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	<title>Claudia Ferreira </title>
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	<title>Dra. Cláudia Ferreira – MD, PhD |  CRM-RJ: 52-55632-2</title>
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		<title>Invisível, sutil e palpável: Shén神 o complexo corpo-mente-espírito na Diagnose e na Terapêutica da Medicina Chinesa</title>
		<link>https://claudiaferreira.com.br/invisivel-sutil-e-palpavel-shen%e7%a5%9e-o-complexo-corpo-mente-espirito-na-diagnose-e-na-terapeutica-da-medicina-chinesa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[medizin.admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 12:25:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leituras em Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Chinesa]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
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					<description><![CDATA[AUTORA: DRA CLAUDIA FERREIRA » Shén 神 é uma categoria de sentidos abrangentes do Pensamento Chinês e da Medicina Chinesa, com representações no universo e no corpo humano. Recebe traduções como Espírito, Mente, Emoções entre outras. Relaciona-se com os aspectos da personalidade ou a maneira de cada pessoa ser e estar presente e em interação [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">AUTORA: DRA CLAUDIA FERREIRA » </p>



<p class="wp-block-paragraph">Shén 神 é uma categoria de sentidos abrangentes do Pensamento Chinês e da Medicina Chinesa, com representações no universo e no corpo humano. Recebe traduções como Espírito, Mente, Emoções entre outras. Relaciona-se com os aspectos da personalidade ou a maneira de cada pessoa ser e estar presente e em interação dinâmica com o universo. Entendido como uma força configuradora, é imprescindível entendê-lo em associação com o corpo físico, por sua atuação ainda antes do nascimento de cada pessoa, orquestrando a concepção, a formação e desenvolvimento, a vitalidade e o fenecimento corporal. Direciona, portanto, todas as aquisições pessoais necessárias para o desenvolvimento e cumprimento do potencial de vida de cada um.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Presente na cosmologia, este livro é um resgate desta categoria trazendo-o também para a prática diagnóstica e terapêutica da Medicina Chinesa. Amparado em textos clássicos chineses traduzidos e interpretados por sinólogos, historiadores e médicos renomados. É ainda uma fonte para o entendimento de muito do Pensamento Chinês ao longo dos séculos e que influenciou fortemente a Medicina Chinesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leitura fundamental aos que desejam aprimorar sua prática diagnóstica e terapêutica na Medicina Chinesa. Mas também, a todos que desejam conhecer um pouco mais de uma forma de pensar diferenciada, própria da sociedade chinesa ao longo dos séculos. E ainda, um convite a reflexão sobre o papel de cada um, ou de cada Shén 神 de cada pessoa, no universo.</p>



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<p class="has-text-color wp-block-paragraph" style="color:#000000;font-size:17px"><strong>Editora:</strong> EDITORA CRV<br><strong>ISBN:</strong>978-65-251-7330-6<br><strong>ISBN DIGITAL:</strong>978-65-251-7328-3<br><strong>DOI:</strong> 10.24824/978652517330.6<br><strong>Ano de edição:</strong> 2025<br><strong>Distribuidora:</strong> EDITORA CRV<br><strong>Número de páginas:</strong> 232<br><strong>Formato do Livro:</strong> 16&#215;23 cm<br><strong>Número da edição:</strong>1</p>



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		<title>O Médico</title>
		<link>https://claudiaferreira.com.br/o-medico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[medizin.admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2024 19:47:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poética em Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Leituras em Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[AUTOR: RUBEM ALVES &#187; O corpo é um delicado instrumento musical. É preciso cuidar dele, para que ele produza música. Para isso, há uma infinidade de recursos médicos. E muitos são eficientes. Mas o corpo, esse instrumento estranho, não se cura só por aquilo que se faz medicamente com ele. Ele precisa beber a sua [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">AUTOR: RUBEM ALVES &raquo;</p> 



<p class="wp-block-paragraph">O corpo é um delicado instrumento musical. É preciso cuidar dele, para que ele produza música. Para isso, há uma infinidade de recursos médicos. E muitos são eficientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o corpo, esse instrumento estranho, não se cura só por aquilo que se faz medicamente com ele. Ele precisa beber a sua própria música. Música é remédio. Se a música for feia, ele ficará triste poderá mesmo até parar de querer viver. Mas se a música for bela, ele sentirá alegria e quererá viver.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outros tempos, os médicos e as enfermeiras sabiam disso. Cuidavam dos remédios e das intervenções físicas &#8211; bons para o corpo &#8211; mas tratavam de acender a chama misteriosa da alegria. Mas essa chama não se acende com poções químicas. Ela se acende magicamente. Precisa da voz, da escuta, do olhar, do toque, do sorriso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Médicos e enfermeiras: ao mesmo tempo técnicos e mágicos, a quem é dada a missão de consertar os instrumentos e despertar neles a vontade de viver…</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;(Rubem Alves, <em>O Médico</em>, Campinas SP 2002, pág 9-10)</p>
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		<title>Meditação do Chakra Cardíaco</title>
		<link>https://claudiaferreira.com.br/meditacao-do-chakra-cardiaco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[medizin.admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Dec 2024 01:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meditação]]></category>
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					<description><![CDATA[Meditação do Chakra Cardíaco com Lívia França do Instituto Devaki]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Meditação do Chakra Cardíaco com Lívia França do Instituto Devaki</p>



<figure class="wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Terrores do nosso tempo Agrotóxicos / Transgênicos</title>
		<link>https://claudiaferreira.com.br/terrores-do-nosso-tempo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[medizin.admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 15:16:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Detox]]></category>
		<category><![CDATA[Leituras em Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[AUTORA: DRA CLAUDIA FERREIRA » No século passado o entendimento acerca dos fatores de adoecimento resumiam-se aos agentes infecciosos, vírus, bactérias e fungos. Com o surgimento do antibiótico muitas doenças foram controladas e vidas foram salvas. Porém, pensar em causas de adoecimento e problemas de saúde em geral no século XXI exige uma percepção mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">AUTORA: DRA CLAUDIA FERREIRA » </p>



<p class="wp-block-paragraph">No século passado o entendimento acerca dos fatores de adoecimento resumiam-se aos agentes infecciosos, vírus, bactérias e fungos. Com o surgimento do antibiótico muitas doenças foram controladas e vidas foram salvas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, pensar em causas de adoecimento e problemas de saúde em geral no século XXI exige uma percepção mais ampla. Hoje os agentes de doenças podem esconder-se pelo corpo, muitas vezes de maneira crônica. Como não levam a sintomas imediatos, como faziam os agentes infecciosos, a própria Medicina duvida da sua existência. Talvez por isso haja tantas doenças chamadas pela Medicina de “Idiopáticas”, ou seja, sem causa definida. E aqui pode-se citar as Doenças crônicas de forma geral, as doenças auto-imunes… Desse modo, a estratégia terapêutica oficial se resume no controle de sintomas, na maioria das vezes com medicamentos, mas sem eliminar fatores causais, uma vez que não são conhecidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas voltando às causas de adoecimento no século XXI, me refiro aqui aos agentes tóxicos de nosso tempo. Existem diversos exemplos, como metais pesados, derivados de petróleo, substância de uso industrial, cosmética, químicas adicionadas aos alimentos, seja com função de conservante, seja de realce de sabor, poluentes ambientais que chegam aos pulmões, uso abusivo de medicamentos, poluição eletromagnética, invisível, mas não menos agressiva e etc.<br>Vou abordar a seguir apenas dois desses exemplos: os Agrotóxicos presentes em nossa comida e a Poluição Eletromagnética proveniente dos meios de comunicação digital que invade nossos lares e nossos corpos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Agrotóxicos / Transgênicos (AGM):</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Agrotóxicos e alimentos geneticamente modificados (AGM) estão intimamente conectados, um abre caminho ao outro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Transgenia nos vegetais é a modificação genética para que as espécies sejam mais resistentes ao uso de agrotóxicos. No milho e no algodão, por exemplo, faz-se a introdução do DNA de determinadas bactérias (Bt-Bacillus Turingiensiss), que produzem toxinas, que ao chegar no trato digestivo de insetos conseguem matá-lo em pouco tempo (Biotecnologia Bt). Estudos já mostraram que ratos alimentados com ração contendo estas toxinas passam a ser sensíveis a diversas substâncias e passam a ter resposta imune aumentada a elas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na soja, a Transgenia ocorre pela introdução de um gen que a torna resistente ao herbicida Glifosato (Roundup), o mais usado na agricultura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As crianças sofrem mais que adultos com a Transgenia e toxidade dos Agrotóxicos por seu corpinho menor e sua intensa atividade metabólica, como se os agentes nocivos fossem incorporados como agentes próprios da fisiologia corporal. Os agrotóxicos são disruptores endócrinos, isto é, alteram receptores endócrinos em células, levando a distúrbios endócrinos, como Diabetes, Ovários Micropolicísticos, Infertilidade e etc. A exposição direta aguda ou crônica em crianças pode levar a leucemia, danos neurológicos, síndromes de Transtorno de Atenção e Hiperatividade entre outros graves problemas de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema do uso de Agrotóxicos no Brasil vem sendo debatido na mídia e todos podem ter acesso. O Brasil é hoje campeão mundial do uso dessas substâncias. E, recentemente, foi aprovada no Senado Federal o Projeto de Lei PL 1459/2022, conhecido como PL dos Agrotóxicos ou PL do Veneno. Com ela, a situação fica ainda pior, não só com a ampliação de ativos agrotóxicos, mas com a aceitação de possíveis danos a saúde. Um trecho aterrorizante dessa lei diz:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Análise de risco</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Com a nova lei, deixa de ser expressamente proibido o registro de produtos com substâncias consideradas cancerígenas ou que induzam deformações, mutações e distúrbios hormonais, entre outros. Agora, é considerado vedado o registro de pesticidas, de produtos de controle ambiental e afins que apresentem &#8220;risco inaceitável&#8221; para os seres humanos ou meio ambiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras situações que deixam de ser proibidas na legislação brasileira se referem aos produtos para os quais o Brasil não disponha de antídotos ou de modos que impeçam os resíduos de provocar riscos ao meio ambiente e à saúde pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lei acaba ainda com a previsão de impugnação ou cancelamento de registro a partir de manifestação de entidades, como as de classe, as de defesa do consumidor, do meio ambiente e partidos políticos com representação no Congresso.&#8221;<br>Fonte: Agência Senado<br>https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/12/28/sancionada-nova-lei-dos-agrotoxicos-com-vetos</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sabe-se que quem mais consome agrotóxicos são as monoculturas produtoras de commodities, milho, soja e cana-de açúcar que vai, principalmente, para exportação e para alimentação da pecuária. Por isso, a idéia de que é preciso produzir mais e com menos risco de perdas seria benéfico para matar a fome dos brasileiros em insegurança alimentar, não procede.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esse respeito a ONG Greenpeace esclarece na análise sobre a aprovação da portaria:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Safra atrás de safra, essas commodities têm batido recorde de produção e se fossem destinadas a atender a uma demanda em termos calóricos, já teríamos comida suficiente para alimentar todas as 850 milhões de pessoas que passam fome ao redor do planeta. No Brasil, mais da metade da população (58%) está em algum nível de insegurança alimentar, destes, cerca de 15% (33 milhões) enfrentam a insegurança alimentar em sua forma mais grave, a fome. Isto deixa claro que a necessidade de usar agrotóxicos para produzir mais alimentos e acabar com a fome é um mito, conforme já apontou relatório da ONU. Números da FAO também nos mostram que a existência da fome não é uma questão de quantidade, já que 30% de toda a comida produzida no mundo é desperdiçada anualmente, o que equivale a 1,3 bilhão de toneladas e um prejuízo econômico estimado em US$ 940 bilhões, ou cerca de R$ 3 trilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A má distribuição e a falta de acesso aos alimentos, gerados principalmente pelas desigualdades sociais crescentes, é que são os fatores mais cruciais que nos levam ao cenário da fome, e não o volume de produção.&#8221;<br>Fonte: https://www.greenpeace.org/static/planet4-brasil-stateless/2022/06/39bd40e0-relatorio_pldosagrotoxicos_pl1459.pdf.pdf</p>



<h3 class="wp-block-heading">E o que podemos fazer?</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Estimular o incentivo ao subsidio e ao consumo da agricultura familiar e da Agroecologia numa produção segura e sustentável a curto e longo prazo, não só para ampliar a oferta de alimentos, mas para preservar a saúde e a vida das futuras gerações.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Consumir alimentos de origem orgânica certificada ou com produtores de comunidades orgânicas. Segundo a PARA (Programa de Análise de Resíduos em Alimentos) alguns alimentos são considerados “campeões de agrotóxicos”: Pimentão, Goiaba, Cenoura, Tomate, Alface, Uva, Beterraba, Laranja, Abacaxi, Manga, Chuchu, Batata Doce, Alho e Arroz. Além disso, a presença de resíduos de agrotóxicos varia conforme a forma como o alimento é feito, se processado, enlatado, congelado, fresco…</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Uma dúvida que sempre ouço é sobre que medidas podem ser feitas diretamente no consumo para reduzir os resíduos de agrotóxicos noa alimentos? Descascar, lavar, deixar de molho no Bicarbonato, cozinhar? Alguns pesquisadores têm se debruçado sobre o assunto e concluído que essas medidas podem ter algum impacto, mas dependem do tipo de agrotóxico que foi utilizado e de sua maior ou menor intensidade de penetração no alimento. No entanto, nada resolve o problema da transgenia nas sementes. O melhor continua sendo consumir alimentos orgânicos.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Por fim, é preciso citar a pesquisa da Professora Dra. Larissa Bombardi, Geografia do uso de Agrotóxicos no Brasil e Conexões com a União Européia, de 2017, onde ela aborda detalhadamente a complexa teia de produção e consumo dos agrotóxicos, mostrando como empresas européias produtoras desses venenos se instalam em países, como Brasil, produzindo e vendendo agrotóxicos proibidos em seus países de origem. Depois de publicado o livro a Dra Larissa passou a sofrer serias intimidações que a levaram a deixar o Brasil com sua família. O PDF do livro está disponível aqui.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Fontes</h3>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Roberts JR, Karr CJ; Council On Environmental Health. Pesticide exposure in children. Pediatrics. 2012 Dec;130(6):e1765-88. doi: 10.1542/peds.2012-2758. Epub 2012 Nov 26. Erratum in: Pediatrics. 2013 May;131(5):1013-4. PMID: 23184105; PMCID: PMC5813803.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Rasmusssen RR, Poulsen ME, Hansen HC. Distribution of multiple pesticide residues in apple segments after home processing. Food Addit Contam. 2003 Nov;20(11):1044-63. doi: 10.1080/02652030310001615221. PMID: 14668155.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Katz JM, Winter CK. Comparison of pesticide exposure from consumption of domestic and imported fruits and vegetables. Food Chem Toxicol. 2009 Feb;47(2):335-8. doi: 10.1016/j.fct.2008.11.024. Epub 2008 Nov 27. PMID: 19059451.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Hamilton D, Ambrus A, Dieterle R, Felsot A, Harris C, Petersen B, Racke K, Wong SS, Gonzalez R, Tanaka K, Earl M, Roberts G, Bhula R; Advisory Committee on Crop Protection Chemistry, Division of Chemistry and the Environment; of the International Union of Pure and Applied Chemistry. Pesticide residues in food&#8211;acute dietary exposure. Pest Manag Sci. 2004 Apr;60(4):311-39. doi: 10.1002/ps.865. PMID: 15119595.</p>



<div class="wp-block-group alignfull has-base-2-background-color has-background has-global-padding is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Dica de Leitura</h2>



<div class="wp-block-group alignwide has-base-background-color has-background is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow" style="padding-top:32px;padding-right:32px;padding-bottom:32px;padding-left:32px">
<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-1fdb5eb3 wp-block-columns-is-layout-flex tw-large-gap">
<div class="wp-block-column is-vertically-aligned-center is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<h3 class="wp-block-heading">Geografia do uso de agrotóxicos no brasil e conexões com a União Europeia</h3>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Trata-se de um levantamento de dados exaustivo e sem precedentes sobre o consumo de agrotóxicos no Brasil (todos com fontes oficiais) e faz um paralelo com o que acontece na União Européia. Conta com uma introdução sintetizando o trabalho de pós-doutoramento da professora e, a partir da página 67, são mais de 200 páginas com infográficos que esmiuçam, quantificam e facilitam a compreensão do TAMANHO DO PROBLEMA&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://ecotoxbrasil.org.br/2023/09/18/atlas-geografico-do-uso-de-agrotoxicos-no-brasil-e-conexoes-com-a-uniao-europeia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ecotox Brasil</a></p>



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</div>



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<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="583" height="819" src="https://claudiaferreira.com.br/wp-content/uploads/2024/11/capa_agrotoxicos.jpg" alt="" class="wp-image-953" srcset="https://claudiaferreira.com.br/wp-content/uploads/2024/11/capa_agrotoxicos.jpg 583w, https://claudiaferreira.com.br/wp-content/uploads/2024/11/capa_agrotoxicos-214x300.jpg 214w" sizes="(max-width: 583px) 100vw, 583px" /></figure>
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</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como pode? Fiquei doente do nada!</title>
		<link>https://claudiaferreira.com.br/como-pode-fiquei-doente-do-nada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[medizin.admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 15:03:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prática integral em Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Leituras em Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[AUTORA: DRA CLAUDIA FERREIRA » Ouço frequentemente essa frase no consultório “do nada, doutora!” As pessoas se referindo aos seus problemas de saúde como fatos inexplicáveis, como uma pessoa pode estar bem e de repente cair doente, ter um enfarto, um AVC, uma febre alta, precisar de uma internação hospitalar?? Que sentidos pode expressar essa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">AUTORA: DRA CLAUDIA FERREIRA » </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ouço frequentemente essa frase no consultório “do nada, doutora!”</p>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas se referindo aos seus problemas de saúde como fatos inexplicáveis, como uma pessoa pode estar bem e de repente cair doente, ter um enfarto, um AVC, uma febre alta, precisar de uma internação hospitalar??</p>



<p class="wp-block-paragraph">Que sentidos pode expressar essa forma de pensar ?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Primeiro, um olhar desfocado, ou negligente, para os sinais dados pelo próprio corpo ao longo do tempo. Não percebendo sinais, mesmo que discretos, sobre alterações de seu funcionamento que, num crescente, podem chegar ao aparecimento de doenças. Sinais como alteração do sono, disfunções digestivas, dor crônica mesmo que discreta, cefaléia de tensão, cansaço ou outros…</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando levanto esse questionamento em consultório, muitas vezes, ouço outra pergunta: mas como posso saber se não sou médico(a)!? Daí mais algumas reflexões: por que só o médico está autorizado a falar sobre as desordens corporais? Numa atitude passiva, a pessoa entrega ao médico(a) todo o conhecimento sobre o funcionamento de seu corpo, despindo-se de sua auto-percepção e intuição. Ao médico compete o conhecimento técnico, decodificando a queixa do paciente e traduzindo em possível diagnóstico para depois buscar intervenções terapêuticas. Mas ele precisa das informações do cliente e quanto mais elaboradas, melhor. Aprendemos na Faculdade de Medicina que devemos descrever a Queixa Principal do cliente com suas próprias palavras, mesmo que pareça estranho, algo como “dor nos quartos” ou &#8220;acho que não estou bem”, ou &#8220;sinto o peito apertado”…</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, na rotina de consultório, muitas vezes pergunto aos meus clientes: como você se sente ? e ouço resposta como: “trouxe aqui os exames”, que muitas vezes é colocado sobre a mesa antes mesmo de falar sobre sua Queixa Principal. Ou pergunto como tem passado ultimamente? E ouço: “a senhora que vai dizer!”. Ou ainda: “me sinto muito bem” e no decorrer da consulta, dirigindo a Anamnese, vou encontrando uma série de sintomas que não foram descritos pelo cliente por não percebê-los. Isso pra não citar aqueles casais que vem juntos a consulta e eu pergunto ao cliente, usualmente um homem, algo como “seu intestino? evacua diariamente?” e a resposta vem da esposa!!!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não se pode deixar de refletir, ainda, sobre o quanto os pacientes foram “ensinados” pela própria Medicina a pensar e agir dessa maneira. Uma vez que o próprio saber médico, baseado em referência anátomo-patológica, não tem como decodificar os sintomas de ordem funcional do organismo, os sinais decretos que citei no iniciado texto, que não parecem em exames de imagem ou em exames complementares. Sintomas discretos ou mal definidos podem ser um pedido de ajuda do corpo, um stress funcional dos tecidos, como nos casos de dor crônica. Precisamos estar atentos e dar recursos terapêuticos para que o corpo consiga retomar sua função e não dar químicas de bloqueio ao sintoma. Analgésico para dor, ansiolítico para distúrbio de ansiedade, indutor do sono se não consegue dormir e por vai… até que os sintomas se somam, o corpo perde sua capacidade de regulação e “do nada” surgem problemas como burn out, gripes que se transformam em pneumonia, infarto agudo, limitação/rigidez de coluna vertebral, etc. Ao desconhecer todo esse processo, não há atitude de prevenção nem de suporte ao organismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desafio de nossa era é estarmos atentos ao momento presente, é ter atenção, sem tensão. É observar o que se passa dentro de nós e ao nosso redor para podermos manter uma postura ativa no sentido do auto-cuidado e da própria Saúde. Enquanto vivermos no tempo presente, com a Mente no passado ou no futuro, perdemos a oportunidade de ter atitudes que possam reparar o passado ou planejar o futuro. Como você quer estar daqui a 10 anos? E o que você está fazendo no tempo presente para alcançar essa meta?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Claudia Ferreira</p>
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		<title>Prática Ortomolecular</title>
		<link>https://claudiaferreira.com.br/voce-sabe-o-que-e-pratica-ortomolecular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[medizin.admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Oct 2024 20:28:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prática integral em Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[AUTORA: DRA CLAUDIA FERREIRA » A Ortomolecular tem sua origem teórica por volta de 1930, com Linus Pauling, que defendia o uso de vitaminas como suporte bioquímico para atuar positivamente sobre as reações celulares do organismo. A Prática Ortomolecular como conhecemos hoje tem sua origem nos anos 1960. Orto = EquilíbrioMolecular = Moléculas A Prática [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">AUTORA: DRA CLAUDIA FERREIRA » </p>



<p class="wp-block-paragraph">A Ortomolecular tem sua origem teórica por volta de 1930, com Linus Pauling, que defendia o uso de vitaminas como suporte bioquímico para atuar positivamente sobre as reações celulares do organismo. A Prática Ortomolecular como conhecemos hoje tem sua origem nos anos 1960.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Orto = Equilíbrio<br>Molecular = Moléculas</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Prática Ortomolecular visa adequar o “terreno biológico” através do uso de nutrientes necessários ao equilíbrio das moléculas e suas reações bioquímicas e biofísicas.<br>Esses nutrientes podem ser: Minerais, Vitaminas, Ácidos Graxos, Aminoácidos e Nutrientes diversos. Os Minerais, por exemplo, como Cálcio, Selênio, Zinco, Magnésio… estão envolvidos em diversos processos bioquímicos e biofísicos do organismo, e ainda possuem atividade elétrica na forma de íons. A falta de minerais pode levar a quadros de déficit de energia corporal, o que compromete o processo de auto-regulação corporal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conhecer as vias metabólicas e avaliar a necessidade de reposição de alguns desses compostos nutrientes para a correção do “Terreno Biológico” é o objetivo da Prática Ortomolecular. Ela envolve os mesmos princípios diagnósticos e terapêuticos da Medicina Convencional. Diferencia-se por oferecer nutrientes adequados, que, inclusive, podem se associar a fármacos alopáticos em determinadas situações, otimizando e até reduzindo seu uso. Muitas vezes, um fármaco não consegue o resultado terapêutico desejado por ter alguma via bioquímica relacionada à causa da doença tratada inadequadamente por déficit de nutrientes. Por exemplo, pode acontecer de o tratamento do hipotireoidismo precisar de doses crescentes de reposição de hormônio tireoidiano, mesmo assim sem alcançar bom resultado. Se for associado à reposição de minerais associados à função da tireoide, os resultados podem ser mais eficazes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos perguntam se não seria suficiente consumir esses nutrientes pela dieta, sem necessidade de reposição por cápsulas. Não. Por algumas razões:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">As doses necessárias para reposição são calculadas e mais eficazes do que os nutrientes contidos nos alimentos. A quantidade de alimentos consumidos para alcançar doses terapêuticas de alguns nutrientes teria que ser muito grande e impossível de aderir.</li>



<li class="">Alguns nutrientes precisam ser usados respeitando o ritmo circadiano, em horas definidas, para aproveitar seu metabolismo. Alguns em jejum para ter melhor absorção.</li>



<li class="">Nosso solo não oferece determinados nutrientes em quantidade e qualidade adequada para as necessidades corporais, como no caso de alguns minerais como Magnésio. O problema fica mais grave com alimentos cultivados em solos tratados por Agrotóxicos e vegetais que sofrem processo de Transgenia, práticas que expoliam nutrientes.</li>



<li class="">A absorção de nutrientes da dieta exige uma Microbiota competente, o que nem sempre está presente. Em alguns casos, inclusive, a própria reposição Ortomolecular é mais eficaz por via venosa.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Outra pergunta frequente é quanto à necessidade de dosar os nutrientes no sangue antes de fazer a reposição. Nem sempre. A análise quantitativa no sangue não expressa o que está acontecendo nos tecidos e nas células. Algo como dosar a água do rio para saber a composição do solo, o que seria ineficaz. O Magnésio, por exemplo, concentra-se em cerca de 98% dentro da célula, apenas 2% no sangue periférico. A dosagem do Magnésio dentro da hemácia consegue fornecer parâmetros mais aceitáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, a Prática Ortomolecular é uma ferramenta que pode dar suporte terapêutico otimizando vias bioquímicas e biofísicas no organismo, enquanto se busca corrigir as causas do problema a ser tratado. É também uma via de reposição de nutrientes que não obtemos na dieta. Uma via de reposição de nutrientes para pessoas que não conseguem mais extraí-los espontaneamente da dieta, como no caso de pessoas idosas. Além de cooperar com a resistência do organismo às diversas agressões externas por agressões tóxicas presentes no dia a dia.</p>
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			</item>
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		<title>A importância do Microbioma Humano na formação da pessoa</title>
		<link>https://claudiaferreira.com.br/entrevista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[medizin.admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2024 20:17:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Intestino/Microbioma]]></category>
		<category><![CDATA[Prática integral em Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas com Dra. Claudia Ferreira]]></category>
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					<description><![CDATA[Entrevista concedida para o Prenatal Summit 2014- Promoting mother and baby’s physical, emotional, spiritual and social health em março de 2024]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Entrevista concedida para o Prenatal Summit 2014- Promoting mother and baby’s physical, emotional, spiritual and social health em março de 2024</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://claudiaferreira.com.br/videos/entrevista_microbioma.mov" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="573" src="https://claudiaferreira.com.br/wp-content/uploads/2024/09/video_mov-1024x573.jpg" alt="" class="wp-image-714" srcset="https://claudiaferreira.com.br/wp-content/uploads/2024/09/video_mov-1024x573.jpg 1024w, https://claudiaferreira.com.br/wp-content/uploads/2024/09/video_mov-300x168.jpg 300w, https://claudiaferreira.com.br/wp-content/uploads/2024/09/video_mov-768x430.jpg 768w, https://claudiaferreira.com.br/wp-content/uploads/2024/09/video_mov.jpg 1347w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
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		<item>
		<title>Shen: categoria estruturante da racionalidade médica chinesa</title>
		<link>https://claudiaferreira.com.br/shen-categoria-estruturante-da-racionalidade-medica-chinesa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[medizin.admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2024 19:35:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina Chinesa]]></category>
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					<description><![CDATA[ARTIGO DA DRA. CLAUDIA FERREIRA PUBLICADO NA REVISTA: História, Ciências, Saúde &#8211; Manguinhos, Rio de Janeiro, volume 14, número 03, pág. 863-875, jul-set, 2007.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">ARTIGO DA DRA. CLAUDIA FERREIRA PUBLICADO NA REVISTA: <br>História, Ciências, Saúde &#8211; Manguinhos, Rio de Janeiro, volume 14, número 03, pág. 863-875, jul-set, 2007.</p>



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</div>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Forno Micro-ondas, perigo em casa!</title>
		<link>https://claudiaferreira.com.br/forno-micro-ondas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[medizin.admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2024 19:28:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietética]]></category>
		<category><![CDATA[Leituras em Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[AUTORA: DRA CLAUDIA FERREIRA » Não vamos falar aqui exatamente sobre o que você vai comer, mas como você vai preparar seu alimento. A vida urbana tem pressa. Somos impelidos à praticidade em todas as nossas ações do dia a dia, fazer tudo rápido para caber dentro do curto tempo que dispomos fora do trabalho.&#160; [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">AUTORA: DRA CLAUDIA FERREIRA » </p>



<p class="wp-block-paragraph">Não vamos falar aqui exatamente sobre o que você vai comer, mas como você vai preparar seu alimento. A vida urbana tem pressa. Somos impelidos à praticidade em todas as nossas ações do dia a dia, fazer tudo rápido para caber dentro do curto tempo que dispomos fora do trabalho.&nbsp; Aí, pensar no que comer e como preparar pode “roubar” esse valioso curto tempo, que talvez você queira gastar em tarefas mais producentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos então ao personagem principal dessa conversa, o Forno micro-ondas. Ele pode reduzir seu tempo na cozinha, aquecendo ou mesmo cozinhando seu jantar. Mas será que ele é mesmo “só alegria”?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Presente em 96,8% dos lares americanos, segundo censo de 2015 (hoje deve ter chegado a 100%), o micro-ondas é um sucesso de vendas. E como isso começou?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A emissão de micro-ondas teve sua primeira aplicação prática em 1935 pelo físico britânico Sir Robert Watson-Watt e depois foi amplamente usada na Segunda Guerra Mundial como radar, que é a abreviação de “radio detecting and ranging” (detecção e alcance de radio). As frequências do radar estão na faixa de micro-ondas do espectro eletromagnético, e alguns equipamentos de radar operam na mesma frequência dos aparelhos de telefones celulares (telefonia móvel).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentro desses estudos e usos do radar, em 1945 o Forno micro-ondas como conhecemos hoje foi descoberto casualmente. Um engenheiro descuidado esquecera uma barra de amendoim em seu bolso, ele estava perto de um dispositivo de radar e percebeu que sua barra de amendoim havia derretido. Passou, então, a conhecer as propriedades de aquecimento das micro-ondas. Depois percebeu que em frequências maiores perto de 2,45 GHz poderia fritar ovos. Pronto! Patenteou a marca comercializada a partir de 1945.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta freqüência de 2,45 GHz é a mesma utilizada pelos aparelhos de telefone celular, wi-fi e telefones sem fio. E qual o problema? A questão é que o forno micro-ondas também cria um campo eletromagnético ao seu redor, emitido sobretudo por sua porta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E qual o problema de criar um campo eletromagnético?&nbsp; Vivemos em campos eletromagnéticos de diferentes frequências de ondas. O sol, por exemplo,&nbsp; é um grande emissor de frequências. A questão é que muitos desses campos podem ser nocivos à saúde. Por quê?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A possibilidade de campos eletromagnéticos serem nocivos vai depender da capacidade “ionzante”, da frequência eletro-magnética do campo. Existem campos ionizantes e campos não ionizantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os campos ionizantes têm energia suficiente para romper átomos e liberar elétrons e formar íons. Dentro do corpo, esses elétrons formam radicais livres, que, se produzidos em excesso ou se o organismo não tiver um sistema anti-oxidante eficaz, podem levar a sérios danos. Os radicais&nbsp;<em>Hidroxila</em>&nbsp;são os mais danosos. Outra ação nociva dos campos ionizantes é o dano ao DNA no núcleo da célula. Exemplos de emissores de campos não ionizantes são os aparelhos de RX, a Radioterapia…</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os campos não ionizantes não têm energia suficiente para criar íons e, por isso, sempre foram considerados não nocivos à saúde. São os aparelhos de Telefone Celular, Computadores, Fornos de micro-ondas… No entanto, pesquisas atuais mostram que eles podem, sim, ser nocivos. A questão é que o mecanismo de danos ao organismo é diferente daquele causado pelos campos ionizantes. Por isso, muitos são céticos em relação a esses danos, uma vez que as pesquisas vão por caminhos onde não estão as “provas do crime”…</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lembra que falei acima que os campos ionizantes&nbsp; geravam íons, radicais livres e o pior era o radical&nbsp;<em>Hidroxila</em>? Pois, os campos não ionizantes podem gerar os mesmos danos aos tecidos corporais e DNA por outro mecanismo, o da formação de radicais&nbsp; livres do tipo Carbonila. Ficou complicado, né? Mas o que vc precisa saber é que esse tal radical&nbsp;<em>Cabonila</em>&nbsp;é ainda mais danoso ao organismo. E ele é formado por campos eletromagnéticos de wi-fi, telefone celular e ele… o forno micro-ondas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então… o Forno micro-ondas por formar um&nbsp;Campo Eletromagnético na sua frente pode ser nocivo ao organismo, com sérias consequências aos tecidos, função de órgãos e vísceras e danos ao DNA, o que pode abrir caminho para doenças graves como o câncer. Além disso, o alimento usado dentro do forno tem seu valor nutricional totalmente destruído pela violenta vibração das moléculas de água nele contido. Você passa a comer algo como uma palha seca. E se você não recebe micronutrientes, seu organismo fica menos preparado para eliminar os tais radicais livres perigosos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que fazer?</p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">O melhor é não ter, não usar o forno micro-ondas.</li>



<li class="">Substitua por um forno elétrico.</li>



<li class="">Nunca aquecer líquidos, água.</li>



<li class="">Nunca ficar na frente do forno, quando ele está ligado. Certificar-se de que a porta está bem vedada.</li>



<li class="">Cuidar da sua saúde. Pessoas com bom nível de minerais e bom sistema anti-oxidante podem sofrer menos com essa emissão de campos eletro-magnéticos.</li>



<li class="">Acostumar-se a dispor de mais tempo para preparar seu alimento com qualidade. Não gastar o pouco tempo livre que você tem com outros emissores de campos eletromagnéticos nocivos, como a TV ou o aparelho celular…</li>



<li class="">Caminhe descalço na terra, grama, areia do mar, faça um aterramento para descarregar os campos eletro-magnéticos nocivos de seu corpo.</li>



<li class="">Cuidar-se!</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fontes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Gittleman, A,N, Zapped, Harper One, NY, 2010</li>



<li class="">Becker, Dr. Robert O. Cross Currents, the perils of eletropollution, the promise of Eletromedicine -Jeremy P. Tarcher, NY, 2004.</li>



<li class="">Mercola, Dr Joseph, EMF*D, 5G, Wi Fi &amp; Cell Phones: Hidden Harms and How to Protect Yourself. Hay House, NY, 2020.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Você já ouviu que Vinagre de Maçã emagrece? saiba como</title>
		<link>https://claudiaferreira.com.br/voce-ja-ouviu-que-vinagre-de-maca-emagrece/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[medizin.admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Sep 2024 13:43:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietética]]></category>
		<category><![CDATA[Leituras em Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[AUTORA: DRA CLAUDIA FERREIRA » Isso pode acontecer porque o vinagre de maçã interfere nos picos de glicose, no metabolismo da insulina e acaba por melhorar o desejo exagerado por doces e carboidratos, além de diminuir os estoques de gordura corporal. Mas como usar? Primeiro vamos falar da glicose. É um dos nossos combustíveis, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">AUTORA: DRA CLAUDIA FERREIRA » </p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso pode acontecer porque o vinagre de maçã interfere nos picos de glicose, no metabolismo da insulina e acaba por melhorar o desejo exagerado por doces e carboidratos, além de diminuir os estoques de gordura corporal. Mas como usar?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Primeiro vamos falar da glicose. É um dos nossos combustíveis, o mais comum. Precisamos dela para que o corpo funcione, se ela está baixa, podemos ter hipoglicemia e o corpo fica fraco, a visão turva… Mas, por outro lado, se oferecemos glicose em excesso, o corpo não a utiliza e passa a estocá-la, sobretudo em forma de gordura, aí ocorre o ganho de peso… A insulina, o hormônio que precisa retirar a glicose da circulação e jogá-la dentro da célula, para que ela cumpra suas funções, acaba por ficar sobrecarregada e a própria célula passa a negar a entrada da glicose. Mecanismos todos disfuncionais e que podem apontar para o surgimento de doenças inflamatórias, para o Diabetes, para distúrbios hormonais e etc.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas e o vinagre? o que tem a ver com isso? Ajuda a controlar os picos de glicose e estabilizar seus níveis. Como?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todos os diversos tipos de vinagre, sejam os mais conhecidos como de arroz, balsâmico, de vinho tinto, vinho branco e o de maçã,&nbsp;são formados por um líquido fermentado, que sofreu ação de bactérias, transformando-o em ácido acético. O que interessa é a ação desse ácido acético na bioquímica corporal. Ele consegue desativar por um tempo a enzima (enzimas são catalisadores envolvidos em reações bioquímicas corporais) chamada alfa-amilase, que quebra o amido (um estoque em cadeias maiores de moléculas de glicose) em glicose. Com isso, a glicose se forma mais lentamente a partir do amido, atuando de forma mais suave no corpo. Daí a célula recebe melhor essa glicose e a insulina não precisa se “desesperar” em jogar seu excedente na formação de gorduras. Além do mais, o ácido acético do vinagre estimula o músculo a absorver mais rápido a glicose, o que ajuda nos estoques de glicose e na própria função muscular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E como usar o vinagre. O vinagre orgânico de maçã parece ser o mais adequado pelo sabor mais palatável. Recomenda-se o uso de 01 colher de sopa, diluído em um copo de água, cerca de 20 minutos antes da refeição. Importante usar um canudo para beber, pois o vinagre em contato com os dentes pode danificar a dentina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas é importante ressaltar, que o uso do Vinagre não descarta a necessidade de uma dieta equilibrada e de quantidades saudáveis de amido e açúcar em geral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Claudia Ferreira</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Inchauspé, Jessie, A Revolução da Glicose: equilibre os níveis de açúcar no sangue e mude sua saúde e sua vida. Rio de Janeiro, Objetiva, Rj, 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Carneiro, Denise, Abordagem Nutricional na residência à Insulina, Paulo S. carneiro, SP, 2021</p>
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