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	<title>Cinem(ação): filmes, podcasts, críticas e tudo sobre cinema</title>
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		<title>Vencedor em Sundance, Josephine &#8211; Fragmentos de um Crime vai ao Festival do Rio</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 03:10:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 9 de outubro, o Festival do Rio recebe a sessão de gala de “Josephine - Fragmentos de um Crime”, primeira exibição do longa...</p>
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<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph">No dia 9 de outubro, o Festival do Rio recebe a sessão de gala de um dos potenciais candidatos ao Oscar 2027, <strong>“Josephine &#8211; Fragmentos de um Crime”</strong>, marcando a primeira exibição do longa em toda a América Latina. A première será realizada às 19h30, no Cine Odeon, com presença da diretora americana Beth de Araújo, filha de brasileiro. O público geral também poderá assistir ao filme ao lado da realizadora. Mais informações sobre compra de ingressos serão divulgadas pelo site oficial do festival. Distribuído nacionalmente pela Retrato Filmes, <strong>“Josephine &#8211; Fragmentos de um Crime”</strong> chega aos cinemas brasileiros no dia 19 de novembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estrelado por Channing Tatum (<em>Magic Mike</em>, <em>Querido John</em>) e Gemma Chan (<em>Resistência, Capitã Marvel</em>), o filme participa da mostra Panorama Mundial do Festival do Rio, voltada para produções estrangeiras aclamadas internacionalmente. Sua estreia mundial foi no Festival de Sundance, onde venceu os prêmios de Melhor Filme pelo júri oficial e pelo público, feito raro no evento. O último longa a receber os dois prêmios na mesma edição foi “No Ritmo do Coração” (título original: <em>CODA</em>), em 2021, que depois venceu o Oscar de Melhor Filme.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1130" height="590" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/josephine-fragmentos-de-um-crime-2-1130x590.jpg" alt="" class="wp-image-79854" srcset="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/josephine-fragmentos-de-um-crime-2-1130x590.jpg 1130w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/josephine-fragmentos-de-um-crime-2-247x130.jpg 247w" sizes="(max-width: 1130px) 100vw, 1130px" /></figure>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="video-container"><iframe title="Josephine - Fragmentos de um Crime | Teaser" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/jKc2wNQRqL0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“<strong>Josephine &#8211; Fragmentos de um Crime</strong>” leva o nome da protagonista, uma menina de apenas oito anos que passa por um episódio traumático ao presenciar um crime violento. Além das profundas sequelas psicológicas, a pequena Josephine ainda carrega o peso de ser a única testemunha capaz de contribuir para o avanço do caso na justiça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O longa ainda integra a seleção oficial dos festivais de Toronto (TIFF), San Sebastián (SSIFF) e Londres (BFI). No início do ano, também passou pelo Festival de Berlim, onde a diretora revelou que a narrativa surgiu de uma memória pessoal. Com a mesma idade de Josephine, Beth e seu pai interromperam um episódio de agressão no parque em que a cena do filme se passa. “Eu queria explorar a hipervigilância que ficou depois daquele dia pelos olhos de uma menina da mesma idade”, compartilhou em uma coletiva de imprensa. No dia 2 de outubro, a cineasta será homenageada no Critcs Choice Celebración of Cinema &amp; Television, com o prêmio de Melhor Diretora Revelação.</p>
</div></div>
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		<title>Vencedor da Palma de Ouro, Fjord chega em fevereiro</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 02:24:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Mundial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Diamond Films acaba de revelar o trailer de Fjord, longa do diretor e roteirista Cristian Mungiu (“4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias”) que venceu a Palma de Ouro neste ano no Festival de Cannes. Estrelado pelos astros Sebastian Stan (“O Aprendiz”) e Renate Reinsve (“Valor Sentimental”), o filme tem estreia confirmada nos cinemas [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Diamond Films acaba de revelar o trailer de <strong>Fjord</strong>, longa do diretor e roteirista Cristian Mungiu (<em>“4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias”</em>) que venceu a Palma de Ouro neste ano no Festival de Cannes. Estrelado pelos astros Sebastian Stan (<em>“O Aprendiz”</em>) e Renate Reinsve (<em>“Valor Sentimental”</em>), o filme tem estreia confirmada nos cinemas brasileiros em 4 de fevereiro. Confira a prévia legendada:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="video-container"><iframe title="FJORD | Trailer Oficial Legendado" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/zHL9KEkuy1w?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Novamente navegando por dilemas éticos e discussões complexas sobre cultura e moralidade, <strong>Fjord</strong> conta a história de uma família romeno-norueguesa conservadora que se muda para uma pequena cidade na Noruega e vê a educação de seus filhos sendo questionada, quando contusões são encontradas no corpo da mais velha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de Stan e Reinsve, que se reencontram nas telonas após <em>“Um Homem Diferente”</em>, o elenco do filme conta com Christian Rubeck (<em>“Reprise”</em>), Ellen Dorrit Petersen (<em>“Blind”</em>) e Lisa Loven Kongsli (<em>“A Mulher na Cabine 10”</em>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com distribuição garantida no Brasil pela Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina, <strong>Fjord</strong> estreia nacionalmente em 4 de fevereiro.</p>
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		<title>Crítica: A Pele Morta (2026) &#8211; 59º Festival de Brasília</title>
		<link>https://cinemacao.com/2026/09/13/critica-a-pele-morta-2026-59o-festival-de-brasilia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carissa Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 01:58:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[3 Claquetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Pele Morta é um road-movie cativante e claramente bem intencionado. E que nos mostra e faz refletir sobre a América Latina.</p>
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<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph"><strong>A Pele Morta (2026)</strong><br><strong>Direção:</strong> Denise Moraes, Bruno Fatumbi Torres<br><strong>Roteiro:</strong> Geraldo Moraes<br><strong>Elenco: </strong>César Troncoso, Luan Iturve.<br><strong>Sinopse: </strong>Um caminhoneiro uruguaio e seu ajudante, um jovem indígena, viajam pelas estradas entre o Brasil e o Paraguai enquanto constroem uma relação entrelaçada por diferenças e descobertas. Em meio à paisagem na fronteira, os dois se deparam com as marcas da perda de território e com as consequências da exploração que ameaça comunidades indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">.</p>
</div></div>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/a-pele-morta-1.jpg" alt="" class="wp-image-79842" srcset="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/a-pele-morta-1.jpg 1024w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/a-pele-morta-1-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph">Filme de abertura do 59° Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, A Pele Morta traz um Brasil que se expande além do nosso território. Lembrando que aqui também é espaço latino-americano e nossos caminhos se entrelaçam com o dos países vizinhos de muitas maneiras, algumas mais sutis do que costumamos imaginar.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na história conhecemos Saulo, um jovem rapper guarani-kaiowá que está insatisfeito com a vida e com o que vai ser o seu futuro. Perdeu seu irmão mais velho, enquanto o mais novo parece ir de mal a pior. Tudo muda quando seu caminho se cruza com Justo, um caminhoneiro uruguaio que se desloca do Brasil até o Paraguai e oferece trabalho para o jovem. Eles seguem procurando encomendas para levar de um canto a outro quando encontram Rosário, uma menina que segue em busca de sua irmã mais velha que não vê faz 6 anos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui os personagens estão sempre em deslocamento. O trajeto da estrada refletindo as buscas individuais de cada um. O estranhamento é sempre parte do universo deles. As incertezas também. E assim essa dupla que se torna um trio segue. Sem grandes acontecimentos, mas com a força de continuar independentemente das adversidades.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">É interessante como o filme faz questão de trabalhar as relações entre a América do Sul. Os territórios explorados pelos personagens; o idioma indígena compartilhado por Saulo e Rosário, dois jovens nascidos em países diferentes, mas ainda assim de um mesmo povo indígena; a ideia de uma vida melhor na Argentina. O tempo inteiro é proposto pelo filme que apesar das diferenças entre cada local, somos todos uma única região. Com mais semelhanças do que nos damos conta.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">É um road-movie cativante e claramente bem intencionado. E que nos mostra e faz refletir sobre a América Latina. Sofre um pouco com problemas de desenvolvimento das relações dos personagens. Os desentendimentos entre os dois protagonistas de vez em quando soam exagerados e forçados. E por mais que Rosário seja parte essencial da trama, soa pouco realista a maneira que a menina simplesmente sobe em um caminhão com dois homens desconhecidos e segue viagem com eles, sem em nenhum momento pensar em sua segurança física. E por mais que isso seja posto por Justo em um primeiro momento, não é bem trabalhado no tempo que ela fica com eles. Isso diminui um pouco a verossimilhança do longa-metragem.</p>
</div></div>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1600" height="900" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/a-pele-morta-3.webp" alt="" class="wp-image-79844" srcset="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/a-pele-morta-3.webp 1600w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/a-pele-morta-3-768x432.webp 768w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/a-pele-morta-3-1536x864.webp 1536w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></figure>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph">Para um road-movie onde o tempo e o espaço acabam sendo pontos cruciais, nunca conseguimos entender quanto tempo os personagens passaram juntos na estrada. Nem quanto tempo Rosário ficou com eles. Podem ter sido dias ou meses e o filme torna impossível de determinar. E justamente por isso algumas situações acabam parecendo menos críveis, porque se não entendemos quanto tempo se passou, certas conexões acabam soando exageradas e até mesmo forçadas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Pele Morta é um filme muito bem filmado. Possui um cuidado no design de produção e na construção de planos. É um belo filme de abertura para o Festival de Brasília. E que mostra a diversidade da América do Sul enquanto retrata as semelhanças entre os países sem cair em estereótipos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nota:</strong> 3 /5</p>
</div></div>
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		<title>Podcast Cinem(ação) #662: Quando o filme ganha torcida</title>
		<link>https://cinemacao.com/2026/09/11/podcast-cinemacao-662-quando-o-filme-ganha-torcida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Arinelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Sep 2026 01:04:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Existe uma linha invisível entre curtir um filme e fazer tatuagem dele. Entre torcer para a franquia dar certo e mandar mensagem de ódio para quem discordou de você nas redes sociais. Este episódio vai direto ao ponto que pouca gente para para pensar: em qual desses estágios você está? Rafael Arinelli e Wesley Fernandes [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://cinemacao.com/2026/09/11/podcast-cinemacao-662-quando-o-filme-ganha-torcida/">Podcast Cinem(ação) #662: Quando o filme ganha torcida</a> apareceu primeiro em <a href="https://cinemacao.com">Cinem(ação): filmes, podcasts, críticas e tudo sobre cinema</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Existe uma linha invisível entre curtir um filme e fazer tatuagem dele. Entre torcer para a franquia dar certo e mandar mensagem de ódio para quem discordou de você nas redes sociais. Este episódio vai direto ao ponto que pouca gente para para pensar: em qual desses estágios você está?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.instagram.com/rafaarinelli/">Rafael Arinelli</a> e <a href="https://www.instagram.com/wesley_fernandes1899/">Wesley Fernandes</a> falam de três níveis de envolvimento do público, do espectador casual ao fanático irracional, usando o futebol como espelho perfeito para entender por que torcer com paixão não é o mesmo que perder a capacidade crítica. A conversa passa pela psicologia por trás dessa conexão, com conceitos como transporte narrativo e relação parassocial explicando por que Peter Parker, herói pobre e sufocado com boletos, conquistou gerações inteiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tem também um mergulho delicioso na história dos filmes cult, de Rocky Horror Picture Show virando ritual de meia noite até Blade Runner sendo redescoberto décadas depois do fracasso nas bilheterias. E claro, o lado sombrio: como os algoritmos criaram bolhas que radicalizam fandoms, do caso Star Wars ao ataque a atores que só queriam fazer seu trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Amar a arte com intensidade é lindo. Perder o respeito pelo próximo no caminho, nem tanto.</p>



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<div class="wp-block-button is-style-outline is-style-outline--1"><a class="wp-block-button__link wp-element-button" href="https://api.spreaker.com/v2/episodes/75081598/download.mp3">Faça o download do episódio aqui</a></div>
</div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>• 04m17:</strong> Pauta Principal<br><strong>• 1h00m46:</strong> Plano Detalhe<br><strong>• 1h09m01:</strong> Encerramento</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ouça nosso Podcast também no:</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">• Spotify: <a href="https://cinemacao.short.gy/spotify">https://cinemacao.short.gy/spotify<br></a>• Apple Podcast: <a href="https://cinemacao.short.gy/apple">https://cinemacao.short.gy/apple<br></a>• Android: <a href="https://cinemacao.short.gy/android">https://cinemacao.short.gy/android<br></a>• Deezer: <a href="https://cinemacao.short.gy/deezer">https://cinemacao.short.gy/deezer<br></a>• Amazon Music: <a href="https://cinemacao.short.gy/amazon">https://cinemacao.short.gy/amazon</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Agradecimentos aos padrinhos:</strong> </h2>



<p class="wp-block-paragraph">• André Marinho Moreira<br>• Bruna Mercer<br>• Charles Calisto Souza<br>• Daniel Barbosa da Silva Feijó<br>• Diego Alves Lima<br>• Eloi Xavier<br>• Guilherme S. Arinelli<br>• Thiago Custodio Coquelet<br>• Wilmar Arinelli Jr<br>• William Saito</p>



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		<title>O fim de Spider-Noir e um novo momento das séries de TV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wesley Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 14:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que ocorreu com Spider-Noir me levou a ver de forma mais ampla que a produção de séries nos streamings esteja mudando de forma silenciosa.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Recentemente boa parte do público e da mídia foi pega de surpresa com o fim da série Spider-Noir pelo Prime Vídeo, uma vez que ela foi sucesso de público e, principalmente, de crítica, contabilizando indicações importantes ao Emmy. Uma nova temporada era questão de tempo ou de lógica, mas eis que o comunicado da Amazon surpreende e diz que a série foi encerrada e não terá sequência, decisão que foi defendida pelo protagonista Nicolas Cage, dizendo que a mensagem da série já havia sido passada e não haveria nada de novo para contar em novas temporadas, por isso mesmo, o ciclo estava fechado.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="590" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/spider-noir-serie-2-1024x590.webp" alt="" class="wp-image-79830"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A serenidade e a tranquilidade com que foi feito o anúncio mostra uma certa coesão no meio de quem produz séries atualmente, pois, até pouco tempo atrás quanto mais audiência, indicações e prêmios uma série recebia, maior a vontade do estúdio de seguir produzindo e gerar lucro em cima da obra, o que acabava levando a um desgaste e andamento torto de algo que começou bem e poderia ter acabado antes, se fossem usados apenas critérios artísticos para definir a continuidade, exemplos de casos de séries que foram além do que deveriam e acabaram de forma melancólica são muitos (nunca vou superar os rumos de The Walking Dead, inclusive).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso mesmo, nesse mundo de interesses em volta de uma série, parece cada vez mais maduro, tanto da parte dos produtores, quanto da parte do streaming, encerrarem a história que já havia sido muito bem concluída em uma ou em poucas temporadas e não insistir em temporadas que poderiam se tornar cansativas e desgastar a imagem da série junto ao público e crítica.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="590" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/spider-noir-serie-3-1000x590.webp" alt="" class="wp-image-79831"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Os streamings têm, de certa forma, buscado respeitar um pouco mais o limite criativo de uma obra e deixado que o público veja e reveja o que há de bom nela, inclusive, o que ocorreu com Spider-Noir me levou a ver de forma mais ampla que o planejamento da produção de séries nos streamings esteja mudando de forma silenciosa, por exemplo, a HBO tem tido mais cuidado com o universo de Game of Thrones, as séries derivadas já têm nascido com prazo para encerrar e limite narrativo definido pelos livros do quais são derivados; já a Amazon, com o universo de Senhor dos Anéis, se propôs a um rigor e cuidado extremo para contar a história dos apêndices da obra seminal de Tolkien, de forma que seja bem amarrada em temporadas pré-definidas visando ter um produto mais coeso; e até a Netflix, notabilizada por ser uma máquina de cancelamento de séries e de descartar materiais com alto potencial, tem investido muito mais em minisséries que contam com apenas uma temporada, numa estratégia diferente, que conta com fechamento de contrato de grandes nomes do universo das séries como Ryan Murphy, para produzir várias obras ao invés de uma obra apenas que dure inúmeras temporadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sensação que dá é que essa correção de rumo tem sido bem direcionada pelas empresas e é muito bem-vinda para quem consome séries. Fico triste com o fim da série do Spider, mas feliz que o que foi feito foi respeitado e isso é o que importa: que venham novas histórias e com semelhante qualidade, numa ideia de que menos é mais e melhor para todo mundo.</p>
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		<title>Crítica: Nosso Segredo</title>
		<link>https://cinemacao.com/2026/09/10/critica-nosso-segredo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Diego Quaglia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 02:15:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[4 Claquetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nosso Segredo é um filme sombrio. Mas o primeiro longa de Grace Passô passa longe disso, se tornando algo muito mais inusitado e pouco usual.</p>
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<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nosso Segredo (2026)</strong><br><strong>Direção:</strong> <a href="https://www.imdb.com/pt/name/nm4498129/">Grace Passô</a><br><strong>Roteiro: </strong>Grace Passô<br><strong>Elenco:</strong> Ju Colombo, Robert Frank, Marisa Revert, Jessica Gaspar, Efraim Santos, Flip, Juan Queiroz, Gláucia Vandeveld, Matheus Aleluia.<br><strong>Sinopse: </strong>Uma família negra sofreu uma perda recente e tem que lidar com um mistério ao redor deles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">.</p>
</div></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1130" height="590" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/nosso-segredo-1-1130x590.webp" alt="" class="wp-image-79835" srcset="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/nosso-segredo-1-1130x590.webp 1130w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/nosso-segredo-1-247x130.webp 247w" sizes="auto, (max-width: 1130px) 100vw, 1130px" /></figure>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph">Nosso Segredo é um filme sombrio. Banhado de sombras visualmente e na sua atmosfera geral. O filme começa na sua introdução como uma dessas obras familiares naturalistas do cotidiano tipicamente brasileiro que são comuns no nosso cinema. Mas quando o filme se concentra na casa da família vai ficando cada vez mais claro o quanto o primeiro longa de <a href="https://cinemacao.com/2024/09/20/critica-o-dia-que-te-conheci/">Grace</a> Passô passa longe disso, se tornando algo muito mais inusitado e pouco usual dentro da nossa filmografia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Un clima enigmático toma conta da narrativa, começamos a ver aquela família por fragmentos, percebemos suas vivências afrocentradas e enquanto temos alguns monólogos mais teatralizados de suas emoções também existe uma vivência extensa de silêncios, medos e hábitos misteriosos que manifestam um horror desconhecido e horripilante que tomam conta do filme. O bizarro e a agonia vão sendo mostradas e reforçados de maneiras cada vez mais estranhas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos dos planos são extremamente fechados em seus atores e ambientes, a câmera flutua como se estivesse pulando entre diferentes personagens enquanto eles conversam e planos detalhes demarcam a realidade daquela família enquanto Grace e a sua diretora de fotografia Willsa Esser brilham cobrindo os ambientes daquela casa de sombras fortes e grossas que vão ficando mais e mais carregadas contornando os personagens e os locais, enquanto eles também são cercados por alguns pontos de luz. Meu amigo Ícaro comparou com o Eastwood em certas cenas e eu só pensava na proximidade com o Pedro Costa.</p>
</div></div>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="549" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/nosso-segredo-2.webp" alt="" class="wp-image-79836" srcset="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/nosso-segredo-2.webp 1024w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/nosso-segredo-2-767x411.webp 767w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph">Em uma das cenas mais lindas do filme o garoto abre a janela da sua casa do quarto do seu irmão e aquela penumbra escura é cercada por uma luz dourada de um amarelado estourando e brilhando como ouro.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa atmosfera carregada vai passando por diferentes limites seja a lama tomando conta do quadro do filme e fechando ele como se fechasse uma cortina, o plano observando a casa com foco pela água no chão ou aquele belíssimo plano final do padrasto indo dormir.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nota:</strong> 4 /5</p>
</div></div>
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		<title>Homem-Aranha e as mega franquias</title>
		<link>https://cinemacao.com/2026/09/10/homem-aranha-e-as-mega-franquias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wesley Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 01:41:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em julho de 2026 chegou aos cinemas “Homem-Aranha: Um Novo Dia”, que tinha como objetivo trazer holofotes ao cinema de herói. Leia o artigo:</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Em julho de 2026 chegou aos cinemas “Homem-Aranha: Um Novo Dia”, que tinha como objetivo trazer holofotes ao cinema de herói como em outros tempos. E o filme cumpriu muito bem o seu papel, chegando a uma bilheteria que foi além do esperado, tornando-se, muito provavelmente, a maior bilheteria do ano e uma das maiores da história do cinema. Em tese, esses números poderiam apontar para um retorno triunfal dos filmes de herói, tal qual era antes, mas existem camadas além que mostram que o sucesso absurdo do filme se deveu justamente por romper com uma parte importante da estrutura fílmica criada pela Marvel ao longo dos anos, a de um universo cinematográfico de filmes dependentes entre si, que se preocupam mais em mostrar algo de um filme que nem aconteceu ainda do que em contar a sua própria história.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="739" height="415" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/homem-aranha-um-novo-dia-1.jpg" alt="" class="wp-image-79824"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O novo filme do “amigão da vizinhança” é, além de um bom filme, dono de uma estrutura que foge um pouco do padrão Marvel e do cinema de herói dos últimos anos, o longa navega nos dramas do personagem, o arco se passa exclusivamente no universo do herói, ainda que a história aconteça no mesmo universo do MCU e tenha a participação de outros heróis do estúdio, ela não depende de nada do que aconteceu nos filmes da Marvel anteriores para ser visto pelo grande público, que se mostra cansado do modelo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, podemos considerar um dos pontos que a Marvel e as franquias de cinema precisam rever: a ideia de filmes iguais que servem apenas como peça de uma engrenagem maior e uma forma fácil de capitalizar com os filmes. Só para exemplificar melhor, podemos falar dos demais sucessos cinematográficos mais recentes. Das duas, uma: ou são filmes fechados em si, ou são universos conhecidos do público que contam capítulos fechados e sem ganchos para um futuro. Com isso, temos a aparente primeira receita de sucesso para o cinema de grande orçamento atualmente, histórias boas e fechadas em si, proposta um pouco mais ousada e com peculiaridades que despertem o interesse pelo que ele tem de diferente, não pelo universo que faz parte. Exemplos de sucessos recentes com essa característica não faltam, como os de Oppenheimer, Barbie, Devoradores de Estrelas, A Odisseia, Pecadores e sem falar dos vários filmes de terror vindos de ideias originais e um custo-benefício absurdo.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="764" height="401" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/homem-aranha-um-novo-dia-3.jpg" alt="" class="wp-image-79825" srcset="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/homem-aranha-um-novo-dia-3.jpg 764w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/homem-aranha-um-novo-dia-3-247x130.jpg 247w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/homem-aranha-um-novo-dia-3-525x276.jpg 525w" sizes="auto, (max-width: 764px) 100vw, 764px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Em um outro ponto sobre o tema e trazendo mais uma característica  dos filmes que têm dado certo recentemente, podemos ver a volta do “boca a boca” sobre as obras como sendo um pilar importante para os sucessos recentes. Uma das características dos sucessos dos últimos anos tem sido o aumento ou a manutenção de bilheteria semana a semana, fruto do público que viu o filme na estreia e foi levando outras pessoas a irem ao cinema ver as obras, comportamento que se explica pelo fato de que o cinema perdeu seu caráter mais casual e virou programa pra ir com certeza de recompensa, por conta do preço e da logística como um todo (sobre essa parte cabe um texto específico, dada a complexidade).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, mais originalidade, história centrada em si e bem-feita são os aprendizados deixados por Homem-Aranha para a Marvel e demais franquias — levando em consideração que nos últimos anos tudo era franquia e universo cinematográfico gigante (Marvel, DC, Velozes e Furiosos&#8230;), e quase tudo vindo de um universo conhecido e amado fazia sucesso fácil. Agora tudo aponta para menos universo compartilhado e mais independência, com obras que valham a ida ao cinema, o desafio dos estúdios é mudar de rota e apostar novamente na profundidade das histórias e de ciclos que se encerram com a exibição. Os caminhos e possibilidades estão aí: resta saber se haverá coragem para seguir por ele e tentar o novo na indústria e, quem sabe, com isso podemos ter a volta do cinema de autor, mas aí talvez eu já esteja querendo demais!</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O post <a href="https://cinemacao.com/2026/09/10/homem-aranha-e-as-mega-franquias/">Homem-Aranha e as mega franquias</a> apareceu primeiro em <a href="https://cinemacao.com">Cinem(ação): filmes, podcasts, críticas e tudo sobre cinema</a>.</p>
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		<item>
		<title>Podcast Cinem(ação) #661: Entrevistar não é para qualquer um</title>
		<link>https://cinemacao.com/2026/09/04/podcast-cinemacao-661-entrevistar-nao-e-para-qualquer-um/</link>
					<comments>https://cinemacao.com/2026/09/04/podcast-cinemacao-661-entrevistar-nao-e-para-qualquer-um/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Arinelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 23:26:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast Cinem(ação)]]></category>
		<category><![CDATA[bastidores do cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esqueceu a palavra &#8220;country&#8221; no meio de uma entrevista com Michelle Pfeiffer. Levou uma patada de Ney Matogrosso. Encarou Joaquin Phoenix, famoso por ser difícil em coletiva, e saiu de lá com uma conversa surpreendentemente gentil. Bem-vindo à rotina real de quem cobre cinema por trás das câmeras, onde o glamour do tapete vermelho esconde [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://cinemacao.com/2026/09/04/podcast-cinemacao-661-entrevistar-nao-e-para-qualquer-um/">Podcast Cinem(ação) #661: Entrevistar não é para qualquer um</a> apareceu primeiro em <a href="https://cinemacao.com">Cinem(ação): filmes, podcasts, críticas e tudo sobre cinema</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Esqueceu a palavra &#8220;country&#8221; no meio de uma entrevista com Michelle Pfeiffer. Levou uma patada de Ney Matogrosso. Encarou Joaquin Phoenix, famoso por ser difícil em coletiva, e saiu de lá com uma conversa surpreendentemente gentil. Bem-vindo à rotina real de quem cobre cinema por trás das câmeras, onde o glamour do tapete vermelho esconde uma logística de guerra.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.instagram.com/rafaarinelli/">Rafael Arinelli</a> recebi <a href="https://www.instagram.com/camilafaladefilmes/">Camila Henriques</a> e <a href="https://www.instagram.com/marianemorisawa/">Mariane Morisawa</a> para ouvir histórias que vão da emoção genuína, como entrevistar Steven Spielberg ou Milton Nascimento, até os desafios técnicos de fazer perguntas em espanhol para Guillermo del Toro ou encarar o júri de Cannes com uma pergunta incômoda que rendeu uma resposta e tanto de Jeremy Strong. Mas o episódio também escancara o que ninguém vê: jornalistas dividindo apartamento a quatro, financiando viagens no crowdfunding, e assistindo filme após filme sem dormir só para dar conta do festival.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O papo passa pela ironia dos junkets internacionais, pelo poder que assessores de imprensa exercem sobre quem tem acesso a quem, e pela pergunta que fica no ar: será que ainda existe espaço para o jornalismo cultural feito com tempo e cuidado?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nem tudo que reluz no tapete vermelho é ouro.</p>



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</div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>• 04m35:</strong> Pauta Principal<br><strong>• 1h15m10:</strong> Plano Detalhe<br><strong>• 1h28m00:</strong> Encerramento</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ouça nosso Podcast também no:</strong></h2>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Agradecimentos aos padrinhos:</strong> </h2>



<p class="wp-block-paragraph">• André Marinho Moreira<br>• Bruna Mercer<br>• Charles Calisto Souza<br>• Daniel Barbosa da Silva Feijó<br>• Diego Alves Lima<br>• Eloi Xavier<br>• Guilherme S. Arinelli<br>• Thiago Custodio Coquelet<br>• Wilmar Arinelli Jr<br>• William Saito</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Plano Detalhe:</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>• (Camila): Filme:</strong> <a href="https://www.youtube.com/watch?v=I6rJJLTqx74">Não Existe Almoço Grátis<strong><br></strong></a><strong>• (Mariane): Filme:</strong> <a href="https://www.youtube.com/watch?v=8nIi2ecQqtE">Miroirs No. 3<strong><br></strong></a><strong>• (Mariane): Mostra:</strong> <a href="https://www.sescsp.org.br/projetos/mostra-amor-ao-cinema/">Amor ao Cinema<strong><br></strong></a><strong>• (Mariane): Mostra:</strong> <a href="https://cinemateca.org.br/serie/1976-50-anos-depois/">1976 – 50 ANOS DEPOIS<strong><br></strong></a><strong>• (Mariane): Mostra:</strong> <a href="https://mubifest.com/pt/sao-paulo">MUBI Fest 2026<strong><br></strong></a><strong>• (Rafa): Filme:</strong> <a href="https://www.netflix.com/br/title/81278442">O Homem que Sussurra</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Edição:</strong> <a href="https://issoai.com.br/">ISSOaí</a></p>
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		<title>Crítica: Sobrenatural: Agora Entre Nós</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Perez]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 20:49:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2 Claquetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sobrenatural: Agora Entre Nós pode acabar se tornando um filme conforto pra quem gosta da franquia, mas, se a vontade era ver algo inovador, não vai ser dessa vez…</p>
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<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sobrenatural: Agora Entre Nós &#8211; Insidious: Out of the Further (2026)</strong><br><strong>Direção: </strong>Jacob Chase<br><strong>Roteiro: </strong>Jacob Chase<br><strong>Elenco:</strong> Amelia Eve, Jason Perea, Maisie Richardson-Sellers, Lin Shaye, Island Austin, Sam Spruell, Laura Gordon<br><strong>Sinopse: </strong>Gemma, uma jovem mãe criando sua filha na casa onde cresceu, descobre que é capaz de viajar para The Further, onde possui a habilidade de trazer o que vive lá de volta para o mundo dos vivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">.</p>
</div></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1130" height="590" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/sobrenatural-agora-entre-nos-1-1130x590.jpg" alt="" class="wp-image-79814" srcset="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/sobrenatural-agora-entre-nos-1-1130x590.jpg 1130w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/sobrenatural-agora-entre-nos-1-247x130.jpg 247w" sizes="auto, (max-width: 1130px) 100vw, 1130px" /></figure>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph">Se eu ganhasse uma moeda por cada franquia envolvendo assombrações que James Wan começou com Patrick Wilson no início dos anos 2010, eu teria duas moedas. Não é muito, mas é engraçado ter acontecido duas vezes. Depois, Wan deixaria de lado a direção das muitas sequências e spin-offs de Invocação do Mal e Sobrenatural, mas os nomes de ambas perduraram. E aqui estamos com o sexto filme de Sobrenatural, que recebeu o subtítulo Agora Entre Nós, e está em cartaz nos cinemas sob a direção de Jacob Chase.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muito inspirado em Poltergeist, o primeiro Sobrenatural acompanhou a família Lambert, que descobre a existência de uma dimensão chamada The Further, fora do nosso mundo, onde o garoto Dalton está preso. Os Lamberts voltariam em algumas sequências, mas a presença mais marcante do longa era a da médium Elise, vivida pela veterana Lin Shaye, que [SPOILER!] morre no final, mas dá um jeito de aparecer em todos os filmes que vieram depois.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="540" height="800" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/sobrenatural-agora-entre-nos-poster.jpg" alt="" class="wp-image-79813" style="aspect-ratio:0.6750025414252313;width:329px;height:auto"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Agora Entre Nós é um recomeço para Sobrenatural. Deixamos os Lamberts para trás e passamos a acompanhar Gemma Hall, uma jovem dentista e mãe de Maya, que vive na casa onde cresceu com sua mãe, uma pessoa com dependência química que negligenciava a filha. Mas Gemma passa por algumas experiências que a fazem entender que a questão com sua mãe não era coisa desse mundo e que ela sofre do mesmo mal. Com a ajuda de Elise, claro, ela descobre que é uma “mensageira”, alguém que pode trazer coisas e pessoas de volta do The Further, e os mortos, liderados por um antigo líder de uma seita, desejam voltar a experimentar a vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que mais me diverte em Sobrenatural são os sustos. Uma das marcas da franquia, nunca trazem algo lá muito novo, mas costumam ser eficientes e até bem construídos dentro da proposta dos filmes. Mas nem isso salva um roteiro capenga. Agora Entre Nós seria uma boa oportunidade de apresentar Sobrenatural para que não acompanhou a franquia, mas é um filme que se explica tanto em diálogos muito expositivos, que nem o público novato vai se sentir respeitado. Rola até uma cena em que uma personagem explica um plano usando laranjas, tal qual faziam os personagens de Stranger Things.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É interessante quando franquias consolidadas trazem diretores diferentes a cada filme, vide Evil Dead, que sempre apresenta algo interessante sem perder a essência. Com Sobrenatural, o sangue novo não parece ter oportunidade de trazer novidades, prendendo-se a histórias bem previsíveis e que se alongam demais sem apresentar substância, limitando-se à enrolação e à tentativa de chocar, mas com cenas limpinhas demais para causar algum impacto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobrenatural: Agora Entre Nós pode acabar se tornando um filme conforto pra quem gosta da franquia, mas, se a vontade era ver algo inovador, não vai ser dessa vez…</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nota:</strong> 2,5 /5</p>
</div></div>
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		<title>Alfonso Cuáron será o produtor executivo da série de D&#038;D Ravenloft pela Netflix</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Henrique Rizatto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 20:28:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Mundial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Netflix está preparando uma série baseada no cenário de Dungeons and Dragons chamado Ravenloft, leia a matéria completa aqui.</p>
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<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph">Ontem uma matéria do site Deadline, escrita por Nellie Andreeva pegou o pessoal que gosta de cultura pop (principalmente os rpgistas) de surpresa ao anunciar que a Netflix está preparando uma série baseada no cenário de Dungeons and Dragons chamado Ravenloft, leia a <a href="https://deadline.com/2026/09/dungeons-dragons-series-ravenloft-netflix-forgotten-realms-1237063967/">matéria completa aqui</a>.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto é uma parceria entre a Hasbro que é a dona do jogo de RPG mais famoso do mundo, através de sua subsidiária Wizards of the Coast, o roteirista John August e o diretor Alfonso Cuáron entram como produtores executivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Anteriormente havia um projeto de série que se passaria no cenário de Forgotten Realms, um dos principais cenários de D&amp;D, e o mesmo mundo que se passa o <a href="https://cinemacao.com/2023/04/28/podcast-cinemacao-504-dungeons-and-dragons-honra-entre-rebeldes/">filme Dungeons and Dragons</a> porém esse projeto não está mais em desenvolvimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Domínio aqui é uma palavra importante, pois esse cenário específico de fantasia sombria tem esses conceitos de domínios, que são como bolsões de realidades, onde uma vez que você entra é quase impossível de se sair, isso por conta das brumas que cercam o local. Então a Baróvia acaba sendo o reino, mas também a prisão de Strahd.</p>
</div></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1130" height="590" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/cursed-of-strahd-2-1130x590.jpg" alt="" class="wp-image-79809" srcset="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/cursed-of-strahd-2-1130x590.jpg 1130w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/cursed-of-strahd-2-247x130.jpg 247w" sizes="auto, (max-width: 1130px) 100vw, 1130px" /></figure>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph">Por isso podemos esperar uma série que irá misturar fantasia, terror gótico e romance trágico. Imagino que ela mostrará a origem do maior vampiro de D&amp;D, pois o confronto contra ele acontece nos jogos e não imagino a Hasbro se autossabotando tirando as surpresas da aventura rpgística e as colocando na série.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre os produtores executivos, o roteirista John August tem em seu currículo alguns filmes interessantes como Titan A.E. (2000) um filme de animação espacial que eu tenho muito carinho, e trabalhos em parceria com o diretor Tim Burton, pois ele roteirizou Peixe Grande e suas Histórias Maravilhosas (2003), A Fantástica Fábrica de Chocolate e A Noiva Cadáver (ambos de 2005), Sombras da Noite e Frankenweenie (os dois de 2012), ou seja tem o tom soturno e bizarro de Burton e caso de forma magistral com o cenário de Ravenloft.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o diretor mexicano Alfonso Cuáron dispensa apresentações, por ser um dos diretores mais consagrados de Hollywood. Só para citar alguns de seus trabalhos eu destaco Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban (2006) &#8211; &nbsp;para mim o melhor filme da franquia &#8211; em que incorporou elementos de cultura mexicana e deu um ar mais sombrio para o mundo do garoto que sobreviveu. Dirigiu e roteirizou também os excelentes Filhos da Esperança (2006) e Gravidade (2013).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1130" height="590" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/alfonso-cuaron-1130x590.jpg" alt="" class="wp-image-79808" srcset="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/alfonso-cuaron-1130x590.jpg 1130w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/09/alfonso-cuaron-247x130.jpg 247w" sizes="auto, (max-width: 1130px) 100vw, 1130px" /></figure>
</div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph">Então temos por trás dos bastidores pessoas extremamente talentosas e que sabem muito bem lidar com obras que o tom da série e do cenário pedem. Aliás se quiserem conhecer mais sobre Ravenloft tem diversos livros, quadrinhos que apresentam e expandem os cenários. Com destaque para a campanha de RPG, A Maldição de Strahd que atualizou a aventura para a 5ª edição de Dungeons and Dragons.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Indico assistirem o vídeo do canal RPG Planet que explica com bem mais profundidade sobre o cenário:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="video-container"><iframe loading="lazy" title="Cenários de D&amp;D: Ravenloft" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/BpQcjPWbz4I?start=1&amp;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Por hora não temos notícias do início de gravações tão pouco data de estreia.</p>
</div></div>
<p>O post <a href="https://cinemacao.com/2026/09/04/alfonso-cuaron-sera-o-produtor-executivo-da-serie-de-dd-ravenloft-pela-netflix/">Alfonso Cuáron será o produtor executivo da série de D&amp;D Ravenloft pela Netflix</a> apareceu primeiro em <a href="https://cinemacao.com">Cinem(ação): filmes, podcasts, críticas e tudo sobre cinema</a>.</p>
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