<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-38453718</atom:id><lastBuildDate>Tue, 10 Nov 2009 01:19:36 +0000</lastBuildDate><title>Cinéfilo, eu?</title><description>A cada filme, uma resenha. Não é maratona: é pura matemática cinematográfica aplicada. Vamos à prova dos nove!</description><link>http://www.cinefiloeu.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Vulgo Dudu)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>364</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" href="http://feeds.feedburner.com/cinefiloeu" type="application/rss+xml" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com" /><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38453718.post-310204455747311721</guid><pubDate>Fri, 06 Nov 2009 21:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-06T17:17:56.412-04:00</atom:updated><title>#124 - Terra sonâmbula, de Teresa Prata</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SvSSOuPETBI/AAAAAAAABFs/5cCpnScZFKs/s1600-h/FILME+TERRA+SONAMBULA+-+CARTAZ.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 222px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SvSSOuPETBI/AAAAAAAABFs/5cCpnScZFKs/s320/FILME+TERRA+SONAMBULA+-+CARTAZ.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401102634751118354" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Há um tempo, andei escrevendo sobre como seria bacana se um bom cineasta, daqueles bem criativos, como Spike Jonze, David Lynch ou Michel Gondry, pegasse um livro do Mia Couto e o transformasse em filme. Por isso, quando recebi o e-mail sobre a cabine de &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Terra sonâmbula&lt;/span&gt;, fiquei bastante ansioso para conferir o resultado - mesmo desconhecendo o trabalho da diretora Teresa Prata. Eis aqui um esboço do que escrevi para a Revista Programa, do JB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Terra sonâmbula&lt;/span&gt; é a adaptação do livro homônimo do escritor moçambicano Mia Couto, cuja obra tem como norte a denúncia da perda de identidade do continente africano. O texto, lírico e afiado, costuma se alternar entre o místico e o real, confundindo propositalmente o leitor. Portanto, é matéria-prima para excelentes argumentos cinematográficos. No entanto, é preciso boa dose de sensibilidade para imprimir na película a força das palavras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diretora Teresa Prata foi até Moçambique para filmar a história de um menino andarilho, órfão e sem referências do passado, que encontra um diário ao lado de um defunto. Ao ler anotações sobre uma mulher que busca o filho, sonha tratar-se de sua própria mãe. O problema de &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Terra sonâmbula&lt;/span&gt; está na simplicidade com a qual o roteiro é tratado. As imagens não dão conta do jogo narrativo proposto pelo texto original, transformando as sequências em meras rotinas técnicas que não encantam o espectador. Prova disso é o fraco rendimento dos atores, aparentemente pouco à vontade com os personagens.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38453718-310204455747311721?l=www.cinefiloeu.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.cinefiloeu.com/2009/11/124-terra-sonambula-de-teresa-prata.html</link><author>noreply@blogger.com (Vulgo Dudu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SvSSOuPETBI/AAAAAAAABFs/5cCpnScZFKs/s72-c/FILME+TERRA+SONAMBULA+-+CARTAZ.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38453718.post-8792103233136566868</guid><pubDate>Sun, 01 Nov 2009 15:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-01T14:36:18.437-04:00</atom:updated><title>#123 - O caçador (Chugyeogja), de Hong-jin Na</title><description>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Su20y4JaEYI/AAAAAAAABFk/GQMMTPcBiTE/s1600-h/ca%C3%A7ador.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 228px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Su20y4JaEYI/AAAAAAAABFk/GQMMTPcBiTE/s320/ca%C3%A7ador.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5399170314445394306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Um dos grandes atrativos do cinema oriental é a estrutura narrativa dos roteiros. Nisso, eles dão um banho. Sabem contar uma boa história como ninguém - fruto da cultura milenar de oralidade. A produção coreana &lt;em&gt;O caçador &lt;/em&gt;tem um roteiro espetacular, com a especificidade técnica típica dos &lt;em&gt;thrillers&lt;/em&gt; hollywoodianos. O resultado é arrebatador!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme conta a história de um cafetão, ex-detetive da polícia, que começa a perder suas garotas misteriosamente. Passa, então, a investigar por conta própria o que está acontecendo. À medida em que vai encontrando pistas, começa a montar um sinistro e grotesco quebra-cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O roteiro é tão bom, mas tão bom, que consegue unir cenas extremamente violentas e sequências bastantes divertidas sem soar cansativo. O diferencial está na maneira como o conteúdo é apresentado. Os cortes mais sombrios, por exemplo, tem fotografia carregada e escura. Os personagens são muito bem trabalhados. O protagonista, vivido por Yun-seok Kim, é uma figura peculiar e interessante, do tipo que raramente visto em filmes do gênero. Foge de maniqueísmos e age sempre com naturalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me causará espanto se daqui a alguns anos Hollywood, com sua criatividade saturada - praticamente esgotada -, anunciar um &lt;em&gt;remake&lt;/em&gt; de &lt;em&gt;O caçador&lt;/em&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38453718-8792103233136566868?l=www.cinefiloeu.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.cinefiloeu.com/2009/11/123-o-cacador-chugyeogja-de-hong-jin-na.html</link><author>noreply@blogger.com (Vulgo Dudu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Su20y4JaEYI/AAAAAAAABFk/GQMMTPcBiTE/s72-c/ca%C3%A7ador.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">5</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38453718.post-7549698052683449365</guid><pubDate>Wed, 28 Oct 2009 13:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-28T09:48:34.670-04:00</atom:updated><title>Luz, câmera... canção! - Arcade Fire</title><description>Quando o disco de estreia do Arcade Fire,&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Funeral&lt;/span&gt;, foi lançado aqui no Brasil, fiquei embasbacado! Era rock independente repleto de harmonias, com linhas melódicas complexas e, o mais bacana, com letras que traziam uma coesão entre as faixas. A banda trabalhou a velha e saudosa concepção de álbum, algo que parecia ter sido abandonado pela indústria fonográfica havia muito tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Arcade Fire foi fundado em 2003, lá no Canadá - terra de excelentes artistas, como o coletivo Broken Social Scene e o dinossauro do rock Neil Young. Ok, eles também têm Celine Dion e Bryan Adams, mas vamos dar um desconto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não bastasse o apuro melódico dos integrantes do Arcade Fire, os videoclipes também impressionam pela sutileza e requinte. Uma das faixas de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Funeral&lt;/span&gt;, "Rebellion (Lies)", ganhou um vídeo com uma fotografia estonteante. O roteiro é simples, bem simples. Lembra um pouco aquele conto do flautista de Hammerling, que enquanto toca vai esvaziando a cidade de ratos. No caso, enquanto o Arcade Fire toca, em uma cidade interiorana tipicamente canadense, as crianças vão os seguindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="415" height="295"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/NNfWC4Sgkcs&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/NNfWC4Sgkcs&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="415" height="295"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perdi o show dos caras no Tim Festival de 2005, aqui no Rio. Estava de plantão no trabalho. Deu raiva.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38453718-7549698052683449365?l=www.cinefiloeu.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.cinefiloeu.com/2009/10/luz-camera-cancao-arcade-fire.html</link><author>noreply@blogger.com (Vulgo Dudu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38453718.post-3675784971318459901</guid><pubDate>Mon, 26 Oct 2009 14:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-26T11:06:59.906-04:00</atom:updated><title>#122 - Anticristo (Antichrist), de Lars Von Trier</title><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SuW5pt_hYeI/AAAAAAAABFc/dqRit9swfEo/s1600-h/anticristo.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 233px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5396923854845207010" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SuW5pt_hYeI/AAAAAAAABFc/dqRit9swfEo/s320/anticristo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os filmes de Lars Von Trier costumam ser experiências intensas - o que, ao meu entender, é algo bastante positivo. Quando o diretor, na minha opinião o mais provocador da atualidade, anunciou um filme de terror, era óbvio que o horror seria psicológico. E era muito provável também que a parte estética teria destaque.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Anticristo&lt;/em&gt; é exatamente o que Von Trier vem propondo ao longo de sua filmografia: uma jornada catastrófica pela mente perturbada do ser humano (e não do diretor), com total domínio sobre a técnica cinematográfica. O roteiro conta a história de um casal que perde o filho pequeno, morto após cair da janela, enquanto faz sexo. Para tentar aliviar a dor do luto, vão para uma cabana no meio do mato. No meio do mato mesmo. Lá, o que era para ser um tratamento alternativo, acaba se tornando uma experiência que foge do controle.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O grande impacto do filme não está nas cenas de violência e mutilação sexual, e sim no argumento, que se fecha de forma obscura e perturbadora nas sequências finais. O recheio tem a marca do diretor, que tem fama de fazer a vida dos protagonistas um inferno particular. Cenas de sexo, masturbação e animais mortos causaram celeuma em Cannes. Puro exagero. Nada de mais. Nem gratuito. Tudo está de acordo com o argumento. Além do mais, quem entra numa sala de cinema para ver um filme de Lars Von Trier já sabe mais ou menos o que esperar...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Willem Dafoe e Charlotte Gainsbourg impressionam pela naturalidade diante das câmeras, em grande parte provocada pela direção, que proibia ensaios antes das filmagens. Porém, &lt;em&gt;Anticristo&lt;/em&gt; é um filme essencialmente visual. A fotografia é de deixar qualquer espectador de queixo caído. Até mesmo o prólogo, de conteúdo terrível, é belo. Planos abertos, repletos de textura e com poucos timbres sonoros relembram a técnica de Tarkovsky, a quem Von Trier dedica o filme.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No fim das contas, é uma experiência estética irresistível, por mais pesada que possa ser ao espectador.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O filme me lembrou muito, guardadas as devidas proporções, minha música predileta do Ben Harper, &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=q3Q8dlusBk4"&gt;"The woman in you"&lt;/a&gt;. Concorda?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38453718-3675784971318459901?l=www.cinefiloeu.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.cinefiloeu.com/2009/10/122-anticristo-antichrist-de-lars-von.html</link><author>noreply@blogger.com (Vulgo Dudu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SuW5pt_hYeI/AAAAAAAABFc/dqRit9swfEo/s72-c/anticristo.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">12</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38453718.post-6438807521045550397</guid><pubDate>Fri, 23 Oct 2009 14:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-23T11:02:59.675-04:00</atom:updated><title>#121 - Os vigaristas (The Brothers Bloom), de Rian Johnson</title><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SuHFfQhbJCI/AAAAAAAABFU/hL4HQ76wFLA/s1600-h/VIgaristas_Poster.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 218px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5395810969368339490" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SuHFfQhbJCI/AAAAAAAABFU/hL4HQ76wFLA/s320/VIgaristas_Poster.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sexta-feira, vocês já sabem, é dia de estreias no circuitão! Hoje chega aos cinemas o filme &lt;em&gt;Os vigaristas&lt;/em&gt;, com Adrien Bodry, Mark Ruffalo e Rachel Weisz no elenco. Escrevi uma resenha para a Revista Programa, do Jornal do Brasil. Para quem não pode comprar a publicação (ou seja, para quem não é carioca, porque os cariocas compram o JB, não é mesmo?), eis abaixo a minha opinião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produção do ano passado, &lt;em&gt;Os vigaristas&lt;/em&gt; conta a história dos irmãos Bloom, que aplicam golpes milionários usando o charme e a elegância como isca. Quando o alvo é uma jovem ricaça orfã, que vive reclusa em uma mansão, um deles começa a questionar o modo de vida que leva, colocando em xeque os planos do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesclando aventura e comédia, o roteiro também prega peças no espectador. Repleto de reviravoltas previsíveis, acaba soando cansativo. Figurinos e cenários retrô tentam dar um ar exótico à trama, mas causam estranhamento. O único item que se destaca é mesmo a deliciosa trilha sonora, repleta do dixie jazz de décadas passadas. Adrien Bodry e Mark Ruffalo têm atuações discretas. Quem salva o filme é Rachel Weisz, no papel da curiosa mocinha.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38453718-6438807521045550397?l=www.cinefiloeu.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.cinefiloeu.com/2009/10/121-os-vigaristas-brothers-bloom-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Vulgo Dudu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SuHFfQhbJCI/AAAAAAAABFU/hL4HQ76wFLA/s72-c/VIgaristas_Poster.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">8</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38453718.post-443844184691249526</guid><pubDate>Mon, 12 Oct 2009 14:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-20T09:10:10.357-04:00</atom:updated><title>#120 - Observe and report, de Jody Hill</title><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/St21uNuuGkI/AAAAAAAABE0/d2KjY5H4VPA/s1600-h/observe_and_report_ver4.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 219px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394667734223952450" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/St21uNuuGkI/AAAAAAAABE0/d2KjY5H4VPA/s320/observe_and_report_ver4.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Lançado diretamente em DVD, &lt;em&gt;Observe and report&lt;/em&gt; é uma comédia que foge um pouco dos padrões. É politicamente incorreta, repleta de piadas grosseiras e com um protagonista que é o verdadeiro escroto. O roteiro aproxima o espectador do anti-herói, ainda que ele bata em crianças, experimente drogas e ofenda transeuntes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Seth Rogen interpreta Ronnie Barnhardt, o chefe de segurança de um shopping center. Bipolar, precisa tomar remédios para controlar o humor instável. Quando um maníaco ronda o estacionamento mostrando o pênis e falando impropérios, um investigador da polícia toma a frente das investigações, colocando sua autoridade em xeque. Capturar o criminoso, então, se torna uma obsessão na vida de Barnhardt.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O filme ganha corpo mesmo na segunda metade de projeção, com sequências bastante interessantes e intensas. Trata-se de uma das comédia mais violentas dos últimos tempos, com cenas de brigas e discussões acaloradas - o que é bom. Outro ponto positivo são os personagens coadjuvantes, principalmente os que integram a equipe de segurança do shopping. Destaque para o excelente Michael Peña, o braço-direito de Rogen. Impagável!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Se o roteiro de &lt;em&gt;Observe and report&lt;/em&gt; se debruçasse um pouco mais sobre a questão psicológica do protagonista, poderia arrancar uma belíssima interpretação de Rogen. Não vai tão longe assim, mas deve agradar muita gente.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38453718-443844184691249526?l=www.cinefiloeu.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.cinefiloeu.com/2009/10/120-observe-and-report-de-jody-hill.html</link><author>noreply@blogger.com (Vulgo Dudu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/St21uNuuGkI/AAAAAAAABE0/d2KjY5H4VPA/s72-c/observe_and_report_ver4.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">5</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38453718.post-3455677481628055750</guid><pubDate>Mon, 12 Oct 2009 14:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-16T12:37:38.885-04:00</atom:updated><title>#119 - Jesus Christ Vampire Hunter, de Lee Demarbre</title><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/StigegWb2FI/AAAAAAAABEU/lOxmvP1y33Y/s1600-h/Jesus_Christ_Vampire_Hunter_copy.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 219px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5393236999716722770" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/StigegWb2FI/AAAAAAAABEU/lOxmvP1y33Y/s320/Jesus_Christ_Vampire_Hunter_copy.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Cinema é a maior diversão. Essa máxima é muito mais verdadeira nos filmes B do que nas produções hollywoodianas. Bole uma história realmente insana, junte um punhado de amigos e reserve os finais de semana para as gravações. Rodado no Canadá, num período de dois anos, &lt;em&gt;Jesus Christ Vampire Hunter&lt;/em&gt; é uma produção de baixo orçamento que traz o melhor dos &lt;em&gt;trash movies&lt;/em&gt;: interpretações espontâneas, improviso cênico e um argumento completamente original.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Jesus Cristo volta à Terra para acabar com uma gangue de vampiros que ataca pobres e incautas lésbicas. Com visual descolado, a bordo de um skate, o filho de deus procura o líder das criaturas do mal para salvar a humanidade. Ao longo de sua jornada, conta com a ajuda de sacerdotes punks e um lutador mexicano.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A maioria das cenas foi feita nas ruas de Ottawa. Muito provavelmente sem autorização das autoridades locais. Por isso, é comum ver, ao longo da projeção, transeuntes espantados com a ação - o que torna o filme ainda mais divertido. A maioria dos atores é amadora, com pouca ou nenhuma experiência. Até a mãe do diretor faz uma ponta como lésbica.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O bacana é que o filme foi inteiramente rodado em 16 milímetros. Ou seja, deu trabalho! A trilha sonora é outro destaque, com inserções musicais estapafúrdias. E para fechar com chave de ouro, a canção na sequência final diz: &lt;em&gt;it's all good/ it's all right/ everybody gets laid tonight&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para ser visto com amigos, cervejas e petiscos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38453718-3455677481628055750?l=www.cinefiloeu.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.cinefiloeu.com/2009/10/119-jesus-christ-vampire-hunter-de-lee.html</link><author>noreply@blogger.com (Vulgo Dudu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/StigegWb2FI/AAAAAAAABEU/lOxmvP1y33Y/s72-c/Jesus_Christ_Vampire_Hunter_copy.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">5</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38453718.post-6808124880163439050</guid><pubDate>Mon, 12 Oct 2009 14:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-14T13:57:40.196-04:00</atom:updated><title>#118 - Flight 666, de Sam Dunn e Scot McFadyen</title><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/StYPGDK6SWI/AAAAAAAABEM/cxjwjwE6eNw/s1600-h/Flight666-PORTUGAL(5).jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 229px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5392514200427448674" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/StYPGDK6SWI/AAAAAAAABEM/cxjwjwE6eNw/s320/Flight666-PORTUGAL(5).jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sam Dunn foi o responsável pelo excelente documentário &lt;a href="http://www.cinefiloeu.com/2007/10/67-metal-uma-jornada-pelo-mundo-do.html"&gt;Metal&lt;/a&gt;. Utilizando-se dos conhecimentos adquiridos na cadeira de antropologia, misturados à paixão pelo&lt;em&gt; heavy metal&lt;/em&gt;, o diretor conseguiu contextualizar de forma lúdica e científica uma paixão que vence barreiras temporais. Logo, era ele mesmo a pessoa mais gabaritada para acompanhar o Iron Maiden, sua banda predileta, em uma empreitada realmente ousada: dar conta de uma turnê pelos cinco continentes, em cidades nunca antes visitadas, a bordo do Ed Force One, avião particular do grupo inglês.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os rapazes tiram onda. Quem pilota o avião é ninguém menos que o próprio vocalista, Bruce Dickinson. Nos aeroportos, em meio às notificações de voos regulares, os alto-falantes anunciam o voo 666 - como se fosse a coisa mais natural do mundo. Pela primeira vez na história da música, uma banda pode percorrer distâncias de quase 3 mil quilômetros entre uma cidade e outra. Ao todo, foram 23 shows em 45 dias.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em &lt;em&gt;Flight 666&lt;/em&gt;, a câmera funciona como os olhos de um fã que tem acesso irrestrito ao backstage. Por respeitar tanto a banda, Dunn passa a maior parte do tempo como &lt;em&gt;vouyer&lt;/em&gt;, enfrentando o receio de músicos e membros da produção em ter a rotina devassada. Ao longo do filme, além de mostrar detalhes da extensa turnê, o espectador fica conhecendo um pouco mais sobre cada membro da banda.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Há também uma curiosidade que se passa no Brasil, quando o Ed Force One pousa em São Paulo. O recordista de tatuagens do Iron Maiden é um pastor de uma igreja pentecostal. Além de pregar o evangelho se utilizando das letras das canções da banda, ele tem espalhadas pelo corpo 176 tatuagens. Algumas, segundo ele, em três dimensões: quando ele se mexe, se mexem também as tatuagens...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Filght 666&lt;/em&gt; é divertido sem abrir mão do conteúdo documental. Clássicos dos bons tempos, como "Aces high", "Two minutes do midnight", "Rime of the ancient mariner" e "Can I play with madness", demonstram o fascínio que a banda ainda exerce em jovens fãs, desafiando teorias estéticas e musicais. O &lt;em&gt;heavy metal&lt;/em&gt;, de fato, não morreu.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38453718-6808124880163439050?l=www.cinefiloeu.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.cinefiloeu.com/2009/10/118-flight-666-de-sam-dunn-e-scot.html</link><author>noreply@blogger.com (Vulgo Dudu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/StYPGDK6SWI/AAAAAAAABEM/cxjwjwE6eNw/s72-c/Flight666-PORTUGAL(5).jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">5</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38453718.post-4300634581056153583</guid><pubDate>Mon, 12 Oct 2009 14:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-12T10:51:22.341-04:00</atom:updated><title>#117 - Black Dynamite, de Scott Sanders</title><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/StNBj3mfmyI/AAAAAAAABEE/NlFkk57LrQc/s1600-h/festival2009_B.gif"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 306px; DISPLAY: block; HEIGHT: 49px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391725263369247522" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/StNBj3mfmyI/AAAAAAAABEE/NlFkk57LrQc/s400/festival2009_B.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/StNBdFeHl2I/AAAAAAAABD8/200M3KcOOa4/s1600-h/black_dynamite_ver31.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 216px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391725146833131362" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/StNBdFeHl2I/AAAAAAAABD8/200M3KcOOa4/s320/black_dynamite_ver31.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fechei o Festival do Rio com chave de ouro! Já esperava que &lt;em&gt;Black Dynamite&lt;/em&gt;, paródia dos antigos &lt;em&gt;blaxploitations&lt;/em&gt;, fosse tudo isso. Todas as peculiaridades que fizeram do gênero uma referência estética e cinematográfica são exageradas propositalmente, criando uma espécie de caricatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história segue a consagrada fórmula da década de 70: basicamente, é sobre vingança. Mais ainda, trata da luta solitária de um justiceiro contra traficantes e mafiosos. Black Dynamite é um anti-herói sinistro: ex-agente da CIA, temido por todos, praticamente invencível, mestre na arte do kung fu e irresistivelmente atraente. Quando recebe a notícia da morte do irmão, até a polícia teme o banho de sangue que está por vir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo de cara, o diretor Scott Sanders deixa claro que a intenção é escrachar os clichês. Por isso, na sequência inicial, o microfone vaza escandalosamente. Ao longo da projeção, uma série de pequenas falhas, comuns em produções de baixo orçamento, são inseridas propositalmente. O roteiro é meticulosamente esburacado, os diálogos são inacreditavelmente manjados e os atores suam para forçar a barra nas interpretações. Um verdadeiro deleite para os fãs dos antigos &lt;em&gt;blaxploitations&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Black Dynamite é infame, diferente e jocoso. Há muito tempo não me divertia tanto numa sala de cinema!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No site da &lt;a href="http://www.mcorporation.com.br/"&gt;M...&lt;/a&gt;, a resenha fala um pouco mais sobre o que foi o &lt;em&gt;blaxploitation&lt;/em&gt;. Quem quiser ler, clique &lt;a href="http://www.mcorporation.com.br/midnight-movies-8/#more-1517"&gt;aqui&lt;/a&gt;!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38453718-4300634581056153583?l=www.cinefiloeu.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.cinefiloeu.com/2009/10/117-black-dynamite-de-scott-sanders.html</link><author>noreply@blogger.com (Vulgo Dudu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/StNBj3mfmyI/AAAAAAAABEE/NlFkk57LrQc/s72-c/festival2009_B.gif" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38453718.post-8633985928303670414</guid><pubDate>Fri, 09 Oct 2009 23:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-09T20:05:38.377-04:00</atom:updated><title>#116 - Tyson, de James Toback</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Ss_PTp270FI/AAAAAAAABD0/6OTcNaSi4Eo/s1600-h/festival2009_B.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 306px; height: 49px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Ss_PTp270FI/AAAAAAAABD0/6OTcNaSi4Eo/s400/festival2009_B.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390755215546503250" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Ss_POXgFS9I/AAAAAAAABDs/sRGQZFcmPk0/s1600-h/tyson.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 216px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Ss_POXgFS9I/AAAAAAAABDs/sRGQZFcmPk0/s320/tyson.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390755124719471570" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quando eu era moleque, Mike Tyson estava no auge da carreira. Aguardava as lutas na televisão, já de madrugada, ansioso. E a maioria delas costumava terminar em menos de dois minutos. No videogame, em &lt;em&gt;Mike Tyson’s Punch-Out&lt;/em&gt;, do Nintendo, era preciso passar por todos os outros personagens para enfrentar Tyson. Tarefa quase impossível, não fosse uma sequência de comandos no controle que dava acesso direto à luta. Ainda assim, encaixar um golpe no sujeito era tarefa árdua. E se o jogador levasse apenas dois socos, era game over.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O documentário &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Tyson&lt;/span&gt; traz à tela um pugilista com uma capacidade de autocrítica impressionante. O ex-campeão dos pesos-pesados, outrora o homem mais temido do planeta, abre a guarda para falar abertamente sobre algumas das passagens mais duras e tempestuosas da sua carreira, como o conturbado casamento com a atriz Robin Givens, o uso de drogas, a derrota para James “Buster” Douglas, a condenação por estupro e até a mordida na orelha de Evander Holyfield.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante uma hora e meia, Tyson não para de falar! Chega até mesmo a chorar - em uma mecânica realmente bizarra - quando lembra de seu primeiro treinador, Cus D'Amato, morto antes que ele levantasse o cinturão de campeão. A montagem podia ajudar a narrativa a fluir melhor, mas também não compromete. Quem se acostumou a ver Tyson enfrentando os maiores pugilistas do mundo, vai achar interessante vê-lo lutar contra o seu maior oponente: ele mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra versão da resenha lá no site da &lt;a href="http://www.blogger.com/www.mcorporation.com.br"&gt;M...&lt;/a&gt; Quer ler? Que bom! Então, clique &lt;a href="http://www.mcorporation.com.br/midnight-movies-6-2/"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38453718-8633985928303670414?l=www.cinefiloeu.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.cinefiloeu.com/2009/10/116-tyson-de-james-toback.html</link><author>noreply@blogger.com (Vulgo Dudu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Ss_PTp270FI/AAAAAAAABD0/6OTcNaSi4Eo/s72-c/festival2009_B.gif" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38453718.post-3469128381919215025</guid><pubDate>Fri, 09 Oct 2009 16:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-09T12:44:42.468-04:00</atom:updated><title>#115 - 9 - A Salvação (9), de Shane Acker</title><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Ss9ocy4XwoI/AAAAAAAABDk/vfzuXLjmNl4/s1600-h/9.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 192px; FLOAT: left; HEIGHT: 281px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390642122889609858" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Ss9ocy4XwoI/AAAAAAAABDk/vfzuXLjmNl4/s320/9.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sexta-feira é dia de estreias no circutão. Além do novo e badalado filme de Tarantino, uma produção de Tim Burton pode agradar os fãs de animações. A resenha de &lt;em&gt;9 - A Salvação&lt;/em&gt; foi publicada hoje na Revista Pograma,do JB. Como de costume, eis mais ou menos o que está escrito por lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produzida por Tim Burton, a animação 9 – A Salvação é melancólica e tem temática adulta. Em um mundo pós-apocalíptico, em que a população foi dizimada por máquinas inteligentes, um cientista projeta bonecos de pano numerados de 1 a 9, na esperança de construir um futuro melhor. A trama começa quando o número 9 ganha vida. Sem saber, ele carrega um segredo que pode mudar o destino do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O longa, dirigido por Shane Acker, é uma extensão do curta-metragem que foi indicado ao Oscar em 2004. Apesar do roteiro não ser dos melhores, o capricho estético é incontestável. Os cenários e as criaturas fantásticas que surgem na tela enchem os olhos do espectador. Cenas dramáticas e com uma pequena dose de violência podem, inclusive, assustar algumas crianças. Não fosse uma lição de moral que não fica tão clara nos minutos finais de projeção, o filme agradaria muito mais. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38453718-3469128381919215025?l=www.cinefiloeu.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.cinefiloeu.com/2009/10/115-9-salvacao-9-de-shane-acker.html</link><author>noreply@blogger.com (Vulgo Dudu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Ss9ocy4XwoI/AAAAAAAABDk/vfzuXLjmNl4/s72-c/9.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38453718.post-1816050287892421303</guid><pubDate>Thu, 08 Oct 2009 20:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-08T16:58:01.054-04:00</atom:updated><title>#114 - Bastardos Inglórios (Inglorious Basterds), de Quentin Tarantino</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Ss5O7cHIjJI/AAAAAAAABDc/c9s_kaaKKUg/s1600-h/bastardos-cartaz-350-div.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 214px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Ss5O7cHIjJI/AAAAAAAABDc/c9s_kaaKKUg/s320/bastardos-cartaz-350-div.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390332587074423954" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Se a II Guerra Mundial fosse como Tarantino a imaginou no roteiro de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Bastardos Inglórios&lt;/span&gt;, sem dúvida alguma os livros de história encabeçariam a lista dos mais vendidos. Com menos violência e ação, mas com encenação eficiente e diálogos caprichados, o diretor conta uma aventura que envolve personagens reais e fictícios, mudando o rumo da maior batalha do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história se concentra em três núcleos, que em certo ponto do filme se cruzam: uma jovem judia sobrevivente de uma chacina nazista, um coronel com fama de caçador de judeus e um grupo de militares estadunidenses sanguinários e desequilibrados liderados por Brad Pitt - os tais Bastardos Inglórios do título. Com a única missão de matar nazistas, usam métodos nada ortodoxos para espalhar a fama pelo território ocupado, fazendo até mesmo Hitler tremer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo de quase duas horas e meia de projeção, há uma série de situações típicas dos filmes de Tarantino. O apuro técnico é inconstestável. As cenas de ação e violência, bem como a roupagem&lt;span style="font-style: italic;"&gt; pop&lt;/span&gt;, continuam impressas no fotograma, ainda que de forma menos estilizada. A direção de arte é perfeita, recriando brilhantemente os tempos de guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos maiores méritos de Tarantino no ofício de diretor é a forma como explora os personagens, tornando-os irresistíveis. É o que acontece, por exemplo, com o núcleo dos Bastardos Inglórios, cada um com sua característica peculiar. O elenco ajuda. Brad Pitt mais uma vez dá conta do recado, com um irritante sotaque de caipira. Porém, o destaque é o ator austríaco Christoph Waltz, que dá um banho de interpretação na pele do sádico, porém educado, coronel Hans Landa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O curioso é que há um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;exploitation&lt;/span&gt; italiano chamado &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quel maledetto treno blindato&lt;/span&gt;, filmado em 1978 e também ambientado durante a II Guerra Mundial, que recebeu nos Estados Unidos o título de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Inglorious Bastards&lt;/span&gt; (note que o bastardo aqui é escrito com a letra&lt;span style="font-style: italic;"&gt; a&lt;/span&gt;, enquanto Tarantino usa a letra &lt;span style="font-style: italic;"&gt;e&lt;/span&gt;). Fala sobre soldados que infringiram o código militar, mas que conseguem fugir e bolar um plano para aplicar um golpe nos nazistas. Como Tarantino adora referências cinematográficas, fica a curiosidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Bastardos Inglórios&lt;/span&gt; é diversão garantida! Um cinema intenso com a assinatura de Tarantino. Estreia amanhã no circuitão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38453718-1816050287892421303?l=www.cinefiloeu.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.cinefiloeu.com/2009/10/114-batardos-inglorios-inglorious.html</link><author>noreply@blogger.com (Vulgo Dudu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Ss5O7cHIjJI/AAAAAAAABDc/c9s_kaaKKUg/s72-c/bastardos-cartaz-350-div.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">9</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38453718.post-8986207374701811691</guid><pubDate>Wed, 07 Oct 2009 14:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-07T12:08:04.021-04:00</atom:updated><title>#113 - Big River Man, de John Maringouin</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Ssywi7mZeZI/AAAAAAAABDM/jD2-djhNUto/s1600-h/festival2009_B.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 306px; height: 49px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Ssywi7mZeZI/AAAAAAAABDM/jD2-djhNUto/s400/festival2009_B.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389876968216426898" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SsywTOu6Y6I/AAAAAAAABDE/OEpITXorbiE/s1600-h/big_river_man.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 217px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SsywTOu6Y6I/AAAAAAAABDE/OEpITXorbiE/s320/big_river_man.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389876698474505122" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Na minha opinião, o que define um bom documentário é o interesse que o personagem desperta. A imprevisibilidade do comportamento humano é algo que, quando capturado diante das telas, coloca o documental em uma posição muito além do argumento meramente proposto. Um sujeito que é ex-viciado em jogo, professor de violão flamenco, enólogo nas horas vagas, figurante em filmes de ação, garoto-propaganda e jurado de concurso de beleza já reúne predicados suficientes para ser objeto documental. Melhor ainda se for um nadador nato, recordista mundial de grandes travessias. O esloveno Martin Strel é tudo isso, além de já não ser tão jovem, estar acima do peso e não abrir mão de uma cerveja gelada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O foco de &lt;em&gt;Big River Man&lt;/em&gt; é a tentativa de nadar toda a extensão do Rio Amazonas. Porém, basta deixar a câmera ligada para se ter uma ideia de quem é Martin Strel: um esloveno humilde, porém famoso em sua cidade natal, e que goza de certo prestígio entre chefes de estado e políticos influentes. Quase sempre calado e com um largo sorriso no rosto, é saudado por onde quer que passe. Não é multado quando estaciona em local proibido e nem é importunado pela polícia quando dirige embriagado. Tem contratos vitalícios para frequentar um moderno parque aquático e dirigir um carro importado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com braçadas fortes, nadou os rios Danúbio, Mississippi e até o poluído Yangtzé, em jornadas que duravam cerca de dois meses. O motivo, alegava, era chamar a atenção das pessoas para as causas ambientais. Portanto, o Rio Amazonas, além de significar a quebra de seu recorde pessoal, também se encaixa perfeitamente na proposta ecológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme se torna mais denso e interessante quando o espectador percebe que nem ao mesmo a equipe que acompanha Strel sabe quem ele realmente é e quais são os verdadeiros motivos que o levam a arriscar a vida nadando. Muito mais do que uma aventura aquática, a travessia do Rio Amazonas se transforma em uma jornada de grandes proporções, guardando surpresas - nem sempre agradáveis - para todos que embarcaram nela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posso afirmar, sem dúvida, que se trata de um dos melhores e mais insólitos documentários dos últimos anos. Há uma versão maior da resenha lá no site da &lt;a href="http://www.mcorporation.com.br/"&gt;M...&lt;/a&gt; Para ler, clique &lt;a href="http://www.mcorporation.com.br/midnight-movies-6/"&gt;aqui&lt;/a&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda dá tempo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUI (8/10) 22 Estação Ipanema 1&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38453718-8986207374701811691?l=www.cinefiloeu.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.cinefiloeu.com/2009/10/113-big-river-man-de-john-maringouin.html</link><author>noreply@blogger.com (Vulgo Dudu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Ssywi7mZeZI/AAAAAAAABDM/jD2-djhNUto/s72-c/festival2009_B.gif" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38453718.post-1338211152316542314</guid><pubDate>Tue, 06 Oct 2009 02:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-05T22:23:36.208-04:00</atom:updated><title>#112 - American Prince, de Tommy Pallotta</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Ssqnn6I1Q7I/AAAAAAAABC8/MyRDOEMgjyk/s1600-h/festival2009_B.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 306px; height: 49px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Ssqnn6I1Q7I/AAAAAAAABC8/MyRDOEMgjyk/s400/festival2009_B.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389304208165258162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Ssqng6a614I/AAAAAAAABC0/fd3uWbOgEFo/s1600-h/american-prince.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 229px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Ssqng6a614I/AAAAAAAABC0/fd3uWbOgEFo/s320/american-prince.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389304087982036866" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Uma nova geração de cineastas foi atrás de Prince para recolher as memórias não apenas de seu atribulado passado, mas também dos bastidores das filmagens de American Boy: o retrato de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Steven Prince&lt;/span&gt;. Em &lt;em&gt;American Prince&lt;/em&gt;, o diretor Tommy Pallotta usa a mesma estrutura do documentário de 1978, mantendo o personagem em foco novamente por 50 minutos. O ex-ator, atualmente um empreiteiro, fala com a mesma desenvoltura de outrora sobre a indústria cinematográfica da qual fez parte durante alguns anos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;American Prince&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;American Boy: o retrato de Steven Prince&lt;/em&gt; são mostrados em sequência para o público do Festival do Rio. Uma excelente oportunidade para conhecer uma figura ímpar, cuja atuação em &lt;em&gt;Taxi Driver&lt;/em&gt; não chega a despertar tanta curiosidade – mas que tem um roteiro de vida tão interessante quanto o do filme. Se é tudo verdade ou mentira, não cabe ao espectador julgar. O próprio Prince diz que todos passam por situações insólitas na vida. O que o difere dos outros é a maneira como ele as encara.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quer ver os dois?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; TER (6/10) 16 e 20 Cine Glória&lt;br /&gt;QUA (7/10) 15:15 Instituto Moreira Salles&lt;br /&gt;QUI (8/10) 16:30 e 23:30 Espaço de Cinema 2&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38453718-1338211152316542314?l=www.cinefiloeu.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.cinefiloeu.com/2009/10/112-american-prince-de-tommy-pallotta.html</link><author>noreply@blogger.com (Vulgo Dudu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Ssqnn6I1Q7I/AAAAAAAABC8/MyRDOEMgjyk/s72-c/festival2009_B.gif" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38453718.post-8037162059382208011</guid><pubDate>Tue, 06 Oct 2009 00:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-05T22:04:40.925-04:00</atom:updated><title>#111 - American Boy: o retrato de Steven Prince (American Boy: a profile of Steven Prince), de Martin Scorsese</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Ssqlq-kDssI/AAAAAAAABCs/rKqE6kbYSlg/s1600-h/festival2009_B.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 306px; height: 49px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Ssqlq-kDssI/AAAAAAAABCs/rKqE6kbYSlg/s400/festival2009_B.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389302061869544130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SsqlgQgbKKI/AAAAAAAABCk/FhUvtyaP7JI/s1600-h/Italianamerican%2BAmerican%2BBoy.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 226px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SsqlgQgbKKI/AAAAAAAABCk/FhUvtyaP7JI/s320/Italianamerican%2BAmerican%2BBoy.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389301877707581602" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quem diria que o sujeito que interpretou Easy Andy, o negociador de armas de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Taxi Driver&lt;/span&gt;, era uma figura tão interessante? As histórias de Steven Prince eram tão incríveis, que o diretor Martin Scorsese resolveu filmar uma conversa informal e fazer um documentário. Durante muito tempo, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;American Boy: o retrato de Steven Prince&lt;/span&gt; permaneceu no limbo, sem uma distribuição adequada. Acabou virando uma raridade, apreciada por poucos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de 12 horas de entrevista se transformaram em um filme de 50 minutos. O esquema é simples: na maior parte do tempo, a câmera focaliza Prince sentado em um sofá, contando eloquentemente suas histórias. Algumas pequenas inserções de imagens de arquivo são feitas. O espectador se transforma em ouvinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prince era viciado em heroína e levava uma vida cheia de excessos. Porém, era também um exímio contador de histórias. Em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;American Boy: o retrato de Steven Prince&lt;/span&gt;, ele incorpora diversos personagens e torna as narrativas ainda mais interessantes. O que conta é tão louco e incrível, que algumas de suas aventuras inspiraram sequências cinematográficas inesquecíveis, como a célebre cena de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Pulp Fiction&lt;/span&gt; em que John Travolta aplica uma injeção de adrenalina em Uma Thurman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais de três décadas depois, um outro documentário com Prince foi feito - o que nos leva à próxima postagem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38453718-8037162059382208011?l=www.cinefiloeu.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.cinefiloeu.com/2009/10/111-american-boy-o-retrato-de-steven.html</link><author>noreply@blogger.com (Vulgo Dudu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Ssqlq-kDssI/AAAAAAAABCs/rKqE6kbYSlg/s72-c/festival2009_B.gif" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38453718.post-5615206784858440005</guid><pubDate>Mon, 05 Oct 2009 03:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-05T00:21:02.525-04:00</atom:updated><title>#110 - O rei da fuga (Le roi de l'évasion), de Alain Guiraudie</title><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SslzbSYHkNI/AAAAAAAABCM/QNrNZMgZzNM/s1600-h/festival2009_B.gif"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 306px; DISPLAY: block; HEIGHT: 49px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388965341752168658" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SslzbSYHkNI/AAAAAAAABCM/QNrNZMgZzNM/s400/festival2009_B.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SslzUV-qAKI/AAAAAAAABCE/zhXqMpeh_K0/s1600-h/le-roi-de-levasion_300.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 240px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388965222460031138" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SslzUV-qAKI/AAAAAAAABCE/zhXqMpeh_K0/s320/le-roi-de-levasion_300.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os filmes da mostra Midnight Movies têm fama de serem bizarros. A produção francesa &lt;em&gt;O rei da fuga&lt;/em&gt; faz jus à reputação. Não se deixe enganar pela sinopse, que passa a impressão de uma produção de aventura: um sujeito homossexual, que enfrenta a crise de meia-idade, salva uma adolescente de ser violentada por jovens baderneiros. Com o tempo, acaba se apaixonado por ela. O casal precisa fugir para consumar a relação, e passa a ser perseguido pela polícia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tecnicamente, o filme é muto fraco. As atuações são mornas, a fotografia é simples, a edição é quadrada etc. Os maiores problemas se concentram no roteiro, que é muito fraco. Nada de tão importante acontece na tela. Há um punhado de sequências sem muita coesão, que mostram uma série interminável de cenas de sexo, algumas pouco eróticas, apesar de ousadas, tamanha a frieza e apatia com a qual o tema é tratado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E é justamente aí que o filme fica bizarro. O protagonista, gordo e mal ajambrado, faz sexo com um velho de 80 an0s. Depois, tenta fazer sexo anal com a adolescente usando um gel chamado "frescor refrescante". Um grupo de homens faz masturbação coletiva. Todas essas cenas são jogadas na cara do espectador, sem que pareça haver uma intenção. Os diálogos, bastante bizarros, sublinham a esquisitice. O tema, a crise de identidade do protagonista, que poderia ser explorado, fica em segundo plano.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nem preciso terminar a resenha com este trocadilho terrível: fuja de &lt;em&gt;O rei da fuga&lt;/em&gt;. Não há mais sessões agendadas durante o Festival do Rio. Sorte do público!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38453718-5615206784858440005?l=www.cinefiloeu.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.cinefiloeu.com/2009/10/110-o-rei-da-fuga-le-roi-de-levasion-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Vulgo Dudu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SslzbSYHkNI/AAAAAAAABCM/QNrNZMgZzNM/s72-c/festival2009_B.gif" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38453718.post-1887686984772535845</guid><pubDate>Sat, 03 Oct 2009 00:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-04T00:16:55.107-04:00</atom:updated><title>#109 - Bad lieutenant: port of call New Orleans, de Werner Herzog</title><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SsaggDOu45I/AAAAAAAABB8/DGJ-1tAyW9o/s1600-h/festival2009_B.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 306px; display: block; height: 49px;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388170476678734738" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SsaggDOu45I/AAAAAAAABB8/DGJ-1tAyW9o/s400/festival2009_B.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SsagQK7YuSI/AAAAAAAABB0/0kK_mPndDF4/s1600-h/bad_01.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; width: 217px; float: left; height: 320px;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388170203867167010" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SsagQK7YuSI/AAAAAAAABB0/0kK_mPndDF4/s320/bad_01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não dá para considerar &lt;em&gt;Bad Lieutenant: port of call New Orleans&lt;/em&gt; uma refilmagem da obra de Abel Ferrara. As diferenças são enormes, a começar pelo talento de quem dirige. Werner Herzog transforma a história de um policial perturbado e viciado em drogas em um filme ousado e repleto de cenas inesquecíveis.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para começo de resenha, ao invés da Nova York orginal, aqui a trama se passa em uma Nova Orleans castigada pelo furacão Katrina. Ao invés de Harvey Keitel, um irrepreensível Nicolas Cage, renascendo do limbo e dando fôlego à carreira. No lugar da investigação sobre o assassinato de uma freira, o tenente malvado do filme de Herzog investiga a chacina de uma família africana, motivada pelo controle do ponto de venda de drogas em um bairro miserável do subúrbio.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O filme conta com sequências insólitas e diálogos inesperados, tudo no capricho. A fotografia é um show à parte. A todo instante, Herzog quebra a austeridade do gênero policial com pitadas de sarcasmo e humor negro. É impressionante como uma trama policialesca, que poderia ser tão desinteressante quanto uma crônica do Gil Gomes, se transforma em algo tão interessante.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Herzog diz não considerar &lt;em&gt;Bad lieutenant: port of call New Orleans&lt;/em&gt; um &lt;em&gt;remake&lt;/em&gt;, já que alega não ter visto o de Ferrara - que, por sua vez, disse ter ficado bastante irritado quando soube que seu filme estava sendo refilmado. Fique tranquilo, Abel: a única semelhança parece mesmo ser o carisma do anti-herói protagonista.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Imperdível!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38453718-1887686984772535845?l=www.cinefiloeu.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.cinefiloeu.com/2009/10/109-bad-lieutenant-port-of-call-new.html</link><author>noreply@blogger.com (Vulgo Dudu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SsaggDOu45I/AAAAAAAABB8/DGJ-1tAyW9o/s72-c/festival2009_B.gif" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">9</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38453718.post-2541254393108544688</guid><pubDate>Fri, 02 Oct 2009 15:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-02T11:53:28.269-04:00</atom:updated><title>#108 - Gamer, de Mark Neveldine e Brian Taylor</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SsYheLAHdMI/AAAAAAAABBs/tEnwl5itk8A/s1600-h/gerard-butler-gamer-poster.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 217px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SsYheLAHdMI/AAAAAAAABBs/tEnwl5itk8A/s320/gerard-butler-gamer-poster.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388030806428447938" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Sexta-feira chegou. Em meio ao Festival do Rio, estreia no circuitão uma verdadeira bomba. A sessão para a imprensa de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Gamer&lt;/span&gt; foi quase exclusiva para mim. No começo do filme, havia na sala de projeção apenas eu e o gato de estimação do Estação. Com 15 minutos de filme, justamente os únicos que realmente valem a pena, outros colegas de profissão chegaram. A resenha foi publicada hoje na Revista Programa, do JB. Segue um resumo do que escrevi  lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os 15 minutos inciais de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Gamer&lt;/span&gt; conseguem deixar qualquer fã de filmes de ação extasiado: explosões, tiros e mutilações enchem a tela. A premissa é até bastante interessante: em um futuro próximo, uma tecnologia revolucionária permite que jogadores de games multiplayer, como Counter Strike e Call of Duty, comandem remotamente seres humanos de carne e osso. Um famoso e violento jogo de batalhas chamado Slayers usa criminosos condenados à morte como personagens, prometendo a liberdade ao grande vencedor. Gerard Butler interpreta Kable, o favorito ao título, controlado por um adolescente de 17 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da fotografia caprichada e da edição ligeira, basta pouco mais de 30 minutos de projeção para perceber que o filme não vai decolar tão alto como promete. O roteiro é enfadonho, os personagens são mal desenvolvidos e a trama é resolvida de forma preguiçosa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38453718-2541254393108544688?l=www.cinefiloeu.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.cinefiloeu.com/2009/10/108-gamer-de-mark-neveldine-e-brian.html</link><author>noreply@blogger.com (Vulgo Dudu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SsYheLAHdMI/AAAAAAAABBs/tEnwl5itk8A/s72-c/gerard-butler-gamer-poster.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38453718.post-8518947825710667415</guid><pubDate>Wed, 30 Sep 2009 12:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-30T08:41:24.305-04:00</atom:updated><title>#107 - The Yes Men fix the world, de Andy Bichlbaum e Mike Bonanno</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SsNReiHFGZI/AAAAAAAABBc/RJhwDe6Nj48/s1600-h/festival2009_B.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 306px; height: 49px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SsNReiHFGZI/AAAAAAAABBc/RJhwDe6Nj48/s400/festival2009_B.gif" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387239164259670418" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SsNRWYe594I/AAAAAAAABBU/wQiEqgHa4Zg/s1600-h/2009-07-25-YesMen_finalkeyart.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 216px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SsNRWYe594I/AAAAAAAABBU/wQiEqgHa4Zg/s320/2009-07-25-YesMen_finalkeyart.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387239024236296066" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Pouco conhecidos por aqui, os Yes Men são um coletivo de artistas que usam seus talentos para chamar a atenção da sociedade a causas sociais e ambientais. Para isso, criam websites, e-mails e nomes falsos, fazendo-se passar por porta-vozes e assessores de gananciosas corporações, espalhando toda a espécie de boato por toda a imprensa que lhes der espaço. Praticamente um ativismo de guerrilha, sem panfletismo e recheado com bastante sarcasmo e bom-humor. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em &lt;i&gt;The Yes Men fix the world&lt;/i&gt;, segundo longa do grupo, a ideia é colocar a ética do mercado em cheque. Andy Bichlbaum e Mike Bonanno bolam planos mirabolantes para mostrar ao público como a ética das grandes corporações é volátil e ditada pelas imposições de um sistema opressor. Para se ter uma ideia do quão longe os Yes Men podem ir, vale citar a sequência na qual Andy se faz passar por um porta-voz de uma companhia química responsável por um acidente tóxico de grandes proporções na Índia, há 20 anos. Ao vivo, na BBC, declara para milhares de espectadores que a companhia vai fazer uma doação milionária para acudir as vítimas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Muita gente talvez compare, de cara, os Yes Men ao documentarista Michael Moore. Porém, hé diferenças fundamentais - apesar de um dos produtores ser o mesmo. Em primeiro lugar, Andy e Mike são excelentes atores. &lt;i&gt;The Yes men fix the world&lt;/i&gt; é cheio de inserções cômicas que arrancam gargalhadas da plateia. Depois, o tipo de abordagem também é diferente. Enquanto Moore procura brechas no sistema para deixar às claras as contradições, os Yes Men armam uma encenação para deixar claro o porquê das grandes corporações não tomarem as atitudes corretas, com medo das diretrizes do mesmo sistema e temendo uma redução nos lucros.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ao longo do filme, uma série de peças são pregadas, cada uma mais divertida e inusitada do que a outra. Infelizmente, a última sessão de &lt;i&gt;The Yes Men fix the world&lt;/i&gt; no Festival do Rio já aconteceu. Então reze aí para que entre em cartaz...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Lá na M... tem uma resenha diferente, ok? Clique &lt;a href="http://www.mcorporation.com.br/midnight-movies-4/"&gt;aqui&lt;/a&gt;! E se você quiser saber mais sobre os Yes Men, clique&lt;a href="http://www.theyesmen.org/"&gt; aqui &lt;/a&gt;também!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38453718-8518947825710667415?l=www.cinefiloeu.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.cinefiloeu.com/2009/09/107-yes-men-fix-world-de-andy-bichlbaum.html</link><author>noreply@blogger.com (Vulgo Dudu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SsNReiHFGZI/AAAAAAAABBc/RJhwDe6Nj48/s72-c/festival2009_B.gif" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">5</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38453718.post-233696860068627971</guid><pubDate>Tue, 29 Sep 2009 21:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-07T17:49:03.815-04:00</atom:updated><title>#106 - Matadores de vampiras lésbicas (Lesbian vampire killers), de Phil Claydon</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SsJ7as9wi3I/AAAAAAAABBM/iO5DLasS0wA/s1600-h/festival2009_B.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 306px; height: 49px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SsJ7as9wi3I/AAAAAAAABBM/iO5DLasS0wA/s400/festival2009_B.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387003802965543794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SsJ7T-UZBCI/AAAAAAAABBE/lFBYgU8I7PI/s1600-h/Matadores_de_Vampiras_L_sbicas.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 220px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SsJ7T-UZBCI/AAAAAAAABBE/lFBYgU8I7PI/s320/Matadores_de_Vampiras_L_sbicas.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387003687364789282" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Talvez este seja o título mais infame do Festival do Rio: &lt;i&gt;Matadores de vampiras lésbicas&lt;/i&gt;! E a intenção foi justamente essa. Dois produtores se encontraram para bolar um nome realmente estranho, que chamasse a atenção do público fanático pelos &lt;i&gt;trash movies&lt;/i&gt;. Foi somente depois que o roteiro começou a ser escrito. Nele, há matadores. E há vampiras. E elas são lésbicas!&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O filme conta a história de dois amigos, um recém-separado e outro recém-desempregado, que resolvem viajar para um remoto vilarejo britânico. O que eles não sabem é que o lugar está infestado de vampiras lésbicas, tudo por causa de uma antiga maldição. E elas estão com sede!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É preciso alertar que &lt;i&gt;Matadores de vampiras lésbicas&lt;/i&gt; é uma comédia. Tem lá meninas se beijando e peitinhos de fora, mas nada tão erótico assim. Tem lá seus sustos também, ainda que não provoquem calafrios. O roteiro é na verdade um ensejo para destilar o humor tipicamente britânico sobre os clichês do gênero.  Acontece que a qualidade técnica é tão boa, que o filme se distancia de uma produção B. Direção de arte, fotografia e edição são caprichadas. De quebra, ao invés das siliconadas estadunidenses, há um desfile de beldades europeias de manequins na medida certa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Muito divertido! Há uma resenha diferente lá no site da M..., &lt;a href="http://www.mcorporation.com.br/midnight-movies-3-2/"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ainda dá tempo:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;QUI (1/10) 17:00 Espaço de Cinema 2&lt;/div&gt;&lt;div&gt;QUI (1/10) 23:30 Espaço de Cinema 2&lt;/div&gt;&lt;div&gt;SAB (3/10) 16:30 Roxy 3&lt;/div&gt;&lt;div&gt;SAB (3/10) 21:30 Roxy 3&lt;/div&gt;&lt;div&gt;SEG (5/10) 16:30 Cinemark Downtown 1&lt;/div&gt;&lt;div&gt;SEG (5/10) 21:30 Cinemark Downtown 1&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38453718-233696860068627971?l=www.cinefiloeu.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.cinefiloeu.com/2009/09/106-matadores-de-vampiras-lesbicas.html</link><author>noreply@blogger.com (Vulgo Dudu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SsJ7as9wi3I/AAAAAAAABBM/iO5DLasS0wA/s72-c/festival2009_B.gif" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38453718.post-5718500486752071033</guid><pubDate>Mon, 28 Sep 2009 18:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-28T14:43:08.370-04:00</atom:updated><title>#105 - Hair India, de Raffaele Brunetti e Marco Leopardi</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SsEDdhomjmI/AAAAAAAABA8/kXxEeRVXBb8/s1600-h/festival2009_B.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 306px; height: 49px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SsEDdhomjmI/AAAAAAAABA8/kXxEeRVXBb8/s400/festival2009_B.gif" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5386590435091582562" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SsEDL5qzqoI/AAAAAAAABA0/7bqHqod064Y/s1600-h/hair-india.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 224px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SsEDL5qzqoI/AAAAAAAABA0/7bqHqod064Y/s320/hair-india.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5386590132305635970" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#0000EE;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Bons documentários são aqueles que conseguem transformar argumentos bizarros em algo tão interessante, que determinadas cenas, aparentemente simples, ganham força descomunal. Em&lt;i&gt; Hair India&lt;/i&gt;, documentário em cartaz na mostra Midnight Movies, os diretores usam uma câmera-testemunha para denunciar uma lógica mercantilista cruel que sustenta o lucrativo negócio de apliques capilares feitos com cabelo humano.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O filme mostra como a estética ditada pela mídia ocidental, principalmente a estadunidense, tem influência no mercado de consumo oriental - no caso, o indiano. Enquanto pobres peregrinos enfrentam a miséria e ofertam seus cabelos para os deuses, o diretor do templo onde se dá o ritual leiloa as madeixas abandonadas. Um negociante compra lotes de um quilo pela bagatela de US$ 500 e os envia para uma fábrica italiana, que revende o produto para mulheres ao redor do mundo, por preços que podem chegar a US$ 4 mil.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O clímax do documentário acontece quando a editora de uma revista de moda indiana resolve importar um desses apliques, ainda que a matéria-prima seja coletada a alguns metros de distância do seu suntuoso apartamento, do outro lado da linha vergonhosa que divide a Bombaim moderna da miserável. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Hair India&lt;/i&gt; é um filme muito bem montado, com planos bem estudados e roteiro que flui sem a necessidade de narradores ou inserções explicativas. Para ler a resenha que eu escrevi lá na M..., clique &lt;a href="http://www.mcorporation.com.br/midnight-movies-2/"&gt;aqui&lt;/a&gt;!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Interessou?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;SEG (28/09) 17:30 Estação Botafogo 3&lt;br /&gt;SEG (28/09) 21:30 Estação Botafogo 3&lt;br /&gt;SÁB (3/10) 23:30 Estação Botafogo 3&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38453718-5718500486752071033?l=www.cinefiloeu.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.cinefiloeu.com/2009/09/105-hair-india-de-raffaele-brunetti-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Vulgo Dudu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SsEDdhomjmI/AAAAAAAABA8/kXxEeRVXBb8/s72-c/festival2009_B.gif" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">6</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38453718.post-7197699658543214510</guid><pubDate>Sat, 26 Sep 2009 15:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-26T12:22:57.373-04:00</atom:updated><title>#104 - O clone volta para casa (The clone returns home), de Kanji Nakajima</title><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Sr41ALwNq9I/AAAAAAAABAs/kvXg-TV91-g/s1600-h/festival2009_B.gif"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 306px; DISPLAY: block; HEIGHT: 49px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385800481652976594" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Sr41ALwNq9I/AAAAAAAABAs/kvXg-TV91-g/s400/festival2009_B.gif" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Sr400qtW6QI/AAAAAAAABAk/fItYozqx7p4/s1600-h/clone-returns-home.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 227px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385800283804068098" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Sr400qtW6QI/AAAAAAAABAk/fItYozqx7p4/s320/clone-returns-home.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Cinéfilos, uma novidade: a M... vai cobrir uma das mostras mais interessantes do Festival do Rio, a Midnight Movies. Mais do que resenhar os filmes, vamos salientar e discutir sobre o lado bizarro das produções deste ano. Por isso, convido todos vocês, queridos e seletos leitores, logo de cara, a dar uma olhada na resenha que eu escrevi por lá - que tem um tom diferente da que vem logo a seguir. Vão &lt;a href="http://www.mcorporation.com.br/midnight-movies-1/"&gt;lá&lt;/a&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O clone volta para casa&lt;/em&gt;, ficção-científica japonesa cuja produção executiva é assinada pelo cineasta alemão Wim Wenders, é um dos bons exemplos do porquê acompanhar de perto a programação do Festival Internacional de Cinema do Rio – e, mais ainda, as produções que fazem parte da mostra Midnight Movies, conhecida por apresentar pérolas cheias de estranheza e bizarrices.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aparentemente, a olhos menos atentos, &lt;em&gt;O clone volta para casa&lt;/em&gt; pode passar a impressão de não ser um típico “filme da meia-noite”, pois é uma realização extremamente artística – a não ser pelo título, um tanto insólito. Sua qualidade técnica é tão surpreendente, que em alguns momentos é impossível não compará-lo a obras-primas do gênero, como &lt;em&gt;2001: uma odisseia no espaço&lt;/em&gt;, de Kubrick, e &lt;em&gt;Solaris&lt;/em&gt;, de Tarkovsky. O motivo da obra figurar entre o seleto grupo que compõe a Midnight Movies são dois: o argumento bastante inquietante e o roteiro bem diferente do comum. Trata-se de um filme de ficção-científica na velocidade contemplativa do melhor cinema nipônico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso atenção para não se perder no enredo da trama: Kohei Takahara é um astronauta que aceita participar de um programa revolucionário de clonagem humana, no qual um duplo é ativado em caso de morte, dando prosseguimento a vida exatamente do ponto em que foi interrompida. Após um acidente fatal no espaço, um erro de memória faz com que o projeto não tenha êxito. O clone passa a vagar traumatizado pelas memórias da infância de Kohei, quando ele perdeu tragicamente o irmão gêmeo. A partir daí, uma série de questionamentos éticos e existenciais começam a assombrar não só o clone, mas também todos aqueles envolvidos no projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas mãos de um diretor hollywoodiano, com bastante dinheiro para gastar em efeitos especiais, O clone volta para casa poderia se tornar mais uma produção com exageros, pronta para ser comercializada como um verdadeiro &lt;em&gt;blockbuster&lt;/em&gt;. No entanto, o diretor Kanji Nakajima preferiu contar com o talento de sua equipe. A fotografia é fantástica, utilizando recursos de iluminação que ajudam a dar um tom futurista bastante sóbrio. Nada de excessos: aqui, menos é mais. A edição acerta em cheio ao poupar o espectador de melodramas fáceis, como na espantosa e belíssima cena em que o irmão gêmeo de Kohei morre. Destaque também para a atuação de Mitsuhiro Oikawa no papel do protagonista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wim Wenders não entra em roubada. Não é à toa que a maioria de seus grandes filmes aborda questões pertinentes às angústias do ser humano contemporâneo. &lt;em&gt;O clone volta para casa&lt;/em&gt; vai um pouco mais longe na linha do tempo, e traz à tona um questionamento existencial plausível em um futuro não muito distante.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;Corra:&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;SAB (26/9) 17:00 Espaço de Cinema 1&lt;br /&gt;SAB (26/9) 23:45 Espaço de Cinema 1&lt;br /&gt;DOM (27/9) 22:00 Estação Ipanema 1&lt;br /&gt;TER (29/9) 20:00 Est Barra Point 1&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38453718-7197699658543214510?l=www.cinefiloeu.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.cinefiloeu.com/2009/09/104-o-clone-volta-para-casa-clone.html</link><author>noreply@blogger.com (Vulgo Dudu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Sr41ALwNq9I/AAAAAAAABAs/kvXg-TV91-g/s72-c/festival2009_B.gif" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">7</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38453718.post-5816759998019381025</guid><pubDate>Sat, 26 Sep 2009 15:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-26T11:20:43.489-04:00</atom:updated><title>#103 - Jogando com prazer (Spread), de David Mackenzie</title><description>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Sr4xPesD3UI/AAAAAAAABAc/qGpcA9ijg-I/s1600-h/274_2915-spread.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 221px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385796346387356994" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Sr4xPesD3UI/AAAAAAAABAc/qGpcA9ijg-I/s320/274_2915-spread.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ashton Kutcher tem carisma, mas falta bom senso para o moço na hora de escolher os papéis. &lt;em&gt;Jogando com prazer&lt;/em&gt; começa como drama erótico e termina como um mero folhetim vespertino, com direito à lição de vida. O roteiro é muito, mas muito fraco.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por isso mesmo, rendeu uma resenha lá na &lt;a href="http://www.mcorporation.com.br/"&gt;M...&lt;/a&gt;. Para ler, você sabe, basta clicar &lt;a href="http://www.mcorporation.com.br/critica-de-mjogando-com-prazer/"&gt;aqui&lt;/a&gt;. E pode comentar lá.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38453718-5816759998019381025?l=www.cinefiloeu.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.cinefiloeu.com/2009/09/103-jogando-com-prazer-spread-de-david.html</link><author>noreply@blogger.com (Vulgo Dudu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Sr4xPesD3UI/AAAAAAAABAc/qGpcA9ijg-I/s72-c/274_2915-spread.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38453718.post-1710573112819864083</guid><pubDate>Sat, 26 Sep 2009 14:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-26T12:08:06.719-04:00</atom:updated><title>#102 - Pequenos invasores (Aliens in the attic), de John Schultz</title><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Sr4taAc-ijI/AAAAAAAABAU/yZ7CnZ4vb1Q/s1600-h/pequenosinvasores_2.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 218px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385792129203079730" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Sr4taAc-ijI/AAAAAAAABAU/yZ7CnZ4vb1Q/s320/pequenosinvasores_2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sexta-feira foi dia de estreias cinemantográficas, mas também foi um dia corrido! Por isso, deixei para hoje dois filmes que entram no circuitão, &lt;em&gt;off &lt;/em&gt;Festival do Rio. O primeiro deles é a comédia infanto-juvenil &lt;em&gt;Pequenos invasores&lt;/em&gt;. Para os cariocas, tem resenha lá na Revista Programa, do JB. Eis mais ou menos o que eu escrevi por lá.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Pequenos invasores&lt;/em&gt; é assumidamente um filme para os pequenos terráqueos, motivo pelo qual chega ao circuito em cópias dubladas. Por isso, adultos, não liguem para as crateras no roteiro. O que vale mesmo é ver a molecada dando risada com a história de quatro alienígenas que iniciam uma invasão à Terra pelo sótão de uma casa de veraneio. Como as armas não funcionam em crianças, são elas que terão a difícil tarefa de salvar o mundo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os efeitos visuais não são o ponto forte de &lt;em&gt;Pequenos invasores&lt;/em&gt;. É a simplicidade no argumento, sem grandes clichês ou lições de vida, que chama a atenção. O elenco traz nomes conhecidos do público teen, como Ashley Tisdale (High School Musical) e Austin Butler, da Nickelodeon. Entretanto, quem rouba a cena é Robert Hoffman, ator e coreógrafo que demonstra seu talento em cenas hilárias, nas quais tem o corpo comandado por um controle remoto alienígena - risos garantidos para adultos e crianças.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38453718-1710573112819864083?l=www.cinefiloeu.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.cinefiloeu.com/2009/09/102-pequenos-invasores-aliens-in-attic.html</link><author>noreply@blogger.com (Vulgo Dudu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/Sr4taAc-ijI/AAAAAAAABAU/yZ7CnZ4vb1Q/s72-c/pequenosinvasores_2.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38453718.post-9116446382964189948</guid><pubDate>Wed, 23 Sep 2009 18:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-23T15:00:32.883-04:00</atom:updated><title>#101 - Aconteceu em Woodstock (Taking Woodstock), de Ang Lee</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SrpwROLh4kI/AAAAAAAABAM/1kj_-U_3I7c/s1600-h/festival2009_B.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 306px; height: 49px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SrpwROLh4kI/AAAAAAAABAM/1kj_-U_3I7c/s400/festival2009_B.gif" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5384739745641390658" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SrpwGSLjRAI/AAAAAAAABAE/4da2tYXXwK8/s1600-h/wood.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 208px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SrpwGSLjRAI/AAAAAAAABAE/4da2tYXXwK8/s320/wood.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5384739557736662018" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O argumento do novo trabalho de Ang Lee faz menção ao histórico concerto que reuniu milhares de pessoas em uma fazenda no interior de Nova York e cuja realização completa 40 anos. Porém, quem espera números musicais e imagens de arquivo dos ídolos daquela geração, como Joe Cocker, Joan Baez, Janis Joplin e Jimi Hendrix, pode sair frustrado da sala de cinema. É exatamente esse o barato de &lt;i&gt;Aconteceu em Woodstock&lt;/i&gt;: contar a história de quem estava envolvido na realização do evento.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O filme é baseado no livro homônimo de Elliot Tiber, que na tela é interpretado por Demetri Martin. Preocupado em livrar os pais da ameaça de perder uma pequena hospedaria, ele tem a ideia de trazer à cidade um festival envolvendo hippies cancelado perto dali. Porém, o evento toma proporções gigantescas. Elliot precisa lidar com o público, com a imprensa e com a desconfiança da população local, que teme uma invasão bárbara.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A fotografia e a direção de arte são os pontos fortes de &lt;i&gt;Aconteceu em Woodstock&lt;/i&gt;. O cenário apoteótico é recriado com extrema verossimilhança, ainda que nenhuma cena de arquivo seja exibida. A câmera passeia pelo entorno do festival e guia o espectador pelos bastidores, sempre à distância considerável do palco. Em meio ao drama pessoal, o protagonista encontra personagens e vivencia experiências que refletem a proposta de música e paz daquela geração.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Papel e caneta:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;SEX (25/09)&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;16:30 Espaço de Cinema 1&lt;/div&gt;&lt;div&gt;SEX (25/09) 23:30 Espaço de Cinema 1&lt;/div&gt;&lt;div&gt;SAB (26/09) 16:30 Cinemark Downtown 1&lt;/div&gt;&lt;div&gt;SAB (26/09) 21:30 Cinemark Downtown 1&lt;/div&gt;&lt;div&gt;DOM (27/09) 14:00 Roxy 3&lt;/div&gt;&lt;div&gt;DOM (27/09) 19:00 Roxy 3&lt;/div&gt;&lt;div&gt;QUI (1/10) 13:00 Est Vivo Gávea 5&lt;/div&gt;&lt;div&gt;QUI (1/10) 19:50 Est Vivo Gávea 5&lt;/div&gt;&lt;div&gt;QUA (7/10) 16:30 Leblon 1&lt;/div&gt;&lt;div&gt;QUA (7/10) 21:30 Leblon 1&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38453718-9116446382964189948?l=www.cinefiloeu.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.cinefiloeu.com/2009/09/101-aconteceu-em-woodstock-taking.html</link><author>noreply@blogger.com (Vulgo Dudu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_d4s4NotYOkI/SrpwROLh4kI/AAAAAAAABAM/1kj_-U_3I7c/s72-c/festival2009_B.gif" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">9</thr:total></item></channel></rss>
