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	<title>Caras que Acreditam</title>
	
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	<description>Quando sonhos se tornam realidade</description>
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		<title>Solidão</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 10:48:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Magaldi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Auto-ajuda e Motivação]]></category>
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		<description><![CDATA[Você já se sentiu sozinho(a)? Mesmo em meio a várias pessoas ou ao lado de um companheiro(a) é possível cair em solidão, provavelmente um dos sentimentos mais indesejados por todos nós, o qual abre com certa facilidade as portas para a depressão.
Tentamos fugir deste sentimento de várias formas: deixando o rádio ou a TV ligada mesmo quando não estamos assistindo, virando a noite em salas de bate-papo virtual na internet; nos enturmando com pessoas com as quais não temos afinidade, topando programas que não achamos legais e até mesmo recorrendo a drogas lícitas e ilícitas, tudo na tentativa de amenizar esta terrível sensação. Recorremos a um novo mal, na tentativa de curar o outro e acabamos por não resolver mal algum.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 10px;">
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		</div>
<p>Você já se sentiu sozinho(a)? Mesmo em meio a várias pessoas ou ao lado de um companheiro(a) é possível cair em solidão, provavelmente um dos sentimentos mais indesejados por todos nós, o qual abre com certa facilidade as portas para a depressão.</p>
<div id="attachment_454" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.carasqueacreditam.org/wp-content/uploads/sozinho.jpg"><img class="size-medium wp-image-454" title="Sozinho" src="http://www.carasqueacreditam.org/wp-content/uploads/sozinho-300x200.jpg" alt="Homem caminhando sozinho numa paisagem gelada" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Sozinho</p></div>
<p>Tentamos fugir deste sentimento de várias formas: deixando o rádio ou a TV ligada mesmo quando não estamos assistindo, virando a noite em salas de bate-papo virtual na internet; nos enturmando com pessoas com as quais não temos afinidade, topando programas que não achamos legais e até mesmo recorrendo a drogas lícitas e ilícitas, tudo na tentativa de amenizar esta terrível sensação. Recorremos a um novo mal, na tentativa de curar o outro e acabamos por não resolver mal algum.</p>
<p>Mesmo toda a felicidade e riqueza do mundo não seriam capazes de preencher o vazio da solidão, não adianta possuir tudo e não ter com quem dividir. Por vezes preferimos nos enganar e acreditar que bens materiais, dinheiro, falsos amigos, viagens e até o uso de drogas podem tornar a solidão algo imperceptível ou tolerável, mas estamos na verdade cometendo um erro terrível, o qual, quando percebido tardiamente pode nos ser realmente insuportável.</p>
<p>Nem sempre possuímos a sorte de ter ao nosso lado pessoas capazes de espantar a nossa solidão, pessoas alegres e positivas, com as quais tenhamos afinidade e que quase sempre trazem no rosto aquele sorriso capaz de iluminar qualquer dia chuvoso. Essas pessoas são raras, principalmente nos dias de hoje, e por isso são tão valiosas.</p>
<p>Mas se realmente estamos imersos na solidão e parece não haver ninguém ao nosso lado capaz de nos salvar dela, cabe a nós mesmos buscar por essa solução. O primeiro passo é não cair no desespero de tentar dar uma solução imediata para esse problema e em seguida buscar por autoconhecimento, procurar saber quem você realmente é, do quê você realmente gosta, quais são suas verdadeiras convicções.</p>
<p>De posse desse autoconhecimento você poderá buscar por pessoas e ambientes que tenham realmente a ver com você e com certeza encontrará não apenas uma, mais várias pessoas com as quais terá afinidade. Afinal, é mais fácil para um intelectual encontrar amigos em uma biblioteca, museu ou teatro do que numa balada&#8230; assim como um baladeiro teria maior sucesso em encontrar uma pessoa singular em uma festa ou danceteria, do que em um museu ou biblioteca. Mesmo sabendo que os opostos se atraem e se completam, o sucesso de tal relação costuma ser feito de muito atrito e anulação, coisas desnecessárias para o alcance da felicidade. E se é pra acabar com a solidão, melhor fazer com consciência e sobriedade, afinal você merece o melhor.</p>
<p><strong><br />
Meu nome é Carlos Magaldi, e é nisto em que eu acredito!</strong></p>
<p><strong> </strong></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JL6L286l_CqjZhsz9Yk_8ofWap0/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JL6L286l_CqjZhsz9Yk_8ofWap0/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
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		</item>
		<item>
		<title>Frustração é a raiva do fraco</title>
		<link>http://www.carasqueacreditam.org/2010/03/10/frustracao-e-a-raiva-do-fraco/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 10:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucio Antoniolo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Auto-ajuda e Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[chefe]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[frustração]]></category>
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		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Há vários momentos da vida que definimos como frustrantes. Frustração é aquele sentimento que temos ao sermos impedidos de alcançar determinado objetivo; é uma raiva contida.
Quando somos tolhidos de algum direito ou temos uma expectativa não cumprida, podemos expressar esse sentimento através da raiva ou da frustração. E, normalmente, não escolhemos como vamos nos sentir.]]></description>
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			</a>
		</div>
<p>Há vários momentos da vida que definimos como frustrantes. Frustração é aquele sentimento que temos ao sermos impedidos de alcançar determinado objetivo; é uma raiva contida.</p>
<p>Quando somos tolhidos de algum direito ou temos uma expectativa não cumprida, podemos expressar esse sentimento através da raiva ou da frustração. E, normalmente, não escolhemos como vamos nos sentir.</p>
<p>Durante muito tempo se defendeu que a expressão de emoções como a raiva era um ponto negativo, tanto no âmbito profissional, quanto no pessoal. O profissional que &#8220;estourava&#8221; era tido como emocionalmente instável. Este já recebia um selo que dizia: &#8220;problemas&#8221;.</p>
<div id="attachment_444" class="wp-caption alignright" style="width: 280px"><a href="http://www.dreamstime.com/frustrated-man-imagefree5363123" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-444 " title="Frustração" src="http://www.carasqueacreditam.org/wp-content/uploads/frustracao-300x225.jpg" alt="" width="270" height="203" /></a><p class="wp-caption-text">Não seja um frustrado(a) | © Grafoo</p></div>
<p>Melhor era a pessoa que se resignava e &#8220;engolia&#8221; os sapos no trabalho sem reclamar. Esse profissional &#8220;carneirinho&#8221;, iria para o abate, se fosse preciso, sem reclamar. Os chefes gostavam de tê-los por perto, mas sempre o relegavam ao segundo plano quando o assunto era reconhecimento.</p>
<p>A promoção desse profissional só ocorria por pena, falta de opção ou pelo longo tempo de carreira. Afinal, ficava feio para empresa não promover um profissional com tanto tempo de casa! O que pensariam seus colegas de trabalho? Não havia expectativa de crescimento naquela empresa?</p>
<p>Contudo, uma nova onda de profissionais foi entrando no mercado de trabalho. Recém formados, os ex-alunos contestadores, frutos da era da informação agora tinha o conhecimento que antes ficava em poder de uns poucos profissionais e começaram a questionar métodos de trabalho, sugerir melhorias e, inevitavelmente, confrontar os chefes mais &#8220;quadrados&#8221;.</p>
<p>Do alto de seu mundo, os chefes mais resistentes começaram a ver sua existência ameaçada e muitos se utilizaram de artifícios para manter-se no cargo. A estratégia mais utilizada era a de desestabilizar os novatos com tarefas inexequíveis, perseguição e ofensas. Quem não aguentava a pressão tinha que recuar ou ir embora. E quem recuava, tinha que continuar engolindo os sapos até que não aguentasse mais.</p>
<p>Mas nem todos cederam. Houve quem resistisse e fizesse a diferença nas empresas por todos os cantos. Esse profissionais era aqueles que não fraquejaram e expressaram a sua raiva de maneira inteligente e direcionada. Eles não se enraiveceram contra &#8220;o chefe&#8221;, mas contra o sistema. Esses homens e mulheres não se calaram diante das humilhações e perseguições e puderam tornar suas empresas um ambiente melhor para todos.</p>
<p>Não há nada de errado em demonstrar sua raiva contra o que lhe incomoda. Saiba usa-la e direciona-la contra o que te acorrenta e te faz cativo. Seja na sua empresa, na sua escola, na sua família, há sempre algo que lhe alfineta doloridamente e lhe tira a paz ou a saúde emocional. Rebele-se e aja agora!</p>
<p><strong>Meu nome é Lucio Antoniolo e eu expresso minha raiva sim!</strong></p>

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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jv1C7otrKsaYr39ZGq6MKQPcC4Q/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jv1C7otrKsaYr39ZGq6MKQPcC4Q/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Troféus</title>
		<link>http://www.carasqueacreditam.org/2010/03/03/trofeus/</link>
		<comments>http://www.carasqueacreditam.org/2010/03/03/trofeus/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 10:27:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Magaldi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Auto-ajuda e Motivação]]></category>
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		<description><![CDATA[Em minha casa tenho uma parede destinada a minha coleção de troféus. Não, não sou um desportista, e os troféus a que me refiro não são taças ou estatuetas de plástico e metal dourado. Na verdade estou mais para um acadêmico, e os troféus que exponho em minha parede são diplomas de cursos que realizei.
Pode parecer estranho o que vou dizer agora, mas o fato de ter colocado meus diplomas na parede me renderam, e ainda rendem, muito mais críticas do que elogios. Invariavelmente sou questionado por qual motivo resolvi colocar meus diplomas na parede. Nestas horas costumo a explicar que eles são meus troféus, que além de serem documentos que certificam que concluí um determinado curso e que estou habilitado a desempenhar profissionalmente alguma atividade, eles ainda representam grandes realizações pessoais, pois cada um deles me custou noites em claro e horas de estudo, e que por isso os considero troféus.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 10px;">
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		</div>
<p>Em minha casa tenho uma parede destinada a minha coleção de troféus. Não, não sou um desportista, e os troféus a que me refiro não são taças ou estatuetas de plástico e metal dourado. Na verdade estou mais para um acadêmico, e os troféus que exponho em minha parede são diplomas de cursos que realizei.</p>
<p>Pode parecer estranho o que vou dizer agora, mas o fato de ter colocado meus diplomas na parede me renderam, e ainda rendem, muito mais críticas do que elogios. Invariavelmente sou questionado por qual motivo resolvi colocar meus diplomas na parede. Nestas horas costumo a explicar que eles são meus troféus, que além de serem documentos que certificam que concluí um determinado curso e que estou habilitado a desempenhar profissionalmente alguma atividade, eles ainda representam grandes realizações pessoais, pois cada um deles me custou noites em claro e horas de estudo, e que por isso os considero troféus.</p>
<div id="attachment_437" class="wp-caption alignleft" style="width: 231px"><a href="http://www.dreamstime.com/royalty-free-stock-images-dreamstime-download-free-stock-images-and-photos-image13163479" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-437 " title="Diploma na parede?!" src="http://www.carasqueacreditam.org/wp-content/uploads/diploma-221x300.jpg" alt="Por que não colocar o diploma na parede?" width="221" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Diploma na parede?! © Stocksnapp</p></div>
<p>Estranhamente, na maioria das vezes, ao invés de receber um elogio, costumo receber uma crítica, educadamente indireta é claro. Nesse momento as pessoas costumam a me dizer coisas do tipo: “Um diploma é só um pedaço de papel, o que importa é aquilo que sabemos!”; “Mas por quê você não colocou uma foto da sua formatura nessa moldura, ao invés do seu diploma?”; “Essa instituição onde você se formou não é das melhores, boa mesmo é aquela onde meu namorado vai estudar”. Raras são as vezes que escuto algo do tipo: “Legal!”; “Parabéns!” ou “É isso ai cara!”.</p>
<p>Fico a me perguntar: Se ao invés de diplomas, eu tivesse prateleiras com troféus de campeonatos de futebol, seriam estes tão criticados? Algo me diz que não.</p>
<p>Por mais que os polidos, indiretos, educados e numerosos críticos dos meus troféus, tentem me convencer de que minha atitude de expor meus diplomas, seja uma prática antiquada e desnecessária. Eu continuo preferindo fugir deste senso comum, afinal muitos cursos custam tanto ou mais do que o valor de um carro 0 Km, e quando compramos um carro desses, fazemos questão de mostrar para todos, mas o diploma, este preferimos deixar guardado em uma pasta na gaveta do armário do quarto. É incrível como somos capazes de negar um tapinha nas costas de um acadêmico e aplaudir com entusiasmo e reconhecimento o mérito de um jogador de futebol, que marca o gol da vitória no último jogo do campeonato, sendo este campeonato composto por não mais que algumas dezenas de partidas, disputadas ao longo de alguns meses, e tendo este jogador, todo um time ao seu lado, e toda uma estrutura de assistência financeira, técnica, física, médica e psicológica ao seu dispor. Já aquele que se dedica aos estudos é facilmente visto com demérito, mesmo que por muitas vezes: tenha abdicado de seu lazer; agregado seu horário de estudos ao término de um dia duro de trabalho e reduzido seu orçamento familiar em detrimento dos custos de sua educação. Seus títulos não são vistos como troféus, mesmo que tenham sido conquistados ao longo de estudo diário, praticado durante aproximadamente 5 anos de sua vida, sem nenhum suporte financeiro, técnico, médico ou psicológico colocado ao seu dispor, tão pouco um time o uxiliando em dias de avaliação.</p>
<p>São por esses, e por outros fatores mais, que valorizo e muito os meus diplomas, e dou a eles um lugar de destaque em minha vida. Afinal, eles também representam todo o sacrifício e empenho que dediquei aos meus estudos. E por mais que eu concorde, que o valor do profissional esteja mais associado ao seu conhecimento e competência do que aos títulos que possui. Não sou signatário da idéia de que um diploma sdeva ser  considerado apenas um pedaço de papel, mesmo que se trate do diploma de um mau profissional. Afirmar isso, seria negar a existência de um simbolismo maior, seria como dizer: a um católico, por exemplo, que um crucifixo é apenas um pedaço de madeira, ou que a hóstia é um simples pedaço de pão; a um cristão, que a bíblia é um livro qualquer; a um patriota, que sua bandeira não passa de um pedaço de pano; ou ainda, a um casal, que sua certidão de casamento é um mero pedaço de papel.</p>
<p>Talvez não seja da nossa cultura valorizar conhecimentos, mas sim acontecimentos. Talvez ter uma boa imagem tenha se tornado mais importante do que o ter um bom conteúdo. Talvez os festejos tenham se tornado mais importantes do que aquilo que esta sendo celebrado. Não digo que o inverso seja o correto, mas sim que o equilíbrio seria o ideal. Que o estudo fosse tão valorizado quanto o esporte, que diplomas também pudessem ser considerados troféus, e que não fossem mais motivo de espanto e crítica quando fossem dispostos em uma parede.</p>
<p><strong>Meu nome é Carlos Magaldi, e em minha opinião, simples pedaço de papel é aquilo que utilizam para embrulhar meia dúzia de ovos na quitanda da esquina, o que esta emoldurado na minha parede, se chama diploma.</strong></p>

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		</item>
		<item>
		<title>O que é felicidade?</title>
		<link>http://www.carasqueacreditam.org/2010/02/24/o-que-e-felicidade/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 12:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucio Antoniolo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Auto-ajuda e Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[À Procura da Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Gardner]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Will Smith]]></category>

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		<description><![CDATA[Inevitavelmente, quando perguntamos: "o que é felicidade?", nos deparamos com uma lista enorme de definições. Lista essa que mais parece uma "lista de desejos": ter dinheiro, ter saúde, amar e ser amado, e por aí vai. Não há realmente um conceito concreto do que é felicidade, cada um de nós a descreve como bem lhe convém.
No filme "À Procura da Felicidade" (The Pursuit of Happyness, 2006), o ator Will Smith interpreta o papel de Chris Gardner, um pai que passa por maus momentos junto ao com seu filho, enquanto tenta mudar o rumo da própria vida.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 10px;">
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		</div>
<p>Inevitavelmente, quando perguntamos: &#8220;o que é felicidade?&#8221;, nos deparamos com uma lista enorme de definições. Lista essa que mais parece uma &#8220;lista de desejos&#8221;: ter dinheiro, ter saúde, amar e ser amado, e por aí vai. Não há realmente um conceito concreto do que é felicidade, cada um de nós a descreve como bem lhe convém.</p>
<div id="attachment_418" class="wp-caption alignleft" style="width: 132px"><a href="http://www.americanas.com.br/AcomProd/589/652964?par=C491-1C4E-4C6A" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-418   " title="À Procura da Felicidade" src="http://www.carasqueacreditam.org/wp-content/uploads/a_procura_da_felicidade-203x300.jpg" alt="" width="122" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">À Procura da Felicidade</p></div>
<p>No filme &#8220;<a href="http://www.americanas.com.br/AcomProd/589/652964?par=C491-1C4E-4C6A" target="_blank">À Procura da Felicidade</a>&#8221; (The Pursuit of Happyness, 2006), o ator Will Smith interpreta o papel de Chris Gardner (<a href="http://www.americanas.com.br/AcomProd/1472/2458035?par=C491-1C4E-4C6A" target="_blank">livro aqui</a>), um pai que passa por maus momentos junto ao com seu filho, enquanto tenta mudar o rumo da própria vida.</p>
<p>O filme conta a história real do homem que, alheio a toda adversidade, busca incansavelmente a felicidade. Para ele, a felicidade significava conseguir um emprego numa conceituada corretora e tirar seu filho e a si próprio da situação infeliz em que se encontravam.</p>
<p>A felicidade não pode ser medida apenas no final. Este é um erro comum a todos nós. Por esse motivo, muitos afirmam não haver felicidade plena, apenas momentos felizes. De uma certa forma, a afirmação é verdadeira, é quase impossível vivermos 100% felizes durante toda a vida. O que ocorre, na verdade, é que ao observarmos o conjunto todo, o analisamos como sendo feliz. Se o casamento ou namoro vai bem, se a carreira ou estudo vai bem, se a saúde vai bem concluímos que somos felizes, mesmo que tenhamos percalços pelo caminho.</p>
<p>Então, se observarmos com atenção e nos esforçarmos, podemos dizer que somos felizes sim e chegarmos a conclusão de que a felicidade é o equilíbrio que satisfaça nossa existência. Não adiantaria uma vida perfeita demais ou miserável demais, as batalhas e conquistas pelas quais passamos dão sentido à nossa vida e servem como combustível para continuarmos.</p>
<p><strong>Meu nome é Lucio Antoniolo e eu persigo a felicidade.</strong></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_x5uIRk_4z9B0vgxUOUAnCsTFOs/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_x5uIRk_4z9B0vgxUOUAnCsTFOs/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
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		</item>
		<item>
		<title>Corrupção (que eu não quero promover)</title>
		<link>http://www.carasqueacreditam.org/2010/02/17/corrupcao-que-eu-nao-quero-promover/</link>
		<comments>http://www.carasqueacreditam.org/2010/02/17/corrupcao-que-eu-nao-quero-promover/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 18:07:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Magaldi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Auto-ajuda e Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[caráter]]></category>
		<category><![CDATA[corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[hipócrita]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[Corrupção, este é um tema que com certeza gera repulsa, em todos nós brasileiros. A cada nova denúncia, a cada novo flagrante de que tomamos conhecimento pela imprensa, somos levados a nos indignar.
Mas será que a corrupção é um ato restrito aos maus políticos em Brasília? Será que existe uma quantia, a partir da qual possamos determinar o que é ou não um ato de corrupção? Será que apenas os governantes devem ser chamados de corruptos?]]></description>
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			</a>
		</div>
<p>Corrupção, este é um tema que com certeza gera repulsa em todos nós brasileiros. A cada nova denúncia, a cada novo flagrante de que tomamos conhecimento pela imprensa, somos levados a nos indignar.</p>
<p>Mas será que a corrupção é um ato restrito aos maus políticos em Brasília? Será que existe uma quantia, a partir da qual possamos determinar o que é ou não um ato de corrupção? Será que apenas os governantes devem ser chamados de corruptos?</p>
<p>É compreensível que nossa indignação se faça maior em relação à corrupção daqueles que foram eleitos para defenderem nossos direitos. Mas como podemos cobrar de nossos representantes uma conduta moral digna, quando nós muitas vezes não a possuímos? Sim, podemos não estar cometendo transgressões na mesma magnitude daquelas apuradas pelas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPI) feitas em Brasília. Podemos não estar ofendendo milhões de brasileiros com declarações de que pouco nos lixamos para a opinião pública. Podemos ainda não estar enriquecendo ilicitamente pela apropriação indébita do dinheiro do povo. Mas podemos sim estarmos sendo corruptos quando viramos as costas para os valores de nossa sociedade, quando desrespeitamos o direito de outras pessoas ou quando tentamos tirar proveito da ingenuidade alheia.</p>
<p>Não somos definidos apenas pelos nossos grandes feitos, mas também e principalmente pelos pequenos atos de nosso dia a dia. Quando subornamos, quando nos deixamos subornar, quando desrespeitamos o direito alheio, quando nos apropriamos daquilo que não nos pertence, quando somos coniventes com algo errado, nós também estamos sendo corruptos.</p>
<p>Todos nós cometemos erros, mas poucos de nós são capazes de reconhecer que erramos, nos desculpar pelo erro e nos prontificar a corrigi-lo. Como podemos, portanto, cobrar isso de nossos de nossos governantes sem sermos classificados como hipócritas? Falta a muitos de nós vergonha na cara, moral e valores. E com tantas falhas em nosso caráter, como poderemos apontar o dedo a outro e dizer: “corrupto”, quando nossas atitudes dizem que mesmo em menor escala, corruptos também somos nós?</p>
<p>Portanto se você se revolta com a corrupção, se deseja limpar a sujeira e a podridão em nosso país, comece por você mesmo, torne-se um bom cidadão. Pois de nada adianta retirarmos os corruptos do poder se não cultivarmos bons homens e mulheres para substituí-los. Você pode ser uma dessas pessoas, basta querer.</p>
<p><strong>Meu nome é Carlos Magaldi e me revolto com a corrupção sim, mas procuro sempre ser um cidadão melhor, capaz de identificar e corrigir também os meus próprios erros.</strong></p>

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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9hstbvZnTEjCLIQrHTKjflxyyDw/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9hstbvZnTEjCLIQrHTKjflxyyDw/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Honra: Nossa Riqueza Natural</title>
		<link>http://www.carasqueacreditam.org/2010/02/12/honra-nossa-riqueza-natural/</link>
		<comments>http://www.carasqueacreditam.org/2010/02/12/honra-nossa-riqueza-natural/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 11:01:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Paulo Moço</dc:creator>
				<category><![CDATA[Auto-ajuda e Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Afonso VII]]></category>
		<category><![CDATA[Castelo de Lamengo]]></category>
		<category><![CDATA[Conde D. Henrique]]></category>
		<category><![CDATA[Egas Moniz]]></category>
		<category><![CDATA[honra]]></category>

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		<description><![CDATA[Quantos de nós, neste exato momento, se encontram lamentando a perda de suas propriedades, de suas posses? Casas, carros, empregos, relacionamentos...; a lista é bem numerosa. Mesmo diante da destruição de tudo que temos, devemos lutar pela preservação de nossa dignidade. Ela, que nos faz merecedores da consideração geral, um verdadeiro sinônimo de grandeza. Um tesouro imensurável!

Como apoio a esse pensamento podemos citar as sábias palavras de Walter Scott, que resume de maneira genial: “Muito embora percamos todos os nossos bens, conservemos intacta a honra”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p>Quantos de nós, neste exato momento, se encontram lamentando a perda de suas propriedades, de suas posses? Casas, carros, empregos, relacionamentos&#8230;; a lista é bem numerosa. Mesmo diante da destruição de tudo que temos, devemos lutar pela preservação de nossa dignidade. Ela, que nos faz merecedores da consideração geral, um verdadeiro sinônimo de grandeza. Um tesouro imensurável!</p>
<p>Como apoio a esse pensamento podemos citar as sábias palavras de Walter Scott, que resume de maneira genial: “Muito embora percamos todos os nossos bens, conservemos intacta a honra”.</p>
<p>Diferente da maioria dos valores, esse sentimento não é alcançado em momento algum da vida. Ele faz parte de nossa natureza. A questão que o envolve não é adquiri-lo, mas sim mantê-lo por toda existência. Exatamente como Arthur Schopenhauer nos alerta: “A glória deve ser conquistada; a honra, por sua vez, basta que não seja perdida.”</p>
<p>Nessa luta de manutenção, um grande exemplo foi Egas Moniz!</p>
<p>Esse nobre homem ajudou o Conde D. Henrique a vencer inúmeras batalhas. Como recompensa por sua bravura, recebeu algumas terras, o Castelo de Lamego e foi nomeado aio (preceptor) do único filho homem do Conde, de nome Afonso.</p>
<p>Egas cuida do menino como se fosse um de seus filhos. Logo, a criança se torna um forte e valente rapaz. Vendo isto, seu pai o arma cavaleiro.</p>
<p>Em ano de 1127, D. Henrique já havia morrido e o Rei de Castela invade o Condado Portucalense. Destroça povoados e toma muitas terras. Cerca Guimarães, ameaçando toma-la. Ele não aceita a emancipação do Condado da tutela de Castela e exige o juramento de obediência da Regedora (D. Teresa de Castela, sua prima) e do herdeiro Afonso.</p>
<div id="attachment_409" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.carasqueacreditam.org/wp-content/uploads/egas_moniz.jpg"><img class="size-medium wp-image-409" title="Egas Moniz apresentando-se " src="http://www.carasqueacreditam.org/wp-content/uploads/egas_moniz-300x220.jpg" alt="" width="300" height="220" /></a><p class="wp-caption-text">Egas Moniz apresentando-se a Afonso VII</p></div>
<p>A capital tentou repelir o cerco. Mas, não obteve sucesso. Seus elementos de ataque eram inúteis contra forças tão numerosas. Os recursos defensivos iam se esgotando, assim como os víveres.</p>
<p>É frente a esse cenário aterrador que Moniz toma a famosa decisão: sai para a praça, dirige-se à tenda do Rei castelhano, em nome da Regedora e de seu filho, para jurar-lhe vassalagem! Eis as palavras que ele suplica em voz alta:</p>
<p>“Levantai o cerco. Poupai nossas fazendas e nossas vidas, tão precisas nos fossados contra a mourama. E eu vos juro, por minha palavra honrada, em nome do Infante, de quem sou aio, que D. Afonso Henriques, mal herde o condado, vos pagará o tributo de feudatário, comparecendo nas vossas Cortes de Leão, sempre que as convocardes”.</p>
<p>Dado como penhor a palavra de honra, o Rei Afonso VII levantou o cerco e partiu.</p>
<p>Passado pouco tempo do ocorrido, Afonso Henriques revoga o pacto jurado, retoma várias praças galegas e invade a Galiza!</p>
<p>Egas Moniz, após essas ações, sente-se indigno de viver e deseja ainda honrar sua palavra de lealdade. Vai até o Rei Afonso VII, de corda no pescoço, com a mulher e os filhos. À porta do Palácio, com todo o povo daquela terra assistindo, pede a audiência do Rei.</p>
<p>O Monarca convoca os grandes do Reino para aconselha-lo e o recebe na sala do trono, pronto para julgar o “traidor”. Na presença da Corte, o Rei pergunta:</p>
<p>- Que quereis de mim?</p>
<p>A Corte presenciava os penitentes descalços e tristes. Os filhos choravam demais, agarrados aos pais!</p>
<p>Moniz respondeu ao Rei com essas palavras:</p>
<p>&#8220;Como deveis saber o Infante D. Afonso Henriques meu amo e meu pupilo quebraram o pacto que selei na vossa tenda no arraial de Guimarães, com a minha palavra honrada. Menti, senhor Rei de Castela e Leão. E porque menti, para resgate da honra violada, aqui me tendes a entregar-vos a vida e a vida da mulher e filhos”.</p>
<p>Afonso VII levanta e saca a espada, mas os fidalgos da Corte travam-lhe o ímpeto, comovidos. O Monarca é tomado de piedade e logo perdoa aquele homem tão honrado, mandando-o em paz.</p>
<p>Assim como Egas Moniz, lutemos com todas as forças para a manutenção da grandeza! Nademos contra a maré atual, que tem este valor como abolido! Mostremos ao mundo que, mesmo perdendo muitas posses, ainda somos homens ricos; por preservarmos nossa riqueza natural: a honra!</p>
<p><strong><br />
Meu nome é João Paulo e, mesmo diante de muitas perdas, defendo a minha honra, tendo-a como alicerce fundamental para a reconstrução!</strong></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6szBKGry3xom3K5yiTFRgWUWKHo/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6szBKGry3xom3K5yiTFRgWUWKHo/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6szBKGry3xom3K5yiTFRgWUWKHo/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6szBKGry3xom3K5yiTFRgWUWKHo/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A maldição do conhecimento</title>
		<link>http://www.carasqueacreditam.org/2010/02/03/a-maldicao-do-conhecimento/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 09:25:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Magaldi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Auto-ajuda e Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[maldição]]></category>
		<category><![CDATA[verdade]]></category>

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		<description><![CDATA[Certa vez ouvi dizer que o conhecimento traz consigo uma maldição, maldição esta que nos leva ao ostracismo do indivíduo que o possui ou o demonstra em sua sociedade. Quando adquirimos o conhecimento passamos ver e entender coisas que passam desapercebidas aos olhos da grande maioria da população.

Conseguimos ver a verdade por de trás da mentira, ou a mentira por de trás das "verdades" que nos são ditas por instituições e homens considerados em nossa sociedade dignos de credulidade. O conhecimento nos faz ter condições de questionar o inquestionável, de falar sobre coisas proibidas, de tentar entender aquele que é apontado como errado.]]></description>
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<div id="attachment_421" class="wp-caption alignleft" style="width: 264px"><a href="http://www.carasqueacreditam.org/wp-content/uploads/maldicao.jpg"><img class="size-medium wp-image-421" title="A maldição do conhecimento" src="http://www.carasqueacreditam.org/wp-content/uploads/maldicao-254x300.jpg" alt="A maldição do conhecimento" width="254" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">A maldição do conhecimento</p></div>
<p>Certa vez ouvi dizer que o conhecimento traz consigo uma maldição, maldição esta que nos leva ao ostracismo do indivíduo que o possui ou o demonstra em sua sociedade. Quando adquirimos o conhecimento passamos ver e entender coisas que passam desapercebidas aos olhos da grande maioria da população.</p>
<p>Conseguimos ver a verdade por de trás da mentira, ou a mentira por de trás das &#8220;verdades&#8221; que nos são ditas por instituições e homens considerados em nossa sociedade dignos de credulidade. O conhecimento nos faz ter condições de questionar o inquestionável, de falar sobre coisas proibidas, de tentar entender aquele que é apontado como errado.</p>
<p>Mas o conhecimento não se limita a isso, ele nos vicia, nos instiga a querer mais, nos leva a busca da verdade, ativa e potencializa o nosso pensamento, nos afoga em um mar de questionamentos e nos desacostuma a conviver com o comodismo, com a aceitação e com a mediocridade.</p>
<p>Talvez o conhecimento seja realmente uma maldição, afinal ele pode nos tornar pessoas perigosas e muitas vezes indesejadas. Quanto mais conhecimento obtemos mais solitários nos sentimos, algumas vezes somos obrigados a omitir nossa verdadeira opinião para evitar o isolamento social.</p>
<p>Ao longo do tempo e de nossa história, muitos foram chamados de subversivos, loucos e paranóicos por possuírem pensamentos, pontos de vista e comportamentos diferentes da maioria das pessoas. Estes homens e mulheres, quando não calaram suas vozes ou renegaram publicamente suas ideologias, por vezes foram assassinados. No entanto o tempo, em inúmeros casos, comprovou que estavam certos.</p>
<p>Esconder sua sabedoria pode até ser possível por algum tempo, mas não por todo o tempo, pois seu conhecimento possui vida própria e mais cedo ou mais tarde irá se manifestar para o mundo, e nem você poderá contê-lo. E o motivo disso é que esses indivíduos que se distinguem da maioria pelo seu conhecimento, possuem uma grande responsabilidade, pois toda espécie se mantém pela sua reprodução, mas evolui pela distinção que se manifesta inicialmente em um pequeno número de seus indivíduos, gerando uma espécie mais forte, com maior capacidade de sobreviver a mudanças em seu meio ambiente. Portanto ao calar a sua opinião, abandonar o conhecimento e abdicar de seu pensamento em prol de ser uma pessoa comum e mais aceita pela sua sociedade, você pode estar indo na contra-mão da evolução de sua espécie, a qual pode ter te escolhido como precursor.</p>
<p><strong>Meu nome é Carlos Magaldi, um cara comum, assim como você&#8230; será?</strong></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vJsIoOCmz1xK4gHoeiJhlvfc-G0/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vJsIoOCmz1xK4gHoeiJhlvfc-G0/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
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		<title>Não espere que a vida lhe sorria todos os dias</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 09:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucio Antoniolo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Auto-ajuda e Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[fácil]]></category>
		<category><![CDATA[feliz]]></category>
		<category><![CDATA[forte]]></category>
		<category><![CDATA[fundo do poço]]></category>
		<category><![CDATA[prosperar]]></category>
		<category><![CDATA[reclamar]]></category>
		<category><![CDATA[suicídios]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Não espere que a vida lhe sorria todos os dias, é bem provável que você passe muito tempo sem vê-la sorrir. A verdade é que a vida não é constante, você vai passar por muitos percalços até sentir que tem a vida que merece.
Essa inconstância da vida é o que nos faz ter desejo de viver. É sabido que, em países desenvolvidos, há altos índices de suicídios. Isto ocorre porque nos países desenvolvidos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: right;"><code>&#8220;O mesmo solo que te faz cair é o que ajuda a te levantar.&#8221;<br/>por&nbsp;<b>Provérbio hindu</b></code></p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: left;">Não espere que a vida lhe sorria todos os dias, é bem provável que você passe muito tempo sem vê-la sorrir. A verdade é que a vida não é constante, você vai passar por muitos percalços até sentir que tem a vida que merece.<br />
Essa inconstância da vida é o que nos faz ter desejo de viver. É sabido que, em países desenvolvidos, há altos índices de suicídios. Isto ocorre porque nos países desenvolvidos as pessoas tem uma vida mais &#8220;perfeita&#8221;: bons empregos, boa qualidade de vida, poucos problemas e muita monotonia. Com uma vida estável, sem muitos problemas com que se preocupar, as pessoas tendem a sentir que a vida não faz sentido.<br />
Por mais duro que a vida possa ser conosco, devemos lembrar que cada virada de mesa que damos, cada recomeço, cada reviravolta da vida é, na verdade, uma mensagem nos dizendo que estamos vivos e continuando a lutar.<br />
Se você sente que está sem forças para lutar, e que parece que as paredes estão se estreitando ou que está no fundo do poço, lembre-se de que você ainda não morreu. E enquanto isso for verdade, você ainda pode mudar essas história, você ainda pode ser feliz.<br />
Com raríssimas exceções, a vida nunca vai ser fácil. Se estiver fácil para você, aproveite para prosperar e ser feliz. A maioria de nós vai sentir que está sofrendo uma pressão que não pode suportar. Porém, a não ser pelos que desistem de lutar, todos nós seguimos nossas vidas em frente. Essas experiências servem para nos deixar mais fortes, mais preparados para o que vier pela frente.<br />
Para viver melhor, primeiro você deve aceitar esses fatos da vida. Sentir-se um pouco insatisfeito é benéfico, mas sofrer demais com sua condição atual só lhe fará sentir-se pior. Veja os problemas, mas busque as soluções. Não basta apenas reclamar.</p>
<p style="text-align: left;">
<strong>Meu nome é Lucio Antoniolo e a vida sempre me sorri!</strong></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Sf6k2nFBSuC9F5z65M4LUMu2qW4/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Sf6k2nFBSuC9F5z65M4LUMu2qW4/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Sf6k2nFBSuC9F5z65M4LUMu2qW4/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Sf6k2nFBSuC9F5z65M4LUMu2qW4/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Vai Desistir Agora?!</title>
		<link>http://www.carasqueacreditam.org/2010/01/20/vai-desistir-agora/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 19:29:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Magaldi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Auto-ajuda e Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[desistir]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[glórias]]></category>
		<category><![CDATA[passado]]></category>

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		<description><![CDATA[Você não chegou até aqui por acaso, nem por mera sorte, tudo que você conquistou até hoje, foi através de seu suor, sangue e lágrimas. Quanto sacrifício você teve para chegar até aqui, quantas horas de estudo trabalho e dedicação, quantas noites sem dormir direito, quantas horas de prazer e diversão adiadas. Não, não foi fácil. Apesar de muitos falarem que sim, pessoas que não participaram de suas lutas, que nada sabem de você, que vêem apenas as suas vitórias. Apesar de acreditarem que estas foram alcançadas apenas pela sorte ou pela ajuda de alguém, será que mesmo sabendo o quanto essas pessoas e opiniões são insignificantes para sua vida você vai se deixar abalar por essa falta de reconhecimento?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 10px;">
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			</a>
		</div>
<div id="attachment_387" class="wp-caption alignleft" style="width: 206px"><a href="http://www.carasqueacreditam.org/wp-content/uploads/vai_desisitr.jpg"><img class="size-medium wp-image-387" title="Vai Desistir?" src="http://www.carasqueacreditam.org/wp-content/uploads/vai_desisitr-196x300.jpg" alt="Rapaz atrás de cerca de arame farpado" width="196" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Que barreiras lhe impedem?</p></div>
<p>Você não chegou até aqui por acaso, nem por mera sorte, tudo que você conquistou até hoje, foi através de seu suor, sangue e lágrimas. Quanto sacrifício você teve para chegar até aqui, quantas horas de estudo trabalho e dedicação, quantas noites sem dormir direito, quantas horas de prazer e diversão adiadas. Não, não foi fácil. Apesar de muitos falarem que sim, pessoas que não participaram de suas lutas, que nada sabem de você e que apenas vêem e invejam as suas vitórias. Pessoas que acreditam que suas vitórias foram alcançadas apenas por pura sorte ou pela ajuda de alguém&#8230; será que mesmo sabendo o quanto essas pessoas e opiniões são insignificantes para sua vida você vai se deixar abalar por essa falta de reconhecimento?</p>
<p>Você sabe quem você é, se acaso se esqueceu basta olhar para o seu passado, para suas glórias e vergonhas, para suas vitórias e derrotas. Elas podem ter definido o homem que você é hoje. Mas será que o que você fizer hoje, e somente o que você fizer hoje, que poderá definir o homem que você será no futuro? A luta ainda não acabou ela está apenas começando e você está com medo? Depois de tudo o que você passou, você agora sente medo? Medo de perder o que conquistou? Medo de ser derrotado? Medo de ser envergonhado?</p>
<p>O que faz um homem com medo?&#8230; Nada! Nada ele pode fazer, se resume a um covarde, e um covarde em nada contribui para sua família, para o mundo em que vive e nem mesmo para sua própria vida.</p>
<p>Agora o que faz um homem sem medo?&#8230; Um homem sem medo tudo pode, pois ele é um homem livre, ele não se preocupa com o resultado de sua luta, pois ele estará concentrado apenas em lutar e comprometido apenas com a vitória.</p>
<p>Compraram a sua coragem? O reduziram-no a um covarde?</p>
<p>O medo que você carrega hoje o faz menos da metade do homem que você já foi um dia. Aquele homem de coragem, aquele jovem destemido ficaria envergonhado se pudesse estar diante de você, e ver o covarde no qual ele se tornaria no futuro.</p>
<p>O que lhe inibe? A voz mas alta e bravia de seus perseguidores? O que lhe deixa inseguro? A certeza de seu inimigo? O que lhe faz relutar? O medo de estar errado?</p>
<p>No mundo, somos leões ou cordeiros. Tudo depende da forma como nos posicionamos perante ele: se nos colocamos de cabeça erguida ou baixamos o nosso olhar, se nos fazemos ouvir ou nos deixamos calar.</p>
<p>E você o que é perante o mundo? Um leão ou um cordeiro? Nossa coragem é o que nos define como Homens ou covardes, e não espere ser lembrado se viver com medo, pois o mundo não se lembra dos covardes.</p>
<p>Você sempre possui opções, pode desistir quando quiser, pode abandonar a luta, ou mesmo escolher se sujeitar a dominação e a opressão que lhe impõem. Ou pode continuar, perseverar, não desistir, lutar. E caso perca, saiba que não há vergonha em ser derrotado, desde que perca para o seu desafio, para o seu oponente, desde que tenha lutado.</p>
<p>A vergonha reside na desistência, no ato de se entregar, no ato de não lutar, no ato de não tentar. Dessa forma você terá sido derrotado não pelo seu desfio, não pelo seu oponente, mas apenas por você próprio.</p>
<p>Não lute por sua família, não lute pelo seu amor, não lute pela sua pátria, não lute por ninguém que não seja você mesmo. Faça o que tem que fazer por você, nunca pelos outros, para que não atribua a sua derrota e o seu fracasso a ninguém e para que ninguém possa lhe tomar a glória pela sua vitória. Faça o que tem que fazer pelos motivos certos, faça o que tem que fazer por aquilo no que acredita, faça o que tem que fazer por você e pela posteridade de seu nome.</p>
<p>Na hora da batalha você irá tremer por se ver sozinho diante do seu desafio? Ou será o seu desafio que irá tremer por estar sozinho diante de você? Tudo dependerá de sua postura frente a ele, de sua autoconfiança e de sua coragem.</p>
<p>E se você cair em batalha, de forma que não mais venha a se levantar, aí sim estará terminado, aí sim você poderá descansar. Descansar sabendo que lutou um bom combate, que fez tudo o que deveria ser feito. Ao lembrarem de você, mesmo quando os insensatos falarem: “esse não é aquele que caiu em batalha?”, mesmo quando tentarem reduzir a sua lembrança unicamente ao fato de sua queda, os justos irão dizer: “não, esse é aquele que não teve medo de lutar”. E mesmo no dia em que o mundo estiver dominado pelos insensatos, mesmo que o último justo cale sua voz, neste dia as pedras falarão teu nome.</p>
<p>Mas você ainda pode desistir, ainda pode fugir, ainda pode se limitar ao pranto e ao lamento, ainda pode se esconder de seus perseguidores, ainda pode ser subserviente aos seus algozes e ainda pode mergulhar sua vida no esquecimento&#8230; E então, vai desistir agora?!</p>
<p><strong>Meu nome é Carlos Magaldi, e eu não vou desistir!</strong></p>

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		<title>Não espere, aja!</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 09:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucio Antoniolo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Auto-ajuda e Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Agir]]></category>
		<category><![CDATA[comodismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Há uma máxima que diz: "Fique rico ou morra tentando". Este é o pensamento que permeou a vida da maioria das pessoas de sucesso que conhecemos. Algumas delas não almejavam exatamente ficar ricas, algumas vezes só queriam realizar um sonho.
O fato é que o sucesso alcançado por pessoas bem sucedidas foi conseguido com persistência. Há inúmeros relatos de quem teve seguidos fracassos antes de começar a ter sucesso.
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: right;">&#8220;Se você espera, tudo que acontece é que você fica mais velho.&#8221;<br />
Larry McMurtry</p>
<div id="attachment_365" class="wp-caption alignright" style="width: 240px"><img class="size-full wp-image-365" title="Esperar" src="http://www.carasqueacreditam.org/wp-content/uploads/esperar.jpg" alt="Não espere" width="230" height="153" /><p class="wp-caption-text">Não espere</p></div>
<p>Há uma máxima que diz: &#8220;Fique rico ou morra tentando&#8221;. Este é o pensamento que permeou a vida da maioria das pessoas de sucesso que conhecemos. Algumas delas não almejavam exatamente ficar ricas, algumas vezes só queriam realizar um sonho.<br />
O fato é que o sucesso alcançado por pessoas bem sucedidas foi conseguido com persistência. Há inúmeros relatos de quem teve seguidos fracassos antes de começar a ter sucesso.<br />
A regra vale para todos e para tudo: para você e para mim, para seu visinho e para o Warren Buffett, para seu relacionamento e para sua carreira.<br />
Não espere que as coisas aconteçam, como disse Larry McMurthy, se você espera, tudo que acontece é que você fica mais velho.<br />
Sempre vai haver o fator sorte, e muitos baseiam suas vidas nisso. Esperam um bom emprego, com uma boa renda ou que algum acaso do destino lhe deixe rico.<br />
Esperar não é solução para coisa alguma. Faça as coisas acontecerem por você mesmo. Seja você o provocador do seu sucesso e faça seu próprio caminho quando ele não existir.<br />
Há até um ditado que diz: &#8220;Quem espera, sempre alcança&#8221;. Na verdade, a palavra &#8220;espera&#8221;, neste caso, quer dizer persistir.<br />
O segredo para o sucesso é a persistência, seguir lutando pelo que acredita e continuar até atingir seu objetivo.</p>
<p><strong>Meu nome é Lucio Antoniolo e eu não espero.</strong></p>

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