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	<title>Ciensinando</title>
	
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	<description>Educação científica e pensamento crítico</description>
	<lastBuildDate>Wed, 30 May 2012 16:15:28 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Dicas para blogueiros iniciantes e/ou muito ocupados</title>
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		<pubDate>Wed, 30 May 2012 12:14:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Você quer começar um blog, ou já tem um, mas está com dificuldades em conciliá-lo com suas outras atividades acadêmicas? O texto abaixo contém dicas preciosas para ganhar tempo, produtividade e qualidade em seus posts! *** Esse texto é uma tradução autorizada do texto  &#8220;6 blog tips for busy academics&#8221;, escrito pelo Prof. Matt Might da University [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class=" alignright" src="http://3.bp.blogspot.com/-ayBHFFkDLOs/TjQTyrnvm0I/AAAAAAAADEw/LBBDn3DN7Mo/s1600/1780.busy_person.jpeg" alt="" width="269" height="269" /></p>
<p>Você quer começar um blog, ou já tem um, mas está com dificuldades em conciliá-lo com suas outras atividades acadêmicas? O texto abaixo contém dicas preciosas para ganhar tempo, produtividade e qualidade em seus posts!</p>
<p>*** Esse texto é uma tradução autorizada do texto  <strong><em><a href="http://matt.might.net/articles/how-to-blog-as-an-academic/" target="_blank">&#8220;6 blog tips for busy academics&#8221;</a></em></strong>, escrito pelo <strong><a href="http://matt.might.net/" target="_blank">Prof. Matt Might</a></strong> da University of Utah ***</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Eu não tenho tempo”</em> é a pior desculpa para não manter um blog. Sim, é comum eu ouvir isso de colegas da academia. O meu orientador no doutorado perguntou recentemente:</p>
<blockquote><p>“Como você consegue escrever um monte de artigos e pedidos de financiamento, dar suas aulas, orientar seus estudantes, cuidar da sua família e ainda ter tempo para blogar? De onde vem esse tempo?”</p></blockquote>
<p>Incluída nessas questões está a ideia de que blogar necessariamente exige tempo. Se isso fosse verdade, não poderia recomendar a atividade a alunos de doutorado ou quem busca um cargo de professor universitário. O segredo para manter um blog acadêmico com pouco esforço é transformar o ato de escrever em um subproduto de tudo que os acadêmicos normalmente fazem. Por exemplo:</p>
<ul>
<li>Preparando uma palestra interessante? Coloque os pontos que irá discutir – ou seus slides – em um post.</li>
</ul>
<ul>
<li>Escrevendo uma resposta de e-mail detalhada? Adapte o “responder a todos” do e-mail para um “responder ao público” em um post.</li>
</ul>
<ul>
<li>Respondendo uma questão pela segunda vez? Transforme a resposta em um post.</li>
</ul>
<ul>
<li>Adaptando ou testando um novo protocolo, experimento ou atividade similar? Comente em um post.</li>
</ul>
<ul>
<li>Está em casa fazendo alguma coisa bem nerd? Escreva sobre o que aprendeu no processo.</li>
</ul>
<p>Vou deixar as vantagens de se manter um blog acadêmico para outro post. Nesse momento, vou argumentar que esses benefícios não precisam ser muito elevados para compensarem o custo de tempo.</p>
<p>Leia abaixo minhas estratégias para blogar de modo eficiente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DICA 1: palestras/aulas.</strong><br />
Uma das reclamações favoritas de professores novos na academia é que dar aulas é uma perda de seu tempo. A excelência no ensino não garante qualquer crédito para ganhar financiamentos, estabilidade e prestígio na maioria das universidades.</p>
<p>(É claro que, ao contrário, ser um péssimo professor pode acabar com as chances de evoluir na carreira.)</p>
<p>Dar aulas é uma oportunidade de converter suas anotações para a turma em posts e aumentar sua visibilidade como professor. Essa conversão anotações/texto também possibilita retoques que elevam a qualidade do material e, consequentemente, aulas futuras no mesmo tema.</p>
<p>É bastante difícil lecionar uma disciplina sem criar anotações e material para auxiliar nas aulas. Por que não transformar tudo em posts para o seu blog?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DICA 2: “responder ao público”.</strong><br />
Muitos acadêmicos “que não têm tempo de blogar” parecem ter tempo de sobra para escrever respostas para e-mails bastante detalhadas, bem estruturadas e muitas vezes acaloradas. Antes de apertar o botão “enviar”, pergunte a si mesmo: essa resposta deve ser um “responder”, “responder a todos” ou “responder ao público”?</p>
<p>Se você se esforçou para elaborar a resposta, não a desperdice com uns poucos leitores. Compartilhe.</p>
<p>Claro, a atividade de “responder ao público” não é restrita a e-mails. Existem diversas situações em que uma discussão, debate ou questionamento, podem ser compartilhados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DICA 3: conselhos.</strong><br />
Ouço/recebo algumas perguntas numa repetição alarmante. Algumas são:</p>
<ul>
<li>Como é a pós-graduação?</li>
</ul>
<ul>
<li>Quantos anos são necessários para se concluir um doutorado?</li>
</ul>
<ul>
<li>Como entro em uma pós-graduação stricto-sensu?</li>
</ul>
<ul>
<li>Como devo estruturar minha tese?</li>
</ul>
<p>Qualquer pergunta recebida mais de uma vez é candidata a virar post.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DICA 4: desabafos.</strong><br />
Um de meus colegas afirma que a necessidade de desabafar é sua principal razão para postagens. Os blogs são uma maneira de aliviar a tensão de modo seguro, levando em consideração usar a diplomacia apropriada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DICA 5: blog como um arquivo de projetos.</strong><br />
Eu costumava ser ótimo em começar novos projetos, mas péssimo em termina-los. Isso mudou quando eu comecei a postá-los em meu blog. Essa atividade me força a fazer 3 coisas:</p>
<ul>
<li>Melhorar a qualidade da proposta com edições e revisões.</li>
</ul>
<ul>
<li>Comentar os itens da proposta de modo satisfatório.</li>
</ul>
<ul>
<li>Pesquisar se existem maneiras melhores/mais práticas de resolver os problemas.</li>
</ul>
<p>Eu parei de reescrever projetos porque utilizo essa proposta inicial que postei no blog. Ao mesmo tempo, retomei projetos abandonados por meses. Agora, quando começo a pensar em um novo projeto, penso em maneiras de transformar algumas de suas partes em posts.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DICA 6: blog como memória de longo prazo.</strong><br />
Existe um monte de coisas que eu costumava saber, mas acabei esquecendo. Quando me vejo na situação de reaprender alguma coisa, escrevo um post sobre o conteúdo, de modo que não precise passar por esse processo outra vez no futuro.</p>
<p>Eu frequentemente escrevo esse tipo de material como tutoriais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Para terminar, tenho mais algumas dicas para acadêmicos ocupados:</strong></p>
<ul>
<li>Não blogue na véspera de um prazo.</li>
</ul>
<ul>
<li>Não poste tão frequentemente.</li>
</ul>
<ul>
<li>Não se sinta pressionado a postar com regularidade. O Twitter e os RSS podem alertar seus leitores.</li>
</ul>
<ul>
<li>Não gaste muito tempo criando os posts do seu blog. Esse material não precisa ser tão elaborado quanto um documento que você submete à revisão por pares. Às vezes eu nem me dou ao trabalho de fazer a correção ortográfica.</li>
</ul>
<ul>
<li>Crie um “estoque de posts” quando houver tempo livre para escrever. Programe a postagem desses artigos para tempos muito atarefados.</li>
</ul>
<ul>
<li>Não perca tempo compartilhando seus posts em redes sociais. Se você escrever bem outros farão isso para você.</li>
</ul>
<ul>
<li>Não se sinta obrigado a ter comentários em seus posts. Eu recebo muitos contatos construtivos e significativos dos meus leitores por e-mail e twitter.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>*** Esse texto é uma tradução autorizada do texto  <strong><em><a href="http://matt.might.net/articles/how-to-blog-as-an-academic/" target="_blank">&#8220;6 blog tips for busy academics&#8221;</a></em></strong>, escrito pelo <strong><a href="http://matt.might.net/" target="_blank">Prof. Matt Might</a></strong> da University of Utah ***</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Que tal ensinar ciência a seu filho e se divertir no processo?</title>
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		<comments>http://www.ciensinando.com.br/2012/05/ensine-ciencia-a-seu-filho-1/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 May 2012 00:17:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[ensino de ciências]]></category>
		<category><![CDATA[pensamento crítico]]></category>
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		<description><![CDATA[Estava procurando livros interessantes para o blog quando conheci o título &#8220;Ensine ciência a seu filho&#8221;, da JSN Editora Ltda. Contatei a editora para comunicar meu interesse em conhecer o material e fui agradavelmente surpreendido ao recebê-lo dois dias depois. No entanto, já aviso que esse post não é uma resenha pois ainda não o terminei, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1829" class="wp-caption alignright" style="width: 163px"><a href="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2012/05/CAPA-Ensine-Ciencia-ao-seu-Filho-72dpi-RGB.jpg"><img class="size-full wp-image-1829" title="Print" src="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2012/05/CAPA-Ensine-Ciencia-ao-seu-Filho-72dpi-RGB.jpg" alt="" width="153" height="228" /></a><p class="wp-caption-text">Capa (Imagem: JSN Editora Ltda.).</p></div>
<p>Estava procurando livros interessantes para o blog quando conheci o título <em><strong>&#8220;Ensine ciência a seu filho&#8221;</strong></em>, da <strong>JSN Editora Ltda.</strong> Contatei a editora para comunicar meu interesse em conhecer o material e fui agradavelmente surpreendido ao recebê-lo dois dias depois.</p>
<p>No entanto, já aviso que esse post não é uma resenha pois ainda não o terminei, mas posso adiantar que minhas impressões são as melhores! Além de a proposta do livro ter me cativado rapidamente, em meu contato com a editora descobri várias coisas legais envolvendo o título, seu autor, a editora etc.</p>
<p>Alguns desses pontos:</p>
<ul>
<li>O autor é <strong>Michael Shermer</strong>, um importante divulgador de ciência e defensor do pensamento crítico. Ele é fundador e editor chefe da revista <em><strong>Skeptic</strong></em>, dedicada à educação científica e a discutir/desmontar crenças pseudocientíficas, e é colunista da <em><strong>Scientific American</strong></em>.</li>
</ul>
<ul>
<li>A ideia central do livro, pais ensinando ciência aos filhos, foi em grande parte norteada pela própria experiência do autor com sua filha, o que rende momentos ótimos já na introdução aos pais.</li>
</ul>
<ul>
<li>O conteúdo do livro inclui uma série de ideias de experiências que podem ser feitas em casa de modo simples, divertido e capaz de reunir toda a família.</li>
</ul>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 290px"><img class=" " src="http://www.skeptic.com/reading_room/images/Michael_Shermer.jpg" alt="photo of Michael Shermer" width="280" height="147" /><p class="wp-caption-text">Michael Shermer, o autor (Imagem: Skeptic.com).</p></div>
<p>Finalmente, <em><strong>&#8220;Ensine ciência a seu filho&#8221;</strong></em> não é um lançamento isolado, mas o 2º título de um selo chamado <strong>&#8220;Razão e Evolução&#8221;</strong>, criado para disseminar livros de autores ligados ao movimento cético e ao evolucionismo. Existe muita gente boa nesses grupos que produz material excelente de divulgação científica, método científico e pensamento crítico.</p>
<p>Por isso, torço para que esse selo tenha vários frutos e ganhe espaço e reconhecimento do público brasileiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Ficha técnica:</strong></span></p>
<p><strong>&#8220;Ensine ciência a seu filho -  torne a ciência divertida para vocês dois&#8221;</strong> (Michael Shermer, 160 páginas)</p>
<p>Página no site da JSN: <a href="http://jsneditora.com/JSN_Editora/Ensine_ciencia_a_seu_filho.html">http://jsneditora.com/JSN_Editora/Ensine_ciencia_a_seu_filho.html</a></p>
<p>ISBN 978-85-85985-31-8</p>
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		<title>Ciência Musical, volume 1.</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 03:02:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
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		<category><![CDATA[ciência musical]]></category>
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		<category><![CDATA[ciências]]></category>

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		<description><![CDATA[Usar música como apoio à aula não é novidade quando o assunto é Português, Inglês, Literatura ou mesmo História. Um exemplo simples é o estudo do período ditatorial brasileiro, em que é quase um pecado não usar a importância da MPB. Mas por que a mesma premissa não pode ser usada nas aulas de ciências? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Usar música como apoio à aula não é novidade quando o assunto é Português, Inglês, Literatura ou mesmo História. Um exemplo simples é o estudo do período ditatorial brasileiro, em que é quase um pecado não usar a importância da MPB. Mas por que a mesma premissa não pode ser usada nas aulas de ciências?</p>
<div id="attachment_1808" class="wp-caption aligncenter" style="width: 514px"><a href="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2012/05/sciencenmusic.jpg"><img class="size-full wp-image-1808" title="sciencenmusic" src="http://www.ciensinando.com.br/wp-content/uploads/2012/05/sciencenmusic.jpg" alt="" width="504" height="338" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Dancem, cientistas, dancem!&quot; (imagem: Getty Images)</p></div>
<p>Pensando nisso começo a série <em><strong>&#8220;Ciência Musical&#8221;</strong></em>, que trará dicas de músicas ou videoclipes que possam ser utilizados em sala de aula para trabalhar conceitos científicos. Nesse primeiro post vou relembrar a ótima ideia que a <em>Dra. Talita Romanatto</em>, uma grande amiga, teve para sua aula em um ciclo de palestras de biologia para alunos do ensino médio.</p>
<p>Com a aula <em><strong>&#8220;Obesidade e Diabetes Mellitus&#8221;</strong></em> iniciada pelo clipe da música <em>&#8220;Right Here, Right Now</em>&#8220;, do <strong>FatBoy Slim</strong>, ela ganhou a atenção dos alunos. Confiram o motivo no clipe abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/ub747pprmJ8" frameborder="0" width="500" height="369"></iframe><br />
Link para o YouTube: <a href="http://www.ciensinando.com.br/" target="_blank">http://youtu.be/ub747pprmJ8</a></p>
<p>A visão esculachada de evolução das espécies e do ser humano ilustrada pelo artista caiu como uma luva para o assunto a ser discutido. Logo foram estabelecidos links entre o desenvolvimento humano, o sedentarismo decorrente da nossa capacidade de transformar o ambiente e dietas desequilibradas e ricas em gorduras e açúcar.</p>
<p>Daí para conversar sobre a obesidade causada por esse excesso de consumo como um dos fatores mais perigosos no desenvolvimento da diabetes mellitus (conhecida também como diabetes tipo 2) foi bastante fácil. Mais importante: a receptividade dos alunos foi ótima!</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>Tem uma experiência similar que aconteceu em sala de aula ou dica de música para a &#8220;Ciência Musical&#8221;? Compartilhe e deixe sua contribuição nos comentários!</strong></em></p>
<p>PS: o ciclo de palestras mencionado no texto foi idealizado e organizado pelo professor Flávio Rodrigues Grassi, outro grande amigo que na época trabalhava na <em>E.E. Myrthes Therezinha Assad Villela</em>, em Barueri &#8211; SP. Já escrevi sobre esse evento no texto <a title="Derrubando Torres de Marfim – o RNAm vai à Escola!" href="http://scienceblogs.com.br/rnam/2009/12/rnam_vai_a_escola/" rel="bookmark">Derrubando Torres de Marfim – o RNAm vai à Escola!</a>, vale conferir!</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ciensinando/~4/kD7Kpv4Qx2I" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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