para isso, mas a principal delas é a garantia de autonomia e de independência operacional no uso das tecnologias de informação e comunicação para as escolas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao escolher utilizar programas proprietários, fica-se sempre na dependência de seu fabricante para cada novo recurso que se quer utilizar. Quem tem um scanner antigo (acessório que digitaliza imagens) ou uma câmera digital antiga talvez não consiga utilizá-la com as versões mais novas do Windows. Por outro lado, quem tem um computador com versão antiga do Windows não consegue usar direito os programas mais recentes. Não consegue porque os donos desses programas os desenvolvem apenas para as versões mais modernas do sistema operacional. E não podemos modificar o Windows que temos para que ele se adapte aos novos recursos que pretendermos usar.  Não podemos fazê-lo porque ele é um programa proprietário, apenas a empresa que detém seu direito autoral detém acesso aos códigos de instruções dos programas para modificá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usando programas livres nas escolas, quando um novo recurso é lançado, pode-se montar um grupo para adaptar o sistema e fazê-lo aceitar o novo recurso. Isso porque o código fonte é público, todos podemos ter acesso a ele e, quem sabe programar na linguagem em que ele foi escrito pode modificá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o que está fazendo a Prefeitura de Arraial do Cabo, através da Secretaria de Educação desenvolvendo sua própria interface para o Linux e adaptando-o para atenda suas demandas. O que se busca é ter, desde já um sistema operacional que sela "leve", ënxuto" e personalizado, que possa das sobrevida aos computadores, que têm hoje, já com 2 anos de uso em média. Saqui a algum tempo (pouquíssimo tempo) com certeza precisariam ser atualizados caso tivessem optado por utilizar Sistema Operacional proprietário. Assim, os computadores que de outra forma seriam considerados obsoletos porque não conseguem rodar a versão mais moderna do Windows, continuam úteis, em uso nas escolas e no cyber- café público mantido pela prefeitura.  Como os computadores ganham sobrevida, mais gente pode ter acesso a eles, mais alunos e escolas podem usufruir os equipamentos. E o recurso que seria investido em novos computadores pode ter outra destinação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tudo isso acontece criando tecnologia local. Quem desenvolve o programa são cidadãos de Arraial do Cabo, que aprendem e criam tecnologia própria. Em lugar de importar tecnologia, criam tecnologia, empregos e trabalho no próprio município.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é um exemplo eloqüente e claro de como o uso de tecnologia livre amplia a liberdade de escolha a autonomia tecnológica e o desenvolvimento de capacidades locais.  Antes, o fabricante de programas de computador determinava quando um computador deveria ser substituído: a data era resultado do lançamento de uma nova e mais poderosa versão do sistema operacional e não a falha ou inadequação do equipamento a seus fins.  Com o uso de programas livres, os administradores e professores de Arraial do Cabo poderão continuar a usar o equipamento para os fins aos quais ele ainda atende.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta tecnologia faz escola.  Esta escola faz tecnologia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Custo do computador e dos programas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos ainda que enfrentar a questão dos custos.  Mesmo que não sejamos nós, professores, quem diretamente toma as decisões, nesses aspectos, o resultado deste investimento se mostra diretamente na escola, nas propostas que passam a ser possíveis de ser implementadas ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um computador, para funcionar, precisa ter programas instalados. Quando usamos programas proprietários, este custo costuma chegar ao dobro do preço do computador em si devido às licenças que devemos pagar para utilizá-los. Isso se usarmos apenas os programas mais comuns, sem incluir aí nenhum programa educativo especial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usando programas livres, tipicamente faz-se, num primeiro momento, investimento equivalente em vulto financeiro, mas não na compra de licenças de uso e sim em treinamento inicial e suporte.  Ora, qual a diferença entre um e outro, que justifique o uso de programas livres?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O investimento em licenças, no caso dos programas proprietários, resolve um problema inicial aparentemente sem grandes esforços: compram-se as licenças, instalam-se os programas e vamos em frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é bem assim.  Em qualquer caso será necessário, depois de instalar os programas, preparar as pessoas para usá-los. E uma preparação superficial e pouco cuidadosa resulta em usuários pouco críticos e com conhecimento superficial dos recursos, o que diminui as chances de serem criativos na sua exploração como instrumentos de apoio ao projeto pedagógico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O investimento pesado em formação dos professores e suporte a esses, ao contrário, deve viabilizar a consolidação de um grupo de usuários com amplo domínio dos sistemas, capazes de criar novas soluções e dar suporte a seus pares. A criação e o desenvolvimento de novas possibilidades de uso da tecnologia passam a ser resultado do trabalho de professores e alunos da própria comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande diferencial é que se cria e se instala cultura na comunidade. Investindo em formação em lugar de licenças de uso, ampliamos as possibilidades de trabalho para a população local, em competência profissional e tecnológica e em autonomia no uso das tecnologias de informação e comunicação.  Isto é liberdade: liberdade de criação, de uso, de escolha...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazendo uso do dito popular, é ensinar a pescar e a fazer a vara de pescar em lugar de entregar o peixe pronto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta tecnologia faz escola.  Esta escola faz tecnologia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Por fim, uma questão ética&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para encerrar esta nossa conversa, que espero seja só uma primeira de muitas outras, há uma questão fundamental a ser tratada: a ética. É preciso pensar, a cada instante, que mundo estamos ajudando a construir com cada uma de nossas atitudes, ações, palavras e decisões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É comum, quando converso sobre este tema com alunos, com seus pais e com meus colegas professores que me respondam: "mas meu computador já veio com os programas instalados e eu não paguei nada por isso!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das duas uma: ou o preço dos programas está embutido no preço do computador ou os programas são cópias ilegais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No primeiro caso, o usuário está sendo flagrantemente enganado: acredita que ao comprar o computador ganhou de graça uma coleção de produtos que, na verdade, custou 2/3 do valor de sua compra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No segundo caso, talvez mais grave, o usuário está contribuindo, sabendo-o ou não, para uma prática nada recomendável: está usando um produto a que não tem direito.  Agindo assim estaremos contribuindo para a construção de um espaço de desrespeito às regras sociais, o que é o oposto de nossa função social.  São de nossa responsabilidade (de todo cidadão, na verdade)  pensar sobre o valor das leis e das regras, buscar compreender quais valores estão por trás delas, tentar mudar as que nos parecem injustas e defender o respeito às que nos parecem justas.  Mas não nos cabe eleger leis e regras das quais não gostamos e permitir que sejam simplesmente desrespeitadas. Isto nos levaria ao caos e não a um espaço de liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A liberdade é construída e conquistada. Exige esforço e empenho. Na escola, este esforço é sua própria razão de ser: o esforço de criar competências que habilitem tanto professores, como os alunos e seus pais a fazer escolhas e construir caminhos próprios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O software livre em seus princípios busca oferecer a todos a possibilidade de acesso ao conhecimento, no caso programas de computador, e intervir no processo de construção desse conhecimento. Neste sentido, esta tecnologia está essencialmente vinculada a princípios democráticos de distribuição de conhecimento e da possibilidade de construi-lo para e por todos, e não apenas por razões estritamente comerciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão que se coloca para nós, professores, neste momento, é mais do que decidir entre comprar pronto ou fazer o seu. A questão é usar produtos que conhecemos e podemos modificar e, principalmente, constituir competência para continuar produzindo soluções próprias ou nos satisfazermos com soluções prontas que nos obrigarão, a cada nova necessidade, a comprar um novo produto, sempre uma "caixa preta" que não sabemos como funciona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto não deve fundamentar, em absoluto, uma opção fechada por este ou aquele produto, esta ou aquela tecnologia. O que nos cabe na escola é apresentar e experimentar alternativas, proporcionar a nossos alunos a possibilidade de conhecer as diversas possibilidades existentes, compreender o que podem fazer com cada uma delas e se prepararem para fazer opções e tomar decisões em suas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma tecnologia que faz escola e uma escola que faz tecnologia.  Estas são opções para construção de autonomia, de liberdade de possibilidades para a construção de um caminho próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma escola que faz tecnologia deve ser uma escola que cria com liberdade.  Que cria uma sociedade livre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         De volta ao dicionário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Liberdade -  11. Filos. Caráter ou condição de um ser que não está impedido de expressar, ou que efetivamente expressa, algum aspecto de sua essência ou natureza. [Quanto à liberdade humana, o problema consiste (...) na determinação dos limites que sejam garantia de desenvolvimento das potencialidades dos homens no seu conjunto] .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1   Assessor pedagógico do Departamento de Informática Educativa - Colégio Santo Inácio, Rio de Janeiro, RJ. Pesquisador da COPPE - UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 Aurélio Eletrônico, versão 3.0 de novembro de 1999.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 102);font-family:Arial;font-size:78%;"  &gt;SALTO PARA       O FUTURO / TV ESCOLA&lt;a href="http://www.tvebrasil.com.br/SALTO"&gt;  WWW.TVEBRASIL.COM.BR/SALTO&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37424711-4691705057041440612?l=nteitaperuna.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/caldeiraodeideias/~4/Z33qPvuJ0Ns" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/caldeiraodeideias/~3/Z33qPvuJ0Ns/o-mundo-livre-e-liberdade-na-escola.html</link><author>robsongarciafreire@gmail.com (Robson Freire)</author><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_lMn5IGR7Me4/SXiATm6mmQI/AAAAAAAAASw/bIDD0w_yhYM/s72-c/viva+a+liberdade.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://nteitaperuna.blogspot.com/2009/11/o-mundo-livre-e-liberdade-na-escola.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37424711.post-1636684518811502298</guid><pubDate>Tue, 03 Nov 2009 10:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-03T08:23:00.359-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">educação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">livre</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">linux</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">software</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sala de aula</category><title>Software Livre na Educação</title><description>Neste artigo vou demonstrar práticas de sucesso na utilização do software livre como ferramenta educacional. O software livre além de possuir diversas aplicações pedagógicas, hoje pode contribuir significativamente para a disseminação e uso em larga escala de soluções eficientes e de baixo custo para a educação e inclusão digital. Pois hoje em nosso planeta, o computador e a internet esta acessível nada mais do que à apenas 5% de nossas crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na utilização de softwares proprietários o licenciamento é necessário, pois a cada dia aumenta a fiscalização das fábricas em busca de seu único objetivo, a obtenção de lucros. Todos sabemos que para adquirirmos licenças para sistema operacional, suíte de escritório e no caso algumas ferramentas na área pedagógica, um computador custaria no mínimo 3 vezes mais do o mesmo hardware embarcado com sistema e aplicações livres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Secretaria Municipal da Educação da cidade de Horizontina, vêm demostrando com sucesso, a adoção do software livre na educação. Primeiramente a escolha em adotar o software livre foi pela economia, onde se estruturaria apenas um laboratório de informática com softwares proprietários, optando por sistemas livres, equipou-se dois laboratórios com internet, ambiente climatizado etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da implantação se observou que a utilização de software livre na educação é muito mais do que somente economia, e sim um conjunto de benefícios antes imagináveis, cito, dezenas de ferramentas realmente de cunho pedagógicas, sistema operacional robusto de pouco suporte, segurança, sem problemas com vírus ou outras pragas virtuais, um ambiente de fácil interação com o usuário, e tudo isso livre e de código fonte aberto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gosto muito de uma citação, para Silveira e Cassino (2003), o Software Livre representa uma opção pela criação, pela colaboração e pela independência tecnológica e cultural, uma vez que é baseado no princípio do compartilhamento do conhecimento e na solidariedade praticada pela inteligência coletiva conectada na rede mundial de computadores. Desta forma, o software livre apresenta um caráter libertário, pois permite a democratização do conhecimento, a construção coletiva, o estímulo à colaboração, à autonomia e a independência tecnológica, pois não podemos nos limitar a ser apenas consumidores de produtos e tecnologias proprietárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inserir a escola na cultura da informação é equipá-la com um arsenal de recursos disponíveis, como o computador e a internet. Todavia, esses recursos têm valor apenas se tiverem o seu uso submetido a um tratamento pedagógico adequado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao considerarmos o uso de computadores na educação, temos que considerar diversos fatores, como hardware, software, infra-estrutura de redes e recursos humanos. Então de nada adianta ter disponibilidade de ótima infra-estrutura tecnológica, sem os recursos humanos capacitados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A educação municipal da cidade de Horizontina, após implantar toda e infra-estrutura vêm capacitando o corpo docente e demais funcionários no uso do computador com software livre, apresentando o arsenal que possui a distribuição Linux Edubuntu, fazendo com que o computador se torne uma extensão da sala de aula, e também oportunizando os primeiros contatos ao PC a funcionários das escolas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo foto da capacitação na educação municipal de Horizontina, na qual sou instrutor pelo departamento de extensão da Faculdade Setrem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img src="http://www.oficinadanet.com.br/imagens/conteudos/213/extensao-hz.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Selecionei na sequência algumas ferramentas que podem ser trabalhadas em sistemas livres, oferecendo ótimas atividades de apoio a diversos conteúdos e disciplinas trabalhadas em sala de aula.&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Gcompris&lt;/strong&gt; - Coletânea com mais de 80 atividades, onde o aluno pode aprender cores, quantidades, além de desenvolver diversas habilidades como: raciocínio lógico-matemático, percepção, análise e síntese visual, associação, cores e iniciação ao computador.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Childsplay&lt;/strong&gt; - Suíte educacional com atividades de tabuada, conhecendo os animais, língua inglesa, letramento, quebra-cabeça, jogo de memória entre outras.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;BlinKen&lt;/strong&gt; - Jogo de memória similar ao brinquedo antigo Genius da estrela. Excelente módulo para trabalhar a memórias das crianças.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Kalzium&lt;/strong&gt; – Tabela periódica completa com diversas informações dos elementos químicos.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Kanagram&lt;/strong&gt; - Jogo de confusão de palavras, indicado para o ensino de Língua Portuguesa ou Língua Estrangeira.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Kbruch&lt;/strong&gt; - Atividades com operações de soma, subtração, multiplicação e divisão de frações, fatoração, comparação de valores e conversão.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;KhangMan&lt;/strong&gt; - Baseado no jogo bastante popular, “jogo da forca”.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;KmPlot&lt;/strong&gt; - Pode ser usado para desenhar as funções cartesianas, paramétricas e as funções nas coordenadas polares.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Kpercentage&lt;/strong&gt; - Atividades de porcentagem.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Kstars (Estrelas)&lt;/strong&gt; - Programa que é um planetário. Ele apresenta uma precisa representação do céu à noite com estrelas, constelações, grupos de estrelas, nebulosas, galáxias, todos os planetas, o Sol, a Lua, cometas e asteróides da maneira em que se encontram em qualquer hora configurada, de qualquer localidade da terra.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Ktouch&lt;/strong&gt; - Prática de digitação.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Kturtle&lt;/strong&gt; - Trabalhando linguagem de programação para computadores, linguagem LOGO.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Kverbos&lt;/strong&gt; - Indicado para o ensino do idioma espanhol, mais especificamente, das formas verbais.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;KwordQuiz&lt;/strong&gt; - Atividades de palavras onde pode ser criado atividades aos alunos.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Marble&lt;/strong&gt; - Mapa interativo, que pode ser visto em forma de globo.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Tux Paint&lt;/strong&gt; - Programa educativo perfeito para incentivar a criatividade das crianças utilizando ferramentas simples de desenhos no computador.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Atomix&lt;/strong&gt; - Jogo para o aprendizado de elementos químicos.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Homem-batata&lt;/strong&gt; - Jogo onde a criança pode arrastar e soltar olhos, bocas, bigodes e outras partes da face bem como adereços para confeccionar diferentes bonecos Homem-Batata.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Kgeography&lt;/strong&gt; - Módulo voltado para a geografia, sendo possível visualizar bandeiras de determinada regiões, mapas, Capitais e diversos outros recursos.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Kig&lt;/strong&gt; - É o famoso plano cartesiano muito utilizado em desenho geométrico.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Keduca&lt;/strong&gt; - Sistema de testes muito útil para aplicar provas.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;TuxMath&lt;/strong&gt; - Jogo para treinamento de matemática.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;TuxType&lt;/strong&gt; - Jogo para treinar digitação.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;E tudo isso livre de licenças, só instalar, explorar e utilizar. Por isso “Liberte-se”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://www.oficinadanet.com.br/artigo/1288/software_livre_na_educacao"&gt;http://www.oficinadanet.com.br/artigo/1288/software_livre_na_educacao&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37424711-1636684518811502298?l=nteitaperuna.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/caldeiraodeideias/~4/jCAliuvzfoA" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/caldeiraodeideias/~3/jCAliuvzfoA/software-livre-na-educacao.html</link><author>robsongarciafreire@gmail.com (Robson Freire)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total><feedburner:origLink>http://nteitaperuna.blogspot.com/2009/11/software-livre-na-educacao.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37424711.post-740690011988023001</guid><pubDate>Mon, 02 Nov 2009 12:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-02T10:51:10.633-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">escola</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">mídia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ensinar</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">professor</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sala de aula</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">idade média</category><title>Escola da Idade Média à Mídia</title><description>Olá Amigos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontrei essa jóia e resolvi publicar pois ela traz um debate interessante sobre o aprendizado em rede e as transformações que aconteceram e estão acontecendo no jeito de ensinar e aprender, na sociedade capitalista e na escola moderna. &lt;span id="spanAllDescription" style="display: inline;"&gt;Apresentação foi feita pelo professor Simão Pedro Marinho,  na disciplina Informática e Educação,  do curso de Ciências Biológicas da PUC Minas&lt;span class="verdana11r858585"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;h3 style="margin: 3px; padding: 0px;"&gt;&lt;a href="http://www.authorstream.com/Presentation/marinhos-53368-Escola-da-Idade-M-dia-dis-educa-o-computador-inform-tica-paradigma-Education-ppt-powerpoint/" target="_blank" style=""&gt;Escola da Idade Média à Mídia&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;&lt;object id="player" width="425" height="354"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.authorstream.com/player.swf?p=marinhos-53368-Escola-da-Idade-M-dia-dis-educa-o-computador-inform-tica-paradigma-Education-ppt-powerpoint"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.authorstream.com/player.swf?p=marinhos-53368-Escola-da-Idade-M-dia-dis-educa-o-computador-inform-tica-paradigma-Education-ppt-powerpoint" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="354"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style=""&gt;Uploaded on &lt;a href="http://www.authorstream.com/" target="_blank"&gt;authorSTREAM&lt;/a&gt; by &lt;a href="http://www.authorstream.com/User-Presentations/marinhos/" target="_blank"&gt;marinhos&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://upload.authorstream.com/multipleupload/" target="_blank"&gt;Upload your own presentation&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam, Reflitam e Comentem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Equipe NTE Itaperuna&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37424711-740690011988023001?l=nteitaperuna.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/caldeiraodeideias/~4/AQ3SuroRSDw" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/caldeiraodeideias/~3/AQ3SuroRSDw/escola-da-idade-media-midia.html</link><author>robsongarciafreire@gmail.com (Robson Freire)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><enclosure url="http://www.authorstream.com/player.swf?p=marinhos-53368-Escola-da-Idade-M-dia-dis-educa-o-computador-inform-tica-paradigma-Education-ppt-powerpoint" length="51857" type="application/x-shockwave-flash" /><media:content url="http://www.authorstream.com/player.swf?p=marinhos-53368-Escola-da-Idade-M-dia-dis-educa-o-computador-inform-tica-paradigma-Education-ppt-powerpoint" fileSize="51857" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>Olá Amigos Encontrei essa jóia e resolvi publicar pois ela traz um debate interessante sobre o aprendizado em rede e as transformações que aconteceram e estão acontecendo no jeito de ensinar e aprender, na sociedade capitalista e na escola moderna. Aprese</itunes:subtitle><itunes:author>robsongarciafreire@gmail.com (Robson Freire)</itunes:author><itunes:summary>Olá Amigos Encontrei essa jóia e resolvi publicar pois ela traz um debate interessante sobre o aprendizado em rede e as transformações que aconteceram e estão acontecendo no jeito de ensinar e aprender, na sociedade capitalista e na escola moderna. Apresentação foi feita pelo professor Simão Pedro Marinho, na disciplina Informática e Educação, do curso de Ciências Biológicas da PUC Minas. Escola da Idade Média à MídiaUploaded on authorSTREAM by marinhos | Upload your own presentation Vejam, Reflitam e Comentem Abraços Equipe NTE Itaperuna</itunes:summary><itunes:keywords>escola, mídia, ensinar, professor, sala de aula, idade média</itunes:keywords><feedburner:origLink>http://nteitaperuna.blogspot.com/2009/11/escola-da-idade-media-midia.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37424711.post-6889222105936570027</guid><pubDate>Sun, 01 Nov 2009 13:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-01T12:13:40.359-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">recursos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">professor</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sala de aula</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">internet</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">twitter</category><title>22 maneiras para usar o Twitter na sala de aula</title><description>Para quem precisa de inspiração para usar o Twitter como recurso educacional vai gostar dessa apresentação "&lt;a style="font-style: italic;" href="http://docs.google.com/Present?docid=dhn2vcv5_118cfb8msf8"&gt;Twenty-Two Interesting Ways* to use Twitter in the Classroom&lt;/a&gt;" . Aos poucos o Twitter que parecia ser uma ferramenta tola começa a mostrar utilidade no processo na disseminação de informação no ciberespaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para tirar o máximo de proveito do Twitter é importante ter uma boa ferramenta para postar e acompanhar os posts de sua rede. Eu aconselho as seguintes ferramentas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/5081"&gt;Twitter Fox&lt;/a&gt; - É uma extensão para o navegador &lt;a href="http://br.mozdev.org/"&gt;Firefox&lt;/a&gt; que permite a postagem e o acompanhamento dos posts de sua rede a partir do próprio navegador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_5Otzim13a-I/SfOc0flHCUI/AAAAAAAAA1k/y7mKZP8hfhc/s1600-h/twitter+fox.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 182px; height: 235px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_5Otzim13a-I/SfOc0flHCUI/AAAAAAAAA1k/y7mKZP8hfhc/s400/twitter+fox.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5328775209753708866" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://funkatron.com/spaz"&gt;Spaz&lt;/a&gt; - Este é como se fosse a versão do MSN para o Twitter. Muito bacana! Funciona independente de navegador e roda em qualquer sistema operacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_5Otzim13a-I/SfOeADRavdI/AAAAAAAAA1s/WGBgiNB74bM/s1600-h/spaz.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 168px; height: 303px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_5Otzim13a-I/SfOeADRavdI/AAAAAAAAA1s/WGBgiNB74bM/s400/spaz.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5328776507824979410" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.tweetdeck.com/beta/"&gt;&lt;br /&gt;Twitter Deck&lt;/a&gt; - Este é o mais rico em recursos. Possui várias funcionalidades, como criação de grupos, favoritos, conexão com o Facebook, dentre outras. Para quem quer uma coisa mais simples pode se sentir um pouco perdido no começo, mas é uma excelente opção para aqueles que desejam tirar o máximo do Twitter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_5Otzim13a-I/SfOf4MgPw-I/AAAAAAAAA10/ySRaXSPdFnA/s1600-h/twitter_deck.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 318px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_5Otzim13a-I/SfOf4MgPw-I/AAAAAAAAA10/ySRaXSPdFnA/s400/twitter_deck.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5328778571887395810" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho os 3 instalados, mas uso mais o Twitter Fox e o Spaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs.: recomendo o blog do &lt;a href="http://twitter.com/tombarrett"&gt;@tombarrett&lt;/a&gt; &lt;a href="http://edte.ch/blog/interesting-ways/"&gt;http://edte.ch/blog/interesting-ways/&lt;/a&gt; que esta cheio de material interessante sobre educação e como usa-lo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://webparaeducadores.blogspot.com/2009/04/22-maneiras-para-usar-o-twitter-na-sala.html"&gt;http://webparaeducadores.blogspot.com/2009/04/22-maneiras-para-usar-o-twitter-na-sala.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37424711-6889222105936570027?l=nteitaperuna.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/caldeiraodeideias/~4/4PhbOX45D24" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/caldeiraodeideias/~3/4PhbOX45D24/22-maneiras-para-usar-o-twitter-na-sala.html</link><author>robsongarciafreire@gmail.com (Robson Freire)</author><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_5Otzim13a-I/SfOc0flHCUI/AAAAAAAAA1k/y7mKZP8hfhc/s72-c/twitter+fox.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://nteitaperuna.blogspot.com/2009/11/22-maneiras-para-usar-o-twitter-na-sala.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37424711.post-2449189586761918662</guid><pubDate>Sat, 31 Oct 2009 10:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-31T08:00:00.725-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">educação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Paulo Freire</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">escola</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">aluno</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">metodologia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">professor</category><title>Repensando A Educação: A Escola Educa?</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://api.ning.com/files/vLNK7Ra*oFK58a*JfdhDDprN4wnthY8E1SbfFfzJ-rshe2BfZDI3McnT9b2glsJaoHeNyZZ5RDCJ4s4JL5aZd1tf7j4q29cD/FastCompanyDavidKelleysMindmap.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 520px; height: 1045px;" src="http://api.ning.com/files/vLNK7Ra*oFK58a*JfdhDDprN4wnthY8E1SbfFfzJ-rshe2BfZDI3McnT9b2glsJaoHeNyZZ5RDCJ4s4JL5aZd1tf7j4q29cD/FastCompanyDavidKelleysMindmap.gif" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A educação no Brasil tem enfrentado grandes desafios. Desafios estes que nos remetem a um novo pensar, a uma nova forma de agir e principalmente de educar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos impregnados de velhos modelos e conservadorismos que não condizem mais com o momento planetário atual. Há a necessidade de repensarmos a educação, de forma que possamos sair da utopia e passar para o plano real. Idealizamos uma educação diferente, uma escola diferente e um mundo melhor, porém, o que fazemos é repetir os velhos modelos de séculos passados ou simplesmente negamos o caos, como se não tivéssemos responsabilidade com o todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do entendimento de que educar é fazer o indivíduo sair de dentro de si e integrar-se com a sociedade na qual está inserido, relacionando-se de forma que possa construir o progresso próprio e da comunidade planetária da qual todos fazemos parte, concluo que educar não é uma tarefa fácil, e requer pessoas abertas ao novo e, principalmente, dispostas a buscar conhecer o ser humano na sua complexidade &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2&lt;/span&gt;. A forma como se dará a relação homem / comunidade planetária depende de uma série de fatores, e a educação é um dos principais responsáveis pelo resultado dessa relação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É imprescindível que mudemos a nossa forma de educar, mas isso depende de nos reeducarmos. Precisamos aprender a olhar o mundo como um todo, cientes de que tudo está interligado. E, a partir disso, adquirir uma consciência coletiva, sabendo que todas as nossas ações, sejam elas positivas ou negativas, irão refletir no todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os problemas que necessitam ser resolvidos são mundiais. A fome no Brasil não é um problema somente dos brasileiros, assim como a miséria na África não é um problema somente dos africanos. As guerras, a violência, a devastação do meio ambiente, enfim, todas essas crises atuais são globais e não isoladas como pensamos e vemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Capra (1996, p. 23), "quanto mais estudamos os problemas de nossa época, mais somos levados a perceber que eles não podem ser entendidos isoladamente. São problemas sistêmicos, o que significa que estão interligados e são interdependentes".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se passarmos a visualizar a relação entre homem-meio ambiente-comunidade planetária como matérias interdependentes, poderemos ter mais clareza e ampliar a nossa visão a respeito do que temos feito com nossas crianças e jovens no âmbito escolar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, as crianças e os jovens são levados a estudar uma quantidade de disciplinas que são ensinadas isoladamente, o que não os leva a fazer relações desses conteúdos ensinados em sala de aula com a própria vida. Estamos massacrando a mente de nossos alunos com uma série de conteúdos e pouco nos preocupamos com o ser humano que está recebendo essas informações. Queremos que eles compreendam e aprendam, mas poucos são os educadores que se envolvem com a história de vida do aluno que não consegue aprender e "incomoda" o professor e os colegas em sala de aula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cury (2003, p. 106), coloca que" o registro na memória é involuntário".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"(...) As experiências tensas são registradas no centro do inconsciente, e a partir daí serão lidas continuamente. Com o passar do tempo, elas vão sendo deslocadas para a periferia inconsciente da memória, chamada de ME, memória existencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em alguns casos, o volume de ansiedade ou sofrimento pode ser tão grande que provoca um bloqueio da memória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normalmente as experiências com alta carga emocional ficam disponíveis para serem lidas e gerarem milhares de novos pensamentos e emoções". (CURY, p. 108)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor precisa conhecer o interior de seus alunos, os anseios, os medos, as dificuldades, as ansiedades, enfim, precisa conhecer o ser humano para educá-lo. A partir do momento em que o professor vai conhecendo seus alunos, ele passa a se envolver de maneira mais efetiva com os problemas educacionais e sociais e, conseqüentemente, ele deve tornar-se mais sensível, apto a mudanças, quando necessárias e aberto às novas idéias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, consideramos bons professores aqueles que têm uma boa cultura acadêmica, são eloqüentes, têm um currículo exemplar e transmitem o seu conhecimento com segurança. Cremos que não há quem discorde de que todas essas distinções sejam importantes para um professor, mas, certamente, não são mais suficientes para um educador. O educador de hoje, ou melhor, o educador do futuro, deve ultrapassar o seu currículo de vários cursos, de vários idiomas, a sua segurança acerca dos conteúdos que deverão ser ensinados em sala de aula, enfim, o educador do futuro tem como grande desafio conhecer o ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cury (2003, p. 57), distingue os bons professores dos professores fascinantes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bons professores têm uma boa cultura acadêmica e transmitem com segurança e eloqüência as informações em sala de aula. Os professores fascinantes ultrapassam essa meta. Eles procuram conhecer o funcionamento da mente dos alunos para educar melhor. Para eles, cada aluno não é mais um número em sala de aula, mas um ser humano complexo, com necessidades peculiares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os professores fascinantes transformam a informação em conhecimento e o conhecimento em experiência. Sabem que apenas a experiência é registrada de maneira privilegiada nos solos da memória, e somente ela cria avenidas na memória capazes de transformar a personalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos nos defrontando com uma crise de percepção, nossos valores estão invertidos e nos remetem a uma série de crises sociais, econômicas, políticas, psicológicas, ou seja, são vários setores que necessitam de uma mudança radical. Enquanto insistirmos em nos mantermos ligados ao nosso eu e à matéria, buscando satisfazer os nossos desejos mais supérfluos, estaremos caminhando na direção do abismo e certamente deixaremos como herança às gerações futuras a violência, a corrupção, a ganância, a competitividade, enfim, a má educação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os educadores devem estar abertos a mudarem seus valores para educar, e não podemos pensar a escola como o centro da educação, pois a escola não educa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos nas escolas do Brasil e do mundo, muitos professores despreparados para lidarem com outros seres humanos. Há muitos professores que não estão dispostos a mudar seus olhares e ampliarem suas visões a ponto de comprometerem-se verdadeiramente com os problemas educacionais e sociais. Nossos líderes pouco ou nada fazem em relação à educação e à saúde. A sociedade está doente; as pessoas, sejam adultos ou crianças, encontram-se nervosas, agitadas, agressivas, impacientes, estressadas, por isso a família tende a responsabilizar a escola pela educação de seus filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em muitas famílias brasileiras, pais e filhos não conseguem ter uma relação amigável, de entendimento, compreensão e amor. Na escola, os professores estressados perdem a paciência com os alunos que não param em sala de aula, são agressivos ou alienados. Então que tipo de educação iremos construir se o que nos resta são pais estressados e negligentes, e professores desinteressados e estressados?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisamos seriamente cuidar uns dos outros. Não teremos a escola que sonhamos e que educa se continuarmos a destruir a nossa qualidade de vida, a qualidade de vida de nossos educadores, pais, crianças ou jovens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejamos o que afirma Capra (1996, p.23) sobre a mudança de paradigma que se faz necessária em nosso tempo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Há soluções para os principais problemas de nosso tempo, algumas delas até mesmo simples. Mas requerem uma mudança radical em nossas percepções, no nosso pensamento e nos nossos valores. E, de fato, estamos agora no princípio dessa mudança fundamental de visão do mundo na ciência e na sociedade, uma mudança de paradigma tão radical como foi a revolução copernicana. Porém, essa compreensão ainda não despontou entre a maioria de nossos líderes políticos. O reconhecimento de que é necessária uma profunda mudança de percepção e de pensamento para garantir nossa sobrevivência ainda não atingiu a maioria dos líderes das nossas corporações, nem os administradores e os professores das nossas grandes universidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossos líderes não só deixam de reconhecer como diferentes problemas estão inter-relacionados; eles também se recusam a reconhecer como suas assim chamadas soluções afetam as gerações futuras".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mudança de valores é o primeiro passo para começarmos a repensar a educação atual e partirmos em busca da escola do futuro. A escola do futuro exige que cuidemos não somente de nossos alunos, mas também de nossos educadores e, que estes estejam abertos para as novas possibilidades, novos pensamentos e novas visões. Mais do que cuidar de nossos educadores e alunos, é mister que resgatemos o valor e a importância da condição humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem é o centro da educação, pois ele é o gerador dos problemas atuais, então somente ele poderá e deverá solucionar esses problemas. Somos nós os responsáveis por todas as barbáries que o planeta tem passado, somos nós os devastadores do planeta, então, seremos nós os reconstrutores dessas calamidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morin (2001, p. 47) coloca que há sete saberes que são necessários à educação do futuro e, entre eles, ressalta a condição humana:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A educação do futuro deverá ser o ensino primeiro e universal, centrado na condição humana. Estamos na era planetária; uma aventura comum conduz os seres humanos, onde quer que se encontrem. Estes devem reconhecer-se em sua humanidade comum e ao mesmo tempo reconhecer a diversidade cultural inerente a tudo que é humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecer o ser humano é, antes de mais nada, situá-lo no universo, e não separá-lo dele".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A educação atual está voltada para o conhecimento, mas transmite um conhecimento desconexo, fragmentado. O educando necessita receber as informações de modo que possa adquirir uma visão acerca do mundo em que vive, desenvolvendo a capacidade de refletir sobre sua condição enquanto ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os educadores precisam reconhecer-se como seres capazes de educar, precisam despertar suas habilidades adormecidas, utilizando sua criatividade. Segundo Morin (2001, p.32), "necessitamos civilizar nossas teorias, ou seja, desenvolver nova geração de teorias abertas, racionais, críticas, reflexivas, autocríticas, aptas a se auto-reformar".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os educadores necessitam congregar seus objetivos em relação a educação do futuro. É o momento de criarem projetos inovadores, que ultrapassem a fronteira das teorias. A educação exige que se crie um eixo de estudos e projetos educacionais pragmáticos e ao mesmo tempo humanizados. Hoje há um interesse maior em teorias que centralizem o homem e sua relação com o todo. As preocupações com o meio ambiente tem sido ressaltadas em muitas teses, e isso deve ser uma chave para que possamos pensar uma nova forma de educar o homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As instituições educacionais deverão assumir um novo posicionamento perante as dificuldades educacionais para que haja a possibilidade de uma nova geração pensante. Se continuarmos a pensar que educamos, há uma grande chance de não haver educação no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos que estar cientes de que os homens são educados por homens, e que estes homens que educam são seres bipolarizados, assim como seus educandos. Há em nós caracteres antagônicos, ou seja, ora somos racionais, ora irracionais, ora "homo sapiens, ora homo demens" &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3&lt;/span&gt;, o que faz de nós seres humanos como nossos alunos. O que não podemos deixar de fazer é nos reeducarmos, mudar nossas posturas, rever valores, pedir auxílio, se assim for preciso, mas preparar-nos para adentrar no complexo campo da educação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os educadores precisam ter clareza de suas obrigações e assumirem suas responsabilidades como cidadãos, enfrentando os desafios que certamente surgirão. Hoje temos um grande desafio na educação, que é o desafio de conhecer o homem em sua complexidade e a partir daí, torna-se indispensável que ensinemos a nossos educandos a sua condição humana. Tanto os educandos quanto os educadores, precisam compreender-se como seres humanos complexos e que fazem parte de um todo. Devem aprender a enfrentar as incertezas do conhecimento e crescer em conjunto como seres éticos, capazes de gerenciar seus pensamentos e emoções. Os educadores necessariamente deverão deixar de se esconder atrás de um quadro-negro e enfrentarem os desafios de hoje, de forma que possam criar seres felizes, revolucionários e empreendedores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;small&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Titles: Rethink the education: the school educates?&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Abstract&lt;/b&gt;:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;This article intends to bring to the reflection what it is to educate. It will be that we are, educators and pretense educators, looking at for what really it must be looked at? &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;It is essential that let us open hand of the ideas conservatives and let us start to search clarifications concerning what is truily to educate. Will be we them educators of the future or mere unconscious repeaters of the past? &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;According to Morin, the education of the future will have to be first and universal education, centered in the condition human being. To know the human being are, before more nothing, to point out it in the universe, and not to separate it of it. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Key-words&lt;/b&gt;: to educate - to rethink - new values - school - condition human being&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;REFERÊNCIAS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;BUSARELLO, Raulino.&lt;b&gt; Dicionário Básico Latino-Português&lt;/b&gt;. 6.ed.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Florianópolis: UFSC, 2003.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;CAPRA, Fritjof. &lt;b&gt;A Teia da Vida&lt;/b&gt;. São Paulo: Cultrix, 1996.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;CURY, Augusto. &lt;b&gt;Pais brilhantes, Professores fascinantes&lt;/b&gt;. Rio de Janeiro: Sextane, 2003.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;MORIN, Edgar. &lt;b&gt;Os sete saberes necessários à Educação do Futuro&lt;/b&gt;. 3.ed. São Paulo: Cortez, 2001.&lt;/p&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1&lt;/span&gt; Do latim educere - fazer sair, tirar, criar, conduzir para. In Dicionário Básico Latino-Português&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2&lt;/span&gt; Complexus significa, segundo Morin, o que foi tecido junto; de fato há complexidade quanto elementos diferentes são inseparáveis constitutivos do todo (como o econômico, o político, o sociológico, o psicológico, o afetivo, o mitológico), e há um tecido interdependente, interativo e inter-retroativo entre o objeto de conhecimento e seu contexto, as partes e o todo, o todo e as partes, as partes entre si. Por isso, a complexidade é a união entre a unidade e a multiplicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3&lt;/span&gt; Segundo Morin, o ser humano é complexo e traz em si, de modo bipolarizado, caracteres antagonistas: homo sapiens e homo demens (ser humano sábio e ser humano louco).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;    Flávia Rocha David&lt;/span&gt; - Formada em Letras pela FAPA- Faculdades Porto-Alegrenses. Este artigo foi escrito no primeiro semestre de 2006, como instrumento parcial de avaliação da cadeira de Metodologia Científica&lt;br /&gt;&lt;/small&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://www.webartigos.com/articles/914/1/repensando-a-educacao-a-escola-educa/pagina1.html"&gt;http://www.webartigos.com/articles/914/1/repensando-a-educacao-a-escola-educa/pagina1.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37424711-2449189586761918662?l=nteitaperuna.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/caldeiraodeideias/~4/6v9i20ln4Fc" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/caldeiraodeideias/~3/6v9i20ln4Fc/repensando-educacao-escola-educa.html</link><author>robsongarciafreire@gmail.com (Robson Freire)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://nteitaperuna.blogspot.com/2009/10/repensando-educacao-escola-educa.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37424711.post-3615996138732410398</guid><pubDate>Fri, 30 Oct 2009 10:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-30T08:00:29.214-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">aprender a aprender</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">desaprender</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">tecnologias</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">professor</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sala de aula</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">novas</category><title>Educação, Tecnologia e seus Caminhos</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://leandrvs.files.wordpress.com/2008/04/grammar1.jpg?w=439&amp;amp;h=341"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 439px; height: 341px;" src="http://leandrvs.files.wordpress.com/2008/04/grammar1.jpg?w=439&amp;amp;h=341" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por *Divina Salvador Silva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos nossos tempos modernos, em que mudanças vertiginosas estão ocorrendo, mais importante que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Aprender a Aprender é  Aprender a Desaprender&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. Só que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;aprender a desaprender&lt;/span&gt; é bem mais difícil. Crenças depois de estabelecidas, não podem mais ser apagadas, só enfraquecidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo está se transformando, novas descobertas acontecem e a distância entre o presente e o futuro se torna cada vez menor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que a Tecnologia não é responsável por toda a transformação cultural que ela impulsiona. A mudança tecnológica apenas cria novos espaços de possibilidades a serem, então explorados, (no caso das novas tecnologias da informática seria, rede de computadores, processamento de linguagem, inteligência artificial, linguagens icônicas, hipertextos, multimídia...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O educador precisa acompanhar a evolução tecnológica, para que o processo-ensino-aprendizagem ocorra de forma eficaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabemos que para uma planta crescer temos que podá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como fazer isto com o professor? E com o aluno?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Configura-se que na escola moderna, Aluno aprende com Professor; Professor aprende com Aluno; Aluno aprende com Aluno (este último tem ganhado grande espaço no contexto educacional, quando se trata de Aprendizagem por Projetos) e professor aprende com professor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os conteúdos e as aprendizagens são orientações expressas pela atual forma educativa, onde surge uma preocupação pela adequação à realidade inserida. A escola acorda e começa a trilhar em um caminho entre a teoria e a prática e o ensino globalizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As dificuldades levam a escola a se “re” organizar, a aprofundar e adotar uma postura diante da questão.&lt;br /&gt;O ponto alvo está em o diretor ouvir os seus especialistas que são os professores, os alunos, os funcionários e juntos então montar uma proposta metodológica, um plano de trabalho, enfim uma trajetória de vida para a escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Freire, deixa claro em seu livro “&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.centrorefeducacional.com.br/edutecnol.htm#_Paulo_Freire,_Pedagogia_da%20Autonomi"&gt;Pedagogia da autonomia&lt;/a&gt;” que somente um método será capaz deste efeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"A Ação e o Diálogo".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diálogo é a base do método de Paulo Freire. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mas o que é o diálogo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É uma relação de comunicação de intercomunicação, que gera a crítica e a problematização, uma vez que é possível a ambos o parceiro perguntar "por que?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DIA significa ultrapassar e LOGO significa razão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diálogo no estudo da raiz da palavra caracteriza por: - ultrapassar para o lado da razão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diálogo nutre-se, portanto, da humildade, da simpatia, da esperança, da confiança dos que o realizam, passando sim para o lado da razão, onde o primeiro passo será a "&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ação&lt;/span&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O respeito mútuo implica na superação dos próprios pontos de vista e implica em compartilhar com o outro uma escala de valores e juntos definir as metas a serem trabalhadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Piaget, Paulo Freire; Maturana e Varela (l982) e outros autores ressaltam que é só na cooperação que a superação da crise se efetiva. O homem isolado não chegaria jamais a conhecimento algum. O fenômeno do amor é que permite a transformação, pois é só vendo-se no outro que se tem coragem de promover a mudança ética. Piaget considera que nas relações cooperativas, o respeito mútuo é uma exigência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;É preciso que o processo educativo não transmita certezas, que ele seja agradável e significativo, privilegie a expressão e a comunicação de todos os participantes, promova o encontro, a convivência e a cooperação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Divina Salvador Silva&lt;/span&gt; - Pedagoga - Especializada em Orientação, Supervisão e Administração Escolar; Profª/Coord. de Informática Educacional.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://www.centrorefeducacional.com.br/edutecnol.htm"&gt;http://www.centrorefeducacional.com.br/edutecnol.htm&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37424711-3615996138732410398?l=nteitaperuna.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/caldeiraodeideias/~4/M5KkJorYuK0" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/caldeiraodeideias/~3/M5KkJorYuK0/educacao-tecnologia-e-seus-caminhos.html</link><author>robsongarciafreire@gmail.com (Robson Freire)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://nteitaperuna.blogspot.com/2009/10/educacao-tecnologia-e-seus-caminhos.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37424711.post-8961152907084612533</guid><pubDate>Thu, 29 Oct 2009 10:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-29T08:00:00.432-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">MIT</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marilena Chauí</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">diploma</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">licença creative commons</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Movie</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ong</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ECA-USP</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">open source</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">O Manifesto Comunista</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">open content</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Bis</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Fast Company</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">universidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">direitos reservados</category><title>A educação ideal: boa, grátis e sem professor por perto (mas sem diploma também)</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bahiapress.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2008/08/educacao.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 285px; height: 400px;" src="http://bahiapress.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2008/08/educacao.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Por André Forastieri (&lt;a href="http://twitter.com/forastieri"&gt;@forastieri &lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando eu estava na faculdade, achava uma chatice ter que ficar fazendo trabalhos idiotas, resumos, “fichamentos” de textos. Ano após ano, os professores pediam as mesmas coisas – ler &lt;em&gt;O Manifesto Comunista&lt;/em&gt;, um livrinho da Marilena Chauí, outro texto lá do Walter Benjamin. &lt;p&gt;Propus só meio humoristicamente que os alunos montassem um banco de dados, com cópias de todos os trabalhos entregues nos quatro anos de jornalismo da Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A ideia era que no ano seguinte, ninguém precisasse fazer mais porcaria nenhuma. Bastava copiar os trabalhos que tiveram as melhores notas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os professores jamais iriam perceber. Se não tinham energia para mudar o currículo ano após ano, por que iam ter energia para ler nossos trabalhos com atenção?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Meus colegas não entenderam que não era piada. Isso foi em 1983.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em 2005, Neery Paharia, ex-consultora na McKinsey, ex-empregada da Creative Commons, fundou uma coisa chamada AcaWiki, uma compilação de resumos de textos acadêmicos, grátis e criada  coletivamente.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;AS LICENÇAS CREATIVE COMMONS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Faz sentido. A Creative Commons é uma ONG dedicada a reformar o sistema atual de propriedade intelectual. Oferece a criadores de conteúdo a possibilidade de registrar suas obras de maneira diferente das que a lei prevê.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em vez de “todos os direitos reservados”, geralmente uma licença Creative Commons prevê “alguns direitos reservados”.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Eu acho o Creative Commons muito interessante, e já fundei dois sites de colaboração coletiva que funcionam mais ou menos nesta regras.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;São o &lt;a href="http://mtv.uol.com.br/bis/blog"&gt;BIS&lt;/a&gt;, blog de música que está dentro da MTV.com.br, e o &lt;a href="http://movie.uol.com.br/"&gt;MOVIE&lt;/a&gt;, site irmão da nova revista de cinema da Tambor.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;regra 1&lt;/span&gt; no BIS e no MOVIE é: mande o que quiser, publicamos o que gostamos, damos crédito (e link para seu blog ou site ou post original, se houver).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;regra 2&lt;/span&gt; é: você pode pegar qualquer coisa que estiver dentro do BIS e do MOVIE e publicar onde bem entender, dando crédito e link.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Claro que se você quiser pegar este texto que estou escrevendo neste segundo e colocar no seu blog, não tenho como controlar. Mas se deres o crédito e o link, agradeço. Aproveitando, a reportagem da Fast Company que inspirou este post &lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;a href="http://www.fastcompany.com/magazine/138/who-needs-harvard.html"&gt;está aqui.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Agora Paharia começou a Peer2Peer University. Estudantes usam o site para se encontrar, agendar classes, estudar conjuntamente, ensinar uns aos outros. Um “facilitador” voluntário supervisiona o andamento de cada curso e mantém a coisa andando.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Hoje, a P2P University tem dez cursos pilotos e já recebeu um investimento inicial de setenta mil dólares da Hewlett Foundation. Não sou só eu que tenho birra com escola.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Tem gente mais inteligente que eu dizendo que as universidades vão pelo caminho das lojas de disco, das gravadoras e dos jornais: pra lama. E tem gente grande apostando dinheiro alto nisso.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;“Por que meu filho não pode estudar robótica em uma faculdade, álgebra em outra e direito numa terceira? Por que não podemos organizar 130 disciplinas diferentes, em escolas diferentes, e dizer que isso justifica um diploma?”&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Foi mais ou menos essa a pergunta que o professor David Wiley fez. E que não quer calar. Wiley não é mole. Teve uma visão: depois do open source, o open content.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Co-fundou uma escola grátis, pública e online, que usa conteúdo livre (e grátis) e permite que os estudantes se formem na high school (equivalente deles do médio), estudando de casa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;É sócio de uma nova empresa chamada Flat World Knowledge, que encomenda textos acadêmicos e didáticos para professores e os disponibiliza no site. Eles são grátis para leitura online, US$ 19.95 para download e US$ 29.95 por uma cópia impressa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A empresa acaba de receber um investimento de oito milhões de dólares. Ou seja: tem grana alta apostando em sistemas alternativos. Se você conhece outras experiências diferentes nessa linha, por favor me avisa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;QUER APRENDER DE GRAÇA?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;E as universidades?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Começam a correr atrás do prejuízo. O prestigioso Massachussets Institute of Technology, MIT, já coloca praticamente todo conteúdo de seus cursos disponível online. Apostilas, textos, testes, e bastante áudio e vídeo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De graça. É o OpenCourseWare. Você pode sair agora deste blog e acessar um curso do que você quiser, preparado por alguns dos maiores gênios do planeta, prêmios Nobel etc. &lt;strong&gt;&lt;a href="http://ocw.mit.edu/OcwWeb/web/home/home/index.htm"&gt;É aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Sabe quantos cursos tem? Mil e novecentos. Só falas português? Não tem problema. Tá cheio de curso em português &lt;strong&gt;&lt;a href="http://ocw.mit.edu/OcwWeb/web/courses/lang/br/br.htm"&gt;aqui.&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Agora, se você quiser receber um diploma do MIT em qualquer desses cursos – um degree, como dizem lá os gringos – tem que passar por uma peneira desgraçada, mudar para Boston e investir pelo menos uns US$ 200 mil.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Isso faz algum sentido para você? Será que não deveria haver mais graus de cinza entre “formado” e “não-formado”?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Citei o MIT porque é famoso. Mas Yale, Notre Dame, e muitas outras instituições estão indo nessa direção. Várias brasileiras.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Veja a lista dos participantes do consórcio OpenCourseWare &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.ocwconsortium.org/members/consortium-members.html"&gt;aqui.&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;E se você não está encontrando o curso que quer, pode procurar &lt;strong&gt;&lt;a href="http://ocwfinder.com/"&gt;aqui:&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Por enquanto, você não ganha um diploma quando faz um curso desses. Porque, claro, não interessa para as universidades, nem pagas nem públicas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mas as coisas mudam e mais rápido do que a gente imagina. Em um país como o Brasil, em que 85% dos jovens de 20 a 25 anos não frequentam faculdade, não é nem previsível: é inevitável.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://blogs.r7.com/andre-forastieri/2009/10/27/a-educacao-ideal-boa-gratis-e-sem-professor-por-perto-mas-sem-diploma-tambem/"&gt;http://blogs.r7.com/andre-forastieri/2009/10/27/a-educacao-ideal-boa-gratis-e-sem-professor-por-perto-mas-sem-diploma-tambem/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37424711-8961152907084612533?l=nteitaperuna.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/caldeiraodeideias/~4/p4U1noNiaW8" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/caldeiraodeideias/~3/p4U1noNiaW8/educacao-ideal-boa-gratis-e-sem.html</link><author>robsongarciafreire@gmail.com (Robson Freire)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://nteitaperuna.blogspot.com/2009/10/educacao-ideal-boa-gratis-e-sem.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37424711.post-25788122250900250</guid><pubDate>Wed, 28 Oct 2009 12:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-28T10:30:10.025-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">educação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">inovações</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cultura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">internet</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">tecnologia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sociedade</category><title>Educação e Tecnologia: uma aliança necessária</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://chaiane.files.wordpress.com/2009/09/educacao_ead-300x288.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 300px; height: 288px;" src="http://chaiane.files.wordpress.com/2009/09/educacao_ead-300x288.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;por &lt;span class="txt11 cinza2"&gt;&lt;a href="http://www.overmundo.com.br/perfis/juracy-dos-anjos" class="azul1"&gt;Juracy dos Anjos&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Estamos diante de uma bela demonstração de que a modernização da educação é séria demais para ser tratada somente por técnicos. É um caminho interdisciplinar e a aliança da tecnologia com o humanismo é indispensável para criar uma real transformação. (...) Em síntese, só terá sentido a incorporação de tecnologia na educação como na escola, se forem mantidos os princípios universais que regem a busca do processo de humanização, característico caminho feito pelo homem até então”. (RENATO, Eduardo José. Informática e educação, 1997,05).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; &lt;strong&gt;“A importância da reforma dos sistemas educativos é apontada pelas organizações internacionais como uma prioridade na preparação dos cidadãos para essa sociedade pós-moderna. Não é à toa que a introdução das novas tecnologias digitais na educação apresentou mudanças para a dinâmica social, cultural e tecnológica.”&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entendidas por especialistas e educadores como ferramentas essenciais e indispensáveis na era da comunicação, as novas tecnologias ganham espaço efetivo nas salas de aula. Computadores ligados à internet, software de criação de sites, televisão a cabo, sistema de rádio e jogos eletrônicos. Estas são algumas das possibilidades existentes e que podem ser aproveitadas no ambiente escolar como instrumentos facilitadores do aprendizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, apesar de muitas escolas possuírem estas tecnologias, as mesmas não são utilizadas como deveriam, ficando muitas vezes trancadas em salas isoladas e longe do manuseio de alunos e professores. Existem, segundo estudos recentes, professores e escolas que não conseguem interligar estes instrumentos às atividades regulares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o pedagogo Arnaud Soares de Lima Júnior, “o acesso às redes digitais de comunicação e informação é importante para o funcionamento e o desenvolvimento de qualquer instituição social, especialmente para a educação que lida diretamente com a formação humana”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, ele ressalta que os modos de viver e de pensar a organização da vida estão em crise. Está em curso uma mudança qualitativa em virtude da rápida transmissão de informações entre as sociedades, rompendo com isso as barreiras geográficas dos países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Por isso, cabe à educação uma parcela de responsabilidade tanto na compreensão crítica do(s) significado(s) desta transformação, quanto na formação dos indivíduos e grupos sociais. Estes devem assumir com responsabilidade a condução social de tal virada, provocada, entre outros fatores, pela revolução nas dinâmicas sociais de comunicação e de processamento de informação”, analisa Arnaud.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Modernização&lt;/strong&gt; - Neste cenário, a importância da reforma dos sistemas educativos é apontada pelas organizações internacionais como uma prioridade na preparação dos cidadãos para essa sociedade pós-moderna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é à toa que a introdução das novas tecnologias digitais na educação apresentou mudanças para a dinâmica social, cultural e tecnológica. Modelos pedagógicos foram quebrados, tornando-se desatualizados frente aos novos meios de armazenamento e difusão da informação. Neste momento mudam também os conteúdos, os valores, as competências, as performances e as habilidades tidas socialmente como fundamentais para a formação humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de tentar responder a estas questões imediatas, muitos educadores salientam que a inserção, no contexto educacional, destas tecnologias ainda é encarada como uma articulação problemática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Esta parceria entre educação e tecnologia é muito difícil de ser efetivada. No que se refere às tecnologias digitais, principalmente, os professores têm dificuldades de interação. Eles já até admitem utilizar o computador e a internet para preparar as suas aulas, mas não conseguem ainda utilizar as mesmas nas suas atividades em sala de aula, como instrumento pedagógico”, observa a pedagoga Lynn Alves.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Lynn, o uso da tecnologia não deve se restringir a mera utilização ilustrativa ou instrumental da tecnologia na sala de aula. Exemplo disso, segundo a pedagoga são as aulas de informática de colégios particulares e públicos, que assumem apenas o papel de ensinar o uso dos programas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O jovem já sabe disso, ninguém precisa ensiná-lo. Por este motivo, estas aulas acabam se tornando um espaço de “desprazer”, porque os estudantes querem utilizar a tecnologia para criar, re-significar, construir e intercambiar saberes. Infelizmente, este potencial todo a escola ainda despreza”, frisa Lynn.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Internet e Educação&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A Internet é muito mais que um mero instrumento. Além de um dispositivo, ela representa um modo diferente de efetivar a comunicação e o processamento social da informação”. Esta observação é feita por Arnaud Soares Júnior, professor do mestrado em educação e tecnologia da Universidade Estadual da Bahia e autor do livro “Tecnologias Inteligentes e Educação: currículo hipertextual”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o educador, neste panorama de efetiva transformação, o uso da Internet não representa grande desafio para que os professores aprendam a sua utilização, porque suas funções mais sofisticadas são acionadas até mesmo por intuição. Isso por causa da expressão “interface amigável”, que viabiliza o manuseio rápido e fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Para acessar a Internet não se requer nenhum grau mais elevado de operação mental. Mas, discriminar suas características tecnológicas, sua lógica de funcionamento, e sua natureza comunicativa e informacional, de modo crítico, criativo e politicamente engajado, requer um processo de formação mais abrangente e conseqüente. Tal não poderá ser feito, por exemplo, pelos cursos relâmpagos de informática, nem pelos treinamentos em informática básica”, analisa o professor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já no que diz respeito a utilizar a internet como meio para atrair a atenção dos estudantes, Arnaud salienta que não basta prender a atenção dos estudantes com a tecnologia, porque isto já acontece naturalmente, em virtude das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) exercerem fascínio nas novas gerações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A questão mais importante é como garantir uma educação de qualidade com a utilização das TICs e como definir sua utilização mais pertinente em cada contexto de formação. Para tanto devem ser consideradas as condições e as necessidades inerentes a cada contexto, além das novas tensões sociais que aí se refletem em função do crescente processo de globalização”, explica Arnaud Soares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para finalizar, o pedagogo menciona que diferente do que muitas pessoas acreditam, a Internet não é só uma rede meramente técnica e digital. “A Internet dever vista pelos educadores como uma rede de comunicação, de cultura, de socialização e sociabilidade. Ela está relacionada aos interesses políticos e mercadológicos, além de sua dinâmica estar submetida aos efeitos dos desejos e de representações sociais”, conclui Arnaud.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jogos eletrônicos: ferramenta importante na aquisição do saber&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A presença dos elementos tecnológicos na sociedade vem transformando o modo dos indivíduos se comunicarem, se relacionarem e construírem conhecimentos. Somos hoje praticamente vividos pelas novas tecnologias”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir desta reflexão, Lynn Alves, professora do mestrado em educação e contemporaneidade da Uneb e autora do livro: “Game Over: Jogos Eletrônicos e Violência”, demonstra a importância da tecnologia, em especial os jogos eletrônicos na vida dos jovens contemporâneos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encarada por muitos como nocivo e prejudicial ao desenvolvimento cognitivo dos jovens, os jogos eletrônicos vêm ganhando espaço entre vários estudos e demonstram que podem ser mais um instrumento pedagógico no ambiente escolar. Esta reflexão partir da concepção que existe hoje uma geração submerso no mundo da tecnologia, que tem acesso seja através da televisão ou dos vídeos-game ou das LAN house.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com estes estudos, os sujeitos nascidos na pós-modernidade estão imersos em um mundo altamente tecnológico. Esta geração é defendida pelos estudiosos como os “nativos digitais” ou “geração mídia”. Uma categoria que vem sendo largamente discutida na atualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a utilização de alguns jogos eletrônicos, a exemplo do Simcity, Civilizations e RPG, “os professores podem trabalhar o aprendizado em geografia, história, porque nesse jogo desafia os estudantes a administrar recursos, criar cidades, enfrentar catástrofes, fazer escolhas, planejar, entre outras coisas”, comenta a educadora Lynn.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta perspectiva, e através do jogo eletrônico, os estudantes são estimulados a saber quais as conseqüências de colocar uma escola perto de uma fábrica poluente, além de verificarem quais os problemas sociais ou de saúde as ações realizadas durante o jogo podem causar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Lynn, até mesmo nos jogos violentos, tanto crítica por inúmeros pais, podem servir de fonte de aprendizado e estímulo entre o público jovem. “Você pode trabalhar a questão cognitiva, pois estes jogos exigem uma habilidade sensorial e motora muito grande, tomada de decisão e planejamento estratégico”, conclui Lynn.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://www.overmundo.com.br/overblog/educacao-e-tecnologia-uma-alianca-necessaria"&gt;http://www.overmundo.com.br/overblog/educacao-e-tecnologia-uma-alianca-necessaria&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37424711-25788122250900250?l=nteitaperuna.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/caldeiraodeideias/~4/agL41itgvro" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/caldeiraodeideias/~3/agL41itgvro/educacao-e-tecnologia-uma-alianca.html</link><author>robsongarciafreire@gmail.com (Robson Freire)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://nteitaperuna.blogspot.com/2009/10/educacao-e-tecnologia-uma-alianca.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37424711.post-6487947956420591723</guid><pubDate>Mon, 26 Oct 2009 00:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-25T22:53:56.710-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">educação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Portal do Professor</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ferramenta</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">professor</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sala de aula</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">MEC</category><title>Guia de tecnologias educacionais do Ministério da educação</title><description>&lt;p&gt;Quando o assunto é promover a tecnologia educacional em instituições de ensino, a maioria dos gestores e coordenadores dessas instituições se encontra com um pequeno problema nas mãos; qual tecnologia ou projeto escolher? A quantidade de informações e sistemas desenvolvidos em diversas localidades, mesmo em língua portuguesa é muito grande. O que pode realmente atrapalhar na hora da escolha, sem falar na falta de experiência e vivência dos gestores com assuntos relacionados à tecnologia da informação, especialmente se for associada à sala de aula.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Como forma de promover e facilitar a pesquisa dos gestores das diversas instituições de ensino, o ministério da educação elaborou um guia de tecnologias educacionais, voltado de maneira clara para os gestores de instituições públicas, com tecnologias e recursos que podem ser usados como apoio em sala de aula. A maioria das tecnologias foi desenvolvida aqui no Brasil mesmo. O catálogo é de 2007, mas ainda é possível encontrar material interessante para os mais variados fins, desde o ensino das unidades básicas como matemática até o aperfeiçoamento de professores.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para saber mais sobre o projeto, você pode visitar esse &lt;a href="http://portal.mec.gov.br/seb/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=1138&amp;amp;Itemid=1031"&gt;endereço que leva diretamente a página no web site do ministério da educação, com a descrição do guia&lt;/a&gt;. O documento pode ser copiado como um arquivo PDF de aproximadamente 60 MB no endereço indicado acima, para as pessoas interessadas em consultar a lista de tecnologias disponíveis é a maneira mais rápida de ter acesso a lista.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://www.colaborativo.org/blog/wp-content/uploads/2009/02/guia-tecnologia-educacao.jpg" alt="guia-tecnologia-educacao.jpg" width="500" height="444" /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Uma das coisas que senti falta no guia é um simples sumário com numeração de páginas, o que mostra que faltou um designer de informação para organizar o material! Se você quiser conhecer as tecnologias como um todo, precisa passar por todas as páginas. Até é possível achar alguns dos projetos no guia pelo sumário, mas para descobrir em que página ele está é necessário ir folhando o documento todo, ou então usar o localizar do leitor de arquivos PDF.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Deixando essa parte do sumário de lado, o guia se mostra muito bom na apresentação dos projetos que envolvem tecnologia educacional no Brasil. Os projetos de tecnologia educacional estão organizados nas seguintes categorias:&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Gestão da educação&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ensino-aprendizagem&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Formação de profissionais da educação&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Educação inclusiva&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Portais educacionais&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Essa última opção não tem relação alguma com sistemas LMS, mas sim com portais que oferecem algum tipo de conteúdo de apoio a professores e educadores, como o excelente &lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/"&gt;Portal Domínio Público&lt;/a&gt; que oferece material livre de direitos autorais que podem ser usados sem restrições na sala de aula.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Se você trabalha de alguma maneira com tecnologias voltadas à educação, recomendo o download e consulta ao material.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://www.colaborativo.org/blog/2009/02/25/guia-de-tecnologias-educacionais-do-ministerio-da-educacao/"&gt;http://www.colaborativo.org/blog/2009/02/25/guia-de-tecnologias-educacionais-do-ministerio-da-educacao/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37424711-6487947956420591723?l=nteitaperuna.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/caldeiraodeideias/~4/Ou5dy4VaDww" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/caldeiraodeideias/~3/Ou5dy4VaDww/guia-de-tecnologias-educacionais-do.html</link><author>robsongarciafreire@gmail.com (Robson Freire)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://nteitaperuna.blogspot.com/2009/10/guia-de-tecnologias-educacionais-do.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37424711.post-8947072304233824087</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2009 19:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-22T17:15:32.986-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Urs Gasser</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">nativos digitais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">crianças</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">mudanças</category><title>Um dia, seu filho vai se sentir como você se sente</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://oceanus-occidentalis.weblog.com.pt/arquivo/Talvez%20perdido.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 280px; height: 380px;" src="http://oceanus-occidentalis.weblog.com.pt/arquivo/Talvez%20perdido.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Todas as crianças estão (ou querem estar) na internet e a usam com desenvoltura; daqui para a frente, elas devem transformar esse ambiente&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;por Bruno Galo, Rafael Cabral e Ana Freitas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se pudesse escolher, adoraria ser criança agora", suspira o apresentador e blogueiro Marcelo Tas. Observador da relação dos pequenos com as novas tecnologias, ele se diz fascinado com as possibilidades de interação, participação e expressão do mundo atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Tas, a linguagem da rede é muito parecida com o universo das crianças: fragmentado, espontâneo e não-linear pela própria natureza."Ao contrário dos adultos, que são mais enquadrados pelos vícios e hábitos de linguagem, com os sentidos mais domesticados, as crianças estão abertas às (novas) experiências, sem preconceito", defende.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não por acaso, hoje, de um jeito ou de outro, as crianças estão - ou querem estar - na internet. A presença dos pequenos na rede é maciça e não para de crescer. Por aqui, de acordo com uma pesquisa da Turner Brasil Network do ano passado, 51% das crianças e jovens, entre 6 e 14 anos, acessam a web todos os dias. Segundo um estudo recente da Nielsen, nos Estados Unidos, enquanto o número total de usuários cresceu 10% entre 2004 e 2009, o de crianças, entre 2 e 11 anos, subiu 19%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Muita gente diz que a internet está nos tornando mais burros. De certa forma, isso é verdade. Desaprendi a decorar telefones, endereços, dados geográficos, datas. Mas tudo bem. Aprendi muitas outras coisas que compensam o que perdi", diz o educador brasileiro Paulo Blinkstein. "Sempre foi assim na história da humanidade. Lembre-se que houve época que não havia escrita, e o que se valorizava era a memorização pura", exemplifica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Enquanto o adulto vê a internet como um substantivo, a criança a vê como um verbo. Ou seja, uma ferramenta que permite a ela fazer o que deseja. E hoje, para formar uma frase, todos, não só as crianças, precisamos deste verbo", acredita Volney Faustini, pesquisador da área. Para os pequenos, a tecnologia até parece invisível. O fascínio que elas despertam está muito mais nas suas possibilidades, do que nelas mesmas. Em suma, elas são um meio e não um fim em si. "O adulto é atraído pela ferramentas. A criança, pela história que elas contam", analisa Tas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, no entanto, pesquisar na internet, enviar e-mail, criar blog e postar vídeo no YouTube são coisas que as crianças já fazem e aprendem a fazer sozinhas. É preciso, portanto, estimulá-las a extrapolar esse modelo de publicação e de acesso a informação. Para Blinkstein, que é especialista no uso da tecnologia aplicada à educação, a disponibilidade instantânea de informação está tornando a educação tradicional cada vez mais obsoleta, deixando as crianças à deriva. "Infelizmente, elas não aprendem a usar o seu tempo online para atividades mais profundas. A internet se vira só um passatempo, o que é trágico", afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Usar o computador como uma ferramenta de investigação cientifica profunda não é espontâneo, não se aprende sozinho. É preciso ter um professor muito bem preparado, materiais de qualidade e formas de avaliação aprofundadas. E, principalmente, a tecnologia permite centrar a educação no aluno, e não no professor", explica Blinkstein.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;INOVAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, sim. Se você chegou até aqui sem entender o porquê do título, responda: você já ficou surpreso - ou até mesmo assustado - com a desenvoltura e naturalidade que seu filho demonstra ao mexer com os equipamentos eletrônicos e o computador na sua casa? Fique tranquilo. Você não está sozinho e nem é o primeiro a ter essa impressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Tudo que existe no mundo antes de nascermos é absolutamente natural. As novidades que surgem enquanto somos jovens são uma oportunidade e, com sorte, uma carreira a seguir. Tudo aquilo que aparece depois que você tem trinta anos, entretanto, é anormal, o fim do mundo como o conhecemos. Isso, até que tenhamos convivido com essa novidade por uns bons dez ou quinze anos, quando, enfim, ela começa a parecer normal", definiu certa vez - e com rara precisão - Douglas Adams, autor inglês do livro O Guia do Mochileiro das Galáxias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;URS GASSER, professor&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Urs Gasser é professor do centro de Internet e Sociedade da Universidade de Harvard e co-autor do livro Born Digital: Undestanding the First Generation of Digital Natives (Nascidos digitais: entendendo a primeira geração de nativos digitais), amplo estudo sobre aqueles que nasceram após 1980. No geral, o livro é otimista quanto ao futuro da internet, "importante para formar cidadãos globais com espírito de inovação e colaborativismo", mas critica a falta de segurança dos dados das crianças na rede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Afinal, o que é um nativo digital?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usamos esse termo em um sentido metafórico. Ele descreve a população de jovens nascidos depois dos anos 1980 e que teve acesso às tecnologias digitais de uma maneira significativa. São as crianças e os adolescentes de hoje, que não conseguem imaginar a vida sem o Google ou a Wikipedia. É importante destacar que nem todas as crianças hoje são nativas digitais, já que existe uma exclusão digital muito grande e nem todas têm a oportunidade (ou a habilidade) de participar do ciberespaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A relação da geração pós-Napster com as leis de copyright pode ajudar a atualizar as leis de direitos autorais?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta da Justiça para a cultura de compartilhamento hoje é a repressão. Quando essas crianças envelhecerem, no entanto, essas leis se tornarão mais brandas e se adaptarão a essa nova lógica. A ascensão dos Partidos Piratas na Europa é o começo desse desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A criatividade das crianças esbarra nos interesses da indústria?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes. Não sabemos se a internet vai continuar sendo a plataforma aberta que conhecemos hoje, possibilitando a cultura do remix e o compartilhamento, pois há forças significativas que defendem uma versão mais controlada da rede, por causa de seus interesses. Isso sim pode prejudicar a criatividade. Estamos em uma encruzilhada. Não sabemos se a arquitetura da internet continuará a mesma, mas foi ela que propiciou a parte boa da cultura digital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Com tantas fontes, as crianças digitais são mais críticas com aquilo que consomem?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criança média, não. Porém, vemos que quanto mais conectada, mais ela está predisposta a checar em mais de uma fonte. Descobrimos uma regra: Quanto mais conectada a criança, mais discernimento ela tem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/tecnologia+link,um-dia--seu-filho-vai-se-sentir-como-voce-se-sente-,3048,0.shtm#"&gt;http://www.estadao.com.br/noticias/tecnologia+link,um-dia--seu-filho-vai-se-sentir-como-voce-se-sente-,3048,0.shtm#&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37424711-8947072304233824087?l=nteitaperuna.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/caldeiraodeideias/~4/W5CUxp99_6E" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/caldeiraodeideias/~3/W5CUxp99_6E/um-dia-seu-filho-vai-se-sentir-como.html</link><author>robsongarciafreire@gmail.com (Robson Freire)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://nteitaperuna.blogspot.com/2009/10/um-dia-seu-filho-vai-se-sentir-como.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37424711.post-988072558939421896</guid><pubDate>Wed, 21 Oct 2009 10:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-21T08:00:01.254-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">professor</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">passo a passo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">internet</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">twitter</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Web 2.0</category><title>Tutorial Como se Cadastrar no Twitter</title><description>&lt;div  style="text-align: center;font-family:georgia;"&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Você tem escutado direto a palavra &lt;strong&gt;Twitter&lt;/strong&gt; e não faz a mínima idéia do que significa? Então esse post vai tirar algumas de suas dúvidas, e explicar &lt;strong&gt;como fazer para se cadastrar&lt;/strong&gt; na nova onda mundial.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;O &lt;strong&gt;Twitter&lt;/strong&gt; é um &lt;strong&gt;micro-blogging&lt;/strong&gt;, ou seja, é um blog que, literalmente, você escreve “micro”, ou melhor, pouco. O máximo de caracteres que você pode escrever são 140. O legal é que você pode “seguir” todos os seus amigos e saber tudo que eles estão fazendo, além de “seguir” pessoas famosas.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;- &lt;strong&gt;Por que falo em “seguir”?&lt;/strong&gt; Por que quando você quer acompanhar o&lt;strong&gt; Twitter &lt;/strong&gt;de alguém, tem que clicar em “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Follow&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;” (”Seguir”) na &lt;strong&gt;página do Twitter&lt;/strong&gt; da pessoa.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: center;"&gt;Confira agora, passo-a-passo, &lt;strong&gt;como se cadastrar no Twitter&lt;/strong&gt;:&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: left;"&gt;1) Assim que entrar na &lt;a href="http://twitter.com/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://twitter.com/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;a target="_blank"&gt;página inicial do Twitter&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;: &lt;a href="http://twitter.com/"&gt;http://twitter.com&lt;/a&gt;, clique em “Get Started – Join!”.&lt;/p&gt;  &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_H-PvETeZ_GE/Ss4_iBFhmvI/AAAAAAAACSM/x-ps6xLLjIw/s1600-h/como-cadastrar-no-twitter-1.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 343px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_H-PvETeZ_GE/Ss4_iBFhmvI/AAAAAAAACSM/x-ps6xLLjIw/s400/como-cadastrar-no-twitter-1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390315657648773874" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: center;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;h5 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Primeiros passos para o mundo do TWITTER&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;2) Agora você deve preencher com seu Nome (&lt;em&gt;Full name&lt;/em&gt;), Nome de usuário/Apelido (&lt;em&gt;Username&lt;/em&gt; – esse é o que irá aparecer no seu endereço – http://twitter.com/&lt;strong&gt;USERNAME&lt;/strong&gt;), senha (&lt;em&gt;Password&lt;/em&gt;) e email. Escreva os dois códigos, separados por espaço, onde está escrito “&lt;em&gt;Type the words above&lt;/em&gt;“. Quando tiver preenchido clique em “&lt;em&gt;Create my account&lt;/em&gt;“.&lt;/p&gt;  &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_H-PvETeZ_GE/Ss4-lZvOccI/AAAAAAAACSE/4biIHPdn2z0/s1600-h/como-cadastrar-no-twitter-2.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 359px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_H-PvETeZ_GE/Ss4-lZvOccI/AAAAAAAACSE/4biIHPdn2z0/s400/como-cadastrar-no-twitter-2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390314616294109634" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: center;font-family:georgia;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: center;font-family:georgia;"&gt;&lt;h5 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Preenchendo com dados pessoais&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;3) Na terceira etapa ele pede para &lt;strong&gt;ver se seus amigos estão no Twitter&lt;/strong&gt; usando sua conta de email, pule essa etapa que depois irá aparecer de novo (clique em “&lt;em&gt;Skip This Step&lt;/em&gt;” embaixo do botão “Continue”).&lt;/p&gt;  &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_H-PvETeZ_GE/Ss49nbkEDbI/AAAAAAAACR0/637hTNhOYFE/s1600-h/como-cadastrar-no-twitter-3.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 305px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_H-PvETeZ_GE/Ss49nbkEDbI/AAAAAAAACR0/637hTNhOYFE/s400/como-cadastrar-no-twitter-3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390313551632272818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: center;font-family:georgia;"&gt;&lt;h5 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Pulando etapa de adicionar amigos no Twitter&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;4) Agora ele vai querer adicionar automaticamente algumas pessoas ao seu &lt;strong&gt;Twitter&lt;/strong&gt;. Eu não quis, se você também não quiser, desmarque o quadradinho escrito “&lt;em&gt;Select All&lt;/em&gt;” e aguarde pois irá sumir todos os avatares (”fotinhas”) à direita da tela. Atenção: Se você quiser deixar essas pessoas serem adicionadas ao seu Twitter, apenas clique em “&lt;em&gt;Finish&lt;/em&gt;“.&lt;/p&gt;  &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_H-PvETeZ_GE/Ss485sWfQQI/AAAAAAAACRs/88Dx-cYb72g/s1600-h/como-cadastrar-no-twitter-4.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 305px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_H-PvETeZ_GE/Ss485sWfQQI/AAAAAAAACRs/88Dx-cYb72g/s400/como-cadastrar-no-twitter-4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390312765864755458" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: center;font-family:georgia;"&gt;&lt;h5 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Opção automática do Twitter&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;5) Imagem mostrando a página depois de desmarcar a opção “Select All” (sumiram as fotos na direita e todos os quadradinhos estão desmarcados). Agora clique em “&lt;em&gt;Finish&lt;/em&gt;“.&lt;/p&gt;  &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_H-PvETeZ_GE/Ss48PBufRsI/AAAAAAAACRk/JiqD6ZJDCuU/s1600-h/como-cadastrar-no-twitter-5.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 306px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_H-PvETeZ_GE/Ss48PBufRsI/AAAAAAAACRk/JiqD6ZJDCuU/s400/como-cadastrar-no-twitter-5.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390312032868189890" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div face="georgia" style="text-align: center;"&gt;&lt;h5 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Desmarcada a opção “Select all”&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;6) Parabéns! Você está &lt;strong&gt;cadastrado no Twitter&lt;/strong&gt;!! Essa será a SUA página do &lt;strong&gt;Twitter &lt;/strong&gt;(Foto 6). Vamos agora procurar seus amigos ou pessoas famosas para segui-las, clique em “&lt;em&gt;Find some friends&lt;/em&gt;” (Continua na próxima etapa, antes veja alguns detalhes desta página).&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: center;"&gt;Alguns detalhes desta página:&lt;/p&gt; &lt;ul style="text-align: justify;"&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;o retângulo escrito “&lt;em&gt;What are you doing?&lt;/em&gt;” é para você escrever o que está fazendo (lembre-se, só pode escrever 140 caracteres!)&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;na direita você vê seu nome de usuário e abaixo dele aparecem &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;quantas pessoas você está seguindo&lt;/span&gt; (”&lt;em&gt;following _me&lt;/em&gt;“), &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;quantas pessoas estão te seguindo&lt;/span&gt; (”&lt;em&gt;followers_me&lt;/em&gt;“) e &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;quantas vezes você mandou mensagem&lt;/span&gt; (”&lt;em&gt;updates&lt;/em&gt;“)&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_H-PvETeZ_GE/Ss45glDV9-I/AAAAAAAACRc/zCxb0RE8sRw/s1600-h/como-cadastrar-no-twitter-6.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 329px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_H-PvETeZ_GE/Ss45glDV9-I/AAAAAAAACRc/zCxb0RE8sRw/s400/como-cadastrar-no-twitter-6.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390309035873794018" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div face="georgia" style="text-align: center;"&gt;&lt;h5 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Foto 6 – Detalhando SUA página no Twitter&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;&lt;h5 style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;7) Você pode achar seus&lt;strong&gt; amigos no Twitter&lt;/strong&gt; pela sua conta de email (basta colocar sua &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;senha do email&lt;/span&gt; em “&lt;em&gt;Email Password&lt;/em&gt;“). Ou então procurar pessoas pelo nome, clique na aba escrito “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Find on Twitter&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;” (”&lt;strong&gt;Achar no Twitter&lt;/strong&gt;“)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_H-PvETeZ_GE/Ss43ZIMOs7I/AAAAAAAACRU/IRjeR36bwPc/s1600-h/como-cadastrar-no-twitter-7.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 340px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_H-PvETeZ_GE/Ss43ZIMOs7I/AAAAAAAACRU/IRjeR36bwPc/s400/como-cadastrar-no-twitter-7.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390306708844098482" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center; font-family: georgia;"&gt;&lt;h5 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Achando amigos ou famosos no Twitter&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;No espaço escrito “&lt;em&gt;Who are you looking for?&lt;/em&gt;” escreva o nome da pessoa que você quer ver se tem &lt;strong&gt;Twitter&lt;/strong&gt; (por exemplo, eu escrevi o nome que a atriz Demi Moore usa no &lt;strong&gt;Twitter &lt;/strong&gt;(Mrs Kutcher). Você pode procurar pelo nome de usuário, pelo primeiro nome, pelo segundo nome ou pelo nome todo. Em seguida clique em “&lt;em&gt;search&lt;/em&gt;“.&lt;/p&gt;  &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_H-PvETeZ_GE/Ss42mpeTqcI/AAAAAAAACRM/D1zr4G95uPo/s1600-h/como-cadastrar-no-twitter-8.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 337px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_H-PvETeZ_GE/Ss42mpeTqcI/AAAAAAAACRM/D1zr4G95uPo/s400/como-cadastrar-no-twitter-8.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390305841604962754" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center; font-family: georgia;"&gt;&lt;h5 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Procurando alguém pelo nome no Twitter&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;p&gt;9) Na página seguinte você vai ver todo os &lt;strong&gt;Twitters &lt;/strong&gt;que ele achou com o nome que você digitou. O que aparece na foto é mesmo o da Demi Moore, se quiser segui-la, basta clicar em “&lt;em&gt;Follow&lt;/em&gt;” ao lado do nome.&lt;/p&gt; &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_H-PvETeZ_GE/Ss418PMb2yI/AAAAAAAACRE/A7XSv4QDhUE/s1600-h/como-cadastrar-no-twitter-9.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 302px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_H-PvETeZ_GE/Ss418PMb2yI/AAAAAAAACRE/A7XSv4QDhUE/s400/como-cadastrar-no-twitter-9.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390305112996174626" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;h5  style="text-align: center; font-weight: bold;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Seguindo a pessoa que achou no Twitter&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;p  style="text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;ATENÇÃO!&lt;/span&gt; Existem vários &lt;strong&gt;Twitters &lt;/strong&gt;fakes (falsos), principalmente de pessoas famosas. Se quiser ter certeza que é da pessoa famosa que está procurando, tente procurar pela internet algum lugar falando sobre o&lt;strong&gt; Twitter &lt;/strong&gt;dela.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: left; font-family: georgia;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://rainydays.rockerspace.net/ajuda-com-twitter/"&gt;http://rainydays.rockerspace.net/ajuda-com-twitter/ &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37424711-988072558939421896?l=nteitaperuna.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/caldeiraodeideias/~4/x9onha1NNLA" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/caldeiraodeideias/~3/x9onha1NNLA/tutorial-como-se-cadastrar-no-twitter.html</link><author>robsongarciafreire@gmail.com (Robson Freire)</author><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_H-PvETeZ_GE/Ss4_iBFhmvI/AAAAAAAACSM/x-ps6xLLjIw/s72-c/como-cadastrar-no-twitter-1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://nteitaperuna.blogspot.com/2009/10/tutorial-como-se-cadastrar-no-twitter.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37424711.post-6521105654461687460</guid><pubDate>Tue, 20 Oct 2009 11:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-20T09:45:53.941-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">dumbest generation</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">nativos digitais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">crianças</category><title>Conectados, multitarefa, radicais, isolados e burros</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_64tRxWJelW8/SfXvDHHdq_I/AAAAAAAADhE/dwniD9LqDKA/s400/42-17750772.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_64tRxWJelW8/SfXvDHHdq_I/AAAAAAAADhE/dwniD9LqDKA/s400/42-17750772.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Visão mais pessimista das crianças de hoje aponta que a navegação aleátória tira delas o tempo necessário para o desenvolvimento intelectual&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;por Rafael Cabral, Bruno Galo e Ana Freitas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conectadas de berço, as crianças pensam e agem cada vez mais rapidamente, além de conseguirem realizar várias atividades ao mesmo tempo. Mas quem disse que tudo isso é bom?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É verdade que elas são multitarefas, mas isso só faz que elas adquiram o que os cientistas chamam de estado de atenção parcial contínua", defende o professor Mark Bauerlein, autor do livro The Dumbest Generation (leia abaixo). Elas pulam de um texto para o outro em poucos segundos, mas quanto deles elas conseguem entender no final?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por mais que já seja reconhecida a importância do pensamento fragmentado que impera na web, para Bauerlein é ainda "a lógica linear que comanda todas as áreas de pensamento, da Ciência ao Direito" - e nisso as novas tecnologias não teriam muito a contribuir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao permitir uma excessiva personalização do que se consome, o ciberespaço acabaria privando as crianças de alguns conhecimentos básicos e necessários. "O comportamento que veio com a web simplesmente destrói hábitos necessários para o desenvolvimento intelectual, como a atenção e o discernimento", dispara Bauerlein, pessimista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, como defendeu recentemente o intelectual Umberto Eco, a abundância de informações (vindas principalmente da web) sobre acontecimentos do presente, sejam eles relevantes ou não, acabam soterrando as pessoas e impedindo-as de compreender seu contexto histórico. Imagine então as crianças navegando sozinhas em meio a esse caótico ciberespaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo em que aproxima, o virtual também isola. Entre os pontos negativos do digital está a possibilidade de evitarmos o contato com assuntos importantes (mas que, por um motivo ou outro, escolhemos não acessar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pesquisa do ano passado feita pela SaferNet mostrou que, por navegarem sem acompanhamento de adultos, 53% das crianças já tiveram contato com conteúdos agressivos ou considerados impróprios para sua idade. O estudo revela também que 64% dos jovens usam a web no próprio quarto e que 87% não têm restrições no uso da internet. Elas podem ler, ouvir e assistir apenas aquilo que lhes interessa - e isso, em vez de abrir suas cabeças, pode torná-las mais radicais em suas crenças e preconceitos, além de aliená-las do oposto. Com a televisão, bem ou mal, éramos obrigados a ver um pouco de tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;AJUDA OU ATRAPALHA?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o educador Paulo Blinkstein o problema é esperar de tecnologias como os videogames uma solução pronta e ignorar as nuances entre o que ajuda e o que prejudica no desenvolvimento das crianças. "Os games são mídias poderosas para a educação, mas existe uma grande falácia na ideia de que podemos aprender brincando, sem esforço e sentados no sofá. O uso educativo do videogame é limitado pelas suas próprias características. Não há milagre."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se os jogos podem ajudar no desenvolvimento da noção de espaço e nos reflexos, por sua vez eles podem também prejudicar, a evolução psicomotora dos jovens. "Se a criança ficar bitolada e não se movimentar, explorando seu ambiente físico, isso repercutirá na sua vida futura", explica o neurologista Jairo Werner, professor da Universidade Federal Fluminense - UFF.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;REDES SOCIAIS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Mark Bauerlein, apesar de os sites de relacionamentos prometerem aos internautas conhecer novos amigos e interagir com pessoas novas, as crianças acabam se fechando ainda mais nos seus grupos quando entram nessas redes. "Apesar de toda a utopia em cima da interação que esses sites propiciam, o papo das crianças acaba sendo uma extensão do grupinho que se encontra na lanchonete do colégio".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com pesquisa realizada pela Turner International Brasil, 77% das crianças se cadastraram pela primeira vez em uma rede social, como o Orkut ou Facebook, quando tinham entre 5 e 8 anos de idade. 73% delas admitem que seus contatos são formados por amigos do dia-a-dia.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;MARK BAUERLEIN, professor&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A geração digital é a mais burra de todos os tempos. Essa é a tese central do livro The Dumbest Generation, de Mark Bauerlein, professor da Universidade de Emory, em Atlanta, sul dos EUA. Bauerlein acredita, por exemplo, que as redes sociais prometem muito e cumprem pouco: as conversas acabam reproduzindo a fofoca do colégio e pouco acrescentam no desenvolvimento intelectual das crianças. Além disso, ele defende a importância cada vez maior do pensamento linear em contraposição à fragmentação da internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Não é normal que os mais velhos reclamem dos hábitos dos mais novos? A crítica da era digital não é a mesma que foi feita quando surgiu a TV?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim. Nós sempre ouviremos os mais velhos reclamando dos mais novos - mas eu não acho que isso invalida a crítica deles. É verdade, aliás, que assistir televisão demais prejudica o desenvolvimento das crianças e, por isso, os pediatras forçaram regras para a programação. É a doutrinação dos mais velhos que forma uma sociedade saudável. Um jovem precisa saber, por exemplo, o que aconteceu em Cuba em 1959 para lembrar que a história não começou quando ele fez seu aniversário de 13 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Por que então você considera essa geração a mais burra de todos os tempos?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos de inteligência pura, eles são tão espertos quanto sempre foram. Mas quando você vê o conhecimento deles de história, literatura, filosofia, eles são completamente ignorantes. Isso porque a maioria do tempo livre dessas crianças é gasto com ferramentas digitais que simplesmente repercutem umas as outras. Eles não leem jornais, eles mexem no Facebook. Eles não leem livros, eles mandam SMS. Isso tira deles o tempo que era destinado para a formação intelectual.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;Você vê alguma solução para esse "desvio", agora que o digital se torna onipresente?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crianças sempre serão crianças, mas antes os pais tinham armas poderosas para limitar o tempo delas. Agora elas podem brigar, fofocar, praticar bullying, amar e odiar na internet. Vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana. Imagine um quarto de criança: antes ele era um espaço de isolamento, agora é um hub. Até que deixemos esse espaço menos ‘social’, as coisas estarão erradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/tecnologia+link,conectados-multitarefa-radicais-isolados-e-burros,3049,0.shtm"&gt;http://www.estadao.com.br/noticias/tecnologia+link,conectados-multitarefa-radicais-isolados-e-burros,3049,0.shtm&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37424711-6521105654461687460?l=nteitaperuna.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/caldeiraodeideias/~4/gElIxVXWz1w" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/caldeiraodeideias/~3/gElIxVXWz1w/conectados-multitarefa-radicais.html</link><author>robsongarciafreire@gmail.com (Robson Freire)</author><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/_64tRxWJelW8/SfXvDHHdq_I/AAAAAAAADhE/dwniD9LqDKA/s72-c/42-17750772.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://nteitaperuna.blogspot.com/2009/10/conectados-multitarefa-radicais.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37424711.post-5555195460011549198</guid><pubDate>Sun, 18 Oct 2009 14:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-18T12:04:16.802-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">aluno</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">professor</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sala de aula</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">PowerPoint</category><title>Quando o uso de PowerPoint atrapalha as aulas?</title><description>&lt;div class="entry-content"&gt; &lt;p&gt;Na grande maioria das instituições de ensino as aulas estão começando a ser preparadas quase que exclusivamente com o uso do PowerPoint. Todos os professores têm seu conteúdo organizado e distribuído entre os alunos no formato de slides, isso inclusive é uma forma de marketing educacional para muitas faculdades que anunciam “todas as salas com datashow”. Até que ponto isso pode ser uma vantagem, ou até mesmo atrapalhar o desempenho dos alunos? Depois de passar um bom tempo observando o comportamento dos alunos, quando as aulas são ministradas totalmente com o apoio dos slides e quando a mesma é feita apenas no quadro, cheguei a seguinte conclusão; &lt;strong&gt;não coloque tudo nos slides&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O conteúdo de uma aula completa nos slides acaba sendo uma vantagem para os alunos e para o professor no momento em que o tempo gasto, com a organização do quadro é economizada. Mas, os alunos acabam tendo a tendência natural de não prestar mais tanta atenção que está sendo apresentado, pois depois os mesmos devem ter acesso aos arquivos do professor, com o conteúdo todo pronto no formato PPT. Cheguei a perceber que alunos assistindo aulas apoiadas por slides, acabam perdendo a atenção e se prejudicando depois. Uma coisa que deveria ajudar, acaba atrapalhando.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Por isso, acabei criando uma pequena regra para manter a atenção dos alunos enquanto uma aula ministrada com o apoio de PowerPoint é realizada. A regra é simples; &lt;strong&gt;não coloque tudo no PowerPoint&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/dolescum/2503834924/" title="GSU-library-classroom por dolescum, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2250/2503834924_87accee58c.jpg" alt="GSU-library-classroom" width="500" height="375" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A estratégia é simples mas já consegui comprovar nas aulas que é muito eficaz, consiste em trabalhar com conteúdos sem muitos detalhes nos slides, para que seja necessário usar o quadro como apoio eventual durante as aulas. Com isso, quando um assunto que requer explicações extras do professor ganha algumas palavras e comentários no quadro. Assim, os alunos precisam prestar mais atenção ainda para eventualmente copiar ou simplesmente acompanhar as explicações com o material exposto no quadro.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Pode parecer um contraponto, usar o quadro quando temos o PowerPoint disponível para ministrar aulas. Mas, para manter a atenção e interesse de uma turma de alunos, qualquer tipo de artifício é válido. Caso você queira fazer um teste nas suas aulas, recomendo escolher um slide cheio de informação e fazer um “enxugamento” do mesmo. Quando ele for o tópico central da explicação, coloque o material no quadro! Você vai perceber como a atenção dos alunos será redobrada ao longo de toda a aula.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fundo: &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://www.colaborativo.org/blog/2009/02/13/quando-o-uso-de-powerpoint-atrapalha-as-aulas/"&gt;http://www.colaborativo.org/blog/2009/02/13/quando-o-uso-de-powerpoint-atrapalha-as-aulas/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;          &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37424711-5555195460011549198?l=nteitaperuna.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/caldeiraodeideias/~4/EL9zM7w0ZNc" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/caldeiraodeideias/~3/EL9zM7w0ZNc/quando-o-uso-de-powerpoint-atrapalha-as.html</link><author>robsongarciafreire@gmail.com (Robson Freire)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://nteitaperuna.blogspot.com/2009/10/quando-o-uso-de-powerpoint-atrapalha-as.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37424711.post-720817828338817603</guid><pubDate>Sat, 17 Oct 2009 05:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-17T02:49:09.212-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">educação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sergio Amadeu</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">internet</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">twitter</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">A Rede</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Web 2.0</category><title>Twitter na escola ajuda?</title><description>&lt;!--   ==============================    APAGANDO p/ BLOG CALENDAR ============= --&gt;       &lt;strong&gt;Existem múltiplas formas de fazer do nanoblog um assistente divertido e eficaz, em sala de aula. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sergio Amadeu da Silveira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.arede.inf.br/inclusao/edicao-atual/2268-twitter-na-escola-ajuda"&gt;ARede nº51,setembro 2009&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Twitter pode ser uma boa ferramenta para a Educação? Como um nanoblog com 140 caracteres pode apoiar o processo de ensino-aprendizado? O Twitter usado em sala de aula garantirá a múltipla atenção dos estudantes ou simplesmente gerará um processo de dispersão? Quais outras possibilidades de uso educacional do Twitter?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas questões são cada vez mais importantes. Isso porque o Twitter não é mais uma atividade de nerds e super-usuários da internet. O Twitter já ultrapassou 1 milhão de participantes, somente no Brasil. A tendência é crescer ainda mais. Além disso, o Twitter permite uma grande versatilidade de uso. Alguns dizem que se presta mais a divulgação de ideias e dicas. Na realidade, o Twitter pode ter usos muito mais variados. Algumas pessoas usam para expressar sentimentos, outras para cobrir eventos e algumas até para denunciar políticas ou políticos que consideram nefastos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para aprofundar um pouco as possibilidades de uso do Twitter no ensino formal, traduzi algumas ideias das pesquisadoras romenas Gabriela Grosseck e Carmen Holotescu, que em 2008 escreveram um documento intitulado “Can we use Twitter for educational activities?”, ou, “Podemos usar o Twitter para atividade educaionais?” Gabriela e Carmen exploraram questões pragmáticas sobre o potencial do Twitter como ferramenta educacional, baseando-se em suas próprias experiências. Uma primeira possibilidade é a criação de comunidades de alunos. A ideia é twittar em sala de aula ou fora dela sobre temas de interesse da disciplina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explorando a escrita colaborativa, é possível promover atividades de busca de conteúdo na rede e dispor as descobertas para os colegas. Tais buscas podem ser divertidas e as dicussões no próprio twitter podem ser bem proveitosas, mesmo que não sejam realizadas em tempo real. Os alunos podem realizar as suas postagens (twittar), endereçadas aos seguidores do perfil da sua turma, para perguntar e esclarecer dúvidas sobre o tema da pesquisa proposta pelo professor. Também podem refletir conjuntamente sobre a pertinência ou a compreensão coletiva de determinados fatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha sugestão é trabalhar com as #hashtags ou hashtags, quando se está pesquisando um tema. O processo é bem simples. A turma decide que todos que escreverem sobre aquele tema no início ou no final da postagem coloquem um identificador do assunto, ou seja, uma hashtag. Por exemplo: todo mundo que estiver participando da pesquisa sobre Machado de Assis deve incluir na frase a hashtag #machado. Com isso, depois basta clicar na hashtag para obter as postagens de todo mundo que escreveu algo sobre o autor. Assim, é possível resgatar toda a discussão, dicas, dúvidas e declarações realizadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A turma pode, inclusive, usar as postagens feitas no Twitter para editar um blog com um novo ordenamento das informações coletadas. Assim, dá para fazer uma análise crítica de todo o processo e requalificá-lo. A definição do tagueamento ou etiquetagem das postagens pode ser muito útil não só para recuperar informação, mas para definir exatamente o que a turma está procurando. Discutir o nome mais adequado da tag é, em si, um exercício não somente escolar, mas também que ajuda as pessoas a entenderem a importância da web semântica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De volta às proposições das pesquisadoras romenas, o Twitter serve também para a classe debater com um cientista, personagem ou professor que está em outra cidade. Usando uma hashtag combinada com o convidado, que está à distância, a turma pode transformar o Twitter em “uma sala de conferência”. A dificuldade é coordenar o debate para que não seja uma “gritaria digital”. Mas essa é uma das situações que fazem parte do aprendizado do uso da ferramenta. Depois do debate online, em tempo real, os alunos podem recuperá-lo a partir da hashtag para uma análise posterior mais profunda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro exercício bem interessante e divertido é levar a turma para a sala de internet e combinar que cada um deve imediatamente escrever a continuidade do texto do outro. Mas o tema deve ser aquele que está sendo estudado. Assim, é possível avaliar a compreensão e o desempenho de modo participativo. As sentenças devem fazer sentido para a correta compreensão do problema que está sendo estudado. O professor pode incentivar, postando uma frase ou pergunta inicial e as pessoas têm trinta segundos para escrever, seguindo uma ordem previamente combinada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as várias possibilidades de uso educacional do Twitter, coloco a do estudo do meio com o uso de celulares que têm câmera fotográfica e envio para o twitpic (http://twitpic.com/) – aplicação que permite expor as imagens que os twitters captaram. Aulas de geografia e jogos narrativos, tais como a história da sua rua ou do bairro, podem ser realizadas pela turma, que irá participar e analisar conjuntamente o processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, o uso do Twitter ou do identi.ca, um microblogging livre, no processo de ensino e aprendizagem, pode melhorar a integração dos alunos e incentivar a autonomia de pesquisa na rede e o compartilhamento de soluções. Sem dúvida, o uso da rede e do próprio nanoblogging&lt;br /&gt;em sala de aula pode gerar dispersão e baixo aproveitamento se não for planejado e bem orientado. Por isso, o professor deve cada vez mais assumir a posição de um navegador experiente. É preciso superar o ensino verticalizado, centrado exclusivamente na hierarquia e encontrar novas formas de aprendizado em rede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sergio Amadeu da Silveira é sociólogo, considerado um dos maiores defensores e divulgadores do software livre e da inclusão digital no Brasil. Foi precursor dos telecentros na América Latina e presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://www.arede.inf.br/inclusao/edicao-atual/2268-twitter-na-escola-ajuda"&gt; http://www.arede.inf.br/inclusao/edicao-atual/2268-twitter-na-escola-ajuda&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37424711-720817828338817603?l=nteitaperuna.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/caldeiraodeideias/~4/RtKvtNssMUA" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/caldeiraodeideias/~3/RtKvtNssMUA/twitter-na-escola-ajuda.html</link><author>robsongarciafreire@gmail.com (Robson Freire)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total><feedburner:origLink>http://nteitaperuna.blogspot.com/2009/10/twitter-na-escola-ajuda.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37424711.post-2220360838441998944</guid><pubDate>Thu, 15 Oct 2009 11:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-15T08:49:44.387-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Dia do Professor</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">aluno</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">professor</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">blogagem coletiva</category><title>Meu Mestre, Meu espelho</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_q7gAJm5rgEs/SPZAFmWLi6I/AAAAAAAAA9k/vxqoB3T3Xpo/s400/professor.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_q7gAJm5rgEs/SPZAFmWLi6I/AAAAAAAAA9k/vxqoB3T3Xpo/s400/professor.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Olá amigos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje venho homenagear todos os professores (bons ou ruins) que passaram pela minha vida. Passando a limpo todos eles na minha memória, me lembrei de minha professora de 2º ano do primário, a professora Maria Cláudia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi ela que anos mais tarde (bota anos mais tarde nisso) eu reencontrei aqui em Itaperuna. Continua a mesma pessoa maravilhosa e simpática de anos atrás. Dona de um sorriso encantador que por muitas vezes me fez dar o meu melhor. No nosso reencontro lhe contei que havia me formado, casado e tinha 3 lindos filhos, e que eu por um acaso do destino tinha a mesma profissão que ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela sorriu e me disse que ficava muito feliz em saber tudo o que eu havia conseguido conquistar na minha vida. Sabedora de toda dificuldade que não somente eu, mas muitos de meus colegas teríamos pela frente na vida, por causa da dificuldade social e financeira imposta pela vida a nossa comunidade. Ela no seu intimo sabia que somente a educação poderia abrir aquela porta de um futuro melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E consciente disso, deu o seu melhor a uma gurizada “levada” e “inquieta” que só queria saber de bola e pipa. Fazendo isso ela transformou não somente o meu futuro, mas a minha vida e de meus colegas. De todos os amigos feitos na infância somente 5 estão vivos hoje e desses, 4 estudaram na mesma sala de aula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de ir embora agradeci a ela por tudo e ela me disse que não havia feito nada demais. Eu discordei e falei: fez sim mestra, você mudou o meu mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os docentes estão sujeitos a dois grandes desafios: devem, com o seu trabalho, contribuir para elevar o máximo possível o nível de formação e de cultura de toda a população e, ao mesmo tempo, devem ser capazes de fortalecer coletivos capazes de contrariar as políticas que tornam cada vez mais difícil e problemático o cumprimento de tal objetivo profissional e social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parabéns a todos os profissionais de educação que dão sempre o seu melhor todos os dias, independente de salário, condição de trabalho, urbano ou rural, bons ou ruins, diurno ou noturno estão lá todos os dias mudando o mundo com seu jeito único de ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feliz Dia dos Professores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Equipe NTE Itaperuna&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37424711-2220360838441998944?l=nteitaperuna.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/caldeiraodeideias/~4/UCPQYeGHcu8" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/caldeiraodeideias/~3/UCPQYeGHcu8/meu-mestre-meu-espelho.html</link><author>robsongarciafreire@gmail.com (Robson Freire)</author><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_q7gAJm5rgEs/SPZAFmWLi6I/AAAAAAAAA9k/vxqoB3T3Xpo/s72-c/professor.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">8</thr:total><feedburner:origLink>http://nteitaperuna.blogspot.com/2009/10/meu-mestre-meu-espelho.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37424711.post-5645489772550724962</guid><pubDate>Tue, 13 Oct 2009 13:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-13T23:42:21.778-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">educação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">internet</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">twitter</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Web 2.0</category><title>Qual o valor educacional do Twitter?</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://static.blogo.it/viajandaun/promocoes_no_twitter.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 432px; height: 299px;" src="http://static.blogo.it/viajandaun/promocoes_no_twitter.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="entry-content"&gt;&lt;p&gt;O ecossistema de tecnologias e recursos em que a maioria dos cursos EAD está envolvido sofre transformações e ajustes constantemente. Sendo que algumas novas tecnologias que parecem revolucionar a maneira com que as pessoas se relacionam na web, sempre resultam em desafios para professores e designers instrucionais na adaptação de aulas e metodologias, para adaptar os cursos aos novos sistemas. Um dos mais recentes ambientes em que os alunos estão inseridos, muito devido a uma exposição excessiva da mídia é o &lt;a href="http://www.twitter.com/"&gt;Twitter&lt;/a&gt;. O sistema de microblogs está fazendo muito sucesso hoje, sendo mais um canal de comunicação e relacionamentos entre pessoas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A pergunta que devemos fazer sobre o Twitter é: qual o valor educacional desse sistema? Se é que ele existe.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Como base para comparação, podemos abordar o uso de blogs para educação que já estão inseridos nesse contexto educacional há um bom tempo. Os blogs são ferramentas poderosas para professores e tutores, e muitas pessoas se questionam se é possível migrar para o Twitter e fazer o mesmo tipo de abordagem com os alunos.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/ronin691/2531231975/" title="Twitter's "&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2168/2531231975_6b8ed017ab.jpg" alt="Twitter's " width="500" height="281" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Como forma de abordar o uso do Twitter e blogs, podemos fazer uma comparação entre os recursos oferecidos por cada um dos sistemas/ambientes. Para facilitar a comparação, vamos usar os seguintes critérios para análise:&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Texto&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Uso de imagens&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Uso de multimídia&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Consulta ao histórico&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Organização e classificação&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Manutenção&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Interação e diálogo&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;O primeiro a ser analisado é o &lt;b&gt;blog&lt;/b&gt;:&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Texto&lt;/b&gt;: Os blogs não apresentam nenhum tipo de restrição a quantidade de texto usado pelo professores, o que permite usar o sistema para qualquer tipo de descrição ou explicação envolvendo grandes quantidades de texto.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Uso de imagens&lt;/b&gt;: O uso de imagens e figuras é livre nos blogs, sendo que até nos sistemas gratuitos é possível enviar imagens para o sistema, sem a necessidade de usar artifícios para hospedar os arquivos em outros locais.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Uso de multimídia&lt;/b&gt;: Aqui também não há restrição de uso, mas o editor do blog precisa ter conhecimentos de html para colar os códigos necessários para mesclar os conteúdos no texto.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Consulta ao histórico&lt;/b&gt;: Os textos do blog são organizados em ordem cronológica, o que deixa mais fácil de acompanhar os textos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Organização e classificação&lt;/b&gt;: A organização dos conteúdos pode ser realizada por categorias, tags ou mesmo em meses específicos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Manutenção&lt;/b&gt;: Dependendo de como o blog é hospedado, a manutenção pode ser um desafio para pessoas sem conhecimentos técnicos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Interação e diálogo&lt;/b&gt;: Os textos do blog podem permitir que os leitores publiquem comentários sobre o conteúdo apresentado no texto, se transformando em um mini fórum de discussão.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Agora analisando o &lt;b&gt;Twitter&lt;/b&gt;:&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Texto&lt;/b&gt;: Qualquer texto publicado no sistema só pode ter 140 caracteres.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Uso de imagens&lt;/b&gt;: Por padrão, não é possível usar imagens. Apensa links para lugares que hospedam a imagem de maneira externa.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Uso de multimídia&lt;/b&gt;: Assim como nas imagens, o material multimídia deve ser indicado por links.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Consulta ao histórico&lt;/b&gt;: Os textos são organizados em ordem cronológica, mas não há classificação específica. Os leitores podem fazer consultas por pesquisa textual.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Organização e classificação&lt;/b&gt;: Não há maneira simples de classificação como os blogs.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Manutenção&lt;/b&gt;: Não é necessária nenhuma manutenção, pois a hospedagem é feita nos servidores do próprio Twitter.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Interação e diálogo&lt;/b&gt;: Aqui existem uma grande diferença para os blogs. Os usuários podem citar outras pessoas nos comentários, como se fosse um diálogo. Também é possível enviar mensagens privadas entre usuários.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;A comparação não tem como objetivo dissecar os serviços, mas mostra que para fins educacionais os blogs ainda não podem ser superados pelo Twitter. Os professores tem muito mais liberdade de organizar e publicar conteúdos do que no serviço de microblogs. O Twitter fica mais como uma ferramenta de comunicação rápida, que serve apenas para isso mesmo. Seria algo como comparar o uso de textos mais longos e trabalhados com o SMS do celular. É uma coisa útil, mas apresenta as suas limitações.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;E você já fez a sua conta no Twitter? Se já fez, pode seguir o meu &lt;a href="http://www.twitter.com/allan_brito"&gt;Twitter Allan Brito&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://www.colaborativo.org/blog/2009/09/15/qual-o-valor-educacional-do-twitter/"&gt;http://www.colaborativo.org/blog/2009/09/15/qual-o-valor-educacional-do-twitter/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;          &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37424711-5645489772550724962?l=nteitaperuna.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/caldeiraodeideias/~4/DmRXy6fjakQ" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/caldeiraodeideias/~3/DmRXy6fjakQ/qual-o-valor-educacional-do-twitter.html</link><author>robsongarciafreire@gmail.com (Robson Freire)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total><feedburner:origLink>http://nteitaperuna.blogspot.com/2009/10/qual-o-valor-educacional-do-twitter.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37424711.post-9170335047860800356</guid><pubDate>Tue, 06 Oct 2009 13:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-06T10:00:08.924-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">giz</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">TICs</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">professor</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">lousa digital</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">lousa</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">computador</category><title>Uso pedagógico do giz (do giz???)</title><description>&lt;small&gt;By profjc&lt;/small&gt;          &lt;div class="snap_preview"&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;img class="alignleft size-full wp-image-207" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Giz Colorido" src="http://professordigital.files.wordpress.com/2009/09/giz_colorido.jpg?w=119&amp;amp;h=89" alt="Giz Colorido" height="89" width="119" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Antes de qualquer coisa é bom lembrar que esse artigo está sendo publicado em um blog que trata do uso pedagógico das TICs e que uma das TICs mais antigas e mais bem conhecidas dos professores é justamente o “giz”. A combinação giz + lousa ainda é o instrumento tecnológico de maior uso no país e continuará a sê-lo por um loooooongo tempo.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Também é evidente que esse artigo tem um “quê” de sarcástico, afinal parece bobagem falar do uso pedagógico desse nosso velho conhecido bastão de gesso, calcário e água. Porém, dada a repercussão de um outro artigo meu, intitulado “&lt;a title="E agora, Mestre Giz?" href="http://professordigital.wordpress.com/2009/09/18/e-agora-mestre-giz/" target="_blank"&gt;E agora, Mestre Giz?&lt;/a&gt;” (&lt;a href="http://nteitaperuna.blogspot.com/2009/09/e-agora-mestre-giz.html"&gt;ou aqui no Caldeirão de Ideias&lt;/a&gt;) , e para deixar claro que o uso do giz e da lousa não é algo de todo ultrapassado e que, além disso, exige muito mais “conhecimento pedagógico” do que se pensa, resolvi então levar adiante a tarefa de discutir o uso pedagógico do giz (e, consequentemente, da lousa).&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;O giz que normalmente utilizamos é obtido de uma mistura de calcário (CaCO3, ou carbonato de cálcio), gesso (CaSO3, ou sulfato de cálcio) e água (H2O). O giz colorido conta também com algum pigmento de cor e o modelo antialérgico conta com camadas plastificadas. Há modelos mais modernos de giz feito com outros componentes, como o talco de silicato hidratado de magnésio, tipos de gesso ortopédicos e outras formulações. O essencial, no entanto, é que todo giz atenda à sua principal função: escrever em uma lousa. Mas escrever o quê? Esta é a grande questão!&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div id="attachment_206" class="wp-caption alignright" style="width: 280px;"&gt;&lt;img class="size-medium wp-image-206 " title="Ctrl + Giz ???" src="http://professordigital.files.wordpress.com/2009/09/bart1.jpg?w=270&amp;amp;h=169" alt="Ctrl + Giz ???" height="169" width="270" /&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;Ctrl + Giz ???&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Alguns professores imaginam que o giz seja um instrumento de “cópia de textos” e o utilizam intensivamente preenchendo lousas e mais lousas com textos que podem ser encontrados em livros, revistas ou jornais. Mas esse não é um uso pedagógico para o giz e para a lousa, pois o aluno não aprende nada quando copia textos da lousa usando lápis e caderno, tanto quanto também não aprende quando copia da Internet usando Ctrl+C &amp;amp; Ctrl+V. Para acessar textos de consulta o aluno deve possuir material didático, quer seja na forma de livro, apostila, revista, jornal, acesso à Internet ou outras mídias, digitais ou não, à biblioteca da escola ou qualquer outro meio de armazenamento de informações. A lousa e o caderno no aluno não são espaços de armazenamento de informações. Mas o que são então?&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Todo professor sabe, ou deveria saber, o conteúdo da disciplina que leciona. Mas o professor não é apenas uma “coletânea de informações” sobre sua especialidade, ele é muito mais que isso, ele é um “organizador e um gerenciador de informações”. Ele não detém apenas a informação, ele detém também as relações entre as informações, os conceitos, competências e habilidades que deseja ver desenvolvidos nos seus alunos. É para isso que serve, essencialmente, o giz, a lousa e o caderno do aluno: para que o professor possa organizar informações de forma didática e com uma seqüencialidade, uma estética e uma logística relacional que permitam ao aluno compreender as relações entre as muitas informações que ele pode acessar por uma infinidade de outros meios.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Embora a frase acima pareça um pouco “sofisticada”, o que ela quer dizer é que o giz serve para fazer esquemas didáticos, anotações, organogramas,  tabelas, mapas conceituais, infográficos, fluxogramas, ilustrações, etc., que tornem mais claras as relações entre as muitas informações que os materiais didáticos e o professor trazem para os alunos. A lousa é o espaço natural de “esquematização e representação” do professor e o giz é o meio de “impressão  simbólica” de conceitos e relações, nada além disso.&lt;/p&gt; &lt;div id="attachment_208" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px;"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-208" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Aula digital" src="http://professordigital.files.wordpress.com/2009/09/auladigital.jpg?w=300&amp;amp;h=225" alt="Aula digital" height="225" width="300" /&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;Uma aula de português na EE Paulina Rosa&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Se o professor dispõe de um notebook e um datashow, ou uma lousa digital, e preparou uma aula usando uma ferramenta como o CmapTools para criar um mapa conceitual explicando as relações entre folhas, caule e raízes de uma planta, resumiu informações em uma apresntação de slides, fez uma busca no YouTube e encontrou lá um pequeno vídeo ou animação mostrando os caminhos de circulação entre os nutrientes da planta, então ele poderá simplesmente projetar seu mapa conceitual, explicá-lo, ajudar os alunos a compreender essas relações e depois ilustrar isso dinamicamente projetando seus slides e o vídeo. Talvez até lhe sobre tempo para levar uma pequena planta para a sala de aula e então mostrar, ao vivo e a cores, essas diferentes estruturas em um microscópio ou com uma lupa.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mas se ele não tem nada disso à sua disposição, então terá que ser capaz de desenhar na lousa um esboço de planta, indicar essas relações, usar setas e gizes de diferentes cores para diferenciar seiva bruta de seiva elaborada,  “desenhar os seus slides”, etc. Ele também precisará de um mapa conceitual e de ilustrações, só que terá que desenhá-los ele mesmo na lousa. Depois poderá usar sua teatralidade e a imaginação dos alunos para lhes fazer entender como isso se processa dentro de uma planta de verdade. É óbvio que isso é possível e foi assim mesmo que muitos de nós aprendemos sobre esse assunto quando estávamos na escola.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;A única diferença é que substituindo o giz e a lousa por um notebook e um datashow, ou uma lousa digital, as coisas ficam mais fáceis, mais rápidas, mais belas, mais claras, mais simples de serem construídas e entendidas e permitem ao professor um tempo maior para ele fazer aquilo que lhe caracteriza como profissional da educação: ajudar o aluno a compreender melhor e despertar-lhe ainda mais o interesse pela aprendizagem, e não meramente atuar como um “copiador de textos na lousa”; o professor é alguém cujo conhecimento vai além do texto didático e dos materiais de apoio, é alguém que pode levar o aluno um passo adiante de onde o aluno pode chegar sozinho.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Então, se você é um professor que ainda está preso unicamente ao uso do giz e da lousa, isso não quer dizer que não poderá ajudar seus alunos a aprenderem, mas apenas que terá um pouco mais (talvez “muito” mais) trabalho para organizar e apresentar informações, conceitos e relações. Terá menos tempo, precisará ser mais teatral, deverá ter algum talento artístico para desenhar bem e terá que dedicar um tempo muito maior na preparação das suas aulas. Mas esse é um preço que nossos professores já pagaram um dia, quando não dispunham de tecnologias digitais, e podemos continuar pagando até dispormos delas ou nos propusermos a usá-las.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Supondo então que você, ao invés de ser um “&lt;a title="Você é um Professor Digital?" href="http://professordigital.wordpress.com/2008/06/30/voce-e-um-professor-digital/" target="_blank"&gt;Professor Digital&lt;/a&gt;”, seja um professor “giz&amp;amp;tal”, aqui vão dez  dicas que podem lhe ajudar bastante a sobreviver até o dia em que a tecnologia lhe prover outros recursos (a propósito, eu coletei essas dicas ao longo de alguns milhares de quilômetros escritos com giz em lousas comuns):&lt;/p&gt; &lt;ol style="text-align: justify;"&gt;&lt;li&gt; &lt;strong&gt;Use diversas cores de giz e não apenas o giz branco:&lt;/strong&gt; o giz é uma ferramenta pobre e se você usar apenas giz branco sua lousa será horrivelmente monótona. Procure usar uma padronagem coerente de cores: por exemplo, use sempre as mesmas cores para cada categoria como títulos, subtítulos, destaques, anotações importantes, etc.; procure usar as cores mais berrantes (como aquele “laranja OIÊÊÊÊÊÊÊ!!!!”) para fazer destaques enfáticos e pontuais, não para uso corriqueiro.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Divida corretamente o espaço da lousa:&lt;/strong&gt; deixe um espaço de meio metro à esquerda da lousa para anotações sobre a pauta da aula, data, capítulo, etc. e mantenha esse pedaço da lousa sem apagá-lo durante toda a aula. Deixe outro meio metro do lado direito da ousa para anotações provisórias (como contas ou outras anotações que poderão ser feitas e apagadas durante a aula). Use sempre uma mesma cor para fazer linhas divisórias (o azul é muito bom, porque raramente presta para alguma outra coisa).&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;No espaço restante da lousa, procure fazer divisões em retângulos tanto mais próximos quanto possível do “retângulo de ouro”:&lt;/strong&gt; Quê??? Calma, se sua lousa tem 1 m de altura, faça divisões com comprimentos de 1,6 m cada uma, aproximadamente (ou seja, você deve dividir a lousa em retângulos cujo comprimento seja 1,6 vezes maiores do que a altura. Se quiser saber mais sobre “porque devo fazer isso”, dê uma pesquisada em “proporção áurea”, “retângulo de ouro” e aprenda um pouco mais sobre os princípios básicos das proporções na arquitetura, na arte e na psicologia.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Use letras grandes e traços grossos.&lt;/strong&gt; Até o aluno de visão mais aguçada ficará grato se não tiver que adivinhar o que foi que você quis escrever com aquela nanoletra ilegível que você mesmo mal enxerga estando a dez centímetros dela; O Joãozinho, que se senta lá no fundão da sala, e que está lá porque justamente não quer aparecer muito, dificilmente copiará sua anotação e se o fizer o fará errado.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Se sua letra for feia, treine muito até que ela fique bonita.&lt;/strong&gt; Professor não é médico e lousa não é receituário. Ou você escreve de uma forma legível e com letra bonita e caprichada ou passa a usar artefatos tecnológicos que o dispensem disso (como notebooks e datashows, por exemplo). Evidentemente que além de escrever bonito você também deve escrever corretamente e JAMAIS USAR ABREVIAÇÕES. Lousa não é MSN e nem ORKUT e você… bem, você é um professor, não é?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Dê palestras, não “aulinhas”:&lt;/strong&gt; Use uma vareta ou uma régua de 1 m como apontador para indicar aquilo sobre o que estiver falando durante suas explicações (apontadores laser não funcionam muito bem em lousas escritas com giz) e JAMAIS, NUNCA, EM HIPÓTESE ALGUMA, explique, comente, discorra, faça observações ou qualquer outra coisa ESTANDO DE COSTAS PARA A SALA. Falar de costas para a classe representa uma atitude feia e muito mal educada e, além disso, também é pedagogicamente um fracasso. E, se estando falando de costas para a classe, você receber uma bolinha de papel na cabeça enquanto fala, agradeça, pois só estão lhe retribuindo a gentileza e a boa educação.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Prepare sua aula e o uso da sua lousa.&lt;/strong&gt; Se você tiver que encher duas ou mais lousas com textos durante sua aula, isso quer dizer que você a preparou muito mal, que tem pouco o que dizer sobre o assunto e que, basicamente, você poderia ser substituído por um texto impresso sem prejuízo para a aprendizagem do aluno. Portanto certifique-se de que colocará na lousa apenas o essencial para organizar as idéias, conceitos e informações que serão apresentadas e trabalhadas em aula. Use a lousa como ferramenta de apoio e não como desculpa para enrolar a classe.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Não seja conivente com a irresponsabilidade.&lt;/strong&gt; Se sua escola não fornecer giz colorido, apagadores ou lousas onde se possa escrever, escreva um e-mail solicitando em caráter emergencial o que lhe falta e envie para a Secretaria de Educação do seu município ou do seu estado, a cargo da área pedagógica, com cópia para o Dirigente de Ensino da sua Diretoria de Ensino, cópia para o Supervisor da sua escola e cópia para o Diretor e para o Coordenador da sua escola. Provavelmente você passará a ser conhecido como uma “&lt;em&gt;persona nom grata&lt;/em&gt;”, mas nunca mais lhe faltará giz colorido, apagador ou lousa. E quando encontrar algum daqueles apagadores horríveis que não apagam mais nada, mas que teimam em deixar na sala de aula, jogue-o no lixo sem pensar duas vezes. Você verá que logo aparecerá outro apagador novo no lugar.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Recolha todas as pontas pequenas de giz que sobrarem depois da aula e leve-as com você.&lt;/strong&gt; Se a escola não tiver quem as recolha e recicle, jogue-as no lixo da sala dos professores. Isso evita que encontremos pontas de giz espalhadas pelos corredores e aconteçam pequenas guerrilhas coloridas na sala de aula. E, se você for daqueles professores que gostam de ter o próprio apagador, arrume também um “limpador de apagador” e lembre-se de que a parede da sala de aula ou do corredor não é o local mais apropriado para você “bater o apagador”.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Use sempre um creme para as mãos à base de silicone ANTES de usar o giz.&lt;/strong&gt; O giz resseca a pele da mão, causa ruptura nas cutículas, é horrível para limpar, fica grudado debaixo das unhas (principalmente para quem tem unhas grandes) e se aspirado ao longo de muito tempo seu pó pode causar câncer, enfisema e outras doenças decorrentes da acumulação de seus minerais no pulmão. Evite encostar-se à lousa, pois o giz mancha roupas e é difícil de ser retirado delas. Também evite usar relógios ou manipular aparelhos eletrônicos quando estiver lidando com giz.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div id="attachment_211" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px;"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-211" title="Costas para a lousa" src="http://professordigital.files.wordpress.com/2009/09/lousacosta.jpg?w=450&amp;amp;h=346" alt="Essa charge resume bem o que &amp;quot;nao fazer&amp;quot;" height="346" width="450" /&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;Essa charge resume bem o que "nao fazer"&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div id="attachment_214" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px;"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-214" title="Lousa horrível" src="http://professordigital.files.wordpress.com/2009/09/lousailegivel.jpg?w=300&amp;amp;h=400" alt="E está é uma lousa que &amp;quot;ninguém merece&amp;quot;" height="400" width="300" /&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;E está é uma lousa que "ninguém merece"&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Por fim, desejo-lhe sinceramente que essas dicas lhe seja de alguma utilidade e que você passe a usar um notebook e um datashow, ou uma lousa digital, assim que puder.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Fonte: &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://professordigital.wordpress.com/2009/09/28/uso-pedagogico-do-giz-do-giz/"&gt;http://professordigital.wordpress.com/2009/09/28/uso-pedagogico-do-giz-do-giz/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37424711-9170335047860800356?l=nteitaperuna.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/caldeiraodeideias/~4/_gYyY65xAbg" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/caldeiraodeideias/~3/_gYyY65xAbg/uso-pedagogico-do-giz-do-giz.html</link><author>robsongarciafreire@gmail.com (Robson Freire)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total><feedburner:origLink>http://nteitaperuna.blogspot.com/2009/10/uso-pedagogico-do-giz-do-giz.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37424711.post-1574027692704954211</guid><pubDate>Mon, 05 Oct 2009 00:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-04T21:37:16.745-03:00</atom:updated><title>"A onda" e o irracionalismo dos grupos</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.filmesraros.com/loja/images/pasta/onda001.jpeg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 338px; height: 463px;" src="http://www.filmesraros.com/loja/images/pasta/onda001.jpeg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;por&lt;b&gt;                 &lt;a href="mailto:rayl@ibest.com.br"&gt;Raymundo de Lima&lt;/a&gt;                 &lt;/b&gt;             &lt;/span&gt;             &lt;/p&gt;                  &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b style=""&gt;O&lt;/b&gt;             filme &lt;b style=""&gt;“A onda”&lt;/b&gt; [&lt;i style=""&gt;The wave&lt;/i&gt;]&lt;a style="" href="http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm#_ftn3" name="_ftnref3" title=""&gt;&lt;span style="" class="MsoFootnoteReference"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;             tem início com o professor de história Burt Ross explicando aos             seus alunos a atmosfera da Alemanha, em 1930, a ascensão e o genocídio             nazista. Os questionamentos dos alunos levam o professor&lt;span style="color:black;"&gt;             a&lt;/span&gt; realizar uma arriscada experiência pedagógica que             consiste em reproduzir na sala de aula alguns clichês do nazismo:             usariam o &lt;i style=""&gt;slogan&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;“Poder,             Disciplina e Superioridade”, um símbolo gráfico para representar             “A onda”, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O             professor Ross se declara o líder do movimento da “onda”,             exorta a disciplina e faz valer o poder superior do grupo sobre os             indivíduos. Os estudantes o obedecem cegamente. A tímida recusa de             um aluno o obriga a conviver com ameaças e exclusão do grupo. A             escola inteira é envolvida no fanatismo d’&lt;i style=""&gt;A             onda&lt;/i&gt;, até que um casal de alunos mais consciente alerta ao             professor ter perdido o controle da experiência pedagógica que             passou ao domínio da realidade cotidiana da comunidade escolar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O             desfecho do filme é dado pelo professor ao desmascarar a&lt;span style=""&gt;              &lt;/span&gt;ideologia totalitária que sustenta o movimento d’&lt;i style=""&gt;A onda &lt;/i&gt;, denuncia aos estudantes o sumiço dos sujeitos críticos             diante de poder carismático de um líder e do fanatismo por uma             causa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Embora             o filme seja uma metáfora de como surgiu o nazi-fascismo e o poder             de seus rituais, pode conscientizar os estudantes sobre o poder             doutrinário dos movimentos ideológicos políticos ou religiosos. O             uso de &lt;i style=""&gt;slogans&lt;/i&gt;, palavras de ordem e a adoração a um suposto “grande líder”             se repetem na história da humanidade: aconteceu na Alemanha             nazista, na Itália fascista, e também no chamado ‘socialismo             real’ da União Soviética, principalmente no período stalinista,             na China com a “revolução cultural” promovida por Mao Tsé             Tung, na Argentina com Perón, etc. Ainda, recentemente, líderes             neo-populistas da América Latina, valendo-se de um discurso tosco             anti-americano, conseguem enganar uma parte da esquerda resistente a             aprender com a história.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="justify"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Experiência             pedagógica e política&lt;o:p&gt;             &lt;/o:p&gt;             &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b style=""&gt;F&lt;/b&gt;eito             para a televisão, ‘A onda’ [&lt;i style=""&gt;The             wave&lt;/i&gt;], foi baseado em um incidente real ocorrido em uma escola             secundária norte-americana em 1967, em Palo Alto, Califórnia.             Antes de virar filme, foi romanceado em livro. A idéia do filme,             com 45 minutos, era para fazer parte do currículo da escola, para             estudar, refletir e se prevenir contra a onda nazi-fascista que começou             no final da década de 30. Com a derrota do nazi-fascismo na 2ª.             Guerra Mundial e o surgimento da ‘guerra fria’, filmes assim&lt;i style=""&gt;,             &lt;/i&gt;podem funcionar como alerta contra&lt;span style=""&gt;              &lt;/span&gt;pregações doutrinárias que fazem apologia aos             totalitarismos de direita ou de esquerda&lt;a style="" href="http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm#_ftn4" name="_ftnref4" title=""&gt;&lt;span style="" class="MsoFootnoteReference"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Muitas vezes, o             doutrinamento pró-totalitarismo ocorre no âmbito universitário,             como se fosse ensino ‘científico’, onde a democracia é             considerada uma má invenção ‘burguesa’ e a política uma prática             a ser superada por um ‘novo’ sistema desenhado pelo             abstracionismo teórico.&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“A             Onda” é uma metáfora que se aplica, mais ou menos, a qualquer             movimento de massa respondente aos apelos de um líder carismático             ou de uma causa mítica irracional. Foi assim com os atos criminosos             da Ku Klux Klan, o macartismo que desencadeou a “caça às             bruxas”&lt;a style="" href="http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm#_ftn5" name="_ftnref5" title=""&gt;&lt;span style="" class="MsoFootnoteReference"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;             perseguindo todos os supostos “comunistas” nos EUA, os governos             de direita da América Latina com traços totalitários como foi o             de Pinochet (Chile), o regime de &lt;i style=""&gt;apartheid&lt;/i&gt;             da África do Sul (antes de Nelson Mandela), o processo&lt;span style=""&gt;              &lt;/span&gt;de “limpeza étnica” conduzida pelos sérvios nos Bálcãs,             os grupos neonazistas &lt;i style=""&gt;skinheads&lt;/i&gt;             espalhados pelo mundo, os carecas do ABC paulista, e o movimento             separatista do Iguaçu, no Paraná, entre outros menos conhecidos.             Também, os partidos políticos neonazistas abrigados no regime             democrático, na Áustria, chefiado por J.Haidern, e na França,&lt;span style=""&gt;              &lt;/span&gt;por Jean Marie Le Pen. Devem ser, ainda, incluídos os líderes             com traços &lt;b style=""&gt;protofascistas&lt;/b&gt;             (Eco, 1995): Berlusconi, que passou pelo governo da Itália, e líderes             totalitários com traço imperial, como King Jon Il (Coréia do             Norte), Assad (Síria), ou de milícias que ocupam o vazio do Estado             (Hizbolá, Hamas, FARC, PCC) cujos atos truculentos faz semelhança             com tantos movimentos fascistas italiano, espanhol, e mesmo o             integralismo, no Brasil. No período da&lt;span style=""&gt;              &lt;/span&gt;ditadura militar, depois 1964, no Brasil, surgem grupos de             extrema-direita, como a TFP (Sociedade da Tradição, Família e             Propriedade) e o CCC (Comando de Caça aos Comunistas), ambos com             intenções de causar uma ‘onda’ de cooptação dos jovens para             a sua luta ideológica e até terrorista&lt;a style="" href="http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm#_ftn6" name="_ftnref6" title=""&gt;&lt;span style="" class="MsoFootnoteReference"&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Também             líderes eleitos democraticamente, mas cujas manobras deixam             transparecer traços totalitários (George W. Bush, Hugo Chávez,             Mahmoud Ahmadinejad). Notamos que o traço comum entre estes líderes             é a capacidade de fanatizar as massas por uma causa racional ou             irracional, se valendo de métodos antidemocráticos como a censura,             perseguições, prisões arbitrárias, elogios aos feitos do suposto             ‘grande líder’, etc.&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Também             podem ser incluídos, hoje, como parte da onda &lt;i style=""&gt;protofascista&lt;/i&gt;             (sic) os movimentos fundamentalistas (cristão, judaico, islâmico).             O ‘fundamentalismo’&lt;a style="" href="http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm#_ftn7" name="_ftnref7" title=""&gt;&lt;span style="" class="MsoFootnoteReference"&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; é a interpretação             restrita&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;do livro             sagrado de forma a repudiar tudo e todos que não concordem com tal             interpretação; trata-se de um “terrível simplificador” que             pretende explicar e fornecer uma moral para o passado, o presente e             o futuro da humanidade. Lembrando alguns traços do fascismo ou             ‘protofascimo’ elaborado por Umberto Eco (1995), têm             conquistado visibilidade na mídia as paradas dos             “homens-bomba”, (que incluem crianças e mulheres), e as escolas             de doutrinação islâmica ou &lt;i style=""&gt;madrassas&lt;/i&gt;, usadas como perversão do islamismo e impondo à população             a cultura obscurantista Talibã, no Afeganistão&lt;a style="" href="http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm#_ftn8" name="_ftnref8" title=""&gt;&lt;span style="" class="MsoFootnoteReference"&gt;[6]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.             O auge de visibilidade dos efeitos da doutrinação islamofascista             parece ser representado pela organização global da Al Qaeda, cujo             líder Bin Laden, que nada tem de socialista ou marxista, diz lutar             por uma causa&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;supostamente             “santa” contra os&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;“infiéis             do mundo ocidental”&lt;a style="" href="http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm#_ftn9" name="_ftnref9" title=""&gt;&lt;span style="" class="MsoFootnoteReference"&gt;[7]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="justify"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A             atitude fascista não morreu&lt;o:p&gt;             &lt;/o:p&gt;             &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b style=""&gt;O&lt;/b&gt;             nazi-fascismo foi derrotado na 2ª. Grande Guerra, em 1945, mas ele             não morreu. O que hoje acontece no cenário mundial nos leva a             suspeitar que&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;“ele não             morrerá entre nós”, alerta o psicanalista francês C. Melman             (2000). &lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;             &lt;/o:p&gt;             &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A             fundação do Partido Nazista, nos EUA, é de 1970. Recente             levantamento realizado nos&lt;b style=""&gt; &lt;/b&gt;EUA             contou&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;474 grupos de extrema             direita, organizados naquele país, alguns agindo abertamente em             diversos setores governamentais, inclusive com atos contra a             democracia e ao governo legitimamente constituído. A “Nação             Ariana’ e a ‘Identidade Cristã’, são considerados pelo FBI             como os dois grupos mais perigosos e ameaçadores dos EUA. O ataque             terrorista que destruiu todo o edifício do governo federal, em             Oklahoma City, em 1995, foi ato de um membro da extrema direita com             ligações com o grupo ‘Identidade Cristã’. &lt;i style=""&gt;“O             uso da&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;religião para             propósitos fascistas e a perversão da religião em um instrumento             de propaganda de ódio, como um cruzada antidemocrática em nome da             salvação da democracia, é uma tática disseminada entre os grupos             de extrema direita”&lt;/i&gt; (Carone, 2003).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="justify"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Balizas             para comentar esse filme:&lt;o:p&gt;             &lt;/o:p&gt;             &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nosso             olhar sobre o filme “A onda” focaliza três linhas de análise             para comentários visando estimular o debate: &lt;b style=""&gt;(1)&lt;/b&gt;             &lt;i style=""&gt;o nazi-fascismo como ideologia             política totalitária de direita&lt;/i&gt;; &lt;b style=""&gt;(2)&lt;/b&gt;             a &lt;i style=""&gt;psicologia de massas&lt;span style=""&gt;              &lt;/span&gt;e a servidão voluntária dos indivíduos a um líder, grupo             ou causa mítica&lt;/i&gt;;&lt;b style=""&gt; (3) &lt;i style=""&gt;a             propaganda política e ideológica&lt;/i&gt; (4)&lt;/b&gt; &lt;i style=""&gt;o             recurso da ‘experiência pedagógica’, como meio de ir para além             do mero aprendizado de conceitos teóricos&lt;/i&gt;. Notar que o             professor do filme adota a experimentação com grupo como recurso             didático ‘vivencial’ [Dinâmica de Grupo e Sociodrama], que             sempre implica em algum risco de perder o controle da experiência             pedagógica. O “sócio-grupo” seria o grupo tarefa estruturado e             orientado em função da execução ou cumprimento de uma tarefa, e             o “psico-grupo” ou grupo estruturado, orientado e polarizado em             função dos próprios membros que constituem o grupo, foram criados             por Kurt Lewin – judeu alemão emigrado para os EUA - tinham como             propósito serem não somente técnicas de aprendizagem alternativa             à aula tradicional, considerada chata ou enfadonha mas de             efetivamente trabalhar a dimensão afetiva e emocional de cada grupo             enquanto &lt;i style=""&gt;gestalt&lt;/i&gt;, onde estão             presentes preconceitos, dogmatismo, coesão, fé cega num líder,             bloqueios, filtragens, enganos e auto-enganos na comunicação entre             seus membros&lt;a style="" href="http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm#_ftn10" name="_ftnref10" title=""&gt;&lt;span style="" class="MsoFootnoteReference"&gt;[8]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;             etc.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b style=""&gt;A&lt;/b&gt;pesar             de não ser um grande filme, e ainda prejudicado com o uso de cópias             desgastadas, gravadas da televisão aberta&lt;a style="" href="http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm#_ftn11" name="_ftnref11" title=""&gt;&lt;span style="" class="MsoFootnoteReference"&gt;[9]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;,             “A onda’ têm a virtude de levar o telespectador a não ficar             indiferente aos fenômenos de &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;massificação&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;fanatismo&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;             e &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;intolerância&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; do ser             humano. Contudo, o filme é um sério alerta para: &lt;b style=""&gt;a)&lt;/b&gt; o risco do “sujeito” perder a “liberdade” e             “autonomia”, submetendo-se incondicionalmente ao poder do grupo,             sua “causa absoluta” veiculadas por &lt;i style=""&gt;slogans&lt;/i&gt;             e palavras que ordenam uma ação automática, fazendo desaparecer o             sujeito&lt;a style="" href="http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm#_ftn12" name="_ftnref12" title=""&gt;&lt;span style="" class="MsoFootnoteReference"&gt;[10]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;b style=""&gt;             ;&lt;/b&gt; &lt;b style=""&gt;b)&lt;/b&gt; problematiza a             possibilidade de ressurgimento do nazi-fascismo, ou dos             totalitarismos de direita ou de esquerda, tendo em vista o desgaste             das democracias representativas de nossa época; &lt;b style=""&gt;c) &lt;/b&gt;conscientiza a formação de &lt;i style=""&gt;grupites&lt;/i&gt;             de adolescentes e gangues potencialmente intolerantes e criminosas.             Há uma tendência narcisista nesses grupos que, geralmente, são             atraídos pela proposta de igualdade e novo sentido             existencial-no-mundo, a fundação na vivência da territorialidade,             o desenvolvimento de um código de linguagem próprio onde os atos             de rejeição dos “mais fracos”, “desgarrados” ou             “diferentes” parecem legítimos e morais. Basta ver o recreio de             qualquer escola onde os membros dos grupos reproduzem sua imagem             narcísica no modo de ser, vestir, falar, pensar etc.&lt;span style=""&gt;              &lt;/span&gt;Evidentemente, tal atitude faz parte do processo de             desenvolvimento da personalidade em busca de identidade própria,             mas pode também ser a base para a formação de um traço de caráter             ‘blindado’, conforme o estudo de W.Reich.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="justify"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O             trote seria um tipo de onda?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b style=""&gt;O&lt;/b&gt;             tradicional &lt;b style=""&gt;trote universitário&lt;/b&gt; é um ritual de violência sádica de um grupo             “mais velho” sobre os “novos” ou calouros. O trote pode ser             tipificado como uma formação &lt;i style=""&gt;protofascista,&lt;/i&gt;             no sentido proposto por Eco (1995&lt;i style=""&gt;),&lt;/i&gt;             na medida em que um grupo visa humilhar os supostamente mais fracos?             Que fazer para quebrar essa “tradição de família” presente             ainda em algumas universidades? O que esse ritual de passagem             representa na cultura universitária? Será que aulas, palestras,             leis, punições, bastam para conscientizar e levar à nova geração             evitar essa prática? Será que medidas impostas pelos colegiados de             cada instituição, investidos de autoridade, devem proibir com             rigor o trote violento, por exemplo, reinventando regras com o             sentido da pró-solidariedade? Que metodologia ou técnicas de             ensino e aprendizagem poderiam ser usadas para quebrar essa tradição             e instaurar uma consciência verdadeiramente crítica e             historicamente elaborada sobre tal fenômeno?&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="justify"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ascensão             do irracional?&lt;o:p&gt;             &lt;/o:p&gt;             &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b style=""&gt;O             &lt;/b&gt;retorno do irracional em forma de ‘onda’ ou de ‘massa’             parece ser uma resposta desesperada de algumas culturas resistindo             à modernização ocidental liberal-burguesa-democrática; a             globalização econômica em que pese o seu sentido capitalista             excludente também tem produzido novas idéias e tecnologias que             beneficiam toda a humanidade, embora causem em alguns grupos mais             tradicionais o medo de perder sua identidade comunitária, tal como             analisa Castells (1999) e Japiassu (2001).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Aos             educadores, é imprescindível trabalhar junto com os alunos, desde             cedo, a ética da tolerância, o respeito à diversidade cultural e             as diferenças demasiadamente humanas, bem como o desenvolvimento do             espírito democrático e pluralista, onde a paz e a liberdade devem             ser ativas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O             conhecimento científico, a informação e a tecnologia são             insuficientes para melhorar o ser humano. É preciso desenvolver uma             nova educação que encare o mundo complexo e promova, além da             pesquisa que aspira o conhecimento novo, também uma sabedoria prática             para se viver a vida pessoal e coletiva em tempos tão sombrios.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b style=""&gt;O&lt;/b&gt;s             sintomas atuais de ascensão do irracional humano vem se revelando não             só através de grupos &lt;b style=""&gt;nazi-fascistas&lt;/b&gt;             que formam uma ‘onda’ pregando a&lt;span style=""&gt;              &lt;/span&gt;“supremacia da raça branca”, a perseguição&lt;span style=""&gt;              &lt;/span&gt;de judeus, negros, índios, homossexuais, nordestinos do             Brasil, feministas, esquerdistas, democratas, etc. O &lt;b style=""&gt;fundamentalismo             religioso &lt;/b&gt;(cristão, islâmico e judaico), os atos dos             criminosos ligados ao &lt;b style=""&gt;narcotráfico&lt;/b&gt;,             o&lt;b style=""&gt; terrorismo&lt;/b&gt; protofascista de grupos ou de Estado, sem projeto político,             podem ser considerados sintomas de “ascensão do irracional” (em             nosso artigo, em &lt;a href="http://www.espacoacademico.com.br/004/04ray.htm"&gt;http://www.espacoacademico.com.br/004/04ray.htm&lt;/a&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;,&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;              &lt;/span&gt;observamos três sintomas do protofascimo no terrorismo: o             desprezo do &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;diálogo&lt;span style=""&gt;              &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;pelo &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;ato&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; – do &lt;i style=""&gt;ato pelo ato; o&lt;span style=""&gt;              &lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;argumento&lt;/b&gt; &lt;/i&gt;pela             &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;emoção.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i style=""&gt; &lt;/i&gt;Para&lt;i style=""&gt;             &lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Eco (1995) é a “a ação pela ação’ e a “luta pela             luta”. Na leitura psicanalítica é representado pelo             ‘mais-gozar’ da ação e o ‘mais-gozar’ da luta sem fim).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b style=""&gt;O&lt;/b&gt;             filme “A onda” focaliza, por um lado, o imperativo da ordem e             disciplina e, por outro, o desejo de controlar a pulsão agressiva             dos seres humanos travestido em organização fascista aspirando ser             moral.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“A             onda” pode ser vista através de alguns movimentos políticos-ideológicos             de nossa história: quando atuou em nome de uma suposta             “superioridade da raça ariana”, causou o genocídio nazista;             quando levantou a bandeira da “causa do proletariado” milhares             foram estigmatizados de ‘anti-revolucionários’, ‘reacionários             burgueses’, ‘intelectuais inúteis’; quando surgiu com o nome             de “revolução cultural” fez o povo quase perder suas tradições;             quando “em nome de Deus” milhares são assassinados; quando             “em nome do Bem contra o Mal”, da “causa justa” ou da             “democracia”, invadiu países, destruindo prédios e vidas;             Enfim, quanto o irracional está a serviço da racionalidade, o             resultado é a imoralidade, o sofrimento e a morte em massa. Quando             a intolerância quer ser reconhecida como moral e legal,             justificando que a repressão da autonomia dos sujeitos é necessária             “para o bem de todos”, a razão se faz cínica&lt;a style="" href="http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm#_ftn13" name="_ftnref13" title=""&gt;&lt;span style="" class="MsoFootnoteReference"&gt;[11]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.             Assim, é preciso reconhecer que ser racional não basta para             singularizar o que é ‘ser humano’, ou seja, falta saber se ser             racional é condição &lt;i style=""&gt;sine             qua non&lt;/i&gt; para ser&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;razoável&lt;/i&gt;             e capaz de estabelecer empatia para com o nosso semelhante.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="justify"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Depois             do filme&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b style=""&gt;O&lt;/b&gt;utras             experiências pedagógicas foram realizadas e filmadas depois de             “A onda”, que parecem ter sido influenciadas pelas pesquisas dos             laboratórios de dinâmica de grupo e experimentação             cientificamente controlada, desde a década de 1970.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Recomendamos aos pedagogos, psicólogos, historiadores, filósofos,             sociólogos, antropólogos, entre outros,&lt;span style=""&gt;              &lt;/span&gt;assistirem aos documentários:&lt;span style=""&gt;              &lt;/span&gt;“&lt;b style=""&gt;Olhos azuis&lt;/b&gt;”&lt;a style="" href="http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm#_ftn14" name="_ftnref14" title=""&gt;&lt;span style="" class="MsoFootnoteReference"&gt;[12]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;,             coordenado pela professora Jane Elliott e “&lt;b style=""&gt;Zoológico             humano”,&lt;/b&gt; conduzido pelo psicólogo P. Zimbardo (Stanford             University). Ao conduzir a experiência dos grupos, a professora             Elliot evidencia o racismo, os fenômenos de grupo, a liderança, a             submissão voluntária, etc. No “Zoológico humano”,             recomendamos maior&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;atenção             para a 2ª. Parte, que trata da &lt;i style=""&gt;submissão             do sujeito ao grupo&lt;/i&gt;. Em ambos, podemos observar fenômenos como             ‘conformidade’, ‘disciplina’, ‘bloqueios’,             ‘filtragens’, ‘contágio social’, a influência do             ‘poder’, a ‘submissão’, as ‘distâncias sociais’,             ‘barreiras psicológicas’, a ‘psicose de massa’, o ‘vigiar             e punir” de &lt;i style=""&gt;uns contra outros para que ninguém seja a si próprio&lt;/i&gt;, a delação             ou dedurismo como prática corriqueira de difícil verificação e             confrontação com a verdade, o ‘narcisismo das pequenas diferenças’             proposto por Freud, a ‘regressão dos indivíduos a condição de             massa ’ (conforme dito de Adorno: &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;o             fascismo ao manipular as massas, faz “psicanálise às avessas”&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;),             etc.&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Continua             sendo atual o discurso do&lt;b style=""&gt; &lt;/b&gt;professor             Ross, proferido no final de “A onda”&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;:             &lt;o:p&gt;             &lt;/o:p&gt;             &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;blockquote&gt;               &lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: 0cm; margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="justify"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“Vocês               trocaram sua liberdade pelo luxo de se sentirem superiores. Todos               vocês teriam sido bons nazi-fascistas. Certamente iriam vestir               uma farda, virar a cabeça e permitir que seus amigos e vizinhos               fossem perseguidos e destruídos. O fascismo não é uma coisa que               outras pessoas fizeram. &lt;u&gt;Ele está aqui mesmo em todos nós&lt;/u&gt;.               Vocês perguntam: como que o povo alemão pode ficar impassível               enquanto milhares de inocentes seres humanos eram assassinados?               Como alegar que não estavam envolvidos. O que faz um povo renegar               sua própria história? &lt;u&gt;Pois é assim que a história se               repete. Vocês todos vão querer negar o que se passou em “A               onda’. Nossa experiência foi um sucesso. Terão ao menos               aprendido que somos responsáveis pelos nossos atos. Vocês devem               se interrogar: o que fazer em vez de seguir cegamente um líder? E               que pelo resto de suas vidas nunca permitirão que a vontade de um               grupo usurpe seus direitos individuais.&lt;/u&gt; Como é difícil ter               que suportar que tudo isso não passou de uma grande vontade e de               um sonho”.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;               &lt;/o:p&gt;               &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;             &lt;/blockquote&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 15px; margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;b&gt;______________&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 15px; margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;b&gt;TUTORIAL             PARA DOWNLOAD DO FILME "A ONDA Clicando em &lt;&lt;/b&gt;&lt;a href="http://paginas.terra.com.br/arte/culturainformacao/"&gt;http://paginas.terra.com.br/arte/culturainformacao/&lt;/a&gt;&lt;span style=""&gt;              &lt;/span&gt;&gt; clicando, cai direto em “Cultura e informação” e             ver “dicas e notícias” sobre como fazer download do filme “A             onda” &lt;span style="color:blue;"&gt;&lt;http: br="" edu="" eso="" laerte=""&gt;&lt;o:p&gt;             &lt;/o:p&gt;             &lt;/http:&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 15px; margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;b style=""&gt;Também indica outro endereço para este filme só que em inglês:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://www.xenutv.com/cults/wave.htm"&gt;http://www.xenutv.com/cults/wave.htm&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;             &lt;/o:p&gt;             &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 15px; margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;b style=""&gt;O endereço da comunidade&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt;               &lt;/span&gt;"A onda - The wave" &gt; no Orkut: &lt;span style="color:blue;"&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=1262617"&gt;http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=1262617&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 15px; margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="left"&gt;____________&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;&lt;o:p&gt;             &lt;/o:p&gt;             &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;o:p&gt;             &lt;/o:p&gt;             &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;             &lt;div style=""&gt;               &lt;div style="" id="ftn1"&gt;                 &lt;p class="MsoFootnoteText" style="margin-left: 15px; margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;a style="" href="http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm#_ftnref1" name="_ftn1" title=""&gt;&lt;span style=""&gt;*&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;                 Texto produzido para orientar meus comentários sobre o filme&lt;span style=""&gt;                  &lt;/span&gt;“A onda”. Agradecimentos especiais a&lt;b style=""&gt;                 Moisés Storch &lt;/b&gt;(Movimento Paz Agora) pela valiosa revisão e                 sugestões do texto, e &lt;b style=""&gt;Sergio Becker&lt;/b&gt; pelo retorno crítico.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;/div&gt;               &lt;div style="" id="ftn3"&gt;                 &lt;p class="MsoFootnoteText" style="margin-left: 15px; margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;a style="" href="http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm#_ftnref3" name="_ftn3" title=""&gt;&lt;span style=""&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;                 &lt;b style=""&gt;Filme: “A onda”&lt;span style=""&gt;                  &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;[ &lt;i style=""&gt;The wave&lt;/i&gt;]&lt;span style=""&gt;                  &lt;/span&gt;–&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;Dur.&lt;/b&gt;: 45 minutos &lt;b style=""&gt;–                 &lt;/b&gt;Direção: &lt;b style=""&gt;Alex Grasshof&lt;/b&gt; - País: &lt;b style=""&gt;EUA -&lt;/b&gt;                 Ano: &lt;b style=""&gt;1981&lt;/b&gt; &lt;b style=""&gt;Elenco:&lt;/b&gt; Bruce Davison, Lori Lethins, John Putch, Jonny Doran,Pasha                 Gray, Valery Ann Pfening. Obs: o filme foi exibido uma única                 vez no início da década de 1980 (1981 ou 1982). Depois, a TV                 Educativa-Rio também o exibiu, realizando um excelente debate                 com convidados de diferentes áreas do conhecimento.&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;/div&gt;               &lt;div style="" id="ftn4"&gt;                 &lt;p class="MsoFootnoteText" style="margin-left: 15px; margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;a style="" href="http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm#_ftnref4" name="_ftn4" title=""&gt;&lt;span style=""&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;                 Conferir o estudo de HARENDT, Hanna.&lt;b style=""&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;                 O sistema totalitário.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;                 Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1978.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;/div&gt;               &lt;div style="" id="ftn5"&gt;                 &lt;p class="MsoFootnoteText" style="margin-left: 15px; margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;a style="" href="http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm#_ftnref5" name="_ftn5" title=""&gt;&lt;span style=""&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;                 Ver o filme “As bruxas de Salen”, baseado na peça &lt;i style=""&gt;The Crucible&lt;/i&gt; [O sacrifício], de Arthur Miller.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;/div&gt;               &lt;div style="" id="ftn6"&gt;                 &lt;p class="MsoFootnoteText" style="margin-left: 15px; margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;a style="" href="http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm#_ftnref6" name="_ftn6" title=""&gt;&lt;span style=""&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;                 “&lt;span style="" lang="PT"&gt;O &lt;b&gt;Atentado do                 Riocentro&lt;/b&gt; foi um ataque a bomba frustrado contra o Pavilhão                 Riocentro no dia &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/30_de_abril" title="30 de abril"&gt;30                 de abril&lt;/a&gt; de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1981" title="1981"&gt;1981&lt;/a&gt;.                 Na data realizava-se no edifício um show em homenagem ao Dia do                 Trabalho. Cerca de 21:30, com o evento já em andamento, uma                 bomba explodiu dentro de um carro no estacionamento. A bomba                 seria instalada no edifício mas explodiu antes da hora, matando                 um dos passageiros do carro e ferindo gravemente o outro. O Puma                 levava dois passageiros, o capitão Wilson Luís Alves Machado e                 o sargento Guilherme Pereira do Rosário. Ambos trabalhavam para                 o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=DOI-Codi&amp;amp;action=edit" title="DOI-Codi"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 34, 0);"&gt;DOI-Codi&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;                 do estado do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro" title="Rio de Janeiro"&gt;Rio                 de Janeiro&lt;/a&gt; e o sargento Rosário tinha treinamento do Exército                 em montagem de explosivos. Na ocasião o governo acusou como                 culpado pelo atentado os integrantes radicais da esquerda. Essa                 hipótese já não tinha sustentação na época e atualmente já                 se comprovou, inclusive por confissão, de que o atentado no                 Riocentro foi uma tentativa de setores mais radicais dentro da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ditadura" title="Ditadura"&gt;ditadura&lt;/a&gt;                 (principalmente o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Centro_de_Informa%C3%83%C2%A7%C3%83%C2%B5es_do_Ex%C3%83%C2%A9rcito" title="Centro de Informações do Exército"&gt;CIE&lt;/a&gt;                 e o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Servi%C3%83%C2%A7o_Nacional_de_Informa%C3%83%C2%A7%C3%83%C2%B5es" title="Serviço Nacional de Informações"&gt;SNI&lt;/a&gt;)                 de fazer crer que era necessária uma nova onda de repressão e                 paralisar a lenta abertura política que estava em andamento.                 Uma segunda explosão ocorreu a alguns quilômetros de distância                 na miniestação elétrica responsável pelo fornecimento de                 energia do Riocentro. A bomba foi jogada por cima do muro da                 miniestação, mas explodiu em seu pátio e a eletricidade do                 pavilhão não chegou a ser interrompida. Esse episódio é um                 dos que marcam a decadência do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anos_de_chumbo" title="Anos de chumbo"&gt;regime                 militar no Brasil&lt;/a&gt; que daria lugar dali a quatro anos ao                 restabelecimento da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Democracia" title="Democracia"&gt;democracia&lt;/a&gt;                 &lt;/span&gt;(Cf.: http://pt.wikipedia.org/wiki/Atentado_do_Riocentro).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;/div&gt;               &lt;div style="" id="ftn7"&gt;                 &lt;p class="MsoFootnoteText" style="margin-left: 15px; margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;a style="" href="http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm#_ftnref7" name="_ftn7" title=""&gt;&lt;span style=""&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;                 Cf.: ROUANET, S. P. “&lt;b&gt;Os terríveis simplificadores”&lt;/b&gt;.                 Folha de S. Paulo, 11.jan.2001. &lt;span style="color:black;"&gt;&lt;o:p&gt;                 &lt;/o:p&gt;                 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;/div&gt;               &lt;div style="" id="ftn8"&gt;                 &lt;p class="MsoFootnoteText" style="margin-left: 15px; margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;a style="" href="http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm#_ftnref8" name="_ftn8" title=""&gt;&lt;span style=""&gt;[6]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;                 A identificação de traços protofascistas em alguns movimentos                 fundamentalistas (Hizbolá, Hamas, xiitismo iraniano, etc) é um                 posicionamento contestado com argumentos vagos, por exemplo,&lt;span style=""&gt;                  &lt;/span&gt;pelo escritor Tarik Ali (Ver debate no programa &lt;i style=""&gt;Roda                 Viva&lt;/i&gt;, da TV Cultura-SP).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;/div&gt;               &lt;div style="" id="ftn9"&gt;                 &lt;p class="MsoFootnoteText" style="margin-left: 15px; margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;a style="" href="http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm#_ftnref9" name="_ftn9" title=""&gt;&lt;span style=""&gt;[7]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=""&gt;                  &lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;“Não que seja                 uma causa real, mas a usam. Não é estranho que grupos                 neonazistas adorem&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Bin                 Laden. Muitos substituíram a imagem de Hitler pela dele”&lt;/b&gt;,                 disse&lt;b&gt; Pilar Rahola&lt;/b&gt;, (Folha de S.Paulo, 25 de ago 2006).                 Nascida em Barcelona em 1958, Pilar Rahola, ex-deputada                 espanhola de esquerda, é doutora em Filologia Hispânica e também                 em Filologia Catalã (Cf.: GABRIEL BRUST &lt;b style=""&gt;"Há                 uma esquerda traindo a liberdade"&lt;/b&gt;.Entrevista com Pilar                 Rahola). &lt;span style="color:black;"&gt;&lt;o:p&gt;                 &lt;/o:p&gt;                 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;/div&gt;               &lt;div style="" id="ftn10"&gt;                 &lt;p class="MsoFootnoteText" style="margin-left: 15px; margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;a style="" href="http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm#_ftnref10" name="_ftn10" title=""&gt;&lt;span style=""&gt;[8]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;                 Cf.: MAILHIOT, G. B. &lt;b style=""&gt;Dinâmica                 e gênese dos grupos.&lt;/b&gt; São Paulo: Duas cidades, 1976.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;/div&gt;               &lt;div style="" id="ftn11"&gt;                 &lt;p class="MsoFootnoteText" style="margin-left: 15px; margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;a style="" href="http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm#_ftnref11" name="_ftn11" title=""&gt;&lt;span style=""&gt;[9]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;                 A maioria das cópias que existem nas faculdades foi                 originalmente gravadas na TV Globo ou na TV Educativa do Rio de                 Janeiro, que, após a exibição, promoveu um debate com                 convidados. O pessoal do Café Filosófico (&lt;b&gt;Docentes Responsáveis:                 &lt;/b&gt;LAERTE MOREIRA DOS SANTOS, PATRICIA HETTI, LOURDES CARRIL)                 está disponibilizando na Internet como fazer download. &gt; &lt;span style="color:blue;"&gt;http://www.cefetsp.br/edu/eso/laerte/&lt;o:p&gt;                 &lt;/o:p&gt;                 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                 &lt;p class="MsoFootnoteText" style="margin-left: 15px; margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="left"&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;http://paginas.terra.com.br/arte/culturainformacao/&lt;o:p&gt;                 &lt;/o:p&gt;                 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                 &lt;p class="MsoFootnoteText" style="margin-left: 15px; margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;Também                 indica outro endereço para este filme só que em inglês:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                 &lt;p class="MsoFootnoteText" style="margin-left: 15px; margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;a href="http://www.xenutv.com/cults/wave.htm"&gt;http://www.xenutv.com/cults/wave.htm&lt;/a&gt;                 e o endereço da comunidade "A onda - The wave" no                 Orkut:&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=1262617&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;                 &lt;/o:p&gt;                 &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;/div&gt;               &lt;div style="" id="ftn12"&gt;                 &lt;p class="MsoFootnoteText" style="margin-left: 15px; margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;a style="" href="http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm#_ftnref12" name="_ftn12" title=""&gt;&lt;span style=""&gt;[10]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;                 Não apenas desaparece o “sujeito” submetido ao poder do                 grupo, como também o nazi-fascismo fez desaparecer os sujeitos,                 primeiramente pelas metáforas animais (comparavam os judeus,                 comunistas, homossexuais, a ratos, répteis, insetos como                 piolhos, traças, e germes&lt;span style=""&gt;                  &lt;/span&gt;“que devoram os pilares da vida econômica, social,                 religiosa e política da nação...”. Em verdade, “a&lt;i style=""&gt;                 parasifobia &lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;é                 tão masoquista quanto sádica, pois a base recalcada pode ser                 transformada em perseguição à ameaça externalizada, em                 destrutividade paranóica” (Carone,&lt;span style=""&gt;                  &lt;/span&gt;2003).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;/div&gt;               &lt;div style="" id="ftn13"&gt;                 &lt;p class="MsoFootnoteText" style="margin-left: 15px; margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;a style="" href="http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm#_ftnref13" name="_ftn13" title=""&gt;&lt;span style=""&gt;[11]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;                 Cf.:&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;ZIZEK, S. Eles                 não sabem o que fazem. O sublime objeto da ideologia&lt;i style=""&gt;.&lt;/i&gt;                 Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;o:p&gt;                 &lt;/o:p&gt;                 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;/div&gt;               &lt;div style="" id="ftn14"&gt;                 &lt;p class="MsoFootnoteText" style="margin-left: 15px; margin-top: 0pt; margin-bottom: 8px;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;a style="" href="http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm#_ftnref14" name="_ftn14" title=""&gt;&lt;span style=""&gt;[12]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;                 “Olhos azuis”&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;tem                 a versão com adultos e outra com adolescentes. Foram exibidos                 no Brasil pelo canal GNT do sistema Net.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;Filme Completo&lt;br /&gt;A Onda (The Wave) - 1981&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 1&lt;br /&gt;&lt;div class="youtube-video"&gt;&lt;object width="320" height="265"&gt;&lt;param value="http://www.youtube.com/v/__OnknpfeN4&amp;amp;feature=PlayList&amp;amp;p=6C9844C890A2EDA8&amp;amp;index=0&amp;amp;playnext=1=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x5d1719&amp;amp;color2=0xcd311b" name="movie"&gt; &lt;param value="true" name="allowFullScreen"&gt; &lt;param value="always" name="allowscriptaccess"&gt; &lt;embed allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/__OnknpfeN4&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x5d1719&amp;amp;color2=0xcd311b" width="320" height="265"&gt;&lt;/embed&gt;    &lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 2&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="265"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/O-tTFW3uUdU&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x5d1719&amp;amp;color2=0xcd311b"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/O-tTFW3uUdU&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x5d1719&amp;amp;color2=0xcd311b" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="320" height="265"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 3&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="265"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/acyKALAGev4&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x5d1719&amp;amp;color2=0xcd311b"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/acyKALAGev4&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x5d1719&amp;amp;color2=0xcd311b" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="320" height="265"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 4&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="265"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/szCv3pEtZ0M&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/szCv3pEtZ0M&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="320" height="265"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 5&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="265"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/N6nFZYHn0aA&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x5d1719&amp;amp;color2=0xcd311b"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/N6nFZYHn0aA&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x5d1719&amp;amp;color2=0xcd311b" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="320" height="265"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm"&gt;http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37424711-1574027692704954211?l=nteitaperuna.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/caldeiraodeideias/~4/uLxQ8GBeUXI" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/caldeiraodeideias/~3/uLxQ8GBeUXI/onda-e-o-irracionalismo-dos-grupos.html</link><author>robsongarciafreire@gmail.com (Robson Freire)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><enclosure url="http://www.youtube.com/v/__OnknpfeN4&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x5d1719&amp;amp;color2=0xcd311b" length="1047" type="application/x-shockwave-flash" /><media:content url="http://www.youtube.com/v/__OnknpfeN4&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x5d1719&amp;amp;color2=0xcd311b" fileSize="1047" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle> por Raymundo de Lima O filme “A onda” [The wave][1] tem início com o professor de história Burt Ross explicando aos seus alunos a atmosfera da Alemanha, em 1930, a ascensão e o genocídio nazista. Os questionamentos dos alunos levam o professor a realizar</itunes:subtitle><itunes:author>robsongarciafreire@gmail.com (Robson Freire)</itunes:author><itunes:summary> por Raymundo de Lima O filme “A onda” [The wave][1] tem início com o professor de história Burt Ross explicando aos seus alunos a atmosfera da Alemanha, em 1930, a ascensão e o genocídio nazista. Os questionamentos dos alunos levam o professor a realizar uma arriscada experiência pedagógica que consiste em reproduzir na sala de aula alguns clichês do nazismo: usariam o slogan “Poder, Disciplina e Superioridade”, um símbolo gráfico para representar “A onda”, etc. O professor Ross se declara o líder do movimento da “onda”, exorta a disciplina e faz valer o poder superior do grupo sobre os indivíduos. Os estudantes o obedecem cegamente. A tímida recusa de um aluno o obriga a conviver com ameaças e exclusão do grupo. A escola inteira é envolvida no fanatismo d’A onda, até que um casal de alunos mais consciente alerta ao professor ter perdido o controle da experiência pedagógica que passou ao domínio da realidade cotidiana da comunidade escolar. O desfecho do filme é dado pelo professor ao desmascarar a ideologia totalitária que sustenta o movimento d’A onda , denuncia aos estudantes o sumiço dos sujeitos críticos diante de poder carismático de um líder e do fanatismo por uma causa. Embora o filme seja uma metáfora de como surgiu o nazi-fascismo e o poder de seus rituais, pode conscientizar os estudantes sobre o poder doutrinário dos movimentos ideológicos políticos ou religiosos. O uso de slogans, palavras de ordem e a adoração a um suposto “grande líder” se repetem na história da humanidade: aconteceu na Alemanha nazista, na Itália fascista, e também no chamado ‘socialismo real’ da União Soviética, principalmente no período stalinista, na China com a “revolução cultural” promovida por Mao Tsé Tung, na Argentina com Perón, etc. Ainda, recentemente, líderes neo-populistas da América Latina, valendo-se de um discurso tosco anti-americano, conseguem enganar uma parte da esquerda resistente a aprender com a história. Experiência pedagógica e política Feito para a televisão, ‘A onda’ [The wave], foi baseado em um incidente real ocorrido em uma escola secundária norte-americana em 1967, em Palo Alto, Califórnia. Antes de virar filme, foi romanceado em livro. A idéia do filme, com 45 minutos, era para fazer parte do currículo da escola, para estudar, refletir e se prevenir contra a onda nazi-fascista que começou no final da década de 30. Com a derrota do nazi-fascismo na 2ª. Guerra Mundial e o surgimento da ‘guerra fria’, filmes assim, podem funcionar como alerta contra pregações doutrinárias que fazem apologia aos totalitarismos de direita ou de esquerda[2]. Muitas vezes, o doutrinamento pró-totalitarismo ocorre no âmbito universitário, como se fosse ensino ‘científico’, onde a democracia é considerada uma má invenção ‘burguesa’ e a política uma prática a ser superada por um ‘novo’ sistema desenhado pelo abstracionismo teórico. “A Onda” é uma metáfora que se aplica, mais ou menos, a qualquer movimento de massa respondente aos apelos de um líder carismático ou de uma causa mítica irracional. Foi assim com os atos criminosos da Ku Klux Klan, o macartismo que desencadeou a “caça às bruxas”[3] perseguindo todos os supostos “comunistas” nos EUA, os governos de direita da América Latina com traços totalitários como foi o de Pinochet (Chile), o regime de apartheid da África do Sul (antes de Nelson Mandela), o processo de “limpeza étnica” conduzida pelos sérvios nos Bálcãs, os grupos neonazistas skinheads espalhados pelo mundo, os carecas do ABC paulista, e o movimento separatista do Iguaçu, no Paraná, entre outros menos conhecidos. Também, os partidos políticos neonazistas abrigados no regime democrático, na Áustria, chefiado por J.Haidern, e na França, por Jean Marie Le Pen. Devem ser, ainda, incluídos os líderes com traços protofascistas (Eco, 1995): Berlusconi, que passou pelo governo da Itália, e líderes totalitários com traço imperial, como King Jon Il (Coréia do Norte), Assad (Síria), ou de milícias que ocupam o vazio do Estado (Hizbolá</itunes:summary><feedburner:origLink>http://nteitaperuna.blogspot.com/2009/10/onda-e-o-irracionalismo-dos-grupos.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37424711.post-5396048884036571893</guid><pubDate>Sat, 03 Oct 2009 13:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-03T10:18:04.924-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">marcadores sociais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">internet</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vídeo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Web 2.0</category><title>Marcadores sociais; como eles funcionam?</title><description>Essa semana o &lt;a href="http://www.commoncraft.com/bookmarking-plain-english"&gt;Common Craft Show lançou mais um dos seus vídeos&lt;/a&gt; falando sobre temas relacionados à Web 2.0 e colaboração online. Dessa vez eles falaram sobre &lt;em&gt;Social Bookmarking&lt;/em&gt;, traduzindo para o português seria algo como &lt;strong&gt;Marcadores sociais&lt;/strong&gt;. Como não poderia deixar ser, o vídeo é bem instrutivo e eles conseguem convencer o espectador das vantagens em utilizar a ferramenta, assim como já tinham feito com as &lt;strong&gt;Wikis e outras ferramentas de colaboração&lt;/strong&gt;. Como o vídeo estava no &lt;a href="http://www.dotsub.com/"&gt;dotSub&lt;/a&gt;, sem nenhuma legenda em português, resolvi fazer a legenda ontem a noite antes de dormir, caso alguém encontre algum erro, me perdoe. Talvez tenha sido o sono.   &lt;p&gt;No começo do vídeo eles explicam o que são os marcadores, e como podemos utilizá-los para guardar as informações dos nossos web sites favoritos para depois. Mas depois de certo tempo, a quantidade de web sites cresce muito e ficamos perdidos no meio de vários favoritos. Essa não é uma maneira muito prática de guardar essas informações.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Bem, veja o vídeo:&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe src="http://dotsub.com/api/player.php?filmid=1216&amp;amp;filminstance=1218&amp;amp;language=br" width="480" frameborder="0" height="392"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Além disso, os favoritos armazenados no navegador estão disponíveis apenas em um computador. Caso você não esteja acessando a internet naquele computador, os seus favoritos estão inacessíveis.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Então o conceito de favoritos em web sites é apresentado, devo fazer uma ressalva aqui. Esse tipo de web site está presente já a um bom tempo, lembro que antigamente existia um serviço chamado de mybookmarks.com, mas ele hoje não existe mais. A diferença desse serviço para o que existe hoje são as marcações sociais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Assim que adicionamos um marcador em sites como o &lt;a href="http://www.delicious.com/"&gt;Del.icio.us&lt;/a&gt;, podemos atribuir tags ou palavras chave a esses marcadores. Essas tags nos auxiliam a encontrar esses marcadores no futuro. Por exemplo, se você adicionar o &lt;a href="http://www.colaborativo.org/blog/"&gt;colaborativo.org&lt;/a&gt; como um marcador, atribuindo as tags &lt;strong&gt;colaboração, ensino a distância e web 2.0&lt;/strong&gt; a ele. No futuro, quando você quiser localizar web sites relacionados a esse assunto, você só vai precisar clicar sobre nome da tag, para encontra facilmente o marcador.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para melhorar ainda mais o processo, esses marcadores são públicos! Isso mesmo, qualquer usuário cadastrado, podem fazer uso desses marcadores. Inclusive no vídeo, um exemplo sobre a utilização desse recurso em salas de aula é mostrado. Com isso podemos criar grupos de pesquisa para selecionar a filtrar web sites que falam sobre assuntos parecidos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Por exemplo, um &lt;strong&gt;grupo de professores&lt;/strong&gt; pode pesquisar web sites sobre um determinado assunto e atribuir marcadores ao conteúdo encontrado. Essas tags classificam o conteúdo e podem ser acessadas por outros professores e até pelos seus alunos. Isso é marcação social, todos podem aproveitar a classificação que você realizou, assim como você pode pesquisar o conteúdo marcado por outras pessoas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Você nunca utilizou esse tipo de recurso? Quem sabe agora, que o funcionamento dele foi explicado, não seja um incentivo a mais? Agora é só começar!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://www.colaborativo.org/blog/2007/08/08/marcadores-sociais-como-eles-funcionam/"&gt;http://www.colaborativo.org/blog/2007/08/08/marcadores-sociais-como-eles-funcionam/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37424711-5396048884036571893?l=nteitaperuna.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/caldeiraodeideias/~4/5Fd9yFtfDj0" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/caldeiraodeideias/~3/5Fd9yFtfDj0/marcadores-sociais-como-eles-funcionam.html</link><author>robsongarciafreire@gmail.com (Robson Freire)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://nteitaperuna.blogspot.com/2009/10/marcadores-sociais-como-eles-funcionam.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37424711.post-959012894939011763</guid><pubDate>Fri, 02 Oct 2009 13:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-02T10:00:08.642-03:00</atom:updated><title>Qual o impacto dos vídeos como material educacional?</title><description>O uso de vídeos e material multimídia é até comum para os padrões da internet hoje, mas ainda não é uma realidade nas instituições de ensino, por deficiências no acesso a internet dos alunos, e a falta de cultura dos professores no uso desse material para educação. Quando pensamos em Youtube, a primeira coisa que vêm a cabeça são aqueles vídeos engraçados, ou com aquele desastre legal, que você recebeu por e-mail de algum amigo. Esse é o cenário dos vídeos como material educacional, mas saiba que o uso de material audiovisual é sem sombra de dúvida, o futuro em termos de educação assíncrona, principalmente em cursos que usam a internet como base de irradiação.&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Um ótimo exemplo disso é o chamado m-learning ou móbile learning que ainda engatinha aqui no Brasil. É impressionante que na média, os alunos das instituições de ensino não têm computador, mas possuem celulares com funções multimídia capazes de reproduzir vídeos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Por que motivo não usar vídeos então?&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/51/148312562_9d397cd3e1.jpg" alt="Vídeos educacionais" width="500" height="375" /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Como eu havia comentado, muito disso ainda e uma falta de cultura dos próprios professores em usar vídeos como material educacional em suas aulas. Mesmo assim, ainda existem outros desafios no uso de vídeos como material educacional.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Alguns professores de universidades e instituições de ensino americanas estão reportando que seus alunos, não assistem a seus vídeos, com a gravação de algumas palestras ou aulas na íntegra. Os alunos acabam tendo um comportamento comum aos telespectadores de TV, que é zapear por vários canais até encontrar um programa ou conteúdo que o interesse.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O artigo sobre essa &lt;a title="Wired campus" href="http://chronicle.com/wiredcampus/article/3394/students-watch-lecture-videos-in-fast-forward"&gt;experiência com os vídeos, pode ser consultado no Wired Campus.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Isso é muito interessante e serve como alerta aos designers instrucionais, para não usar vídeos como a base da tecnologia de um curso. Eu mesmo já passei por experiências semelhantes, como alunos de um curso que usava muito material em vídeo, sendo que várias das partes do vídeo já eram do meu conhecimento. O resultado disso foi que, durante boa parte do tempo fiquei pulando as partes já conhecidas do vídeo, para encontrar os conteúdos novos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Se esse for um curso isolado, não será um problema tão grave assim, pois o aluno assume a responsabilidade. Mas, quando abordamos o ensino superior ou treinamentos corporativos a coisa fica mais séria. Na maioria das vezes o que vai acontecer é que as partes consideradas “chatas” ou monótonas pelos alunos são ignoradas e no período pré-avaliação, os mesmo vídeos devem ser consultados apenas nas partes que podem aparecer na prova.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A solução para isso não é simples, nas envolve o trabalho dos professores com os designers instrucionais, para fazer com que os vídeos sejam exibidos ao menos uma vez, sem os controles para avanças e retroceder. Ao menos assim, os alunos podem assistir aos vídeos na íntegra e eles podem controlar e escolher as partes para revisar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://www.colaborativo.org/blog/2008/10/20/qual-o-impacto-dos-videos-como-material-educacional/"&gt;http://www.colaborativo.org/blog/2008/10/20/qual-o-impacto-dos-videos-como-material-educacional/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37424711-959012894939011763?l=nteitaperuna.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/caldeiraodeideias/~4/xaDbkZMvoCo" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/caldeiraodeideias/~3/xaDbkZMvoCo/qual-o-impacto-dos-videos-como-material.html</link><author>robsongarciafreire@gmail.com (Robson Freire)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://nteitaperuna.blogspot.com/2009/10/qual-o-impacto-dos-videos-como-material.html</feedburner:origLink></item><language>en-us</language><media:rating>nonadult</media:rating></channel></rss>
