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	<title>Brogue do Cassano :: Comunicação, nerdices, mídias sociais e tecnologia</title>
	
	<link>http://www.cassano.com.br/brogue</link>
	<description>Nerdices, tecnologia, internet, comunicação, mídias sociais e milkshake</description>
	<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 00:09:16 +0000</pubDate>
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		<title>(Minhas) grandes descobertas da Humanidade: a batata corada</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 00:09:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bribeiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu devia ter uns 12 anos. Para todos os efeitos, era uma criança. Colecionava bonecos, assistia Transformers na TV, devorava quadrinhos e enciclopédias e, hábito que preservo, adorava batatas.
Passando férias na casa de uns tios, fomos pernoitar em uma fazenda (talvez um sítio, mas para mim era um latifúndio sem fim) em Teresópolis. Foi um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu devia ter uns 12 anos. Para todos os efeitos, era uma criança. Colecionava bonecos, assistia Transformers na TV, devorava quadrinhos e enciclopédias e, hábito que preservo, adorava batatas.</p>
<p>Passando férias na casa de uns tios, fomos pernoitar em uma fazenda (talvez um sítio, mas para mim era um latifúndio sem fim) em Teresópolis. Foi um fim de semana de muitas descobertas. Por exemplo, ao nadar em uma piscina de água natural, aprendi como é – literalmente – engolir sapo. No caso, pequenos girinos. A sensação é muito parecida com engolir uma aspirina, com a diferença de que, nesse caso, você fica imaginando a aspirina sacudindo a cauda dentro do seu estômago.</p>
<p>Também descobri, andando pelo gramado onde havia uma quadra de tênis, que cobras fazem buracos no chão, não por acaso chamados “buracos de cobra”. E que a presença de cobras ali estava intimamente ligada à presença dos sapos, pais do girino que eu havia engolido. “Onde tem sapo, tem cobra”. E pior, que eu não deveria pisar nos sapos, visto que eles lançariam um líquido venenoso que prontamente me deixaria cego.</p>
<p>Minha crença na precisa mira dos sapos foi total e instantânea. Idem para a constatação de que todo e qualquer buraco tinha uma cobra dentro (sem duplo sentido, por favor, eu mal tinha 12 anos).</p>
<p>Com a noite caindo, e todos recolhidos ao interior da grande casa, aprendi a jogar paciência (sim, achei extremamente divertido). Mas minha cabeça estava lá fora. Mais exatamente, no céu que gradativamente escurecia. </p>
<p>Tinha grande esperança de ali, longe da cidade, finalmente contemplar a Via Láctea, mancha branca que deveria cobrir boa parte do céu em noites sem lua e sem a poluição das cidades. Aquela era minha grande oportunidade de, como bom cientista, comprovar com meus próprios olhos o que as enciclopédias diziam.</p>
<p>Mas então a ciência foi derrotada pelos sapos. Ao abrir a porta da casa, já envolta num breu absoluto, eu pude ouvir os coaxares, vindo de toda parte. Não sabia se eles estavam perto, ou longe. E, pior, não fazia idéia de onde estavam todas aquelas cobras à caça de sapos. A escuridão fez do gramado em torno da casa uma savana selvagem. </p>
<p>Não tive coragem de sair, e da porta, sob as telhas da varanda, não dava para ver o céu. Tive que esperar muitos anos ainda para descobrir que os livros não mentiam.</p>
<p>Mas a grande e mais fantástica descoberta ainda estaria por vir. Mais exatamente, no almoço do dia seguinte. Quando elas chegaram, olhei com estranheza. Afinal, tinham aquelas bordas queimadinhas, em leve tom de marrom, exatamente como as fritas. Tinham aquela superfície mais áspera, seca, também como as fritas. Mas eram redondinhas, como uma batata na manteiga. Era um conjunto de forma, aparência e textura novo para mim. Eram minhas primeiras batatas coradas.</p>
<p>Àquela altura eu era um homem rodado de batatas. Já tinha comido várias, de muitos tipos. Fritas, palha, palito, purê, de forno&#8230; mas coradas, meio assadas meio fritas, crocantes por fora e macias como um purê por dentro&#8230; ah&#8230; foi minha primeira vez.</p>
<p>Acho que se me dissessem que havia mais um prato cheio de batatas coradas no meio da grama, à noite, eu enfrentaria sapos e cobras pelo direito de repetir no jantar a descoberta do almoço.</p>
<p>Isso tem uns vinte anos. Mais, talvez. Mas consigo reviver cada detalhe. Da sala com vigas e teto de madeira, de iluminação suave, do sabor daquela nova batata, do coaxar dos sapos.</p>
<p>E do aprendizado: o mágico, o fantástico, o maravilhoso da ignorância é a alegria incomparável quando percebemos que acabamos de descobrir algo. Que não precisa ser o fogo, a roda, a penicilina. Pode ser as regras do jogo de paciência. Ou o sabor de uma batata corada. Basta ser algo que não sabíamos que existia e que agora conhecemos bem. </p>
<p>Quando se tem 12 anos, o mundo inteiro é um laboratório e tudo são grandes descobertas. Felizes aqueles que têm 12 anos para sempre.</p>
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		<title>Gerador de pautas para o Globo Repórter</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 21:21:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bribeiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[CIBT]]></category>

		<category><![CDATA[globo repórter]]></category>

		<category><![CDATA[Humor]]></category>

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		<description><![CDATA[O Globo Repórter sempre foi uma das melhores coisas da TV aberta. Em tempos pré-TV a cabo, era a fonte praticamente exclusiva de bons documentários e ainda hoje traz reportagens excelentes, mas que acabam seguindo uma fórmula bastante específica. 
Pensando nisso, os especialistas do Cassano Institute of Bizarre Technologies (CIBT) desenvolveram uma ferramenta para ajudar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <em>Globo Repórter</em> sempre foi uma das melhores coisas da TV aberta. Em tempos pré-TV a cabo, era a fonte praticamente exclusiva de bons documentários e ainda hoje traz reportagens excelentes, mas que acabam seguindo uma fórmula bastante específica. </p>
<p>Pensando nisso, os especialistas do Cassano Institute of Bizarre Technologies (CIBT) desenvolveram uma ferramenta para ajudar a criar pautas para muitas sextas-feiras. Para utilizar, basta selecionar um trecho de cada campo abaixo e ver o tema que surge.</p>
<p><code></p>
<form>
<table border=0>
<tr>
<td>
<select>
<option>Parte 1</option><br />
<option>A vida selvagem</option><br />
<option>Os twitteiros</option><br />
<option>Os rem&eacute;dios</option><br />
<option>A medicina</option><br />
<option>As ervas</option><br />
<option>Os idosos</option><br />
<option>Os animais</option><br />
<option>As plantas</option><br />
<option>Os alimentos</option><br />
<option>O lobo guar&aacute;</option><br />
<option>O pica-pau</option><br />
<option>As frutas</option><br />
<option>As girafas</option><br />
<option>Os &iacute;ndios</option></p>
</select>
</td>
<td>
<select>
<option>Parte 2</option><br />
<option>da Amazônia</option><br />
<option>do Pantanal</option><br />
<option>da Mãe-Joana</option><br />
<option>do Brasil</option><br />
<option>do M&eacute;ier</option><br />
<option>de Botucatu</option><br />
<option>do Oriente</option><br />
<option>do Himalaia</option><br />
<option>das grandes cidades</option><br />
<option>do Twitter</option><br />
<option>da Natureza</option><br />
<option>dos &iacute;ndios</option><br />
</select>
</td>
</tr>
</table>
</form>
<p></code></p>
<p>E você? Tem alguma sugestão de pauta?</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/cassanocombr/~4/flPYwpkzEFk" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Sobre rankings, celebridades e a natureza humana</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 02:46:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcassano</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

		<category><![CDATA[Treconologia]]></category>

		<category><![CDATA[capital social]]></category>

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		<category><![CDATA[comportamento]]></category>

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		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<category><![CDATA[tribos]]></category>

		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[O brilhante Alex Primo tem feito alguns posts em seu blog discutindo o sentido (ou a falta de) em se falar de celebridades da web. Isso me remeteu a outra boa e velha discussão: por que continuamos obcecados por virais, celebridades, TOP 10s e rankings que, teoricamente, deveriam ter sido banidos com a disseminação da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O brilhante Alex Primo tem feito alguns<a href="http://www.interney.net/blogs/alexprimo/2009/05/28/existem_celebridades_com_blogs_mas_nao_d" target="_blank"> posts em seu blog</a> discutindo o sentido (ou a falta de) em se falar de celebridades da web. Isso me remeteu a outra boa e velha discussão: por que continuamos obcecados por virais, celebridades, TOP 10s e rankings que, teoricamente, deveriam ter sido banidos com a disseminação da internet e das redes sociais?</p>
<p>Ora, acreditávamos que, livres da ameaça perniciosa da mídia de massa, finalmente poderíamos ver os filmes que quiséssemos, ouvir as bandas mais obscuras, nos informar nas fontes mais diversas. Estaríamos livres dos rankings da Billboard, mais vendidos da Veja ou maiores bilheterias nos EUA. Também estaríamos livres das celebridades ocas da TV.</p>
<p>Antes de entrar nos detalhes dessa discussão, vale um breve exercício. Acho que, cegos e apaixonados pela revolução tecnológica, atribuímos a ela uma responsabilidade além do que a tecnologia (qualquer uma) pode entregar: ousamos pensar que ela mudaria a essência do que somos.</p>
<p>Que me perdoem os ciberpunks, mas a tecnologia não muda o Homem. Darwin muda o Homem. Ou Deus, se preferir, muda o Homem. A internet e as tecnologias em geral mudam COMO fazemos as coisas, mudam O QUE fazemos, mudam até o QUANDO ou QUANTO fazemos. Mas a tecnologia não consegue mudar POR QUE fazemos. Porque o motivador de nossas ações são nossas necessidades e desejos mais íntimos.</p>
<p>Em alguma instância, mais próxima ou remota, comer um Big Mac, esperar o chefe sair da sala para ver o vídeo da Maíra do BBB no computador do trabalho ou baixar o filme dos X-Men são ações solicitadas pelo TCP-IP da existência: nosso DNA.</p>
<p>Partindo-se da premissa de que as tecnologias trazem respostas novas para problemas reformulados a partir de necessidades perenes, celebridades, rankings e TOP 10s são respostas a uma necessidade orgânica e psicológica nossa. Não são invenção maquiavélica e exclusiva da comunicação de massa.</p>
<p>Provavelmente, a gente gosta mesmo de baixaria e violência. Seja em que mídia for.</p>
<p>Sem entrar no mérito da validade ou não de se usar o termo “celebridade” para os fenômenos específicos da blogosfera, acredito que um conceito fundamental para entendermos esse comportamento da mídia de massa no contexto das redes sociais é o da escala: em muitos aspectos (não em todos, é claro), as redes sociais se comportam como um emaranhado de redes massivas em miniatura.</p>
<p>Explico antes que me crucifiquem: no que diz respeito a nossas buscas por referências externas, a internet não veio acabar com rankings, blockbusters, “mais vendidos”etc. Ela apenas fragmentou estes universos. Mudou as fontes. Se antes dependíamos da Billboard para nos dizer quais os 10 melhores discos do mês, hoje formamos nosso próprio ranking no Last.fm.</p>
<p>Se antes a Veja nos dizia que livros ler, hoje vemos que livros as pessoas mais parecidas conosco estão lendo na Amazon ou em redes sociais de livros. Se antes a bilheteria nos EUA era fundamental para definirmos que filmes veríamos no final de semana, hoje esse processo acontece na Net Movies, acontece no Torrent.</p>
<p>Mas os rankings permanecem. Se antes lia-se Paulo Coelho porque ele vendeu milhões de exemplares, hoje se segue o @fulano porque ele já tem 2 mil seguidores. “E não deve ter 2 mil seguidores à toa”.</p>
<p>Os meios, as ferramentas, os formadores de opinião mudaram. Mas a necessidade de termos respaldo na opinião de nossas (agora múltiplas) tribos permanecem. Antes pensávamos: “Um milhão de pessoas não podem estar erradas”. Hoje pensamos: “Todo mundo não pode estar errado.”</p>
<p>E nosso “todo mundo” equivale a 200 pessoas que curtem Zumbi do Mato (eu curto). 50 cineastas amadores de Botucatu. 20 evangélicas lésbicas de Bom Jesus do Itabapoana. O francês Michel Maffesolli retratou com precisão o aspecto tribal da geração das redes sociais&#8230; antes de existirem as redes sociais.</p>
<p>Porque isso não vem de Cupertino ou Mountain View, na Califórnia, vem de nosso cérebro. A gente simplesmente não consegue pensar sozinho. “Certo” ou “Errado” são conceitos relativos que dependem da cara de aprovação ou condenação do sujeito a seu lado.</p>
<p>Precisamos da “opinião dos outros”, mesmo que seja para negá-la. E isso gera as sub-pseudo-celebridades da web, isso gera as<em> tag clouds</em>, <em>trending</em><em> topics</em>, <em>trendhunters</em> e o que mais você disser em inglês que responda a uma pergunta básica: “Isso aqui é bom mesmo ou eu que sou um idiota?”</p>
<p>Isso explica nossa ridícula fascinação por número de seguidores, leitores de <em>feed</em>, amigos no Orkut. Ser uma pessoa tímida <em>offline</em> fazia você ser um forasteiro nas diversas tribos que freqüentava, mas você só era um Zé Ninguém uma tribo por vez. Não ter amigos no Orkut ou seguidores no Twitter faz de você um forasteiro no mundo, um lunático falando sozinho, um segregado, um Botsuana do capital social.</p>
<p>Voltando às celebridades da web, elas podem não ter o mesmo alcance de seus pares tradicionais. Podem não ter a disseminação multi-plataforma, nem ter um altar bacana como o da Paris Hilton. É, pode ser. Mas a motivação para colocá-las no alto desse altar é igualzinha. E a total falta de necessidade de algum conteúdo, ato, feito ou propósito real para se levar a celebridade ao altar também.</p>
<p>As redes são outras, as escalas são outras, as dinâmicas totalmente diferentes. Mas as pessoas&#8230; ah, essas são as mesmas. E continuarão sendo.</p>
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		<title>Motos perpétuos e boca-a-boca em redes sociais</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 01:10:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bribeiro</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Como prometido, aqui está a pequena apresentação que fiz no Social Media Brasil (SMBR), dia 5 de junho último, em São Paulo. A idéia foi pensar como a usabilidade de uma rede social afeta o trabalho de disseminação de uma mensagem de pessoa em pessoa.

O moto perpétuo do boca-a-boca
View more Microsoft Word documents from Roberto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como prometido, aqui está a pequena apresentação que fiz no Social Media Brasil (SMBR), dia 5 de junho último, em São Paulo. A idéia foi pensar como a usabilidade de uma rede social afeta o trabalho de disseminação de uma mensagem de pessoa em pessoa.</p>
<p><code><center>
<div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_1546285"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/rcassano/o-moto-contnuo-do-bocaaboca?type=presentation" title="O moto perpétuo do boca-a-boca">O moto perpétuo do boca-a-boca</a><object style="margin:0px" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=smbr-090607195915-phpapp01&#038;stripped_title=o-moto-contnuo-do-bocaaboca" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=smbr-090607195915-phpapp01&#038;stripped_title=o-moto-contnuo-do-bocaaboca" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed></object>
<div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">Microsoft Word documents</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/rcassano">Roberto Cassano</a>.</div>
</div>
<p></center></code></p>
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		<title>Fantasmas na máquina</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 02:38:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

		<category><![CDATA[cotidiano]]></category>

		<category><![CDATA[memória]]></category>

		<category><![CDATA[perdas]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu me impressiono com algumas coisas. Filmes, acontecimentos. As imagens do tsunami demoraram a sair da minha cabeça. Quase virei terrorista depois de Clube da Luta e nem mesmo o Robin Williams, no papel de uma babá bicentenária interpretando um professor, conseguiu reduzir o efeito que Sociedade dos Poetas Mortos fez em meu espírito candidato [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu me impressiono com algumas coisas. Filmes, acontecimentos. As imagens do tsunami demoraram a sair da minha cabeça. Quase virei terrorista depois de <em>Clube da Luta</em> e nem mesmo o Robin Williams, no papel de uma babá bicentenária interpretando um professor, conseguiu reduzir o efeito que <em>Sociedade dos Poetas Mortos</em> fez em meu espírito candidato a escritor.</p>
<p>E já escrevi aqui, na forma de poemas ou posts, sobre o pavor e fascínio que sinto pelo vazio, pelo desaparecimento. Seja o desaparecimento do que criamos – aprisionado em um suporte digital fadado ao apodrecimento – seja o desaparecimento de quem amamos, ou de nós mesmos.</p>
<p>Este ano já experimentei a perda de várias pessoas. De algumas muito próximas a desconhecidos que, pelas circunstâncias de suas partidas, nos fazem refletir sobre como aproveitamos nossa estada. Quando vejo gente sendo subitamente subtraída deste mundo físico, por acidentes ou fatalidades, não consigo não olhar com estranheza para os fantasmas na máquina que permanecem. Os registros inacabados nos perfis sociais que ficam perdidos, órfãos de nós mesmos, pela internet.</p>
<p>Um perfil é diferente de um texto, de uma foto. Se deixamos cartas, textos, posts, filmes&#8230; são coisas que criamos. E que ajudarão os outros a se lembrarem de nós quando partirmos. Mas os perfis, supostamente, não são coisas que criamos. Eles são nós mesmos. Os perfis, teoricamente, são uma representação digital do que somos. Do que pensamos, do que sentimos.</p>
<p><strong>Os perfis pretendem ser a digitalização de nossa alma.</strong></p>
<p>E se partimos sem chance de responder, pela última vez, “o que estou fazendo agora?”, “o que estou ouvindo?” e todas as perguntas que nos forçam a viver cada vez mais presos ao presente, sobrevivem nossos fantasmas digitais, como obras inacabadas. </p>
<p>Que fim eles deveriam levar? Devem ficar ali, congelados no tempo até que sucumbam ao fim inevitável das redes sociais (sim, porque não há empresa eterna, serviço eterno)? Deveriam continuar envelhecendo no Orkut, com sua idade atualizada e suas “fotos recentes”? Deveriam retirar-se de cena? Ou, no fundo, será que nada disso importa?</p>
<p>Tenho conhecidos e amigos que partiram e cujos perfis viveram ainda por muito tempo, recebendo mensagens e comentários, num ritual moderno de celebração aos que se foram. A cada tragédia de comoção nacional, os perfis das vítimas em redes sociais recebem dezenas, centenas de mensagens que nunca serão lidas, como flores deixadas num túmulo. É um gesto tão mórbido quanto singelo e comovente. Como se a pessoa virtual sobrevivesse à sua metade real.</p>
<p>Parece que o cenário de ficção científica onde transferiríamos nossa consciência para a máquina, a fim de nos livrarmos de nossos corpos físicos, não é assim tão absurdo. Quando eu me for, continuarei vivo digitalmente naquilo que crio na Rede. Virtualmente vivo até que se apague meu último eu virtual. Um Gato de Schrödinger contemporâneo, onde não se saberá ao certo se eu de fato ainda respiro ou não. Existe vida após o <em>shut down</em>?</p>
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		<item>
		<title>Blog de papel ensina a escrever</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/cassanocombr/~3/E5IiFJRiuPA/blog-de-papel-ensina-a-escrever.htm</link>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2009 01:38:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<category><![CDATA[futuro]]></category>

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		<description><![CDATA[Por meio de minha mãe, que é professora da Rede Estadual do Rio de Janeiro, tomei contato com um projeto muito interessante: o Almanaque da Rede. Concebido por Sonia Rodrigues, filha do imortal tricolor Nelson Rodrigues, trata-se um uma abordagem inovadora para um desafio e tanto: fazer a geração Orkut-Créu-MSNaprender, exercitar e, principalmente, gostar de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por meio de minha mãe, que é professora da Rede Estadual do Rio de Janeiro, tomei contato com um projeto muito interessante: o <a href="http://www.almanaquedarede.com.br/">Almanaque da Rede</a>. Concebido por Sonia Rodrigues, filha do imortal tricolor Nelson Rodrigues, trata-se um uma abordagem inovadora para um desafio e tanto: fazer a geração Orkut-Créu-MSNaprender, exercitar e, principalmente, gostar de escrever. E de conhecer as diferentes formas de escrita, do miguxês ao português erudito.</p>
<p><img src="http://www.cassano.com.br/wp-content/uploads/2009/05/almanaquedarede-300x185.jpg" alt="almanaquedarede" title="almanaquedarede" width="300" height="185" class="alignright size-medium wp-image-618" /> O projeto contempla uma espécie de agenda de papel, distribuída para alunos do primeiro ano do ensino médio da rede estadual. Nela, além de espaço para dados do aluno (nome, e-mail, perfil no Facebook, perfil no Orkut, comunidades favoritas etc), há dicas de internet (como fazer buscas, downloads, sites interessantes, o que é e como usar blogs, Twitter e afins), dicas de Português e outras disciplinas (por exemplo, comparando o texto de um scrap de Orkut com o de um currículo) e muitos, mas muitos, exercícios de construção de textos.</p>
<p>No lugar de regrinhas chatas, regras de um jogo. Ícones coloridos representam diversos elementos de uma narrativa (personagem, motivo, desfecho etc), de uma dissertação, descrição etc. Para fazer uso do Almanaque e de seu “Blog de Papel”, o aluno precisa encarar a construção de textos como um jogo. Um desafio a ser vencido. Um enigma a ser desvendado. É bem mais do que uma redação de “Minhas férias”.</p>
<p>A parte digital tem ferramentas e conteúdos para alunos e professores. Entre elas, a possibilidade de transpor o blog de papel para um ambiente online. E espaços para os alunos publicarem suas redações, que concorrerão a prêmios.</p>
<p>Parece uma tentativa desesperada de juntar tudo que é inovador e atraente num projeto só – interatividade, tecnologia, redes sociais, jogos e uma linguagem jovem e contemporânea. Mas tudo ali parece ter sido bem pensado, bem estruturado. Nada soa gratuito. O projeto, fruto da tese de doutorado em Literatura de Sonia, é muito consistente e autêntico.</p>
<p>É uma corajosa e valiosa tentativa de se modernizar o ensino. Em minha visão de leigo em educação, o Almanaque busca ensinar os alunos a pensar – não há melhor exercício para organizar o pensamento do que escrever – , e, ao usar a internet como isca para o estudo, acaba realizando uma efetiva inclusão digital, ao dar o básico de informações e mostrar o vasto mundo digital para uma turma que, por mais que esteja conectada, na maioria das vezes não vai além do Orkut e do MSN. </p>
<p>Pena que em muitos colégios, o Almanaque não veio junto com uma boa apresentação sobre o projeto, e o material impresso foi desprezado como “mais uma agendinha”.</p>
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		<item>
		<title>Poeminhas matemáticos</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/cassanocombr/~3/_FXRC79Flfg/poeminhas-matematicos.htm</link>
		<comments>http://www.cassano.com.br/brogue/2009/04/poeminhas-matematicos.htm#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 02:54:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcassano</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Prosa e verso]]></category>

		<category><![CDATA[literatura]]></category>

		<category><![CDATA[matemática]]></category>

		<category><![CDATA[números primos]]></category>

		<category><![CDATA[poesia]]></category>

		<category><![CDATA[tabuada]]></category>

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		<description><![CDATA[Zero à esquerda

O zero era revolucionário de esquerda.
Um dia o zero se apaixonou pela vírgula.
Não que ela fosse formosa, muito pelo contrário.
Era magra, meio torta. Cambava prum lado.
Mas o zero se apaixonou porque percebeu que
longe da vírgula ele não era nada.
Números primos

Tio Pi se dividiu de raiva quando soube
que o 2 e o 17 andavam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Zero à esquerda<br />
</strong></p>
<p>O zero era revolucionário de esquerda.<br />
Um dia o zero se apaixonou pela vírgula.<br />
Não que ela fosse formosa, muito pelo contrário.<br />
Era magra, meio torta. Cambava prum lado.<br />
Mas o zero se apaixonou porque percebeu que<br />
longe da vírgula ele não era nada.</p>
<p><strong>Números primos<br />
</strong><br />
Tio Pi se dividiu de raiva quando soube<br />
que o 2 e o 17 andavam de mãos dadas<br />
num logarítmo escuro, longe dos pais.</p>
<p>Um escândalo que rompia com todos<br />
os denominadores da alta sociedade.</p>
<p>Pensou logo na imprensa sensacionalista,<br />
doida para fatorar em cima da multiplicação<br />
de fofocas sobre a família Tabuada.</p>
<p>Tio Pi chamou os jovens expoentes<br />
e deu-lhes um pito de segundo grau,<br />
ameaçou-lhes cortar o mal pela raiz<br />
e pôs fim ao namorico.</p>
<p>Que futuro teria esse namoro de primos?</p>
<p><strong>Vida<br />
</strong></p>
<p>Criança<br />
1+0=1000<br />
1+0=1000<br />
1+0=1000<br />
1+0=1000</p>
<p>Adolescente<br />
5 x 1<br />
5 x 1<br />
5 x 1<br />
5 x 1</p>
<p>Jovem<br />
1+1=1<br />
1+2=1<br />
1+3=1<br />
1+4=1</p>
<p>Adulto<br />
1+1=2<br />
1+1=2<br />
1+1=2<br />
1+1=3</p>
<p>Idoso<br />
3-1=1<br />
2-1=1<br />
2-1=0<br />
1-1=0</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/cassanocombr/~4/_FXRC79Flfg" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Todo mundo quem?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/cassanocombr/~3/4EbS0na9rLo/todo-mundo-quem.htm</link>
		<comments>http://www.cassano.com.br/brogue/2009/04/todo-mundo-quem.htm#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2009 18:59:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[CIBT]]></category>

		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

		<category><![CDATA[etnocentrismo]]></category>

		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

		<category><![CDATA[sociologia]]></category>

		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Todo mundo está falando que fulano vendeu um post&#8221;. É comum ouvir isso a cada polêmica ou nova febre no Twitter. “Todo mundo” alguma coisa. Na verdade, se você fizer uma enquete pelas ruas do Rio, de SP e de Recife, raríssimas serão as pessoas que estarão indignadas com o uso de scripts para seguir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Todo mundo está falando que fulano vendeu um post&#8221;. É comum ouvir isso a cada polêmica ou nova febre no Twitter. “Todo mundo” alguma coisa. Na verdade, se você fizer uma enquete pelas ruas do Rio, de SP e de Recife, raríssimas serão as pessoas que estarão indignadas com o uso de scripts para seguir milhares de pessoas no Twitter. </p>
<p>O assunto, tampouco, foi pauta na reunião do G20, enredo de escola de samba (&#8221;<em>tuiteeeei&#8230; Lá da Sapucaí&#8230; E aí, e aí&#8230;</em>&#8220;) ou tema no sermão do padre (&#8221;<em>irmão, não seguireis a quem não te queres seguindo</em>&#8220;). Mas ainda assim a gente considera isso a preocupação maior de “todo mundo”.</p>
<p>Quem é “todo mundo”? Se a resposta é o infalível “depende”, o Twitter a torna ainda mais curiosa. A partir do momento em que você monta sua rede de 100, 200 seguidos, e começa a seguir aqueles desconhecidos com quem seus conhecidos conversam, você monta um universo fechado onde, mais ou menos, todo mundo segue todo mundo. É como um <em>Barrados no Baile</em>, onde todo mundo pegava todo mundo, só que sem a Shannon Doherty.</p>
<p>Como praticamente todas as conversas, desabafos, babados e polêmicas que você acompanha parecem fazer sentido – afinal você lê os diálogos quase inteiros -, têm-se a impressão de que você de fato segue “todo mundo”. Se seu universo de seguidos não toca no assunto, é porque o assunto obviamente não existe.</p>
<p>O novo Google somos nozes. São nossos contatos de primeiro e segundo grau que definem, via Twitter, o que é ou não é tendência. O que existe ou não. O que eu devo ver ou não. São eles que definem que posts pagos ou o viral da moda são o assunto preferido de “todo mundo”.</p>
<p>Para um humano normal, tal comportamento não passa de um fenômeno delicioso para os cientistas sociais analisarem. No fundo, ele não é novo. O “todo mundo” de cada sempre foi muito reduzido. A diferença é que agora ele tem ares de coisa quantificável. De fato aquele interminável rio de frases curtas parece ser tudo. Parece ser todo mundo.</p>
<p>Mas para quem trabalha com redes sociais, esse comportamento é perigoso. Precisamos praticar o sempre saudável exercício de nos afastarmos. De reconhecermos que, sim, “<em>Hanna Montanna</em>” é um dos assuntos mais quentes no Twitter hoje, embora ninguém que eu siga tenha falado sobre isso. É fundamental fugirmos do etnocentrismo, aqui travestido de um ciberetnocentrismo. De acharmos que virais, posts pagos e panes no Speedy são a paixão nacional. Mesmo que “todo mundo” só fale disso.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/cassanocombr/~4/4EbS0na9rLo" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Faculdade: fazer ou não?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/cassanocombr/~3/p3KF_vnOEWA/faculdade-fazer-ou-nao.htm</link>
		<comments>http://www.cassano.com.br/brogue/2009/03/faculdade-fazer-ou-nao.htm#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 11:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

		<category><![CDATA[carreiras]]></category>

		<category><![CDATA[design]]></category>

		<category><![CDATA[educação]]></category>

		<category><![CDATA[ewd]]></category>

		<category><![CDATA[faculdade]]></category>

		<category><![CDATA[graduação]]></category>

		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>

		<category><![CDATA[profissões]]></category>

		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Assim que terminou a sessão de perguntas do 14º Encontro de Web Design (EWD), uma jovem estudante interpelou os palestrantes, que conversávamos num canto do auditório. Ela queria escolher uma faculdade de design e não sabia qual escolher.
Acho que as dicas que recebeu não eram exatamente as que procurava. Com estilos ou motivos diferentes, nós [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assim que terminou a sessão de perguntas do 14º Encontro de Web Design (EWD), uma jovem estudante interpelou os palestrantes, que conversávamos num canto do auditório. Ela queria escolher uma faculdade de design e não sabia qual escolher.</p>
<p>Acho que as dicas que recebeu não eram exatamente as que procurava. Com estilos ou motivos diferentes, nós a fizemos pensar duas vezes antes de fazer uma faculdade apenas por fazer uma faculdade, como se sua carreira dependesse disso e só começasse pra valer daqui a quatro ou cinco anos.</p>
<p>Isso me fez voltar a pensar sobre aquela <a href="http://www.cassano.com.br/brogue/2008/02/no-teremos-profisses-faremos-coisas.htm">história de profissões e carreiras</a>. Não consigo desprezar o curso universitário. Podem me chamar de antiquado, mas eu não abriria mão de minha graduação. Ela foi muito importante, mas não pelo conhecimento técnico que adquiri. Foi, sim, pelo processo de amadurecimento, pelo rito de passagem e pela cultura geral que fui forçado a absorver.</p>
<p>Hoje, não vejo muito sentido em graduações técnicas, como Jornalismo, Publicidade, Design ou Informática. Não tem nada ali – no que diz respeito aos lides, campanhas, serifas ou classes da vida – que não se aprenda quebrando a cabeça em casa ou em cursos menores, focados.</p>
<p>Acho que seríamos profissionais melhores se os publicitários fizessem cursos de técnica publicitária e se formassem em algo que os ajudasse a entender melhor as pessoas e suas necessidades, como Antropologia, Psicologia ou Sociologia. A mesma coisa para jornalistas, que poderiam estudar a fundo História, Ciências Sociais ou as mesmas graduações do publicitário e em seis meses (ou num bom estágio) pegar toda a técnica necessária.</p>
<p>E por aí vai. Se um designer vai ficar quatro anos estudando, é melhor que seja a História da Arte e do Design do que aprendendo técnicas ou ferramentas que estarão defasadas quando ele se formar. </p>
<p>Bom, respondendo à jovem do EWD: faça sim uma faculdade. Mas não aquela que te ensine a usar o martelo, mas sim a que te ensine porque martelar, quem já martelou antes e qual o papel do martelo no mundo.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/cassanocombr/~4/p3KF_vnOEWA" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>10 coisas que aprendi sobre redes sociais - a palestra do 14o EWD/EDTED</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/cassanocombr/~3/260IeKHUQvM/10-coisas-que-aprendi-sobre-redes-sociais.htm</link>
		<comments>http://www.cassano.com.br/brogue/2009/03/10-coisas-que-aprendi-sobre-redes-sociais.htm#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 15:02:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcassano</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

		<category><![CDATA[Agência Frog]]></category>

		<category><![CDATA[arteccom]]></category>

		<category><![CDATA[EDTED]]></category>

		<category><![CDATA[Encontro de Web Design]]></category>

		<category><![CDATA[ewd]]></category>

		<category><![CDATA[Frog]]></category>

		<category><![CDATA[mídia social]]></category>

		<category><![CDATA[palestra]]></category>

		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

		<category><![CDATA[slideshare]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais uma vez, foi uma experiência incrível participar do Encontro de Web Design. Foi minha terceira vez como palestrante. Desta vez, resolvi compartilhar um pouco do que aprendi, na prática, sobre redes sociais.
Como prometido, aí estão os slides:
10 coisas sobre redes sociais que aprendi ralando
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma vez, foi uma experiência incrível participar do Encontro de Web Design. Foi minha terceira vez como palestrante. Desta vez, resolvi compartilhar um pouco do que aprendi, na prática, sobre redes sociais.</p>
<p>Como prometido, aí estão os slides:</p>
<div id="__ss_1221091" style="width: 425px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="10 coisas sobre redes sociais que aprendi ralando" href="http://www.slideshare.net/rcassano/10-coisas-sobre-redes-sociais-que-aprendi-ralando?type=powerpoint">10 coisas sobre redes sociais que aprendi ralando</a><object width="425" height="355" data="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=ewd2009-090330081551-phpapp02&amp;rel=0&amp;stripped_title=10-coisas-sobre-redes-sociais-que-aprendi-ralando" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=ewd2009-090330081551-phpapp02&amp;rel=0&amp;stripped_title=10-coisas-sobre-redes-sociais-que-aprendi-ralando" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/rcassano">Roberto Cassano</a>.</div>
</div>
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		<item>
		<title>O que você aprendeu sobre redes sociais?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/cassanocombr/~3/Y2DjpcTxGrg/o-que-voce-aprendeu-sobre-redes-sociais.htm</link>
		<comments>http://www.cassano.com.br/brogue/2009/03/o-que-voce-aprendeu-sobre-redes-sociais.htm#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 04:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

		<category><![CDATA[evento]]></category>

		<category><![CDATA[ewd]]></category>

		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>

		<category><![CDATA[palestra]]></category>

		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Loading&#8230;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><code><center><iframe src="http://spreadsheets.google.com/embeddedform?key=pk_essFLOJd2erspb8V53ZA" width="550" height="1269" frameborder="0" marginheight="0" marginwidth="0">Loading&#8230;</iframe></center></code></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/cassanocombr/~4/Y2DjpcTxGrg" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cassano.com.br/brogue/2009/03/o-que-voce-aprendeu-sobre-redes-sociais.htm/feed</wfw:commentRss>
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		<item>
		<title>Conjugações do verbo tuitar</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/cassanocombr/~3/DmM1gBwIJl0/conjugacoes-do-verbo-tuitar.htm</link>
		<comments>http://www.cassano.com.br/brogue/2009/03/conjugacoes-do-verbo-tuitar.htm#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 15 Mar 2009 14:33:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Humor]]></category>

		<category><![CDATA[Prosa e verso]]></category>

		<category><![CDATA[conjugação]]></category>

		<category><![CDATA[Português]]></category>

		<category><![CDATA[tuitar]]></category>

		<category><![CDATA[twitter]]></category>

		<category><![CDATA[verbo]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando vós tuitardes, lembrai-vos destas conjugações.
Formas Nominais:
   infinitivo: tuitar
   gerúndio: tuitando
   particípio: tuitado
Presente do Indicativo
   eu tuito
   tu tuitas
   ele tuita
   nós tuitamos
   vós tuitais
   eles tuitam
Imperfeito do Indicativo
   eu tuitava
   tu tuitavas
 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando vós tuitardes, lembrai-vos destas conjugações.</p>
<p><strong>Formas Nominais:</strong><br />
   infinitivo: tuitar<br />
   gerúndio: tuitando<br />
   particípio: tuitado</p>
<p><strong>Presente do Indicativo</strong><br />
   eu tuito<br />
   tu tuitas<br />
   ele tuita<br />
   nós tuitamos<br />
   vós tuitais<br />
   eles tuitam</p>
<p><strong>Imperfeito do Indicativo</strong><br />
   eu tuitava<br />
   tu tuitavas<br />
   ele tuitava<br />
   nós tuitávamos<br />
   vós tuitáveis<br />
   eles tuitavam</p>
<p><strong>Perfeito do Indicativo</strong><br />
   eu tuitei<br />
   tu tuitaste<br />
   ele tuitou<br />
   nós tuitamos<br />
   vós tuitastes<br />
   eles tuitaram</p>
<p><strong>Mais-que-perfeito do Indicativo</strong><br />
   eu tuitara<br />
   tu tuitaras<br />
   ele tuitara<br />
   nós tuitáramos<br />
   vós tuitáreis<br />
   eles tuitaram</p>
<p><strong>Futuro do Pretérito do Indicativo</strong><br />
   eu tuitaria<br />
   tu tuitarias<br />
   ele tuitaria<br />
   nós tuitaríamos<br />
   vós tuitaríeis<br />
   eles tuitariam</p>
<p><strong>Futuro do Presente do Indicativo</strong><br />
   eu tuitarei<br />
   tu tuitarás<br />
   ele tuitará<br />
   nós tuitaremos<br />
   vós tuitareis<br />
   eles tuitarão</p>
<p><strong>Presente do Subjuntivo</strong><br />
   que eu tuite<br />
   que tu tuites<br />
   que ele tuite<br />
   que nós tuitemos<br />
   que vós tuiteis<br />
   que eles tuitem</p>
<p><strong>Imperfeito do Subjuntivo</strong><br />
   se eu tuitasse<br />
   se tu tuitasses<br />
   se ele tuitasse<br />
   se nós tuitássemos<br />
   se vós tuitásseis<br />
   se eles tuitassem</p>
<p><strong>Futuro do Subjuntivo</strong><br />
   quando eu tuitar<br />
   quando tu tuitares<br />
   quando ele tuitar<br />
   quando nós tuitarmos<br />
   quando vós tuitardes<br />
   quando eles tuitarem</p>
<p><strong>Imperativo Afirmativo</strong><br />
   tuita tu<br />
   tuite ele<br />
   tuitemos nós<br />
   tuitai vós<br />
   tuitem eles</p>
<p><strong>Imperativo Negativo</strong><br />
   não tuites tu<br />
   não tuite ele<br />
   não tuitemos nós<br />
   não tuiteis vós<br />
   não tuitem eles</p>
<p><strong>Infinitivo Pessoal</strong><br />
   por tuitar eu<br />
   por tuitares tu<br />
   por tuitar ele<br />
   por tuitarmos nós<br />
   por tuitardes vós<br />
   por tuitarem eles</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/cassanocombr/~4/DmM1gBwIJl0" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A inspiração para o Tie Fighter?</title>
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		<comments>http://www.cassano.com.br/brogue/2009/03/a-inspiracao-para-o-tie-fighter.htm#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 15 Mar 2009 02:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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		<category><![CDATA[Star wars]]></category>

		<category><![CDATA[tie fighter]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo fã de Star Wars sabe que as cenas de batalha entre a Millenium Falcon (a nave pilotada por Han Solo) e Tie Fighters (os caças do Império) foram inspiradas em registros cinematográficos de pegas-pra-capar aéreos da Segunda Guerra Mundial.
Mas o que eu não sabia – e acredito que muitos não saibam – é que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo fã de Star Wars sabe que as cenas de batalha entre a Millenium Falcon (a nave pilotada por Han Solo) e Tie Fighters (os caças do Império) foram inspiradas em registros cinematográficos de pegas-pra-capar aéreos da Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>Mas o que eu não sabia – e acredito que muitos não saibam – é que o design do próprio Tie Fighter foi inspirado em aeronaves da Grande Guerra. Na imagem abaixo, o modelo original utilizado nas filmagens dos episódios IV, V e VI. Ao lado, foto tirada no Museu das Armas, em Paris, na fantástica exposição permanente sobre as guerras mundiais. Trata-se de um módulo de artilharia dos grandes aviões da época.</p>
<p>São ou não são muito parecidos?</p>
<p><img src="http://www.cassano.com.br/wp-content/uploads/2009/03/tie_fighter.jpg" alt="Tie Fighter original Vs Artilharia da Segunda Guerra" title="Tie Fighter original Vs Artilharia da Segunda Guerra" width="640" height="251" class="alignright size-full wp-image-585" /></p>
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		<title>O reboot final: a era do cyborg</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/cassanocombr/~3/5ZjILsAT76I/o-reboot-final-a-era-do-cyborg.htm</link>
		<comments>http://www.cassano.com.br/brogue/2009/02/o-reboot-final-a-era-do-cyborg.htm#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 14:26:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[CIBT]]></category>

		<category><![CDATA[biotecnologia]]></category>

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		<category><![CDATA[futuro]]></category>

		<category><![CDATA[futurologia]]></category>

		<category><![CDATA[TED]]></category>

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		<description><![CDATA[Crise mundial, engenharia genética e robótica criarão o homem 2.0?

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Crise mundial, engenharia genética e robótica criarão o homem 2.0?</p>
<p><code><center><object width="446" height="326"><param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"></param><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="bgColor" value="#ffffff"></param><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/embed/JuanEnriquez_2009-embed_high.flv&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/JuanEnriquez-2009.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=432&#038;vh=240&#038;ap=0&#038;ti=463" /><embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="446" height="326" allowFullScreen="true" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/embed/JuanEnriquez_2009-embed_high.flv&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/JuanEnriquez-2009.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=432&#038;vh=240&#038;ap=0&#038;ti=463"></embed></object></center></code></p>
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		<item>
		<title>Verdade é um conceito relativo?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/cassanocombr/~3/lrw0iD_ZtfQ/verdade-e-um-conceito-relativo.htm</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Feb 2009 13:01:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcassano</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

		<category><![CDATA[cotidiano]]></category>

		<category><![CDATA[ficção]]></category>

		<category><![CDATA[lendas urbanas]]></category>

		<category><![CDATA[mitos]]></category>

		<category><![CDATA[realidade virtual]]></category>

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		<description><![CDATA[(ou melhor, a REALIDADE é um conceito relativo?) (update)

Num artigo da Wired desse mês, Clive Thompson fala sobre como a oferta cada vez mais abundante de informações nos torna mais ignorantes. Ou seja: quando há excesso de verdades, acabamos ficando sem nenhuma.
Isso me faz lembrar outro ponto que sempre me assola (junto com o efeito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>(ou melhor, a REALIDADE é um conceito relativo?)</strong> (update)<strong><br />
</strong></p>
<p>Num artigo da <a href="http://www.wired.com/techbiz/people/magazine/17-02/st_thompson" target="_blank">Wired desse mês</a>, Clive Thompson fala sobre como a oferta cada vez mais abundante de informações nos torna mais ignorantes. Ou seja: quando há excesso de verdades, acabamos ficando sem nenhuma.</p>
<p>Isso me faz lembrar outro ponto que sempre me assola (junto com o efeito de tantas redes wireless em nosso cérebro e a consistência ideal de um milkshake de Ovomaltine): verdade é um conceito relativo?</p>
<p>Eu acredito que sim. Que cada vez mais, a verdade é relativa.</p>
<p>Já faz um tempo que terceirizamos nosso cérebro para o Google. Já não se precisa saber nada. Você só precisa saber fazer a pergunta certa. Experimente fazer uma busca por “<em>the answer to life, the universe and everything</em>” no Google e veja o que ele responde.</p>
<p>Só que tem um problema. O Google não traz A resposta. Não traz UMA resposta. Traz 6.584.394 respostas. E qual é um comportamento totalmente previsível nosso? Vasculhar os links que ele retorna até aquele com a informação QUE NOS PARECE CORRETA.</p>
<p>Ou seja: escolhemos a verdade que mais se parece com aquela que imaginávamos. Pegamos a verdade que melhor cabe na gente. A verdade que não fica nem apertada na cintura nem muito longa nos braços.</p>
<p>Algo que me intriga (filósofos de plantão, manifestem-se) é se isso é mau. É realmente bom, ruim ou apocalíptico que cada um tenha sua verdade pessoal? Faz realmente diferença, no meio de tanta realidade aumentada, virtual, ficções que viram mitos e vice-versa, saber se algo existiu ou não?</p>
<p>O que é a verdade em tempos de Google?</p>
<p>Proponho um desafio: responda com sinceridade às perguntas abaixo e depois conte quantos &#8220;Não importa&#8221; você respondeu.</p>
<p><strong>Teste: Falso, Verdadeiro ou Não importa<br />
</strong><br />
<strong>- Leonardo diCaprio esteve a bordo do verdadeiro Titanic</strong><br />
Falso<br />
Verdadeiro<br />
Não importa<br />
<strong>- Existiu um navio chamado Poseidon, que virou de cabeça para baixo e afundou</strong><br />
Falso<br />
Verdadeiro<br />
Não importa<br />
<strong>- Anakin Skywalker é o pai de Luke Skywalker</strong><br />
Falso<br />
Verdadeiro<br />
Não importa<br />
<strong>- A área 51 fica no deserto de Nevada</strong><br />
Falso<br />
Verdadeiro<br />
Não importa<br />
<strong>- Tem um E.T. dissecado lá dentro</strong><br />
Falso<br />
Verdadeiro<br />
Não importa<br />
<strong>- A Atlântida tinha tecnologias muito avançadas para a época</strong><br />
Falso<br />
Verdadeiro<br />
Não importa<br />
<strong>- Os deuses eram astronautas</strong><br />
Falso<br />
Verdadeiro<br />
Não importa<br />
<strong>- Forrest Gump conheceu Elvis Presley</strong><br />
Falso<br />
Verdadeiro<br />
Não importa<br />
<strong>- Elvis não morreu</strong><br />
Falso<br />
Verdadeiro<br />
Não importa<br />
<strong>- Mario Gomes gosta de cenouras</strong><br />
Falso<br />
Verdadeiro<br />
Não importa<br />
<strong>- Nos anos 80, vendia-se tatuagens adesivas que, na verdade, era uma potente dose de LSD</strong><br />
Falso<br />
Verdadeiro<br />
Não importa</p>
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		<item>
		<title>Global Crisis Generator</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/cassanocombr/~3/d7tuFfVLBb4/global-crisis-generator.htm</link>
		<comments>http://www.cassano.com.br/brogue/2009/02/global-crisis-generator.htm#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2009 21:42:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcassano</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[CIBT]]></category>

		<category><![CDATA[Humor]]></category>

		<category><![CDATA[camada de ozônio]]></category>

		<category><![CDATA[crise global]]></category>

		<category><![CDATA[efeito estufa]]></category>

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		<description><![CDATA[Efeito estufa, buraco na Camada de Ozônio, ebola, crise econômica, Vasco na série B&#8230; a cada dia surge uma nova ameaça prontinha para mandar a humanidade para o beleléu. Na verdade, esse papo de fim do mundo é tão velho quanto o próprio mundo, o que faz com que seja cada vez mais difícil arrumarmos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Efeito estufa, buraco na Camada de Ozônio, ebola, crise econômica, Vasco na série B&#8230; a cada dia surge uma nova ameaça prontinha para mandar a humanidade para o beleléu. Na verdade, esse papo de fim do mundo é tão velho quanto o próprio mundo, o que faz com que seja cada vez mais difícil arrumarmos uma crise global inovadora e criativa.</p>
<p>Pensando nisso, o Cassano Institute of Bizarre Technologies (CIBT) traz para vocês o revolucionário <strong>Global Crisis Generator</strong>:</p>
<p>A mecânica é simples. Basta você escolher um termo dentro de cada caixinha abaixo e pronto! Uma crise global para chamar de sua! Deixe sugestões de novas crises nos comentários!</p>
<p><code></p>
<form>
<table border=0>
<tr>
<td>
<select>
<option>Quem</option><br />
<option>Os golfinhos</option><br />
<option>A Amaz&ocirc;nia</option><br />
<option>Os oceanos</option><br />
<option>Os pinguins</option><br />
<option>A China</option><br />
<option>O Brasil</option><br />
<option>O real</option><br />
<option>O d&oacute;lar</option><br />
<option>Steve Jobs</option><br />
<option>O Twitter</option><br />
<option>A blogosfera</option><br />
<option>Um meteoro</option><br />
<option>A Parada Gay</option><br />
<option>O Calypso</option><br />
<option>O Fluminense</option><br />
<option>O Corinthians</option><br />
<option>O Ronaldo</option><br />
<option>O Rom&aacute;rio</option><br />
<option>Bill Gates</option><br />
<option>A Microsoft</option><br />
<option>Os smurfs</option><br />
</select>
</td>
<td>
<select>
<option>vai</option><br />
<option>v&atilde;o</option><br />
</select>
</td>
<td>
<select>
<option>fazer o qu&ecirc;</option><br />
<option>migrar para o Norte</option><br />
<option>se multiplicar	</option><br />
<option>evaporar</option><br />
<option>se aposentar</option><br />
<option>dominar o mundo</option><br />
<option>migrar para o Sul</option><br />
<option>se mudar para Campinas</option><br />
<option>virar paulistas	</option><br />
<option>virar carioca</option><br />
<option>morrer</option><br />
<option>crescer</option><br />
<option>gritar</option><br />
<option>cair</option><br />
<option>se separar</option><br />
<option>voltar</option><br />
<option>ir embora</option><br />
<option>nos meter a porrada</option><br />
<option>esquentar</option><br />
<option>esfriar</option><br />
</select>
</td>
<td>
e todos n&oacute;s
</td>
<td>
<select>
<option>o que vai acontecer</option><br />
<option>vamos morrer</option><br />
<option>engordaremos</option><br />
<option>secaremos</option><br />
<option>empobreceremos</option><br />
<option>quebraremos pedras</option><br />
<option>choraremos</option><br />
<option>surtaremos</option><br />
<option>boiaremos</option><br />
<option>nos borraremos</option><br />
<option>fritaremos</option><br />
<option>emburreceremos</option><br />
<option>falaremos chin&ecirc;s</option><br />
<option>viraremos panqueca</option><br />
<option>enriqueceremos</option><br />
<option>viraremos gays</option><br />
<option>sofreremos</option><br />
<option>nos co&ccedil;aremos</option><br />
<option>enlouqueceremos</option><br />
</select>
</td>
</tr>
</table>
</form>
<p></code></p>
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		<item>
		<title>O empresário e o empreendedor</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/cassanocombr/~3/XsH1Wf1wTrw/o-empresario-e-o-empreendedor.htm</link>
		<comments>http://www.cassano.com.br/brogue/2009/02/o-empresario-e-o-empreendedor.htm#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2009 11:58:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcassano</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

		<category><![CDATA[capitalismo]]></category>

		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>

		<category><![CDATA[inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[O empresário age rápido porque se ele não fizer, outro vem e faz.
O empreendedor age rápido porque se ele não fizer, ninguém fará. E o mundo sairá perdendo.
O empresário entra no negócio porque acredita que dará um bom retorno.
O empreendedor entra no negócio porque acredita que é o certo a ser feito. E alguém precisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O empresário age rápido porque se ele não fizer, outro vem e faz.<br />
O empreendedor age rápido porque se ele não fizer, ninguém fará. E o mundo sairá perdendo.</p>
<p>O empresário entra no negócio porque acredita que dará um bom retorno.<br />
O empreendedor entra no negócio porque acredita que é o certo a ser feito. E alguém precisa fazê-lo.</p>
<p>O empresário tem gente competente trabalhando para ele.<br />
O empreendedor tem gente competente trabalhando com ele.</p>
<p>O empresário escolhe o melhor trajeto estudando mapas de viagem.<br />
O empreendedor viaja e tira o melhor do lugar onde foi parar.</p>
<p>O empresário sonha em conquistar resultados.<br />
O resultado para o empreendedor é conquistar o que sonhou.</p>
<p>O empresário faz riqueza.<br />
O empreendedor faz história.</p>
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		<item>
		<title>E se um dia deletarem nossas almas?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/cassanocombr/~3/o74l31B2kAc/e-se-um-dia-deletarem-nossas-almas.htm</link>
		<comments>http://www.cassano.com.br/brogue/2009/02/e-se-um-dia-deletarem-nossas-almas.htm#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2009 00:59:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

		<category><![CDATA[caligrafia]]></category>

		<category><![CDATA[família]]></category>

		<category><![CDATA[futuro]]></category>

		<category><![CDATA[história]]></category>

		<category><![CDATA[manuscritos]]></category>

		<category><![CDATA[memória]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cassano.com.br/brogue/?p=563</guid>
		<description><![CDATA[Recentemente perdi minha avó, pessoa a quem muito amei e que muito me amou. Alguém que viu o Zeppelin sobrevoando o Rio de Janeiro, que cantou em rádio e ganhou os grandes prêmios da época (jogos de panelas e óleo de soja), que empreendeu de todas as formas que soube, enfim, que viveu intensamente.
No triste [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente perdi minha avó, pessoa a quem muito amei e que muito me amou. Alguém que viu o Zeppelin sobrevoando o Rio de Janeiro, que cantou em rádio e ganhou os grandes prêmios da época (jogos de panelas e óleo de soja), que empreendeu de todas as formas que soube, enfim, que viveu intensamente.</p>
<p>No triste trabalho de desmontar sua antiga casa, cercado por objetos pessoais, pela máquina de costura onde eu me escondia e fingia estar pilotando alguma coisa (ônibus, submarino, caminhão), me deparei com pequenos tesouros.</p>
<p>Fotos, muitas fotos. Algumas amareladas, outras em preto-e-branco. Pelas bordas, pelo tipo de impressão, pela data que algumas trazem gravadas, por diversos elementos além da foto em si, revive-se muito destes momentos. Situações que jamais vivi. Histórias em que não era nem nascido.</p>
<p>E, mais que as fotos, agendas que durante algumas décadas se transformaram em diários. Eram o MS Office da minha avó. Traziam a contabilidade do mês, os sonhos, as pequenas alegrias e muitas receitas culinárias. Na caligrafia inconfundível, traziam a alma de minha avó. Nas agendas, ela permanece. Sua força permanece.</p>
<p>Percorri minha vida inteira lendo as páginas daquelas agendas e não pude deixar de fazer o paralelo comigo mesmo. Quando eu bater as botas, o que as pessoas vão encontrar em meu apartamento? HDs? DVDs? Será que terão tempo, interesse ou equipamentos para ler o que está armazenado ali?</p>
<p>Que vestígio de mim encontrarão? Que seja autêntico? Nenhuma foto, nenhuma carta, nenhum diário à mão. Um ou outro cartão de datas festivas, uma ou outra anotação furtiva. Nada mais.</p>
<p>Já escrevi sobre isso antes. Mas o contexto e a falta de qualquer solução desde então me habilita a retomar o tema. Estamos vivendo uma geração que deixará poucos vestígios. É bem possível que, no futuro, quando vierem escavar nossas ruínas, descubram que nosso povo era meio estranho e tinha como objetos de adoração maior sacos plásticos de supermercado, garrafas PET e CDs da America Online.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/cassanocombr/~4/o74l31B2kAc" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cassano.com.br/brogue/2009/02/e-se-um-dia-deletarem-nossas-almas.htm/feed</wfw:commentRss>
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		<item>
		<title>Campus Party: de woodstock a micareta</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/cassanocombr/~3/8IejZfT-NeI/campus-party-de-woodstock-a-micareta.htm</link>
		<comments>http://www.cassano.com.br/brogue/2009/01/campus-party-de-woodstock-a-micareta.htm#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2009 11:13:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcassano</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[CIBT]]></category>

		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

		<category><![CDATA[campus party]]></category>

		<category><![CDATA[cparty]]></category>

		<category><![CDATA[futuro]]></category>

		<category><![CDATA[profissões]]></category>

		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cassano.com.br/brogue/?p=561</guid>
		<description><![CDATA[Algo se perdeu na última edição da Campus Party. Pode ter sido o frescor da novidade. Ou a bela arquitetura do Pavilhão da Bienal, substituído pelo “sem-sal” Centro Imigrantes. Ou a mudança no perfil dos participantes, talvez interessados demais em social e menos em mídia, tecnologia, inovação. Enfim, senti (no curto tempo que fiquei por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algo se perdeu na última edição da Campus Party. Pode ter sido o frescor da novidade. Ou a bela arquitetura do Pavilhão da Bienal, substituído pelo “sem-sal” Centro Imigrantes. Ou a mudança no perfil dos participantes, talvez interessados demais em social e menos em mídia, tecnologia, inovação. Enfim, senti (no curto tempo que fiquei por lá, apenas um dia), um clima mais de micareta geek do que o Woodstock geek do ano anterior.</p>
<p>Mas há coisas boas, e muitas. O evento mostrou, mais uma vez, que existe um mercado em torno deste universo, com diversas empresas que crescem e coexistem de forma pacífica, colaborativa. Mostrou que existe um considerável número de pessoas interessadas em tecnologia, mas não como produtos de consumo, um DVD que você compra e leva pra casa. Tecnologia como agente de mudança. Como inovação, como invenção, como revolução.</p>
<p>Perdi apresentações e debates que sei que foram excelentes. Temas que sua mera inclusão no Painel já justificam a plenária. E encontrei pessoas que estavam ali deixando seu tijolinho na construção do futuro. Os empreendedores, que exibiram seus projetos no CPLabs, a turma do faça-você-mesmo, e os sempre fascinantes garotos e garotas da robótica. Convenhamos, não há muitos espaços onde você pode passar dias imerso aprendendo a construir robôs. Isso muda uma vida. Isso faz perceber que, hoje e no futuro, não precisamos ter uma profissão. Podemos simplesmente fazer coisas, <a href="http://http://www.cassano.com.br/brogue/2008/02/no-teremos-profisses-faremos-coisas.htm" target="_self">como escrevi num post logo depois da Cparty do ano passado</a>. Esse espírito continua.</p>
<p>Esse espírito, que permaneceu em alguns grupos e bancadas, meio que se perdeu no todo (ou estava lá mas não consegui perceber). Para mim, a Campus Party é valiosa como espaço único para se reunir com conhecidos e desconhecidos e criar juntos. Em construir algo juntos. Para plantar a semente de projetos que poderão crescer nos meses seguintes, ou para despertar vocações. E nem tanto como um espaço para aparecer ou “rickrollear” mais que os outros. Não é o espírito Sapucaí do “ver-e-ser-visto”. Isso faz parte? Quebra gelo? Diverte? Claro! A Campus Party, como o nome diz, é uma grande festa. Mas isso a gente consegue em qualquer lugar. Até mesmo no carnaval que se aproxima.</p>
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		<title>Brogue faz escola</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Jan 2009 00:46:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Prosa e verso]]></category>

		<category><![CDATA[acordo ortográfico]]></category>

		<category><![CDATA[língua portuguesa]]></category>

		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebi esta semana um exemplar de “Acordo Ortográfico – o que muda e o que continua igual na Língua Portuguesa”, do lexicólogo, filósofo e tradutor Ivo Korytowski (Ed. Ciência Moderna). Entre muitas dicas e exemplos, temos um capítulo dedicado exclusivamente ao finado trema e, nele, um trecho do post “Direito de Resposta ao trema”, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21467042/acordo+ortografico/?franq=270273"><img class="alignleft size-medium wp-image-558" title="acordoortografico" src="http://www.cassano.com.br/wp-content/uploads/2009/01/acordoortografico-300x300.jpg" alt="acordoortografico" width="300" height="300" /></a>Recebi esta semana um exemplar de “<a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21467042/acordo+ortografico/?franq=270273">Acordo Ortográfico – o que muda e o que continua igual na Língua Portuguesa</a>”, do lexicólogo, filósofo e tradutor Ivo Korytowski (Ed. Ciência Moderna). Entre muitas dicas e exemplos, temos um capítulo dedicado exclusivamente ao finado trema e, nele, um trecho do post “<a href="http://www.cassano.com.br/brogue/2008/09/direito-de-resposta-ao-trema.htm">Direito de Resposta ao trema</a>”, que escrevi em setembro passado aqui no Brogue.</p>
<p>Fico honrado pela citação e de ver, literalmente, blogs fazendo escola.</p>
<p>Para aprender aonde enfiar (ou não) o trema da lingüiça, o tracinho do super-homem e outras coisas, confira o livro, <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21467042/acordo+ortografico/?franq=270273">que sai por quinze reais no Submarino</a>.</p>
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		<item>
		<title>Yes, weekend!</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 11:16:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcassano</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Humor]]></category>

		<category><![CDATA[obama]]></category>

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		<description><![CDATA[Pôster inédito do movimento que vai mudar a América. De sexta a domingo.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pôster inédito do movimento que vai mudar a América. De sexta a domingo.</p>
<div id="attachment_555" class="wp-caption aligncenter" style="width: 316px"><img class="size-full wp-image-555" title="Yes, weekend!" src="http://www.cassano.com.br/wp-content/uploads/2009/01/yesweekend.jpg" alt="Pôster do movimento &quot;Yes, weekend&quot;" width="306" height="464" /><p class="wp-caption-text">Pôster do movimento &quot;Yes, weekend&quot;</p></div>
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		<title>Novos tempos, um novo Brogue</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/cassanocombr/~3/qgo6G0-qvTk/novos-tempos-um-novo-brogue.htm</link>
		<comments>http://www.cassano.com.br/brogue/2009/01/novos-tempos-um-novo-brogue.htm#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 03:32:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[cotidiano]]></category>

		<category><![CDATA[brogue]]></category>

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		<description><![CDATA[E finalmente o Brogue está de cara nova!
Fiz uma pausa no Brogue no final de 2008 para uma penosa e divertida migração do Blogger para o Wordpress. Nisso aproveita-se para mudar lay-out, conteúdo e tudo o mais.
Cá estamos. De cara e estrutura novas.
Tem mais coisa por vir e algumas páginas podem estar bugadas, especialmente links [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E finalmente o Brogue está de cara nova!</p>
<p>Fiz uma pausa no Brogue no final de 2008 para uma penosa e divertida migração do Blogger para o Wordpress. Nisso aproveita-se para mudar lay-out, conteúdo e tudo o mais.</p>
<p>Cá estamos. De cara e estrutura novas.</p>
<p>Tem mais coisa por vir e algumas páginas podem estar bugadas, especialmente links para posts antigos e a busca, que obviamente funcionou bem nos testes e morreu quando entrou no ar.</p>
<p>Agora já posso voltar a escrever. Assunto é o que não falta!</p>
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		<title>Verdade perdida no meio de tanta notícia</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/cassanocombr/~3/jjftjDkEOHc/verdade-perdida-no-meio-de-tanta-notcia.htm</link>
		<comments>http://www.cassano.com.br/brogue/2008/12/verdade-perdida-no-meio-de-tanta-notcia.htm#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 13 Dec 2008 20:23:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcassano</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

		<category><![CDATA[Prosa e verso]]></category>

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		<description><![CDATA[notícia notícia notícia notícia notícia notícia
notícia notícia notícia notícia notícia notícia
notícia notícia notícia notícia notícia notícia
notícia notícia notícia notícia notícia notícia
notícia notícia notícia notícia notícia notícia
notícia notícia notícia notícia notícia notícia
notícia notícia notícia notícia notícia notícia
notícia notícia notícia notícia notícia notícia
notícia notícia notícia verdade notícia notícia
notícia notícia notícia notícia notícia notícia
notícia notícia notícia notícia notícia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: courier; font-size: xx-small;">notícia notícia notícia notícia notícia notícia<br />
notícia notícia notícia notícia notícia notícia<br />
notícia notícia notícia notícia notícia notícia<br />
notícia notícia notícia notícia notícia notícia<br />
notícia notícia notícia notícia notícia notícia<br />
notícia notícia notícia notícia notícia notícia<br />
notícia notícia notícia notícia notícia notícia<br />
notícia notícia notícia notícia notícia notícia<br />
notícia notícia notícia verdade notícia notícia<br />
notícia notícia notícia notícia notícia notícia<br />
notícia notícia notícia notícia notícia notícia<br />
notícia notícia notícia notícia notícia notícia<br />
notícia notícia notícia notícia notícia notícia<br />
notícia notícia notícia notícia notícia notícia<br />
</span></p>
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		<title>Quantos ônibus seus seguidores no Twitter lotariam?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/cassanocombr/~3/JT5nMHMfBbg/quantos-nibus-seus-seguidores-no.htm</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2008 22:49:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcassano</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[CIBT]]></category>

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		<description><![CDATA[É sempre complicado saber se você é um sucesso no Twitter ou não. Afinal, o que são 100, 200, 10 mil seguidores? Com o que comparar para saber se você é popular mesmo ou não?
Para facilitar, o Cassano Institute of Bizarre Technologies (CIBT) desenvolveu essa simples calculadora que o ajuda a tangibilizar em situações do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É sempre complicado saber se você é um sucesso no Twitter ou não. Afinal, o que são 100, 200, 10 mil seguidores? Com o que comparar para saber se você é popular mesmo ou não?</p>
<p>Para facilitar, o <span style="font-weight:bold;">Cassano Institute of Bizarre Technologies (CIBT)</span> desenvolveu essa simples calculadora que o ajuda a tangibilizar em situações do dia-a-dia seu séquito de seguidores. É a versão Twitter da famosa tática de explicar o tamanho das coisas em &#8220;campos de futebol&#8221; ou em &#8220;área do Espírito Santo&#8221;.</p>
<p>Basta preencher o campo abaixo com seu número de seguidores e mandar bala!</p>
<p><code><center><iframe width='450' height='450' frameborder='0' src='http://www.cassano.com.br/twitcalc.htm'></iframe></center></code></p>
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		<item>
		<title>Coisas idiotas em que eu acreditava quando criança</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/cassanocombr/~3/S_-UItYoLYE/coisas-idiotas-em-que-eu-acreditava.htm</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 20:57:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcassano</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cassemporario.wordpress.com/2008/12/05/coisas-idiotas-em-que-eu-acreditava-quando-crianca/</guid>
		<description><![CDATA[Todos os helicópteros tinham uma lâmpada amarela na parte de baixo. E eles explodiriam se essa lâmpada encostasse em qualquer coisa. (então por que diabos eles tinham essa lâmpada!?)
O ar passaria por qualquer mínimo buraco. Eu nunca morreria sufocado se tivesse uma agulha para fazer buracos em paredes, caixas, sacos ou qualquer coisa na qual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight:bold;">Todos os helicópteros tinham uma lâmpada amarela na parte de baixo. E eles explodiriam se essa lâmpada encostasse em qualquer coisa. <br /></span>(então por que diabos eles tinham essa lâmpada!?)</p>
<p><span style="font-weight:bold;">O ar passaria por qualquer mínimo buraco. Eu nunca morreria sufocado se tivesse uma agulha para fazer buracos em paredes, caixas, sacos ou qualquer coisa na qual estivesse dentro.</span><br />(ainda bem que nunca tentei provar a teoria)</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Se eu desse voltas em torno do Sol, na direção contrária à rotação, e muito, muito rápido, eu voltaria no tempo.</span><br />(Muito Jornada nas Estrelas)<br /><span style="font-weight:bold;"><br />Se eu conseguisse um barril, um cano e uma bicicleta, eu conseguiria fazer um submarino para brincar na piscina de uma tia.</span><br />(Mais uma vez fui salvo por minha falta de iniciativa e pela dificuldade de se conseguir barris de madeira aos 10 anos de idade)</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Cobrir o rosto com o lençol o protege de toda e qualquer ameaça</span>.<br />(Imagina os policiais do Bope enrolados no lençol?)</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Se todos os habitantes, carros, tratores e caminhões do planeta andassem ao mesmo tempo na mesma direção, poderíamos alterar a rotação do planeta.</span><br />(Hmm&#8230; errr&#8230; até provas em contrário eu ainda acredito nisso)</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/cassanocombr/~4/S_-UItYoLYE" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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