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Literária</category><category>DizQuetes</category><category>Concusos Literários</category><category>Escritores Independentes</category><category>Vida de Escritor</category><category>Antonio Di Benedetto</category><category>Arte</category><category>Projetos Culturais</category><category>Blog Literário</category><category>Máquinas de Livros</category><category>Secretaria do Estado da Cultura</category><category>Fanzines</category><category>Plágio</category><title>Cinco de Outubro</title><description /><link>http://www.cincodeoutubro.com.br/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Fernanda de Aragão e Ramirez)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>99</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/cincodeoutubro" /><feedburner:info 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Fazer um memorial acadêmico. Legal ver o quanto eu mudei nos últimos 14 anos, aquilo que faz sentido e aquilo que deixa de fazer. Reproduzo aqui o texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;INTRODUÇÃO&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://a4.l3-images.myspacecdn.com/images01/60/78dcd6332e1f9a300ace898be36ce4b6/l.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://a4.l3-images.myspacecdn.com/images01/60/78dcd6332e1f9a300ace898be36ce4b6/l.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Lindo dia de Outono&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Natural de São Paulo, a data do meu nascimento, tornou-se bastante representativa no meu décimo segundo aniversário, não propriamente pela comemoração dos meus anos - nem me lembro do sabor do bolo - mas especialmente porque neste dia foi promulgada a Constituição da República Federativa do Brasil.   Não sou uma pessoa famosa ou importante, e o meu ciclo de amizades não aumentou por causa deste acontecimento histórico, como não aumentaria de qualquer jeito, mesmo se as pessoas soubessem qual é o dia que nossa Constituição foi promulgada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Caçula de uma família com mais dois meninos, vim ao mundo sob o signo de libra e sobre a proteção de Vênus. Não sei quando tive conhecimento, mas por informações de minha mãe, e ela deve saber mesmo disso, a primeira parede que devo ter visto na vida foi a da Maternidade do Hospital Nove de Julho em São Paulo. A minha primeira foto, que repousa em um documento de identificação, também foi tirada lá. Isso porque este documento foi feito no mesmo local, e dizia o seguinte: Declaro que às 10:45 hs da manhã do dia 05 de outubro de 1976 foi dada a luz a uma criança do sexo feminino cujo o nome é Fernanda de Aragão e Ramirez ... etc, etc, etc...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira lembrança que tenho da minha infância, é o trenzinho a pilha que meu pai nos deu de presente, a mim e a meus dois irmãos. O trilho pelo qual o trenzinho passava tinha um circuito redondo. Meu irmão caçula e eu sentávamos no centro e ficávamos olhando, olhando, olhando. Também me lembro da lousa que papai comprou para brincarmos. O primeiro uso dela foi para um desenho que o papai fez do cabelo da mamãe. É que minha mãe tem um cabelo que é só dela, inconfundível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na escola fiz muitas coisas: fiz uma ou duas aulas de violão, que só me lembro do violão furado que uma mulher muito gorda me emprestou e de uma musiquinha tradicional que só usava três notas e se chamava A Praça: "A mesma praça, o mesmo banco, as mesmas flores e o mesmo jardim. Tudo era igual, mas estou triste porque não tenho você perto de mim."  Sai do violão e fui fazer balé. Não me lembro quantas aulas eu fiz, mas abandonei logo o barco, porque essa história de pliê não era comigo. Só gastei dinheiro com colante, sapatilha e coisas afins. Depois entrei na Ginástica Olímpica, onde aprendi a fazer avião, ponte, parada de mão na parede, estrela e rodante. Em uma dessas aulas, o professor coordenador de esportes do colégio esticou minhas pernas até doer, depois me elogiou. Saí da Ginástica Olímpica e fui fazer natação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na natação aprendi os três estilos básicos e depois de passar uma vergonha enorme em uma competição, sai.   Também fiz Iniciação Esportiva, com o professor "Maçã". No final de um ano ele me disse que eu tinha mais aptidão para a prática do basquete e do atletismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fui fazer basquete, o que aconteceu por longo tempo. Mas não gostava de competir, acho que é porque tinha medo. Um dia decidi aceitar a escalação do técnico para jogar em um campeonato em Mairiporã. Na hora do jogo fiquei com medo e sumi, não sei por que, já que ganhamos por WO. Não preciso nem dizer que o time ficou com uma raiva tremenda de mim. No outro campeonato fui chamada para jogar novamente, e também aceitei para o desespero inicial do meu time. Desta vez eu entrei na quadra e joguei. E depois do primeiro, vieram muitos outros jogos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já perto dos 14 anos fui fazer um teste para integrar a equipe da capital. Fiquei satisfeita por ter passado no teste, treinei um tempo lá e depois fui praticar atletismo, atividade que vinha levando paralelamente com o basquete. Inicialmente o fiz na escola mesmo, acabei por integrar a equipe do Professor Nélio, no Conjunto Constâncio Vaz Guimarães. Nessa época eu já apresentava problemas no joelho e muitas dores provenientes ao treinamento precoce, terminando na sala de fisioterapia de uma clínica especializada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de meses parada e fazendo tratamento fisioterápico, tentei voltar à prática esportiva, mas não aguentei mais o ritmo dos treinamentos nem as dores no joelho, então resolvi voltar a estudar e fazer Faculdade de Educação Física.    &lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;O VESTIBULAR:  preparação, escolhas, provas e resultados.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Concluí o Segundo Grau na EEPSG Major Arcy, após nela ter ingressado para repetir os estudos correspondente ao Segundo Ano Colegial, abandonado anteriormente quando os realizava no Colégio Arquidiocesano de São Paulo.  Ainda no Terceiro Ano Colegial, matriculei-me em um Cursinho Preparatório para o Vestibular, onde permaneci por dois meses, retornando somente no ano seguinte após ter sido reprovada no vestibular da Universidade de São Paulo. Comecei meus novos e velhos estudos em um cursinho, mas em outubro, um mês antes do início das provas dos vestibulares, fiquei com medo de não estar preparada para ingressar em uma das três universidades que eu almejava (Usp, Unesp e Unicamp), e resolvi fazer outro, mais exigente. Estudei muito nas duas primeiras semanas estimulada com o novo ambiente e com as novas expectativas, depois, novamente, perdi o ritmo e o entusiasmo. Em casa, e eu adorava, estudava um pouco de matemática e, porque também gostava, escrevia bastante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com tantas escolhas para decidir um único futuro, uma certeza: em primeiro lugar eu tentaria a Usp, depois Unesp e a Unicamp. Já me bastaria, mas como fui convencida pelos meus pais e também pelo medo de não estudar no próximo ano, resolvi tentar escolhas mais acessíveis, inclui dois novos campi: a UMC (Universidade de Mogi das Cruzes) e a FMU (Faculdade Metropolitanas Unidas). Depois de ter escolhido os alvos, faltava o mais importante: escolher que curso concorrer a cada uma dessas escolhas. Para isso fiz, aos sábados, um curso de Orientação Vocacional, muito comum hoje em dia. Algumas coisas eu sabia que não queria e a Educação Física ocupava 70% do meu potencial de escolha, o que limitava bastante minhas opções. Mas não era tão simples assim. Eu também tinha interesses em Artes Plásticas, Psicologia e Matemática.  Descartei a Matemática e as Artes Plásticas por se tratarem de um hobby. A Psicologia descartei pela possibilidade de fazê-la posteriormente, ou como curso integral ou em forma de especialização. Então, fiquei com a Educação Física mesmo.  Meu primeiro confronto com as provas foi na UMC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como não queria estudar lá, limitei-me ao mínimo possível e dei razão à preguiça de escrever os longos parágrafos exigidos enquanto resposta. Desisti das provas da FMU, por estar contundida no exame prático. Depois era a vez de encarar a primeira prova da primeira fase do vestibular da Usp, que devido a um bloqueio emocional, fui muito mal. Já sabendo que não conseguiria estudar na universidade mais famosa do país, fiz os outros vestibulares com mais tranqüilidade. Fiz uma boa primeira fase da Unicamp e excelentes provas da Unesp, mas não podia afirmar um resultado eficaz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faltaria ainda a segunda fase da Unicamp, se não fosse a notícia de que todos os concorrentes deveriam refazer as provas da 1ª fase. A notícia não foi agradável, principalmente quando não se agüenta mais a pressão atribuída ao vestibular. Sabendo que minhas opções haviam se diminuído, refiz a prova com calma, o que me garantiu um bom desempenho. Devido ao atraso do vestibular, as provas da segunda fase ficaram próximas do carnaval, aumentando o desgaste. No meio da confusão, fiquei sabendo que havia passado na UMC (o que já garantia a continuidade dos meus estudos) e também que minha vaga na Unesp havia sido confirmada. Então, já satisfeita e cansada, fui fazer as últimas provas (da Unicamp) com a única preocupação de entregá-las rápido para evitar o trânsito das seis horas, saindo das provas assim que era permitido, sem mesmo completá-las.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Curtindo a felicidade de ter passado no vestibular, fui para Rio Claro fazer a matrícula. Aguardei com ansiedade ao início das aulas, o que aconteceu pouco tempo depois confirmando minhas expectativas. Infelizmente, fiquei por lá menos de uma semana, até ler nos jornais meu nome ocupando o primeiro lugar da lista de espera do vestibular da Unicamp, quando me tornei "bixete" da segunda universidade mais famosa do país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;A UNICAMP:  primeiras e últimas impressões.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diferente da Unesp, a nova universidade tinha outras características. Enquanto em Rio Claro as pessoas eram mais amigas e solidárias, isso não acontecia em Campinas. Pelo mesmo motivo, agradeci não ter entrado na Usp.   Criei expectativas pensado a Faculdade diferente do Ensino Médio, principalmente em relação ao comportamento dos alunos, mas logo no primeiro dia de aula, percebi que tudo continuaria igual, só não teria mais minha família por perto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nunca me lembro de ter gostado de estar na Unicamp, mas me encontrei presa a ela como jamais pensei, principalmente depois que passei a dar aulas na escolinha de basquetebol. Pedir transferência para outro lugar limitaria a continuação deste trabalho e implicaria no afastamento de algumas pessoas que tive oportunidade de conhecer. Hoje eu já não sei...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os últimos semestres vêm se tornando cada vez mais insuportáveis, não só pela divisão da grade horária que nos limita enquanto futuro profissionais, mas pela espera da qualidade nos serviços que nos são oferecidos. Com tanta coisa para aprender com a experiência de vida, viver um curso teórico e limitador, é levantar as mãos para o céu.  Se fosse relatar o que achei de cada disciplina, retornaria ao final de cada semestre e reescreveria minhas críticas, o que causaria uma grande sensação de tempo perdido. Todas as matérias foram aproveitas de acordo com as potencialidades oferecidas. Algumas foram boas e outras não tão eficientes assim, como alguns professores foram merecedores de atenção e outros não. De um modo geral, enquanto algumas disciplinas acrescentavam conhecimentos, outras só aumentavam o desejo de aproveitar melhor o tempo perdido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como adquirir conhecimento não é estar sentado em uma sala de aula ouvindo um professor falar a mesma coisa para 50 pessoas com velocidades e interesses diferentes, e sabendo que alguns alunos podem melhorar seus conhecimentos aproveitando o tempo de outra forma, ruim é passar anos de estudo acordando mais cedo em busca de um tempo perdido.   Durante o período acadêmico senti a necessidade de complementar os meus estudos com cursos e atividades que pudessem suprir a lacuna existente no currículo institucional. Na escolha destas atividades, o primeiro ponto considerado foi o grau de compatibilidade entre elas e as atividades acadêmicas oferecidas, sendo importantíssimo a não compatibilidade entre as mesmas; já em segunda instância, teríamos que ser afins (eu e as atividades). Algumas delas contribuíram na minha formação, outras, como se é de esperar, fugiram completamente deste propósito e as aproveitei como pude.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tive a oportunidade de experiências significativas, como a participação na Empresa Jr. e na Atlética, onde aprendi coisas sobre o trabalho em grupo e a realizar projetos. Já a Escolinha de Basquete, administrada pelo Prof. Dr. Roberto Rodrigues Paes, foi (e ainda é) insuperável em seus atributos e aprendizados. Depois de, aproximadamente, dois anos de trabalho e dedicação, entre frustrações e sucessos profissionais, aprendi a não esperar que as coisas caiam do céu, nem mesmo esperar dos outros aquilo que é inesperável, porque as pessoas sequer podem, delas, dar conta. Também aprendi a prestar contas e a avaliar o desempenho do meu trabalho. Comecei a entender um pouco mais sobre o que é ser um educador e um treinador esportivo, e quando senti confiança, ousei.   Não posso negar, e por isso dou o braço a torcer, que a Unicamp, por ser Unicamp, abriu as portas do mercado de trabalho de forma estonteante. É claro que não esperei sentada que as coisas acontecessem, mas rotular-me com seu nome, ajudou bastante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualmente, por causa deste meu novo significante, sou estagiária na Secretaria de Esportes e Lazer de Vinhedo, onde trabalho com atletismo, voleibol, handebol e futebol de campo onde também sou goleira do time da cidade.   Não sei se pretendo continuar por lá, porque se trata de um ambiente em que as pessoas têm uma preguiça subjetiva, principalmente se são concursadas, o que declina, e muito, a qualidade do trabalho. Não dá uma sensação de tempo perdido?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse tempo de faculdade fiz coisas, deixei de fazer coisas e agora estou de partida. Agora vou em busca das coisas que deixei de fazer e que muito me fazem falta. Agora vou em busca do que está por vir. Sim, o por... vir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;O POR VIR...&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estou acabando a faculdade e sei que estou amadurecendo, envelhecendo. Percebo isso pelas minhas escolhas, que estão ficando mais lapidadas, mais exigentes do que antes. Algumas das coisas que eu dava importância, agora já parecem não fazer sentido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não sei bem ao certo o que vai acontecer comigo daqui por diante, e como dizia o poeta, depois de amanhã é domingo, e segunda-feira... ninguém saberá! Alguns dos meus sonhos e desejos quero que se realizem. Tenho esperanças disso porque vou tentá-los. Outros já não arriscaria tanto assim, mas também trago esperanças ... é que a gente vai mudando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se hoje eu ando devagar é porque eu procuro isso. Tento fugir de algumas responsabilidades que me envelhecem porque tenho medo de esquecer as coisas simples que se traduzem em bons momentos. Por exemplo, agora senti vontade de preparar um molho entre um parágrafo e outro, escrever me permite isso. Um molho na vida da gente nem sempre faz sentido, mas não é menos importante do que outras coisas.   No fundo, sei lá o que dizer sobre o futuro... Fernando Pessoa também dizia não saber. Se eu vou conquistar o mundo depois de amanhã? Não sei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O importante é conquistar a felicidade agora... amanhã, importante, seria continuar vivendo a felicidade de agora, e assim por diante.   Outro dia me questionei sobre minha felicidade futura. Não me pareceu incrível não ter chegado a lugar algum. Acho que não é muito estranho não ter um projeto de vida, mesmo sabendo, que socialmente, este é o momento e o mundo dos projetos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Loucura? Não sei. Na tarde de segunda feira ouvi uma frase interessante que dizia: "não há homem fracassado, o modelo de sucesso é que está errado", e não me pareceu absurdo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5699888322317611630-3235666829727658002?l=www.cincodeoutubro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/36kAIF6xlAI0hNddSc9siSGplTU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/36kAIF6xlAI0hNddSc9siSGplTU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/36kAIF6xlAI0hNddSc9siSGplTU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/36kAIF6xlAI0hNddSc9siSGplTU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://www.cincodeoutubro.com.br/2011/11/memorial-academico.html</link><author>noreply@blogger.com (Fernanda de Aragão e Ramirez)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5699888322317611630.post-2007267208389732089</guid><pubDate>Mon, 14 Nov 2011 05:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-13T21:08:33.796-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">MASP</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Acampamento Ersília</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Fanzinada</category><title>O mundo underground da Fanzinada</title><description>Do subterrâneo, underground é uma expressão usada para designar um ambiente cultural que foge dos padrões comerciais, dos modimos, daqueles que estão na mídia. Também é a origem dos Movimentos de Cultura Independentes, como a Fanzinada, que já está indo para sua 4ª edição oficial.&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
Um pouco de história sobre a I Fanzinada: Para celebrar o Dia Mundial do Fanzine, 29 de abril, zineiros e pessoas ligadas à cultura independente organizaram no Espaço Cultural Gambalaia, em Santo André, a primeira edição do evento, liderado por Thina Curtis, autora do &lt;a href="http://spellworkfanzine.blogspot.com/" target="_blank" title="Spell Work Fanzine"&gt;Spell Work Fanzine&lt;/a&gt;. Participaram das reuniões de organização: Rogério Amorim (da &lt;a href="http://www.oficinativa.blogspot.com/" target="_blank" title="Oficina Ativa "&gt;Oficina Ativa&lt;/a&gt;), Renato Doniseti (do Aviso Final), Fernanda de Aragão e Letícia Mendonça (do &lt;a href="http://www.letracorrida.com.br/" target="_blank" title="Letra Corrida : Ateliê de Literatura e Criatividade"&gt;Letra Corrida : Ateliê de Literatura e Criatividade&lt;/a&gt; e autoras do &lt;a href="http://www.letracorrida.com.br/p/pocket-zine.html" target="_blank" title="Pocket Zine"&gt;Pocket Zine Vestindo Outubros&lt;/a&gt;), &lt;a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=100002454328234" target="_blank" title="Daniel Melim"&gt;Daniel Melim&lt;/a&gt; (grafiteiro), Olga Defevari (jornalista e autora do livro &lt;a href="http://imprensaalternativanoabc.blogspot.com/" target="_blank" title="Olga Defevari"&gt;Imprensa Alternativa no ABC&lt;/a&gt;) e Zhô Bertholini e Jurema Barreto de Souza (que estão a frente de publicações como o Zine Zero Quatro e a revista &lt;a href="http://revistacigarra.blogspot.com/" target="_blank" title="A Cigarra"&gt;A Cigarra&lt;/a&gt;). O evento ainda contou com a colaboração de &lt;a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=100002273323013" target="_blank"&gt;Job Katz&lt;/a&gt; 'Fernando' (do Koletiva Karta Bomba Zino), &lt;a href="http://marciosno.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Marcio Sno&lt;/a&gt; (autor do documentário Fanzineiros do Século Passado), &lt;a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=100001941447450" target="_blank" title="Thiago Gomes"&gt;Thiago Gomes&lt;/a&gt; (que apresentou suas HQs) e &lt;a href="http://wendellsacramento.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Wendell Sacramento&lt;/a&gt; (zineiro, quadrinista e coisa e tal).&lt;/blockquote&gt;
Depois da largada, Thina Curtis já levou o evento para Goiania e para o Acampamento Ersília no MASP. Este último ajudei no que pude. Um mala de viagem cheia de coisas, um novo zine criado especialmente para o evento, o Sujeito Simples. E, não menos importante, saiu a 4ª edição do Pocket Zine Vestindo Outubros, uma produção conjunta dos blogs &lt;a href="http://scribefire/cincodeoutubro.com.br" target="_blank"&gt;Cinco de Outubro&lt;/a&gt;, de Fernanda de Aragão e &lt;a href="http://scribefire/vestindoletras.blogspot.com" target="_blank"&gt;Vestindo Letras&lt;/a&gt;, de Letícia Mendonça. A novidade fica por todas as edições do zine tenham ganhado versões digitais a partir da plataforma Issuu, &lt;a href="http://issuu.com/fernandezias" target="_blank"&gt;veja aqui&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas fotos da Fanzinada que aconteceu no MASP no último sábado, dia 05 de novembro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="Fanzinada no MASP" height="273" src="http://a6.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/381482_2118290041143_1362537235_31892326_569200029_n.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;" width="400" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;zines na Fanzinada que aconteceu no Acampamento Ersília - MASP&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;span id="goog_1213520828"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="goog_1213520829"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.facebook.com/media/set/?set=oa.212792488792156&amp;amp;type=1"&gt;http://www.facebook.com/media/set/?set=oa.212792488792156&amp;amp;type=1&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.facebook.com/media/set/?set=a.2121417875970.2105786.1261502883&amp;amp;type=3"&gt;http://www.facebook.com/media/set/?set=a.2121417875970.2105786.1261502883&amp;amp;type=3&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
Mais uma vez &lt;a href="http://www.facebook.com/thina.curtis" target="_blank" title="Thina Curtis"&gt;Thina Curtis&lt;/a&gt; fez o evento acontecer. E nós, do Letra Corrida: Ateliê de Literatura e Criatividade (Fernanda de Aragão e Letícia Mendonça) estivemos lá, ajudando na organização juntos com outros. Cledson Bauhaus apareceu e fez uma exposição com seus desenhos. O pessoal do grafite - Daniel Melim, Dedot e Patrícia Rizka - fez sua intervenção, Douglas foi conferir as últimas novidades e estabelecer os contatos para o proximo Anuário de Fanzines que será lançado no &lt;a href="http://ugrapress.wordpress.com/" target="_blank" title="Ugra Press"&gt;II Ugra Press&lt;/a&gt;, logo no primeiro semestre de 2012. Márcio Sno apresentou seu documentário Fanzineiros do Século Passado e aproveitou para filmar o evento. Thina Curtis lançou sua última edição do Spell Work e também apresentou seu documentário Punk SA. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Zines Participantes da Fanzinada no Acampamento Ersília no MASP&lt;/b&gt;:&lt;br /&gt;
Spell Work, Sujeito Simples, Vestindo Outubros, Aviso Final, Instropecção, Anuário de Fanzines, Ugra Press, Zinismo, Karta Bomba, dentre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você estava lá e eu não listei seu zine aqui, aproveite os comentários para fazê-lo e, assim, termos um registro mais preciso sobre o evento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5699888322317611630-2007267208389732089?l=www.cincodeoutubro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/k1rj9KV5heSR8hEo6DGjIgaYrZU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/k1rj9KV5heSR8hEo6DGjIgaYrZU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/k1rj9KV5heSR8hEo6DGjIgaYrZU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/k1rj9KV5heSR8hEo6DGjIgaYrZU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://www.cincodeoutubro.com.br/2011/11/o-mundo-underground-da-fanzinada.html</link><author>noreply@blogger.com (Fernanda de Aragão e Ramirez)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5699888322317611630.post-4288872045507261531</guid><pubDate>Fri, 04 Nov 2011 23:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-04T16:26:52.272-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Vestindo Outubros</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Pocket Zine</category><title>Vestindo Oubutro Pocket Zine</title><description>Em comemoração ao sucesso do Vestindo Outubros Pocket Zine, todas as suas edições ganharam sua versão digital. Confiram:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vestindo Outubros, ano 3, nº 2
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" id="b7f446cf-2789-2147-6e9f-fcca4454c9a6" style="height: 300px; width: 420px;"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf?mode=mini&amp;amp;backgroundColor=%23222222&amp;amp;documentId=111103030307-ba0b1c1cb6084206ad8a6fda7bb21a52" /&gt;


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&lt;embed src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" menu="false" wmode="transparent" style="width:420px;height:300px" flashvars="mode=mini&amp;amp;backgroundColor=%23222222&amp;amp;documentId=111103030307-ba0b1c1cb6084206ad8a6fda7bb21a52" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: left; width: 420px;"&gt;
&lt;a href="http://issuu.com/fernandezias/docs/vestindo_outubros_4?mode=window&amp;amp;backgroundColor=%23222222" target="_blank"&gt;Open publication&lt;/a&gt; - Free &lt;a href="http://issuu.com/" target="_blank"&gt;publishing&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://issuu.com/search?q=fanzine" target="_blank"&gt;More fanzine&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Vestindo Outubros, ano 3, nº 1
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" id="f330e032-66d6-25b8-70db-a6a3b0413d88" style="height: 300px; width: 420px;"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf?mode=mini&amp;amp;backgroundColor=%23222222&amp;amp;documentId=111102044658-e3e3721e8ba54c01b51f0d453e1a762d" /&gt;


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&lt;embed src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" menu="false" wmode="transparent" style="width:420px;height:300px" flashvars="mode=mini&amp;amp;backgroundColor=%23222222&amp;amp;documentId=111102044658-e3e3721e8ba54c01b51f0d453e1a762d" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: left; width: 420px;"&gt;
&lt;a href="http://issuu.com/fernandezias/docs/vestindo_outubros_3?mode=window&amp;amp;backgroundColor=%23222222" target="_blank"&gt;Open publication&lt;/a&gt; - Free &lt;a href="http://issuu.com/" target="_blank"&gt;publishing&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://issuu.com/search?q=fanzine" target="_blank"&gt;More fanzine&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Vestindo Outubros, ano 2, nº 1
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" id="5a6d1b4e-66fc-c4c3-1861-dd3f020aeb98" style="height: 300px; width: 420px;"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf?mode=mini&amp;amp;backgroundColor=%23222222&amp;amp;documentId=111102042123-3f9038875e664fbc98b208fe271d9b7a" /&gt;


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&lt;div style="text-align: left; width: 420px;"&gt;
&lt;a href="http://issuu.com/fernandezias/docs/vestindo_outubros_2?mode=window&amp;amp;backgroundColor=%23222222" target="_blank"&gt;Open publication&lt;/a&gt; - Free &lt;a href="http://issuu.com/" target="_blank"&gt;publishing&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://issuu.com/search?q=fanzine" target="_blank"&gt;More fanzine&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Vestindo Outubros, ano 1, nº 1
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" id="4a44fac8-bc3e-eb56-88cc-0f0cb0740926" style="height: 300px; width: 420px;"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf?mode=mini&amp;amp;backgroundColor=%23222222&amp;amp;documentId=111102043304-f30b29ec3f4b44ee9d83e68c29101b97" /&gt;


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&lt;embed src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" menu="false" wmode="transparent" style="width:420px;height:300px" flashvars="mode=mini&amp;amp;backgroundColor=%23222222&amp;amp;documentId=111102043304-f30b29ec3f4b44ee9d83e68c29101b97" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: left; width: 420px;"&gt;
&lt;a href="http://issuu.com/fernandezias/docs/vestindo_outubros_1?mode=window&amp;amp;backgroundColor=%23222222" target="_blank"&gt;Open publication&lt;/a&gt; - Free &lt;a href="http://issuu.com/" target="_blank"&gt;publishing&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://issuu.com/search?q=fanzine" target="_blank"&gt;More fanzine&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5699888322317611630-4288872045507261531?l=www.cincodeoutubro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4h9Qr2UzHkF_HooBP8WX_-NMd_0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4h9Qr2UzHkF_HooBP8WX_-NMd_0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4h9Qr2UzHkF_HooBP8WX_-NMd_0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4h9Qr2UzHkF_HooBP8WX_-NMd_0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://www.cincodeoutubro.com.br/2011/11/vestindo-oubutro-pocket-zine.html</link><author>noreply@blogger.com (Fernanda de Aragão e Ramirez)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5699888322317611630.post-7858142931869087679</guid><pubDate>Wed, 26 Oct 2011 02:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-25T19:14:41.282-07:00</atom:updated><title>Tabela de preços da Rouanet | Blog Acesso</title><description>&lt;p&gt; Já tinha visto antes, mas o blog Acesso está dando a tabela de preços  que será utilizada como guia para a elaboração de projetos que se  utilizam da Lei Rouanet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.blogacesso.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Servi%C3%A7os-AGOSTO2011.xls"&gt;Serviços-AGOSTO2011&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.blogacesso.com.br/wp-content/uploads/2011/10/MDO-AGOSTO2011.xls"&gt;MDO-AGOSTO2011&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;E clique aqui pra baixo para ler o post completo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogacesso.com.br/?p=4066&amp;amp;cpage=1#comment-34300"&gt;Tabela de preços da Rouanet | Acesso, o blog da democratização cultural&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogacesso.com.br/?p=4066&amp;amp;cpage=1#comment-34300"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5699888322317611630-7858142931869087679?l=www.cincodeoutubro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/U04eyH9a2sttk4XHsjX17naoPEk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/U04eyH9a2sttk4XHsjX17naoPEk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/U04eyH9a2sttk4XHsjX17naoPEk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/U04eyH9a2sttk4XHsjX17naoPEk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://www.cincodeoutubro.com.br/2011/10/tabela-de-precos-da-rouanet-blog-acesso.html</link><author>noreply@blogger.com (Fernanda de Aragão e Ramirez)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5699888322317611630.post-8426633559803847802</guid><pubDate>Sat, 08 Oct 2011 02:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-12T19:07:17.271-07:00</atom:updated><title>Mais não somos!</title><description>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;
&lt;img height="346" src="http://jeffersonamado.files.wordpress.com/2010/02/maos-dadas.jpg" style="float: right; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; margin-top: 10px; max-width: 800px;" width="248" /&gt;Foi no primeiro minuto do dia que ganhei o presente. Um texto de blog. Palavras que dizem mais do que ali pode ser lido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu e esse meu amigo, de tempos em tempos, esticamos a canga no gramado de um parque para elegermos os homens mais atraentes que passam por ali.  Ele paquera machos de um tipo diferente daqueles que fazem meu tipo. Ele também atrai muito mais olhares do que eu. Pouco importa. Damos risadas, falamos bobagens e contamos nossas vidas um para o outro. Ele com 45, eu com 35. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aproveitamos o tempo juntos para refletirmos sobre nossas histórias, aquelas que nos deixam marcas. Boas ou ruins. Tombos, conquistas e a certeza de que estamos vivos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É de mãos dadas que traçamos os planos. Não como fazem os casais de namorados, apenas como a gente mesmo. Traçamos estratégias de conquista do mundo e palpitamos um na vida do outro. Debatemos assuntos e nos colocamos na torcida. Há uma cumplicidade feita de minutos, dias, horas, meses e anos que nos dedicamos um ao outro, mesmo à distância. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E é isso. Somos o esforço e a disposição da amizade ainda antes de nos conhecermos, quando éramos pixels reluzentes nas páginas sociais. Ele com 40, eu com 30.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu sou a sorte de tê-lo por perto. Eu me divirto para dentro quando nossas mãos dadas celebram, aos outros, os caminhos que cada um desses outros acredita que nós dois deveríamos percorrer como membros de uma sociedade. E a nossa vem cheia de preconceitos. Eu e meu amigo também temos os nossos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando estamos juntos, aos olhos desses outros, dos que não sabem quem somos no fato, ele deixa de ser o homem que gosta de se relacionar com homens e eu deixo de ser a mulher solteira. Parece estranho dizer isso quando o discurso que ouvimos vai na onda do correto, de que tudo bem os homens se entregarem a outros homens e as mulheres se preocuparem com sua carreira antes de se casarem e terem filhos. Mas quando estamos juntos eu sinto que o discurso é um, o aplauso é outro. Até para os mais esclarecidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu e meu amigo já nos usamos muito - prefiro dizer que nos demos um ao outro - principalmente nos momentos que não encontramos paciência para explicarmos quem somos. Nos acompanhamos, nos olhamos e damos risada enquanto, para os outros, ganhamos uma vida que não temos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para não desaparecermos um do outro, eu e meu amigo temos um pensamento comum: o de sempre nos dedicamos a nós dois para que nunca nos tornemos descartáveis um ao outro. Um telefonema, uma mensagem, um sinal de fumaça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sobre esta descartabilidade das coisas e das pessoas, cito outra amiga que compartilha da mesma ideia. Nós duas também nos damos a conservar nossa amizade. Ela assina: “minha amizade e meu respeito pelas pessoas que participam da minha vida são bens duráveis".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu sou a sorte de tê-la por perto. Trocando as forças e as fraquezas, os sonhos e as desilusões. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não tenho apenas esses dois amigos que dividem esse mesmo sentimento de amizade que ultrapassam o encontro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu tenho a sorte de ter amigos às tampas. De poder usar todos os dedos do corpo para poder somá-los, e de precisar de mais alguns. Trouxe o exemplo de dois para dizer de muitos. Para reforçar todas essas amizades que estão além. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para dizer de todas essas pessoas que dividem dentro de si esse mesmo sentimento: “não somos descartáveis”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
___________&lt;br /&gt;
&lt;small&gt;Aqui o texto do &lt;a href="http://mixbrasil.uol.com.br/blogs/tiago/2011/10/05/cinco-de-outubro.html"&gt;Tiago Quintana&lt;/a&gt;, no Mix Brasil.&lt;br /&gt;Aqui o texto da &lt;a href="http://bipcultural.blogspot.com/2010/03/da-descartabilidade-das-coisas-e-das.html"&gt;Beatriz Galvão&lt;/a&gt;, no Bip Cultural.&lt;/small&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="zemanta-pixie"&gt;
&lt;img alt="" class="zemanta-pixie-img" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=54474cc1-c020-8b2f-94f9-58e77df053d5" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5699888322317611630-8426633559803847802?l=www.cincodeoutubro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vcHfPyJYUM-lc0lvpZdXp5KYCII/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vcHfPyJYUM-lc0lvpZdXp5KYCII/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vcHfPyJYUM-lc0lvpZdXp5KYCII/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vcHfPyJYUM-lc0lvpZdXp5KYCII/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://www.cincodeoutubro.com.br/2011/10/mais-nao-somos.html</link><author>noreply@blogger.com (Fernanda de Aragão e Ramirez)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5699888322317611630.post-7551640234124325395</guid><pubDate>Mon, 26 Sep 2011 02:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-26T20:32:57.343-07:00</atom:updated><title>O preço dos livros</title><description>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;
Do blog de Juremir Machado&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
"Passo as noites examinando a composição do preço dos livros. Funciona  assim. O editor faz o livro. Paga editoração, capa, impressão e todo o  funcionamento da sua empresa. Normalmente multiplica por seis ou sete os custos para fixar o preço de capa. Gastou R$ 8 por unidade. Multiplica  por seis. Fixa o preço de capa em R$ 48. Vamos arredondar para R$ 50.  Repassa os livros para o distribuidor com 50% de desconto. Ganha R$ 25.  Paga 10% ao autor: R$ 5. Recupera os R$ 8 unitários da produção. Lucra  R$ 12. Cobre outros gastos. Sobram R$ 10. O distribuidor repassa para a  livraria com 30% de desconto. Comprou por R$ 25. Revende por R$ 35.  Fatura R$ 10. Tem seus gastos de funcionamento, armazenamento e  transporte. A livraria comprou por R$ 35. Vende ao leitor pelos R$ 50  fixados pelo editor como preço de capa. Nesse exemplo imaginário, o  editor ganha R$ 20, o livreiro ganha R$ 15, o distribuidor ganha R$ 10 e o autor fica com R$ 5. Se for descontar o que gastou para viver durante a redação, desiste. O funcionamento da cadeia é variável. O  distribuidor pode obter mais descontos do editor ou dar menos à  livraria. Só o autor não pode esperar mais."&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
Veja o resto da matéria &lt;a href="http://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado/?p=1490" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="zemanta-pixie"&gt;
&lt;img alt="" class="zemanta-pixie-img" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=8737ff6f-4783-8b32-9a2f-7a42bfba4c8d" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/933n2YBvz_46BEp7n_ZwX_rs8aU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/933n2YBvz_46BEp7n_ZwX_rs8aU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/933n2YBvz_46BEp7n_ZwX_rs8aU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/933n2YBvz_46BEp7n_ZwX_rs8aU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://www.cincodeoutubro.com.br/2011/09/o-preco-dos-livros.html</link><author>noreply@blogger.com (Fernanda de Aragão e Ramirez)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5699888322317611630.post-7247131566207077095</guid><pubDate>Thu, 22 Sep 2011 16:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-22T09:57:51.712-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Prêmio Jabuti</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Critérios de Avaliação Literária</category><title>Prêmio Jabuti - Critérios de Avaliação Literária</title><description>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;
&lt;img height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-GuZexmohZsw/TcAM9CVNdsI/AAAAAAAAPns/IjYshtA5jvU/s200/jabuti.jpg" style="float: right; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; margin-top: 10px; max-width: 800px;" width="155" /&gt;Ontem sairam os finalistas para o Premio Jabuti 2011, o prêmio de maior prestígio nacional e um dos menores retornos financeiros, vai entender. Depois da pôlemica do ano passado com o melhor livro do ano de ficção - ah seu Chico Buarque! - as alteraçãoes nas regras fizeram com que, neste ano, o prêmio continuasse sua trajetória de consolidação eterna no cenário da literatura nacional. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Língua Crônica sequer se aproximou do Jabuti, deve ter sido o tal paradoxo de Zenão de Eleia. Aquela metade na frente. Oras, se nem Aquiles conseguiu passar a tartaruga, o que eu poderia dizer do Língua Crônica. Rá! Mas valeu o investimento de 300 pilas para ter essa sensação de "não deu pra mim". Os amigos são otimistas, o próximo, quem sabe? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas então, frente a esta derrota e sempre me questionando porque as crônicas dividem espaço com os contos - fica aqui minha sugestão para que o ano que vem as categorias se separem - tive, pela primeira vez, a curiosidade de saber quais são os quesitos de avaliação que os jurados devem preencher. Talvez procurei saber disso para ter certeza que o meu Aquiles nunca alcançaria a tartaruga. Não nesta edição, que fique bem claro, eu acredito nos meus amigos!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Critérios e Quesitos de Avaliação do Prêmio Jabuti, categoria Contos e Crônicas:&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
1. Ação e enredo&lt;br /&gt;
2. Ambientação&lt;br /&gt;
3. Recursos formais (aspectos técnicos gerais)&lt;br /&gt;
4. Originalidade&lt;br /&gt;
5. Estilo&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
Critérios e Quesitos de Avaliação do Prêmio Jabuti, categoria Romance:&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
1. Concepção e estrutura geral&lt;br /&gt;
2. Ação e enredo&lt;br /&gt;
3. Constituição das personagens&lt;br /&gt;
4. Ambientação&lt;br /&gt;
5. Técnicas narrativas&lt;br /&gt;
6. Originalidade&lt;br /&gt;
7. Estilo&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
Critérios e Quesitos de Avaliação do Prêmio Jabuti, categoria Poesia:&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
1. Procedimentos formais (forma e conteúdo)&lt;br /&gt;
2. Domínio técnico (forma e conteúdo)&lt;br /&gt;
3. Criatividade&lt;br /&gt;
4. Originalidade&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Critérios e Quesitos de Avaliação do Prêmio jabuti, nas categorias Infantil e Juvenil (são catgorias separadas):&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
1. constituição das personagens e da trama&lt;br /&gt;
2. Investimentos da textualidade da obra&lt;br /&gt;
3. Adequação de linguagem e tema à faixa etária do leitor&lt;br /&gt;
4. Originalidade&lt;br /&gt;
5. Adequação entre texto e imagem&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
Acesse aqui para saber os &lt;a href="http://www.cbl.org.br/jabuti/telas/criterios-de-avaliacao/" target="_blank"&gt;Critérios de Avaliação do Prêmio Jabuti&lt;/a&gt; para as outras categorias.&lt;br /&gt;
Em todas as categorias as notas são atribuídas entre os valores de 8,0 a 10,0.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gostaria de encontrar as estatísticas de quantos livros se inscreveram em cada categoria, mas ainda não consegui essa informação, se alguém souber ... E também gostaria de saber o que cada um desses quesitos significa na prática. Será que os jurados recebem uma apostila contendo como devem abordar e se protarem em cada um desses critérios, como acontecem nas provas de vestibulares, nos concursos públicos e coisa e tal? E se sim, provavelmente sim, onde eu encontro o guia de avaliação? Alguém sabe?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De resto, vamos seguindo adiante!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="zemanta-pixie"&gt;
&lt;img alt="" class="zemanta-pixie-img" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=cb51e205-0333-88a4-95c8-941e10a4b863" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5699888322317611630-7247131566207077095?l=www.cincodeoutubro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-st0GzgN4F4W05bmfE_fftGAF10/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-st0GzgN4F4W05bmfE_fftGAF10/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-st0GzgN4F4W05bmfE_fftGAF10/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-st0GzgN4F4W05bmfE_fftGAF10/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://www.cincodeoutubro.com.br/2011/09/premio-jabuti-criterios-de-avaliacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Fernanda de Aragão e Ramirez)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-GuZexmohZsw/TcAM9CVNdsI/AAAAAAAAPns/IjYshtA5jvU/s72-c/jabuti.jpg" height="72" width="72" /></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5699888322317611630.post-1330841905783183743</guid><pubDate>Wed, 31 Aug 2011 20:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-31T13:41:47.887-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Proac</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Editais</category><title>Recurso para o ProAC</title><description>&lt;div style="text-align: right;"&gt;
&lt;a href="http://www.direcaocultura.com.br/wp-content/uploads/2010/12/lamina-proac.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="127" src="http://www.direcaocultura.com.br/wp-content/uploads/2010/12/lamina-proac.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Até hoje eu não sabia como fazer um recurso para o ProAC. No meu caso é o nº 08 - Publicação de Livros no Estado de São Paulo. Em outra postagem eu relatei aqui o meu inusitado 9° e 20° lugares suplentes com o mesmo projeto. Evidente que houve um erro por parte das Comissões de Avaliações e coisa e tal. Depois de algumas semanas arrumaram a lista suplente através de uma retificação. Bacana. Continuei nesse 9º lugar suplente e o 20º foi substituído por outro projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até aí, ok. Mas então a Comissão de Documentação retornou ao erro anterior. Me avaliaram em duas posições. E, ao mesmo tempo que invalidou o 9º lugar por dizerem que eu não enviei um dos anexos, validaram o meu projeto em 20º com toda a documentação correta. Já o mocinho que tinha entrado nesse lugar sumiu de novo. A pergunta é: como um mesmo projeto pode estar com a documentação correta na posição 20 e com a documentação errada na posição 9?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recurso neles. E só por carta! Nesse caso eu consideraria que um telefonema só, seria o suficiente, já que parece que todo esse equívoco vem da falta de atenção de alguns.  

Pois bem, escrevi meu recurso. E desenhei a situação também, pra evitar outros equívocos e enviei novamente o tal do anexo que está lá no 20 e não está no 9. Vai entender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue o texto, como exemplo para quem quiser entrar com recurso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Recurso referente ao Processo nº 39149/2011, ProAC nº08.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Destinatário&lt;/b&gt;: 
À Comissão de Análise da Documentação, Secretaria de Estado da Cultura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Processo &lt;/b&gt;nº: 39149/2011. 
Ata da Comissão de Documentação, Edital ProAC nº 08 – CONCURSO DE APOIO A PROJETOS DE PUBLICAÇÃO DE LIVROS NO ESTADO DE SÃO PAULO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Recorrente&lt;/b&gt;: 
Fernanda de Aragão e Ramirez&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Referência&lt;/b&gt;: Habilitar o projeto Café Docente, Torrado e Moído através de sua documentação (aqui reapresentada) e argumentos expostos abaixo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu, Fernanda de Aragão e Ramirez, [dados como rg, endereço, etc] proponente do projeto denominado “Café Docente, torrado e moído” venho solicitar à Comissão de Análise da Documentação reconsiderar a habilitação do mesmo, a partir dos seguintes argumentos e documentação:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Secretaria de Estado da Cultura, ao expor o resultado de habilitação dos projetos habilitados e não habilitados para o ProAc nº08, através de sua Sessão Pública de abertura dos Envelopes nº 1 - “DOCUMENTAÇÃO”, considerou não habilitar o projeto suplente de nº 9 de Fernanda de Aragão e Ramirez e sob o título de Café Docente, Torrado e Moído, argumentando que o mesmo não apresentou o anexo II, reapresentado aqui neste recurso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desta feita, escrevo este recurso com observações sobre o processo, de forma a sanar qualquer tipo de dúvida e também para que as demais comissões possam reorganizar os documentos nas questões que ainda estão falhas, como as descritas a seguir:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a)	Na primeira ata de seleção dos projetos observa-se que o projeto Café Docente, Torrado e Moído foi classificado em 9° e em 20° lugar da lista de suplentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b)	Na ata de retificação sobre a seleção dos projetos observa-se constar o projeto Café Docente, Torrado e Moído apenas em 9° lugar da lista suplente sendo que o 20º lugar foi destinado a outro projeto de outro candidato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c)	Já na ata de habilitação dos projetos, oriunda da abertura dos envelopes de documentação, observa-se haver o mesmo erro inicial. O projeto Café Docente, Torrado e Moído encontra-se em 9º e em 20º lugar na lista suplente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d)	O projeto Café Docente, Torrado e Moído que se encontra em 9° lugar da ata de documentação foi considerado inabilitado, enquanto o mesmo projeto, também classificado em 20º lugar, encontra-se com a documentação correta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e)	A Comissão de Análise da Documentação considerou, para o projeto classificado em 9° lugar, a ausência do anexo II. Mas não houve essa reclamação para o mesmo projeto, também classificado em 20º lugar, o que se pressupõe que os documentos foram entregues adequadamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Através dos dados acima expostos, eu, Fernanda de Aragão e Ramirez, venho por meio desta, solicitar à Comissão de Avaliação da Documentação da Secretaria de Estado da Cultura, a reavaliação da documentação do projeto Café Docente, Torrado e Moído, de modo a considerar o anexo II. Para sanar qualquer outro tipo de equívoco, segue o anexo II considerado ausente para o item classificado em 9º lugar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São Paulo, 30 de agosto de 2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fernanda de Aragão e Ramirez&lt;br /&gt;
(assinatura)
 &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5699888322317611630-1330841905783183743?l=www.cincodeoutubro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pYjKTTzMTZ5uVILfkrrunGwS7nw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pYjKTTzMTZ5uVILfkrrunGwS7nw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pYjKTTzMTZ5uVILfkrrunGwS7nw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pYjKTTzMTZ5uVILfkrrunGwS7nw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://www.cincodeoutubro.com.br/2011/08/como-fazer-recurso-para-o-proac.html</link><author>noreply@blogger.com (Fernanda de Aragão e Ramirez)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5699888322317611630.post-6530491872590210067</guid><pubDate>Wed, 17 Aug 2011 19:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-26T10:24:48.841-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Formação do Escritor</category><title>Juventude Literária</title><description>Se lá por volta dos meus 15 anos existissem os blogs, talvez eu não precisasse redigitar o pequeno texto que está aqui para baixo, feito na época da escola e encontrado numa folha amarelada junto com outros, retrato de uma época em que eu achava interessante datar tudo aquilo que eu escrevia. Hoje eu não dato. Preguiça, ou efeito digital. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas se naquela época os blogs existissem como hoje, talvez eu tivesse escrito muito mais do que escrevi. E talvez eu... bom, sei lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Divirtam-se com meus 15 anos.&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
MAIS DO QUE VIVER&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No individualismo do ser humano existem dois extremos. O de ser e o de poder ser. O não ser. Muitas vezes o que se é não se pode ter. É relativo. Estar-se só e estar solitário é variante do ser vivente. A solidão é involuntária, inexplicável, imortal. quando se quer é sentida. Apenas chega e logo vai embora deixando sua sabedoria e sua experiência de ser vivente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ser humano e ser vivente são seres, sobrevivem à vida e se acabam com a morte. Ser é existir, se assim considerarmos não existirá o ser morrente. Viver é isso: ser, humano, vivo, morto. Mas é importante que não se confunda com ser-humano, ser-vivente e ser-morrente. Sermos pessoas é não considerarmos o hífen.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a solidão acontece a mesma coisa. Ser solitário e ser-solitário. Tanto em uma como em outra solidão o que se sabe é que somos. "Somos o que podemos ser". Aprendiz da vida e da morte como se fosse o brilho do sol e o brilho da lua. Um casamento inesquecível e único como a solidão de ser, com seu lado misterioso de fazer e de sentir. De se fazer sentir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A magia de sentir e unir os dois extremos, o bem e o mal. Assim, para que se encontre o significado de viver, morrer é ser. &lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevi esse texto para uma redação escolar. Até hoje eu lembro o nome do professor: William Roberto Cereja, tem vários livros didáticos sobre o nosso português. Lembro porque ele fez o favor de ler o texto em voz alta para a turma e eu, tímida pacas, me afundei na carteira cheia de vergonha. Vou tentar encontrá-lo para dar a ele uma edição do Língua Crônica.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez se naquela época os blogs... talvez eu...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5699888322317611630-6530491872590210067?l=www.cincodeoutubro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LH33KQVwiFZkRf93u6LLLyd21SI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LH33KQVwiFZkRf93u6LLLyd21SI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LH33KQVwiFZkRf93u6LLLyd21SI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LH33KQVwiFZkRf93u6LLLyd21SI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://www.cincodeoutubro.com.br/2011/08/juventude-literaria.html</link><author>noreply@blogger.com (Fernanda de Aragão e Ramirez)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5699888322317611630.post-7552969909100117049</guid><pubDate>Mon, 15 Aug 2011 21:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-15T14:31:44.672-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Anuário</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Zines</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Fanzines</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ugra Press</category><title>Convocatória: II Anuário de Fanzines</title><description>&lt;h1 class="pagetitle"&gt;

II Anuário de Fanzines, Zines e Publicações&amp;nbsp;Alternativas&lt;/h1&gt;
&lt;a href="http://ugrapress.files.wordpress.com/2011/07/cartaz_portugues_para_net.jpg"&gt;&lt;img alt="" class="alignnone size-full wp-image-1622" height="565" src="http://ugrapress.files.wordpress.com/2011/07/cartaz_portugues_para_net.jpg?w=400&amp;amp;h=565" style="border: 1px solid black;" title="Cartaz em português" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;b&gt;{ Clic &lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;a href="http://ugrapress.wordpress.com/info_2anuario_castellano/"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;aquí&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; para informaciones en castellano! }&lt;br /&gt;
{ Clique &lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;a href="http://ugrapress.wordpress.com/anuario-de-fanzines/"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; para visitar a página do I Anuário }&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Zineiros, faneditores e editores alternativos: é com grande prazer que a Ugra Press lança a convocatória para o &lt;i&gt;II Anuário de Fanzines, Zines e Publicações Alternativas&lt;/i&gt;.
 A meta, a exemplo da primeira edição, é mapear, catalogar, divulgar e 
estabelecer um espaço crítico para a imprensa alternativa. A novidade é 
que dessa vez estamos convocando editores de toda a América do Sul, o 
que certamente fará do próximo Anuário uma grande referência para todos 
aqueles que pretendem divulgar seus trabalhos, fazer contatos e conhecer
 a fundo a fanedição sul-americana.&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: maroon;"&gt;&lt;b&gt;QUEM PODE PARTICIPAR?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
O Anuário pretende cobrir a produção de fanzines, zines e publicações
 alternativas impressas em toda sua abrangência: quadrinhos, música, 
cinema, literatura, arte urbana, espiritualidade, &lt;i&gt;perzines&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;artzines&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;queerzines&lt;/i&gt;…
 vale tudo! Não existem restrições temáticas, mas boletins partidários 
ou religiosos (como órgãos informativos de igrejas, por exemplo) serão 
desconsiderados. Publicações experimentais e autorais, como sempre, são 
mais do que bem vindas.&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon;"&gt;COMO PARTICIPAR?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;1&lt;/b&gt; – Envie sua(s) publicação(ções) para o seguinte endereço:&lt;br /&gt;
c/o Douglas Junior Utescher Alves&lt;br /&gt;
Caixa Postal 777&lt;br /&gt;
São Paulo / SP&lt;br /&gt;
CEP: 01031-970&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;2&lt;/b&gt; – Não esqueça de enviar também um e-mail para contato! Será imprescindível para confirmar sua presença no Anuário.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;3&lt;/b&gt; – Assim que recebermos o material, enviaremos por 
e-mail uma ficha de inclusão que o editor deverá preencher e devolver 
(também por e-mail). Essa ficha conterá as informações necessárias para a
 correta catalogação da sua publicação. Sem o preenchimento da ficha, a 
publicação NÃO entrará no Anuário.&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Mas não é só isso!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Na edição anterior, além das resenhas dos zines, publicamos matérias 
sobre as Fanzinotecas brasileiras e sobre os fanzines como instrumento 
pedagógico. Para o próximo Anuário, gostaríamos de abordar o fanzine 
como objeto de estudo. Portanto, você, estudante que fez ou está fazendo
 monografia, dissertação, artigo ou documentário sobre o tema, entre em 
contato e conte-nos mais sobre sua pesquisa!&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: maroon;"&gt;&lt;b&gt;DEADLINE&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
As publicações devem ser enviadas até 10 de dezembro de 2011. 
Material enviado após essa data ficará arquivado para o Anuário 
seguinte. Portanto, não deixe para a última hora!&lt;br /&gt;
A publicação do anuário está prevista para março de 2012.&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon;"&gt;CONTAMOS COM SUA COLABORAÇÃO!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Ajude a espalhar esta convocatória divulgando-a em seu blog, site, 
fotolog, coluna em jornal, programa de rádio alternativo ou seja lá o 
que for!&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Downloads (clique para fazer o download):&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&amp;gt; &lt;span style="color: #888888;"&gt;&lt;a href="http://www.mediafire.com/?eq6unrgicbzcea9" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #888888;"&gt;Cartaz em alta resolução&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; (29,7 x 42 cm / 300 dpi)&lt;br /&gt;
&amp;gt; &lt;span style="color: grey;"&gt;&lt;a href="http://ugrapress.files.wordpress.com/2011/07/cartaz_portugues_para_net.jpg" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: grey;"&gt;Cartaz em baixa resolução&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; (400 x 565 pixels / 72 dpi)&lt;br /&gt;
&amp;gt; &lt;span style="color: #888888;"&gt;&lt;a href="http://ugrapress.files.wordpress.com/2011/08/banner_anuario_ii.jpg" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #888888;"&gt;Banner para internet&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #888888;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; (139 x 139 pixels / 72 dpi). O banner deve ser linkado para a seguinte url:&amp;nbsp;http://ugrapress.wordpress.com/ii-anuario&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Se precisar de algum outro material, entre em contato pelo e-mail &lt;span style="color: grey;"&gt;&lt;a href="mailto:ugra.press@gmail.com"&gt;&lt;span style="color: grey;"&gt;ugra.press@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon;"&gt;PERGUNTAS FREQUENTES&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Participei do anuário do ano passado. Posso participar deste também?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Pode e deve! Caso tenham sido lançadas novas edições da sua publicação neste meio tempo, não deixe de enviá-las.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Eu edito várias publicações diferentes. Posso mandar todas?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Sim. Todos os títulos recebidos serão resenhados.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Minha publicação está na vigésima edição. Posso mandar todas?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Sim, mas por questões práticas só serão resenhadas as 3 edições mais recentes.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ao invés de mandar uma cópia física da minha publicação, posso enviar um arquivo PDF?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Não. Um dos aspectos que nos interessam é justamente compreender como são impressas as publicações alternativas atuais.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Minha publicação circula apenas em versão virtual (um arquivo PDF, por exemplo). Posso enviá-la?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Não. O foco do Anuário são as publicações impressas.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Se eu enviar minha publicação, eu receberei um Anuário em troca?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Infelizmente, isso não é possível. O Anuário é volumoso e de produção 
relativamente cara para nós. Arcar com os custos de impressão e envio 
para todos que participarem está muito além das nossas possibilidades. O
 que fizemos na primeira edição e continuaremos fazendo na segunda é 
determinar um preço especial para os participantes. Haverá também a 
versão digital do Anuário no formato PDF, distribuída gratuitamente.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: maroon;"&gt;&lt;b&gt;O QUE DISSERAM SOBRE O I ANUÁRIO:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;“(…) um dos mais completos levantamentos já feitos no país sobre essas versões impressas da estética do faça você mesmo”&lt;br /&gt;
Carlos Albuquerque – &lt;i&gt;Jornal O Globo&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
“Muito caprichado, com humor, informação e promovendo discussão: o Anuário é obrigatório para quem lê e quem faz fanzines.”&lt;br /&gt;
Marcelo Viegas – &lt;i&gt;blog Zinismo, revista 100% Skate&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
“Um ponto extra para o Anuário foi a capacidade de levar o discurso a respeito dos Fanzines além do banal e da nostalgia.”&lt;br /&gt;
Flávio Grão – &lt;i&gt;blog Zinismo, zine Manufatura&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
“Não bastasse todo o trabalho de leitura e catalogação, Douglas e 
Leandro analisam cada publicação de forma perspicaz e prazerosa, 
traçando um verdadeiro diagnóstico da riqueza editorial independente do 
país.”&lt;br /&gt;
Henrique Magalhães – &lt;i&gt;Editora Marca de Fantasia&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
“(…) as obras não foram apenas catalogadas, mas resenhadas de forma 
atenta e objetiva, em análises concisas que fogem do superficialismo. É 
nítida a dedicação com que os editores encararam a empreitada.”&lt;br /&gt;
Wagner Nyhyw – &lt;i&gt;Anormal Zine, blog Partes Fora do Todo&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Se você ainda não viu o primeiro Anuário, clique &lt;span style="color: grey;"&gt;&lt;a href="http://ugrapress.wordpress.com/2011/02/20/o-anuario-finalmente-disponivel/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: grey;"&gt;aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; para adquirir a versão impressa ou &lt;span style="color: grey;"&gt;&lt;a href="http://ugrapress.wordpress.com/2011/03/04/anuario-disponivel-para-download/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: grey;"&gt;aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; para baixar a versão digital.&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: white;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5699888322317611630-7552969909100117049?l=www.cincodeoutubro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/izh_EzK7H-b_NK30_h-tfGA58ao/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/izh_EzK7H-b_NK30_h-tfGA58ao/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/izh_EzK7H-b_NK30_h-tfGA58ao/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/izh_EzK7H-b_NK30_h-tfGA58ao/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://www.cincodeoutubro.com.br/2011/08/convocatoria-ii-anuario-de-fanzines.html</link><author>noreply@blogger.com (Fernanda de Aragão e Ramirez)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5699888322317611630.post-1247776309255228446</guid><pubDate>Tue, 02 Aug 2011 05:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-01T22:05:07.734-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Proac</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mecenato</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Publicação de Livros</category><title>O ProAc e a Publicação de Livros</title><description>Saiu o &lt;a href="http://www.cultura.sp.gov.br/StaticFiles/SEC/edital/publicacaolista_oito_onze.pdf"&gt;resultado do ProAc 08/2011 - Publicação de Livros no Estado de São Paulo&lt;/a&gt;. Alguns autores pertenceram a obviedade do resultado. Por certo que há, entre eles, um maior caminho literário que o meu. E se currículo conta para o processo seletivo, está lá no edital, a coisa em si só complica para os iniciantes. Muito. Eu lasquei um 9º lugar na lista de espera, entre trezentos e poucos projetos. Respondo à seletiva de 10% enquanto eu deveria configurar entre os 5% acondicionados nas 25 vagas disponíveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Confesso que a minha surpresa ficou com a minha dupla colocação, 9º e 20º lugar na lista de espera, com o mesmo projeto. Hein? Vamos esperar a retificação para ver como a coisa se dá. No entanto vejo estes números como algo salutar ou, no mínimo como evidência para um fato que sempre me pareceu explícito em julgamentos literários: há uma subjetividade intrínseca ai envolvida. De forma que a sorte de hoje pode ser diferente da sorte de amanhã. E talvez, não tenho certeza, os prêmios e concursos literários estejam submersos à sorte da escolha da comissão julgadora. Três pudorosas mestras numa banca avaliadora talvez reprovem um materíal destinado ao explícito. E, de repente, você pode estar entre 9º e 20º lugar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre sou questionada neste meu acreditar em editais, concursos e prêmios literários pois se eles são assim, tão subjetivos, a margem às falcatruas são evidentes. E se eu digo que destas 25 vagas é claro que nem todos são os amiguinhos e coisa e tal (e vamos combinar, sabemos do quanto a sociedade brasileira tem disso), escuto uma resposta certeira: esta outra metade de anônimos serve apenas para dar razão e legitimidade à existência do edital, prêmio, concurso. Então vamos deixar algo bem claro aqui: eu jogo conforme as regras. Se há a possibilidade de eu tentar um edital, tentarei. Foi com esse pensamento que enviei meu livro, o Língua Crônica, para o prêmio da União Brasileira de Escritores, meio às pressas e com a surpresa de um segundo lugar. O que eu achei ótimo! Fui até a Academia Brasileira de Letras receber o prêmio. Foi bacana e digo que eu pensei em não ir, muitas vezes, já que a data era véspera do casamento de um dos meus grandes amigos! Usaram o argumento singelo: é seu primeiro prêmio, seu primeiro livro (tá, era só um amontoado de folhas espiraladas em A4), e coisa e tal. Registro feito, afinal, é bom sempre sair bem na foto!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E foi assim que eu mandei outro projeto para a Bolsa Funarte de Literatura. Na verdade, eu não vejo tantos outros caminhos para alcançar meu lugar ao sol, pelo menos nesse momento. Eu não sou formada em letras, nem em jornalismo, nem em qualquer disciplina que tenha a ver com linguagem escrita. A minha linguagem de formação acadêmica é corporal. Hoje eu já vislumbro uma grande conexão entre corpo e linguagem, mas vamos combinar, ainda estou fora do circuito onde as pessoas das eltras circulam. Tenho um amigo que diz que a estratégia é eu começar a escrever "cartas do leitor" em diversos meios de comunicação e coisa e tal. Eu concordo, só não tenho tempo para isso como até hoje não tive tempo para divulgar meu livro que, então, vai andando e avançando a passos curtos, bastantes curtos. Mas sei que um dia eu não tinha nenhum livro publicado, um prêmio literário e uma bolsa de criação literária muito cobiçada por muita gente, e por muita gente que já tem uma boa estrada literária, bem diferente de mim. Afinal, você aí, já ouviu meu nome em alguma rodinha de literatos? Claro que não. Ainda não.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu primeiro livro, eu mesma editei. Montei um selo fantasia e coisa e tal. Aprendi sobre o mercado editorial, arrumei um gráfico (todo escritor tem um editor, eu tenho um gráfico, digo o nome dele porque eu recomendo: é o Emerson da Gráfica Viena), aprendi sobre diagramação, sobre como fazer uma capa, impressão, tintas, gramatura das folhas. E paguei por isso do meu bolso. Desta forma, voltando aos caminhos que ainda não sei por onde, me parece evidente este tentar o ProAc de Publicação de Livros por escritores famosos e anônimos. Sempre é preciso que nosso texto ganhe os mundos editoriais para que nossa carreira literária ganhe forma. E não sou apenas eu que penso assim, é só ver as estatísticas de cada ano. Sempre uma crescente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, caso você seja um novato na área literária como eu sou, não se deixe abater pelas cartas marcadas que aparecem nesse ou naquele processo. Acredite naquela vaga que não é destinada às cartas marcadas. Quanto ao ProAc esta é a terceira vez que tento e é a terceira vez que sou indeferida. Nas duas primeiras eu nem passei perto da lista de espera. Acho mesmo que jogaram meu projeto no lixo assim, logo de cara. Neste ano, que estou absolutamente sem tempo por conta do doutorado, peguei o mesmo projeto da vez anterior e dei uma repaginada de 5 minutos. Atualizei meu currículo (sabendo que ele contabiliza pontos eu passei os últimos dois anos fazendo projetos culturais e documentando tudo - e é isso que eu chamo de jogar o jogo) e inseri um outro extrato do livro. Passei de um projeto jogado no lixo por um projeto que ficou em 9º lugar, ou em 20º da lista de espera, não importa, houve um salto. Tá bom que agora eu fico aqui em casa pensando: e se eu tivesse me dedicado a transformar o projeto e dedicasse a ele mais empenho? Talvez o salto pudesse ter sido ainda maior. E, por isso, talvez que ano que vem eu apresente este mesmo projeto recapitulado e pela terceira vez. Vais que!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tenho um amigo que vai ficar fulo da vida porque o Sacolinha ganhou mais um edital, que é injusto, que são cartas marcadas, que isso, que aquilo. Eu entendo a frustração dele. Mas sei de uma coisa, se você não acredita que é capaz de estar ali, nem tente estar, melhor gastar o seu tempo em outro lugar, mais rentável que é o lugar em que cada um de nós acredita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5699888322317611630-1247776309255228446?l=www.cincodeoutubro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jJkzJn4m-TyN4ZeamklIQGqFCMs/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jJkzJn4m-TyN4ZeamklIQGqFCMs/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jJkzJn4m-TyN4ZeamklIQGqFCMs/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jJkzJn4m-TyN4ZeamklIQGqFCMs/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://www.cincodeoutubro.com.br/2011/08/o-proac-e-publicacao-de-livros.html</link><author>noreply@blogger.com (Fernanda de Aragão e Ramirez)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5699888322317611630.post-8865786317123141717</guid><pubDate>Sat, 30 Jul 2011 05:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-01T21:20:40.670-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Literatura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mecenato</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Dicas para Escrever</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Bolsa Funarte de Criação Literária</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Editais</category><title>O que eu aprendi com a Bolsa Funarte de Criação Literária</title><description>É preciso não ter medo de escrever algo realmente ruim. Este foi o principal aprendizado que a Bolsa de Criação Literária da Funarte pôde me oferecer. Eu, escritora estreante, tinha outras idéias sobre o processo de escrita direcionada aos contos, crônicas e romances, dentre outros estilos. No entanto, uma certeza se manteve: é preciso dedicação e se debruçar sobre os escritos para além da inspiração. Trabalho. E muito, pois cada texto para ser lapidado deve estar muito além do óbvio e requer esforço. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Claro que eu não gostaria de contabilizar essa experiência de querer jogar um texto no lixo, de tão péssimo, e não poder. Em troca, o aprendizado veio de chofre num único verbo: enfrentá-lo. Este escrever mesmo quando a inspiração não vem, para criar hábito; este manter se torna um processo de fundamental importância para todos aqueles que quiserem se fazer através da literatura, esta vista enquanto objeto de leitura, ou seja, nas suas formas consumíveis: livros, e-books e outros formatos impressos e/ou digitais que, então, direcionam os escritores para outros estados de sujeito como, por exemplo, personas de eventos literários, feiras, festas, palestras, entrevistas e outras formas de divulgação da literatura. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com esta bolsa de criação literária aprendi que não tem jeito, é preciso unir criatividade com o trabalho, inspiração com o planejamento. Também pude ver o esforço solitário que está submerso no processo e - para quem sempre teve uma vida dinâmica, baseada em corpos inquietos já que minha formação acadêmica está voltada à educação física e aos esportes - a presença dos amigos, para que me tirassem de casa, passou a ser uma peça fundamental no desenvolvimento e construção deste livro. Foram eles que permitiram que as coisas não permanecessem num vazio, num oco, sem eco e deram significado à minha existência e ao ofício. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Discutir com os outros sobre aquilo que se escreve também entrou na lista dos aprendizados fornecidos pela bolsa de criação literária. Deste recurso muito utilizei uma vez que, na construção de papéis, principalmente os do universo masculino, daquilo que eles têm e desejam e que elas não têm e desejam, necessitaram de um debate para além da pesquisa, de forma que as personagens pudessem representar a construção social que se encontra submersa no texto.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entendi a função do primeiro leitor e a urgência do texto. E se a faca for afiada, mesmo, melhor colocar um item de folga no planejamento. Daí a importância de ter feito um pré-projeto para cumprir e, com ele, não fugir da dimensão do tema abordado. Mais uma vez a folga para os imprevistos, para os novos textos que não estavam ali e que, então, se fizeram necessários, quer tenha sido por desejo ou necessidade. Ter um pequeno roteiro ou um projeto inteiro, após esse processo de criação literária, tornou-se um dos principais meio de desenvolvimento para a concretização do deste livro e de outros projetos que dele surgiram, além do gerenciamento de tempo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desta forma, deixo registrado aqui, o valor e importância da Bolsa Funarte de Criação Literária não apenas para o desenvolvimento de minha carreira literária, um início com pé direito, confesso, como também para o crescimento e fomento da literatura em seus diversos aspectos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5699888322317611630-8865786317123141717?l=www.cincodeoutubro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5klzAgeD2Wc5H1nqf7ZxuKNFtBY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5klzAgeD2Wc5H1nqf7ZxuKNFtBY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5klzAgeD2Wc5H1nqf7ZxuKNFtBY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5klzAgeD2Wc5H1nqf7ZxuKNFtBY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://www.cincodeoutubro.com.br/2011/07/o-que-eu-aprendi-com-bolsa-funarte-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Fernanda de Aragão e Ramirez)</author><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5699888322317611630.post-8984078120449954025</guid><pubDate>Fri, 22 Jul 2011 19:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-22T12:59:15.628-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Escritores Independentes</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Eventos Literários</category><title>Feira do Escritor</title><description>Para toda essa gente que, como eu, batalha muito para ter sua literatura reconhecida, principalmente quando percebemos haver um meio de conchavos, eu te indico, você me indica, e essa semana eu deletei mais de 15 escritores do meu facebook, motivo simples, não sou esse conchavo, quando aparece um projeto como uma Feira do Escritor, acessível ao escritor independente meus olhos até brilham.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mandei email, porque eu quero estar dentro de onde puder. Recebi resposta e resolvi estar fora de enrascadas como essa. Pagar 2 mil reais pelo espaço e não poder compartilhar com outros escritores? Vamos lá, quem é que, em boa consciência, paga 2 mil reais para estar numa Feira de Livros quando dizem, por ai, que escritor estreante demora cerca de 3 anos para vender toda sua cota de 500 livros da edição do seu primeiro livro? Não se pagará, com certeza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevo este post em idignação à cláusula:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
"Parágrafo Segundo – Somente será admitida a comercialização de livros do próprio escritor."&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
Que continua nos itens abaixo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
IV. A área NÃO poderá ser utilizada de forma compartilhada pelo EXPOSITOR-LOCATÁRIO, sendo que só é permitido um escritor por mesa, podendo esse escritor comercializar quantos títulos desejas desde que sejam de sua autoria, salvo em casos em que a obra possuir mais de um autor.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
Quer dizer, estamos falando de uma feira de escritores que, claro, não estão na mídia. Alugo um espaço por 2 mil reais e não posso compartilhar com meus colegas? Faz sentido para você? Porque para mim não faz. Infelizmente a proposta do evento é ganhar dinheiro e não promover os escritores em si.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-9vh6vdO0ov8/TiSgZ0asF3I/AAAAAAAABY4/tysakMPg1VI/s1600/logo_feira_do_escritor_horizontal222.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://1.bp.blogspot.com/-9vh6vdO0ov8/TiSgZ0asF3I/AAAAAAAABY4/tysakMPg1VI/s400/logo_feira_do_escritor_horizontal222.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Dizem que terão aproximadamente 500 escritores, cada um pagará os 2 mil reais por uma mesa e duas cadeiras, e, nenhum suportezinho?. Temos aqui um montante básico de 1 milhão de reais. Considerando que o evento será na Expo qualquer coisa e que, provavelmente tem um aluguel caríssimo, claro que o lucro deve cair pela metade, ou menos da metade, não faço ideia. Tem outros custos também e coisa e tal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembrando que o Letra Corrida : Ateliê de Literatura e Criatividade tinha bastante interesse na feira, agora não tem mais porque, mesmo sendo um projeto independente, ele se esbarra no seguinte item:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo Primeiro - Somente será admitida a exposição e venda de livros/audiolivros e revistas. Quaisquer outros produtos e/ou serviços só poderão ser comercializados durante o evento, com a prévia autorização, por escrito, da PROMOTORA.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
E para deixar bem claro:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
9. Interdição à participação e/ou promoção de terceiros: São absolutamente vedadas à publicidade e promoção direta e/ou indireta de produtos de empresas não participantes do Evento e/ou aqueles não previstos nos setores da exposição. Entretanto, poderá o EXPOSITOR-LOCATÁRIO solicitar a PROMOTORA, que, a seu critério, poderá autorizar a apresentação em seu estande dos produtos por ele não fabricados, desde que sejam de interesse ou necessários à complementação de sua linha de produtos e que não conste menção promocional ou de agradecimento. O não cumprimento dessa norma dará a PROMOTORA o direito de recolher ao seu depósito, para posterior devolução, os produtos e materiais objetos de infração. Não será permitida também a propaganda, promoção ou comercialização de quaisquer outras promotoras de eventos no recinto da Feira.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
Só posso lamentar o fato de não poder juntar meus 10 amigos literatos e afins para dividir o espaço de 4m2 comingo num evento que parecia ser tão promissor e, agora, tão sei lá o quê. A conta era simples: os 2 mil reais divididos por 10 amigos dariam a despesa de 200 reais para cada, mais os custos de alimentação e transporte para o evento. Claro que esses 10 amigos fariam o trabalho de divulgar o evento para que mais e mais pessoas pudessem prestigiar. E gastariam um troquinho com panfletos e outros materiais de divulgação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também não podemos deixar de refletir no fato de que um feira como essas, cujo foco é o próprio escritor - relembro que os de renome não precisam de uma feira dessas -, com tanta exclusividade, poderá morrer em si própria. Não parece óbvio que dividindo melhor o espaço dos estandes o público da feira seria bem mais diversificado? Afinal, não se trata de uma bienal de livro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com certeza haveriam modos mais interessantes de a PROMOTORA, &lt;a href="http://audiolivro.net.br/"&gt;Audio Livros Editora&lt;/a&gt;, arcar com os altos custos do aluguel do espaço, marketing e outros detalhes que deverão fazer a feira funcionar. Às vezes é preciso um pouco de bom senso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não posso sequer desejar um evento de sucesso pois sei que será um evento que se pagará em si e levará lucro à própria editora. Mas sei também que se trata de uma faca de dois-gumes. Claro que você pode não concordar comigo, então, está aí o link do evento: &lt;a href="http://www.feiradoescritor.com/"&gt;1 Feira do Escritor, dias 20, 21 e 22 de abril de 2012 no Expo Center Norte&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caso você encare este "para mim tudo ao vosso reino, nada" (é que no contrato não fica claro outra contrapartida a não ser o lugar na feira, não garantem mídia, nem divulgação, então, assim, sem saber quais as medidas que eles tomarão em prol do escritor, a coisa complica, você não acha?); caso você queira arriscar, passe aqui para deixar seus comentários sobre o porquê de sua decisão e, depois, como é que foi o evento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu acompanharei de perto para, em abril do próximo ano, tecer minhas conclusões finais sobre o investimento que poupei. E que vontade de fazer um evento desse tamanho, acesso livre. Ah sim, ainda a pergunta que não quer calar: será que eles vão cobrar a entrada da feira dos possíveis visitantes?&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas questões para serem questionadas!&lt;br /&gt;
Sucesso aos que participarão do evento, mas assim, se me permitem ao censelho, invistam essa grana na publicação de um novo livro, acho mais interessante, principalmente hoje em dia, com a internet pipocando de redes sociais. Pode ser um marketing mais interessante e um novo passo para a construção da sua carreira literária. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5699888322317611630-8984078120449954025?l=www.cincodeoutubro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/sad3sHbEPdJTJtsRfCgrP0qJOkQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/sad3sHbEPdJTJtsRfCgrP0qJOkQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/sad3sHbEPdJTJtsRfCgrP0qJOkQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/sad3sHbEPdJTJtsRfCgrP0qJOkQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://www.cincodeoutubro.com.br/2011/07/feira-do-escritor.html</link><author>noreply@blogger.com (Fernanda de Aragão e Ramirez)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-9vh6vdO0ov8/TiSgZ0asF3I/AAAAAAAABY4/tysakMPg1VI/s72-c/logo_feira_do_escritor_horizontal222.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5699888322317611630.post-5979793892155979515</guid><pubDate>Thu, 14 Jul 2011 18:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-14T11:02:31.430-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Off Flip</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Língua Crônica</category><title>Língua Crônica invadiu a Off Flip 2011</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-HKLeXWWped4/Th8tNd2hhvI/AAAAAAAAJK8/AmFApGMcP7I/s1600/Lingua+Cronica+na+Off+Flip.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-HKLeXWWped4/Th8tNd2hhvI/AAAAAAAAJK8/AmFApGMcP7I/s320/Lingua+Cronica+na+Off+Flip.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Foi bacana a ida até Paraty, na 9ª Festa Literária Internacional. O Língua Crônica conseguiu um espacinho na livraria da Off Flip, festa paralela à principal. Bacana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais legal foi ver o livro junto a outros tantos. É a primeira vez dele no meio de muitos. E, quem sabe, não é o primeiro passo para ele alcançar as livrarias país adentro.&amp;nbsp; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5699888322317611630-5979793892155979515?l=www.cincodeoutubro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZHCLZ6O7MTlcHYGMvtuFSywjFbc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZHCLZ6O7MTlcHYGMvtuFSywjFbc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZHCLZ6O7MTlcHYGMvtuFSywjFbc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZHCLZ6O7MTlcHYGMvtuFSywjFbc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://www.cincodeoutubro.com.br/2011/07/lingua-cronica-invadiu-off-flip-2011.html</link><author>noreply@blogger.com (Fernanda de Aragão e Ramirez)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-HKLeXWWped4/Th8tNd2hhvI/AAAAAAAAJK8/AmFApGMcP7I/s72-c/Lingua+Cronica+na+Off+Flip.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5699888322317611630.post-392132037701999476</guid><pubDate>Thu, 07 Jul 2011 09:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-07T02:42:56.071-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Língua Crônica</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Flip</category><title>Língua Crônica na FLIP 2011</title><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-FOYa2BrBH6g/ThV_dIDANQI/AAAAAAAAJJg/uCyvi0NL0Gs/s1600/DSC01926.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-FOYa2BrBH6g/ThV_dIDANQI/AAAAAAAAJJg/uCyvi0NL0Gs/s400/DSC01926.JPG" width="266" /&gt;&lt;/a&gt;Língua de Sogra Crônica!&lt;br /&gt;
Deu trabalho, mas ficaram legais&lt;br /&gt;
Estas línguas de sogra,&lt;br /&gt;
Crônicas&lt;br /&gt;
Para divulgação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aguardem o retorno da FLIP&lt;br /&gt;
com todos os detalhes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As fotos do antes,&lt;br /&gt;
E as fotos do depois.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5699888322317611630-392132037701999476?l=www.cincodeoutubro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KH5ey_Zp4DrDe3JGIDu6n-lX6R8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KH5ey_Zp4DrDe3JGIDu6n-lX6R8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KH5ey_Zp4DrDe3JGIDu6n-lX6R8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KH5ey_Zp4DrDe3JGIDu6n-lX6R8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://www.cincodeoutubro.com.br/2011/07/lingua-cronica-na-flip-2011.html</link><author>noreply@blogger.com (Fernanda de Aragão e Ramirez)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-FOYa2BrBH6g/ThV_dIDANQI/AAAAAAAAJJg/uCyvi0NL0Gs/s72-c/DSC01926.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5699888322317611630.post-4758240331580391983</guid><pubDate>Sat, 02 Jul 2011 16:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-02T09:40:32.680-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Processo Editorial</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Máquinas de Livros</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Como fazer um livro</category><title>Como Fazer um Livro</title><description>Três filmes interessantes, o passado, o presente e o processo artesanal de se fazer um livro, exceção ao livro sobre demanda, que ainda não achei um material legal sobre como é esse processo expresso na produção de livros:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes&lt;br /&gt;
&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/hBztGX-2i1M" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois&lt;br /&gt;
&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/mfcEFEaxaLs" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Processo Artesanal&lt;br /&gt;
&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/om6i3enGZ8c" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5699888322317611630-4758240331580391983?l=www.cincodeoutubro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mTUWl43N1msVLiUSUriFWPVe1OQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mTUWl43N1msVLiUSUriFWPVe1OQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mTUWl43N1msVLiUSUriFWPVe1OQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mTUWl43N1msVLiUSUriFWPVe1OQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://www.cincodeoutubro.com.br/2011/07/como-fazer-um-livro.html</link><author>noreply@blogger.com (Fernanda de Aragão e Ramirez)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/hBztGX-2i1M/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5699888322317611630.post-2152933734943605290</guid><pubDate>Mon, 27 Jun 2011 19:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-27T12:32:13.044-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Literatura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Vida e Arte</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Vida de Escritor</category><title>Os meus caminhos de escritora - Depoimento</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://ospassarinhos.files.wordpress.com/2010/07/143_pb1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="145" src="http://ospassarinhos.files.wordpress.com/2010/07/143_pb1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
No próximo dia 30 entrego o livro para a Funarte. Também é o dia da qualificação do meu doutorado em esportes. E tem exatos 4 anos e meio que eu:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. decidi ser escritora (reconhecida e blábláblá e coisa e tal)&lt;br /&gt;
2. entrei no curso de doutorado em esportes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tracei o plano aos 30, quando nasci de novo, boêmia. Uma ideia simples: arrumar uma fonte de finaciamento em que me desse mais tempo para o mundo das letras do que aquele que eu tinha. E para este ganha-pão, um ofício que eu pudesse tirar de "letra". &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A estratégia: dedicar-me às disciplinas e ao doutorado no primeiro ano para, na contrapartida, e me distrair, continuar na boemia e ir em todos os eventos literários que eu soubesse existir {só para conhecer o ambiente em que estava prestes a esmurrar a porta com os dois pés, começando com o direito}. Isso foi em 2007, ano em que, para incrementar a carreira docente, acrescentei no desafio um curso de especialização em Divulgação Científica. Muita gente não acreditava, alguns poucos me admiravam. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para 2008 a mesma estratégia de ir a eventos literários, ler bastante livros e fazer muitas e muitas pesquisas na internet. Terminar o curso de especialização [aqui teve um porém que, por ser porém, fica pra ser contado em outra ocasião], terminar as disciplinas faltantes para o doutorado e iniciar a pesquisa bibliográfica e a escrita da tese com algumas ideias em papel rascunho. Ok. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E em 2008 eu ergui as mangas: comecei a escrever (casualmente) para o &lt;a href="http://www.jornalirismo.com.br/"&gt;Jornalirismo &lt;/a&gt;(que ainda continua na casualidade, infelizmente) e para o Portal Comunique-se! (também muito casualmente) e outras ações que cito abaixo: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Participação no &lt;b&gt;1º Festival da Mantiqueira - Diálogos com a Literatura&lt;/b&gt; depois de ter ganhado o concurso de frases que me deu o direito de ir para o evento com tudo pago e fazer a oficina de contos com o Marcelino Freire. Foi a primeira ocasião em que estive cara-a-cara com alguns escritores que estavam na mídia. O debate mais caloroso envolveu o Marçal Aquino e o Mário Prata na tenda principal. Nunca vou me esquecer disso e da conversa que tive com o Zuenir Ventura. Também pelo fato de ter conhecido a Beatriz Galvão, agitadora cultural, amiga das boas e companheira para muitos eventos futuros: gomeral, flip, etc, etc, etc...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Também foi o ano do &lt;a href="http://www.cronopios.com.br/site/artigos.asp?id=3401"&gt;&lt;b&gt;Cartografia Web Literária&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, evento que aconteceu no SESC Consolação e que originou o texto &lt;a href="http://cincodeoutubro.blogspot.com/2008/09/cerveja-escarlate.html"&gt;Cerveja Escarlate&lt;/a&gt; {levei um susto com algumas personas do mundo literário} e a publicação, no Portal Cronópios da crônica &lt;a href="http://www.cronopios.com.br/site/prosa.asp?id=3481"&gt;N'inhos Virtuais&lt;/a&gt;. Esta última, sem o apóstrofo, acabou indo parar no livro Língua Crônica, história que está algumas linhas pra baixo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Quase na mesma época aconteceu o &lt;b&gt;Seminário de Violência e Literatura&lt;/b&gt; no Centro Cultural São Paulo, ocasião em que participei da palestra-oficina do angolano Nelson Saúte e conheci outras pessoas bacanas no mundo literário e, principalmente, do cenário das "letras das línguas portuguesas". &lt;a href="http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/bma/noticias/?p=5525"&gt;Veja como foi a programação aqui&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Empolgada com esse envolvimento literário que então se iniciava, resolvi fazer uma oficina de contos com o escritor Marçal Aquino, também no SESC Consolação. Um cara bacana que produziu camisetas para a turma com os dizeres "eu leio os russos", escrito em russo, claro, e só pra fazer todo um sentido. No balanço dos meus planos iniciais, a conta era simples: eu tinha mais 1 ano e meio, e só, para me tornar uma escritora, de pouca mídia mas de fato. E o fato é que era preciso que eu virasse a mesa e, pelo andar da coisa, eu tinha pouco tempo para isso.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então em 2009 eu fiquei sabendo do Concurso de Literatura que ocorre anualmente na União Brasileira de Escritores, sede do Rio de Janeiro. Foi assim que, de repente, eu tinha dois meses para montar um livro de crônicas e coisa e tal, um desafio. Juntei todas as crônicas que eu já havia escrito na vida, e isso significava todos os 5 ou 6 textos que eu havia espalhado pela internet no ano anterior. Tudo eles, em doc conforme edital, espaçamento duplo, TNR 12, não chegavam a 25 páginas escritas e isso significava que eu tinha muito o que fazer. Foi a primeira vez que eu escrevi longe do conceito de inspiração e perto dos conceitos de produção e trabalho. Consegui fechar 60 páginas nem tão boas quanto eu gostaria, sem uma unidade, mas com uma estratégia: trilogias. É que, com pouco material em mãos, eu tinha que dar um jeito de conferir uma certa unidade a um livro com textos tão diversos em conteúdos, formas e temas. Foi aí que, então, nasceu o &lt;a href="http://linguacronica.blogspot.com/"&gt;Língua Crônica&lt;/a&gt;, ainda inédito e segundo lugar com direito à cerimônia de premiação na Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O doutorado ficou um pouco de lado para dar espaço ao romance da vida real e coisa e tal. Um ano ok dentro do planejamento e do esperado. O que não se esperava ficou mesmo pra 2010, uma baixa emocional que me levou a chorar 3 meses seguidos por todos os dias. Para me reerguer, a decisão: tirar o &lt;a href="http://linguacronica.blogspot.com/"&gt;Língua Crônica&lt;/a&gt; do ineditismo e publicá-lo. Edição independente, pensada depois de muitas e muitas pesquisas sobre o mercado editorial e coisa e tal. Até que, em novembro, o lançamento com direito a festa, amigos, muitos, e música ao vivo. Também como parte desse sair do fundo do poço das emoções que não damos conta, resolvi, de última madrugada, escrever um projeto de contos para concorrer à Bolsa de Criação Literária da Funarte, mais de 1500 concorrentes para o sudeste e 30 vagas, uma minha e um novo ânimo para secar as lágrimas de tristeza e deixar surgirem novas, de alegria. E, no saldo positivo para a literatura, um ano negativo para o doutorado e para o amor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fato é que, num dia desses de 2010, eu acordei e me dei conta de que eu tinha um livro {ainda inédito} premiado e uma bolsa de literatura super concorrida para um outro livro que eu sequer sabia se seria capaz de escrevê-lo. O &lt;a href="http://linguacronica.blogspot.com/"&gt;Língua Crônica&lt;/a&gt; deixou de ser inédito e está seguindo seu próprio caminho em 2011 com direito a inscrição no Jabuti e tals {a meta é ficar entre os finalistas, vamos que vamos!}. E até o fim dessa semana eu entrego os 12 contos da proposta Funarte, um desafio que conto em outra ocasião.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estamos em 2011. Nestes primeiros seis meses do ano eu escrevi meu primeiro livro de contos e eu vivi todo um doutorado deixado de lado durante um ano e meio. E, embora eu tenha me atrasado com a tese e deixado para terminá-la em último mês antes do jubilamento acadêmico, recuperei a certeza de que é possível virar a mesa sim, basta querermos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje, além de tudo isso, dou aulas em um curso de graduação e em outro curso de pós-graduação. É a verba que me sustenta. Ou quase. E para os próximos seis meses espero:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Inscrever o livro de contos no Prêmio SESC de autores estreantes. Quem sabe não sai uma publicação de grande editora. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Esquematizar de uma vez por todas os espaços físico e virtual do &lt;a href="http://www.letracorrida.com.br/"&gt;Letra Corrida : Ateliê de Literatura e Criatividade&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Terminar o doutorado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aproveito o espaço para agradecer a todos que sempre estiveram comigo durante esses anos e pedir as devidas desculpas pelo sumiço da boemia que, em breve, me terá em regresso junto com as novas propostas para o &lt;a href="http://sertaopaulsitano.blogspot.com/"&gt;blog Ser-Tão Paulistano&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obrigada, amigos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5699888322317611630-2152933734943605290?l=www.cincodeoutubro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7BGH6Qv0bQ22uUiT1X-Eq-hC-Fo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7BGH6Qv0bQ22uUiT1X-Eq-hC-Fo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7BGH6Qv0bQ22uUiT1X-Eq-hC-Fo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7BGH6Qv0bQ22uUiT1X-Eq-hC-Fo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://www.cincodeoutubro.com.br/2011/06/os-meus-caminhos-de-escritora.html</link><author>noreply@blogger.com (Fernanda de Aragão e Ramirez)</author><thr:total>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5699888322317611630.post-4032442922131186560</guid><pubDate>Mon, 27 Jun 2011 02:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-26T19:59:06.248-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Arte</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Literatura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Vídeos</category><title>A cidade dos livros</title><description>Bom para Degustar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/S12PaC3X0Gs" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais um...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/F_jyXJTlrH0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E, ainda sobre os papéis...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/qfSjfcKR4RI" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E as histórias...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/aibn-yWmT38" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5699888322317611630-4032442922131186560?l=www.cincodeoutubro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/C6Ojr6HC61w7NFFFvCbUBU3w9kI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/C6Ojr6HC61w7NFFFvCbUBU3w9kI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/C6Ojr6HC61w7NFFFvCbUBU3w9kI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/C6Ojr6HC61w7NFFFvCbUBU3w9kI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://www.cincodeoutubro.com.br/2011/06/cidade-dos-livros.html</link><author>noreply@blogger.com (Fernanda de Aragão e Ramirez)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/S12PaC3X0Gs/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5699888322317611630.post-6493117622286697392</guid><pubDate>Sat, 25 Jun 2011 23:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-25T16:20:58.900-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Viver de Literatura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Literatura Brasileira Contemporânea</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Vida de Escritor</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Eles me Entrevistam</category><title>Viver de Literatura</title><description>Da série: Eles me Entrevistam. &lt;br /&gt;
Pergunta enviada por Cezar Fittipaldi&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;No panorama da literatura brasileira atual, contemporânea, há uma evidente aura de globalização. Alguns autores estão sendo traduzidos no exterior, existem várias correntes surgindo, temos até um "best seller" global, Paulo Coelho. Tem pretensões de viver exclusivamente da literatura? E em caso afirmativo, pode detalhar as estratégias para tal?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-g0kvChYOenU/Tee5y6IDQNI/AAAAAAAACB4/0xiFfQ6mge4/s1600/literatura.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="192" src="http://3.bp.blogspot.com/-g0kvChYOenU/Tee5y6IDQNI/AAAAAAAACB4/0xiFfQ6mge4/s320/literatura.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Quando me foi pedido para que eu escolhesse um curso superior para fazer, eram três as possibilidades: educação física (a mais óbvia porque o esporte era a coisa mais presente na minha vida até aquele momento), as artes plásticas (porque além do esporte eu gostava de criar com as mãos) e a matemática (por conta do raciocínio lógico, dos desafios de resolver problemas e equações mesmo sendo tão dislexa com a aritimética). Nunca consegui me imaginar numa sala vestindo terninhos e sapatos altos para encarar uma empresa. A matemática para mim não tinha esse caráter docente, enxergava mais como uma forma de pensamentos complexos de cálculos abstratos, que sempre foi o que me fascinou. Foi a primeira carreira que tirei do bolo. As artes plásticas sairam fora depois de a mesma frase martelar a minha cabeça muitas e muitas vezes: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- um artista não é um curso de graduação, &lt;br /&gt;
- um artista não é um curso de graduação, &lt;br /&gt;
- um artista não é um curso de graduação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao contrário sempre achei necessário ter uma formação para trabalhar com o corpo. Talvez pelo fato de eu ter sido vítima de especialização precoce - muito treinamento físico em idade inadequada - , o que contribuiu para eu querer outras coisas além do esporte profissional como carreira. Mas por quê estou contando todo esse percurso? Sempre me pareceu desnecessário um escritor precisar de um conhecimento técnico que nãos fosse um bom domínio da língua e isso uma boa formação escolar era capaz de oferecer os recursos necessários. O aprofundamento de temas também sempre me pareceu claro depender do amadurecimento de cada um, das experiências de vida e da forma como cada pessoa compreende, escreve e lê o mundo. A curiosidade que vejo, agora refletindo, é que em nenhum momento sequer passou pela minha cabeça a opção do curso de letras já que eu ficava tardes e tardes escrevendo, escrevendo e escrevendo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Digo de tudo isso porque, uma vez que sempre estive longe da mecânica do universo das letras, tanto em relação às críticas literárias, às suas correntes, ao processo mercadológico que aí estão envolvidos, fica muito evidente que eu não faço uma correta ideia do que, hoje, é considerado literatura contemporânea brasileira. Sequer de outro país. Sei de alguns autores que estão em evidência. Alguns eu li, outros não. Sei de autores que, fora desse circuito mercadológico, têm seus nomes respeitados mas eu, embora procure, não sei quem, de fato, são. Sei que Nelson de Oliveira vem produzindo coletâneas e mais coletâneas para divulgar os novos nomes de nossa literatura. Mas acredito que sejam os novos nomes que o próprio Nelson de Oliveira conhece por uma coincidência ou outra ou por pertencerem ao mesmo grupo de pares. Uma indicação aqui, outra ali, mais uma acolá. E me incomoda pensar que para cada rótulo que se cria, como forma de mídia, se deixa de lado um tanto de outras possibilidades e de escritores que nós sequer sabemos que existem. Fico até pensando, caso algum dia eu seja convidada a participar de tais compêndios, até que ponto esta mistura que se cria entre os rótulos e os autores correspondem às minhas expectativas literárias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não me incomoda, hoje, não saber traçar um panorama consistente deste mundo que chamam literário. Acompanho dele o que posso, frequento festas, lançamentos, bibliotecas e livrarias. Estou sempre rodeada de um livro, uma frase, um blábláblá. Sei que os envolvimentos, como os romances, precisam de tempo para se constituirem e se estabelecerem. Desta forma, acho que só serei capaz de responder a essa pergunta, com maior precisão, daqui alguns anos. Até lá, claro que tenho uma estratégia, planos mirabolantes para, daqui quatro ou cinco anos eu poder viver exclusivamente de minha literatura. E o "minha" aí posto nessa frase faz toda uma diferença. Pra mim, que sou de outra área de formação e CLT, viver de literatura é um conceito abrangente. Se eu viro a mesa, deixo minha primeira opção de carreira de lado para encarar a literatura, montar oficinas de criação literária, montar projetos de estímulo à leitura e muitas outras ações parecidas correspondem a esse viver de literatura. Mas creio que a pergunta que foi feita vá um pouco mais além. Diz da ideia de eu querer viver da renda de meus livros vendidos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Claro que eu não vejo de uma forma ruim, e acho perfeitamente possível, poder fazer dos livros de contos, crônicas e romances o meu cofrinho principal, principalmente se ele, somados mais uns quatro ou cinco anos, se tornar um algo auto-sustentável. Mas acho pouco. Caso isso aconteça e, sim, eu tenho uma estratégia para isso (digo sempre que me aposentarei aos 40 anos, junto com o término dos Jogos Olímpicos a ser realizados aqui no Brasil), estarei correndo atrás de outros desafios. Talvez eu decida começar tudo de novo, mais uma vez, e escolher uma nova profissão. Talvez eu queira viver das artes plásticas ou volte para a graduação para estudar cálculo diferenciado. Metade de mim já tem vontade uma vontade política e talvez este também seja um novo caminho. O que eu sei, por enquanto, é que as estratégias pertencem a mim. Aos poucos vou as revelando, na medida em pesquiso e aprendo mais sobre o mundo literário. Quem acompanha o blog já sabe um pouco como eu penso.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;PARTICIPE!&lt;br /&gt;
Deixe sua pergunta para a tag "Eles me entrevistam" e mate sua curiosidade.&lt;br /&gt;
É fácil, use os comentários para deixar sua pergunta ou sua opinião sobre os temas aqui debatidos!&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5699888322317611630-6493117622286697392?l=www.cincodeoutubro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CD1oQV2B5dWvRIUC26y3TxAkOF8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CD1oQV2B5dWvRIUC26y3TxAkOF8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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por Cezar Fittipaldi&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &lt;b&gt;Consegue ter em mente uma linha temática em sua literatura? Acha que o artista deve transmitir suas crenças e valores, ou a arte independe de ideologias e deve ser apenas entretenimento?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;a href="http://www.bibliotheca.org.uk/wp-content/uploads/2010/12/book.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://www.bibliotheca.org.uk/wp-content/uploads/2010/12/book.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Fatalmente meus textos recaem sobre o sujeito. Talvez seja por isso que eu quis, antes de escrever contos ou outros estilos, ser cronista. É o que não se vê, os conflitos que estão dentro que me interessam. Como cronista eu posso expor o meu dentro e o meu grito. Assim, dito em primeira pessoa. A partir do momento em que o cronista parte de sua própria realidade, sua concepção sobre o mundo, o que é real e o que é imaginário se confundem no texto. As crônicas literárias têm um estilo característico, diferente dos textos de opinião. E essa confusão entre os dois tem me incomodado ultimamente, principalmente com a internet, onde qualquer texto de blog vira crônica (ou artigo) quando, ao meu ver, são textos de opinião. Acredito que o escrever sempre levará ao outro algo daquele que escreve. Um algo que pode ter muitas interpretações das quais o leitor não distinguirá o que dali é realidade, fato ou ilusão. Digo isso tanto em relação às crônicas quanto em relação aos contos. Ainda não me aventurei no romance, mas creio que tenha semelhanças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O artista tem que fazer o que ele acredita. Nem todo escritor é um artista e um grande artista pode trabalhar apenas para fins de entretenimento. Acho fundamental existirem livros para entreter, de fácil linguagem e acesso, com histórias feitas para todos, com qualquer história que desperte interesse em qualquer pessoa, uma única que seja. O que não dá é tornar a literatura inacessível e as pessoas continuarem acreditando que não é para elas, que literatura é aquele algo de linguagem culta preso aos acadêmicos e aos críticos literários. Por isso as propostas do Letra Corrida: Ateliê de Literatura e Criatividade têm como principal objetivo tornar a literatura possível para todos, por isso são atividades itinerantes sem distinção de público, idade ou nível de formação educacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/blockquote&gt;* &lt;b&gt;Acha que o escritor deve sofrer para escrever? Deve vivenciar fatos e emoções que tornem sua obra mais crível? Que deve escrever sobre coisas, fatos e emoções que realmente conheça, ou isso é apenas para os mais extremistas?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://magickalgraphics.com/Graphics/Occult/BooksCandles/book7.gif" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://magickalgraphics.com/Graphics/Occult/BooksCandles/book7.gif" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;É mais fácil escrever sobre aquilo que se sabe, não tenho dúvidas. E talvez a pergunta seja outra que não essa, mas: uma pessoa para ser tornar um "grande" escritor deve ter sofrido na vida? Lendo o livro "A Louca da Casa" de Rosa Montero há um que desse sofrimento imprenscindível necessário à alma dos escritores como se as linhas poéticas e o texto em prosa só pudessem existir através da dor, da miséria, da guerra, do holocausto, da deficiência física ou mental, do fascismo, da ditadura, da exploração sexual, da pedofilia ou daquilo que dizem ser podre na humanidade. Basta vermos os temas que a maioria dos prêmios literários conferem. Por um lado não nego que uma das funções da literatura é justamente essa, a de retratar a sociedade através de sua crueldade e fazer dessa obra um alerta, mais do que um retrato. No entanto há um algo dentro de mim que diz: e seu eu não estiver afim? Quer dizer, será mesmo que para ser um escritor reconhecido e laureado é necessário escrever apenas sobre esses temas como reflexo da sua própria dor? O filho eterno, os avós que fugiram da guerra - quer dizer, dos escritores brasileiros jovens, quais deles entendem realmente o significado da guerra? Ou mesmo os jovens escritores africanos que passaram a vida toda em Portugal ou na Europa desde os três anos de idade - o quê esses jovens escritores tem a dizer? Qual é o tamanho da dor deles não fosse os noticiários da tevê ou aquilo que é legado familiar? Porque é bem claro que ainda existe uma negação para uma escrita feita de marginalidade, os cordéis, os raps, os funks, uma série de manifestações que os letrados ainda ignoram. Em lugar, aplaudem aqueles que dos marginalizados escrevem o que torna a coisa toda, de certo modo, um tanto irônica. O quê uma jovem de classe média que mora no Rio de Janeiro tem de experiência em rinhas ou porcos abatidos? Qualquer um pode escrever e fazer literatura. É preciso apenas uma ideia na cabeça, uma vontade e tempo. &lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;PARTICIPE: &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
envie sua pergunta para o projeto "Eles me entrevistam!" &lt;br /&gt;
vale qualquer coisa!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5699888322317611630-7766809811589115138?l=www.cincodeoutubro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;object height="326" width="334"&gt;&lt;param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="bgColor" value="#ffffff"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/CarlHonore_2005G-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/CarlHonore-2005G.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=320&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=73&amp;lang=por_br&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=carl_honore_praises_slowness;year=2005;theme=a_greener_future;theme=what_makes_us_happy;theme=might_you_live_a_great_deal_longer;theme=not_business_as_usual;event=TEDGlobal+2005;tag=Culture;tag=choice;tag=happiness;tag=health;tag=parenting;tag=personal+growth;tag=potential;tag=psychology;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /&gt;&lt;embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="334" height="326" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/CarlHonore_2005G-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/CarlHonore-2005G.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=320&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=73&amp;lang=por_br&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=carl_honore_praises_slowness;year=2005;theme=a_greener_future;theme=what_makes_us_happy;theme=might_you_live_a_great_deal_longer;theme=not_business_as_usual;event=TEDGlobal+2005;tag=Culture;tag=choice;tag=happiness;tag=health;tag=parenting;tag=personal+growth;tag=potential;tag=psychology;"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5699888322317611630-5401850628640157276?l=www.cincodeoutubro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/47VHcYCJ9H9QlrA4CJ_6W_zg_DE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/47VHcYCJ9H9QlrA4CJ_6W_zg_DE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/47VHcYCJ9H9QlrA4CJ_6W_zg_DE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/47VHcYCJ9H9QlrA4CJ_6W_zg_DE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://www.cincodeoutubro.com.br/2011/06/lentidao-dos-livros-num-mundo-expresso.html</link><author>noreply@blogger.com (Fernanda de Aragão e Ramirez)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5699888322317611630.post-6410298929186347900</guid><pubDate>Sat, 18 Jun 2011 06:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-17T23:08:37.030-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Fernandezias</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Eles me Entrevistam</category><title>Por quê fernandezias? - Eles me entrevistam, II</title><description>Esta pergunta veio da família, T. Elza. Então, vamos lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://farm4.static.flickr.com/3183/2747287235_7a9934e9f6.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="221" src="http://farm4.static.flickr.com/3183/2747287235_7a9934e9f6.jpg" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;Vocês já repararam o quanto é complicado escolher um nick ou um login na internet? Ainda mais se você tem um nome bastante comum como o meu. Depois de ter testado todas as combinações possíveis resolvi abrir o dicionário decidida: a palavra mais próxima de Fernanda seria meu novo nick que, por ser tão desconhecida, virou marca registrada. O plural é charme.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fernandezia é um gênero botânico pertencente à família das orquídeas (Orchidaceae), como esta da foto!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
***&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Sobre a série: Eles me entrevistam&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Trata-se de uma série de entrevistas, criadas pelos meus amigos e pelos visitantes deste blog. Afinal, conversamos aqui já tem algum tempo e sempre sobra alguma curiosidade, alguma pergunta na ponta da língua, aposto! Então, vamos lá?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Faça sua pergunta:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Para participar é fácil, é só você deixar suas perguntas na caixa de comentários do post, logo abaixo. Ou, se preferir, mande por email [fernandezias( )yahoo.com.br] ou pelo facebook [fernandezias].&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5699888322317611630-6410298929186347900?l=www.cincodeoutubro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gKqrBcJhoRtIgwO_u7WHU-Ec8LQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gKqrBcJhoRtIgwO_u7WHU-Ec8LQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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A partir de hoje inicio uma série de entrevistas, criadas pelos meus amigos e pelos visitantes deste blog. Afinal, conversamos aqui já tem algum tempo e sempre sobra alguma curiosidade, alguma pergunta na ponta da língua, aposto! Então, vamos lá? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Faça sua pergunta: &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ELES ME ENTREVISTAM [1]&lt;br /&gt;
por &lt;a href="http://cezarfittipaldi.blogspot.com/"&gt;Cezar Fittipaldi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-u7EjyQ_bnyI/TdDzgZ77ZbI/AAAAAAAAA7Y/3_UVA1G9_n4/s320/images%255B5%255D.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="189" width="266" src="http://3.bp.blogspot.com/-u7EjyQ_bnyI/TdDzgZ77ZbI/AAAAAAAAA7Y/3_UVA1G9_n4/s320/images%255B5%255D.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Você considera o suporte digital o futuro da literatura? Ou é uma saudosista que vê livros com papel, capa, cheiro de livros e colocados em estantes?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;Não é possível negar o avanço tecnológico uma vez que já podemos nos deitar com um livro em mãos, digo dos e-readers e e-books, e sem malabarismos para segurar aquelas 500 páginas em peso e tal. Ainda me lembro do peso do conhecimento que carregava nas costas, na época de estudante, antes das mochilas de rodinhas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De outro lado, fico pensando nessa questão dos direitos autorais e da pirataria. Se cada livro de papel é passado de mão em mão, cada arquivo digital atinge muito mais pessoas. Pensando nisso que pretendo, num futuro próximo, colocar o Língua Crônica em suporte digital, com opção de impressão sob demanda, para os saudosistas. Neste momento, confesso, a pirataria não me incomoda. Não sei se um dia serei fisgada pelo capitalismo que impera por detrás da discussão. Talvez. Sei que a edição autoral do meu livro ainda não se pagou. Quem sabe um dia. Só que nessa busca ao sol, como dizem por aí, quero mais é estar em todos os lugares. Acho que Paulo Coelho concordaria comigo, só gostaria que ele incluísse no site onde ele próprio disponibiliza seus livros em arquivo digital, gratuitamente, seu primeiro livro, Arquivos do Inferno, que dizem ser muito bom, mas que ele próprio renegou. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda continuando com a resposta, até alguns anos atrás eu era cri-cri, não emprestava livros e eu própria tinha uma necessidade de sequer não abrí-lo totalmente pra não estragar a lombada. Era importante que eles ficassem sempre novos e, depois de lido, ali na estante, brilhando. Sem uma marquinha sequer. Um Deus intocável. Então eu comecei a ver as coisas de outra forma e passei a enxergar os livros como uma necessidade urgente do país, de todos. E das minhas prateleiras eles começaram a voar, de mãos em mãos, muitos deles sem voltar. E que não voltem, que se vão até se esgotarem, porque, sim, livros se esgotam, às vezes ficam ultrapassados e quando isso acontece, no meu caso, viram book arts, mas essa é outra história. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fato é que tudo tem um contra-ponto. Acho que os livros em papel ganharão versões mais artísticas, como um presente de luxo, algo para colecionadores. Se pararmos para pensar, os LP´s estão voltando com tudo, uma prova de que os suportes antigos podem continuar extistindo junto com os novos, sem problemas. De qualquer forma, acredito que essa seja uma realidade distante, o livro em papel ainda receberá investimentos porque ele ainda é o acesso mais fácil para expandir.&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5699888322317611630-8180665521367499503?l=www.cincodeoutubro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_pte2xDFNC0mMDA3fnLLDj4oPeA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_pte2xDFNC0mMDA3fnLLDj4oPeA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_pte2xDFNC0mMDA3fnLLDj4oPeA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_pte2xDFNC0mMDA3fnLLDj4oPeA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://www.cincodeoutubro.com.br/2011/06/eles-me-entrevistam-parte-1.html</link><author>noreply@blogger.com (Fernanda de Aragão e Ramirez)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-u7EjyQ_bnyI/TdDzgZ77ZbI/AAAAAAAAA7Y/3_UVA1G9_n4/s72-c/images%255B5%255D.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5699888322317611630.post-3013443545505574120</guid><pubDate>Wed, 15 Jun 2011 06:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-14T23:39:00.429-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">A Voz do Escritor</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Dicas para Escrever</category><title>Dicas para escrever?</title><description>Recebi estas &lt;a href="http://www.theatlanticwire.com/entertainment/2011/06/so-youre-writing-book-heres-15-tips/38428/"&gt;15 dicas para escrever um livro&lt;/a&gt; de um amigo que, como eu, busca seu lugar na literatura. Aliás, como muitos e, talvez, como você. Adaptei alguns dos tópicos de acordo com o que acredito, pelo menos para quem quer viver de literatura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_v38sLmbAxcY/TTXJQZQfrEI/AAAAAAAAABY/Jq7CCHlYhTE/S760/escritor.GIF" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://4.bp.blogspot.com/_v38sLmbAxcY/TTXJQZQfrEI/AAAAAAAAABY/Jq7CCHlYhTE/S760/escritor.GIF" width="253" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
1. &lt;b&gt;Ter a coragem de escrever uma coisa ruim, muito ruim&lt;/b&gt;. - Essa eu acho a primeira e fundamental dica para quem se aventura na literatura. Estou passando por ela, na marra, já que estou com prazos para entregar o livro para a Funarte. Claro que eu gostaria de, nunca, contabilizar essa experiência de querer jogar um texto no lixo, de tão péssimo, e não poder. Em troca, enfrentá-lo. E, para enfrentá-lo, vamos para a próxima dica:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. &lt;b&gt;Escrever mesmo quando a inspiração não vem&lt;/b&gt;. - Para criar hábito, manter a escrita, afinal, você precisa produzir se quiser viver de literatura. Não tem jeito, é preciso unir criatividade com o trabalho, inspiração com o planejamento, ok, mais uma dica:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. &lt;b&gt;Planejar e usar ferramentas de gerenciamento de projetos&lt;/b&gt;. - Claro, pra facilitar as coisas e sobrar mais tempo livre para o ócio porque, vamos combinar, ele é bem amigo da criatividade, outra dica:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. &lt;b&gt;Ter amigos que tirem você de casa&lt;/b&gt;. - Fundamental para aqueles momentos em que a cabeça fica girando em torno do mesmo eixo e tudo parece um vazio, um oco, um eco. E, se a faca for afiada, mesmo, melhor colocar um item "folga" no planejamento. Mas se mesmo com os amigos você não consegue deixar de trabalhar no texto...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. &lt;b&gt;Discutir com os outros o assunto que se escreve&lt;/b&gt;. - Isso é legal, usei bastante esse recurso em dois contos que estão nesse livro para a Funarte. Principalmente nos momentos em que eu escrevia sobre o universo masculino, daquilo que eles têm que elas não têm. E, nesse debate entre escritor e leitor...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. &lt;b&gt;Ter outros amigos (ou não) para lerem seus texos em primeira mão e retornarem um feedback&lt;/b&gt;. Não que você acate a todas as sugestões ou que resolva escrever para os leitores e deles ficar escravo, mas para descobrir os engasgos do texto, aqueles trechos em que você quis passar uma ideia e quê se perderam no meio de tantos pensamentos e coisa e tal, mais uma dica:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. &lt;b&gt;Fazer tantas pesquistas quanto possíveis, dentro e fora da internet, com a vida real ou através de autores e livros que, de alguma forma, lhe sejam úteis durante o processo&lt;/b&gt;. - Alguém já disse que é mais fácil escrever sobre aquilo que se sabe. Bingo! Depois, para organizar as ideias, e fechar o ciclio em 360 graus é só...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. &lt;b&gt;Escrever um pré-projeto para ter a dimensão do que será abordado&lt;/b&gt;, como se dará o planejamento afinal e voltar para o item 1. - Essa parte eu sempre dispensei. Mas ter feito um projeto para a Funarte tem sido bastante útil para muitos dos passos acima descritos, então, voilá:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
só não se esqueça, no meio desse tanto de deveres, de &lt;b&gt;Usar programas como um bom processor de texto e organização de conteúdo&lt;/b&gt; ou de quebrar tantas e quantas regras dessas acima descritas. É que, no fundo, para ser um escritor basta existir e fazer acontecer, e que tudo isso seja do seu jeito, com a sua forma, com o seu próprio tempo e suas próprias regras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos que vamos em busca de nossa própria voz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu vou, e você?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5699888322317611630-3013443545505574120?l=www.cincodeoutubro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/N0tXUh3Q8fV_VX0jmpYh_2TdckY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/N0tXUh3Q8fV_VX0jmpYh_2TdckY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/N0tXUh3Q8fV_VX0jmpYh_2TdckY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/N0tXUh3Q8fV_VX0jmpYh_2TdckY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://www.cincodeoutubro.com.br/2011/06/dicas-para-escrever.html</link><author>noreply@blogger.com (Fernanda de Aragão e Ramirez)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_v38sLmbAxcY/TTXJQZQfrEI/AAAAAAAAABY/Jq7CCHlYhTE/s72-c/escritor.GIF" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5699888322317611630.post-1275940448036568517</guid><pubDate>Tue, 14 Jun 2011 01:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-13T18:30:32.540-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Formação do Escritor</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Prémio Leya</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Prêmio SESC de Literatura</category><title>Leya, Funarte, Prêmio SESC de Literatura e outros</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://farm2.static.flickr.com/1354/1487692302_062fe97f2a.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="500" src="http://farm2.static.flickr.com/1354/1487692302_062fe97f2a.jpg" width="333" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Ano passado, se não me engano com a data, o Prémio Leya, criado em 2008 e com valor de 100 mil euros, não conferiu nenhum ganhador sob a alegação de que os textos apresentados careciam de qualidade. Entre Brasil, Portugal e demais países da Língua Portuguesa podemos pensar que a coisa está preta. Não é por acaso que muitos prêmios e concursos vivem na prorrogação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu, por aqui, ando no perrengue Bolsa Funarte de Criação Literária, cujo relatório final deve ser entregue até o fim do mês. Uma novidade na minha experiência literária é esse pulo da crônica para o conto. Quando eu resolvi jogar as coisas para o alto e ser escritora, havia uma mensagem bem clara na minha cabeça: ser cronista! E, até hoje, não consegui um espaço no tablóide para tal, digo de uma forma remunerada (sei que minhas psrticipações no Jornalirismo andam bem aquém, falta de estímulo, talvez, ou muitas outras coisas para serem escritas no momento: o livro de contos para a funarte e o texto de defesa do doutorado). Não reclamo, como dizem, os caminhos precisam ser trilhados. De outro lado, conto um bom momento de meu primeiro livro, o Língua Crônica, que foi o Prêmio da União Brasileira de Escritores do Rio de Janeiro: mulheres cronistas. Não me rendeu din-din, mas me levou até a Academia Brasileira de Letras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora há uma estratégia neste caminho "sim, quero ser escritora" que é este desafio que me propuz em trabalhar esta linguagem próxima à crônica e com muitas particularidades que distinguem uma da outra. Encontro dificuldades por conta desta altercação linguística, daquilo que acreditava dominar e, agora, daquilo que sequer dou conta, o conto. Sei que, dos 15 textos que propuz no projeto que escrevi para o edital da Funarte - três ainda estão por escrever a primeira linha -, vou de encontro com essa briga contra o tempo e com essa busca pela linguagem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Confesso: escrever com prazo requer disciplina e esforço para fazer o vazio das ideias virarem marca, uma expressão a ser lida, um algo que alguém deseja e faça da leitura um prazer. É, por certo, uma excelente experiência, um treinamento para as crônicas mensais, semanais, diárias que estão por vir, será?, sempre essa pulga das dúvidas. Incerteza que cerca qualquer mudança, qualquer risco e voilá, qualquer julgamento literário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas então a estratégia, falando em julgamentos, é terminar o livro da Funarte e enviá-lo, na sequência para o Prêmio SESC de Literatura (autores estreantes na categoria conto). E sempre volta à cabeça a lembrança de que ano passado o Prémio Leya não conferiu honrarias. Falta de qualidade. Me debruço sobre o computador dia e noite com a exigência de apresentar meu melhor e descubro, em cada momento desses, que ainda me falta densidade literária. Leio outros autores, outros contistas, do passado e da atualidade e estabeleço entre eles meus próprios pontos de convergência e meus própios pontos de divergência. E todas essas vezes agradeço à Funarte, cujo prêmio em dinheiro me permite a tal busca fazendo desta bolsa algo fundamental na minha formação como escritora. Seria bom se pudéssemos contar com mais dessas iniciativas e que atinjam mais pessoas país adentro. Repito, dividir o Prêmio São Paulo de Literatura, autores estreantes, para, ao invés de premiar um único escritor com 200 mil reais, atingir pelo menos três. Seria legal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltando ao Prêmio SESC de Literatura e, lembrando dos acontecimentos com o Prémio Leya, além de outros fatores, aquele frio na espinha me invade. Sabe da enorme barreira que aí se instala na virada de mesa: será que dá? É isso mesmo? Fiz a escolha certa? E parece que nunca dará, sorte que essa frase chega sempre acompanhada daquela luz no fim do túnel. Estão vendo ela ali? Pois eu a vejo. Atualmente ela tem outro nome: Prêmio Jabuti e a esperança de o Língua Crônica ficar entre os 10 finalistas. E, se não for dessa vez, será na próxima. Ou na outra, na outra, na outra. Enquanto isso, fico cá quebrando a cabeça para fazer meu melhor nesse livro de contos que venho construindo dia após dia. Sabendo que a coisa por aqui também está preta. Mas nem tanto!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5699888322317611630-1275940448036568517?l=www.cincodeoutubro.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/duHesb9DO1e9c4HIG1qlP_AAook/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/duHesb9DO1e9c4HIG1qlP_AAook/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/duHesb9DO1e9c4HIG1qlP_AAook/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/duHesb9DO1e9c4HIG1qlP_AAook/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://www.cincodeoutubro.com.br/2011/06/leya-funarte-premio-sesc-de-literatura.html</link><author>noreply@blogger.com (Fernanda de Aragão e Ramirez)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://farm2.static.flickr.com/1354/1487692302_062fe97f2a_t.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>

