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A primeira plataforma de financiamento colaborativo de projetos criativos do Brasil.

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&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;img height="301" src="http://farm8.staticflickr.com/7224/7182464438_d1fac624c5.jpg" width="500"/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/677-p-a-z-paredes-art-zone"&gt;&lt;span&gt;P.A.Z / Paredes Art Zone&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Durante as Copas do Mundo de futebol, é tradicional ver as ruas pintadas de verde amarelo pelo Brasil afora. Imagine, então, durante a Copa do Mundo de 2014, renomados artistas e alunos reunidos para pintar grandes afrescos de graffiti nos muros das escolas públicas do Rio de Janeiro!&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;É com esse objetivo futuro que o projeto PAZ quer fazer um piloto da iniciativa em junho deste ano na Escola Municipal Pedro Ernesto, na Lagoa, no Rio de Janeiro. A ideia é fazer oficinas de graffiti para os alunos ao longo de um mês e, depois, pintar os afrescos. O piloto será registrado em vídeo para que o projeto possa ir adiante.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;O projeto conta com a participação de grandes grafiteiros como BR e TOZ da FBC (Fleshbeck Crew), JOU e SWK da Santa Crew e de MENT, que acaba de fazer sua primeira exposição solo no Rio de Janeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img height="325" src="http://farm6.staticflickr.com/5333/7178392100_6f94a0c8af.jpg" width="500"/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/680-tacoma"&gt;Tacoma&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;De experiências musicais com harmonia e ressonância, os músicos Celso Pan e Lucas Baumgratz descobriram que um violão podia andar sozinho quando colocado em frente a uma caixa de som e inventaram uma flauta transversal com um bocal móvel. Através de pesquisas com os mestres de cultura popular do Vale do Paraíba, eles acrescentaram uma viola caipira tocada com slide e descobriram como juntar os achados musicais.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Estamos ansiosos para o financiamento do álbum ser um sucesso para ouvirmos os sensacionais resultados dessas experiências!&lt;/p&gt;


&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/671-bicicletorama"&gt;Bicicletorama&lt;/a&gt; -&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Enquanto as esferas de poder público debatem a legislação sobre as bicicletas elétricas, um grupo de designers criou um jogo de realidade aumentada para discutir o uso da bicicleta como transporte urbano.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O&lt;span class="apple-converted-space"&gt; Bicicletorama&lt;/span&gt; mistura real e virtual e&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;usa a lógica clássica do autorama. Numa tenda escura A pista é projetada no chão e seu traçado é definido por carrinhos reais reconhecidos pelo Kinect.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt; Através de uma bicicleta ligada ao jogo, os jogadores definem a velocidade do deslocamento de acordo com a velocidade que eles pedalam e a direção pelo do guidão da bicicleta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O projeto quer levantar uma grana para apresentar o projeto no&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://festivalcircodigital.com/" target="_blank"&gt;Festival Circo Digital&lt;/a&gt;, que acontece entre os dias 21 e 24 de Junho, no&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.circovoador.com.br/" target="_blank"&gt;Circo Voador&lt;/a&gt;, no Rio de Janeiro. Ao apoiar o projeto, você pode fazer parte do campeonato de bicicletorama que vai acontecer durante o festival&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/catarse/fJqp/~4/QLWquCOprQk" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/catarse/fJqp/~3/QLWquCOprQk/23056520533</link><guid isPermaLink="false">http://blog.catarse.me/post/23056520533</guid><pubDate>Mon, 14 May 2012 17:57:08 -0300</pubDate><dc:creator>felipecaruso</dc:creator><feedburner:origLink>http://blog.catarse.me/post/23056520533</feedburner:origLink></item><item><title>Novos e Fresquinhos!</title><description>&lt;p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;img height="312" src="http://farm8.staticflickr.com/7069/7138952897_e8de2be6ac.jpg" width="500"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/665-popporn-festival-2012"&gt;PopPorn Festival 2012&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Pela proposta de discutir de frente (ou como preferir) um tema tratado muitas vezes com hipocrisia e preconceito, o PopPorn Festival 2012 é o nosso grande destaque da semana.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Através de 48 horas de uma programação em São Paulo que inclui uma mostra de filmes, eventos de arte, shows musicais, performances, debates, workshops e festas, o festival quer discutir a pornografia e sexualidade, oferecendo um ambiente seguro para a exploração de fantasias íntimas.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Além disso, ainda vai rolar um cabaret comandado pelo &lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/186-the-burlesque-takeover"&gt;The Burlesque Takeover&lt;/a&gt;, que teve sua primeira edição financiada através do Catarse.&lt;/p&gt;



&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/667-coracao-rei"&gt;Coração Rei&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Uma cantora paraense adota Porto Alegre para viver e dessa mistura brasileira surge a inspiração para um novo show. Depois de &lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/299-raquel-leao-canta-todas"&gt;financiar a primeira apresentação inteiramente através do Catarse&lt;/a&gt;, Raquel Leão retorna para fazer acontecer o Coração Rei, espetáculo que continua a celebrar a diversidade cultural brasileira.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Por acreditarmos que o financiamento colaborativo poder ser uma opção constante para artistas independentes e pela união de experiências tão diferentes dentro da cultura brasileira, queremos ver o projeto acontecer! &lt;/p&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/catarse/fJqp/~4/RS-eeP64xdM" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/catarse/fJqp/~3/RS-eeP64xdM/22611379865</link><guid isPermaLink="false">http://blog.catarse.me/post/22611379865</guid><pubDate>Mon, 07 May 2012 19:25:03 -0300</pubDate><dc:creator>felipecaruso</dc:creator><feedburner:origLink>http://blog.catarse.me/post/22611379865</feedburner:origLink></item><item><title>Novos e Fresquinhos</title><description>&lt;p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;O feriado do Dia do Trabalho adiou um pouco o nosso post semanal sobre os destaques entre os projetos que entraram no ar aqui no Catarse na semana passada, mas garantimos que eles continuam novos e fresquinhos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;img height="480" src="http://farm9.staticflickr.com/8144/7105982455_65c9efa745_z.jpg" width="640"/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/638-os-segredos-do-youtube-serie-de-videos-tutoriais"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Os segredos do YouTube: série de vídeos tutoriais&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Democratização do acesso ao conhecimento técnico da internet levou o projeto do antropólogo Juliano Spyer ao nosso grande destaque da semana.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Ele quer transformar em uma série de vídeos a sua pesquisa de mestrado na Universidade de Londres sobre técnicas e conceitos por trás das produções que fazem sucesso no YouTube, como dos brasileiros PC Siqueira e MysteryGuitarMan.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Financie o Mister M da internet!&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/655-projeto-summoner-wars-brasil"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Summoner Wars Brasil&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Diferentemente da cultura do crowdfunding nos EUA em que os jogos se tornaram um nicho de projetos milionários, nós ainda temos poucas iniciativas nessa área. Por acreditarmos que os jogos no Brasil têm uma grande possibilidade de crescimento, chamamos a atenção para esse projeto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;O Summoner Wars é um jogo de cartas e de destaque no cenário internacional. O projeto da Galápagos Jogos é trazer a linha completa para o Brasil e traduzi-la para o português.&lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Apoie, ganhe suas cartas e torne-se um invocador para conquistar devastado planeta de Ithari.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;br/&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/649-solar-ear"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Solar Ear&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;A ONG Solar Ear desenvolve aparelhos auditivos de baixo custo com baterias recarregáveis movidos à energia solar, feitos por jovens surdos contratados por eles.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Através da campanha no Catarse, eles querem fazer um site com facilidade de navegação para deficientes auditivos. A ideia é usar o portal como um espaço para que os jovens surdos de todo o mundo possam se comunicar e compartilhar de textos, fotos e vídeos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Pela causa nobre de inclusão, esse projeto não tinha como não estar na nossa lista de destaques dos Novos e Fresquinhos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/catarse/fJqp/~4/GVvBNrJ1tQI" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/catarse/fJqp/~3/GVvBNrJ1tQI/22277209901</link><guid isPermaLink="false">http://blog.catarse.me/post/22277209901</guid><pubDate>Wed, 02 May 2012 18:52:00 -0300</pubDate><dc:creator>felipecaruso</dc:creator><feedburner:origLink>http://blog.catarse.me/post/22277209901</feedburner:origLink></item><item><title>Novos e Fresquinhos!</title><description>&lt;p&gt;&lt;span&gt;Uma semana de poucos (7), porém, bons projetos. Alguns destaques entre os novos e fresquinhos.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;img height="313" src="http://a2.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc7/580506_332005513532931_127481150652036_885258_1929926846_n.jpg" width="564"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/628-60-anos-um-novo-simbolo" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;60 anos: Um novo símbolo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;A representação da figura humana arqueada e sustentada numa bengala baixa enquanto segura as costas representa pessoas com mais de 60 anos. O aumento da qualidade e da expectativa de vida, porém, tem feito com que muitas pessoas cheguem a essa idade mais saúde do que o retratado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Para repensar o anacronismo do símbolo e propor uma mudança de pensamento, os realizadores do projeto fizeram uma chamada criativa na rede&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://www.itsnoon.net/" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;itsNOON&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt; para selecionar dez novos símbolos criados por qualquer pessoa. Os dez escolhidos serão exibidos em 600 bares e restaurantes de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Curitiba, Florianópolis, Belo Horizonte e Porto Alegre.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Os realizadores querem a contribuição dos apoiadores para pagar aos criadores dos símbolos selecionados e para produção dos cartazes que serão expostos nos bares e restaurantes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/627-dream-in-brasil" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Dream:IN Brasil&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;E se os sonhos dos brasileiros pudessem ser ouvidos? Além de ouvir os sonhos do homem comum, o projeto&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://www.dreamin.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Dream:In Brasil&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt; quer usá-los para desenvolver novas oportunidades de negócios e políticas públicas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Num primeiro momento, mais de 200 estudantes de seis universidades brasileiras estão captando em vídeos sonhos e aspirações de pessoas em diversas regiões do país.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Os realizadores do projeto pedem a colaboração para realizar a segunda etapa: um grande conclave nacional com a presença de sonhadores, líderes e estudantes para ver os sonhos coletados e discutir as possibilidades. Todo o material será colocado em plataforma aberta disponível para quem quiser implementar as ideias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/626-turno-da-madrugada" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Turno da Madrugada&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;É um piloto de um seriado televisivo de terror sobre dois vigilantes noturnos que passam suas madrugadas contando lendas e histórias urbanas e regionais que rondam imaginário brasileiro. Só de contar histórias brasileiras e apostar no terror nacional, adoramos o projeto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/catarse/fJqp/~4/VyGKN5iYTxQ" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/catarse/fJqp/~3/VyGKN5iYTxQ/21663559727</link><guid isPermaLink="false">http://blog.catarse.me/post/21663559727</guid><pubDate>Mon, 23 Apr 2012 17:24:37 -0300</pubDate><dc:creator>felipecaruso</dc:creator><feedburner:origLink>http://blog.catarse.me/post/21663559727</feedburner:origLink></item><item><title>Novos e Fresquinhos!</title><description>&lt;p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Na semana passada, entraram no ar no Catarse 16 projetos, sendo sete deles de música. Os nossos destaques entre os novos e fresquinhos, porém, misturam diferentes áreas e artes para buscar o seu financiamento colaborativo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/620-a-tupigrafia-quer-chegar-ate-voce"&gt;A Tupigrafia quer chegar até você&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Depois de 12 anos na guerrilha em busca de financiamento para cada edição, a Tupigrafia, revista brasileira de tipografia, caligrafia e type design, chega ao número 10 e quer alcançar os quatro cantos do Brasil e conquistar novos leitores.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Para conseguir isso, os produtores da revista que divulga as principais iniciativas brasileiras nessas áreas e traz o melhor do cenário tipográfico internacional abriu o baú para oferecer alguns itens de colecionador, como pôsteres de lançamentos passados e publicações raras, produzidas em pequena tiragem e impressas com tipos de metal e madeira.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Se você curte tipografia, não pode perder essa chance.&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/619-thomas-tristonho"&gt;Thomás Tristonho&lt;/a&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;E se tudo que você tocasse entristecesse? Só essa pergunta provocadora foi o suficiente para nos apaixonarmos pelo projeto. Os realizadores do Thomás Tristonho, no entanto, foram muito além.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;O projeto envolve um curta-metragem de ficção com o mesmo nome e enredo, um livro infantil com trilhas sonoras originais e o portal “O que é Tristeza Pra Você” – uma série de minidocumentários sobre a tristeza.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Triste mesmo será se essa iniciativa não for financiada&amp;#8230; Apoia lá!&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/621-gari-muccioloco"&gt;Gari Muccioloco&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Através de um espetáculo de linguagem circense, teatral, lúdica e humorada, o projeto Gari Muccioloco questiona a invisibilidade dos profissionais da limpeza urbana.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Inspirado livremente na obra “Homens invisíveis: retratos de uma humilhação social”, de Fernando Braga da Costa, e complementado por uma pesquisa de campo com garis da cidade de São Paulo, o artista Pedro Muccioloco criou o projeto para abordar temas como o preconceito, exclusão social e sustentabilidade. Tudo a ver com o Catarse o com o financiamento colaborativo.&lt;/p&gt;


&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;Cinema Universitário &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;O quarto e último destaque não é um projeto, mas um nicho que parece ter encontrado no financiamento colaborativo uma maneira de concretizar boas ideias: o cinema universitário.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Dos quatro projetos de Cinema e Vídeo que entraram no ar no Catarse na semana passada, três são projetos de filmes universitários&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/623-onirica"&gt;Onírica&lt;/a&gt; &lt;/strong&gt;– Realizado pelos alunos do Centro Universitário Senac, o curta conta a história de uma menina que nunca sonhou e faz de tudo para sonhar.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/606-longa-metragem-maquete"&gt;Maquete&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; – É um longa dirigido pelo estudante de Rádio e TV na UFRJ Pedro Capello e tem como enredo a reunião de seis pessoas para montar a maquete de uma cidade, até que uma delas deixa o grupo e o desestabiliza.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/624-o-virundum"&gt;O Virundum&lt;/a&gt; &lt;/strong&gt;– É um curta criado por estudantes de audiovisual da Unb.  Francisco Osório é um personagem que tem o tique-nervoso de cantar na hora errada.&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/catarse/fJqp/~4/zuFx0oFr_IQ" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/catarse/fJqp/~3/zuFx0oFr_IQ/21234052339</link><guid isPermaLink="false">http://blog.catarse.me/post/21234052339</guid><pubDate>Mon, 16 Apr 2012 20:03:06 -0300</pubDate><dc:creator>felipecaruso</dc:creator><feedburner:origLink>http://blog.catarse.me/post/21234052339</feedburner:origLink></item><item><title>Como a Metamáquina levantou R$ 18 mil em 4 dias</title><description>&lt;p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Nesta semana fizemos um &lt;a href="http://blog.catarse.me/post/20848400406" target="_blank"&gt;post&lt;/a&gt; sobre como o surgimento de um financiamento colaborativo dentro da campanha de financiamento colaborativo da &lt;a href="file:///C:/Users/Felipe%20Caruso/Desktop/Multitude/Catarse/Blog/Posts/Realizador%20fala/metamaquina.com.br" target="_blank"&gt;Metamáquina&lt;/a&gt;, projeto para a produção de impressoras 3D de baixo custo no Brasil, abriu um mundo de possibilidades para as futuras captações.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;O metacrowdfunding, porém, foi apenas um dos aspectos do sucesso do projeto, uma vez que o grupo de cem pessoas de Porto Alegre contribuiu com R$ 2.900 dos R$ 30 mil arrecadados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Exposição na mídia, divulgação intensa na reta final e mobilização dos apoiadores, como conta na entrevista abaixo &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Rodrigo da Silva, um dos responsáveis pela iniciativa, foram essenciais para levantar&lt;/span&gt;&lt;span&gt; R$ 18 mil nos quatro últimos dias de campanha.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;img height="151" src="http://a5.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-prn1/529908_323479421052207_127481150652036_866116_1121546187_n.jpg" width="334"/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Catarse: Dos R$ 30 mil, R$ 18 mil foram arrecadados nos últimos quatro dias de campanha. Como isso aconteceu? &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Rodrigo da Silva:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt; Antes de mais nada, nós já imaginávamos que muita gente deixaria para contribuir na última hora. Por conta disso, nós guardamos as energias para uma divulgação mais intensa para os últimos dias. Além disso, dois fatores que contribuíram muito com a arrecadação nos últimos dias foram a menção na mídia (&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/tec/1066221-impressao-3d-comeca-a-ficar-mais-acessivel-no-brasil-saiba-como-ela-funciona.shtml" target="_blank"&gt;Folha de São Paulo, caderno Tec,&lt;/a&gt; dois dias antes do prazo final) e também algumas contribuições de valores mais altos que fomos negociando em paralelo e que foram confirmadas nos últimos dias.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; Uma estratégia que funcionou bem foi contatar as pessoas que já haviam apoiado o projeto pedindo que elas repassassem uma mensagem para seus contatos, seja por e-mail ou por redes sociais. Algumas horas após enviar esse e-mail já percebemos um substancial aumento na quantidade de apoios.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;O que vocês acharam do surgimento de um crowdfunding dentro do crowdfunding criado pelo grupo de Porto Alegre?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Achamos que isso foi uma ideia incrível, e nos espantou o fato dela ter surgido espontaneamente praticamente no último dia e ter dado certo tão rápido. Queremos ver mais metacrowdfundings rolando por aí!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;Como vocês avaliam a experiência com o crowdfunding?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Para nós foi algo muito gratificante, pois conseguimos garantir a produção do primeiro lote e da documentação, sem falar na divulgação decorrente do projeto no Catarse. Além disso, acreditamos que o crowdfunding tem muito a ver com o conceito da Metamáquina e com o nosso vínculo com as comunidades de software livre e de hardware aberto, portanto esta foi a opção natural quando pensamos em como viabilizar a produção do primeiro lote de Metamáquinas 3D.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/catarse/fJqp/~4/iLcuQ68y6iY" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/catarse/fJqp/~3/iLcuQ68y6iY/20969007225</link><guid isPermaLink="false">http://blog.catarse.me/post/20969007225</guid><pubDate>Thu, 12 Apr 2012 13:37:17 -0300</pubDate><dc:creator>felipecaruso</dc:creator><feedburner:origLink>http://blog.catarse.me/post/20969007225</feedburner:origLink></item><item><title>Estatísticas de março de 2012</title><description>&lt;p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Para segurar a onda naquela época braba do ano entre o Carnaval e o Reveillón, o pessoal parece que resolveu se engajar em projetos de financiamento colaborativo aqui no Catarse.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Dos 26 projetos que encerraram a campanha de captação em março, 15 (58%) foram bem-sucedidos e arrecadaram quase R$ 136 mil, mais do que o dobro dos R$ 62 mil de &lt;a href="http://blog.catarse.me/post/18623565090" target="_blank"&gt;fevereiro&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;A taxa de sucesso das iniciativas do mês (58%) também foi mais alta do que a média de 51% da plataforma.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;O maior projeto do período foi a Metamáquina 3D, que sozinha levantou R$ 30 mil (22% do total arrecadado). A campanha foi tão empolgante que conseguiu R$ 18 mil nos últimos quatro dias e fez nascer um &lt;a href="http://blog.catarse.me/post/20848400406" target="_blank"&gt;crowdfunding dentro do crowdfunding&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;O valor financeiro do menor projeto concluído em março é inversamente proporcional ao seu valor comunitário, emocional e artístico. Ao juntar R$ 1.145 com 27 apoiadores, o escritor Celi Márcio Santos vai conseguir publicar outra tiragem do seu livro de poemas e enviá-los a escolas e bibliotecas de sua cidade natal, Jordânia (MG).&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Março não foi apenas um bom mês para a colheita de projetos, mas também para a semeadura: 28 novas ideias entraram no ar para captação. Apoie uma delas e ajude a fazer crescer esses brotos. &lt;/p&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/catarse/fJqp/~4/jC8D1WGjSio" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/catarse/fJqp/~3/jC8D1WGjSio/20911229135</link><guid isPermaLink="false">http://blog.catarse.me/post/20911229135</guid><pubDate>Wed, 11 Apr 2012 14:46:25 -0300</pubDate><dc:creator>felipecaruso</dc:creator><feedburner:origLink>http://blog.catarse.me/post/20911229135</feedburner:origLink></item><item><title>Metafinanciamento para a Metamáquina</title><description>&lt;p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;img align="right" height="480" src="http://a8.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc7/398789_322224577844358_127481150652036_862734_1926643414_n.jpg" width="360"/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;A palavra “meta” tem diferentes significados de &lt;/span&gt;&lt;span&gt;acordo com sua origem e uso. Como prefixo oriundo do grego, pode significar uma &lt;/span&gt;&lt;span&gt;posição posterior (metacarpo), mudança (metamorfose), transcendência &lt;/span&gt;&lt;span&gt;(metafísica) ou uma reflexão sobre si (metalinguagem). Como substantivo &lt;/span&gt;&lt;span&gt;feminino derivado do latim pode ser um marco, baliza, limite ou alvo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;No começo do mês, o projeto Metamáquina para construir impressoras 3D de baixo custo no Brasil foi bem-sucedido aqui no Catarse. Dos R$ 30 mil captados, R$ 18 mil foram nos últimos quatro dias do prazo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Um dos quatro kits completos vendidos para montar a impressora foi comprado por um grupo de 100 pessoas de Porto Alegre que se juntaram para pagar os R$ 2.900 necessários. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;É possível que o surgimento de um crowdfunding dentro do crowdfunding tenha feito a campanha de arrecadação do projeto juntar todos os significados da palavra “meta”. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;O metafinanciamento provocou uma reflexão sobre o próprio financiamento colaborativo que pode ser um marco para as mudanças nas campanhas de captação num momento posterior. É como descobrir que dentro da bonecona russa do crowdfunding há outra e perceber a infinitude do desdobramento dessa lógica.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;“Eu apoiei o projeto no Catarse e fiquei pensando como seria legal poder usar a máquina. Eu não queria tê-la. Não tenho onde pôr, não vou usar com frequência. Achei que mais gente poderia querer dividir uma, pagando pouquinho e rachando com muita gente. Deixando a máquina em um espaço de acesso comum. Financiamento e uso colaborativo”, explica Daniel Larusso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;No dia seguinte, o último dia de arrecadação da Metamáquina, ele criou um grupo no facebook para juntar 100 pessoas interessadas em pagar R$ 29 para compartilhar uma impressora 3D e convidou alguns amigos, que convidaram seus amigos e espalharam a ideia. Àquela altura, o projeto ainda não tinha atingido a meta e pairava uma dúvida sobre o sucesso do financiamento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;O receio, porém, não foi suficiente para evitar que em poucas horas a centena de proprietários da impressora fosse reunida. O barulho, a emoção e a excitação com a empreitada foram tamanhos que até mesmo pessoas de fora de Porto Alegre compraram uma parte da impressora como forma de apoio à causa. Larusso colocou sua conta à disposição para receber os depósitos, que eram registrados em uma tabela compartilhada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Depois de concluído o processo de arrecadação do dinheiro para comprar a impressora, as decisões sobre como e onde montar e deixar a impressora continuam a ser tomadas coletivamente através do grupo criado no facebook.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;“Ainda não sei afirmar o aprendizado. Estamos todos aprendendo juntos”, conclui Larusso, para nossa unânime concordância.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Se quiser, você pode acompanhar as discussões e rever todo o processo de mobilização &lt;a href="http://www.facebook.com/groups/321967061199455/?ref=ts" target="_blank"&gt;aqui no grupo do facebook&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/catarse/fJqp/~4/liyxm_T-jA8" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/catarse/fJqp/~3/liyxm_T-jA8/20848400406</link><guid isPermaLink="false">http://blog.catarse.me/post/20848400406</guid><pubDate>Tue, 10 Apr 2012 14:08:00 -0300</pubDate><dc:creator>felipecaruso</dc:creator><feedburner:origLink>http://blog.catarse.me/post/20848400406</feedburner:origLink></item><item><title>Novos e Fresquinhos!</title><description>&lt;p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Dez projetos entraram no ar no Catarse na semana passada. O período foi dividido entre os projetos de música e de cinema vídeo, cada um com quatro representantes. As duas exceções, exatamente pelo seu caráter extraordinário, são os primeiros destaques do post dessa semana sobre as novidades aqui da plataforma.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/602-jornal-plastico-bolha-32" target="_blank"&gt;Plástico Bolha #32 – Literatura&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Sob o slogan “aparentemente insólito”, começou a circular pelos pilotis da Puc-Rio em março de 2006&amp;#160;o jornal literário Plástico Bolha, um periódico trimestral, independente e gratuito feito por alunos de letras que queriam publicar seus textos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;De forma aparentemente insólita, seis anos depois o jornal se expandiu para outras faculdades, cidades e estados e alcançou a tiragem de 13 mil exemplares. As dificuldades da publicação, porém, continuam.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Através do Catarse, agora, você pode ajudar a financiar a 32ª edição do tablóide de 16 páginas que divulga autores estreantes e revela novos talentos da literatura brasileira.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/590-a-mulher-sem-face" target="_blank"&gt;A mulher sem face - Teatro&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Inspirada na obra literária “Pasárgada”, de Manuel Bandeira, a peça “A Mulher sem Face” traça o drama de uma personagem que busca em suas recordações sua própria identidade.  Em tempos de mudanças velozes e indecifráveis, é difícil pensar uma procura mais contemporânea.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;O final do vídeo do projeto é angustiante e divertido. A tela dividida em quatro traz em cada uma a dramaturga e atriz Catarina Dall&amp;#8217;orto com o mesmo enquadramento. O áudio, porém, varia entre os quadros, enquanto tentamos identificar a que vídeo eles corresponde. Talvez uma pontada da busca enfrentada pela própria personagem.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/600-tumulo-do-samba" target="_blank"&gt;Túmulo do Samba - Música&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Ao brincar com a frase de Vinicius de Moraes de que “São Paulo é o túmulo do samba”, o compositor Roberto Riberti resolveu ressuscitar a própria carreira. Sem gravar nada desde 1985, decidiu fazer um disco só de sambas com uma identidade paulista. Escreveu a música “Túmulo do Samba”, que dá nome ao CD&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Além da ajuda de grandes músicos e antigos parceiros como Paulo Vanzolini, Elton Medeiros, Eduardo Gudim e MPB4, Riberti pede a sua contribuição para concretizar esse álbum.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/591-fla-flu-100-anos-de-paixao" target="_blank"&gt;FlaxFlu – Cinema e vídeo&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;“O Fla-Flu não tem começo. O Fla-Flu não tem fim. O Fla-Flu começou quarenta minutos antes do nada”, escreveu Nelson Rodrigues sobre o clássico mais charmoso do mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Se “tudo se acaba, menos o Fla-Flu”, o documentário “Fla-Flu: 100 anos de paixões” quer evitar que se perca essa memória secular, infindável e cheia de glórias, derrotas, traições, tradições e multidões.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Além de financiar a o filme, você pode fazer parte dele ao mandar sua foto e contar ao &lt;a href="http://www.oitavoandar.com.br/flaflu/"&gt;site&lt;/a&gt; dos realizadores sua história sobre o clássico das multidões.&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/catarse/fJqp/~4/0zbBHE69KNw" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/catarse/fJqp/~3/0zbBHE69KNw/20796147064</link><guid isPermaLink="false">http://blog.catarse.me/post/20796147064</guid><pubDate>Mon, 09 Apr 2012 17:32:45 -0300</pubDate><dc:creator>felipecaruso</dc:creator><feedburner:origLink>http://blog.catarse.me/post/20796147064</feedburner:origLink></item><item><title>Novos e Fresquinhos</title><description>&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Depois de uma calmaria proposital aqui no blog para discutirmos os caminhos da comunicação do Catarse, voltamos agitar as águas do financiamento colaborativo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;A primeira mudança é que, a partir de hoje, vamos publicar toda segunda-feira os projetos de destaque que entraram no ar no Catarse na semana anterior. Essa é uma forma de mantê-los atualizados sobre as melhores novidades que aportam por aqui.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;img height="640" src="http://a7.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash3/545241_317452211654928_127481150652036_847350_77028439_n.jpg" width="960"/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/582-pimp-my-carroca" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Pimp My Carroça&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Grande destaque da semana passada, o Pimp My Carroça vai reformar os veículos puxados pelos catadores de material reciclado em São Paulo. Depois de serem consertadas, grafitadas e de receber itens de segurança as carroças serão expostas em uma carroceata!  E o carroceiros também passam por um check up.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;O projeto do grafiteiro Mundano é um exemplo de iniciativas que temos orgulho de receber no Catarse. Através da arte, dá-se visibilidade e segurança a verdadeiros agentes ambientais e traz mais cor e alegria para a cidade de São Paulo. Se não bastasse isso, ainda tem um vídeo sensacional para explicar o projeto.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/580-urbangarden-o-seu-jardim-urbano-magnetico" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Urban Garden&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Diferentemente de plataformas de financiamento colaborativo pelo mundo, ainda não temos uma cultura de receber projetos de design de produtos. Então, quando recebemos uma ideia legal de produto, ficamos tão felizes que queremos contar para o mundo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;O projeto Urban Garden é daqueles que são geniais pela simplicidade. A sacada é permitir que as pessoas possam pendurar vasos de flores e plantas na parede através de placas magnéticas. Se há um tempo você quer trazer vida para o seu apartamento ou cultivar uma hortinha com alecrim, manjericão e outras ervas em plena cidade, essa é uma ótima chance. Você não vai encontrar nada tão bonito, prático e barato em lojas de decoração para fazer o seu jardim urbano.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/579-mais-de-tres-foi-o-diabo-que-fez-a-historia-da-musica-voce-nao-soube-me-amar" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Mais de três foi o diabo que fez&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Os anos 80 foram surreais no mundo todo. É possível entender o encadeamento de fatos históricos da evolução cultural de cada década no século 20. Quando chega-se, porém, aos anos 80, parece que falta algo para compreendermos completamente fenômenos como o pop, o new wave, a música eletrônica e os vídeo games.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Para nos ajudar a achar o elo perdido da década perdida é que existem projetos como Mais de Três Foi o Diabo que Fez. Desvendar a história da música “Você Não Soube me Amar”, o ponta pé inicial do BRock, através de um filme, pode colocar uma importante peça na construção do conhecimento sobre esse período obscuro e fascinante.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/589-obrigada-por-me-deixar-assim#about" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Obrigada por me deixar assim&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Clara, uma estudante de cinema, apaixona-se por um calouro da sua faculdade ao assistir a um curta dele. Essa identificação imediata discutida no filme “Obrigada por me deixar assim” é mais ou menos o que sentimos quando nos deparamos com projetos bacanas como esse.&lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;A diferença, talvez, é que aqui no Catarse é mais fácil se tornar parte do que amamos. Aliás, obrigado a todos os apoiadores que concretizam diariamente projetos que nos deixam assim&amp;#8230;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/catarse/fJqp/~4/VqZxd96rXvg" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/catarse/fJqp/~3/VqZxd96rXvg/20370278725</link><guid isPermaLink="false">http://blog.catarse.me/post/20370278725</guid><pubDate>Mon, 02 Apr 2012 19:12:00 -0300</pubDate><dc:creator>felipecaruso</dc:creator><feedburner:origLink>http://blog.catarse.me/post/20370278725</feedburner:origLink></item><item><title>Primeiro projeto reciclado e bem-sucedido</title><description>&lt;p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Depois de um ano no esquema “tudo ou nada” de financiamento (ou alcança a meta ou o dinheiro é devolvido para os apoiadores), decidimos &lt;a href="http://blog.catarse.me/post/16761181543" target="_blank"&gt;flexibilizar a regra&lt;/a&gt; no mês passado.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Estabelecemos, porém, algumas condições.  O projeto precisa: ter atingido pelo menos 25% na primeira arrecadação; ser reformulado; lançar um novo vídeo; abrir o orçamento. Além disso, o realizador precisa mandar e-mail para todos os apoiadores.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Na semana passada, o &lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/535-festival-baixocentro" target="_blank"&gt;Baixo Centro&lt;/a&gt; foi o primeiro projeto reciclado no Catarse a ser bem-sucedido. Na &lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/437-baixocentro" target="_blank"&gt;primeira campanha&lt;/a&gt;, os realizadores pediram R$ 56 mil para realizar um festival cultural de um mês no entorno do Minhocão, no centro de São Paulo. Já na segunda, a meta foi de R$ 16 mil, para realizar apenas o primeiro final de semana do festival, que foi reduzido para dez dias de duração.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Apesar do sucesso da segunda campanha, o projeto não alcançou os R$ 23 mil captados na primeira. Na entrevista abaixo, Lucas Pretti, um dos realizadores do Baixo Centro, tenta explicar o porquê disso, avalia a experiência de reciclar um projeto de crowdfunding e dá dicas de como conduzir esse novo processo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;img src="http://a2.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/424836_304549909611825_127481150652036_810883_1808863766_n.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;Catarse:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Vocês conseguiram identificar quais fatores causaram o insucesso da primeira campanha?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Lucas Pretti: O principal fator, na nossa avaliação, foi termos lançado a campanha entre novembro e janeiro. Apostávamos no fim do ano como um motor de campanha mesmo, com coisas do tipo &amp;#8220;aproveite o 13º salário e invista&amp;#8230;&amp;#8221; ou &amp;#8220;dê um presente de natal para SP&amp;#8221;, essas coisas. Mas, na prática, todo mundo desligou, viajou, não quis saber de nada, inclusive muitos de nós, envolvidos com o projeto, e acabou que tivemos um mês a menos de campanha, o que influenciou pacas no resultado. Ou fator foi a gente não ter se dedicado tanto assim nos primeiros dias de campanha no ar. No final, quando começamos a sentir o que é uma campanha de crowdfunding, qual o tom etc, percebemos que podíamos ter nos dedicado mais.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;Como foi a experiência de reciclar o projeto? Quais foram as principais mudanças entre as duas campanhas?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;A experiência foi muito válida, tanto para rever e analisar o projeto em si - talvez ele realmente precisasse dessa adequação, pelo menos nessa primeira vez. Tivemos que praticar o olhar crítico e desapegado para nossa própria criação, e isso nem sempre é muito fácil. Em relação à campanha, a coisa foi bem meia light da segunda vez, porque a meta era apenas fazer com que as pessoas redirecionassem o dinheiro que já tinham colocado no primeiro projeto. Claro que fizemos bastante barulho, mas mais porque o projeto tem uma demanda e uma causa bem mais importantes do que pela campanha em si.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;Apesar da campanha ter sido bem-sucedida, vocês não conseguiram chegar aos R$ 23 mil captados pela proposta anterior. Por que?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Bela pergunta. Estou me perguntando muito isso. A resposta certa é: porque não conseguimos nos comunicar direito com todos os apoiadores. E é uma injustiça na verdade, porque tentamos muito! Mandamos pelo menos quatro e-mails à lista de apoiadores, individualmente, avisando sobre o novo projeto e com um tutorial de como redirecionar o dinheiro. Muitos não devem ter aberto o e-mail, ou abriram e deixaram para depois, até que o prazo venceu. Perdemos R$ 6 mil nessa brincadeira - o que faria bastante diferença. Mas, enfim, não rolou. Um outro ponto é a vibe &amp;#8220;jogo&amp;#8221; que sempre acontece em fins de campanha. Como já tínhamos atingido a meta, foi mais difícil inflamar (e não apenas convencer) o povo. Em tese já tinha dado certo. As pessoas não se esforçam tanto quando é assim.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;O que acharam da flexibilização da regra de tudo ou nada do Catarse? Alguma sugestão de modificação?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Achamos ótimo. As pessoas mudam de ideia no caminho. Tentam e erram. Com critérios, claro, elas devem ter a chance de tentar de novo. O Baixo Centro, um projeto importantíssimo para São Paulo sob diversos pontos de vista, sem modéstia, só vai acontecer por causa dessa flexibilização.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;strong&gt;Alguma dica para um realizador que vai reciclar o seu projeto?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Tenha uma ferramenta de e-mail marketing realmente eficiente para falar com seus apoiadores (porque a maioria das gratuitas dá pau). E só faça um projeto se ele tiver uma causa maior do que o seu umbigo. O mundo está aí, ele precisa da sua atenção. Se a causa for importante, o projeto rola.&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/catarse/fJqp/~4/Cu7uhe3TpBg" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/catarse/fJqp/~3/Cu7uhe3TpBg/19194424949</link><guid isPermaLink="false">http://blog.catarse.me/post/19194424949</guid><pubDate>Mon, 12 Mar 2012 17:46:09 -0300</pubDate><dc:creator>felipecaruso</dc:creator><feedburner:origLink>http://blog.catarse.me/post/19194424949</feedburner:origLink></item><item><title>Viagem ao centro do crowdfunding</title><description>&lt;p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;img height="397" src="http://a5.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/420709_302548459811970_127481150652036_806177_1346966766_n.jpg" width="680"/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Quando a primeira batata despencou da fazenda suspensa, Júlio Brocklinden sabia que era hora da colheita. A nova espécie fora desenvolvida na galeria x143y72z8 para que o talo suportasse o peso do tubérculo até o ponto ideal do seu desenvolvimento para o consumo humano.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;O fato de o plantio ter sido um sucesso na abóbada do terreno não era surpresa para o tetocultor. O local fora escolhido por um dos gestores da galeria por ficar imediatamente abaixo de uma das maiores florestas subterrâneas da região. O solo sobre a área, abastecido de nutrientes e irrigado pelas árvores de um nível acima, era rico e fértil.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Júlio estudava a tetocultura desde que nasceu. Não costumava dizer, mas em seu íntimo orgulhava-se de ser bisneto de um dos desenvolvedores da tecnologia para a captação da luz solar na superfície e sua difusão no subterrâneo, que permitiu o crescimento de plantas embaixo da terra.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Muito além da obtenção de oxigênio e da regularização da umidade, o cultivo subterrâneo de alimentos tirou a humanidade da barbárie pós-apocalíptica.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Ao serem varridos da superfície do planeta depois da destruição da atmosfera terrestre, os poucos homens que restaram se refugiaram sob o solo. Não sabe quanto tempo se passou nesse estado em que a sobrevivência era a lei. Como não se via a luz do sol, o conceito de dias, meses e anos se perdeu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Quando a luz natural passou a iluminar as galerias e a germinar as primeiras plantas no subterrâneo, foi declarado o ano zero. Uma era literalmente obscura da humanidade ficara no passado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Doidera? Pode ser, mas um projeto no Kickstarter já conseguiu mais de U$ 130 mil para desenvolver um parque subterrâneo em Nova Yorke.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://www.kickstarter.com/projects/855802805/lowline-an-underground-park-on-nycs-lower-east-sid?ref=spotlight" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://www.kickstarter.com/projects/855802805/lowline-an-underground-park-on-nycs-lower-east-sid?ref=spotlight"&gt;http://www.kickstarter.com/projects/855802805/lowline-an-underground-park-on-nycs-lower-east-sid?ref=spotlight&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/catarse/fJqp/~4/unvC8sNplxQ" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/catarse/fJqp/~3/unvC8sNplxQ/19013410690</link><guid isPermaLink="false">http://blog.catarse.me/post/19013410690</guid><pubDate>Fri, 09 Mar 2012 16:06:30 -0400</pubDate><dc:creator>felipecaruso</dc:creator><feedburner:origLink>http://blog.catarse.me/post/19013410690</feedburner:origLink></item><item><title>Rabiscaria: as lições de um pioneiro</title><description>&lt;p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Em um ano tivemos quase 150 projetos bem-sucedidos no Catarse. Essa longa caminhada, porém, teve um primeiro passo. No último final de semana, completou um ano que o &lt;a href="http://www.rabiscaria.com.br/" target="_blank"&gt;Rabiscaria&lt;/a&gt; foi o primeiro projeto financiado colaborativamente no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Para vencer a desconfiança inicial sobre o incipiente financiamento colaborativo no país, o desinger Carlos Filho e o artista plástico Mateus Dutra “explicaram incansavelmente” o novo modelo aos apoiadores.&lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;“Convencíamos as pessoas de que o que elas faziam, apoiando o Rabiscaria, &lt;/span&gt;&lt;span&gt;era ajudar uma ideia &lt;span&gt;a sair do papel”, conta Carlos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Depois de alguns percalços no caminho, o site entrou no ar em setembro do ano passado, e loja online, em dezembro. O Rabiscaria vende produtos personalizados com desenhos enviados pelos próprios usuários. Em pouco tempo, eles já conseguiram um fluxo razoável de ilustradores enviando suas artes, de usuários que participam votando e comentando, e até de clientes comprando na loja.&lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Para saber mais sobre a experiência dos pioneiros realizadores do crowdfunding no Brasil e como é a vida pós-financiamento, leia a entrevista abaixo com Carlos Filho.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;img height="310" src="http://a4.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc7/432126_300530493347100_127481150652036_800215_711822382_n.jpg" width="850"/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Quando vocês inscreveram o projeto no Catarse, imaginavam que seriam o primeiro projeto a ser financiado colaborativamente no Brasil?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Não mesmo. Vínhamos de algumas tentativas frustradas de financiamento da ideia, incluindo financiamento bancário e inscrição no Kickstarter. Quando conversamos com o Diego Reeberg, logicamente ficamos empolgados com a possibilidade, mas, como era uma modalidade de financiamento até então desconhecida no país, não imaginávamos que a adesão e o apoio seriam tão grandes, embora tenhamos trabalhado incansavelmente para o sucesso da campanha de captação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Em um ano, tivemos mais de 15 mil apoiadores, 150 projetos financiados e quase R$ 1,4 milhão de reais arrecadado. Como você vê a evolução do crowdfunding no Brasil?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;O crowdfunding está amadurecendo cada vez mais rápido. Penso que um dos maiores problemas – e que nós enfrentamos com a campanha do Rabiscaria - era a desconfiança das pessoas em apoiar financeiramente um projeto legal, mas coordenado por uma pessoa que elas não conheciam. Mas a possibilidade de acompanhar a execução do projeto, seja por meio do feedback, das redes sociais ou mesmo das recompensas mostrou para os apoiadores que o crowdfunding é uma modalidade de financiamento séria.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Há um ano, você deu uma &lt;a href="http://blog.catarse.me/post/2942028094/criadores-respondem-rabiscaria" target="_blank"&gt;entrevista ao blog do Catarse&lt;/a&gt; e falou exatamente sobre essa desconfiança inicial das pessoas com o financiamento colaborativo. Como você venceu essa desconfiança inicial sobre o crowdfunding?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Tentamos deixar tudo muito claro. Explicávamos incansavelmente o modelo tudo ou nada, o que era o crowdfunding, mostrávamos alguns projetos do Kickstarter e convencíamos as pessoas de que o que elas faziam, apoiando o Rabiscaria, &lt;/span&gt;&lt;span&gt;era ajudar uma ideia &lt;span&gt;a sair do papel. Quando o apoiador consegue aceitar na mão a responsabilidade de ajudar um projeto a nascer, você não ganha apenas um apoiador, mas sim um fã. E foi nessa linha que tentamos levar o Rabiscaria.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Como foi a relação com os 140 apoiadores? &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Finalizada a captação, passamos a nos comunicar com os apoiadores por email. Enviamos as recompensas, com um pouco de atraso, pois ainda estávamos apertando os parafusos com a produção e os fornecedores. Mas a grande maioria recebeu tudo de primeira. Alguns ficaram sem receber, por falhas de endereço e de entrega, mas conseguimos organizar tudo a tempo. Estamos preparando a segunda versão do nosso site, e uma das ideias que esperamos implementar é uma área exclusiva dedicada aos apoiadores – e também a muitas pessoas que nos ajudaram após o crowdfunding – com um canal de comunicação mais direto, descontos e sorteios.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Ao olhar para trás nesse ano que passou desde que o projeto foi financiado no Catarse, você faria algo diferente?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Sempre dá pra melhorar, mas só conseguimos ter noção disso quando o projeto está nos trilhos e andando. Logo após o financiamento, enfrentamos um problema no desenvovimento do site que atrasou bastante o andamento de tudo. Até que eu li uma frase retuitada por alguém: “é melhor pronto do que perfeito”. Decidi que a partir dali eu ia focar em fazer o projeto andar e, no trajeto, acertar os parafusos. Acho que o que fizemos durante esse ano foi necessário – mesmo com os acertos e os erros – para entendermos o processo todo que o Rabiscaria está inserido. É um aprendizado novo a cada dia, e um novo parafuso aparece do nada. E a gente vai apertando. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/catarse/fJqp/~4/kJ8mMmt6SGE" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/catarse/fJqp/~3/kJ8mMmt6SGE/18848925769</link><guid isPermaLink="false">http://blog.catarse.me/post/18848925769</guid><pubDate>Tue, 06 Mar 2012 11:48:33 -0400</pubDate><dc:creator>felipecaruso</dc:creator><feedburner:origLink>http://blog.catarse.me/post/18848925769</feedburner:origLink></item><item><title>A primeira segunda vez</title><description>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Em meados de janeiro, o Catarse completou a primeira volta em torno de sol desde que passou a integrar a misteriosa e etérea rede de computadores que envolve o planetinha azul.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Assim como nós voltamos (mais ou menos) ao ponto de partida espacial para iniciar um novo ciclo, a realizadora Gisele De Santi retorna ao Catarse para concretizar o seu segundo projeto financiado colaborativamente.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Ela é a primeira realizadora a lançar aqui uma segunda iniciativa. Em junho do ano passado, 65 pessoas contribuíram com R$ 8.752 e tornaram possível a realização o show &lt;a href="http://catarse.me/en/projects/104-chama-me" target="_blank"&gt;“Chama-me”&lt;/a&gt;, em Porto Alegre.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;“Entramos em contato com os apoiadores e todos receberam a recompensa. Alguns até pediram alterações, e todos foram atendidos. O show foi um sucesso, com teatro lotado”, conta Gisele.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;img alt="Gisele no show financiado colaborativamente no Teatro CIEE, em Porto Alegre" height="468" src="http://a2.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc7/427067_300027016730781_127481150652036_799009_1232097901_n.jpg" width="700"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Depois de unir os apoiadores para fazer a apresentação, a cantora e compositora gaúcha quer agora aproximar o Brasil no seu próximo projeto. O meridiano 50 corta o Brasil de norte a sul e liga o Pará ao Rio Grande do Sul. O traço comum é também a marca da parceria, no palco, entre Gisele De Santi e o paraense Arthur Nogueira. Se financiado, o projeto &lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/556-meridiano-50-show-de-arthur-nogueira-e-gisele-de-santi" target="_blank"&gt;“Meridiano 50”&lt;/a&gt; vai juntar os dois artistas para um show em São Paulo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Em pouco mais de um ano, essa é primeira vez que um realizador retorna ao Catarse. Acreditamos, porém, que isso será cada vez mais recorrente por aqui.  &lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Ao conduzir uma campanha de um projeto bem-sucedido, o realizador começa a construção de uma malha de apoiadores interessados na iniciativa. Ao concretizar o projeto, entregar as recompensas e tratar corretamente aqueles que contribuíram com a ideia, ele não apenas solidifica essa rede, como conquista agentes de expansão dela, tornando uma nova empreitada mais plausível.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Assim como um ponto no Pará e outro no Rio Grande do Sul traçam o meridiano 50, dois pontos distintos do espaço definem uma única reta. Gisele acaba de colocar o segundo ponto no plano do Catarse e traçar uma reta infinita na nossa história.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/catarse/fJqp/~4/SUlx0v-yZzc" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/catarse/fJqp/~3/SUlx0v-yZzc/18801332518</link><guid isPermaLink="false">http://blog.catarse.me/post/18801332518</guid><pubDate>Mon, 05 Mar 2012 15:55:32 -0400</pubDate><dc:creator>felipecaruso</dc:creator><feedburner:origLink>http://blog.catarse.me/post/18801332518</feedburner:origLink></item><item><title>Um projeto bate dois recordes em fevereiro</title><description>&lt;p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Fevereiro passou, levou consigo o Carnaval e fez 2012 começar de vez. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;O ano para o Catarse, porém, já estava valendo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Em fevereiro, um projeto bateu ao mesmo tempo o &lt;/span&gt;&lt;a href="http://blog.catarse.me/post/17726513625"&gt;recorde&lt;/a&gt;&lt;span&gt; de velocidade de arrecadação e de superação proporcional da meta. O projeto &lt;/span&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/522-que-onibus-passa-aqui-shoot-the-shit"&gt;“Que Ônibus Passa Aqui?”&lt;/a&gt;&lt;span&gt; foi bem-sucedido em apenas um dia e arrecadou 352% da meta de R$ 500.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Em todo o mês, 22 projetos tiveram o prazo de captação encerrado, dos quais dez foram bem-sucedidos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Um total de 879 contribuições arrecadou R$ 61.846. A média do mês de R$ 6.184 por projeto ficou abaixo da média de R$ 9.079 da plataforma.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;O maior dos projetos bem-sucedidos foi a revista &lt;/span&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/468-efemero-concreto"&gt;Efêmero Concreto&lt;/a&gt;&lt;span&gt;, que arrecadou R$ 19.147.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;No &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.facebook.com/Catarse.me"&gt;Facebook&lt;/a&gt;&lt;span&gt;, batemos a casa das 9.000 opções “curtir” e nos aproximamos a passos largos dos 10 mil. Aliás, se você não ainda não curtiu nossa página lá, essa uma boa hora de fazer parte dessa marca histórica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Março começa bem com a &lt;/span&gt;&lt;a href="http://blog.catarse.me/post/18565363783"&gt;parceria com o Canal Brasil&lt;/a&gt;&lt;span&gt; para divulgação do projeto &lt;/span&gt;&lt;a href="http://canalbrasil.globo.com/programas/no-amor"&gt;“No Amor”&lt;/a&gt;&lt;span&gt;, primeiro filme colaborativo do país. Excelentes projetos prontos para entrarem no ar aqui vão ajudar 2012 a engrenar de vez. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/catarse/fJqp/~4/UHEhQNi5l3k" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/catarse/fJqp/~3/UHEhQNi5l3k/18623565090</link><guid isPermaLink="false">http://blog.catarse.me/post/18623565090</guid><pubDate>Fri, 02 Mar 2012 18:09:06 -0400</pubDate><dc:creator>felipecaruso</dc:creator><feedburner:origLink>http://blog.catarse.me/post/18623565090</feedburner:origLink></item><item><title>Catarse e Canal Brasil juntos pelo 1º filme colaborativo do país</title><description>&lt;p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Atenção cineastas, cinéfilos, cineclubistas, cinegéticos, sinergéticos e catárticos!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;A primeira plataforma de financiamento colaborativo do Brasil não podia ficar de fora do primeiro filme colaborativo do país.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;O Catarse e o &lt;a href="http://canalbrasil.globo.com/" target="_blank"&gt;Canal Brasil&lt;/a&gt; firmaram uma parceria para concretizar o projeto&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://canalbrasil.globo.com/programas/no-amor" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;“No Amor”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;, idealizado pelo diretor Marco Abujamra e pela produtora Mariana Marinho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;A partir desta quinta-feira, vamos divulgar no blog e nas nossas redes sociais dicas e sugestões para a produção de filmes de baixo (ou nenhum) custo, para que vocês da rede catártica se empolguem e mandem seus vídeos para fazer parte da empreitada do inédito filme colaborativo brasileiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;“Se as pessoas se juntam para jogar bola, beber chope, tocar música, por que não se juntam para fazer filmes?”, pergunta Abujamra. Como nós juntamos mais de 15 mil pessoas para fazer mais 150 projetos culturais, colaborativos ou criativos, achamos que tínhamos tudo a ver com a ideia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;img height="480" src="http://a8.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/424192_297579416975541_127481150652036_792102_188428254_n.jpg" width="700"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;O filme colaborativo está divido em seis capítulos. O primeiro se chama&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://canalbrasil.globo.com/programas/no-amor/materias/pizza.html" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;“A Pizza”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt; foi filmado e produzido pelos idealizadores, assim como será o último.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Os quatro capítulos intermediários que compõem o (des)enrolar da trama serão enviados sucessivamente por vocês. A cada etapa um júri formado por Lázaro Ramos, Carla Camurati, Paulo Tiefenthaler, André Miranda e pelos idealizadores elegerá a melhor continuação. Os quatro vencedores receberão um prêmio de mil reais cada um. Ao final, o filme colaborativo será exibido no Canal Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Os curtas têm que ser filmados em HD e devem ter de 2 a 4 minutos. Todos os enviados estarão disponíveis para visualização no site.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;O nome do projeto vem de uma clássica forma de pagamento do cinema brasileiro:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;- Tem cachê?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;- Não, é no amor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Gênio, não?! Então, corra pra mandar o seu curta para o segundo capítulo do filme. O prazo para essa etapa vai até o dia 15 de março. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://canalbrasil.globo.com/programas/no-amor/materias/dicas-para-voce-enviar-o-seu-video.html" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Saiba mais sobre como participar do “No Amor”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/catarse/fJqp/~4/fzaouck6zyc" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/catarse/fJqp/~3/fzaouck6zyc/18565363783</link><guid isPermaLink="false">http://blog.catarse.me/post/18565363783</guid><pubDate>Thu, 01 Mar 2012 17:04:20 -0400</pubDate><dc:creator>felipecaruso</dc:creator><feedburner:origLink>http://blog.catarse.me/post/18565363783</feedburner:origLink></item><item><title>O tesouro dos poetas revelado na internet</title><description>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;Por Mayara Teixeira&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;br/&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Para “esmerar o vocabulário com que embasbacaria as moças e esmagaria seus rivais”, Chico Buarque usava um recurso poderoso. No prefácio da edição do &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://www.lexikon.com.br/dicionario_analogico/dicionarioanalogico.html" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Dicionário Analógico da Língua Portuguesa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;, de Francisco Ferreira dos Santos Azevedo, lançada em 2010, ele deu a declaração acima e revelou que usava o livro no acabamento de romances e letras de canções.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;“Sinto como se invadissem minha propriedade, revirassem meus baús, espalhassem aos ventos meu tesouro”, escreveu sobre o relançamento da obra, antes uma raridade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Para infelicidade de Chico e felicidade de inúmeros criativos que circulam pela internet, o letrista e, agora, linguista Felipe Iszlaji desenvolveu um dicionário analógico digital e disponível na internet.  O&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/226-dicionario-criativo" target="_blank"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Dicionário Criativo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;foi financiado colaborativamente através do Catarse e funcionará como um integrador de dicionários e ferramentas criativas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;“Além do fato de o livro estar desatualizado, quando eu precisava escrever, procurava outras fontes de informação, como sites de citações ou provérbios. Então, tive a ideia de reunir num mesmo lugar essas diferentes plataformas, afinal, elas se relacionam. Uma puxa a outra”, conta Felipe.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;img height="400" src="http://a4.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc7/426650_297399183660231_127481150652036_791777_1907846223_n.jpg" width="500"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;A partir de uma palavra ou conceito-chave, &lt;/span&gt;&lt;span&gt;uma nuvem de significados, palavras, expressões, provérbios, rimas, citações e &lt;/span&gt;&lt;span&gt;imagens será apresentada para que o usuário possa rearranjá-la de acordo com a &lt;/span&gt;&lt;span&gt;sua criatividade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;O uso dos dicionários analógicos demanda certo traquejo do leitor. A intenção do Dicionário Criativo é simplificar a&lt;/span&gt;&lt;span&gt;interação com a ferramenta. A ideia é organizar as palavras como se fossem &lt;/span&gt;&lt;span&gt;frames de uma cena de cinema. Para a palavra “amor”, por exemplo, podemos imaginar o namorado, a namorada, um pedido de casamento, uma aliança etc. Na cena, vemos personagens, cenário, objetos que pertencem a um léxico que será organizado. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;“Os usuários podem construir listas e guardá-las na plataforma dentro das mais &lt;/span&gt;&lt;span&gt;variadas categorias”, explica Felipe.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;O lançamento do site estava previsto para setembro de 2011, mas imprevistos como a saída do sócio e dificuldades de programação tornaram o prazo impossível. O projeto, porém, não ficou parado. No final do ano passado, Felipe ganhou o Prêmio Santander Universidades pelo Dicionário Criativo e, agora, conseguiu contratar uma empresa para cuidar da implementação computacional. Além disso, foi aceito na Incubadora da USP, fez uma parceria com a Getty Images para o uso de fotos e com a editora Lexikon, responsável pela nova edição do Dicionário Analógico da Língua Portuguesa.  A versão beta deve ser lançada durante o mês de março, a princípio só para os apoiadores do projeto no Catarse, e depois aberta ao público em geral.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Como seu Dicionário Criativo propõe uma nova maneira de lidar com os dicionários analógicos, Felipe buscou o financiamento colaborativo como saída para a concretização do projeto.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;“Eu poderia pensar no padrão da indústria tradicional, numa grande campanha publicitária, muitos funcionários, dominar o nicho, mas fui por outro caminho. Em vez de ir atrás de um grande investidor, fui atrás de crowdfunding. Nossa geração está construindo novos caminhos, alternativos e colaborativos”, conta.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Você pode acompanhar as novidades do site pelo&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://www.facebook.com/pages/Dicion%C3%A1rio-Criativo/143031025777863" target="_blank"&gt;&lt;span&gt; &lt;span&gt; &lt;/span&gt;facebook&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt; do projeto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/catarse/fJqp/~4/bNsL1S02Xxs" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/catarse/fJqp/~3/bNsL1S02Xxs/18551933240</link><guid isPermaLink="false">http://blog.catarse.me/post/18551933240</guid><pubDate>Thu, 01 Mar 2012 11:07:00 -0400</pubDate><dc:creator>felipecaruso</dc:creator><feedburner:origLink>http://blog.catarse.me/post/18551933240</feedburner:origLink></item><item><title>Que futuro passa aqui?</title><description>&lt;p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;img height="334" src="http://a6.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/419275_288578084542341_127481150652036_767119_899667842_n.jpg" width="500"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Presente no Congresso Nacional desde 1955, José Sarney, presidente do Senado Federal, abriu com o tradicional&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://www.senado.gov.br/senado/presidencia/detalha_discurso.asp?data=02/02/2012&amp;amp;codigo=949" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;discurso&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt; os trabalhos na casa no último dia 02 de fevereiro e destacou que a democracia representativa pode estar no seu quarto minguante e que os 513 deputados e 81 senadores podem ser substituídos (com a devida inclusão digital), em breve, pelos 190 milhões de brasileiros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;“Com os novos processos de comunicação via internet, das mídias sociais, podemos vislumbrar um futuro não muito distante em que voltaremos a uma democracia direta, como no mundo grego, com a participação de todo o povo, de todos os cidadãos, na confecção das leis e, pela chegada que também me parece inevitável do parlamentarismo, no próprio Poder Executivo”, discursou Sarney.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Três dias depois do discurso do Sarney, foi ao ar no Catarse o projeto&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/522-que-onibus-passa-aqui-shoot-the-shit" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;“Que ônibus passa aqui?”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;, do coletivo criativo de Porto Alegre Shoot The Shit.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Como na capital gaúcha poucos pontos de ônibus têm sinalização sobre as linhas que passam por ali, eles tiveram a ideia de colar nas paradas um adesivo com um grande espaço em branco para que os passageiros escrevessem de forma colaborativa os números dos coletivos que passam pelo local e, assim, ajudassem aqueles que desconhecem a região.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Em um dia o projeto alcançou a meta de R$ 500 para a impressão dos adesivos, um recorde de arrecadação no Catarse. Está certo que o coletivo queria R$ 6.000 para cobrir toda a cidade e que botou uma meta baixa para não perder as contribuições caso o objetivo final não fosse alcançado por causa da nossa política de&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/faq" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;tudo ou nada&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt; para os projetos, mas ainda é assim é um recorde válido.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;E a quebra de paradigmas não fica restrita à velocidade de arrecadação. O projeto também foi o que mais superou proporcionalmente a meta. Em 12 dias de campanha, 64 pessoas apoiaram com R$ 1.758, superando em 352% o orçamento planejado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Além dos apoiadores, que seriam os beneficiários diretos da iniciativa, a ideia também chamou atenção de quem justamente originou a falha impulsora do projeto: a prefeitura de Porto Alegre.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Dois dias depois do projeto entrar no Catarse, a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) de Porto Alegre&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://www2.portoalegre.rs.gov.br/cs/default.php?p_noticia=149499" target="_blank"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;decidiu adotar&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;a ideia do coletivo e convidou os autores para discutir a melhor forma de exibição das informações sobre as linhas nos pontos de ônibus.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;“Não podemos aceitar a adesivagem, pois é irregular, mas iremos aceitar a ideia”, disse  o diretor-presidente em exercício da EPTC, Carlos Pires.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Como o projeto foi incorporado e será pago pela prefeitura, o coletivo Shoot The Shit vai entrar em contato com cada um dos seus 64 apoiadores para decidir o que fazer com o dinheiro das contribuições.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;O que José Sarney, parlamentar mais antigo em atividade no Congresso, esqueceu de dizer em seu discurso é que a mobilização coletiva permitida pela internet pode ignorar o “inevitável parlamentarismo” no Executivo, ocupar os vácuos deixados pela lentidão das políticas públicas e levar-nos, não só a uma democracia direta, mas a um Executivo direto.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/catarse/fJqp/~4/mGCP83ml85k" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/catarse/fJqp/~3/mGCP83ml85k/17726513625</link><guid isPermaLink="false">http://blog.catarse.me/post/17726513625</guid><pubDate>Thu, 16 Feb 2012 17:26:00 -0400</pubDate><dc:creator>yurievitch</dc:creator><feedburner:origLink>http://blog.catarse.me/post/17726513625</feedburner:origLink></item><item><title>Recompensas para todos</title><description>&lt;p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Recompensas para todos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Recentemente publicamos um &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://blog.catarse.me/post/17213726602" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;post&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt; sobre as melhores recompensas oferecidas pelos  realizadores aos apoiadores. No crowdfunding, porém, quantidade é tão importante quanto qualidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Uma dica importante para conduzir uma campanha bem-sucedida para um projeto é oferecer contrapartidas para diversas faixas de contribuição.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Quando completou 1 milhão de apoiadores, em outubro de 2011, o Kickstarter, maior site de crowdfunding do mundou, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://www.kickstarter.com/blog/one-million-backers" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;publicou&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt; uma análise sobre os números dos apoiadores.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;img height="483" src="http://a7.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc7/420391_287617524638397_127481150652036_765680_187626294_n.jpg" width="700"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Esse 1 milhão de apoiadores fez 1,4 milhão de contribuições, sendo 90% de U$ 100 dólares ou menos. Se reduzirmos o corte do valor dos apoios para U$ 50 ou menos, teremos 75% de todas as contribuições, ou seja, não despreze os pequenos apoiadores porque eles representam o grosso dos orçamentos dos projetos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Na prática, não comece com um apoio mínimo muito alto nem dê grandes saltos nos valores. Ofereça aos apoiadores diversas possibilidades para contribuírem com aquilo que desejam. Boas recompensas, é claro, os ajudam a contribuir com mais dinheiro. E, assim, voltamos à máxima do começo do post: no crowdfunding quantidade é tão importante quanto qualidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/catarse/fJqp/~4/V3QqR1HPvlE" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/catarse/fJqp/~3/V3QqR1HPvlE/17656363607</link><guid isPermaLink="false">http://blog.catarse.me/post/17656363607</guid><pubDate>Wed, 15 Feb 2012 09:58:48 -0400</pubDate><dc:creator>felipecaruso</dc:creator><feedburner:origLink>http://blog.catarse.me/post/17656363607</feedburner:origLink></item><item><title>Grandes vídeos de projetos inscritos no Catarse</title><description>&lt;p&gt;&lt;span&gt;Ter um bom vídeo de divulgação é essencial para o sucesso de qualquer projeto. Essa foi uma verdade alardeada em quase todos os blogs dedicados ao crowdfunding na rede e que ficou provada na prática após mais de um ano de atividades. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;O que é um bom vídeo? Bem, não há uma regra, mas existem certos elementos que se repetem no padrão de projetos bem-sucedidos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Por exemplo, diga tudo que puder no primeiro minuto do vídeo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://blog.kissmetrics.com/how-to-increase-viewership/?wide=1" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Segundo algumas estatísticas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;, a taxa de abandono de vídeos aumenta muito após 60 segundos de visualização. Desse modo, uma divulgação sintética é a melhor opção.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;É muito importante priorizar o conteúdo e a mensagem. Ninguém precisa ser diretor de cinema para realizar um projeto (a não ser que você seja cineasta&amp;#8230;), mas ter um áudio claro e uma mensagem bem passada é um quesito necessário a todos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Se uma produção mais elaborada não for uma possibilidade, vídeos simples e objetivos funcionam perfeitamente em campanhas de divulgação.  Lembre-se: o vídeo é o seu cartão de visita do projeto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Hoje, entretanto, mostraremos os vídeos que nos cativaram por sua criatividade. Apesar de tudo dito acima, um vídeo bem elaborado do ponto de vista da imagem e execução é motivo de prazer e alegria para toda a equipe do Catarse e, no final das contas, acaba fazendo a diferença. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/110-1m2-expandido" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;1m2 expandido&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Esse vídeo, além de suas indiscutíveis qualidades estéticas, corrige com sua presença a injustiça cometida em relação à Maíra da Neves. Uma das recompensas do projeto merecia, sem dúvida, uma menção em uma das recentes publicações do blog na qual &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://blog.catarse.me/post/17213726602" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;destacamos as melhores recompensas do primeiro ano do Catarse&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;. Confira a peça e descubra as mágicas propriedades de uma substância azul misteriosa que hoje em dia deve estar espalhada por algumas residências de diversos apoiadores.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="224" src="http://player.vimeo.com/video/22366986?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0&amp;amp;=1" width="398"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/103-diario-de-bordo-ilustrado" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Diário&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;de Bordo Ilustrado&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Amanda Karoline cumpriu de modo instintivo todas as recomendações para um bom vídeo. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Curto, sucinto e elegante, o Diário de Bordo ilustrado pega pelo coração e empolga. A jovem ilustradora sensibilizou 56 pessoas e algumas empresas, que acabaram apoiando sua jornada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="299" src="http://player.vimeo.com/video/21620016?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0&amp;amp;=1" width="398"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/459-belo-monte-anuncio-de-uma-guerra" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;Belo Monte - Anúncio de uma Guerra&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Ao contrário do anterior, esse vídeo é bem mais longo e descritivo. Justo, tendo em vista que Belo Monte é um tema complexo e polêmico. Enquanto &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://www.cinedelia.com/" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Cinedelia &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;finaliza a edição do filme, confiram mais uma vez o vídeo do projeto, recordista absoluto de arrecadação do Catarse.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="224" src="http://player.vimeo.com/video/32733074?=1" width="398"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/catarse/fJqp/~4/Z_xzMeUNFH8" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/catarse/fJqp/~3/Z_xzMeUNFH8/17623473260</link><guid isPermaLink="false">http://blog.catarse.me/post/17623473260</guid><pubDate>Tue, 14 Feb 2012 18:22:09 -0400</pubDate><dc:creator>yurievitch</dc:creator><feedburner:origLink>http://blog.catarse.me/post/17623473260</feedburner:origLink></item></channel></rss>

