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	<title>Claris Interativa</title>
	
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	<description>Por uma web mais criativa</description>
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		<title>Por uma web mais criativa.</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Aug 2011 18:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcius Teixeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<div><img width="980" height="525" src="http://clarisinterativa.com/wp-content/uploads/2010/09/tv_claris.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="tv_claris" title="tv_claris" /></div>Em tempos de muito conteúdo e pouca qualidade na internet, a Claris Interativa vem trabalhando diariamente para construir uma web não só mais colaborativa, como também mais criativa. Primando pelo cuidado tipográfico, curadoria do discurso e a psicologia cromática em seus trabalhos, a Claris vem modificando a forma de seus clientes se apresentarem na internet; tornando a web um lugar mais rico de informações e design. Através de uma metodologia exclusiva, a Claris desenvolveu um processo ágil e eficaz para a criação de webSites (seguindo os guidelines da W3C e os recentes padrões desenvolvidos pela Apple Inc.), ampliando vigorosamente o espectro de atuação dos seus clientes na internet – não só do ponto de vista comercial (melhor divulgação de produtos e serviços na web) como também do ponto de vista do Branding – otimizando o relacionamento das empresas com o público alvo. Tal fato proporciona aos clientes uma posição de destaque em relação aos concorrentes. Focada em construir uma comunicação integrada (estendendo o conteúdo dos materiais impressos para o meio digital), um dos diferenciais da Claris situa-se na união inteligente do design com a fotografia, criando um discurso de metáforas visuais que sintetizam o conteúdo informativo, facilitando muito a apreensbilidade do contexto. Em complemento – acrescentando os principais recursos interativos da web 2.0, como blogs e mídias sociais (Facebook, Twitter, Flickr, FormSpring, etc.) – a empresa está conseguindo ajudar seus clientes a se posicionar digitalmente de um jeito mais inteligente e interativo. Todos os webSites criados funcionam, paralelamente (à um só tempo), nas principais plataformas computacionais (Linux, Windows e MacOS) e nos principais sistemas de Smatphones (iPhone, Blackberry e HTC). Desde o início de 2009, a Claris Interativa está com um aproveitamento de 100% das suas idéias junto aos prospects &#8211; nenhuma proposta apresentada, tanto de design como redesign, foi recusada até então. – Estamos muito felizes com os resultados alcançados&#8230; isso reflete um reconhecimento natural do mercado à nossa dedicação e o nosso respeito pela profissão. – Marcius Teixeira, Diretor de Criação / Claris Interativa Confira aqui os projetos recentes feitos pela Claris: Ann Arbor Blac Arquitetura Colégio Palas Cristina Cascardo Fabiluli Imagens Urbanas Concurso Morar Carioca Editora Circuito FERJKT Rio Offices Restaurante Gabinete Concurso Porto Olímpico &#8594; Para conhecer um pouco mais sobre a Claris Interativa e sua filosofia de trabalho clique aqui.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img width="980" height="525" src="http://clarisinterativa.com/wp-content/uploads/2010/09/tv_claris.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="tv_claris" title="tv_claris" /></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p>Em tempos de muito conteúdo e pouca qualidade na internet, a <strong>Claris Interativa</strong> vem trabalhando diariamente para construir uma <em>web</em> não só mais colaborativa, como também mais criativa.</p>
<p>Primando pelo cuidado tipográfico, curadoria do discurso e a psicologia cromática em seus trabalhos, a <strong>Claris</strong> vem modificando a forma de seus clientes se apresentarem na internet; tornando a <em>web</em> um lugar mais rico de informações e <em>design</em>.</p>
<p>Através de uma metodologia exclusiva, a <strong>Claris</strong> desenvolveu um processo ágil e eficaz para a criação de <em>webSites</em> (seguindo os <em>guidelines</em> da <a id="aptureLink_dUUJOK289r" href="http://en.wikipedia.org/wiki/World%20Wide%20Web%20Consortium">W3C</a> e os recentes padrões desenvolvidos pela <a id="aptureLink_W28RtguBIi" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Apple%20Inc.">Apple Inc.</a>), ampliando vigorosamente o espectro de atuação dos seus clientes na internet – não só do ponto de vista comercial (melhor divulgação de produtos e serviços na <em>web</em>) como também do ponto de vista do <em>Branding</em> – otimizando o relacionamento das empresas com o público alvo.</p>
<p>Tal fato proporciona aos clientes uma posição de destaque em relação aos concorrentes.</p>
<p>Focada em construir uma comunicação integrada (estendendo o conteúdo dos materiais impressos para o meio digital), um dos diferenciais da <strong>Claris</strong> situa-se na união inteligente do <em>design</em> com a fotografia, criando um discurso de metáforas visuais que sintetizam o conteúdo informativo, facilitando muito a apreensbilidade do contexto.</p>
<p>Em complemento – acrescentando os principais recursos interativos da web 2.0, como blogs e mídias sociais (Facebook, Twitter, Flickr, FormSpring, etc.) – a empresa está conseguindo ajudar seus clientes a se posicionar digitalmente de um jeito mais inteligente e interativo.</p>
<p>Todos os webSites criados funcionam, paralelamente (à um só tempo), nas principais plataformas computacionais (Linux, Windows e MacOS) e nos principais sistemas de <em>Smatphones</em> (iPhone, Blackberry e HTC).</p>
<p>Desde o início de 2009, a <strong>Claris Interativa</strong> está com um aproveitamento de 100% das suas idéias junto aos <em>prospects</em> &#8211; nenhuma proposta apresentada, tanto de <em>design</em> como <em>redesign</em>, foi recusada até então.</p>
<blockquote><p>– Estamos muito felizes com os resultados alcançados&#8230; isso reflete um reconhecimento natural do mercado à nossa dedicação e o nosso respeito pela profissão. – Marcius Teixeira, Diretor de Criação / Claris Interativa</p></blockquote>
<p>Confira aqui os projetos recentes feitos pela <strong>Claris</strong>:</p>
<p><a href="http://www.annarbor.com.br" target="_blank">Ann Arbor</a><br />
<a href="http://www.blac.com.br" target="_blank">Blac Arquitetura</a><br />
<a href="http://www.palas.com.br" target="_blank">Colégio Palas</a><br />
<a href="http://www.cristinacascardo.com/port.html" target="_blank">Cristina Cascardo</a><br />
<a href="http://www.fabiluli.com.br" target="_blank">Fabiluli</a><br />
<a href="http://www.imagensurbanas.com.br/website" target="_blank">Imagens Urbanas</a><br />
<a href="http://www.concursomorarcarioca.com.br/" target="_blank">Concurso Morar Carioca</a><br />
<a href="http://www.editoracircuito.com.br/website" target="_blank">Editora Circuito</a><br />
<a href="http://www.ferjkt.com.br/web" target="_blank">FERJKT</a><br />
<a href="http://www.riooffices.com.br/website" target="_blank">Rio Offices</a><br />
<a href="http://www.restaurantegabinete.com.br/wpsite" target="_blank">Restaurante Gabinete</a><br />
<a href="http://www.concursoportoolimpico.com.br/" target="_blank">Concurso Porto Olímpico</a></p>
<p>&rarr; Para conhecer um pouco mais sobre a <strong>Claris Interativa</strong> e sua filosofia de trabalho <a href="http://website.clarisinterativa.com/?page_id=2">clique aqui</a>.</p>
<div class="shr-publisher-52"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/clarisinterativa/~4/MNB7oMSfWQ8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Apple perde Bertrand Serlet… é o fim do Think Different!</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Mar 2011 16:54:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcius Teixeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<div><img width="980" height="525" src="http://clarisinterativa.com/wp-content/uploads/2011/03/tv_think_everyone.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="tv_think_everyone" title="tv_think_everyone" /></div>Here’s to the crazy ones. The misfits. The rebels. The troublemakers. The round pegs in the square holes. The ones who see things differently. They’re not fond of rules. And they have no respect for the status quo. You can quote them, disagree with them, glorify or vilify them. About the only thing you can’t do is ignore them. Because they change things. They push the human race forward. And while some may see them as the crazy ones, we see genius. Because the people who are crazy enough to think they can change the world, are the ones who do. Think Different &#8211; Apple Inc. &#8211; 1997 Quem conhece a Apple de perto e acompanha sua trajetória desde o início – sobretudo os célebres MacAdvocates da década de 90 – deve estar cada vez mais preocupado com o futuro da Maçã, diante dos fatos recentes e de alguns posicionamentos que a empresa vem tomando. Dos fatos recentes, o mais delicado (e muito mal interpretado pela mídia em geral) abala diretamente a &#8220;trindade humana&#8221; que ainda mantinha vivo o ideal &#8220;macintoshiano&#8221; dentro da empresa. Com a saída de Bertrand Serlet (The Wizard of C++) da empresa, no último dia 23 de Março (um dia antes do 10º aniversário do MacOS X), a tal trindade parece ter sido abalada diretamente em sua estrutura: o que pode dar início ao rompimento do core que edificou o conceito Think Different na Maçã, em 1997. . : Um pouco de história (mas rapidamente, pra não ficar chato!) Juntos desde 1986, Steve Jobs e Bertrand Serlet elaboraram os famosos NeXTSTEP e OPENSTEP – pai e mãe do atual MacOS X da Apple – ainda na NeXTComputer (a empresa que Jobs fundou quando foi expulso da Apple em 1985). Alguns anos mais tarde, já incorporados à Apple de Gil Amelio, a dupla encontraria seu equilíbrio na competência e na inventividade sem limites de Jonathan Ive, compondo a base estrutural responsável pelo êxito em design de hardware &#038; software dos computadores e gadgets da Apple – de 1997 pra cá. Veio então o iMac&#8230; e a empresa (com uma bela ajuda da Microsoft) reiniciou sua escalada ao sucesso. Quatro anos depois, Steve Jobs iniciava a keynote da WWDC 2002 conduzindo o &#8220;funeral&#8221; do OS 9 e apresentando ao mundo o supra-sumo da genialidade de Serlet: o MacOS X. O que outrora fora bom então ficara ótimo. Bastou apenas três anos para Serlet transformar o ótimo em perfeito: com o lançamento do Tiger e a troca da IBM / Motorola (adeus PowerPC!) pela Intel – basicamente uma imposição de Serlet – a Apple conquistava, definitivamente, o reconhecimento pela supremacia do seu sistema operacional, concebendo os computadores pessoais mais poderosos (e fáceis de utilizar) da história. Mas a Maçã se expandiu&#8230; e muito (na minha opinião, mais do que devia! ¬¬). Com isso, o grande objetivo de Serlet, aos poucos, foi sendo minado dentro da empresa: &#8220;materializar um sistema operacional que transcenda as bases estabelecidas da apreensibilidade cognitiva, rompendo...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img width="980" height="525" src="http://clarisinterativa.com/wp-content/uploads/2011/03/tv_think_everyone.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="tv_think_everyone" title="tv_think_everyone" /></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><blockquote><p>Here’s to the crazy ones. The misfits. The rebels. The troublemakers. The round pegs in the square holes. The ones who see things differently. They’re not fond of rules. And they have no respect for the status quo. You can quote them, disagree with them, glorify or vilify them. About the only thing you can’t do is ignore them. Because they change things. They push the human race forward. And while some may see them as the crazy ones, we see genius. Because the people who are crazy enough to think they can change the world, are the ones who do.
<p align="right">Think Different &#8211; Apple Inc. &#8211; 1997</p>
</blockquote>
<p>Quem conhece a <strong>Apple</strong> de perto e acompanha sua trajetória desde o início – sobretudo os célebres <em>MacAdvocates</em> da década de 90 – deve estar cada vez mais preocupado com o futuro da <strong>Maçã</strong>, diante dos fatos recentes e de alguns posicionamentos que a empresa vem tomando.</p>
<p>Dos fatos recentes, o mais delicado (e muito mal interpretado pela mídia em geral) abala diretamente a &#8220;trindade humana&#8221; que ainda mantinha vivo o ideal &#8220;macintoshiano&#8221; dentro da empresa.</p>
<p>Com a saída de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bertrand_Serlet" class="aptureEnhance">Bertrand Serlet</a> (The Wizard of <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/C%2B%2B" class="aptureEnhance">C++</a>) da empresa, no último dia 23 de Março (um dia antes do 10º aniversário do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mac_osx" class="aptureEnhance">MacOS X</a>), a tal trindade parece ter sido abalada diretamente em sua estrutura: o que pode dar início ao rompimento do <em>core</em> que edificou o conceito <strong>Think Different</strong> na <strong>Maçã</strong>, em 1997.</p>
<div class="myHR"></div>
<h3>. : Um pouco de história (mas rapidamente, pra não ficar chato!)</h3>
<p>Juntos desde 1986, <strong>Steve Jobs</strong> e <strong>Bertrand Serlet</strong> elaboraram os famosos <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/NeXTstep" class="aptureEnhance">NeXTSTEP</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/OpenStep" class="aptureEnhance">OPENSTEP</a> – pai e mãe do atual <strong>MacOS X</strong> da <strong>Apple</strong> – ainda na <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/NeXT" class="aptureEnhance">NeXTComputer</a> (a empresa que <strong>Jobs</strong> fundou quando foi expulso da <strong>Apple</strong> em 1985).</p>
<p>Alguns anos mais tarde, já incorporados à <strong>Apple</strong> de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Gil_Amelio" class="aptureEnhance">Gil Amelio</a>, a dupla encontraria seu equilíbrio na competência e na inventividade sem limites de <strong>Jonathan Ive</strong>, compondo a base estrutural responsável pelo êxito em <em>design</em> de <em>hardware &#038; software</em> dos computadores e <em>gadgets</em> da <strong>Apple</strong> – de 1997 pra cá.</p>
<p>Veio então o <strong>iMac</strong>&#8230; e a empresa (com uma bela ajuda da <strong>Microsoft</strong>) reiniciou sua escalada ao sucesso.</p>
<p>Quatro anos depois, <strong>Steve Jobs</strong> iniciava a <em>keynote</em> da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wwdc#WWDC_2002" class="aptureEnhance">WWDC 2002</a> conduzindo o &#8220;funeral&#8221; do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mac_OS_9" class="aptureEnhance">OS 9</a> e apresentando ao mundo o supra-sumo da genialidade de <strong>Serlet</strong>: o <strong>MacOS X</strong>. O que outrora fora bom então ficara ótimo.</p>
<p>Bastou apenas três anos para <strong>Serlet</strong> transformar o ótimo em perfeito: com o lançamento do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mac_OS_X#Version_10.4:_.22Tiger.22" class="aptureEnhance">Tiger</a> e a troca da <strong>IBM / Motorola</strong> (adeus <strong>PowerPC</strong>!) pela <strong>Intel</strong> – basicamente uma imposição de <strong>Serlet</strong> – a <strong>Apple</strong> conquistava, definitivamente, o reconhecimento pela supremacia do seu sistema operacional, concebendo os computadores pessoais mais poderosos (e fáceis de utilizar) da história.</p>
<div class="myHR"></div>
<p>Mas a <strong>Maçã</strong> se expandiu&#8230; e muito (na minha opinião, mais do que devia! ¬¬). Com isso, o grande objetivo de <strong>Serlet</strong>, aos poucos, foi sendo minado dentro da empresa: <strong>&#8220;materializar um sistema operacional que transcenda as bases estabelecidas da apreensibilidade cognitiva, rompendo com a barreira da linguagem escrita, numa sistemática de interatividade iconográfica genuinamente universal&#8221;</strong> – eis o grande passo (dentro da ciência da computação) que este distinto francês gostaria de ter dado com o auxílio da <strong>Apple</strong>.</p>
<p>O advento do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/IOS_(Apple)" class="aptureEnhance">iOS</a> e o sucesso do <strong>iPad</strong> acabaram colocando uma pedra à frente de sua genialidade e de seus ideais. A gota d&#8217;água veio com o silêncio imposto na <strong>WWDC</strong> de 2010 sobre o <strong>OS X</strong>. <strong>Serlet</strong> engoliu a seco a estadia no congelador e, numa das últimas tentativas de salvar a ideologia <strong>Think Different</strong>, praticamente suplicou à <strong>Jobs</strong> para perceber o erro que a equipe de desenvolvimento do <strong>iOS</strong> estava cometendo ao superestimar o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Webkit" class="aptureEnhance">WebKit</a> em relação ao <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Darwin_(operating_system)" class="aptureEnhance">Darwin</a>.</p>
<p>De nada adiantou&#8230; e o futuro <strong>MacOS X</strong> (<strong>Lion</strong>) levou essa supervalorização adiante, enterrando de vez as grandes transformações interativas que o <em>core</em> do <strong>SnowLeopard</strong> vislumbrava – junto do grande projeto (quase que uma dívida da <strong>Apple</strong> com seus fiéis usuários!) de se redesenhar o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Finder_(software)" class="aptureEnhance">Finder</a> nativamente.</p>
<p>Ainda em desenvolvimento, essa fusão do <strong>iOS</strong> com o <strong>OS X</strong> (o <strong>Lion</strong> não é nada além disso!) anula em 35% a atuação do <strong>Darwin</strong> junto aos grandes <em>softwares</em> (Photoshop, ProTools, Maya, etc.), tornando o novo <strong>MacOS</strong> uma espécie de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cloud_(operating_system)" class="aptureEnhance" >Cloud OS</a>. Some-se isso à redução de 75% no poder de customização do sistema pelo usuário&#8230;</p>
<p>É o fim do <strong>Think Different</strong> e o início do <strong>Think like everyone else</strong>.<br />
¬¬</p>
<div class="myHR"></div>
<p>Embora a mídia e a própria <strong>Apple</strong> façam de tudo para abafar o fato, a realidade é que <strong>Serlet</strong> sempre foi contrário a relevância do <strong>iOS</strong> em relação ao <strong>MacOS X</strong>.</p>
<p><strong>Infelizmente</strong>, o gênio desistiu de brigar pelo <strong>Mac</strong>, não sendo capaz de sustentar com &#8220;argumentos comerciais&#8221; o seu grande sonho. ¬¬</p>
<p>Mais do que um gênio da computação (<strong>Serlet</strong> está para a informática assim como <strong>Mozart</strong> está para a música!) a <strong>Apple</strong> perdeu uma das bases do seu tripé&#8230; e uma das chaves do seu sucesso em <em>design</em>. <img src='http://clarisinterativa.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>PS.</strong> Meus grandes amigos me chamam de profeta – o que um exagero é claro. No entanto&#8230; se cabe alguma profecia dentro do contexto que discursei até o momento, me atrevo a afirmar – tendo em vista a frágil saúde de <strong>Jobs</strong> e o descontentamento visível* de <strong>Jonathan Ive</strong> com a saída de seu parceiro e amigo (único gênio à sua altura na empresa) – que a &#8220;pirâmide&#8221; começou a ruir.</p>
<p><strong>*</strong> Não levo a sério fofocas&#8230; mas é forte o rumor sobre a decisão de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jonathan_Ive" class="aptureEnhance">Jony Ive</a> abandonar a empresa.</p>
<div class="line"></div>
<p><a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/"><img alt="Creative Commons License" style="border-width:0" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-sa/3.0/br/88x31.png" /></a><br /><span xmlns:dct="http://purl.org/dc/terms/" href="http://purl.org/dc/dcmitype/Text" property="dct:title" rel="dct:type">Apple &#8220;perde&#8221; Bertrand Serlet&#8230; é o fim do Think Different!</span> by <a xmlns:cc="http://creativecommons.org/ns#" href="http://clarisinterativa.com/?p=1642" property="cc:attributionName" rel="cc:attributionURL">Marcius Teixeira</a> is licensed under a <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/">Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil License</a>. Based on a work at <a xmlns:dct="http://purl.org/dc/terms/" href="http://clarisinterativa.com" rel="dct:source">clarisinterativa.com</a>.</p>
<div class="shr-publisher-1642"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/clarisinterativa/~4/2cWlgbwAyL8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Designer. Tome coragem e demita seu chefe… seja um freelancer.</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Mar 2011 22:22:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcius Teixeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<div><img width="980" height="525" src="http://clarisinterativa.com/wp-content/uploads/2011/03/tv_fired.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="tv_fired" title="tv_fired" /></div>As pessoas fazem coisas horríveis por dinheiro&#8230; trabalhar, por exemplo. A citação acima é do mestre do pessimismo contemporâneo do Twitter, aqui no Brasil: o famoso @bomdiaporque – uma espécie de La Rochefoucauld da nossa era digital. A despeito do seu senso de humor ácido e irônico, a verdade é que esta sentença exprime uma realidade crua (e cruel!) dos nossos tempos, a qual pode ser apontada como uma das principais razões que situam bilhões de pessoas à merce do trabalho e do consumo: a dita &#8220;escravidão moderna&#8221; – decorrente direta do monetarismo globalizado. Cada um de nós, dentro das suas dificuldades ou em seus privilégios, experimenta em si essa realidade equivocada todos os dias. Uma realidade que precisa ser transformada&#8230; que precisa ser redesenhada. Mas enquanto a sociedade Zeitgeist não habita o planeta, se apresenta urgente a reflexão sobre a razão pela qual você – que provavelmente é um empregado e, por conseguinte, possui um chefe – se coloca nesta situação submissa de empregado&#8230; por vezes, constrangedora ou ridícula.(?) – Por dinheiro, é claro! – Essa parece ser a única resposta plausível&#8230; a qual numa acepção mais ampla (e benévola!) significaria: por uma questão de sobrevivência. É fato que o sistema monetário vigente criou um modelo sofisticado de escravatura, focado diretamente na valorização do trabalho (como força produtora) e na expansão do consumo (como instrumento de controle), os quais nos impulsionam constantemente à ser &#8220;alguém na vida&#8221;. Acontece que o movimento deste impulso se traduz numa busca frenética em adquirirmos mais e mais dinheiro&#8230; mais e mais produtos; visando nossa elevação na pirâmide social; à ascensão a um mundo de melhores possibilidades: &#8220;&#8230;com mais dinheiro posso ter uma educação melhor, um trabalho melhor, um carro melhor&#8230; enfim, uma vida melhor.&#8221; – É o que pensa o empregado, sobretudo o recém-contratado. Não raro, infelizmente, isso é o que a maioria entende por felicidade. Neste padrão comportamental, repetido anos à fio, é que se percebe o grande equívoco, estabelecido então como verdade: trabalhar é criar. &#8594; Mentira: Produção não é criação. Não obstante, criar algo &#8220;não produtivo&#8221; é simplesmente poluir. E, sob esta supressão de valores (que o tal equívoco ocasiona), não é de se espantar que o mundo esteja completamente poluído – tanto do ponto de vista material quanto do espiritual – não é mesmo? ¬¬ Mas esta &#8220;paralaxe cognitiva&#8221;, que transfigura o equívoco em acerto, tem explicação histórica. Eis a grande missão da equipe de economistas e cientistas políticos do governo de Dwight D. Eisenhower: desintegrar o termo criar do conceito de criação e confundi-lo (a todo custo!) com o termo produção. O complemento da missão, coube ao verme a Victor Lebow que, romantizando o conceito de consumo, forjou o American Dream. Tal feito solidificou a edificação do famigerado modelo de desenvolvimento industrial-econômico – em voga desde o pós-guerra – o qual, ao longo de cinco décadas, mergulhou o planeta numa degradação cultural e numa escassez de recursos naturais sem precedentes na história da civilização. Ironicamente, a essência da...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img width="980" height="525" src="http://clarisinterativa.com/wp-content/uploads/2011/03/tv_fired.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="tv_fired" title="tv_fired" /></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><blockquote><p>As pessoas fazem coisas horríveis por dinheiro&#8230; trabalhar, por exemplo.</p></blockquote>
<p>A citação acima é do mestre do pessimismo contemporâneo do <strong>Twitter</strong>, aqui no Brasil: o famoso <em>@bomdiaporque</em> – uma espécie de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/La_Rochefoucauld" class="aptureEnhance">La Rochefoucauld</a> da nossa era digital.</p>
<p>A despeito do seu senso de humor ácido e irônico, a verdade é que esta sentença exprime uma realidade crua (e cruel!) dos nossos tempos, a qual pode ser apontada como uma das principais razões que situam bilhões de pessoas à merce do trabalho e do consumo: a dita &#8220;escravidão moderna&#8221; – decorrente direta do monetarismo globalizado.</p>
<p>Cada um de nós, dentro das suas dificuldades ou em seus privilégios, experimenta em si essa realidade equivocada todos os dias. Uma realidade que precisa ser transformada&#8230; que precisa ser redesenhada.</p>
<p>Mas enquanto a sociedade <a href="http://www.zeitgeistmovie.com/" class="aptureEnhance">Zeitgeist</a> não habita o planeta, se apresenta urgente a reflexão sobre a <strong>razão</strong> pela qual você – que provavelmente é um empregado e, por conseguinte, possui um chefe – se coloca nesta situação submissa de empregado&#8230; por vezes, constrangedora ou ridícula.(?)</p>
<p>– Por dinheiro, é claro! – Essa parece ser a única resposta plausível&#8230; a qual numa acepção mais ampla (e benévola!) significaria: <strong>por uma questão de sobrevivência</strong>.</p>
<p>É fato que o sistema monetário vigente criou um modelo sofisticado de escravatura, focado diretamente na <strong>valorização do trabalho</strong> (<em>como força produtora</em>) e na <strong>expansão do consumo</strong> (<em>como instrumento de controle</em>), os quais nos impulsionam constantemente à ser &#8220;alguém na vida&#8221;.</p>
<p>Acontece que o movimento deste impulso se traduz numa busca frenética em adquirirmos mais e mais dinheiro&#8230; mais e mais produtos; visando nossa elevação na pirâmide social; à ascensão a um mundo de melhores possibilidades: &#8220;&#8230;com mais dinheiro posso ter uma educação melhor, um trabalho melhor, um carro melhor&#8230; enfim, uma vida melhor.&#8221; – É o que pensa o empregado, sobretudo o recém-contratado.</p>
<p>Não raro, infelizmente, isso é o que a maioria <em>entende</em> por felicidade.</p>
<div class="line"></div>
<p>Neste padrão comportamental, repetido anos à fio, é que se percebe o grande equívoco, estabelecido então como verdade: <strong>trabalhar é criar</strong>.</p>
<p>&rarr; Mentira: <strong>Produção não é criação</strong>.</p>
<p>Não obstante, criar algo &#8220;não produtivo&#8221; é simplesmente <strong>poluir</strong>. E, sob esta supressão de valores (que o tal equívoco ocasiona), não é de se espantar que o mundo esteja completamente poluído – tanto do ponto de vista material quanto do espiritual – não é mesmo? ¬¬</p>
<p>Mas esta &#8220;paralaxe cognitiva&#8221;, que transfigura o equívoco em acerto, tem explicação histórica.</p>
<p>Eis a grande missão da equipe de economistas e cientistas políticos do governo de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Dwight_D._Eisenhower" class="aptureEnhance">Dwight D. Eisenhower</a>: desintegrar o termo <strong>criar</strong> do conceito de <strong>criação</strong> e confundi-lo (a todo custo!) com o termo <strong>produção</strong>.</p>
<p>O complemento da missão, coube <del datetime="2011-03-03T12:01:49+00:00">ao verme</del> a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Victor_Lebow" class="aptureEnhance">Victor Lebow</a> que, romantizando o <em>conceito</em> de consumo, forjou o <em>American Dream</em>.</p>
<p>Tal feito solidificou a edificação do famigerado modelo de desenvolvimento industrial-econômico – em voga desde o pós-guerra – o qual, ao longo de cinco décadas, mergulhou o planeta numa degradação cultural e numa escassez de recursos naturais sem precedentes na história da civilização.<br />
<a name="back_01"></a><br />
Ironicamente, a essência da palavra <u>des</u>envolver (não mais se envolver) evidencia essa situação<sup><a href="#nota_01">01</a></sup>.</p>
<p>Mas os tempos mudaram&#8230; e a sociedade evoluiu (pelo menos em alguns aspectos!). Prova disso é que nos últimos anos começamos a vivenciar a transição de uma economia baseada em <strong>produtos</strong> (você vale o que você consome!) para uma economia baseada em <strong>conhecimento</strong> (você vale o que você sabe!).</p>
<p>Seria o &#8220;início do fim&#8221; da tal escravidão moderna – como bem profetizou o célebre <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Waldez_Ludwig" class="aptureEnhance">Waldez Ludwig</a>, em sua magnífica entrevista ao programa <strong>Sem Censura</strong>, em 2007. Pra quem nunca teve a oportunidade de assisti-la, vale uma pausa&#8230; depois retorne à leitura.</p>
<p><object width="620" height="349"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/uyMY2uo-iqQ&amp;rel=0"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/uyMY2uo-iqQ&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="620" height="349"></embed></object></p>
<p>&rarr; Usuários de <strong>iOS</strong> e/ou <strong>Android</strong>, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=uyMY2uo-iqQ" target="_blank">clique aqui</a> para ver o vídeo.</p>
<div class="line"></div>
<h3>// Pessoas são remuneradas pela sua raridade e não pela sua importância.</h3>
<p>Amarrando o assunto ao contexto do Design: esta entrevista, na época, não só modificou o meu pensamento, como me revelou a medida exata do meu potencial enquanto <em> designer</em> e, consequentemente, do meu &#8220;valor&#8221; no mercado de trabalho.</p>
<p>É impressionante como nesta área – especificamente em agências de propaganda – podemos observar que os saberes reais da profissão residem, quase sempre, nos empregados e não nos diretores da empresa. O que mais se vê por aí, sobretudo nas grandes capitais (São Paulo, Porto Alegre, Curitiba ou Rio de Janeiro), são diretores executivos (em agências grandes) ou diretores de criação (em agências pequenas) que não sabem <em>bulhufas</em> do que estão fazendo&#8230; ou, pior, se arrogam que sabem.</p>
<p>Em sua grande maioria não estudam nem se atualizam, vivem debruçados em suas panças (que só aumentam!) e nas posses mesquinhas que seus gordos faturamentos (conquistados com o real conhecimento de seus empregados!) podem lhe proporcionar.</p>
<p>Aqui no Brasil, copiam o padrão <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/DDB_Worldwide" class="aptureEnhance">DDB</a>: protegidos atrás de eufemismos como &#8220;equipe&#8221; ou &#8220;time&#8221;, criam cargos de coordenação e gerência; inventam posições como <em>designers chiefs</em> ou diretores de arte (termo roubado da escola de cinema!) e, de lambuja, fabricam a ilusão do <strong>PPR</strong> (Plano de Participação nos Resultados), atenuando – com êxito – a sensação de escravidão de seus empregados.</p>
<p>Com base na minha experiência pessoal, convoco todos os <em>designers</em> empregados (ou melhor; os maus empregados – pois hei de ser justo em afirmar que existem grandes empresas de <em>design</em> e publicidade &#8211; porém raras!) a demitirem seu chefes, gerentes ou coordenadores.</p>
<p>Isso mesmo, se você acredita que sabe mais do que eles, vá embora e torne-se um <em>freelancer</em>. Mostre que quem sabe fazer o trabalho é você e não eles – <strong>demita o seu chefe</strong>! Na próxima reunião lhe diga o seguinte: &#8220;– Desculpe chefe, mas você está aqui &#8220;de metido.&#8221; <img src='http://clarisinterativa.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<div class="line"></div>
<p>Você que é jovem, quebre essa corrente&#8230; quebre esse modelo de funcionalismo público <em>fancy</em>, estabelecido dentro das agências. Sobretudo, tenha em mente que o seu &#8220;salário&#8221; <strong>não</strong> representa o que você vale, não representa o seu real conhecimento ou o seu amor pela profissão.</p>
<p>Inverta o jogo e descubra que as <strong>pessoas são remuneradas pela sua raridade e não pela sua importância</strong>. Somente essa conscientização, clara e interiorizada, é que poderá lhe libertar da vocação de escravo – a qual, provavelmente, lhe foi imputada ainda na escola.</p>
<p>Para tanto, não dê vazão aos seus medos e inseguranças&#8230; nada é certo nesta vida, somente a sua morte! Crie coragem, se reinvente&#8230; mergulhe confiante no desafio de trabalhar por conta própria.</p>
<p>Todo <em>freelancer</em> que conheço, em especial aquele que se dedica (acorda cedo, estuda, se relaciona, se aprimora, é honesto, etc.) tem mais autonomia junto ao cliente, quadriplica seu salário (em pouco tempo) e desfruta de uma liberdade criativa sem limites – o que, quase sempre, o leva a desenvolver um empreendedorismo saudável, &#8220;criando&#8221; trabalhos com verdadeira qualidade – e que, em alguns casos (dado a genialidade do sujeito) pode mudar imensamente o panorama das coisas ao seu redor.</p>
<p>Este é o conselho de quem, após trabalhar 12 anos em multinacionais e pequenas agências, se deu conta de que a capacidade de inovação está intrinsecamente ligada à liberdade e a paixão por aquilo que se faz.</p>
<p><strong>Mas atenção!</strong> Ser <em>freelancer</em> não significa estar sozinho, trabalhar sozinho&#8230; pelo contrário: há uma inter-dependência intrínseca, inerente à situação, quase que imperativa – só sobrevive nesta condição quem consegue estabelecer uma <em>network</em> onde o seu conhecimento é constantemente partilhado (e inter-cambiado!), criando a atmosfera ideal para o verdadeiro trabalho em grupo (sinérgico), onde os diversos saberes se complementam, dando &#8220;vida&#8221; ao <em>job</em> em si. E é exatamente neste ponto do processo que você perceberá a diferença entre líder e chefe. <img src='http://clarisinterativa.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Pra finalizar, já que eu comecei este ensaio com uma citação do nosso <strong>La Rochefoucauld</strong> digital, encerro com uma outra ótima dele; perfeita para o contexto. <img src='http://clarisinterativa.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<blockquote><p>Seu chefe só finge que o trabalho dele é mais difícil que o seu. Se fosse mesmo, quem estava promovido era você.</p></blockquote>
<p>&rarr; Crédito da imagem: <strong>©Phu Son</strong></p>
<div class="line"></div>
<p><a name="nota_01" class="anchor"><strong>// Notas:</strong></a></p>
<p><strong><u>#01:</u></strong> Uma síntese magistral deste processo foi transformado em filme pela ativista <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Annie_Leonard" class="aptureEnhance">Annie Leonard</a>. <a href="http://www.storyofstuff.org/international/" class="aptureEnhance">Story of Stuff</a> (para quem não conhece vale a pena assistir – são só 20 minutos!) apresentando uma crítica consistente às teorias de <strong>Lebow</strong> – expressas na sua publicação &#8220;<em>Price Competition</em>&#8221; (1955).</p>
<p><small><a href="#back_01" title="voltar ao ponto de leitura">&larr; voltar ao ponto de leitura</a></small></p>
<div class="line"></div>
<p><a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/br/"><img class="cc" alt="Creative Commons License" style="border-width:0" src="http://i.creativecommons.org/l/by-sa/3.0/br/88x31.png" /></a><br /><span xmlns:dct="http://purl.org/dc/terms/" href="http://purl.org/dc/dcmitype/Text" property="dct:title" rel="dct:type">Designer. Tome coragem e demita seu chefe&#8230; seja um freelancer.</span> by <a xmlns:cc="http://creativecommons.org/ns#" href="http://clarisinterativa.com/?p=1248" property="cc:attributionName" rel="cc:attributionURL">Marcius A. Teixeira</a> is licensed under a <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/br/">Creative Commons Attribution-ShareAlike 3.0 Brazil License</a>. Based on a work at <a xmlns:dct="http://purl.org/dc/terms/" href="http://clarisinterativa.com/" rel="dct:source">clarisinterativa.com</a>.</p>
<div class="shr-publisher-1248"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/clarisinterativa/~4/1Z07KF9-ir8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Impulsos Criativos.</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 23:38:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcius Teixeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<div><img width="980" height="525" src="http://clarisinterativa.com/wp-content/uploads/2011/03/tv_impulsos.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="tv_impulsos" title="tv_impulsos" /></div>Em 1917, Bertrand Russell, no seu célebre livro &#8220;Ideais Políticos&#8221; (editado no Brasil pela Bertrand Brasil &#8211; ISBN 85-286-0798-4), convocou a sociedade intelectual (em especial a classe política) a repensar os ideais que orientavam e ajustavam as relações entre os seres-humanos. O cerne da sua proposta defendia a existência de dois tipos de impulsos, entre os dois principais tipos de bens dentro de uma sociedade (os bens passíveis da posse individual e os bens passíveis da posse coletiva): Impulsos Possessivos e os Impulsos Criativos. Na ótica de Russell, a sociedade ideal é aquela na qual os impulsos criativos jogam o papel principal e os possessivos o secundário. Decorridos quase 100 anos desde a sua proposta, o que se viu foi um mundo que optou pelo inverso, onde o consumo desenfreado e a produção insustentável ditaram as regras até então. Em todo caso, como é peculiar de todo ideal que visa o bem, as idéias de Russell atravessaram (intactas!) diversas gerações, promovendo (em background) uma transformação gradual que hoje está reformando – se não na política, pelo menos no âmbito cultural – o entendimento das pessoas a respeito da necessidade de redesenhar as relações humanas&#8230; sobretudo a com o planeta. Aos poucos, o mito de que &#8220;produzir é criar&#8221;, vem perdendo a força nas gerações mais jovens – onde a verdadeira acepção do conceito de criação vai, aos poucos, reaparecendo na sua idéia original, formando novos cidadãos: convictos de suas potencialidades como seres criativos e conscientes de suas responsabilidades em partilhar conhecimento. Por ser um designer, defendo que a criação da Bauhaus foi determinante neste processo de transformação cultural – sobretudo nos campos da Arquitetura, do Design e, consequentemente, da Tecnologia. Empresas como Braun, Bang &#038; Olufsen, Philips, Sony e, recentemente, Nokia e Apple, impulsionadas pela máxima da escola (form follows function), contribuiram para a criação de uma atmosfera de criatividade e inovação fantástica; sem precedentes na história humana. Vivenciamos um momento inédito de proliferação de idéias e compartilhamento de saberes, nos quatro cantos do mundo, em todas as classes sociais. A criatividade promulgada pela Bauhaus, transcendeu os limites do academicismo e do corporativismo, disseminando-se em escolas públicas, praças e lares&#8230; ficando presente no dia-a-dia das pessoas. Os grandes gênios que ela ajudou a formar, hoje servem de inspiração para indivíduos como Kristian Ulrich Larsen criar um produto &#8220;fantasticamente inteligente&#8221;: o Flip Phone. O vídeo abaixo, mais do que vender a sua idéia, é uma estímulo à criatividade&#8230; e um convite à superação dos nossos medos e preconceitos. Enjoy It! &#8594; Usuários de iOS e/ou Android, clique aqui para ver o vídeo. Impulsos Criativos by Marcius A. Teixeira is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil License. Based on a work at http://clarisinterativa.com/.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img width="980" height="525" src="http://clarisinterativa.com/wp-content/uploads/2011/03/tv_impulsos.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="tv_impulsos" title="tv_impulsos" /></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p>Em 1917, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bertrand_Russel" class="aptureEnhance">Bertrand Russell</a>, no seu célebre livro &#8220;Ideais Políticos&#8221; (editado no Brasil pela Bertrand Brasil &#8211; <strong>ISBN</strong> 85-286-0798-4), convocou a sociedade intelectual (em especial a classe política) a repensar os ideais que orientavam e ajustavam as relações entre os seres-humanos.</p>
<p>O cerne da sua proposta defendia a existência de dois tipos de impulsos, entre os dois principais tipos de bens dentro de uma sociedade (os bens passíveis da posse individual e os bens passíveis da posse coletiva): <strong>Impulsos Possessivos</strong> e os <strong>Impulsos Criativos</strong>.</p>
<p>Na ótica de <strong>Russell</strong>, a sociedade ideal é aquela na qual os impulsos criativos jogam o papel principal e os possessivos o secundário.</p>
<p>Decorridos quase 100 anos desde a sua proposta, o que se viu foi um mundo que optou pelo inverso, onde o consumo desenfreado e a produção insustentável ditaram as regras até então.</p>
<p>Em todo caso, como é peculiar de todo ideal que visa o bem, as idéias de <strong>Russell</strong> atravessaram (intactas!) diversas gerações, promovendo (em <em>background</em>) uma transformação gradual que hoje está reformando – se não na política, pelo menos no âmbito cultural – o entendimento das pessoas a respeito da necessidade de redesenhar as relações humanas&#8230; sobretudo a com o planeta.</p>
<p>Aos poucos, o mito de que &#8220;produzir é criar&#8221;, vem perdendo a força nas gerações mais jovens – onde a verdadeira acepção do conceito de <strong>criação</strong> vai, aos poucos, reaparecendo na sua idéia original, formando novos cidadãos: convictos de suas potencialidades como seres criativos e conscientes de suas responsabilidades em partilhar conhecimento.</p>
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<p>Por ser um <em>designer</em>, defendo que a criação da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bauhaus" class="aptureEnhance">Bauhaus</a> foi determinante neste processo de transformação cultural – sobretudo nos campos da Arquitetura, do Design e, consequentemente, da Tecnologia.</p>
<p>Empresas como <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Braun_(company)" class="aptureEnhance">Braun</a>,<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bang_&#038;_Olufsen" class="aptureEnhance"> Bang &#038; Olufsen</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Philips" class="aptureEnhance">Philips</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Sony" class="aptureEnhance">Sony</a> e, recentemente, <strong>Nokia</strong> e <strong>Apple</strong>, impulsionadas pela máxima da escola (<em>form follows function</em>), contribuiram para a criação de uma atmosfera de criatividade e inovação fantástica; sem precedentes na história humana.</p>
<p>Vivenciamos um momento inédito de proliferação de idéias e compartilhamento de saberes, nos quatro cantos do mundo, em todas as classes sociais.</p>
<p>A criatividade promulgada pela <strong>Bauhaus</strong>, transcendeu os limites do academicismo e do corporativismo, disseminando-se em escolas públicas, praças e lares&#8230; ficando presente no dia-a-dia das pessoas.</p>
<p>Os grandes gênios que ela ajudou a formar, hoje servem de inspiração para indivíduos como <strong>Kristian Ulrich Larsen</strong> criar um produto &#8220;fantasticamente inteligente&#8221;: o <strong>Flip Phone</strong>.</p>
<p>O vídeo abaixo, mais do que vender a sua idéia, é uma estímulo à criatividade&#8230; e um convite à superação dos nossos medos e preconceitos. Enjoy It!</p>
<p><object width="620" height="349"><param name="movie" value="http://www.vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=18079655&amp;server=www.vimeo.com&amp;fullscreen=1&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color="></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=18079655&amp;server=www.vimeo.com&amp;fullscreen=1&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="620" height="349"></embed></object></p>
<p>&rarr; Usuários de <strong>iOS</strong> e/ou <strong>Android</strong>, <a href="http://www.vimeo.com/18079655" target="_blank">clique aqui</a> para ver o vídeo.</p>
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<p><a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/"><img class="cc" alt="Creative Commons License" style="border-width:0" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-sa/3.0/br/88x31.png" /></a><br /><span xmlns:dct="http://purl.org/dc/terms/" href="http://purl.org/dc/dcmitype/Text" property="dct:title" rel="dct:type">Impulsos Criativos</span> by <a xmlns:cc="http://creativecommons.org/ns#" href=" http://clarisinterativa.com/?p=1479" property="cc:attributionName" rel="cc:attributionURL">Marcius A. Teixeira</a> is licensed under a <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/">Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil License</a>. Based on a work at <a xmlns:dct="http://purl.org/dc/terms/" href=" http://clarisinterativa.com/" rel="dct:source"> http://clarisinterativa.com/</a>.</p>
<div class="shr-publisher-1479"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/clarisinterativa/~4/pyLP0IAW6F4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>29 dicas para o jovem designer (que não se aprende na faculdade!)</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 12:44:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcius Teixeira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Design]]></category>

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		<description><![CDATA[<div><img width="980" height="525" src="http://clarisinterativa.com/wp-content/uploads/2011/03/29_things.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="29_things" title="29_things" /></div>Doug Bartow, do excelente id29 (New York), recentemente compilou numa lista o que ele e sua equipe acreditam constituir os 29 pilares da sabedoria do profissional de design. Publicado na edição de Janeiro da revista How, com o título de &#8220;29 Things That All Young Designers Need to Know&#8220;, a lista se propõe não só a orientar o estudante de design como também o recém-formado que ingressa no mercado de trabalho, promovendo uma continuidade no aprendizado da profissão para além das universidades e escolas técnicas. Mais do que uma simples lista de pitacos ou sugestões, a compilação se apresenta como um verdadeiro código de ética para o mercado – em especial para o asiático e o sul-americano: infestados de amadorismo e inescrupulosidade. No Brasil, sobretudo – a terra do CorelDraw (desculpe o palavrão!) e do achismo operacional de Adobes, Types and Apples – onde a qualidade do ensino acadêmico da profissão se restringe a duas ou três universidades (no país inteiro!!), sua leitura (e aplicação!) se torna quase que obrigatória.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img width="980" height="525" src="http://clarisinterativa.com/wp-content/uploads/2011/03/29_things.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="29_things" title="29_things" /></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><strong>Doug Bartow</strong>, do excelente <a href="http://www.id29.com/index.php" class="aptureEnhance">id29</a> (New York), recentemente compilou numa lista o que ele e sua equipe acreditam constituir os <strong>29 pilares da sabedoria do profissional de <em>design</em></strong>.</p>
<p>Publicado na edição de Janeiro da revista <a href="http://www.howdesign.com/GeneralMenu/" class="aptureEnhance">How</a>, com o título de &#8220;<strong>29 Things That All Young Designers Need to Know</strong>&#8220;, a lista se propõe não só a orientar o estudante de <em>design</em> como também o recém-formado que ingressa no mercado de trabalho, promovendo uma continuidade no aprendizado da profissão para além das universidades e escolas técnicas.</p>
<p>Mais do que uma simples lista de pitacos ou sugestões, a compilação se apresenta como um verdadeiro <strong>código de ética</strong> para o mercado – em especial para o asiático e o sul-americano: infestados de amadorismo e inescrupulosidade.</p>
<p>No Brasil, sobretudo – a terra do <strong>CorelDraw</strong> (desculpe o palavrão!) e do achismo operacional de <em>Adobes, Types and Apples</em> – onde a qualidade do ensino acadêmico da profissão se restringe a duas ou três universidades (no país inteiro!!), sua leitura (e aplicação!) se torna quase que obrigatória.</p>
<div class="line"></div>
<p><img src="http://clarisinterativa.com/wp-content/uploads/2011/03/29_tips_Poster.jpg" alt="" title="29_tips_Poster" width="575" height="573" class="aligncenter size-full wp-image-1603" /></p>
<div class="shr-publisher-1581"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/clarisinterativa/~4/tLIEoo1ZaDI" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Portfolio // webSite Imagens Urbanas</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Mar 2011 20:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcius Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Claris]]></category>

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		<description><![CDATA[<div><img width="980" height="525" src="http://clarisinterativa.com/wp-content/uploads/2011/03/tv_iurbanas.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="tv_iurbanas" title="tv_iurbanas" /></div>No ar desde o dia 10 de Outubro de 2010 o novo webSite do projeto Imagens Urbanas – o maior evento de Visual Merchandising do país – foi um dos projetos mais bem sucedidos realizados pela Claris Interativa no ano. Em Agosto de 2010, as sócias da empresa Sintonia Urbana, procuraram a Claris para desenvolver um webSite híbrido: que abrigasse a edição 2010 do evento e que, ao longo dos meses posteriores, fosse se transfigurando no portal do IMB (Instituto Merchandising Brasil) – principal articulador do evento em parceria com o IFM (l’Institut Français du Merchandising). A direção de arte e a comunicação visual do evento já estava pronta – foi assinada pelo designer Luiz Stein, um dos membros fundadores do IMB, que utilizou muitas cores e belas composições gráficas no projeto. No entanto, para a comunicação digital, coube à Claris (que teve liberdade total no processo de criação) desenvolver um projeto clean, sob a premissa de não intervir na estética adotada por Stein. O grande desafio foi desenvolver uma interface gráfica que comportasse as diversas logomarcas dos parceiros do evento, sempre coadjuvando com as principais informações sobre o evento e o instituto. – Acima de tudo, o webSite precisava ser elegante! Num trabalho de colunagem magistral, conseguimos um resultado sem precedentes dentro da nossa história. Pela primeira vez em um webSite híbrido, conseguimos agrupar uma quantidade de informação imensa com muito estilo tipográfico e usabilidade simples. Com o sucesso do projeto, desde o início de 2011, a Claris se tornou responsável pela estratégia interativa do Imagens Urbanas e do IMB. Estamos muito felizes pela oportunidade e pela confiança depositada&#8230; bem como ansiosos para o desafio do próximo evento. Visite o site e confira o resultado. &#8594; Conheça outros projetos realizados pela Claris: Ann Arbor Concurso Porto Olímpico Cristina Cascardo Fabiluli Rio Offices Concurso Morar Carioca Restaurante Gabinete Editora Circuito FERJKT]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img width="980" height="525" src="http://clarisinterativa.com/wp-content/uploads/2011/03/tv_iurbanas.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="tv_iurbanas" title="tv_iurbanas" /></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p>No ar desde o dia 10 de Outubro de 2010 o novo <em>webSite</em> do projeto <strong>Imagens Urbanas</strong> – o maior evento de <em>Visual Merchandising</em> do país – foi um dos projetos mais bem sucedidos realizados pela <strong>Claris Interativa</strong> no ano.</p>
<p>Em Agosto de 2010, as sócias da empresa <strong>Sintonia Urbana</strong>, procuraram a <strong>Claris</strong> para desenvolver um <em>webSite</em> híbrido: que abrigasse a edição 2010 do evento e que, ao longo dos meses posteriores, fosse se transfigurando no portal do <strong>IMB</strong> (Instituto Merchandising Brasil) – principal articulador do evento em parceria com o <a href="http://www.ifm.asso.fr/">IFM</a> (l’Institut Français du Merchandising).</p>
<p>A direção de arte e a comunicação visual do evento já estava pronta – foi assinada pelo <em>designer</em> <strong>Luiz Stein</strong>, um dos membros fundadores do <strong>IMB</strong>, que utilizou muitas cores e belas composições gráficas no projeto. No entanto, para a comunicação digital, coube à <strong>Claris</strong> (que teve liberdade total no processo de criação) desenvolver um projeto <em>clean</em>, sob a premissa de não intervir na estética adotada por <strong>Stein</strong>.</p>
<p>O grande desafio foi desenvolver uma interface gráfica que comportasse as diversas logomarcas dos parceiros do evento, sempre coadjuvando com as principais informações sobre o evento e o instituto. – Acima de tudo, o <em>webSite</em> precisava ser elegante!</p>
<p>Num trabalho de colunagem magistral, conseguimos um resultado sem precedentes dentro da nossa história. Pela primeira vez em um <em>webSite</em> híbrido, conseguimos agrupar uma quantidade de informação imensa com muito estilo tipográfico e usabilidade simples.</p>
<p>Com o sucesso do projeto, desde o início de 2011, a <strong>Claris</strong> se tornou responsável pela estratégia interativa do <strong>Imagens Urbanas</strong> e do <strong>IMB</strong>. Estamos muito felizes pela oportunidade e pela confiança depositada&#8230; bem como ansiosos para o desafio do próximo evento. <img src='http://clarisinterativa.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a href="http://imagensurbanas.com.br/website/" target="_blank">Visite o site</a> e confira o resultado.</p>
<div class="line"></div>
<p>&rarr; Conheça outros projetos realizados pela <strong>Claris</strong>:</p>
<p><a href="http://www.annarbor.com.br" target="_blank">Ann Arbor</a><br />
<a href="http://concursoportoolimpico.com.br/website/" target="_blank">Concurso Porto Olímpico</a><br />
<a href="http://www.cristinacascardo.com/port.html" target="_blank">Cristina Cascardo</a><br />
<a href="http://www.fabiluli.com.br" target="_blank">Fabiluli</a><br />
<a href="http://www.riooffices.com.br/website" target="_blank">Rio Offices</a><br />
<a href="http://www.concursomorarcarioca.com.br/website" target="_blank">Concurso Morar Carioca</a><br />
<a href="http://restaurantegabinete.com.br/wpsite/" target="_blank">Restaurante Gabinete</a><br />
<a href="http://www.editoracircuito.com.br/website" target="_blank">Editora Circuito</a><br />
<a href="http://www.ferjkt.com.br/web" target="_blank">FERJKT</a></p>
<div class="line"></div>
<div class="shr-publisher-1096"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/clarisinterativa/~4/co1ZjOhYVF4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>O inevitável êxodo do Facebook.</title>
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		<comments>http://clarisinterativa.com/?p=1068#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 16:17:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcius Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Ensaios]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Internet Colaborativa]]></category>
		<category><![CDATA[Semantic Web]]></category>
		<category><![CDATA[SpaceCollective]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[<div><img width="980" height="525" src="http://clarisinterativa.com/wp-content/uploads/2011/04/tv_facebook_01.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="tv_facebook_01" title="tv_facebook_01" /></div>– Ah&#8230; acho que entendi&#8230; é tipo o Orkut, só que mais bonitinho! A frase acima foi proferida pela Sra. minha mãe, em Janeiro de 2006, quando lhe apresentei o (então desconhecido!) Facebook. Na hora, me veio a célebre máxima que sempre ditou as regras do meu comportamento como programador: &#8220;A nova tecnologia, o velho ser humano.&#8221; Um ano antes, havia criado o meu perfil não só apostando na superioridade da interface gráfica da ferramenta (um milhão de vezes mais atraente que a do Orkut!), mas também confiante de que suas funcionalidades – caso seguissem a inventividade das outras aplicações web 2.0 que eu já utilizava, como o Delicious, Basecamp, Flickr e o Blogger – representariam um passo gigante na expansão da web folksonômica. Na verdade, sendo sincero e analisando minhas pretensões (e paixões!) dentro do universo de desenvolvimento web, eu estava mesmo era ávido para colocar as mãos nas API&#8217;s do sistema – tão elogiada nos extintos fórums do FaceMash. Imaginar (em 2006!) a possibilidade de integração dos diversos formatos de estruturação e indexação semântica de conteúdos – dos microformats até os news feed (que até então eram utilizados timidamente por uma meia dúzia de visionários), – na forma de um ambiente de interatividade em real time (chat, comentários, postagens)&#8230; soava quase que como um sonho para alguém que, como eu, já disseminava aos quatro ventos a filosofia suprema do CssZenGarden. Passados 5 anos de perfil e muito aborrecimento com as API&#8217;s, chegou a hora de deixar pra trás o &#8220;Fancy Orkut&#8221; (yes, I know… but that is what it is!), pois &#8220;a criança&#8221;, além de se perder, envelheceu precocemente. ¬¬ A intransigência de não integrar o poderoso Ruby On Rails nas suas funcionalidades, ou até mesmo modestos módulos de jQuery ou script.aculo.us na interface – a princípio justificada pela política de (in)segurança, ridícula, by Microsoft – vem colocando a rede social em estágio de declínio quanto ao seu prestígio entre os melhores webDevelopers do mundo. Some-se isso ao número crescente de queixas e processos contra suas funcionalidades invasivas; contra a violação de privacidade (orgânica!) praticada pela empresa; mais a migração brutal dos usuários do Orkut nos últimos meses, o Facebook está em vias de se tornar um estorvo para a comunidade desenvolvedora (profissional!) – bem como para a geração que está, neste momento, edificando a web 3.0. Mas a gota d&#8217;água mesmo, que entorna a péssima reputação que Zuckerberg and Co. fazem de tudo para disfarçar (que o diga o Oscar® vindo por aí!), se revela na afronta violenta de sua sistemática operacional, que insiste em tratar o usuário como estúpido através de uma interface confusa e obscura, usando (e abusando!) dos subterfúgios mais sórdidos – como trapaças semânticas e timeouts encenados – para dificultar ao máximo a configuração de perfis ou páginas e, sobretudo, o encerramento de uma conta. Em Maio de 2010, o Mashable realizou uma enquete (Are You Planning on Quitting Facebook? Why?), que teve a participação de 5.186 pessoas, apontando uma intenção de quase...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img width="980" height="525" src="http://clarisinterativa.com/wp-content/uploads/2011/04/tv_facebook_01.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="tv_facebook_01" title="tv_facebook_01" /></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><blockquote><p>– Ah&#8230; acho que entendi&#8230; é tipo o Orkut, só que mais bonitinho!</p></blockquote>
<p>A frase acima foi proferida pela Sra. minha mãe, em Janeiro de 2006, quando lhe apresentei o (então desconhecido!) <strong>Facebook</strong>. Na hora, me veio a célebre máxima que sempre ditou as regras do meu comportamento como programador: &#8220;A nova tecnologia, o velho ser humano.&#8221; <img src='http://clarisinterativa.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Um ano antes, havia criado o meu perfil não só apostando na superioridade da interface gráfica da ferramenta (um milhão de vezes mais atraente que a do <strong>Orkut</strong>!), mas também confiante de que suas funcionalidades – caso seguissem a inventividade das outras aplicações <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Web_2.0" class="aptureEnhance">web 2.0</a> que eu já utilizava, como o <strong>Delicious</strong>, <strong>Basecamp</strong>, <strong>Flickr</strong> e o <strong>Blogger</strong>  – representariam um passo gigante na expansão da <em>web</em> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Folksonomia" class="aptureEnhance">folksonômica</a>.</p>
<p>Na verdade, sendo sincero e analisando minhas pretensões (e paixões!) dentro do universo de desenvolvimento <em>web</em>, eu estava mesmo era ávido para colocar as mãos nas <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/API" class="aptureEnhance">API&#8217;s</a> do sistema – tão elogiada nos extintos fórums do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Facemash#History" class="aptureEnhance">FaceMash</a>.</p>
<p>Imaginar (em 2006!) a possibilidade de integração dos diversos formatos de estruturação e indexação semântica de conteúdos – dos <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Microformats" class="aptureEnhance">microformats</a> até os <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Web_feed" class="aptureEnhance">news feed</a> (que até então eram utilizados timidamente por uma meia dúzia de visionários), – na forma de um ambiente de interatividade em <em>real time</em> (chat, comentários, postagens)&#8230; soava quase que como um sonho para alguém que, como eu, já disseminava aos quatro ventos a filosofia suprema do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Csszengarden" class="aptureEnhance">CssZenGarden</a>.</p>
<div class="line"></div>
<p>Passados 5 anos de perfil e muito aborrecimento com as <strong>API&#8217;s</strong>, chegou a hora de deixar pra trás o &#8220;<strong>Fancy Orkut</strong>&#8221; (yes, I know… but that is what it is!), pois &#8220;a criança&#8221;, além de se perder, envelheceu precocemente. ¬¬</p>
<p>A intransigência de não integrar o poderoso <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rubyonrails" class="aptureEnhance">Ruby On Rails</a> nas suas funcionalidades, ou até mesmo modestos módulos de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/JQuery" class="aptureEnhance">jQuery</a> ou <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Script.aculo.us" class="aptureEnhance">script.aculo.us</a> na interface – a princípio justificada pela política de (in)segurança, ridícula, <em>by</em> <strong>Microsoft</strong> – vem colocando a rede social em estágio de declínio quanto ao seu prestígio entre os melhores <em>webDevelopers</em> do mundo.</p>
<p>Some-se isso ao número crescente de queixas e processos contra suas funcionalidades invasivas; contra a violação de privacidade (orgânica!) praticada pela empresa; mais a migração brutal dos usuários do <strong>Orkut</strong> nos últimos meses, o <strong>Facebook</strong> está em vias de se tornar um estorvo para a comunidade desenvolvedora (profissional!) – bem como para a geração que está, neste momento, edificando a <strong>web 3.0</strong>.</p>
<p>Mas a gota d&#8217;água mesmo, que entorna a péssima reputação que <strong>Zuckerberg and Co.</strong> fazem de tudo para disfarçar (que o diga o <strong>Oscar®</strong> vindo por aí!), se revela na afronta violenta de sua sistemática operacional, que insiste em tratar o usuário como estúpido através de uma interface confusa e obscura, usando (e abusando!) dos subterfúgios mais sórdidos – como trapaças semânticas e <em>timeouts</em> encenados – para dificultar ao máximo a configuração de perfis ou páginas e, sobretudo, o encerramento de uma conta.</p>
<p>Em Maio de <strong>2010</strong>, o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mashable" class="aptureEnhance">Mashable</a> realizou uma enquete (<a href="http://mashable.com/2010/05/21/quit-facebook-survey/" class="aptureEnhance">Are You Planning on Quitting Facebook? Why?</a>), que teve a participação de <strong>5.186</strong> pessoas, apontando uma intenção de quase <strong>60%</strong> de abandono ao <strong>Facebook</strong> por parte de seus usuários ativos.</p>
<p><img src="http://clarisinterativa.com/wp-content/uploads/2011/02/mashable_graph_01.jpg" alt="" title="mashable_graph_01" width="640" height="339" class="alignnone size-full wp-image-1224" /></p>
<p>Embora o <em>quórum</em> possa não ser representativo sob a perspectiva dos quase <strong>600 milhões</strong> de usuários da ferramenta, particularmente, eu gostaria de ver a pesquisa ser levada adiante numa instância maior, pois tudo indica que a proporção não só se manteve, como vem aumentando de lá pra cá.</p>
<p>Um pouco antes, em agosto de <strong>2009</strong>, um estudo dirigido pela <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Comscore" class="aptureEnhance">comScore</a> apontava as mesmas intenções já no período; no entanto, o resultado da pesquisa (misteriosamente!) nunca foi publicado.</p>
<p>– Será que é por que a empresa aparece na lista dos <em>shareholders</em> do <strong>Facebook</strong>? Sérah??<br />
 <img src='http://clarisinterativa.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<div class="line"></div>
<p>Well&#8230; estatísticas à parte, o que importa é que a tal debandada de &#8220;quem faz a <em>web</em>&#8221; já está acontecendo gradativamente no nicho, indicando a célebre premeditação que precederá o inevitável êxodo destes usuários do <strong>Facebook</strong> – ainda este ano. – I bet It! <img src='http://clarisinterativa.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>– E há quem diga que o êxodo já tenha nome: <strong>Diaspora*</strong><br />
(O trocadilho, mais do que uma sutileza, é maliciosamente providencial!) <img src='http://clarisinterativa.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>No início de fevereiro, a <strong>Claris Interativa</strong> teve o privilégio de ser aceita em convite, para participar no desenvolvimento da fase <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Software_release_life_cycle#Alpha" class="aptureEnhance">œ</a> do projeto. Muito além de uma nova rede social, mais autônoma, mais versátil e poderosa, a <strong>Diaspora*</strong> terá tudo pra compor a primeira rede de inteligência coletiva aberta da web 2.0, superando o feito até hoje alcançado (ainda que em parte!) somente pelo <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/SpaceCollective" class="aptureEnhance">Space Collective</a>.</p>
<p>Em breve aqui, darei mais detalhes sobre o projeto&#8230; relatando minhas impressões e aventuras nas minhas quase-sempre-críticas análises. Nos vemos em breve&#8230;</p>
<p>E lá vamos nós de novo&#8230; <em>to infinity and beyond</em>!<br />
 <img src='http://clarisinterativa.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<div class="line"></div>
<p><a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/br/"><img class="cc" alt="Creative Commons License" style="border-width:0" src="http://i.creativecommons.org/l/by-sa/3.0/br/88x31.png" /></a><br /><span xmlns:dct="http://purl.org/dc/terms/" href="http://purl.org/dc/dcmitype/Text" property="dct:title" rel="dct:type">O inevitável êxodo do Facebook.</span> by <a xmlns:cc="http://creativecommons.org/ns#" href="http://clarisinterativa.com/?p=1068" property="cc:attributionName" rel="cc:attributionURL">Marcius A. Teixeira</a> is licensed under a <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/br/">Creative Commons Attribution-ShareAlike 3.0 Brazil License</a>.<br />Based on a work at <a xmlns:dct="http://purl.org/dc/terms/" href="http://clarisinterativa.com/" rel="dct:source">clarisinterativa.com</a>.</p>
<div class="shr-publisher-1068"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/clarisinterativa/~4/so4FSvTji3A" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Um mundo feito de vidro.</title>
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		<comments>http://clarisinterativa.com/?p=1101#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Feb 2011 21:04:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcius Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Glass Gisplay]]></category>
		<category><![CDATA[Multi-touch]]></category>
		<category><![CDATA[Multi-touch Glass]]></category>
		<category><![CDATA[Photosensitive Glass]]></category>
		<category><![CDATA[Redesign]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[<div><img width="980" height="525" src="http://clarisinterativa.com/wp-content/uploads/2011/02/tv_corning.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="tv_corning" title="tv_corning" /></div>Quem já teve a oportunidade de viver nos EUA conhece bem o primoroso trabalho que a Corning Incorporated desenvolve no país, desde (praticamente!) a sua fundação. Simplesmente, uma das maiores indústrias especialistas na manipulação de vidro e cerâmica do planeta, a história da Corning Glass Works – nome que foi conhecida até 1989 – se confunde com a própria história da utilização destes dois materiais no cotidiano das pessoas; seja em seus lares, trabalhos ou áreas de lazer e educação. Um de seus maiores feitos foi a invenção, em 1915, do Pyrex: uma liga de vidro, silicone e alumínio altamente resistente ao calor – conhecida como vidro borossilicato. De lá pra cá, a empresa esteve presente em diversas invenções&#8230; em inúmeros produtos – da indústria automobilística até os eletrodomésticos; dos faróis de carros até o microondas. Toda a excelência da Corning, em seu universo de atuação, reside na maestria de seus processos de manipulação química dos principais elementos das composições de vidros e cerâmicas temperados. Basicamente, ninguém (absolutamente ninguém!) possui, no segmento, tamanho know-how e continuidade. Agora, imagine o que aconteceria se uma empresa como esta resolve-se se juntar a grandes empresas de tecnologia como a Sony Corporation, a Apple Inc. ou a Samsung Group? Pois então&#8230; o vídeo a seguir nos dá a medida exata do que iria acontecer&#8230; na verdade, do que já está acontecendo. No mundo de possibilidades que a Corning Incorporated quer criar para a humanidade, a clássica passagem sci-fiction / sci-fact se revela de forma deslumbrante aos nossos olhos&#8230; claro e transparente&#8230; como o vidro. &#8594; Usuários de iOS e/ou Android, clique aqui para ver o vídeo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img width="980" height="525" src="http://clarisinterativa.com/wp-content/uploads/2011/02/tv_corning.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="tv_corning" title="tv_corning" /></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p>Quem já teve a oportunidade de viver nos <strong>EUA</strong> conhece bem o primoroso trabalho que a <a href="http://www.corning.com/index.aspx" class="aptureEnhance">Corning Incorporated</a> desenvolve no país, desde (praticamente!) a sua fundação.</p>
<p>Simplesmente, uma das maiores indústrias especialistas na manipulação de vidro e cerâmica do planeta, a história da <strong>Corning Glass Works</strong> – nome que foi conhecida até 1989 – se confunde com a própria história da utilização destes dois materiais no cotidiano das pessoas; seja em seus lares, trabalhos ou áreas de lazer e educação.</p>
<p>Um de seus maiores feitos foi a invenção, em 1915, do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pyrex" class="aptureEnhance">Pyrex</a>: uma liga de vidro, silicone e alumínio altamente resistente ao calor – conhecida como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vidro_borossilicato" class="aptureEnhance">vidro borossilicato</a>. De lá pra cá, a empresa esteve presente em diversas invenções&#8230; em inúmeros produtos – da indústria automobilística até os eletrodomésticos; dos faróis de carros até o microondas.</p>
<p>Toda a excelência da <strong>Corning</strong>, em seu universo de atuação, reside na maestria de seus processos de manipulação química dos principais elementos das composições de vidros e cerâmicas temperados. Basicamente, ninguém (absolutamente ninguém!) possui, no segmento, tamanho <em>know-how</em> e continuidade.</p>
<p>Agora, imagine o que aconteceria se uma empresa como esta resolve-se se juntar a grandes empresas de tecnologia como a Sony Corporation, a Apple Inc. ou a Samsung Group?</p>
<p>Pois então&#8230; o vídeo a seguir nos dá a medida exata do que iria acontecer&#8230; na verdade, do que já está acontecendo.</p>
<p>No mundo de possibilidades que a <strong>Corning Incorporated</strong> quer criar para a humanidade, a clássica passagem <em>sci-fiction / sci-fact</em> se revela de forma deslumbrante aos nossos olhos&#8230; claro e transparente&#8230; como o vidro.</p>
<p><object width="620" height="349"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/6Cf7IL_eZ38&amp;rel=0"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/6Cf7IL_eZ38&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="620" height="349"></embed></object></p>
<p>&rarr; Usuários de <strong>iOS</strong> e/ou <strong>Android</strong>, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=6Cf7IL_eZ38" target="_blank">clique aqui</a> para ver o vídeo.</p>
<div class="line"></div>
<div class="shr-publisher-1101"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/clarisinterativa/~4/EdR-RvUzu_g" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>A Internet além do Google.com</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Feb 2011 19:22:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcius Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[Internet Colaborativa]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Web 3.0]]></category>

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		<description><![CDATA[<div><img width="980" height="525" src="http://clarisinterativa.com/wp-content/uploads/2011/02/tv_blekko.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="tv_blekko" title="tv_blekko" /></div>Para quem não teve o privilégio de utilizar a Internet antes do google.com – essencialmente no que diz respeito às ferramentas de busca – o acesso à web nos dias de hoje pode até parecer algo democrático e eclético. No entanto, longe se vai o tempo onde a liberdade de escolha na &#8220;grande rede&#8221; era ampla e irrestrita (salvo as classes de IP &#8211; condição sine qua non para que se fosse possível garantir a segurança e a privacidade dos diferentes organismos, em suas hierarquias, dentro da sociedade como um todo). Mas o fato é que a Internet pós Google – a despeito dos avanços que suas ferramentas introduziram – representa um grande retrocesso em termos de segurança, privacidade e liberdade de escolha (e ação!) de seus usuários. Antes, ferramentas como Lycos, Infoseek, Excite e Altavista, forneciam resultados de busca diversos e independentes, promovendo uma verdadeira liberdade de escolha dentro do contexto. Pra quem as usou assiduamente (que é o meu caso!), fica clara esta constatação. Os bots, introduzidos pela &#8211; hoje &#8211; gigante de Mountain View, passaram a padronizar os resultados visando o interesse daqueles que ocupavam os mais altos postos dentro do sistema monetário vigente, sobretudo das grandes empresas de mídia (Broadcasts) e publicidade (Ad Agencies), subvertendo a priorização dos resultados através das (até então!) confusas e obscuras meta-tags e (óbvio!) dos anúncios pagos. Tal fato reduziu bastante o poder de atuação local que estas outras ferramentas proporcionavam (aqui no Brasil, em especial, o Yahoo! Cadê foi o grande exemplo deste poder), chegando ao ponto de algumas simplesmente desaparecerem. Mas em pleno ápice da web 2.0 (que deixou para trás a taxonomia ao promover a folksonomia) este principal método de busca, consagrado pelas ferramentas que o subsidiam, parece não ter um futuro certo. Neste momento, em que caminhamos para o estabelecimento de uma web semântica (a web3.0), muitas destas ferramentas estão sendo &#8220;tragadas&#8221; para dentro da nuvem; o que felizmente acabará por elevar o padrão de interatividade nesta nova era, restaurando – ao menos em parte – o poder de acesso à informação de forma democrática e inteligente. Com o advento do HTML5 (que amplifica de forma exponencial a utilização do XML na Internet), estará nas mãos de quem desenvolve o código de uma página web estruturar seu conteúdo da forma adequada, possibilitando a sua integração total à tal Inteligência Coletiva Digital &#8211; objetivo final da web 3.0. É claro que isso ainda vai demorar um pouco – a DBPedia está longe de ser o que pretende – mas, pelo menos no contexto das ferramentas de busca, o google.com já começa a experimentar a perda de sua hegemonia. (&#8230;) Em novembro de 2010 foi aberta ao público a excelente alternativa em ferramentas de busca chamada blekko – a primeira a integrar a folksonomia de forma prática nos resultados de uma busca. Seguindo a filosofia da Wikipedia, a ferramenta permite que qualquer usuário, a partir da criação de uma conta gratuita, possa colaborar com inserções sobre um contexto –...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img width="980" height="525" src="http://clarisinterativa.com/wp-content/uploads/2011/02/tv_blekko.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="tv_blekko" title="tv_blekko" /></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p>Para quem não teve o privilégio de utilizar a Internet antes do <strong>google.com</strong> – essencialmente no que diz respeito às ferramentas de busca – o acesso à <em>web</em> nos dias de hoje pode até parecer algo democrático e eclético.</p>
<p>No entanto, longe se vai o tempo onde a liberdade de escolha na &#8220;grande rede&#8221; era ampla e irrestrita (salvo as classes de IP &#8211; condição <em>sine qua non</em> para que se fosse possível garantir a segurança e a privacidade dos diferentes organismos, em suas hierarquias, dentro da sociedade como um todo).</p>
<p>Mas o fato é que a Internet pós <strong>Google</strong>  – a despeito dos avanços que suas ferramentas introduziram – representa um grande retrocesso em termos de segurança, privacidade e liberdade de escolha (e ação!) de seus usuários.</p>
<p>Antes, ferramentas como <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Lycos" class="aptureEnhance">Lycos</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Infoseek" class="aptureEnhance">Infoseek</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Excite" class="aptureEnhance">Excite</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/AltaVista" class="aptureEnhance">Altavista</a>, forneciam resultados de busca diversos e independentes, promovendo uma verdadeira liberdade de escolha dentro do contexto. Pra quem as usou assiduamente (que é o meu caso!), fica clara esta constatação.</p>
<p>Os <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Internet_robot" class="aptureEnhance">bots</a>, introduzidos pela &#8211; hoje &#8211; <strong>gigante de Mountain View</strong>, passaram a padronizar os resultados visando o interesse daqueles que ocupavam os mais altos postos dentro do sistema monetário vigente, sobretudo das grandes empresas de mídia (<em>Broadcasts</em>) e publicidade (<em>Ad Agencies</em>), subvertendo a priorização dos resultados através das (até então!) confusas e obscuras <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Meta_tags" class="aptureEnhance">meta-tags</a> e (óbvio!) dos anúncios pagos.</p>
<p>Tal fato reduziu bastante o poder de atuação local que estas outras ferramentas proporcionavam (aqui no Brasil, em especial, o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Yahoo!_Cadê%3F" class="aptureEnhance">Yahoo! Cadê</a> foi o grande exemplo deste poder), chegando ao ponto de algumas simplesmente desaparecerem.</p>
<p>Mas em pleno ápice da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Web_2.0" class="aptureEnhance">web 2.0</a> (que deixou para trás a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Taxonomia" class="aptureEnhance">taxonomia</a> ao promover a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Folksonomia" class="aptureEnhance">folksonomia</a>) este principal método de busca, consagrado pelas ferramentas que o subsidiam, parece não ter um futuro certo. Neste momento, em que caminhamos para o estabelecimento de uma <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Semantic_web" class="aptureEnhance">web semântica</a> (a <strong>web3.0</strong>), muitas destas ferramentas estão sendo &#8220;tragadas&#8221; para dentro da <em>nuvem</em>; o que felizmente acabará por elevar o padrão de interatividade nesta nova era, restaurando – ao menos em parte – o poder de acesso à informação de forma democrática e inteligente.</p>
<p>Com o advento do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Html5" class="aptureEnhance">HTML5</a> (que amplifica de forma exponencial a utilização do <strong>XML</strong> na Internet), estará nas mãos de quem desenvolve o código de uma página <em>web</em> estruturar seu conteúdo da forma adequada, possibilitando a sua integração total à tal <strong>Inteligência Coletiva Digital</strong> &#8211; objetivo final da <strong>web 3.0</strong>. <img src='http://clarisinterativa.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>É claro que isso ainda vai demorar um pouco – a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/DBPedia" class="aptureEnhance">DBPedia</a> está longe de ser o que pretende – mas, pelo menos no contexto das ferramentas de busca, o <strong>google.com</strong> já começa a experimentar a perda de sua hegemonia.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Em novembro de 2010 foi aberta ao público a excelente alternativa em ferramentas de busca chamada <a href="http://blekko.com/" class="aptureEnhance">blekko</a> – a primeira a integrar a <strong>folksonomia</strong> de forma prática nos resultados de uma busca.</p>
<p>Seguindo a filosofia da Wikipedia, a ferramenta permite que qualquer usuário, a partir da criação de uma conta gratuita, possa colaborar com inserções sobre um contexto – simplesmente fantástica! <img src='http://clarisinterativa.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Com base nas principais diretrizes consensuais estabelecidas na <em>web</em> acadêmica, o fundador da empresa, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rich_Skrenta" class="aptureEnhance">Rich Skrenta</a>, transformou em projeto de lei os &#8220;10 mandamentos&#8221; que norteiam a empresa.</p>
<p>1. Toda pesquisa deve ser aberta;<br />
2. Os resultados de uma pesquisa devem envolver pessoas;<br />
3. Dados informativos sobre o <em>ranking</em> dos termos procurados não devem ser mantidos em segredo;<br />
4. Informações na <em>web</em> devem estar prontamente disponíveis;<br />
5. Não poderá existir um tamanho único comum a todos os resultados em uma busca;<br />
6. Pesquisas avançadas devem ser acessíveis;<br />
7. A <em>engine</em> de um sistema de pesquisa deve ser aberta à todos;<br />
8. Pesquisa e comunidade precisam caminhar lado a lado;<br />
9. <em>Spam</em> não pertence aos resultados de uma pesquisa;<br />
10. A privacidade dos pesquisadores não deve ser violada;</p>
<p>Mas do que uma ferramenta de busca, a <strong>blekko</strong> introduz um novo conceito &#8220;<strong>slashtag search</strong>&#8221; no contexto. Só vendo pra entender, não acha? <img src='http://clarisinterativa.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Abaixo o vídeo promocional do lançamento da <strong>Blekko</strong>. De resto, é usar pra ver!</p>
<p><object width="620" height="349"><param name="movie" value="http://www.vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=14593120&amp;server=www.vimeo.com&amp;fullscreen=1&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color="></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=14593120&amp;server=www.vimeo.com&amp;fullscreen=1&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="620" height="349"></embed></object></p>
<p>&rarr; Usuários de <strong>iOS</strong> e/ou <strong>Android</strong>, <a href="http://vimeo.com/14593120" target="_blank">clique aqui</a> para ver o vídeo.</p>
<div class="line"></div>
<p>Se você anda cansado dos resultados de busca do <strong>google.com</strong>, e o conceito <em>slashtag</em> é muito pra sua cabeça, tudo bem&#8230; aqui segue uma pequena lista, bem interessante, de alternativas:</p>
<p>&rarr; <a href="http://kngine.com/" class="aptureEnhance">Kngine</a><br />
&rarr; <a href="http://www.hakia.com/" class="aptureEnhance">Hakia</a><br />
&rarr; <a href="http://duckduckgo.com/" class="aptureEnhance">DuckDuckGo</a></p>
<div class="line"></div>
<div class="shr-publisher-997"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/clarisinterativa/~4/c5NIeYjQOjM" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>RockMelt Browser – E a promessa de reinventar a web 2.0</title>
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		<comments>http://clarisinterativa.com/?p=933#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Nov 2010 00:57:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcius Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Internet Colaborativa]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[RockMelt]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[<div><img width="620" height="350" src="http://clarisinterativa.com/wp-content/uploads/2010/11/p_rockmelt.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="p_rockmelt" title="p_rockmelt" /></div>Quando o assunto é Internet, tudo o que vem da cabeça de Marc Andreessen merece respeito e atenção. Como um dos criadores do Mosaic e co-fundador da Netscape™, Andreessen simplesmente escreveu boa parte da história da web – na década de 90 – sendo um dos responsáveis diretos pela popularização da www. E é exatamente essa atenção e respeito que o RockMelt vem despertando em toda comunidade geek e desenvolvedores web ao redor do planeta – o último projeto em que Andreessen está envolvido, prestando (publicamente) apoio intelectual e financeiro. Desenvolvido por Tim Howes (o gênio inventor do LDAP) e Eric Vishria, o RockMelt é o mais novo social browser do mercado, &#8220;repensando&#8221; o jeito como se navega pela web. Se você está sempre online e é um navegador assíduo, que utiliza o Facebook e o Twitter pra compartilhar informações com seus amigos, então chegou a hora de você abandonar de vez o seu navegador oficial – seja ele qual for! &#8594; Usuários de iOS e/ou Android, clique aqui para ver o vídeo. Wow! A afirmação soa quase que como uma promessa de reivenção da web 2.0, não é mesmo? Será? ¬¬ Well&#8230; venho testando o RockMelt desde o dia 12 de novembro&#8230; a primeira vista, a coisa parecia fantástica – principalmente por ele ser baseado no Chromium – mas então, vieram as surpresas: 1) E as extensões??? 2) Hey! E a integração com o Google? Ops&#8230; pelo visto, o hype em torno do RockMelt vai se tornar mais um fogo de palha da internet. Quer apostar? // Não vai colar! Antes do RockMelt, o único social browser era o Flock. Pra quem não sabe, o Flock simplesmente fundou a web 2.0 junto com o Delicious e o Flickr, integrando suas funcionalidades na interface de um jeito inédito e inovador. Seu único problema era estar baseado na porcaria do Gecko – que o tornava extremamente lento e contra-producente. (Acabava sempre sendo mais rápido utilizar diretamente o Flickr, por exemplo, em qualquer outro navegador – até na bosta do IE.) Mas acontece que os tempos mudaram&#8230; seus desenvolvedores, recentemente, resolveram abandonar a engine e migraram pro webkit de vez, adotando o mesmo Chromium como base tecnológica. E aí a coisa fica feia pro RockMelt, pois seu concorrente (invertendo o peso aqui) oferece suporte às extensões. Por este motivo, aposto (todas as minhas fichas!) que o RockMelt não vai colar. Há quem diga que nenhum dos dois irão, afirmando que estamos na era dos mobiles. – Bull shit! ¬¬ PS. A versão do Flock pra Mac sai no dia 1 de Dezembro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img width="620" height="350" src="http://clarisinterativa.com/wp-content/uploads/2010/11/p_rockmelt.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="p_rockmelt" title="p_rockmelt" /></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p>Quando o assunto é Internet, tudo o que vem da cabeça de <a id="aptureLink_puQ0t8kuJc" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Marc%20Andreesen">Marc Andreessen</a> merece respeito e atenção. Como um dos criadores do <a id="aptureLink_WzJQYyGM72" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mosaic%20%28web%20browser%29">Mosaic</a> e co-fundador da Netscape™, <strong>Andreessen</strong> simplesmente escreveu boa parte da história da <em>web</em> – na década de 90 – sendo um dos responsáveis diretos pela popularização da <strong>www</strong>.</p>
<p>E é exatamente essa atenção e respeito que o <a id="aptureLink_svppuHcAu1" href="http://www.crunchbase.com/company/rockmelt">RockMelt</a> vem despertando em toda comunidade <a id="aptureLink_RQOSp6Fb5O" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Geek">geek</a> e desenvolvedores <em>web</em> ao redor do planeta – o último projeto em que <strong>Andreessen</strong> está envolvido, prestando (publicamente) apoio intelectual e financeiro.</p>
<p>Desenvolvido por <strong>Tim Howes</strong> (o gênio inventor do <a id="aptureLink_VSQAn7nlFE" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Lightweight%20Directory%20Access%20Protocol">LDAP</a>) e <strong>Eric Vishria</strong>, o <strong>RockMelt</strong> é o mais novo <em>social browser</em> do mercado, &#8220;repensando&#8221; o jeito como se navega pela <em>web</em>.</p>
<blockquote><p>Se você está sempre <em>online</em> e é um navegador assíduo, que utiliza o Facebook e o Twitter pra compartilhar informações com seus amigos, então chegou a hora de você abandonar de vez o seu navegador oficial – seja ele qual for!</p></blockquote>
<p><object width="620" height="349"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/bAPKPhoTqFY&amp;rel=0"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/bAPKPhoTqFY&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="620" height="349"></embed></object></p>
<p>&rarr; Usuários de <strong>iOS</strong> e/ou <strong>Android</strong>, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=bAPKPhoTqFY" target="_blank">clique aqui</a> para ver o vídeo.</p>
<p>Wow! A afirmação soa quase que como uma promessa de reivenção da web 2.0, não é mesmo?<br />
Será?<br />
¬¬</p>
<p>Well&#8230; venho testando o <strong>RockMelt</strong> desde o dia 12 de novembro&#8230; a primeira vista, a coisa parecia fantástica – principalmente por ele ser baseado no <a id="aptureLink_XfmJ9zI7NL" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Chromium%20%28web%20browser%29">Chromium</a> – mas então, vieram as surpresas:</p>
<p>1) E as extensões???<br />
2) Hey! E a integração com o Google?</p>
<p>Ops&#8230; pelo visto, o <em>hype</em> em torno do <strong>RockMelt</strong> vai se tornar mais um fogo de palha da internet. Quer apostar? <img src='http://clarisinterativa.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<div class="postDivision"></div>
<h3>// Não vai colar!</h3>
<p>Antes do <strong>RockMelt</strong>, o único <em>social browser</em> era o <a id="aptureLink_GeWUQTrrAn" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Flock%20%28web%20browser%29">Flock</a>. Pra quem não sabe, o <strong>Flock</strong> simplesmente <strong>fundou</strong> a web 2.0 junto com o <strong>Delicious</strong> e o <strong>Flickr</strong>, integrando suas funcionalidades na interface de um jeito inédito e inovador. Seu único problema era estar baseado na porcaria do <a id="aptureLink_PTVE69RTCg" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Gecko%20%28layout%20engine%29">Gecko</a> – que o tornava extremamente lento e contra-producente. (Acabava sempre sendo mais rápido utilizar diretamente o Flickr, por exemplo, em qualquer outro navegador – até na <del datetime="2010-11-20T11:04:58+00:00">bosta</del> do IE.)</p>
<p>Mas acontece que os tempos mudaram&#8230; seus desenvolvedores, recentemente, resolveram abandonar a <em>engine</em> e migraram pro <em>webkit</em> de vez, adotando o mesmo <strong>Chromium</strong> como base tecnológica. E aí a coisa fica feia pro <strong>RockMelt</strong>, pois seu <em>concorrente</em> (invertendo o peso aqui) oferece suporte às extensões.</p>
<p>Por este motivo, aposto (todas as minhas fichas!) que o <strong>RockMelt</strong> não vai colar.</p>
<p>Há quem diga que nenhum dos dois irão, afirmando que estamos na era dos <em>mobiles</em>.<br />
– <em>Bull shit!</em> ¬¬</p>
<p><strong>PS.</strong> A versão do <strong>Flock</strong> pra Mac sai no dia 1 de Dezembro.</p>
<div class="postDivision"></div>
<div class="shr-publisher-933"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/clarisinterativa/~4/MOJW7LKcDZ4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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