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	<description>Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género</description>
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		<title>Ciclo de Webinares CIG-CENJOR &#124; 14 maio</title>
		<link>https://www.cig.gov.pt/2026/05/ciclo-de-webinares-cig-cenjor-14-maio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[António Fogaça]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 21:07:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A CIG e o CENJOR voltam a juntar-se para um novo ciclo de webinares, dedicado às temáticas da igualdade e da não discriminação. Entre abril e novembro, as sessões decorrem ao final da tarde (18h00–19h30), através da plataforma digital Zoom. A moderação das sessões mantém-se a cargo do Cenjor, contando cada webinar com a participação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><a href="https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2026/05/webinar-cig-cenjor-14-maio.png"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-39346" src="https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2026/05/webinar-cig-cenjor-14-maio.png" alt="" width="1040" height="580" srcset="https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2026/05/webinar-cig-cenjor-14-maio.png 1040w, https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2026/05/webinar-cig-cenjor-14-maio-300x167.png 300w, https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2026/05/webinar-cig-cenjor-14-maio-1024x571.png 1024w, https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2026/05/webinar-cig-cenjor-14-maio-768x428.png 768w" sizes="(max-width: 1040px) 100vw, 1040px" /></a></h4>
<h4>A CIG e o CENJOR voltam a juntar-se para um novo ciclo de webinares, dedicado às temáticas da igualdade e da não discriminação.</h4>
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<p>Entre abril e novembro, as sessões decorrem ao final da tarde (18h00–19h30), através da plataforma digital Zoom.</p>
<p>A moderação das sessões mantém-se a cargo do Cenjor, contando cada webinar com a participação de um painel de especialistas.</p>
<p>O arranque desta nova série de atividades associa-se às comemorações dos 50 anos da Constituição da República Portuguesa, promovendo o debate em torno do princípio da igualdade e dos direitos fundamentais de todas as pessoas, sem discriminação, consagrados no artigo 13.º da Constituição.</p>
<p>Programa</p>
<p><b>14 de maio</b><br />
Combate à discriminação em razão da orientação sexual, identidade e expressão de género e características sexuais (OIEC)<br />
<b><i>moderadora:</i> <u><a href="https://www.cenjor.pt/wp-content/uploads/2026/05/web15.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sofia Branco</a></u><br />
<i>oradores:</i> <u><a href="https://www.cenjor.pt/wp-content/uploads/2026/05/web8.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">António Vale</a></u></b>, <u><b><a href="https://www.cenjor.pt/wp-content/uploads/2026/05/web9.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Cristina Ribeiro</a></b></u>, <u><b><a href="https://www.cenjor.pt/wp-content/uploads/2026/05/web10.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Jo Rodrigues</a></b></u></p>
<p><b>18 de junho</b><br />
Combate à violência doméstica e violência de género<br />
<b><i>moderadora:</i> <u><a href="https://www.cenjor.pt/wp-content/uploads/2026/05/web15.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sofia Branco</a></u><br />
<i>oradores:</i> <u><a href="https://www.cenjor.pt/wp-content/uploads/2026/05/web7.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Carolina Esteves Soares</a></u>, <u><a href="https://www.cenjor.pt/wp-content/uploads/2026/05/web12.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clara Pelotte</a></u>, <u><a href="https://www.cenjor.pt/wp-content/uploads/2026/05/web11.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Hugo Silva</a></u></b></p>
<p>A partir de setembro, terão lugar mais três webinares, a divulgar oportunamente.</p>
<p>Estes webinares destinam-se a:</p>
<ul>
<li>Jornalistas e outros profissionais da área da comunicação e dos media;</li>
<li>Estudantes de jornalismo, comunicação social e áreas correlacionadas;</li>
<li>Outros públicos com interesse em temas de igualdade de género, cidadania e comunicação responsável.</li>
</ul>
<p>A participação é gratuita e confere certificado.<br />
Inscrição prévia até à semana anterior à realização de cada webinar.</p>
<p>Para informações adicionais, contactar o Gabinete de Apoio à Formação do Cenjor: Ana Cristina Vieira – tlf.: 218855004 | e-mail: avieira@cenjor.pt</p>
</div>
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</footer>
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		<item>
		<title>Cinemateca dá visibilidade às mulheres pioneiras no cinema português</title>
		<link>https://www.cig.gov.pt/2026/05/cinemateca-da-visibilidade-as-mulheres-pioneiras-no-cinema-portugues/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[António Fogaça]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 15:18:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lusa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lisboa, 08 mai 2026 (Lusa) – A Cinemateca Portuguesa abre no dia 11, em Lisboa, um ciclo que é “um convite à descoberta e à investigação” da obra fílmica de mulheres que trabalharam em Portugal desde os tempos do cinema mudo até aos anos 1960. “Pioneiras do cinema português” é composto por 18 sessões &#8220;dedicadas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Lisboa, 08 mai 2026 (Lusa) – A Cinemateca Portuguesa abre no dia 11, em Lisboa, um ciclo que é<br />
“um convite à descoberta e à investigação” da obra fílmica de mulheres que trabalharam em Portugal desde os tempos do cinema mudo até aos anos 1960. “Pioneiras do cinema português” é composto por 18 sessões &#8220;dedicadas às dezenas de mulheres que, desde o cinema mudo até ao dealbar do Novo Cinema, fizeram filmes em Portugal em várias categorias técnicas e artísticas”, sustenta a Cinemateca Portuguesa no texto de apresentação.</p>
<p>O ciclo está temporalmente balizado entre 1896 – o início do cinema em Portugal – e 1963, considerado o ano do nascimento do Cinema Novo, com o filme “Verdes Anos”, de Paulo Rocha, e de toda uma geração renovada de autores. A partir dessa altura, por via de formações no estrangeiro, de cursos técnicos em Portugal e do Conservatório Nacional, surgiram mais mulheres no panorama do cinema, como Teresa Olga, Margareta Mangs, Noémia Delgado, Solveig Nordlund, Ana Hatherly e Margarida Cordeiro.</p>
<p>A Cinemateca Portuguesa lembra que até 1963 “apenas uma mulher realizou uma longa-metragem<br />
de ficção que tenha estreado comercialmente e cuja realização lhe tenha sido devidamente atribuída”. Foi Bárbara Virgínia, que tinha apenas 22 anos, com o filme “Três dias sem Deus” (1949). Para inverter essa ideia de ausência de mulheres na dimensão técnica e criativa no cinema daquele tempo, a Cinemateca Portuguesa vai incluir “outras formas de trabalhar as imagens em movimento que não a longa-metragem de ficção”.</p>
<p>São incluídos filmes turísticos, documentários institucionais, encomendas e filmes científicos, como por exemplo os filmes etnográficos de Margot Dias e os geográficos de Raquel Soeiro de Brito. Este ciclo pretende “sinalizar um conjunto de nomes e obras sobre os quais há ainda muito que estudar” e alguns vão ser apresentados pela primeira vez na Cinemateca, com novas digitalizações e restauros digitais.</p>
<p>Nesta programação entra, por exemplo, “Os olhos da alma” (1923), filme de Roger Lion e Virgínia de Castro e Almeida (1874-1945), conhecida como escritora infantojuvenil, que desenvolveu “uma importante atividade cinematográfica como produtora e argumentista, mas também realizadora e montadora, ainda que raramente assim tenha sido creditada”. Terá destaque igualmente Amélia Borges Rodrigues (1906-1945), empresária de cinema que trabalhou em realização, produção, montagem e composição musical, estando-lhe atribuídos mais de 50 pequenos documentários paisagísticos.</p>
<p>A Cinemateca vai ainda mostrar filmes amadores feitos por Vera Wang Franco Nogueira (1927-<br />
2018), mulher do Alberto Franco Nogueira, embaixador, ministro e amigo de Salazar. “Totalmente integrada na alta sociedade do Estado Novo, os seus filmes apresentam-nos uma outra faceta sobre as figuras políticas da ditadura”, explica a Cinemateca. A 27 de maio, a geógrafa Raquel Soeiro de Brito, que completou cem anos em dezembro, estará na Cinemateca para comentar alguns dos seus filmes, feitos como cadernos de investigação de campo.</p>
<p>Em diálogo com estes filmes, são ainda apresentados documentários contemporâneos, que abordam a vida e o percurso destas mulheres, como “Margot” (2022), de Catarina Alves Costa, e “Raquel Soeiro de Brito na Casa da Missão” (2021), de Gonçalo Tocha e Sophie Barbara.</p>
<p>SS // MAG<br />
Lusa/fim</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.lusa.pt/article/47068203/cinemateca-d%C3%A1-visibilidade-%C3%A0s-mulheres-pioneiras-no-cinema-portugu%C3%AAs" target="_blank" rel="noopener">LUSA</a></p>
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<p>Se é vítima de violência de género ou conhece alguém que o seja ou corra o risco de o ser, pode contactar a linha nacional de apoio <strong>800 202 148</strong> ou enviar <strong>sms para 3060</strong>. O serviço de informação, gratuito, anónimo e confidencial, funciona 24 horas por dia. Peça apoio. Denuncie.</p>
<p>Este conteúdo é protegido por Direitos de Autor e Direitos Conexos e Direitos de Propriedade Industrial ao abrigo das<br />
leis portuguesas e da União Europeia, não podendo ser utilizado fora das condições admitidas no mesmo. É<br />
expressamente proibido copiar, reproduzir, modificar, exibir, transmitir ou divulgar, por qualquer forma ou para<br />
qualquer fim os conteúdos deste site, sem prévia e devida autorização da LUSA.</p>
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		<title>ENTREVISTA: Romance de Alice Brito sobre três mulheres na ditadura recupera memórias da repressão</title>
		<link>https://www.cig.gov.pt/2026/05/entrevista-romance-de-alice-brito-sobre-tres-mulheres-na-ditadura-recupera-memorias-da-repressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[António Fogaça]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 15:07:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lusa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lisboa, 02 mai 2026 (Lusa) &#8211; A história de três mulheres é o fio condutor de “Perdeu-se relógio de senhora”, novo romance de Alice Brito, que retrata o quotidiano em Portugal sob ditadura, recuperando memórias e expondo a repressão exercida, sobretudo sobre as mulheres. Ao trazer para título da obra uma senha usada clandestinamente, Alice [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Lisboa, 02 mai 2026 (Lusa) &#8211; A história de três mulheres é o fio condutor de “Perdeu-se relógio de senhora”, novo romance de Alice Brito, que retrata o quotidiano em Portugal sob ditadura, recuperando memórias e expondo a repressão exercida, sobretudo sobre as mulheres.</p>
<p>Ao trazer para título da obra uma senha usada clandestinamente, Alice Brito sintetiza aquilo que era uma vida marcada pelo medo e regulada por um conjunto rigoroso de normas destinadas a garantir a segurança. “‘Perdeu-se relógio de senhora’ era a senha que o Partido Comunista utilizava quando alguém era preso. Essa fórmula era posta num jornal (…) e era um aviso à navegação. E eu achei que era um título engraçado e que corresponde, de facto, a uma senha interna do PC. Aquilo depois tinha uma série de procedimentos, que o livro indica, como é que se fazia, o que é que as pessoas tinham de fazer”, contou em entrevista à agência Lusa. Com chancela da Companhia das Letras e chegada às livrarias a 11 de maio, este é o quarto romance da autora e marca a sua estreia nesta editora, que a descreve como “uma voz única, que se eleva em defesa da condição feminina, mas sem proselitismos de qualquer  espécie”.</p>
<p>“Perdeu-se relógio de senhora” passa-se em Portugal nos anos do fascismo e acompanha três mulheres “oriundas de geografias diferentes, estratos sociais, três mulheres completamente diferentes, de idades diferentes”, que, “por circunstâncias várias, se vão encontrar em Lisboa já na década de [19]70, pouco tempo antes do 25 de Abril”, contou Alice Brito. As suas vidas vão-se desvendando, inscritas num tempo com pouca cor, sob o olhar vigilante da polícia política e de uma moral repressiva, num país sob a sombra da guerra colonial e já farto da ditadura.</p>
<p>Por um acaso do destino, estas três mulheres, que tinham tudo para não se cruzar, acabarão a partilhar a mesma casa, um apartamento na Avenida Duque d’Ávila, em Lisboa, e, embora a vida de cada uma tenha seguido um percurso distinto, até ao momento desse acaso, sobre todas elas pesou &#8220;a pata da ditadura&#8221;. Segundo Alice Brito, toda a narrativa e as personagens são ficcionais, embora uma delas<br />
corresponda a uma mulher que existiu na vida real e a quem a autora mudou o nome e criou uma aparência, construindo-a “toda como uma personagem”, mas “o &#8216;esqueleto&#8217;, esse, é real”. A inspiração surgiu a partir de uma prisão ocorrida em Setúbal e que foi identificada no âmbito de uma investigação feita pelo marido, um historiador local, que fez um levantamento dos presos políticos na cidade.</p>
<p>Foi então que surgiu a história de “uma prisão acontecida em Setúbal, exatamente na rua onde eu vivia”, recordou a escritora, que foi então consultar documentação no Conservatório do Registo Civil para reconstituir o percurso de vida dessa pessoa. O arco temporal da narrativa acompanha cada uma daquelas três mulheres, desde o seu nascimento até à queda da ditadura.</p>
<p>“A primeira personagem nasce em 1922, portanto terá 50 e poucos anos quando foi o 25 de Abril. A<br />
segunda é uma personagem que nasce talvez 10 anos depois e a terceira ainda 10 anos depois ou<br />
quase 20 anos depois”, revelou, acrescentando que esta “é a história de cada uma delas”.</p>
<p>O livro centra-se na vivência quotidiana durante o Estado Novo e essa narração prende-se a “como é que as pessoas viviam, de facto: Quais eram os recursos que usavam? O que é que faziam do seu dia-a-dia? Como é que era a ideologia de tudo aquilo? Como é que era vista a virgindade? Como é que eram vistas as pessoas que viviam em união de facto e que não eram casadas? Enfim, como é que eram as leis? Como é que eram os livros das escolas? Como é que eram as escolas? Como é que se vivia e respirava?”.</p>
<p>“Mas é um romance e, portanto, não é um panfleto nem é um ensaio. Tem personagens, tem enredo<br />
e tem um fim que é feliz porque acontece o 25 de Abril”. O foco que a autora põe nas mulheres é assumido, porque estas “eram as principais visadas por uma ideologia asfixiante a todos os níveis, nas normas que tinham de interiorizar, na forma de estar na vida, na falta de liberdade, na obediência que tinham de ter”. “Se tudo isto era uma sociedade repressiva, ela era fundamentalmente ainda mais repressiva em relação às mulheres como todas as ditaduras”.</p>
<p>Advogada e defensora da causa feminista, Alice Brito reconhece a influência da profissão e a forma como esta molda a sua escrita, porque a linguagem de direito veste-lhe “um colete-de-forças” e impede-a de “ir para uma ação falar de paixões ou de sentimentos”, tendo de se cingir aos factos, mas a literatura permite-lhe usar os mesmos factos e experiência humana, com liberdade estilística.</p>
<p>“Têm passado à frente de mim casos que ultrapassam em muito uma realidade romanceada, quer dizer, que se fossem escritos diria que eram improváveis. E, portanto, essa experiência relativamente a relatos que me são feitos de mulheres, o que elas passam, como é que elas vivem, o seu dia-a-dia, as suas relações com o companheiro, ou marido, ou namorado, seja o que for, às vezes salta para dentro do meu romance. Digamos que na subalternidade a que as mulheres são sujeitas, nem nos passa pela cabeça as diferentes formas que isso pode assumir. E, de algum modo, eu tento transcrever isso para o romance”.</p>
<p>Questionada sobre a atualidade e o ressurgimento de discursos extremistas e ultraconservadores, a autora apontou a falta de memória como a principal responsável, considerando que “uma pessoa sem memória é uma pessoa louca, não sabe de onde vem, não sabe para onde vai”. Daí a importância de livros como este, que reavivem a memória “desses dias terríveis”, que contem “a maneira como se vivia”, pois, de alguma forma, “são instrumentos para podermos lutar contra tudo isso”.</p>
<p>“São tempos terríveis, aqueles que vivemos, terríveis a todos os níveis”, com a “emergência dessas forças de extrema-direita que, de uma forma muito despudorada e dizendo coisas inacreditáveis, conseguem angariar votos até por parte dos mais pobres”, lamentou a autora. “Quando alguém vem dizer que eram precisos três Salazares, é porque não viveu no tempo de um só, e isso é uma coisa que me aterroriza, a hipótese de um regresso a tempos como esses que são narrados no livro”, acrescentou.</p>
<p>Alice Brito publicou anteriormente “As mulheres da Fonte Nova” (2012), “O dia em que Estaline encontrou Picasso na biblioteca” (2015) e “A noite passada” (2019). No passado mês de março esteve entre os autores portugueses convidados para a Feira do Livro de Leipzig, na Alemanha, coincidindo com a publicação neste país do seu primeiro romance, “As mulheres da Fonte Nova”.</p>
<p>AL // MAG<br />
Lusa/Fim</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.lusa.pt/article/47024639/entrevista-romance-de-alice-brito-sobre-tr%C3%AAs-mulheres-na-ditadura-recupera-mem%C3%B3rias-da-repress%C3%A3o-c-%C3%A1udio" target="_blank" rel="noopener">LUSA</a></p>
<p><a href="https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2024/04/lusa_logo_big.png"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-34134" src="https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2024/04/lusa_logo_big.png" alt="LUSA" width="246" height="103" /></a></p>
<p>Se é vítima de violência de género ou conhece alguém que o seja ou corra o risco de o ser, pode contactar a linha nacional de apoio <strong>800 202 148</strong> ou enviar <strong>sms para 3060</strong>. O serviço de informação, gratuito, anónim0 e confidencial, funciona 24 horas por dia. Peça apoio. Denuncie.</p>
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		<item>
		<title>ENTREVISTA: Documentário histórico sobre enfermeiras portuguesas na I Guerra Mundial chega ao cinema</title>
		<link>https://www.cig.gov.pt/2026/05/entrevista-documentario-historico-sobre-enfermeiras-portuguesas-na-i-guerra-mundial-chega-ao-cinema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[António Fogaça]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 14:56:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lusa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lisboa, 30 abr 2026 (Lusa) — O documentário “Damas”, da realizadora portuguesa Cláudia Alves, que recupera a história pouco conhecida de mulheres que participaram na Primeira Guerra Mundial, como enfermeiras, e contribuíram para a construção de um hospital em França, estreia-se hoje em Portugal. “Um acaso conduziu-me aos arquivos da Cruz Vermelha Portuguesa, onde encontrei [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Lisboa, 30 abr 2026 (Lusa) — O documentário “Damas”, da realizadora portuguesa Cláudia Alves, que recupera a história pouco conhecida de mulheres que participaram na Primeira Guerra Mundial, como enfermeiras, e contribuíram para a construção de um hospital em França, estreia-se hoje em Portugal.</p>
<p>“Um acaso conduziu-me aos arquivos da Cruz Vermelha Portuguesa, onde encontrei este álbum de fotografias de mulheres portuguesas que foram para a guerra”, relata a realizadora no inicio do filme, enquanto manuseia o álbum, questionando de seguida: “Por que é que na história das guerras só encontramos homens?”. Este foi o ponto de partida para o projeto e surgiu de forma inesperada, quando, em 2018, Cláudia Alves consultava arquivos da Cruz Vermelha Portuguesa no âmbito de outro documentário e encontrou um conjunto de documentos que serviram de base a este filme, contou a realizadora, em entrevista à agência Lusa.</p>
<p>“Damas” cruza material de arquivo, encenação e narração ficcionada para reconstruir a história das chamadas “damas enfermeiras”, um grupo de mulheres da alta sociedade que se voluntariou para prestar cuidados aos feridos e construir de raiz, em plena frente de guerra, um hospital no norte de França, inaugurado a 09 de abril de 1918, no início da Batalha de La Lys. “Foi uma feliz coincidência ter encontrado a história dessas mulheres, que eu não fazia ideia que tinham participado da guerra”, afirmou.</p>
<p>O espólio encontrado no sótão da sede da Cruz Vermelha, às Janelas Verdes, em Lisboa, incluía uma pasta sem catalogação, que guardava intactos cartas, telegramas, plantas de um edifício, fotografias, registos, folhas de serviço e regulamentos das damas enfermeiras que prestaram serviço no Hospital de Ambleteuse, no noroeste de França.</p>
<p>Havia cartas tanto manuscritas como cartas datilografadas, bem como uma série de registos do próprio hospital e cartões de identificação das enfermeiras, acrescentou. Em algumas das cartas sentia-se tensão, queixume e desabafo, noutras o emprego de uma linguagem formal e que testemunhava relações de poder. A partir desse material, Cláudia Alves desenvolveu uma investigação mais  profundada, recorrendo a historiadores, arquivos nacionais e fontes internacionais, incluindo o Imperial War Museum, em Londres, devido à escassez de imagens em Portugal, que &#8220;não tem arquivo fílmico&#8221;.</p>
<p>&#8220;Os arquivos britânicos têm arquivo fílmico com os portugueses (…) Em Portugal existe só da partida deles um pequeno filme, mas de resto não”, explicou. A realizadora contou que uma das primeiras ideias que teve foi encontrar diários destas mulheres, convencida que estava de que eles existiam e poderiam fundamentar melhor &#8220;os sentimentos, o relato dos desejos, mesmo dos desencantos, de alguns desabafos, das dificuldades que elas passaram&#8221;.</p>
<p>“Eu acreditava piamente que ia conseguir e portanto fiz alguma pesquisa genealógica para encontrar os familiares. Nem sempre foi fácil encontrar o percurso até estas famílias”, recordou, especificando: “Eu procurava diários porque eu queria ter um retrato íntimo destas mulheres e não me foi possível encontrar esses relatos”. Por isso, a ausência de diários ou relatos pessoais das enfermeiras, levou Cláudia Alves a construir uma narrativa ficcionada, centrada numa personagem que serve de fio condutor à história.<br />
“O meu trabalho foi pôr-me no lugar de uma delas e unir as várias pontas soltas que eu tinha encontrado”, explicou.</p>
<p>Além da dimensão histórica, o documentário propõe uma reflexão sobre a invisibilidade das mulheres nos relatos da guerra e a sua emancipação, porque “quase tudo o que se sabe sobre a guerra vem através da ‘voz masculina’ e é por isso importante o resgate das vozes destas mulheres”, afirmou.</p>
<p>Sem assumir um discurso direto, a realizadora admite uma leitura simbólica, “uma espécie de metáfora também da luta pela igualdade de género”. “Há alturas em que eu acredito que as ponho até mais à frente do seu tempo do que o que elas estavam. Estou a pensar, quando ela fala das sufragistas, eu não tenho a certeza que ela tenha conhecido de perto a luta destas sufragistas”, exemplificou.</p>
<p>O documentário está dividido em quatro partes, a primeira é uma espécie de introdução em que Cláudia Alves relata o processo, de como encontrou o espólio e teve conhecimento da história destas mulheres, e apresenta a personagem principal, que conduz a história através de um relato na primeira pessoa.</p>
<p>A “Parte I” chama-se “Diário de Portugal” e faz um contexto da época, a “Parte II” intitula-se “Crónicas de Guerra” e centra-se mais em episódios da guerra e na construção do hospital, e finalmente o Epílogo” foca-se no pós-guerra. O projeto, que é uma produção da Ukbar Filmes, começou a ser desenvolvido em 2018, tendo obtido apoio público em 2020, e atravessou várias fases, incluindo um período de dois anos de escrita durante a pandemia e a rodagem e montagem do filme em 2023 e 2024.</p>
<p>A realização enfrentou também limitações orçamentais, nomeadamente na aquisição de imagens de arquivo internacionais, admitiu a realizadora, afirmando que o valor “dos arquivos internacionais, sobretudo os fílmicos&#8221;, é &#8220;muito elevado” e &#8220;chega-se a pagar três mil euros por minuto”. “Damas” estreou-se mundialmente em 2025, no Festival Internacional de Cine en Guadalajara (FICG), no México, e passou pelo laboratório Arché &#8211; Doclisboa &#8211; arrecadando o Prémio de melhor filme em desenvolvimento.</p>
<p>Chega agora às salas portuguesas, após um percurso que, segundo a realizadora, reflete as dificuldades de circulação do documentário. “Acho que há uma saturação de obras e de produção que ficam à porta dos festivais e não chegam ao público em geral”, afirmou.</p>
<p>AL // MAG<br />
Lusa/Fim</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.lusa.pt/article/47017134/entrevista-document%C3%A1rio-hist%C3%B3rico-sobre-enfermeiras-portuguesas-na-i-guerra-mundial-chega-ao-cinema-c-%C3%A1udio" target="_blank" rel="noopener">LUSA</a></p>
<p><a href="https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2024/04/lusa_logo_big.png"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-34134" src="https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2024/04/lusa_logo_big.png" alt="LUSA" width="246" height="103" /></a></p>
<p>Se é vítima de violência de género ou conhece alguém que o seja ou corra o risco de o ser, pode contactar a linha nacional de apoio <strong>800 202 148</strong> ou enviar <strong>sms para 3060</strong>. O serviço de informação, gratuito, anónimo e confidencial, funciona 24 horas por dia. Peça apoio. Denuncie.</p>
<p>Este conteúdo é protegido por Direitos de Autor e Direitos Conexos e Direitos de Propriedade Industrial ao abrigo das leis portuguesas e da União Europeia, não podendo ser utilizado fora das condições admitidas no mesmo. É expressamente proibido copiar, reproduzir, modificar, exibir, transmitir ou divulgar, por qualquer forma ou para qualquer fim os conteúdos deste site, sem prévia e devida autorização da LUSA.</p>
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		<title>ENTREVISTA: Violência doméstica não se combate com agravamento de penas &#8211; Ministra da Justiça</title>
		<link>https://www.cig.gov.pt/2026/05/entrevista-violencia-domestica-nao-se-combate-com-agravamento-de-penas-ministra-da-justica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[António Fogaça]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 14:33:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lusa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cig.gov.pt/?p=39336</guid>

					<description><![CDATA[<p>Lisboa, 27 abr 2026 (Lusa) &#8211; A ministra da Justiça afastou o agravamento das penas e a proibição da suspensão provisória do processo para crimes de violência doméstica como medidas eficazes de combate e de garantia de proteção da vítima. Em entrevista à Lusa, Rita Alarcão Júdice defendeu que é mais importante, no combate aos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Lisboa, 27 abr 2026 (Lusa) &#8211; A ministra da Justiça afastou o agravamento das penas e a proibição da suspensão provisória do processo para crimes de violência doméstica como medidas eficazes de combate e de garantia de proteção da vítima.</p>
<p>Em entrevista à Lusa, Rita Alarcão Júdice defendeu que é mais importante, no combate aos crimes que acontecem em contexto de violência doméstica, garantir uma maior rapidez na ação &#8211; desde que existe uma queixa até ao fim do processo.</p>
<p>A ministra da Justiça vê como mais útil &#8220;a proteção à vítima e um julgamento muito mais próximo, ou tão próximo quanto possível do acontecimento, do que o aumento das penas em si, só por si&#8221; &#8220;Não acho que seja por uma pena ser mais grave que a pessoa deixará de ter determinado comportamento&#8221;, acrescentou, apontando para a irracionalidade que caracteriza estes comportamentos violentos.</p>
<p>Para a responsável pela pasta da Justiça, é mais importante &#8220;que haja eficácia na investigação criminal, concretização no processo e rápida atuação das entidades envolvidas&#8221;, para que as pessoas percebam que o crime não compensa. O agravamento das penas para crimes de violência doméstica &#8220;nem sequer é uma prerrogativa do Governo, será sempre uma prerrogativa do Parlamento, que o pode fazer&#8221;. &#8220;E eu não me oporei&#8221;, acrescentou Rita Alarcão Júdice.</p>
<p>Já em relação a uma possível proibição da suspensão provisória dos processos relacionados com violência doméstica, a ministra da Justiça explicou que não é favorável a proibições, vendo como mais positiva a obrigação de frequentar um programa para agressores de violência doméstica nos casos em que é aplicada a suspensão provisória do processo.</p>
<p>&#8220;Vejo isso como mais positivo, porque nós não sabemos o que se passa e se não houver elementos de prova, mesmo que o processo não seja suspenso, não se vai conseguir condenar ninguém. Há absolvição. E se vamos pôr uma sobrecarga na vítima para fazer prova pode ser contraproducente&#8221;, admitiu a responsável pela pasta da Justiça.</p>
<p>Rita Alarcão Júdice considerou mais eficaz a proposta apresentada pelo Governo, e que está neste momento em análise na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, sobre a utilização das declarações iniciais das vítimas em fase de julgamento.</p>
<p>O objetivo desta alteração é evitar a revitimização, uma vez que, desta forma, as vítimas já não precisam de falar em julgamento, repetindo o que disseram na primeira declaração, que é feita, na maior parte dos casos, no momento da queixa. &#8220;Na verdade, o que nós temos assistido é: no momento em que a vítima tem, por uma circunstância &#8211; ou tem coragem de apresentar queixa, ou é confrontada porque vai ao hospital, vai procurar ajuda e tem esse apoio que lhe permite depois ter um seguimento de apresentação de uma queixa -, nesse momento, a vítima está mais predisposta a falar&#8221;, explicou a responsável pela pasta da Justiça.</p>
<p>&#8220;Nós entendemos que, muitas vezes, a recusa de prestar declarações em momento subsequente está relacionada com o facto de serem vítimas de violência doméstica. São pessoas que estão em relações, muitas delas complexas&#8221;, acrescentou, dizendo ainda que é necessário &#8220;assegurar o combate a este crime sem revitimizar as vítimas, sem que elas tenham que passar vezes suficientes por um processo dramático de prestação de declarações&#8221;.</p>
<p>RCV // FPA<br />
Lusa/Fim</p>
<p>Se é vítima de violência de género ou conhece alguém que o seja ou corra o risco de o ser, pode <strong>contactar</strong> a linha nacional de apoio <strong>800 202 148</strong> ou enviar <strong>sms para 3060</strong>. O serviço de informação,  gratuito, anónimo e confidencial, funciona 24 horas por dia. Peça apoio. Denuncie.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.lusa.pt/article/46991011/entrevista-viol%C3%AAncia-dom%C3%A9stica-n%C3%A3o-se-combate-com-agravamento-de-penas-ministra-da-justi%C3%A7a-c-%C3%A1udio-e-v%C3%ADdeo" target="_blank" rel="noopener">LUSA</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2024/04/lusa_Q.png"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-34143" src="https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2024/04/lusa_Q.png" alt="LUSA" width="250" height="250" srcset="https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2024/04/lusa_Q.png 250w, https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2024/04/lusa_Q-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 250px) 100vw, 250px" /></a></p>
<p>Este conteúdo é protegido por Direitos de Autor e Direitos Conexos e Direitos de Propriedade Industrial ao abrigo das leis portuguesas e da União Europeia, não podendo ser utilizado fora das condições admitidas no mesmo. É expressamente proibido copiar, reproduzir, modificar, exibir, transmitir ou divulgar, por qualquer forma ou para qualquer fim os conteúdos deste site, sem prévia e devida autorização da LUSA.</p>
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		<title>Prémio Viver em Igualdade &#124; Candidaturas abertas</title>
		<link>https://www.cig.gov.pt/2026/05/premio-viver-em-igualdade-candidaturas-abertas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[António Fogaça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 08:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre 11 de maio e 17 de agosto de 2026 decorrem as candidaturas à 8.ª Edição do Prémio Viver em Igualdade – Biénio 2026-2027, que visa distinguir Autarquias reconhecidas como alguns dos melhores locais para viver em igualdade, de acordo com o respetivo Regulamento. O Prémio tem como objetivos distinguir e reconhecer Autarquias com boas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2026/05/site-premio-viver-em-igualdade-2026.png"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-39316" src="https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2026/05/site-premio-viver-em-igualdade-2026.png" alt="" width="1040" height="580" srcset="https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2026/05/site-premio-viver-em-igualdade-2026.png 1040w, https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2026/05/site-premio-viver-em-igualdade-2026-300x167.png 300w, https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2026/05/site-premio-viver-em-igualdade-2026-1024x571.png 1024w, https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2026/05/site-premio-viver-em-igualdade-2026-768x428.png 768w" sizes="(max-width: 1040px) 100vw, 1040px" /></a></p>
<h4>Entre 11 de maio e 17 de agosto de 2026 decorrem as candidaturas à 8.ª Edição do Prémio Viver em Igualdade – Biénio 2026-2027, que visa distinguir Autarquias reconhecidas como alguns dos melhores locais para viver em igualdade, de acordo com o respetivo Regulamento.</h4>
<p>O Prémio tem como objetivos distinguir e reconhecer Autarquias com boas práticas na integração da perspetiva de género na sua governação e no território, no corrente ano e nos dois anos imediatamente anteriores, enquanto agentes de desenvolvimento e entidades privilegiadas para a concretização de medidas e ações que permitam a territorialização e apropriação local dos objetivos da ENIND e dos Planos Nacionais de Ação:</p>
<ul>
<li>Na estrutura e no funcionamento da organização;</li>
<li>No planeamento, implementação, monitorização e avaliação da concretização de medidas e na realização de ações, tanto internamente, como exteriormente.</li>
</ul>
<p>O Prémio consiste na atribuição de um Certificado de Mérito, destinado a ser usado na comunicação da Autarquia durante o biénio relativo à edição do Prémio, atestando o seu reconhecimento entre os melhores locais para viver em igualdade.</p>
<p>As autarquias interessadas devem manifestar o interesse na candidatura ao Prémio até 8 de junho de 2026, através do envio de mensagem para o endereço <a href="mailto:riig@cig.gov.pt" target="_blank" rel="noopener">riig@cig.gov.pt</a>, nos termos previstos no Regulamento.</p>
<p>Após o envio da manifestação de interesse, as <strong>candidaturas deverão ser submetidas em suporte digital</strong> na Plataforma RIIG – Rede de Indicadores para a Igualdade de Género, <strong>até ao dia 17 de agosto</strong> de 2026, através do envio dos modelos Word da Ficha de Inscrição e do Documento da Candidatura, devidamente preenchidos, de acordo com as condições estabelecidas no Regulamento.</p>
<p>Clique para descarregar:</p>
<ul>
<li>O <a href="https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2026/05/Regulamento-8-Edicao-Premio-Viver-em-Igualdade_2026-2027.pdf" target="_blank" rel="noopener">Regulamento</a></li>
<li>A <a href="https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2026/05/Ficha-de-Inscricao_8a-Edicao-Premio-Viver-em-Igualdade_2026-2027.docx" target="_blank" rel="noopener">ficha de inscrição</a></li>
<li>O <a href="https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2026/05/Modelo_Documento-de-Candidatura_8-Edicao-Premio-Viver-em-Igualdade_2026-2027.docx" target="_blank" rel="noopener">modelo do documento de candidatura</a></li>
<li>O <a href="https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2026/05/Aviso-de-abertura_-8a-Edicao-Premio-Viver-em-Igualdade.pdf" target="_blank" rel="noopener">Aviso de abertura</a>, no qual consta o <strong>cronograma</strong></li>
</ul>
<p>Esta é uma iniciativa bienal, promovida pela Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG), no âmbito da Estratégia Nacional para a Igualdade e a Não Discriminação 2018-2030 (ENIND – Portugal + Igual).</p>
<p>Encontra-se concretamente inscrito nos três Planos Nacionais de Ação que definem objetivos estratégicos e específicos em matéria de igualdade entre mulheres e homens (IMH), de prevenção e combate à violência contra as mulheres e à violência doméstica (VMVD) e de combate à discriminação em razão da orientação sexual, identidade e expressão de género e características sexuais (OIEC), podendo ainda contribuir para os objetivos do Plano de Ação para a Prevenção e o Combate ao Tráfico de Seres Humanos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>pessoas 2030 candidaturas abertas banner</title>
		<link>https://www.cig.gov.pt/2026/05/pessoas-2030-candidaturas-abertas-banner/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[António Fogaça]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 13:52:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Campanhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>The post <a rel="nofollow" href="https://www.cig.gov.pt/2026/05/pessoas-2030-candidaturas-abertas-banner/">pessoas 2030 candidaturas abertas banner</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://www.cig.gov.pt">CIG</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2026/05/pessoas-2030-candidaturas-abertas-banner.png"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-39311" src="https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2026/05/pessoas-2030-candidaturas-abertas-banner.png" alt="" width="1140" height="360" srcset="https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2026/05/pessoas-2030-candidaturas-abertas-banner.png 1140w, https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2026/05/pessoas-2030-candidaturas-abertas-banner-300x95.png 300w, https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2026/05/pessoas-2030-candidaturas-abertas-banner-1024x323.png 1024w, https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2026/05/pessoas-2030-candidaturas-abertas-banner-768x243.png 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Apoio técnico e financeiro a ONG que atuam na área da igualdade e não discriminação</title>
		<link>https://www.cig.gov.pt/2026/05/apoio-tecnico-financeiro-ong-igualdade-nao-discriminacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[António Fogaça]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 13:44:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cig.gov.pt/?p=39307</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estão abertas as candidaturas ao Aviso PESSOAS-2026-2, para apoio técnico e financeiro a organizações da sociedade civil que atuam na área da igualdade e não discriminação. Até 3 de junho de 2026, podem candidatar-se ONG, e outras entidades da sociedade civil sem fins lucrativos, que atuem nos domínios da promoção da igualdade entre mulheres e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2025/08/pessoas2030_site.png"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-37709" src="https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2025/08/pessoas2030_site.png" alt="" width="1040" height="580" srcset="https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2025/08/pessoas2030_site.png 1040w, https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2025/08/pessoas2030_site-300x167.png 300w, https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2025/08/pessoas2030_site-1024x571.png 1024w, https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2025/08/pessoas2030_site-768x428.png 768w" sizes="(max-width: 1040px) 100vw, 1040px" /></a></p>
<p>Estão abertas as candidaturas ao Aviso PESSOAS-2026-2, para apoio técnico e financeiro a organizações da sociedade civil que atuam na área da igualdade e não discriminação.</p>
<p>Até 3 de junho de 2026, podem candidatar-se ONG, e outras entidades da sociedade civil sem fins lucrativos, que atuem nos domínios da promoção da igualdade entre mulheres e homens, da prevenção e combate a todas as formas de violência contra as mulheres e violência doméstica, da prevenção e combate à discriminação em razão do sexo, orientação sexual, identidade e expressão de género e caraterísticas sexuais e da prevenção e combate ao tráfico de seres humanos.</p>
<p>Com uma dotação de 4 milhões de euros, o objetivo é financiar ações de sensibilização e/ou informação, ações de avaliação da operação e ações relacionadas com a elaboração e disseminação de materiais técnico pedagógicos e informativos, nas seguintes dimensões:</p>
<ul>
<li><strong>Violência de género e violência doméstica na área digital</strong><br />
As atividades a desenvolver deverão privilegiar a qualificação técnica das respostas especializadas, o reforço dos serviços de apoio a vítimas e a implementação de metodologias operacionais de prevenção adaptadas ao contexto digital.</li>
<li><strong>Violência no namoro</strong><br />
As atividades deverão desenvolver-se prioritariamente com base em programas estruturados de prevenção em contexto escolar e comunitário, capacitação da comunidade educativa e desenvolvimento de instrumentos pedagógicos aplicados, sendo também admitidas operações com previsão de ações de sensibilização autónomas, integradas em plano de sensibilização dos públicos mais relevantes face às temáticas em causa . Deverá igualmente ser considerada a implementação de programas dirigidos a jovens agressores, orientados para responsabilização e prevenção da reincidência, em linha com as orientações europeias em matéria de intervenção com jovens agressores.</li>
<li><strong>Riscos digitais associados ao tráfico de seres humanos</strong>, incluindo aliciamento e recrutamento.<br />
Atividades dirigidas à prevenção e identificação de riscos associados à utilização de meios digitais para aliciamento e recrutamento para fins de tráfico de seres humanos, devendo as candidaturas ser direcionadas para a prevenção primária, a capacitação para deteção precoce e o reforço da articulação interinstitucional, assegurando complementaridade com políticas públicas existentes nesta matéria.</li>
</ul>
<p><a href="https://www.cig.gov.pt/area-pessoas-2030/candidaturas/concursos-a-decorrer/">Mais informações, aqui</a>.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://www.cig.gov.pt/2026/05/apoio-tecnico-financeiro-ong-igualdade-nao-discriminacao/">Apoio técnico e financeiro a ONG que atuam na área da igualdade e não discriminação</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://www.cig.gov.pt">CIG</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lista de Especialistas &#124; Candidaturas abertas</title>
		<link>https://www.cig.gov.pt/2026/05/abertas-candidaturas-lista-especialistas-cig/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[António Fogaça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 18:50:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cig.gov.pt/?p=39286</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Estão abertas as candidaturas à Lista de Especialistas. A Lista de Especialistas em Igualdade e Não Discriminação é uma bolsa constituída por pessoas cujo perfil académico e ou profissional é reconhecido pela Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG), enquanto referencial para prossecução das políticas públicas do âmbito da cidadania, igualdade [&#8230;]</p>
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<p>&nbsp;</p>
<h4>Estão abertas as candidaturas à Lista de Especialistas.</h4>
<p>A Lista de Especialistas em Igualdade e Não Discriminação é uma bolsa constituída por pessoas cujo perfil académico e ou profissional é reconhecido pela Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG), enquanto referencial para prossecução das políticas públicas do âmbito da cidadania, igualdade e não discriminação e visa aumentar a visibilidade da missão desta instituição, bem como promover o conhecimento nas respetivas áreas de atuação e o seu intercâmbio, quer a nível nacional, quer internacional.</p>
<p>São consideradas especialistas, pessoas individuais, cujo perfil académico e ou profissional assim seja reconhecido, por despacho da Presidente da CIG, de acordo com os critérios de valoração ora definidos, nas seguintes áreas específicas:</p>
<ul>
<li>Igualdade entre Mulheres e Homens</li>
<li>Violência contra as mulheres/violência doméstica/violência de género</li>
<li>Práticas Tradicionais Nefastas (ex.: Mutilação Genital Feminina; Casamentos infantis, precoces e/ou forçados)</li>
<li>Orientação Sexual, Identidade e Expressão de Género e Características Sexuais</li>
<li>Tráfico de Seres Humanos</li>
</ul>
<p>As candidaturas são efetuadas em <a href="https://www.gov.pt/servicos/fazer-a-candidatura-a-integracao-na-lista-de-especialistas-em-igualdade-e-nao-discriminacao-da-comissao-para-a-cidadania-e-a-igualdade-de-genero-cig" target="_blank" rel="noopener">formulário próprio, disponível aqui</a>.</p>
<p>Clique, para ver o <a href="https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2026/05/Regulamento-lista-especialistas-e-anexos.pdf" target="_blank" rel="noopener">Regulamento Lista de Especialistas</a>.</p>
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		<title>4º Fórum IDAHOT 2026 &#124; Inscrições abertas</title>
		<link>https://www.cig.gov.pt/2026/05/4o-forum-idahot-2026-inscricoes-abertas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[António Fogaça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 18:12:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este ano, todos os caminhos vão dar a Oeiras, para mais um Fórum que assinala o Dia Internacional contra a Homofobia, a Bifobia e a Transfobia. Em breve divulgaremos o Programa, mas as inscrições já estão abertas e são obrigatórias. O formulário está disponível aqui. No dia 22 de maio, e numa parceria com a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2026/05/Forum-IDAHOT-2026_inscreva-se-2.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-39282" src="https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2026/05/Forum-IDAHOT-2026_inscreva-se-2.jpg" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2026/05/Forum-IDAHOT-2026_inscreva-se-2.jpg 1920w, https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2026/05/Forum-IDAHOT-2026_inscreva-se-2-300x169.jpg 300w, https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2026/05/Forum-IDAHOT-2026_inscreva-se-2-1024x576.jpg 1024w, https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2026/05/Forum-IDAHOT-2026_inscreva-se-2-768x432.jpg 768w, https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2026/05/Forum-IDAHOT-2026_inscreva-se-2-1536x864.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></a></p>
<h4 id="_oikZjDwqMhIRUg" dir="ltr">Este ano, todos os caminhos vão dar a Oeiras, para mais um Fórum que assinala o Dia Internacional contra a Homofobia, a Bifobia e a Transfobia.</h4>
<p id="_nUYUYec5Rg44ka" dir="ltr">Em breve divulgaremos o Programa, mas as inscrições já estão abertas e são obrigatórias.</p>
<p id="_EGApmHPVZlUZbe" dir="ltr">O <a href="https://forms.office.com/e/5CaB2SqPze?origin=lprLink" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">formulário está disponível aqui</a>.</p>
<p id="_DqBIQm9RBWvMLT" dir="ltr">No dia 22 de maio, e numa parceria com a Câmara de Oeiras e o Cenjor, o Templo da Poesia acolhe uma sessão subordinada ao tema &#8220;<strong>Rainbow Connections: da igualdade formal à igualdade vivida. Os standards europeus de direitos humanos nas práticas concretas de serviço público</strong>.&#8221;</p>
<p dir="ltr">O projeto Rainbow Connections foi concebido como uma iniciativa de cooperação internacional orientada para a promoção da inclusão, igualdade e não discriminação de pessoas LGBTI+ no contexto municipal, utilizando as redes de profissionais de ambas as entidades promotoras e a experiência vivida como recursos estratégicos para o desenvolvimento de competências interculturais.</p>
<p dir="ltr">Além da apresentação deste projeto, iremos também <strong>debater o espaço público como fator integrador e inclusivo da população LGBTI+</strong>.</p>
<p dir="ltr">Estão também previstos <strong>dois workshops</strong>, um dedicado ao Projeto Rainbow Connections, dinamizado pelo Município de Oeiras e outro, subordinado à importância da comunicação como fator de inclusão e não discriminação, dinamizado pelo Cenjor.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre o projeto Rainbow Connections</strong></p>
<p dir="ltr">Partindo das boas práticas já existentes na Rede de Cidades Interculturais, o projeto procurou aprofundar a compreensão das realidades LGBTI+ nos contextos institucionais de Oeiras e Leeds, reconhecendo que a existência de quadros legais progressivos não garante, por si só, experiências quotidianas de segurança, dignidade e pertença.</p>
<p dir="ltr">Assim, o projeto assumiu explicitamente a necessidade de criar pontes entre igualdade formal e igualdade vivida, traduzindo princípios europeus de direitos humanos em práticas concretas de serviço público. O desenho do projeto integrou atividades de intercâmbio internacional estruturado, formação experiencial, metodologias participativas, diálogo intercultural e reflexão crítica.</p>
<p dir="ltr">Um dos elementos centrais foi a produção do Manual de Formação em Competências Interculturais LGBTI+, concebido como um recurso pedagógico, técnico e estratégico, aplicável em diferentes contextos legais, institucionais, sociais e culturais, e com um enorme potencial de replicabilidade por outros Municípios.</p>
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