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      <title>Psicológico</title>
      <link>http://scienceblogs.com.br/psicologico/</link>
      <description>Psicologia e a Ciência do Comportamento Humano</description>
      <language>en</language>
      <copyright>Copyright 2009</copyright>
      <lastBuildDate>Mon, 06 Jul 2009 00:03:06 -0300</lastBuildDate>
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         <title>Como terminar com a sua namorada em 64 passos</title>
          <description><![CDATA[<p>Genial!</p>

<div style="text-align: center;"><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/VgxErWWe6PU&color1=0xb1b1b1&color2=0xcfcfcf&feature=player_embedded&fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/VgxErWWe6PU&color1=0xb1b1b1&color2=0xcfcfcf&feature=player_embedded&fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="425" height="344"></embed></object></div>

<p>Vi primeiro <a href="http://testosterona.wordpress.com/2009/06/12/como-terminar-com-a-sua-namorada-em-64-passos-simples/">aqui</a>.</p> <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2009/07/como_terminar_com_a_sua_namora.php#commentsArea">Read the comments on this post...</a>]]></description>
         <link>http://feedproxy.google.com/~r/cienciapsi/~3/fJAK-T9tr4M/como_terminar_com_a_sua_namora.php</link>
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         <category>Vídeos</category>
         
         <pubDate>Mon, 06 Jul 2009 00:03:06 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>A psicologia das plantas</title>
          <description><![CDATA[<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><a href="http://www.flickr.com/photos/eelssej_/2180574274/" target="_blank"><img alt="20090701_plants1.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/20090701_plants1.jpg" width="153" height="180" class="mt-image-right" style="float: right; margin: 0 0 20px 20px;" /></a></span>Todo mundo aprendeu no primário que as plantas costumam crescer em direção à luz. Mas pesquisas já mostraram que diferentes plantas também <strong>brigam por recursos </strong>e respondem a estímulos dependendo da sua história de experiências, o que alguns chamam de <strong>memória</strong>. Por causa de achados assim, certos pesquisadores já estão procurando o "cérebro" das plantas, usando em seus artigos termos como "inteligência das plantas". Mais detalhes sobre estas pesquisas podem ser lidos <a href="http://www.sciencenews.org/view/feature/id/44327/title/No_brainer_behavior" target="_blank">aqui</a>.</p>

<p>Não vejo nada de errado em emprestar termos da ciência animal e adaptá-los à botânica, mas problemas surgem quando atribuímos cognição à elas!</p>

<p>Acontece que como aparentemente as plantas <strong>se comportam</strong> (sim, elas respondem à estimulos do ambiente, crescem em determinadas direções e algumas até se alimentam de animais) já querem atribuir processos cognitivos à elas.</p>

<p>Ora, deve-se tomar cuidado para não mudar o foco de atenção das coisas! Não é porque a planta responde a estímulos ambientais que ela possue processos cognitivos! Então a planta tem mente? Não só a planta, mas os cachorros, as moscas, as minhocas, e as bactérias também? <a href="http://www.youtube.com/watch?v=fpOxgAU5fFQ" target="_blank">Nesse vídeo</a> vemos claramente uma bactéria perseguindo seu alimento, quer dizer que ela age por causa de uma mente ou inteligência?</p>

<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><a href="http://www.flickr.com/photos/salz/513805182/" target="_blank"><img alt="20090701_plants2.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/20090701_plants2.jpg" width="400" height="174" class="mt-image-center" style="text-align: center; display: block; margin: 0 auto 20px;" /></a></span></p>

<p>No campo das ciências naturais, nunca precisamos de termos como mente para explicar os comportamentos: assim como seres inferiores, somos animais respondendo à estimulos do ambiente! A grande diferença dos seres humanos é que somos capazes de descrever <strong>o que</strong> fazemos e <strong>como </strong>fazemos, e essas descrições em si podem servir como novos estímulos para outros comportamentos. Isso não implica que um comportamento tenha originado na "mente" ou no cérebro. O cérebro é só mais um órgão respondendo a estímulos ambientais, assim como o fígado.</p>

<p>E onde fica a mente nisso? No mundo metafísico, junto do Saci Pererê e do Papai Noel. (Ou como Skinner disse, no lado criacionista da psicologia!)</p>

<p><small>Minha inspiração pra esse post foi o <a href="http://www.mindhacks.com/blog/2009/06/plant_psychology.html">MindHacks</a>.</small></p> <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2009/07/a_psicologia_das_plantas.php#commentsArea">Read the comments on this post...</a>]]></description>
         <link>http://feedproxy.google.com/~r/cienciapsi/~3/j5A_gJC5vB4/a_psicologia_das_plantas.php</link>
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         <category>Behaviorismo</category>
         
         <pubDate>Wed, 01 Jul 2009 20:52:02 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>Habilidades Sociais: Dicas de conversação</title>
          <description><![CDATA[<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><img alt="20090624_conversacao.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/20090624_conversacao.jpg" width="320" height="214" class="mt-image-right" style="float: right; margin: 0 0 20px 20px;" /></span>É comum vermos diferentes animais engajarem em vários comportamentos controlados por comida, sexo, ou outros reforçadores relacionados à sobrevivência. Curiosamente, no homem, a <strong>atenção</strong> social é outro reforçador extremamente forte! É incrível o quanto ela pode modelar nosso repertório comportamental. Eu já dei um exemplo drástico disso aqui no blog no tópico "<a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2008/09/lidando-com-criancas-birrentas.php">lidando com crianças birrentas</a>".</p>

<p><strong>Iniciar e manter uma conversação </strong>são duas classes de comportamentos extremamente importantes para qualquer pessoa, mas não é comum refletirmos sobre como o fazemos e como podemos melhorar. Saber alguns "truques" é essencial ao terapeuta, que pode treinar estas habilidades sociais com seus clientes mais fechados, principalmente aqueles muito ansiosos ou com dificuldades em situações sociais.</p>

<p>O blog <a href="http://atitudedehomem.com/" target="_blank">AtitudedeHomem.com</a> me chamou muito a atenção por ser recheado de dicas para melhorar suas relações sociais. Embora o site seja mais focado à rapazes que buscam conhecer e conquistar mulheres (interessante, não?), recentemente o autor postou dois tópicos com o título "Dicas de Conversação" que são aplicáveis a qualquer contexto social, e não só na paquera. Vale muito a pena ler!</p>

<p>Dicas de conversação: <a href="http://atitudedehomem.com/dicas-de-conversacao-parte-1/" target="_blank">Parte 1</a> e <a href="http://atitudedehomem.com/dicas-de-conversacao-parte-2/" target="_blank">Parte 2</a></p> <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2009/06/habilidades_sociais_dicas_de_c.php#commentsArea">Read the comments on this post...</a>]]></description>
         <link>http://feedproxy.google.com/~r/cienciapsi/~3/_q8esZG1o9s/habilidades_sociais_dicas_de_c.php</link>
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         <category>Psicologia</category>
         
         <pubDate>Wed, 24 Jun 2009 19:37:51 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>Autismo e agressividade: existe relação?</title>
          <description><![CDATA[<p>Recebi alguns comentários interessantes após postar o <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2009/06/depoimentos_em_video_sobre_o_a.php">último vídeo sobre autismo</a>: me perguntaram se aquele garoto era realmente autista pois ele parecia calmo demais. Também me enviaram (na verdade minha irmã me enviou) <a href="http://www.salon.com/mwt/feature/2009/03/26/bauer_autism/index.html" target="_blank">este depoimento incrível</a> de uma mãe cujo filho autista, mesmo após receber tratamentos na infância, foi se tornando cada vez mais agressivo. Decidi então discutir estes assuntos neste post, junto com a segunda parte dos vídeos do Princeton Institute.</p>

<p>Estes vídeos, infelizmente, não mostram como os garotos estavam antes da intervenção - o que é uma pena - mas pelo menos mostram alguns procedimentos da <strong>Análise Aplicada do Comportamento</strong> e sua enorme eficácia. Quando olhamos os resultados até parece que o procedimento é simples, mas o trabalho é muito difícil, assim como comentaram no outro post!</p>

<p>Uma destas dificuldades está em identificar o que está <strong>interferindo </strong>e <strong>mantendo </strong>os comportamentos do autista, pois o diagnóstico sozinho não explica quais variáveis controlam os comportamentos-problema e portanto não possibilita um tratamento eficaz.</p>

<p>O problema é que quando falamos em comportamentos, não estamos acostumados a investigar as <strong>variáveis </strong>que os rodeiam (como em que momento ele ocorre, com que pessoa, em qual situação, etc). No texto citado, ela fala muito em ataques de raiva e agressividade que ocorrem "do nada", sem explicar a situação em que ocorreram. Oras, nenhum comportamento vem do nada! Curiosamente, em alguns momentos o texto nos dá pistas do que realmente ocorre com o garoto: em um momento é dito que ele roubava coisas e trocava por favores sexuais, em outro ele dá em cima de uma garota e após ser repreendido, a ataca - estes exemplos já sugerem uma falta de habilidades sociais. Foi também dito que ele teve acompanhamento quando criança, mas e quando adulto? O único citado foi um que ensinava jovens adultos inteligentes (como ele) a fazer calculos de primário - uma vergonha. Em um outro momento ele ainda diz "eu odeio ficar enjaulado", mas por desinformação acabou enjaulado não só fisicamente atrás das grades mas também mentalmente: dopado por diversos medicamentos.</p>

<p>Enfim, o autismo não causa agressividade. Qualquer pessoa pode se tornar agressiva, seja ela autista ou não. Deve-se investigar em cada caso o que estaria mantendo a agressividade, pois, mais uma vez, nenhum comportamento vem do nada!</p>

<p>Agora uma história feliz! Notem como a orientadora ressalta a importância do profissional ir até o ambiente da criança para identificar os comportamentos a serem ensinados, ou seja, identificar os comportamentos, suas variáveis de controle, e possíveis intervenções.</p>

<div style="text-align: center;"><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Gq5bKIuwxzo&hl=pt-br&fs=1&color1=0x2b405b&color2=0x6b8ab6"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Gq5bKIuwxzo&hl=pt-br&fs=1&color1=0x2b405b&color2=0x6b8ab6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></div> <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2009/06/autismo_e_agressividade_existe.php#commentsArea">Read the comments on this post...</a>]]></description>
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         <category>Psicopatologia</category>
         
         <pubDate>Tue, 16 Jun 2009 23:00:51 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>Suas escolhas fazem você</title>
          <description><![CDATA[<p>A claro diz: "Você faz suas escolhas. E suas escolhas fazem você."</p>

<div style="text-align: center;"><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/vi_PA4t76Xo&hl=pt-br&fs=1&rel=0&color1=0x2b405b&color2=0x6b8ab6"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/vi_PA4t76Xo&hl=pt-br&fs=1&rel=0&color1=0x2b405b&color2=0x6b8ab6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></div>

<p><br />
E Skinner disse: "Os homens agem sobre o mundo, modificam-no e, por sua vez, são modificados pelas conseqüências de sua ação."</p>

<p>Tudo a ver, não?!</p> <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2009/06/suas_escolhas_fazem_voce.php#commentsArea">Read the comments on this post...</a>]]></description>
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         <category>Curiosidades</category>
         
         <pubDate>Sun, 14 Jun 2009 16:30:00 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>Mental - Psicopatologia na televisão</title>
          <description><![CDATA[<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><img alt="090609_mental.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/090609_mental.jpg" width="400" height="116" class="mt-image-center" style="text-align: center; display: block; margin: 0 auto 20px;" /></span></p>

<p>A série <a href="http://canalfox.com.br/br/series/mental/" target="_blank">Mental</a> acabou de estrear no canal Fox e tem tudo que eu, como psicólogo, gosto: pessoas com <strong>transtornos mentais</strong> (começando com a esquizofrenia!), crítica ao uso e abuso de medicamentos, aos seus efeitos colaterais, ao método de tratamento tradicional da psiquiatria e pelo visto ainda virão críticas à indústria farmacêutica.</p>

<p>Também percebi uma grande consideração ao <strong>lado humano</strong> dos pacientes, o que é genial! Não é raro ver em instituições os pacientes trancados ou abandonados de um lado e os profissionais em seus "cantinhos especiais", como se os pacientes tivessem alguma doença contagiosa. No seriado o personagem principal, Dr. Jack Gallagher, é claramente contra essa divisão.</p>

<p>Enfim, temos mais uma série disponível na televisão para os profissionais da saúde mental e, claro, os curiosos. Só espero que ela mantenha a qualidade do primeiro episódio! O horário é às quartas, 10 da noite - mais informações <a href="http://canalfox.com.br/br/series/mental/" target="_blank">aqui</a>.</p> <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2009/06/mental_-_psicopatologia_na_tel.php#commentsArea">Read the comments on this post...</a>]]></description>
         <link>http://feedproxy.google.com/~r/cienciapsi/~3/rNhXUlEsQvs/mental_-_psicopatologia_na_tel.php</link>
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         <category>Filmes</category>
         
         <pubDate>Tue, 09 Jun 2009 19:44:27 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>Depoimentos em vídeo sobre o autismo</title>
          <description><![CDATA[<p>Em quase todos os transtornos mentais inúmeras pesquisas procuram uma causa genética ou alteração química responsável no cérebro. E assim como em quase todos os transtornos mentais, ninguém ainda achou essas causas, nem no <strong>autismo</strong>.</p>

<p>Enquanto isso, na Análise do Comportamento, alguns cientistas observam e descrevem princípios de aprendizagem em laboratórios, e outros aplicam estes princípios em outros contextos, como com crianças autistas.</p>

<p>Alguns resultados podem ser vistos em uma série de vídeos que estarei publicando nos próximos dias - são vídeos de divulgação do <a href="http://www.pcdi.org/" target="_blank">Princeton Child Development Institute</a> , um instituto que utiliza a Análise Aplicada do Comportamento com crianças, jovens e adultos autistas.</p>

<div style="text-align: center;"><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JNh0JmVv1WM&hl=pt&fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/JNh0JmVv1WM&hl=pt&fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></div> <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2009/06/depoimentos_em_video_sobre_o_a.php#commentsArea">Read the comments on this post...</a>]]></description>
         <link>http://feedproxy.google.com/~r/cienciapsi/~3/j5eDdYozJyI/depoimentos_em_video_sobre_o_a.php</link>
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         <category>Psicopatologia</category>
         
         <pubDate>Tue, 09 Jun 2009 01:02:12 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>10 maneiras de fazer você e todos ao seu redor se sentirem muito mal.</title>
          <description><![CDATA[<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><img alt="20090527_mauhumor.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/20090527_mauhumor.jpg" width="126" height="180" class="mt-image-right" style="float: right; margin: 0 0 20px 20px;" /></span><strong>1. Transforme pequenos morros em montanhas</strong><br />
	Não importa o quão pequeno seja seu problema, aumente-o até que fique insuportável! Se a impressora emperrou, não é um incômodo, é um <strong>desastre</strong>! Se o carro está com barulho estranho, não é algo que acontece com o uso, é algo que vai custar <strong>uma fortuna pra arrumar</strong>!</p>

<p><strong>2. Viva em função do problema</strong><br />
	Agora que você tem um problema, cuide para que ele tome conta de todos seus pensamentos, até atrapalhar sua relação com os amigos e família. Pense nele e em todos os possíveis problemas decorrentes até não conseguir mais dormir.</p>

<p><strong>3. Se preocupe com coisas que você não pode mudar.</strong><br />
	Já que os problemas que você pode solucionar só nos ocupam por um tempo, é melhor se preocupar com os que não temos absolutamente nenhum controle! Se precisar de ajuda é só ligar o Jornal Nacional.</p>

<p><strong>4. Deixe tudo se acumular.</strong><br />
	Deixe tudo que o estressa se acumular, como contas a pagar e e-mails para responder. Quanto mais você enrolar, mais relutante você vai ficar em resolvê-los.</p>

<p><strong>5. Culpe os outros.</strong><br />
	Nunca tome responsabilidade pelos seus erros. Culpe seus pais, a sociedade, o governo, seu chefe ou sua irmã mais velha. E, claro, não esqueça de dizer a eles de quem é a culpa por sua vida ser tão bagunçada.</p>

<p><strong>6. Se maltrate.</strong><br />
	Sempre dê ouvidos àquela vozinha na cabeça que diz que você é burro e preguiçoso, até você mesmo acreditar nisso. Se culpe por erros de 20 anos atrás e por não ser 100% perfeito.</p>

<p><strong>7. Reclame bastante.</strong><br />
	Quando estiver se sentindo miserável, deixe o mundo saber disso. Reclame com os colegas, com os amigos, reclame do clima, do preço da gasolina, da mídia e do governo. Se toda palavra que sair da sua boca for negativa, você estará fazendo um ótimo trabalho para manter o mau humor.</p>

<p><strong>8. Nunca aceite ajuda.</strong><br />
	Inevitavemente sua reclamação vai fazer alguém te oferecer ajuda. Insista que você não precisa! Mostre que ninguém seria capaz de amenizar seus problemas e que é uma ofensa eles se oferecerem para te ajudar.</p>

<p><strong>9. Siga o caminho de menor resistência.</strong><br />
	Ao ter que fazer uma decisão, busque a de menor resistência. É mais fácil ficar num emprego terrível do que buscar algo melhor. É mais fácil comer fast-food do que cozinhar, então continue até ela afetar seu bolso e sua saúde. Se você se sente desmotivado, o melhor é ficar em casa de pijama jogando videogame. E ainda reclame (ver passos 5 e 6) de nunca conseguir nada direito.</p>

<p><strong>10. Nunca tire folga.</strong><br />
	Continue trabalhando ininterruptamente: a falta de sono contribuirá para seu mau humor. Ria de todos que sugerirem férias e diga a eles como são preguiçosos.</p>

<p>Genial, não? Fonte: <a href="http://www.dumblittleman.com/2009/05/10-ways-to-make-yourself-and-everyone.html" target="_blank">Dumb Little Man</a><br />
	</p> <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2009/05/10_maneiras_de_fazer_voce_e_to.php#commentsArea">Read the comments on this post...</a>]]></description>
         <link>http://feedproxy.google.com/~r/cienciapsi/~3/dr3ZA9uwQ_M/10_maneiras_de_fazer_voce_e_to.php</link>
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         <category>Psicologia</category>
         
         <pubDate>Wed, 27 May 2009 18:58:40 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>1 ano blogando sobre Psicologia!</title>
          <description><![CDATA[<p>Caraca! Este blog fez seu primeiro aniversário <strong>ontem</strong>! Estou pasmo, maravilhado, estupefato! E eu nem comemorei!</p>

<p>Sério, quando comecei não achei que fosse chegar tão longe. Há um ano atrás criei o "<strong>Ciência e Psicologia</strong>" independentemente... era quase um experimento, só queria um canto para discutir melhor os <a href="http://youtube.com/felipefrog" target="_blank">vídeos</a> que posto no Youtube e divulgar um pouco da psicologia científica.</p>

<p>E o experimento parecia estar dando certo: em agosto de 2008 recebi o convite e passei a fazer parte do primeiro condomínio de blogs de ciências do Brasil: o <strong>Lablogatórios</strong>.</p>

<p>Lembro que quando montei meu blog, escolhi o nome genérico "Ciência e Psicologia" pensando "<em>depois eu penso em outro nome, primeiro vamos ver se esse negócio vai pra frente mesmo</em>". E aconteceu que o blog foi pra frente, aliás, todo o Lablogatórios foi: no 17 de março nos transformamos no <strong>Scienceblogs Brasil</strong>. Aproveitei para começar esta nova fase com o novo nome: <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2009/03/isto_e_psicologico.php">Psicológico</a>.</p>

<p>Enfim, muito obrigado aos quase 40 mil visitantes, aos emails, comentários, e, claro, a todos os labrothers! E agora em busca do próximo passo: a dominação mundial!</p> <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2009/05/1_ano_blogando_sobre_psicologi.php#commentsArea">Read the comments on this post...</a>]]></description>
         <link>http://feedproxy.google.com/~r/cienciapsi/~3/ozqyAQw2RPw/1_ano_blogando_sobre_psicologi.php</link>
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         <category>Curiosidades</category>
         
         <pubDate>Tue, 19 May 2009 00:42:57 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>Tempo de Despertar: Oliver Sacks no cinema</title>
          <description><![CDATA[<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><img alt="20090518_awakenings.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/20090518_awakenings.jpg" width="150" height="216" class="mt-image-left" style="float: left; margin: 0 20px 20px 0;" /></span>Procurando filmes sobre esquizofrenia acabei topando com o "<a href="http://www.adorocinema.com/filmes/tempo-de-despertar/tempo-de-despertar.asp" target="_blank">Tempo de Despertar</a>" (Awakenings, 1990), que de esquizofrenia não tem nada, mas é tão legal que mesmo assim quis recomendar aqui. Basicamente ele conta a história da entrada do neurologista Malcolm Sayer (personagem baseado no <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Oliver_Sacks" target="_blank">Oliver Sacks</a>) em uma instituição de doentes mentais e a revolução que causou ao tratar certos pacientes catatônicos com a L-DOPA. Sério, é muito emocionante, de dar lágrimas nos olhos!</p>

<p>Na verdade os pacientes eram os sobreviventes de uma epidemia de <strong>encefalite letárgica</strong> que os deixou quase completamente paralizados, ou catatônicos. Com a L-DOPA o neurologista Oliver Sacks conseguiu "despertá-los" por um tempo: os pacientes voltaram a interagir, falar, andar, mas infelizmente nem todos continuaram com estes resultados por mais de poucos meses.</p>

<div style="text-align: center;"><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/FURflBxeTyI&hl=pt-br&fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/FURflBxeTyI&hl=pt-br&fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></div>

<p><br />
No livro homônimo que deu origem ao filme, Oliver Sacks detalha 20 destes casos (ainda estou no 1°) e a passagem que mais me chamou a atenção até agora foi:</p>

<blockquote>"As <strong>coerções</strong> das instituições fazem aparecer e agravam as coerções dos internos: deste modo, pode-se observar, com uma clareza sem par, como a <strong>repressão</strong> no Mount Carnel agravou as tendências neuróticas e parkinsonianas nos pacientes pós-encefalíticos; também se pode observar, com idêntica clareza, como os "bons" aspectos do Mount Carmel - sua simpatia e humanidade - reduziram os sintomas neuróticos e parkinsonianos."</blockquote>

<p>Ele ainda cita um outro hospital da época, o Highlands Hospital, que possuía uma maior área livre, atenção dedicada e uma atmosfera mais livre e dedicada: como resultado, seus pacientes costumavam ser mais alegres e hiperativos, em contraste com os do Mount Carmel, que eram estáticos, sérios ou retraídos.</p>

<p>É óbvio que o ambiente influencia o comportamento da pessoa, seja ela completamente saudável ou com algum grave distúrbio neurológico. E ainda assim, até hoje, são pouquíssimas as instituições que tratam seus pacientes de forma humanizada. Já que acabei entrando no assunto, hoje 18 de maio, é o <strong>Dia Nacional da Luta Antimanicomial</strong>! Veja se tem algum evento na sua cidade <a href="http://www.pol.org.br/pol/cms/pol/noticias/noticia_090515_001.html" target="_blank">aqui</a>. Enquanto isso, eu assistirei mais uma vez o "<a href="http://www.youtube.com/watch?v=34z1o5vVWCw" target="_blank">Um Estranho no Ninho</a>".</p> <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2009/05/sobre_o_filme_tempo_de_despert.php#commentsArea">Read the comments on this post...</a>]]></description>
         <link>http://feedproxy.google.com/~r/cienciapsi/~3/GxrmvAkKp70/sobre_o_filme_tempo_de_despert.php</link>
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         <category>Filmes</category>
         
         <pubDate>Mon, 18 May 2009 22:56:02 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>A Esquizofrenia em Caminho das Índias</title>
          <description><![CDATA[<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><img alt="20090506_gagliasso.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/20090506_gagliasso.jpg" width="150" height="225" class="mt-image-right" style="float: right; margin: 0 0 20px 20px;" /></span>Acho muito legal o trabalho que a novela <strong>Caminho das Índias</strong> têm feito na divulgação das doenças mentais. Querendo ou não, este é um meio de comunicação de enorme alcance e, de tanto comentarem, me rendi e também passei a assistir a novela. Achei  tanto o psiquiatra (Stênio Garcia) quanto o Tarso (Bruno Gagliasso) personagens muito legais. Depois que eu tiver assistido mais cenas poderei comentar mais sobre eles, mas por enquanto já posso falar um pouco da esquizofrenia e do que eu tenho visto.</p>

<p>A esquizofrenia é um transtorno comportamental que envolve padrões de compotamento como delírios, aluncionações, isolamento social, entre outros. Já vi gente reclamar que a novela tem "simplificado demais" a esquizofrenia, que é muito mais do que o que está sendo mostrado, que é uma doença grave e que a novela não estaria a levando a sério. Pelo que percebi isto não é verdade, estas críticas podem estar ocorrendo pela ênfase que a novela está dando (corretamente) aos fatores sociais.</p>

<p>Acontece que, embora existam pesquisas sendo feitas e pistas sendo seguidas, até hoje <strong>ninguém sabe</strong> de onde vem a esquizofrenia, nem nunca foi encontrada nenhuma base genética ou alteração neuroquímica que cause esta condição com 100% de certeza. E mesmo que estes fatores influenciem, a pessoa nunca desenvolverá a esquizofrenia sem os <strong>fatores estressores</strong>. E estes fatores estão <strong>sempre no ambiente</strong>.</p>

<p>E quando eu digo ambiente me refiro ao <strong>físico, histórico e social</strong>. Alguns exemplos podem ser mudar de cidade, de escola, um trabalho novo, a morte de alguém próximo, o fim de um relacionamento, enfim, inúmeras situações podem ou não ser estressoras dependendo da pessoa e sua história de vida. Isso só é descoberto através de uma entrevista clínica.</p>

<p>E nem sempre esta é uma condição debilitante: é só assistir ao filme <a name="_blank" id="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Beautiful_Mind">Uma Mente Brilhante</a>, que mostra o famoso matemático John Nash que, mesmo sendo esquizofrênico, recebeu o prêmio Nobel.</p>

<p>Enquanto vou assistindo a novela, também acompanharei o blog do ator Bruno Gagliasso (<a name="_blank" id="_blank" href="http://gagliassoblog.com/">http://gagliassoblog.com/</a>), que têm focado este assunto.</p> <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2009/05/esquizofrenia_em_caminho_das_i.php#commentsArea">Read the comments on this post...</a>]]></description>
         <link>http://feedproxy.google.com/~r/cienciapsi/~3/0TZE8McUqNQ/esquizofrenia_em_caminho_das_i.php</link>
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         <category>Psicopatologia</category>
         
         <pubDate>Wed, 06 May 2009 19:48:56 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>Walden Três: Ficção científica para Analistas do Comportamento</title>
          <description><![CDATA[<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><img alt="20090505_walden3.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/20090505_walden3.jpg" width="120" height="181" class="mt-image-left" style="float: left; margin: 0 20px 20px 0;" /></span>Geralmente os livros de ficção científica trazem temas mais relacionados a física ou a biologia, como viagens interestelares, robôs humanóides e outras tecnologias avançadas, mas raramente dão ênfase às ciências humanas. O <strong>Walden Três</strong>, de <a href="http://www.rubenardila.netfirms.com/english.htm" target="_blank">Rubén Ardila</a>, enfoca justamente este aspecto.</p>

<p>Imagine juntar 10 dos melhores analistas do comportamento possíveis como Keller, Holland, Ulrich, Staats, Ayllon e programar uma sociedade embasada nos princípios da análise do comportamento, controlando todo o ambiente (e assim todo o <strong>comportamento</strong>) fazendo com que seus habitantes sejam felizes, produtivos, livres de analfabetismo, delinquência e, claro, controle coercitivo.</p>

<p>É o sonho de qualquer Behaviorista, e é o que Rubén imaginou neste livro. Enquanto a comunidade Walden II de Skinner envolvia aproximadamente 1.000 habitantes, o "Novo Mundo" de Rubén é um país todo: o Panamá de 1979.</p>

<p>Em cada capítulo Rubén fala sobre um aspecto diferente da comunidade, explicando as mudanças aplicadas, e realmente elas têm muito a ver com a AC. Estas mudanças incluem a infância, o calendário, o trabalho, a educação, o exército e a polícia, a nova estrutura familiar, escola e sociedade, a ecologia, entre outros. Eu achei que às vezes o texto se volta tanto para a ciência e análise do comportamento que a gente até esquece que está lendo uma história e não um livro didático, mas pelo menos estes assuntos são bem abordados.</p>

<p>Confesso que nunca li Walden II até o final (interessante mas meio monótono, não?), mas o Três me deixou bastante satisfeito. Recomendadíssimo para todos profissionais e aspirantes a Analistas do Comportamento.</p>

<p>Não sei o que um leigo acharia do livro. Vou fazer esse experimento, emprestarei para alguém e quando tiver algum resultado interessante posto aqui!</p>

<p>(A versão brasileira é distribuída pela <a href="http://www.esetec.com.br/">ESETec</a>, mas não o vi a venda no site deles. Como assim ESETec?)</p> <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2009/05/walden_tres_ficcao_cientifica.php#commentsArea">Read the comments on this post...</a>]]></description>
         <link>http://feedproxy.google.com/~r/cienciapsi/~3/XPNLAjyVgAA/walden_tres_ficcao_cientifica.php</link>
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         <category>Livros</category>
         
         <pubDate>Tue, 05 May 2009 19:06:55 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>II Seminário Internacional de Habilidades Sociais</title>
          <description><![CDATA[<p>Não costumo divulgar eventos em que não vou participar ativamente, mas vou abrir excessão pra este aqui:</p>

<p><strong>II SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE HABILIDADES SOCIAIS</strong><br />
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO<br />
4 E 5 DE JUNHO DE 2009</p>

<p>Vários palestrantes interessantes estarão presentes, como Almir Del Prette & Zilda Del Prette, mas o que realmente chamou minha atenção foi <strong>Vicente Caballo</strong>! Os livros dele são referências para todos que queiram trabalhar com tratamento de psicopatologias na Terapia Comportamental.</p>

<p>As inscrições de trabalhos já se encerraram, mas as de participação ainda não, veremos se dá pra eu ir, afinal de contas, Rio de Janeiro a gente faz um esforcinho extra, né? Para mais informações só clicar na imagem:</p>

<center><a href="http://www.cepuerj.uerj.br/eventos/habilidades/habilidades.htm" target="_blank"><img src="http://www.cepuerj.uerj.br/eventos/habilidades/Eliane%20Falconi.jpg"></a></center>
 <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2009/04/ii_seminario_internacional_de.php#commentsArea">Read the comments on this post...</a>]]></description>
         <link>http://feedproxy.google.com/~r/cienciapsi/~3/aB-TlLxqxfM/ii_seminario_internacional_de.php</link>
         <guid isPermaLink="false">http://scienceblogs.com.br/psicologico/2009/04/ii_seminario_internacional_de.php</guid>
         <category>Eventos</category>
         
         <pubDate>Mon, 27 Apr 2009 12:47:24 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>Thomas Szasz entrevistado sobre a psiquiatria</title>
          <description><![CDATA[<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><img alt="20090422_szasz.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/20090422_szasz.jpg" width="154" height="220" class="mt-image-left" style="float: left; margin: 0 20px 20px 0;" /></span>O site australiano <a href="http://www.abc.net.au/rn/allinthemind/" target="_blank">All in the Mind</a> realizou este mês uma extensa (e muito interessante) entrevista com o Dr. <strong>Thomas Szasz</strong>. Ele pode não ser tão conhecido entre as pessoas fora da psiquiatria, mas já escreveu 33 livros como "<em>O Mito da Doença Mental</em>", "<em>A Fabricação da Loucura</em>" e "<em>Esquizofrenia: O Símbolo Sagrado da Psiquiatria</em>", é considerado por muitos um dos "cabeças" do movimento da reforma psiquiátrica nos Estados Unidos e é, além de tudo, <strong>psiquiatra</strong> e professor na State University of New York!</p>

<p>A visão de Szasz é bastante controversa, e alguns até o consideram muito radical, mas seus livros certamente dão muito o que pensar e ele levanta bons questionamentos como a <strong>inexistência da mente</strong>, das <strong>doenças mentais</strong> como algo físico e do <strong>excesso de prescrições medicamentosas</strong> para problemas comportamentais. Assuntos que eu tentarei aprofundar nos próximos posts.</p>

<p>Por enquanto, vou traduzir alguns trechos que mais me chamaram a atenção:</p>

<blockquote><em>"Thomas Szasz: A palavra chave é comportamental, é por isso que os psiquiatras frequentemente chamam um transtorno mental de transtorno comportamental. <strong>Mas o comportamento não é uma doença, não pode ser uma doença, apenas o corpo pode ter uma doença.</strong>"

<p>"Thomas Szasz: Como pode a depressão ser diferente da tristeza? Depressão é se sentir mal, sentir fatigado, com falta de esperança, sem ajuda - e são os sentimentos normais de alguém que se encontra em uma situação de vida muito ruim, que de repende perdeu seu dinheiro ou ficou doente, ou tipicamente é um sentimento comum em idosos. Se você vai a um asilo e olha em volta, é um lugar deprimente, e o que é deprimente no lugar é que é todo mundo depressivo."</em></blockquote></p>

<p>Questionado quanto aos medicamentos e sua eficácia, Szasz diz:</p>

<blockquote><em>Thomas Szasz: Não vejo dificuldade em explicar isso. O comportamento humano, seja normal ou anormal não acontece no vácuo, obviamente ele é mediado pelo modo como o corpo e cérebro da pessoa funciona, e o fato de substâncias químicas afetarem o cérebro em instituições mentais não é mais misterioso do que cerveja, álcool ou outros tipos de bebida afetarem pessoas normais. Elas vão pra casa após um dia de trabalho, se sentem cansadas e deprimidas e tomam alguma bebida e se sentem melhor. <strong>Isto não quer dizer que elas estavam doentes antes.</strong> Podemos tomar vários tipos de substâncias químicas que afetam nosso comportamento. Isso de maneira alguma prova que o estado anterior era um estado de doença médica.</em></blockquote>

<p>Desnecessário dizer, recomendo a entrevista a todos os profissionais da área da saúde!</p>

<p>Entrevista com Thomas Szasz: <a href="http://www.abc.net.au/rn/allinthemind/stories/2009/2530830.htm#transcript" target="_blank">Parte 1</a> e <a href="http://www.abc.net.au/rn/allinthemind/stories/2009/2536966.htm#transcript" target="_blank">Parte 2</a><br />
(Pode-se ouvir a entrevista clicando em "Listen Now" no <a href="http://www.abc.net.au/rn/allinthemind/" target="_blank">site principal</a>, ou fazer o download do mesmo clicando em "Download Now")</p>

<p>Ah, para quem ainda não viu, também recomendo MUITO este vídeo, do próprio Szasz:</p>

<div style="text-align: center;"><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/uE0mysIHvvg&hl=pt-br&fs=1&color1=0x2b405b&color2=0x6b8ab6"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/uE0mysIHvvg&hl=pt-br&fs=1&color1=0x2b405b&color2=0x6b8ab6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></div> <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2009/04/thomas_szasz_entrevistado_sobr.php#commentsArea">Read the comments on this post...</a>]]></description>
         <link>http://feedproxy.google.com/~r/cienciapsi/~3/93jEm3Whj1s/thomas_szasz_entrevistado_sobr.php</link>
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         <category>Psiquiatria</category>
         
         <pubDate>Wed, 22 Apr 2009 11:48:08 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>Psicologia: Deus não é suficiente?</title>
          <description><![CDATA[<p>Não sei de que igreja isso veio, mas que coisa <strong>ridícula</strong>:</p>

<div style="text-align: center;"><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/T-Brge1vyuA&hl=pt-br&fs=1&color1=0x2b405b&color2=0x6b8ab6"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/T-Brge1vyuA&hl=pt-br&fs=1&color1=0x2b405b&color2=0x6b8ab6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></div>

<p>Tão absurdo que nem sei por onde começar a comentar!</p>

<p>Basicamente, ele começa dizendo que:</p>

<p>1) "Todas (as psicoterapias) são meras especulações sem nenhuma validade científica" (0:33)<br />
2) "Nenhum método específico é mais eficiente que o outro" (0:41)</p>

<p>Eu trabalho com a terapia comportamental, que traz tantos resultados positivos que já criou até <a href="http://www.rebac.unb.br/vol3_1/rebac_baque_2007.pdf" target="_blank">polêmica</a> entre os psicanalistas na França. E estes resultados não vieram a toa! Todas as técnicas utilizadas foram formadas através de resultados experimentais ou então levando em conta processos comportamentais descobertos através de experimentos científicos.</p>

<p>E se a gente não fizesse ciência, isso seria tudo papo furado:</p>

<p><a href="http://seab.envmed.rochester.edu/jaba/index.html" target="_blank">Journal of Applied Behavior Analysis</a><br />
<a href="http://seab.envmed.rochester.edu/jeab/" target="_blank">Journal of the Experimental Analysis of Behavior</a><br />
<a href="http://pepsic.bvs-psi.org.br/scielo.php/script_sci_serial/pid_1414-9893/lng_pt/nrm_iso" target="_blank">Psicologia Ciência e Profissão</a><br />
<a href="http://www.rebac.unb.br/" target="_blank">Revista Brasileira de Análise Experimental do Comportamento</a><br />
<a href="http://revistas.redepsi.com.br/index.php/RBTCC" target="_blank">Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva</a><br />
<a href="http://www.abpmc.org.br/textos/sumarioscompletos.pdf" target="_blank">Sobre Comportamento e Cognição</a></p>

<p>Também é dito no vídeo que temos a <strong>pretensão</strong> de achar que sabemos tudo, e isso é perigoso porque ela é falsa (2:05). Concordo que não sabemos tudo, mas isso é ótimo, pois é o que nos motiva a fazer mais pesquisas!</p>

<p>E no final o vídeo ainda diz "<em>Dada a expressiva influência que (a psicoterapia) tem exercido sobre a Igreja...</em>" (2:59) e eu logo pensei "<em>que influência</em>"? Daí ele me deu a resposta: "<em>...a Bíblia diz que a humanidade não é boa, pelo contrário, todos possuem uma natureza pecaminosa</em>" (3:53). Só posso dizer que, se esta igreja realmente prega isso, então está produzindo vários potenciais clientes para a nossa psicoterapia. Muito obrigado!</p>

<p>* O outro Felipe (do Psicologia dos Psicólogos) também comentou sobre o vídeo: <a href="http://psicologiadospsicologos.blogspot.com/2009/03/psicoterapia-versus-religiao.html" target="_blank">link</a>.</p> <a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2009/04/psicologia_deus_nao_e_suficien.php#commentsArea">Read the comments on this post...</a>]]></description>
         <link>http://feedproxy.google.com/~r/cienciapsi/~3/0kRAXAo-vUE/psicologia_deus_nao_e_suficien.php</link>
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         <category>Behaviorismo</category>
         
         <pubDate>Mon, 13 Apr 2009 20:20:26 -0300</pubDate>
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   </channel>
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