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	<title>Cinem(ação): filmes, podcasts, críticas e tudo sobre cinema</title>
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		<title>Crítica: Obsessão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 17:48:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[3 Claquetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não que Obsessão tenha uma trama exatamente inédita; Barker tem a consciência de que não inventa a roda e talvez por isso...</p>
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<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Obsessão</strong><br><strong>Direção:</strong> Curry Barker<br><strong>Roteiro:</strong> Curry Barker<br><strong>Nacionalidade e Lançamento:</strong> Estados Unidos, 2026<br><strong>Elenco:</strong> Michael Johnston, Inde Navarrette, Cooper Tomlinson, Megan Lawless, Andy Richter, Haley Fitzgerald.<br><strong>Sinopse: </strong>Quando um romântico incurável faz um pedido para que sua paixão de longa data se apaixone por ele, um encantamento sinistro se desencadeia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">.</p>
</div></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1130" height="590" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/obsessao-2-1130x590.webp" alt="" class="wp-image-79600" srcset="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/obsessao-2-1130x590.webp 1130w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/obsessao-2-247x130.webp 247w" sizes="(max-width: 1130px) 100vw, 1130px" /></figure>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Obsessão </strong>e seu sucesso estrondoso têm algo a dizer sobre como filmes de horror independentes, historicamente, mantêm o legado de baixos orçamentos com enormes bilheterias.<strong> A Bruxa de Blair</strong>, por exemplo, lançado na virada do século, foi um desses grandes filmes definidores do gênero na contemporaneidade e que trouxe consigo a continuidade de algo muito especial, deixado por filmes como <strong>Halloween </strong>e<strong> Massacre da Serra Elétrica.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De tempos em tempos, diria que ao menos uma vez a cada década, um novo clássico do horror surge diante de nossos olhos e ninguém consegue explicar ao certo o que faz daquele filme algo tão grande — mas respira aliviado porque é. Olhando para o filme de Curry Barker, que custou cerca de 700 mil dólares para ser produzido, me parece que um dos grandes gatilhos para seu sucesso realmente foi uma mistura entre a popularidade que o filme de gênero ainda cultiva com o grande público e, claro, a subestimada vontade desse público de contemplar novas histórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não que Obsessão tenha uma trama exatamente inédita; Barker tem a consciência de que não inventa a roda e talvez por isso seu filme seja tão cativante, também. O objetivo aqui pareceu ser desenvolver uma história simples, usando técnicas e dispositivos inerentes ao gênero do horror, pontual e objetivamente, de maneira econômica, a fim de provocar o espectador em uma abordagem sem rodeios. A fixação amorosa, decorrente de um encantamento ou “amarração”, como pode ser chamada no Brasil, em especial por religiões de matriz africana, ganha sua versão moderna e jovem, cuja perspectiva se aproxima de um público-alvo Gen Z e millennial.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1130" height="590" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/obsessao-3-1130x590.webp" alt="" class="wp-image-79601" srcset="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/obsessao-3-1130x590.webp 1130w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/obsessao-3-247x130.webp 247w" sizes="(max-width: 1130px) 100vw, 1130px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O Uncanny Valley na expressão de sorriso estático de Inde Navarrette, negative mirror space (usado na composição visual e como rima visual também, no início ao meio do filme), doppelgängers (dispositivo narrativo, tropo que conduz essa história), <em>jumpscares</em> e, claro, a violência gráfica, como elemento visual de alto impacto, em especial <em>naquela </em>cena do carro, são recursos que lapidam um longa o qual, aos poucos, revelam o diretor, se não como um estudioso, ao menos um sujeito profundamente interessado no gênero que aborda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda vale dizer que, do ponto de vista feminino, a obsessão desencadeia uma discussão relevante, uma vez que abre espaço para que seja interpretada como um filme de manipulação feminina, à medida que a obsessão despertada em encantamento só existe em função de um homem (ou de homens) que não necessariamente se importam com ela, apenas com o que ela pode proporcionar a eles. É uma maneira bem cruel de se viver, em função do outro.</p>
</div></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1130" height="590" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/obsessao-4-1130x590.webp" alt="" class="wp-image-79602" srcset="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/obsessao-4-1130x590.webp 1130w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/obsessao-4-247x130.webp 247w" sizes="(max-width: 1130px) 100vw, 1130px" /></figure>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph">Agora, Inde Navarrette é uma grande estrela. Ela está para a obsessão como Mia Goth para a trilogia de Ti West, especialmente Pearl, ou Maika Monroe para <strong>Longlegs</strong>; carrega o filme nas costas e nos dá a ideia de que presenciamos o achado de mais um talento realmente especial. A responsabilidade em cima da personagem é pesada e parece ter sido um desafio fisicamente exaustivo, com mudanças de humor repentinas e um timing particularmente difícil de acertar, mas ela tira de letra. Ainda que não fosse um bom filme, valeria assistir apenas pela sua entrega à personagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na mesma esteira de <strong>Pecadores </strong>e<strong> Devoradores de Estrelas</strong>, para citar exemplos mais recentes, Obsessão entra no hall de grandes bilheterias deste ano não só como uma prova de que o público está interessado em novas histórias, como está interessado em assistir a filmes de gênero — e nos cinemas. Em uma indústria cada vez mais inclinada a abrir a carteira apenas prequels, sequels e franquias, é sempre uma boa notícia quando filmes, ainda mais de baixo orçamento, se tornam eventos. A da boa e velha indicação ainda resiste e é bom ver que esse marketing do “boca a boca” agora conta com a ajuda das redes sociais para, de fato, alcançar um mundo inteiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nota:</strong> 3,5 /5</p>
</div></div>
</div></div>
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		<title>Podcast Cinem(ação) #653: Supergirl</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Arinelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 13:08:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast Cinem(ação)]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como um filme com uma das melhores atuações do ano em um papel de super herói pode desabar 77% de bilheteria no segundo final de semana? Essa é a pergunta que abre este episódio, e a resposta envolve estúdio nervoso, cortes de 11 minutos e uma Kara Zor El que talvez fosse boa demais para [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Como um filme com uma das melhores atuações do ano em um papel de super herói pode desabar 77% de bilheteria no segundo final de semana? Essa é a pergunta que abre este episódio, e a resposta envolve estúdio nervoso, cortes de 11 minutos e uma Kara Zor El que talvez fosse boa demais para o filme em que ela apareceu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Milly Alcock entrega uma Supergirl marcada por trauma, memórias reais de Krypton e uma frase que já virou debate entre fãs: enquanto o Superman vê o bem em todos, ela vê a verdade. Mas será que o filme sustenta essa complexidade até o fim, ou trai o material original de Tom King e da brasileira Bilquis Evely pelo caminho?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.instagram.com/rafaarinelli/">Rafael Arinelli</a>, <a href="https://www.instagram.com/ajuliabarth/">Julia Barth</a>, <a href="https://www.instagram.com/marinaanderi/">Marina Anderi</a> e <a href="https://www.instagram.com/henriquerizatto/">Henrique Rizatto</a> discutem a colorimetria desbotada que ignora a beleza da HQ, questionam a real função de Jason Momoa como Lobo, e mergulham na mudança polêmica do desfecho, quando Kara toma uma decisão que a HQ jamais permitiria. Interferência de estúdio, medo de desacelerar e uma pergunta incômoda sobre até onde a saturação do gênero explica esse fracasso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um filme que tinha tudo para ser poético. O que deu errado?</p>



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</div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>• 04m25: </strong>Pauta Principal<br><strong>• 1h15m15: </strong>Plano Detalhe<br><strong>• 1h27m29: </strong>Encerramento</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ouça nosso Podcast também no:</strong></h2>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Agradecimentos aos padrinhos: </strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">• André Marinho Moreira<br>• Bruna Mercer<br>• Charles Calisto Souza<br>• Daniel Barbosa da Silva Feijó<br>• Diego Alves Lima<br>• Eloi Xavier<br>• Guilherme S. Arinelli<br>• Thiago Custodio Coquelet<br>• Wilmar Arinelli Jr<br>• William Saito</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Plano Detalhe:</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>• (Marina): Novela: </strong><a href="https://globoplay.globo.com/orgulho-e-paixao/t/fRM7YMKNS9/">Orgulho e Paixão<strong><br></strong></a><strong>• (Julia): Livro: </strong><a href="https://www.amazon.com.br/Devoradores-estrelas-Andy-Weir/dp/855651121X">Devoradores de estrelas<strong><br></strong></a><strong>• (Julia): Filme: </strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=3z9AHxBH600&amp;vl=pt-BR">Obsessão<strong><br></strong></a><strong>• (Henrique): Série: </strong><a href="https://www.netflix.com/watch/80237957?source=35">Avatar: O Último Mestre do Ar<br></a><strong>• (Henrique): Série: </strong><a href="https://www.disneyplus.com/browse/entity-05eb6a8e-90ed-4947-8c0b-e6536cbddd5f?distributionPartner=google">O Urso<strong><br></strong></a><strong>• (Rafa): Série: </strong><a href="https://www.primevideo.com/dp/amzn1.dv.gti.656104dc-405b-4498-99c5-30d21a88feb0?autoplay=0&amp;ref_=atv_cf_strg_wb">Silo</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Edição: </strong><a href="https://issoai.com.br/">ISSOaí</a></p>
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		<title>&#8220;Pequenas Criaturas&#8221;, com Carolina Dieckmmann, estreia em 23 de julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[cinemacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:06:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Pequenas Criaturas” chega aos cinemas de todo o Brasil em 23 de julho. Vencedor de Melhor Filme de Ficção no Festival do Rio 2025.</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Pequenas Criaturas”</strong>, segundo longa-metragem da diretora e roteirista <strong>Anne Pinheiro Guimarães</strong>, chega aos cinemas de todo o Brasil em 23 de julho. Com distribuição da Filmes do Estação em parceria com a Bananeira Filmes e RioFilme, o longa foi vencedor do Troféu Redentor de Melhor Filme de Ficção no Festival do Rio 2025, e do troféu Redentor de Melhor Direção de Arte, concedido a Claudia Andrade. Estrelado por <strong>Carolina Dieckmmann</strong>, que também assina como produtora associada, o elenco reúne ainda Caco Ciocler, Leticia Sabatella, Théo Medon, Lorenzo Mello, Fernando Eiras e Michel Melamed.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="video-container"><iframe loading="lazy" title="&quot;Pequenas Criaturas&quot; | Dir. por Anne Pinheiro Guimarães | Trailer Oficial" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/oXljZF8MVfI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1130" height="590" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/pequenas-criaturas-2-by-pablobaiao-1130x590.jpg" alt="" class="wp-image-79592" srcset="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/pequenas-criaturas-2-by-pablobaiao-1130x590.jpg 1130w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/pequenas-criaturas-2-by-pablobaiao-247x130.jpg 247w" sizes="(max-width: 1130px) 100vw, 1130px" /></figure>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph">O trailer apresenta um retrato sensível de uma família vivendo um momento de transição ao se mudar para Brasília, em 1986, quando o Brasil ainda dava seus primeiros passos na redemocratização. Recém-chegados à capital, Helena (Carolina Dieckmann) e os filhos, André (Théo Medon) e Dudu (Lorenzo Mello), precisam se adaptar a uma nova realidade quando o marido de Helena (Michel Melamed) viaja a trabalho, deixando-os sozinhos na cidade. Enquanto ela passa a questionar suas escolhas e a reconstruir sua identidade, André vive as descobertas da adolescência, enquanto Dudu transforma o desconhecido em um universo lúdico por meio de novas amizades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dirigido por&nbsp;<strong>Anne Pinheiro Guimarães</strong>, o longa revela como mudanças e encontros inesperados podem transformar profundamente a forma como cada personagem enxerga o mundo, a família e a si mesmo. A cineasta conta que o filme é profundamente pessoal, inspirado em suas próprias experiências e dedicado à mãe. “Como filha de diplomata, passei a infância viajando, sempre partindo e chegando. Nasci em Brasília e morei lá entre os 8 e os 15 anos, exatamente as idades do Dudu e do André. Quem já foi sabe que Brasília é uma cidade única, diferente de todas as outras: planejada, futurista e modernista, com seus encantos e seus desafios, especialmente para quem chega. Não é fácil, mas tem seus momentos mágicos e deixa marcas profundas”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma produção da Bananeira Filmes, o longa tem coprodução da Globo Filmes, Telecine e Canal Brasil. A distribuição é da Filmes do Estação em parceria com a Bananeira Filmes.</p>
</div></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1130" height="590" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/pequenas-criaturas-1-1130x590.jpg" alt="" class="wp-image-79593" srcset="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/pequenas-criaturas-1-1130x590.jpg 1130w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/pequenas-criaturas-1-247x130.jpg 247w" sizes="(max-width: 1130px) 100vw, 1130px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Crítica: Margô Está em Apuros</title>
		<link>https://cinemacao.com/2026/07/07/critica-margo-esta-em-apuros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alan Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 23:41:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[4 Claquetes]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[David E. Kelly]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A virtude de Margô Está em Apuros acaba sendo explorar esse conceito sem produzir qualquer julgamento moral sobre as escolhas para sobreviver.</p>
<p>O post <a href="https://cinemacao.com/2026/07/07/critica-margo-esta-em-apuros/">Crítica: Margô Está em Apuros</a> apareceu primeiro em <a href="https://cinemacao.com">Cinem(ação): filmes, podcasts, críticas e tudo sobre cinema</a>.</p>
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<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Margô Está em Apuros</strong><br><strong>Criação: </strong>David E. Kelley<br><strong>Nacionalidade e Lançamento:</strong> EUA, 2026<br><strong>Elenco: </strong>Elle Fanning, Nick Offerman, Greg Kinnear, Michelle Pfeiffer, Thaddea Graham, Michael Angarano.<br><strong>Sinopse:</strong> Uma jovem mãe tem problemas financeiros. Quando seu pai se oferece para ajudar, ela abre uma conta no OnlyFans. Embora bem-sucedida, ela se pergunta se a fama na Internet tem um custo muito alto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">.</p>
</div></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1130" height="590" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/margo-esta-em-apuros-2-1130x590.jpg" alt="" class="wp-image-79586" srcset="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/margo-esta-em-apuros-2-1130x590.jpg 1130w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/margo-esta-em-apuros-2-247x130.jpg 247w" sizes="(max-width: 1130px) 100vw, 1130px" /></figure>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph">Poucas são as chances de racionalmente alguém escolher ter um filho. Uma simples ida ao supermercado, mudanças climáticas, crescimento da extrema-direita <em>et caterva, </em>colocariam abaixo qualquer aventura nesse sentido. Sabemos, porém, que as coisas são mais complicadas que isso. Fatores sortidos fazem alguém consciente ou inconscientemente levar uma gravidez adiante. Uma aposta legítima. Um desejo que tem o direito de se manifestar, mesmo em circunstâncias desafiadoras. <em>Margô Está em Apuros</em>, série da Apple TV+, parte dessa escolha e dos desafios seguintes. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Margô (Elle Fanning), descobre estar grávida de seu professor com quem nutria consensualmente uma paixão ingênua. A recusa dele em assumir o filho, faz com que ela abandone a faculdade e o sonho de ser escritora. As contas que continuam chegando e um recém-nascido que precisa de tudo, colocam nossa protagonista em caminhos pouco convencionais para conseguir dinheiro: ela abre um <em>onlyfans</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Premissa ótima e roteiro irônico, colocam a discussão sobre como sustentar um adulto e um recém-nascido num mundo em que tudo parece inacessível e insustentável. Sem moralismos baratos ou romantização sobre os caminhos da protagonista, a série criada para a TV por David E. Kelley (<em>Big Little Lies;</em> <em>Amor e Morte</em>) e baseada no livro homônimo da escritora Rufi Thorpe, faz um apanhado generoso sobre como Margô constroi uma rede de proteção, afetiva e financeira, para dar conta da escolha de ter um filho no mundo atual. </p>
</div></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1130" height="590" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/margo-esta-em-apuros-3-1130x590.jpg" alt="" class="wp-image-79587" srcset="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/margo-esta-em-apuros-3-1130x590.jpg 1130w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/margo-esta-em-apuros-3-247x130.jpg 247w" sizes="(max-width: 1130px) 100vw, 1130px" /></figure>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph">Obviamente não há ninguém do lado dela. Sua mãe, Shayanne (Michelle Pfeiffer), embora esteja com a filha nos momentos cruciais, vive ruídos entre escolhas e expectativas de ambas as partes, contornadas por amor e compreensão. Das amigas sobra Susie (Thaddea Graham), a única que apoia Margô sem julgá-la — hobby em cosplay — , especialmente em seu projeto financeiro. Seu pai, Jinx (Nick Offerman), um adicto em recuperação e ex-lutador de luta-livre, ausente desde a infância, reaparece. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A ideia de abrir um <em>onlyfans </em>aparece por volta do terceiro episódio, após não conseguir se inserir no mercado de trabalho regular, podemos dizer. A comodidade de trabalhar de casa, perto do filho, com promessas de bons ganhos financeiros — que não se realizam com facilidade — e, em linhas gerais, serem fotos sugestivas, parece sedutora. A receptividade com surpresa do pai — que a apoiará em seguida — e desprezo da mãe, criam um ambiente desconfortável, expondo as hipocrisias do passado parental sobre as escolhas de vida para sobreviver.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Visto essencialmente como pornográfica — verdade em partes —, a plataforma acumula diversas formas de expressão da sexualidade. Margô se encaixa na sugestão com viés artístico, dando vazão para sua escrita e criando uma personagem que mexe com as fantasias sexuais dos pagantes. Nos oito episódios, o dilema ético ou moral da renda pela plataforma não faz parte dos assuntos centrais, mas engatilham problemas que a protagonista precisa resolver, ora por equívocos dela, ora por ingerência das pessoas que a amam. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A relação com a família do pai do bebê, por exemplo, passa de negligente a chantagista, escalando fabulosamente até chegar ao tribunal — com boa participação de Nicole Kidman. Todo esse imbróglio fatalmente divertido e dramático ao mesmo tempo, além de apresentar as dificuldades de criar um filho no século XXI, constroem uma jornada de amadurecimento. Fora do comum no cinema ou TV, a maternidade também pode ser um <em>coming of age</em>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão da protagonista em trabalhar com conteúdo adulto, forma simples detalhe de uma vida cheia de afeto, contradições, passados, presentes e amores ambivalentes fundamentais para a garantia de sobrevivência de uma nova vida. A partir do momento que Margô escolhe ser mãe, vemos sua ingenuidade caindo aos pedaços e tomando forma uma adulta que encara as consequências de suas escolhas, amadurecendo e se entendendo dentro das circunstâncias que a rodeiam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem abordar frontalmente a precarização dos trabalhadores, e passando rapidamente pelos riscos de exposição da intimidade, a série roteirizada e dirigida apenas por mulheres — cada episódio tem uma roteirista e diretora diferente, com a supervisão de Kelley —, e a própria Elle Fanning e sua irmã Dakota Fanning como produtoras, constroem cenários vivos das contradições familiares e das poucas escolhas no capitalismo tardio. Elle Fanning, aliás, está ótima, e sua química com Michelle Pfeiffer espantosa. Não imaginei que assistir Pfeiffer num papel cômico, histérico e espalhafatoso seria tão satisfatório.</p>
</div></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1130" height="590" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/margo-esta-em-apuros-4-1130x590.jpg" alt="" class="wp-image-79588" srcset="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/margo-esta-em-apuros-4-1130x590.jpg 1130w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/margo-esta-em-apuros-4-247x130.jpg 247w" sizes="(max-width: 1130px) 100vw, 1130px" /></figure>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph">A relação com o <em>onlyfans </em>está o mais próximo do realismo possível. Os ganhos financeiros não aparecem de imediato. Margô investe tempo e criatividade, com parcerias para crescer na plataforma e conseguir ganhar algum trocado. Confundida como trabalhadora sexual, atrae olhares julgadores das amigas que diziam amá-la. A série perde a oportunidade de discutir sobre como a pornografia ou a nudez tem sido o bode expiatório contra a liberdade sexual de homens e mulheres, mesmo em tempos de, supostamente, maior liberdade. O tabu em torno do sexo e da exposição da sexualidade poderia ser melhor tensionado, mesmo acertando sobre a monetização das fantasias sexuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fundo todos vendem uma fantasia. O pai, lutador de <em>wrestling, </em>e a mãe ex-garçonete do famoso bar Hooters — que apostava na sexualização das atendentes — estavam vendendo fantasias para sobreviver ao cotidiano. Se alargarmos o conceito de fantasia, todos estão vendendo a sua, das profissões ditas respeitadas às profissões marginalizadas. De CEO &#8216;s a trabalhadores sexuais por aplicativo, por exemplo, todos, sem exceção, vendem uma fantasia, encarnam uma promessa que não são capazes de cumprir na totalidade. A virtude de <em>Margô Está em Apuros</em> acaba sendo explorar esse conceito sem produzir qualquer julgamento moral sobre as escolhas para sobreviver num mundo em declínio e sustentar o desejo legítimo de ser mãe, ainda que esse desejo, inicialmente, também seja fantasiado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nota:</strong> 4 /5</p>
</div></div>
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		<title>Biônica Filmes divulga título e fotos de &#8220;Chico Bento 2: Sardade&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 14:21:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Aventura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A sequência do filme do Chico Bento ganha nome oficial: “Chico Bento 2: Sardade”. Isaac Amendoim e o diretor Fernando Fraiha reeditam a dupla.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Após sucesso em 2025, a sequência do filme do Chico Bento ganha nome oficial: “Chico Bento 2: Sardade”. Isaac Amendoim e o diretor Fernando Fraiha reeditam a dupla que encantou o Brasil, em parceria que rendeu diversos prêmios nacionais e foi selecionado para festivais internacionais. Para marcar o início das filmagens, que acontecem nas cidades de Santana de Parnaíba, Itatiba e Bragança Paulista, no interior de São Paulo, as produtoras divulgam as primeiras fotos oficiais de Isaac caracterizado de Chico Bento, ao lado dos amigos Rosinha (Anna Julia Dias) e Zé Lelé (Pedro Dantas).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do trio, voltam ao elenco Thaís Garayp (Vó Dita), Débora Falabella (Professora Marocas), Augusto Madeira (Agripino), Luis Lobianco (Nhô Lau), Livia La Gatto (Dona Cotinha), Guga Coelho (Nhô Bento) e Rafael Saraiva (Leocádio).</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="800" height="533" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/chico-bento-sardade-creditos-adriano-vizoni-02.jpg" alt="" class="wp-image-79581" srcset="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/chico-bento-sardade-creditos-adriano-vizoni-02.jpg 800w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/chico-bento-sardade-creditos-adriano-vizoni-02-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">No novo filme, Chico Bento embarca em uma aventura ao lado de Rosinha e Zé Lelé para encontrar um raro milho roxo para uma receita especial da Vó Dita. &#8220;O roteiro da continuação do filme do Chico Bento foi desafiador. Por anos perseguindo uma história que é muito engraçada e emocionante. Estou animado para levar o Chico de volta aos cinemas”, conta o diretor Fernando Fraiha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A continuação chega após o sucesso de &#8220;Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa&#8221;, vencedor do Grande Otelo de Melhor Filme Infantil de 2025 e do Prêmio ABRA de Melhor Roteiro Infantil de 2026. Aclamado pela crítica e pelo público, o longa se tornou a segunda maior bilheteria nacional de 2025 com 1 milhão de espectadores nos cinemas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O filme é uma produção da Biônica Filmes em coprodução com Paris Entretenimento, MSP Estúdios e Paramount Pictures. A Paris Filmes é a distribuidora no Brasil, e o filme tem apoio do Governo do Estado de São Paulo, a Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, o Programa de Ação Cultural &#8211; ProAC e o Fomento CULTSP.</p>
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		<title>Podcast Cinem(ação) #652: Grandes cenas de abertura dos filmes</title>
		<link>https://cinemacao.com/2026/07/03/podcast-cinemacao-652-grandes-cenas-de-abertura-dos-filmes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Arinelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 22:08:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast Cinem(ação)]]></category>
		<category><![CDATA[aberturas de filmes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tem filme que demora para engrenar. E tem filme que, em poucos minutos, já te sequestra pela gola e não solta mais. É sobre esse tipo raro de abertura que este episódio conversa, daquelas que dizem tudo o que precisam dizer e ainda deixam um mistério no ar para fisgar a audiência. Neste papo, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Tem filme que demora para engrenar. E tem filme que, em poucos minutos, já te sequestra pela gola e não solta mais. É sobre esse tipo raro de abertura que este episódio conversa, daquelas que dizem tudo o que precisam dizer e ainda deixam um mistério no ar para fisgar a audiência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste papo, o time do Cinemação passeia por aberturas que viraram aula de cinema, de Matrix, com sua Trinity fugindo da polícia e sumindo no telefone como quem acabou de dobrar a realidade, até O Senhor dos Anéis, que condensa séculos de história em poucos minutos e ainda te entrega a grandiosidade épica sem perder o coração da fantasia. Tem também O Agente Secreto, Central do Brasil, Psicose, Tubarão, Jurassic Park, Star Wars, Pânico e, claro, a abertura insana de <a href="https://cinemacao.com/2023/06/09/podcast-cinemacao-510-homem-aranha-atraves-do-aranhaverso/">Homem-Aranha: Através do Aranhaverso</a>, que parece um curta dentro do filme e já chega humilhando meio universo audiovisual por aí.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.instagram.com/rafaarinelli/">Rafael Arinelli</a>, <a href="https://www.instagram.com/domenica.mendes/">Domenica Mendes</a> e <a href="https://www.instagram.com/perdidosnaestantepod/">Rodrigo Basso</a> entram nessa disputa deliciosa para discutir o que faz uma abertura ser memorável: atmosfera, tensão, impacto emocional, identidade cultural ou pura genialidade técnica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim das contas, a pergunta é simples. Quem não te prende no começo merece mesmo seu tempo?</p>



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</div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>• 04m10: </strong>Pauta Principal<br><strong>• 1h14m29: </strong>Plano Detalhe<br><strong>• 1h27m29: </strong>Encerramento</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ouça nosso Podcast também no:</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">• Spotify: <a href="https://cinemacao.short.gy/spotify">https://cinemacao.short.gy/spotify<br></a>• Apple Podcast: <a href="https://cinemacao.short.gy/apple">https://cinemacao.short.gy/apple<br></a>• Android: <a href="https://cinemacao.short.gy/android">https://cinemacao.short.gy/android<br></a>• Deezer: <a href="https://cinemacao.short.gy/deezer">https://cinemacao.short.gy/deezer<br></a>• Amazon Music: <a href="https://cinemacao.short.gy/amazon">https://cinemacao.short.gy/amazon</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Agradecimentos aos padrinhos: </strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">• André Marinho Moreira<br>• Bruna Mercer<br>• Charles Calisto Souza<br>• Daniel Barbosa da Silva Feijó<br>• Diego Alves Lima<br>• Eloi Xavier<br>• Guilherme S. Arinelli<br>• Thiago Custodio Coquelet<br>• Wilmar Arinelli Jr<br>• William Saito</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Fale Conosco:</strong></h2>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Plano Detalhe:</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>• (Do): Série: </strong><a href="https://www.disneyplus.com/pt-br/browse/entity-2b4b8988-50c9-4097-bf93-bc34a99a5b4f">Paradise<strong><br></strong></a><strong>• (Do): Série:</strong> <a href="https://globoplay.globo.com/origem/t/t89f1QshQP/?origemId=91698">A Origem<strong><br></strong></a><strong>• (Basso): Filme: </strong><a href="https://www.netflix.com/watch/81594921?source=35">Homem-Aranha: Através do Aranhaverso<strong><br></strong></a><strong>• (Basso): Série: </strong><a href="https://www.netflix.com/watch/81666170?source=35">The Rookie<strong><br></strong></a><strong>• (Basso): Animação: </strong><a href="https://www.netflix.com/watch/70142405?source=35">Avatar: A Lenda de Aang<strong><br></strong></a><strong>• (Rafa): Série: </strong><a href="https://www.netflix.com/browse?jbv=81955183">Brasil 70</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Edição: </strong><a href="https://issoai.com.br/">ISSOaí</a></p>
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		<item>
		<title>Os melhores filmes para assistir durante a Copa do Mundo de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[cinemacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 16:54:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Copa do Mundo de 2026 já começou e, entre um jogo e outro, tem tempo de sobra. A questão é o que fazer com ele. Leia mais:</p>
<p>O post <a href="https://cinemacao.com/2026/07/03/os-melhores-filmes-para-assistir-durante-a-copa-do-mundo-de-2026/">Os melhores filmes para assistir durante a Copa do Mundo de 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://cinemacao.com">Cinem(ação): filmes, podcasts, críticas e tudo sobre cinema</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Copa do Mundo de 2026 já começou e, entre um jogo e outro, tem tempo de sobra. A questão é o que fazer com ele. A resposta mais óbvia é também a melhor: assistir a filmes sobre futebol. Há opções para quem chora com documentários e para quem prefere ficção de alto risco.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="764" height="401" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/brasil-70-netflix-artigo-copa-do-mundo.jpg" alt="" class="wp-image-79570" srcset="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/brasil-70-netflix-artigo-copa-do-mundo.jpg 764w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/brasil-70-netflix-artigo-copa-do-mundo-525x276.jpg 525w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/brasil-70-netflix-artigo-copa-do-mundo-247x130.jpg 247w" sizes="(max-width: 764px) 100vw, 764px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que o futebol virou tema de cinema</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O esporte e o cinema dividem a mesma obsessão por tensão. Nos dois casos, o público sabe que algo vai acontecer, mas não sabe quando. Essa incerteza é o que prende. Não é por acaso que os melhores filmes esportivos funcionam mesmo para quem não acompanha a modalidade em campo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Copa de 2026 chega com o Brasil em busca do hexacampeonato, 24 anos depois do penta. Isso é tempo suficiente para uma geração inteira ter crescido sem ver o título. Para entrar no clima desse contexto, ou simplesmente para matar o intervalo entre os jogos, algumas produções do streaming fazem o trabalho melhor do que qualquer análise tática. E quem já combinava a Copa com apostas na <a href="https://1-win.br.com/">1win</a> sabe que o lado emocional do jogo importa tanto quanto o placar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lista abaixo não é um ranking. É uma seleção por tipo de humor, porque nem todo mundo quer chorar num domingo à tarde.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>&#8220;Brasil 70 – A Saga do Tri&#8221; (Netflix): série ficcional sobre a campanha de 1970, considerada por muita gente a maior seleção da história. Pelé, Tostão e Rivelino aparecem em uma produção que reconstrói os bastidores com acesso a material de arquivo raro.</li>



<li>&#8220;Tetra: Acreditar de Novo&#8221; (Netflix, 2026): documentário de 86 minutos filmado pelos próprios jogadores durante a Copa de 1994. Romário, Bebeto e Taffarel contam o que as câmeras de televisão não registraram.</li>



<li>&#8220;Brasil 2002: Os Bastidores do Penta&#8221; (Netflix, 2025): mesma fórmula, campeonato diferente. Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho mostram o caminho para a final em Yokohama. Funciona como uma revisão histórica antes de tentar o hexa.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os documentários que mudam a perspectiva</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Documentários sobre futebol costumavam ser homenagens. Compilação de gols, trilha sonora épica, narrador emocionado. Nos últimos anos, isso mudou. As produções mais interessantes mostram o que acontece quando a câmera fica ligada nos momentos errados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Tudo ou Nada: Seleção Brasileira&#8221; (Prime Video) acompanhou o grupo de Tite durante a Copa América de 2019. Discussões táticas, pressão da torcida e convivência diária. O resultado é um retrato que não tenta convencer ninguém de nada. Revelador justamente por isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Três documentários sobre jogadores específicos que valem o tempo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>&#8220;Ronaldinho Gaúcho&#8221; (Netflix, abril de 2026): três episódios sobre o craque mais improvável dos anos 2000. A minissérie mistura arquivo inédito com acesso atual ao ex-jogador, incluindo depoimentos de Messi e Neymar.</li>



<li>&#8220;Ronaldo, O Fenômeno&#8221;: revisita a carreira de Ronaldo Nazário, do início até 2002, incluindo o colapso na véspera da final de 1998 e o que veio depois. A redenção no Japão ainda é difícil de assistir sem reagir.</li>



<li>&#8220;A Copa do Mundo de Messi – A Ascensão da Lenda&#8221; (Netflix): quatro partes sobre as cinco participações do argentino no Mundial. Quem assistiu à final de 2022 em tempo real vai querer rever desde o começo.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Para quem prefere ficção</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nem todo mundo aguenta documentário. Isso é compreensível. A ficção esportiva tem seus próprios clássicos, e alguns resistem melhor do que parece.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;Gol! O Sonho Impossível&#8221; (2005, disponível no YouTube)</strong> é um drama sobre Santiago Muñez, mexicano que tenta uma vaga no Newcastle United. O filme tem David Beckham, Zinedine Zidane e Raúl em participações reais. Clichês? Sim, vários. Mas funciona de um jeito que filmes mais sofisticados não conseguem explicar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;Fuga para a Vitória&#8221; (Prime Video)</strong> é de 1981, tem Sylvester Stallone no gol e Pelé como atacante e se passa durante a Segunda Guerra Mundial. O enredo é exatamente o que parece. Ainda assim, a cena final em Colombes é das mais tensas do cinema esportivo. Não por mérito técnico. Por algo que é difícil nomear.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Duas opções para diferentes estados de espírito:</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="575" height="323" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2012/04/heleno01.jpg" alt="" class="wp-image-3469"/></figure>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>&#8220;Heleno&#8221; (YouTube):</strong> Rodrigo Santoro como Heleno de Freitas, craque do Botafogo dos anos 1940 que terminou a vida num sanatório. Fotografia em preto e branco, biografia que não tenta reabilitar ninguém.</li>



<li><strong>&#8220;Várzea: Onde Nasce o Futebol&#8221; (Netflix, junho de 2026):</strong> série que acompanha o futebol de várzea em São Paulo durante a Super Copa Pioneer. Cafu e Raphinha aparecem falando das próprias origens. Lançada há poucos dias, é a produção mais nova desta lista.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A Copa termina no dia 19 de julho. Até lá, dá para assistir a tudo isso com tranquilidade, ou assistir pela metade e largar quando o Brasil entrar em campo. Também é uma opção válida.</p>
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		<item>
		<title>A Odisseia: o que esperar do encontro da realista arte de Nolan com a mitologia de Homero?</title>
		<link>https://cinemacao.com/2026/07/01/a-odisseia-o-que-esperar-do-encontro-da-realista-arte-de-nolan-com-a-mitologia-de-homero/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[cinemacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 16:35:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cinemacao.com/?p=79563</guid>

					<description><![CDATA[<p>Odisseia: outro ponto que Nolan poderá usar muito a seu favor na narrativa são as batalhas ocorridas que envolvem ciclopes... leia o ARTIGO:</p>
<p>O post <a href="https://cinemacao.com/2026/07/01/a-odisseia-o-que-esperar-do-encontro-da-realista-arte-de-nolan-com-a-mitologia-de-homero/">A Odisseia: o que esperar do encontro da realista arte de Nolan com a mitologia de Homero?</a> apareceu primeiro em <a href="https://cinemacao.com">Cinem(ação): filmes, podcasts, críticas e tudo sobre cinema</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph">*artigo escrito por <a href="https://www.instagram.com/wesley_fernandes1899/">Wesley Fernandes</a>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando foi anunciado que Christopher Nolan adaptaria uma das obras máximas de Homero, um pensamento logo me ocorreu: como isso pode dar certo? Ambos são artistas e pensadores que, inicialmente, pensamos logo que são antagônicos, já que Nolan tem sua arte marcada pelas narrativas sombrias e realistas, com roteiro onde todos os detalhes tem um porquê e uma explicação, sem muito espaço para o inexplicável, enquanto que Homero é o principal nome da literatura da Grécia Antiga, responsável por inserir em sua obra detalhes sobre os principais eventos da antiguidade grega, porém, a sua narrativa é cercada de humanos com poderes de deuses e divindades mitológicas que passeiam e influenciam nos eventos humanos, sendo o autor uma das principais influências de autores de fantasia como Tolkien e Martin.</p>
</div></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1130" height="590" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/a-odisseia-1-1130x590.jpg" alt="" class="wp-image-79565" srcset="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/a-odisseia-1-1130x590.jpg 1130w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/a-odisseia-1-247x130.jpg 247w" sizes="(max-width: 1130px) 100vw, 1130px" /></figure>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph">Diante deste inicial antagonismo de pensamentos me debrucei novamente sobre a Odisseia de Homero, depois de mais de 15 anos do meu primeiro contato com o livro, para ver quais caminhos que Nolan poderia seguir na obra e, não é que é bem possível que dê certo? O livro escolhido pelo diretor narra a viajem de volta de Ulisses para a sua casa após a guerra de Troia, onde, ao todo, o herói está há cerca de 20 anos fora de casa, passando 10 anos na guerra e mais 10 anos tentado reencontrar seu lar. É justamente esse o ponto central que Nolan poderá explorar melhor: o do homem e sua angústia e batalhas para voltar para casa, esse arco dramático é muito real, humano e cinematográfico. Foi o que vi que pode ser um importante pilar para o filme, já que o livro se sustenta em cima deste sentimento do protagonista e de como ele canaliza toda a sua força para este retorno, lutando contra todas as adversidades e muitas tentações, uma vez que Ulisses é um herói muito bem visto e até cobiçado por divindades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto que Nolan poderá usar muito a seu favor na narrativa são as batalhas ocorridas que envolvem ciclopes, deuses mitológicos, sereias e grandes navios, um prato cheio para o diretor desfilar sua capacidade de construir grandes cenas de ação e aventura, inclusive a passagem de Ulisses pela ilha dos ciclopes certamente será uma das mais marcantes, dado o potencial de ser explorada como uma bela cena de ação, bem como cheia de drama para o protagonista.</p>
</div></div>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="606" height="500" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/07/ulisses-e-as-sereias-herbertjamesdraper-odisseia.jpg" alt="" class="wp-image-79566"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>&#8220;Ulisses e as Sereias&#8221;, por Herbert James Draper</em></figcaption></figure>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph">Mas tem um ponto que não consegui vislumbrar relendo a obra de Homero: como Nolan irá explicar os deuses mitológicos atuando o tempo todo no destino de Ulisses? E é aqui que pode ser um ponto de debate sobre as escolhas que o diretor pode fazer, pois na Odisseia o autor não se dá muito ao luxo de explicar as motivações ou os porquês de os deuses atuarem na tentativa de influenciar na vida dos homens e nem por que se relacionam de forma tão próxima com eles. Será que o diretor vai abrir mão desta explicação? E se for explicar, será que essa explicação não poderia tornar o roteiro um pouco arrastado? Ou ele vai apenas humanizar os deuses em suas características físicas (coisa que Homero também faz em seu livro) sem explicar tanto seus poderes e personalidades divinas? No livro, os deuses estão o tempo todo entre os humanos e disfarçados passeiam entre eles, já no Olimpo debatem abertamente sobre o futuro deles, tentando impor suas vontades entre si. Apesar de isso tudo ser relatado no livro, Homero não explica muito a ira de Poseidon, a afeição de Atena com o protagonista e nem porque Zeus atua de forma quase indiferente a tudo, bem como as discórdias que existem entre os deuses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas são perguntas que só serão respondidas após a estreia do filme, onde finalmente mataremos a curiosidade sobre esse casamento artístico do pai das obras de fantasia com o diretor que preza pelo sombrio e realista e pelas explicações detalhadas. Minha ansiedade de historiador e meu lado cinéfilo apaixonado aguardam muito para ver como tudo isso se dará.</p>
</div></div>
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		<title>Crítica: Pillion</title>
		<link>https://cinemacao.com/2026/06/27/critica-pillion/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 14:35:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[3 Claquetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O relacionamento que Pillion aborda não é para agradar o espectador, é mais para confrontá-lo diante de sua própria moral.</p>
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<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pillion</strong><br><strong>Direção:</strong> Harry Lighton<br><strong>Roteiro: </strong>Adam Mars-Jones, Harry Lighton<br><strong>Nacionalidade e Lançamento: </strong>Reino Unido, 2025<br><strong>Elenco:</strong> Harry Melling, Alexander Skarsgård, Douglas Hodge, Lesley Sharp, Jake Shears, Mat Hill.<br><strong>Sinopse:</strong> O jovem indeciso e tímido Colin (Harry Melling) leva uma vida monótona até conhecer Ray (Alexander Skarsgård), um galã incrivelmente bonito que é líder do clube de motociclistas. Logo, Colin aceita virar submisso do misterioso Ray, que o tira de sua existência suburbana e introduz o rapaz a um universo queer e uma comunidade de fetiches nunca antes vivenciado por Colin.</p>



<p class="wp-block-paragraph">.</p>
</div></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1130" height="590" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/06/pillion-2-1130x590.jpg" alt="" class="wp-image-79561" srcset="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/06/pillion-2-1130x590.jpg 1130w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/06/pillion-2-247x130.jpg 247w" sizes="(max-width: 1130px) 100vw, 1130px" /></figure>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph">Existem filmes que realmente te tiram da zona de conforto e te provocam a reconhecer a sua própria moralidade como um obstáculo a ser enfrentado caso deseje conectar-se em um nível mais profundo com a obra. <strong>Pillion</strong>, a estreia na direção de longa-metragem de Harry Lighton, é um deles, ao retratar a dinâmica de relacionamento BDSM entre um rapaz tímido e desajeitado, interpretado por Harry Melling, e um motoqueiro bad boy, interpretado por Alexander Skarsgård.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ambos, Ray (Skarsgård) e Colin (Melling), se conhecem, ocasionalmente, em um pub londrino. O que foi apenas um flerte de olhares se transformou em um encontro inusitado em um beco escuro na noite de Natal. Dali em diante, o relacionamento entre os dois evoluiu para uma paixão avassaladora cheia de química, baseada na dinâmica de dominação e submissão definida em um relacionamento BDSM, com atos de humilhação constantes, em que infligir o outro à dor é uma das práticas mais comuns, e onde raras demonstrações de afeto acontecem da maneira como geralmente o reconhecemos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A direção de Lighton evidencia essa distância abismal que existe entre os protagonistas nos enquadramentos e na decupagem, quando repetidamente isola os personagens em quadros, mesmo quando estão juntos ou ocupando o mesmo ambiente. A cena em que Ray toca piano e ambos se comunicam, pela primeira vez, em um nível mais profundo, por meio de um espelho, é muito inspirada. No início, tais escolhas são mais perceptíveis, já que elas constroem o que absorvemos daquela dinâmica; uma frieza que, quando não nos provoca sentimentos mistos, de estranhamento ou revolta, sem dúvida proporciona boas gargalhadas pela comicidade britânica sempre peculiar.</p>
</div></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1130" height="590" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/02/pillion-diamond-films-2-1130x590.jpg" alt="" class="wp-image-79122" srcset="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/02/pillion-diamond-films-2-1130x590.jpg 1130w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/02/pillion-diamond-films-2-247x130.jpg 247w" sizes="(max-width: 1130px) 100vw, 1130px" /></figure>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph">Por um tempo, a rotina e dinâmica entre o casal vão bem; é quando mais vemos a influência da subcultura que Ray faz parte em Colin, do corte do cabelo às roupas que o mudam completamente. É quando uma tragédia familiar, já prevista desde o início da trama, fragiliza Colin de tal maneira que a dinâmica entre ambos estremece-se e muda de maneira irreversível. A fragilidade em Colin leva à flexibilização das regras impostas por Ray e esse movimento anuncia que o fim entre os dois está próximo. A mesa de poder foi para sempre desestabilizada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cena do beijo, em que ambos se engalfinham no chão em uma rima visual que remete à primeira cena, em que ocorre o primeiro sexo com penetração da vida de Colin, demonstra exatamente isso. Com a câmera na mão, a sequência da grama, ao ar livre, já é naturalmente instável. Mas, quando Colin acaba com o corpo sobre o de Ray, existe uma clara noção de que o poder mudou de lado e agora Ray, cedendo ao beijo, parece estar mais submisso a Colin do que o contrário. A primeira e última demonstração de afeto desse tipo entre os dois é, também, uma espécie de beijo da morte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Voltando ao início, por vezes me vi completamente revoltada pela humilhação à qual Colin se submetia. Não podia compreender um relacionamento em que a dor e humilhação constantes não fossem apenas um meio para o prazer, mas para o desenvolvimento de uma conexão, um laço afetivo. A cena em que Ray responde à Peggy, mãe de Colin, que a maneira como tratava seu filho não era feita para agradá-la, e sim para agradá-lo, foi como se quatro dedos apontassem de volta para mim enquanto passei o tempo todo apontando para eles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim, é verdade. O relacionamento que Pillion aborda não é para agradar o espectador, é mais para confrontá-lo diante de sua própria moral. É um filme que enfrenta a moralidade muito de frente, seja nas provocadoras cenas de sexo, até à maneira como escolhe retratar BDSM enquanto prática. É muito natural para o filme, e talvez por isso o final seja tão bom. Não há qualquer julgamento moral sobre as escolhas de Colin, então, por que eu teria?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nota:</strong> 3,5 /5</p>
</div></div>
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		<item>
		<title>Podcast Cinem(ação) #651: Cinefilia em Tempos de Feed</title>
		<link>https://cinemacao.com/2026/06/26/podcast-cinemacao-651-cinefilia-em-tempos-de-feed/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Arinelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 22:45:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast Cinem(ação)]]></category>
		<category><![CDATA[algoritmo e cinema]]></category>
		<category><![CDATA[análise de filmes]]></category>
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		<category><![CDATA[mainstream e cinema]]></category>
		<category><![CDATA[podcast de cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cinefilia morreu? Claro que não. Mas talvez tenha trocado de roupa, de ritual e até de personalidade no caminho. Antes, descobrir filmes era uma caça ao tesouro. Hoje, entre listas, estrelas, rankings e cortes de rede social, assistir virou também um jeito de se apresentar ao mundo. E nem sempre isso é uma boa [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://cinemacao.com/2026/06/26/podcast-cinemacao-651-cinefilia-em-tempos-de-feed/">Podcast Cinem(ação) #651: Cinefilia em Tempos de Feed</a> apareceu primeiro em <a href="https://cinemacao.com">Cinem(ação): filmes, podcasts, críticas e tudo sobre cinema</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A cinefilia morreu? Claro que não. Mas talvez tenha trocado de roupa, de ritual e até de personalidade no caminho. Antes, descobrir filmes era uma caça ao tesouro. Hoje, entre listas, estrelas, rankings e cortes de rede social, assistir virou também um jeito de se apresentar ao mundo. E nem sempre isso é uma boa notícia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste episódio, <a href="https://www.instagram.com/rafaarinelli/">Rafael Arinelli</a>, <a href="https://www.instagram.com/tchuly/">Cecília Barroso</a> e <a href="https://www.instagram.com/marianemorisawa/">Mariane Morisawa</a> mergulham no lado mais curioso e incômodo dessa nova relação com o cinema. O Letterboxd aparece como vitrine, cartão de visita e, para alguns, pequena máquina de ansiedade disfarçada de rede social. Quantas estrelas merecem um filme? Por que tanta gente parece mais preocupada em parecer sofisticada do que em sentir alguma coisa de verdade? E o que acontece quando a crítica vira competição, o algoritmo vira curador e a atenção humana começa a ser tratada como artigo de luxo?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conversa também passa pela crise da crítica formal, pela força da curadoria humana, pelo papel do mainstream como porta de entrada para filmes mais ousados e pelo avanço da inteligência artificial, que até imita profundidade, mas tropeça feio quando precisa pensar com experiência real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre o excesso e a pressa, a grande pergunta continua no ar: ainda conseguimos assistir com sinceridade?</p>



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<p class="wp-block-paragraph"><strong>• 03m56: </strong>Pauta Principal<br><strong>• 1h01m22: </strong>Plano Detalhe<br><strong>• 1h11m20: </strong>Encerramento</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ouça nosso Podcast também no:</strong></h2>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Agradecimentos aos padrinhos:&nbsp;</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">• André Marinho Moreira<br>• Bruna Mercer<br>• Charles Calisto Souza<br>• Daniel Barbosa da Silva Feijó<br>• Diego Alves Lima<br>• Eloi Xavier<br>• Guilherme S. Arinelli<br>• Thiago Custodio Coquelet<br>• Wilmar Arinelli Jr<br>• William Saito</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Plano Detalhe:</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>• (Cecília): Livro: </strong><a href="https://www.amazon.com.br/Arte-Cr%C3%ADtica-Cr%C3%ADtico-Cinema-Reflete/dp/6559324222">A Arte da Crítica: Um crítico de cinema reflete sobre seu ofício<strong><br></strong></a><strong>• (Mariane): Documentário: </strong><a href="https://www.primevideo.com/detail/0SED354NOE7WCLSTAWLFDBV24T">O silêncio de Eva<strong><br></strong></a><strong>• (Mariane): Série: </strong><a href="https://tv.apple.com/br/show/sugar/umc.cmc.4r6q7tdquewehwvb3rzl0k3dt">Sugar</a> <br><strong>• (Rafa): Série: </strong><a href="https://play.hbomax.com/show/c68e69d7-9317-428a-a615-cdf8fe5a2e06?utm_source=universal_search">House of the Dragon</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Edição: </strong><a href="https://issoai.com.br/">ISSOaí</a></p>
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