<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-4206423096519965809</atom:id><lastBuildDate>Mon, 07 Oct 2024 05:11:28 +0000</lastBuildDate><category>internet</category><category>Literatura</category><category>meme</category><category>Alindices</category><category>Música</category><category>Cinema</category><category>História</category><category>Quadrinhos</category><category>Bibliofilia</category><category>Aleatoridades</category><category>Política</category><category>Resenha</category><category>Dica</category><category>R.I.P.</category><category>Vídeos</category><category>arte</category><category>Memória</category><category>Poesia</category><category>TV</category><category>Ambiente</category><category>Campanhas</category><category>Homenagem</category><category>Refletindo</category><category>blog</category><category>comportamento</category><category>foto</category><category>#FollowFriday</category><category>Aniversário</category><category>Cidade Maravilhosa</category><category>Ciência</category><category>Curiosidades</category><category>Download</category><category>Filosofia</category><category>IMS</category><category>Listas</category><category>Notícias</category><category>PIMBA</category><category>Religião</category><category>Teatro</category><category>Tirinhas</category><category>Top 5</category><category>amizade</category><category>anúncio</category><category>casa da ceinwyn</category><category>colaborações</category><category>conhecimento</category><category>desafio literário</category><category>divulgação científica</category><category>família</category><category>feminices</category><category>feminilidade</category><category>fóruns</category><category>promoção</category><category>receita</category><title>Casa da Ceinwyn</title><description></description><link>http://alindeg.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Ceinwyn)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>142</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><xhtml:meta content="noindex" name="robots" xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml"/><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4206423096519965809.post-4249253266457271123</guid><pubDate>Mon, 16 May 2011 16:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-16T13:25:48.786-03:00</atom:updated><title>Mudança</title><description>Estou de mudança, de blogger pra wordpress. Vou testar. No pior dos casos, volto pra cá, mas não acho que vá acontecer.&lt;br /&gt;
Novo endereço:&amp;nbsp;&lt;a href="https://alinde.wordpress.com/"&gt;http://alinde.wordpress.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Novo endereço de feed: http://alinde.wordpress.com/feed&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bom, é isso :D</description><link>http://alindeg.blogspot.com/2011/05/mudanca.html</link><author>noreply@blogger.com (Ceinwyn)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4206423096519965809.post-7968010244695438715</guid><pubDate>Thu, 28 Apr 2011 21:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-28T18:49:12.686-03:00</atom:updated><title>Bendito século XXI</title><description>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/Tbng0EmmVQI/AAAAAAAAA5o/HdDGBaBYyB4/s1600-h/Foto0091%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="Cute rock lover" alt="I LOVE ROCK" src="http://lh4.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/Tbng1hlscSI/AAAAAAAAA5s/bMAyARefQJA/Foto0091_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="467" height="360"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Sempre, desde criança, gostei de “coisas masculinas”: rock, livros e filmes de aventura, seriados e desenhos com muita luta. Algumas vezes, horrorizei minha mãe (quando pedia lancheira dos Transformers, ou bonecos do Comandos em Ação). E nunca deixei de ser feminina, pedia bonecos do G.I. Joe e bonecas Barbie – às vezes no mesmo dia. Também nunca deixei de gostar de “coisas de menina” – sempre gostei de comédias românticas, de romances (desde que não muito açucarados), de novelas.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Quando adolescente, deixei o meu “lado feminino” um pouco de lado. Cuidadosamente fazia questão de mostrar meu lado “alternativo”, e pra isso não exitava em usar calças e camisas masculinas. As vezes (shame on me)as duas ao mesmo tempo. E por duas razões: uma –&amp;nbsp; a besta – era que eu não queria que me julgassem pelo meu rosto bonitinho (modéstia quanto a beleza nunca foi meu forte). A outra – a não besta – é que há cerca de 10 anos atrás era MUITO mais difícil achar roupas e acessórios “alternativos” e femininos, como alguns dos que tenho e estão estampados na foto acima. Há dez anos, não tinha se atentado ainda para algo bem real: mulheres gostam, sim, de rock e de nerdices. Só não encontrávamos roupas e acessórios adequados para nós. Se eu quisesse uma blusa de caveira quando era adolescente, só achava masculina – caveira com lacinho numa blusa rosa e feminina, nem pensar. Mesmo camisa de bandas, não existia baby look – as meninas tinham que ficar dobrando as barras para ficarem do tamanho adequado (eu não dobrava, mas enfim).&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Hoje em dia, ainda bem, a situação é outra. Diante das evidências de que mulher não gosta só do que foi designado a nós gostar – música pop, romantismo, dourados, lacinhos e babados (e gosto de tudo isso), começou-se a produzir roupas, acessórios, etc, para mulheres nerds e roqueiras. Até mesmo lojas de departamento já tem roupas feminas que aludem a rock e a quadrinhos. Descobriu-se que somos público pra outras coisas para além do que nos foi designado ao longo de todo o século passado, e que não deixamos de ser femininas, delicadas, por conta disso (reconheço meu certo machismo aqui: acho estranho uma mulher andando de pernas e braços abertos, com roupas masculinas.E não estou falando de sexualidade, isso é assunto pra outro post). &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Agradeço aos céus por essa descoberta da parte de quem produz roupas e acessórios. Passada a minha adolescência, descobri que não tem porque negar a minha beleza (já disse: modéstia não é meu forte). Não existe motivo também para acreditar nessa bobagem de divisão de gostos por divisão de sexo biológico. E um passo importante para que isso seja reconhecido por todos é justamente a possibilidade pra que mulheres expressem seus gostos de forma adequada, com roupas femininas. Quem sabe um dia o espanto ao ver uma garota gostar de rock e quadrinhos não exista mais… (e olha que diminuiu, ao longo da minha curta vida).&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Como esse fenômeno é recente, fica aí o título do post: “Bendito século XXI”, em que se produz roupas e acessórios para meninas nerds e roqueiras! \o/&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Como prometido pra moça Manu, da Manu Sales,a propaganda (afinal, ela lucra e eu me expresso com a criatividade dela &lt;img style="border-bottom-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-left-style: none" class="wlEmoticon wlEmoticon-openmouthedsmile" alt="Smiley de boca aberta" src="http://lh5.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/Tbng198MFxI/AAAAAAAAA5w/UyDg8urpStM/wlEmoticon-openmouthedsmile%5B2%5D.png?imgmax=800"&gt;): a blusa, a guitarra dourada, o pingente de clave de sol, o chaveiro de fita K7 e o brinco do Pequeno Príncipe foram todos comprados no stand dela, e a moça tem &lt;a href="http://modamanusales.blogspot.com/"&gt;um blog, esse aqui, em que divulga as suas coleções e seus eventos&lt;/a&gt;. Boa sorte, moça, parabéns pelos 2 anos de loja e que venham muitos anos mais &lt;img style="border-bottom-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-left-style: none" class="wlEmoticon wlEmoticon-openmouthedsmile" alt="Smiley de boca aberta" src="http://lh5.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/Tbng198MFxI/AAAAAAAAA5w/UyDg8urpStM/wlEmoticon-openmouthedsmile%5B2%5D.png?imgmax=800"&gt;.E, importante na propaganda: bons preços!! \o/&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Ouvindo: Matanza - Arte Do Insulto - Tempo Ruim&lt;/p&gt;  </description><link>http://alindeg.blogspot.com/2011/04/bendito-seculo-xxi.html</link><author>noreply@blogger.com (Ceinwyn)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="http://lh4.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/Tbng1hlscSI/AAAAAAAAA5s/bMAyARefQJA/s72-c/Foto0091_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4206423096519965809.post-7822486385813742705</guid><pubDate>Mon, 25 Apr 2011 23:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-26T00:55:47.886-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Alindices</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">comportamento</category><title>Clichê a clichê ou dia a dia?</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj2T2pETqJbP66X4OysJmlT6ajBAqFwKiSa4Mje5P5fPNe5dPaWzRSp7cV-AdXS7wD8hZnFL2cpUZKStPLZXM9ON5mwhYMdKODfUVzrbnRPxsVt1UuEdoKaK96rZdGBO7Hh3kjyvHj7DLA/s1600-h/Foto0084%5B3%5D.jpg"&gt;&lt;img alt="Foto0084" border="0" height="184" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgYvdU7tn8WEOAGOUByPRsXSqLq6eAtbGP5sA93iG_aeT6J0RwBWnqgYJwMb1SUBU8NNfOgGQoWjIeIM9fUgsfMhAFd9u9eC-OuBUGRyrAPgpCSu-p1kSdXmfnirOp27-QvQ4GEkdioczM/?imgmax=800" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="Foto0084" width="244" /&gt;&lt;/a&gt; Jardim do Museu da República&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Toda semana, leio no twitter as mesmíssimas queixas: “quando chega sexta?” “É segunda?Que droga!”&amp;nbsp; “Final de domingo.. que saco!”. Hoje, segunda feira, acordei animada, com vontade de ter uma semana produtiva. Então me perguntei: temos mesmo que pensar do mesmo jeito durante todos os dias da semana? Porque não se deixar levar pelo momento específico? E se for segunda e começamos o dia lendo algo inspirador? E se for domingo e finalmente esse fim de semana tedioso vai ter um fim?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se pensamos assim, cada segunda é um saco, cada chegada de sexta-feira deve ser ansiada e comemorada, cada final de domingo depressivo. A vida assim fica muito igual e mal aproveitada, não? Cada dia da semana um clichê, sem chance de se viver o dia em si, e não “a segunda feira”, ou “ a sexta-feira”, “o domingo”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Diante de uma boa manhã de segunda, e um ótimo dia, produtivo e divertido, parei pra pensar nesses clichês de dias que se tornam automáticos. Essa segunda, aliás, teria uma razão de ser bem tensa: é o início da semana da qualificação do mestrado, um dia tenso per si. E não foi. Trabalhei, disposta, na preparação da minha fala. Depois da produção, a diversão: uns minutinhos no jardim do Museu da República e a caminhada de volta pra casa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Diante desses momentos e da reflexão, fica a conclusão: prefiro viver de dia a dia, ao invés de clichê em clichê. Essa segunda foi ótima, e não quero que o fim de semana chegue logo: quero viver o que cada dia tiver pra me proporcionar de bom e de ruim.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lembremos sempre do &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0097165/"&gt;Sociedade dos Poetas Mortos&lt;/a&gt;: SEIZE THE DAY"!! &lt;img alt="Smiley de boca aberta" class="wlEmoticon wlEmoticon-openmouthedsmile" src="http://lh5.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/TbYJComgShI/AAAAAAAAA3Y/y4Wf1dxVmhU/wlEmoticon-openmouthedsmile%5B2%5D.png?imgmax=800" style="border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none;" /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://alindeg.blogspot.com/2011/04/arquetipo-arquetipo-ou-dia-dia.html</link><author>noreply@blogger.com (Ceinwyn)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgYvdU7tn8WEOAGOUByPRsXSqLq6eAtbGP5sA93iG_aeT6J0RwBWnqgYJwMb1SUBU8NNfOgGQoWjIeIM9fUgsfMhAFd9u9eC-OuBUGRyrAPgpCSu-p1kSdXmfnirOp27-QvQ4GEkdioczM/s72-c?imgmax=800" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4206423096519965809.post-7360651338548750850</guid><pubDate>Sun, 24 Apr 2011 19:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-24T16:11:23.245-03:00</atom:updated><title>Minha paixão por marcadores de páginas</title><description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/TbR11mB1VtI/AAAAAAAAA2c/nbsFMYch-z0/s1600-h/Marcadores%5B3%5D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Marcadores" border="0" alt="Marcadores" src="http://lh3.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/TbR12B_aYvI/AAAAAAAAA2g/HaskG7VJwi0/Marcadores_thumb.jpg?imgmax=800" width="244" height="184"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="https://picasaweb.google.com/115057050190483120620/MeusMarcadoresDePagina?authkey=Gv1sRgCIuW-JnP2pD3Hg#"&gt;Minha coleção&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Como pode-se perceber, sou apaixonada por livros. Mas não é deles que vou falar agora, mas de um objeto relacionado: o marcador de páginas. Sou louca, louquinha por marcador de páginas – desde os mais genéricos, que acompanham meus livros quando os empresto, até os meus mais amados, que são como o volume único de Lord of the Rings: não saem da minha casa de jeito nenhum.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Quando essa paixão começou? Não sei dizer ao certo, mas desde sempre me senti atraída por esse singelo objeto. Não gosto de marcar orelha de página, nunca gostei.Sou daquelas chatas que quer os livros o mais preservados que for possível. Então desde pequena uso algo pra marcar que não estrague o livro. E marcar com algum papel qualquer não tem graça, se posso marcar com algo bonito.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Junta o desejo pelo belo, a frescura com os livros e uma pessoa com tendência a colecionar… pronto! Eis aqui uma colecionadora de marcadores de página. Coleciono mesmo: se vejo um bonito e posso comprar, compro. Quando vou a livrarias, pego os de graça. E fico bem feliz quando ganho de presente (dica pra amigos viajantes: é a lembrança singela que mais gosto de ganhar). E vez ou outra faço um. E nessa, tenho cerca de 100 marcadores, que cheguei a fotografar: &lt;a href="https://picasaweb.google.com/115057050190483120620/MeusMarcadoresDePagina?authkey=Gv1sRgCIuW-JnP2pD3Hg#"&gt;eis aqui a minha coleção completa&lt;/a&gt;. E certamente ganharei, farei e comprarei mais: além de serem objetos lindos, ocupam pouco espaço e são razoavelmente baratos – ou seja, em breve meu álbum de marcadores vai ter mais fotos &lt;img style="border-bottom-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-left-style: none" class="wlEmoticon wlEmoticon-openmouthedsmile" alt="Smiley de boca aberta" src="http://lh4.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/TbR12lhh-9I/AAAAAAAAA2k/9-iKRGxWkn4/wlEmoticon-openmouthedsmile%5B2%5D.png?imgmax=800"&gt;&lt;/p&gt;  </description><link>http://alindeg.blogspot.com/2011/04/minha-paixao-por-marcadores-de-paginas.html</link><author>noreply@blogger.com (Ceinwyn)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="http://lh3.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/TbR12B_aYvI/AAAAAAAAA2g/HaskG7VJwi0/s72-c/Marcadores_thumb.jpg?imgmax=800" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4206423096519965809.post-4017625171393808614</guid><pubDate>Fri, 22 Apr 2011 23:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-22T20:52:59.825-03:00</atom:updated><title>Novo desafio</title><description>&lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhEemUiETdfrC-KnJ8sKy4hA2bmX1Hvg57qdGKM7vWcc5_gjS-6kC0kXhPzcwUjFH7dfrXa4pZvgkxrgzg8J4s3TwyL1nd4HqPzWUwHxTdSqiwd83x5ozl5ZliK3VQBD67sY2JF3G9Jt7o/s1600-h/Lendo-Emma3.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="Lendo Emma" border="0" alt="Lendo Emma" src="http://lh4.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/TbIU2WEgRII/AAAAAAAAAyw/CzQD9T-Ze9o/Lendo-Emma_thumb.jpg?imgmax=800" width="244" height="184"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Duplamente inspirada – pela Mari do &lt;a href="http://feanari.wordpress.com/"&gt;Blá Blá Aleatório&lt;/a&gt; e pelo fato de ter ganho um &lt;a href="http://www.nokia.com.br/produtos/celulares/nokia-c3-00"&gt;cel novo&lt;/a&gt; – resolvi participar do desafio A Photo a Day/365 Project. O nome do desafio já diz tudo: tirar uma foto por dia, durante um ano. A Mari está fazendo pelo blog, eu por um site chamado &lt;a href="http://365project.org/"&gt;365 Project&lt;/a&gt;: aqui o &lt;a href="http://365project.org/ceinwyn84/profile"&gt;meu perfil&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Por enquanto ainda estou na terceira foto, a de cima foi a primeira que tirei. A cam não é lá grandes coisa – 2 MP – mas estou participando mesmo assim, mesmo com ela vai ser uma forma de praticar fotografia, de brincar com efeitos (pq o cel tem uns poucos), com zoom, etc. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Não vou postar por aqui, mas divulgarei pelo &lt;a href="http://twitter.com/#!/Alinde"&gt;twitter&lt;/a&gt; e pelo &lt;a href="http://alinde.tumblr.com/"&gt;tumblr&lt;/a&gt; as fotos diárias. Vou ver uma forma de deixar um link permanente pro meu perfil aqui no blog &lt;img style="border-bottom-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-left-style: none" class="wlEmoticon wlEmoticon-openmouthedsmile" alt="Smiley de boca aberta" src="http://lh6.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/TbIU2mgJ_nI/AAAAAAAAAy0/bYe-knk8W9E/wlEmoticon-openmouthedsmile%5B2%5D.png?imgmax=800"&gt;&lt;/p&gt;  </description><link>http://alindeg.blogspot.com/2011/04/novo-desafio.html</link><author>noreply@blogger.com (Ceinwyn)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="http://lh4.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/TbIU2WEgRII/AAAAAAAAAyw/CzQD9T-Ze9o/s72-c/Lendo-Emma_thumb.jpg?imgmax=800" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4206423096519965809.post-841649456648200354</guid><pubDate>Thu, 31 Mar 2011 04:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-31T01:25:13.705-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Alindices</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Listas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Música</category><title>Lista de links temática: mixtapes</title><description>&lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:943ba096-8e13-4c7f-ac09-84eca618e0a1" style="display: inline; float: none; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/TZQBs2FKlUI/AAAAAAAAAyk/l4A3byYw2Xc/s1600-h/mixtapes%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img alt="mixtapes" border="0" height="165" src="http://lh4.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/TZQBt1lsBwI/AAAAAAAAAyo/sUOfCx2kxRQ/mixtapes_thumb.jpg?imgmax=800" style="background-image: none; border-width: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="mixtapes" width="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;Como pode-se perceber por aqui, pelo Facebook e pelo Twitter, ando numa fase bem musical da vida. Entre as minhas navegações internérdicas e musicais, lembrei da existência das mixtapes – algo escondido num canto da memória por um tempo. Lembrei das fitas K7 que ouvi, ou porque fiz, ou porque fizeram pra mim -alguém aí lembrou de Alta Fidelidade, quando o protagonista divaga sobre mixtapes? Pois é, elas fazem parte da minha vida desde sempre. Agora que ninguém mais ouve K7s (as minhas estão abandonadinhas, coitadas), a ideia continua: fazer listinhas de músicas com um determinado propósito e gravar a sequencia (em CD ou em m3u, o que for). Como tem teempo que não faço uma, procurei por dicas pra fazer, e bem, aqui vão os links, tanto com dicas pra fazer mixtapes como de sites com mixtapes (que eu não parei pra avaliar, mas podem ser razoáveis).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.babooforum.com.br/forum/index.php?/topic/335296-m3u/"&gt;O que afinal é um m3u e como fazer&lt;/a&gt;: ou como se fazem as mixtapes mudernas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Blog Dispensa a Gravata: &lt;a href="http://dispensaagravata.blogspot.com/2010/02/arte-de-fazer-um-mixtape.html"&gt;A arte de fazer um mixtape&lt;/a&gt; – não tem grandes dicas, mas textinho gostoso sobre o prazer de se fazer uma, do vinil ao m3u.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Blog Ouve-se: &lt;a href="http://www.ouve-se.com/?s=mix+tape"&gt;Como fazer uma mixtape&lt;/a&gt; – série com 5 posts, todos nesse link.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sites com listas e mixtapes: &lt;a href="http://www.culture-se.com/noticias/mixtape/22/2011/03"&gt;Mixtape (do Culture-se)&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.rockinpress.com.br/category/materias/dicas/mixtape-materias/"&gt;tag Mixtape do RockinPress.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Now Playing: Blondie - Blondie (2001 Re-Issue) - Out In The Streets (Original Instant Records Demo, 1975)</description><link>http://alindeg.blogspot.com/2011/03/lista-de-links-tematica-mixtapes.html</link><author>noreply@blogger.com (Ceinwyn)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="http://lh4.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/TZQBt1lsBwI/AAAAAAAAAyo/sUOfCx2kxRQ/s72-c/mixtapes_thumb.jpg?imgmax=800" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4206423096519965809.post-5423764276888418027</guid><pubDate>Wed, 30 Mar 2011 03:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-30T00:48:43.337-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Alindices</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Música</category><title>Da necessidade de um lazer, e organizado</title><description>&lt;h5&gt;&amp;nbsp;&lt;/h5&gt;&lt;h5 align="justify" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small; font-weight: normal;"&gt;A imagem abaixo (clicar pra ver maior) reflete bem como tenho ocupado esses dias de folga (findo texto da qualificação do mestrado, mereço uns dias de descanso): um print screen do meu player de música preferido, o Media &lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/TZKmM7-KbzI/AAAAAAAAAyM/d27MDuRQaGg/s1600-h/Media%20Monkey%2028.03%5B13%5D.jpg"&gt;&lt;img align="left" alt="Media Monkey 28.03" border="0" height="144" src="http://lh6.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/TZKmNePyJiI/AAAAAAAAAyQ/ovZcg_2eMPM/Media%20Monkey%2028.03_thumb%5B11%5D.jpg?imgmax=800" style="background-image: none; border-width: 0px; display: inline; float: left; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="Media Monkey 28.03" width="218" /&gt;&lt;/a&gt;Monkey. Sim, é com isso que tenho ocupado meu tempo: com música. E não apenas ouvindo: organizando a minha biblioteca de quase 4700 faixas (91 entre elas de podcasts). Ufa, trabalho pacas, mas agora está tudo certinho: faixas tagueadas, volumes ajustados para no máximo 89 dB (&lt;a href="http://epoca.globo.com/edic/19980810/ciencia1.htm"&gt;que não quero ficar surda&lt;/a&gt;).&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;&lt;h5 align="justify" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small; font-weight: normal;"&gt;E isso é necessário?”, alguém pode perguntar – “pra que gastar tanto tempo catalogando música, não é só procurar na biblioteca o que quer ouvir?”. Claro que é necessário. Quem ouve música o dia inteiro, como eu, precisa ter as faixas arrumadinhas. Pra quem não sabe, quando se baixa música na internet nem sempre elas estão nomeadas direito, então as vezes procurar um simples álbum pode ser uma tarefa hercúlea. Imagina no meio de quase 300 álbuns. A organização apropriada facilita muito a vida de um apaixonado por música: quando se quer ouvir um determinado tipo de música, é só ir na tag do tipo correspondente (o mais difícil na hora de taguear é botar UMA tag pra cada artista); quando se quer fazer uma playlist,nada pior do que não achar rápido a música que se quer; quando se quer ouvir no MP3 player, uó ficar vendo informação faltando sem ter como remediar na hora;por fim, como apreciar verdadeiramente o que se está ouvindo sem saber o nome da faixa, do disco, e até mesmo do artista ao certo, sem a capa do álbum? Por isso tudo, é que dediquei meu tempo de folga a essa tarefa chata mas recompensante: é como organizar o quarto, um saco na hora mas depois uma beleza pra deixar a mente organizada e tranquila. &lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;&lt;h5 align="justify" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small; font-weight: normal;"&gt;Aproveitei essa organização pra ouvir músicas que baixei por impulso, que deixei pra ouvir depois. E descobri o quanto Jazz é bom. E o quanto é engraçado ver Beethoven tocando enquanto se visualiza álbuns de Metal, Funk e Rockizinho básico ao lado (como na foto).&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;&lt;h5 align="justify" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/TZKmOYkfinI/AAAAAAAAAyU/3kVEpW5q6IM/s1600-h/9730_146075196648_146073286648_2602202_5717036_n%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img align="right" alt="9730_146075196648_146073286648_2602202_5717036_n" border="0" height="212" src="http://lh4.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/TZKmPCjZ2GI/AAAAAAAAAyY/CFrG8LkW114/9730_146075196648_146073286648_2602202_5717036_n_thumb.jpg?imgmax=800" style="background-image: none; border-width: 0px; display: inline; float: right; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="9730_146075196648_146073286648_2602202_5717036_n" width="244" /&gt;&lt;/a&gt;E por que música, e não outro lazer, como… ler romances? Por uma razão simples: depois de escrever praticamente o equivalente a um TCC de graduação, tudo o que eu menos quero, no momento, é ver um livro na frente. Não interessa se um romance, uma aventura, o que for. Minha bibliofilia no momento está em algum lugar distante e desconhecido e nem vou procurar o resgate. Lembro agoera de uma grande amiga, a Sahra, que sempre me falou da importância de se ter algo de lazer estrito, que você não queira de forma alguma estudar, que seja um porto seguro pra esses momentos. Agora entendi a guria, perfeitamente. Agora percebo que qualquer coisa expressa por palavras apenas escritas eu estudaria. Mas, música não: música é o meu porto de lazer, que quando canso da bibliofilia é o que salva a minha alma, literalmente. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;&lt;div align="justify" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/TZKmPq_5nPI/AAAAAAAAAyc/w91ZKy7V1LU/s1600-h/i%20love%20books%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img alt="i love books" border="0" height="200" src="http://lh4.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/TZKmQBlZQ9I/AAAAAAAAAyg/AwXWrVFuiqg/i%20love%20books_thumb.jpg?imgmax=800" style="background-image: none; border-width: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="i love books" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small; font-weight: normal;"&gt;Amo livros, mas por enquanto não uso essa imagem não.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;h5&gt;&amp;nbsp;&lt;/h5&gt;&lt;h5&gt;&amp;nbsp; &lt;/h5&gt;&lt;h5&gt;Now Playing: The Smiths - Rank - Still Ill&lt;/h5&gt;</description><link>http://alindeg.blogspot.com/2011/03/da-necessidade-de-um-lazer-e-organizado.html</link><author>noreply@blogger.com (Ceinwyn)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="http://lh6.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/TZKmNePyJiI/AAAAAAAAAyQ/ovZcg_2eMPM/s72-c/Media%20Monkey%2028.03_thumb%5B11%5D.jpg?imgmax=800" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4206423096519965809.post-6146253185988653324</guid><pubDate>Mon, 14 Mar 2011 20:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-14T17:26:55.954-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aleatoridades</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Alindices</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">arte</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Bibliofilia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Literatura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Música</category><title>O eterno retorno</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhjP8CWzvi5s3n4LgKw5Dq2OL6G3btXgJYmpffzFztgI04CG-WoobRFLMnl5XVvLD1oLzOEhnFt7wRiS06d8wKolPqqOkB9SBuKUMR7Isvxy65aVoo4GmFhTVAj_x8bFSoioib6G4Rjgl0/s1600/DSC00138.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhjP8CWzvi5s3n4LgKw5Dq2OL6G3btXgJYmpffzFztgI04CG-WoobRFLMnl5XVvLD1oLzOEhnFt7wRiS06d8wKolPqqOkB9SBuKUMR7Isvxy65aVoo4GmFhTVAj_x8bFSoioib6G4Rjgl0/s320/DSC00138.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois é, deixei o meu pobre blog abandonado por quase dois meses. E quando volto, fico naquela crise: o que escrevo? Decidi que vou falar o que fiz e não fiz nesse tempo. O que mais fiz: estudei. É, qualificação do mestrado taí e não vou bobear. Como a maior parte da minha energia está focada no mestrado, está restando pouco tempo e - especialmente - energia para o resto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Leituras de prazer então, nem se fala. A minha leitura de prazer está tão desorganizada que tudo o que fiz nesse tempo foi durante uma viagem!! Sim, terminei de ler &lt;i&gt;História Universal da Infâmia&lt;/i&gt; e li um pequeno volume de tiras da Mafalda. &lt;u&gt;Só&lt;/u&gt;. Comecei o Rei Lear, pro Clube de Leitura do Meia Palavra, e abandonei. O livro de fevereiro pro Clube de Leitura 2011 deixei pra março (sem saco e sem tempo de ler &lt;i&gt;O que é isso companheiro?&lt;/i&gt; - aliás, vou ler mais por questão de honra do que por vontade do momento). Ainda estou relendo o &lt;i&gt;Duas Torres (Senhor dos Anéis)&lt;/i&gt;. Uma bagunça literária, enfim.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
Ainda falando em livros, comprei QUATORZE em fevereiro. Por uma simples razão: meu presente de aniversário lindo maravilhoso, por parte do namorado, foi uma viagem com ele a Buenos Aires. Maravilha só. Uma semana naquela cidade, morrendo de inveja dos portenhos: eles tem infinitamente mais oferta de cultura do que eu. E olha que sou carioca, da capital, uma das cidades do Brasil com mais oferta cultural para todos os gostos. A outra coisa invejável de Buenos Aires é a conservação da cidade (ao menos centro e áreas turísticas) invejáveis. As ruas principais do centro bonitas, limpas, arborizadas. Praças frequentadas por todos, parques que realmente são áreas de lazer de quem mora lá. Ai que inveja. E, claro, comprei livros e marcadores de livros. Estando numa cidade com tanta oferta, não pude resistir - ainda mais porque minha leitura em espanhol é boa...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Musicalmente, fiz algumas descobertas: Two Door Cinema Club, Vampire Weekend. Bandas recentes, numa vibe meio rock meio dançante, mas cada uma com as suas marcas, o que me fez ouvir muito e até enjoar um pouco de Vampire...rsrs. Em Buenos Aires, comprei um CD de violão instrumental, com músicas espanholas e portenhas. Sensacional. Ainda relacionado com música, o museu dos Beatles com a maior coleção do mundo. Linda visita. E comprei um DVD do espetáculo de tango que assisti :)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E, claro, vamos de Artes Plásticas. Em Buenos Aires fiquei impressionada com a cultura dos ricos de lá. Eles colecionam obra de arte pelo valor artistico, e depois doam/vendem aos museus. Aqui, cadê as coleções de particulares brasileiros, cadê? Voltando ao Brasil, exposição do Escher. Lindo lindo lindo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://alindeg.blogspot.com/2011/03/o-eterno-retorno.html</link><author>noreply@blogger.com (Ceinwyn)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhjP8CWzvi5s3n4LgKw5Dq2OL6G3btXgJYmpffzFztgI04CG-WoobRFLMnl5XVvLD1oLzOEhnFt7wRiS06d8wKolPqqOkB9SBuKUMR7Isvxy65aVoo4GmFhTVAj_x8bFSoioib6G4Rjgl0/s72-c/DSC00138.jpg" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4206423096519965809.post-1450837729141557179</guid><pubDate>Tue, 25 Jan 2011 13:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-01-25T12:17:32.593-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Literatura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Resenha</category><title>Senhor dos Anéis–A Sociedade do Anel</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.skoob.com.br/img/livros_new/1/13988/SENHOR_DOS_ANEIS__A_SOCIEDADE_DO_ANEL_1234479925P.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.skoob.com.br/img/livros_new/1/13988/SENHOR_DOS_ANEIS__A_SOCIEDADE_DO_ANEL_1234479925P.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Estou eu relendo o &lt;em&gt;Senhor dos Anéis&lt;/em&gt;, aqui vão algumas das minhas impressões da releitura. Aqui vai o que vou publicar como resenha no &lt;a href="http://www.skoob.com.br/"&gt;Skoob&lt;/a&gt; e no &lt;a href="http://pt.shvoong.com/"&gt;Shvoohg&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O primeiro livro da saga &lt;em&gt;O Senhor dos Anéis&lt;/em&gt; narra o início das aventuras do hobbit Frodo Bolseiro e seus companheiros contra o Senhor do Escuro, Sauron. Da partida do Condado (a vila de Frodo), passando pelo Conselho de Elrond em Valfenda, às Minas de Moria&amp;nbsp; e chegando ao fim com o rompimento da Sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O início deste livro, para alguns, é bem entediante. São apresentados os hobbits, povo de pequena estatura e pequenas ambições. Como são gastas várias páginas para essa ambientação, muitos leitores ficam entediados. Mas para se conhecer uma descrição idílica de homem do campo (tema recorrente na literatura) feita na primeira metade do século XX esse trecho é fundamental. E os três primeiros capítulos são também essenciais para se entender como pequenos hobbits conseguem realizar grandes feitos, apesar de todas as expectativas em contrário. Um trecho grande, é certo, mas importante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando alguns leitores não desistem nesse trecho, desistem no cap. “Floresta Velha”, por conta da dificuldade de se atravessar a floresta, ela mesma um personagem. É voz dada à natureza, uma das marcas de Tolkien (e um motivo pros hippies amarem-no). Revoltada com os destratos que sofreu, a floresta procura dar o troco em qualquer intruso – e aqui vai um capítulo de quatro Pequenos tentando vencer a fúria da natureza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Passada a primeira metade do livro, com a decisão do que fazer com o Anel tomada, inicia-se a parte de maior aventura, a jornada para o Sul. A Sociedade formada, passamos a conhecer melhor outros povos da Terra Média, através dos personagens-representantes: os homens com Boromir e Aragorn, os elfos com Legolas e o anões com Gimli. Todos lutando contra um Senhor do Escuro que almeja poder para escravizar, destruindo o que estiver no caminho do seu domínio. É contra essa ambição desmedida que os povos livres da Terra Média lutam, a ambição personificada em dois vilões traiçoeiros: Saruman e Sauron.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sendo a primeira parte de três de um grande livro (c. 1000 pgs), &lt;em&gt;A Sociedade do Anel&lt;/em&gt; encerra com mais problemas do que soluções: a chave para a continuação da jornada de Frodo e companhia.&lt;/div&gt;</description><link>http://alindeg.blogspot.com/2011/01/senhor-dos-aneisa-sociedade-do-anel.html</link><author>noreply@blogger.com (Ceinwyn)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4206423096519965809.post-5653381398029106068</guid><pubDate>Thu, 20 Jan 2011 22:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-01-20T21:28:10.319-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Literatura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Resenha</category><title>A Batalha do Apocalipse</title><description>&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/TTi-RRVECPI/AAAAAAAAAe8/L9SG5vorkhE/s1600-h/abda%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img align="left" alt="abda" border="0" height="184" src="http://lh4.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/TTi-SB_rbFI/AAAAAAAAAfA/cIBxPMB1nhU/abda_thumb.jpg?imgmax=800" style="background-image: none; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: inline; float: left; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="abda" width="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Livro: A Batalha do Apocalipse – Da Queda dos Anjos ao Crepúsculo do Mundo&lt;br /&gt;
Autor: Eduardo Spohr&lt;br /&gt;
Editora: Verus (Record)&lt;br /&gt;
Ano: 2010&lt;br /&gt;
Sinopse no &lt;a href="http://www.skoob.com.br/"&gt;Skoob&lt;/a&gt;: &lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há muitos e muitos anos, há tantos anos quanto o número de estrelas no céu, o Paraíso Celeste foi palco de um terrível levante. Um grupo de anjos guerreiros, amantes da justiça e da liberdade, desafiou a tirania dos poderosos arcanjos, levantando armas contra seus opressores. Expulsos, os renegados foram forçados ao exílio, e condenados a vagar pelo mundo dos homens até o dia do Juízo Final.&lt;br /&gt;
Mas eis que chega o momento do Apocalipse, o tempo do ajuste de contas, o dia do despertar do Altíssimo. Único sobrevivente do expurgo, o líder dos renegados é convidado por Lúcifer, o Arcanjo Negro, a se juntar às suas legiões na batalha do Armagedon, o embate final entre o Céu e o Inferno, a guerra que decidirá não só o destino do mundo, mas o futuro do universo.&lt;br /&gt;
Das ruínas da Babilônia ao esplendor do Império Romano; das vastas planícies da China aos gelados castelos da Inglaterra medieval. A Batalha do Apocalipse não é apenas uma viagem pela história humana, mas é também uma jornada de conhecimento, um épico empolgante, cheio de lutas heróicas, magia, romance e suspense.&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Confesso que quando li a sinopse, ela não me causou uma boa impressão. Podia ser apenas mais uma história de seres sobrenaturais, acompanhando a atual moda literária. Eu queria ler, mas estava sem disposição para gastar meu dinheiro num livro que podia ser um clichê puro, modinha-de-internet e nada mais. Qual a solução para meu dilema? Participar de uma promoção na internet, claro. E aí tive uma dupla sorte: descobri um ótimo blog nerd – o &lt;a href="http://www.nerdbox.com.br/"&gt;Nerdbox&lt;/a&gt; - e também um ótimo livro.  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não sei se já deixei claro, mas o meu estilo preferido de literatura é aquele em que me impulsiona para ler ainda mais. Um livro que contenha referências (de preferência não muito óbvias) a outros livros e a outras culturas me fascina. E o Eduardo Spohr foi um mestre nesse aspecto: Ablon, o protagonista, percorre da China antiga até o Rio de Janeiro do século XXI. Foram visitadas diferentes culturas em diferentes temporalidades e todas foram mostradas de forma a instigar mais buscas por conhecimentos dessas culturas. Spohr já começa com um ponto positivo.  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vamos ao par romântico de Ablon: a feiticeira Shamira. Outra ótima oportunidade do Spohr escorregar: um anjo apaixonado por uma feiticeira. Mas, nem assim ele errou: a história deles não é melosa, e a Shamira…. bem, eu adorei a Shamira. Spohr desenvolve muito bem os personagens, e a Shamira é um ótimo exemplo. Já ouvi dois podcasts sobre o livro, entrevistas com o próprio. Ele sempre ressalta a importância do elemento feminino para o desenvolvimento do protagonista masculino nas suas falas, e ele desenvolveu muito bem essa importância na sua história. E sem esquecer o próprio desenvolvimento da Shamira, independente da sua “função” na história do Ablon.  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como pode-se ler no título e na sinopse, a história principal se passa no Apocalipse. Mas sim, a Babel lendária, a China antiga, aparecem: são capítulos de flashback em que se mostram os desenvolvimentos dos personagens e dos seus conflitos através da História. Como li por aí, alguns se embananaram com esses flashbacks, chegando a quase perder o fio da meada. Pra mim, esses flashbacks contém algumas das melhores passagens do livro, cheguei quase a lamentar o fim de cada um deles. E cada um dos flashbacks é necessário para o entendimento final dos personagens – além de serem leituras deliciosas (e eu amar ficção histórica).  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por fim, os anjos. Fantásticos, todos. Os vilões inclusive. Bem construídos, bem diferenciados dos humanos. Não sou escritora, e não pretendo ser. Mas deve ser bem difícil diferenciar raças diferentes, cada uma com uma forma de encarar o mundo. E Spohr faz isso muito bem: homens e anjos, cada um com suas características, são bem delineados. E, sendo uma história focada nos anjos, a diferença entre eles é gritante, cada um com um desenvolvimento e com personalidade próprios. A diferença de perspectivas que são geradas pela mortalidade dos homens e imortalidade dos anjos é muito bem feita.  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por fim, a parte chatinha. Não chega a ser um trecho chato. Mas é uma chatice repetida no livro inteiro. Todos os personagens tem codinomes e frases que o caracterizam, e o que aparece em todo o livro? Esses codinomes. Quem leu Odisséia, ou 1001 noites, ou alguma dessas narrativas em que os codinomes são repetidos à exaustão, sabe do que estou falando. Encheu o saco. Quando se pensa numa narrativa em que tem como ponto de partida a tradição oral ainda vai, a repetição dos codinomes pode ser um recurso tanto para quem narra como para quem ouve. Mas num livro escrito no século XXI isso encheu.    &lt;/div&gt;</description><link>http://alindeg.blogspot.com/2011/01/batalha-do-apocalipse.html</link><author>noreply@blogger.com (Ceinwyn)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="http://lh4.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/TTi-SB_rbFI/AAAAAAAAAfA/cIBxPMB1nhU/s72-c/abda_thumb.jpg?imgmax=800" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4206423096519965809.post-3358908440475517081</guid><pubDate>Tue, 18 Jan 2011 14:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-01-18T12:49:54.803-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">desafio literário</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Literatura</category><title>História das Invenções</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quand&lt;img align="left" border="0" height="235" src="http://www.skoob.com.br/img/livros_new/1/13161/HISTORIA_DAS_INVENCOES_1252275442P.jpg" style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; float: left; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" width="170" /&gt;o pensei num livro infanto-juvenil para o tema de janeiro do &lt;a href="http://desafioliterariobyrg.blogspot.com/"&gt;Desafio Literário 2011&lt;/a&gt;, pensei logo num dos livros que mais me inspirou na vida: o &lt;em&gt;Histórias do Mundo para as Crianças&lt;/em&gt;, do Monteiro Lobato. Só que aí lembrei que a ideia do desafio é ler livros inéditos para os desafiantes. Daí tive que escolher outro, e fui para o &lt;em&gt;História das Invenções&lt;/em&gt;, também do Monteiro Lobato. Esse foi um dos poucos livros infanto-juvenis dele que não devorei algumas milhares de vezes na infância. Como uma das minhas metas de leitura pra vida é ler toda a obra do Lobato, escolhi aproveitar o desafio e pagar o débito.Esse foi um débito por uma razão muito simples: eu sempre que pegava o livro abandonava. Mas vamos a ele. Depois falo porque abandonei o pobre umas duas ou três vezes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os livros infantis do Sítio podem ser divididos basicamente entre aventuras e serões explicativos da Dona Benta (bem paradidáticos). E há ainda os que misturam os dois tipos. O História das Invenções fica no “paradidático”. Dona Benta recebe um livro de um alemão em casa, lê o livro e resolve apresentar a seu modo o conteúdo para as crianças (e a Emília, claro). Daí o “serão”, a última atividade antes das crianças irem dormir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Claro que as explicações são muito bem feitas. O Lobato, sem ter diploma de pedagogo ou algo relacionado, tinha uma didática exemplar. Mas o livro é chatinho. As asneiras da Emília não compensam as explicações científicas, ou a seriedade do Pedrinho e da Narizinho. Para complicar mais um pouco (especialmente o meu entendimento quando era criança), as invenções não são apresentadas de forma cronológica,mas como prolongamentos mecânicos do corpo humano: mão, pé, boca. É muito difícil abandonar a cronologia, ainda mais porque é a fórmula que estamos mais acostumados.Pra piorar, pra quem teve desde cedo tendência para humanas o esforço para entender é ainda maior, porque afinal está-se falando de coisas mais relacionadas a exatas.Resultado: eu, criança, não entendi muito bem, tive que ficar adulta pra entender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O ponto positivo do livro é o talento do Lobato em explicar de forma simples funcionamentos complexos. Mas isso não bastou para o livro ficar bom. Muito sisudo, muito adulto pra ser infanto-juvenil. Dessa vez o Lobato, o escritor que mais me inspirou na vida, errou a mão.&lt;/div&gt;</description><link>http://alindeg.blogspot.com/2011/01/historia-das-invencoes.html</link><author>noreply@blogger.com (Ceinwyn)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4206423096519965809.post-2616859482254075950</guid><pubDate>Wed, 12 Jan 2011 18:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-01-12T16:56:34.354-02:00</atom:updated><title>Desafio Literário 2011</title><description>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/TS35VhzAgrI/AAAAAAAAAeY/02e24OtnF7g/s1600-h/desafioliterario2011%5B2%5D.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="desafioliterario2011" border="0" alt="desafioliterario2011" src="http://lh5.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/TS35W9YQQKI/AAAAAAAAAec/Xu9TDxDDqkM/desafioliterario2011_thumb.png?imgmax=800" width="154" height="204"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Conheço esse desafio, lançado pelo blog &lt;a href="http://desafioliterariobyrg.blogspot.com/"&gt;Desafio Literário&lt;/a&gt;, desde o ano passado. Pensei em fazer, mas como já estava bem atrasada, deixei pra esse ano. O desafio consiste em ler um livro por mês, de acordo com os temas propostos pelo blog: cada mês um diferente. Daí se faz a lista dos livros pretendidos, manda-se pra elas para se inscrever no desafio e eis aí: cada vez que ler um livro da lista é ir no blog, divulgar o link do seu post e buenas: você leu, escreveu e divulgou o seu blog. É ganha-ganha-ganha. Eis a minha lista:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Janeiro – Literatura Infanto-Juvenil&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; &lt;p&gt;História das Invenções – Monteiro Lobato &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Fevereiro – Biografias e/ou memórias&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; &lt;p&gt;O que é isso companheiro – Fernando Gabeira &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Março – Obras épicas&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; &lt;p&gt;Romeu e Julieta - Shakespeare &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Abril – Ficção científica&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; &lt;p&gt;Fundação – Isaac Asimov &lt;p&gt;Fundação II – Isaac Asimov (reserva) &lt;p&gt;Fundação III – Isaac Asimov (reserva) &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Maio – Livro reportagem&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; &lt;p&gt;1808 – Laurentino Gomes &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Junho – Peças teatrais&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; &lt;p&gt;Calabar - Chico Buarque e Ruy Guerra &lt;p&gt;O Auto da Compadecida – Ariano Suassuna (reserva) &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Julho – Autores novos&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; &lt;p&gt;Areia nos Dentes – Antonio Xerxenesky &lt;p&gt;Raiva nos Raios de Sol – Rodrigo Mantelli(reserva) &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Agosto – Clássicos da literatura brasileira&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; &lt;p&gt;Dom Casmurro – Machado de Assis &lt;p&gt;Vidas Secas – Graciliano Ramos (reserva) &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Setembro – Autores regionais&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; &lt;p&gt;Lerulian – Dan Albuk &lt;p&gt;O Triste Fim de Policarpo Quaresma – Lima Barreto (reserva) &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Outubro – Nobel de literatura&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; &lt;p&gt;O Evangelho Segundo Jesus Cristo – José Saramago &lt;p&gt;100 anos de solidão – Gabriel Garcia Marquez (reserva) &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Novembro – Contos&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; &lt;p&gt;Histórias de fantasmas – Charles Dickens &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Dezembro – Lançamentos do ano&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; &lt;p&gt;Ainda não sei. &lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;Bom, divulgada a lista, vou aqui me debruçar sobre o livro de janeiro &lt;img style="border-bottom-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-left-style: none" class="wlEmoticon wlEmoticon-openmouthedsmile" alt="Smiley de boca aberta" src="http://lh6.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/TS35Xq-KYfI/AAAAAAAAAeg/ZKoE6X99unA/wlEmoticon-openmouthedsmile%5B2%5D.png?imgmax=800"&gt;&lt;/p&gt;  </description><link>http://alindeg.blogspot.com/2011/01/desafio-literario-2011.html</link><author>noreply@blogger.com (Ceinwyn)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="http://lh5.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/TS35W9YQQKI/AAAAAAAAAec/Xu9TDxDDqkM/s72-c/desafioliterario2011_thumb.png?imgmax=800" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4206423096519965809.post-8439218817432526747</guid><pubDate>Wed, 12 Jan 2011 18:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-01-20T20:08:09.934-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cinema</category><title>Tudo acontece em Elizabethtown</title><description>&lt;blockquote&gt;&lt;img src="http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSd-JrJ_6BNMcX399mYCrKv72UFTDjNahNoPfFBUVife0KwIMjp1g" /&gt;&lt;br /&gt;
Drew - Você é ótima Claire. Você sabe disso. É incrível.&lt;br /&gt;
Claire – Por favor. Não preciso de sorvete de casquinha.&lt;br /&gt;
Drew – Não é sorvete de casquinha. O que é “sorvete de casquinha”?&lt;br /&gt;
Claire – Você sabe. “Algo para deixá-lo contente. Algo doce que derrete em cinco minutos. Eu me sinto bem com tudo que diga ou não diga. Eu não preciso disso.&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu amo esse diálogo. Ele traduz o que sempre achei de elogios baratos, mas não sabia bem como expressar. Até chegar a esse diálogo, estava apenas assistindo a uma comédia romântica numa tarde de final de semana. Um filme bobo, sobre um cara de Oregon que perde seu pai e vai a uma pequena cidade em Kentuck – a Elizabethtown do título – pra resolver a burocracia relacionada ao enterro. Pra piorar a sua situação,esse cara, designer, acaba de perder o emprego por conta de um fiasco fenomenal e a namorada. No avião, conhece a Claire, uma aeromoça. Pronto, essa é a sinopse. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Daí eu estava vendo e pensando: por que não terminar de ver? Tô sem fazer nada de especial mesmo… e chega esse diálogo, dando voz a algo meu que não conseguia expressar bem. Nunca fui muito fã de receber elogios: é realmente raro ficar lisonjeada com um. Não por ter a melhor auto-estima do mundo, mas porque elogios bobos realmente não fazem diferença. Nunca fizeram. São poucos os elogios que guardo com carinho – justamente os que não espero o que a pessoa disse ou a forma como disse. Daí o diálogo é uma ótima resposta a todos os que falaram “você não gosta de receber elogios??Como não??” na minha vida – e tive que ouvir isso algumas vezes.Voltando ao filme, depois desse diálogo passei a prestar mais atenção no filme.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apesar do protagonista ser um homem – o Drew, interpretado pelo Orlando Bloom – o ponto alto do filme são as mulheres: a Claire (seu par), a mãe do Drew (Susan Sarandon), a irmã dele. Especialmente a Claire e a mãe dele. Sendo uma comédia romântica, claro que se sabe o final desde o encontro do casal protagonista. E adoro o filme não pelo final, mas pelo desenvolvimento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Desenvolvimento que, resumido, não tem como ser dado como ótimo. A melhor forma de definir a história, pra além de comédia romântica, é que é uma história sobre uma jornada, jornada para o auto-conhecimento do protagonista. Com direito a um longo trecho de road-movie. E o melhor de histórias sobre jornadas não são sobre o final, nem o resumo delas: são os desafios e histórias acontecidas durante a jornada. São trechos difíceis de comentar sem estragar todo o filme para quem não viu.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Durante essa jornada do protagonista, a presença da Claire e da mãe, além da sua viagem de carro com as cinzas do pai, são os pontos mais altos. A Claire é fantástica: observadora, adora as coisas simples da vida (como música, árvores, nascer do sol). Mais não digo pra ainda ter surpresas pra quem não viu, mas ela dá um presente FO-DA pro Drew, no final do filme. Algo que me deu vontade de fazer, daquele mesmo jeito. A mãe dele, interpretada pela Susan Sarandon? Aparece pouco, mas eu adorei. Fica viúva e o que faz? Vai cuidar da vida dela. De um jeito que eu pensei: acho que vou ser assim daqui a alguns anos… E, no final da jornada, a road-trip: linda linda, com uma ótima trilha sonora, do Kentuck a Memphis (e um pouco mais). Literalmente uma viagem musical, com passagens pela primeira gravadora do Elvis, por exemplo. Além, claro, das auto-descobertas do Drew.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por ser uma comédia romântica, tem os clichês: os trechos de comédia em que digo “era pra ser engraçado?”; a separação temporária dos protagonistas. Passando-se numa pequena cidade do sul dos EUA, o estranhamento com os caipiras. Diálogos tem sua maioria sem muita substância. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas e daí? Mesmo com todos esses clichês, adoro o filme, e o vi hoje na cópia do meu DVD. Mas por que comprar um filme bobo desses? Foi o que o Marcelo disse quando eu falei que tinha comprado, e fiquei sem resposta até hoje. Hoje, que acordei com uma vontade danada de rever o diálogo acima. Querendo rever a road-trip do Drew. E querendo matar a saudade da Claire e da Hollie. Então revi, e fiquei feliz: era isso mesmo que eu tinha em mente, um filme que valoriza as melhores coisas da vida (música, natureza,amizades…), pra ver. Algo que me toca por uma simples razão: sou uma pessoa simples, que gosta de coisas simples, e que aprecia histórias sobre jornadas (pois que adoro pensar sobre a minha própria, e as dos outros). Um filme que me identifico, enfim.&lt;/div&gt;</description><link>http://alindeg.blogspot.com/2011/01/tudo-acontece-em-elizabethtown.html</link><author>noreply@blogger.com (Ceinwyn)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4206423096519965809.post-2358574980907874513</guid><pubDate>Fri, 07 Jan 2011 19:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-01-07T17:07:26.947-02:00</atom:updated><title>Dia do leitor</title><description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/TSdkajez4LI/AAAAAAAAAeI/cu-przG8YAo/s1600-h/olaf_hajek%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="olaf_hajek" alt="olaf_hajek" src="http://lh3.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/TSdkbZ-ykFI/AAAAAAAAAeM/pLRSUpxcA-I/olaf_hajek_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="240" height="155"&gt;&lt;/a&gt; Ilustração do alemão Olaf Hajek&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Hoje é o Dia do Leitor. Infelizmente, não tenho a menor ideia do porque hoje é um dos dias que posso considerar como meu também (além de professora e mulher). Procurei no Pai Google mas dessa vez ele não me ajudou.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Não vou gastar linhas aqui falando da importância da leitura em geral. Vou aqui escrever sobre a importância da leitura &lt;u&gt;para mim&lt;/u&gt;. E&amp;nbsp; aqui vai um post sobre as minhas leituras e releituras do momento, que refletem a importância da leitura na minha vida.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Não lembro se deixei claro aqui que o autor mais importante da minha vida é o Monteiro Lobato. Digo sem medo que sou o que sou graças a ale. Aos 10 anos, li pela primeira vez “Histórias do Mundo para as Crianças” (uma das releituras do momento). Já tinha lido livros dele em que ele menciona a importância cultural da Grécia Antiga e já tinha ficado fascinada. Quando li o “Histórias…” percebi, aos 10 anos, qual é uma das maiores paixões da vida: História. Aos 17, quase 18 anos, vi que era um caminho sem volta: mesmo sabendo das dificuldades da profissão, resolvi ser historiadora. E tudo começando com os livros do Monteiro Lobato. Assim&amp;nbsp; que terminar a leitura dele, explico melhor como isso se deu (sabe quando se relê e se redescobre o que tanto fascinou na primeira leitura? Pois é, Alinde aos quase 27 redescobrindo a velha garotinha de 10).&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Continuando com Monteiro Lobato, vou ler esse mês “História das Invenções” para o &lt;a href="http://desafioliterariobyrg.blogspot.com/2010/10/desafio-literario-2011-apresentacao-e.html"&gt;Desafio Literário 2011&lt;/a&gt;. Ainda não fui formalmente aceita para participar do desafio, mas mesmo assim vou lendo o primeiro tema: livro infanto-juvenil. Eu ia ler o “Histórias do Mundo para as Crianças” para esse desafio, mas lembrei que é pra ler algo que não se tenha lido… e o livro escolhido é um dos dois infantis do Lobato que não li quando criança (o outro é o Serões de Dona Benta).&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Voltando a falar de livros que marcaram a minha vida, estou também relendo “Senhor dos Anéis”, do Tolkien. Esse estou lendo com mais vagar, até porque já li três vezes nos últimos 9 anos. Essa é a quarta. Mas resolvi reler porque estava querendo me conectar novamente com o livro que marcou a minha volta ao vício em leitura. Durante a adolescência, tive um rehab de leitura, li relativamente bem pouco (algo entre 5 e 10 livros por ano), no que o Tolkien me curou – apesar dos trechos chatinhos, detalhados demais. Explico: é uma aventura, o que sempre gostei. É ambientado em algo que lembra a Idade Média europeia, algo que sempre gostei (e me inspirou a pegar logo no início do curso as obrigatórias de medieval, que foram me levando até o mestrado…). E o Tolkien tem outra característica que me apaixona: AMO obras de arte que fazem referências implícitas ou explícitas às suas referências, me fazendo pesquisar para conhecer o contexto artístico e histórico da obra. Algo que Senhor dos Anéis me proporcionou: a volta com carga total do meu gosto por pesquisa (sim sim, com 9 anos ficava lendo dicionários de mitologia grega, que era muito metidinha).&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;E agora a minha última leitura inédita: “História Universal da Infâmia”, do genial Jorge Luis Borges. Como adoro as obras dele, mais e mais. É um prazer imenso ler Borges, indico a todos que leiam, ele é fantástico para todos os gostos, um mestre das palavras, um mestre em reinveintar referências histórias e literárias. Maravilhoso.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Enfim, como podem ver, estou lendo nas minhas horas de lazer (sem esquecer das leituras de mestrado e concursos) livros que tocam profundamente numa das maiores paixões da minha vida: a leitura (seja historiográfica, seja literatura). Á medida em que for terminando de ler e reler, vou aqui escrevendo resenhas para o blog.&lt;/p&gt;  </description><link>http://alindeg.blogspot.com/2011/01/dia-do-leitor.html</link><author>noreply@blogger.com (Ceinwyn)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="http://lh3.ggpht.com/_kUWdDdtTOKU/TSdkbZ-ykFI/AAAAAAAAAeM/pLRSUpxcA-I/s72-c/olaf_hajek_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4206423096519965809.post-2988257196786125806</guid><pubDate>Thu, 23 Dec 2010 17:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-23T15:00:01.877-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">blog</category><title>Tirando a poeira</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_llMsbxFkf6Q/TQegNFFzhRI/AAAAAAAAAE4/PmyXxespmoY/s1600/cara+Pai+Natal.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/_llMsbxFkf6Q/TQegNFFzhRI/AAAAAAAAAE4/PmyXxespmoY/s320/cara+Pai+Natal.jpg" width="308" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tadinho do blog, quase dois meses abandonado. Mas foi preciso ficar um tempo sem aparecer muito na internet, pra me dedicar ao mestrado. Sacrifícios que se faz, acontece. Nesse tempo, estudei bastante, li também. Queria ter tido disposição pra escrever as resenhas dos livros que eu li e terminei de ler, mas todos os meus dons de escrita foram canalizados pra dissertação. Comecei a meditar e &lt;a href="http://alinde.tumblr.com/post/2403729145/imagens-de-cima-primeiras-mandalas-pintadas-pela"&gt;a colorir mandalas, usando na decoração do meu quarto&lt;/a&gt;, nesse tempo. E agora, no finalzinho do ano, estou aqui divulgando algumas metas para 2011:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- postar nos meus blogs pelo menos duas vezes por semana;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- escrever as resenhas dos livros que faltam ser resenhados e publicar aqui;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- continuar com a média de 25 - 30 livros/graphic-novels lidos por ano (esse ano li 30);&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- escrever resenhas para todos os livros que ler;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- encaminhar bem a dissertação quase até o final;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- continuar meditando e "mandalando";&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- voltar a fazer origami&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É isso, tirando um pouco do pó, semana que vem uma resenha fresquinha pra vocês ^.^&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E, como não podia deixar de ser, FELIZ NATAL!!!!!!!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://alindeg.blogspot.com/2010/12/tirando-poeira.html</link><author>noreply@blogger.com (Ceinwyn)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="http://3.bp.blogspot.com/_llMsbxFkf6Q/TQegNFFzhRI/AAAAAAAAAE4/PmyXxespmoY/s72-c/cara+Pai+Natal.jpg" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4206423096519965809.post-3734322800769977834</guid><pubDate>Wed, 27 Oct 2010 20:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-27T18:11:34.096-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Política</category><title>Eleições</title><description>O texto abaixo publicado não é meu, mas poderia ser: eis as minhas razões para seguir votando 13, apesar dos erros e das críticas. Não é um texto curto, mas vale a pena ler inteiro, sobre o projeto de país que está em questão. Voto na Dilma porque acredito na sua concepção de Brasil, e não na concepção tucana. É a concepção tucana de política que eu não endosso de forma alguma, e não é Serra ou Aécio ou Alckmin ou quem quer que seja que vai fazer eu votar 45.&lt;br /&gt;
Não alterei em nada o texto, só grifei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;div style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;div class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY" style="margin-top: 0.25em; max-width: 50em; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY_TEXT" id="col-z12kutmrxsuzc3qqd04cdrvzqunwhp0bl4k" style="font-size: 15px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_TITLE" style="margin-bottom: 0.4em; vertical-align: baseline;"&gt;Carta aberta a quem interessar possa. Muito interessante, mas sou suspeito para falar. Sugiro que leiam e tirem as próprias conclusões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois é. Depois de muitas conversas e discussões na verdade muito menos acaloradas do que deveriam ser sobre nossas eleições de 2010, fiquei hoje a pensar se não valeria a pena escrever um breve texto resumindo minha posição política atual, expondo os pontos que me levam a optar inequivocamente por um lado, que ficará bastante claro ao longo do texto. Por que me dar ao trabalho? Porque alguém sempre pode ler e pensar: “Olha… Não é que o que aquele cara diz faz algum sentido?”. Porque se isso servir nem que seja para as pessoas procurarem saber mais sobre as questõeslevantadas, já estaremos todos no lucro. Porque não posso deixar de fornecer a pessoas muito mais apaixonadas do que eu, ainda que talvez não tão firmes no posicionamento político, argumentos com os quais se tranquilizar, defender ou dos quais se valer em eventuais rusgas retóricas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;div class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY" style="margin-top: 0.25em; max-width: 50em; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY_TEXT" id="col-z12kutmrxsuzc3qqd04cdrvzqunwhp0bl4k" style="font-size: 15px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_TITLE" style="margin-bottom: 0.4em; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;b&gt;O que está em jogo &lt;/b&gt;para o país nessas eleições? A resposta é bem clara para quem tiver olhos para ver: u&lt;b&gt;m projeto de país, um modelo do que o Estado deve ser&lt;/b&gt;, que papel ele deve desempenhar e que papel o Estado brasileiro deve desempenhar em sua relação com os demais Estados. Guiando esses projetos contrastantes estão, evidentemente, os sistemas de valores que embasam, sobre os quais também pode valer a pena discorrer. No entanto, primeiro aos pontos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;div class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY" style="margin-top: 0.25em; max-width: 50em; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY_TEXT" id="col-z12kutmrxsuzc3qqd04cdrvzqunwhp0bl4k" style="font-size: 15px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_TITLE" style="margin-bottom: 0.4em; vertical-align: baseline;"&gt;O Brasil segue hoje um rumo econômico tão saudável quanto é possível em uma &lt;b&gt;economia capitalista em fase de capitalização.&lt;/b&gt; Éramos um país sem planos para cultivar um excedente de capital, sem uma política para atender à camada de recursos circulantes além das grandes artérias do setor primário, das iniciativas governamentais e das indústrias de bens de consumo. Das grandes artérias, duas eram portas de saída (uma de matérias primas cujo valor não agregado nos custaria mais tarde, outra de capital líquido na forma do lucro puro e simples, jamais reaplicado aqui), garantindo que a sangria fosse sempre maior que a capacidade de nutrir um corpo (e uma quantidade de corpos) que, embora tenha desacelerado, jamais parou de crescer. A camada de recursos circulante corresponde aos bens e serviços produzidos/prestados em pequena e média escala, aos profissionais liberais formais e informais e aos assalariados que contam apenas como engrenagens (hemáceas?) nas três artérias, cujo crescimento jamais foi um objetivo, mas sempre um efeito colateral da hipertrofia de uma delas, de aneurismas exportadores baratos, governamentais redundantes ou supranacionais maliciosos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;div class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY" style="margin-top: 0.25em; max-width: 50em; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY_TEXT" id="col-z12kutmrxsuzc3qqd04cdrvzqunwhp0bl4k" style="font-size: 15px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_TITLE" style="margin-bottom: 0.4em; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;b&gt;Temos hoje um Estado que visa, ainda que de forma deveras aperfeiçoável, a criação dessa tão etérea camada, o mercado interno.&lt;/b&gt; Mas isso já não foi feito antes? Sim, mas nunca a partir de décadas de tentativa e erro, de experiências em partes distintas do mundo, de como fazê-lo a partir da base. O mercado interno do “crescer para depois dividir” falhou, assim como o dos “50 anos em 5”, ambos por terem imaginado que a geração de um consumo “qualificado” do meio para cima da pirâmide faria surgir automaticamente uma base que “prestasse serviços ao topo”. Sabemos hoje, como sabiam apenas alguns então, de quantas formas isso poderia dar (e deu) errado. Sabemos hoje que uma economia não se constrói com massas parasitando uma nata, batalhando pelas migalhas que caem, sonhando um dia poder se vangloriar de ver a importância de suas próprias migalhas, uma trilha de farelos de consumo para marcar sua passagem pela floresta social.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;div class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY" style="margin-top: 0.25em; max-width: 50em; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY_TEXT" id="col-z12kutmrxsuzc3qqd04cdrvzqunwhp0bl4k" style="font-size: 15px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_TITLE" style="margin-bottom: 0.4em; vertical-align: baseline;"&gt;É, sim, necessário construir a partir da base. Os &lt;b&gt;programas de renda mínima&lt;/b&gt; são uma forma de fazê-lo. São uma forma de fazer o capital girar onde ele não tem escolha. Quem recebe R$ 200,00 ou gasta ou jejua. É um mercado compulsório, que antes sofria de estagnação compulsória. As críticas à política de renda mínima são previsíveis, fruto de uma matriz de valores que nesse caso, antes de ter sua legitimidade discutida, deve ser denunciada como contrária aos interesses dos que a têm em tão alta conta. Afinal, o bem-assalariado que reclama do uso de seus impostos para financiar a renda mínima do tão mal-assalariado que sua renda sequer chegava… bem… à mínima… ignora ou escolhe ignorar alguns fatos. A renda mínima pode fazer (e frequentemente faz) a diferença para que quem a recebe: adquira alimentos (setor no qual o bem-assalariado talvez trabalhe), roupas (setor no qual o bem-assalariado talvez trabalhe), material de construção (setor no qual o bem-assalariado talvez trabalhe), ferramentas de trabalho (setor no qual o bem-assalariado talvez trabalhe), um ou outro bem de consumo (setor no qual o bem-assalariado talvez trabalhe); utilize mais transporte (setor no qual o bem-assalariado talvez trabalhe), ou um ou outro serviço (setor no qual o bem-assalariado talvez trabalhe); quem sabe até mesmo resolva conseguir algum crédito (setor no qual o bem-assalariado talvez trabalhe)…&lt;b&gt; É economicamente vantajoso fazer o capital circular na base. Dividir para depois crescer funciona melhor&lt;/b&gt;. Claro. Tudo em pequena escala. No entanto, de modo geral, a vida é algo que acontece em pequena escala, e a grande escala só é medida por quantas pequenas escalas ela é capaz de afetar. Pois bem. Uma observação atenta de três mapas publicados pelo Estado de São Paulo pode dar uma ideia de quão grande foi a escala dessas pequenas escalas. O real efeito dessa concessão de capital (e, portanto, poder) a tantos ao mesmo tempo só será sentido em uma ou duas décadas. O Brasil está se capitalizando, tanto com capital líquido quanto investido, e começar de baixo é o melhor caminho.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;div class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY" style="margin-top: 0.25em; max-width: 50em; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY_TEXT" id="col-z12kutmrxsuzc3qqd04cdrvzqunwhp0bl4k" style="font-size: 15px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_TITLE" style="margin-bottom: 0.4em; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;b&gt;Um parágrafo especialmente dedicado à crítica moral. A ética capitalista de cunho protestante urbano europeu, laicizada ao longo dos últimos dois séculos, ensina uma certa ojeriza ao ganho sem trabalho.&lt;/b&gt; Embora o sonho de grande parte da população seja ter grandes ganhos sem trabalho, pequenos ganhos sem trabalho parecem muito mais ofensivos. Seria um caso de matar um, ser assassino; matar milhões, ser um herói? Talvez, mas o mais importante é que, de modo geral, quem recebe também aprendeu uma ética de trabalho e, (abre conjectura) embora talvez sinta menos culpa pelo ócio (fecha conjectura), não sente menos orgulho do fruto do trabalho. Em suma, &lt;b&gt;em lugares em que foram implantados programas de renda mínima, no Brasil ou em outros lugares, o percentual dos beneficiários que se conformou com a renda mínima e não partiu dela para a atividade econômica é baixo. Bolsa, especialmente em valores baixos, não deixa o bolsista acomodado: dá ao bolsista o impulso para, depois de algum tempo, deixar de precisar da bolsa.&lt;/b&gt; Essa é uma premissa básica do Estado brasileiro hoje, e é bom, mesmo indiretamente para quem discorda dela, que continue a ser e que seja apenas expandida e complementada com incentivos à permanência e ao investimento local do capital.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;div class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY" style="margin-top: 0.25em; max-width: 50em; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY_TEXT" id="col-z12kutmrxsuzc3qqd04cdrvzqunwhp0bl4k" style="font-size: 15px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_TITLE" style="margin-bottom: 0.4em; vertical-align: baseline;"&gt;O Brasil se encontra hoje em uma &lt;b&gt;posição internacional singular&lt;/b&gt;. Ao adotar uma política internacional que abre espaço para discursos não hegemônicos e tenta operar na prática a partir de uma igualdade sempre tida como apenas teórica e ideal entre os Estados, o Brasil conseguiu estar na tropa de choque da abertura diplomática das instâncias decisórias da comunidade internacional. Ao se recusar a se alinhar, mantendo-se fiel à tendência histórica, o Brasil se pôr como um dos poucos interlocutores universais possíveis. A maior inconveniência que os “menos favorecidos” podem criar é resolver cobrar todas as promessas que a estrutura idealizada da comunidade internacional lhes faz. &lt;b&gt;E é exatamente isso que a postura diplomática do Brasil faz hoje. Expõe as contradições entre a promessa e a realidade e se apresenta como meio termo, a realidade mais próxima da promessa: um país que pode exercer a força, mas em diversas circunstâncias escolhe não fazê-lo (Bolívia e Equador quanto às empresas, Irã, Paraguai quanto à tensão com os brasileiros, até mesmo os EUA quanto à retaliação comercial). É uma posição não apenas benéfica para o mundo, mas comercialmente benéfica para o Brasil, cujas portas de relações permanecem abertas. &lt;/b&gt;Certamente mais interessante do que apenas fazer número na esfera dos EUA.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;div class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY" style="margin-top: 0.25em; max-width: 50em; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY_TEXT" id="col-z12kutmrxsuzc3qqd04cdrvzqunwhp0bl4k" style="font-size: 15px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_TITLE" style="margin-bottom: 0.4em; vertical-align: baseline;"&gt;Um alinhamento mais forte com os EUA hoje, por exemplo, teria desequilibrado e elevado as tensões na América Latina, precipitando crises com os Estados que foram se alinhando em uma esquerda de matriz mais ou menos neossocialista. É uma esquerda que não tem condições de se sustentar no Brasil, mas que o governo de centro é capaz de aceitar como alternativa válida no processo democrático. Um governo de direita provavelmente não teria as mesmas preocupações com a estabilidade latinoamericana. E lá se iriam as relações com a Bolívia, o Equador, a Venezuela, o Paraguai, precipitando a polarização contra Colômbia, fortemente alinhada com os EUA, Chile, um Brasil de direita e talvez a Argentina, algo que não serviria aos interesses de nenhum dos lados.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;div class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY" style="margin-top: 0.25em; max-width: 50em; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY_TEXT" id="col-z12kutmrxsuzc3qqd04cdrvzqunwhp0bl4k" style="font-size: 15px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_TITLE" style="margin-bottom: 0.4em; vertical-align: baseline;"&gt;O Brasil está hoje em processo de aprofundamento de relações militares com a França. Faz sentido. Os franceses têm um know-how militar que corre o risco de desaparecer se não tiverem para quem vendê-lo. O Brasil precisa de um know-how militar no qual basear o desenvolvimento de sua própria indústria de defesa para os próximos 30 anos. A consequência é óbvia, especialmente levando em conta o novo posicionamento internacional do Brasil, explicado antes. Detalhe adicional: temos dois países fronteiriços em discreta, mas firme, corrida armamentista: Colômbia e Venezuela, com equipamentos respectivamente americanos e russos (que se recusaram a transferir a tecnologia de seus caças no FX2…). Um conflito, mesmo que de pequena escala, não está descartado para os próximos 10 anos. Sobrando para o território brasileiro, como operar entre dois países amigos com autonomia se o fornecimento militar de um deles impactar o seu e vice-versa? É necessária uma terceira via. No caso dos caças, por exemplo, os suecos não conseguiriam, por mais potencial que seu equipamento tenha. Motivo? À exceção dos franceses, os europeus adotaram com muito menos restrições fornecedores americanos para aumentar as escalas, padronizar os desempenhos e diminuir os custos. Ainda haveria dependência indireta. A não ser que haja uma surpresa fenomenal na reta finalíssima, na briga dos caças já ganharam os franceses antes mesmo de começar. Também na política de defesa, não se poderia esperar o mesmo de um governo da direita.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;div class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY" style="margin-top: 0.25em; max-width: 50em; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY_TEXT" id="col-z12kutmrxsuzc3qqd04cdrvzqunwhp0bl4k" style="font-size: 15px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_TITLE" style="margin-bottom: 0.4em; vertical-align: baseline;"&gt;O Brasil está hoje em processo de &lt;b&gt;expansão do funcionalismo público?&lt;/b&gt; Na verdade, apenas de &lt;b&gt;recuperação do que foi extirpado&lt;/b&gt; da máquina estatal nos anos da direita. Com uma economia maior, &lt;b&gt;o estado precisa estar mais presente, não apenas como regulador externo, mas como regulador interno (a principal função das empresas públicas sem monopólio: ditar ou ao menos influenciar fortemente o ritmo do mercado, com sua capacidade de abrir mão dos lucros quando a iniciativa privada não o faria)&lt;/b&gt;.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;div class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY" style="margin-top: 0.25em; max-width: 50em; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY_TEXT" id="col-z12kutmrxsuzc3qqd04cdrvzqunwhp0bl4k" style="font-size: 15px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_TITLE" style="margin-bottom: 0.4em; vertical-align: baseline;"&gt;O Brasil; está hoje&lt;b&gt; formando mais profissionais.&lt;/b&gt; Fato. O mérito do aumento do acesso ao ensino superior (também público) é inegável. Falta, é claro, re(?)aparelhar o ensino público com profissionais e condições de trabalho não precárias (com estabilidade e concessão de financiamento por programa e instituição, e não por projeto) que possam ir além dos centros de excelência. Acontecerá com a continuidade do centro no poder? Não sei. Certamente não com a direita.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;div class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY" style="margin-top: 0.25em; max-width: 50em; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY_TEXT" id="col-z12kutmrxsuzc3qqd04cdrvzqunwhp0bl4k" style="font-size: 15px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_TITLE" style="margin-bottom: 0.4em; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;b&gt;O Brasil tem hoje um governo corrupto? Certamente. &lt;/b&gt;Há &lt;b&gt;alternativa &lt;/b&gt;para um governo livre de desonestidade, que faça cumprir rigorosamente as leis, que não faça concessão ao fisiologismo grassante na política? T&lt;b&gt;alvez em Marte. E certamente não com a direita.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;div class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY" style="margin-top: 0.25em; max-width: 50em; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY_TEXT" id="col-z12kutmrxsuzc3qqd04cdrvzqunwhp0bl4k" style="font-size: 15px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_TITLE" style="margin-bottom: 0.4em; vertical-align: baseline;"&gt;Falta ao eleitorado, e especialmente ao eleitorado teoricamente esclarecido, a maturidade intelectual democrática para aceitar que não há como extirpar a corrupção dos aparelhos de poder. &lt;b&gt;Ela é natural dos aparelhos de poder, e sem eles não existiria. Só pode ser combatida quando aparece. É a única coisa a fazer. Com um governo de direita e uma grande imprensa de direita, não tenho certeza de que apareceria.&lt;/b&gt; A imprensa também faz parte da estrutura de poder político, e enxergá-la à parte é ingenuidade ou autoilusão.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;div class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY" style="margin-top: 0.25em; max-width: 50em; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY_TEXT" id="col-z12kutmrxsuzc3qqd04cdrvzqunwhp0bl4k" style="font-size: 15px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_TITLE" style="margin-bottom: 0.4em; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;b&gt;É um “rouba, mas faz?” Não. É um “Faz. É lamentável que roube. Pague pois, por isso. Mas que o projeto continue andando e que alguém continue fazendo.”&lt;/b&gt; O bem-estar da população é mais importante do que poder usar os governantes como exemplo mítico canonizável de virtude. Neste caso, felizmente não há exemplo mítico canonizável de virtude na direita. Minha consciência se preserva minimamente.&lt;br /&gt;
E, por fim, aos valores, porque são quase 3 da manhã. Nada dde valores religiosos, por favor. O Estado deve ser sem deus para que todos possam comungar com seus deuses em paz, assim como em paz escolher não comungar com ninguém. Valores laicos, que são a verdadeira questão do pleito.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;div class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY" style="margin-top: 0.25em; max-width: 50em; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY_TEXT" id="col-z12kutmrxsuzc3qqd04cdrvzqunwhp0bl4k" style="font-size: 15px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_TITLE" style="margin-bottom: 0.4em; vertical-align: baseline;"&gt;O valor da direita é o da elite. Não a zelite, mas a elite meritocrática. Aquele que obteve sucesso o mereceu. O mundo é hostil, e os que nele se sobressaem têm o direito de colher frutos que os demais não colhem. O que se deve fazer pelos menos bem-sucedidos é dar a eles chances para que possam também triunfar na selva, sendo então com júbilo recebidos no seio de seus novos pares, os bons. É o valor do vencedor, da competição, dos vícios privados que produzem virtudes públicas. Para a direita, o vencedor não pode ser culpabilizado pelo destino do perdedor.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;div class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY" style="margin-top: 0.25em; max-width: 50em; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_BODY_TEXT" id="col-z12kutmrxsuzc3qqd04cdrvzqunwhp0bl4k" style="font-size: 15px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="CSS_UPDATES_UCW_UPDATE_TITLE" style="margin-bottom: 0.4em; vertical-align: baseline;"&gt;Poderia argumentar aqui que nem sempre o que percebemos como sucesso vem acompanhado do que percebemos como mérito; que o mundo não é necessariamente hostil, e a hostilidade é uma característica que projetamos nele; que no mundo há tantos casos de cooperação quanto de competição, e que competição para cooperar sempre dá frutos melhores do que cooperação para competir; que a colheita de frutos que os outros não colhem deixa menos frutos para serem colhidos, gerando, assim, uma hostilidade artificial; que simplesmente atirar novamente as pessoas na selva vai gerar inevitavelmente alguns tigres e muitas carcaças; que os novos pares do novo bem-sucedido nem sempre o receberão de braços abertos, e que haverá entre os bons mais e infinitas guerras para encontrar o melhor; que o vencedor não tem mérito em si, pois só existe no âmbito da competição, que, quer entre os melhores, quer entre os piores, por sua própria natureza sempre produzirá um vencedor e diversos perdedores; que os vícios privados não produzem virtudes públicas, mas neuroses públicas, que, por sua estabilidade, podem às vezes por décadas ser confundidas com virtudes, até que finalmente falham estrondosamente (como as alianças falharam em impedir a primeira guerra, o liberalismo falhou em impedir as crises do capitalismo, como a ambição e certo progresso tecnocientífico que dela deriva falharam em conceber os remédios para seus próprios males); que não há vencedor sem perdedor, Rocinha sem São Conrado, Jardim Ângela sem Interlagos. Poderia, mas náo vou.&lt;br /&gt;
Vou simplesmente dizer que os valores e políticas da direita são egoístas e suicidas demais para mim. Por isso, enfim, vou de 13.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://twitter.com/jinlendario/status/28862317867"&gt;Fonte&amp;nbsp;&lt;/a&gt;</description><link>http://alindeg.blogspot.com/2010/10/eleicoes.html</link><author>noreply@blogger.com (Ceinwyn)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4206423096519965809.post-5367821976156892475</guid><pubDate>Wed, 20 Oct 2010 17:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-20T15:25:34.072-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Dica</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">internet</category><title>Dica de internet: Get Glue</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://basicallybecky.com/wp-content/uploads/2010/08/GetGlue_tom_top5.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="227" src="http://basicallybecky.com/wp-content/uploads/2010/08/GetGlue_tom_top5.gif" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa dica eu soube pelo Twitter: o site &lt;a href="http://getglue.com/home"&gt;Get Glue&lt;/a&gt;. É simples: se inscreve (se tiver login de facebook/twitter tem como usar esses logins), daí vê uma das listas de itens (filmes, livros,cds, etc) em que você marca o que gostou, o que não gostou e o que ainda vai ver se gosta. A partir daí o site vai te dando sugestões de produto&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;relacionados: sendo um filme, por exemplo, ele dá dicas de outros filmes, da trilha sonora, dos atores, do diretor do filme. E, claro, a chance de se aparecer alguma coisa nova é razoável,daí vem a maior serventia do site: descobrir coisas novas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É claro que se pode querer ficar acumulando &lt;i&gt;stickers&lt;/i&gt;&amp;nbsp;(que se ganha depois de avaliar um tal número de coisas de um tipo). Mas a grande graça mesmo é descobrir coisas novas, e não somente de cultura pop: o site&amp;nbsp;é integrado com a Wikipedia, por exemplo, o que está sendo ótimo para mim para descobrir diversas coisas novas sobre História: documentos, castelos, sites, etc. E não é só integrado com a Wikipedia, mas com &lt;a href="http://getglue.com/sites"&gt;diversos outros sites também&lt;/a&gt;. Claro que, sendo um site americano/inglês/wtv, os sites são todos em língua inglesa, assim como o próprio Get Glue. Mas, se você não consegue ler em inglês, tá na hora de praticar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existe ainda um último recurso do site: instalar um app no browser, que permite verificar quantas dicas para você estão para ser checadas e que interage com tudo o que tem relação com o site automaticamente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como não podia deixar de ser, aqui vai o&lt;a href="http://getglue.com/alinde_g_kuhner"&gt; link do meu perfil &lt;/a&gt;^.^&lt;/div&gt;</description><link>http://alindeg.blogspot.com/2010/10/dica-de-internet-get-glue.html</link><author>noreply@blogger.com (Ceinwyn)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4206423096519965809.post-7684359670673999875</guid><pubDate>Thu, 14 Oct 2010 19:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-14T16:23:21.610-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Alindices</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">internet</category><title>Novo blog: Filha de Clio</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como pode-se reparar, o sub-título desse blog, &lt;i&gt;Um lugar sobre História e Cultura&lt;/i&gt;, sumiu. E não foi por uma razão aleatória. Decidi separar os dois assuntos originais do blog, História e Cultura&amp;nbsp; em dois blogs diferentes. Aqui, no Casa da Ceinwyn, fica o conteúdo majoritário do blog: meus comentários sobre cinema, literatura, música, internet e dicas. O meu novo blog, &lt;a href="http://filhadeclio84.blogspot.com/"&gt;Filha de Clio&lt;/a&gt;, fica destinado a História. Depois de uma semana fazendo ajustes aqui e ali, e tendo já postado duas vezes por lá (&lt;a href="http://filhadeclio84.blogspot.com/2010/10/alegoria-da-pintura-johanes-vermeer.html"&gt;&lt;i&gt;Alegoria da Pintura, Johanes Vermer&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://filhadeclio84.blogspot.com/2010/10/conferencia-de-yalta.html"&gt;&lt;i&gt;Conferência de Yalta&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;) estou aqui apresentando o dito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além desses dois posts, escrevi ainda uma apresentação da Clio (para se entender o nome do blog, logicamente). Aqui vai uma prévida apresentação, querendo ler o texto completo é só clicar &lt;a href="http://filhadeclio84.blogspot.com/p/clio.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Clio (Kleio, em grego) é a musa grega da História, e portanto musa desta  que vos escreve e de seus companheiros de profissão. Na mitologia,  ela,como todas as suas oito irmãs, é filha de&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Zeus"&gt; Zeus&lt;/a&gt; e de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mnem%C3%B3sine"&gt;Mnémosine &lt;/a&gt;(titã,  a memória).Preside a eloqüencia,sendo a fiadora das relações políticas  entre homens e nações. Divulgadora e realizadora de celebrações.Sendo  também musa da criatividade,atribui-se a ela a invenção do violão. &lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;Escrevi ainda uma apresentação da minha paixão por História ao longo da minha vida, até o presente:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt; &lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Alinde Gadelha  Kühner, a filha de Clio, é uma jovem historiadora recém-formada,  mestranda em História Comparada (especializando-me em História da  Península Ibérica medieval).&lt;/span&gt; A paixão por História remonta à  infância, quando ávida leitora de Monteiro Lobato. Os livros em que  Lobato escreveu usando elementos de mitologia grega (daí o nome do  blog), e especialmente História do Mundo para as Crianças, fez com que a  garotinha do primário sonhasse com o dia em que teria aula de História  separada de Geografia (no primário, eram os Estudos Sociais...). &lt;a href="http://filhadeclio84.blogspot.com/p/filha-de-clio.html"&gt;[Mais]&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;Como não podia deixar de ser, uma página no próprio blog sobre o que se pode encontrar no mesmo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando pergunto o que acham de  História, parte dos entrevistados respondem que "é uma decoreba só, é só  saber o que aconteceu em determinadas datas". Trocando em miúdos, uma  matéria inútil sem nenhuma ligação com a nossa vida e com outras  disciplinas. Para não dizer que é uma matéria chata. &lt;a href="http://filhadeclio84.blogspot.com/p/o-blog.html"&gt;[Mais]&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;
Torço para que visitem e gostem do novo blog, prometo ao menos uma atualização semanal para cada. E só, porque afinal de contas tenho aulas pra dar, mestrado pra estudar...</description><link>http://alindeg.blogspot.com/2010/10/novo-blog-filha-de-clio.html</link><author>noreply@blogger.com (Ceinwyn)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4206423096519965809.post-4470157082037524205</guid><pubDate>Mon, 04 Oct 2010 21:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-04T18:08:31.456-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Literatura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">meme</category><title>Meme Literário: Essa Semana..#1</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiuxjmqNq71KHUjNlSnXqSz7qbYr5hOgQFa6DltrO7zZXvnNi91zfwrKxUnkgCQPieGhqsNIO9S5BE8H57Z2oOBjmY3GgfVkkqth2f88Is_Xvj1OKIJX_Qmj55fDLARdURQxJmMCwEZ1Vk/s1600/meme.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="162" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiuxjmqNq71KHUjNlSnXqSz7qbYr5hOgQFa6DltrO7zZXvnNi91zfwrKxUnkgCQPieGhqsNIO9S5BE8H57Z2oOBjmY3GgfVkkqth2f88Is_Xvj1OKIJX_Qmj55fDLARdURQxJmMCwEZ1Vk/s320/meme.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já tinha me decidido a participar deste meme, proposto pelo &lt;a href="http://www.lostinchicklit.com.br/"&gt;Lost in Chick Li&lt;/a&gt;t para movimentar a blogosfera. Vamos a um trecho do post do blog, falando sobre a criação:&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'century gothic', Arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #d5a6bd;"&gt;Observando o hábito dos blogs estrangeiros de se comunicarem e compartilharem através de memes (como O Im my Mail Box hospedado pelo The Story of Siren, Waiting on Wednsday, Follow Friday ..) percebi que não temos nada aqui no Brasil capaz de unir a blogosfera literária. Que cá pra nós tem dezenas de blogs ótimos, perfeitos e tudo de bom com o qual fiz maravilhosas amizades mas que anda pecando em comunicação e até mesmo amizade (sem contar os rumores de que alguns consideram outros blogs "concorrência", o que na realidade é uma grande burrice porque&amp;nbsp; nenhum blog é uma ilha e criar inimizade na blogosfera é que nem dar um tiro no pé).&amp;nbsp; Então fiquei matutando por semanas pensando o que a gente poderia fazer de legal e que ainda não foi criado! (o que bem é difícil porque já criaram coisas ótimas)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'century gothic', Arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #d5a6bd;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="color: #721038; font-family: Georgia, 'century gothic', Arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #d5a6bd;"&gt;Então vem comigo na&amp;nbsp; ideia!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #d5a6bd;"&gt;Apesar de resenharmos diversos livros, não expressamos diversas sensações mais abrangentes envolvendo o nosso hábito de ler os livros, coisas do tipo quantos livros lemos essa semana, qual o gênero que estamos empolgadas de ler no momento, qual o personagem que você está gamada, melhor quote da semana.. São coisas tão simples mas ao mesmo tempo tão legais de ser compartilhadas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #d5a6bd;"&gt;Por isso pensei, porque não criamos uma pequena listinha de perguntas rapidinhas capaz de sintetizar nossa semana literária de uma forma divertida?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'century gothic', Arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #d5a6bd;"&gt;Então todo domingo farei uma postagem do&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'century gothic', Arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #d5a6bd;"&gt;Essa Semana...&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'century gothic', Arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #d5a6bd;"&gt;e hospedarei o Mr. Linky para vocês compartilharem suas postagens. Sei&amp;nbsp; que nossa blogosfera é bem menor do que a internacional anglo-saxônica, mas acho dá pra fazer algo bem legal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #d5a6bd;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;Então, tinha pensado em participar, mas ficava só na ideia. A partir desta segunda, atualizarei uma vez por semana, às segundas, as respostas sobre a minha semana literária, usando as perguntas boladas no Lost in Chick List. Quem é blogueira (o) e gostou da ideia, basta clicar &lt;a href="http://www.lostinchicklit.com.br/2010/09/essa-semana-meme-literario.html"&gt;aqui &lt;/a&gt;pra saber como ter o link do seu post publicado por lá. Ok, vamos às perguntas e respostas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: transparent; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div id="internal-source-marker_0.7093902032356709" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Leitura do momento:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="internal-source-marker_0.7093902032356709" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; white-space: pre-wrap;"&gt;A Batalha do Apocalipse &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="internal-source-marker_0.7093902032356709" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; white-space: pre-wrap;"&gt;A Sociedade do Anel &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; Li essa semana:     &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; white-space: pre-wrap;"&gt;Só #ABdA mesmo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; Resenhei essa semana: ----&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.lostinchicklit.com.br/2010/08/fallen-de-lauren-kate.html"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Super Posts:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;a href="http://alindeg.blogspot.com/2010/09/dica-livros-gratis-no-e-mail.html"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;Dica: livros grátis no e-mail&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://alindeg.blogspot.com/2010/09/homossexualidade-preconceito-e-revista.html"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;Homossexualidade, preconceito e revista feminina adolescente&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; white-space: normal;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; Ultima Compra: --&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; Desejo Comprar Urgentemente&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;: Fundação, Isaac Asimov&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; Conversa imaginária com personagem fictício: &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Shamira, minha fia, pra que ficar escondendo coisas, hein?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; Eu falaria para o autor: &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Parabéns, seu Eduardo Spohr, com uma sinopse que a princípio não chama muita atenção, o senhor conseguiu me surpreender pela qualidade da narrativa e da história =)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Estado de Espirito Literário: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Literary Crush&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; (paixão literária do momento):&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;---&lt;br /&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; Queria ver no Brasil: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;History of Middle Earth (custa nada sonhar...)&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: transparent; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; Im in mood for... (gênero literário do momento):&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Anjos, demônios, espíritos, feitiçaria&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; Hey Mr, Postman (ultima coisinha que chegou do correio): ------&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; Super Quote: -----&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; Vi e viciei (booktrailers, trailers, videos whatever): -------&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: transparent; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div id="internal-source-marker_0.7093902032356709" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Georgia; font-size: 14pt; font-style: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://alindeg.blogspot.com/2010/10/meme-literario-essa-semana1.html</link><author>noreply@blogger.com (Ceinwyn)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiuxjmqNq71KHUjNlSnXqSz7qbYr5hOgQFa6DltrO7zZXvnNi91zfwrKxUnkgCQPieGhqsNIO9S5BE8H57Z2oOBjmY3GgfVkkqth2f88Is_Xvj1OKIJX_Qmj55fDLARdURQxJmMCwEZ1Vk/s72-c/meme.png" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4206423096519965809.post-7134303399462305377</guid><pubDate>Fri, 01 Oct 2010 15:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-01T12:49:19.514-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Política</category><title>Campanha eleitoral</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não gosto de fazer campanha eleitoral, mas dessa vez vou abrir uma excessão. Aqui reproduzo o e-mail que recebi sobre o candidato à reeleição como dep. estadual &lt;a href="http://www.marcelofreixo.com.br/site/home.php"&gt;Marcelo Freixo&lt;/a&gt;, do PSOL-Rio. Como alguns sabem, não sou eleitora regular do PSOL, por não acreditar que as ideias em geral deles sejam viáveis. Sou de centro-esquerda mas mais pragmática, então geralmente voto no PT mesmo. Mas quando os candidatos do PT não me satisfazem/existem melhores candidatos no PSOL, fico com eles. O Marcelo Freixo tem meu voto por uma simples razão: ele incomoda tanto as milícias da zona oeste da capital e de outros pontos do Estado do Rio que está jurado de morte,e não de "brincadeirinha": ele tem que andar fortemente escoltado pela cidade, ou é assassinado:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;O deputado estadual&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; do Rio de Janeiro Marcelo Freixo (PSOL) é a inspiração do filme&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; Tropa de Elite 2_, que deve estreiar em breve e mostra a rotina de um&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; parlamentar que ousou enfrentar as milícias locais. Jurado de morte,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; Freixo precisa de proteção armada em sua campanha para a&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; reeleição. Confira a reportagem de Wilson Araújo: O deputado&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ), 43 anos, não bota o pé fora de&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; casa sem a companhia de uma comitiva formada por pelo menos cinco&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; homens atentos, carregando caixas parecidas com as usadas para&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; transportar instrumentos musicais. Em vez de violão ou violino,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; porém, as caixas contêm armas de grosso calibre. E o séquito que&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; acompanha o deputado é formado por policiais e agentes&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; penitenciários escolhidos a dedo para sua proteção. Jurado de&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; morte, Freixo é candidato à reeleição a deputado no Rio de&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; Janeiro e não poderá fazer campanha nas ruas. Na zona oeste da&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; cidade, região que concentra 35% do eleitorado carioca, nem seus&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; militantes poderão pedir votos. Milicianos já avisaram que quem&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; ousar vai “levar chumbo”. Freixo só se desloca pela cidade em&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; carro blindado e uma viatura da PM passa as noites de plantão na&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; porta de sua casa. Ele é perseguido por ter atuado contra o crime&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; organizado no Rio, em especial por combater a máfia das milícias,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; que domina 40% das 1.200 comunidades carentes do Estado. “Vamos&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; utilizar a internet e outras ferramentas virtuais para fazer nossa&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; proposta chegar à população”, diz ele, convicto de que não pode&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; expor ninguém ao perigo nem mesmo a si próprio. “Não quero ser um&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; herói morto”. O Serviço de Inteligência da Secretaria de&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; Segurança Pública já abortou dois planos para matá-lo. O poder&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; das milícias que marcaram Freixo para morrer pode ser medido por seu&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; faturamento. Elas arrecadam mais de R$ 200 mil diários somente com o&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; controle do transporte alternativo. Em seis meses de investigação,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; a CPI que Freixo liderou na Assembleia carioca levou para a cadeia&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; quase 300 integrantes desses grupos criminosos. Ela também&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; desbaratou o esquema fraudulento do auxílio-educação, praticado&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; por alguns deputados, que embolsavam as cotas de R$ 400 concedidos a&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; cada dependente de funcionário matriculado em escola particular.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; Freixo ainda esteve à frente do processo de cassação do ex-chefe&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; de Polícia do Rio deputado Álvaro Lins (PMDB), envolvido com a&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; máfia dos caça-níqueis. “Estamos assistindo a uma violação&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; princípio democrático que implica o direito de cada um, seja ele&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; deputado ou não”, revolta-se o sociólogo carioca Gláucio Soares,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; do Instituto de Pesquisas Universitárias (Iuperj). Fazer campanha&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; pela internet é, por enquanto, a única alternativa de Freixo. O&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; presidente da Associação Brasileira de Consultores Políticos,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; Carlos Manhanelli, não arrisca prever que resultado o deputado&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; poderá conseguir com uma campanha desse tipo: “Nunca vimos uma&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; coisa dessas antes”, diz ele.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; “VAMOS UTILIZAR A INTERNET PARA DIVULGAR A NOSSA PROPOSTA”&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&amp;gt; MARCELO FREIXO - DEPUTADO ESTADUAL - RJ (PSOL- 50123)&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;
Taí o único pedido de voto que farei nessas eleições, VOTEM. Não basta &lt;u&gt;só &lt;/u&gt;UPP, tem que combater as milícias também.</description><link>http://alindeg.blogspot.com/2010/10/campanha-eleitoral.html</link><author>noreply@blogger.com (Ceinwyn)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4206423096519965809.post-6811095761710608211</guid><pubDate>Thu, 30 Sep 2010 18:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-30T15:44:21.815-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">casa da ceinwyn</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">internet</category><title>Terapia ocupacional: cuidar do blog</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Murphy anda muito me querendo, mas eu não gosto dele e fico querendo me acalmar. Daí estou usando o blog como forma de terapia ocupacional: já atualizei a barra ali ao lado (mais clean, mais bonita com os ícones do RSS e do Twitter do blog). Agora continuo a saga de divulgar o blog, daí estou aqui divulgando o token do Technorati (já não é necessário)&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; line-height: 16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&amp;nbsp;pra completar a minha conta de lá. Ando sem ideias pra melhorar o template, mas quando tiver, já vou ter achado blogs com tutoriais bacanudos ensinando a fazer-você-mesmo o seu layout. Tô na dúvida se boto ou não emoticons nos posts, mas como falo de coisas sérias aqui de vez em quando acho que pode retardar um pouco o visual geral....&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; line-height: 16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; line-height: 16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;O que acham sobre emoticons? Sugestões para mudanças de layout? Vamos fazer desse post algo mais útil do que propaganda do Technorati...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://alindeg.blogspot.com/2010/09/terapia-ocupacional-cuidar-do-blog.html</link><author>noreply@blogger.com (Ceinwyn)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4206423096519965809.post-6683520786456645164</guid><pubDate>Thu, 30 Sep 2010 15:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-30T12:21:51.680-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Alindices</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">meme</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Música</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Vídeos</category><title>Dia 31- Twisted Transistor</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/e/e8/Twisted_Transistor.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/e/e8/Twisted_Transistor.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Terminando o &lt;a href="http://alindeg.blogspot.com/2010/09/um-meme-e-seu-primeiro-dia-minha-musica.html"&gt;Meme de 31 dias&lt;/a&gt;, ufa. O tema de hoje é &lt;i&gt;o que você quiser&lt;/i&gt;. Ok então, vou fazer um post que tava querendo fazer há uns dias já: comentário sobre a música &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Twisted_Transistor"&gt;Twisted Transistor&lt;/a&gt;, do Korn. Pra quem ainda não conhece está no final do post o vídeo da versão acústica dela (porque sou boazinha, nem todo mundo gosta de Nu Metal).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A música é do sétimo álbum da banda, &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/See_You_on_the_Other_Side_%28Korn_album%29"&gt;See You on the Other Side&lt;/a&gt;, de 2005. Mas bom, essa afirmação é só pra situar a música no contexto da banda, mas o post é sobre a música no meu contexto de vida. Antes de mais nada, a letra e a tradução:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div id="letra_original"&gt;&lt;h3&gt;Twisted Transistor&lt;/h3&gt;&lt;div&gt;Hey you! Hey you! Devil's little sister&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Listening to your twisted transistor.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Hold it between your legs.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Turn it up! Turn it up!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;The wind is coming through.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Can't get enough...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;A lonely life where no one understands you&lt;/div&gt;&lt;div&gt;But don't give up because the music do.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Music do! Music do!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Music do! Music do!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Music do! Music do!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Because the music do&lt;/div&gt;&lt;div&gt;And then it's reaching&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Inside you, forever preaching&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Fuck you too!"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Your screams, a whisper,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Hang on you,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Twisted transistor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Hey you, hey you, finally you get it.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;The world ain't fair&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eat you if you let it&lt;/div&gt;&lt;div&gt;And as your tears fall on&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Your breasts, your dress&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vibrations coming through&lt;/div&gt;&lt;div&gt;You're in a mess...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;A lonely life where no one understands you&lt;/div&gt;&lt;div&gt;But don't give up because the music do.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Music do! Music do!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Music do! Music do!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Music do! Music do!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Because the music do&lt;/div&gt;&lt;div&gt;And then it's reaching&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Inside you, forever preaching&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Fuck you too!"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Your screams, a whisper,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Hang on you,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Twisted transistor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Music do! Music do!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Music do! Music do!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Music do! Music do!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Music do! Music do!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Hey you! Hey you! This won't hurt a bit.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;(This won't hurt a bit! This won't hurt!)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Says who? Says who?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Anesthetize this bitch!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;(Anesthetize this bitch! Anesthetize! )&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Just let me be&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Between you and me, don't fit.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Music do&lt;/div&gt;&lt;div&gt;And then it's reaching&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Inside you, forever preaching&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Fuck you too!"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Your screams, a whisper,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Hang on you,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Twisted transistor.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3&gt;Transistor Destorcido&lt;/h3&gt;&lt;div&gt;Ei você! Ei você! Pequena irmã do Diabo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ouvindo seu transistor destorcido&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Segure-o entre suas pernas&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Basta! Basta!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vento está vindo dele&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não consegue ter o suficiente...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Uma vida solitária onde não ninguém te entende&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas não desanime, porque a música te entende&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A Música te entende! A Música te entende!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A Música te entende! A Música te entende!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A Música te entende! A Música te entende!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Porque a música te entende&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E está te alcançando&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dentro de você, pra sempre rezando&lt;/div&gt;&lt;div&gt;“Foda-se você também!”&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Seus gritos, um sussurro&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Segure-se em você,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Transistor destorcido&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Ei você! Ei você! Finalmente você entendeu&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O mundo não é justo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Engole você, se você o deixar&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E enquanto suas lágrimas caem em&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Seus peitos, seu vestido&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vibrações vindo dele&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Você está numa confusão...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Uma vida solitária onde não ninguém te entende&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas não desanime, porque a música te entende&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A Música te entende! A Música te entende!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A Música te entende! A Música te entende!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A Música te entende! A Música te entende!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Porque a música te entende&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E está te alcançando&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dentro de você, pra sempre rezando&lt;/div&gt;&lt;div&gt;“Foda-se você também!”&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Seus gritos, um sussurro&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Segure-se em você,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Transistor destorcido&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;A Música te entende! A Música te entende!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A Música te entende! A Música te entende!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A Música te entende! A Música te entende!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A Música te entende! A Música te entende!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Ei você! Ei você! Isto não vai doer nada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;(Isto não nao vai doer nada! Isto não vai doer!)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quem disse!? Quem disse!?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Anestesie esta vaca!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;(Anestesie esta vaca! Anestesie!)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Deixe-me apenas ser&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Entre você e eu, não cabe&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;A Música te entende&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E está te alcançando&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dentro de você, pra sempre rezando&lt;/div&gt;&lt;div&gt;“Foda-se você também!”&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Seus gritos, um sussurro&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Segure-se em você,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Transistor destorcido&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não, não me sinto mais tão solitária. Mas já me senti. Essa podia ter sido a minha trilha sonora da adolescência, se a música tivesse sido lançada na época. Meu inglês não é tão bom, preciso ler a letra pra saber do que a música trata. Quando li esta, primeira coisa que pensei foi no meu eu adolescente, trancada a tarde inteira no quarto escuro ouvindo música (especialmente metal) nas alturas, ruminando minhas mágoas. Anos depois, lembro daquela garota com muito carinho: foi ela que ruminou o que eu tinha que ruminar pra conseguir seguir a vida adiante. E foi com ela também que aprendi a perdoar, a não esperar dos outros mais do que eles podem me dar. E hoje não preciso mais ficar trancada no quarto ruminando: sou uma pessoa mais feliz ^.^&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E vocês, têm alguma música que te lembre alguma parte da sua vida?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/BRM5a02XSNw?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/BRM5a02XSNw?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;</description><link>http://alindeg.blogspot.com/2010/09/dia-31-twisted-transistor.html</link><author>noreply@blogger.com (Ceinwyn)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4206423096519965809.post-1989113549811520723</guid><pubDate>Wed, 29 Sep 2010 17:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-29T14:50:27.138-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">meme</category><title>Dia 29 - O que você espera, os sonhos e planos para os próximos 365 dias</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aff, que final de&lt;a href="http://alindeg.blogspot.com/2010/09/um-meme-e-seu-primeiro-dia-minha-musica.html"&gt; meme&lt;/a&gt; chatinho. O que eu quero pros próximos 365 dias? Tá bom... fazer uma boa qualificação no mestrado, ser elogiada e receber críticas construtivas (sonho de todo mestrando no primeiro ano, btw). Batalhar um emprego na minha área, e conseguir (tanto faz se como pesquisadora ou como professora). &amp;nbsp;Fazer minha viagem anual pra São Paulo ver meus amigos do Omega GeekSair mais com meus amigos do Rio. &amp;nbsp;Ver dois festivais que esse ano não tive tempo/dinheiro: Anima Mundi e Festival do Rio (cinema). Frequentar mais os centros culturais do Rio. Melhorar o blog e conseguir mais visitas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://alindeg.blogspot.com/2010/09/dia-29-o-que-voce-espera-os-sonhos-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Ceinwyn)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4206423096519965809.post-6486947708902215700</guid><pubDate>Mon, 27 Sep 2010 19:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-27T16:30:17.292-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Alindices</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">meme</category><title>Meme de um mês - dias 25 a 28</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não gosto de falar da minha vida cotidiana no blog. E os posts dos dias 25,26,27 e 28 são destinados a falar justamente da vida cotidiana. Dia 25 um dia em grande detalhe, dia 26 a semana, 27 o mês e 28 o ano. Pra não falar que ignorei solenemente essa parte &lt;b&gt;&lt;u&gt;chata&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; do meme, vou fazer um post que dá conta &lt;i&gt;mais ou menos &lt;/i&gt;dessa intromissão no meu cotidiano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Meu dia a dia, de uma semana pra cá, segue o mesmo ritual: acordo, vejo minhas nerdices na internet, me dedico ao mestrado. Foi a forma que encontrei pra resolver meu velho dilema: gosto de estudar, mas não tenho disciplina pra isso. Tá resolvendo. Me concentro de vez na minha distração mais difícil (afinal estudo no laptop/com ele aberto), que é a internerd. Culpa desses blogueiros malditos que ficam postando coisas interessantes e eu fico querendo ler. E dessas pessoas malditas do&lt;a href="http://omegageek.com.br/forum/"&gt; Omega Geek&lt;/a&gt; que me cativam e eu fico querendo participar do fórum e conversar com elas. Então eu faço isso: dou a minha dose diária de atenção pra esses malditos todos, atualizo isso aqui e não penso em nerdices até o final do dia, quando vou dormir e meia hora antes dou uma lidinha no livro que estiver lendo (no casa, A Batalha do Apocalipse, graças aos malditos do &lt;a href="http://www.nerdbox.com.br/"&gt;Nerdbox&lt;/a&gt;).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Minhas semanas, em detalhes: segunda tenho RPG (Reeducação Postural Global, e não jogo, seus nerds), terça tenho aula com a minha orientadora, de 15 em 15 dias tenho reunião com a minha orientadora na sexta, quinta de noite dou aula no Pré-Vestibular Comunitário do CEAT. Fim de semana me mudo pra casa do meu amado e de vez em quando a gente se vê durante a semana. O resto é preparar aula e estudar pro mestrado (com acréscimo de estudar pra concursos daqui a pouco).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Meu mês de setembro: essa rotina aí que eu falei. No feriado, fui encontrar os malditos nerds do Omega Geek que me fazem ir à falência uma vez por ano. De resto, o de sempre: mestrado, RPG, CEAT, barzinhos ocasionais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Meu ano: aaaaaa que preguiça, vou ficar pensando no meu ano não. Estudei, vi amigos, namorei, dei aula, fui ao cinema. Viajei pra São Carlos em setembro, pra Miguel Pereira no carnaval. Pronto. Querem mais detalhes? Sejam meus amigos mesmo que dou mais detalhes, que coisa mais chata.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi mal o mau-humor da postagem, gentes... mas realmente não gosto de falar do meu cotidiano, da minha vida.&lt;/div&gt;</description><link>http://alindeg.blogspot.com/2010/09/meme-de-um-mes-dias-25-28.html</link><author>noreply@blogger.com (Ceinwyn)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4206423096519965809.post-7287262467503247035</guid><pubDate>Mon, 27 Sep 2010 17:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-04T18:19:11.223-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">comportamento</category><title>Homossexualidade, preconceito e revista feminina adolescente</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Antes de mais nada, um breve esclarecimento: sou hetero e feliz com a minha "opção". Mas quanto mais amigos meus saem do armário e consequentemente conheço mais homossexuais mais a minha posição quase militante pela causa se afirma. Dando um exemplo: uma &lt;b&gt;&lt;u&gt;grande&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; amiga se descobriu homo há um tempinho, e está bem consigo mesma como não estava antes de "sair do armário". Acompanhei todo o processo, somos amigas há muitos anos. A felicidade dela com a sua sexualidade é linda (até aturo ela falando de mulher de vez em quando, apesar de não gostar muito de ficar comentando bunda de mulher), e nada nem ninguém vai me convencer que ela estaria melhor procurando relaciomentos e sexo com homens. Essa minha amiga é o meu exemplo mais próximo, mas vejo em outros bissexuais e homossexuais o mesmo: estão felizes como não estariam de forma alguma se tentassem ser heteros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Findo o prólogo, o assunto propriamente dito do post: estava eu tuitando hoje de manhã quando recebo um tuito divulgando esse artigo no Observatório da Imprensa: &lt;a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=608FDS009"&gt;Capricho - Lições de mulherzinha&lt;/a&gt;. Resumindo o conteúdo do mesmo, faz-se uma crítica ao conteúdo da revista direcionado para a educação sexual (educação mesmo, já que o público alvo é o adolescente). Fernando Barros defende o argumento de que a revista é conservadora, ao endossar estereótipos de feminino e masculino - como o de que meninos gostam de jogar bola e meninas de maquiagem. Além de reforçar esse estereótipo, a revista trabalha com as meninas dessa idade como se nenhuma delas tivesse dúvida acerca da sua sexualidade: todos os artigos que tratam deste assunto têm como tema a relação heterossexual, sem espaço para dúvidas, para a existência de lesbianismo, de bissexualismo, sem&lt;u&gt; nenhum &lt;/u&gt;incentivo à diversidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Daí resolvi comentar (os trechos grifados são acréscimos para este post):&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;table border="0" cellpadding="2" cellspacing="0" style="width: 554px;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="coment_texto" style="font-family: verdana; font-size: 8pt;"&gt;Homossexualidade não é perversidade, é apenas outra forma de se relacionar com o sexo. De forma alguma pode ser comparado à tentar "conquistar" o professor para ter uma boa nota. &lt;i&gt;[como insinuaram num comentário acima do meu]&lt;/i&gt;.&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;table border="0" cellpadding="2" cellspacing="0" style="width: 554px;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="coment_texto" style="font-family: verdana; font-size: 8pt;"&gt;Concordo com o argumento presente no artigo de que essas revistas adolescentes (sim, fui leitora delas) reforçam o estereótipo de feminino e masculino, não abrindo muitas possibilidades para que hajam outras vias. E não estou aqui falando de homens com maneiras de mulher e mulheres com maneiras de homem: masculinidade e feminilidade vai além disso. Existem mulheres hetero e femininas (como eu) que gostam de futebol e homens heteros e viris que gostam e entendem de moda (conheço exemplos). E são modelos que não aparecem nessas revistas.&lt;i&gt; [eu por exemplo não estou nessas revistas: sou curta e gro&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;ssa, &lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;i&gt;sei as regras do futebol, acompanho, gosto de tecnologia, de rock pesado].&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;table border="0" cellpadding="2" cellspacing="0" style="width: 554px;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="coment_texto" style="font-family: verdana; font-size: 8pt;"&gt;Claro que a maioria do público dessas revistas é hetero, ou se imagina assim.Claro que, como a garota do comentário acima disse, se a revista tivesse como capa "como conquistar aquelA fofA" ela não venderia. Mas isso não exclui a possibilidade de aparecimento de reportagens esparsas sobre a questão de dúvida de sexualidade, mais comum aos adolescentes do que supõe muitas garotas leitoras da Capricho, ou de qualquer outra revista do tipo. Então a presença de matérias desse tipo, de matérias contra o preconceito seriam realmente positivas, e educativas. E poderiam ajudar a diminuir o problema de bullying contra meninos e meninas que fogem aos estereótipos &lt;i&gt;[e/ou que já se definiram]&lt;/i&gt;.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="coment_texto" style="color: black; font-family: verdana; font-size: 8pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #d5a6bd;"&gt;&lt;img height="15" src="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/images/transp.gif" width="10" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/blockquote&gt;</description><link>http://alindeg.blogspot.com/2010/09/homossexualidade-preconceito-e-revista.html</link><author>noreply@blogger.com (Ceinwyn)</author></item></channel></rss>