<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-3030494443234041090</atom:id><lastBuildDate>Wed, 22 Aug 2018 04:53:20 +0000</lastBuildDate><category>Cotidiano</category><category>Espiritualidade cristã</category><category>Projeto Xique-xique</category><category>crônicas</category><category>História</category><category>Educação</category><title>Carrancas do São Francisco</title><description></description><link>http://carrancasdosaofrancisco.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Adenilson Oliveira)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>60</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3030494443234041090.post-6927904487667491025</guid><pubDate>Fri, 09 Oct 2015 17:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-10-09T14:04:18.387-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">crônicas</category><title>O velho escorte verde</title><description>&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Ele era visto com a regularidade larga e prudente com a qual os pais visitam seus filhos adultos. Ao volante um senhor esguio com uma calva ampla e reluzente e seus óculos de lentes grossas – daquelas que deixam os olhos pequenininhos e com um leve tom de alheamento.&amp;nbsp; Um bigodinho grisalho lhe enfeitava a face simpática e generosa de vovô.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;O velho escorte verde que dirigia ficava estacionado, geralmente, na vaga externa do apartamento 27-B, onde residia D. Ogla, uma senhora de meia idade, aposentada talvez, cujo rosto conserva traços de uma beleza loira já um tanto usurpada pelo tempo. Não tinha marido. Com ela morava um filho adulto, pai do Felipe, um garotinho esperto de uns dez anos, de olhos curiosos que denunciavam aquela fase da existência em que a vida se apresenta como um divertido parque de diversões.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;D. Ogla era vista sempre num ir e vir ativo, sempre acompanhada pelo neto. Levava-o à escola pela manhã retornando para buscá-lo ao meio dia, além dos dias em que ele tinha aulas de natação à tarde. Considerando as obrigatórias visitas semanais ao supermercado, e as azedas críticas que fazia ao síndico em função de problemas que eventualmente surgiam no prédio, D. Ogla levava a vida no ritmo comum da maioria das donas-de-casa num centro urbano. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Mas, sem que nada aparente acontecesse &amp;nbsp;rotina das visitas paternas quebrou-se. Um dia o corcel verde apareceu estacionado na vaga coberta e não fora trazido pelo velho condutor. Algo incomum acontecera. Os dias foram passando e o velho escorte continuou lá. Eventualmente, o filho de D. Ogla aparecia e funcionava o motor do veículo. Às vezes dava uma volta pelo quarteirão. Provavelmente para evitar que a bateria descarregasse ou coisa que o valha. Porém, tal prática deixou de ser realizada há muito tempo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Por esse tempo o carro de D. Ogla passou a ser estacionado na vaga externa e a presença dela no prédio foi se tornando escassa. Seu ir e vir já não era tão intenso e seu carro quase nunca era visto no estacionamento. A infantil algazarra que o Felipe provocava, ora com seus barulhentos passeios de skate pelo estacionamento, ora com o futebol praticado com o pai, foi desaparecendo, até o completo silêncio. O velho nunca mais foi visto. O escorte verde continua na vaga do 27-B. Uma fina camada de pó o envolveu como um véu mortuário evocando uma súbita e melancólica ausência.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carrancasdosaofrancisco.blogspot.com/2015/10/o-velho-escorte-verde.html</link><author>noreply@blogger.com (Adenilson Oliveira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3030494443234041090.post-3839510585496513845</guid><pubDate>Sat, 31 May 2014 23:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-05-31T20:14:23.593-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Espiritualidade cristã</category><title>Encontro em Betesda</title><description>&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 9.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;“Um dos que estavam ali era paralítico fazia trinta e oito anos.” (João 5:5)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;O texto de João 5:5 integra a narrativa sobre o tanque de Betesda. Estava ali um homem que havia 38 anos esperava que algo acontecesse naquele lugar e que alguém se dispusesse a levá-lo até o lago onde receberia a cura. Uma vida inteira baseada numa ilusão, já que se tratava de uma crença popular (crendice seria mais apropriado) que em 38 anos jamais se confirmara. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;O homem era portador de uma deficiência física. Ao observar tantas pessoas com deficiência física realizarem coisas extraordinárias, estou convicto de que este não é o principal problema que tem paralisado muitas pessoas na atualidade. Trata-se da paralisia espiritual e emocional a que se entregam à espera &amp;nbsp;que alguém, ou alguma circunstância as motive a sair de seu lugar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Por vezes ficamos assim como esse homem &amp;nbsp;paralisados e apresentando desculpas para nossa falta de iniciativa ou de decisão sobre fatos relativos a nossa vida. Esperamos que pessoas ou circunstâncias mudem para então seguirmos em frente.&amp;nbsp; Há pessoas que se tornaram especialistas em apresentar desculpas para suas dificuldades e escondem suas fraquezas e medos atrás de pessoas ou circunstâncias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Durante 38 anos aquele homem acordou diariamente pensando “hoje alguém vai me ajudar a chegar às águas primeiro e, então, serei curado.” Foi no meio dessas cogitações que Jesus encontrou-o e lhe fez uma pergunta que nos parece supérflua inicialmente, porém, naquela situação fez todo sentido: &lt;b&gt;&lt;i&gt;“Você quer ser curado?”&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; Após tanto tempo era necessário romper com aquele ciclo de desesperança, ilusão e frustração. Mas, há pessoas que já estão tão acostumadas à sua “paralisia” que se tornaram dependentes dela para viver. Não buscam outro rumo porque sua vida se tornou tão vazia que a única coisa que traz algum sentido, ou motivação para viver mais um dia, é agarrar-se a esse discurso mórbido da autovitimização para justificar sua vida banal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;A pergunta de Jesus é um chamado à nossa consciência que exige uma resposta, pois se não houver uma tomada de posição pessoal nem mesmo Ele poderá fazer algo por nós (cf. Mt 13:58). É uma maneira de Jesus fazer-nos&amp;nbsp; olhar para nós mesmos e percebermos a dimensão e a profundidade da doença de nossa alma e o quanto realmente desejamos a cura: deixar de ser “coitadinho”, sair da cultura da autopiedade. Tornar-se livre para dirigir a vida sem que seja guiado pela vontade de terceiros ou pelas circunstâncias. Deixar-se guiar e orientar apenas por Jesus de Nazaré estabelecendo um novo projeto de vida. Aprender a viver bem apesar das circunstâncias limitadoras a que a vida nos impõe. &lt;b&gt;&lt;i&gt;“Você quer ser curado?”&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; A pergunta de Jesus continua a ressoar procurando os ouvidos daqueles que realmente desejam romper o ciclo da desesperança, &amp;nbsp;e da apatia espiritual, &lt;i&gt;“e começar a andar.”&lt;/i&gt;(Jo 5:9).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carrancasdosaofrancisco.blogspot.com/2014/05/encontro-em-betesda.html</link><author>noreply@blogger.com (Adenilson Oliveira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3030494443234041090.post-6028264911266433511</guid><pubDate>Sat, 18 Jan 2014 19:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-01-18T17:52:14.306-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Espiritualidade cristã</category><title>&quot;deus&quot; ou Deus?</title><description>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;A palavra “Deus” nos tempos atuais tornou-se, no mínimo, dúbia. Pronunciar essa palavra não diz absolutamente nada sobre a espiritualidade ou filiação religiosa de alguém. A expressão “Deus” tornou-se uma simples interjeição que é utilizada para expressar admiração, espanto, perplexidade. Até mesmo quando a exclamação “meu Deus!” é feita em momentos de angústia e desespero, nem sempre quem o faz tem uma motivação de fé genuína que se mantenha além daquele instante crítico. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;No início do século XX, alguns teólogos (europeus e americanos) apoiados nas ideias de um filósofo alemão chamado Nietzsche, chegaram a afirmar que Deus estava morto. Queriam com isso dizer que as ações e a moral humanas estavam tão distantes e independentes das antigas tradições morais e religiosas judaico-cristãs que Deus – como se cria anteriormente – já não fazia mais sentido, não era mais necessário como referência para a vida social e ética.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;É importante não esquecer, também, que esse desencanto com Deus teve uma significativa colaboração daqueles que se nomeiam crentes, particularmente os cristãos. Certas práticas e projetos políticos levados a efeitos em nome de Deus ao longo da História certamente contribuíram para que muita gente se decepcionasse com a figura divina invocada como fonte inspiradora de tais projetos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;Apesar disso, a palavra Deus continua a ser uma das mais pronunciadas no cotidiano não religioso. É comum ouvir em qualquer lugar expressões como: “fique com Deus”; “vá com Deus”; “Deus te acompanhe”, etc. Ao ouvir tais frases minha impressão é que neste mundo cheio de ceticismo e indiferença, essas expressões demonstram que no fundo da alma de cada pessoa há um grande desejo de que essa palavra seja mais do que uma expressão corriqueira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;Como cristãos – para quem a palavra Deus continua a fazer sentido – é preciso discernir os tempos. A cada dia fica mais claro que a mera defesa verbal da fé através de discursos racionalmente bem articulados não tem a mesma eficácia de tempos atrás quando a razão cartesiana dominava o ambiente cultural. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;O novo ambiente sócio-cultural, (já não tão novo assim), tem como marca a ênfase nos relacionamentos. Atravessando a onda de materialismo consumista é perceptível nas pessoas uma ânsia por relacionamentos significativos. Essa grande busca humana tem sido retratada no mundo da ficção através de novelas, filmes e séries cujos enredos são, quase sempre, desenvolvidos em torno de uma história de amor envolvendo relacionamentos entre homens e mulheres, pais e filhos, entre irmãos ou amigos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;Mais do que discursos ou sermões bem elaborados cheios de sentido os humanos estão em busca de ambientes onde relações humanas autênticas sejam possíveis. Aliás, Jesus nos ensinou que as pessoas compreenderiam melhor a verdade do evangelho na medida em que os discípulos fossem capazes de viver em amor (cf. João 13:34)&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Adenilson/Documents/Adenilson/Novas%20reflex%C3%B5es%20crist%C3%A3s/Meras%20palavras.docx#_ftn1&quot; name=&quot;_ftnref1&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;Assim, mais do que “falar de Deus” nestes últimos tempos, “andar com Deus”( cf. Gênesis 6:9)&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Adenilson/Documents/Adenilson/Novas%20reflex%C3%B5es%20crist%C3%A3s/Meras%20palavras.docx#_ftn2&quot; name=&quot;_ftnref2&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;e refletir seu amor e generosidade, é o fator indispensável para que as comunidades cristãs se tornem modelos de vida em que seja visível a vida abundante prometida por Jesus (João 10:10)&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Adenilson/Documents/Adenilson/Novas%20reflex%C3%B5es%20crist%C3%A3s/Meras%20palavras.docx#_ftn3&quot; name=&quot;_ftnref3&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. É isso e não meros discursos religiosos que dará relevância&amp;nbsp; à fé cristã na sociedade contemporânea. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;br clear=&quot;all&quot; /&gt; &lt;hr align=&quot;left&quot; size=&quot;1&quot; width=&quot;33%&quot; /&gt; &lt;!--[endif]--&gt; &lt;div id=&quot;ftn1&quot;&gt; &lt;div class=&quot;MsoFootnoteText&quot;&gt;&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Adenilson/Documents/Adenilson/Novas%20reflex%C3%B5es%20crist%C3%A3s/Meras%20palavras.docx#_ftnref1&quot; name=&quot;_ftn1&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;Evangelho de João cap. 13, versículo 34: &lt;i&gt;“Um novo mandamento lhes dou: Amem-se uns aos outros. Como eu os amei, vocês devem amar-se uns aos outros.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoFootnoteText&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id=&quot;ftn2&quot;&gt; &lt;div class=&quot;MsoFootnoteText&quot;&gt;&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Adenilson/Documents/Adenilson/Novas%20reflex%C3%B5es%20crist%C3%A3s/Meras%20palavras.docx#_ftnref2&quot; name=&quot;_ftn2&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Livro de Gênesis cap. 6, versículo 9: &lt;i&gt;“...Noé era homem justo, íntegro entre o povo da sua época; ele andava com Deus.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoFootnoteText&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id=&quot;ftn3&quot;&gt; &lt;div class=&quot;MsoFootnoteText&quot;&gt;&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Adenilson/Documents/Adenilson/Novas%20reflex%C3%B5es%20crist%C3%A3s/Meras%20palavras.docx#_ftnref3&quot; name=&quot;_ftn3&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Evangelho de João cap. 10, versículo 10: &lt;i&gt;“...eu vim para que tenham vida e vida em abundância;”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carrancasdosaofrancisco.blogspot.com/2014/01/deus-ou-deus.html</link><author>noreply@blogger.com (Adenilson Oliveira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3030494443234041090.post-1063602854128007058</guid><pubDate>Sat, 30 Nov 2013 13:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-11-30T11:11:17.404-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Espiritualidade cristã</category><title></title><description>&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 24.6pt; margin-bottom: 3.6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; mso-outline-level: 1; text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #4e4e4e; font-family: &amp;quot;inherit&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18.0pt; letter-spacing: -.5pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Lucida Sans Unicode&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-font-kerning: 18.0pt;&quot;&gt;O Paradigma: tornando-nos mais semelhantes a Cristo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #4e4e4e; font-family: &amp;quot;inherit&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Lucida Sans Unicode&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;John Stott&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 14.4pt; margin-bottom: 9.6pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #4e4e4e; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Lembro-me muito claramente de que há vários anos, sendo um cristão ainda jovem, a questão que me causava perplexidade (e a alguns amigos meus também) era esta: Qual é o propósito de Deus para o seu povo? Uma vez que tenhamos nos convertido, uma vez que tenhamos sido salvos e recebido vida nova em Jesus Cristo, o que vem depois? É claro que conhecíamos a famosa declaração do Breve Catecismo de Westminster: “O fim principal do homem é glorificar a Deus, e gozá-lo para sempre”. Sabíamos disso e críamos nisso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 14.4pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #4e4e4e; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Também refletíamos sobre algumas declarações mais breves, como uma de apenas sete palavras: “Ama a Deus e ao teu próximo”. Mas de algum modo, nenhuma delas, nem outra que pudéssemos citar, parecia plenamente satisfatória. Portanto, quero compartilhar com vocês o entendimento que pacificou minha mente à medida que me aproximo do final de minha peregrinação neste mundo. Esse entendimento é: Deus quer que seu povo se torne semelhante a Cristo. A vontade de Deus para o seu povo é que sejamos conformes à imagem de Cristo.&lt;br /&gt;Sendo isso verdade, quero propor o seguinte: em primeiro lugar, demonstrarmos a base bíblica do chamado para sermos conformes à imagem de Cristo; em segundo, extrairmos do Novo Testamento alguns exemplos; em terceiro, tirarmos algumas conclusões práticas a respeito. Tudo isso relacionado a nos assemelharmos a Cristo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 14.4pt; margin-bottom: 9.6pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #4e4e4e; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Então, vejamos primeiro a base bíblica do chamado para sermos semelhantes a Cristo. Essa base não se limita a uma passagem só. Seu conteúdo é substancial demais para ser encapsulado em um único texto. De fato, essa base consiste de três textos, os quais, aliás, faríamos muito bem em incorporar conjuntamente à nossa vida e visão cristã: Romanos 8:29, 2 Coríntios 3:18 e 1 João 3:2. Vamos fazer uma breve análise deles.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 14.4pt; margin-bottom: 9.6pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #4e4e4e; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Romanos 8:29 diz que Deus predestinou seu povo para ser conforme à imagem do Filho, ou seja, tornar-se semelhante a Jesus. Todos sabemos que Adão, ao cair, perdeu muito — mas não tudo — da imagem divina conforme a qual fora criado. Deus, todavia, a restaurou em Cristo. Conformar-se à imagem de Deus significa tornar-se semelhante a Jesus: O propósito eterno de predestinação divina para nós é tornar-nos conformes à imagem de Cristo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 14.4pt; margin-bottom: 9.6pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #4e4e4e; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;O segundo texto é 2 Coríntios 3:18: “E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito”. Portanto é pelo próprio Espírito que habita em nós que somos transformados de glória em glória — que visão magnífica! Nesta segunda etapa do processo de conformação à imagem de Cristo, percebemos que a perspectiva muda do passado para o presente, da predestinação eterna de Deus para a transformação que ele opera em nós agora pelo Espírito Santo. O propósito eterno da predestinação divina de nos tornar como Cristo avança, tornando-se a obra histórica de Deus em nós para nos transformar, por intermédio do Espírito Santo, segundo a imagem de Jesus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 14.4pt; margin-bottom: 9.6pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #4e4e4e; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Isso nos leva ao terceiro texto: 1 João 3:2: “Amados, agora, somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque haveremos de vê-lo como ele é”. Não sabemos em detalhes como seremos no último dia, mas o que de fato sabemos é que seremos semelhantes a Cristo. Não precisamos saber de mais nada além disso. Contentamo-nos em conhecer a verdade maravilhosa de que estaremos com Cristo e seremos semelhantes a ele, eternamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 14.4pt; margin-bottom: 9.6pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #4e4e4e; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Aqui há três perspectivas: passado, presente e futuro. Todas apontam na mesma direção: há o propósito eterno de Deus, pelo qual fomos predestinados; há o propósito histórico de Deus, pelo qual estamos sendo transformados pelo Espírito Santo; e há o propósito final ou escatológico de Deus, pelo qual seremos semelhantes a ele, pois o veremos como ele é. Estes três propósitos — o eterno, o histórico e o escatológico — se unem e apontam para um mesmo objetivo: a conformação do homem à imagem de Cristo. Este, afirmo, é o propósito de Deus para o seu povo. E a base bíblica para nos tornarmos semelhantes a Cristo é o fato de que este é o propósito de Deus para o seu povo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 14.4pt; margin-bottom: 9.6pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #4e4e4e; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Prosseguindo, quero ilustrar essa verdade com alguns exemplos do Novo Testamento. Em primeiro lugar, creio ser importante que nós façamos uma afirmação abrangente como a do apóstolo João em 1 João 2:6: “Aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar assim como ele andou”. Em outras palavras, se nos dizemos cristãos, temos de ser semelhantes a Cristo. Este é o primeiro exemplo do Novo Testamento: temos de ser como o Cristo Encarnado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 14.4pt; margin-bottom: 9.6pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #4e4e4e; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Alguns de vocês podem ficar horrorizados com essa idéia e rechaçá-la de imediato. “Ora”, me dirão, “não é óbvio que a Encarnação foi um evento absolutamente único, não sendo possível reproduzi-lo de modo algum?” Minha resposta é sim e não. Sim, foi único no sentido de que o Filho de Deus revestiu-se da nossa humanidade em Jesus de Nazaré, uma só vez e para sempre, o que jamais se repetirá. Isso é verdade. Contudo, há outro sentido no qual a Encarnação não foi um evento único: a maravilhosa graça de Deus manifestada na Encarnação de Cristo deve ser imitada por todos nós. Nesse sentido, a Encarnação não foi única, exclusiva, mas universal. Somos todos chamados a seguir o supremo exemplo de humildade que ele nos deu ao descer dos céus para a terra. Por isso Paulo diz em Filipenses 2:5-8: “Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz”. Precisamos ser semelhantes a Cristo em sua Encarnação no que diz respeito à sua admirável humildade, uma humilhação auto-imposta que está por trás da Encarnação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 14.4pt; margin-bottom: 9.6pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #4e4e4e; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Em segundo lugar, precisamos ser semelhantes a Cristo em sua prontidão em servir. Agora, passemos de sua Encarnação à sua vida de serviço; de seu nascimento à sua vida; do início ao fim. Quero convidá-los a subir comigo ao cenáculo onde Jesus passou sua última noite com os discípulos, conforme vemos no evangelho de João, capítulo 13: “Tirou a vestimenta de cima e, tomando uma toalha, cingiu-se com ela. Depois, deitou água na bacia e passou a lavar os pés aos discípulos e a enxugar-lhos com a toalha com que estava cingido”. Ao terminar, retomou seu lugar e disse-lhes: “Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Porque eu vos dei o exemplo” — note-se a palavra — “para que, como eu vos fiz, façais vós também”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 14.4pt; margin-bottom: 9.6pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #4e4e4e; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Há cristãos que interpretam literalmente esse mandamento de Jesus e fazem a cerimônia do lava-pés em dia de Ceia do Senhor ou na Quinta-feira Santa — e podem até estar certos em fazê-lo. Porém, vejo que a maioria de nós fez apenas uma transposição cultural do mandamento de Jesus: aquilo que Jesus fez, que em sua cultura era função de um escravo, nós reproduzimos em nossa cultura sem levarmos em conta que nada há de humilhante ou degradante em o fazermos uns pelos outros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 14.4pt; margin-bottom: 9.6pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #4e4e4e; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Em terceiro lugar, temos de ser semelhantes a Cristo em seu amor. Isso me lembra especificamente Efésios 5:2: “Andai em amor, como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave”. Observe que o texto se divide em duas partes. A primeira fala de andarmos em amor, um mandamento no sentido de que toda a nossa conduta seja caracterizada pelo amor, mas a segunda parte do versículo diz que ele se entregou a si mesmo por nós, descrevendo não uma ação contínua, mas um aoristo, um tempo verbal passado, fazendo uma clara alusão à cruz. Paulo está nos conclamando a sermos semelhantes a Cristo em sua morte, a amarmos com o mesmo amor que, no Calvário, altruistamente se doa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 14.4pt; margin-bottom: 9.6pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #4e4e4e; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Observe a idéia que aqui se desenvolve: Paulo está nos instando a sermos semelhantes a Cristo na Encarnação, ao Cristo que lava os pés dos irmãos e ao Cristo crucificado. Esses três acontecimentos na vida de Cristo nos mostram claramente o que significa, na prática, sermos conformes à imagem de Cristo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 14.4pt; margin-bottom: 9.6pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #4e4e4e; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Em quarto lugar, temos de ser semelhantes a Cristo em sua abnegação paciente. No exemplo a seguir, consideraremos não o ensino de Paulo, mas o de Pedro. Cada capítulo da primeira carta de Pedro diz algo sobre sofrermos como Cristo, pois a carta tem como pano de fundo histórico o início da perseguição. Especialmente no capítulo 2 de 1 Pedro, os escravos cristãos são instados a, se castigados injustamente, suportarem e não retribuírem o mal com o mal. E Pedro prossegue dizendo que para isto mesmo fomos chamados, pois Cristo também sofreu, deixando-nos o exemplo — outra vez a mesma palavra — para seguirmos os seus passos. Este chamado para sermos semelhantes a Cristo em meio ao sofrimento injusto pode perfeitamente se tornar cada vez mais significativo à medida que as perseguições se avolumam em muitas culturas do mundo atual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 14.4pt; margin-bottom: 9.6pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #4e4e4e; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;No quinto e último exemplo que quero extrair do Novo Testamento, precisamos ser semelhantes a Cristo em sua missão. Tendo examinado os ensinos de Paulo e de Pedro, veremos agora os ensinos de Jesus registrados por João. Em João 17:18, Jesus, orando, diz: “Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo”, referindo-se a nós. E na Comissão, em João 20:21, Jesus diz: “Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio”. Estas palavras carregam um significado imensamente importante. Não se trata apenas da versão joanina da Grande Comissão; é também uma instrução no sentido de que a missão dos discípulos no mundo deveria ser semelhante à do próprio Cristo. Em que aspecto? Nestes textos, as palavras-chave são “envio ao mundo”. Do mesmo modo como Cristo entrou em nosso mundo, nós também devemos entrar no “mundo” das outras pessoas. É como explicou, com muita propriedade, o Arcebispo Michael Ramsey há alguns anos: “Somente à medida que sairmos e nos colocarmos, com compaixão amorosa, do lado de dentro das dúvidas do duvidoso, das indagações do indagador e da solidão do que se perdeu no caminho é que poderemos afirmar e recomendar a fé que professamos”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 14.4pt; margin-bottom: 9.6pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #4e4e4e; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Quando falamos em “evangelização encarnacional” é exatamente disto que falamos: entrar no mundo do outro. Toda missão genuína é uma missão encarnacional. Temos de ser semelhantes a Cristo em sua missão. Estas são as cinco principais formas de sermos conformes à imagem de Cristo: em sua Encarnação, em seu serviço, em seu amor, em sua abnegação paciente e em sua missão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 14.4pt; margin-bottom: 9.6pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #4e4e4e; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Quero, de modo bem sucinto, falar de três conseqüências práticas da assemelhação a Cristo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 14.4pt; margin-bottom: 9.6pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #4e4e4e; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Primeira: A assemelhação a Cristo e o sofrimento. Por si só, o tema do sofrimento é bem complexo, e os cristãos tentam compreendê-lo de variados pontos de vista. Um deles se sobressai: aquele segundo o qual o sofrimento faz parte do processo da transformação que Deus faz em nós para nos assemelharmos a Cristo. Seja qual for a natureza do nosso sofrimento — uma decepção, uma frustração ou qualquer outra tragédia dolorosa —, precisamos tentar enxergá-lo à luz de Romanos 8:28-29. Romanos 8:28 diz que Deus está continuamente operando para o bem do seu povo, e Romanos 8:29 revela que o seu bom propósito é nos tornar semelhantes a Cristo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 14.4pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #4e4e4e; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Segunda: A assemelhação a Cristo e o desafio da evangelização. Provavelmente você já se perguntou: “Por que será que, até onde percebo, em muitas situações os nossos esforços evangelísticos freqüentemente terminam em fracasso?” As razões podem ser várias e não quero ser simplista, mas uma das razões principais é que nós não somos parecidos com o Cristo que anunciamos. John Poulton, que abordou o tema num livreto muito pertinente, intitulado&amp;nbsp;&lt;i&gt;A Today Sort of Evangelism&lt;/i&gt;, escreveu:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 14.4pt; margin-bottom: 9.6pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #4e4e4e; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;“A pregação mais eficaz provém daqueles que vivem conforme aquilo que dizem. Eles próprios são a mensagem. Os cristãos têm de ser semelhantes àquilo que falam. A comunicação acontece fundamentalmente a partir da pessoa, não de palavras ou idéias. É no mais íntimo das pessoas que a autenticidade se faz entender; o que agora se transmite com eficácia é, basicamente, a autenticidade pessoal”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 14.4pt; margin-bottom: 9.6pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #4e4e4e; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Isto é assemelhar-se à imagem de Cristo. Permitam-me dar outro exemplo. Havia um professor universitário hindu na Índia que, certa vez, identificando que um de seus alunos era cristão, disse-lhe: “Se vocês, cristãos, vivessem como Jesus Cristo viveu, a Índia estaria aos seus pés amanhã mesmo”. Eu penso que a Índia já estaria aos seus pés hoje mesmo se os cristãos vivessem como Jesus viveu. Oriundo do mundo islâmico, o Reverendo Iskandar Jadeed, árabe e ex-muçulmano, disse: “Se todos os cristãos fossem cristãos — isto é, semelhantes a Cristo —, hoje o islã não existiria mais”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 14.4pt; margin-bottom: 9.6pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #4e4e4e; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Isto me leva ao terceiro ponto: Assemelhação a Cristo e presença do Espírito Santo em nós. Nesta noite falei muito sobre assemelhação a Cristo, mas será que ela é alcançável? Por nossas próprias forças é evidente que não, mas Deus nos deu seu Santo Espírito para habitar em nós e nos transformar de dentro para fora. William Temple, que foi arcebispo na década de 40, costumava ilustrar este ponto falando sobre Shakespeare:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 14.4pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #4e4e4e; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;“Não adianta me darem uma peça como&amp;nbsp;&lt;i&gt;Hamlet&lt;/i&gt;&amp;nbsp;ou&amp;nbsp;&lt;i&gt;O Rei Lear&lt;/i&gt;&amp;nbsp;e me mandarem escrever algo semelhante. Shakespeare era capaz, eu não. Também não adianta me mostrarem uma vida como a de Jesus e me mandarem viver de igual modo. Jesus era capaz, eu não. Porém, se o gênio de Shakespeare pudesse entrar e viver em mim, então eu seria capaz de escrever peças como as dele. E se o Espírito Santo puder entrar e habitar em mim, então eu serei capaz de viver uma vida como a de Jesus”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 14.4pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #4e4e4e; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Para concluir, um breve resumo do que tentamos pensar juntos aqui hoje: O propósito de Deus é nos tornar semelhantes a Cristo. O modo como Deus nos torna conformes à imagem de Cristo é enchendo-nos do seu Espírito. Em outras palavras, a conclusão é de natureza trinitária, pois envolve o Pai, o Filho e o Espírito Santo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 14.4pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 14.4pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Fonte do original em inglês: &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10.0pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.langhampartnership.org/2007/08/06/john-stott-address-at-keswick/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #3366ff; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;http://www.langhampartnership.org/2007/08/06/john-stott-address-at-keswick/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #3366ff; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Tradução: F. R. Castelo Branco | Outubro 2007. &amp;nbsp;Este artigo foi postado por&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://ultimato.com.br/sites/john-stott/author/ultimatoonline/&quot; title=&quot;Artigos por Ultimatoonline &quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext;&quot;&gt;Ultimatoonline&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;em 1 de novembro de 2012 às 13:51, e está arquivado em&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10.0pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://ultimato.com.br/sites/john-stott/category/artigos/&quot; title=&quot;Ver todos os posts em Artigos&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Artigos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carrancasdosaofrancisco.blogspot.com/2013/11/o-paradigma-tornando-nosmais.html</link><author>noreply@blogger.com (Adenilson Oliveira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3030494443234041090.post-1532647611804590703</guid><pubDate>Sat, 30 Nov 2013 12:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-11-30T10:49:07.411-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Espiritualidade cristã</category><title>Vendo &quot;os invisíveis&quot;</title><description>&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Jesus nasceu no cenário singular de uma obscura cidade no interior da Palestina. Seus primeiros visitantes foram uns pastores que trabalhavam na periferia, gente do povo. O local, uma estrebaria escura e abandonada. E o berço um “cocho”, um recipiente onde se colocava comida para os animais. Esse foi o arranjo inusitado no qual nasceu o Salvador do mundo. Nada de luzes, nem presentes caros, nem banquetes, nem gente arrumadinha e cheirosa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Meditando sobre o nascimento de Jesus, e levando em conta os episódios históricos que envolveram o evento, creio que Deus estava oferecendo ao mundo um Salvador e uma nova agenda pela qual orientarmos a existência. Ele parece querer sensibilizar as pessoas e fazê-las olhar para aquelas realidades que o mundo considera irrelevante e que não faz sucesso na mídia. O nascimento de Jesus é um chamado à conversão. A considerarmos a vida sob a dinâmica de outro eixo que não seja o mercado, nem a luta individualista pelo sucesso pessoal e, muito menos o consumismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Através da forma como Jesus nasceu neste mundo Deus nos convida a abrirmos mão de posições e status que têm sido os elementos reguladores da vida contemporânea. Nestes tempos em que o valor das pessoas está atrelado ao lugar na escala social e às suas possibilidades de consumo, Jesus nos chama a percebermos &amp;nbsp;as pessoas pelo que são e não pelo que têm.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://revtriana.files.wordpress.com/2013/01/madre-teresa-de-calcuta1.jpg?w=300&amp;amp;h=212&quot; /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shapetype id=&quot;_x0000_t75&quot;  coordsize=&quot;21600,21600&quot; o:spt=&quot;75&quot; o:preferrelative=&quot;t&quot; path=&quot;m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe&quot;  filled=&quot;f&quot; stroked=&quot;f&quot;&gt; &lt;v:stroke joinstyle=&quot;miter&quot;/&gt; &lt;v:formulas&gt;  &lt;v:f eqn=&quot;if lineDrawn pixelLineWidth 0&quot;/&gt;  &lt;v:f eqn=&quot;sum @0 1 0&quot;/&gt;  &lt;v:f eqn=&quot;sum 0 0 @1&quot;/&gt;  &lt;v:f eqn=&quot;prod @2 1 2&quot;/&gt;  &lt;v:f eqn=&quot;prod @3 21600 pixelWidth&quot;/&gt;  &lt;v:f eqn=&quot;prod @3 21600 pixelHeight&quot;/&gt;  &lt;v:f eqn=&quot;sum @0 0 1&quot;/&gt;  &lt;v:f eqn=&quot;prod @6 1 2&quot;/&gt;  &lt;v:f eqn=&quot;prod @7 21600 pixelWidth&quot;/&gt;  &lt;v:f eqn=&quot;sum @8 21600 0&quot;/&gt;  &lt;v:f eqn=&quot;prod @7 21600 pixelHeight&quot;/&gt;  &lt;v:f eqn=&quot;sum @10 21600 0&quot;/&gt; &lt;/v:formulas&gt; &lt;v:path o:extrusionok=&quot;f&quot; gradientshapeok=&quot;t&quot; o:connecttype=&quot;rect&quot;/&gt; &lt;o:lock v:ext=&quot;edit&quot; aspectratio=&quot;t&quot;/&gt;&lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape id=&quot;Imagem_x0020_3&quot; o:spid=&quot;_x0000_i1026&quot; type=&quot;#_x0000_t75&quot;  alt=&quot;http://www.vidacrista.org.br/wp-content/uploads/2012/05/12311-300x212.jpg&quot;  style=&#39;width:225pt;height:159pt;visibility:visible;mso-wrap-style:square&#39;&gt; &lt;v:imagedata src=&quot;file:///C:\Users\ADENIL~1\AppData\Local\Temp\msohtmlclip1\01\clip_image001.jpg&quot;   o:title=&quot;12311-300x212&quot;/&gt;&lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: right;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=3030494443234041090&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=3030494443234041090&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Na criança da manjedoura que nos é apresentada como o sinal da redenção, somos chamados a reconhecer que viver o Reino de Deus é ser capaz de se encantar com pequenas coisas e com gestos simples.&amp;nbsp; Significa entender que somos mais felizes quando buscamos a felicidade e o bem do outro, mesmo quando os gestos são singelos e não aparecem&amp;nbsp; nas manchetes. &amp;nbsp;Nisto me parece consistir o &lt;i&gt;“buscar o Reino de Deus em primeiro lugar” &lt;/i&gt;registrado nos evangelhos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Além disso, a criança da manjedoura traz ao mundo outras inspirações que são renovadas ao nascimento de cada criança hoje. A criança é um ser curioso, está sempre fazendo novas experiências, novas tentativas de fazer as coisas. As crianças geralmente não têm medo de errar. Nessa sua inquietação muitas vezes são vistas como seres incômodos, pois são uma constante ameaça ao mundo organizado dos adultos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Outro fato significativo é a enorme capacidade de superação que têm as crianças. Sua alma não é capaz de guardar mágoas ou ressentimentos. São abertas à reconciliação. Se há uma briga, instantes depois estão novamente brincando juntas. Não foi sem razão que Jesus afirmou que para entrarmos no seu Reino precisamos nos tornar como crianças.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Um fato notório nesses pequenos seres é que eles não têm preocupações. Nem com o amanhã, nem com a própria segurança. Por isso são tão vulneráveis à insânia dos perversos. Vivem o momento presente e absorvem dele o máximo sem ansiedades porque estão totalmente entregues aos cuidados dos pais. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt;&quot;&gt;As crianças caminham com autêntica naturalidade do choro ao riso. A autenticidade é um outro elemento a ser inserido em nossas agendas. A vivência adulta nos ensina o uso de tantas máscaras que poderemos despertar num certo dia e termos dúvidas sobre quem somos de fato. Além disso, nossos escrúpulos de adultos, muitas vezes, fazem-nos assumir mais coisas, responsabilidades e compromissos do que realmente podemos dar conta porque não somos autênticos o suficiente para simplesmente dizermos “não”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Finalmente, a criança da manjedoura nos convida a &lt;b&gt;sonhar&lt;/b&gt;. As crianças são craques em sonhar de olhos abertos e a imaginar as coisas mais fantásticas. Sonhar implica em ter esperanças para redesenhar a vida. Somos chamados a renovar nossa capacidade de sonhar. Diante da dureza da vida muitas vezes paramos de sonhar até com medo de sermos frustrados. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt;&quot;&gt;À luz dessas coisas é muito interessante pensarmos em nossas agendas. Quais são os princípios que tem regido nossa existência? &amp;nbsp;Que critérios têm orientado nossos planos? É possível avaliarmos os nossos projetos pessoais considerando aquelas coisas que ficam de fora. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shape id=&quot;Imagem_x0020_1&quot;  o:spid=&quot;_x0000_i1025&quot; type=&quot;#_x0000_t75&quot; alt=&quot;http://observatorio-das-desigualdades.cies.iscte.pt/content/indicators/pobreza_mundo_bancomundial_imagem.jpg&quot;  style=&#39;width:200.25pt;height:200.25pt;visibility:visible;mso-wrap-style:square&#39;&gt; &lt;v:imagedata src=&quot;file:///C:\Users\ADENIL~1\AppData\Local\Temp\msohtmlclip1\01\clip_image002.jpg&quot;   o:title=&quot;pobreza_mundo_bancomundial_imagem&quot;/&gt;&lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://observatorio-das-desigualdades.cies.iscte.pt/content/indicators/pobreza_mundo_bancomundial_imagem.jpg&quot; style=&quot;text-align: right;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Olhemos uma vez mais para o menino em sua manjedoura. Certamente dali fluirá um novo sopro de vigor espiritual para a existência e uma nova esperança para a eternidade que nos dará um outro jeito de vermos as pessoas, marcado pela solidariedade sobretudo com aqueles seres humanos e cenários que a maioria de nós simplesmente não quer ver.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carrancasdosaofrancisco.blogspot.com/2013/11/vendo-os-invisiveis.html</link><author>noreply@blogger.com (Adenilson Oliveira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3030494443234041090.post-6754483658944351745</guid><pubDate>Wed, 16 Oct 2013 01:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-10-15T23:15:59.768-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">História</category><title>História: indivíduo e sociedade</title><description>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A história até o século XIX, era concebida enquanto realização de sujeitos individuais investidos de poder político-econômico. Os feitos desses personagens consignados em documentos oficiais escritos, pautados numa cronologia linear, factual, definiam o status de historicidade. A sociedade era compreendida a partir das configurações resultantes da decantação das ações desses grandes homens vinculados a instituições representativas como a Igreja, o Estado ou uma dinastia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Tais perspectivas definiam o perfil geral da chamada história tradicional que entre o final do século XIX e início do XX, passou a ser questionado pelas ciências sociais, provocando uma crise nas concepções teóricas da história. Imbuídos dos desafios teóricos colocados pelas ciências sociais os novos historiadores começaram a desconfiar da pretensa objetividade daquela modalidade historiográfica e a perceber os limites do tipo de documentação até então reconhecido para embasar a escrita da história.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Naquele momento o discurso histórico se configurava numa narrativa personalista, enaltecedora do Estado estabelecida numa cronologia linear evolutiva. O papel e o destino dos indivíduos – os grandes personagens imortalizados – era determinante para a &amp;nbsp;afirmação da idéia de nação enquanto referência para a memória de um povo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A hegemonia da chamada história tradicional começou a ruir no começo do século XX, com as objeções colocadas pelos historiadores vinculados ao movimento dos annales. Influenciados pelas ciências sociais, especialmente pela sociologia de Émile Durkheim, perceberam a fragilidade teórica da história tradicional (Escola Metódica). E para constituir-se num conhecimento mais efetivo era necessário um alargamento da concepção de documento histórico, incluindo também aqueles involuntários, além disso, era preciso baixar o olhar para as “massas” e agregar métodos, técnicas e até suprir-se com os resultados construídos por outras ciências sociais, procurando desenvolver um trabalho interdisciplinar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Requeria-se que a história deixasse sua zona de segurança (e isolamento) para expor-se ao combate com as ciências vizinhas para melhor desenvolver sua “missão”. Configurou-se, assim, o surgimento de uma história social cujo interesse não se resumia aos indivíduos, mas se estendia à coletividade. Seu objeto é o destino da sociedade enquanto totalidade numa tentativa de abarcar todos os tipos de experiência humana. Emergia uma nova cultura historiográfica que viria a se estabelecer no século XX, definindo como sujeito histórico o movimento das multidões (pessoas comuns) em suas ações na sociedade sob as demandas de um sistema econômico no decorrer do tempo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;O papel do historiador também sofreu uma alteração nessa transição pois, passou a ter um papel ativo frente a seus documentos superando a condição de mero compilador de informações. Seu ofício passou a ser orientado pela utilização de novos conceitos e pela a aplicação de princípios teóricos explicativos que davam à história um caráter de atividade intelectual efetiva. No lugar da história política, que valorizava o indivíduo, os historiadores dos annales concentraram seus estudos no fato social, enquanto totalidade evidenciando o tônus geral da sociedade em todas as suas esferas: sociais, econômicas e culturais. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;No entanto, isto não significou um desprezo pelos indivíduos, antes operou-se uma mudança de percepção de seu papel na história. O reconhecimento dos indivíduos na história pelos annales pode ser visualizado pelo tratamento que L. Febvre deu a alguns personagens escrevendo-lhes biografias (Lutero, Rabelais). Porém, nessas obras o indivíduo em análise não é considerado enquanto figura exemplar com um fim em si mesmo, cuja importância histórica advém tão somente de seu status político. Antes, a atenção foi posta no indivíduo para se identificar nele especificidades de uma época, ou seja, o indivíduo é analisado com vistas a se compreender a sociedade da qual seria uma espécie de catalisador. Trata-se de um instrumental da história social para a elucidação de uma coletividade num determinado período.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carrancasdosaofrancisco.blogspot.com/2013/10/historia-individuo-e-sociedade.html</link><author>noreply@blogger.com (Adenilson Oliveira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3030494443234041090.post-4055610508264951719</guid><pubDate>Tue, 01 Oct 2013 01:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-09-30T22:16:00.266-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">História</category><title>História e interpretação</title><description>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A escrita da história é um dos temas mais problematizados no ofício de historiador. A configuração do discurso historiográfico em sua natureza, objetividade e até legitimidade é objeto de recorrentes debates no campo da teoria da história. A característica marcante das coisas deste mundo é o fato de trazerem a marca da historicidade, ou seja, não existem simplesmente, mas tem uma história, mesmo aquelas que se apresentam como se fossem naturais e existissem desde sempre. Antes resultam do gênio humano e ganharam aspecto contemporâneo ao longo dos anos, décadas ou séculos de lenta construção. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Até constituir-se numa “peça” historiográfica o trabalho do historiador passa por um processo de elaboração em que são feitas escolhas teóricas e metodológicas – inevitavelmente marcadas pela subjetividade do historiador - que influenciarão de forma determinante o trabalho final. A escrita da história tenta articular o passado, não na expressão crua de sua ocorrência, mas enquanto discurso compreensível nos limites das fontes disponíveis e circunscrito às questões levantadas pelo historiador. Como a relação com o passado só se viabiliza através de seus vestígios e estes não se constituem numa crônica natural que fala para sí mesma sem interferências, o passado, configurado na obra historiográfica não é uma descrição, mas uma construção resultante da ação do historiador na articulação de suas fontes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A tarefa se inicia a partir de questões para as quais se busca respostas. Munido de perguntas o historiador parte para o inventário de suas fontes que são: artefatos escritos, ou não, aos quais o historiador atribui o status de fontes. Caberá, portanto, ao pesquisador da história organizar, recortar, formatar elementos dispersos do passado escolhendo o que excluir e o que incluir segundo critérios que os tornem compreensíveis ao público a que se destina. Segundo Manoel Luiz Salgado Guimarães, opera-se aí uma verdadeira “domesticação do passado”. Uma das marcas da “operação historiográfica”, para usar uma expressão de Michel de Certeau, é o fato de que para transformar as práticas e ações humanas aleatórias em fato histórico, faz-se necessário ordená-los, segundo critérios pertinentes ao ofício de historiador e escritura-los num recorte temporal, a partir de questões postas pelo presente (para marcar um dos princípios dos ANNALES).&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Na construção de seu trabalho o historiador se torna, ao mesmo tempo, um intérprete de suas fontes. A compreensão que obtém de seu material é, pois, compreensão interpretada. Tal fenômeno, na perspectiva de teóricos de tendências positivistas, põe em questão a objetividade da história enquanto pensada nos moldes da ciência como se buscou no século XIX. Tal resistência abre espaço para se considerar que a objetividade em história não se assenta na coincidência cabal entre o vivido e o narrado, comparável àquela que se espera da ciência, mas numa objetividade possível à racionalidade da história. Considerando que a história é um conhecimento que é construído através de vestígios ou indícios, o historiador nunca se defronta objetivamente com o passado em sí por tratar-se de uma impossibilidade. Assim o objeto da história não é o passado integral tal como se deu, mas os vestígios deixados pelos homens que o experienciaram.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Na abordagem do passado o historiador não encontrará um passado consignado e latente em documentos (história metódica), antes terá de reconstruir esse passado guiado por questões específicas que, por sua vez, serão o parâmetro para a escolha das fontes dentre a diversidade de “vestígios” que esteja à sua disposição. Nesta perspectiva&amp;nbsp; o historiador “fabrica” seus fatos históricos, escolhe suas fontes e define sua metodologia. Tal conjunto lhe servirá de instrumental para responder a suas questões/hipóteses, constituindo assim uma (nova) versão histórica de determinado tema. Com isso o historiador oferece à sociedade uma nova representação do passado histórico que entrará em diálogo com outras representações já estabelecidas sobre o mesmo assunto, &amp;nbsp;seja como versão complementar contestando fontes ou metodologia, seja como desconstrução total de representações anteriores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A escrita da história, portanto, se inscreve num processo contínuo de reescritas - que são também releituras – do passado. Assim, o caráter interpretativo está incontornavelmente vinculado ao ofício de historiador. Nesse aspecto tanto a história chamada oficial, como suas versões críticas, estão ancoradas pelo viés da interpretação e, tanto a uma como às outras subjaz motivações sócio-políticas com interesses próprios na defesa de suas pautas. Portanto, o uso de novas técnicas, a elaboração de novas metodologias, a descoberta de novas fontes, a formulação de novas questões sobre o tema, ou ainda a adoção de novas abordagens teóricas são fatores que podem originar novas interpretações históricas demonstrando o caráter dinâmico do conhecimento histórico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;O caráter fragmentário das fontes cria espaços em branco na pesquisa histórica, os quais são preenchidos por algum conteúdo imaginativo (Collingwood). Tal conteúdo não se resume a um ato aleatório ou a uma simples invenção. Antes, guiado pelo teor geral das fontes e pelo próprio tema abordado, o historiador levanta hipóteses sobre o que poderia ter ocorrido naquele hiato deixado pelas fontes e supre tais lacunas com a informação imaginativa que seja pertinente e coerente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;No entanto, para que tal construção seja reconhecida como obra historiográfica é necessário que ela passe pelo crivo de um processo em que se combinam um lugar social de fala e referências, com os procedimentos próprios à prática historiográfica configurados afinal numa escrita. Segundo M. de Certeau, essas são as premissas que dão dignidade historiográfica à obra de historiador.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carrancasdosaofrancisco.blogspot.com/2013/09/historia-e-interpretacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Adenilson Oliveira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3030494443234041090.post-2762541657794993130</guid><pubDate>Mon, 30 Sep 2013 13:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-09-30T10:35:59.497-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Espiritualidade cristã</category><title>As estranhas escolhas de Deus</title><description>&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt;&quot;&gt;O modo de Deus fazer as coisas é sempre surpreendente e, por vezes, estranho para a lógica humana. Parece que Deus vê as coisas de ponta cabeça. Para ilustrar isso basta fazer uma rápida viagem pela história bíblica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Ele escolhe um jovem casal pobre para assumir a paternidade terrena de seu filho Jesus. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Escolhe uma cidade longínqua e insignificante no interior da Palestina como local para o nascimento desse Filho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Escolhe um grupo de pastores pobres, gente da periferia, como os primeiros convidados a conhecer o menino recém-nascido e o significado de seu nascimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Esse Filho, por sua vez, adota um comportamento estranho para a época e cultura:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Toca em leprosos, perdoa adúlteros, dialoga com prostituas, convive com pessoas de reputação suspeita, adota o amor e o perdão como respostas às atitudes e ações agressivas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Identifica as crianças como padrão de pureza e põe em questão a sabedoria dos adultos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Exalta os fracos e ignorantes e expõe a insensatez dos sábios e entendidos deste mundo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Faz sua entrada em Jerusalém como filho de Deus, o Messias, montado num jumento. Com essa atitude zomba da pretensão dos homens sempre ávidos por receberem homenagens e demonstrarem prestígio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Confia a tarefa de anunciar a mais importante notícia de todos os tempos a um grupo de homens iletrados, sem educação refinada, que não conheciam os clássicos da literatura, nem da filosofia grega e nem da ciência. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Escolhe a “loucura” da pregação como instrumento de anúncio da graça salvadora de Deus. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Morre como um marginal sob as mais abjetas humilhações e transforma a cruz, antigo símbolo de maldição, em instrumento de salvação. E, por fim, subvertendo a ordem natural do mundo até aquele momento, ressuscita de modo glorioso para a absoluta derrota do inferno,&amp;nbsp; para surpresa de seus perseguidores, e para a suprema alegria de seus seguidores e de todos os que nEle crêem. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt;&quot;&gt;A ordinária lógica humana jamais será suficiente para compreendê-lo e nunca encontrará categorias para definí-lo. Nada nos resta a não ser cairmos diante dEle em adoração à semelhança do Apóstolo Paulo... “Oh profundidade das riquezas tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus... quem conheceu a mente do nosso Senhor?”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carrancasdosaofrancisco.blogspot.com/2013/09/as-estranhas-escolhas-de-deus.html</link><author>noreply@blogger.com (Adenilson Oliveira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3030494443234041090.post-1781987035330048523</guid><pubDate>Tue, 23 Jul 2013 16:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-23T13:07:31.504-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Projeto Xique-xique</category><title></title><description>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Dia 20.07.2013, de volta a Ribeirão Preto &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;O dia amanheceu sob uma chuva fina e serena. O barulho suave no telhado convidava a permanecer na cama um pouco mais. Hoje eu não consegui levantar cedo e me deixei ficar um pouco mais. Depois da pesada jornada de ontem os músculos reclamaram um pouco mais de repouso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;O programa de hoje era visitar os Caldeirões do Serrano e o salão de Areia, porém, alguns de nós resolveram ficar para arrumar as malas e relaxar um pouco na manhã nublada. Os demais fizeram um rápido passeio e voltaram mais uma vez exaltando com superlativos tudo o tinham visto e experimentado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Assim, com todos já bastante cansados nos despedimos de Nunes, o simpático caseiro e nosso guia em nossos passeios. Uma ultima olhada no cenário que envolve a aconchegante Lençóis e, então, por volta de 12:30 partimos de volta a Ribeirão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carrancasdosaofrancisco.blogspot.com/2013/07/dia-20.html</link><author>noreply@blogger.com (Adenilson Oliveira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3030494443234041090.post-3013750937427133891</guid><pubDate>Tue, 23 Jul 2013 16:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-23T13:17:29.833-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Projeto Xique-xique</category><title></title><description>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;Dia 19/07/2013, Passeio em Lençóis, Ba&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;Hoje eu, Dino, Francisco, Jaderson,&amp;nbsp; além do Nunes, nosso guia, saimos por volta das 06 horas&amp;nbsp; para o mercado comprar mantimentos para o café da manhã.&amp;nbsp; Enquanto esperávamos a abertura do estabelecimento, que funciona a partir das 07 horas, fomos surpreendidos pela aproximação amistosa, mas um tanto arisca, de um simpático cachorrinho arrastando uma corrente presa a sua coleira o que denunciava sua condição de fugitivo. Dino fez várias fotos do cãozinho pinscher. Eu tentei carregá-lo no colo mas ele não foi receptivo a minha demonstração de carinho. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;Pouco depois ouvimos uma voz feminina chamando: “Torresmo vem cá”. Tratava-se da dona do animalzinho que atendia pelo curioso nome de “Torresmo”. Comentei maldosamente com Dino: “Realmente, para um pitbull este pequeno “au,au” é apenas um “torresmo”, um aperitivoI!!! Xi!!! Soou mal hein? Tomara que Fabiana e Solimar não leiam este comentário, tudo brincadeirinha…&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;Depois dessa singela experiência tomamos um delicioso café e saimos para o passeio cujo roteiro foi sugerido pelo Pr. Jaderson conhecedor de alguns dos &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;recantos&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;mais&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt; belos da Chapada Diamantina. Percorremos um pequeno trecho da BR 242 (que liga a Bahia a Brasília), depois seguimos a pé por uma trilha bastante acidentada entre as rochas&amp;nbsp; margeada por uma vegetação que mistura cerrado e caatinga. Caminhávamos entre comentários sobre a beleza do lugar e eventuais lamentos de cansaço emitidos por algumas de nossas companheiras de viagem. Pequenos lagartos cruzavam&amp;nbsp; nosso caminho sem parecerem assustados com a nossa presença barulhenta. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;Assim, na manhã ensolarada nos deparamos com a enorme cavidade na rocha onde jorra uma&amp;nbsp; cachoeira de 20 metros, Segundo fui informado, cuja corrente cai nas águas negras do “Poço do Diabo”. No lugar há diversão para todos, mesmo para os que não sabem nadar. Pode-se praticar o rapel &amp;nbsp;nos 20 metros de bordas escarpadas, descer na grande tiroleza que parte de uma altura de 20 metros e termina nas águas do poço, mergulhar nalgum dos &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;pequenos&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt; poços que se formam no entorno ou simplesmente deixar-se ficar às margens contemplando a magnífica paisagem e ouvindo o tranquilizador barulho das águas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;Alguns de nossos companheiros saltaram na tirolesa que parte de uma altura de 20 metros. A maioria, porém, preferiu apenas usufruir do delicioso banho nas águas geladas do lago. Outros optaram por apenas contemplar a paisagem sob um sol cálido e acolhedor do inverno na Chapada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;No retorno o espetáculo ficou por conta dos micos que povoam a região. Devido ao movimento constante de gente na área eles convivem pacificamente com os humanos. Em princípio observam meio desconfiados. Depois esboçam aproximação. Mas, basta oferecer-lhes algo para comer que, logo se aproximam, apoiam-se levemente na mão da gente e, com incrivel habilidade, apoderam-se da comida com os dentes e retiram-se rapidamente. Ao serem observados por nossos sedentos fotógrafos esses animaizinhos olhavam curiosamente e pareciam até que faziam. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;A próxima parada&amp;nbsp; de nosso roteiro turístico foi na famosa “Pratinha”. É um complexo de águas naturais, a céu aberto e subterrâneas. As opções para usufruir do lugar são várias: desde o simples banho na “Prainha”, passando pelo convidativo passeio de caiaque nas águas cristalinas, a tirolesa (de 85 metros de extensão e 12 de altura), a “flutuação” até a visita à “Gruta Azul”. A exemplo da maioria dos turistas com os quais estava, optei pela flutuação, com uma “ajudazinha” básica do Dino. É um passeio que dura trinta minutos num percurso de 170 metros numa gruta inundada cuja profundidade chega a 14 metros nos pontos mais profundos. Usando snorkel, máscara, coletes salva-vidas, pés-de-pato e lanternas, percorre-se esse trajeto flutuando sob a orientação de um guia. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;O problema inicial é ter que ficar respirando pela boca durante esse tempo. Mas, passado o estranhamento inicial e, contando com o incentivo dos guias e o apoio dos companheiros de viagem, é só relaxar e curtir.&amp;nbsp; A água cristalina e incrivelmente azul dá a sensação de se estar dentro de um aquário. No final do percurso, na parte mais clara da gruta, peixinhos aparecem nos cercando&amp;nbsp; como se nos cumprimentassem&amp;nbsp; e agradecessem pela visita. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;Depois a turma partiu para a Gruta azul onde n&lt;span style=&quot;background: white; color: #333333;&quot;&gt;ão é permitido nadar , nem sequer mexer nas águas com a mão ou o pé. Segundo o Guia um simples toque turva toda a água e perde-se o belo espetáculo.&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Entrando pela boca da caverna, os raios solares atingem o lago interior, provocando um efeito visual surpreendente dando às aguas uma forte tonalidade azulada devido aos minerais no fundo da gruta. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;Finalizamos o dia subindo &amp;nbsp;Morro do Pai Inácio de onde, além da vista maravilhosa, contemplamos o pôr-do-sol. Enquanto escondia-se no horizonte o sol emitia sua luz alaranjada que progrediu para um tom mais encarnado aproximando-se do vermelho. Como as variações de uma sinfonia ou as tonalidades de um quadro, nesse momento uma nuvem se interpôs ao astro rei, como uma pincelada final arrematando a paisagem agora eternizada em nossa memória.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carrancasdosaofrancisco.blogspot.com/2013/07/dia-19072013-passeio-em-lencois-ba_23.html</link><author>noreply@blogger.com (Adenilson Oliveira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3030494443234041090.post-5171962768025429412</guid><pubDate>Tue, 23 Jul 2013 15:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-10-15T23:13:22.807-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Espiritualidade cristã</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Projeto Xique-xique</category><title></title><description>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Comic Sans MS&amp;quot;;&quot;&gt;18/07/2013, Deixamos Xique-Xique&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Comic Sans MS&amp;quot;;&quot;&gt;Partimos de Xique-Xique pouco depoi s das sete horas da manhã. &amp;nbsp;Por volta das 12:30 chegamos à simpática cidade de Iraquara-Ba, &amp;nbsp;onde almoçamos e em seguida nos dirigimos para conhecer a Gruta da Lapa Doce. É uma enorme caverna de 850 metros de extensão formada há milhões de anos pela força de correntes de águas subterrâneas que perfurou a rocha criando um verdadeiro labirinto de cavernas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Comic Sans MS&amp;quot;;&quot;&gt;No trajeto apreciamos a beleza das estalactites e estalagmites que são formações rochosas resultantes da ação das águas das chuvas que se infiltram no terreno que recobre a caverna, formando essas enormes esculturas no teto e no solo da caverna produzindo um&amp;nbsp; cenário singular. Estalactites são as que se formam no teto da caverna escorrendo em direção ao solo,&amp;nbsp; estalagmites as que se formam no solo da caverna e crescem em direção ao teto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Comic Sans MS&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Comic Sans MS&amp;quot;;&quot;&gt;O processo de formação de uma estalactite ou de uma estalagmite é muito lento, leva cerca de 40 anos para formar-se apenas um centimetro. No interior da caverna não é permitido tocar em nenhuma dessas rochas pois são muito frágeis. Segundo Lucia, que nos servia de guia, nós temos uma oleosidade natural nas mãos cujo contato com aquelas rochas produz a “morte” &amp;nbsp;da formação. Fiquei surpreso pois eu nem sabia que aquilo era vivo! Várias dessas rochas adquiriram formas curiosas parecendo que foram calculadamente esculpidas. Algumas lembram algum animal como um leão, um lagarto, um pássaro. Há uma, &amp;nbsp;chamada de Coruja Gigante, que é a maior estalagmite do conjunto de cavernas conhecido da Chapada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Comic Sans MS&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Comic Sans MS&amp;quot;;&quot;&gt;Essa caverna que visitamos é um pequeno trecho dos 40 km de labirintos de cavernas já conhecidos e mapeados. Segundo Lúcia, há mais uns 70km de cavernas ainda não explorados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Comic Sans MS&amp;quot;;&quot;&gt;Já no final da caminhada um momento de surpreendente beleza: “o apagão”. Todas as lanternas foram apagadas e todas vozes silenciadas ficando apenas o “som” de nossas almas e a luz de nossa imaginação. A grandeza espiritual desse momento arrancou fervorosas expressões de adoração e louvor a Deus, o escultor de tão magnífica obra. A própria Lúcia, exultou recitando um versículo bíblico. Descobrimos depois que ela é da Assembléia de Deus.&amp;nbsp; Do meu lado, um choro contido se fez ouvir, era Bruninha Oliveira que, com lágrimas adorava o Criador. &lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carrancasdosaofrancisco.blogspot.com/2013/07/18072013-deixamos-xique-xique.html</link><author>noreply@blogger.com (Adenilson Oliveira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3030494443234041090.post-1616046711021282870</guid><pubDate>Tue, 23 Jul 2013 15:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-23T13:14:04.613-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Projeto Xique-xique</category><title></title><description>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;b&gt;Dia 17/07/2013, Xique-Xique, Bahia.&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Hoje uma pequena equipe formada por Jaderson, Adenilson, Dino, Rose&amp;nbsp; e Creuza, além de Cristina e Edson da Igreja Congregacional&amp;nbsp; de Xique-Xique e Paulo, guarda da escola onde funciona o Projeto Fonte do Saber,&amp;nbsp; deslocaram-se &amp;nbsp;até a ilha Juremal onde Cristina desenvolve um trabalho de evangelização de crianças.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Cristina converteu-se em 2010 e desde então começou essa atividade&amp;nbsp; com as crianças da Ilha ao perceber a grande carencia na qual vivem. Cristina vive de um pequeno comércio de gêneros alimentícios e, por ter &amp;nbsp;parentes na Ilha, mantém contato permanente com essa comunidade. Ela disse que existem cerca de 20 crianças e adolescentes de 04 a 14 anos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Aos sábados Cristina se desloca para fazer seu trabalho como vendedora de pão, bolachas e sonho. Após desincumbir-se de suas obrigações ela reune as crianças num salãozinho e conta histórias de Jesus, dá instruções sobre higiene e orienta sobre outros temas importantes. Depois ela distribui lanche completando a alegria da garotada. Cristina afirmou que um dos problemas que mais ameaça as criancas, especialmente as meninas, e a pedofilia. Disse-nos ela que quando nas meninas começa a esboçar o surgimento dos seios os homens – inclusive casados - &amp;nbsp;já ficam de olho. É uma situação assustadora que se perpetua pela ausência de orgãos de defesa&amp;nbsp; e proteção da infância e juventude agravada pela falta da ação policial na Ilha deixando essas crianças e adolescents à mercê dos criminosos. Durante nossa visita conhecemos uma garota de treze anos com um filho de dois meses. O pai do bebê é um homem casado e, é claro, não dá a mínima assistência.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Não é possível chegar à Ilha de automóvel. Só é acessível de moto,&amp;nbsp; de bicicleta, ou de jegue. Este ultimo é um recurso que praticamente não se usa mais, mesmo nos rincões mais remotos do Norte e Nordeste. O cenário das pequenas cidades e povoados foi progressivamente dominado primeiro pelas bicicletas e agora, cada vez mais,&amp;nbsp; pelas motocicletas. É necessário fazer uma pequena travessia de um&amp;nbsp; estreito do São Francisco que separa a Ilha do continente numa canoa motorizada. Para Rose e Creuza viajar nesse tipo de embarcação foi uma novidade. O trajeto em terra fizemos em 04 motocicletas por uma trilha estreita e poeirenta. Nalguns trechos era necessário descermos dos veículos para atravessarmos pequenas pontes chamadas “mata-burros”. Consistem em estacas de madeira estendidas paralelas umas às outras atravessadas sobre um buraco na estrada para permitir a passagem. A vista do Rio São Francisco com suas águas caudalosas e suas margens cobertas de verde&amp;nbsp; ameniza a visão desoladora de pobreza e sofrimento que vimos no trecho habitado da Ilha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;&amp;nbsp;A Ilha é marcada pela extrema pobreza. Noventa por cento das casas é de pau-a-pique (taipa). Algumas não tem sequer janelas, no lugar são colocadas varas para evitar que animais possam entrar. Tão baixinhas e mirradas eram que precisávamos nos curvar para poder entrar. O piso é de chão batido. Segundo Cristina, a fome por essas bandas é uma companhia constante. Fazer as três refeições diariamente ainda é um “luxo” para algumas dessas famílias. A contemplação desse cenário inóspito levou nossa irmã Rose às lágrimas&amp;nbsp; mais de uma vez, ao longo de nossa breve peregrinação pela Ilha Juremal. Apesar disso, é um povo receptivo. Fomos convidados a visitar e orar por algumas pessoas o que fizemos com grande satisfação e falamos da única e verdadeira esperança: Jesus Cristo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Reunidas as crianças e, com o auxilio de Creuza, eu lhes contei a história “A alegoria das ferramentas”, consegui arrancar risos das crianças com as minhas tentativas toscas de dramatizar a narrativa dando voz às ferramentas. Depois o Dino instruiu as crianças como fazer a higiene bucal e distribuiu kits de higiene para todas elas contendo um sabonete, um creme e um fio e uma escova dental, material integrante das atividades do Projeto Xique-Xique. Rose encerrou esse momento contanto seu testemunho pessoal e desafiando os presents a crerem em Jesus. Foi um momento emocionante e, para mim, surpreendente, porque nunca tinha visto a Rose falar em público e de uma maneira tão desambaraçada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Na sequência Jaderson, já quase sem voz, mas visivelmente entusiasmado por estar ali, proporcionou momentos de grande alegria para a criançada com uma série de brincadeiras. Posteriormente foram distribuidas sandálias tipo “crocs”, uma par para cada criança junto com um livro contendo exercícios e brincadeiras utilizando conteúdo bíblico. Este material é resultado de um convênio do Projeto Fonte do Saber com Sociedade Bíblica do Brasil. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Após realizarmos nossas atividades missionárias, Cristina levou-nos para vermos o Rio de perto. Então, o Edson, sem maiores comentários tirou a camisa e lançou-se às águas e em seguida Jaderson fez o mesmo, provocando em mim uma inveja enorme já que eu não estava com vestes apropriadas. Depois de uma breve hesitação eu e Paulo, o outro componente da equipe que não havia trazido roupas de banho, pulamos nas refrescantes águas do “Velho Chico” do jeito que estávamos. As mulheres preferiram manter-se apenas na observação do Rio, pois o lugar era bastante fundo&amp;nbsp; e com correnteza. Ai&amp;nbsp; somente os fortes se arriscam. (risos).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;******&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;A tarde foi a vez de Francisco e&amp;nbsp; Rita proferirem &amp;nbsp;palestra para as crianças e adolescentes do Projeto Fonte do Saber na escolar, sobre a importância das escolhas e da tomada de decisões na vida. Tomando a história de Jonas com referência&amp;nbsp; os palestrantes chamaram a atenção das crianças e adolescentes para que continuem estudando e procurando aproveitar as oportunidades que lhes são oferecidas agora a fim de poderem vivenciar um futuro melhor para eles e suas famílias. Francisco e Rita destacaram, também, que às vezes o tempo se esgota para se tomar certas decisões por isso é importante que sejam diligentes. &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Natália prosseguiu fazendo tratamento odontológico. Os resultados positivos foram visíveis nos sorrisos e no aspecto da boca das criancas. André ficou assustado com&amp;nbsp; o que vira e &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;comentou&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt; sobre a situação precária dos dentes de muitas crianças. Em algumas havia verdadeiros buracos que chegavam ate a gengiva. Após o tratamento ele mostrou-se admirado com a melhora. &amp;nbsp;Eu, pessoalmente, ouvi um comentário de algumas mulheres sobre uma crianca&amp;nbsp; que tivera os dentes tratados elogiando o trabalho realizado. Isso nos deixou muito felizes, paricularmente nossa querida&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Dentista e seus eficientes auxiliares André e Marlene. Aliás, Marlene foi a responsável pela organizaçao da agenda e pelo apoio logístico ao serviço de atendimento odontológico.&amp;nbsp; Efetivamente Marlene e Dino vem desenvolvendo esse apoio logistico ao longo&amp;nbsp; da viagem. Incansáveis esse casal parecia onipresente na prontidão em servir e atender as demandas que iam surgindo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Durante a manhã sem poder dispor do consultório móvel as crianças tiveram que ser atendidas no consultório local da Prefeitura. Francisco assumiu a responsabilidade de transportar as crianças da escola para o consultório que ficava a alguns quarteirões, &amp;nbsp;a uma distancia considerável.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;&amp;nbsp;Esta situação levou-me a questionar: por que, com um consultório odontológico móvel novinho, com dentista pago pela Prefeitura, há tantas crianças com problemas nos dentes, algumas com boa parte da dentição quase perdida?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Uma possível resposta está na cultura política estabelecida na região.&amp;nbsp; Em Xique-Xique, como na maioria dos municípios nordestinos, tudo funciona movido pela boa ou má vontade&amp;nbsp; do grupo político que ocupa o poder no momento. Ideologia de partido...? &amp;nbsp;Esses politicos nem sabem o que isso significa. Predomina ainda uma antiga tradição marcada pela polarização partidária na qual os interesses de grupos e pessoas prevalecem sobre o interesse público. Não há preocupação com o bem da cidade e do povo. Caso um certo político apresente uma proposta de melhoria para a cidade, o razoável, em qualquer lugar, seria todos apoiarem. Porém,&amp;nbsp; não em Xique-Xique. O mais comum e recusarem a proposta pelo motivo simplista daquele projeto, eventualmente, fortalecer politicamente seu autor. Essa mesquinheza faz o povo padecer, quer eleja candidatos ditos conservadores ou os chamados progressistas, a indigência politica é a mesma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;No final da tarde as atividades foram encerradas. Um fato marcante foi o pronunciamento da aluna Manuela,&amp;nbsp; a garota com deficiência visual já mencionada anteriormente. Manuela agradeceu, em nome de sua turma, a presença&amp;nbsp; e o trabalho da equipe enfatizando que foi importante para ela e para o Projeto as ações realizadas nesses dias. Enfim, &amp;nbsp;aquele momento que ninguém deseja, mas que é inevitável na terra: tudo o que começa chega ao fim. Entre abraços e palavras de despedida, a emoção envolveu o coração de todos. O Projeto Xique-Xique chegava ao seu final deixando em todos nós uma saudade antecipada, mas também a sensação de paz e alegria pela oportunidade dada por Deus de participarmos dessa jornada missionária que, na simplicidade de suas ações, certamente, terá seu eco na eternidade para a glória de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Falha nossa&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Quero fazer uma correção aqui. No post do dia 16/07 eu não mencionei a impactante palestra ministrada pelo caríssimo Prof. Wendel sobre drogas. Foi muito didática e instrutiva o que provocou boa participação das crianças e adolescentes. Queira perdoar-me irmão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carrancasdosaofrancisco.blogspot.com/2013/07/dia17072013-xique-xique-bahia.html</link><author>noreply@blogger.com (Adenilson Oliveira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3030494443234041090.post-4266680583556690498</guid><pubDate>Fri, 19 Jul 2013 14:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-19T11:13:30.101-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Projeto Xique-xique</category><title>Dia 16/07/2013, Xique-Xique.</title><description>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Como tem sido nos dias anteriores, despertamos às 06:30 e às 07 horas participamos do momento devocional que foi dirigido hoje pela Vanessa. A ênfase dada pela reflexão da Vanessa foi, mais uma vez, confiança em Deus. Este tem sido um tema recorrente na devocionais. Creio que Deus está nos desafiando a desenvolvermos mais a nossa fé nEle a ponto de, efetivamente descansarmos livres de ansiedades. Vanessa leu um estudo impresso em sua Bíblia que mencionava a necessidade de “arriscar-se” em Deus. Na sua meditação Vanessa falou de sua timidez e ficou preocupada quando foi convidada a ajudar na ministração da oficina de artesanato.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Após o café seguimos para a Escola onde a Drª Natália, André e Marlene já se encontravam desde cedo para o atendimento odontológico aos alunos com problemas dentários, no consultório odontológico móvel cedido pela Prefeitura de Xique-Xique. Estes irmãos se deslocaram para o trabalho antes do café da manhã. Em seguida, a partir das 08:30 continuamos as atividades da EBF até às 09:40 horas. A partir das 10 horas, novamente Jaderson e Francisco assumiram o comando das atividades recreativas com as crianças até às 11 horas mais ou menos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Infelizmente no final da manhã o serviço de atendimento odontológico teve que ser interrompido porque houve um problema grave no gerador da unidade móvel não produzindo a voltagem necessária para o funcionamento dos equipamentos. Os atendimentos tiveram que ser adiados para o dia seguinte no consultório fixo da Prefeitura. São dificuldades que sempre ocorrem em trabalhos dessa natureza, porém, isso não diminuiu o ânimo dos irmãos envolvidos nessa ação. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;Vidas que inspiram&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Outra vida surpreendente no Projeto é a da Manuela. Essa sorridente garota de 17 anos ficou cega aos 03 anos após ter sido atingida por um tiro acidental de espingarda de chumbinho. Ela frequenta o Projeto desde o início, em 2005, e hoje ela lê e escreve fluentemente em Braille e, graças ao trabalho do Prof. Eurico, Manuela acompanha normalmente as aulas numa classe regular do 9º ano. Manuel encantou a todos os que fizeram conato com ela. A pedido Manuel leu um salmo na sua Bíblia em Braille e escreveu o nome da Roberta em Braille, ação que deixou nossa irmã muito emocionada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;Ria, se puder&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Hoje à noite, após um cansativo dia de atividades no Projeto, saímos para aproveitar a brisa que sopra do Rio São Francisco na praça central da cidade e tomarmos&amp;nbsp; um sorvete de tapioca muito apreciado por aqui. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em meio a um bate-papo descontraído em que se encontravam vários integrantes da equipe, de repente alguém percebeu que a Cris estava do lado de dentro do balcão da sorveteria. Ficamos um tanto surpresos com a cena e curiosos para sabermos a razão de nossa irmã se encontrar ali. Instantes depois a Cris já se encontrava na parte mais interna do estabelecimento. Como Cris tem sangue turco imaginamos que já estivesse propondo a compra do estabelecimento, afinal turco e comércio tem um vínculo milenar. Enquanto isso, na mesa, ríamos muito tentando entender a situação cômica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ao retornar à mesa todos queriam saber o que ocorrera. Cris, então, rindo muito, mostrou a perna esquerda da calça branca totalmente encharcada e um tanto avermelhada. Alguém perguntou: - O que aconteceu mulher? E ela, ainda rindo, explicou que havia caído um pingo de sorvete de maracujá na calça então ela foi passar um pouco dágua para não manchar. Pediu em seguida ao senhor da sorveteria, um pano para enxugar aquilo, e ele deu a ela um pano vermelho quando passou, uma enorme mancha vermelha apareceu pois tratava-se de uma flanela nova. Assim, para evitar que a roupa ficasse manchada ela pediu para ir ao banheiro do estabelecimento numa tentativa de recuperar a cor natural de sua querida calça. Foi isso.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carrancasdosaofrancisco.blogspot.com/2013/07/dia-16072013-xique-xique.html</link><author>noreply@blogger.com (Adenilson Oliveira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3030494443234041090.post-1432659020531820915</guid><pubDate>Thu, 18 Jul 2013 17:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-18T16:56:31.856-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Projeto Xique-xique</category><title>Dia 15/07/2013, Xique Xique.</title><description>&lt;div class=&quot;s3&quot; style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-top: 0px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto;&quot;&gt;Despertamos às 06 horas e às&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto;&quot;&gt;06:30&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto;&quot;&gt;&amp;nbsp;realizamos nosso momento devocional dirigido por&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto;&quot;&gt;Solymar&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto;&quot;&gt;&amp;nbsp;que utilizou o texto de I&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto;&quot;&gt;Co&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto;&quot;&gt;&amp;nbsp;12:12-27 e falou sobre a diversidade que há no corpo de Cristo, a Igreja. Enfatizou que devemos nos soltar nas mãos de Deus em confiança total e deixar que Ele use os dons e talentos que nos concedeu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;s3&quot; style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-top: 0px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;s3&quot; style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-top: 0px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;Após o café da manhã partimos para a Escola Prof. Luiz Navarro de Brito, local de funcionamento do Projeto Fonte do Saber. O Grupo foi dividido em várias equipes para atender&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;&amp;nbsp;as turmas com vistas ao desenvolvimento das atividades previamente estabelecidas para cada faixa etária dos 08 aos 12 anos. Em cada turma houve&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;contação&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;&amp;nbsp;de histórias, músicas e jogos e recreação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;s3&quot; style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-top: 0px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;s3&quot; style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-top: 0px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;À tarde as atividades foram voltadas para as crianças maiores na faixa etária entre 14 e 17 anos. Foi ministrada uma palestra pelo Pr.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;Adenilson&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;&amp;nbsp;abordando o tema “Sabedoria para viver na visão bíblica”. Em seguida as turmas foram organizadas pelo Francisco e pelo Pr.&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;Jaderson&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;&amp;nbsp;para o período de jogos e recreação que teve início após o intervalo às&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;15:30&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;&amp;nbsp;e foi até às 17 horas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;s3&quot; style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-top: 0px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;s5&quot; style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-top: 0px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;s4&quot; style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0); font-weight: bold;&quot;&gt;Vidas que inspiram&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;s5&quot; style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-top: 0px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;s3&quot; style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-top: 0px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;Visitar o Projeto Fonte do Saber é ter uma aula de vida&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;. Encontramos ali gente que teria todos os motivos para reclamar da vida ou até revoltar-se contra Deus, porém, ao contrário disso&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;decidiram&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;&amp;nbsp;fazer de sua vida uma inspiração. É o caso&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;d&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;o Prof. Eurico que teve paralisia infantil aos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;2&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;&amp;nbsp;anos por falta de informações dos pais. Por não ter tomad&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;o&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;&amp;nbsp;a segunda dose da vacina Eurico ficou com uma deficiência física grave&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;&amp;nbsp;que o obriga a andar agachado de “quatro pés” porque sua coluna não fica ereta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;s3&quot; style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-top: 0px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;s3&quot; style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-top: 0px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;Para se locomover o Prof. Eurico utiliza um&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;quadriciclo&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;que conseguiu adquirir&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;há&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;&amp;nbsp;pouco mais de um ano. Antes ele usava um velho triciclo e se movia “pedalando” com a mão direita&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;&amp;nbsp;para locomover-se pelas ruas. Eurico especializou-se em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) e Braille. A primeira é a língua utilizada para comunicação com os surdos e a segunda é a língua usada pelos cegos para ler e escrever.&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;&amp;nbsp;Hoje Eurico é professor concursado da Prefeitura de Xique-Xique e trabalha exclusivamente no Projeto Fonte do Saber onde desenvolve um belíssimo e necessário trabalho com deficientes visuais. Ele dá suporte aos alunos com deficiência visual junto aos professores das diversas disciplinas&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;. Seu trabalho consiste em traduzir para o&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;braille&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;os conteúdos ministrados pelos professores possibilitando aos alunos o acompanhamento das aulas e exercícios. Do mesmo modo o Prof. Eurico verte para a língua portuguesa&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;&amp;nbsp;as tarefas, exercícios e provas realizados pelos alunos para que os professores possam avaliar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;s3&quot; style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-top: 0px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;s5&quot; style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-top: 0px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&lt;span class=&quot;s4&quot; style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Ria,&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s4&quot; style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&amp;nbsp;se puder&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;s5&quot; style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-top: 0px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;s3&quot; style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-top: 0px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;O nosso querido Wendel&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;promoveu seu momento&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;cômico&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;e nos proporcionou boas risadas. Um dos motoristas pediu ao Wendel para fazer alguma coisa no ônibus. Mostrou a nosso irmão como deveria proceder para abrir e fechar a porta evita&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;ndo&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;&amp;nbsp;trancar o veículo com a chave pelo lado de dentro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;s3&quot; style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-top: 0px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;-webkit-text-size-adjust: auto; background-color: rgba(255, 255, 255, 0);&quot;&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;Como se tivesse sido instruído a fazer exatamente o contrário, o caríssimo Wendel abriu o ônibus e fez o que lhe fora solicitado. Em seguida, saiu e travou a porta do ônibus&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;mas&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;...&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;esquecera de&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;&amp;nbsp;um pequeno detalhe...&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;a&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;&amp;nbsp;chave havia ficado pelo lado de dentro. E agora meu irmão? Imediatamente chamaram São Dino com sua vasta experiência em situações dessa natureza&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;. Num abrir e fechar d’olhos, um&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/null&quot; name=&quot;_GoBack&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;&amp;nbsp;pedaço de arame e o apoio espiritual de São&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;Jadinho&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;clic&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;, a porta abriu. Wendel, que já estava sem saber o que fazer, respirou mais que aliviado. Mas, nós outros que presenciamos a cena, Francisco, Dino,&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;Jaderson&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;Adenilson&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;s2&quot;&gt;, Pr. Marcos, rimos muito.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;s3&quot; style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-top: 0px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;s3&quot; style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-top: 0px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carrancasdosaofrancisco.blogspot.com/2013/07/dia-15072013-xique-xique.html</link><author>noreply@blogger.com (Adenilson Oliveira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3030494443234041090.post-5277191153628100733</guid><pubDate>Tue, 16 Jul 2013 13:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-16T10:41:39.171-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Projeto Xique-xique</category><title>Dia 14/07/2013  -  Terceiro dia em Xique-Xique</title><description>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Hoje despertamos às cinco e trinta da manhã. Às seis horas realizamos nosso momento devocional em grupo que foi dirigido pela Rose meditando no texto de I Sm 17:42-45 e concluiu com Jr 1:5-8. Sua ênfase foi que devemos realizar a obra de Deus confiando nos recursos de Deus e não ficar só olhando as nossas fraquezas. Às seis e trinta tomamos um rápido café igualmente farto e delicioso. Às sete horas carregamos uma “picape” com todo aquele material que foi doado em Ribeirão Preto e&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;nos deslocamos para a Praça do bairro Ponta da Ilha onde realizamos um bazar comunitário. Todos os produtos tinham preços simbólicos porque o objetivo não era financeiro e sim ter contato com as pessoas, conversar com elas, falar-lhes da esperança que há em Jesus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Enquanto ainda estávamos organizando as coisas, crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos se aproximaram e começaram a escolher o que desejavam adquirir. Em instantes todo o local estava tomado de pessoas circulando, comprando alguma coisa, conversando ou apenas observando o movimento. O bazar foi um acontecimento que quebrou a rotina dominical da praça naquela manhã de domingo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Foi interessante ver varias senhoras idosas adquirindo alguns brinquedos para seus netos. A maioria dos brinquedos era muito simples. Não havia nenhum brinquedo chique, mas aquelas crianças saiam felizes carregando suas “novas” aquisições. Aquilo me levou a refletir sobre a horrível desigualdade que caracteriza nossa sociedade. Uns que vivem descontentes e insatisfeitos apesar da vida confortável que levam. Outros que, apesar da carência, ficam felizes por adquirirem um brinquedo simples de segunda mão para o filho ou o neto. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Creio que essa realidade é também um chamado de Deus à Igreja para que assuma sua missão profética de promover uma evangelização que também eduque o povo para o exercício de uma cidadania plena permitindo-o apropriar-se dos direitos que lhe garantidos na constituição do País. Além disso, melhor qualidade de vida reflete um aspecto da vida abundante prometida por Jesus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Simultaneamente ao bazar, a Enfermeira Fabiana, auxiliada por seu marido Pr. Jaderson, media a pressão arterial das pessoas interessadas que chegaram a formar uma pequena fila. Fabiana ficou espantada com os índices de pressão alta que pode observar naqueles que tiveram a pressão medida. Ela e o Pr. Jaderson aconselhavam as pessoas diminuírem o consumo de sal e a procurar o posto de saúde para acompanhamento adequado. E, esse é outro problema grave da cidade, simplesmente não tem médicos do sistema público residentes na cidade para atender a população. E, mesmo quando residem no município o atendimento médico não é diário. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Enquanto isso Dino, Francisco e Adoniran, Coordenador do Projeto Fonte do Saber, instalaram o bebedouro que foi doado por um membro da Igreja de Ribeirão Preto. Alguns integrantes do Projeto aproveitaram para conhecer as dependências da escola onde funciona o Projeto. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ao término do bazar obteve-se o resultado financeiro de R$ 1.500,00 que foi repassado integralmente para a tesouraria da Igreja local como oferta missionária e os produtos restantes, doados também à Igreja para serem utilizados em outras iniciativas como a realização de outros bazares ou doação, (especialmente as roupas), para pessoas em situação de carência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;çççççççççççççyMomentos de lazer &lt;/b&gt;(Ops, o gatinho fez um breve passeio pelo teclado agora mesmo. Ah, o nome dele é Fred)&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Depois de uma manhã bastante cansativa nos reunimos para o almoço. Alías, tem um camarada chamado Wendel, da Igreja de Cravinhos, que é sempre o primeiro da fila para as refeições, seja no café, no almoço ou no jantar. Ninguém consegue chegar primeiro que ele. E o irmão é bom de garfo... Mas não posso negar, também, que Wendel é um bem humorado companheiro de viagem e um cooperador sempre disposto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;À tarde o Pr. Marcos levou-nos para conhecer um parque aquático às margens do São Francisco. Foi divertido descer o toboágua de uns trinta metros. Eu quase travei no meio da escada mas, não poderia deixar de tentar depois que Amanda e Bruninha passaram por mim dizendo já iam descer pela segunda vez. Meninas corajosas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Pois bem, a duras penas consegui subir até o ponto de descida e me joguei para descer. Há um trecho da descida que é fechado com duas curvas que termina numa reta em que a gente sai a uma velocidade assustadora para a descida final. Nesse trecho eu quase entrei em pânico porque a saída parecia não chegar nuncaaaaa!!! Ufa!!! No fim da descida meu coração estava batendo no ouvido Tum,Tum, Tum... Mas valeu a pena superei o medo e consegui realizar algo que não me julgava capaz. A sensação de vitória valeu todo o sacrifício. Como disse o Apóstolo Paulo “tudo posso naquele que me fortalece” (Fp 4:13). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Já o André ficou hesitando um tempão antes de descer. Então, Amanda, Bruna e Natália, simplesmente passaram em direção ao ponto de descida. André perguntou às três: - Voces vão descer mesmo?&amp;nbsp; Elas responderam sem vacilo: - Vamos. O André pensou: - Puxa vida, se eu não descer agora, a “zoação” quando voltar para Ribeirão vai ser insuportável. E só então resolveu enfrentar o desafio. E, realmente, André ia ficar muito “sãopaulino” se você não descesse!(risos).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Assim que chegamos do parque aquático tivemos que carregar nossas bagagens para o anexo da Igreja, pois, o salão precisava ser preparado para o culto da noite. Então retiramos de lá &amp;nbsp;nossas tralhas e colchões, para trazê-los de volta após o culto. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O louvor foi conduzido pela equipe de louvor da Igreja com a participação de Roberta e Solymar. O Pr. Jaderson foi o pregador que também ministrou a ceia do Senhor. Utilizando o texto de Marco 1:14,15 deu ênfase à necessidade do arrependimento e à necessidade de aproveitar o tempo para anunciar o evangelho. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O Pr. Marcos saudou a Igreja e deu as boas vindas ao pessoal de Ribeirão Preto, dizendo-se imensamente grato a Deus pela nossa presença na Igreja durantes esses dias. Mostrou-se muito feliz pela presença do André, porque quando o Pr. Marcos esteve em Ribeirão Preto, em agosto de 2012, o André juntamente com o Pr. Adenilson e o Vinícius o levaram até a rodoviária com uma imensa bagagem de doações destinadas à Igreja de Xique-Xique. Naquela ocasião o André havia dito que iria se esforçar para vir a Xique-Xique quando da realização do Projeto. Então o Pr. Marcos lembrou-se dessa conversa e ficou feliz porque André pode comparecer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Após o culto fizemos alguns acertos para a realização das atividades do dia seguinte (15/07) e nos entregamos ao sono merecido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carrancasdosaofrancisco.blogspot.com/2013/07/dia-14072013-terceiro-dia-em-xique-xique.html</link><author>noreply@blogger.com (Adenilson Oliveira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3030494443234041090.post-7749952772913757516</guid><pubDate>Mon, 15 Jul 2013 21:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-22T19:11:59.555-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Projeto Xique-xique</category><title>Dia 13/07/2013 – Segundo dia em Xique-Xique</title><description>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Antes das notícias do dia gostaria de desculpar-me porque a ideia inicial era enviar posts diários e atualizados. Porém, o fato de não dispormos de internet na Igreja e estarmos envolvidos com outras atividades no Projeto, inviabilizou essa dinâmica. Para postar os textos eu tenho que me deslocar até a residência do Pr. Marcos que fica a três quarteirões da Igreja. Então vou mandando notícias dentro da nossa disponibilidade de tempo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Como chegamos bastante tarde, por volta das 04 da manhã, o Pr. Marcos achou melhor não programar nenhuma atividade para aquela manhã deixando o dia livre. Dino, porém, logo após despertar montou seu escritório móvel e iniciou a produção de todos os impressos necessários ao evento: cartazes, letras de músicas, convites para as atividades da Igreja ou qualquer outra necessidade do gênero. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Estou digitando esse texto na casa do Pr. Marcos e estou às voltas com um gatinho da casa que está tentando se aproximar de mim. Fez duas tentativas e eu o afastei, na terceira tentativa eu o deixei ficar. Então ele subiu no sofá e foi se chegando devagar. Subiu no meu colo e quase deitou-se no teclado. Depois afastou-se um pouco, deitou e foi se inclinando para minha perna e encostou levemente a cabecinha como quem experimentava qual seria minha reação. Como eu não reagi ele resolveu encostar o corpo todo na minha perna. Então, ajeitou-se todo, enrodilhou-se junto à minha perna e aqui está dormindo a sono solto. Tornou-se meu companheiro de trabalho, ou melhor, eu trabalho e ele dorme. Um legítimo gato baiano. Por favor, não digam nada ao Dino senão não terei paz por um bom tempo. (risos). (11:40).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;***&amp;nbsp;&amp;nbsp; ***&amp;nbsp;&amp;nbsp; ***&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;Pois bem, começamos o dia saboreando um delicioso e revigorante café da manhã à moda nordestina. Cuscuz, ovo frito, bolo de fubá, café, leite, suco... vou parar para não deixá-los com inveja. Após essa verdadeira celebração o grupo se espalhou. Alguns resolveram dar uma volta pela cidade, outros decidiram ficar descansando (é uma viagem realmente cansativa). Para alguns a melhor opção foi ler a Bíblia ou outro livro que trouxe para ler na viagem. Eu resolvi rever o “Velho Chico” para renovar nossa amizade um pouco prejudicada pela distância nos últimos anos, Jaderson e Dino me acompanharam. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Aproveitamos, também, esse tempo para interagir com o pessoal da Igreja. Eu atualizei o papo com o Pr. Marcos. Ele falou das lutas enfrentadas e das vitórias conquistadas nos 14 anos de ministério em Xique-Xique. É fácil perceber o grande amor com que ele e Iara se dedicam à missão que receberam do Senhor neste lugar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Francisco, por sua vez, ao perceber que o banheiro da Igreja (onde ficamos hospedados) não tinha chuveiro elétrico, imediatamente comprou e instalou uma ducha pondo em prática seus conhecimentos de eletricista. Foi providencial porque, apesar de estarmos no Nordeste, à noite, geralmente, bate uma brisa fresca. Não chega a ser frio, mas, vocês sabem, para um ribeirãopretano qualquer “ventinho” mais fresco já é motivo para usar blusa de lã e ir para shopping de botas. (risos).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No final da tarde alguns pequenos grupos se formaram e saíram para distribuir panfletos convidando o pessoal das ruas próximas da Igreja para o bazar comunitário agendado para o dia seguinte (14/07).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;À noite ocorreu uma reunião para planejamento das atividades dos dias seguintes com a participação do Pr. Marcos e da Missionária Iara (esposa do Pastor). Nessa ocasião vários integrantes do Projeto falaram de suas lutas pessoais para participar dessa viagem. Muitas histórias de fé e de superação. Foram relatadas as dificuldades enfrentadas, os momentos de desânimo e quase desistência na ultima hora...&amp;nbsp; circunstâncias essas que foram vencidas graças a Deus que permitiu a cada um de nós chegar ao momento decisivo de embarcar para Xique-Xique.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A Missionária Iara falou da grande importância da Igreja de Ribeirão ter vindo a Xique-Xique e mencionou os problemas que a Igreja local vem enfrentando atualmente. Disse Iara que poucos dias antes da nossa chegada eles estavam bastante apreensivos em como iriam nos receber pois, além dos demais problemas enfrentados pela Igreja, estavam sem recursos financeiros para receber nossa equipe. Apesar disso eles entendiam que Deus estava no comando desse projeto e que não os abandonaria. Disse Iara, então, que Deus começou a virar a situação favoravelmente nas semanas imediatamente anteriores ao início do Projeto. Isso foi entendido por eles como manifestação inequívoca da generosa bondade divina em favor daqueles que nEle esperam.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Durante a reunião alguns participantes mostram-se ansiosos com a realização das atividades planejadas. O Pr. Marcos disse que, em sua opinião, não deveríamos estar preocupados com as atividades em si, mas, efetivamente, em sermos discípulos de Jesus Cristo em qualquer ação na qual estivermos envolvidos. Disse que deveríamos nos concentrar mais em compartilhar uma convivência com a Igreja local. Emocionado, o Pastor falou da imensa solidão que vem enfrentando e entende que Deus preparou esse Projeto para trazer alívio e renovar o ânimo tanto da Igreja como do Pastor e sua família. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A palavra do Pr. Marcos me tocou profundamente porque já estive no campo missionário também, numa cidade do interior da Bahia. Naquele tempo eu e Cida também sentimos a mesma solidão. Distantes da família, dos irmãos da Igreja da qual éramos membros, com recursos extremamente limitados, quando recebíamos a visita de algum irmão, nem precisava levar nada, nem presente, nem oferta. O que tinha mais significado era a oportunidade de ter alguém que nos ouvisse, que conversasse conosco e nos fizesse companhia. É importante sabermos desses detalhes porque missionário não tem necessidade só de sustento financeiro. Sente falta também da presença humana e amiga de irmaõs, de um ombro para recostar a cabeça e simplesmente chorar sem precisar se explicar. (lágrimas).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quanto ao grupo todos e todas estão saudáveis e muitos felizes por participarem de tão enriquecedora experiência.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;P.S.&amp;nbsp; O Dino e o Francisco estão selecionando algumas fotos para enviar, provavelmente, amanhã.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carrancasdosaofrancisco.blogspot.com/2013/07/dia-13072013-segundo-dia-em-xique-xique.html</link><author>noreply@blogger.com (Adenilson Oliveira)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3030494443234041090.post-4993791838462242548</guid><pubDate>Sun, 14 Jul 2013 00:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-13T22:04:17.510-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Projeto Xique-xique</category><title>O sonho, as lutas e as vitórias</title><description>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No começo era só um sonho que surgiu a partir da visita do Pr. Marcos Mendes à nossa Igreja em agosto de 2012. Naquela ocasião a equipe do Ministério de Missões havia acabado de retornar do Amazonas onde, em julho daquele ano,&amp;nbsp;realizou o Projeto junto à Missão Asas de Socorro numa comunidade ribeirinha chamada Manacapuru. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Rita, Francisco e o Pr. Jaderson abraçaram a ideia e a apresentaram à Igreja que respondeu favoravelmente. Depois de cinco meses de planejamento e intenso trabalho desenvolvido pelo Ministério de Missões, sob a liderança do casal Rita e Francisco, finalmente chegou o grande dia. Foram muitas reuniões que resultaram na execução de vários movimentos com o objetivo de angariar os recursos necessários para financiar a viagem.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Alem disso, foram muitos momentos de oração, vigília e jejum, buscando no Senhor as soluções para viabilização do Projeto que, aos poucos, foi tomando o coração da Igreja. Lentamente foram aparecendo candidatos interessados em participar, porém, poucos deles confirmaram presença nesse primeiro momento. Mesmo assim, sentíamos a bênção do Senhor&amp;nbsp; sobre o Projeto. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em meio a isso também, é claro, ocorreram situações de dúvida. O custo do ônibus e o pequeno número de candidatos até bem próximo à viagem pairava como uma ameaça: será que teremos o número de pessoas suficiente? Para enfrentar tal circunstância intensificamos as orações ao Senhor. E nossa oração era para que o Senhor levantasse aqueles que Ele queria que participassem do Projeto.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E a resposta veio clara. Ofertas generosas foram feitas por irmãos da Igreja exclusivamente para ajudar a financiar a ação missionária. Alguns desses irmãos infelizmente não puderam estar pessoalmente conosco, mas estão presente na sua atitude que viabilizou a participação de muitos que não tinham condições de arcar com o custo da viagem. Assim, numa ampla mobilização dos membros da I Igreja Congregacional em Ribeirão Preto o Projeto Missionário em Xique-Xique entrou em sua fase de execução no dia 11 de julho de 2013, à partir das 22 horas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;A viagem de ida&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Começamos a nos reunir no templo da Igreja Congregacional à partir das 22 horas. Saimos de Ribeirao Preto à uma hora da madrugada do dia 12/07. Durante toda a viagem a alegria era visível em cada face. Tivemos brincadeiras, louvor ao Senhor, o bate-papo descontraído sobre assuntos diversos. O assunto que dominou as conversas foi a tal dieta lowcarb que está desafiando os hábitos alimentares das pessoas. Uma questão que alguém levantou era como manter essa dieta numa viagem dessa natureza. O Pr. Jaderson deu a resposta sábia e certeira: &lt;i&gt;“Ora vamos comer normalmente do que eles tiverem para nos oferecer”.&lt;/i&gt;&amp;nbsp; O Pastor assim demonstrou a coerência que deve caracterizar a vida prática daqueles que se propõem, pelo menos por um tempo, viver no campo missionário.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;É claro, não posso deixar de mencionar as brincadeiras e piadas com baiano, comandadas por ninguém menos que ele, o único, o próprio, o sempre bem humorado “Dino”. Outro fato que nos chamou a atenção foi um hotel chamado Hotel Pindaíba que havia à beira de uma rodovia no DF. Ficamos imaginando porque tal nome já que está, geralmente, associado com penúria financeira, perrengue, ficamos curiosos para ver o tal hotel, porém, não foi possível. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No decorrer da viagem registramos alguns recordes:&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 7pt; text-indent: -18pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b style=&quot;text-indent: -18pt;&quot;&gt;Recorde de tempo conversando ininterruptamente:&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;text-indent: -18pt;&quot;&gt;As campeãs foram Regina e Cris e em segundo lugar, Creuza e Sueli. Onde será que essas irmãs acham tanto assunto para conversar? (risos).&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b style=&quot;text-indent: -18pt;&quot;&gt;Recorde de permanência no mesmo assento no ônibus:&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;text-indent: -18pt;&quot;&gt; Em primeiro lugar Leila e em segundo Vanessa. Elas ficavam o tempo todo quietinhas, porém, não era por tristeza, medo ou coisa assim, é o jeitinho delas que muito nos abençoou com sua disposição em ajudar.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b style=&quot;text-indent: -18pt;&quot;&gt;Recorde de permanência em pé em oração:&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;text-indent: -18pt;&quot;&gt;a campeã incontestável foi a irmã Solymar. A cada freio mais brusco, uma curva mais acentuada, ou uma ultrapassagem feita era suficiente para fazer nossa Irmã levantar-se da poltrona e ficar de pé de olho na estrada e firme nas orações. Valeu Irmã certamente Deus ouviu suas orações.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b style=&quot;text-align: justify; text-indent: -18pt;&quot;&gt;Recorde de tempo dormindo durante a viagem:&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;text-align: justify; text-indent: -18pt;&quot;&gt;empataram as queridas Amanda e Letícia. Onde essas criaturas acham tanto sono?&amp;nbsp; Nada contra, não havia mesmo muita coisa para fazer, então por que não dormir?&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b style=&quot;text-align: justify; text-indent: -18pt;&quot;&gt;Recorde de consumo de sanduiche com coca-cola: &lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;text-align: justify; text-indent: -18pt;&quot;&gt;líder isolado o amado irmão Wendel. Como gosta de sanduiche com coca-cola!&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpFirst&quot; style=&quot;mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpLast&quot; style=&quot;mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Assim, depois de termos feito a maior parte da viagem, na cidade de Barra-Ba, fizemos a travessia do Rio São Francisco numa balsa. Um percurso que durou uns 20 minutos. Numa madrugada fria e sem nuvens pudemos contemplar a imensidão negra pontilhada de luzes brilhantes sobre nossas cabeças diante da qual ficamos todos extasiados, já que não é uma imagem comum no agitado cotidiano urbano em que vivemos. Amanda expressou o desejo de todos: “Eu quero poder ver esse céu todos os dias em minha cidade.” Foi um momento de adoração ao Senhor. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Por volta das 4 horas da madrugada chegamos a Xique-Xique. Apanhamos nossas bagagens e fomos nos acomodar. As mulheres ficaram instaladas numa casa previamente preparada para elas e nós, os marmanjos, fomos instalados no salão da Igreja onde dormimos já a ouvir galos cantando nos quintais anunciando o nascer de um novo dia.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Um abraço a todas e todos e até o próximo post quando vamos tentar inserir algumas fotos.&lt;/div&gt;</description><link>http://carrancasdosaofrancisco.blogspot.com/2013/07/o-sonho-as-lutas-e-as-vitorias.html</link><author>noreply@blogger.com (Adenilson Oliveira)</author><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>Bahia, República Federativa do Brasil</georss:featurename><georss:point>-13.127443355396911 -42.723312824964523</georss:point><georss:box>-13.624953355396912 -43.371506324964521 -12.629933355396911 -42.075119324964525</georss:box></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3030494443234041090.post-7045432426932803485</guid><pubDate>Mon, 08 Jul 2013 13:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-08T10:39:58.184-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Espiritualidade cristã</category><title>Sabedoria para viver</title><description>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Nunca houve um tempo em que necessitássemos tanto de sabedoria para viver, para discernirmos, dentre a enorme quantidade de opções oferecidas para tudo, aquelas que efetivamente são úteis à vida numa determinada situação.&amp;nbsp; Segundo a Bíblia o objetivo de nossa peregrinação aqui na terra é alcançarmos a sabedoria (cf. Salmo 90:12)&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Adenilson/Documents/Adenilson/Novas%20reflex%C3%B5es%20crist%C3%A3s/Em%20busca%20da%20sabedoria.docx#_ftn1&quot; name=&quot;_ftnref1&quot; title=&quot;&quot;&gt;[1]&lt;/a&gt;. Noutro livro sagrado está escrito que o princípio da sabedoria – que é empenhar tudo o que temos pela conquista da sabedoria (Provérbios 4:7)&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Adenilson/Documents/Adenilson/Novas%20reflex%C3%B5es%20crist%C3%A3s/Em%20busca%20da%20sabedoria.docx#_ftn2&quot; name=&quot;_ftnref2&quot; title=&quot;&quot;&gt;[2]&lt;/a&gt;&amp;nbsp;– deve reger nossa vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;A noção genérica de sabedoria está associada ao acúmulo de informações. Confunde-se, portanto, sabedoria com cultura formal ou erudição. Assim, qualquer pessoa portadora de títulos acadêmicos é considerada alguém com sabedoria. Porém, esses títulos podem até fazer de uma pessoa um especialista ou acadêmico de alto gabarito e prestígio em sua área, mas não a torna, do ponto de vista existencial, uma pessoa sábia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Os conhecimentos adquiridos nessa jornada poderão, certamente, ajudar uma pessoa a compreender melhor vários aspectos da vida e possibilitá-la a tomar decisões mais sensatas permitindo-lhe uma vida bem sucedida e mais feliz. Porém, geralmente o que se vê são pessoas que, apesar de suas grandes conquistas acadêmicas e profissionais, se mostram bastante insensatas e até irracionais na condução de suas relações familiares sofrendo grandes derrotas nesse contexto. E o que sobra disso geralmente são casamentos destruídos, filhos em estado de rebeldia e distância, depressões, crises nervosas...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Já a sabedoria de que trata as Escrituras está vinculada à habilidade humana de abordar as demandas e conflitos inerentes à existência com bom senso possibilitando ao sujeito uma vida mais plena em termos éticos, espirituais e emocionais. Tal habilidade não é desenvolvida apenas pela leitura de livros ou pela frequência a cursos, mas principalmente pela experiência de vida e pelos bons exemplos no âmbito familiar e comunitário. É esse tipo de sabedoria que ajuda a lidar com as crises da vida, com as perdas, com os conflitos interpessoais e com a própria morte. Essa sabedoria resulta da identificação dos verdadeiros valores que compõem a vida. Sobre isso falaremos num próximo post.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br clear=&quot;all&quot; /&gt;&lt;hr align=&quot;left&quot; size=&quot;1&quot; width=&quot;33%&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id=&quot;ftn1&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoFootnoteText&quot;&gt;&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Adenilson/Documents/Adenilson/Novas%20reflex%C3%B5es%20crist%C3%A3s/Em%20busca%20da%20sabedoria.docx#_ftnref1&quot; name=&quot;_ftn1&quot; title=&quot;&quot;&gt;[1]&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt;&quot;&gt;“Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id=&quot;ftn2&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoFootnoteText&quot;&gt;&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Adenilson/Documents/Adenilson/Novas%20reflex%C3%B5es%20crist%C3%A3s/Em%20busca%20da%20sabedoria.docx#_ftnref2&quot; name=&quot;_ftn2&quot; title=&quot;&quot;&gt;[2]&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt;&quot;&gt;“O princípio da sabedoria é adquire a sabedoria; sim, com tudo o que você possui, adquire o entendimento”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carrancasdosaofrancisco.blogspot.com/2013/07/sabedoria-para-viver_8.html</link><author>noreply@blogger.com (Adenilson Oliveira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3030494443234041090.post-6661756652563928975</guid><pubDate>Fri, 05 Jul 2013 23:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-06T15:36:44.001-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cotidiano</category><title>A Força do povo</title><description>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os episódios que vem ocorrendo na sociedade brasileira nos últimos dias demonstra a real força do povo quando efetivamente se une em torno de seus direitos. É claro que, efetivamente, nada mudou ainda. E certamente os políticos ainda vão tentar nos enganar com medidas paliativas e manobras que serão feitas com o objetivo de fazer a gente voltar para casa para que eles possam retomar a rapinagem dos recursos públicos. &amp;nbsp;Portanto, precisamos manter a vigilância e encontrar formas de canalizar de modo mais objetivo todas as nossas insatisfações para que não sejamos engolidos pelas artimanhas que caracterizam a prática política nesse País.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mas é muito bom ver o &amp;nbsp;“todo poderoso” Renan Calheiros vir a público se retratar e afirmar que vai devolver o valor pelo uso do jato da FAB em compromisso pessoal. Confira a reportagem completa&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/07/1306796-presidente-do-senado-volta-atras-e-decide-pagar-despesa-com-aviao-da-fab.shtml&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carrancasdosaofrancisco.blogspot.com/2013/07/a-forca-do-povo.html</link><author>noreply@blogger.com (Adenilson Oliveira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3030494443234041090.post-7475363248303871913</guid><pubDate>Sun, 26 May 2013 01:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-05-25T22:20:00.267-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">História</category><title>Tópicos de História da Igreja - O confronto de Lutero com a Igreja Católica</title><description>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;Lutero tinha uma grande sede espiritual. Era um homem atormentado por conflitos interiores, sedento de paz para a alma. Queria estar em paz com. A experiência de Lutero refletia a situação espiritual do povo que a Igreja deixara de pastorear porque tinha outras preocupações que lhe eram mais lucrativas. Na tentativa de encontrar a tão sonhada salvação Lutero obedecia fielmente às prescrições da igreja.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;Começando com a realização de obras de caridade, passando pelo apelo às obras e méritos dos santos da Igreja, penitências, confissões e romarias, Lutero buscou em vão alívio para sua alma. Nessa busca chegou a passar seis horas seguidas &lt;st1:personname productid=&quot;em confiss￣o. Depois&quot; w:st=&quot;on&quot;&gt;em confissão. Depois&lt;/st1:personname&gt;, numa romaria que fez até Roma, deparou-se com a degradação moral dos clérigos que ali viviam e, decepcionou-se.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;Após longa peregrinação pessoal Lutero descobriu, lendo as Escrituras que o homem não conseguiria justificar-se a si mesmo diante de Deus. É Deus, em sua graça infinita quem se volta para os homens e os perdoa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;Entre os anos 1512 e 1513, Lutero dedicou-se ao estudo da carta aos romanos e foi nessa época que ele elaborou os princípios “só Cristo”, “só a graça”, “só a fé” e “só as Escrituras”. Lutero, portanto, não chegou às suas conclusões pela via humanista, mas pela reflexão teológica. Ele foi convencido pelas Escrituras. Com isso colocou novamente a Bíblia no centro do cristianismo. Ao questionar as bulas do Papa e, conseqüentemente a pretensa infalibilidade deste, Lutero atingiu o coração do sistema teológico que sustentava as ambições imperialistas da Igreja Medieval. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 18.0pt;&quot;&gt;Lutero dedicou a maior parte de suas reflexões à Bíblia. Foi desse intenso estudo que surgiram suas teses. Ele leu a Bíblia sem medo de ser questionado por ela, antes deliberadamente se expôs ao juízo das Escrituras e estas lhe provocaram transformações pessoais de âmbito espiritual mas, também, de profundo alcance comunitário. Ou seja, Lutero foi convertido a Jesus, porém as conseqüências de sua conversão não se limitaram ao seu interior, elas&amp;nbsp; o extrapolaram e ganharam ambiente social.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;A reação do Papa Leão X as 95 teses&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 18.0pt;&quot;&gt;Após fixar as 95 teses na igreja de Wittenberg, Lutero enviou cópias aos bispos da Mogúncia e Brandenburgo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 18.0pt;&quot;&gt;Ao tomar conhecimento das teses o papa Leão X&amp;nbsp; solicitou ao líder da ordem agostiniana para que convencesse Lutero a se calar. A reunião da ordem foi realizada em Heidelberg em 1518, mas produziu resultado inesperado pelo Papa: os monges agostinianos, companheiros de Lutero, se entusiasmaram com as teses e solicitaram que ele produzisse um texto esclarecendo melhor cada uma delas. Foi em resposta a essa solicitação que Lutero escreveu as &lt;i&gt;Resoluções sobre a virtude das indulgências&lt;/i&gt; que publicou em agosto de 1518, com dedicatória ao Papa Leão X.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 18.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;Lutero em Augsburgo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 18.0pt;&quot;&gt;Houve uma sensível queda na venda de indulgências. Nessa ocasião Alberto de Brandenburgo encaminhou ao Papa uma denúncia contra Lutero. Imediatamente, em 07/08/1518, Lutero foi convocado a se apresentar em Roma no prazo de sessenta dias para se defender das acusações de “heresia e obstinação” (BUSS, in: Lutero, 1990, p. 21). Por intervenção de Frederico, eleitor da saxônia, Lutero foi ouvido na Alemanha, e não em Roma, como queria o Papa. Em outubro, portanto, Lutero se encontrou com o Cardeal Caetano em Augsburgo onde se esperava, a retratação pública do Monge, o que não aconteceu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;A trégua&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;O Vaticano, então, enviou Karl Von Miltitz, secretário particular do Papa, à Saxônia, para tentar convencer Frederico a entregar Lutero à Igreja. O objetivo era fazer Lutero se retratar de suas afirmações ou convencê-lo a se calar. O secretário do Papa ouviu Frederico e depois Lutero. Este concordou em não mencionar mais a questão das indulgências se, também seus adversários não mais o atacassem. E manteve-se, realmente, algum tempo em silêncio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;Polêmica em Leipzig&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;Porém, um sujeito chamado Eck, habilidoso no manejo da polêmica, publicou um texto desafiando Lutero para um debate. Apesar da insistência dos amigos de Lutero&amp;nbsp; que o aconselhavam a não responder àquelas provocações, o debate ocorreu em Leipzig entre Junho e Julho de 1519. O tema abordado foi de um lado, a autoridade do Papa e da Igreja defendidos por Eck. Do outro lado, a absoluta autoridade das Escrituras defendida por Lutero.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;Nesse debate o Dr. Martinho Lutero afirmou que, ao longo da História, papas e concílios haviam cometido muitos erros. Essa declaração produziu grande insatisfação no Papa. Assim, por ter questionado, abertamente, a autoridade da Igreja&amp;nbsp; e do Papa, Lutero recebeu em 02 de Outubro de &lt;st1:metricconverter productid=&quot;1520, a&quot; w:st=&quot;on&quot;&gt;1520, a&lt;/st1:metricconverter&gt;bula &lt;i&gt;Exsurge Domine&lt;/i&gt;&amp;nbsp; que o excomungava da Igreja de Roma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carrancasdosaofrancisco.blogspot.com/2013/05/topicos-de-historia-da-igreja-o_25.html</link><author>noreply@blogger.com (Adenilson Oliveira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3030494443234041090.post-412755910906109856</guid><pubDate>Sun, 26 May 2013 01:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-05-25T22:16:12.889-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">História</category><title>Tópicos de História da Igreja -  A Reforma do Século XVI e o surgimento das denominações protestantes</title><description>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A Reforma se desenvolveu como resultado de um processo que tem sua origem no séc.XV &amp;nbsp;e vai até o XVI (entre os anos 1450 e 1600).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;O Renascimento&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 18.0pt;&quot;&gt;Embora a escolástica tenha se desenvolvido entre os séculos IX e XV, sua influência durou toda a Idade Média.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo2; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings; mso-bidi-font-family: Wingdings; mso-fareast-font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;A Escolástica (também chamada filosofia cristã) – Em linhas gerais, era uma tentativa de estabelecer uma visão do mundo e da vida baseada em conceitos teológicos. Era a “interpretação teológica de todos os problemas da vida”(Paul Tillich, p. 134, História do Pensamento Cristão). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo2; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings; mso-bidi-font-family: Wingdings; mso-fareast-font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;No interior da escolástica se desenvolveram duas vertentes: a humanista e a científica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 18.0pt;&quot;&gt;&lt;i&gt;Os Humanistas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 18.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;Redescobriram os grandes sistemas da antiga cultura greco-romana (Filosofia, artes clássicas e moral. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 18.0pt;&quot;&gt;&lt;i&gt;Os Cientistas/naturalistas&lt;/i&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 18.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;Aprofundando conhecimentos da natureza, vão descobrir suas leis e, a partir daí, explicando certos fenômenos a partir de suas causas naturais e não de causas sobrenaturais como defendiam os escolásticos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;Essas duas correntes, no interior da Escolástica deram origem ao que ficou conhecido na História como RENASCIMENTO. &amp;nbsp;Suas elaborações provocaram a crise que no séc. XV e XVI, pôs fim à Escolástica e daí fez emergir o pensamento moderno estruturado na razão e não mais na fé.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;A conjunção das pressuposições humanistas (marcadas pela “volta à filosofia, à moral e às artes clássicas&quot;) e científicas (caracterizadas pelas descobertas de novas leis da natureza), deslocou os valores na direção do homem. Isso produziu uma reorientação de sua confiança para a razão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;A reforma de Lutero se desencadeia nesse contexto onde já ocorria uma grande desconfiança em relação à igreja.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;A Igreja Católica no séc. XVI&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;i&gt;Crise Moral &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 35.4pt; text-align: justify;&quot;&gt;Os Clérigos perdiam cada vez mais a autoridade moral; a corrupção era grande em todos os níveis da hierarquia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;A Igreja estava mais preocupada com as questões políticas e econômicas do que com assuntos espirituais. Os papas da época eram homens de guerra e constante mente envolvidos em disputas políticas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 72.0pt; mso-list: l1 level2 lfo1; tab-stops: list 72.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-fareast-font-family: Symbol;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;A Igreja tornou-se grande proprietária de terras;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 72.0pt; mso-list: l1 level2 lfo1; tab-stops: list 72.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-fareast-font-family: Symbol;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Usufruía de grande luxo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 72.0pt; mso-list: l1 level2 lfo1; tab-stops: list 72.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-fareast-font-family: Symbol;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Tinha seu próprio exército e era uma força militar significativa ( Era religiosa no discurso e militar na prática)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 72.0pt; mso-list: l1 level2 lfo1; tab-stops: list 72.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-fareast-font-family: Symbol;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Para angariar fundos recorria a expedientes duvidosos:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 72.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;&amp;gt;Venda de relíquias sagradas;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 72.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;&amp;gt;Venda de indulgências (perdão de pecados)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 72.0pt; mso-list: l1 level2 lfo1; tab-stops: list 72.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-fareast-font-family: Symbol;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Pregações contraditórias: condenavam o lucro e a usura, porém, o Vaticano era o Banco central da época no mundo. Os bispos eram grandes emprestadores; e a igreja grande cobradora de dízimos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;A Situação Político – Econômica&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo2; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings; mso-bidi-font-family: Wingdings; mso-fareast-font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Surgimento de um novo grupo de pessoas (artesãos, banqueiros, advogados, negociantes) que não estavam ligados a terra e nem estavam mais submissos a escolástica. Essa Burguesia em ascensão – vinculada à vida urbana e já influenciada pelos elementos humanistas e científicos - está começando a relativizar a autoridade da igreja. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo2; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings; mso-bidi-font-family: Wingdings; mso-fareast-font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Reis em confronto com a igreja católica em razão das interferências dos Papas nas questões políticas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo2; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings; mso-bidi-font-family: Wingdings; mso-fareast-font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Uma população pobre que já não suportava a cobrança de dízimos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;Os interesses em jogo:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo2; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings; mso-bidi-font-family: Wingdings; mso-fareast-font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Os princípes – Autonomia política e diminuição de impostos e de olho nas terras da igreja.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo2; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings; mso-bidi-font-family: Wingdings; mso-fareast-font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Os burgueses – possibilidade de expansão de seus negócios e aumento dos lucros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo2; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings; mso-bidi-font-family: Wingdings; mso-fareast-font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Os pobres/camponeses – meios básicos para viabilizar a vida, eram alvo de persuasão religiosa para que aceitassem a dominação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 18.0pt;&quot;&gt;As críticas de Lutero à Igreja já podem ser identificadas em seus escritos desde 1513 (comentário sobre os Salmos) onde ele critica as superstições; o culto aos santos e outras práticas que ele chamou de fábulas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 18.0pt;&quot;&gt;Em um sermão anterior a 1515, Lutero já falava do excesso de peregrinações, devoções, penitências. No comentário à Epístola aos Romanos – 1515/1516 ele fez preleções criticando o autoritarismo religioso, o luxo da igreja.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo2; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings; mso-bidi-font-family: Wingdings; mso-fareast-font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;A viagem de Lutero a Roma em 1510 o deixa escandalizado com o luxo da Igreja. A vida desregrada dos altos clérigos e sua impiedade o impressionaram.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;As indulgências datam do séc. XIII&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo2; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings; mso-bidi-font-family: Wingdings; mso-fareast-font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Os papas Bonifácio VIII em 1300 e clemente VIII em 1350 deram um valor desmedido às indulgências.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo2; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings; mso-bidi-font-family: Wingdings; mso-fareast-font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Em1476, Xisto IV – determinou que um donativo em dinheiro associado a uma prece poderia transmitir uma graça especial a um determinado morto na intenção de que eram feitas (o donativo e a prece)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo2; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings; mso-bidi-font-family: Wingdings; mso-fareast-font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Em 1507 Júlio II&amp;nbsp; - resolve autorizar a venda de indulgências para angariar recursos para (re)construção da Catedral de S. Pedro em Roma e financiar a guerra contra os turcos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo2; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings; mso-bidi-font-family: Wingdings; mso-fareast-font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Em 1511 – Leão X confirma essa decisão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 18.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 18.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;A Reforma protestante do século XVI&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 18.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;&amp;gt; Se configurou em três grandes movimentos reformadores:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 18.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;1) A reforma luterana de 1517&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 18.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings; mso-bidi-font-family: Wingdings; mso-fareast-font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;O dia 31/10/1517 ficou conhecido como o marco inicial da reforma, pois foi nessa data que Lutero teria afixado suas 95 teses na porta do castelo de Witemberg.&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings; mso-bidi-font-family: Wingdings; mso-fareast-font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;A reforma Luterana desencadeou-se no reinado de Carlos V, na época com poderes sobre a &amp;nbsp; &amp;nbsp;Espanha, Alemanha e Países Baixos.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo2; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A Alemanha era constituída, na época, por vários pequenos reinos que eram dirigidos por príncipes denominados “Eleitores” com grande independência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;As ênfases Luteranas: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo2; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings; mso-bidi-font-family: Wingdings; mso-fareast-font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;A autoridade da escrituras;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo2; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings; mso-bidi-font-family: Wingdings; mso-fareast-font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Sacerdócio universal de todos os crentes;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo2; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings; mso-bidi-font-family: Wingdings; mso-fareast-font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Salvação pela fé somente em Cristo; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo2; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings; mso-bidi-font-family: Wingdings; mso-fareast-font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Livre exame das Escrituras;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo2; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings; mso-bidi-font-family: Wingdings; mso-fareast-font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Somente a graça – Deus aceita as pessoas não pelos seus méritos, porque ninguém os tem, é somente pela graça, pela misericórdia que ele nos aceita.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;2) A reforma calvinista&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo2; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings; mso-bidi-font-family: Wingdings; mso-fareast-font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Começou na Suíça a partir de 1522 sob a liderança de U. Zwinglio foi mais radical que a Reforma luterana, acabou com tudo o que lembrava a igreja católica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 18.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 18.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;As ênfases Calvinistas: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo2; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings; mso-bidi-font-family: Wingdings; mso-fareast-font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;manteve as teses luteranas e deu outras ênfases:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo2; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings; mso-bidi-font-family: Wingdings; mso-fareast-font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;A predestinação&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo2; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings; mso-bidi-font-family: Wingdings; mso-fareast-font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;A perseverança dos Santos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo2; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings; mso-bidi-font-family: Wingdings; mso-fareast-font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Soberania de Deus&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;3) A reforma anglicana&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Henrique VIII, rei da Inglaterra, era casado com Catarina de Aragão com quem não tinha filhos; conhece Ana Bolena. Desejando divorciar-se de Catarina para casar-se com Ana procura líderes da Igreja Católica que não abençoam tal procedimento. Henrique, então, rompe com a Igreja Romana. A partir de 1525, Henrique VIII separa de Roma a Igreja da Inglaterra. O interesse por Ana Bolena não era apenas sentimental, mas também político.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;As reformas de Lutero, Zwinglio e Calvino alcançaram parte da Alemanha, a Suíça, França e Escócia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carrancasdosaofrancisco.blogspot.com/2013/05/topicos-de-historia-da-igreja-o.html</link><author>noreply@blogger.com (Adenilson Oliveira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3030494443234041090.post-2919600820927384134</guid><pubDate>Sat, 18 May 2013 01:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-05-17T22:53:53.571-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Espiritualidade cristã</category><title>A apostasia de nosso tempo</title><description>&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;II Ts 2:1-4; Gl 1:8,9 &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Havia uma inquietação na Igreja de Tessalônica sobre o fim dos tempos e a volta de Jesus. Paulo explicava esse assunto a seus destinatários em função de boatos, que teriam sido extraídos do próprio ensino de Paulo contidos em suas cartas, afirmando que Jesus já teria retornado. Para tranquilizar aqueles crentes, Paulo esclareceu que tal evento só ocorrerá após a “apostasia”, ou seja, um movimento generalizado de gente “negando da fé em Cristo.” &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Isso significa que um dos itens que precederá o esperado acontecimento será uma grande e inequívoca onda de descrença geral que atingirá, até mesmo, muitos discípulos que desistirão das fileiras do evangelho de Cristo e se entregarão, objetivamente, a um amargo ceticismo quanto a Jesus e as promessas do evangelho. A meu ver dois fenômenos sociais, que se desenvolvem atualmente, configuram-se como indicadores dessa incredulidade que haverá de anteceder a vinda de Cristo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Primeiro, a militância em favor do ateísmo, que ora se desenvolve no mundo ocidental contestando qualquer tipo de religião, é um fato novo na história. Sempre houve céticos, agnósticos, ateus, mas se limitavam a manter seus posicionamentos contrários à fé, ou mesmo abertamente contra Deus, porém, não chegavam a empreender uma apologia em defesa do ateísmo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O que se vê hoje é uma espécie de “evangelização ateísta”, uma verdadeira cruzada partindo de cientistas que, em nome da ciência, declararam uma guerra pessoal contra o exercício da fé, especialmente da fé cristã. Representativo desse movimento é a militância pró-ateísmo liderada pelo Dr. Richard Dawkins, biólogo britânico renomado e autor do livro “Deus, um delírio” dentre uma extensa bibliografia na área científica. Particularmente nesse livro de 2007, o Dr. Dawkins afirma que seu objetivo é provocar os religiosos, convictos ou convencidos, e levá-los a trocarem sua crença pelo “orgulho ateu”. Contraditoriamente, &amp;nbsp;os defensores desse movimento,&amp;nbsp; submetem-se à ditatura da ciência a quem atribuem um status de infalibilidade tão radical que ela acaba se tornando um novo deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Um segundo movimento, que vejo como manifestação dessa apostasia, é a mercantilização da fé manifesto na “teologia da prosperidade”.&amp;nbsp; E aqui é necessário bastante atenção porque quando se fala desse tema todos, geralmente, só têm em foco aquelas comunidades claramente identificadas com o movimento neopentecostal com sua ênfase à posse de saúde, bens e dinheiro como sinal de filiação a Deus. Há, no entanto, um amplo espectro de igrejas ditas tradicionais ou históricas que, apesar de não serem tão escancaradamente defensoras dessa “teologia”, estão absorvendo em doses homeopáticas seus elementos numa demonstração de velada desconfiança com os princípios da “antiga história” do evangelho. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A teologia da prosperidade, como já se convencionou chamar, representa uma clara demonstração de desistência do evangelho da cruz, tal como apresentado nas Escrituras. É a mais sutil e ameaçadora força contra o evangelho de Cristo da contemporaneidade, porque se inseriu no interior das comunidades cristãs evangélicas levando cativas suas lideranças (cf. Neemias 4:11) É perigosa por não ser imediatamente identificada como um inimigo da cruz. O uso da linguagem religiosa cristã ilude a maioria. Além disso, a utilização de textos bíblicos, ainda que com interpretação grosseiramente manipulada, dá-lhe uma aparência respeitável ante a maioria dos evangélicos. A falta de uma sólida cultura bíblica entre os crentes tem feito muitos irmãos (ãs) sucumbirem aos argumentos mercantilistas que permeia esse novo discurso teológico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Como se pode ver, a militância pró-ateísmo e a teologia da prosperidade são movimentos com características opostas, que, num primeiro olhar não tem qualquer relação e, de fato, em termos de conteúdo não há entre eles qualquer conexão. Porém, tem o poder de produzir os mesmos efeitos na vida de muitas pessoas: &amp;nbsp;o esfriamento na fé e a progressiva descrença em Deus. O primeiro, de maneira aberta conclamando ao ateísmo e atraindo aqueles de fé incipiente. O segundo, desvirtuando os conteúdos do evangelho esvaziando-o de seu verdadeiro significado e transformando-o em promessas de riqueza material, saúde inquebrantável e status social elevado neste mundo. O poder de destruição deste ultimo, porém, é infinitamente maior.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carrancasdosaofrancisco.blogspot.com/2013/05/a-apostasia-de-nosso-tempo.html</link><author>noreply@blogger.com (Adenilson Oliveira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3030494443234041090.post-4644333935664729090</guid><pubDate>Sat, 18 May 2013 00:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-05-17T22:07:26.086-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Espiritualidade cristã</category><title>A Igreja evangélica hoje: entre o movimento e o monumento</title><description>&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Desde a passagem de Cristo pela terra a proposta do evangelho era, e ainda é, um desafio ao estilo de vida comum. Ser discípulo de Cristo tinha uma implicação direta com a vida inteira do indivíduo: suas relações familiares, suas idéias políticas, sua compreensão religiosa, sua maneira de lidar com as questões da vida e da morte, seu relacionamento com os recursos materiais (Mt 6:19-21; Mc 10:17-23). Converter-se implicava, portanto, num processo radical de mudanças na pessoa envolvendo todas aquelas dimensões já referidas, e, ainda a consequência inevitável: tornar-se alvo de perseguição. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Com o tempo, porém, a conversão passou a ser entendida como mudança de religião e foi identificada com o novo gestual religioso assumido pelo indivíduo na convivência com seus novos irmãos de fé. Ou seja, o que se passou a requerer do novo convertido foi reduzido a rituais como ir à Igreja, ler a Bíblia, dar o dízimo, ser um cidadão conformado que jamais reclama das condições de vida. Sempre contente com as circunstâncias. O convertido passou a ser&amp;nbsp; reconhecido pelo seu nível de domesticação ao sistema. O evangelho se tornou presa do estilo de vida burguês. Não fomos criativos nem corajosos o suficiente para viver as exigências contra-culturais da fé cristã. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Assim, com uma proposta cristã que levava as pessoas a se acostumarem com as mazelas de uma ordem social injusta, é claro que as igrejas passariam, naturalmente, a obter o reconhecimento e a aceitação dos poderes do mundo. Desse modo, viver o evangelho passou a ser uma experiência relativamente fácil (se comparada à que viveram nossos irmãos dos primeiros tempos da fé cristã). Em geral, nos tempos atuais no Brasil, bem poucos dentre nós já tiveram uma experiência de sofrimento que se configurasse, efetivamente, numa perseguição pelo fato de sermos cristãos. A maioria de nossos sofrimentos resulta, tão somente, da circunstância de existirmos numa sociedade urbana do século XXI. Portanto, sofrimentos comuns às pessoas independentemente de serem ou não cristãs.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quando a Igreja foi criada por Jesus e depois quando o Espírito veio sobre os cristãos em Jerusalém, ela se configurava como o &lt;b&gt;movimento &lt;/b&gt;de Jesus animado pelo Espírito Santo. Livre e indômita como o vento. Aos poucos se tornou um &lt;b&gt;monumento&lt;/b&gt; cuja importância passou a ser guardar a memória de um tempo passado. Um monumento que precisava ser preservado a qualquer preço, mesmo que, para isso, &amp;nbsp;houvesse necessidade de “atropelar” alguns. Por isso há tantas pessoas que já passaram por igrejas e saíram feridas, desiludidas, fragilizadas. A Igreja havia se institucionalizado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Uma tendência natural das instituições é ignorar as críticas que lhe são feitas. Quando um de seus membros ou um grupo deles assume um posicionamento crítico, tais indivíduos geralmente são rotulados como desviantes ou rebeldes e passam a ser alvo de exclusões e de isolamento dentro da própria comunidade. Não falo aqui dos rebeldes&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 24px;&quot;&gt;inconsequentes&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;que apenas fazem barulho sem produzir nenhuma ação relevante. Quando a Igreja assume ares de instituição fica tão perversa quanto qualquer outra instituição. Sua luta e motivo prioritário passa a ser a autopreservação e não mais servir a Deus e às pessoas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;Daí a ambição da Igreja, passou a ser imitar o modelo institucional vigente no mundo: pastores que viraram verdadeiros executivos especialistas em administração e marketing para cuidar da imagem de sua instituição; profissionais bem preparados para dar conta da carga burocrática; escolha do público-alvo adequado para sua Igreja; pregações para acariciar o ego das pessoas e torná-las “clientes” cativos e acomodados. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;A Igreja, por fim adaptou-se, tornou-se funcional. Apenas uma instituição religiosa a mais procurando defender ferozmente seu lugar, seu espaço no concorrido mercado religioso. Mas, ao mesmo tempo em que essa igreja foi ganhando projeção no mundo, teve que, também, ir abrindo mão da cruz de Cristo e, com isso sua pregação foi perdendo impacto espiritual e moral na sociedade (cf. Mt 16:24-26). Talvez seja hora de começarmos a abandonar o monumento (estático por si mesmo) e nos deixarmos conduzir pelo movimento indomável do Espírito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://carrancasdosaofrancisco.blogspot.com/2013/05/a-igreja-evangelica-hoje-entre-o.html</link><author>noreply@blogger.com (Adenilson Oliveira)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3030494443234041090.post-8334098071591072153</guid><pubDate>Thu, 18 Oct 2012 15:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-05-17T22:08:17.764-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Espiritualidade cristã</category><title>CRISTIANISMO CONDICIONADO</title><description>&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Recentemente conversando com uma amiga cristã sobre a vivência da fé na atualidade começamos a refletir sobre o que é essencial no exercício da fé. Em nosso diálogo comparávamos a igreja institucionalizada com o modo livre como viviam as primeiras comunidades, sem templo, sem liturgia, sem instrumentos musicais, sem microfones, nem púlpitos, sem datashow, sem ar condicionado e outras tecnologias cuja falta hoje inviabilizaria o culto na perspectiva de alguns. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Por essas e outras facilidades &amp;nbsp;o templo foi equivocadamente transformado no centro da prática da fé e do testemunho cristãos. A fé cristã, portanto, se tornou condicionada ao templo, um cristianismo de estufa. Por causa disso se faz necessário, para sua sobrevivência, dotar o templo de todos os artefatos tecnológicos para maior conforto dos participantes e melhor qualidade do espetác..., digo, do culto. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Não se discute a importância desses itens no atual contexto da sociedade.&amp;nbsp; Mas, ainda que se reconheça a utilidade da tecnologia nas celebrações, não se pode cair no absurdo de fazer dela o fator decisivo para que o culto aconteça, ou seja mais animado, ou que seja mais inspirativo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;A intensidade do culto está, em verdade, atrelada à profundidade da vida espiritual do povo que se reúne para adorar, afinal – perdoem-me repetir essa afirmativa tão conhecida no meio evangélico -&amp;nbsp; é em cada adorador que habita o Espírito Santo e não nos equipamentos ou no templo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;O culto comunitário, portanto, não é responsabilidade exclusiva do pastor, dos músicos, ou de alguma autoridade eclesiástica, mas da congregação. Cada discípulo é um ministro (servo) chamado a servir a Deus com sua adoração. E esta, no culto comunitário, apenas ressoa aquilo que cada um vive no seu cotidiano. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Além disso, o culto comunitário não tem a finalidade de atender a gostos estéticos ou emocionais de seus participantes. Deve ser reconhecido como um espaço de serviço a Deus cujo objetivo, segundo&amp;nbsp; I Co 14:26-30, é a edificação do “corpo”, isto é da comunidade, através das orações, da instrução e do encorajamento mútuo entre os irmãos. O culto comunitário deveria ser mais do que simples ajuntamento para cantar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Nessa perspectiva o templo, com seu aparato se transformou num fator de acomodação viciante que vem reduzindo a experiência de culto a um momento de entretenimento, porque cada pessoa, geralmente, se dirige ao templo com suas expectativas voltadas para aqueles que farão o culto: seja a equipe de louvor, o pastor, etc.. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Conquanto se deva primar sempre pela excelência em tudo&amp;nbsp; – e esse é um mandamento bíblico – não se pode confundir excelência técnica com unção espiritual. O cristão espiritualmente maduro perceberá a diferença. Neste assunto é perfeitamente aplicável o princípio da oferta da viúva pobre quando &amp;nbsp;Jesus observou que o montante de recursos ofertados pela maioria não se comparava em qualidade às duas moedinhas daquela senhora.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carrancasdosaofrancisco.blogspot.com/2012/10/cristianismo-condicionado_18.html</link><author>noreply@blogger.com (Adenilson Oliveira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3030494443234041090.post-7909735716353330310</guid><pubDate>Sun, 07 Oct 2012 01:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-10-07T17:48:40.195-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Espiritualidade cristã</category><title>PEREGRINAÇÃO</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: center;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;Em minha peregrinação em busca de minha vocação missão &amp;nbsp;aproximei-me de alguns personagens da Bíblia que se tornaram meus companheiros de jornada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: large; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Identifiquei-me com Jonas e, como ele, tentei fugir para longe de Nínive, o lugar da missão. Porém, a tempestade aterradora me sobreveio. Lançado ao mar, fui regorgitado na praia- depois de engolido pelo grande peixe – e então desisti de ir à Társis e aceitei Nínive.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: large; line-height: 150%;&quot;&gt;Como Elias eu quis ir para o deserto e me encavernar para não ser achado. De certa forma, também quis morrer. Mas, de igual modo, Deus me chamou de volta à missão no território hostil do reino de Acabe e Jezabel.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_keQRMN7HEc8/S6kFsBtBJgI/AAAAAAAAAJY/e7Ml9W6bi2A/s400/peregrino%5B1%5D.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_keQRMN7HEc8/S6kFsBtBJgI/AAAAAAAAAJY/e7Ml9W6bi2A/s400/peregrino%5B1%5D.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: large; line-height: 150%;&quot;&gt;Semelhante a Jeremias me senti frustrado ao pregar e ensinar e pregar, e não ser ouvido. Como esse profeta decidi não mais ensinar, nem pregar, mas eis que uma força mais forte do que eu me impelia a novamente reassumir o meu posto, ainda que de modo relutante, no ambiente pedregoso das salas de aulas de ensino fundamental e médio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: large; line-height: 150%;&quot;&gt;Como os exilados na Babilônia ansiei voltar à minha Jerusalém para alí descansar em contemplação ao Altíssimo e esquecer o exílio na Babilônia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: large; line-height: 150%;&quot;&gt;Semelhante a Hagar eu quis ir para longe de Sara. Mas, a mensagem era clara: “fique onde está”. E mais uma vez fiquei no lugar onde Deus me queria, mas que eu sempre resistia. Percebi, então, que aquele era o meu lugar, que era ali que Deus me queria. Compreendi que permanecer naquele trabalho era estar no centro da vontade Deus. E se Ele estiver comigo não importa o lugar ou a ocupação, esse será o melhor lugar do mundo. Acho que finalmente meu coração encontrou a paz de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; line-height: 150%; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;Penso que tudo está relacionado a uma antiga lição que o Senhor vem tentando me ensinar: que eu precisava estar inteiro na minha vida atual, pois, quase sempre estive fora de meu ser e do meu presente, sempre desejando estar em outro lugar, fazendo outra coisa. Talvez nunca tenha abraçado as coisas por inteiro, nunca verdadeiramente tenha me entregado, talvez nem ao próprio Deus. Sempre fiquei&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; line-height: 150%; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; line-height: 150%; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;numa posição defensiva, esperando o que iria acontecer. Agora estou entregue a Deus, não reservei nada para mim mesmo.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; line-height: 150%; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; line-height: 150%; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;Só assim serei realmente eu mesmo, estando inteiramente entregue a Deus.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carrancasdosaofrancisco.blogspot.com/2012/10/peregrinacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Adenilson Oliveira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_keQRMN7HEc8/S6kFsBtBJgI/AAAAAAAAAJY/e7Ml9W6bi2A/s72-c/peregrino%5B1%5D.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>