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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;AkICQ305cCp7ImA9WhRUF0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2420967312100449693</id><updated>2012-01-28T17:22:42.328-02:00</updated><category term="outros" /><category term="Da Alemanha" /><category term="Jornalismo" /><category term="poemas" /><category term="Calmila responde" /><category term="diálogos" /><category term="Tipos pessoais" /><category term="desabafos existenciais" /><category term="Da Mei" /><category term="Desejos Ocultos" /><title>Calmila.</title><subtitle type="html" /><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://calmila.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://calmila.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Camila Paier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05237620089880544685</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-jkg1gP5IOJw/TcIU-XqL98I/AAAAAAAAA-8/QAf8icQ0lPQ/s220/104_7290-1.JPG" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>300</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/Calmila" /><feedburner:info uri="calmila" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><link rel="license" type="text/html" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/" /><logo>http://creativecommons.org/images/public/somerights20.gif</logo><feedburner:emailServiceId>Calmila</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><entry gd:etag="W/&quot;CkcBSHw9eCp7ImA9WhRUFko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2420967312100449693.post-4867055287575857316</id><published>2012-01-27T11:14:00.000-02:00</published><updated>2012-01-27T11:14:19.260-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-27T11:14:19.260-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="desabafos existenciais" /><title>A anti-heroína</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://data.whicdn.com/images/20604016/tumblr_luevrbKF0n1qb6hq7o1_500_large.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://data.whicdn.com/images/20604016/tumblr_luevrbKF0n1qb6hq7o1_500_large.jpg" width="261" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;Já falei que ser boazinha cansa? E que ser legal, também? É. Ainda mais quando não reconhecem os seus esforços, quando você se desdobra e pensa estar no caminho do bem, no rumo certo e não: não valeu de nada. Não adiantou. Se sentir impotente, diante de tanto pedido de perfeição aos quais você realmente não se enquadra, é inevitável. E como reagir à tudo isso? Se trancando no quarto, e fazendo greve de fome. Belo feito, não? Foi o melhor que consegui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem que dar o exemplo. Não tem escolha, e sim imposição: tem que. Deveria, vago demais. Deixa ainda no ar algo de que você "poderia", caso não quisesse, não dar exemplo nenhum. Não pode gritar no gol da Holanda, e muito menos festejar. Tirar os farelinhos doces da cuca é crime. Olha o exemplo, guria. Gostar de polenta, é quase uma obrigação. E sair com mil casacos, idem. E a minha personalidade, aonde fica? Ah, escondida. Secreta. Tem que andar de pantufas pela casa, e não pode deixar o banheiro molhado. Tem duas mentes pequenas registrando tudo, e pior: seguindo o que faço. Não pode arrotar o a-e-i-o-u, e muito menos, falar palavrão. Rir do parentes bizarros, é pecado. Buceta, porra, caralho e filha da puta, que é isso? E os modos, menina? É, você tem que ser perfeita. Estudar, e não pegar nenhuma recuperação. Se vestir, e não exalar sensualidade. Exprimir opinião apenas quando pedido. Colocar e tirar a mesa, ou então, lavar a louça. Levar o cachorro para passear, e não esquecer de trancá-lo depois. Buscar os irmãos no colégio, e levar aonde lhes convém. Gritar? Nunca. Respoder? Castigo. O exemplo, esse bandido, apenas atrapalha a minha vida. E apenas os bons irmãos mais velhos, para saberem bem do traiçoeiro a que me refiro. Perfeição nunca foi ideal meu. Gosto de me esbanjar na vida, seguir minhas vontades, deixar o coração comandar. Falar o que vem à mente, comer apenas o que gosto - e sim, sou distraída aos montes. Quem se importa mesmo se por dentro você anda se sentindo perdida, se por fora o que você vê no espelho e um lixo, ou se, você anda precisando conversar? Faça o que tem de ser feito, com maestria e perfeição, para receber um sorriso. Algumas palavras. E ah, esqueça que você tem dezoito anos, e também que será jovem por apenas pouco tempo mais. Há muito a ser feito, e seu papel é ajudar! Parece que voltamos ao início do século XX - pelo menos, na minha casa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo com tantos elogios de conhecidos, de como existe maturidade nessa menina, de como ela tem juízo, de como é bom tem uma filha assim, que faça tudo e se desdobre pela família, não agrado. Parece que tenho que ser perfeita. Per-fei-ti-nha (e esquecer o "complicada", na lata do lixo). Não sou. E me cansa fingir ser. Faço o que posso, e não reconhecem. Ainda pedem mais. Querem muito mais! Que eu trabalhe, e seja uma motorista impecável. Que eu me contente com tudo o que tenho. Que arrume meu guarda-roupa todinho, e ainda, escreva ainda melhor. Que não esqueça a toalha molhada em cima da cama, ou as roupas sujas no banheiro e a bolsa, na sala. Pressão não adianta nada não, senhores pais. Sou carinhosa e amiga das crianças, não tá de bom tamanho já? Não. Tem que ser quase uma mãe. Ir dar a sua caminhada, e correr para vestir e irmã menor; e na sequência, esperar o irmão do meio sair da aula, para buscá-lo. Sufoco!&lt;br /&gt;
Me pergunto então: e se eu usasse drogas, aparecesse muito de vez em quando em casa, pedisse dinheiro à todo momento, tivesse vários piercings e muitas tatuagens, cabelos coloridos e amigos imprestáveis, será que meus pais dariam valor à tudo o que faço, ao meu empenho algoz, ou ao que pelo menos soa como uma tentativa? Quiçá. Talvez, o que tenha ocorrido, é o que acontece nas melhores famílias: acostumei muito mal meus pais. Penso com alívio, que pelo menos não tenho homem algum ao meu lado, monitorando se minha celulite aumentou, ou meu peso está nas alturas. Pelo menos sou cobrada de uma vez só, e por apenas duas pessoas. E agradeço à Deus, por todo e qualquer defeito, que com certeza de fábrica veio. Sem eles, ninguém notaria minhas qualidades, que são muito mais marcantes e envolventes. Amém!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Largo no chão a capa de mulher-menina-perfeita-maravilha, e analiso no espelho: aquele piercing no nariz realmente ficaria ótimo. Ruim assim, péssimo de qualquer maneira.&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;* Texto de agosto de 2010.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
Este post pertence ao blog &lt;a href="http://calmila.blogspot.com"&gt;Calmila.&lt;/a&gt;. O plágio do mesmo é crime por lei e esta previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2420967312100449693-4867055287575857316?l=calmila.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bela Adormecida tinha Fauna, Flora e Primavera, quase madrinhas e à sua disposição: três simpáticas fadinhas que a vestiam, alimentavam e quase cuidavam como filha. Cinderella, em meio ao choro sofrido de quando tudo parecia desastre, viu surgir iluminada a sua própria salvação, com varinha de condão e um toque de mágica. Hoje, o simsalabim é muito mais o dinheiro por nós gasto que apenas palavras mágicas e pó de pirlimpimpim nos deixando majestosamente belas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São Vilmas, Marlenes, Cleusas e Edilenes. As minhas ao menos, estas. Tem a que cuida dos meus fios para que, loiros - e cada vez mais claros, se depender da moça - continuem fortes, na medida exata e sem pontas duplas, radiantes. É sentar na cadeira nem tanto alta, vestir a capa preta por onde me assustam ao cair alguns pedaços do meu DNA capilar, e ao secar, sair do salão renovada. Conhece meu medo de curto demais, mostra orgulhosa o efeito final, é só sorrisos e abraços após o benfeito cuidado em mim. Quase magia, posso até chamar de alguma feitiçaria do bem que, em uma hora e meia a cada alguns meses me renova como mulher.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A outra, me vê nua, grunhindo em meio ao calor e a dor. Como se foi o tempo em que mulher e pelos tinham alguma concordância, tenho pavor e me dá certa agonia. De 21 em 21 dias lá estou marcando presença e deixando alguma boa quantia para sofrer nas suas mãos, atacada pelo cera quente. Conversa comigo afim de distrair e faz seu truque numa rapidez que me surpreende. Vê eu e demais "sobrinha" em posições constrangedoras na maior naturalidade, tudo afim da tal beleza deslumbrante que dura pouco mas nos deixa sentir limpas enquanto ainda é preservada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para pegar em nosso pé depois de um dia suado e transformar nossas unhas ou roídas ou de cantos comidos (a pelezinha viciante, e quem não rói com certeza deixa a ansiedade ali atacar), só mesmo sendo uma benção ao nosso feminino ego. Escutam reclamações frequentes de namorados, noivos, amigas e familiares, vão desde a televisão ao jornal em assuntos que nos espairecem, opinar quanto a cores e contam histórias de vida. Lixam, cortam, aparam, retocam e na maior paciência, nos detalhes minuciosos, enfeitam a gente com um encanto que vai durar uma semana, no pé se bem cuidado, duas. Nada de poção, palavras ou sortilégios mágicos: profissionalismo e empenho que nos deixam com a sensação temporária de lindeza necessária. Acabamos sempre voltando, com o querer aumentado e a vontade de deixar no lugar aquilo que com o tempo cultivamos. São bem mais que fadas: também mulheres. Madrinhas, apenas emprestadas, porque sendo femininas como nós, sabem bem a importância que hoje em dia mais se intensifica de querer estar bem, desejar estar bonita.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Abracadabra, uma ligação, hora marcada e a gente lá: depois da ida e do processo de transformação, nem tão rápido como nos desenhos infantis, mas potente e real, muitas vezes mais eficaz que beijo para acordar ou salvação em torre, cabelo, unha e depilação são quase o suficiente - porque mulher satisfeita é mulher acomodada - para nos fazer sentir quase princesas. Reais, mas não da realeza.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
Este post pertence ao blog &lt;a href="http://calmila.blogspot.com"&gt;Calmila.&lt;/a&gt;. O plágio do mesmo é crime por lei e esta previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2420967312100449693-1686191064650655080?l=calmila.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;Oi Camila,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de tudo queria agradecer por responder meu e-mail e dizer que uns tempos atrás, vasculhando na internet, encontrei teu blog e desde então ele está entre minhas páginas favoritas. Me indentifico bastante com teus textos, sempre me ajudam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Que linda, olá. E muitíssimo obrigada! Espero que possa ajudar direitinho.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já iniciei um e-mail pra ti mas, não tive coragem de mandar e se tratava da mesma pessoa que vou citar abaixo, só que agora preciso mesmo de uma opinião.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Certo, então vamos lá.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Namorei com um garoto por 2 anos e gostava muito dele. Terminamos ano passado, em julho. Depois dele, pensei que não gostaria mais de ninguém da mesma forma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Natural pensar assim, hoje em dia é normal vivenciar o romance como se fosse o último. Mas o bom é que sempre depois do fim, a vida dá um jeito pra gente de recomeçar. Mesmo que demore ou a gente se frustre, enfim.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No tempo que estive solteira, fiquei com alguns caras interessantes mas não quis manter algo a mais por simplesmente 'enjoar'. Era do nada, simplesmente não queria mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Não eram tão interessantes assim, então. Não a ponto de te fazer apaixonada.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saí pra um lugar aqui na minha cidade que não curto muito - acredito que foi o destino - mas lá conheci um garoto. Nós não ficamos.&amp;nbsp;No outro dia, ele me adicionou no Facebook, conversamos e nos demos muito bem. Pouco tempo depois começamos a sair.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;É legal quando algo começa aos poucos. E a gente vai dando tempo pra saber bem o que tá fazendo, com quem está lidando. Ele demonstrou que queria contato com você e que tinha persistência e atitude, coisas que a gente não tolera em homens que não possuem. Até aqui, bem ok.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No começo, pensei que enjoaria - como já havia ocorrido com outros - mas não. Começei a gostar dele, por um milagre divino. Reconheço que sou um pouco difícil de lidar, e como disse acima, pensei que não gostaria mais de ninguém da mesma forma que meu ex. Estamos saindo há quase 2 meses, já conheço os amigos dele e as respectivas namoradas, a mãe, o avô, o irmão, o primo. Ele me pediu em namoro e disse que, após o namoro de 5 anos, passou 3 anos solteiro e também nunca tinha gostado de alguém como sentia por mim. Não aceitei por não ter muito tempo que nos conhecemos, nem coragem, pra entrar em um relacionamento agora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Well. Você não enjoo dela. Pelo visto, nem um pouquinho. Ele demonstrou que queria compartilhar um pouco da vida contigo, e já te apresentou família e tudo, e deve ter a levado pra churrascos e festas de amigos, onde tu figurou como uma possível namorada, conhecendo as outras do grupinho. Depois de três anos solteiro, pelo visto escolheu você. E por que, mesmo assim, falta "coragem" pra assumir algo com o moço, menina? A gente morre de aflição e se sente enroladas quando o cara não nos pede nunca em namoro mas, se é o contrário e ele se decide rápido demais, nos assustamos também. Sim, somos mulheres e um poço de contradições, confusões e afins. Mas, não entendi a parte da coragem, não. Será que não foi tu mesma quem colocou na cabeça isso de que seu ex é intocável e nenhum cara fará com que tu sinta mais do que sentiu por ele? Ou será que o cara é bacana, e tudo, mas não é tanto assim e você está começando a enjoar ou já sabe que pode iniciar esse processo de desejar coisa nova daqui a pouco já? Coisas que só tu pode saber, mas acho válidos questionamentos para fazer à ti mesma, guria.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O problema é que quando o conheci, sabia que ele fumava cigarro e bebia. Conversamos sobre isso e ele diz que quer diminuir o vício, para começar a parar. Nos últimos dias descobri, por si só, que ele também fumava maconha. Eu não curto, nunca experimentei, e não sinto a menor vontade. Falamos sobre isso novamente, e ele disse que ia diminuir o 'ritmo' com o tempo, mas acredito que de uma droga pra outra é um passo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Então, acho que o problema está aqui. Que hoje 99% dos jovens bebem, temos que concordar. Admiro você por não fazer uso. Cigarro, nunca experimentei. Nem seque cogitei, tenho nojo de fumaça e acho o cheiro péssimo. E sim, concordo contigo que da maconha para ir pra cocaína, ou LSD e Extase é um passo mesmo. Convivi com pessoas que usavam (colegas, alguns poucos amigos), e a maioria se perdeu dentro do mundo paralelo em que pessoas - geralmente, fracas - usufruem de drogas. Não recrimino, não sou contra, nem nada disso. Só acho que há tantas alternativas de felicidade e diversão hoje em dia nessa vida que, se drogar é um pouco burro. Uma escolha falha. Enfim, acho que o que mais te incomoda é que é, sim, complicdo levar um relacionamento com alguém que tem abusado dos usos ilícitos. Como saber o momento em que está "limpo", ou não? E se diz que vai parar, por que não começa já? Hoje, é algo que pesaria na minha decisão de estar com alguém ou não. Nem tanto o fato da bebida, que se não for alcoolismo, considero até um pouco banal pros jovens de hoje. Mas mais pelo cigarro (que destrói os órgãos internos, deixa um cheiro e gosto da boca péssimos e é um nojo) e pela maconha (que ok, dizem que não faz tão mal assim, mas como disse a amiga, é um passinho pra demais drogas). Você já conversou, e ele disse que ia ir diminuindo. Mesmo assim, você parece não aceitar nem mesmo isso - e ele parece ter diminuído mas muito, muito pouco. Já conversou por duas vezes sobre o assunto, e não obteve muita mudança. Se fosse você, tentaria dar uma afastada, pra ver o que sinto. Caso fosse forte demais o gostar e essas coisas de amor, diga que para você ter algo sério e sólido, isso é muito importante. Daí, só esperando pra ver a reação do rapaz.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele é um amor de pessoa comigo, me trata super bem, é carinhoso e nos damos muito bem. Tô gostando, mas não sei se devo continuar algo com medo do depois, sabe? Não sei o que pensar, nem o que devo fazer. Me ajuda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Do depois tu dizes de sei lá, ele ficar cada vez mais adicto? Pode acontecer. Mas se ele disse que ia ir diminuindo, talvez você deva dar um voto de confiança ao moço. Por algumas semanas, ou meses. Tente fazer com que o assunto não se torne um tabu entre vocês, e diga que, pro que ele precisar, você o ajuda. Pense em alguns meios para que ele substitua as drogas por outras coisas (chiclete por cigarro, chocolate por maconha - talvez eu esteja sendo ingênua, mas dizem que pode dar certo). Como descreveu, pelo visto isso a incomoda bastante, deixe isso claro, mas de forma sutil. Ele vai entender, e se quiser estar mesmo contigo, vai acabar se viciando cada &amp;nbsp;vez mais em ti e largar toda e qualquer drug do caminho. Conheço alguns casos em que isso aconteceu, ou seja: é possível sim, ainda mais que ele é jovem. Desejo boa sorte pra ti e muita disposição, não desista assim tão fácil de algo que tem a feito feliz. Tentar é sempre válido. Um beijo!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quer enviar a sua pergunta/dilema/desabafo para mim também? Escreve linda pra &lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;a href="mailto:camilapaier@gmail.com"&gt;camilapaier@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; e então basta esperar!&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
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Não adianta, e cura, até agora não encontrei. Capturadas algumas imagens de mim mesma, e aquela ansiedade comum para depois de passadas para o computador, poder admirar a fotografia de momentos bons. Ou não. Que bração é esse aí, que antes de sair de casa eu não tinha sinal algum de existência? Deve ser a gordurinha localizada, que escolheu se impregnar justo numa das partes mais delicadas do corpo feminino. Meio bonecão do posto, um tanto de herança italiana, e se pudesse lipar uma parte do corpo: o braço, sem dúvida alguma. Fininho, engana uns bons quilos a menos. Mas a deprê é mesmo quando de dieta, nos enganamos um pouco quando a vista é diretamente do espelho. E nas fotos da noite passada está lá, imenso e presente bração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando dá para cortar de cantinho, não considero afronta ou ilusão nenhuma da vida real. Querer parecer melhorzinha numa recordação que daqui anos olharemos e nos permitiremos o luxo de pensar "como éramos bonitas!" está no direito de cada mulher. Deveria. Pode a barriga estar no lugar, as pernas sem celulite aparente, o peito em evidência, o sorriso na medida certinha, mas estraga a festa esse naco aonde o tecido adiposo escolhe se proliferar. Conversando com amigas, é fácil perceber que não só de genética sobrevive o tal problema: altas, magrelas, gostosonas, baixinhas, de raças distintas e cores de cabelos diversas - todas, sofredoras de se achar um exu balofo após conferir as fotos de algum momento que deveriam ter ficado lindas, só que não. Mesmo abaixo da linha da magreza e se alimentando apenas de orgânicos, cereais e algum chocolatinho, lá estão. Parte maldita de algumas de nós que insiste em não desaparecer por completo, por mais pesada a malhação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E a inveja daquelas que conseguem manter o corpo todo em equilíbrio, sem neura alguma ou detalhezinho que abomine? Difícil não ter, complicado ocultar - a gente fica apenas se questionando "como pode? que será que ela faz?", e tentando na maior insistência sair bem e não braçuda nas fotografias que estiverem por vir. Os homens, aqueles que falam uma linguagem complexa demais para nós, ladies, e tem costumes ainda mais peculiares a nosso ver, é do que mais se felicitam: ver o braço crescer. Fermentar. Malham, malham, e muitos mesmo após meses de academia não encorpam bíceps, tríceps e demais músculos para nos atingirem. Repassava fácil essa minha insatisfação corpórea. Interessados, neste guichê, por favor!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Eu queria entender, quem inventou que a gente precisa de outro alguém pra ser completo? Mas que coisa chata que é você ser solteira, linda e glamurosa (cof cof) e ter sempre de se desculpar pois ainda não namora, nem nunca namorou. Sério gente, “amor eterno, amor pra vida toda” era lindo na época que se morria com no máximo 50 anos! Me cansa a beleza ter de sempre bater na mesma tecla da autosuficiência, independência, e blábláblá, me sinto besta já e sem mais argumentos que me esquivem do interrogatório.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Não é que eu não queira um companheiro ou seja uma militante fervorosa das solteironas convictas, até porquê em outros momentos por aqui já disse o que penso sobre a vontade de amar, mas acho brega, breguíssimo, quem vive a correr atrás de “bons partidos”. Amiga, partido bom é aquele que luta a favor da justiça social, o resto é ilusão que inventaram pra vender vestido de noiva e livros da Walt Disney.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;É tanto mundo pra ver e conhecer que não dá tempo de ficar correndo atrás&amp;nbsp; das tais borboletas, muito menos esperando elas pousarem no meu jardim. Namorar é bom, ser solteira também. Nascemos e morremos sozinhos. As duas grandes cenas da peça da vida são monólogos, muito provavelmente incompreensíveis aos ouvidos alheios, mas cheios de medo e gratidão. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Não quero que letras de pagode façam sentido, não preciso de hora marcada esquecida ou atrasada e as concequências problemáticas que isso trará. Solteiro não é E.T. , como alguns os amigos casados parecem pensar, nem doente hospitalar que precisa de uma companhia. Chefe casamenteira então, &lt;i&gt;vade retro&lt;/i&gt;! Conhecer uma pessoa demanda tempo. Saber se o sexo é bom é rapidinho, mas se é chato ou não, gosta do que você gosta ou não, se se irrita fácil, como lida com as si&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;tuações cotidianas, se mata barata(!), isso demora à conhecer, compreender e aceitar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Ainda bem que a nossa espécie evolui e não precisamos mais (a maioria pelo menos) casar por obrigação, namorar somente no portão ou nunca nos divorciarmos. Hoje ergo a bandeira do “deixa que digam, que pensem, que falem” e penso em mim. Somente em mim, apesar de haverem tantas de mim que ser sozinha de verdade é impossível. E não pense que é só discurso, pois acredito que lemas e lemes mudam conforme o vento, mas sempre para nos guiar ao caminho certo, mesmo que este seja desconhecido. Por isso não tenho vergonha de afirmar: “solteira sim, sozinha também!”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NxwdBqS5p1ORYMPEWG23Qfm1mWc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NxwdBqS5p1ORYMPEWG23Qfm1mWc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Calmila/~4/2Nqdc0FkANk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://calmila.blogspot.com/feeds/809986663539898803/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://calmila.blogspot.com/2012/01/eu-queria-entender-quem-inventou-que.html#comment-form" title="8 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/809986663539898803?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/809986663539898803?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Calmila/~3/2Nqdc0FkANk/eu-queria-entender-quem-inventou-que.html" title="Da Mei: solteira sim, sozinha... também!" /><author><name>Meirielle</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06792428832577949668</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="26" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_rybDQeV5HPE/S_3nkfiiJRI/AAAAAAAAAGE/4kdG54jmEGk/S220/i.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-XVs7yuvf9y4/Tx6glQqEBKI/AAAAAAAAAak/9ujiCWw9dBM/s72-c/a.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>8</thr:total><feedburner:origLink>http://calmila.blogspot.com/2012/01/eu-queria-entender-quem-inventou-que.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DE8BQ348fyp7ImA9WhRUE0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2420967312100449693.post-1808329591073677985</id><published>2012-01-23T19:49:00.003-02:00</published><updated>2012-01-23T20:14:12.077-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-23T20:14:12.077-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="desabafos existenciais" /><title>Cupido</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://data.whicdn.com/images/18759115/382622_319895084690401_262945423718701_1295208_757287168_n_large.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://data.whicdn.com/images/18759115/382622_319895084690401_262945423718701_1295208_757287168_n_large.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seu danado, cadê você? Agora que te busco e em mãos não mais se encontra o passe livre para pisar nas nuvens e flutuar pelas ruas, apaixonada: o seu sumiço, então. É férias, porém, mais do que nunca, quero ser acertada, na loteria romântica, uma vitoriosa. Chega dessa sorte no jogo, que nada adianta ser então profissionalmente uma ganhadora e tanto, se com quem gastar das horas em companhia que me estremeça, é o que mais me falta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você, menino, e suas armas invencíveis, gladiadoras. Fortificadoras. Jeito moleque e a pirraça de não olhar atentamente ao jogar o tiro, e errar o alvo. Me pergunto se é com flechas que caças, ou simplesmente, com armadilhas. Arapucas sentimentais, que crivadas no peito doem, esfarrapam a alegria de beijos de amor ao pé da cama, debaixo do travesseiro. Iludem em sua maioria, gostam de enganar com sabor: tiram da mão, quando os dedos então tocavam o tão querido afeto. Erro crasso, coração despedaçado. Seguindo então o curso da vida, que mais se assemelha a um rio qualquer, unido em água, sangue e caminhos destinados, na espera de que a então malfeitora farpa saia do peito logo, e sem demasiada dor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mal de Parkinson não é, tão jovem é você. Um cândido que da infância não se desprende nunca - praticamente irmão de Peter Pan, apenas mais inconsequente, serelepe. Mira na pessoa exata, naquela correta, e sabe se lá se por força do vento, das intuições ou destino, acaba por errar a pontaria.&amp;nbsp;Quero seu bem, duvido que se drogue, como dizem. Apronta por puro contentamento, pela diversão. Quem sabe, para fazer com que aprendamos e cresçamos nesses relacionamentos cansativos, pela metade. Disseram que chegaste a talvez, se apaixonar por cada uma das belas damas que de sentimentos vazios, a você recorrem. Primeiramente anjo que és, duvido. Imagino seu sorriso a ver a felicidade de cada casal que formas, e com você o apego não é uma constante - tudo para o maroto muda; os ventos, as ocasiões, os pensamentos. A rapidez das suas asas dá o efeito dos tais arrebatamentos que não sabemos explicar: ostentadores. Para sobrevoar por aí, urgente, elétrico, e esperto, problema de vista sei que não é o que te impede de fazer boas ações. Fico com a opção de poder crescer no que não posso possuir. Esse é o ensinamento que empunha a cada proposital desacerto: amar com liberdade, e sem vaidade, como cantou tantas vezes Raul. Aprender a sentir de um jeito mais sadio e correto, quando sou só loucura e arrebatamento, paixão. Por vezes, imagino que tenhas também uma cota de flechas, destinadas a cada pessoa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E então, as de fazer apaixonar, para minha pessoa já tão penalizada, se esgotaram. Vai que agora os tais dardos duplos e complementares, do amor real, grandioso e destinado à dois, não entram em cena? Não desacredito você, querido Cupido. Pelo contrário, imaculo seu potencial. De estúpido, aliás, nunca o chamei. Sei que és esperto, basta olhar com atenção os tantos casais cúmplices e apaixonantes que gostaríamos de ser, e no fundo, invejamos, tão felizes e completos. Peço apenas que até pare de se esconder, e à cena retorne, em grande estilo: como meu amigo, e no objetivo, a minha felicidade. Apenas, volte. Sem ensaios para atingir de raspão, ou nas periferias que não são nunca o meio. Em sistole ou diástole: bem no meio, no ponto exato onde para todo o corpo se vá o que sente o coração. Venha e, sem me avisar, que a surpresa é ainda mais deliciosa, de repente no meio da rua, supermercado, barzinho à noite ou farmácia pela manhã, algum olhar de outra vivência, aquele arrepio de já conhecer o incógnito. E ainda assim, querer afundar nele.&amp;nbsp;Dizem que você não cresce, apenas porque o amor é que não envelhece. Talvez seja. E flechas no peito, o que representam então? Que o amor, para cicatrizar, também um pouco deve doer. Sem torturas, o frio na barriga que é essencial para valorizar a grandiosidade de uma afeição.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;* Texto de fevereiro de 2011.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;Sou direta: não penso em casar. O matrimônio me faz, cada dia mais, cair em descrença. Procuro por casais felizes que tem durado anos e anos. Acho quase nenhum. Talvez dois, no máximo. Num aumento extraordinário entre o egoísmo, o hedonismo e a promiscuidade, como fazer durar pra sempre? Pra que gastar rios de dinheiro numa festa pré-programada para ocorrer numa data que deveria ser significativa, mas que só vai ter todos falando mal depois de se encherem de comida e beberem até não poder mais? Ao invés de cada vez mais sonhar em entrar com véu, grinalda e vestido imaculadamente brancos, penso se nossos relacionamentos não tem se tornado cada vez mais cíclicos e múltiplos, fazendo recomeçar sempre a cada fim o amor no lugar de jurar eternamente estar com uma só pessoa na saúde, na doença, na riqueza e na pobreza, até o fim dos dias. E, talvez infelizmente, acho que sim: o eterno enquanto dure é a bossa da vez, a bola cantada, o hit dos corações apaixonados cantado com hora certa para acabar. Creio em amor, é óbvio - não me permito, contudo, que a sociedade o faça acabar, obrigando que a gente o dê um nome, uma cara, uma etiqueta, quando tudo que vale a pena é fazer resistir o estigma apaixonado de quando realmente se é.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lógico que acho lindo um casal ficar praticamente uma vida unidos. Compartilharem segredos inconfessáveis, vivências únicas e ao longo do tempo construírem uma história que marque suas vidas para sempre com um relacionamento baseado em amor e respeito que seja feito para durar. Mas gente, anda difícil. É cada cara que trai e a mulher só descobre dez anos depois, pois esse fazia tudo perfeitinho e não dava ponto sem nó (ela nunca nem havia chegado a desconfiar). Cara que começa a comer de boca aberta, dar uns "tapinhas" ba mulher quando enfurece, ou, simplesmente se acomoda. O mesmo pode ocorrer com moças que deixam de se cuidar por achar que está "garantido", ou que se tornam a mãe do&amp;nbsp;cônjuge. Tão simples: tira-se a aliança (símbolo do casório) e alguns acham que a solteirisse volta imediatamente. Mesmo cegamente acreditando naquele que dormirá ao lado todo santo dia, fica difícil. Chega uma hora em que a novidade acaba, e se não for forte mesmo, leva junto com a vontade de um dos dois (nunca é unanime o veredicto) de cair fora toda a admiração, as horas gastas juntas, as frases já ditas e os silêncios que falavam por si só: acabou. Ou sentimento que termina por falta de paciência, desgastes pelas eventuais brigas, tédio no que deveria não cansar nunca: amor. Se é por esse motivo que casais se unem, usam aliança e se chamam de esposa e marido, traição não deveria ser cogitada, e a relação que os dois tem, ser considerada preciosa - que não se deixe terminar nunca aquele clima de início, que as descobertas quanto ao outro não acabem assim de repente, e só nos surpreendam ainda mais. Mas isso hoje em dia parece vencer o prazo de validade, e pessoas continuam juntas por plena comodidade. Pelos filhos, pela grana, pelo que vão pensar, mas menos, muito menos pelo já tão defasado sentimento que um dia enlaçou os dois. Acho triste, e sinceramente, não sei se é isso que desejo para mim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não que não vá me relacionar mais. Longe disso. Claro que acho um amor a cerimônia alheia, cairia pra trás se ganhasse um anel da Tiffany's ou recebesse um pedido daqueles irrecusáveis, como no vídeo de um show do Marcelo Jeneci. Mas para me convencer a rotular a exclusividade que tem alguém na minha história, será complicado. O casamento é uma instituição falida, e por mais que tenha crescido em números nos últimos anos no país, não me incentiva em nada - as separações continuam muitas também, o que apenas felicita advogados, amantes e parentes chatos da família que não se sentem os únicos derrotados na vida. Uma pena não ser como nos mostram os filmes e telenovelas, aquela paixão ininterrupta onde ninguém enfeia com o tempo e o tesão está sempre alerta. Só que não é. Meu realismo pode soar pessimista, também já sonhei com tudo isso. Porém, quanto mais nos damos conta do quanto é louca a vida da gente, fica difícil prever qualquer futuro. Espero que a vida me junte a alguém legal e que, mais preocupado com o status de ter ou não uma "mulher", fique feliz em ter ao lado quem queira muito mais que brincar de casinha, viver. Se acabar me convencendo do contrário, de que é possível ser duradouro ao longo dos anos e sem enjoo, quem sabe me renda às tais "bodas". Condições: fora da igreja (porque o amor é a única religião em que acredito), sem festa para um zilhão de convidados e muita luxúria, porque eu prefiro viajar pra longe. Se for em Vegas, melhor ainda. Ele pergunta se eu quero, a gente diz sim rápido e sem pensar muito em frente a um Elvis cover e depois corre pra algum cassino, pra se divertir. Quem conseguir me despistar, às vezes - sim - me ganha. Vai que um dia coloco eu aqui fotos vestida de noiva e toda emocionada, cheia de cafonice e frufru? Ninguém sabe. Muito menos eu. Ainda bem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/wK3vzfM1VEY" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cuido detalhadamente da maquiagem, pra que fique im-pe-cá-vel. Blush marrom-alaranjado, batom rosa nos lábios e rímel alongador. Vestes harmoniosas, pensadas por horas à fio. Ankle boots nos pés, e a rua como caminho notívago. Duas quadras, e ei moça: sua meia-calça está desfiada. À cem metros do salão de festas. E obrigada por avisar, mas que se dane. Presto atenção aos detalhes, e esqueço o conjunto inteiro. Cabeça nas nuvens, olhos na Lua. Distraída como sempre, é incontável o número de chaves perdidas, casacos esquecidos, bolsas em cima de mesas abandonadas. Dá pra prestar mais atenção, menina? Olha, dar, até dá. Mas quanto mais me empenho em me concentrar pra que tudo saía perfeito, e sem nenhum esquecimento, caio novamento em distrações febris e passageiras. Naquela esquina com cheiro de pizza de banana; na mancha avermelhada do meu vestido; naquela rima em verso, que grudou na cabeça e não saí. Nas partes bonitas, de um todo. O que nem sempre é distração, pode virar ação. Palavras, contextos, inspiração.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tá me ouvindo, Camila? Sim, tô sim. Olha ali aquela placa enorme, que polui visualmente o ambiente. Tá vendo também, aquela moça que caminha apressada? Tem a bolsa igualzinha à minha, pode? Ah, eu escuto tudo o que você diz, sim. O difícil é entrar na mente, e ficar. Permanecer. Tudo vai sendo filtrado, e enfim, às vezes - e somente vezenquando - esqueço, oras. Não, não finalizei aquele texto, e muito menos o curso de inglês. Mas te contei que, me matriculei no italiano? E que, larguei o Direito pelo Jornalismo? Ah, sim. Não sei finalizar, mas adoro iniciar. O problema está em concluir algo, até o final. Mas finais são tristes, não acha? Eu acho. Dá aquela nostalgia, e a gente sente vontade de se tapar até a orelha, e tomar chá o dia inteiro, sentindo o saudosismo na alma. Latente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gosto de sentar num banco, e ver a vida passar. Observar os comportamentos, trajeitos pessoais de cada um, as particularidades de definem estereótipos, diferenças.Vejo aquela blusa rosa caminhando, e combino com o sapato preto, de salto. De duas pessoas diferentes, entende? E ouço aquela música, que me lembra um momento único, visto por apenas dois pares de olhos cúmplices. Me reporto ao instante, e quase vivencio tudo novamente, num golpe instantâneo de saudade. A água do chá, tá apitando! Oi? Ah, sim; não sei o que fazer na noite de hoje..Muito menos, sexta-feira, ou até mesmo sábado. Vamos decidir no dia, na hora, vai...Deixa o feeling tomar conta, a vontade apontar o rumo, o sentimento imperar. E então, tá decidido. Marcar hora, pode ser. Difícil é lembrar. Ou pior: chegar no horário. Ih, são quase quatro horas. Será que dá tempo? Desisto, não vou. Nem ligo. Acontece, não é mesmo? Sei, se eu tivesse me programado, e toda essa ladainha louca, tudo bem. Da próxima vez, prometo. É sim, pisei nessa defecação, na rua; não vi. Literalmente, que merda.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não to muito afim de pensar no futuro não, a gente começa a pensar e nem se dá conta de que está enlouquecendo - ou então, envelhencendo. Vive agora! Ouve aquela música, curte esse momento que pode até ir, mas não volta. O que não vale é ficar parado, sonhar baixinho, e falar pouco. Ou demais. Eu falo muito, você pode estar vendo. Mas não se preocupe se eu falar demais. Comece a se preocupar quando eu calar a boca, e nada me fizer falar novamente. Ah, larga esse ofício todo e vamos pro parque. Lá a gente deita na grama, vê nuvens e divaga sobre a existência humana, os valores da sociedade, e um planeta só nosso. Mas tem que ter sapatos, chocolate, chimarrão e jornal diário. Tá ok, eu deixo ter um pouco te futebol, café e video-game. Antes disso, só vamos pensar no jantar da noite de hoje. E amanhã, em acordar cedo. E agora, vamos ao trabalho que sair disso que nem ao menos existe, dá trabalho. Pega a caneta, anota tudo o que eu disser, que exige concentração. Antes, peraí: pegou a chave de casa? Eu esqueci.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
* Texto de Fev/2011&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
Este post pertence ao blog &lt;a href="http://calmila.blogspot.com"&gt;Calmila.&lt;/a&gt;. O plágio do mesmo é crime por lei e esta previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2420967312100449693-708764884407795632?l=calmila.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;Vasculhei a agenda da minha mulher/namorada/irmã/mãe logo pela manhã e resolvi seguir à risca todas as árduas tarefas de ser mulher que ela passa diariamente. Acordei, e já no café da manhã, acostumado a comer o que bem entender, sem me preocupar com calorias, glútens e glicídeos, parece que um alerta vermelho me tomou conta: não engordar, não engordar, bip bip bip. E bem, coloquei adoçante no café (nem um pouco comparável ao adoçado verdadeiro do açúcar) e comi um pequeno pedaço de bolo - escolhi a cota de doces do dia, como previsto. Corri para a academia, já que o tempo era curto. Constrangedor fazer os exercícios de glúteos com bombados me secando sedentos por carne. Como cansa essas aulas de jump, pump e demais aeróbicos. Senti saudades do meu treino cheio de ferro pra puxar. No banho, duas vezes shampoo e massagear bem, fazer com que saia tudo. Sabonete normal, sabonete íntimo, hidratante antes de se vestir, um tal de&lt;i&gt; leav in &lt;/i&gt;nas pontas capilares ainda úmidas, enfim: superficialidades. Pior parte: secar o cabelo. Um calor do inferno, a mão quase pegando fogo. Sequei de qualquer jeito, mas ainda bem que deu pro gasto. Coloquei um vestido qualquer e a primeira sapatilha que vi, afinal, combinar é para os fracos. Li, então, mais uma vez as anotações na cadernetinha cor-de-rosa: salto alto, maquiagem e saia.&amp;nbsp;Baita frescura.&amp;nbsp;Quase morri pra fazer tudo perfeitinho. Equilibrar o corpo em cima de 12 cm cansa, e é difícil. Ao&amp;nbsp;vê-las com destreza saracoteando por aí, imaginava ser moleza. Que nada. Na bolsa lotada de badulaques afim de achar as chaves, quem disse que consegui? Dez minutos depois e tudo pra fora, só então encontrado o chaveiro enorme e de mulherzinha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fui a caminho de uma depilação e unhas marcadas no salão de beleza. Na rua, foi de uma escrotidão sem tamanho pedreiros, entregadores de gás e demais motoristas buzinando, tentando me bolinar e dizendo bagaceirices sussurradas. &amp;nbsp;Me senti nu. Eu, que achava mais um dos dramas femininos sentir nojo ao invés de orgulho em frente a uma atitude dessas, agora dou razão às mulheres. Foi um saco a manicure palitando meus dedos e canibalizando as carnes em volta da unha. Coloquei esmalte preto mesmo, num protesto meio indireto a essa moda de azul, amarelo e verde, coisa homem nenhum curte. E a depilação? Me dói só de comentar. A cera esquentando, a depiladora me vendo peladão ali, e o susto no puxão. Um atrás do outro. Queria gritar, mas mantive minha macheza intacta. A tortura é praticamente espartana. Dirigindo até o trabalho, também me assustou a quantidade de xingamentos e preconceito quanto ao dirigir. Ouvi centenas de "só podia ser mulher" e "volta pro fogão". O qual, depois de ser assediado pelo chefe e pelo porteiro do prédio comercial no rotineiro e ter que aguentar amiga falsa no emprego, tomei conta para o jantar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parece simples vendo na televisão aqueles pratos que os&amp;nbsp;chefs&amp;nbsp;preparam. Só que não. Na prática, é bem ao contrário. Assinalado para a noite, frango ao molho de champignon com arroz à grega e Caesar salad. Tudo muito complexo cortar direitinho, isso em cima daquilo, mexe aqui, desliga ali e espera até que a outra parte esteja pronta. Calor, fome e ainda mais ter que deixar a mesa arrumada. Enquanto esperava ela chegar. E que demora. Liguei uma vez, disse que estava a caminho (só não em que rua exatamente). Dez minutos pareciam duas horas. Me senti como qualquer moça se sente quando um cara se atrasa, e sinceramente, que chatice. Eu ali, Amélia. Pra minha surpresa, não parou por aí: o rio vermelho resolveu chegar justo neste momento. Não tinha ideia de como inserir aquele mini objeto chamado O.b. Achei um daqueles absorventes mais normais e coloquei. Cólica, que dorzinha insuportável. E nada da querida chegar. O jantar na mesa, eu exausto, e recebo apenas um sms: "não vou poder ir aí hoje, querido. te ligo amanhã, ok?". Raiva, revolta (deve ser algum desses resquícios de TPM), e todo esforço pra porra nenhuma. Resolvi tirar a maquiagem, colocar um daqueles pijamas minúsculos que elas vestem - e juram que serve pra alguma coisa - e ir dormir, frustrado. Mas com um aprendizado: moleza nenhum no dia de quem nasce sem nada no meio das penas e pelos no peito. Completa uma das missões mais impossíveis que já desempenhei, admito: mulheres, guerreiras são vocês. Sexo frágil somos nós, que numa gripezinha já quase ficamos de cama por dois dias inteiros e que, se obrigados a manter o pique com tantas tarefas complicadas, não&amp;nbsp;conseguiríamos. Prometo nunca mais ironizar quando você reclamar de dor ou cansaço, e cuidar de você sempre que der.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ass: Homem machão que merecia pelo menos uma semana nesse ritmo de vida e aprendeu a lição&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje vou contar um segredo: sou uma medrosa. A maior de todas - que conheço. Dessas que ficam feito menininha com medo de trovão, escondida debaixo do lençol no quarto, das barbáries do mundo. Tão corajosa para o que julgam alguns o impossível, o dificílimo: amar sem medo e questão de retribuição. Mal sabem que é nas mas ínfimas atitudes que me escondo de mim mesma, desse mistério que só relevo quando chegam as respostas. As quais em grande parte das vezes - avisada pela intuição - já sabia. Ou na verdade, a revelação surpreendente do que até então, fingia ser anônimo: o que existe e por pura tolice, ignoramos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os resultados são os maiorais, dentre minhas fobias. Reis em minhas preocupações. Todas, em si. Importante, cada uma delas. Se não me fossem, resultados não seriam, e sim: apenas consequências. Então, se envio, é bem possível que adie a vista da réplica. Se falo, posso fingir-me de surda, caso não queira escutar. Jamais deixo de lado uma ação pioneira que seja, porém, nos encantos de cada conquista, me protejo tanto que me assombro. Um temor de se perder o que ainda nem se tem. O alheio nunca conosco é o que seríamos nós mesmos, no caso oposto. Em situações adversas, adversárias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Posso ser eu esse paradoxo reacionário que com o maior atrevimento ama, e se joga, se entrega sem pedir de volta, e simultaneamente, nas atitudes, pelas beiradas vou e como dama chinesa, branda e compassiva, ajo? O receio gritante da temida palavra, em contraponto à vontade maior de se arriscar e ir indo pelo caminho que muda a rota com frequencia, esse meio-termo a que detesto e ensaio sempre alguma transgressão à altura. Seria intuição, esse ato comedido e de revides tão vibrantes no sexto-sentido que adio sempre? É impulso o ato de agir, e se amedontrar com qualquer reação de outrem? Não. É confiança. Em mim mesma, na verdade que de mim sei, e por mim, sai. Não sinto medo da humanidade, é em pequenos atos que se esconde minha coragem. No caminho até ser construído e fortalecido um sentimento, qualquer derrapagem e uma história se cambia, muda todinha. Ímpetos de ação, intercalados a períodos de reclusão própria, benfeitora.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse medo da cota negativa que apresenta a vida, ocasionalmente. Aprender, preciso. Saber que é de alguns nãos, que a vida nos encaminha para que o caminho do sim se aproxime. Deixar que ser destemida seja uma característica presente, e não bipolar. Que mesmo ferida, a fera que habita aqui seja indômita e decidida, mais forte que qualquer recusa, ou negação. Porque pela cota diária que calculo, para balancear e deixar cada dia leve e único, quando vai tudo bem demais, é necessário um choque para que nos mantemos vivos e alertas: agitar a alma é o que capta momentos e ações, o viço de novidade sempre em dia. Sem chance pro medo, que se não ele consome até mesmo os mais enfadonhos sonhos; os indescobertos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ERM1aN6sf5h7kTX3kVE2rqsliU8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ERM1aN6sf5h7kTX3kVE2rqsliU8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;/div&gt;Olá Camila querida! &amp;nbsp;Antes de tudo, começo lhe parabenizando por tanto talento e por tanta sabedoria que estampa nos textos que você disponibiliza para nós, seus leitores. Além disso, esse tempinho que&amp;nbsp;você disponibiliza&amp;nbsp;para responder nossos dilemas é digno de receber as mesmas parabenizações. Um antecipado e cheio de carinho: obrigado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Amada, muito obrigada. Coisa ótima ler isso, só me faz continuar em frente.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas vambora, é o seguinte: não namoro e nunca namorei. E, embora tenha tido atrações por meninos que inicialmente me pareciam interessantes, nenhum deles me fez querer seguir com algo duradouro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Hoje em dia, algo normal. Bom que tu se colocas em primeiro lugar e não se entrega de bandeja assim, a qualquer um.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois bem. Entre essas tentativas de interesses permanentes, comecei a conhecer um menino que estudava junto comigo e já despertava em mim olhares de interesses. Ficamos. Ele: charmoso, prestativo e de atitude. Eu, tentando encontrar depois de nossa ficada motivos plausíveis para justificar o fato dessas qualidades não terem despertado vontade nenhuma de seguir com algo em frente. Resultado: já deixei claro que não pretendia nada. A atração que inicialmente eu tinha por ele? Simplesmente se foi junto com mais um tentativa. Uma situação assim pareceria normal, se não se repetissem com tanta constância. É sempre assim, querida: Me interesso, sinto vontade, me aproximo e, quando obtenho reciprocidade, desestimulo e não sinto vontade de intensificar o relacionamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Resumindo: obtém o que almeja, consegue e, de repente, já parece desinteressante. Já passei por uma fase parecida. Fazia dos meus relacionamentos este mesmo molde que tu. E olha, simplesmente passou. Talvez fosse uma safra bem ruim de gente desinteressante aparecendo quando eu só queria alguém fizesse o mundo brilhar. Ou, quem sabe, o problema era comigo - me achando superior e colocando num pedestal, ou louca por desafios - sei que, passou.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Medo eu sei que não é, não tenho medo. Adoro novidades. Para as amigas, um tanto de frieza e desapego. Eu mesma: não sei o que é. E é aí que te peço um opinião: quando é que a gente sabe que uma atração não é só atração e pode ser algo mais? A gente descobre isso previamente ou é válido começar algo mesmo não sentindo se vai perdurar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Também acho que não seja medo. Como disse: pode ser que você esteja indo aos lugares errados, ou, as pessoas erradas estejam querendo, insistentemente, perseguir você. Acontece. Ou mesmo, pode ser que seu subconsciente fale mais alto e a faça repelir todos esses, justamente por querer alguém, mas não saber aí dentro de ti, com que qualidades, o que prezar, enfim. Acredito que quando atração é só isso e nada mais, nenhuma pulga fica atrás da orelha, tu não pensa praticamente nunca na pessoa, e mesmo quando ela convidar para algo, rejeitar será a única opção para ti. Atração que acaba depois de alguns beijos é algo que, a meu ver, não dá mesmo para insistir que dure "na marra". Química acontece, ou não. Acho simples. Agora, dentre esses caras todos que tu consegues conquistar, nenhumzinho merecia uma atenção em especial? Um olhar mais criterioso, uma chance a mais? Questione-se.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora não me martirize por isso, gostaria de saber sua opinião. Mais um vez obrigado, desde já, e só para concluir: mesmo à distância, te admiro muito e embora pareça tolo, seus textos amorosos e felizes despertam boas sensações em mim. É bom te ver escrever textos assim. Te desejo felicidade Camila. Mesmo. Não querendo ser clichê, mas só reforçando: obrigado querida, obrigado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Uma querida tu! Hehe, mas então.. Em primeiro lugar, não se martirize por coisa dessas. Nunca. Quando tiver que acontecer, ocorre. Num piscar de olhos, tu vai te ver tão apaixonada e feliz que nem vai pensar em hipóteses ou simplesmente nessa atração inicial que sempre acaba findando. Vá a lugares que tenha gente a ver contigo. Conheça pessoas, mesmo que não tendo aquela fagulha primária de que parece incendiar. Se dê chances necessárias, tente conhecer bem quem quer o mesmo em relação à ti. Mas ainda assim, vá com calma. Como eu disse, quando tiver que aparecer, surge. Esperei até os 19 anos para ter meu primeiro namorado. De resto, só porcaria nessa minha vida anterior ao - que posso dizer hoje, com seus defeitinhos e mil qualidades - "amor de verdade" (porque só é real aquele que não é de conto de fadas). Ou seja, uma hora, simplesmente vem. Boa sorte nessa vidinha, e precisando, aqui estarei!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Quer se jogar nos conselhos também? Escreve bem linda pra &lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;a href="mailto:camilapaier@gmail.com"&gt;camilapaier@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; que eu respondo assim que der. Meu beijão procês!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
Este post pertence ao blog &lt;a href="http://calmila.blogspot.com"&gt;Calmila.&lt;/a&gt;. O plágio do mesmo é crime por lei e esta previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2420967312100449693-5470188381329420831?l=calmila.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nem parece tanto tempo do dia em que a gente se beijou pela primeira vez na graminha daquela festa ali fora, entrou e saiu pra sentar no fio da rua, rindo bastante e achando que se fez a melhor escolha possível. Hoje, dias e dias já atrás, vejo que a melhor opção de felicidade é quando acordo cheia de preguiça e acho logo ao abrir os olhos todos os motivos para deixar que a claridade entre e viver o dia da maneira mais agradável ao seu lado. Tenho que agradecer por aguentar tanto choro chato e momentos de melancolia profundos quando é época de TPM. Por nunca me deixar ir embora quando ataques de solidão que duram menos de meia hora tomam conta da minha razão e me fazem mais louca que o normal. Obrigada por ser sempre o melhor cara do mundo, que me cuida como diz que vai fazer, e automaticamente planta em mim cada vez mais uma sede de melhoria que combina com a fome feroz de ter você sempre que dá. Por me fazer rir mesmo quando o humor enfeia e tudo fica cinza, trazendo a beleza do mundo de volta e amar tanto meus pequenos defeitinhos a ponto de quase criar ciúme de mim mesma comigo. É fácil admirar você&amp;nbsp;sendo lindo enquanto dirige ou sério, e mais bonito ainda quando resolve fazer a carinha e parece ingênuo só que na verdade nem é. Melhor ainda ter todas essas versões e escolher você por ser completo e ideal. Meu.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quero muito que o único engano que venha de você seja na hora de mergulhar, quando conto até 3 e quando volto, tem a sua risada fofa por minutos. Que momentos maravilhosos como o natal juntos e a divertida passagem de ano apenas se repitam, continue achando o colo do outro o melhor lugar do mundo e só se solte porque a rotina pede, mesmo que a saudade já inicie o sufocamento um segundo depois de distantes. Os nossos pequenos e irritantes defeitos sejam amenizados pela quantidade absurda que um vê no outro de sentimentos que valem a pena, desejos que merecem ser saciados, um sonho dentro da realidade do outro, vivo. Por mais que eu leve um pijama pra cada noite, escolher entre as suas camisetas a mais macia é como dormir sabendo estar protegida de paranoias, pesadelos e quem sabe até, minha constante insônia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A sensação de ter no melhor amigo quem com paixão apague esse fogo ambulante que sou eu e dê paz a quem se acostumou a agir com intensidade. Mesmo depois de tantos dias passados juntos, finais de tarde no parque - seja caminhando com aquelas minhas conversas sem fim ou apenas sentados enquanto ainda era inverno, descubro a cada dia mais algo além da máscara de machão, talvez um príncipe, outro lado um pouco criança, rapaz responsável que eu admiro e músico charmoso que me dá vontade de atacar porque não aguento ficar apenas olhando você brincar com o violão enquanto me desmancha por dentro. E amar é essa loucura mesmo, pra ter algum sabor: tem muito de uma cumplicidade que a gente nunca viu por aí, um medo de que acabe de repente e um cuidado quase diário pra que não aconteça, a gente fica um pouquinho brega às vezes (eu mais) mas nem isso importa, é só me dar a mão e apertar bem forte contra o teu peito que tudo acaba fazendo algum sentido na humanidade. A nota é dez porque não dá pra dar mil, mas a previsão (e intenção) é de que os meses apenas se multipliquem, tendo o tempo tiquetaqueando nessa gangorra de altos e baixos que é a vida. No topo, no inferno, dividindo a mesma coberta no verão com o ventilador ligado ou no outono, quando ainda nem é tão frio (mesmo você puxando boa parte e eu reclamando com a perna destapada), escolhi como única opção e sabendo o arrependimento ser inexistente: você, você e você.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DziFQEhc1NI1RnJ4RexLTtLBXs4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DziFQEhc1NI1RnJ4RexLTtLBXs4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Calmila/~4/wlZTabZ4t-U" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://calmila.blogspot.com/feeds/7721349663519727204/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://calmila.blogspot.com/2012/01/dez.html#comment-form" title="14 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/7721349663519727204?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/7721349663519727204?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Calmila/~3/wlZTabZ4t-U/dez.html" title="Dez" /><author><name>Camila Paier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05237620089880544685</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-jkg1gP5IOJw/TcIU-XqL98I/AAAAAAAAA-8/QAf8icQ0lPQ/s220/104_7290-1.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-9JQ8zqWQxcc/TxQyPz0UP2I/AAAAAAAABJ8/fPcGkFtzsw4/s72-c/tumblr_lxnz2tGJRI1qcbamoo1_500_large.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>14</thr:total><feedburner:origLink>http://calmila.blogspot.com/2012/01/dez.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0ADQ34zeSp7ImA9WhRVFEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2420967312100449693.post-3786170734260019777</id><published>2012-01-13T12:35:00.001-02:00</published><updated>2012-01-13T12:42:52.081-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-13T12:42:52.081-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="desabafos existenciais" /><title>De primeira</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://data.whicdn.com/images/9367858/tumblr_lkjdmtWV2I1qi97wlo1_400_large.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://data.whicdn.com/images/9367858/tumblr_lkjdmtWV2I1qi97wlo1_400_large.jpg" width="276" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;Eis que um dos casais mais requisitados de bonitos da televisão brasileira sobreviveu anos em cima de um tabu, agora revelado. Fernanda Lima afirmou, com todas as letras, que teve sexo no primeiro encontro com seu - hoje então - marido, Rodrigo Hilbert. Um casamento e dois filhos depois, e tudo em ordem e em paz: frear o desejo em troca de uma falsa garantia, ou fazer o que bem entender e arcar com as consequências depois? A segunda opção me parece, um tanto quanto mais arriscada, mas muito mais libertadora. Além de autêntica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanta menina que espera, espera, e quando deixa se ter a tal intimidade, é largada dias depois? Sexo "cedo demais" hoje em dia não diz nada mais nem de a personalidade de um homem, e muito menos, dos princípios de uma mulher. Deu vontade, foi lá e pronto: que saia de cabeça erguida e dignidade intocada, mulher valorizada hoje em dia é a que realmente sabe o que quer. Quem disse que é vagabunda essa só porque o papo foi ótimo, a química a mil e de repente aconteceu? Vadia hoje em dia é moça que se joga em cima demais, que não mede nunca o próprio valor e esquece os bons costumes, dando em cima de cara comprometido, falando mal depois de experiências ou beijando três, quatro, numa mesma festa. Ao menos ao meu ver, claro. É importante saber bem o que se quer antes de qualquer atitude drástica? Sim. Conhecer o cara pelo menos um pouco? Também. Mas decidir é um passo individual, e numa análise corrida entre quem se é, com quem se está e como proceder, sou muito mais a escolha corajosa de ir em frente guiada pelo próprio desejo do que parar justo quando as coisas começam a esquentar - e prometer - só porque "é o certo a se fazer".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São várias as histórias em que, num primeiro momento, casais que eram na verdade muito improváveis ou que não se deixaram levar pela pressão que a sociedade faz para que a ajamos "nos conformes" que resultam em momentos futuros de felicidade, fidelidade e também - e por que não, religião? - amor. Muito mais vale uma menina que não se preocupa demais com opinião, tabus ou comportamentos ditados como conselhos de amigas que dizem sempre "faça ele esperar para ver qual é a dele" e age conforme o que o corpo pede, uma intuição desabrocha, ao invés daquelas que voltam pra casa se corroendo de vontade, e se seguram porque é mais propício numa primeira impressão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se hoje em dia, o tempo consegue nos enganar, as palavras acabam por nos iludir, e atitudes, muitas vezes (ou quando faltam) nos surpreendem, como confiar tão cegamente num pensamento tão arcaico? Acontecer numa primeira vez pode evitar muito tempo gasto em vão lá mais na frente, abre espaço pra uma intimidade que muitas vezes se faz necessária, e convenhamos: é só ir com o pensamento focado no momento e na própria segurança de ser quem se é, que errado, pouca coisa pode dar. Há tanta coisa pior quanto a relacionamentos, possibilidades e o que pode ocorrer, e além do mais, aquelas que mais falam, são as que menos servem de exemplo (ou podem). Agir conforme as "invioláveis" regrinhas babacas do sistema apenas as fortalecem cada vez mais. Que o feeling diga mais que as más línguas, que a gente perceba detalhes e sinais e deixa que ocorra naturalmente, sem freio ou aceleração, o que tiver que ser.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KsfGILGK04QEq9h3daV1grTXVBA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KsfGILGK04QEq9h3daV1grTXVBA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KsfGILGK04QEq9h3daV1grTXVBA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KsfGILGK04QEq9h3daV1grTXVBA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Calmila/~4/iN5E8r4xqjc" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://calmila.blogspot.com/feeds/3786170734260019777/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://calmila.blogspot.com/2012/01/de-primeira.html#comment-form" title="11 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/3786170734260019777?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/3786170734260019777?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Calmila/~3/iN5E8r4xqjc/de-primeira.html" title="De primeira" /><author><name>Camila Paier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05237620089880544685</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-jkg1gP5IOJw/TcIU-XqL98I/AAAAAAAAA-8/QAf8icQ0lPQ/s220/104_7290-1.JPG" /></author><thr:total>11</thr:total><feedburner:origLink>http://calmila.blogspot.com/2012/01/de-primeira.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0UBSXg6cSp7ImA9WhRVFEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2420967312100449693.post-7633452349020770513</id><published>2012-01-13T10:54:00.000-02:00</published><updated>2012-01-13T10:54:18.619-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-13T10:54:18.619-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Calmila responde" /><title>Calmila Responde: Ex que canta e insegurança</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://data.whicdn.com/images/20992498/tumblr_lxfsudp4qw1qfsrx7o1_500_large.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="210" src="http://data.whicdn.com/images/20992498/tumblr_lxfsudp4qw1qfsrx7o1_500_large.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;Oi Camila,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiramente, eu sou uma fãzona sua! Fascinada pelas coisas lindas que escreve...E&amp;nbsp;diante de tantos conselhos que vejo você dando, resolvi escrever! Finalmente!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Oba! Pois então, vamos lá, guria.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algo me atormenta.&amp;nbsp;Eu namoro há 8 meses. Nosso relacionamento é ótimo, é normal. Temos nossas discussões e&amp;nbsp;ciúminhos, mas nada fora do comum.&amp;nbsp;Enfim, acho que a insegurança é toda minha. E isso acontece porque a ex dele é bonita. E ainda é cantora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ah, senhor do céu. Ex, como vocês sabem, é algo que eu considero hard level quanto à conviver/aguentar/ficar bem sobre. É um saco? Sim. Piora mesmo quando é bonita, e mais, cantora (não deve ser uma Paula Fernandes da vida - não que eu goste, mas ela está na mídia - mas, sendo famosinha já só na cidade onde vivem, deve dar aquela invejinha de leve, um cutucão na vaidade e coisa e tal. Afinal, somos mulheres, né?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Popular aqui na cidade, sabe? Vive cantando por aí, se apresentando.&amp;nbsp;Gravou um CD e mandou para toda a família dele!&amp;nbsp;Eles namoraram por 2 anos e meio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;É bastante tempo, pros relacionamentos de hoje. Natural que uma convivência tenha sido fortalecida com os pais e familiares do teu namorado. Por mim, desde que enviasse só à família, estaria ótimo. O preocupante mesmo é o contato com o teu lindo, daí sim.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso não importa, pois eu também tive um relacionamento de 4 anos, e&amp;nbsp;nem ligo mais para o meu ex! É atá engraçado, eu nem lembro direito das coisas que fazíamos juntos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Lembre então: se tu, que namorou quatro anos, já superou totalmente e hoje (amém!) consegue viver teu presente em paz, com seu namorado pode ser o mesmo, não acha? Às vezes, por mais gata, bem sucedida ou querida que uma mulher é, falta algo. Assim como pra gente, quando um cara é bonitinho, trabalhador, mas não é completo. Beleza e uma linda voz não são as referências mais importantes quanto a amor, não acha?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enfim, o que me atormenta&amp;nbsp;é que quando começamos a namorar, ela ligou para ele (sendo que ela, já namorava outro há 1 ano)&amp;nbsp;para perguntar se realmente ele estava comigo. Pensei, afinal: o que ela tem a ver com isso?&amp;nbsp;Fiquei meio brava com ele, mas feliz por ele ter me contado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Eu também acharia, no mínimo, estranho. O que ela quer confirmar, se já seguiu com a própria vida? (ou parece ter, pelo menos). Que situação chata. E daí, se ele estivesse com você? O que pode ter acontecido é que, seu namorado, no passado, pode ter gostado bastante dela. Agora, com ele realmente estando feliz e achado alguém bacana, ela viu que perdeu a total admiração que tinha dele, que hoje baba por ti. Mulher odeia perder, nem que já esteja com outro, ou o cara não interesse mais. O fato é esse, talvez. Mas que foi uma atitude metida, foi. Talvez ele nem tivesse culpa, achei legal ele ter te contado também. Mostra que o relacionamento de vocês está baseado em confiança, né?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora em dezembro, ela ligou de novo para dar feliz aniversário para ele. Achei o cúmulo do desrespeito!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;De novo? Realmente, que fazida, essa menina. Ou vai ver, ela é quem não conseguiu esquecer ele. Ou só valorizou agora que ele está contigo. Duas opções sem volta. Sabe o melhor que tu pode fazer? Teu namorado muito feliz. Pra que ele nem cogite volte com essa mocinha que canta e faz pequenas maldades. Se foque nisso, ao invés de pensar em como ela é isso e aquilo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conversei com meu namorado, ele disse que não ia atender mais quando ela ligasse. Disse que também nem liga mais para ela. Que me ama muito, que sempre vai me respeitar e blá blá blá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ok, acho justo. Mas ele chegou a ligar pra ela alguma vez, estando já contigo? Ex não é amigo, não quando se está namorando. Eu acho que só depois de muito tempo é que se consegue manter uma relação de amizade com alguém com quem você já teve intimidade sem acabar confundindo as coisas. Bom, o importante é que, pelo visto, o contato entre eles morreu - o que é ótimo pra ti.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Decidimos ir viajar, fazer nossa primeira viagem para a praia, com casais de amigos.&amp;nbsp;Estávamos fazendo altos planos, ver o pôr-do-sol, beijar com o gostinho salgado do mar hahaha essas coisas de quem se ama!&amp;nbsp;Mas no nosso 4º dia de praia, caminhando pela areia..E advinha quem aparece?&amp;nbsp;A guria sozinha, com a família dela, na mesma praia! E pior: no guarda-sol ao lado do nosso.&amp;nbsp;Ele foi lá, cumprimentou todos, e eu fiquei olhando e boiando..&amp;nbsp;Porque ele soltou da minha mão para ir lá.&amp;nbsp;Estiquei a minha canga, e fiquei ali, sentadinha e chateada.&amp;nbsp;Senti que o comportamento do meu namorado mudou. Ele nem veio ficar comigo neste dia., ficou jogando bola com os meninos.&amp;nbsp;Justo nesse dia que ela estava lá, eu esperava mais dele. Entende?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Que infeliz coincidência. Bom, o clima deve ter ficado péssimo, mas.. Você não tinha muito o que fazer, né? Eu entendo, eu entendo. E concordo que ele deveria ter pensando em como você se sentiria, com o inimigo ao lado e ele longe. Deve ter sido mesmo uma droga. Vocês conversaram sobre isso depois? Às vezes, falando do jeitinho certo e num tom de voz aceitável - sem surtar - os rapazes conseguem nos entender. Ele pode nem ter notado o que fez (mas claro, deveria ter). Sobre ele ter ido dar oi e conversar um pouco com a família dela, também acho normal e até um pouco uma questão de educação, são conhecidos.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fiquei muito insegura, cheia de dúvidas.&amp;nbsp;Bem no dia do&amp;nbsp;Réveillon, brigamos, e ele pareceu não ligar para o que eu tava sentindo.&amp;nbsp;Disse que é paranoia minha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Típica frase de homem machão. Mas enfim, será mesmo? Pode ser que sim, a gente gosta de enfiar minhocas na própria cabeça, e às vezes, alimentá-las, só para não acreditar em perfeição e tal.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Passou, resolvemos essa briga.&amp;nbsp;Ontem mesmo ele disse que achava a Cléo Pires perfeita. E eu, &amp;nbsp;particularmente não acho.&amp;nbsp;Tem outras atrizes que eu babo muito mais como Paola Oliveira, Juliana Paes, Isis Valverde, Carolina Dickmann.&amp;nbsp;E vi uma foto da ex dele, achei ela meio parecida com a Cléo! Já fiquei pensativa, pois eu sou, loirinha, branquinha, 1,55 de altura, 49kg...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ah, daí já acho que é paranoia mesmo. Teu namorado deve achar essas outras que tu citou lindas também. Eu sou do time que "baba" na Cléo, admito, mas não justifica nada. Também acho as outras bem bonitas. A ex-namorada ser "parecida" com a atriz também já acho que é coisa da sua cabeça. Não quer dizer, em hipótese alguma, que ele ainda a ame.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu sempre fico com ciúmes, e tenho medo de a minha intuição estar certa. Ele JURA que não.&amp;nbsp;Tu sabe como é mulher né? Cheias de pontos de interrogação. Será que é paranoia mesmo?&amp;nbsp;Queria sua opinião,&amp;nbsp;que para mim, sempre foi tão inteligente e sábia!&amp;nbsp;Obrigada por tudo. Até pelo o que você já escreve, que eu adoro!&amp;nbsp;Beijos!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Minha querida: nós mulheres adoramos um drama, certo? Então, em minha opinião, talvez seja um pouquinho de imaginação demais sua, coisa que a sua cabeça plantou, enfim. Se ele está com você, é porque a escolheu. Dê um voto de confiança a ele. Caso isso persista, diga na lata tudo isso que me contou. Ele merece saber o que te aflige, ainda mais, porque pode fazer com que sua essa sua insegurança. Deixe que ela continue cantando e fazendo seus shows longe, e sendo morena mais longe ainda (me identifico com as loiras de plantão hahaha). Cuide de você e trate de fazer o seu namorado cada vez mais feliz. Acho que é a melhor dica que posse te dar. Com o tempo, ele tende a querer cada vez mais te ver sorrir também. E ah: trate de melhorar essa sua auto-estima. Gaste tempo pensando em como você é linda e pode ser cada vez mais, apenas do seu jeitinho. E em quanta sorte o cara tem de estar ao seu lado. Enalteça as suas qualidades. E boa sorte!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quer enviar também o seu drama, dilema, pergunta pra que eu responda? O e-mail é &lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;a href="mailto:camilapaier@gmail.com"&gt;camilapaier@gmail.com&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e é só escrever bonitinho e aguardar que daqui a pouco está aqui!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Se prolifera nos mais inesperados casais, mas se bem atentos a gente quase nem nota. Justificam como amor incondicional, vontade intensa de se estar junto, desejo maior entre todos os queres possíveis. Nasceram grudados? É lógico que não. Tanto que, ela é leonina, e ele, capricorniano. E o que deveria ser cumplicidade, acaba se tornando grude: se não se veem todos os dias, ela surta. Caso ele vá num churrasco com os amigos à noite, ela pira. E se ela resolve ir num pub com colegas dos tempos de colégio? Ele enciuma. Vão às compras juntos, começam a estudar na mesma universidade, almoçam no mesmo lugar e jantam senão na casa de um, na do outro. É a tal cola que, no começo parece aconchego, mas com o passar dos meses se torna só sufoco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os outros incompreendem tamanha ligação inseparável. É uma demonstração excessiva de carinho em público, quase sempre cheia de nhe nhe nhe's e diminutivos em demasia, deixando enjoados com tanta carícia quase todos que se fazem presentes em tais momentos. A vida própria de cada um parece não mais existir. Só falta ele começar a assistir as sessões de depilação da moça, e ela, se meter nos momentos de privacidade dele no banheiro. Perde-se o contato com amigos mais agitados, entes queridos, o mundo entorno. No começo, o desligamento mundano parece uma anestesia contra as chatices que a gente é obrigados a enfrentar. Por um tempo, acredito que seja estável estar praticamente acorrentado por espontânea e livre vontade ao lado de quem se ama. Até que a mesmice pega com tudo. E aquilo que parecia o melhor vício adquirido, começa a se tornar uma obrigação. Perde o brilho inicial, o cheiro de novo, o estigma de novidade dentro do que é costumeiro. E um dos lados nunca compreende bem porque tanto abatimento ao se estar preso num mundo paralelo e que não acompanhas as piruetas travestidas de mudanças que a vida da gente dá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tempo para um respiro solitário só faz bem. Algumas horinhas para se sentir completa na própria companhia, idem. Renova a saudade, faz valorizar o quanto é importante e deve ser prezada a companhia com quem apenas faz de nós pessoas melhores, dá um gás para que voltemos loucos de uma falta que precisa ser preenchida somente com quem sabe a senha exata para fazer da nossa existência leveza. Sem grude excessivo, mas com vida própria o bastante para compartilhar a cada segundo quando unidos num mesmo momento - sem a necessidade de ter, mas de poder sentir, mesmo que longe, que um sentimento existe e não vai acabar tão assim prematuramente por se avançar cedo demais algumas etapas necessárias. Pressa para o que é durável e infinito: ainda bem que eu não tenho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
Este post pertence ao blog &lt;a href="http://calmila.blogspot.com"&gt;Calmila.&lt;/a&gt;. O plágio do mesmo é crime por lei e esta previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2420967312100449693-8767861569420133995?l=calmila.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-QTAl5HNLRT2DzlrIKybMsBpICc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-QTAl5HNLRT2DzlrIKybMsBpICc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-QTAl5HNLRT2DzlrIKybMsBpICc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-QTAl5HNLRT2DzlrIKybMsBpICc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Calmila/~4/Mft5koJDOi0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://calmila.blogspot.com/feeds/8767861569420133995/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://calmila.blogspot.com/2012/01/cola.html#comment-form" title="12 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/8767861569420133995?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/8767861569420133995?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Calmila/~3/Mft5koJDOi0/cola.html" title="A cola" /><author><name>Camila Paier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05237620089880544685</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-jkg1gP5IOJw/TcIU-XqL98I/AAAAAAAAA-8/QAf8icQ0lPQ/s220/104_7290-1.JPG" /></author><thr:total>12</thr:total><feedburner:origLink>http://calmila.blogspot.com/2012/01/cola.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DU8FRXYzfyp7ImA9WhRVE0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2420967312100449693.post-170696034120671214</id><published>2012-01-12T12:16:00.000-02:00</published><updated>2012-01-12T12:16:54.887-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-12T12:16:54.887-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Calmila responde" /><title>Calmila Responde: O que uma boa conversa resolve</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://data.whicdn.com/images/20971954/tumblr_lxn7ljIBcR1qcmy8fo1_500_large.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://data.whicdn.com/images/20971954/tumblr_lxn7ljIBcR1qcmy8fo1_500_large.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;Oi Camila,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;Primeiramente, quero te dar os parabéns pelo blog, adoro seus posts e vivo recorrendo a eles. Parabéns pela inteligência, criatividade e sentimentalismo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;&lt;b&gt;Ó, que linda. Obrigada!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;Namoro um menino há uns 2 meses. Namoramos sério, em casa. A família dele me adora, me dei muito bem por lá. Tenho 16 anos e ele 18. É o meu primeiro namorado, antes eram só casinhos, mas mesmo esses casinhos foram poucos. Não sou ingenua, mas não tenho experiencia nesses assuntos mais íntimos, e sou virgem. Confesso que tenho um certo medo de que ele não seja o cara certo, mesmo que conforme o tempo ele venha ganhando minha confiança e vem provando gostar de mim.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;&lt;b&gt;Achei tudo normal por enquanto. É seu primeiro namorado, e tu tem 16 anos. É bacana o fato de ele ser mais velho e entender isso de você se preservar e à sua virgindade. Que bom que você se valoriza.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;Ele já namorou duas outras vezes, uma delas durou 1 ano e alguns meses.&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;&amp;nbsp;Acontece que além de confusa em relação aos meus sentimentos, eu sou medrosa. Meu namorado me trata bem, nos divertimos muito, rimos demais sempre que nos vemos, acredito que nossa maior qualidade é que acima de tudo, somos ótimos amigos. Só que, ele é muito ciumento, e às parece que ele vai matar um. Até acabei me afastando de algumas pessoas pra evitar futuros desentendimentos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;&lt;b&gt;Putz. Concordo que ciúmes assim são um saco. Também detesto. Mas sabe, demonstra que ele sente algo por ti, na pior das hipóteses. Um ciúme, quando bem controlado, pode até dar um gostinho a mais num relacionamento, de vez em quando. Pelo lado ruim, se ficar cada vez pior e ele se tornar agressivo, convém tomar cuidado mesmo - homem quando não pensa, só age.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;Acontece que eu nunca deixei de fazer nada por ninguém. Eu sei que namoro é uma relação onde as duas pessoa precisam ceder em alguns momentos, mas não vejo isso da parte dele. Temos muitas manias em comum, e até alguns pensamentos de vida, porém nossos gostos, estilos, atitudes, amigos e lugares que frequentávamos são totalmente diferentes. Não me acho tão nova pra pensar no meu futuro, como por exemplo na minha profissão. Ainda não decidi o que de fato quero ser, mas faço curso técnico, pesquiso, me interesso por esses assuntos.. Enquanto ele, já vai fazer 19 anos e não esta nem aí. Não sei se cobro muito dele, e sei que o mais importante numa relação é nos sentirmos bem com uma pessoa. Tenho medo que isso mais pra frente possa ser um problema.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;&lt;b&gt;Claro, precisamos ceder sim, afinal: são duas pessoas totalmente diferentes lutando e cuidando de um bem em comum, que é o sentimento compartilhado. Ótimo que você tenha noção disso, guria. Quanto ao fato de terem gostos totalmente distintos, use isso à favor do relacionamento de vocês: aprenda com coisas que ele curte, dê uma chance aos lugares que ele gosta de ir. E converse com ele pra que isso seja recíproco. Vocês dois só tendem a ganhar com uma atitude dessas, no lugar de ficar se martirizando por não serem idênticos. Agora, assim.. Quando estamos com alguém, pensamos sim, em futuro - acho natural. E talvez seja um pouco de imaturidade da parte dele que não consiga ser trabalhada. Fale com ele a respeito. Se já houve alguma conversa do tipo, tente o ajudar, dando dicas do que você acha que combina com ele (como profissão), ou diga para ele ir a um psicólogo fazer um acompanhamento vocacional - eu mesma fiz e foi ótimo. Se nada disso adiantar, é esperar que a vida dê um rumo a ele. Ou pelo menos mostre um caminho.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;Adoooro estar ao lado dele, gosto dele de verdade. Se depender de mim, esse namoro vai durar, e queeeem sabe mais pra frente virar algo mais.. Mas a falta de atitude em relação a ele mesmo, e a falta compreensão da parte dele às vezes me magoa. Quero que nós dois cresçamos juntos. Não quero mudar ele, gostaria que essa mudança ocorresse por livre e espontânea vontade. Só sei que o medo de ir me envolvendo cada vez mais anda me pertubando... o que eu faço? Me da uma luz. Obrigada por me "ouvir", beeeijos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;&lt;b&gt;Olha, o que posso te falar.. Nem sempre um casal está em sintonia de vida, sabe. De vez em quando um anda numa fase ruim, e o outro não. Resta ao "contente e satisfeito" apoiar aquele que não anda tanto assim. Acho que relacionamentos tem que ser feitos disso: de amar o outro tanto, tanto, que a gente até se anula um pouquinho de vez em quando, ficando preocupadas, conversando bastante, enfim. Talvez, tudo que ele precise, é uma luz, um auxílio. No que tu puder, deveria tentar ajudá-lo. Mas como disse, se ele é quem não quer saber de nada, não acha importante pensar no próprio futuro e coisas do tipo, daí não tem mesmo muita solução. Ele pode mudar com o tempo, mas somente tu pode saber se te convém esperar por essa mudança enquanto você vai tecendo sonhos, ilusões e sentimentos ao lado do querido. Uma boa conversa resolve quase tudo nessa vida: desde um ciúme desnecessário e é que bom que diminua a um desleixo quanto ás próprias aspirações. Válido tentar, minha dica! Boa sorte, e um beijinho!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;Quer enviar a sua dúvida, dilema ou pergunta também? O e-mail é &lt;a href="mailto:camilapaier@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;camilapaier@gmail.com&lt;/span&gt; &lt;/a&gt;e eu estou aguardando você!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
Este post pertence ao blog &lt;a href="http://calmila.blogspot.com"&gt;Calmila.&lt;/a&gt;. O plágio do mesmo é crime por lei e esta previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2420967312100449693-170696034120671214?l=calmila.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YakE1ytmjF_kEwOzvIVq11_jkwc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YakE1ytmjF_kEwOzvIVq11_jkwc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YakE1ytmjF_kEwOzvIVq11_jkwc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YakE1ytmjF_kEwOzvIVq11_jkwc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Calmila/~4/5JZu0uNbWvY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://calmila.blogspot.com/feeds/170696034120671214/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://calmila.blogspot.com/2012/01/calmila-responde-o-que-uma-boa-conversa.html#comment-form" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/170696034120671214?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/170696034120671214?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Calmila/~3/5JZu0uNbWvY/calmila-responde-o-que-uma-boa-conversa.html" title="Calmila Responde: O que uma boa conversa resolve" /><author><name>Camila Paier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05237620089880544685</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-jkg1gP5IOJw/TcIU-XqL98I/AAAAAAAAA-8/QAf8icQ0lPQ/s220/104_7290-1.JPG" /></author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://calmila.blogspot.com/2012/01/calmila-responde-o-que-uma-boa-conversa.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0UCQ38_fip7ImA9WhRVEkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2420967312100449693.post-4125240200933032051</id><published>2012-01-11T11:41:00.000-02:00</published><updated>2012-01-11T11:41:02.146-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-11T11:41:02.146-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="desabafos existenciais" /><title>As garotas da cidade grande</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://data.whicdn.com/images/13985466/tumblr_lmdxufTCko1qbpfn1o1_500_large_large.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://data.whicdn.com/images/13985466/tumblr_lmdxufTCko1qbpfn1o1_500_large_large.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;Nada contra quem em metrópoles ou grandes centros urbanos não habita. Tudo a favor das moças que foram acostumadas a viver em meio à pressa, ao caos, aos relacionamentos superficiais e mudanças constantes. A princípio, pode parecer sutil a diferença entre mulheres habituadas a viver em cidades interioranas ou do litoral para aquelas que, desde o berço - mesmo já na barriga da mamãe - foram urbanizadas sem caminho de volta. Mas é na prática e na vivência, que em pequenos detalhes dá para notar o quanto tantas essas possibilidades apenas dão vida aos dias, e não o contrário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vão atrás. Se aqui não está dando certo, tenta-se ali. Ficar parada, qual o sentido? Não existe, não compreendem. Quem se acostuma às constantes buzinas do trânsito enlouquecido e a andar quase correndo pelas ruas da cidade acha um tédio tempo para descanso. Geralmente, quando com horas vagas, acha-se o que fazer. Desde pintura à óleo, curso de idioma, ou caminhada no parque. Ida ao shopping, deslocamento fácil até o centro, e táxi - que passam a ser uma boa opção quase sempre, ainda mais quando com o tempo começa-se a conhecer o caminho das ruas - um bom amigo. Mil e uma opções de alimentação, lojas sem fim, gente de tudo quanto é canto: menina que cresce em meio à tamanha diversidade, acaba achando barbada ser do mundo. Taí uma das gritantes diferenças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É comum que chamem quem vive longe das regiões metropolitanas de "bicho-do-mato", ou "da roça", mas também não é por aí. Deve dar um sustinho vir morar num lugar quase dez vezes maior de onde sempre se viveu. Compreensível. Com o tempo, é possível que se habituem ao movimento constante, aos costumes cosmopolitanos, e até quase enganem quem é natural da fortaleza de concreto. Aprendem com facilidade o desapego quando nada mais funciona, a ir de uma ponta a outra sozinhas e a não mais serem conhecidas assim que o pé pisar na calçada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tino rápido. A percepção instantânea. Amizades poucas, mas que valham a pena. Morar perto de tudo, dar um jeito para ir de um lugar a outro. Habituar-se aos gritos e vozes misturadas, fumaças de poluição e cigarro, carros e mais carros em congestionamentos: acostuma. Bom convívio frente a quem for, mesmo que com o resguardo necessário, paz e harmonia somente para o final de semana: tá quase nos genes daquelas que vêm ao mundo nas maternidades lotadas dos bairros todos juntinhos que formam as regiões metropolitanas. Demora um pouquinho, mas com o tempo, big city girl vira quem quiser. Se aprende.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
Este post pertence ao blog &lt;a href="http://calmila.blogspot.com"&gt;Calmila.&lt;/a&gt;. O plágio do mesmo é crime por lei e esta previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2420967312100449693-4125240200933032051?l=calmila.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FCKZTEsPoGSkJfsseujRn2aKQ0w/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FCKZTEsPoGSkJfsseujRn2aKQ0w/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FCKZTEsPoGSkJfsseujRn2aKQ0w/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FCKZTEsPoGSkJfsseujRn2aKQ0w/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Calmila/~4/NOO4VGhsEbs" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://calmila.blogspot.com/feeds/4125240200933032051/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://calmila.blogspot.com/2012/01/as-garotas-da-cidade-grande.html#comment-form" title="8 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/4125240200933032051?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/4125240200933032051?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Calmila/~3/NOO4VGhsEbs/as-garotas-da-cidade-grande.html" title="As garotas da cidade grande" /><author><name>Camila Paier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05237620089880544685</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-jkg1gP5IOJw/TcIU-XqL98I/AAAAAAAAA-8/QAf8icQ0lPQ/s220/104_7290-1.JPG" /></author><thr:total>8</thr:total><feedburner:origLink>http://calmila.blogspot.com/2012/01/as-garotas-da-cidade-grande.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEcFRXw-eip7ImA9WhRVEk0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2420967312100449693.post-5868304084551962099</id><published>2012-01-10T12:17:00.001-02:00</published><updated>2012-01-10T12:33:34.252-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-10T12:33:34.252-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="desabafos existenciais" /><title>Homens: surpreendam-nos!</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://data.whicdn.com/images/9533901/tumblr_lkty7mP4SN1qgmunqo1_500_large.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://data.whicdn.com/images/9533901/tumblr_lkty7mP4SN1qgmunqo1_500_large.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Queridos nossos: na dúvida, ajam com novidade. Secretamente, o súplico feminino para que alguma pequena surpresa ocorra e nos salve o dia é grande. Preocupadas em valorizar quase sempre a ligação especial a que participam, surgindo inesperadamente com algo que marque na história do outro e faça o presente valer a pena. É também uma grande reciprocidade esse poder de dignificar de forma singular e de repente, tudo aquilo que se sente: como na magia, um coelho tirado da cartola; na poesia, uma rima inteligentemente iluminada. Surpresas!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Sermos pegas desprevenidas positivamente com pequenas doçuras, mimos e agrados quase sempre tem fator altíssimo de renovação instantânea. Combate ainda à mesmice feijão com arroz - com gosto bom mas que pode ser muito melhor - a que muitos casais se submetem. Ou à dúvidas destemperadas, cavando lugar para que a paranoia comece e a insegurança se acomode. É capaz de também amortecer os efeitos a longo prazo trágicos que a rotina implica nos relacionamentos modernos. Um pequeno sobressalto daquilo que nem se imaginava mas que acelera o meio do peito e faz pulsar de adrenalina o sangue nas veias: a recompensa é sempre alegre e no formato de abraço forte, num jeito que de pra tantos beijos espalhados pelo rosto como agradecimento se comportem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Vale desde um bilhetinho na agenda, cartão escondido dentro de embrulho, flores sem motivo numa tarde qualquer de verão - onde ela está se matando de trabalhar, enquanto deseja o sol, exercícios e estar numa piscina. Convite repentino para viagem, um susto atrás da porta assim que as unhas recém feitas ajudarem no giro da maçaneta, uma pequena festinha combinada aos mais chegados quando for seu aniversário. Aquele "eu te amo" enquanto assistem televisão e ela nem sequer havia sonhado com. Um beijo daqueles desgovernados enquanto ela cozinha - mas que encontre um caminho depois de um tempo e não queime o arroz. Mensagens quando ela é sugada pelas tarefas diurnas, o seu prato favorito, chocolate predileto, ou mesmo apenas pequenas lembranças escritas numa carta de declaração sentimental são capazes daquilo que só os&amp;nbsp;desassossegados&amp;nbsp;sabem: o encantamento de fugir um pouquinho da realidade para se achar especial enquanto o outro é também. Só o que não é válido é temer um tantinho de ousadia, afinal, no mínimo algumas boas risadas serão compartilhadas em cumplicidade - o que também é antídoto anti-envelhecimento de quem muito se gosta. O charme de se amar e vencer a tudo aquilo que de qualquer forma tenta atrapalhas por não conseguir nem ao menos chegar aos pés do que é amor.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
Este post pertence ao blog &lt;a href="http://calmila.blogspot.com"&gt;Calmila.&lt;/a&gt;. O plágio do mesmo é crime por lei e esta previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2420967312100449693-5868304084551962099?l=calmila.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CcBzWbHjE1UsPhYDhzevUKa-fYs/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CcBzWbHjE1UsPhYDhzevUKa-fYs/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CcBzWbHjE1UsPhYDhzevUKa-fYs/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CcBzWbHjE1UsPhYDhzevUKa-fYs/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Calmila/~4/w5RPPtYwSbc" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://calmila.blogspot.com/feeds/5868304084551962099/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://calmila.blogspot.com/2012/01/homens-surpreendam-nos.html#comment-form" title="9 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/5868304084551962099?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/5868304084551962099?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Calmila/~3/w5RPPtYwSbc/homens-surpreendam-nos.html" title="Homens: surpreendam-nos!" /><author><name>Camila Paier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05237620089880544685</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-jkg1gP5IOJw/TcIU-XqL98I/AAAAAAAAA-8/QAf8icQ0lPQ/s220/104_7290-1.JPG" /></author><thr:total>9</thr:total><feedburner:origLink>http://calmila.blogspot.com/2012/01/homens-surpreendam-nos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0cHRn4yfCp7ImA9WhRWGEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2420967312100449693.post-865143571353440902</id><published>2012-01-06T15:30:00.000-02:00</published><updated>2012-01-06T15:30:37.094-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-06T15:30:37.094-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="desabafos existenciais" /><title>A periguete</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://data.whicdn.com/images/20577407/tumblr_lxb9ay0dlW1qmo0eho1_500_large.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="253" src="http://data.whicdn.com/images/20577407/tumblr_lxb9ay0dlW1qmo0eho1_500_large.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Ela vai tentar roubar as suas amigas, cativar o cara que você está ficando e toda e qualquer pessoa que cruzar tanto o seu caminho, quanto o dela. Você com certeza não fez a besteira de criar laço algum com um tipo barato desses, porém, da maneira que menos esperava, a vadia está na sua vida: a piriguete.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Não tem nada a ver com reputação, e falso moralismo. Mas sim, personalidade. Todos já erramos, já passamos da conta em algum momento, cometemos cagadas homéricas. A verdade é que, rotulada, ou não, vai bem além disso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Não é sua amiga. No máximo, a aproximação que vocês tem é sair com amigas em comum. E olha que você evita o contato, eu sei. Faz de tudo para não expor a sua vida, não falar em demasia, e se manter longe. Ela parece simplesmente adorar estar perto, para provocar. A voz alta, mais um de seus trunfos para chamar atenção. Dá gritinhos estridentes e insuportáveis, abraços falsos e efusivos, e nem liga pro que o mundo pensa dela. Aliás, a única coisa que faz de correto na vida. Estudar? O sonho dessa rapariga é ser madame. Socialite. High society, rotina vazia e um homem rico ao lado. Amor, é para perdedores. Faz questão de salientar que está apenas pelo sexo casual, e só. Para conseguir o que almeja, passa por cima do que pintar pelo caminho. Poucos sabem que, quando não atinge sua meta, não acerta seu alvo, chora assim que bate a porta do carro, alto e péssimo som.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Se debulha em lágrimas, e compressa o coração apertadinho, jurando que vai cair na sacanagem, e que a vida vai ser ainda melhor. Que a solução pro desamor que a deixou por uma moça célebre e conhecedora do mundo, culta, se encontra no fundo da garrafa de vodka que descerá na noite seguinte, amanhã. Todinha. A mesma habilidade que possui para enganar, seduzir, manter cinco caras em equilíbrio e na espreita, não é a mesma para conquistar sentimentos estáveis, duráveis. E claro, ela incompreende a sua felicidade quando apaixonada, e sua tristeza, de coração partido, tudo porque a superficialidade já veio embutida na vagabunda: é de nascença.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Como cantam, e reconheçamos: a piriguete não sente frio. Pode estar quase nevando, que lá está ela, de roupa curtinha e ju-ran-do que, tá tudo bem, tudo legal, e o frio? É psicológico. Melhor fingir que entende, a ouvir uma explicação cabulosa e esfarrapada sobre o look da garota. Roupas coladas, make pesado, e histeria, seus fiéis escudeiros. Sutileza, um desconhecimento. Exagera nos acessórios, extrapola o bom senso das combinações. É brega sem notar, pensa (será que pensa mesmo?) que arrasa, quando na realidade, chama atenção justo pelo contrário: pela desarmonia que sua figura caricata constrói. E piora, a cada dia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Status, para ela, é luxo. Dinheiro na carteira, para a criatura, é lei. Inteligência, cultura e um bom papo, dispensáveis. Para a piriga, o corpo é a chave de tudo. Ou, bem, na verdade, a fechadura.&amp;nbsp;Acha chique bancar a má. Influência das novelas que assiste uma a uma, sem perder um só capítulo. Se a nova modinha entre as meninas de balada é beijar outras meninas na boca, lá está ela. Fuma por charme, não por gosto. Nem tragar o faz com sapiência daqueles que sorvem do cigarro tudo o que podem. Sem prazer algum, se para ser hype é preciso fazer uso de drogas, lá vai ela. A personalidade? No ralo, com todo o vômito de restos de comida, bebida e batom que exala, periodicamente. O que importa é sair e beber, e beijar quantos puder, quem vier. Mesmo sem grana, arranca a de quem estiver por perto. Bom mesmo é manter distância.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
Este post pertence ao blog &lt;a href="http://calmila.blogspot.com"&gt;Calmila.&lt;/a&gt;. O plágio do mesmo é crime por lei e esta previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2420967312100449693-865143571353440902?l=calmila.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;A culpa não foi minha, juro. Com o passar dos anos foi apenas preciso que meu padrão de beleza se tornasse "caminhoneiro". Explico. Nunca fui magérrima. Aliás, minha vocação para ser esqueleto sempre foi zero. Ainda é. Nula para quem realmente nasceu com o quadril largo, a estatura graúda e uma puberdade que veio precocemente. Então, para não ver desmoronar minha auto-estima teenager e começar uma reviravolta bonita, vi que podia ser magra, sim, mas também sensual. E com vigor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre saúde e ossos, fico facilmente com a primeira opção. Gosto de comer de tudo um pouco, mas também sinto prazer ao sentir a endorfina sendo liberada, e claro, ao entrar no jeans 38 que hoje conquistei. Podem pensar "ah, mas ela é magra e tá reclamando". Sim, emagreci consideravelmente nos últimos anos. Mas de forma balanceada: desde a alimentação aos exercícios. Contudo, como desde adolescente admirei corpões como de Scarlett Johanson, Jennifer Lopez e Marilyn Monroe (por que não, né? De magrela a diva tinha é nada), continuo no mesmo time.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acho um charme a cintura fininha em contraste aos pernões de Kim Kardashian. Luxo maior, as coxas bem definidas de Sabrina Sato e suas "panicats" (falem mal, mas duvido que se tivessem a oportunidade de ter um físico daqueles recusariam). Além do bocão, é bonito ver a quase ampulheta viva que é Kat Dennigs. O que falar de Beyoncé, que além de uma força feminina na música, possui sensualidade e exuberância sem vestir manequim minúsculo. Sem falar de brasileiríssimas igualmente lindas, como Cléo Pires e seu corpo de brasileira típica, a boazuda Juliana Paes, e Paola Oliveira com aquela barriga chapada que a cada carnaval só nos causa ainda mais inveja. Para mim, todas maravilhosas. Melhor de tudo: num equilíbrio entre o que é sadio e o que é realmente bonito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Claro que todos os tipos físicos são de uma beleza única. Isso é incontestável. Devemos nos achar bonitas da maneira que der, vestindo o que de melhor nos valorizar, e com consciência de que há sempre algo a mais se melhorar. Esses foi os exemplos que encontrei. No lugar de tentar mil e uma dietas mirabolantes ou passar fome, vi que dava para me sentir bem comigo mesma, sexy e de um jeito são: apreciando o corpão que deus me deu (ou a genética fez), sem neuras, nem ideologias doentias ou padrões pré estabelecidos. Vi que é melhor um braço um pouquinho avantajado do que vagar por aí pálida ou desnutrida. Até porque, homem que gosta de uma boa mulher é o mesmo cara que aprecia carne, mal sabe o que é celulite e aprecia sem moderação. O resto, pra mim, ou é cachorro ou ainda não cresceu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
Este post pertence ao blog &lt;a href="http://calmila.blogspot.com"&gt;Calmila.&lt;/a&gt;. O plágio do mesmo é crime por lei e esta previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2420967312100449693-5771895815907930604?l=calmila.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;Convivem: não se amam, e praticamente não se detestam. Pode-se dizer que, na grande maioria das vezes, se ignoram. A mulher sente um tanto de remorso e um outro muito de culpa ao ser obrigada a permanecer perto de alguém tão ainda incompleta. Falta assunto, um tanto de corpo e algo sólido que sustente um papo bacana - e que também preencha as ideologias e a personalidade de quem ainda é imatura demais para de fato crescer.&amp;nbsp;Enquanto a mulher sente-se segura, sabe estar sendo atentamente observada: é uma risada que segue após a sua, um mesmo tom de cabelo copiado meses depois, palavras aprendidas dispostas em frases que não possuem à tal menina - que pode ser moça, adulta, mas tudo, menos madura. Tem aquela coisa intocável chamada também autenticidade: essa ela tenta, tenta, mas nem com anos de treinamento, fórmula mágica ou pedido ao gênio da lâmpada adquiriria. Não de uma hora pra outra. Admiração também tem limite, oras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desconhecedora de conversas bem construídas, bom senso e refinada educação, a menina faz birra. Se torna habitué de chantagens emocionais, sexo como resolução de todos os problemas, e pedidos com sua vozinha infantil aceitos, assim que feitos.&amp;nbsp;É uma correndo enquanto a outra engatinha. O dia ocupado contraposto ao ócio sonhador dos horários vazios de quem se preocupa em se ocupar de nada. A garota se deslumbra com carro, status, e dinheiro, a mulher já conhece o estigma dessas futilidades todas: passageiro. E busca além. &amp;nbsp;Valoriza bem mais uma sólida integridade, um bom esforço e algum charme (porque no final das contas é isso que fica). Sem saber do&amp;nbsp;grandessíssimo&amp;nbsp;valor de uma boa leitura com uma música de qualidade que complete (ideal), continua perdida em suas meninices sem conseguir desenvolver algo além de fofocas sobre coleguinhas, noitadas futuras e passadas ou a programação da tevê. Vazia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É constante o duelo entre Marcelo Camelo e David Guetta, carona e transporte coletivo, quem luta e quem apenas - diz que - sonha. Uma estante de livros versus um generoso estojo de maquiagens, quem realmente sinta um pouco das dores do mundo contra quem se orgulha apenas de ostentação. Convívio agradável em réplica à sombra de quem é perita apenas em instabilidade.&amp;nbsp;Algumas fermentam dentro de si e, com o tempo e alguns machucados, desenvolvem uma figura única para transitar pelo mundo - a sua. Outras, de tanto se focar na cópia, demoram a realmente serem especiais e íntegras damas.&amp;nbsp;Mulheres estão atrás de caráter; meninas, ascensão social. Meninas checam insistentemente o celular; mulheres, o jornal. Mulheres e a saborosa&amp;nbsp;degustação&amp;nbsp;de uma bebida moderada junto a um prato delicioso de comida. Meninas e o pensamento anoréxico de não precisar se alimentar direito "que saúde nem é tão importante assim, mas magreza, sim". As primeiras precisam com constância dos pais, de dinheiro e de deslocamento (não raro, fazem o namorado de motorista). Pra quem é realmente mulher, basta apenas a própria boca para perguntar por aí, quantia monetária suficiente e espírito de aventura para se virar cidade à dentro. Quem vier junto, além de companhia, é também adição: ter quem contribua é ótimo, mas ter a si mesma sim: é excelente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
Este post pertence ao blog &lt;a href="http://calmila.blogspot.com"&gt;Calmila.&lt;/a&gt;. O plágio do mesmo é crime por lei e esta previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2420967312100449693-3749106756539574495?l=calmila.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vd9P84uRklqDQBbSywvy1OEXXTk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vd9P84uRklqDQBbSywvy1OEXXTk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vd9P84uRklqDQBbSywvy1OEXXTk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vd9P84uRklqDQBbSywvy1OEXXTk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Calmila/~4/77t6I1L8_6c" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://calmila.blogspot.com/feeds/3749106756539574495/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://calmila.blogspot.com/2012/01/menina-e-mulher.html#comment-form" title="9 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/3749106756539574495?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/3749106756539574495?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Calmila/~3/77t6I1L8_6c/menina-e-mulher.html" title="A menina e a mulher" /><author><name>Camila Paier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05237620089880544685</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-jkg1gP5IOJw/TcIU-XqL98I/AAAAAAAAA-8/QAf8icQ0lPQ/s220/104_7290-1.JPG" /></author><thr:total>9</thr:total><feedburner:origLink>http://calmila.blogspot.com/2012/01/menina-e-mulher.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0YNSXY-fyp7ImA9WhRWFk8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2420967312100449693.post-601631375729305759</id><published>2012-01-03T18:06:00.000-02:00</published><updated>2012-01-03T18:06:38.857-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-03T18:06:38.857-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="desabafos existenciais" /><title>Vovó versus minúscula</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://data.whicdn.com/images/20381123/85167_5mQv9QJx_c_large.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://data.whicdn.com/images/20381123/85167_5mQv9QJx_c_large.jpg" width="219" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Já passou o tempo em que mulher casava virgem, e virgem, por bom senso, tinha o maior pudor em não usar absorvente interno (Ai, porque machuca..E se tirar minha virgindade? E agora? - típicas dúvidas de quem sofre do mal dos séculos modernos, a falta de diálogo em casa, em família). E que moço com o pinto pequeno era ruim de cama, e não dava conta. Ou ainda, que casar com um cara rico, é que sim, traria felicidade e "estabilidade". Mulheres queimaram sutiãs e avançaram muitas casas em termos de independência, e a liberdade que gozam - literalmente - se instaura cada vez mais nos dias atuais. O anticoncepcional se tornou algo rotineiro, e a pílula do dia seguinte, consumida por parte do mulherio como bala de iogurte: uma atrás da outra. Grande revolução que causou reviravolta essa nossa, a feminina. A consequência de tais mudanças tem deixado os homens cada vez mais covardes, e nós mulheres, ainda mais exaltadas. O feminismo cresce, e o machismo, há décadas em declínio, tem voltado com tudo. Do pior jeito possível - em atitudes e falas cada vez mais radicais e grotescas, quase inacreditáveis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Sabem vocês que não sou feminista, estou é longe disso. Adoro ser mimada, tenho predileção por cavalheirismo e romance, e consumo em enorme escala (até onde dá meu dinheiro, claro). Eis que, em pleno século XXI, com mulheres deixando de pilotar fogão e indo comandar empresas, me deparo com a infeliz frase: "Medimos a dignidade de uma mulher pelo tamanho da calcinha." À primeira vista, questionei: quanto menor, maior a dignidade? Sexual, talvez, sim. Não, leio como resposta. Quanto maior a calcinha, maior a "dignidade" da moça; quer coisa mais retrógrada que isso? Pasmei. Puro falso moralismo, na verdade. Coloca a moça com um short-calcinha e com uma bela e pequenina tanga, e pago pra ver se a escolha não será óbvia. Só imaginam, esses homens, alguém pra ter do lado, ser mãe dos filhos e subir no altar se tiver uma enorme panties pra ficar no boxe do banheiro futuramente, que quer dizer claro, que ela é direita e "serve". Dama que usa de muita luxúria vestida logo de cara merece ser comida e só. Repugnante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Ao chegar em casa, corri pro armário. Não havia um calçolão ou ceroula da vovó pra contar se havia sido caracterizado como honrado, ou não. Por esse motivo então, por não existir aqui comigo uma peça íntima que condiza à minha nobreza, deixo de ser capaz e correta? Negativo. Quem sabe nos anos 50, sim. Mas hoje, quando se você não se sentir sensual e poderosa, e não satisfizer quem com você está, o companheiro busca por aí quem o faça? Não, não. Me recuso. Por esse motivo quem sabe, imagino apenas homens asquerosos e com quem as chances de algo comigo seriam nulas, discutindo tamanhos de calcinha e personalidade. Fazendo paralelos ridículos entre "a sensualidade exacerbada" da garota, pelo que ela desfila por baixo de vestidos, saias e calças. Uma babaquice sem tamanho. Um julgamento ineficaz, que nada diz sobre caráter, futuro e sentimento; essência. Ela pode vestir então, uma quase-boxer, e agir em festas como uma vadia louca? Questionável. Já a menina recatada, que pode ser na dela ou tranquila, se usar algo mais cavado, delicadamente pequeno, já perde todo o arsenal de pontos que acumulou? Injusto. Vão tentar queimar na fogueira a mulher que der no primeiro encontro também? Porque essa vocês fingem bem que amam. E até mesmo, gostam, e podem sentir algum amor. Só não admitem por ainda cultuar ideiais tão quadrados pra essa nossa época insana. Continuam se reprimindo viver sem amarras e liberdade, o que asfixiará lá na frente também a pobre coitada que ficar com quem assim pensa: mãos abertas e vazias de qualquer vaidade, vão desfilar com a cueca do marido pela casa e se sentirão bem dessa maneira. Nuas de volúpia e libertinagem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Há calçolas grandinhas que são charmosas? Há, sim. Algumas. Agora, selecionar como baixa ou miúda a femme fatale que bem se sente vestindo quase nada, é de uma mente fechada e tanto. Se tamanho não é documento, é muito menos, vestimenta íntima. Grande é a mulher que se admira e se cuida, e rei é o homem que nota isso, elogia. Sabe que toda a produção, seja quem sabe, apenas para ele. De fio dental, ou renda, calcinha enorme ou até mesmo, sem nada: que as pessoas sejam analisadas pela dimensão do que nos causam e não por detalhes que merecem atenção, admirados da maneira exata: corpo a corpo.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
Este post pertence ao blog &lt;a href="http://calmila.blogspot.com"&gt;Calmila.&lt;/a&gt;. O plágio do mesmo é crime por lei e esta previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2420967312100449693-601631375729305759?l=calmila.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0cW6EwJX9zR5jFrQUlvdCKaOX88/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0cW6EwJX9zR5jFrQUlvdCKaOX88/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Querida Camila, sou uma grande fã sua. Parabéns por esse dom tão lindo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Lindona, muito obrigada! Sempre fico feliz ao ler isso.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Já comecei a escrever vários e-mails pra ti, mas nunca cheguei ao final de nenhum deles, até que comecei a me questionar o porque e talvez tenha encontrado. O problema não é nenhuma situação, nem algum cara: o problema é comigo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;Acho que se tu pensou bastante, e então admite, já é um grande passo para uma mudança, não é?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Quando "comecei" minha vida amorosa, quer dizer, quando me apaixonei pela primeira vez, e segunda e a terceira, foi uma sequência de decepções sem tamanho. Quando eu achava que poderia confiar na pessoa, que conseguiria me abrir novamente, lá vinha outra bomba.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;Ou seja: você escolhia a dedo os cafajestes. É complicado mesmo, porque quando tu deverias ter moldado e firmado a sua conduta perante o amor dali em diante, não conseguiu o fazer bem. Mas, vamos lá. Continue.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Acredito que isso tudo acabou me endurecendo muito - sem melosidades poéticas, é fato, endureci mesmo, desacreditei demais de tudo. Os casamentos da minha família também nunca foram um bom exemplo para que eu acreditasse em amor e essas coisas todas, cresci vendo pessoas que eu amo magoando pessoas que eu amo, cresci vendo que o amor deixa a gente muito vulnerável e nunca quis ser assim.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;E acho que em parte, tenho culpa por todas as decepções amorosas que tive, por não querer parecer vulnerável nunca me entreguei por inteiro, e no fundo estava sempre esperando alguma traição, alguma decepção, não conseguia confiar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;A gente tende a endurecer mesmo, no setor da vida que for, quando se machuca. Seguir os padrões da família ou de quem convivemos, contudo, é apenas uma das milhares opções que temos. Se você não se dava, estava sempre com medo, ou internamente sabia não poder confiar, é porque havia algo errado mesmo. E não tinha como receber algo em troca.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;A última (e fatal) relação amorosa que tive, me fez chutar o balde, e então comecei a usar os caras que sentiam algo por mim: ia pra balada, bebia demais, não me valorizava. Uma catástrofe.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;Putz. Pegou o caminho errado, sinto dizer. Mesmo quem sofre um monte ou descrê da vida, sei lá, há tantos outros rumos, não acha? Esse com certeza é o mais fácil de entrar, mas o mais complicado de tirar de ti. Ou seja, do que te rotularam. Como confiar em quem aprontou todas, não deu valor a quem deveria e muito menos a si mesma? Acho que é tudo consequência de um passado não tão distante.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;E no meio disso tudo, claro que acabei me envolvendo sentimentalmente com canalhas galinhas ridículos, e sofrendo mais ainda para não perder o costume. Resumindo: fiz a minha fama.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;Como dizem por aí: depois de feita a fama, o futuro é a lama. Algum dia o mundo divertido onde biscatear por aí e achar que vive no Mean Girls ia terminar, né? E a gente, às vezes, deve pensar mais pra frente. Pra que decair na vida se é só esperar que ela pode nos surpreender? Agora é sair do barro.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Até que, decidi sossegar, lidar com meus sentimentos de maneira menos infantil, e comecei a me envolver com um cara legal, mas legal mesmo, sem antecedentes ruins, e que também tinha sofrido muito, assim como eu. Ele sabia do meu passado/presente, e isso era um problema e tanto. Um problema que não foi mais difícil de superar do que meus habituais problemas com ciúmes, desconfiança, etc etc.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;Eu imagino. Tu confiaria cegamente em namorar um cara que não vale nem o que come? Eu, com certeza, não. E mesmo se fosse um cara, não conseguiria namorar alguém que já pintou o sete e bordou biscatices noite afora. Passado importa sim, e é uma hipocrisia a gente dizer e acreditar nesse papo de que as pessoas mudam - ainda mais em tão pouco tempo - e que, do nada, você resolveu se comportar. Deveria ter feito isso antes, com todo o respeito. É uma culpa que, infelizmente, vai seguir contigo por um tempo, até que tu estabilizes a tua vida e isso fique num passado bem lá atrás. Eu penso sempre: é isso que eu quero contar pras minhas filhas futuramente? Que peguei um zilhão de caras e abria as pernas pra qualquer um? Nunca quis, nunca fiz e contarei coisas bem diferentes, ainda bem. É só analisando o passado de alguém que a gente consegue entender o momento presente dela. Ou seja: importa.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Mas estávamos conseguindo levar, aos trancos e barrancos, apenas me irritava um pouco o fato de ele não perder a oportunidade de jogar na minha cara tudo que "aprontei" no passado.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;b&gt;E vai ser sempre assim quando tu te relacionares com caras que saibam do teu "passado negro". Homens não perdem essa oportunidades, mulheres são bem mais compreensivas. A prova disso é que, os caras cafajestes acabam conseguindo encontrar namoradas fiéis, loucas por eles, e até mesmo cornas que aceitem a vida de bon vivant que levam. Já quem pega o rumo de querer ser devassa por uns tempos..Demora. A não ser que encontre um cara de outra cidade e que esse fique um bom tempo sem saber do que aprontaste lá atrás.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Até que no ano novo, foi o fim: não conseguimos passar juntos e ele ficou com outra menina.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;O que também não justifica, mas enfim, ele talvez nunca tenha confiado em ti. Não por não gostar, mas por simplesmente não conseguir. Foi errado, mas erro maior ainda é um casal passar distante nessas festas de ano novo. Se ficaram longe, que não saíssem pra balada separados, pelo menos. Ele deu justificativas pra isso? Estava contigo, tinha um compromisso, e mesmo sabendo do seu past tense, aceitou namorar. Quis isso. Injustificável.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;E ainda falou pra mim, se achando na razão, tudo por causa do meu passado. Obviamente decidi esquecer mais essa história, e dei um fora nele. Mas mesmo assim não consigo me sentir bem comigo mesma, me sinto culpada por tudo que eu fiz, e por ter dado errado também dessa vez.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;b&gt;Olhe, se sentir culpada pelo passado, acho ok. Mas pelo relacionamento ser frustrante, não. Pelo que li e compreendi, já havia algumas coisas erradas, e quando tem coisa que não deve demais junta, acaba cedo. Se ele jogava isso na sua cara com frequência, uma hora nem você mesma ia aguentar mais. Ou tu encontras alguém que aceite (ou não saiba), ou infelizmente, de vez em quando vão comentar sobre ou se sentirem tristes pelo que já aconteceu antes deles.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Mas o problema maior é essa minha dificuldade em me envolver, em confiar, e quando consigo fazer isso, sempre levo um golpe mais forte. Sempre me apaixono pelo errado, e quando aparece alguém bom e que me ame, estou sempre muito ocupada lambendo as feridas do último golpe. Não quero mais isso, mas não sei o que fazer, não sei com mudar esse meu jeito, apagar essa impressão que tiveram de mim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;Apagar, não vai ter mesmo como. Vai demorar até que tu sare totalmente, de todos esses "golpes" do destino, e também que tu encontre alguém que não ligue pra tudo isso. Então, enquanto isso não te ocorre, acho que o melhor que tu tens a fazer é não atropelar nada: cuide de ti. Não queira tanto se apaixonar, se você ainda nem consegue ser louca por você mesma. Esqueça a cilada de um amor perfeito e maior que tudo isso, antes que esse carimbo do passado te suma da alma. O melhor a fazer é focar nos estudos, na vida profissional, nas suas amigas e na família, enquanto se prepara para que algo bom de verdade te aconteça.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;E agora que ainda estou apaixonada por esse último menino, também não sei o que fazer com o sentimentos que tenho certeza de não serem igualmente recíprocos. Sinto que tudo isso que faço é uma constante desvalorização de mim mesma, sempre acho que não sou merecedora de alguém que me ame, de um relacionamento bom e saudável. Acho que sou seriamente desequilibrada hehe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;Ainda vale tudo que disse acima: até que tu te coloques em primeiro lugar, ninguém vai o fazer. Assuma seus erros como vitórias para formar um caráter bacana de quem tu hoje é. Te goste acima de qualquer cara - ainda mais desse que, parecia muito legal, mas pelo último ato mostrou que não é tanto assim. Dê um tempo para si mesma, o amor pousa na gente bem de leve, quase sem fazer com que a gente sinta, pra não nos assustar. Só assim um equilíbrio entre o seu amor próprio e o de um mero alguém é realmente possível.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Sei que tu não vais fazer nenhum milagre, só queria uma opinião de alguém tão conhecida no assunto. Obrigada pela paciência linda, beijão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;Capaz, queridona. Espero que os conselhos sejam válidos. Descansa esse corpinho e também a mente que partir pro lado negro da força e biscatear por aí não tá com nada, não tá na moda e fica só na boca do povo, ok? Um beijão e boa sorte!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Quer enviar o seu dilema/ dúvida/ pedido de ajuda idem? Escreve bem linda pra camilapaier@gmail.com e é só ir acompanhando e aguardando que daqui uns dias tá aqui também!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
Este post pertence ao blog &lt;a href="http://calmila.blogspot.com"&gt;Calmila.&lt;/a&gt;. O plágio do mesmo é crime por lei e esta previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2420967312100449693-4085313093996121648?l=calmila.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;Basta que eu desça para esperar na frente do prédio ou entre no carro. É repentino: o humor melhora em segundos, a pele parece quase revigorar tanta é a ansiedade para que aquilo de melhor que ando tendo nessa vida presente se faça. Estar alegre é quase sinônimo de gastar das horas para junto dele. Feito remédio - tamanho o vício, algo sempre falta se longe. Quase uma prática em que o dia desanda e demora a passar se não existe o sorriso esparramado que me consome positivamente já quando acorda. Assim como some a segurança em me sentir quase dona do mundo, caso queira, e um bocado de paz quando me livra da loucura que é pensar demais ao invés de simplesmente falar por horas, cair na distração de uma música ou filme, ir ao cinema. Apenas um beijo de verdade depois dos fogos de ano novo, ou concurso de desenhos - mesmo sendo péssima - para que a leveza de ficar pra sempre me faça nunca querer fugir do que temos. Esquecida de possíveis frustrações, raivas repentinas e ataques de reclamação, gosto mesmo é de estar dentro de um olhar compartilhado com a pessoa que prefiro em todo os planetas, de todas as galáxias e contando também as estrelas: esse bem que só me faz melhor. E mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É só me abraçar tão forte e sem razão para que esse desejo que adormece no meio do tédio diário em ser a melhor pessoa possível. Uma única mensagem de texto no meio da tarde, cinco dias para nós dois, longe do caos absurdo da civilização, e um alerta para que todas as células benignas dentro de mim façam com que o riso apareça, junto com as gargalhadas em cada ataque de cócegas premeditado. Ter quem ache graça e beije com vontade cada uma das minhas cicatrizes despercebidas ou pequenos defeitinhos é dádiva, mas também um pouco de equilíbrio com cheiro e cor: como conseguia viver sem ele antes de aparecer? A única certeza é de uma vida mais triste se agora sem. Tão bom poder chamar de minha essa bondade que a cada dia mais me faz além de mulher, forte, humanitária, quase domada e cordial. Dividir uma cumplicidade que se multiplica no formato perfeito de opiniões similares, gostos parecidos e diversão que apenas se intensifica, assim como a intimidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De mal nessa vida a gente já tem demais. Poluição em suas variadas formas, sentimentos ruins nos mais devastadores estilos, gente oca que ao invés de contribuir, contamina. Benção nos meu dias, sorte favorável quando o sol se intimida e não aparece, ou quando os problemas se amontoam e o choro só conseguem encontrar conforto no melhor ombro existente para se descansar e acreditar, seja por segundos, que tudo é bom e agradável num espaço paralelo e que na verdade só existe quando estamos juntos. Bem, meu lindo, meu bem maior: é seguir por esse mesmo caminho que a vaga da continuidade tendo você como a minha felicidade através do tempo e motivo para sorrir antes de dormir todas as noites será sua. Sempre.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
Este post pertence ao blog &lt;a href="http://calmila.blogspot.com"&gt;Calmila.&lt;/a&gt;. O plágio do mesmo é crime por lei e esta previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2420967312100449693-1813412177633985955?l=calmila.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/x4tAsWXSLyYJygKuTGxI_219UKA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/x4tAsWXSLyYJygKuTGxI_219UKA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Calmila/~4/Mz9EdWJj35I" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://calmila.blogspot.com/feeds/1813412177633985955/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://calmila.blogspot.com/2012/01/bem.html#comment-form" title="10 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/1813412177633985955?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/1813412177633985955?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Calmila/~3/Mz9EdWJj35I/bem.html" title="Bem" /><author><name>Camila Paier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05237620089880544685</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-jkg1gP5IOJw/TcIU-XqL98I/AAAAAAAAA-8/QAf8icQ0lPQ/s220/104_7290-1.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-qhZwboHaHgo/TwIpQsblUiI/AAAAAAAABJs/-rJHfor5u-A/s72-c/tumblr_lwkktiE0b51qfipa5o1_500_large.png" height="72" width="72" /><thr:total>10</thr:total><feedburner:origLink>http://calmila.blogspot.com/2012/01/bem.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEMERHs6eip7ImA9WhRWFE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2420967312100449693.post-6424562330027581814</id><published>2012-01-01T12:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-01T12:00:05.512-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-01T12:00:05.512-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="desabafos existenciais" /><title>Ao ano que vem</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://data.whicdn.com/images/20213536/ef8275b6d0b8d32c7067bc1e84e45099_large.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="243" src="http://data.whicdn.com/images/20213536/ef8275b6d0b8d32c7067bc1e84e45099_large.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;Querido que ainda desconhecido, começo.Venho cheia de certezas bater um papo para, quem sabe, fazer com que entremos em sintonia. Mesmo que ande impossível, ou que assim seja para todo o sempre, em relação à mim - tão fugaz, fugídia, escapista. Porém, pedir que você permita que eu irrompa todas as instabilidades que vem pela frente, no formato vinte mais quatro horas, diariamente, é suplicar para que me atenda o telefone. Que pouse então, ao chão, e num mesmo nivelamento, eu possa com calma dar os passos que faltam para entrar em você serena, complacente. Tudo porque, como é de praxe, detesto final de ano. Me torno a pessoa mais reflexiva possível, e como é de conhecimento geral, pensar demais enlouquece, sim. Revejo erros, tento acertos atrasados, e tracejos promessas inconsequentes, que se quebrarão assim que a primeira semana de uma nova data se conferir por entre agendas e jornais, revistas. E você será a capa das infindáveis publicações, tentando ser compreendido pela massa, revolucionando com previsões que também em sua maioria não se cumprem. Se você promete a todos, caibo em meu papel de meu auto iludir - muito menos catastrófico, aposte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, não se mire ao exemplo de seu irmão mais velho, que te cede o trono. Honre essa coroa que em ti estará, e dê a tal felicidade tão escondida, àqueles que não desistiram de tentar acertar nos dados que a vida joga. Olhe com sensibilidade para tudo que se plantou e ainda não floresceu, e não seja bandido de roubar da horta alheia, correta, para presentear aos que desmerecem: aja com justiça. Mesmo novo, vá por si só. Pense e aja com revolução, mudanças, inovações. Coloque alguns desafios, que é pra dar aqueles sustos de perder um pouco o sono e tremer na base de vez em quando, só pra não deixar demasiadamente fácil a tarefa que é ser humano e estar vivo. Deixe que o povo fale e ouça, que se comunique. Isso está em alta, te digo. Saber ouvir, e querer dizer, complementar; muitas vezes, é o que tem salvo casamentos quase desmoronados, e relações que ainda não tiveram tempo de amadurecer. Por favor, traga amor ao pessoal. Como dizem, sem gelo e em doses fartas: que nos embriague mais que a champagne do brinde à meia-noite, e faça jus às nossas roupas de baixo, sempre temáticas e piedosas. Mas amor que fique, amor real, sem contos de fadas e paixões borboleteadas. Real, e puro; forte e consistente, completamente apaixonado, e ainda assim, amável, o amor. Estável, entende. Que marque, mas também que fique. Que dê o gostinho de felicidade, mas que mostre também que há sabores ainda obscuros, igualmente imperdíveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você me vir, já sabe: avise o cupido que é pra acertar o alvo. Não só em mim, mas em alguém que queira exatamente o que desejo, me acompanhe. Traga mais risos infantis, em meios a tardes tediosas. Algumas brincadeiras com meus pequenos, que vejo crescer e sabe-se lá até quando assim será. Maior carinho entre eu e meus pais, que tanto amo e às vezes escondo. Guarde as tão minhas lágrimas para ocasiões necessárias, mas existentes (algum aperto no peito nos embriaga de nós mesmos por ventura, e além do mais, chorar só se for de alegria). Dias de verão, para que me sinta saudável e bonita. Dias de inverno, para que me aqueça em algum outro corpo que não sei e reconheça o aconchego de deitar e dormir, e se cobrir quase que até a cabeça. Conserve as amizades que fazem sentido, e pode levar aquelas que de superficialidade sobrevivem: quanto mais cedo o que não vale a pena se vai, aqueles que podem mudar nossa vida antes chegam. E para melhor.&amp;nbsp;Bebedeiras com minhas companheiras, momentos de confissões entre amigas.&amp;nbsp;Beijos apaixonados, ou não. Mas beijos. Abraços com altas doses de força e calor. Conselhos sábios, mas poucos - pergunte à seus antecessores: eu não sigo. Eventuais loucuras, para o livro de histórias da vovó que futuramente serei. Quem sabe um carro, aceito também um apartamento. Emprego, dinheiro no bolso, na carteira e espalhado pela bolsa. Saúde ótima, pra que eu tenha a liberdade de aprontar, aprender e fazer com que isso apenas me deixe ainda mais forte. Intuição e fé, pra que eu saiba os caminhos a seguir, e que sejam estes sem complicações fúteis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E principalmente, 2012, que você me faça feliz. Não me maltrate, suplico. Me deixe contente em ter não apostado todas minhas fichas em você, e me surpreenda, se o caso for. Porém, que tatue nos cadernos e pautas, no que escrevo e que vivo a cor que o ano que ainda não terminou se esqueceu de fixar. Vilão que foi, acabou sem demais sorrisos, e levou consigo tanto a alegria extrema quanto a tristeza lamuriante que vivi os doze longos meses (quase) passados. Deixou vazio, inteirinho pra que você pinte e borde o que quiser. E que desde já, peço que é pra acontecer: que venha, e que chegue com força. Me surpreenda, e faça-se meu herói. Seja o que não foi 2011, e seu papel cumprido será: daqui um ano, quando estiver exercitando o pensamento e novamente dedilhando teclas e idéias, posso pensar 'não acabe dois-mil-e-dez, você não prometeu e existiu'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(O texto é de minha autoria em mesmo período do ano passado. Já escrevi outro sobre meu atual final de ano, mas acho bacana recomeçar um novo ciclo de 365 dias com esse aqui, pois sei que tem gente que se identificará.)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
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