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	<title>Psicológico</title>
	
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	<description>Psicologia e a Ciência do Comportamento Humano</description>
	<lastBuildDate>Wed, 30 May 2012 20:20:01 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Orelhão com formato de cérebro</title>
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		<pubDate>Wed, 30 May 2012 20:17:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Epaminondas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[orelhão]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabei de topar com esse orelhão na rua, tive que tirar uma foto com o celular: Não é incrível? Ele está na Av. Paulista, na esquina com a Rua Pamplona. A obra é da autora Carla P. de Carvalho, intitulada &#8220;O que você tem na cabeça?&#8221;. Pena que alguns vândalos já o estragaram um pouco&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left">Acabei de topar com esse orelhão na rua, tive que tirar uma foto com o celular:</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2012/05/orelhao-formato-de-cerebro/20120530_cerebro/" rel="attachment wp-att-788"><img class="size-full wp-image-788 aligncenter" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/files/2012/05/20120530_cerebro.jpg" alt="" width="545" height="342" /></a></p>
<p style="text-align: left">Não é incrível? Ele está na Av. Paulista, na esquina com a Rua Pamplona. A obra é da autora Carla P. de Carvalho, intitulada &#8220;O que você tem na cabeça?&#8221;. Pena que alguns vândalos já o estragaram um pouco&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>É suborno presentear um bom aluno?</title>
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		<comments>http://scienceblogs.com.br/psicologico/2012/05/presentear-um-bom-aluno-e-suborno/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 May 2012 00:09:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Epaminondas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Behaviorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<description><![CDATA[Imagino que essa dúvida passe pela cabeça de muitos pais e professores: eu posso dar estrelas ou presentes para o bom aluno?  Será que desta maneira eu não estaria &#8220;subornando&#8221; a criança e ensinando ela a se comportar só para ganhar presentes? A resposta é fácil: sim, você pode presentar o bom aluno, mas com certas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Imagino que essa dúvida passe pela cabeça de muitos pais e professores: eu posso dar estrelas ou presentes para o bom aluno?  Será que desta maneira eu não estaria &#8220;subornando&#8221; a criança e ensinando ela a se comportar só para ganhar presentes? A resposta é fácil: sim, você pode presentar o bom aluno, mas com certas ressalvas, que explicarei a seguir.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/files/2012/05/527743_378699978844712_261705443877500_999704_793656752_n.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-779" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/files/2012/05/527743_378699978844712_261705443877500_999704_793656752_n-545x192.jpg" alt="" width="545" height="192" /></a></p>
<p>A criança pode até gostar de ir à escola, mas ela gosta muito mais da hora do recreio e de brincar com os amigos do que de ter que aprender cálculos matemáticos e regras gramaticais. A prática de se &#8220;presentear&#8221; os bons alunos com estrelas, pontos, ou coisa parecida funciona porque isto serve como um incentivo (nos termos da análise do comportamento, serve como um <strong>reforçador arbitrário</strong>).</p>
<p>Este reforço acaba fazendo com que a criança continue estudando e se sinta estimulada. No entanto, no &#8220;mundo real&#8221;, ela não vai ganhar sempre estrela e o pai não terá dinheiro infinito para presenteá-la após todo bom comportamento. É por isso que é necessário que a criança, ao estudar, fique sob controle dos <strong>reforçadores naturais</strong> deste comportamento.</p>
<p>Reforçadores naturais são aqueles naturalmente presentes no ambiente da pessoa. No caso da criança, o reforçamento natural ocorre quando ela consegue ler sozinha um gibi, calcular o dinheiro do lanche, etc. Quanto estes reforçadores passam a fazer efeito, ela não precisa mais dos arbitrários.</p>
<p>Mas isso não vale só para as crianças, mas também para nós: você gosta do seu trabalho ou está somente sob controle de reforçadores arbitrários (como o dinheiro)? Se você não se sente bem no seu dia-a-dia, a resposta pode estar nos reforçadores que o controlam (ou na falta deles)&#8230;</p>
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		<title>4 anos do blog Psicológico</title>
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		<comments>http://scienceblogs.com.br/psicologico/2012/05/4-anos-blog-psicologico/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 May 2012 14:54:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Epaminondas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avisos]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[avisos]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje o blog está completando 4 anos, já entrando na fase fálica! É verdade que não tenho escrevido aqui com a mesma frequência de antigamente, infelizmente não tenho mais tanto tempo livre como já tive antes, mas ainda assim tenho feito o possível pra manter o blog vivo, e espero continuar assim nos próximos anos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje o blog está completando 4 anos, já entrando na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Desenvolvimento_psicossexual" target="_blank">fase fálica</a>!</p>
<p>É verdade que não tenho escrevido aqui com a mesma frequência de antigamente, infelizmente não tenho mais tanto tempo livre como já tive antes, mas ainda assim tenho feito o possível pra manter o blog vivo, e espero continuar assim nos próximos anos.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-770" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/files/2012/05/20120517_skinnerbday.jpg" alt="" width="159" height="300" />Hoje tenho uma média de 1.000 <em>pageviews</em> por dia, de um total de aproximadamente 518.000, o que considero um número bem alto para um blog de ciências. Tenho recebido comentários tanto do público leigo quanto de estudantes e profissionais de psicologia, o que me alegra muito. Todas essas visitas e comentários são extremamente reforçadores pra mim, só tenho a agradecer a todos vocês!</p>
<p>Vou deixar aqui uma lista dos 5 posts mais visitados, lembrando que, caso você queira fazer algum pedido de tema, é só deixar nos comentários!</p>
<ol>
<li><a title="9 dicas para se tornar mais atraente" href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2009/10/9_maneiras_para_se_tornar_mais/" target="_blank">9 dicas para se tornar mais atraente</a></li>
<li><a title="Skinner e a descoberta do condicionamento operante" href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2008/10/skinner-e-a-descoberta-do-condicionamento-operante/" target="_blank">Skinner e a descoberta do condicionamento operante</a></li>
<li><a title="Ritalina: A solução para seus problemas?" href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2009/03/ritalina-a-solucao-para-seus-problemas/" target="_blank">Ritalina: a solução para seus problemas?</a></li>
<li><a title="Como aumentar a serotonina do cérebro sem drogas" href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2012/03/como-aumentar-a-serotonina-do-cerebro-sem-drogas/" target="_blank">Como aumentar a serotonina do cérebro sem drogas</a></li>
<li><a title="Paralisia do sono e sexo com fantasmas" href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2011/02/paralisia_do_sono_e_sexo_com_fantasmas/" target="_blank">Paralisia do sono e sexo com fantasmas</a></li>
</ol>
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		<item>
		<title>Teorias na psicologia: quanto mais complexas melhor?</title>
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		<comments>http://scienceblogs.com.br/psicologico/2012/05/teorias-na-psicologia-quanto-mais-complexas-melhor/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 May 2012 12:25:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Epaminondas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Behaviorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Infelizmente esse quadrinho mostra uma realidade nos cursos de psicologia. Vemos alguns autores que escrevem muito sobre nada e acabam sendo reverenciados, como se ser mais complexo o fizesse ser mais verdadeiro. Acredito que o que falta é conhecimento da ciência em geral: um dos objetivos da ciência é explicar como as coisas funcionam (ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2012/05/teorias-na-psicologia-quanto-mais-complexas-melhor/524499_278947132188352_100002192022532_652482_1996857169_n/" rel="attachment wp-att-756"><img class="aligncenter size-full wp-image-756" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/files/2012/05/524499_278947132188352_100002192022532_652482_1996857169_n.jpg" alt="" width="320" height="288" /></a></p>
<p>Infelizmente esse quadrinho mostra uma realidade nos cursos de psicologia. Vemos alguns autores que escrevem muito sobre nada e acabam sendo reverenciados, como se ser mais complexo o fizesse ser mais verdadeiro.</p>
<p>Acredito que o que falta é conhecimento da ciência em geral: um dos objetivos da ciência é explicar como as coisas funcionam (ou por que as pessoas fazem as coisas que elas fazem) buscando regularidades. Estas regularidades tornam um fenômeno mais fácil de ser compreendido, pois quando conhecemos a lei que o governa podemos prever quando e como este fenômeno ocorrerá novamente, assim como eu sei que  se eu soltar uma bola no ar ela vai cair no chão por causa da lei da gravidade. Isso simplifica as coisas para nós.</p>
<p>Conhecendo as &#8220;leis&#8221; que governam o comportamento humano (como as leis do reflexo, do reforço, da extinção, etc) eu posso, a partir delas, compreender e modificar o comportamento.</p>
<p>Ou seja, a ciência do comportamento simplifica estes fenômenos explicando-os em leis que nos facilitam a compreender e agir sobre as pessoas. E facilita a tal ponto que eu sou capaz de explicá-las para amigos, colegas, clientes, alunos e leitores deste blog &#8211; a ciência deve ser acessível.</p>
<p>Se uma teoria é complexa a ponto de, para eu aprender o básico dela, eu precisar quebrar a cabeça, ler dezenas de livros e confiar mais na autoridade de quem a criou do que nos resultados promovidos por ela, então sinto muito, não é uma boa teoria.</p>
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		<title>“Novela da vida real” – como lidar com um paciente de saúde mental?</title>
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		<comments>http://scienceblogs.com.br/psicologico/2012/05/novela-da-vida-real-como-lidar-um-paciente-de-saude-mental/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 May 2012 04:21:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Epaminondas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Neurociências]]></category>
		<category><![CDATA[Psicopatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Psiquiatria]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[psicopatologia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabaram de me enviar este vídeo de um caso do programa &#8220;Polícia 24 Horas&#8221; que mostra uma mulher bastante confusa em sua casa, denunciada por um vizinho: Eu achei o vídeo interessantíssimo, e, embora uns podem o achar engraçado, a graça passa quando a gente se coloca no lugar da família &#8211; imagine como é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabaram de me enviar este vídeo de um caso do programa &#8220;Polícia 24 Horas&#8221; que mostra uma mulher bastante confusa em sua casa, denunciada por um vizinho:</p>
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/QijbU97UX98?version=3&amp;fs=1&amp;wmode=transparent" width="560" height="340" title="YouTube video player" style="background-color:#000;display:block;margin-bottom:0;max-width:100%;" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><p style="font-size:11px;margin-top:0;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=QijbU97UX98" target="_blank" title="Watch on YouTube">Watch this video on YouTube</a>.</p>
<p>Eu achei o vídeo interessantíssimo, e, embora uns podem o achar engraçado, a graça passa quando a gente se coloca no lugar da família &#8211; imagine como é viver nesta casa. Daí o vizinho diz que ela maltrata os filhos (sem nem imaginar porquê), a mãe diz que ela tem depressão e quando surta fica assim e o policial diz que ela teve cinco depressões pós-parto (???).</p>
<p>Não dá pra gente dizer o que ela tem porque esse é só um pequeníssimo recorte da vida dela, mas um discurso confuso desse não é característico da depressão. De qualquer maneira, dar diagnóstico não é meu objetivo aqui (e nem seria possível).</p>
<p>O que me chamou mais atenção nesse vídeo é algo que pessoas que trabalham em saúde mental vêem com frequência: o despreparo da comunidade em lidar com pessoas com transtornos mentais. A mãe da paciente não sabe dizer ao certo o que a filha tem, não consegue ajudá-la a seguir o tratamento e diz ter dificuldade em lidar com seus surtos. As filhas aparentam estar amedrontadas frente à mãe (talvez por terem sido maltratadas antes) e o policial fala com base em ameaças como <em>&#8220;eu não quero voltar aqui&#8221; e</em> <em>&#8220;você vai perder a guarda dos seus filhos&#8221;</em>. Tudo que uma mãe quer ouvir durante um surto.</p>
<p>Mas o policial não tem culpa, nem a família dela. Não é culpa nossa se temos tão pouco investimento na área da saúde. Menos ainda na área da prevenção, pois uma família treinada para lidar com uma pessoa com um transtorno mental evitaria muitas dores de cabeça e quem sabe até algumas internações.</p>
<p>* tinha acabado de escrever este post e lembrei de alguns relatos de pessoas que trabalham em CAPS, dizendo que a presença em atividades voltadas à família, como palestras e orientações é quase inexistente. <em>Oh well&#8230;</em></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Análise do Comportamento e Psicopatologia</title>
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		<comments>http://scienceblogs.com.br/psicologico/2012/04/analise-do-comportamento-e-psicopatologia/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 16:08:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Epaminondas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Behaviorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Psiquiatria]]></category>
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		<category><![CDATA[vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Este vídeo tem sido compartilhado pela internet e eu o recomendo bastante, tanto para leigos quanto para estudantes de psicologia. Nele a Profª Drª Maura Alves Nunes Gongora (UEL) fala sobre Análise do Comportamento e esclarece algumas dúvidas comuns como: qual a diferença do trabalho do psiquiatra e do psicólogo? Qual o papel da bioquímica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este vídeo tem sido compartilhado pela internet e eu o recomendo bastante, tanto para leigos quanto para estudantes de psicologia. Nele a Profª Drª Maura Alves Nunes Gongora (UEL) fala sobre Análise do Comportamento e esclarece algumas dúvidas comuns como: qual a diferença do trabalho do psiquiatra e do psicólogo? Qual o papel da bioquímica nos nossos comportamentos? Como a Análise do Comportamento explica problemas clínicos?</p>
<p><object width="480" height="360"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/TlHS8_hHnis?version=3&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/TlHS8_hHnis?version=3&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="360"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Como aumentar a serotonina do cérebro sem drogas</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/cienciapsi/~3/Y1zq87C61kk/</link>
		<comments>http://scienceblogs.com.br/psicologico/2012/03/como-aumentar-a-serotonina-do-cerebro-sem-drogas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 17:23:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Epaminondas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Neurociências]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[serotonina]]></category>

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		<description><![CDATA[A serotonina é uma das principais substâncias químicas presentes em nosso cérebro. Sabemos hoje que ela tem um papel importante na regulação do humor e por isso o tratamento farmacológico para a depressão e outros transtornos psicológicos costuma envolver modificar os níveis serotoninérgicos. Mas não seria melhor para nós prevenir a depressão do que esperar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A serotonina é uma das principais substâncias químicas presentes em nosso cérebro. Sabemos hoje que ela tem um papel importante na regulação do humor e por isso o tratamento farmacológico para a depressão e outros transtornos psicológicos costuma envolver modificar os níveis serotoninérgicos.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://neuroskeptic.blogspot.com.br/2010/03/life-without-serotonin.html" target="_blank"><img class="aligncenter  wp-image-667" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/files/2012/03/20120327_serotonina.jpg" alt="" width="240" height="150" /></a></p>
<p>Mas não seria melhor para nós prevenir a depressão do que esperar chegar ao fundo do poço para começar um tratamento? Enquanto não temos vacinas ou medicamentos preventivos, existem algumas atividades que parecem aumentar os níveis de serotonina no nosso cérebro:</p>
<ol>
<li><strong>Pensar positivo -</strong> Estudos estão sendo feitos para verificar como nossos pensamentos influenciam o metabolismo do nosso cérebro. No entanto, não é novidade que a psicoterapia, por exemplo, pode alterar este metabolismo. Tente ver o lado bom das coisas (e pessoas) ao seu redor e não focar somente nos problemas.</li>
<li><strong>Sair de casa -</strong> Se expor à luz do sol pode fazer nosso corpo produzir mais serotonina. Curiosamente, em análises <em>post mortem</em>, os níveis de serotonina de pessoas que morreram no verão costumam ser maiores dos que os que morreram no inverno. Sair de casa também acaba sendo uma boa oportunidade para se engajar em novas atividades e conhecer mais pessoas.</li>
<li><strong>Praticar exercícios físicos -</strong> Sabe-se que praticar exercícios regularmente tem um efeito antidepressivo e ansiolítico. Os melhores resultados são vistos quando a pessoa está acostumada a fazer exercícios aeróbicos, ou seja, os resultados não vêm da noite para o dia.</li>
<li><strong>Mudar sua dieta -</strong> Algumas substâncias podem melhorar o nosso humor no dia-a-dia, como o triptofano e a α-Lactoalbumina (presente no leite). Além disso, uma boa alimentação poderá te fazer se sentir melhor e melhorar a autoestima.</li>
</ol>
<div><a href="http://www.flickr.com/photos/seandreilinger/126872410/" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-668" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/files/2012/03/20120327_ser_exercicio.jpg" alt="" width="400" height="242" /></a></div>
<p><BR><br />
Essas dicas não são novas, mas acho legal ver um artigo sério demonstrando estas afirmações através de referências científicas. Costumo sempre dizer que nenhum comportamento vem &#8220;do nada&#8221;, portanto, se a pessoa está deprimida ou simplesmente um pouco triste, é importante rever os aspectos do seu dia-a-dia para encontrar as fontes dessa tristeza. Ninguém consegue mudar o que sente sem mudar o que faz.</p>
<p><span style="float: left;padding: 5px"><a href="http://www.researchblogging.org"><img style="border: 0" src="http://www.researchblogging.org/public/citation_icons/rb2_large_gray.png" alt="ResearchBlogging.org" /></a></span><span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;rft.jtitle=Journal+of+psychiatry+%26+neuroscience+%3A+JPN&amp;rft_id=info%3Apmid%2F18043762&amp;rfr_id=info%3Asid%2Fresearchblogging.org&amp;rft.atitle=How+to+increase+serotonin+in+the+human+brain+without+drugs.&amp;rft.issn=1180-4882&amp;rft.date=2007&amp;rft.volume=32&amp;rft.issue=6&amp;rft.spage=394&amp;rft.epage=9&amp;rft.artnum=&amp;rft.au=Young+SN&amp;rfe_dat=bpr3.included=1;bpr3.tags=Psychology%2CNeuroscience%2CBehavioral+Neuroscience%2C+Emotion">Young SN (2007). How to increase serotonin in the human brain without drugs. <span style="font-style: italic">Journal of psychiatry &amp; neuroscience : JPN, 32</span> (6), 394-9 PMID: <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18043762" rev="review">18043762</a></span></p>
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		<title>Uma solução para a fobia de agulhas</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 18:17:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Epaminondas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicopatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Psiquiatria]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[fobia]]></category>
		<category><![CDATA[medo]]></category>
		<category><![CDATA[psicopatologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Você sabia que 10% da população mundial tem fobia de agulhas? Eu não estou falando de um simples medo, mas de fobia: a sensação de taquicardia (batimento acelerado do coração), sudorese (suor em excesso) e hiperventilação (respiração acelerada podendo gerar sensação de falta de ar) só de chegar perto de uma agulha. Muitos dizem que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabia que 10% da população mundial tem fobia de agulhas? Eu não estou falando de um simples medo, mas de fobia: a sensação de taquicardia (batimento acelerado do coração), sudorese (suor em excesso) e hiperventilação (respiração acelerada podendo gerar sensação de falta de ar) só de chegar perto de uma agulha. Muitos dizem que preferem morrer a tomar uma injeção (alguns devem ter morrido mesmo por não terem tomado alguma injeção importante).</p>
<p>Embora nossa história de vida modele a pessoa que somos, nunca devemos esquecer que todos nós da espécie humana compartilhamos centenas de milhares de anos de evolução, portanto alguns medos e prazeres são comuns a todos por terem sido importante para a espécie durante a evolução, como o gosto pelo açúcar e o medo de barulhos estranhos na escuridão da noite.</p>
<p><a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2012/03/uma-solucao-para-a-fobia-de-agulhas/20120316_needle/" rel="attachment wp-att-657"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-657" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/files/2012/03/20120316_needle-300x162.jpg" alt="agulha" width="300" height="162" /></a></p>
<p>O tão comum medo de agulhas pode ter parte de sua origem em nossa evolução, em que foi necessário evitar dentes, garras, presas e armas pontiagudas. Em nossa história particular, se tivermos experiências desagradáveis com agulhas esse medo pode se tornar exagerado (fobia) e até se generalizar para outros estímulos associados, como seringas, médicos, jalecos e hospitais.</p>
<p>A terapia comportamental tem um histórico brilhante no tratamento de fobias, com suas técnicas de relaxamento e de dessensibilização. No entanto, estas técnicas podem custar tempo (e dinheiro). Para quem não quer seguir este caminho uma alternativa parece estar próxima: as microagulhas.</p>
<p><a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2012/03/uma-solucao-para-a-fobia-de-agulhas/20120316_microneedles/" rel="attachment wp-att-656"><img class="alignright size-full wp-image-656" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/files/2012/03/20120316_microneedles.jpg" alt="" width="250" height="188" /></a>Com um décimo da largura de um fio de cabelo, a microagulha não atinge os nervos abaixo da pele, portanto não causa dor. Elas se dissolvem na pele e aparentemente ativam o nosso sistema imunológico de maneira mais eficaz que as injeções tradicionais.</p>
<p>Estas microagulhas ainda estão em fase de testes e devem entrar em circulação só daqui a alguns anos e não substituirão todas as injeções (por exemplo, não servem para <a href="http://www.videolog.tv/video.php?id=272653" target="_blank">coletar amostras de sangue</a>), mas já quebram um galhão pra quem tem fobia de agulha.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.cosmosmagazine.com/blog/5379/needle-phobia-hardwired" target="_blank">Cosmos Magazine</a></p>
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		<title>Cérebro humano perde bilhões de neurônios em nova análise</title>
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		<comments>http://scienceblogs.com.br/psicologico/2012/03/cerebro-humano-perde-bilhoes-de-neuronios-em-nova-analise/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 03 Mar 2012 17:57:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Epaminondas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Neurociências]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[neurociências]]></category>
		<category><![CDATA[neurônio]]></category>

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		<description><![CDATA[Nós humanos, sempre nos achando muito especiais, acreditávamos que tínhamos aproximadamente 100 bilhões de neurônios em nosso cérebro. No entanto, uma nova pesquisa liderada por Suzana Herculano-Houzel acabou de diminuir este número para 86 bilhões. 14 bilhões de neurônios a menos pode parecer pouco, mas é o equivalente ao cérebro de um babuíno. &#8220;Para chegar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nós humanos, sempre nos achando muito especiais, acreditávamos que tínhamos aproximadamente 100 bilhões de neurônios em nosso cérebro. No entanto, uma nova pesquisa liderada por <a href="http://www.suzanaherculanohouzel.com/" target="_blank">Suzana Herculano-Houzel</a> acabou de diminuir este número para 86 bilhões.</p>
<p><a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2012/03/cerebro-humano-perde-bilhoes-de-neuronios-em-nova-analise/20120303_brain/" rel="attachment wp-att-642"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-642" src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/files/2012/03/20120303_brain-300x225.jpg" alt="Cérebro humano" width="300" height="225" /></a></p>
<p>14 bilhões de neurônios a menos pode parecer pouco, mas é o equivalente ao cérebro de um babuíno.</p>
<blockquote><p>&#8220;Para chegar a esse número, os pesquisadores utilizaram 4 cérebros de homens com idades de 50, 51, 54 e 71 anos. O método envolveu dissolver as membranas celulares das células nervosas, criando uma mistura homogênea. Pega-se então uma amostra da sopa e conta-se o numero de núcleos celulares neuronais e cria-se uma estimativa para o número total.&#8221;</p></blockquote>
<p>Na verdade, esta diminuição não que dizer que estejamos &#8220;mais burros&#8221;. Quando nos referimos ao cérebro, tamanho não é documento: o cérebro de uma baleia, por exemplo, possui 200 bilhões células nervosas e pesa 9kg.</p>
<p>O que realmente importa é a complexidade do cérebro e a forma como estas células se interagem. Saber que nós humanos somos capazes de fazer tanta coisa como ir até a Lua com 14 bilhões de neurônios a menos do que acreditávamos ter me faz sentir ainda mais inteligente!</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.guardian.co.uk/science/blog/2012/feb/28/how-many-neurons-human-brain" target="_blank">The Guardian</a></p>
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		<title>O nascimento de uma palavra</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Feb 2012 13:43:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Epaminondas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Behaviorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
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		<description><![CDATA[O ser humano, assim como vários outros animais, é especialista em imitar os outros. A imitação é fundamental para a existência de uma cultura, e foi tão importante em nossa evolução que hoje vemos claramente como uns imitam os outros (quem tem filhos ou irmãos mais novos sabe bem do que estou falando). Quando bebês, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ser humano, assim como vários outros animais, é especialista em imitar os outros. A imitação é fundamental para a existência de uma cultura, e foi tão importante em nossa evolução que hoje vemos claramente como uns imitam os outros (quem tem filhos ou irmãos mais novos sabe bem do que estou falando).</p>
<p>Quando bebês, não conseguimos falar nem andar, mas fazemos um grande esforço para imitar nossos modelos, geralmente nossos pais. Nesta tentativa emitimos diferentes comportamentos que podem não chegar perto do comportamento-alvo, mas aí outro processo de aprendizagem entra em campo: a modelagem.</p>
<p><a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2012/02/o-nascimento-de-uma-palavra/20120226_bebe/" rel="attachment wp-att-623"><img src="http://scienceblogs.com.br/psicologico/files/2012/02/20120226_bebe.jpg" alt="" width="400" height="202" class="aligncenter size-full wp-image-623" /></a></p>
<p>O bebê fala &#8220;a-a&#8221;, &#8220;ba-ba&#8221;, &#8220;ga-ga&#8221; e outras sílabas sem sentido, mas quando sem querer ele diz &#8220;ma-ma&#8221; a mãe tem uma reação diferente. Ela sorri e responde &#8220;isso mesmo, mamae!&#8221;, brinca com ele e chama todo mundo para ver a nova palavra que seu filho aprendeu a dizer. Isso é reforçar a resposta de dizer &#8220;mama&#8221;. É a modelagem de comportamento acontecendo.</p>
<p>Isso é o que a teoria diz e nós conseguimos imaginar alguns exemplos a partir do nosso dia-a-dia, mas imagine se pudéssemos ver isso acontecendo na prática. O pesquisador do MIT Deb Roy, pensando nisso, instalou câmeras em toda sua casa e filmou as interações de seu filho bebê por 3 anos seguidos.</p>
<p>Cinco anos depois, ele tem dados incríveis sobre a modelagem do comportamento verbal, como o &#8220;gaga&#8221; de seu filho se transformando em &#8220;water&#8221; e outras palavras. Além disso, seus dados também mostram em que cômodos da casa as palavras mais foram ditas, mostrando o contexto em que elas ocorrem. Genial!</p>
<p>Para entender um pouco mais, recomendo assistir à sua apresentação no <a href="http://www.ted.com/talks/lang/pt-br/deb_roy_the_birth_of_a_word.html" target="_blank">TED</a> (se o vídeo não abrir aqui, clique no link):</p>
<p><object width="526" height="374"><param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"></param><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="bgColor" value="#ffffff"></param><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2011/Blank/DebRoy_2011-320k.mp4&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/DebRoy-2011.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=512&amp;vh=288&amp;ap=0&amp;ti=1092&amp;lang=pt-br&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=deb_roy_the_birth_of_a_word;year=2011;theme=how_we_learn;theme=words_about_words;event=TED2011;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="526" height="374"></embed></object></p>
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